Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Celebridades

Jason Momoa: De Aquaman a Lobo, o astro entra para o clube de atores que já viveram mais de um herói dos quadrinhos

Jason Momoa celebra a sorte de interpretar Lobo, após viver Aquaman, e entra para seleto grupo de atores Com a estreia de “Supergirl” nos cinemas brasileiros, Jason Momoa se junta a um grupo cada vez maior de atores que deram vida a mais de um personagem icônico dos quadrinhos. Desta vez, o astro havaiano assume o papel do anti-herói Lobo, um personagem que ele acompanha desde a infância. Após interpretar o Aquaman em quatro filmes da DC Comics, Momoa expressou sua felicidade em poder dar vida a Lobo, um de seus personagens favoritos. Ele destacou a liberdade e a diversão em interpretar o anti-herói, comparando a experiência com a de viver o Rei de Atlântida. “Eu sou um homem de muita, muita sorte. Um ator de muita sorte por poder interpretar essas coisas. Especialmente o Lobo, porque eu cresci lendo esses quadrinhos, e eu os amo”, afirmou Momoa em entrevista ao g1. A declaração reforça a conexão pessoal do ator com o universo dos quadrinhos e a emoção de concretizar um sonho de fã. Colegas de elenco e a troca de capas de heróis Durante sua jornada como Aquaman, Momoa desenvolveu amizades com outros atores que também navegaram por diferentes universos de HQs. Ben Affleck, o Batman em “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, interpretou anteriormente o Demolidor pela Marvel. Patrick Wilson, que viveu o vilão Orm em “Aquaman”, participou da adaptação de “Watchmen”, interpretando o Coruja. Embora não tenham discutido suas experiências de transição de personagens, Momoa considera formar um “clube das duas vezes” com esses colegas. O clube dos “três” e outros talentos versáteis O grupo de atores que interpretaram múltiplos protagonistas de HQs se estende a nomes como Josh Brolin e Ryan Reynolds. Brolin deu vida a Jonah Hex antes de se tornar o poderoso Thanos na Marvel e o Cable em “Deadpool 2”. Ryan Reynolds, por sua vez, enfrentou um passado de adaptações menos afortunadas com “Lanterna Verde” e “X-Men Origens: Wolverine”, além de “Blade: Trinity”, antes de encontrar o sucesso estrondoso com Deadpool. Lobo: O anti-herói que conquistou Momoa Criado em 1983, Lobo evoluiu de um vilão para uma figura icônica e irreverente, conhecido por sua força, imortalidade e humor negro. Sua aparência também mudou ao longo do tempo, adotando um estilo de motoqueiro. Na nova versão cinematográfica, Lobo se alia brevemente a Supergirl e a uma garota em busca de vingança, mostrando um lado mais colaborativo, embora ainda com suas peculiaridades. Momoa ressalta as semelhanças entre Lobo e Aquaman, como o gosto por cerveja e andar de moto. O futuro incerto e os sonhos de Momoa Apesar da incerteza sobre o futuro do universo cinematográfico da DC com a iminente compra da Warner, Jason Momoa nutre o sonho de ver Lobo ganhar seu próprio filme. O carisma e a popularidade do ator, combinados com a natureza única do “Maioral”, como Lobo é conhecido, tornam essa possibilidade animadora para os fãs.

Leia mais

Jota Quest resgata joia rara da discografia de Tim Maia em novo álbum, revelando raridade de “Estrela do meu show”

Jota Quest resgata joia rara da discografia de Tim Maia em novo álbum, revelando raridade de “Estrela do meu show” A banda Jota Quest está prestes a lançar um álbum especial em homenagem a Tim Maia, e uma das faixas em destaque traz à tona uma verdadeira raridade da discografia do lendário cantor. Trata-se da música “Você é a estrela do meu show”, que ganha uma nova roupagem com a participação dos vocais originais de Tim Maia, extraídos de um single independente lançado em 1981. Essa canção, até então esquecida no fundo do baú fonográfico de Tim Maia, foi uma versão em português de “You’re a the star of my show”, música do repertório da banda norte-americana Kwick. A gravação do Jota Quest, que abrevia o título para “Estrela do meu show”, promete ser um dos pontos altos do álbum, celebrando a genialidade e a versatilidade do síndico do Brasil. O lançamento deste single duplo, que também inclui o grande sucesso “Não quero dinheiro (Só quero amar)”, é mais uma prévia do álbum que conta com a produção musical do baixista do Jota Quest, PJ. O álbum completo está previsto para chegar às plataformas em setembro, e a expectativa é grande entre os fãs de Tim Maia e da banda mineira. Conforme informação divulgada pela banda, essa música é uma joia rara, lançada originalmente em um single independente em 1981. A história por trás de “Estrela do meu show” Em 1981, Tim Maia, em um período fora das grandes gravadoras, lançou um single independente com duas versões de músicas da banda Kwick. “Split decision” virou “Vê se decide”, que Tim regravou em 1986, e “You’re a the star of my show” se transformou em “Você é a estrela do meu show”, com tradução literal feita pelo próprio Tim Maia. Um resgate emocionante com vocais originais O Jota Quest decidiu trazer “Você é a estrela do meu show” de volta à vida, 45 anos após seu lançamento original. A versão da banda mineira, intitulada “Estrela do meu show”, tem um diferencial especial: incorpora os vocais de Tim Maia extraídos do raro single de 1981. Essa iniciativa resgata uma obra que estava praticamente perdida no tempo, oferecendo aos ouvintes a chance de redescobrir essa joia. Novo single antecipa álbum em homenagem a Tim Maia O single duplo com “Estrela do meu show” e “Não quero dinheiro (Só quero amar)” já está em rotação e serve como um aperitivo para o álbum completo que o Jota Quest está preparando. A produção musical, assinada por PJ, baixista da banda, promete entregar arranjos que honram o legado de Tim Maia, ao mesmo tempo em que trazem a identidade sonora do Jota Quest. Lançamento do álbum completo em setembro Os fãs terão que esperar até setembro para conferir o álbum completo em homenagem a Tim Maia. A expectativa é que o trabalho reforce a importância da discografia do cantor e compositor carioca, apresentando tanto sucessos conhecidos quanto essas raridades que merecem ser redescobertas e celebradas. A

Leia mais

Emicida compara Racionais MC’s a Pelé e critica rappers conservadores em reflexão sobre o rap brasileiro

Emicida reflete sobre o impacto do rap, critica conservadorismo e lamenta exposição pessoal Emicida lançou seu novo álbum, “Mesmas Cores e Mesmos Valores”, em dezembro de 2025, uma clara homenagem ao icônico grupo Racionais MC’s e ao seu álbum “Cores e Valores” de 2014. O trabalho surge em um momento pessoal delicado para o artista, que enfrentou a perda de sua mãe, Dona Jacira, e um litígio com seu irmão, Evandro Fioti, sobre a empresa Laboratório Fantasma. Essa exposição involuntária de sua vida privada o fez se sentir “vítima da economia da atenção”. Apesar das adversidades, o novo disco se tornou um refúgio e uma afirmação da qualidade artística de Emicida. A obra não apenas celebra seus ídolos, mas também os posiciona em um lugar de destaque na música brasileira, um debate que o próprio rapper considera “polêmico”. Em entrevista ao Podpah e ao g1, Emicida aprofundou suas reflexões sobre a recepção do álbum, a relação do rap com o conservadorismo e a importância de reconhecer o Racionais MC’s como um pilar da cultura nacional. Conforme informação divulgada pelo g1, o rapper explicou que a polêmica em torno de considerar o Racionais o maior grupo de rap da história não reside no paralelo em si, mas na tensão que ele provoca. Racionais MC’s: um gigante comparado a Pelé e Pixinguinha Emicida defende que a grandeza do Racionais MC’s é comparável à de ícones como Pelé, Pixinguinha e Nise da Silveira. “O tamanho do Racionais é o tamanho do Pelé, o tamanho do Pixinguinha, o tamanho da Nise da Silveira. Racionais precisa ser entendido dentro dessa chave”, afirmou o rapper. Ele argumenta que, assim como um gol de Pelé é monumental, a obra do Racionais MC’s possui uma dimensão cultural e histórica igualmente expressiva. O rap, segundo Emicida, é uma forma de expressão que carrega tanto a dança quanto a luta, espelhando a complexidade da cultura brasileira. A recepção do novo álbum e a produção imagética Sobre a recepção de “Mesmas Cores e Mesmos Valores”, Emicida expressou felicidade com a profundidade com que os fãs absorveram o disco. Ele descreveu a experiência como íntima, com momentos de dor e luz expressos de forma sensível, levando alguns ouvintes a preferirem escutá-lo sozinhos. O rapper também revelou planos para um documentário sobre a produção do álbum, dada a riqueza do material captado. Ele reconhece a necessidade de se tornar um criador de conteúdo mais presente nas redes sociais, embora prefira uma abordagem mais “rarefeita”. Rap, conservadorismo e a “economia da atenção” Emicida abordou a crítica recorrente sobre a qualidade técnica de shows de rap em festivais, contrastando com a exigência feita a outros gêneros. Ele sugere que essa cobrança se intensifica quando o artista possui um discurso que desafia o status quo, como o do “rap legítimo”. O rapper também comentou o surgimento de artistas com discursos conservadores e alinhados à extrema-direita, que dialogam com uma corrente política contraditória aos pilares do hip-hop. Ele atribui parte disso à dificuldade de interpretação textual em

