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Negócios

CEO do Smartbankbr anuncia projetos imobiliários com VGV de R$ 10 bilhões

Helisson Pelegrini, CEO do Smartbankbr e do Ion Bank, apresentou na última semana quatro projetos do setor imobiliário com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em mais de R$ 10 bilhões. Os empreendimentos, que devem ser lançados em até 18 meses, estão localizados em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goiás. Os projetos incluem um condomínio de alto padrão em Balneário Piçarras (SC), um desenvolvimento estratégico em Florianópolis (SC), um resort de luxo no Vale dos Vinhedos (RS) e um complexo turístico na Chapada dos Veadeiros (GO).Segundo Pelegrini, que atua na prospecção de terrenos e na estruturação financeira junto a fundos internacionais, o setor de hotelaria e resorts vive um momento de expansão no país. “Estamos confiantes de que em até 18 meses iniciaremos as obras de forma simultânea”, disse. Para ele, os projetos devem reposicionar o Brasil no mercado global de turismo e desenvolvimento imobiliário. O executivo afirma que há interesse de investidores nacionais e estrangeiros nas iniciativas, que envolvem planejamento de longo prazo e foco em turismo de alto padrão.

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Ibovespa fecha semana em alta impulsionado por lucros de bancos e alívio na inflação

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira, 9 de maio de 2025, com leve valorização de 0,24%, atingindo 136.480 pontos. No acumulado da semana, o principal índice da bolsa brasileira avançou 1,05%, marcando a quinta semana consecutiva de ganhos — sequência que não era registrada desde 2023. Os resultados corporativos positivos, especialmente no setor bancário, deram sustentação ao desempenho da bolsa. As ações do Itaú Unibanco (ITUB4) se destacaram com alta de 5,21%, após o banco apresentar um lucro trimestral acima das estimativas. Bradesco (BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3) também contribuíram para o movimento de alta, com avanços de 0,53% e 0,34%, respectivamente. No varejo, o Assaí (ASAI3) foi o único entre os supermercadistas a apresentar valorização significativa, fechando o dia com alta de 2,87%. No segmento de small caps, os papéis da RCSL3 dispararam 27,76%, liderando os ganhos do dia, seguidos por ANIM3, que subiu 16,19%. Por outro lado, o setor aéreo apresentou fortes perdas. A Gol (GOLL4) registrou queda expressiva de 24,37% após anunciar um plano de aumento de capital de até R$ 19,25 bilhões. A Azul (AZUL4) também recuou, com desvalorização de 14,69%. No cenário macroeconômico, a divulgação do IPCA de abril trouxe otimismo aos investidores. A XP Investimentos revisou sua projeção de inflação para 2025, reduzindo-a de 6,0% para 5,7%, influenciada pela queda nos preços dos combustíveis e pela desaceleração de preços em diversos segmentos. O dólar comercial também acompanhou o movimento positivo e encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 5,65. Os juros futuros recuaram, refletindo as expectativas mais positivas quanto à inflação e à saúde financeira das empresas brasileiras. Com o desempenho desta semana, o Ibovespa acumula valorização de 13,46% em 2025, mantendo trajetória ascendente diante de um ambiente mais favorável aos negócios e à confiança dos investidores.

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Desvios em Condomínios Acendem Alerta para Má Gestão e Falta de Transparência

Síndicos sob pressão: quando a confiança vira risco A função de síndico — muitas vezes ocupada por moradores sem formação específica — envolve grande responsabilidade financeira e jurídica. No entanto, em muitos condomínios, ainda há baixa fiscalização interna, falta de auditoria regular e pouca participação dos condôminos nas assembleias. Especialistas alertam que o síndico deve ser visto como um gestor profissional, sujeito a regras claras, prestação de contas e, se necessário, responsabilização civil e criminal por má conduta. Tecnologia e transparência como aliadas Casos como o de Águas Claras têm impulsionado a adoção de ferramentas digitais de controle, como aplicativos com extratos em tempo real, auditorias independentes e empresas de administração terceirizada. Essas soluções ajudam a reduzir o risco de fraudes e facilitam a fiscalização por parte dos moradores. Prevenção é o melhor caminho Advogados especializados em direito condominial orientam que os moradores acompanhem de perto os gastos, solicitem balancetes periódicos e exijam relatórios de prestação de contas. Também recomendam que novos síndicos passem por treinamentos ou contratem assessorias para uma gestão mais segura e transparente. Enquanto a investigação segue, o caso de Águas Claras se soma a uma crescente lista de escândalos em condomínios que mostram que o ditado “o barato pode sair caro” também se aplica à administração de onde se vive.

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Habite-se: o documento essencial para a regularização de imóveis novos

Quando uma obra é concluída, um dos passos mais importantes para sua legalização é a obtenção do habite-se — documento emitido pela prefeitura que autoriza oficialmente a ocupação do imóvel. Mais do que uma formalidade, o habite-se comprova que a construção seguiu todos os parâmetros técnicos, legais e urbanísticos exigidos pelo município. Esse certificado é indispensável para o registro em cartório, processo que valida juridicamente a existência do imóvel e viabiliza operações como venda, financiamento e herança. Sem ele, o imóvel é considerado irregular perante o poder público, o que pode gerar entraves legais e reduzir seu valor de mercado. Por que o habite-se é tão importante? O habite-se garante que o imóvel passou por vistorias técnicas e cumpre normas de segurança, acessibilidade e infraestrutura. Ele representa a última etapa do processo de aprovação da obra e é o que transforma uma construção em um bem legalmente reconhecido. Além de ser exigido para a transferência de propriedade, o documento também é essencial para: Como obter o habite-se? O processo de emissão varia de acordo com a legislação de cada município, mas geralmente envolve: A ausência do documento impede o registro em cartório, o que pode comprometer a valorização do imóvel e a segurança jurídica para o comprador. Uma responsabilidade que vai além da obra Para construtoras, incorporadoras e proprietários, garantir o habite-se não é apenas um passo burocrático — é uma demonstração de compromisso com a legalidade, a segurança e a transparência. Em um mercado cada vez mais exigente, a regularização completa do imóvel é fator decisivo para agregar valor e conquistar a confiança dos compradores.

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Helisson Pelegrini: Uma Jornada de Inovação e Liderança no Mercado Imobiliário e Financeiro

Helisson Pelegrini Hoje celebro 19 anos de trajetória no mercado imobiliário. Uma jornada marcada por aprendizado constante, superação de desafios e a realização de grandes conquistas. Sou CEO e fundador da SmartBens Incorporação Imobiliária, SmartBankBr, IonBank Br e Ion Câmbio, entre outras iniciativas que consolidam meu compromisso com a inovação e a transformação do setor. Minha trajetória começou em 2006 como corretor de imóveis na Markimob, onde me destaquei como campeão de vendas de abril a julho. Nesse mesmo ano, fundei a InvestBens Empreendimentos Imobiliários, minha primeira empresa no ramo. Entre 2010 e 2011, atuei como corretor na Beiramar, e, em seguida, assumi posições de liderança como gerente e diretor de incorporação e novos negócios na Bordalo Imóveis. No fim de 2012 e início de 2013, voltei a alcançar destaque como diretor de incorporação na Domos Empreendimentos Imobiliários, novamente liderando as vendas. Helisson Pelegrini Em 2014, como diretor da MGarzon Brasil Brokers, representei algumas das maiores construtoras do país: Cyrela, Odebrecht, OAS, Rossi, Tecnisa, Gafisa, Paulo Octávio, Faenge, JC Gontijo, Villela e Carvalho, Brasal, entre outras. Helisson Pelegrini Após essa trajetória sólida no setor, fundei a SmartBens Incorporação Imobiliária em 2018, onde atuo como CEO. Em 2020, lancei o SmartBankBr, a primeira fintech imobiliária digital do país, oferecendo mais de 50 serviços integrados. Em seguida, fundei o IonBank, uma fintech e securitizadora digital, e o Ion Câmbio, plataforma de câmbio internacional online. Foram experiências transformadoras, que me permitiram contribuir com diferentes imobiliárias e construir, com muito esforço e propósito, as empresas que hoje lidero — juntas, somando mais de R$ 32 bilhões em VGV. Tive ainda o privilégio de me inspirar em grandes líderes do setor, como Elie Horn (Cyrela), Ricardo Gontijo (Direcional), Rodrigo Nogueira (ECAP) e Leonardo Ávila (Faenge), que me ensinaram sobre visão, excelência e coragem para inovar. Além do mercado, encontro alicerce em fontes de sabedoria e fé, como os ensinamentos do Bispo JB Carvalho e os conselhos eternos dos Provérbios, que me acompanham e fortalecem minha caminhada. Agradeço a todos que fizeram parte dessa história. Sigo com fé, gratidão e disposição para continuar construindo, inovando e evoluindo. Que venham os próximos capítulos! MercadoImobiliário #Trajetória #Empreendedorismo #Inovação #Fintech #Incorporação #VGV #19AnosDeHistória #Gratidão #Inspiração #Provérbios

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Helisson Pelegrini e a Revolução das Fintechs no Brasil

O mundo das fintechs tem experimentado um crescimento exponencial no Brasil, transformando não apenas a forma como os brasileiros lidam com o dinheiro, mas também como acessam crédito, investem e realizam transações cotidianas. Para Helisson Pelegrini, especialista no mercado imobiliário e CEO fundador da SmartBankBR e do ION Bank, essa revolução tecnológica está apenas começando — e promete ainda mais disrupções nos próximos anos. Desde 2018, o país tem vivenciado uma verdadeira onda de inovação no setor financeiro. Com o surgimento de novas empresas de tecnologia focadas em serviços bancários, conhecidos como fintechs, o sistema bancário tradicional passou a dividir espaço com soluções mais dinâmicas, acessíveis e adaptadas ao estilo de vida digital da nova geração. “Com as fintechs, conseguimos entregar uma cesta completa de serviços, indo muito além do tradicional. Hoje falamos de crédito imobiliário facilitado, capital de giro para empresas, recuperação de crédito, e principalmente, meios de pagamento cada vez mais ágeis e seguros”, explica Helisson Pelegrini. As fintechs surgiram com a proposta de desburocratizar o setor financeiro, rompendo com a rigidez das instituições bancárias tradicionais. Em vez de longas filas em agências e processos morosos de análise, o cliente hoje consegue contratar crédito, abrir conta, fazer investimentos e até mesmo resolver pendências financeiras com poucos cliques. Criptoativos e integração com fintechs: o futuro já começou Outro ponto destacado por Pelegrini é o impacto das criptomoedas e da tecnologia blockchain nesse novo cenário. A integração entre criptoativos e as plataformas de fintechs tem tornado os pagamentos mais rápidos, descentralizados e eficientes. Para ele, essa convergência não é uma tendência passageira, mas sim uma transformação estrutural do mercado. “As criptos, quando bem integradas às fintechs, oferecem possibilidades que antes pareciam distantes da realidade brasileira. Hoje, empresas conseguem pagar fornecedores internacionais em segundos, consumidores fazem transferências com taxas quase nulas, e os sistemas de segurança estão cada vez mais sofisticados”, afirma o CEO da SmartBankBR. Inovação no crédito imobiliário e na recuperação financeira A expertise de Helisson Pelegrini no setor imobiliário também o coloca na linha de frente da inovação em crédito habitacional. Ele destaca que a tecnologia aplicada por fintechs tem tornado o acesso à casa própria mais justo e viável, especialmente para quem antes enfrentava barreiras de crédito nos grandes bancos. Além disso, iniciativas de recuperação de crédito têm ajudado milhares de brasileiros a saírem do endividamento com condições mais flexíveis e atendimento humanizado, duas marcas fundamentais no modelo das fintechs. “Estamos criando pontes entre quem precisa de soluções financeiras e quem tem capacidade de oferecer essas soluções de maneira moderna. É uma revolução silenciosa, mas extremamente poderosa”, reforça. Brasil como referência em inovação financeira Com um ambiente regulatório cada vez mais favorável, o Brasil já se destaca como um dos países com maior número de fintechs na América Latina. Segundo dados recentes, o número de fintechs ativas no país já ultrapassa 1.300, atuando em áreas como crédito, pagamentos, seguros, investimentos e gestão financeira pessoal. O avanço também é impulsionado pelo crescimento do Open Finance e do Pix,

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Preço do iPhone pode triplicar nos EUA com produção local, apontam estimativas

Especialistas do setor de tecnologia e economia alertam que uma eventual nacionalização da produção do iPhone nos Estados Unidos poderia provocar um aumento expressivo no preço final do aparelho — com projeções que indicam até o triplo do valor atual. Atualmente fabricado majoritariamente na Ásia, especialmente na China e na Índia, o iPhone se beneficia de uma cadeia de produção altamente especializada, com custos significativamente mais baixos em comparação ao solo americano. Caso a Apple fosse obrigada a transferir toda sua linha de montagem para os EUA, o impacto sobre os custos operacionais seria imediato. Segundo analistas consultados por economistas internacionais, o aumento de preço estaria diretamente ligado a três fatores principais: mão de obra mais cara, infraestrutura industrial menos desenvolvida para este tipo de montagem e a necessidade de reconfiguração completa da logística e fornecimento de peças. Hoje, o modelo mais recente do iPhone custa, em média, cerca de US$ 1.000 nos EUA. Com a produção integral em território americano, esse valor poderia ultrapassar os US$ 3.000, inviabilizando o acesso ao aparelho para uma parcela significativa dos consumidores. A discussão ganhou força após declarações de figuras políticas nos EUA favoráveis ao fortalecimento da indústria nacional como forma de reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros — especialmente em contextos de tensão geopolítica. No entanto, especialistas ponderam que uma mudança drástica como essa exigiria investimentos bilionários em infraestrutura, anos de adaptação e, principalmente, poderia afetar o modelo de negócios da Apple, que hoje se apoia na eficiência global da sua cadeia de suprimentos.

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União Europeia confirma retaliação comercial contra os EUA com tarifas a partir de 15 de abril

A União Europeia anunciou nesta quarta-feira (10) a implementação de tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos, com início previsto para 15 de abril. A medida é uma resposta direta ao plano norte-americano de aumentar as tarifas sobre uma série de produtos europeus, considerado pela UE como desproporcional e em desacordo com as normas internacionais de comércio. As tarifas europeias devem atingir setores estratégicos da economia dos EUA, incluindo a indústria agrícola, automobilística e de bebidas, com o objetivo de equilibrar o impacto causado pelas novas medidas norte-americanas. De acordo com fontes da Comissão Europeia, a decisão foi tomada após semanas de negociações infrutíferas e visa proteger os interesses econômicos dos países do bloco. Bruxelas também afirmou que segue aberta ao diálogo com Washington para encontrar soluções mutuamente benéficas e evitar uma escalada na guerra comercial. No entanto, a UE reforçou que não deixará de agir para defender seus produtores e exportadores. Essa nova etapa de tensões comerciais entre dois dos maiores blocos econômicos do mundo poderá afetar cadeias globais de suprimentos e pressionar ainda mais os mercados, que já enfrentam instabilidades geopolíticas e econômicas.

