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Saúde e bem estar

Metrô de SP se torna posto de vacinação: Saiba quais estações oferecem imunização contra sarampo, caxumba e rubéola gratuitamente

Metrô de São Paulo se transforma em ponto de vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola Passageiros que utilizam o Metrô de São Paulo têm uma nova oportunidade de cuidar da saúde. As estações Corinthians-Itaquera, São Mateus, Vila Prudente, Tucuruvi e Vila Matilde estão recebendo postos de vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR). A iniciativa, que começou nesta segunda-feira (10) e vai até o dia 28 de agosto, busca aproximar a imunização da população, aproveitando o grande fluxo de pessoas que utilizam o transporte público diariamente. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) organizou os horários de acordo com cada estação. A campanha é uma estratégia importante para **aumentar a cobertura vacinal** e proteger a população contra doenças que podem ter complicações graves. O sarampo, em particular, tem registrado casos recentes em algumas regiões da cidade, tornando a vacinação ainda mais crucial. Cronograma detalhado de vacinação nas estações Nas estações Corinthians-Itaquera (Linha 3-Vermelha) e São Mateus (Linha 15-Prata), a vacinação ocorre nos dias 17, 19 e 21 de agosto, das 10h às 20h. Já na estação Vila Prudente (Linha 2-Verde e Linha 15-Prata), os passageiros podem se imunizar de 17 a 21 de agosto, no horário das 10h às 16h. A estação Tucuruvi (Linha 1-Azul) oferece a vacina em dois períodos: de 10 a 14 de agosto e de 17 a 21 de agosto, sempre das 10h às 16h. Esta unidade é considerada estratégica por estar na Zona Norte, região que tem apresentado casos recentes de sarampo. Por fim, a estação Vila Matilde (Linha 3-Vermelha) disponibilizará a vacina nos dias 27 e 28 de agosto, das 10h às 16h, concluindo a primeira fase da campanha itinerante. Importância da vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola A Secretaria Municipal da Saúde ressalta a importância da vacina tríplice viral (SCR) como principal forma de prevenção contra o sarampo. A doença é altamente transmissível e pode levar a complicações sérias, especialmente em crianças e indivíduos com o sistema imunológico comprometido. A iniciativa de levar a vacinação para dentro do Metrô é vista como uma maneira eficaz de **facilitar o acesso à imunização** durante os deslocamentos diários dos cidadãos. A meta é garantir que mais pessoas estejam protegidas e contribuir para a erradicação dessas doenças no município. Acesso à saúde em meio à rotina A campanha “Vacina no Metrô” demonstra um esforço conjunto para integrar a saúde pública com a mobilidade urbana. Ao oferecer a vacina em locais de grande circulação, a Secretaria Municipal da Saúde visa **superar barreiras de acesso** e atingir públicos que, porventura, teriam dificuldade em comparecer a postos de saúde tradicionais. A população é incentivada a aproveitar essa oportunidade para se atualizar sobre a vacinação e garantir a proteção contra sarampo, caxumba e rubéola. A imunização é um ato de cuidado individual e coletivo, fundamental para a saúde de toda a comunidade.

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Sarampo em SP: Rede de Vigilância Essencial para Frear Contágio com Vacinação Abaixo de 95% e Risco de Novos Surtos

Rede de vigilância é crucial para evitar propagação do sarampo em São Paulo, aponta infectologista A concentração de casos de sarampo em São Paulo revela a vulnerabilidade da cidade a novos surtos, enquanto a cobertura vacinal se mantém abaixo dos 95%, índice essencial para barrar a transmissão da doença. A capital paulista, por ser um grande polo de atração de pessoas de diversas partes do mundo, está constantemente exposta à entrada de novos casos do vírus. O infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações e presidente da Câmara Técnica para a Eliminação do Sarampo do Ministério da Saúde, explica que o ciclo de incubação e transmissão do sarampo dura cerca de 20 dias. A doença se manifesta com sintomas após um período de incubação de 10 dias, seguida por dois dias de transmissibilidade antes do início da febre, e mais 12 dias após o surgimento dos primeiros sinais. Para manter o país livre do sarampo, a estratégia se baseia em dois pilares: a vacinação e a vigilância. A rede de vigilância deve estar atenta, promovendo o isolamento de casos e a vacinação dos contatos próximos. No entanto, a dinâmica de São Paulo, como um hub internacional com eventos diários, torna essa tarefa complexa, reforçando a necessidade de altos e homogêneos índices de vacinação para evitar a disseminação. A homogeneidade na cobertura vacinal é fundamental, pois bairros ou comunidades com baixos índices se tornam focos de vulnerabilidade, propícios a novos surtos. A estratégia de reforço vacinal é eficaz, pois alcança tanto aqueles que nunca foram vacinados quanto uma pequena parcela da população em que a imunização inicial não foi totalmente efetiva. Para o sarampo, estima-se que cerca de 5% das pessoas não atingem a imunização completa com as doses padrão, mas uma terceira dose pode reduzir essa margem a quase zero. Casos em São Paulo e o risco de transmissão comunitária Na Grande São Paulo, foram confirmados 23 dos 24 casos recentes da doença, com casos importados e uma preocupante cadeia de transmissão local. Na zona norte da capital, bairros como Vila Medeiros e Vila Maria registraram um total de nove casos, muitos deles originados em uma escola de educação infantil. Um dos casos em Guarulhos também está ligado a esse grupo. Crianças com menos de um ano, que ainda não recebem a vacina contra o sarampo, representam a maioria dos infectados e hospitalizados, evidenciando a importância da proteção indireta através da vacinação em massa. A possibilidade de ligação desses casos com focos importados é real, com registros de um caso vindo da Bolívia em fevereiro e outro da Guatemala em março. O papel de São Paulo como porta de entrada para o vírus Renato Kfouri ressalta que a entrada de casos de sarampo em São Paulo é esperada, dada a chegada diária de milhares de pessoas ao país, a trabalho ou a turismo, além de brasileiros que retornam do exterior. A proximidade com países vizinhos que enfrentam surtos recentes aumenta a pressão sobre a vigilância brasileira. A situação

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Remédio Inovador para Hipertensão Arterial Pulmonar: Conitec Abre Consulta Pública para Avaliar Inclusão no SUS