Leia mais

O Convite: Olivia Wilde e Seth Rogen protagonizam comédia caótica e embriagante sobre jantar de vizinhos

“O Convite”: Jantar de Vizinhos que Vira Comédia Caótica e Embriagante Prepare-se para um jantar que foge do comum. “O Convite”, nova comédia dirigida e estrelada por Olivia Wilde, ao lado de Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton, chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho, prometendo uma noite repleta de tensões, risadas e diálogos afiados. O filme é uma adaptação do longa espanhol “Sentimental” e explora as complexidades das relações interpessoais em um ambiente aparentemente tranquilo. A trama acompanha Angela (Wilde) e Joe (Rogen), um casal cujo relacionamento parece estar em crise, convidando seus vizinhos liberais e sexualmente resolvidos, Piña e Hawk (Cruz e Norton), para um jantar. A premissa é simples, mas a execução promete ser tudo, menos previsível. Conforme a noite avança, o que começa como uma socialização entre vizinhos se transforma em um turbilhão de emoções e revelações. Com atuações que beiram o improviso e uma química palpável entre o elenco, “O Convite” se destaca pela forma como constrói a tensão e o humor. O g1 já conferiu o filme e garante que a experiência é divertida, caótica e, em muitos momentos, um tanto quanto embriagante, como um bom jantar de verdade deve ser. A direção de Olivia Wilde conduz com maestria as dinâmicas entre os personagens, mantendo o espectador engajado até o último minuto. Elenco Brilha em Interpretações Memoráveis Penélope Cruz e Edward Norton entregam performances deliciosas como os vizinhos excêntricos, roubando a cena com sua energia contagiante. Por outro lado, Olivia Wilde e Seth Rogen convencem como um casal neurótico e sarcástico, respectivamente. A escalação dos atores é um dos pontos fortes do filme, com cada um se encaixando perfeitamente em seus papéis, o que contribui para a sensação de naturalidade, quase como se estivessem improvisando. Roteiro Inteligente e Direção Precisa O roteiro, assinado por Will McCormack e Rashida Jones, carrega o peso da narrativa, especialmente considerando que a maior parte da ação se desenrola em um único ambiente. A direção de Olivia Wilde complementa o texto, explorando as atrações e repulsões entre os personagens de forma envolvente. A trilha sonora de Dev Hynes, com suas cordas de violoncelo, adiciona uma camada de suspense até mesmo às conversas mais banais, intensificando a experiência. Entre Risadas e Reflexões Sobre Relacionamentos “O Convite” consegue equilibrar o humor com momentos de reflexão sobre relacionamentos, casamento e a culpa inerente a essas dinâmicas. Embora a conexão com os personagens possa ser desafiadora em alguns momentos, especialmente com o de Seth Rogen, que é propositalmente um tanto quanto irritante, o filme acerta ao capturar a essência das interações humanas, com todas as suas falhas e peculiaridades. A comédia funciona bem, embora em alguns momentos tente ser mais profundo do que realmente é. Uma Comédia Imperdível para o Fim de Semana Apesar de alguns caminhos previsíveis no desenrolar da trama, “O Convite” se mantém como uma excelente opção para quem busca uma comédia inteligente e envolvente. O filme entrega uma mistura eficaz de diversão, caos e momentos de embriaguez

Leia mais

Joyce Alane rebate cobrança por ‘novos Gils e Caetanos’ e celebra estreia no Rock in Rio: ‘Eles foram eles’

Joyce Alane celebra estreia no Rock in Rio e defende nova geração musical A cantora Joyce Alane, de 28 anos, está vivendo um momento de consagração em sua carreira. Após se apresentar no Rock in Rio Lisboa, a artista se prepara para sua primeira participação no Rock in Rio, no Rio de Janeiro, em setembro. A recifense comemora a realização de um sonho que parecia distante em 2021, quando estourou nacionalmente com o hit ‘Leão’. Em entrevista ao g1, durante sua passagem por Portugal, Joyce Alane compartilhou a emoção de alcançar palcos tão importantes. “Imaginava nos sonhos assim de fato, mas eu achava muito distante da minha realidade”, revelou a cantora, destacando a rapidez com que sua trajetória tem se desenvolvido. A experiência em Lisboa serviu não apenas como um passo importante na carreira, mas também como fonte de inspiração. A artista aproveitou a visita para conhecer a cidade e absorver novas influências culturais, que, segundo ela, são fundamentais para seu processo criativo. O encontro com a renomada cantora portuguesa Carminho também foi um momento marcante, levantando a possibilidade de futuras colaborações. Sonho de artista se torna realidade no Rock in Rio O ano de 2026 promete ser um divisor de águas na carreira de Joyce Alane. A artista, que já sentiu a energia do público no Rock in Rio Lisboa, agora se prepara para o **palco principal do Rock in Rio no Brasil**. A expectativa é alta, especialmente pela apresentação que fará em parceria com Carol Biazin, prometendo um show especial e cheio de surpresas. “Eu tô muito empolgada”, declarou Joyce sobre a parceria com Carol Biazin. A cantora adiantou que ainda estão definindo o repertório, mas garantiu que será algo **inesquecível para os fãs**. A colaboração demonstra a força e a união entre os artistas da nova geração da música brasileira. Joyce Alane defende a nova geração musical Apesar do sucesso e do reconhecimento, Joyce Alane também comentou sobre as **constantes cobranças** para que surjam novos “Gils, Chicos, Bethânias e Caetanos” na música nacional. A cantora defende que a nova geração está produzindo **conteúdo de qualidade** e que a crítica muitas vezes não se abre para conhecer os novos talentos. “E eu acho que as pessoas que falam que não existe mais música boa como antigamente não se abriram para essas oportunidades, porque tem muito artista bom”, afirmou Joyce. Ela acredita que a falta de sintonia com a música atual pode indicar que o ouvinte ainda **não buscou o que realmente lhe agrada**. ‘Eles foram eles’, afirma Joyce sobre novos artistas A artista ressalta que não se trata de buscar substitutos para os grandes nomes da MPB, mas sim de **valorizar a individualidade** de cada novo artista. “Não são novos Gilberto Gil, não tem isso. São pessoas que estão sedentas para fazer sua própria história”, disse Joyce Alane. Essa visão reforça a importância de cada artista construir seu próprio legado. Joyce Alane, com sua **voz potente e letras marcantes**, se consolida como um dos **grandes nomes da nova

Leia mais

Milly Alcock revela a “responsabilidade” de dar vida à Supergirl no cinema e os bastidores do filme da DC