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Águas Claras: A Manhattan Brasiliense e a Volta da Construtora FAENGE

Águas Claras, a região administrativa com maior verticalização do Distrito Federal se consolidou como um dos principais polos de desenvolvimento urbano e imobiliário nos últimos anos. A característica de possuir grande volume de edifícios lhe rendeu o apelido de Manhattan, em alusão ao famoso bairro de Nova Iorque. Com infraestrutura moderna, localização estratégica, fácil acesso ao metrô, tendo um dos maiores parques da capital, logo conquistou um perfil de moradores exigente e atentos às tendências do mercado, e para atende-los o bairro atraiu atenção de grandes construtoras — e entre elas, um nome se destacou: a FAENGE. Helisson Pelegrini, especialista em mercado imobiliário e referência no segmento, destaca que a Faenge foi responsável por empreendimentos marcantes entre 2006 e 2015, período em que Águas Claras começava a despontar como uma das áreas mais promissoras do DF. “Naquela época, enxergamos o potencial de Águas Claras não apenas como uma expansão urbana, mas como um novo estilo de vida. Criamos empreendimentos que entregavam qualidade, design e conforto — elementos que o morador moderno buscava”, explica Leonardo Ávila. Entre os projetos lançados e entregues pela FAENGE no período, destacam-se edifícios que rapidamente se tornaram referência em padrão de construção e valorização, mudando a paisagem da cidade, como SMART RESIDENCE , PARK STYLE MALL & RESIDENCE , VISTA SHOPPING , SOFFISTICATO LOFTS & LIVING , PLAZA MALL & OFFICE ,MAX Home & Mall, Concept Boutique Residence, dentre os muitos cases de sucesso que marcam a trajetória da Faenge.Eu, Helisson Pelegrini, participei de todos esses lançamentos na época. O bairro se tornou sinônimo de qualidade de vida e investimento seguro.O DNA da Faenge, baseado em inovação, solidez e compromisso com o cliente, foi essencial para o sucesso das entregas. Ao completar seus 25 anos, e alguns anos atuando no Noroeste e Park Sul, onde realizou mais de 12 novos empreendimentos, a Faenge anuncia seu retorno a Águas Claras, onde foi responsável pela entrega de mais de 3 mil imóveis. O retorno será grande, e que abrigará apartamentos de 2, 3 ou 4 quartos, num terreno de 10600 m2, um dos maiores de Águas Claras, com grandes diferenciais que ainda serão divulgados ao mercado.Para Helisson Pelegrini, a volta representa não apenas uma continuação, mas uma evolução. “O momento é ideal. Águas Claras amadureceu, e com ela, o olhar do consumidor. Hoje, ele busca tecnologia, sustentabilidade, praticidade, áreas de convivência, área verde, conforto e bem-estar. Estamos preparados para entregar empreendimentos que não apenas atendem, mas superam essas expectativas.” Destacou Leonardo Avila. A valorização do bairro é notável: segundo dados de mercado, imóveis na região apresentaram valorização superior a 100 por cento na última década, e com projeções ainda mais otimistas para os próximos anos. Para Helisson Pelegrini especialista em lançamento e que acompanha isso na prática desde 2006, essa valorização é resultado de um ciclo virtuoso. “Quem investiu lá atrás colhe os frutos hoje. E quem investir agora, vai estar à frente da curva. Águas Claras ainda tem muito a oferecer. E a Faenge volta para fazer

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BTG Pactual ofereceu R$ 1 pelo Banco Master em negociação estratégica

O BTG Pactual, um dos maiores bancos de investimento da América Latina, apresentou uma oferta simbólica de R$ 1 pelo Banco Master. A proposta inusitada faz parte de uma estratégia financeira comum em operações de aquisição, onde a instituição compradora assume os passivos da empresa adquirida, apostando em sua reestruturação e valorização futura. A movimentação reforça a posição do BTG Pactual como um dos principais agentes do setor bancário, consolidando sua estratégia de expansão e diversificação de ativos. Apesar do valor simbólico da transação, a aquisição envolve um compromisso significativo com as obrigações financeiras e operacionais do Banco Master, o que representa tanto desafios quanto oportunidades para o grupo. Especialistas avaliam que a transação pode ser um marco importante no setor, demonstrando a disposição do BTG em assumir riscos estratégicos para ampliar sua participação de mercado. O desfecho da negociação ainda depende da análise dos órgãos reguladores e das condições impostas para a finalização do negócio. O mercado segue atento aos próximos passos da operação, que pode redefinir o posicionamento do Banco Master no cenário financeiro brasileiro e abrir novas perspectivas para sua recuperação e crescimento sob a gestão do BTG Pactual.

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Governo do Distrito Federal Planeja Nova Cidade para 117 Mil Habitantes

O Governo do Distrito Federal (GDF) está projetando uma nova cidade para abrigar até 117 mil habitantes, com o objetivo de expandir a área urbanizada e distribuir a população de forma mais equilibrada pela região. A iniciativa visa aliviar a pressão sobre o centro de Brasília e promover um desenvolvimento urbano mais sustentável. A nova cidade será localizada em uma área de aproximadamente 1.100 hectares, nas imediações do Jardim Botânico, região que já apresenta um crescimento populacional considerável. O projeto, que inclui moradias, comércio e infraestrutura, está alinhado ao planejamento estratégico de urbanização da capital federal. Com a expansão planejada, a ideia é descentralizar o desenvolvimento de Brasília, oferecendo novas opções de moradia e melhorando a qualidade de vida da população. Além de oferecer infraestrutura básica, como escolas, hospitais e áreas comerciais, a nova cidade será pensada de forma a integrar espaços de lazer e áreas verdes, com o objetivo de tornar a região mais atrativa e funcional para seus habitantes. O GDF busca criar um ambiente de convivência agradável, que atenda às necessidades de uma população crescente. O projeto também deve gerar novas oportunidades de trabalho e atrair investimentos para o DF. A construção de uma cidade planejada será uma forma de responder ao aumento da demanda por imóveis e serviços na capital, que, com o crescimento da população, enfrenta desafios em termos de mobilidade e infraestrutura. O planejamento da nova cidade ainda está em fase de definição, mas a expectativa é que as obras se iniciem em breve, com um cronograma bem estruturado para a entrega das primeiras unidades habitacionais. O GDF destaca que o projeto será fundamental para o desenvolvimento sustentável da região e para garantir que a cidade continue crescendo de forma ordenada e acessível para todos. Helisson Pelegrini

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Venda de Imóveis no Litoral de São Paulo Mantém Alta, com Praia Grande se Destacando

O mercado imobiliário do litoral paulista segue em crescimento, com um destaque especial para Praia Grande, que tem se consolidado como um dos destinos mais procurados por compradores e investidores. A cidade, conhecida por suas belas praias e infraestrutura em constante melhoria, tem atraído cada vez mais interessados em adquirir imóveis, tanto para moradia quanto para investimento. A alta nas vendas de imóveis no litoral de São Paulo reflete uma tendência que vem se fortalecendo nos últimos meses. Além de Praia Grande, outras cidades do litoral paulista, como Santos, Guarujá e São Vicente, também apresentaram números positivos, mas foi Praia Grande que se destacou pela ampla oferta de imóveis novos e pela valorização de seus bairros mais procurados. A expansão da cidade e a melhoria das infraestruturas de transporte e serviços têm sido fatores essenciais para atrair novos moradores e turistas. O aumento de novos empreendimentos, como condomínios e imóveis de alto padrão, também tem impulsionado o mercado, que continua atraindo tanto paulistas em busca de uma segunda residência quanto investidores de fora da região. Especialistas apontam que a busca por imóveis em Praia Grande está sendo impulsionada pela proximidade com a capital paulista, o que garante a fácil acessibilidade a quem trabalha na cidade, mas procura a tranquilidade e qualidade de vida do litoral. Além disso, o preço do metro quadrado mais acessível, em comparação com outras praias mais tradicionais do estado, tem atraído um público diversificado. O momento é favorável para quem está considerando a compra de imóveis no litoral, uma vez que os juros para financiamento continuam em níveis razoáveis e a demanda por imóveis novos e usados continua em alta. Em Praia Grande, a procura por apartamentos e casas de veraneio tem sido expressiva, com destaque para imóveis próximos à orla e à nova área de revitalização da cidade. Com a continuidade de obras de infraestrutura e o fortalecimento de áreas comerciais e turísticas, o mercado imobiliário no litoral de São Paulo, especialmente em Praia Grande, tem boas perspectivas para os próximos anos. A cidade continua se destacando como uma das principais opções de investimento no setor, garantindo a valorização dos imóveis e o aumento da qualidade de vida para seus moradores. Helisson Pelegrini

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Porto Belo: A Nova Sensação do Mercado Imobiliário Catarinense em 2025

Em 2025, Porto Belo, localizada na deslumbrante Costa Esmeralda, superou gigantes como Balneário Camboriú e Itapema, consolidando-se como o destino mais promissor do mercado imobiliário catarinense. A cidade se destaca com números impressionantes: 10.912 unidades lançadas, 9.107 unidades vendidas e um valor geral de vendas (VGV) de R$ 11,45 bilhões lançados e R$ 10,21 bilhões vendidos. Com esses resultados expressivos, Porto Belo conseguiu superar Itapema, que dominava o setor há anos. No entanto, Itapema ainda se mantém à frente no volume de novos empreendimentos lançados (102 contra 91 de Porto Belo) e na oferta final de unidades (8.117 contra 7.020). O crescimento de Porto Belo reflete uma transformação acelerada da cidade em um dos maiores polos imobiliários de Santa Catarina. Esse avanço é um reflexo de diversos fatores, como a qualidade da infraestrutura e a crescente demanda por imóveis de alto padrão. Contudo, um elemento fundamental por trás desse sucesso é a contribuição de especialistas como Helisson Pelegrini, um dos nomes mais respeitados e experientes do setor. Com uma trajetória sólida desde 2007, quando iniciou seus lançamentos imobiliários em Brasília, Pelegrini acumula a marca de mais de 239 empreendimentos lançados e é peça-chave no direcionamento de projetos inovadores que estão transformando o cenário imobiliário de Porto Belo. A expertise de Helisson Pelegrini, combinada com sua visão estratégica e profundo conhecimento do mercado, tem sido essencial para o sucesso de muitos dos novos empreendimentos da cidade. Pelegrini não apenas traz a sua experiência de mais de uma década no setor, mas também um olhar atento às tendências de mercado e às necessidades de um público crescente, cada vez mais exigente e em busca de qualidade e sofisticação. As Cidades de SC com Mais Imóveis Lançados em 2024 O crescimento de Porto Belo é um reflexo de uma tendência que se consolidou em Santa Catarina: o mercado imobiliário segue em plena ascensão. Cidades como Balneário Camboriú, Itapema e Porto Belo lideram o lançamento de novos empreendimentos, atendendo a uma demanda crescente por imóveis de alto padrão e infraestrutura de qualidade. Com o apoio de profissionais renomados como Helisson Pelegrini, o mercado catarinense se fortalece a cada dia. Porto Belo, por sua vez, se destaca como a grande promessa para os próximos anos, com um futuro brilhante no setor imobiliário. Helisson pelegrini

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Samambaia: A Ascensão Imobiliária no Distrito Federal, por Helisson Pelegrini

Nos últimos anos, Samambaia, uma das regiões administrativas do Distrito Federal (DF), tem se destacado como um dos maiores polos de crescimento imobiliário da capital. Criada em 1989, a região, que já é a segunda mais populosa do DF, com mais de 240 mil habitantes, se tornou um ponto estratégico para investidores, sendo vista como um lugar com enorme potencial de valorização e forte desenvolvimento de infraestrutura. Valorização do Metro Quadrado O mercado imobiliário de Samambaia tem mostrado números impressionantes. Em 2023, a região registrou um aumento de 20,44% no valor do metro quadrado em comparação com 2022, atingindo a marca de R$ 9.000. Esse crescimento acelerado é resultado da expansão tanto vertical quanto horizontal da cidade, da melhoria contínua da infraestrutura e da chegada de novos empreendimentos imobiliários. O aumento da oferta de imóveis e a infraestrutura cada vez mais qualificada têm atraído compradores e investidores à região, que tem se consolidado como uma excelente opção para quem busca investir no mercado imobiliário no DF. Infraestrutura e Acessibilidade Samambaia oferece uma localização estratégica, com fácil acesso a outras regiões do DF. A cidade é cortada pela linha de metrô, que possui três estações, e está prevista a expansão da linha em 3,6 km nos próximos anos, o que promete melhorar ainda mais a mobilidade urbana. Além disso, a região conta com avenidas largas, uma malha cicloviária crescente e rotatórias que têm contribuído para a fluidez do tráfego. Essa infraestrutura de transporte tem se mostrado um diferencial importante para quem decide viver ou investir em Samambaia, pois facilita o deslocamento para outras áreas da capital. Expansão Urbana e Novos Empreendimentos A transformação da paisagem urbana de Samambaia é visível a cada novo empreendimento imobiliário que surge na região. A construção de novos prédios residenciais e comerciais tem sido uma constante, com grandes empresas do setor imobiliário adquirindo terrenos para atender à crescente demanda por moradias e espaços comerciais. Esses novos empreendimentos contribuem não só para a modernização da cidade, mas também para o aumento de sua atratividade como uma região que oferece qualidade de vida e boas opções de investimento. Perspectivas para o Futuro O futuro de Samambaia é promissor. Com os investimentos contínuos em infraestrutura e a expansão do mercado imobiliário, a região tem o potencial de se consolidar como uma das mais valorizadas do DF. O crescimento acelerado da população e a chegada de novos moradores, associados ao constante desenvolvimento da infraestrutura urbana, são indicadores claros de que Samambaia continuará sendo um lugar atrativo tanto para investidores quanto para quem busca um novo lar no Distrito Federal. O cenário de expansão econômica e social da cidade se mantém forte, criando um ambiente favorável ao desenvolvimento sustentável da região nos próximos anos. Helisson Pelegrini, especialista em lançamentos imobiliários, acompanha de perto a ascensão de Samambaia e acredita que o processo de valorização da região só tende a se intensificar, tornando-a uma excelente opção para quem deseja investir ou morar no DF

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TJGO: Banco é condenado a indenizar após busca e apreensão ilegal de veículo motivada por cláusula abusiva

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), por meio de sua 8ª Câmara Cível, reformou decisão de primeira instância e julgou improcedente ação de busca e apreensão movida pelo banco Bradesco, em razão da constatação de cláusula abusiva no contrato de financiamento que descaracterizou a mora do consumidor. A decisão colegiada foi unânime e determinou a restituição integral do valor do veículo. A parte requerida foi representada pela advogada Fernanda Fenerichi (@fefenerichi), sócia proprietária do escritório @fenerichi.associados, que sustentou a abusividade da capitalização diária de juros, a falta de transparência contratual, a nulidade das cláusulas impugnadas, a descaracterização da mora e a ilegalidade da apreensão do bem. A atuação foi decisiva para a reversão da liminar anteriormente deferida em favor da instituição financeira e para a responsabilização judicial do banco pelas medidas adotadas. Entenda o caso A demanda foi ajuizada pelo banco após a inadimplência de parcelas do financiamento de um veículo FORD TERRITORY, adquirido por meio de contrato firmado no valor deR$ 180.000,00, com pagamento em 48 parcelas mensais de R$ 5.693,00. Inicialmente, o juízo acolheu o pedido liminar da parte autora e autorizou a busca e apreensão do automóvel, fundamentando-se no Decreto-Lei 911/69 e na prova da mora contratual. Entretanto, a defesa do consumidor apontou que o contrato previa a capitalização diária de juros remuneratórios sem a devida clareza quanto à taxa efetivamente aplicada. Esse vício contratual foi considerado grave o suficiente para afastar a mora, mesmo sem o depósito do valor incontroverso da dívida, conforme jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Fundamentos da decisãoAo julgar o recurso, a 8ª Câmara Cível, entendeu que a cláusula de capitalização diária de juros, sem a devida transparência, violou o princípio da informação, previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC), e caracterizou abusividade contratual. Conforme destacou a relatora, desembargadora Juliana Pereira Diniz Prudente, “como na avença não há informação acerca da taxa diária de juros, resta caracterizada, pois, a abusividade da cláusula contratual relativa à capitalização diária.” Diante disso, a decisão liminar de primeira instância foi revogada, a ação foi julgada improcedente e o banco foi condenado a devolver o veículo apreendido ao consumidor ou, na impossibilidade de devolução, a indenizá-lo em espécie com base no valor integral do bem. Considerações finaisA decisão representa importante precedente no controle da legalidade contratual em financiamentos garantidos por alienação fiduciária, especialmente quanto à transparência dos encargos financeiros e à responsabilidade das instituições financeiras por práticas abusivas. O caso também reforça a proteção ao consumidor e o papel do Judiciário na reparação de medidas extrajudiciais executadas à margem dos limites legais.A atuação da advogada Fernanda Fenerichi foi determinante para a obtenção da reversão da liminar e o reconhecimento da ilicitude na conduta da instituição financeira.

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“Golden Visa: Uma Oportunidade para Impulsionar o Mercado Imobiliário Brasileiro”

O Golden Visa é um programa de imigração oferecido por diversos países, sendo uma das opções mais atraentes para investidores estrangeiros. No Brasil, uma nova tendência surge com o potencial de fortalecer ainda mais o mercado imobiliário: a aplicação de um sistema semelhante ao modelo português, no qual cidadãos estrangeiros podem obter residência por meio de investimentos em imóveis de alto valor. Esse tipo de iniciativa tem atraído investidores do mundo inteiro, principalmente daqueles provenientes de economias emergentes, como o Brasil, e também de grandes potências como os Estados Unidos e a China. O programa tem sido cada vez mais utilizado por aqueles que buscam diversificar suas carteiras de investimento e, ao mesmo tempo, garantir uma residência em um país com boas condições de vida e oportunidades de crescimento. No contexto do mercado imobiliário brasileiro, o Golden Visa pode ter um impacto significativo, principalmente no setor de imóveis de luxo e de alto padrão. A possibilidade de compradores estrangeiros qualificarem-se para residência permanente ao adquirirem propriedades no Brasil traz uma nova perspectiva de crescimento para o mercado, podendo estimular a construção de novos empreendimentos e elevar o valor de imóveis em regiões específicas. O interesse por imóveis de alto valor tem, em muitos casos, gerado efeitos positivos no desenvolvimento de áreas urbanas, com melhorias em infraestrutura e um aumento na demanda por serviços especializados, como segurança, serviços financeiros e jurídicos, além de contribuir para o crescimento do setor de turismo de luxo. Contudo, é fundamental que o governo brasileiro adote medidas regulatórias para garantir que o influxo de investimentos internacionais não gere distorções no mercado imobiliário, como o aumento excessivo de preços ou a criação de uma bolha especulativa. A regulação precisa ser equilibrada, de forma que o programa de Golden Visa continue atraindo investidores sem prejudicar a população local, especialmente nas regiões em que o preço do imóvel já está muito elevado. Dessa maneira, o Golden Visa pode ser uma oportunidade valiosa tanto para investidores quanto para o crescimento do mercado imobiliário no Brasil, desde que implementado com cautela e acompanhando de perto o impacto nas dinâmicas econômicas e sociais.