Consulta Pública no SUS: Avaliação de Novo Medicamento para Hipertensão Arterial Pulmonar A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) iniciou um importante processo de consulta pública. O objetivo é avaliar a potencial inclusão do medicamento sotatercepte na rede pública de saúde. Este novo tratamento visa beneficiar pacientes adultos que sofrem de hipertensão arterial pulmonar (HAP), uma condição rara e grave. A participação da sociedade civil e da comunidade médica é fundamental neste processo. As contribuições podem ser enviadas até o próximo dia 17, auxiliando a Conitec na tomada de decisão sobre a incorporação do sotatercepte. A iniciativa busca expandir as opções terapêuticas disponíveis para pacientes com HAP no SUS. A solicitação de incorporação partiu do próprio fabricante do medicamento. A proposta é que o sotatercepte seja utilizado no tratamento de adultos com HAP em classes funcionais III ou IV, conforme critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS). Pacientes com risco de mortalidade intermediário a alto, em uso de terapia dupla ou tripla, também podem se beneficiar. O medicamento atua diretamente em um mecanismo crucial para o desenvolvimento da HAP. Ele age no crescimento das células dos vasos sanguíneos, que na hipertensão arterial pulmonar pode estar desregulado, levando ao estreitamento dos vasos nos pulmões. Essa ação é promissora para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. O Que é Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP)? A hipertensão arterial pulmonar é uma doença rara, caracterizada por ser crônica, progressiva e grave. Isso significa que a condição afeta poucas pessoas, tem longa duração e tende a piorar com o tempo. A HAP compromete significativamente a capacidade do indivíduo de realizar atividades cotidianas. Nesta condição, ocorre um aumento da pressão nas artérias que levam o sangue do coração para os pulmões. Como resultado, o lado direito do coração é forçado a trabalhar mais para bombear o sangue. Essa sobrecarga pode levar a sérios problemas cardíacos. Com o passar do tempo, o esforço extra do coração pode sobrecarregá-lo, manifestando-se através de sintomas como falta de ar intensa, fadiga constante, tonturas e dores no peito. Dificuldade para realizar atividades habituais e desmaios também são comuns. Impacto da HAP na Saúde Em seus estágios mais avançados, a hipertensão arterial pulmonar pode evoluir para quadros de insuficiência cardíaca. Essa complicação compromete o funcionamento adequado do coração, podendo levar ao óbito. Por isso, o acesso a tratamentos eficazes é vital para esses pacientes. A consulta pública da Conitec representa um passo importante para que mais pacientes com HAP no Brasil tenham acesso a novas terapias. A participação da sociedade é crucial para garantir que as decisões do SUS considerem as necessidades reais dos pacientes e a eficácia de novas tecnologias médicas. Como Contribuir para a Consulta Pública A Conitec disponibiliza um canal para que cidadãos e profissionais de saúde possam enviar suas contribuições. O prazo para participação se encerra no dia 17. Informações detalhadas sobre como enviar sugestões e o material técnico que embasa a avaliação do sotatercepte estão disponíveis no site oficial da Conitec.

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Paulistanos Enfrentam Filas Gigantes para Vacina Contra Sarampo em Meio a Alerta de Surto em SP

Paulistanos Enfrentam Filas Gigantes para Vacina Contra Sarampo em Meio a Alerta de Surto em SP Neste sábado, 8 de julho, os moradores da capital paulista que buscaram a vacinação contra o sarampo se depararam com um cenário de longas filas nos postos de imunização. A alta demanda contrastou com a oferta limitada de locais abertos, gerando apreensão entre a população. Segundo dados do portal De Olho Na Fila, da prefeitura de São Paulo, a situação era crítica na maioria dos 62 locais de vacinação abertos. Por volta das 13h, 57 postos apresentavam filas grandes, evidenciando a dificuldade de acesso ao imunizante. A situação reflete a crescente preocupação com o aumento de casos de sarampo no estado. A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou 23 casos da doença, sendo que 16 deles ocorreram em pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto. A vacina é a principal forma de prevenção contra o sarampo, uma doença altamente contagiosa. Abertura Reduzida de Postos Gera Congestionamento O número reduzido de postos de vacinação abertos neste sábado contribuiu significativamente para as longas filas. Dos 512 postos cadastrados no portal De Olho Na Fila, apenas 62 estavam funcionando. A maioria dos postos opera de segunda a sexta-feira, o que concentrou a procura no dia de menor disponibilidade. A zona leste da cidade foi a que mais ofereceu postos abertos, com 24 unidades. Em seguida, vieram a zona sul (17), zona norte (16) e zona oeste (5). O centro da capital não registrou nenhum posto aberto para vacinação no sábado. População Busca Imunização Diante de Alerta de Surto A busca pela vacina contra o sarampo aumentou após a divulgação de informações sobre um possível surto da doença em São Paulo. Muitos moradores, como Ana Beatriz Chacur, de 42 anos, procuraram os postos de vacinação por recomendação das escolas dos filhos e por meio de redes sociais. “A escola pediu o reforço na vacinação, já que eles não podem obrigar os estudantes a se vacinar. Então, como nós todos estamos na faixa etária elegível para tomar a vacina, viemos”, relatou Ana Beatriz, que aguardava na fila com seus filhos gêmeos e o marido. João Silva, de 21 anos, soube do surto pela internet e decidiu se vacinar preventivamente. “Fiquei sabendo pela internet que havia um surto de sarampo chegando em São Paulo. Então procurei um posto para me vacinar antes que a doença avance”, disse. Recorde de Vacinação na Sexta-feira Em contrapartida às dificuldades do sábado, a sexta-feira, 7 de julho, registrou um número expressivo de doses aplicadas. A Coordenadoria de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde informou que foram aplicadas 84.632 doses da vacina contra o sarampo e 24.952 doses de outros imunizantes, totalizando 109.584 doses em um único dia. Este foi o maior volume registrado desde o início da mobilização, em 3 de agosto. Recomendação de Vacinação Indiscriminada em Áreas de Risco Diante do cenário epidemiológico, a Secretaria Estadual de Saúde recomenda a vacinação contra o sarampo para moradores da capital paulista,

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Alerta em SP: 23 casos de sarampo confirmados, 16 sem vacina; veja quem deve se imunizar urgentemente

Estado de São Paulo registra surto de sarampo com 23 casos confirmados, acendendo alerta para a vacinação O Estado de São Paulo confirmou 23 casos de sarampo, um sinal de alerta para a saúde pública. A maioria dos infectados, 16 pessoas, não possuía histórico de vacinação ou estava com o esquema incompleto, evidenciando a importância da imunização. Os casos confirmados incluem dois de origem importada, que deram origem aos demais. A distribuição geográfica dos registros aponta para dois casos em São Bernardo do Campo, um em Guarulhos e 20 na capital paulista, cidades que agora são foco de atenção especial. Diante deste cenário, a Secretaria da Saúde de São Paulo faz um apelo urgente para que moradores da capital, Guarulhos e São Bernardo, com idade entre 6 meses e 59 anos, procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para receber a vacina contra o sarampo, independentemente do histórico vacinal prévio, desde que não haja contraindicações. A informação foi divulgada pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. Vacinação indiscriminada é a estratégia em áreas de risco A adoção da vacinação indiscriminada nesses municípios foi determinada pelo risco iminente de disseminação da doença, seguindo as orientações do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo Prof. Alexandre Vranjac. A medida visa conter rapidamente a propagação do vírus. Em outras cidades do estado, a recomendação é intensificar as ações de vacinação, com busca ativa de pessoas com doses atrasadas e atualização do esquema vacinal conforme o Calendário Nacional de Vacinação. O objetivo é garantir que toda a população esteja protegida. Sarampo: uma doença altamente contagiosa e com riscos de complicações Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, explica que o sarampo é extremamente contagioso. As partículas virais liberadas pela tosse e espirro permanecem suspensas no ar por longos períodos, permitindo a transmissão mesmo sem contato próximo. Ele ressalta que a contaminação pode ocorrer antes mesmo do aparecimento dos sintomas, tornando o indivíduo um transmissor potencial sem que ele saiba. Essa característica dificulta o controle da doença. Um único caso de sarampo pode gerar, em média, de 16 a 18 novos casos entre pessoas não vacinadas, segundo Kfouri, que também preside a Câmara Técnica para a Eliminação do Sarampo no Ministério da Saúde. A imunização é, portanto, a ferramenta mais eficaz para o controle. Meta de vacinação e riscos da doença exigem atenção redobrada Para controlar o sarampo, é fundamental manter coberturas vacinais elevadas, acima de 95%, em toda a população, não apenas em crianças. O Brasil ainda não atingiu essa meta, o que aumenta a vulnerabilidade a surtos. Além disso, a vigilância ativa de casos suspeitos é crucial. O sarampo pode evoluir para complicações graves como encefalite, pneumonia e amnésia imunológica, que compromete o sistema de defesa do corpo, facilitando outras infecções, conforme detalhado por Kfouri.