Milly Alcock compartilha expectativas e desafios ao assumir o manto da Supergirl em nova era do DCU A aguardada estreia de “Supergirl” nos cinemas nesta quinta-feira (25) marca um novo capítulo para o universo cinematográfico da DC Comics (DCU). O filme, que tem como objetivo consolidar a nova fase liderada por James Gunn e Peter Safran, coloca a prima do Superman, Kara Zor-El, no centro das atenções. Interpretada pela talentosa Milly Alcock, conhecida por seu papel em “A Casa do Dragão”, a heroína ganha destaque especial neste longa. A atriz australiana, que veio ao Brasil para divulgar o filme, compartilhou em entrevista ao g1 suas impressões sobre a jornada de dar vida a uma das personagens mais icônicas dos quadrinhos. Alcock descreve a experiência como um misto de honra e aprendizado, destacando a profunda conexão que sentiu com a personagem. A atriz ressalta a importância de “Supergirl” para a continuidade do DCU e a expectativa do público em torno da nova heroína. A conexão de Milly Alcock com a heroína “meio bagunçada” Milly Alcock, de 26 anos, brinca ao afirmar que tem “tudo” em comum com Kara, mas logo pondera as diferenças. “Eu não tenho poderes, eu fico com a pior parte. Sou uma garota de um Sol vermelho”, declara a atriz, referindo-se à dependência de Kara de um sol amarelo para manifestar suas habilidades. Em um tom mais reflexivo, Alcock descreve a interpretação de Kara como um processo catártico, aproximando-a de sua própria personalidade. “Há algo realmente bonito nela de ser essa heroína meio bagunçada. Isso me deu uma certa coragem de sentir que eu posso me salvar um pouco, sabe?”, confessa. A atriz também aborda a **responsabilidade** de estrelar seu primeiro blockbuster, admitindo que prefere viver o momento presente em sua carreira. Ao ser questionada sobre ver seu rosto em toda a campanha de lançamento, Alcock, com seu humor característico, diz estar “muito cansada de ver minha cara”, mas reitera que é uma honra e um privilégio. Craig Gillespie: da experiência com protagonistas femininas à Supergirl O diretor Craig Gillespie, também australiano, confessa que não conhecia o universo dos super-heróis antes de aceitar o convite para dirigir “Supergirl”. No entanto, sua experiência com protagonistas femininas fortes em filmes como “Eu, Tonya” e “Cruella” o preparou para o desafio. Gillespie vê um tema recorrente em seus trabalhos, incluindo “Supergirl”, que envolve “pessoas excluídas, tentando se encontrar e sendo incompreendidas, de uma certa forma”. O diretor elogiou o roteiro de Ana Nogueira como um dos principais motivadores para assumir o projeto. O cineasta também fez questão de exaltar o trabalho de Milly Alcock. “Foi um presente enorme saber que Milly iria interpretar esse papel. Ela superou minhas expectativas”, afirmou Gillespie, detalhando como a atriz explorou a personagem, trouxe sua personalidade e o deixou “animado de ir ao set todo dia”. Ana Nogueira: da atuação à escrita de roteiros para o DCU Ana Nogueira, responsável pelo roteiro de “Supergirl”, baseado na graphic novel “Supergirl: Mulher do Amanhã”, detalha sua transição da

Leia mais

Andreas Kisser revela surpresas da turnê de despedida do Sepultura: “Tem tirado muita gente de casa” e celebra nova fase com Greyson Nekrutman

Andreas Kisser celebra turnê de despedida do Sepultura e novidades com Greyson Nekrutman O guitarrista Andreas Kisser compartilhou detalhes sobre a emocionante turnê de despedida do Sepultura, intitulada “Celebrating life through death”. A banda, que anunciou o fim em dezembro de 2023, está realizando 18 meses de shows ao redor do mundo para se despedir dos fãs. Recentemente, o Sepultura se apresentou no Rock in Rio Lisboa, marcando um adeus especial ao público português. Antes de subir ao palco, Andreas Kisser concedeu uma entrevista onde expressou a satisfação com o andamento da turnê. “Sensacional. Nós planejamos isso durante muito tempo para a gente curtir, para a gente celebrar. É um momento muito especial da nossa história. Talvez a nossa melhor tour, passando por lugares que a gente nunca foi antes”, afirmou Kisser. Conforme informação divulgada pelo g1, ele destacou a importância dos fãs portugueses e as recepções calorosas ao longo dos anos, independentemente das mudanças na formação da banda. A surpresa de novos fãs na plateia Uma das grandes surpresas da turnê, segundo Andreas Kisser, é encontrar muitos fãs que estão assistindo ao Sepultura pela primeira vez. Isso demonstra a **força contínua da banda** e sua capacidade de atrair novas gerações, mesmo em um momento de despedida. O músico ressaltou que, mesmo após mais de 40 anos de carreira, o aprendizado é constante. “A gente aprende todo dia. Eu acho que fazer uma turnê assim não é fácil. Acho que primeiro pela decisão tomada. Foram muitos anos de preparo, dois anos antes do anúncio, de falar com todo mundo, com família, com a banda, com managers e tudo mais, para ter certeza de que esse era o caminho mesmo.”, detalhou. Novidades no palco e a energia de Greyson Nekrutman Apesar do clima de despedida, o Sepultura não deixou de lado as novidades. A banda tem apresentado **três músicas do novo EP** durante os shows, celebrando o momento atual e não apenas revisitando o passado. Kisser enfatizou a importância da entrada do baterista Greyson Nekrutman. “Fazendo o que a gente tá fazendo hoje com o Greyson Nekrutman na banda, que trouxe as ideias, a vibe dele para banda e foi muito importante a gente ter feito isso antes de a gente acabar. Muito melhor do que a gente imaginava que poderia ser”, comentou o guitarrista sobre a contribuição do novo membro. Zero arrependimento sobre a decisão de fim Questionado sobre a possibilidade de arrependimento diante do sucesso da turnê, Andreas Kisser foi categórico. “Não. Porque tudo é em consequência do que a gente anunciou e trabalhou para fazer. Não adianta agora a gente falar: ‘Ah, tá legal, eu vou continuar’. Porque a gente estaria se enganando também. A gente tá muito tranquilo em relação a isso.”, declarou. Ele reiterou que a decisão foi bem planejada e executada com profissionalismo. “Arrependimento zero, porque a gente combinou, planejou, trabalhou muito duro para que pudesse acontecer dessa forma”, concluiu Andreas Kisser, garantindo que o foco agora é **aproveitar cada momento** desta última jornada com

Leia mais

Beckham, Camila Cabello e o ‘Cascão’ de Ronaldo: Famosos mostram apoio ao Brasil na Copa do Mundo