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Ações do BRB disparam após anúncio de compra do Banco Master

As ações do Banco de Brasília (BRB) (BSLI3) registraram uma forte alta no mercado financeiro após o anúncio da aquisição do Banco Master. A operação, que marca um movimento estratégico de expansão do BRB, foi bem recebida pelos investidores e impulsionou o valor dos papéis na Bolsa. O mercado reagiu positivamente à transação, enxergando a aquisição como uma oportunidade para o BRB fortalecer sua presença no setor bancário, diversificando seus serviços e ampliando sua base de clientes. Com o movimento, o banco reforça sua estratégia de crescimento, mirando novos segmentos e fortalecendo sua atuação nacional. A compra do Banco Master representa um passo significativo para o BRB, consolidando sua posição como uma instituição financeira em expansão e alinhada às novas dinâmicas do setor bancário brasileiro. O mercado seguirá acompanhando os desdobramentos da negociação e seus impactos no desempenho financeiro do banco nos próximos trimestres.

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BRB Adquire o Banco Master: O Impacto no Mercado Financeiro

O Banco de Brasília (BRB) anunciou recentemente a aquisição do Banco Master, uma operação estratégica que promete alterar o panorama do mercado financeiro no Brasil. A compra do Banco Master é mais um movimento de expansão do BRB, que busca consolidar sua posição no setor bancário e diversificar seus serviços. A operação está sendo acompanhada de perto pelo mercado, especialmente devido à relevância do Banco Master no segmento de crédito consignado. O BRB, uma instituição financeira pública vinculada ao Governo do Distrito Federal, tem se destacado nos últimos anos por sua expansão e diversificação. Com a aquisição do Banco Master, o BRB terá acesso a um portfólio robusto de clientes e ampliará sua participação no crédito consignado, um segmento estratégico para a instituição. Como Funciona a Aquisição? A operação de compra do Banco Master é uma aquisição total, o que significa que o BRB irá assumir o controle total das ações do banco. Com a conclusão da transação, o Banco Master passará a fazer parte do conglomerado financeiro do BRB, mas mantendo sua identidade no mercado, pelo menos inicialmente. A compra é vista como uma oportunidade de crescimento para o BRB, que poderá acessar uma base de clientes expandida e aumentar sua competitividade frente a outros bancos privados e públicos do Brasil. O Banco Master, por sua vez, terá à disposição o poder financeiro do BRB para expandir suas operações e melhorar sua oferta de produtos e serviços. Impactos no Mercado Financeiro O movimento de aquisição é um reflexo da crescente consolidação do setor bancário no Brasil, onde as fusões e aquisições são cada vez mais comuns. O mercado financeiro brasileiro tem visto uma onda de fusões entre grandes bancos, o que resulta em um fortalecimento dos players nacionais. Com a aquisição do Banco Master, o BRB se coloca em uma posição mais estratégica, capaz de oferecer uma gama mais ampla de produtos financeiros, como empréstimos, financiamentos e seguros. Além disso, o BRB busca fortalecer seu compromisso com o crédito consignado, que continua sendo um dos principais produtos financeiros do mercado, especialmente para aposentados e pensionistas. O Que Esperar para o Futuro? A aquisição do Banco Master pelo BRB abre um leque de oportunidades para o fortalecimento da instituição e expansão de sua atuação. A expectativa é de que, com o tempo, o BRB e o Banco Master desenvolvam novos produtos financeiros e melhorem a experiência dos seus clientes. Para o mercado financeiro, o movimento também indica que os bancos públicos têm se tornado cada vez mais competitivos, desafiando a liderança dos bancos privados. Porém, o sucesso da operação depende de uma integração bem-sucedida entre as duas instituições, o que pode levar algum tempo. Para os clientes do Banco Master, as mudanças podem ser graduais, mas a promessa é de uma melhoria no atendimento e nos produtos disponíveis. Em resumo, a aquisição do Banco Master pelo BRB representa um passo importante para o fortalecimento do setor bancário público no Brasil, e um movimento estratégico para consolidar o BRB como um

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Encontro de Líderes para Grandes Negócios

Helisson Pelegrini, CEO e fundador do Smartbankbr e Ion Bank, esteve na Monte Bravo Corretora nas últimas quinta-feira, 27/03, e sexta-feira, 28/03, apresentando projetos bilionários de incorporação imobiliária em Porto Belo e Itapema, em Santa Catarina. Ele foi recebido por seu amigo Filipe Portella, cofundador e CEO da Monte Bravo Corretora, uma empresa que atualmente atende mais de 30 mil clientes e administra R$ 40 bilhões sob custódia. Desde que o conheci, Filipe sempre demonstrou uma humildade e disciplina excepcionais, características que o tornam um líder admirável. Parabéns, Filipe, por ser uma pessoa de grande sabedoria e generosidade, cuja liderança inspira todos ao seu redor. “Conheço o Portella desde 2022, quando fui apresentado pelo meu amigo e sócio da Monte Bravo, Felipe Carbona. Naquela oportunidade, tivemos várias rodadas de apresentação do modelo de negócios da Monte Bravo para grandes incorporadores de Brasília, como Paulo Octávio, Leonardo Ávila da Faenge, Rodrigo Nogueira da Ecap e Júnior Nicodemos do Grupo Venâncio. O crescimento da Monte Bravo nos inspira pela agilidade nos processos e pela constante evolução da empresa. Nesse contexto, o SmartbankBR e o Ion Bank estão sempre em busca de levar novas oportunidades para a Monte Bravo avaliar.” “Atualmente, temos em nossa esteira para aprovação crédito de aproximadamente 3,5 bilhões para apoiar a produção de obras junto as construtoras aonde prestamos consultoria em captação de crédito além de 1,5 bilhões destinados à securitização de crédito. Estamos sempre em busca dos melhores parceiros no mercado, e a Monte Bravo se destaca como uma grande parceria.”

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GDF aprova novo bairro em Sobradinho com previsão para mais de 118 mil moradores

O Governo do Distrito Federal (GDF) deu aval para a criação do bairro Urbitá, localizado na região de Sobradinho. O projeto, que será implantado em uma área de 1,6 mil hectares da Fazenda Paranoazinho, prevê a construção de moradias para mais de 118 mil pessoas ao longo dos próximos 40 anos. A proposta urbanística, de iniciativa privada, foi aprovada pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) e publicada no Diário Oficial. Dos 922 hectares pertencentes à Urbanizadora Paranoazinho, 387 hectares foram destinados às novas edificações. Planejamento para evitar cidade-dormitório Uma das principais preocupações do GDF é garantir que o novo bairro não se transforme em uma “cidade-dormitório”. Para isso, a fase inicial do empreendimento priorizará a construção de serviços essenciais, como educação, comércio e saúde, antes da ampliação das moradias. “Nosso objetivo é iniciar a ocupação do bairro com infraestrutura que atenda às necessidades da população local, evitando sobrecarga viária e garantindo um desenvolvimento ordenado”, destacou o secretário de Gestão do Território e Habitação. A localização do Urbitá, às margens da BR-020, levanta preocupações sobre o impacto no trânsito, já que a região enfrenta congestionamentos diários. Para mitigar esse problema, estão previstas obras viárias e um terminal intermodal para integração de ônibus e BRT. Estrutura e inovação O projeto urbanístico do Urbitá segue conceitos modernos de sustentabilidade e mobilidade urbana. O bairro contará com: Infraestrutura verde: mais de 3 milhões de metros quadrados de parques e espaços de convivência; Edificações integradas: prédios de até 10 andares, sem grades ou cercas, promovendo maior interação com o espaço público; Equipamentos públicos essenciais: escolas, centros de saúde e comércios estruturados para atender a demanda da população; Soluções ambientais: estação de tratamento de esgoto e dois reservatórios de água de 500 m³ para garantir o abastecimento. Desafios e preocupações Apesar da promessa de desenvolvimento planejado, especialistas e moradores da região manifestam preocupação com a integração do projeto ao Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e ao Zoneamento Ecológico-Econômico. Segundo urbanistas, o impacto do bairro sobre os recursos hídricos e o trânsito deve ser acompanhado de perto. A primeira etapa do Urbitá, já aprovada pelo Conplan, deve atender inicialmente 11 mil pessoas. Os próximos passos envolvem a implantação das infraestruturas essenciais antes do avanço das construções residenciais, garantindo que o bairro cresça de forma organizada e com qualidade de vida para os futuros moradores.

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BC pode elevar juros para conter inflação; taxa pode atingir patamar da crise de 2015

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (18) e deve aumentar a taxa básica de juros (Selic) de 13,25% para 14,25% ao ano, segundo expectativas do mercado financeiro. Se confirmado, este será o maior patamar desde 2006, durante o primeiro mandato de Lula, quando os juros estavam em 14,75% ao ano. Essa também será a segunda reunião presidida por Gabriel Galípolo, indicado por Lula. A diretoria do BC, agora com maioria de indicações do atual governo, será responsável pela decisão. Inflação elevada e preocupação econômica O Banco Central justifica a possível alta dos juros como medida para conter a inflação, que atingiu 1,31% em fevereiro, o maior índice para o período desde 2003. No acumulado de 12 meses, a inflação chegou a 5,06%, ultrapassando a meta de 3% estabelecida para 2025. Para conter essa alta, o BC utiliza a política monetária de elevação da Selic, buscando reduzir o consumo e a oferta de crédito, freando a demanda. Contudo, especialistas apontam que o crescimento do PIB, que fechou 2024 em 3,4%, e a pressão do dólar, também influenciam a inflação. Impactos da alta dos juros A possível elevação da Selic trará impactos significativos: Reação do governo A estratégia do BC tem sido criticada por autoridades do governo, como o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que chamou a política de elevação dos juros de “imbecilidade” por frear o crescimento econômico. Enquanto o Brasil discute sua taxa de juros, o Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, deve manter os juros entre 4,25% e 4,50% ao ano. Investidores americanos monitoram o impacto das tarifas comerciais impostas por Donald Trump sobre a inflação e a economia. A decisão do Copom será anunciada no fim da tarde desta quarta-feira, podendo impactar diretamente os rumos da economia brasileira.

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Terracap projeta futuro do DF com novo bairro planejado

Setor Jóquei Clube, em Vicente Pires, abrigará mais de 50 mil moradores e trará infraestrutura moderna para a região O crescimento populacional do Distrito Federal exige investimentos contínuos em infraestrutura e moradia. Com uma população que se aproxima dos 3 milhões de habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Brasília avança em direção a novas soluções habitacionais planejadas. Nesse contexto, o Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) aprovou, no último ano, a criação do Setor Jóquei Clube (SJC), uma nova região administrativa que promete transformar a dinâmica urbana da capital. O projeto prevê a construção de 17 mil apartamentos para acomodar cerca de 50 mil moradores, além da implementação de uma infraestrutura completa para garantir qualidade de vida e desenvolvimento sustentável. Infraestrutura completa e planejamento sustentável Responsável pela concepção e execução do projeto, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) planeja um bairro moderno, integrado e sustentável. A área, localizada na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), em Vicente Pires, abrange 2,2 milhões de metros quadrados e contará com: ✔️ Dois parques urbanos e amplas áreas verdes✔️ Infraestrutura pública com escolas e equipamentos comunitários✔️ Nova subestação de energia para garantir estabilidade no fornecimento✔️ 261 lotes planejados para moradias, comércio e serviços “Esse projeto simboliza nosso compromisso em oferecer moradias regulares e integradas com infraestrutura de qualidade, proporcionando qualidade de vida para mais de 50 mil moradores. Um bairro planejado é muito mais do que um conjunto de construções: ele é uma resposta concreta à demanda por habitação digna, equilibrando moradia, comércio, serviços e áreas verdes. Isso reflete o esforço da Terracap e do GDF em promover desenvolvimento sustentável e ordenado.”— Izidio Santos Junior, presidente da Terracap Etapas de aprovação e comercialização dos lotes O projeto urbanístico já foi apresentado à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF (Seduh) e aguarda análise técnica. Após essa etapa, seguirá para aprovação via decreto governamental, permitindo que interessados registrem os lotes em cartório e iniciem os investimentos. Além das áreas exclusivamente residenciais, o Setor Jóquei Clube adotará um modelo de uso misto, com prédios residenciais nos andares superiores e áreas comerciais e de serviço nos pisos térreos. Essa estratégia visa fomentar a economia local e regional, proporcionando mais praticidade aos futuros moradores. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) também validou o projeto, que mantém a altura máxima das edificações fixada em 21 metros, garantindo a harmonia paisagística da cidade. Investidores destacam potencial do novo bairro O setor imobiliário enxerga o Setor Jóquei Clube como uma oportunidade estratégica para suprir a demanda por moradia de qualidade em Brasília. “Temos interesse em investir no Setor Jóquei Clube. O bairro chega para atender a uma demanda reprimida. Águas Claras possui poucos terrenos disponíveis, o Noroeste está na fase final de conclusão, e vemos esse empreendimento como uma oportunidade de crescimento sustentável para Brasília.”— Pedro Fernandes, CEO da Beiramar e da BRM Asset Fernandes ressalta ainda a localização privilegiada do novo setor, posicionado entre Águas Claras e

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Bairro do Jóquei tem previsão de início para setembro de 2025

Lançamento do novo bairro, voltado para a classe média, avança para fase de licitação no segundo semestre O Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub) tem sido um instrumento fundamental para a expansão planejada da capital. Entre os principais projetos viabilizados, destaca-se a criação do bairro Jóquei, destinado ao público de classe média. O tema foi abordado pelo presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Roberto Botelho, durante entrevista ao programa CB.Poder — uma parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília. Além do novo bairro, Botelho também discutiu o uso do trecho 4 do Setor de Clubes Sul e os desafios da habitação popular no DF. Novidades imobiliárias trazidas pelo PPCub Entre as mudanças previstas, um dos pontos de destaque é a flexibilização do uso das quadras 900 na Asa Sul. “A única maneira de ampliar a oferta habitacional dentro do Plano Piloto é permitindo novos usos para essas áreas”, explica Botelho. Outro avanço importante é a transformação do trecho 4 do Setor de Clubes Sul. Atualmente, a área abriga uma mistura de hotéis e clubes, mas a proposta do PPCub prevê sua destinação exclusiva para empreendimentos hoteleiros. “Os clubes que estavam ali não existem mais, incluindo a Academia de Tênis. Caso seja aprovado, o setor será dedicado apenas a hotéis”, esclarece. Bairro Jóquei: um projeto moderno e sustentável O bairro Jóquei está sendo projetado para oferecer uma infraestrutura completa e sustentável, com calçadas amplas, ciclovias e um Parque Central que homenageia a antiga pista do Jockey Clube. Segundo Botelho, a previsão é que o projeto seja apreciado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan) entre julho e agosto. “Uma vez aprovado, ele segue para registro, e acredito que até setembro ou outubro a Terracap terá condições de licitar os primeiros terrenos”, afirma. A nova área habitacional terá capacidade para aproximadamente 45 mil moradores e contará com edifícios altos, proporcionando melhor ventilação, maior aproveitamento da luz natural e um ambiente urbano mais agradável. O projeto busca atender a um público com renda intermediária, posicionado entre os moradores de Águas Claras e Guará, regiões que atualmente carecem de novas ofertas de moradia para essa faixa econômica. Redução do ITBI: impacto para o setor imobiliário Outro tema abordado foi a demanda da Ademi-DF para a redução do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que passou de 2% para 3% nos últimos governos. A entidade defende o retorno à alíquota anterior, visando facilitar a regularização de contratos de gaveta e estimular a formalização de escrituras. “O secretário de Economia, Ney Ferraz, nos recebeu e já está conduzindo um estudo para essa mudança. Acreditamos que o governador Ibaneis Rocha cumprirá essa promessa de campanha em breve”, diz Botelho. A redução da alíquota pode impulsionar a arrecadação do governo, uma vez que mais compradores se sentirão incentivados a formalizar a escritura de seus imóveis. “Quando houve o aumento temporário de 1% na alíquota, a arrecadação do ITBI cresceu. Nossa expectativa é que,

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Análise do Mercado Imobiliário: A Expectativa para Março de 2025