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Cirurgias Plásticas de Mama no SUS Disparam 54%: De 9 Mil para 14 Mil em 10 Anos, Impulsionadas por Reconstrução e Correções

Aumento de mais de 50% nas cirurgias plásticas mamárias do SUS em uma década: entenda os motivos Um levantamento recente aponta um crescimento impressionante no número de cirurgias plásticas mamárias realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nos últimos dez anos. O volume de procedimentos saltou de aproximadamente 9 mil em 2016 para mais de 14 mil em 2025, representando um aumento de 54,3%. Este aumento significativo, divulgado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Rio de Janeiro (SBCP-RJ) durante a 45ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica, abrange tanto cirurgias de reconstrução mamária quanto aquelas indicadas para o tratamento de diversas alterações na estrutura das mamas. O estudo, que analisou um total de 90.648 cirurgias plásticas mamárias aprovadas pelo SUS no período, também evidenciou um impacto da pandemia de Covid-19, com uma queda acentuada em 2020, quando foram contabilizadas apenas 4.547 operações, metade do volume usual. Conforme informação divulgada pela SBCP-RJ, os dados revelam uma tendência de recuperação e crescimento pós-crise sanitária. Regiões e Tipos de Procedimentos: Onde e Por Quê Crescem as Cirurgias Mamárias no SUS A concentração de cirurgias plásticas mamárias no SUS é notável na região Sudeste, que respondeu por 56,1% de todos os procedimentos não estéticos e reconstrutivos entre 2016 e 2025, com 50.848 internações. O estado de São Paulo lidera o ranking nacional, respondendo por um terço dos registros, seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. É crucial destacar que a vasta maioria dessas intervenções, 74.619 procedimentos, corresponde à plástica mamária feminina não estética, totalizando 82,3% das internações. Este grupo engloba cirurgias com forte indicação médica, visando corrigir deformidades congênitas, assimetrias acentuadas, hipertrofia mamária associada a dores e limitações físicas, além de sequelas de doenças ou tratamentos. Reconstrução Mamária Pós-Mastectomia: Um Pilar Fundamental do SUS Um dado de grande relevância é o número de internações destinadas à reconstrução mamária pós-mastectomia. Foram registrados 12.600 procedimentos com implante de prótese e outras 3.429 internações relacionadas à reconstrução mamária após mastectomia total. Estes números sublinham o papel essencial do SUS no cuidado integral e na recuperação da autoestima de pacientes oncológicas. A análise completa abrangeu um volume expressivo de 90.648 cirurgias plásticas mamárias ao longo de dez anos. Os estados com maior número de intervenções foram São Paulo (30.265), Minas Gerais (9.836), Rio de Janeiro (9.115), Rio Grande do Sul (6 mil) e Bahia (5.731), evidenciando a capilaridade e a importância desses serviços em diferentes partes do país.

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SUS Amplia Atendimento para Vício em Apostas Online: 100 Mil Teleatendimentos Mensais Disponíveis

SUS expande suporte para vício em apostas online, oferecendo 100 mil teleatendimentos mensais O Sistema Único de Saúde (SUS) deu um passo significativo no combate ao vício em jogos e apostas online, ampliando seu serviço de teleatendimento para até 100 mil sessões mensais. A medida, que entrou em vigor nesta terça-feira (4), busca atender à crescente demanda por ajuda especializada. O serviço, lançado em março com uma capacidade inicial de 600 atendimentos mensais, demonstrou a urgência da questão. O Ministério da Saúde justificou a expansão pela **alta procura**, evidenciando a necessidade de um suporte mais robusto e acessível para aqueles que lutam contra o vício em apostas. Essa iniciativa do SUS, que conta com a parceria do Ministério da Fazenda e da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), é oferecida através do aplicativo Meu SUS Digital. O serviço proporciona um espaço de **atendimento remoto, sigiloso e acolhedor**, funcionando como um ponto de entrada crucial para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps). Alta adesão à autoexclusão revela gravidade do vício em apostas Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde pintam um quadro preocupante sobre o impacto do vício em apostas. Mais de **1 milhão de pessoas já solicitaram a autoexclusão do CPF** de plataformas de apostas online, utilizando a Plataforma Centralizada de Autoexclusão. Este número expressivo revela a dimensão do problema e o desespero de muitos em tentar retomar o controle. Dentre os que buscaram a autoexclusão, um dado alarmante é que **35% o fizeram por perder o controle sobre suas apostas**. Essa porcentagem sublinha a natureza compulsiva do vício, onde a dificuldade em parar se torna um fator determinante para a busca por ajuda externa e mecanismos de bloqueio. Identificando os sinais de alerta e fatores de risco para o vício em apostas O Ministério da Saúde lista uma série de **sinais de alerta** que podem indicar um problema com jogos e apostas. Mudanças no sono, alimentação ou humor, mentiras frequentes sobre a prática, sentimentos de vergonha e culpa, ansiedade e inquietação quando longe dos jogos, e o uso de apostas como fuga de estresse são alguns dos indicadores. Além disso, a dificuldade em diminuir ou parar de jogar, o comprometimento de relações pessoais e profissionais, o aumento no uso de álcool e outras drogas, e o desequilíbrio financeiro causado pelos gastos em apostas são pontos de atenção. Os **fatores de risco** também são diversos e incluem desde a exposição precoce a jogos até a busca por alívio emocional. A facilidade de acesso a jogos online, histórico de transtornos mentais como depressão e ansiedade, impulsividade, influências sociais que romantizam o jogo, solidão e vulnerabilidade social contribuem para o desenvolvimento do vício em apostas. O papel do SUS no suporte à saúde mental e combate ao vício A expansão dos teleatendimentos pelo SUS é um reconhecimento da gravidade do vício em apostas online como um problema de saúde pública. O serviço oferece **orientação e acompanhamento profissional qualificado**, buscando não apenas a abstinência, mas também a reabilitação e o

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Alerta em SP: Casos de Sarampo Disparam para 16, Bebês São os Mais Afetados; Campanha Nacional Busca Elevar Vacinação Abaixo da Meta

Sarampo Volta a Preocupar em São Paulo com 16 Casos Confirmados Um surto de sarampo tem acendido o sinal de alerta no estado de São Paulo, com o registro de 16 casos confirmados da doença. A situação exige atenção especial das autoridades de saúde e da população, uma vez que a vacinação é a principal ferramenta de prevenção contra essa enfermidade altamente contagiosa e que pode trazer sérias complicações. A maioria dos infectados são bebês com até um ano de idade, o que reforça a urgência em proteger os mais vulneráveis. O Ministério da Saúde estabelece uma meta de cobertura vacinal de 95% para a vacina tríplice viral, essencial para imunizar contra sarampo, caxumba e rubéola. No entanto, os índices atuais em São Paulo estão significativamente abaixo desse patamar, indicando um risco elevado para a circulação do vírus. Diante deste cenário, uma campanha nacional de multivacinação foi intensificada com o objetivo de reverter esse quadro. A mobilização busca conscientizar e facilitar o acesso à vacinação, especialmente nas regiões mais afetadas. Conforme informação divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde, a cobertura vacinal para a primeira dose da tríplice viral está em 77,5%, e para a segunda dose, em 65,5%, dados que evidenciam a necessidade de um esforço conjunto para atingir a meta e garantir a proteção coletiva contra o sarampo. Desse total, 13 pacientes foram identificados na capital paulista, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Do grupo de 16 pessoas infectadas pelo sarampo, sete são homens e nove são mulheres. A faixa etária mais afetada é a de bebês com até um ano de idade, totalizando dez casos. Os demais pacientes são adultos com idades que variam entre 20 e 50 anos. Essa distribuição demonstra a vulnerabilidade dos bebês, que ainda não completaram o esquema vacinal, e a importância de proteger também os adultos, que podem ter perdido a imunidade ao longo do tempo ou nunca terem sido vacinados. Campanha Nacional de Multivacinação é Intensificada para Combater Baixa Cobertura Vacinal Para frear o avanço do sarampo e outras doenças preveníveis por vacina, a Campanha Nacional de Multivacinação teve início e segue até o dia 1º de setembro. O objetivo principal é elevar a cobertura vacinal em todo o país. A vacina contra o sarampo é um dos imunizantes incluídos nesta importante mobilização de saúde pública. Os três municípios paulistas que registraram casos de sarampo, São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, terão uma estratégia de vacinação reforçada. A campanha nessas cidades será estendida para pessoas na faixa etária de 6 meses a 59 anos, com o intuito de garantir que mais pessoas estejam protegidas contra o vírus do sarampo e evitar novas contaminações. Variedade de Vacinas Disponíveis na Campanha Nacional de Multivacinação A campanha de multivacinação oferece um leque abrangente de vacinas essenciais para a proteção da saúde. Além da importante vacina contra o sarampo, estão disponíveis a BCG, hepatite B, pentavalente, poliomielite inativada, rotavírus, pneumocócica 10-valente, meningocócica C, meningocócica ACWY, influenza, Covid-19, febre amarela, a

