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Mercado imobiliário brasileiro é apontado como o mais promissor do mundo

Em tempos de mudanças no cenário econômico atual, os cuidados de consumidores e investidores devem ser redobrados. Para aqueles que desejam proteger o patrimônio ou adquirir um bem real, um dos caminhos mais seguros é a compra de um imóvel. Ao longo do tempo, a valorização do empreendimento é garantida.

Nos últimos três anos, aponta a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a valorização média dos imóveis no país foi de quase 50%. Nenhum outro ativo teve desempenho semelhante, mesmo com a alta das taxas de juros.

Seja para morar, seja para investimento — somente em 2022, a correção média dos aluguéis ficou 16,5%, quase o triplo da inflação oficial, de 5,79%, conforme o Índice FipZap+ —, imóvel é sinônimo de segurança, um bem real que passa de geração para geração. Não por acaso, a compra da casa própria desponta como o maior desejo dos brasileiros.

Uma boa pesquisa de mercado permite encontrar o imóvel dos sonhos. E, com a perspectiva de queda das taxas de juros, os negócios tendem a crescer. A vantagem da compra de um imóvel agora é a de se antecipar a uma nova alta de preços.

Há excelentes empreendimentos no mercado, o que pode render um bom desconto, sobretudo na compra à vista. Se a opção for por um imóvel na planta, a perspectiva é de valorização constante. As construtoras e as incorporadoras têm facilitado o pagamento. Na planta, há a vantagem de se poder escolher a localização do imóvel, se nascente ou poente, e garantir as melhores vagas na garagem.

Pesquisas internacionais, como as realizadas anualmente pela Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, na sigla em inglês), têm apontado o mercado imobiliário do Brasil como um dos mais promissores do mundo e um dos mais rentáveis. O auxílio de um bom profissional fará toda a diferença para garantir a melhor compra possível.

Seis motivos para comprar seu imóvel:

– A inflação perdeu força e está caminhando para um nível mais confortável. Com isso, a tendência é de que o Banco Central antecipe o início da redução da taxa básica de juros (Selic). O resultado disso será a diminuição dos custos de financiamento imobiliário, um bom negócio para os bancos e para os mutuários.

– A desaceleração da inflação será incrementada pelo recuo do dólar. A moeda norte-americana voltou a ser negociada abaixo de R$ 5, o que não ocorria há quase um ano. O dólar mais baixo reduz os custos da construção civil e favorece consumidores e investidores.

– Com a inflação menor e a perspectiva de queda dos juros, bancos como o Bradesco e gestoras de recursos do porte da Jive Mauá Investimentos começam a rever para cima as projeções de crescimento da economia neste ano. O avanço do PIB deve superar 1,5%, saltando para 3% em 2024.

– O dólar em baixa se soma aos preços menores das commodities, fazendo com que a variação do INCC, que corrige as prestações de imóveis na planta, suba muito menos que nos anos anteriores, permitindo que os valores caibam mais facilmente no orçamento das famílias.

– A ameaça de crise internacional, que se desenhava depois da quebra de bancos nos Estados Unidos e na Suíça, refluiu. Os bancos centrais dos dois países agiram muito rapidamente para estancar os problemas. Um alívio para o Brasil.

– Imóveis são sempre um ótimo investimento a longo prazo. Historicamente, sempre têm valorização maior que outros ativos, além de ter boa liquidez para os investidores, especialmente os de um e dois quartos.

Brasal Incorporações, presente em Brasília, Goiânia e Uberlândia, apresenta ao mercado um portifólio com “o Q a mais” que todo cliente procura em um imóvel, são plantas de 1 a 4 quartos e coberturas exclusivas, com atributos presentes da marca, como plantas flexíveis, tecnologia, localizações pprivilegiadas, lazer para família, design sofisticado e exclusividade. A Brasal reforçou os principais atributos da marca frente ao mercado, a partir da ideia de que um imóvel é mais que um investimento, é patrimônio, segurança e valorização.

Com mais de 60 anos de história, a Brasal é um grupo multissegmentado que atua nos mercados de incorporação e construção imobiliária; produção e distribuição de bebidas; concessionária de veículos, comercialização de combustíveis e geração de energia limpa e renovável. 

Nos seus 20 anos atuando no segmento de construção, a Brasal Incorporações conta com mais de 8.500 unidades entregues e em obra, cerca de 1,5 milhões de metros quadrados construídos e R$7,3 bilhões em VGV (Volume Geral de Vendas) lançados. 

Cada lançamento de produto traz consigo a característica de oferecer projetos inspiradores, com tecnologia, atemporalidade e o cliente no centro do negócio. Todos eles feitos sob os mais exigentes critérios de inteligência e excelência construtiva, que visam processos sustentáveis no âmbito social e ambiental.

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Helisson de Jesus Pelegrini gentil traz notícias do marcado imobiliária atua

A PDG Realty recebeu uma proposta de aquisição por parte da SHKP Real Estate Development, uma das maiores incorporadoras de Hong Kong, o que pode marcar o fim da trajetória da empresa no mercado brasileiro. A proposta, não vinculante, prevê a compra de todas as ações da PDG por um valor de US$ 0,017 cada, totalizando US$ 29,6 milhões (aproximadamente R$ 171,7 milhões). A SHKP vê valor nos ativos da PDG, com um grande potencial para futuros lançamentos e alinhamento com sua estratégia de internacionalização, que inclui aquisições e reestruturações de empresas em dificuldades financeiras. A PDG, que foi a maior incorporadora do Brasil em termos de lançamentos, vendas e valor de mercado entre 2010 e 2011, começou a enfrentar sérios problemas financeiros a partir de 2012. A empresa foi impactada por uma combinação de dificuldades operacionais, alta alavancagem e atrasos em obras, o que a levou a entrar com pedido de recuperação judicial em 2017. Durante esse período, tentou lançar uma nova marca, mas não conseguiu recuperar a rentabilidade. Desde então, a PDG tem lutado para se reerguer, mas não conseguiu retomar sua posição no mercado de forma significativa. No terceiro trimestre de 2024, a PDG registrou um prejuízo de R$ 274,4 milhões, o que representa uma piora de 22% em relação ao mesmo período de 2023, quando o prejuízo foi de R$ 225,7 milhões. Esse desempenho reflete a continuidade das dificuldades financeiras da empresa. Agora, a proposta de venda para a SHKP pode ser vista como uma saída para uma empresa que, apesar de ter sido um grande nome no mercado imobiliário brasileiro, não conseguiu superar seus problemas financeiros nos últimos anos. Resumo da operação:Proposta de aquisição: A SHKP, uma gigante imobiliária de Hong Kong, propôs comprar todas as ações da PDG Realty por US$ 29,6 milhões (cerca de R$ 171,7 milhões), o que resultaria no fechamento de capital da empresa. Histórico de dificuldades: A PDG foi uma das maiores incorporadoras do Brasil, mas enfrentou sérias crises financeiras a partir de 2012, incluindo problemas operacionais e atrasos em obras, o que a levou a uma recuperação judicial em 2017. Prejuízos contínuos: Em 2024, a empresa registrou um prejuízo de R$ 274,4 milhões no terceiro trimestre, piorando o resultado do ano anterior, o que evidencia a continuidade de sua crise financeira. Por : Helisson Pelegrini CEO do SmartNews é responsável pela noticias do mercado imobiliário

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