Estrelas Internacionais e Símbolos Nacionais Unidos na Vibração pelo Brasil na Copa A Copa do Mundo sempre atrai olhares de todo o planeta, e o Brasil, maior campeão da história do torneio, não é exceção quando o assunto é atrair fãs ilustres. Nesta edição, diversas celebridades de renome internacional demonstraram seu apoio à Seleção Brasileira, mostrando que a paixão pelo futebol transcende fronteiras. De lendas do esporte a astros do entretenimento, a torcida pela Amarelinha se espalhou. A presença desses nomes de peso não só aumenta a visibilidade da Seleção, mas também reforça o prestígio do futebol brasileiro no cenário global. Além dos holofotes internacionais, a torcida brasileira também se manifesta através de símbolos que marcaram a história do país. Um deles, em particular, evoca memórias de glória e união, conectando gerações de fãs. Conforme divulgado pelo ge, essas manifestações de apoio foram destaque durante o mundial. David Beckham e Matthew Broderick na Torcida pelo Brasil Entre os famosos que demonstraram seu carinho pela Seleção Brasileira, o ex-jogador inglês David Beckham, um ícone mundial do futebol, foi visto expressando seu apoio. Sua participação, mesmo fora dos gramados, ressalta a admiração que o esporte desperta em figuras de grande influência. Outro nome de peso que entrou para o time dos torcedores brasileiros foi o ator americano Matthew Broderick. Conhecido por estrelar o clássico do cinema “Curtindo a Vida Adoidado”, Broderick mostrou que também entende de torcer pelo Brasil, adicionando um toque de Hollywood à vibração nacional. Camila Cabello com a Camisa do Brasil e o Legado do ‘Cascão’ A cantora Camila Cabello também fez questão de mostrar seu apoio à Seleção Brasileira durante o Mundial. A artista cubano-americana foi vista usando a camisa do Brasil, um gesto que certamente agradou aos fãs brasileiros e demonstrou sua sintonia com o momento. Falando em ícones da torcida, poucos símbolos são tão marcantes quanto o corte de cabelo de Ronaldo Fenômeno na Copa de 2002. O estilo, popularmente conhecido como “Cascão”, tornou-se um verdadeiro símbolo do pentacampeonato e, mais de duas décadas depois, continua sendo reproduzido por torcedores, provando sua força e nostalgia. O Símbolo do Pentacampeonato Que Inspira Gerações O corte “Cascão” de Ronaldo não foi apenas um visual momentâneo, mas sim uma representação da alegria e da conquista que o Brasil alcançou em 2002. A ousadia do corte refletia a confiança da equipe e se tornou um marco cultural. Até hoje, ver torcedores reproduzindo o “Cascão” é um lembrete poderoso daquele momento histórico. Essa conexão entre o passado glorioso e o presente da Seleção fortalece o espírito de união e a esperança por novas conquistas, mantendo viva a chama da paixão pelo futebol brasileiro.

Leia mais

WAGs da Seleção Brasileira: Esposas e Namoradas Encantam com Looks Estilosos para o Jogo Contra a Escócia na Copa do Mundo

WAGs da Seleção Brasileira: Estilo e Glamour Marcam Presença em Jogo da Copa do Mundo O Brasil se prepara para seu último compromisso na fase de grupos da Copa do Mundo, enfrentando a Escócia em Miami, nos Estados Unidos. A partida, que acontece nesta quarta-feira (24) às 19h, atrai os olhares não só dos fãs de futebol, mas também dos admiradores de moda e estilo. Antes mesmo da bola rolar, as esposas e namoradas dos jogadores da Seleção Brasileira, carinhosamente conhecidas como WAGs, já deram um show de elegância nas redes sociais. Publicações no Instagram revelaram os looks escolhidos para acompanhar o time rumo à liderança do grupo. O termo “WAGs”, que significa “wives and girlfriends” (esposas e namoradas em inglês), tornou-se popular para identificar as companheiras de atletas de elite. A expressão ganhou força a partir de 2002, mas foi na Copa do Mundo de 2006 que se consolidou no imaginário popular. A Origem do Termo WAGs A sigla “WAGs” tem suas raízes no Reino Unido e começou a circular com mais intensidade em 2002. Segundo reportagem do “Sunday Telegraph”, o apelido foi dado às mulheres dos jogadores da seleção inglesa por um hotel em Dubai. A popularização definitiva do termo, no entanto, ocorreu durante a Copa do Mundo de 2006, realizada na Alemanha, quando a mídia internacional passou a cobrir assiduamente o cotidiano das companheiras dos atletas. Looks que Roubam a Cena As WAGs brasileiras não decepcionaram e mostraram que estão antenadas nas últimas tendências da moda. As fotos compartilhadas nas redes sociais exibem uma variedade de estilos, desde produções mais casuais e despojadas até looks sofisticados e glamourosos, sempre com um toque de brasilidade. Cores vibrantes, peças statement e acessórios que complementam os visuais foram destaque. É notável o esforço em criar produções que não só representam a personalidade de cada uma, mas também celebram o momento especial que o país vive com a participação na Copa do Mundo. Torcida com Estilo e Personalidade A presença das WAGs nos estádios e em seus registros online adiciona uma camada extra de interesse aos eventos esportivos. Elas se tornam influenciadoras de moda por direito próprio, inspirando milhares de seguidores com suas escolhas. O jogo contra a Escócia é mais uma oportunidade para o Brasil consolidar sua posição na competição, e para as WAGs, mais uma chance de demonstrar que o estilo e a torcida andam de mãos dadas. Acompanhar a Seleção em campo é um evento que une esporte, moda e paixão nacional. O público, em geral, demonstra grande interesse em acompanhar os bastidores e o estilo das companheiras dos jogadores, que muitas vezes se tornam verdadeiras embaixadoras da moda brasileira no cenário internacional.

Leia mais

Bebel Gilberto Lança “Nua Ideia” em Tributo a João Donato, Música que Gal Costa Cantou Há 36 Anos

Bebel Gilberto revive “Nua Ideia” em homenagem a João Donato, com lançamento do álbum “Viva Donato” previsto para o segundo semestre. A cantora Bebel Gilberto lança nesta sexta-feira, 26 de junho, o single “Nua Ideia”, uma regravação da clássica canção de João Donato e Caetano Veloso. A música, que teve sua primeira interpretação por Gal Costa em 1990, ganha uma nova roupagem com arranjos de Marcos Valle. Esta gravação marca o início das celebrações para o álbum “Viva Donato”, um tributo fonográfico ao renomado cantor, compositor e pianista acreano, que nos deixou em 2023. O projeto reunirá grandes nomes da música brasileira em homenagem ao legado de Donato. A notícia foi divulgada com informações sobre o projeto, que visa celebrar a obra de João Donato, um artista fundamental na música popular brasileira. O álbum completo, previsto para o segundo semestre, conta com um elenco estelar e promete revisitar sucessos e apresentar novidades. A Conexão Pessoal de Bebel Gilberto com João Donato Bebel Gilberto expressou sua emoção em participar do tributo, ressaltando a profunda ligação pessoal que tinha com João Donato. “Como poucos sabem, Donato foi um amigo íntimo da minha mãe e uma presença muito especial na minha infância”, revelou a cantora. Ela descreveu Donato como alguém que a compreendia em sua fantasia infantil, um dos que mais brincou e entendeu seus desenhos nos anos 1970, um período vibrante no Rio de Janeiro. “Quando penso nele, meus olhos se enchem d’água”, confessou Bebel, destacando a imortalidade dos arranjos de Donato. “Viva Donato”: Um Elenco Estelar Homenageia o Maestro O álbum “Viva Donato”, a ser lançado pela Selo Sesc no segundo semestre, foi gravado por um time impressionante de artistas. Além de Bebel Gilberto, o projeto conta com participações de Antonio Adolfo, Djavan, Donatinho, Dora Morelenbaum, Dori Caymmi, Fafá de Belém, Fernanda Abreu, Gilberto Gil, Ivan Lins, Jaques Morelenbaum, João Bosco, Joyce Moreno, Marcos Valle, Margareth Menezes, Mônica Salmaso, Patricia Alvi, Paula Morelenbaum, Roberta Sá e Silva. O repertório inclui releituras de sucessos de Donato, como “A Paz”, interpretada por Mônica Salmaso em dueto com Gilberto Gil, e “Nasci para Bailar”, na voz de Fernanda Abreu. A produção do álbum ficou a cargo de Regina Oreiro e Ivone Belém, viúva de João Donato. Novidades e Sucessos no Álbum Tributo Além das regravações, “Viva Donato” apresentará duas composições inéditas de João Donato. “Aquela Delícia Singela”, uma parceria com Joyce Moreno, foi gravada por Silva. Já “Vamos Combinar”, colaboração com Marcos Valle, é interpretada pelo próprio Valle em dueto com Patrícia Alvi. A canção “Nua Ideia”, que abre os trabalhos promocionais, foi lançada originalmente por Gal Costa no álbum “Plural” em 1990. Desde então, a música foi regravada por diversos artistas, incluindo Emilio Santiago, Edu Lobo, Danilo Caymmi e Leila Pinheiro, consolidando-se como um marco na obra de João Donato e Caetano Veloso.