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Agosto Dourado: O que é o Aleitamento Materno Sustentável e Por Que Ele é Crucial para um Futuro Melhor?

Agosto Dourado: Por que o Aleitamento Materno é Essencial para um Começo de Vida Sustentável A Semana Mundial do Aleitamento Materno, que marca o início do Agosto Dourado, lança luz sobre um tema vital: “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona”. Esta diretriz internacional, promovida pela World Alliance for Breastfeeding Action (WABA), orienta as mobilizações deste mês, com o Ministério da Saúde reforçando a importância da proteção, promoção e apoio à amamentação. O aleitamento materno é um pilar fundamental para a nutrição adequada, a segurança alimentar e a redução da pobreza. A história de Lorrany Duarte, mãe de Elisa, que nasceu há uma semana, ilustra a determinação em oferecer o leite materno de forma exclusiva nos primeiros seis meses, visando o crescimento saudável e o fortalecimento da imunidade da filha. Ela relembra as dificuldades enfrentadas com sua primeira filha, que aos um mês de vida precisou ser alimentada com fórmula infantil, resultando em um desenvolvimento mais debilitado. Para superar os desafios iniciais com Elisa, Lorrany conta com o apoio de sua irmã, Marielly Duarte, que a incentiva a insistir no aleitamento. “Eu já tirei um monte de leite dela na bomba. É melhor do que tirar na mão. Agora, uma semana depois, já está saindo rapidinho. Tornou-se mais fácil”, compartilha Marielly. Os Obstáculos da Desinformação e o Assédio Comercial Rossiclei Pinheiro, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (DCAM-SBP), alerta para a desinformação e o assédio comercial da indústria de fórmulas infantis. Ela explica que o marketing agressivo tenta convencer que as fórmulas substituem o leite materno, o que não é verdade. “É o lobby na porta do hospital, nas redes sociais, nos consultórios, nas datas festivas. Essas indústrias de alimentos tentam de várias formas fazer um assédio ao profissional de saúde”, afirma. Fórmulas Infantis: Quando São Realmente Necessárias? A pediatra classifica as fórmulas infantis como alimentos ultraprocessados, indicados apenas em situações específicas e mediante recomendação profissional. As exceções incluem mães com contraindicações médicas para amamentar, como no caso de HIV, ou quando o aleitamento não é bem-sucedido. Bebês com alergias também podem necessitar de fórmulas especiais. “Só quem pode prescrever fórmula infantil até um ano de idade é um médico, de preferência um pediatra ou nutricionista”, ressalta Pinheiro. A Sociedade Brasileira de Pediatria tem investido na formação de pediatras sobre os critérios para prescrição de fórmulas e o manejo prático da amamentação, diante de complicações como dor, fissuras mamilares ou ingurgitamento. “O leite materno vai ser o melhor para o resto da vida da criança”, destaca a Dra. Rossiclei Pinheiro. Benefícios Socioeconômicos e Proteção Legal A promoção do aleitamento humano alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, gerando redução de custos para as famílias. “A família tem uma redução dos custos financeiros, visto que não vai precisar comprar fórmulas nem medicamentos, já que esse bebê vai ficar menos doente, e também vai ter menos ausência ao trabalho”, explica a Dra. Rossiclei Pinheiro. No Brasil, a Norma Brasileira de

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Campanha “Todos contra o VSR”: Proteja seu bebê da Bronquiolite com Imunização e Anticorpos Monoclonais

Alerta de Saúde: Nova Campanha “Todos contra o VSR” Foca na Imunização Essencial para Bebês e Gestantes A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) deu início à campanha “Todos contra o VSR – Proteção desde o Início”. O objetivo principal é aumentar o conhecimento sobre a importância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), especialmente entre gestantes, pais e profissionais de saúde. O VSR é um agente comum, mas perigoso, responsável por uma parcela significativa de doenças respiratórias em crianças. A campanha visa combater a desinformação e reforçar as medidas preventivas disponíveis para proteger os bebês. As informações e diretrizes da campanha são divulgadas pela SBIm, com apoio de importantes organizações de saúde nacionais e internacionais, como a OPAS e o Unicef. VSR: O Vilão por Trás da Bronquiolite em Crianças O vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal culpado por casos de bronquiolite e pneumonia em crianças com menos de dois anos. Segundo dados do Ministério da Saúde, somente este ano, o Brasil registrou 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo VSR, resultando em 246 mortes. A faixa etária mais afetada é a de menores de dois anos, com 17.081 casos e 109 óbitos. Proteção Antecipada: Vacinação da Gestante e Anticorpos Monoclonais A coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, ressalta a importância da imunização para garantir a segurança dos bebês nos primeiros meses de vida, período de maior vulnerabilidade. Existem duas frentes de proteção eficazes: A primeira é a vacinação da gestante. Ao ser vacinada, a mãe produz anticorpos que são transferidos para o feto, oferecendo proteção desde a primeira semana de vida do bebê. Essa medida é crucial para formar uma barreira de defesa inicial. A segunda opção são os anticorpos monoclonais, disponíveis para crianças a partir do nascimento. Essa terapia é especialmente recomendada para bebês prematuros e outros grupos de risco, conforme orientação médica. Campanha Amplia o Alcance com Depoimentos e Conteúdo Educativo Para tornar a informação mais acessível e impactante, a campanha “Todos contra o VSR” apresenta vídeos testemunhais. Neles, médicos renomados, como o Dr. Drauzio Varella, e mães que vivenciaram o drama do VSR em seus filhos compartilham suas experiências. “Os relatos tornam mais concreta a gravidade da doença e aproximam o tema da realidade do público”, explica Isabella Ballalai. “Não é apenas uma sigla. São experiências de complicações ou perdas, que despertam empatia, reforçam a percepção de risco e contribuem para conscientizar sobre a necessidade de prevenção.” Além dos vídeos emocionantes, a iniciativa oferece videoaulas para profissionais da saúde, um hotsite informativo e forte presença nas redes sociais, com conteúdos educativos no Instagram, YouTube, TikTok e Facebook. A comunicação direta com o público-alvo também é feita via e-mail e WhatsApp. Recomendações Oficiais e Ampliadas para a Imunização contra o VSR Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) já oferece a vacina contra o VSR para grávidas a partir da 28ª semana gestacional. Para bebês, o PNI disponibiliza o anticorpo monoclonal para prematuros (nascidos com menos de 37 semanas