O mercado imobiliário atravessa uma fase de ajustes contínuos, e para muitos inquilinos, as perspectivas não são favoráveis: os aluguéis devem continuar sua trajetória de alta nos próximos meses. Essa tendência é impulsionada pelos recentes aumentos nos principais índices que impactam o setor, influenciando diretamente os contratos de locação. Além disso, os custos de construção têm se elevado e a valorização dos imóveis segue em um ritmo superior à inflação. O Portal VGV apresenta uma análise aprofundada sobre os principais indicadores que explicam essa dinâmica: IGMI-R, INCC, IGP-M e IPCA. A seguir, examinamos o impacto de cada um deles no mercado e as previsões para o futuro próximo. IGMI-R: Indicador da Valorização Imobiliária O IGMI-R (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Residencial) passou a integrar o Painel do Boletim FOCO VGV, tornando-se um termômetro essencial para entender a valorização dos imóveis residenciais no Brasil. Este indicador tem mostrado uma valorização constante dos imóveis, o que contribui para o aumento dos aluguéis. Proprietários que utilizam o IGMI-R para ajustar os preços podem intensificar a alta dos aluguéis, tornando o cenário mais desafiador para os inquilinos. INCC: O Impacto do Custo de Construção O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) reflete o aumento contínuo nos custos de materiais, mão de obra e serviços no setor da construção civil. A elevação desse índice pressiona os preços dos imóveis novos, uma vez que as incorporadoras atualizam suas tabelas para repassar os custos. Como resultado, os preços de venda e aluguel aumentam, uma vez que investidores buscam retornos proporcionais aos seus custos de aquisição. IGP-M: O Índice de Reajuste dos Aluguéis O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) é o indicador mais familiar para os inquilinos, sendo amplamente utilizado para o reajuste dos contratos de locação. Nos últimos meses, o IGP-M tem apresentado uma aceleração, o que leva a aumentos expressivos nos valores dos aluguéis. Mesmo contratos atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) não estão imunes a esse movimento, já que a inflação geral também afeta os custos do mercado imobiliário. IPCA: Pressão Inflacionária O IPCA de fevereiro de 2025 registrou uma alta vigorosa, reforçando a pressão sobre os contratos de locação indexados a esse índice. Esse aumento tende a influenciar diretamente o custo de vida e, por consequência, os valores dos aluguéis, uma vez que a inflação impacta todos os setores da economia. O Futuro do Mercado de Locação Com base nesse cenário, a expectativa é de que os aluguéis continuem sua trajetória de aumento, especialmente em regiões com alta demanda habitacional. Os principais fatores que devem impulsionar essa tendência incluem: Para inquilinos, é essencial monitorar esses índices e se preparar para eventuais reajustes. Para aqueles que pretendem alugar um imóvel, a negociação cuidadosa se torna crucial para assegurar condições contratuais mais favoráveis. Perspectivas para o Mercado Imobiliário em Março de 2025 Os indicadores atuais mostram que o mercado imobiliário seguirá pressionado nos próximos meses. O IGMI-R sinaliza a valorização dos imóveis, o INCC aponta para um aumento nos

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Centro Urbano do Tororó: O Novo Marco no Desenvolvimento Urbano de Brasília

Brasília está prestes a ganhar um novo bairro planejado que promete revolucionar o conceito de moradia e desenvolvimento sustentável no Distrito Federal. O Centro Urbano do Tororó, localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico, surge como um projeto inovador que alia infraestrutura moderna, qualidade de vida e sustentabilidade ambiental. Planejamento Urbano e Infraestrutura O Centro Urbano do Tororó é uma iniciativa conduzida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), visando criar um espaço completo para seus futuros moradores. O projeto prevê a construção de unidades habitacionais, centros comerciais, escolas, postos de saúde, áreas de lazer e infraestrutura viária moderna, garantindo conectividade e acessibilidade para a população. Com investimentos significativos em saneamento básico, iluminação pública e mobilidade urbana, a proposta busca reduzir a necessidade de deslocamentos para outras regiões administrativas, tornando o bairro um modelo de cidade compacta e funcional. Sustentabilidade e Preservação Ambiental Um dos principais diferenciais do Centro Urbano do Tororó é o compromisso com a sustentabilidade. Durante a audiência pública realizada para apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), especialistas destacaram a necessidade de medidas ecológicas para a preservação das áreas verdes e dos recursos hídricos locais. O projeto prevê a implementação de tecnologias sustentáveis, como o reuso de águas pluviais, energia solar para iluminação pública e sistemas de gestão de resíduos sólidos eficientes. Além disso, haverá áreas de preservação ambiental e parques integrados ao bairro, garantindo espaços de convivência harmoniosos com a natureza. Perspectivas Econômicas e Mercado Imobiliário Com a criação do Centro Urbano do Tororó, espera-se um crescimento expressivo no mercado imobiliário da região. Incorporadoras já demonstram interesse no projeto, prevendo uma valorização significativa dos imóveis no bairro. O empreendimento atrai investidores, empreendedores e famílias que buscam uma alternativa moderna e sustentável para morar no Distrito Federal. Além disso, a criação de um polo comercial robusto dentro do bairro deverá gerar empregos e fomentar a economia local, promovendo um desenvolvimento integrado e equilibrado. Cronograma e Expectativas O início das obras está previsto para os próximos meses, e a expectativa é que o bairro esteja completamente estruturado dentro de alguns anos. O GDF e a Terracap garantem que o projeto seguirá todas as normativas ambientais e urbanísticas, assegurando que a população tenha um espaço planejado de forma eficiente e sustentável. O Centro Urbano do Tororó se posiciona como um dos empreendimentos mais promissores do Distrito Federal, trazendo um novo conceito de urbanização que une modernidade, qualidade de vida e preservação ambiental. Com essa iniciativa, Brasília dá mais um passo rumo a um futuro urbano mais organizado e sustentável. Helisson de Jesus Pelegrini

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Helisson de Jesus Pelegrini gentil trás notícia de um dos maiores lançamentos de Goiânia em fevereiro

A Flamboyant Urbanismo, reconhecida por desenvolver projetos inovadores e sofisticados, anunciou o lançamento de novos empreendimentos residenciais no Jardim Goiás, em Goiânia. Com um Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 600 milhões, os projetos visam atender ao público de alto padrão que busca exclusividade e sofisticação. Os empreendimentos estarão localizados na Avenida H, próximo ao Parque Flamboyant e ao Flamboyant Shopping, consolidando ainda mais a valorização da região. Em breve contará com projeto 40 unidades de 420m² cada, enquanto o segundo oferecerá 80 apartamentos com metragens entre 250m² e 300m². Os lançamentos terão assinatura do renomado escritório de arquitetura Perkins & Will, garantindo um design moderno e funcional, além de infraestrutura completa para atender às demandas dos futuros moradores. A Flamboyant Urbanismo também planeja um projeto comercial inovador na região, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento urbano de Goiânia.Por Helisson Pelegrini

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Impacto da Frente Fria e da Redução de Impostos nos Preços dos Alimentos

As recentes iniciativas do Governo Federal para conter a alta dos preços dos alimentos, incluindo a redução das tarifas de importação para itens como carne, café, açúcar e milho, têm gerado diferentes avaliações por parte de especialistas e do setor agropecuário. Além disso, as condições climáticas, especialmente a atuação de uma frente fria, também exercem influência significativa sobre a oferta e os preços dos produtos agrícolas. Clima e Produção Agropecuária A queda das temperaturas pode impactar diretamente a produção agrícola, sobretudo no Sul do Brasil, onde as baixas temperaturas ainda persistem. O contador, administrador e especialista em recuperação judicial, Marcello Marin, explica como as condições climáticas adversas podem afetar a produção de alimentos. “Temperaturas muito baixas podem comprometer lavouras sensíveis, como hortaliças, frutas e até grãos, reduzindo a oferta e pressionando os preços para cima. Além disso, o aumento da demanda por produtos típicos do frio, como laticínios e carnes, pode encarecer esses itens. A logística também pode ser prejudicada, uma vez que as dificuldades no transporte podem impactar o abastecimento em determinadas regiões”, afirma Marin. Já o advogado especialista em agronegócios e logística marítima, Larry Carvalho, destaca que a ocorrência de geadas em regiões estratégicas pode representar um fator adicional de pressão sobre os custos do setor. “A possibilidade de geadas em áreas produtoras relevantes pode comprometer lavouras e gerar aumento nos custos para os produtores, que podem repassar esse encargo ao consumidor. O impacto tende a ser mais expressivo caso a frente fria atinja o Centro-Sul do Brasil, uma região fundamental para a produção agrícola nacional”, analisa Carvalho. Redução de Impostos: Solução ou Medida Pontual? As ações do governo para mitigar a alta dos preços por meio da redução de impostos geram avaliações divergentes entre especialistas e representantes do agronegócio. Enquanto alguns enxergam a iniciativa como um alívio pontual, outros consideram que o impacto pode ser limitado, especialmente diante de fatores macroeconômicos mais amplos. Para Marcello Marin, a redução de tarifas sobre importações pode trazer alívio momentâneo, mas não representa uma solução definitiva. “O preço final dos alimentos não é determinado apenas pelos impostos. Fatores como custos logísticos, taxa de câmbio, demanda global e margens de lucro também exercem influência. Se a estrutura logística e a oferta interna não forem suficientemente ajustadas, a redução nos preços pode ser pequena e temporária”, avalia. Por outro lado, Larry Carvalho acredita que a medida pode gerar efeitos positivos em itens da cesta básica com maior elasticidade de oferta. “Se os produtos importados conseguirem competir de forma eficiente e os importadores repassarem integralmente a redução tarifária ao consumidor, essa iniciativa pode contribuir para conter a inflação no curto prazo”, destaca Carvalho. No entanto, ele ressalta que a redução de tarifas não elimina os desafios estruturais que afetam a inflação de alimentos. “A inflação decorre de múltiplos fatores, como os custos de transporte, a volatilidade cambial e os eventos climáticos. A redução tarifária pode ser um instrumento auxiliar, mas não substitui políticas estruturais mais amplas”, alerta. Além disso, Marin ressalta que a desoneração

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Token $Eike, na Solana, está por trás de projeto de Eike Batista que pode valer “$63 bilhões”

Eike Batista está lançando um projeto inovador centrado na “super cana”, uma variedade geneticamente aprimorada de cana-de-açúcar que promete revolucionar o agronegócio. Após garantir um investimento inicial de US$ 500 milhões para adquirir 70 mil hectares próximos ao Porto do Açu, Eike planeja expandir a produção com uma tecnologia desenvolvida ao longo de duas décadas por pesquisadores brasileiros, capaz de gerar significativamente mais etanol e biomassa que variedades tradicionais. O elemento mais disruptivo do projeto é o token $EIKE, desenvolvido na blockchain Solana, que será oferecido principalmente a investidores americanos. A meta é captar US$ 100 milhões com a venda de 100 milhões de tokens a US$ 1 cada, garantindo aos detentores o direito a 10% dos lucros futuros do empreendimento. Esta estratégia representa uma abordagem pioneira para financiar um megaprojeto ancorado em ativos reais através da tokenização. Os investidores do $EIKE estarão sujeitos a um período de lock-up de quatro anos, tempo que Eike considera necessário para que o projeto atinja a lucratividade desejada. O modelo de negócio prevê múltiplos módulos de produção com plantio gradual, onde cada módulo poderia gerar um EBITDA de US$ 5,9 bilhões, resultando em um valuation potencial de US$ 63 bilhões na maturidade com base em um múltiplo de 10,5x EBITDA. Além da produção de etanol, a biomassa da “super cana” tem aplicações diversas, incluindo combustíveis sustentáveis para aviação (SAF) e alternativas ecológicas ao plástico convencional. A tecnologia desenvolvida resulta em variedades mais resistentes a pragas e secas, com produtividade superior por hectare em comparação às variedades tradicionais. As informações são do portal Brazil Journal.

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Helisson de Jesus Pelegrini gentil traz notícias do marcado imobiliária atua

A PDG Realty recebeu uma proposta de aquisição por parte da SHKP Real Estate Development, uma das maiores incorporadoras de Hong Kong, o que pode marcar o fim da trajetória da empresa no mercado brasileiro. A proposta, não vinculante, prevê a compra de todas as ações da PDG por um valor de US$ 0,017 cada, totalizando US$ 29,6 milhões (aproximadamente R$ 171,7 milhões). A SHKP vê valor nos ativos da PDG, com um grande potencial para futuros lançamentos e alinhamento com sua estratégia de internacionalização, que inclui aquisições e reestruturações de empresas em dificuldades financeiras. A PDG, que foi a maior incorporadora do Brasil em termos de lançamentos, vendas e valor de mercado entre 2010 e 2011, começou a enfrentar sérios problemas financeiros a partir de 2012. A empresa foi impactada por uma combinação de dificuldades operacionais, alta alavancagem e atrasos em obras, o que a levou a entrar com pedido de recuperação judicial em 2017. Durante esse período, tentou lançar uma nova marca, mas não conseguiu recuperar a rentabilidade. Desde então, a PDG tem lutado para se reerguer, mas não conseguiu retomar sua posição no mercado de forma significativa. No terceiro trimestre de 2024, a PDG registrou um prejuízo de R$ 274,4 milhões, o que representa uma piora de 22% em relação ao mesmo período de 2023, quando o prejuízo foi de R$ 225,7 milhões. Esse desempenho reflete a continuidade das dificuldades financeiras da empresa. Agora, a proposta de venda para a SHKP pode ser vista como uma saída para uma empresa que, apesar de ter sido um grande nome no mercado imobiliário brasileiro, não conseguiu superar seus problemas financeiros nos últimos anos. Resumo da operação:Proposta de aquisição: A SHKP, uma gigante imobiliária de Hong Kong, propôs comprar todas as ações da PDG Realty por US$ 29,6 milhões (cerca de R$ 171,7 milhões), o que resultaria no fechamento de capital da empresa. Histórico de dificuldades: A PDG foi uma das maiores incorporadoras do Brasil, mas enfrentou sérias crises financeiras a partir de 2012, incluindo problemas operacionais e atrasos em obras, o que a levou a uma recuperação judicial em 2017. Prejuízos contínuos: Em 2024, a empresa registrou um prejuízo de R$ 274,4 milhões no terceiro trimestre, piorando o resultado do ano anterior, o que evidencia a continuidade de sua crise financeira. Por : Helisson Pelegrini CEO do SmartNews é responsável pela noticias do mercado imobiliário

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Portaria regulamenta regras para Desenrola Pequenos Negócios

Lançado na última segunda-feira (22), o Desenrola Pequenos Negócios, que permitirá a renegociação de dívidas de pequenos negócios e de microempreendedores individuais (MEI), teve as regras regulamentadas nesta sexta-feira (26). O Ministério da Fazenda publicou uma portaria que define a participação dos bancos nas renegociações. Entrarão nas renegociações dívidas vencidas há mais de 90 dias na data de lançamento do programa, na última segunda. Não haverá limites para o valor da dívida nem de tempo máximo de atraso. Segundo o Ministério da Fazenda, isso incentiva a concessão de descontos mais elevados para débitos mais antigos e de valores mais altos. A versão do Desenrola para as micro e pequenas empresas é um dos quatro eixos do Programa Acredita, que pretende ampliar o acesso ao crédito e estimular a economia. Apesar de a renegociação teoricamente ter entrado em vigor na terça-feira (23), dia da publicação da medida provisória, os negócios de menor porte ainda não podiam pedir o refinanciamento porque as regras não estavam regulamentadas. A partir da publicação da portaria, as instituições financeiras podem fazer os últimos ajustes operacionais para começarem as renegociações das dívidas. A previsão é que as renegociações do Desenrola Pequenas Empresas comecem efetivamente na próxima semana. Crédito tributário O programa Desenrola Pequenos Negócios oferece incentivos tributários para que bancos e instituições financeiras renegociem dívidas de pequenas empresas. As instituições que aderirem ao programa terão direito a um crédito presumido de impostos. Não haverá custo para o governo neste ano porque a apuração do crédito presumido poderá ser realizada entre 2025 e 2029. Por meio do crédito presumido, as instituições financeiras têm direito a abater de tributos futuros prejuízos em algum trimestre. A portaria também regulamentou o cálculo desses créditos. Segundo o Ministério da Fazenda, o crédito tributário será calculado com base no menor valor entre o saldo contábil bruto das operações de crédito renegociadas e o saldo contábil dos créditos decorrentes de diferenças temporárias. As diferenças temporárias são despesas ou perdas contábeis que ainda não podem ser deduzidas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), mas que podem ser aproveitadas como crédito tributário no futuro, o que é permitido pela legislação tributária. A concessão de créditos tributários alavanca o capital dos bancos para a concessão de novos empréstimos. Esse incentivo não gera nenhum gasto para 2024, e nos próximos anos o custo máximo estimado em renúncia fiscal é muito baixo, da ordem de R$ 18 milhões em 2025, apenas R$ 3 milhões em 2026, e sem nenhum custo para o governo em 2027.