Leia mais

Jason Momoa: De Aquaman a Lobo, o astro entra para o clube de atores que já viveram mais de um herói dos quadrinhos

Jason Momoa celebra a sorte de interpretar Lobo, após viver Aquaman, e entra para seleto grupo de atores Com a estreia de “Supergirl” nos cinemas brasileiros, Jason Momoa se junta a um grupo cada vez maior de atores que deram vida a mais de um personagem icônico dos quadrinhos. Desta vez, o astro havaiano assume o papel do anti-herói Lobo, um personagem que ele acompanha desde a infância. Após interpretar o Aquaman em quatro filmes da DC Comics, Momoa expressou sua felicidade em poder dar vida a Lobo, um de seus personagens favoritos. Ele destacou a liberdade e a diversão em interpretar o anti-herói, comparando a experiência com a de viver o Rei de Atlântida. “Eu sou um homem de muita, muita sorte. Um ator de muita sorte por poder interpretar essas coisas. Especialmente o Lobo, porque eu cresci lendo esses quadrinhos, e eu os amo”, afirmou Momoa em entrevista ao g1. A declaração reforça a conexão pessoal do ator com o universo dos quadrinhos e a emoção de concretizar um sonho de fã. Colegas de elenco e a troca de capas de heróis Durante sua jornada como Aquaman, Momoa desenvolveu amizades com outros atores que também navegaram por diferentes universos de HQs. Ben Affleck, o Batman em “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, interpretou anteriormente o Demolidor pela Marvel. Patrick Wilson, que viveu o vilão Orm em “Aquaman”, participou da adaptação de “Watchmen”, interpretando o Coruja. Embora não tenham discutido suas experiências de transição de personagens, Momoa considera formar um “clube das duas vezes” com esses colegas. O clube dos “três” e outros talentos versáteis O grupo de atores que interpretaram múltiplos protagonistas de HQs se estende a nomes como Josh Brolin e Ryan Reynolds. Brolin deu vida a Jonah Hex antes de se tornar o poderoso Thanos na Marvel e o Cable em “Deadpool 2”. Ryan Reynolds, por sua vez, enfrentou um passado de adaptações menos afortunadas com “Lanterna Verde” e “X-Men Origens: Wolverine”, além de “Blade: Trinity”, antes de encontrar o sucesso estrondoso com Deadpool. Lobo: O anti-herói que conquistou Momoa Criado em 1983, Lobo evoluiu de um vilão para uma figura icônica e irreverente, conhecido por sua força, imortalidade e humor negro. Sua aparência também mudou ao longo do tempo, adotando um estilo de motoqueiro. Na nova versão cinematográfica, Lobo se alia brevemente a Supergirl e a uma garota em busca de vingança, mostrando um lado mais colaborativo, embora ainda com suas peculiaridades. Momoa ressalta as semelhanças entre Lobo e Aquaman, como o gosto por cerveja e andar de moto. O futuro incerto e os sonhos de Momoa Apesar da incerteza sobre o futuro do universo cinematográfico da DC com a iminente compra da Warner, Jason Momoa nutre o sonho de ver Lobo ganhar seu próprio filme. O carisma e a popularidade do ator, combinados com a natureza única do “Maioral”, como Lobo é conhecido, tornam essa possibilidade animadora para os fãs.

Leia mais

Jota Quest resgata joia rara da discografia de Tim Maia em novo álbum, revelando raridade de “Estrela do meu show”

Jota Quest resgata joia rara da discografia de Tim Maia em novo álbum, revelando raridade de “Estrela do meu show” A banda Jota Quest está prestes a lançar um álbum especial em homenagem a Tim Maia, e uma das faixas em destaque traz à tona uma verdadeira raridade da discografia do lendário cantor. Trata-se da música “Você é a estrela do meu show”, que ganha uma nova roupagem com a participação dos vocais originais de Tim Maia, extraídos de um single independente lançado em 1981. Essa canção, até então esquecida no fundo do baú fonográfico de Tim Maia, foi uma versão em português de “You’re a the star of my show”, música do repertório da banda norte-americana Kwick. A gravação do Jota Quest, que abrevia o título para “Estrela do meu show”, promete ser um dos pontos altos do álbum, celebrando a genialidade e a versatilidade do síndico do Brasil. O lançamento deste single duplo, que também inclui o grande sucesso “Não quero dinheiro (Só quero amar)”, é mais uma prévia do álbum que conta com a produção musical do baixista do Jota Quest, PJ. O álbum completo está previsto para chegar às plataformas em setembro, e a expectativa é grande entre os fãs de Tim Maia e da banda mineira. Conforme informação divulgada pela banda, essa música é uma joia rara, lançada originalmente em um single independente em 1981. A história por trás de “Estrela do meu show” Em 1981, Tim Maia, em um período fora das grandes gravadoras, lançou um single independente com duas versões de músicas da banda Kwick. “Split decision” virou “Vê se decide”, que Tim regravou em 1986, e “You’re a the star of my show” se transformou em “Você é a estrela do meu show”, com tradução literal feita pelo próprio Tim Maia. Um resgate emocionante com vocais originais O Jota Quest decidiu trazer “Você é a estrela do meu show” de volta à vida, 45 anos após seu lançamento original. A versão da banda mineira, intitulada “Estrela do meu show”, tem um diferencial especial: incorpora os vocais de Tim Maia extraídos do raro single de 1981. Essa iniciativa resgata uma obra que estava praticamente perdida no tempo, oferecendo aos ouvintes a chance de redescobrir essa joia. Novo single antecipa álbum em homenagem a Tim Maia O single duplo com “Estrela do meu show” e “Não quero dinheiro (Só quero amar)” já está em rotação e serve como um aperitivo para o álbum completo que o Jota Quest está preparando. A produção musical, assinada por PJ, baixista da banda, promete entregar arranjos que honram o legado de Tim Maia, ao mesmo tempo em que trazem a identidade sonora do Jota Quest. Lançamento do álbum completo em setembro Os fãs terão que esperar até setembro para conferir o álbum completo em homenagem a Tim Maia. A expectativa é que o trabalho reforce a importância da discografia do cantor e compositor carioca, apresentando tanto sucessos conhecidos quanto essas raridades que merecem ser redescobertas e celebradas. A

Leia mais

Emicida compara Racionais MC’s a Pelé e critica rappers conservadores em reflexão sobre o rap brasileiro

Emicida reflete sobre o impacto do rap, critica conservadorismo e lamenta exposição pessoal Emicida lançou seu novo álbum, “Mesmas Cores e Mesmos Valores”, em dezembro de 2025, uma clara homenagem ao icônico grupo Racionais MC’s e ao seu álbum “Cores e Valores” de 2014. O trabalho surge em um momento pessoal delicado para o artista, que enfrentou a perda de sua mãe, Dona Jacira, e um litígio com seu irmão, Evandro Fioti, sobre a empresa Laboratório Fantasma. Essa exposição involuntária de sua vida privada o fez se sentir “vítima da economia da atenção”. Apesar das adversidades, o novo disco se tornou um refúgio e uma afirmação da qualidade artística de Emicida. A obra não apenas celebra seus ídolos, mas também os posiciona em um lugar de destaque na música brasileira, um debate que o próprio rapper considera “polêmico”. Em entrevista ao Podpah e ao g1, Emicida aprofundou suas reflexões sobre a recepção do álbum, a relação do rap com o conservadorismo e a importância de reconhecer o Racionais MC’s como um pilar da cultura nacional. Conforme informação divulgada pelo g1, o rapper explicou que a polêmica em torno de considerar o Racionais o maior grupo de rap da história não reside no paralelo em si, mas na tensão que ele provoca. Racionais MC’s: um gigante comparado a Pelé e Pixinguinha Emicida defende que a grandeza do Racionais MC’s é comparável à de ícones como Pelé, Pixinguinha e Nise da Silveira. “O tamanho do Racionais é o tamanho do Pelé, o tamanho do Pixinguinha, o tamanho da Nise da Silveira. Racionais precisa ser entendido dentro dessa chave”, afirmou o rapper. Ele argumenta que, assim como um gol de Pelé é monumental, a obra do Racionais MC’s possui uma dimensão cultural e histórica igualmente expressiva. O rap, segundo Emicida, é uma forma de expressão que carrega tanto a dança quanto a luta, espelhando a complexidade da cultura brasileira. A recepção do novo álbum e a produção imagética Sobre a recepção de “Mesmas Cores e Mesmos Valores”, Emicida expressou felicidade com a profundidade com que os fãs absorveram o disco. Ele descreveu a experiência como íntima, com momentos de dor e luz expressos de forma sensível, levando alguns ouvintes a preferirem escutá-lo sozinhos. O rapper também revelou planos para um documentário sobre a produção do álbum, dada a riqueza do material captado. Ele reconhece a necessidade de se tornar um criador de conteúdo mais presente nas redes sociais, embora prefira uma abordagem mais “rarefeita”. Rap, conservadorismo e a “economia da atenção” Emicida abordou a crítica recorrente sobre a qualidade técnica de shows de rap em festivais, contrastando com a exigência feita a outros gêneros. Ele sugere que essa cobrança se intensifica quando o artista possui um discurso que desafia o status quo, como o do “rap legítimo”. O rapper também comentou o surgimento de artistas com discursos conservadores e alinhados à extrema-direita, que dialogam com uma corrente política contraditória aos pilares do hip-hop. Ele atribui parte disso à dificuldade de interpretação textual em