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Metrô de SP se torna posto de vacinação: Saiba quais estações oferecem imunização contra sarampo, caxumba e rubéola gratuitamente

Metrô de São Paulo se transforma em ponto de vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola Passageiros que utilizam o Metrô de São Paulo têm uma nova oportunidade de cuidar da saúde. As estações Corinthians-Itaquera, São Mateus, Vila Prudente, Tucuruvi e Vila Matilde estão recebendo postos de vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR). A iniciativa, que começou nesta segunda-feira (10) e vai até o dia 28 de agosto, busca aproximar a imunização da população, aproveitando o grande fluxo de pessoas que utilizam o transporte público diariamente. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) organizou os horários de acordo com cada estação. A campanha é uma estratégia importante para **aumentar a cobertura vacinal** e proteger a população contra doenças que podem ter complicações graves. O sarampo, em particular, tem registrado casos recentes em algumas regiões da cidade, tornando a vacinação ainda mais crucial. Cronograma detalhado de vacinação nas estações Nas estações Corinthians-Itaquera (Linha 3-Vermelha) e São Mateus (Linha 15-Prata), a vacinação ocorre nos dias 17, 19 e 21 de agosto, das 10h às 20h. Já na estação Vila Prudente (Linha 2-Verde e Linha 15-Prata), os passageiros podem se imunizar de 17 a 21 de agosto, no horário das 10h às 16h. A estação Tucuruvi (Linha 1-Azul) oferece a vacina em dois períodos: de 10 a 14 de agosto e de 17 a 21 de agosto, sempre das 10h às 16h. Esta unidade é considerada estratégica por estar na Zona Norte, região que tem apresentado casos recentes de sarampo. Por fim, a estação Vila Matilde (Linha 3-Vermelha) disponibilizará a vacina nos dias 27 e 28 de agosto, das 10h às 16h, concluindo a primeira fase da campanha itinerante. Importância da vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola A Secretaria Municipal da Saúde ressalta a importância da vacina tríplice viral (SCR) como principal forma de prevenção contra o sarampo. A doença é altamente transmissível e pode levar a complicações sérias, especialmente em crianças e indivíduos com o sistema imunológico comprometido. A iniciativa de levar a vacinação para dentro do Metrô é vista como uma maneira eficaz de **facilitar o acesso à imunização** durante os deslocamentos diários dos cidadãos. A meta é garantir que mais pessoas estejam protegidas e contribuir para a erradicação dessas doenças no município. Acesso à saúde em meio à rotina A campanha “Vacina no Metrô” demonstra um esforço conjunto para integrar a saúde pública com a mobilidade urbana. Ao oferecer a vacina em locais de grande circulação, a Secretaria Municipal da Saúde visa **superar barreiras de acesso** e atingir públicos que, porventura, teriam dificuldade em comparecer a postos de saúde tradicionais. A população é incentivada a aproveitar essa oportunidade para se atualizar sobre a vacinação e garantir a proteção contra sarampo, caxumba e rubéola. A imunização é um ato de cuidado individual e coletivo, fundamental para a saúde de toda a comunidade.

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Sarampo em SP: Rede de Vigilância Essencial para Frear Contágio com Vacinação Abaixo de 95% e Risco de Novos Surtos

Rede de vigilância é crucial para evitar propagação do sarampo em São Paulo, aponta infectologista A concentração de casos de sarampo em São Paulo revela a vulnerabilidade da cidade a novos surtos, enquanto a cobertura vacinal se mantém abaixo dos 95%, índice essencial para barrar a transmissão da doença. A capital paulista, por ser um grande polo de atração de pessoas de diversas partes do mundo, está constantemente exposta à entrada de novos casos do vírus. O infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações e presidente da Câmara Técnica para a Eliminação do Sarampo do Ministério da Saúde, explica que o ciclo de incubação e transmissão do sarampo dura cerca de 20 dias. A doença se manifesta com sintomas após um período de incubação de 10 dias, seguida por dois dias de transmissibilidade antes do início da febre, e mais 12 dias após o surgimento dos primeiros sinais. Para manter o país livre do sarampo, a estratégia se baseia em dois pilares: a vacinação e a vigilância. A rede de vigilância deve estar atenta, promovendo o isolamento de casos e a vacinação dos contatos próximos. No entanto, a dinâmica de São Paulo, como um hub internacional com eventos diários, torna essa tarefa complexa, reforçando a necessidade de altos e homogêneos índices de vacinação para evitar a disseminação. A homogeneidade na cobertura vacinal é fundamental, pois bairros ou comunidades com baixos índices se tornam focos de vulnerabilidade, propícios a novos surtos. A estratégia de reforço vacinal é eficaz, pois alcança tanto aqueles que nunca foram vacinados quanto uma pequena parcela da população em que a imunização inicial não foi totalmente efetiva. Para o sarampo, estima-se que cerca de 5% das pessoas não atingem a imunização completa com as doses padrão, mas uma terceira dose pode reduzir essa margem a quase zero. Casos em São Paulo e o risco de transmissão comunitária Na Grande São Paulo, foram confirmados 23 dos 24 casos recentes da doença, com casos importados e uma preocupante cadeia de transmissão local. Na zona norte da capital, bairros como Vila Medeiros e Vila Maria registraram um total de nove casos, muitos deles originados em uma escola de educação infantil. Um dos casos em Guarulhos também está ligado a esse grupo. Crianças com menos de um ano, que ainda não recebem a vacina contra o sarampo, representam a maioria dos infectados e hospitalizados, evidenciando a importância da proteção indireta através da vacinação em massa. A possibilidade de ligação desses casos com focos importados é real, com registros de um caso vindo da Bolívia em fevereiro e outro da Guatemala em março. O papel de São Paulo como porta de entrada para o vírus Renato Kfouri ressalta que a entrada de casos de sarampo em São Paulo é esperada, dada a chegada diária de milhares de pessoas ao país, a trabalho ou a turismo, além de brasileiros que retornam do exterior. A proximidade com países vizinhos que enfrentam surtos recentes aumenta a pressão sobre a vigilância brasileira. A situação

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Remédio Inovador para Hipertensão Arterial Pulmonar: Conitec Abre Consulta Pública para Avaliar Inclusão no SUS