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AgroBrasília fecha 15ª edição com R$ 5 bilhões em negócios

Encerrada neste final de semana, a AgroBrasília – Feira de Tecnologia e Negócios do Agro registrou crescimento de negócios na ordem de 25%, saltando dos R$ 4 bilhões de 2023 para R$ 5 bilhões este ano. Realizada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF), a exposição de tecnologia e negócios tem foco nos empreendedores rurais de diversos portes e segmentos. Para José Guilherme Brenner, diretor-presidente da AgroBrasília, o resultado expressivo também se traduziu no público presente. “Tivemos quase 600 expositores, um recorde, com 170 mil visitantes. A gente acredita, pelo que conversamos com todos, que vamos chegar aos R$ 5 bilhões de negócios, que é muito significativo”, avaliou, lembrando ainda o caráter tecnológico da exposição. “Também é importante que o produtor esteja aqui presente, olhando as tecnologias, conhecendo, comprando e levando para a propriedade. A gente sabe que através da tecnologia se consegue produzir cada vez mais usando menos recursos. O produtor sabe que não pode ficar atrás. Não há como deixar de participar da corrida tecnológica”, enfatizou. Entusiasta da evolução do agronegócio em Brasília, o empresário Paulo Octávio celebrou os 15 anos da AgroBrasília. “Assisti à inauguração da primeira exposição, há 15 anos, e é uma alegria ver o crescimento do setor aqui no Distrito Federal. Os fundadores de Brasília não poderiam imaginar que o Cerrado Brasileiro seria tão rico e tantos negócios poderiam surgir desta feira aqui na capital”, afirmou. “A AgroBrasília é muito importante, pela geração de empregos, pela economia e pelo crescimento do agronegócio. Brasília hoje exporta, e quero antever que teremos mais negócios externos de produtos brasilienses. Sempre digo que devemos vender o morango de Brasília, que é sensacional, para a Europa e Estados Unidos. Esse é o caminho do produtor rural aqui do DF. Aproveitar esse solo rico e esse clima diferente e produzir cada vez mais”, destacou. A exposição, para ele, além de integrar produtores e indústria, mostra o nível de tecnologia que o Brasil está oferecendo no campo. “É por isso que a produção está aumentando a cada ano. Nós temos um solo maravilhoso e uma produção maravilhosa. Incentivar o agronegócio é fundamental”, destacou. “Hoje a gente vê que o Cerrado é a riqueza do Brasil. E há muita coisa a se descobrir no Brasil”, finalizou. Crescimento tecnológicoEsse boom de tecnologia no campo não é necessariamente uma grande máquina, cheia de recursos, segundo o diretor-presidente da AgroBrasília, José Guilherme Brenner. “Muitas vezes é uma semente ou um material diferente ou ainda uma maneira nova de cultivar. Nós temos aqui um dia dedicado à agricultura sustentável, que mostra novas técnicas”, acrescentou. “Estou trabalhando com agricultura há 30 anos e vi muita coisa mudar. A maneira de plantar mudou, as técnicas mudaram, os maquinários mudaram. A agricultura tem uma coisa curiosa: quando você vê de fora, imagina que é repetitiva. Mas poucos setores são tão dinâmicos e mudam tanto quanto a agricultura, ano após ano. Os desafios vão surgindo e o produtor vai sempre buscando uma solução. A agricultura que se pratica no DF e

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Campos Neto: moeda digital Drex vai reduzir o custo de negócios no Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, avaliou nesta segunda-feira (9) que a criação de uma moeda digital deve ajudar a reduzir a fricção e o custo de registrar e fazer contratos e negócios no Brasil. O regulador trabalha no desenvolvimento do Drex, projeto de moeda digital de banco central (CBDC, na sigla em inglês). “É uma moeda que o formato é muito diferente do que eu vejo por aí, porque entendemos que o principal desafio de fazer a moeda digital era não desintermediar os bancos“, disse Campos Neto, durante fala no XXXIII Encontro de Lisboa entre os bancos centrais dos países de língua portuguesa. A saída foi criar um token emitido por um banco com base em um bloqueio de um depósito. Na visão de Campos Neto, o modelo brasileiro é “mais fácil e melhor” do que as experiências existentes porque não faz a desintermediação bloqueada e ainda insere o conceito de tokenização, o que significa, na prática, que tende a ser mais seguro e moderno. “Isso gera modernização na parte de riscos, asset management, funding, gestão de colateral, então tem uma externalidade positiva muito grande dos bancos passarem a fazer isso“, avaliou Campos Neto. De acordo com ele, o Drex também traz benefícios em termos de regulamentação uma vez que o BC não vai precisar criar uma nova regra para abarcar a moeda digital, que se encaixa na existente. “Entendemos que isso vai gerar uma eficiência não só em termos de regulamentação financeira, mas em toda a parte de registro de contratos“, afirmou o presidente do BC brasileiro, acrescentando que a expectativa é de que o Drex reduza muito o custo de fazer negócios em geral no Brasil.

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Abilio Diniz imprimiu estilo competitivo à vida e aos negócios

Abilio Diniz sempre teve muito gosto por competir. Para muitos que o conheceram, ele era muito mais do que competitivo: era obsessivo. Abilio já era um empresário conhecido na década de 60 quando passou a ser um dos principais pilotos dos tempos românticos do automobilismo brasileiro. Ganhou várias provas com um Alfa Romeo vermelho. Em 1971, foi vice-campeão brasileiro de automobilismo e eleito o “Homem de Vendas” do ano. Deixou o automobilismo, mas nunca deixou de competir, nos esportes e nos negócios. Abilio morreu neste domingo (18) aos 87 anos, vítima de insuficiência respiratória em função de uma pneumonite e será sepultado nesta segunda-feira (19), em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein, na capital paulista, com pneumonia e seu quadro se agravou. O empresário viajou em janeiro para Aspen, no Colorado (EUA), enquanto se recuperava de duas cirurgias no joelho. Ele se sentiu mal e voltou às pressas para o Brasil. Antes disso, fez uma publicação no seu perfil no Instagram quando ainda estava nos Estados Unidos. O empresário disse que, na ocasião, não poderia aproveitar os esportes de inverno na neve devido à sua recuperação. Sua carreira de empresário começou em 1959. Mais velho dos 6 filhos do português Valentim dos Santos Diniz e de sua mulher, Floripes, abriu com o pai o primeiro supermercado Pão de Açúcar no Paraíso, em São Paulo, bairro onde passou a infância. Era na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, ao lado da Doceria Pão de Açúcar, que Valentim abrira em 1948. Valentim tinha chegado ao Brasil em 1929, e Abilio nascera em 28 de dezembro de 1936. Formado em Administração de Empresas pela FGV, Abilio foi estudar Marketing e Economia nos EUA em 1965. Logo depois de sua volta ao Brasil, o Pão de Açúcar já era a maior rede varejista do País. Na década de 70, com a aquisição da Eletroradiobraz, se tornou a maior varejista da América Latina, e inovou ao criar os primeiros hipermercados do País. O grupo seguiu fazendo aquisições, comprando os tradicionais rivais Peg-Pag e Superbom. Nessa época, já tinha negócios em Portugal e Angola. Eram os tempos do chamado “milagre brasileiro“, na fase mais dura da ditadura militar. Ao contrário de outros empresários, que em meados dos anos 70 começaram a pedir a abertura da economia brasileira, Abilio se manteve discreto, falando só de negócios ou algo sobre a inflação, que começava a ser um problema sério da economia e afetar a lucratividade do grupo. Em entrevista ao Estadão, em 1979, disse: “Inflação? Cada um faça sua parte“. Em 1981, foi criada a Companhia Brasileira de Distribuição (CBD) Foi nesse ano que, finalmente, se une ao coro dos que pediam a abertura da economia. Quatro anos depois, chegaria a estar numa lista de possíveis ministros do primeiro governo civil após a queda da ditadura, o de José Sarney. Logo depois sofreu com o congelamento de preços determinado durante o Plano Cruzado. As prateleiras dos supermercados ficavam vazias. Diniz chegou a ser indiciado e acusado de sonegar mercadorias.

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Grupo Voga traz para BSB ecossistema de negócios

A história do Grupo Voga é baseada em um crescente sucesso. Em 2022, o escritório de investimentos foi adquirido pelo BTG Pactual, o que potencializou ainda mais o triunfo do grupo. Atualmente, o Voga conta com mais de R$2,5 bilhões sob custódia, 150 funcionários e cerca de 4.000 clientes. Ainda, trouxe à capital federal um ecossistema de negócios. Para acompanhar o êxito, o grupo foi além e criou um ecossistema com núcleos de negócios especializados em consultoria empresarial, uma gestora de recursos e de seguros, uma plataforma de equity crowdfunding e uma boutique de M&A. Neste ano, em parceria com um grande player de educação nacional, foi criado o Voga Educa, que oferece pós-graduações e seus modelos in Company de educação financeira. Esse é apenas um dos serviços do ecossistema do grupo, também composto pelo Bluemetrix Asset (solução de gestão de patrimônio), Voga Wealth (atendimento para famílias), Blue Bridge (especializada em M&A) e Bridge Hub (equity crowdfunding). Com relação aos planos futuros, os sócios Tiago Alvim, João Victor Beze e Daniel Cambraia afirmam que agregar os benefícios do BTG aos clientes e consolidar Brasília como um novo complexo financeiro estão entre os principais. 

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CEO do Smartbankbr anuncia projetos imobiliários com VGV de R$ 10 bilhões

Helisson Pelegrini, CEO do Smartbankbr e do Ion Bank, apresentou na última semana quatro projetos do setor imobiliário com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em mais de R$ 10 bilhões. Os empreendimentos, que devem ser lançados em até 18 meses, estão localizados em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goiás. Os projetos incluem um condomínio de alto padrão em Balneário Piçarras (SC), um desenvolvimento estratégico em Florianópolis (SC), um resort de luxo no Vale dos Vinhedos (RS) e um complexo turístico na Chapada dos Veadeiros (GO).Segundo Pelegrini, que atua na prospecção de terrenos e na estruturação financeira junto a fundos internacionais, o setor de hotelaria e resorts vive um momento de expansão no país. “Estamos confiantes de que em até 18 meses iniciaremos as obras de forma simultânea”, disse. Para ele, os projetos devem reposicionar o Brasil no mercado global de turismo e desenvolvimento imobiliário. O executivo afirma que há interesse de investidores nacionais e estrangeiros nas iniciativas, que envolvem planejamento de longo prazo e foco em turismo de alto padrão.

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Ibovespa fecha semana em alta impulsionado por lucros de bancos e alívio na inflação

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira, 9 de maio de 2025, com leve valorização de 0,24%, atingindo 136.480 pontos. No acumulado da semana, o principal índice da bolsa brasileira avançou 1,05%, marcando a quinta semana consecutiva de ganhos — sequência que não era registrada desde 2023. Os resultados corporativos positivos, especialmente no setor bancário, deram sustentação ao desempenho da bolsa. As ações do Itaú Unibanco (ITUB4) se destacaram com alta de 5,21%, após o banco apresentar um lucro trimestral acima das estimativas. Bradesco (BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3) também contribuíram para o movimento de alta, com avanços de 0,53% e 0,34%, respectivamente. No varejo, o Assaí (ASAI3) foi o único entre os supermercadistas a apresentar valorização significativa, fechando o dia com alta de 2,87%. No segmento de small caps, os papéis da RCSL3 dispararam 27,76%, liderando os ganhos do dia, seguidos por ANIM3, que subiu 16,19%. Por outro lado, o setor aéreo apresentou fortes perdas. A Gol (GOLL4) registrou queda expressiva de 24,37% após anunciar um plano de aumento de capital de até R$ 19,25 bilhões. A Azul (AZUL4) também recuou, com desvalorização de 14,69%. No cenário macroeconômico, a divulgação do IPCA de abril trouxe otimismo aos investidores. A XP Investimentos revisou sua projeção de inflação para 2025, reduzindo-a de 6,0% para 5,7%, influenciada pela queda nos preços dos combustíveis e pela desaceleração de preços em diversos segmentos. O dólar comercial também acompanhou o movimento positivo e encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 5,65. Os juros futuros recuaram, refletindo as expectativas mais positivas quanto à inflação e à saúde financeira das empresas brasileiras. Com o desempenho desta semana, o Ibovespa acumula valorização de 13,46% em 2025, mantendo trajetória ascendente diante de um ambiente mais favorável aos negócios e à confiança dos investidores.

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Desvios em Condomínios Acendem Alerta para Má Gestão e Falta de Transparência

Síndicos sob pressão: quando a confiança vira risco A função de síndico — muitas vezes ocupada por moradores sem formação específica — envolve grande responsabilidade financeira e jurídica. No entanto, em muitos condomínios, ainda há baixa fiscalização interna, falta de auditoria regular e pouca participação dos condôminos nas assembleias. Especialistas alertam que o síndico deve ser visto como um gestor profissional, sujeito a regras claras, prestação de contas e, se necessário, responsabilização civil e criminal por má conduta. Tecnologia e transparência como aliadas Casos como o de Águas Claras têm impulsionado a adoção de ferramentas digitais de controle, como aplicativos com extratos em tempo real, auditorias independentes e empresas de administração terceirizada. Essas soluções ajudam a reduzir o risco de fraudes e facilitam a fiscalização por parte dos moradores. Prevenção é o melhor caminho Advogados especializados em direito condominial orientam que os moradores acompanhem de perto os gastos, solicitem balancetes periódicos e exijam relatórios de prestação de contas. Também recomendam que novos síndicos passem por treinamentos ou contratem assessorias para uma gestão mais segura e transparente. Enquanto a investigação segue, o caso de Águas Claras se soma a uma crescente lista de escândalos em condomínios que mostram que o ditado “o barato pode sair caro” também se aplica à administração de onde se vive.

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Habite-se: o documento essencial para a regularização de imóveis novos

Quando uma obra é concluída, um dos passos mais importantes para sua legalização é a obtenção do habite-se — documento emitido pela prefeitura que autoriza oficialmente a ocupação do imóvel. Mais do que uma formalidade, o habite-se comprova que a construção seguiu todos os parâmetros técnicos, legais e urbanísticos exigidos pelo município. Esse certificado é indispensável para o registro em cartório, processo que valida juridicamente a existência do imóvel e viabiliza operações como venda, financiamento e herança. Sem ele, o imóvel é considerado irregular perante o poder público, o que pode gerar entraves legais e reduzir seu valor de mercado. Por que o habite-se é tão importante? O habite-se garante que o imóvel passou por vistorias técnicas e cumpre normas de segurança, acessibilidade e infraestrutura. Ele representa a última etapa do processo de aprovação da obra e é o que transforma uma construção em um bem legalmente reconhecido. Além de ser exigido para a transferência de propriedade, o documento também é essencial para: Como obter o habite-se? O processo de emissão varia de acordo com a legislação de cada município, mas geralmente envolve: A ausência do documento impede o registro em cartório, o que pode comprometer a valorização do imóvel e a segurança jurídica para o comprador. Uma responsabilidade que vai além da obra Para construtoras, incorporadoras e proprietários, garantir o habite-se não é apenas um passo burocrático — é uma demonstração de compromisso com a legalidade, a segurança e a transparência. Em um mercado cada vez mais exigente, a regularização completa do imóvel é fator decisivo para agregar valor e conquistar a confiança dos compradores.