Leia mais

O Convite: Olivia Wilde e Seth Rogen protagonizam comédia caótica e embriagante sobre jantar de vizinhos

“O Convite”: Jantar de Vizinhos que Vira Comédia Caótica e Embriagante Prepare-se para um jantar que foge do comum. “O Convite”, nova comédia dirigida e estrelada por Olivia Wilde, ao lado de Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton, chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho, prometendo uma noite repleta de tensões, risadas e diálogos afiados. O filme é uma adaptação do longa espanhol “Sentimental” e explora as complexidades das relações interpessoais em um ambiente aparentemente tranquilo. A trama acompanha Angela (Wilde) e Joe (Rogen), um casal cujo relacionamento parece estar em crise, convidando seus vizinhos liberais e sexualmente resolvidos, Piña e Hawk (Cruz e Norton), para um jantar. A premissa é simples, mas a execução promete ser tudo, menos previsível. Conforme a noite avança, o que começa como uma socialização entre vizinhos se transforma em um turbilhão de emoções e revelações. Com atuações que beiram o improviso e uma química palpável entre o elenco, “O Convite” se destaca pela forma como constrói a tensão e o humor. O g1 já conferiu o filme e garante que a experiência é divertida, caótica e, em muitos momentos, um tanto quanto embriagante, como um bom jantar de verdade deve ser. A direção de Olivia Wilde conduz com maestria as dinâmicas entre os personagens, mantendo o espectador engajado até o último minuto. Elenco Brilha em Interpretações Memoráveis Penélope Cruz e Edward Norton entregam performances deliciosas como os vizinhos excêntricos, roubando a cena com sua energia contagiante. Por outro lado, Olivia Wilde e Seth Rogen convencem como um casal neurótico e sarcástico, respectivamente. A escalação dos atores é um dos pontos fortes do filme, com cada um se encaixando perfeitamente em seus papéis, o que contribui para a sensação de naturalidade, quase como se estivessem improvisando. Roteiro Inteligente e Direção Precisa O roteiro, assinado por Will McCormack e Rashida Jones, carrega o peso da narrativa, especialmente considerando que a maior parte da ação se desenrola em um único ambiente. A direção de Olivia Wilde complementa o texto, explorando as atrações e repulsões entre os personagens de forma envolvente. A trilha sonora de Dev Hynes, com suas cordas de violoncelo, adiciona uma camada de suspense até mesmo às conversas mais banais, intensificando a experiência. Entre Risadas e Reflexões Sobre Relacionamentos “O Convite” consegue equilibrar o humor com momentos de reflexão sobre relacionamentos, casamento e a culpa inerente a essas dinâmicas. Embora a conexão com os personagens possa ser desafiadora em alguns momentos, especialmente com o de Seth Rogen, que é propositalmente um tanto quanto irritante, o filme acerta ao capturar a essência das interações humanas, com todas as suas falhas e peculiaridades. A comédia funciona bem, embora em alguns momentos tente ser mais profundo do que realmente é. Uma Comédia Imperdível para o Fim de Semana Apesar de alguns caminhos previsíveis no desenrolar da trama, “O Convite” se mantém como uma excelente opção para quem busca uma comédia inteligente e envolvente. O filme entrega uma mistura eficaz de diversão, caos e momentos de embriaguez

Leia mais

Joyce Alane rebate cobrança por ‘novos Gils e Caetanos’ e celebra estreia no Rock in Rio: ‘Eles foram eles’

Joyce Alane celebra estreia no Rock in Rio e defende nova geração musical A cantora Joyce Alane, de 28 anos, está vivendo um momento de consagração em sua carreira. Após se apresentar no Rock in Rio Lisboa, a artista se prepara para sua primeira participação no Rock in Rio, no Rio de Janeiro, em setembro. A recifense comemora a realização de um sonho que parecia distante em 2021, quando estourou nacionalmente com o hit ‘Leão’. Em entrevista ao g1, durante sua passagem por Portugal, Joyce Alane compartilhou a emoção de alcançar palcos tão importantes. “Imaginava nos sonhos assim de fato, mas eu achava muito distante da minha realidade”, revelou a cantora, destacando a rapidez com que sua trajetória tem se desenvolvido. A experiência em Lisboa serviu não apenas como um passo importante na carreira, mas também como fonte de inspiração. A artista aproveitou a visita para conhecer a cidade e absorver novas influências culturais, que, segundo ela, são fundamentais para seu processo criativo. O encontro com a renomada cantora portuguesa Carminho também foi um momento marcante, levantando a possibilidade de futuras colaborações. Sonho de artista se torna realidade no Rock in Rio O ano de 2026 promete ser um divisor de águas na carreira de Joyce Alane. A artista, que já sentiu a energia do público no Rock in Rio Lisboa, agora se prepara para o **palco principal do Rock in Rio no Brasil**. A expectativa é alta, especialmente pela apresentação que fará em parceria com Carol Biazin, prometendo um show especial e cheio de surpresas. “Eu tô muito empolgada”, declarou Joyce sobre a parceria com Carol Biazin. A cantora adiantou que ainda estão definindo o repertório, mas garantiu que será algo **inesquecível para os fãs**. A colaboração demonstra a força e a união entre os artistas da nova geração da música brasileira. Joyce Alane defende a nova geração musical Apesar do sucesso e do reconhecimento, Joyce Alane também comentou sobre as **constantes cobranças** para que surjam novos “Gils, Chicos, Bethânias e Caetanos” na música nacional. A cantora defende que a nova geração está produzindo **conteúdo de qualidade** e que a crítica muitas vezes não se abre para conhecer os novos talentos. “E eu acho que as pessoas que falam que não existe mais música boa como antigamente não se abriram para essas oportunidades, porque tem muito artista bom”, afirmou Joyce. Ela acredita que a falta de sintonia com a música atual pode indicar que o ouvinte ainda **não buscou o que realmente lhe agrada**. ‘Eles foram eles’, afirma Joyce sobre novos artistas A artista ressalta que não se trata de buscar substitutos para os grandes nomes da MPB, mas sim de **valorizar a individualidade** de cada novo artista. “Não são novos Gilberto Gil, não tem isso. São pessoas que estão sedentas para fazer sua própria história”, disse Joyce Alane. Essa visão reforça a importância de cada artista construir seu próprio legado. Joyce Alane, com sua **voz potente e letras marcantes**, se consolida como um dos **grandes nomes da nova

Leia mais

Milly Alcock revela a “responsabilidade” de dar vida à Supergirl no cinema e os bastidores do filme da DC