Consulta Pública no SUS: Avaliação de Novo Medicamento para Hipertensão Arterial Pulmonar A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) iniciou um importante processo de consulta pública. O objetivo é avaliar a potencial inclusão do medicamento sotatercepte na rede pública de saúde. Este novo tratamento visa beneficiar pacientes adultos que sofrem de hipertensão arterial pulmonar (HAP), uma condição rara e grave. A participação da sociedade civil e da comunidade médica é fundamental neste processo. As contribuições podem ser enviadas até o próximo dia 17, auxiliando a Conitec na tomada de decisão sobre a incorporação do sotatercepte. A iniciativa busca expandir as opções terapêuticas disponíveis para pacientes com HAP no SUS. A solicitação de incorporação partiu do próprio fabricante do medicamento. A proposta é que o sotatercepte seja utilizado no tratamento de adultos com HAP em classes funcionais III ou IV, conforme critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS). Pacientes com risco de mortalidade intermediário a alto, em uso de terapia dupla ou tripla, também podem se beneficiar. O medicamento atua diretamente em um mecanismo crucial para o desenvolvimento da HAP. Ele age no crescimento das células dos vasos sanguíneos, que na hipertensão arterial pulmonar pode estar desregulado, levando ao estreitamento dos vasos nos pulmões. Essa ação é promissora para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. O Que é Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP)? A hipertensão arterial pulmonar é uma doença rara, caracterizada por ser crônica, progressiva e grave. Isso significa que a condição afeta poucas pessoas, tem longa duração e tende a piorar com o tempo. A HAP compromete significativamente a capacidade do indivíduo de realizar atividades cotidianas. Nesta condição, ocorre um aumento da pressão nas artérias que levam o sangue do coração para os pulmões. Como resultado, o lado direito do coração é forçado a trabalhar mais para bombear o sangue. Essa sobrecarga pode levar a sérios problemas cardíacos. Com o passar do tempo, o esforço extra do coração pode sobrecarregá-lo, manifestando-se através de sintomas como falta de ar intensa, fadiga constante, tonturas e dores no peito. Dificuldade para realizar atividades habituais e desmaios também são comuns. Impacto da HAP na Saúde Em seus estágios mais avançados, a hipertensão arterial pulmonar pode evoluir para quadros de insuficiência cardíaca. Essa complicação compromete o funcionamento adequado do coração, podendo levar ao óbito. Por isso, o acesso a tratamentos eficazes é vital para esses pacientes. A consulta pública da Conitec representa um passo importante para que mais pacientes com HAP no Brasil tenham acesso a novas terapias. A participação da sociedade é crucial para garantir que as decisões do SUS considerem as necessidades reais dos pacientes e a eficácia de novas tecnologias médicas. Como Contribuir para a Consulta Pública A Conitec disponibiliza um canal para que cidadãos e profissionais de saúde possam enviar suas contribuições. O prazo para participação se encerra no dia 17. Informações detalhadas sobre como enviar sugestões e o material técnico que embasa a avaliação do sotatercepte estão disponíveis no site oficial da Conitec.

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Paulistanos Enfrentam Filas Gigantes para Vacina Contra Sarampo em Meio a Alerta de Surto em SP

Paulistanos Enfrentam Filas Gigantes para Vacina Contra Sarampo em Meio a Alerta de Surto em SP Neste sábado, 8 de julho, os moradores da capital paulista que buscaram a vacinação contra o sarampo se depararam com um cenário de longas filas nos postos de imunização. A alta demanda contrastou com a oferta limitada de locais abertos, gerando apreensão entre a população. Segundo dados do portal De Olho Na Fila, da prefeitura de São Paulo, a situação era crítica na maioria dos 62 locais de vacinação abertos. Por volta das 13h, 57 postos apresentavam filas grandes, evidenciando a dificuldade de acesso ao imunizante. A situação reflete a crescente preocupação com o aumento de casos de sarampo no estado. A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou 23 casos da doença, sendo que 16 deles ocorreram em pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto. A vacina é a principal forma de prevenção contra o sarampo, uma doença altamente contagiosa. Abertura Reduzida de Postos Gera Congestionamento O número reduzido de postos de vacinação abertos neste sábado contribuiu significativamente para as longas filas. Dos 512 postos cadastrados no portal De Olho Na Fila, apenas 62 estavam funcionando. A maioria dos postos opera de segunda a sexta-feira, o que concentrou a procura no dia de menor disponibilidade. A zona leste da cidade foi a que mais ofereceu postos abertos, com 24 unidades. Em seguida, vieram a zona sul (17), zona norte (16) e zona oeste (5). O centro da capital não registrou nenhum posto aberto para vacinação no sábado. População Busca Imunização Diante de Alerta de Surto A busca pela vacina contra o sarampo aumentou após a divulgação de informações sobre um possível surto da doença em São Paulo. Muitos moradores, como Ana Beatriz Chacur, de 42 anos, procuraram os postos de vacinação por recomendação das escolas dos filhos e por meio de redes sociais. “A escola pediu o reforço na vacinação, já que eles não podem obrigar os estudantes a se vacinar. Então, como nós todos estamos na faixa etária elegível para tomar a vacina, viemos”, relatou Ana Beatriz, que aguardava na fila com seus filhos gêmeos e o marido. João Silva, de 21 anos, soube do surto pela internet e decidiu se vacinar preventivamente. “Fiquei sabendo pela internet que havia um surto de sarampo chegando em São Paulo. Então procurei um posto para me vacinar antes que a doença avance”, disse. Recorde de Vacinação na Sexta-feira Em contrapartida às dificuldades do sábado, a sexta-feira, 7 de julho, registrou um número expressivo de doses aplicadas. A Coordenadoria de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde informou que foram aplicadas 84.632 doses da vacina contra o sarampo e 24.952 doses de outros imunizantes, totalizando 109.584 doses em um único dia. Este foi o maior volume registrado desde o início da mobilização, em 3 de agosto. Recomendação de Vacinação Indiscriminada em Áreas de Risco Diante do cenário epidemiológico, a Secretaria Estadual de Saúde recomenda a vacinação contra o sarampo para moradores da capital paulista,

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Alerta em SP: 23 casos de sarampo confirmados, 16 sem vacina; veja quem deve se imunizar urgentemente

Estado de São Paulo registra surto de sarampo com 23 casos confirmados, acendendo alerta para a vacinação O Estado de São Paulo confirmou 23 casos de sarampo, um sinal de alerta para a saúde pública. A maioria dos infectados, 16 pessoas, não possuía histórico de vacinação ou estava com o esquema incompleto, evidenciando a importância da imunização. Os casos confirmados incluem dois de origem importada, que deram origem aos demais. A distribuição geográfica dos registros aponta para dois casos em São Bernardo do Campo, um em Guarulhos e 20 na capital paulista, cidades que agora são foco de atenção especial. Diante deste cenário, a Secretaria da Saúde de São Paulo faz um apelo urgente para que moradores da capital, Guarulhos e São Bernardo, com idade entre 6 meses e 59 anos, procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para receber a vacina contra o sarampo, independentemente do histórico vacinal prévio, desde que não haja contraindicações. A informação foi divulgada pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. Vacinação indiscriminada é a estratégia em áreas de risco A adoção da vacinação indiscriminada nesses municípios foi determinada pelo risco iminente de disseminação da doença, seguindo as orientações do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo Prof. Alexandre Vranjac. A medida visa conter rapidamente a propagação do vírus. Em outras cidades do estado, a recomendação é intensificar as ações de vacinação, com busca ativa de pessoas com doses atrasadas e atualização do esquema vacinal conforme o Calendário Nacional de Vacinação. O objetivo é garantir que toda a população esteja protegida. Sarampo: uma doença altamente contagiosa e com riscos de complicações Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, explica que o sarampo é extremamente contagioso. As partículas virais liberadas pela tosse e espirro permanecem suspensas no ar por longos períodos, permitindo a transmissão mesmo sem contato próximo. Ele ressalta que a contaminação pode ocorrer antes mesmo do aparecimento dos sintomas, tornando o indivíduo um transmissor potencial sem que ele saiba. Essa característica dificulta o controle da doença. Um único caso de sarampo pode gerar, em média, de 16 a 18 novos casos entre pessoas não vacinadas, segundo Kfouri, que também preside a Câmara Técnica para a Eliminação do Sarampo no Ministério da Saúde. A imunização é, portanto, a ferramenta mais eficaz para o controle. Meta de vacinação e riscos da doença exigem atenção redobrada Para controlar o sarampo, é fundamental manter coberturas vacinais elevadas, acima de 95%, em toda a população, não apenas em crianças. O Brasil ainda não atingiu essa meta, o que aumenta a vulnerabilidade a surtos. Além disso, a vigilância ativa de casos suspeitos é crucial. O sarampo pode evoluir para complicações graves como encefalite, pneumonia e amnésia imunológica, que compromete o sistema de defesa do corpo, facilitando outras infecções, conforme detalhado por Kfouri.