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Helisson Pelegrini: Uma Jornada de Inovação e Liderança no Mercado Imobiliário e Financeiro

Helisson Pelegrini Hoje celebro 19 anos de trajetória no mercado imobiliário. Uma jornada marcada por aprendizado constante, superação de desafios e a realização de grandes conquistas. Sou CEO e fundador da SmartBens Incorporação Imobiliária, SmartBankBr, IonBank Br e Ion Câmbio, entre outras iniciativas que consolidam meu compromisso com a inovação e a transformação do setor. Minha trajetória começou em 2006 como corretor de imóveis na Markimob, onde me destaquei como campeão de vendas de abril a julho. Nesse mesmo ano, fundei a InvestBens Empreendimentos Imobiliários, minha primeira empresa no ramo. Entre 2010 e 2011, atuei como corretor na Beiramar, e, em seguida, assumi posições de liderança como gerente e diretor de incorporação e novos negócios na Bordalo Imóveis. No fim de 2012 e início de 2013, voltei a alcançar destaque como diretor de incorporação na Domos Empreendimentos Imobiliários, novamente liderando as vendas. Helisson Pelegrini Em 2014, como diretor da MGarzon Brasil Brokers, representei algumas das maiores construtoras do país: Cyrela, Odebrecht, OAS, Rossi, Tecnisa, Gafisa, Paulo Octávio, Faenge, JC Gontijo, Villela e Carvalho, Brasal, entre outras. Helisson Pelegrini Após essa trajetória sólida no setor, fundei a SmartBens Incorporação Imobiliária em 2018, onde atuo como CEO. Em 2020, lancei o SmartBankBr, a primeira fintech imobiliária digital do país, oferecendo mais de 50 serviços integrados. Em seguida, fundei o IonBank, uma fintech e securitizadora digital, e o Ion Câmbio, plataforma de câmbio internacional online. Foram experiências transformadoras, que me permitiram contribuir com diferentes imobiliárias e construir, com muito esforço e propósito, as empresas que hoje lidero — juntas, somando mais de R$ 32 bilhões em VGV. Tive ainda o privilégio de me inspirar em grandes líderes do setor, como Elie Horn (Cyrela), Ricardo Gontijo (Direcional), Rodrigo Nogueira (ECAP) e Leonardo Ávila (Faenge), que me ensinaram sobre visão, excelência e coragem para inovar. Além do mercado, encontro alicerce em fontes de sabedoria e fé, como os ensinamentos do Bispo JB Carvalho e os conselhos eternos dos Provérbios, que me acompanham e fortalecem minha caminhada. Agradeço a todos que fizeram parte dessa história. Sigo com fé, gratidão e disposição para continuar construindo, inovando e evoluindo. Que venham os próximos capítulos! MercadoImobiliário #Trajetória #Empreendedorismo #Inovação #Fintech #Incorporação #VGV #19AnosDeHistória #Gratidão #Inspiração #Provérbios

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Helisson Pelegrini e a Revolução das Fintechs no Brasil

O mundo das fintechs tem experimentado um crescimento exponencial no Brasil, transformando não apenas a forma como os brasileiros lidam com o dinheiro, mas também como acessam crédito, investem e realizam transações cotidianas. Para Helisson Pelegrini, especialista no mercado imobiliário e CEO fundador da SmartBankBR e do ION Bank, essa revolução tecnológica está apenas começando — e promete ainda mais disrupções nos próximos anos. Desde 2018, o país tem vivenciado uma verdadeira onda de inovação no setor financeiro. Com o surgimento de novas empresas de tecnologia focadas em serviços bancários, conhecidos como fintechs, o sistema bancário tradicional passou a dividir espaço com soluções mais dinâmicas, acessíveis e adaptadas ao estilo de vida digital da nova geração. “Com as fintechs, conseguimos entregar uma cesta completa de serviços, indo muito além do tradicional. Hoje falamos de crédito imobiliário facilitado, capital de giro para empresas, recuperação de crédito, e principalmente, meios de pagamento cada vez mais ágeis e seguros”, explica Helisson Pelegrini. As fintechs surgiram com a proposta de desburocratizar o setor financeiro, rompendo com a rigidez das instituições bancárias tradicionais. Em vez de longas filas em agências e processos morosos de análise, o cliente hoje consegue contratar crédito, abrir conta, fazer investimentos e até mesmo resolver pendências financeiras com poucos cliques. Criptoativos e integração com fintechs: o futuro já começou Outro ponto destacado por Pelegrini é o impacto das criptomoedas e da tecnologia blockchain nesse novo cenário. A integração entre criptoativos e as plataformas de fintechs tem tornado os pagamentos mais rápidos, descentralizados e eficientes. Para ele, essa convergência não é uma tendência passageira, mas sim uma transformação estrutural do mercado. “As criptos, quando bem integradas às fintechs, oferecem possibilidades que antes pareciam distantes da realidade brasileira. Hoje, empresas conseguem pagar fornecedores internacionais em segundos, consumidores fazem transferências com taxas quase nulas, e os sistemas de segurança estão cada vez mais sofisticados”, afirma o CEO da SmartBankBR. Inovação no crédito imobiliário e na recuperação financeira A expertise de Helisson Pelegrini no setor imobiliário também o coloca na linha de frente da inovação em crédito habitacional. Ele destaca que a tecnologia aplicada por fintechs tem tornado o acesso à casa própria mais justo e viável, especialmente para quem antes enfrentava barreiras de crédito nos grandes bancos. Além disso, iniciativas de recuperação de crédito têm ajudado milhares de brasileiros a saírem do endividamento com condições mais flexíveis e atendimento humanizado, duas marcas fundamentais no modelo das fintechs. “Estamos criando pontes entre quem precisa de soluções financeiras e quem tem capacidade de oferecer essas soluções de maneira moderna. É uma revolução silenciosa, mas extremamente poderosa”, reforça. Brasil como referência em inovação financeira Com um ambiente regulatório cada vez mais favorável, o Brasil já se destaca como um dos países com maior número de fintechs na América Latina. Segundo dados recentes, o número de fintechs ativas no país já ultrapassa 1.300, atuando em áreas como crédito, pagamentos, seguros, investimentos e gestão financeira pessoal. O avanço também é impulsionado pelo crescimento do Open Finance e do Pix,

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Preço do iPhone pode triplicar nos EUA com produção local, apontam estimativas

Especialistas do setor de tecnologia e economia alertam que uma eventual nacionalização da produção do iPhone nos Estados Unidos poderia provocar um aumento expressivo no preço final do aparelho — com projeções que indicam até o triplo do valor atual. Atualmente fabricado majoritariamente na Ásia, especialmente na China e na Índia, o iPhone se beneficia de uma cadeia de produção altamente especializada, com custos significativamente mais baixos em comparação ao solo americano. Caso a Apple fosse obrigada a transferir toda sua linha de montagem para os EUA, o impacto sobre os custos operacionais seria imediato. Segundo analistas consultados por economistas internacionais, o aumento de preço estaria diretamente ligado a três fatores principais: mão de obra mais cara, infraestrutura industrial menos desenvolvida para este tipo de montagem e a necessidade de reconfiguração completa da logística e fornecimento de peças. Hoje, o modelo mais recente do iPhone custa, em média, cerca de US$ 1.000 nos EUA. Com a produção integral em território americano, esse valor poderia ultrapassar os US$ 3.000, inviabilizando o acesso ao aparelho para uma parcela significativa dos consumidores. A discussão ganhou força após declarações de figuras políticas nos EUA favoráveis ao fortalecimento da indústria nacional como forma de reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros — especialmente em contextos de tensão geopolítica. No entanto, especialistas ponderam que uma mudança drástica como essa exigiria investimentos bilionários em infraestrutura, anos de adaptação e, principalmente, poderia afetar o modelo de negócios da Apple, que hoje se apoia na eficiência global da sua cadeia de suprimentos.

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União Europeia confirma retaliação comercial contra os EUA com tarifas a partir de 15 de abril

A União Europeia anunciou nesta quarta-feira (10) a implementação de tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos, com início previsto para 15 de abril. A medida é uma resposta direta ao plano norte-americano de aumentar as tarifas sobre uma série de produtos europeus, considerado pela UE como desproporcional e em desacordo com as normas internacionais de comércio. As tarifas europeias devem atingir setores estratégicos da economia dos EUA, incluindo a indústria agrícola, automobilística e de bebidas, com o objetivo de equilibrar o impacto causado pelas novas medidas norte-americanas. De acordo com fontes da Comissão Europeia, a decisão foi tomada após semanas de negociações infrutíferas e visa proteger os interesses econômicos dos países do bloco. Bruxelas também afirmou que segue aberta ao diálogo com Washington para encontrar soluções mutuamente benéficas e evitar uma escalada na guerra comercial. No entanto, a UE reforçou que não deixará de agir para defender seus produtores e exportadores. Essa nova etapa de tensões comerciais entre dois dos maiores blocos econômicos do mundo poderá afetar cadeias globais de suprimentos e pressionar ainda mais os mercados, que já enfrentam instabilidades geopolíticas e econômicas.

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Águas Claras: A Manhattan Brasiliense e a Volta da Construtora FAENGE

Águas Claras, a região administrativa com maior verticalização do Distrito Federal se consolidou como um dos principais polos de desenvolvimento urbano e imobiliário nos últimos anos. A característica de possuir grande volume de edifícios lhe rendeu o apelido de Manhattan, em alusão ao famoso bairro de Nova Iorque. Com infraestrutura moderna, localização estratégica, fácil acesso ao metrô, tendo um dos maiores parques da capital, logo conquistou um perfil de moradores exigente e atentos às tendências do mercado, e para atende-los o bairro atraiu atenção de grandes construtoras — e entre elas, um nome se destacou: a FAENGE. Helisson Pelegrini, especialista em mercado imobiliário e referência no segmento, destaca que a Faenge foi responsável por empreendimentos marcantes entre 2006 e 2015, período em que Águas Claras começava a despontar como uma das áreas mais promissoras do DF. “Naquela época, enxergamos o potencial de Águas Claras não apenas como uma expansão urbana, mas como um novo estilo de vida. Criamos empreendimentos que entregavam qualidade, design e conforto — elementos que o morador moderno buscava”, explica Leonardo Ávila. Entre os projetos lançados e entregues pela FAENGE no período, destacam-se edifícios que rapidamente se tornaram referência em padrão de construção e valorização, mudando a paisagem da cidade, como SMART RESIDENCE , PARK STYLE MALL & RESIDENCE , VISTA SHOPPING , SOFFISTICATO LOFTS & LIVING , PLAZA MALL & OFFICE ,MAX Home & Mall, Concept Boutique Residence, dentre os muitos cases de sucesso que marcam a trajetória da Faenge.Eu, Helisson Pelegrini, participei de todos esses lançamentos na época. O bairro se tornou sinônimo de qualidade de vida e investimento seguro.O DNA da Faenge, baseado em inovação, solidez e compromisso com o cliente, foi essencial para o sucesso das entregas. Ao completar seus 25 anos, e alguns anos atuando no Noroeste e Park Sul, onde realizou mais de 12 novos empreendimentos, a Faenge anuncia seu retorno a Águas Claras, onde foi responsável pela entrega de mais de 3 mil imóveis. O retorno será grande, e que abrigará apartamentos de 2, 3 ou 4 quartos, num terreno de 10600 m2, um dos maiores de Águas Claras, com grandes diferenciais que ainda serão divulgados ao mercado.Para Helisson Pelegrini, a volta representa não apenas uma continuação, mas uma evolução. “O momento é ideal. Águas Claras amadureceu, e com ela, o olhar do consumidor. Hoje, ele busca tecnologia, sustentabilidade, praticidade, áreas de convivência, área verde, conforto e bem-estar. Estamos preparados para entregar empreendimentos que não apenas atendem, mas superam essas expectativas.” Destacou Leonardo Avila. A valorização do bairro é notável: segundo dados de mercado, imóveis na região apresentaram valorização superior a 100 por cento na última década, e com projeções ainda mais otimistas para os próximos anos. Para Helisson Pelegrini especialista em lançamento e que acompanha isso na prática desde 2006, essa valorização é resultado de um ciclo virtuoso. “Quem investiu lá atrás colhe os frutos hoje. E quem investir agora, vai estar à frente da curva. Águas Claras ainda tem muito a oferecer. E a Faenge volta para fazer

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BTG Pactual ofereceu R$ 1 pelo Banco Master em negociação estratégica

O BTG Pactual, um dos maiores bancos de investimento da América Latina, apresentou uma oferta simbólica de R$ 1 pelo Banco Master. A proposta inusitada faz parte de uma estratégia financeira comum em operações de aquisição, onde a instituição compradora assume os passivos da empresa adquirida, apostando em sua reestruturação e valorização futura. A movimentação reforça a posição do BTG Pactual como um dos principais agentes do setor bancário, consolidando sua estratégia de expansão e diversificação de ativos. Apesar do valor simbólico da transação, a aquisição envolve um compromisso significativo com as obrigações financeiras e operacionais do Banco Master, o que representa tanto desafios quanto oportunidades para o grupo. Especialistas avaliam que a transação pode ser um marco importante no setor, demonstrando a disposição do BTG em assumir riscos estratégicos para ampliar sua participação de mercado. O desfecho da negociação ainda depende da análise dos órgãos reguladores e das condições impostas para a finalização do negócio. O mercado segue atento aos próximos passos da operação, que pode redefinir o posicionamento do Banco Master no cenário financeiro brasileiro e abrir novas perspectivas para sua recuperação e crescimento sob a gestão do BTG Pactual.

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Governo do Distrito Federal Planeja Nova Cidade para 117 Mil Habitantes

O Governo do Distrito Federal (GDF) está projetando uma nova cidade para abrigar até 117 mil habitantes, com o objetivo de expandir a área urbanizada e distribuir a população de forma mais equilibrada pela região. A iniciativa visa aliviar a pressão sobre o centro de Brasília e promover um desenvolvimento urbano mais sustentável. A nova cidade será localizada em uma área de aproximadamente 1.100 hectares, nas imediações do Jardim Botânico, região que já apresenta um crescimento populacional considerável. O projeto, que inclui moradias, comércio e infraestrutura, está alinhado ao planejamento estratégico de urbanização da capital federal. Com a expansão planejada, a ideia é descentralizar o desenvolvimento de Brasília, oferecendo novas opções de moradia e melhorando a qualidade de vida da população. Além de oferecer infraestrutura básica, como escolas, hospitais e áreas comerciais, a nova cidade será pensada de forma a integrar espaços de lazer e áreas verdes, com o objetivo de tornar a região mais atrativa e funcional para seus habitantes. O GDF busca criar um ambiente de convivência agradável, que atenda às necessidades de uma população crescente. O projeto também deve gerar novas oportunidades de trabalho e atrair investimentos para o DF. A construção de uma cidade planejada será uma forma de responder ao aumento da demanda por imóveis e serviços na capital, que, com o crescimento da população, enfrenta desafios em termos de mobilidade e infraestrutura. O planejamento da nova cidade ainda está em fase de definição, mas a expectativa é que as obras se iniciem em breve, com um cronograma bem estruturado para a entrega das primeiras unidades habitacionais. O GDF destaca que o projeto será fundamental para o desenvolvimento sustentável da região e para garantir que a cidade continue crescendo de forma ordenada e acessível para todos. Helisson Pelegrini

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Venda de Imóveis no Litoral de São Paulo Mantém Alta, com Praia Grande se Destacando

O mercado imobiliário do litoral paulista segue em crescimento, com um destaque especial para Praia Grande, que tem se consolidado como um dos destinos mais procurados por compradores e investidores. A cidade, conhecida por suas belas praias e infraestrutura em constante melhoria, tem atraído cada vez mais interessados em adquirir imóveis, tanto para moradia quanto para investimento. A alta nas vendas de imóveis no litoral de São Paulo reflete uma tendência que vem se fortalecendo nos últimos meses. Além de Praia Grande, outras cidades do litoral paulista, como Santos, Guarujá e São Vicente, também apresentaram números positivos, mas foi Praia Grande que se destacou pela ampla oferta de imóveis novos e pela valorização de seus bairros mais procurados. A expansão da cidade e a melhoria das infraestruturas de transporte e serviços têm sido fatores essenciais para atrair novos moradores e turistas. O aumento de novos empreendimentos, como condomínios e imóveis de alto padrão, também tem impulsionado o mercado, que continua atraindo tanto paulistas em busca de uma segunda residência quanto investidores de fora da região. Especialistas apontam que a busca por imóveis em Praia Grande está sendo impulsionada pela proximidade com a capital paulista, o que garante a fácil acessibilidade a quem trabalha na cidade, mas procura a tranquilidade e qualidade de vida do litoral. Além disso, o preço do metro quadrado mais acessível, em comparação com outras praias mais tradicionais do estado, tem atraído um público diversificado. O momento é favorável para quem está considerando a compra de imóveis no litoral, uma vez que os juros para financiamento continuam em níveis razoáveis e a demanda por imóveis novos e usados continua em alta. Em Praia Grande, a procura por apartamentos e casas de veraneio tem sido expressiva, com destaque para imóveis próximos à orla e à nova área de revitalização da cidade. Com a continuidade de obras de infraestrutura e o fortalecimento de áreas comerciais e turísticas, o mercado imobiliário no litoral de São Paulo, especialmente em Praia Grande, tem boas perspectivas para os próximos anos. A cidade continua se destacando como uma das principais opções de investimento no setor, garantindo a valorização dos imóveis e o aumento da qualidade de vida para seus moradores. Helisson Pelegrini

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Porto Belo: A Nova Sensação do Mercado Imobiliário Catarinense em 2025