Milly Alcock compartilha expectativas e desafios ao assumir o manto da Supergirl em nova era do DCU A aguardada estreia de “Supergirl” nos cinemas nesta quinta-feira (25) marca um novo capítulo para o universo cinematográfico da DC Comics (DCU). O filme, que tem como objetivo consolidar a nova fase liderada por James Gunn e Peter Safran, coloca a prima do Superman, Kara Zor-El, no centro das atenções. Interpretada pela talentosa Milly Alcock, conhecida por seu papel em “A Casa do Dragão”, a heroína ganha destaque especial neste longa. A atriz australiana, que veio ao Brasil para divulgar o filme, compartilhou em entrevista ao g1 suas impressões sobre a jornada de dar vida a uma das personagens mais icônicas dos quadrinhos. Alcock descreve a experiência como um misto de honra e aprendizado, destacando a profunda conexão que sentiu com a personagem. A atriz ressalta a importância de “Supergirl” para a continuidade do DCU e a expectativa do público em torno da nova heroína. A conexão de Milly Alcock com a heroína “meio bagunçada” Milly Alcock, de 26 anos, brinca ao afirmar que tem “tudo” em comum com Kara, mas logo pondera as diferenças. “Eu não tenho poderes, eu fico com a pior parte. Sou uma garota de um Sol vermelho”, declara a atriz, referindo-se à dependência de Kara de um sol amarelo para manifestar suas habilidades. Em um tom mais reflexivo, Alcock descreve a interpretação de Kara como um processo catártico, aproximando-a de sua própria personalidade. “Há algo realmente bonito nela de ser essa heroína meio bagunçada. Isso me deu uma certa coragem de sentir que eu posso me salvar um pouco, sabe?”, confessa. A atriz também aborda a **responsabilidade** de estrelar seu primeiro blockbuster, admitindo que prefere viver o momento presente em sua carreira. Ao ser questionada sobre ver seu rosto em toda a campanha de lançamento, Alcock, com seu humor característico, diz estar “muito cansada de ver minha cara”, mas reitera que é uma honra e um privilégio. Craig Gillespie: da experiência com protagonistas femininas à Supergirl O diretor Craig Gillespie, também australiano, confessa que não conhecia o universo dos super-heróis antes de aceitar o convite para dirigir “Supergirl”. No entanto, sua experiência com protagonistas femininas fortes em filmes como “Eu, Tonya” e “Cruella” o preparou para o desafio. Gillespie vê um tema recorrente em seus trabalhos, incluindo “Supergirl”, que envolve “pessoas excluídas, tentando se encontrar e sendo incompreendidas, de uma certa forma”. O diretor elogiou o roteiro de Ana Nogueira como um dos principais motivadores para assumir o projeto. O cineasta também fez questão de exaltar o trabalho de Milly Alcock. “Foi um presente enorme saber que Milly iria interpretar esse papel. Ela superou minhas expectativas”, afirmou Gillespie, detalhando como a atriz explorou a personagem, trouxe sua personalidade e o deixou “animado de ir ao set todo dia”. Ana Nogueira: da atuação à escrita de roteiros para o DCU Ana Nogueira, responsável pelo roteiro de “Supergirl”, baseado na graphic novel “Supergirl: Mulher do Amanhã”, detalha sua transição da

Leia mais

Andreas Kisser revela surpresas da turnê de despedida do Sepultura: “Tem tirado muita gente de casa” e celebra nova fase com Greyson Nekrutman

Andreas Kisser celebra turnê de despedida do Sepultura e novidades com Greyson Nekrutman O guitarrista Andreas Kisser compartilhou detalhes sobre a emocionante turnê de despedida do Sepultura, intitulada “Celebrating life through death”. A banda, que anunciou o fim em dezembro de 2023, está realizando 18 meses de shows ao redor do mundo para se despedir dos fãs. Recentemente, o Sepultura se apresentou no Rock in Rio Lisboa, marcando um adeus especial ao público português. Antes de subir ao palco, Andreas Kisser concedeu uma entrevista onde expressou a satisfação com o andamento da turnê. “Sensacional. Nós planejamos isso durante muito tempo para a gente curtir, para a gente celebrar. É um momento muito especial da nossa história. Talvez a nossa melhor tour, passando por lugares que a gente nunca foi antes”, afirmou Kisser. Conforme informação divulgada pelo g1, ele destacou a importância dos fãs portugueses e as recepções calorosas ao longo dos anos, independentemente das mudanças na formação da banda. A surpresa de novos fãs na plateia Uma das grandes surpresas da turnê, segundo Andreas Kisser, é encontrar muitos fãs que estão assistindo ao Sepultura pela primeira vez. Isso demonstra a **força contínua da banda** e sua capacidade de atrair novas gerações, mesmo em um momento de despedida. O músico ressaltou que, mesmo após mais de 40 anos de carreira, o aprendizado é constante. “A gente aprende todo dia. Eu acho que fazer uma turnê assim não é fácil. Acho que primeiro pela decisão tomada. Foram muitos anos de preparo, dois anos antes do anúncio, de falar com todo mundo, com família, com a banda, com managers e tudo mais, para ter certeza de que esse era o caminho mesmo.”, detalhou. Novidades no palco e a energia de Greyson Nekrutman Apesar do clima de despedida, o Sepultura não deixou de lado as novidades. A banda tem apresentado **três músicas do novo EP** durante os shows, celebrando o momento atual e não apenas revisitando o passado. Kisser enfatizou a importância da entrada do baterista Greyson Nekrutman. “Fazendo o que a gente tá fazendo hoje com o Greyson Nekrutman na banda, que trouxe as ideias, a vibe dele para banda e foi muito importante a gente ter feito isso antes de a gente acabar. Muito melhor do que a gente imaginava que poderia ser”, comentou o guitarrista sobre a contribuição do novo membro. Zero arrependimento sobre a decisão de fim Questionado sobre a possibilidade de arrependimento diante do sucesso da turnê, Andreas Kisser foi categórico. “Não. Porque tudo é em consequência do que a gente anunciou e trabalhou para fazer. Não adianta agora a gente falar: ‘Ah, tá legal, eu vou continuar’. Porque a gente estaria se enganando também. A gente tá muito tranquilo em relação a isso.”, declarou. Ele reiterou que a decisão foi bem planejada e executada com profissionalismo. “Arrependimento zero, porque a gente combinou, planejou, trabalhou muito duro para que pudesse acontecer dessa forma”, concluiu Andreas Kisser, garantindo que o foco agora é **aproveitar cada momento** desta última jornada com

Leia mais

Beckham, Camila Cabello e o ‘Cascão’ de Ronaldo: Famosos mostram apoio ao Brasil na Copa do Mundo