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Cirurgias Plásticas de Mama no SUS Disparam 54%: De 9 Mil para 14 Mil em 10 Anos, Impulsionadas por Reconstrução e Correções

Aumento de mais de 50% nas cirurgias plásticas mamárias do SUS em uma década: entenda os motivos Um levantamento recente aponta um crescimento impressionante no número de cirurgias plásticas mamárias realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nos últimos dez anos. O volume de procedimentos saltou de aproximadamente 9 mil em 2016 para mais de 14 mil em 2025, representando um aumento de 54,3%. Este aumento significativo, divulgado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Rio de Janeiro (SBCP-RJ) durante a 45ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica, abrange tanto cirurgias de reconstrução mamária quanto aquelas indicadas para o tratamento de diversas alterações na estrutura das mamas. O estudo, que analisou um total de 90.648 cirurgias plásticas mamárias aprovadas pelo SUS no período, também evidenciou um impacto da pandemia de Covid-19, com uma queda acentuada em 2020, quando foram contabilizadas apenas 4.547 operações, metade do volume usual. Conforme informação divulgada pela SBCP-RJ, os dados revelam uma tendência de recuperação e crescimento pós-crise sanitária. Regiões e Tipos de Procedimentos: Onde e Por Quê Crescem as Cirurgias Mamárias no SUS A concentração de cirurgias plásticas mamárias no SUS é notável na região Sudeste, que respondeu por 56,1% de todos os procedimentos não estéticos e reconstrutivos entre 2016 e 2025, com 50.848 internações. O estado de São Paulo lidera o ranking nacional, respondendo por um terço dos registros, seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. É crucial destacar que a vasta maioria dessas intervenções, 74.619 procedimentos, corresponde à plástica mamária feminina não estética, totalizando 82,3% das internações. Este grupo engloba cirurgias com forte indicação médica, visando corrigir deformidades congênitas, assimetrias acentuadas, hipertrofia mamária associada a dores e limitações físicas, além de sequelas de doenças ou tratamentos. Reconstrução Mamária Pós-Mastectomia: Um Pilar Fundamental do SUS Um dado de grande relevância é o número de internações destinadas à reconstrução mamária pós-mastectomia. Foram registrados 12.600 procedimentos com implante de prótese e outras 3.429 internações relacionadas à reconstrução mamária após mastectomia total. Estes números sublinham o papel essencial do SUS no cuidado integral e na recuperação da autoestima de pacientes oncológicas. A análise completa abrangeu um volume expressivo de 90.648 cirurgias plásticas mamárias ao longo de dez anos. Os estados com maior número de intervenções foram São Paulo (30.265), Minas Gerais (9.836), Rio de Janeiro (9.115), Rio Grande do Sul (6 mil) e Bahia (5.731), evidenciando a capilaridade e a importância desses serviços em diferentes partes do país.

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SUS Amplia Atendimento para Vício em Apostas Online: 100 Mil Teleatendimentos Mensais Disponíveis

SUS expande suporte para vício em apostas online, oferecendo 100 mil teleatendimentos mensais O Sistema Único de Saúde (SUS) deu um passo significativo no combate ao vício em jogos e apostas online, ampliando seu serviço de teleatendimento para até 100 mil sessões mensais. A medida, que entrou em vigor nesta terça-feira (4), busca atender à crescente demanda por ajuda especializada. O serviço, lançado em março com uma capacidade inicial de 600 atendimentos mensais, demonstrou a urgência da questão. O Ministério da Saúde justificou a expansão pela **alta procura**, evidenciando a necessidade de um suporte mais robusto e acessível para aqueles que lutam contra o vício em apostas. Essa iniciativa do SUS, que conta com a parceria do Ministério da Fazenda e da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), é oferecida através do aplicativo Meu SUS Digital. O serviço proporciona um espaço de **atendimento remoto, sigiloso e acolhedor**, funcionando como um ponto de entrada crucial para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps). Alta adesão à autoexclusão revela gravidade do vício em apostas Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde pintam um quadro preocupante sobre o impacto do vício em apostas. Mais de **1 milhão de pessoas já solicitaram a autoexclusão do CPF** de plataformas de apostas online, utilizando a Plataforma Centralizada de Autoexclusão. Este número expressivo revela a dimensão do problema e o desespero de muitos em tentar retomar o controle. Dentre os que buscaram a autoexclusão, um dado alarmante é que **35% o fizeram por perder o controle sobre suas apostas**. Essa porcentagem sublinha a natureza compulsiva do vício, onde a dificuldade em parar se torna um fator determinante para a busca por ajuda externa e mecanismos de bloqueio. Identificando os sinais de alerta e fatores de risco para o vício em apostas O Ministério da Saúde lista uma série de **sinais de alerta** que podem indicar um problema com jogos e apostas. Mudanças no sono, alimentação ou humor, mentiras frequentes sobre a prática, sentimentos de vergonha e culpa, ansiedade e inquietação quando longe dos jogos, e o uso de apostas como fuga de estresse são alguns dos indicadores. Além disso, a dificuldade em diminuir ou parar de jogar, o comprometimento de relações pessoais e profissionais, o aumento no uso de álcool e outras drogas, e o desequilíbrio financeiro causado pelos gastos em apostas são pontos de atenção. Os **fatores de risco** também são diversos e incluem desde a exposição precoce a jogos até a busca por alívio emocional. A facilidade de acesso a jogos online, histórico de transtornos mentais como depressão e ansiedade, impulsividade, influências sociais que romantizam o jogo, solidão e vulnerabilidade social contribuem para o desenvolvimento do vício em apostas. O papel do SUS no suporte à saúde mental e combate ao vício A expansão dos teleatendimentos pelo SUS é um reconhecimento da gravidade do vício em apostas online como um problema de saúde pública. O serviço oferece **orientação e acompanhamento profissional qualificado**, buscando não apenas a abstinência, mas também a reabilitação e o

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Alerta em SP: Casos de Sarampo Disparam para 16, Bebês São os Mais Afetados; Campanha Nacional Busca Elevar Vacinação Abaixo da Meta

Sarampo Volta a Preocupar em São Paulo com 16 Casos Confirmados Um surto de sarampo tem acendido o sinal de alerta no estado de São Paulo, com o registro de 16 casos confirmados da doença. A situação exige atenção especial das autoridades de saúde e da população, uma vez que a vacinação é a principal ferramenta de prevenção contra essa enfermidade altamente contagiosa e que pode trazer sérias complicações. A maioria dos infectados são bebês com até um ano de idade, o que reforça a urgência em proteger os mais vulneráveis. O Ministério da Saúde estabelece uma meta de cobertura vacinal de 95% para a vacina tríplice viral, essencial para imunizar contra sarampo, caxumba e rubéola. No entanto, os índices atuais em São Paulo estão significativamente abaixo desse patamar, indicando um risco elevado para a circulação do vírus. Diante deste cenário, uma campanha nacional de multivacinação foi intensificada com o objetivo de reverter esse quadro. A mobilização busca conscientizar e facilitar o acesso à vacinação, especialmente nas regiões mais afetadas. Conforme informação divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde, a cobertura vacinal para a primeira dose da tríplice viral está em 77,5%, e para a segunda dose, em 65,5%, dados que evidenciam a necessidade de um esforço conjunto para atingir a meta e garantir a proteção coletiva contra o sarampo. Desse total, 13 pacientes foram identificados na capital paulista, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Do grupo de 16 pessoas infectadas pelo sarampo, sete são homens e nove são mulheres. A faixa etária mais afetada é a de bebês com até um ano de idade, totalizando dez casos. Os demais pacientes são adultos com idades que variam entre 20 e 50 anos. Essa distribuição demonstra a vulnerabilidade dos bebês, que ainda não completaram o esquema vacinal, e a importância de proteger também os adultos, que podem ter perdido a imunidade ao longo do tempo ou nunca terem sido vacinados. Campanha Nacional de Multivacinação é Intensificada para Combater Baixa Cobertura Vacinal Para frear o avanço do sarampo e outras doenças preveníveis por vacina, a Campanha Nacional de Multivacinação teve início e segue até o dia 1º de setembro. O objetivo principal é elevar a cobertura vacinal em todo o país. A vacina contra o sarampo é um dos imunizantes incluídos nesta importante mobilização de saúde pública. Os três municípios paulistas que registraram casos de sarampo, São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, terão uma estratégia de vacinação reforçada. A campanha nessas cidades será estendida para pessoas na faixa etária de 6 meses a 59 anos, com o intuito de garantir que mais pessoas estejam protegidas contra o vírus do sarampo e evitar novas contaminações. Variedade de Vacinas Disponíveis na Campanha Nacional de Multivacinação A campanha de multivacinação oferece um leque abrangente de vacinas essenciais para a proteção da saúde. Além da importante vacina contra o sarampo, estão disponíveis a BCG, hepatite B, pentavalente, poliomielite inativada, rotavírus, pneumocócica 10-valente, meningocócica C, meningocócica ACWY, influenza, Covid-19, febre amarela, a