Em 2025, Porto Belo, localizada na deslumbrante Costa Esmeralda, superou gigantes como Balneário Camboriú e Itapema, consolidando-se como o destino mais promissor do mercado imobiliário catarinense. A cidade se destaca com números impressionantes: 10.912 unidades lançadas, 9.107 unidades vendidas e um valor geral de vendas (VGV) de R$ 11,45 bilhões lançados e R$ 10,21 bilhões vendidos. Com esses resultados expressivos, Porto Belo conseguiu superar Itapema, que dominava o setor há anos. No entanto, Itapema ainda se mantém à frente no volume de novos empreendimentos lançados (102 contra 91 de Porto Belo) e na oferta final de unidades (8.117 contra 7.020). O crescimento de Porto Belo reflete uma transformação acelerada da cidade em um dos maiores polos imobiliários de Santa Catarina. Esse avanço é um reflexo de diversos fatores, como a qualidade da infraestrutura e a crescente demanda por imóveis de alto padrão. Contudo, um elemento fundamental por trás desse sucesso é a contribuição de especialistas como Helisson Pelegrini, um dos nomes mais respeitados e experientes do setor. Com uma trajetória sólida desde 2007, quando iniciou seus lançamentos imobiliários em Brasília, Pelegrini acumula a marca de mais de 239 empreendimentos lançados e é peça-chave no direcionamento de projetos inovadores que estão transformando o cenário imobiliário de Porto Belo. A expertise de Helisson Pelegrini, combinada com sua visão estratégica e profundo conhecimento do mercado, tem sido essencial para o sucesso de muitos dos novos empreendimentos da cidade. Pelegrini não apenas traz a sua experiência de mais de uma década no setor, mas também um olhar atento às tendências de mercado e às necessidades de um público crescente, cada vez mais exigente e em busca de qualidade e sofisticação. As Cidades de SC com Mais Imóveis Lançados em 2024 O crescimento de Porto Belo é um reflexo de uma tendência que se consolidou em Santa Catarina: o mercado imobiliário segue em plena ascensão. Cidades como Balneário Camboriú, Itapema e Porto Belo lideram o lançamento de novos empreendimentos, atendendo a uma demanda crescente por imóveis de alto padrão e infraestrutura de qualidade. Com o apoio de profissionais renomados como Helisson Pelegrini, o mercado catarinense se fortalece a cada dia. Porto Belo, por sua vez, se destaca como a grande promessa para os próximos anos, com um futuro brilhante no setor imobiliário. Helisson pelegrini

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Samambaia: A Ascensão Imobiliária no Distrito Federal, por Helisson Pelegrini

Nos últimos anos, Samambaia, uma das regiões administrativas do Distrito Federal (DF), tem se destacado como um dos maiores polos de crescimento imobiliário da capital. Criada em 1989, a região, que já é a segunda mais populosa do DF, com mais de 240 mil habitantes, se tornou um ponto estratégico para investidores, sendo vista como um lugar com enorme potencial de valorização e forte desenvolvimento de infraestrutura. Valorização do Metro Quadrado O mercado imobiliário de Samambaia tem mostrado números impressionantes. Em 2023, a região registrou um aumento de 20,44% no valor do metro quadrado em comparação com 2022, atingindo a marca de R$ 9.000. Esse crescimento acelerado é resultado da expansão tanto vertical quanto horizontal da cidade, da melhoria contínua da infraestrutura e da chegada de novos empreendimentos imobiliários. O aumento da oferta de imóveis e a infraestrutura cada vez mais qualificada têm atraído compradores e investidores à região, que tem se consolidado como uma excelente opção para quem busca investir no mercado imobiliário no DF. Infraestrutura e Acessibilidade Samambaia oferece uma localização estratégica, com fácil acesso a outras regiões do DF. A cidade é cortada pela linha de metrô, que possui três estações, e está prevista a expansão da linha em 3,6 km nos próximos anos, o que promete melhorar ainda mais a mobilidade urbana. Além disso, a região conta com avenidas largas, uma malha cicloviária crescente e rotatórias que têm contribuído para a fluidez do tráfego. Essa infraestrutura de transporte tem se mostrado um diferencial importante para quem decide viver ou investir em Samambaia, pois facilita o deslocamento para outras áreas da capital. Expansão Urbana e Novos Empreendimentos A transformação da paisagem urbana de Samambaia é visível a cada novo empreendimento imobiliário que surge na região. A construção de novos prédios residenciais e comerciais tem sido uma constante, com grandes empresas do setor imobiliário adquirindo terrenos para atender à crescente demanda por moradias e espaços comerciais. Esses novos empreendimentos contribuem não só para a modernização da cidade, mas também para o aumento de sua atratividade como uma região que oferece qualidade de vida e boas opções de investimento. Perspectivas para o Futuro O futuro de Samambaia é promissor. Com os investimentos contínuos em infraestrutura e a expansão do mercado imobiliário, a região tem o potencial de se consolidar como uma das mais valorizadas do DF. O crescimento acelerado da população e a chegada de novos moradores, associados ao constante desenvolvimento da infraestrutura urbana, são indicadores claros de que Samambaia continuará sendo um lugar atrativo tanto para investidores quanto para quem busca um novo lar no Distrito Federal. O cenário de expansão econômica e social da cidade se mantém forte, criando um ambiente favorável ao desenvolvimento sustentável da região nos próximos anos. Helisson Pelegrini, especialista em lançamentos imobiliários, acompanha de perto a ascensão de Samambaia e acredita que o processo de valorização da região só tende a se intensificar, tornando-a uma excelente opção para quem deseja investir ou morar no DF

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TJGO: Banco é condenado a indenizar após busca e apreensão ilegal de veículo motivada por cláusula abusiva

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), por meio de sua 8ª Câmara Cível, reformou decisão de primeira instância e julgou improcedente ação de busca e apreensão movida pelo banco Bradesco, em razão da constatação de cláusula abusiva no contrato de financiamento que descaracterizou a mora do consumidor. A decisão colegiada foi unânime e determinou a restituição integral do valor do veículo. A parte requerida foi representada pela advogada Fernanda Fenerichi (@fefenerichi), sócia proprietária do escritório @fenerichi.associados, que sustentou a abusividade da capitalização diária de juros, a falta de transparência contratual, a nulidade das cláusulas impugnadas, a descaracterização da mora e a ilegalidade da apreensão do bem. A atuação foi decisiva para a reversão da liminar anteriormente deferida em favor da instituição financeira e para a responsabilização judicial do banco pelas medidas adotadas. Entenda o caso A demanda foi ajuizada pelo banco após a inadimplência de parcelas do financiamento de um veículo FORD TERRITORY, adquirido por meio de contrato firmado no valor deR$ 180.000,00, com pagamento em 48 parcelas mensais de R$ 5.693,00. Inicialmente, o juízo acolheu o pedido liminar da parte autora e autorizou a busca e apreensão do automóvel, fundamentando-se no Decreto-Lei 911/69 e na prova da mora contratual. Entretanto, a defesa do consumidor apontou que o contrato previa a capitalização diária de juros remuneratórios sem a devida clareza quanto à taxa efetivamente aplicada. Esse vício contratual foi considerado grave o suficiente para afastar a mora, mesmo sem o depósito do valor incontroverso da dívida, conforme jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Fundamentos da decisãoAo julgar o recurso, a 8ª Câmara Cível, entendeu que a cláusula de capitalização diária de juros, sem a devida transparência, violou o princípio da informação, previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC), e caracterizou abusividade contratual. Conforme destacou a relatora, desembargadora Juliana Pereira Diniz Prudente, “como na avença não há informação acerca da taxa diária de juros, resta caracterizada, pois, a abusividade da cláusula contratual relativa à capitalização diária.” Diante disso, a decisão liminar de primeira instância foi revogada, a ação foi julgada improcedente e o banco foi condenado a devolver o veículo apreendido ao consumidor ou, na impossibilidade de devolução, a indenizá-lo em espécie com base no valor integral do bem. Considerações finaisA decisão representa importante precedente no controle da legalidade contratual em financiamentos garantidos por alienação fiduciária, especialmente quanto à transparência dos encargos financeiros e à responsabilidade das instituições financeiras por práticas abusivas. O caso também reforça a proteção ao consumidor e o papel do Judiciário na reparação de medidas extrajudiciais executadas à margem dos limites legais.A atuação da advogada Fernanda Fenerichi foi determinante para a obtenção da reversão da liminar e o reconhecimento da ilicitude na conduta da instituição financeira.

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“Golden Visa: Uma Oportunidade para Impulsionar o Mercado Imobiliário Brasileiro”

O Golden Visa é um programa de imigração oferecido por diversos países, sendo uma das opções mais atraentes para investidores estrangeiros. No Brasil, uma nova tendência surge com o potencial de fortalecer ainda mais o mercado imobiliário: a aplicação de um sistema semelhante ao modelo português, no qual cidadãos estrangeiros podem obter residência por meio de investimentos em imóveis de alto valor. Esse tipo de iniciativa tem atraído investidores do mundo inteiro, principalmente daqueles provenientes de economias emergentes, como o Brasil, e também de grandes potências como os Estados Unidos e a China. O programa tem sido cada vez mais utilizado por aqueles que buscam diversificar suas carteiras de investimento e, ao mesmo tempo, garantir uma residência em um país com boas condições de vida e oportunidades de crescimento. No contexto do mercado imobiliário brasileiro, o Golden Visa pode ter um impacto significativo, principalmente no setor de imóveis de luxo e de alto padrão. A possibilidade de compradores estrangeiros qualificarem-se para residência permanente ao adquirirem propriedades no Brasil traz uma nova perspectiva de crescimento para o mercado, podendo estimular a construção de novos empreendimentos e elevar o valor de imóveis em regiões específicas. O interesse por imóveis de alto valor tem, em muitos casos, gerado efeitos positivos no desenvolvimento de áreas urbanas, com melhorias em infraestrutura e um aumento na demanda por serviços especializados, como segurança, serviços financeiros e jurídicos, além de contribuir para o crescimento do setor de turismo de luxo. Contudo, é fundamental que o governo brasileiro adote medidas regulatórias para garantir que o influxo de investimentos internacionais não gere distorções no mercado imobiliário, como o aumento excessivo de preços ou a criação de uma bolha especulativa. A regulação precisa ser equilibrada, de forma que o programa de Golden Visa continue atraindo investidores sem prejudicar a população local, especialmente nas regiões em que o preço do imóvel já está muito elevado. Dessa maneira, o Golden Visa pode ser uma oportunidade valiosa tanto para investidores quanto para o crescimento do mercado imobiliário no Brasil, desde que implementado com cautela e acompanhando de perto o impacto nas dinâmicas econômicas e sociais.

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Ações do BRB disparam após anúncio de compra do Banco Master

As ações do Banco de Brasília (BRB) (BSLI3) registraram uma forte alta no mercado financeiro após o anúncio da aquisição do Banco Master. A operação, que marca um movimento estratégico de expansão do BRB, foi bem recebida pelos investidores e impulsionou o valor dos papéis na Bolsa. O mercado reagiu positivamente à transação, enxergando a aquisição como uma oportunidade para o BRB fortalecer sua presença no setor bancário, diversificando seus serviços e ampliando sua base de clientes. Com o movimento, o banco reforça sua estratégia de crescimento, mirando novos segmentos e fortalecendo sua atuação nacional. A compra do Banco Master representa um passo significativo para o BRB, consolidando sua posição como uma instituição financeira em expansão e alinhada às novas dinâmicas do setor bancário brasileiro. O mercado seguirá acompanhando os desdobramentos da negociação e seus impactos no desempenho financeiro do banco nos próximos trimestres.

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BRB Adquire o Banco Master: O Impacto no Mercado Financeiro

O Banco de Brasília (BRB) anunciou recentemente a aquisição do Banco Master, uma operação estratégica que promete alterar o panorama do mercado financeiro no Brasil. A compra do Banco Master é mais um movimento de expansão do BRB, que busca consolidar sua posição no setor bancário e diversificar seus serviços. A operação está sendo acompanhada de perto pelo mercado, especialmente devido à relevância do Banco Master no segmento de crédito consignado. O BRB, uma instituição financeira pública vinculada ao Governo do Distrito Federal, tem se destacado nos últimos anos por sua expansão e diversificação. Com a aquisição do Banco Master, o BRB terá acesso a um portfólio robusto de clientes e ampliará sua participação no crédito consignado, um segmento estratégico para a instituição. Como Funciona a Aquisição? A operação de compra do Banco Master é uma aquisição total, o que significa que o BRB irá assumir o controle total das ações do banco. Com a conclusão da transação, o Banco Master passará a fazer parte do conglomerado financeiro do BRB, mas mantendo sua identidade no mercado, pelo menos inicialmente. A compra é vista como uma oportunidade de crescimento para o BRB, que poderá acessar uma base de clientes expandida e aumentar sua competitividade frente a outros bancos privados e públicos do Brasil. O Banco Master, por sua vez, terá à disposição o poder financeiro do BRB para expandir suas operações e melhorar sua oferta de produtos e serviços. Impactos no Mercado Financeiro O movimento de aquisição é um reflexo da crescente consolidação do setor bancário no Brasil, onde as fusões e aquisições são cada vez mais comuns. O mercado financeiro brasileiro tem visto uma onda de fusões entre grandes bancos, o que resulta em um fortalecimento dos players nacionais. Com a aquisição do Banco Master, o BRB se coloca em uma posição mais estratégica, capaz de oferecer uma gama mais ampla de produtos financeiros, como empréstimos, financiamentos e seguros. Além disso, o BRB busca fortalecer seu compromisso com o crédito consignado, que continua sendo um dos principais produtos financeiros do mercado, especialmente para aposentados e pensionistas. O Que Esperar para o Futuro? A aquisição do Banco Master pelo BRB abre um leque de oportunidades para o fortalecimento da instituição e expansão de sua atuação. A expectativa é de que, com o tempo, o BRB e o Banco Master desenvolvam novos produtos financeiros e melhorem a experiência dos seus clientes. Para o mercado financeiro, o movimento também indica que os bancos públicos têm se tornado cada vez mais competitivos, desafiando a liderança dos bancos privados. Porém, o sucesso da operação depende de uma integração bem-sucedida entre as duas instituições, o que pode levar algum tempo. Para os clientes do Banco Master, as mudanças podem ser graduais, mas a promessa é de uma melhoria no atendimento e nos produtos disponíveis. Em resumo, a aquisição do Banco Master pelo BRB representa um passo importante para o fortalecimento do setor bancário público no Brasil, e um movimento estratégico para consolidar o BRB como um

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Encontro de Líderes para Grandes Negócios

Helisson Pelegrini, CEO e fundador do Smartbankbr e Ion Bank, esteve na Monte Bravo Corretora nas últimas quinta-feira, 27/03, e sexta-feira, 28/03, apresentando projetos bilionários de incorporação imobiliária em Porto Belo e Itapema, em Santa Catarina. Ele foi recebido por seu amigo Filipe Portella, cofundador e CEO da Monte Bravo Corretora, uma empresa que atualmente atende mais de 30 mil clientes e administra R$ 40 bilhões sob custódia. Desde que o conheci, Filipe sempre demonstrou uma humildade e disciplina excepcionais, características que o tornam um líder admirável. Parabéns, Filipe, por ser uma pessoa de grande sabedoria e generosidade, cuja liderança inspira todos ao seu redor. “Conheço o Portella desde 2022, quando fui apresentado pelo meu amigo e sócio da Monte Bravo, Felipe Carbona. Naquela oportunidade, tivemos várias rodadas de apresentação do modelo de negócios da Monte Bravo para grandes incorporadores de Brasília, como Paulo Octávio, Leonardo Ávila da Faenge, Rodrigo Nogueira da Ecap e Júnior Nicodemos do Grupo Venâncio. O crescimento da Monte Bravo nos inspira pela agilidade nos processos e pela constante evolução da empresa. Nesse contexto, o SmartbankBR e o Ion Bank estão sempre em busca de levar novas oportunidades para a Monte Bravo avaliar.” “Atualmente, temos em nossa esteira para aprovação crédito de aproximadamente 3,5 bilhões para apoiar a produção de obras junto as construtoras aonde prestamos consultoria em captação de crédito além de 1,5 bilhões destinados à securitização de crédito. Estamos sempre em busca dos melhores parceiros no mercado, e a Monte Bravo se destaca como uma grande parceria.”