Estrelas Internacionais e Símbolos Nacionais Unidos na Vibração pelo Brasil na Copa A Copa do Mundo sempre atrai olhares de todo o planeta, e o Brasil, maior campeão da história do torneio, não é exceção quando o assunto é atrair fãs ilustres. Nesta edição, diversas celebridades de renome internacional demonstraram seu apoio à Seleção Brasileira, mostrando que a paixão pelo futebol transcende fronteiras. De lendas do esporte a astros do entretenimento, a torcida pela Amarelinha se espalhou. A presença desses nomes de peso não só aumenta a visibilidade da Seleção, mas também reforça o prestígio do futebol brasileiro no cenário global. Além dos holofotes internacionais, a torcida brasileira também se manifesta através de símbolos que marcaram a história do país. Um deles, em particular, evoca memórias de glória e união, conectando gerações de fãs. Conforme divulgado pelo ge, essas manifestações de apoio foram destaque durante o mundial. David Beckham e Matthew Broderick na Torcida pelo Brasil Entre os famosos que demonstraram seu carinho pela Seleção Brasileira, o ex-jogador inglês David Beckham, um ícone mundial do futebol, foi visto expressando seu apoio. Sua participação, mesmo fora dos gramados, ressalta a admiração que o esporte desperta em figuras de grande influência. Outro nome de peso que entrou para o time dos torcedores brasileiros foi o ator americano Matthew Broderick. Conhecido por estrelar o clássico do cinema “Curtindo a Vida Adoidado”, Broderick mostrou que também entende de torcer pelo Brasil, adicionando um toque de Hollywood à vibração nacional. Camila Cabello com a Camisa do Brasil e o Legado do ‘Cascão’ A cantora Camila Cabello também fez questão de mostrar seu apoio à Seleção Brasileira durante o Mundial. A artista cubano-americana foi vista usando a camisa do Brasil, um gesto que certamente agradou aos fãs brasileiros e demonstrou sua sintonia com o momento. Falando em ícones da torcida, poucos símbolos são tão marcantes quanto o corte de cabelo de Ronaldo Fenômeno na Copa de 2002. O estilo, popularmente conhecido como “Cascão”, tornou-se um verdadeiro símbolo do pentacampeonato e, mais de duas décadas depois, continua sendo reproduzido por torcedores, provando sua força e nostalgia. O Símbolo do Pentacampeonato Que Inspira Gerações O corte “Cascão” de Ronaldo não foi apenas um visual momentâneo, mas sim uma representação da alegria e da conquista que o Brasil alcançou em 2002. A ousadia do corte refletia a confiança da equipe e se tornou um marco cultural. Até hoje, ver torcedores reproduzindo o “Cascão” é um lembrete poderoso daquele momento histórico. Essa conexão entre o passado glorioso e o presente da Seleção fortalece o espírito de união e a esperança por novas conquistas, mantendo viva a chama da paixão pelo futebol brasileiro.

Leia mais

WAGs da Seleção Brasileira: Esposas e Namoradas Encantam com Looks Estilosos para o Jogo Contra a Escócia na Copa do Mundo

WAGs da Seleção Brasileira: Estilo e Glamour Marcam Presença em Jogo da Copa do Mundo O Brasil se prepara para seu último compromisso na fase de grupos da Copa do Mundo, enfrentando a Escócia em Miami, nos Estados Unidos. A partida, que acontece nesta quarta-feira (24) às 19h, atrai os olhares não só dos fãs de futebol, mas também dos admiradores de moda e estilo. Antes mesmo da bola rolar, as esposas e namoradas dos jogadores da Seleção Brasileira, carinhosamente conhecidas como WAGs, já deram um show de elegância nas redes sociais. Publicações no Instagram revelaram os looks escolhidos para acompanhar o time rumo à liderança do grupo. O termo “WAGs”, que significa “wives and girlfriends” (esposas e namoradas em inglês), tornou-se popular para identificar as companheiras de atletas de elite. A expressão ganhou força a partir de 2002, mas foi na Copa do Mundo de 2006 que se consolidou no imaginário popular. A Origem do Termo WAGs A sigla “WAGs” tem suas raízes no Reino Unido e começou a circular com mais intensidade em 2002. Segundo reportagem do “Sunday Telegraph”, o apelido foi dado às mulheres dos jogadores da seleção inglesa por um hotel em Dubai. A popularização definitiva do termo, no entanto, ocorreu durante a Copa do Mundo de 2006, realizada na Alemanha, quando a mídia internacional passou a cobrir assiduamente o cotidiano das companheiras dos atletas. Looks que Roubam a Cena As WAGs brasileiras não decepcionaram e mostraram que estão antenadas nas últimas tendências da moda. As fotos compartilhadas nas redes sociais exibem uma variedade de estilos, desde produções mais casuais e despojadas até looks sofisticados e glamourosos, sempre com um toque de brasilidade. Cores vibrantes, peças statement e acessórios que complementam os visuais foram destaque. É notável o esforço em criar produções que não só representam a personalidade de cada uma, mas também celebram o momento especial que o país vive com a participação na Copa do Mundo. Torcida com Estilo e Personalidade A presença das WAGs nos estádios e em seus registros online adiciona uma camada extra de interesse aos eventos esportivos. Elas se tornam influenciadoras de moda por direito próprio, inspirando milhares de seguidores com suas escolhas. O jogo contra a Escócia é mais uma oportunidade para o Brasil consolidar sua posição na competição, e para as WAGs, mais uma chance de demonstrar que o estilo e a torcida andam de mãos dadas. Acompanhar a Seleção em campo é um evento que une esporte, moda e paixão nacional. O público, em geral, demonstra grande interesse em acompanhar os bastidores e o estilo das companheiras dos jogadores, que muitas vezes se tornam verdadeiras embaixadoras da moda brasileira no cenário internacional.

Leia mais

Bebel Gilberto Lança “Nua Ideia” em Tributo a João Donato, Música que Gal Costa Cantou Há 36 Anos

Bebel Gilberto revive “Nua Ideia” em homenagem a João Donato, com lançamento do álbum “Viva Donato” previsto para o segundo semestre. A cantora Bebel Gilberto lança nesta sexta-feira, 26 de junho, o single “Nua Ideia”, uma regravação da clássica canção de João Donato e Caetano Veloso. A música, que teve sua primeira interpretação por Gal Costa em 1990, ganha uma nova roupagem com arranjos de Marcos Valle. Esta gravação marca o início das celebrações para o álbum “Viva Donato”, um tributo fonográfico ao renomado cantor, compositor e pianista acreano, que nos deixou em 2023. O projeto reunirá grandes nomes da música brasileira em homenagem ao legado de Donato. A notícia foi divulgada com informações sobre o projeto, que visa celebrar a obra de João Donato, um artista fundamental na música popular brasileira. O álbum completo, previsto para o segundo semestre, conta com um elenco estelar e promete revisitar sucessos e apresentar novidades. A Conexão Pessoal de Bebel Gilberto com João Donato Bebel Gilberto expressou sua emoção em participar do tributo, ressaltando a profunda ligação pessoal que tinha com João Donato. “Como poucos sabem, Donato foi um amigo íntimo da minha mãe e uma presença muito especial na minha infância”, revelou a cantora. Ela descreveu Donato como alguém que a compreendia em sua fantasia infantil, um dos que mais brincou e entendeu seus desenhos nos anos 1970, um período vibrante no Rio de Janeiro. “Quando penso nele, meus olhos se enchem d’água”, confessou Bebel, destacando a imortalidade dos arranjos de Donato. “Viva Donato”: Um Elenco Estelar Homenageia o Maestro O álbum “Viva Donato”, a ser lançado pela Selo Sesc no segundo semestre, foi gravado por um time impressionante de artistas. Além de Bebel Gilberto, o projeto conta com participações de Antonio Adolfo, Djavan, Donatinho, Dora Morelenbaum, Dori Caymmi, Fafá de Belém, Fernanda Abreu, Gilberto Gil, Ivan Lins, Jaques Morelenbaum, João Bosco, Joyce Moreno, Marcos Valle, Margareth Menezes, Mônica Salmaso, Patricia Alvi, Paula Morelenbaum, Roberta Sá e Silva. O repertório inclui releituras de sucessos de Donato, como “A Paz”, interpretada por Mônica Salmaso em dueto com Gilberto Gil, e “Nasci para Bailar”, na voz de Fernanda Abreu. A produção do álbum ficou a cargo de Regina Oreiro e Ivone Belém, viúva de João Donato. Novidades e Sucessos no Álbum Tributo Além das regravações, “Viva Donato” apresentará duas composições inéditas de João Donato. “Aquela Delícia Singela”, uma parceria com Joyce Moreno, foi gravada por Silva. Já “Vamos Combinar”, colaboração com Marcos Valle, é interpretada pelo próprio Valle em dueto com Patrícia Alvi. A canção “Nua Ideia”, que abre os trabalhos promocionais, foi lançada originalmente por Gal Costa no álbum “Plural” em 1990. Desde então, a música foi regravada por diversos artistas, incluindo Emilio Santiago, Edu Lobo, Danilo Caymmi e Leila Pinheiro, consolidando-se como um marco na obra de João Donato e Caetano Veloso.

Leia mais

Newsletter

Assine nossa newsletter e fique por dentro das novidades!