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Agosto Dourado: O que é o Aleitamento Materno Sustentável e Por Que Ele é Crucial para um Futuro Melhor?

Agosto Dourado: Por que o Aleitamento Materno é Essencial para um Começo de Vida Sustentável A Semana Mundial do Aleitamento Materno, que marca o início do Agosto Dourado, lança luz sobre um tema vital: “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona”. Esta diretriz internacional, promovida pela World Alliance for Breastfeeding Action (WABA), orienta as mobilizações deste mês, com o Ministério da Saúde reforçando a importância da proteção, promoção e apoio à amamentação. O aleitamento materno é um pilar fundamental para a nutrição adequada, a segurança alimentar e a redução da pobreza. A história de Lorrany Duarte, mãe de Elisa, que nasceu há uma semana, ilustra a determinação em oferecer o leite materno de forma exclusiva nos primeiros seis meses, visando o crescimento saudável e o fortalecimento da imunidade da filha. Ela relembra as dificuldades enfrentadas com sua primeira filha, que aos um mês de vida precisou ser alimentada com fórmula infantil, resultando em um desenvolvimento mais debilitado. Para superar os desafios iniciais com Elisa, Lorrany conta com o apoio de sua irmã, Marielly Duarte, que a incentiva a insistir no aleitamento. “Eu já tirei um monte de leite dela na bomba. É melhor do que tirar na mão. Agora, uma semana depois, já está saindo rapidinho. Tornou-se mais fácil”, compartilha Marielly. Os Obstáculos da Desinformação e o Assédio Comercial Rossiclei Pinheiro, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (DCAM-SBP), alerta para a desinformação e o assédio comercial da indústria de fórmulas infantis. Ela explica que o marketing agressivo tenta convencer que as fórmulas substituem o leite materno, o que não é verdade. “É o lobby na porta do hospital, nas redes sociais, nos consultórios, nas datas festivas. Essas indústrias de alimentos tentam de várias formas fazer um assédio ao profissional de saúde”, afirma. Fórmulas Infantis: Quando São Realmente Necessárias? A pediatra classifica as fórmulas infantis como alimentos ultraprocessados, indicados apenas em situações específicas e mediante recomendação profissional. As exceções incluem mães com contraindicações médicas para amamentar, como no caso de HIV, ou quando o aleitamento não é bem-sucedido. Bebês com alergias também podem necessitar de fórmulas especiais. “Só quem pode prescrever fórmula infantil até um ano de idade é um médico, de preferência um pediatra ou nutricionista”, ressalta Pinheiro. A Sociedade Brasileira de Pediatria tem investido na formação de pediatras sobre os critérios para prescrição de fórmulas e o manejo prático da amamentação, diante de complicações como dor, fissuras mamilares ou ingurgitamento. “O leite materno vai ser o melhor para o resto da vida da criança”, destaca a Dra. Rossiclei Pinheiro. Benefícios Socioeconômicos e Proteção Legal A promoção do aleitamento humano alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, gerando redução de custos para as famílias. “A família tem uma redução dos custos financeiros, visto que não vai precisar comprar fórmulas nem medicamentos, já que esse bebê vai ficar menos doente, e também vai ter menos ausência ao trabalho”, explica a Dra. Rossiclei Pinheiro. No Brasil, a Norma Brasileira de

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Campanha “Todos contra o VSR”: Proteja seu bebê da Bronquiolite com Imunização e Anticorpos Monoclonais

Alerta de Saúde: Nova Campanha “Todos contra o VSR” Foca na Imunização Essencial para Bebês e Gestantes A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) deu início à campanha “Todos contra o VSR – Proteção desde o Início”. O objetivo principal é aumentar o conhecimento sobre a importância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), especialmente entre gestantes, pais e profissionais de saúde. O VSR é um agente comum, mas perigoso, responsável por uma parcela significativa de doenças respiratórias em crianças. A campanha visa combater a desinformação e reforçar as medidas preventivas disponíveis para proteger os bebês. As informações e diretrizes da campanha são divulgadas pela SBIm, com apoio de importantes organizações de saúde nacionais e internacionais, como a OPAS e o Unicef. VSR: O Vilão por Trás da Bronquiolite em Crianças O vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal culpado por casos de bronquiolite e pneumonia em crianças com menos de dois anos. Segundo dados do Ministério da Saúde, somente este ano, o Brasil registrou 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo VSR, resultando em 246 mortes. A faixa etária mais afetada é a de menores de dois anos, com 17.081 casos e 109 óbitos. Proteção Antecipada: Vacinação da Gestante e Anticorpos Monoclonais A coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, ressalta a importância da imunização para garantir a segurança dos bebês nos primeiros meses de vida, período de maior vulnerabilidade. Existem duas frentes de proteção eficazes: A primeira é a vacinação da gestante. Ao ser vacinada, a mãe produz anticorpos que são transferidos para o feto, oferecendo proteção desde a primeira semana de vida do bebê. Essa medida é crucial para formar uma barreira de defesa inicial. A segunda opção são os anticorpos monoclonais, disponíveis para crianças a partir do nascimento. Essa terapia é especialmente recomendada para bebês prematuros e outros grupos de risco, conforme orientação médica. Campanha Amplia o Alcance com Depoimentos e Conteúdo Educativo Para tornar a informação mais acessível e impactante, a campanha “Todos contra o VSR” apresenta vídeos testemunhais. Neles, médicos renomados, como o Dr. Drauzio Varella, e mães que vivenciaram o drama do VSR em seus filhos compartilham suas experiências. “Os relatos tornam mais concreta a gravidade da doença e aproximam o tema da realidade do público”, explica Isabella Ballalai. “Não é apenas uma sigla. São experiências de complicações ou perdas, que despertam empatia, reforçam a percepção de risco e contribuem para conscientizar sobre a necessidade de prevenção.” Além dos vídeos emocionantes, a iniciativa oferece videoaulas para profissionais da saúde, um hotsite informativo e forte presença nas redes sociais, com conteúdos educativos no Instagram, YouTube, TikTok e Facebook. A comunicação direta com o público-alvo também é feita via e-mail e WhatsApp. Recomendações Oficiais e Ampliadas para a Imunização contra o VSR Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) já oferece a vacina contra o VSR para grávidas a partir da 28ª semana gestacional. Para bebês, o PNI disponibiliza o anticorpo monoclonal para prematuros (nascidos com menos de 37 semanas

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