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GDF aprova novo bairro em Sobradinho com previsão para mais de 118 mil moradores

O Governo do Distrito Federal (GDF) deu aval para a criação do bairro Urbitá, localizado na região de Sobradinho. O projeto, que será implantado em uma área de 1,6 mil hectares da Fazenda Paranoazinho, prevê a construção de moradias para mais de 118 mil pessoas ao longo dos próximos 40 anos. A proposta urbanística, de iniciativa privada, foi aprovada pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) e publicada no Diário Oficial. Dos 922 hectares pertencentes à Urbanizadora Paranoazinho, 387 hectares foram destinados às novas edificações. Planejamento para evitar cidade-dormitório Uma das principais preocupações do GDF é garantir que o novo bairro não se transforme em uma “cidade-dormitório”. Para isso, a fase inicial do empreendimento priorizará a construção de serviços essenciais, como educação, comércio e saúde, antes da ampliação das moradias. “Nosso objetivo é iniciar a ocupação do bairro com infraestrutura que atenda às necessidades da população local, evitando sobrecarga viária e garantindo um desenvolvimento ordenado”, destacou o secretário de Gestão do Território e Habitação. A localização do Urbitá, às margens da BR-020, levanta preocupações sobre o impacto no trânsito, já que a região enfrenta congestionamentos diários. Para mitigar esse problema, estão previstas obras viárias e um terminal intermodal para integração de ônibus e BRT. Estrutura e inovação O projeto urbanístico do Urbitá segue conceitos modernos de sustentabilidade e mobilidade urbana. O bairro contará com: Infraestrutura verde: mais de 3 milhões de metros quadrados de parques e espaços de convivência; Edificações integradas: prédios de até 10 andares, sem grades ou cercas, promovendo maior interação com o espaço público; Equipamentos públicos essenciais: escolas, centros de saúde e comércios estruturados para atender a demanda da população; Soluções ambientais: estação de tratamento de esgoto e dois reservatórios de água de 500 m³ para garantir o abastecimento. Desafios e preocupações Apesar da promessa de desenvolvimento planejado, especialistas e moradores da região manifestam preocupação com a integração do projeto ao Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e ao Zoneamento Ecológico-Econômico. Segundo urbanistas, o impacto do bairro sobre os recursos hídricos e o trânsito deve ser acompanhado de perto. A primeira etapa do Urbitá, já aprovada pelo Conplan, deve atender inicialmente 11 mil pessoas. Os próximos passos envolvem a implantação das infraestruturas essenciais antes do avanço das construções residenciais, garantindo que o bairro cresça de forma organizada e com qualidade de vida para os futuros moradores.

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BC pode elevar juros para conter inflação; taxa pode atingir patamar da crise de 2015

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (18) e deve aumentar a taxa básica de juros (Selic) de 13,25% para 14,25% ao ano, segundo expectativas do mercado financeiro. Se confirmado, este será o maior patamar desde 2006, durante o primeiro mandato de Lula, quando os juros estavam em 14,75% ao ano. Essa também será a segunda reunião presidida por Gabriel Galípolo, indicado por Lula. A diretoria do BC, agora com maioria de indicações do atual governo, será responsável pela decisão. Inflação elevada e preocupação econômica O Banco Central justifica a possível alta dos juros como medida para conter a inflação, que atingiu 1,31% em fevereiro, o maior índice para o período desde 2003. No acumulado de 12 meses, a inflação chegou a 5,06%, ultrapassando a meta de 3% estabelecida para 2025. Para conter essa alta, o BC utiliza a política monetária de elevação da Selic, buscando reduzir o consumo e a oferta de crédito, freando a demanda. Contudo, especialistas apontam que o crescimento do PIB, que fechou 2024 em 3,4%, e a pressão do dólar, também influenciam a inflação. Impactos da alta dos juros A possível elevação da Selic trará impactos significativos: Reação do governo A estratégia do BC tem sido criticada por autoridades do governo, como o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que chamou a política de elevação dos juros de “imbecilidade” por frear o crescimento econômico. Enquanto o Brasil discute sua taxa de juros, o Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, deve manter os juros entre 4,25% e 4,50% ao ano. Investidores americanos monitoram o impacto das tarifas comerciais impostas por Donald Trump sobre a inflação e a economia. A decisão do Copom será anunciada no fim da tarde desta quarta-feira, podendo impactar diretamente os rumos da economia brasileira.

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Terracap projeta futuro do DF com novo bairro planejado

Setor Jóquei Clube, em Vicente Pires, abrigará mais de 50 mil moradores e trará infraestrutura moderna para a região O crescimento populacional do Distrito Federal exige investimentos contínuos em infraestrutura e moradia. Com uma população que se aproxima dos 3 milhões de habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Brasília avança em direção a novas soluções habitacionais planejadas. Nesse contexto, o Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) aprovou, no último ano, a criação do Setor Jóquei Clube (SJC), uma nova região administrativa que promete transformar a dinâmica urbana da capital. O projeto prevê a construção de 17 mil apartamentos para acomodar cerca de 50 mil moradores, além da implementação de uma infraestrutura completa para garantir qualidade de vida e desenvolvimento sustentável. Infraestrutura completa e planejamento sustentável Responsável pela concepção e execução do projeto, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) planeja um bairro moderno, integrado e sustentável. A área, localizada na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), em Vicente Pires, abrange 2,2 milhões de metros quadrados e contará com: ✔️ Dois parques urbanos e amplas áreas verdes✔️ Infraestrutura pública com escolas e equipamentos comunitários✔️ Nova subestação de energia para garantir estabilidade no fornecimento✔️ 261 lotes planejados para moradias, comércio e serviços “Esse projeto simboliza nosso compromisso em oferecer moradias regulares e integradas com infraestrutura de qualidade, proporcionando qualidade de vida para mais de 50 mil moradores. Um bairro planejado é muito mais do que um conjunto de construções: ele é uma resposta concreta à demanda por habitação digna, equilibrando moradia, comércio, serviços e áreas verdes. Isso reflete o esforço da Terracap e do GDF em promover desenvolvimento sustentável e ordenado.”— Izidio Santos Junior, presidente da Terracap Etapas de aprovação e comercialização dos lotes O projeto urbanístico já foi apresentado à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF (Seduh) e aguarda análise técnica. Após essa etapa, seguirá para aprovação via decreto governamental, permitindo que interessados registrem os lotes em cartório e iniciem os investimentos. Além das áreas exclusivamente residenciais, o Setor Jóquei Clube adotará um modelo de uso misto, com prédios residenciais nos andares superiores e áreas comerciais e de serviço nos pisos térreos. Essa estratégia visa fomentar a economia local e regional, proporcionando mais praticidade aos futuros moradores. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) também validou o projeto, que mantém a altura máxima das edificações fixada em 21 metros, garantindo a harmonia paisagística da cidade. Investidores destacam potencial do novo bairro O setor imobiliário enxerga o Setor Jóquei Clube como uma oportunidade estratégica para suprir a demanda por moradia de qualidade em Brasília. “Temos interesse em investir no Setor Jóquei Clube. O bairro chega para atender a uma demanda reprimida. Águas Claras possui poucos terrenos disponíveis, o Noroeste está na fase final de conclusão, e vemos esse empreendimento como uma oportunidade de crescimento sustentável para Brasília.”— Pedro Fernandes, CEO da Beiramar e da BRM Asset Fernandes ressalta ainda a localização privilegiada do novo setor, posicionado entre Águas Claras e

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Bairro do Jóquei tem previsão de início para setembro de 2025

Lançamento do novo bairro, voltado para a classe média, avança para fase de licitação no segundo semestre O Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub) tem sido um instrumento fundamental para a expansão planejada da capital. Entre os principais projetos viabilizados, destaca-se a criação do bairro Jóquei, destinado ao público de classe média. O tema foi abordado pelo presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Roberto Botelho, durante entrevista ao programa CB.Poder — uma parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília. Além do novo bairro, Botelho também discutiu o uso do trecho 4 do Setor de Clubes Sul e os desafios da habitação popular no DF. Novidades imobiliárias trazidas pelo PPCub Entre as mudanças previstas, um dos pontos de destaque é a flexibilização do uso das quadras 900 na Asa Sul. “A única maneira de ampliar a oferta habitacional dentro do Plano Piloto é permitindo novos usos para essas áreas”, explica Botelho. Outro avanço importante é a transformação do trecho 4 do Setor de Clubes Sul. Atualmente, a área abriga uma mistura de hotéis e clubes, mas a proposta do PPCub prevê sua destinação exclusiva para empreendimentos hoteleiros. “Os clubes que estavam ali não existem mais, incluindo a Academia de Tênis. Caso seja aprovado, o setor será dedicado apenas a hotéis”, esclarece. Bairro Jóquei: um projeto moderno e sustentável O bairro Jóquei está sendo projetado para oferecer uma infraestrutura completa e sustentável, com calçadas amplas, ciclovias e um Parque Central que homenageia a antiga pista do Jockey Clube. Segundo Botelho, a previsão é que o projeto seja apreciado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan) entre julho e agosto. “Uma vez aprovado, ele segue para registro, e acredito que até setembro ou outubro a Terracap terá condições de licitar os primeiros terrenos”, afirma. A nova área habitacional terá capacidade para aproximadamente 45 mil moradores e contará com edifícios altos, proporcionando melhor ventilação, maior aproveitamento da luz natural e um ambiente urbano mais agradável. O projeto busca atender a um público com renda intermediária, posicionado entre os moradores de Águas Claras e Guará, regiões que atualmente carecem de novas ofertas de moradia para essa faixa econômica. Redução do ITBI: impacto para o setor imobiliário Outro tema abordado foi a demanda da Ademi-DF para a redução do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que passou de 2% para 3% nos últimos governos. A entidade defende o retorno à alíquota anterior, visando facilitar a regularização de contratos de gaveta e estimular a formalização de escrituras. “O secretário de Economia, Ney Ferraz, nos recebeu e já está conduzindo um estudo para essa mudança. Acreditamos que o governador Ibaneis Rocha cumprirá essa promessa de campanha em breve”, diz Botelho. A redução da alíquota pode impulsionar a arrecadação do governo, uma vez que mais compradores se sentirão incentivados a formalizar a escritura de seus imóveis. “Quando houve o aumento temporário de 1% na alíquota, a arrecadação do ITBI cresceu. Nossa expectativa é que,

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Análise do Mercado Imobiliário: A Expectativa para Março de 2025

O mercado imobiliário atravessa uma fase de ajustes contínuos, e para muitos inquilinos, as perspectivas não são favoráveis: os aluguéis devem continuar sua trajetória de alta nos próximos meses. Essa tendência é impulsionada pelos recentes aumentos nos principais índices que impactam o setor, influenciando diretamente os contratos de locação. Além disso, os custos de construção têm se elevado e a valorização dos imóveis segue em um ritmo superior à inflação. O Portal VGV apresenta uma análise aprofundada sobre os principais indicadores que explicam essa dinâmica: IGMI-R, INCC, IGP-M e IPCA. A seguir, examinamos o impacto de cada um deles no mercado e as previsões para o futuro próximo. IGMI-R: Indicador da Valorização Imobiliária O IGMI-R (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Residencial) passou a integrar o Painel do Boletim FOCO VGV, tornando-se um termômetro essencial para entender a valorização dos imóveis residenciais no Brasil. Este indicador tem mostrado uma valorização constante dos imóveis, o que contribui para o aumento dos aluguéis. Proprietários que utilizam o IGMI-R para ajustar os preços podem intensificar a alta dos aluguéis, tornando o cenário mais desafiador para os inquilinos. INCC: O Impacto do Custo de Construção O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) reflete o aumento contínuo nos custos de materiais, mão de obra e serviços no setor da construção civil. A elevação desse índice pressiona os preços dos imóveis novos, uma vez que as incorporadoras atualizam suas tabelas para repassar os custos. Como resultado, os preços de venda e aluguel aumentam, uma vez que investidores buscam retornos proporcionais aos seus custos de aquisição. IGP-M: O Índice de Reajuste dos Aluguéis O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) é o indicador mais familiar para os inquilinos, sendo amplamente utilizado para o reajuste dos contratos de locação. Nos últimos meses, o IGP-M tem apresentado uma aceleração, o que leva a aumentos expressivos nos valores dos aluguéis. Mesmo contratos atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) não estão imunes a esse movimento, já que a inflação geral também afeta os custos do mercado imobiliário. IPCA: Pressão Inflacionária O IPCA de fevereiro de 2025 registrou uma alta vigorosa, reforçando a pressão sobre os contratos de locação indexados a esse índice. Esse aumento tende a influenciar diretamente o custo de vida e, por consequência, os valores dos aluguéis, uma vez que a inflação impacta todos os setores da economia. O Futuro do Mercado de Locação Com base nesse cenário, a expectativa é de que os aluguéis continuem sua trajetória de aumento, especialmente em regiões com alta demanda habitacional. Os principais fatores que devem impulsionar essa tendência incluem: Para inquilinos, é essencial monitorar esses índices e se preparar para eventuais reajustes. Para aqueles que pretendem alugar um imóvel, a negociação cuidadosa se torna crucial para assegurar condições contratuais mais favoráveis. Perspectivas para o Mercado Imobiliário em Março de 2025 Os indicadores atuais mostram que o mercado imobiliário seguirá pressionado nos próximos meses. O IGMI-R sinaliza a valorização dos imóveis, o INCC aponta para um aumento nos

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Centro Urbano do Tororó: O Novo Marco no Desenvolvimento Urbano de Brasília

Brasília está prestes a ganhar um novo bairro planejado que promete revolucionar o conceito de moradia e desenvolvimento sustentável no Distrito Federal. O Centro Urbano do Tororó, localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico, surge como um projeto inovador que alia infraestrutura moderna, qualidade de vida e sustentabilidade ambiental. Planejamento Urbano e Infraestrutura O Centro Urbano do Tororó é uma iniciativa conduzida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), visando criar um espaço completo para seus futuros moradores. O projeto prevê a construção de unidades habitacionais, centros comerciais, escolas, postos de saúde, áreas de lazer e infraestrutura viária moderna, garantindo conectividade e acessibilidade para a população. Com investimentos significativos em saneamento básico, iluminação pública e mobilidade urbana, a proposta busca reduzir a necessidade de deslocamentos para outras regiões administrativas, tornando o bairro um modelo de cidade compacta e funcional. Sustentabilidade e Preservação Ambiental Um dos principais diferenciais do Centro Urbano do Tororó é o compromisso com a sustentabilidade. Durante a audiência pública realizada para apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), especialistas destacaram a necessidade de medidas ecológicas para a preservação das áreas verdes e dos recursos hídricos locais. O projeto prevê a implementação de tecnologias sustentáveis, como o reuso de águas pluviais, energia solar para iluminação pública e sistemas de gestão de resíduos sólidos eficientes. Além disso, haverá áreas de preservação ambiental e parques integrados ao bairro, garantindo espaços de convivência harmoniosos com a natureza. Perspectivas Econômicas e Mercado Imobiliário Com a criação do Centro Urbano do Tororó, espera-se um crescimento expressivo no mercado imobiliário da região. Incorporadoras já demonstram interesse no projeto, prevendo uma valorização significativa dos imóveis no bairro. O empreendimento atrai investidores, empreendedores e famílias que buscam uma alternativa moderna e sustentável para morar no Distrito Federal. Além disso, a criação de um polo comercial robusto dentro do bairro deverá gerar empregos e fomentar a economia local, promovendo um desenvolvimento integrado e equilibrado. Cronograma e Expectativas O início das obras está previsto para os próximos meses, e a expectativa é que o bairro esteja completamente estruturado dentro de alguns anos. O GDF e a Terracap garantem que o projeto seguirá todas as normativas ambientais e urbanísticas, assegurando que a população tenha um espaço planejado de forma eficiente e sustentável. O Centro Urbano do Tororó se posiciona como um dos empreendimentos mais promissores do Distrito Federal, trazendo um novo conceito de urbanização que une modernidade, qualidade de vida e preservação ambiental. Com essa iniciativa, Brasília dá mais um passo rumo a um futuro urbano mais organizado e sustentável. Helisson de Jesus Pelegrini

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Helisson de Jesus Pelegrini gentil trás notícia de um dos maiores lançamentos de Goiânia em fevereiro

A Flamboyant Urbanismo, reconhecida por desenvolver projetos inovadores e sofisticados, anunciou o lançamento de novos empreendimentos residenciais no Jardim Goiás, em Goiânia. Com um Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 600 milhões, os projetos visam atender ao público de alto padrão que busca exclusividade e sofisticação. Os empreendimentos estarão localizados na Avenida H, próximo ao Parque Flamboyant e ao Flamboyant Shopping, consolidando ainda mais a valorização da região. Em breve contará com projeto 40 unidades de 420m² cada, enquanto o segundo oferecerá 80 apartamentos com metragens entre 250m² e 300m². Os lançamentos terão assinatura do renomado escritório de arquitetura Perkins & Will, garantindo um design moderno e funcional, além de infraestrutura completa para atender às demandas dos futuros moradores. A Flamboyant Urbanismo também planeja um projeto comercial inovador na região, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento urbano de Goiânia.Por Helisson Pelegrini

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Impacto da Frente Fria e da Redução de Impostos nos Preços dos Alimentos

As recentes iniciativas do Governo Federal para conter a alta dos preços dos alimentos, incluindo a redução das tarifas de importação para itens como carne, café, açúcar e milho, têm gerado diferentes avaliações por parte de especialistas e do setor agropecuário. Além disso, as condições climáticas, especialmente a atuação de uma frente fria, também exercem influência significativa sobre a oferta e os preços dos produtos agrícolas. Clima e Produção Agropecuária A queda das temperaturas pode impactar diretamente a produção agrícola, sobretudo no Sul do Brasil, onde as baixas temperaturas ainda persistem. O contador, administrador e especialista em recuperação judicial, Marcello Marin, explica como as condições climáticas adversas podem afetar a produção de alimentos. “Temperaturas muito baixas podem comprometer lavouras sensíveis, como hortaliças, frutas e até grãos, reduzindo a oferta e pressionando os preços para cima. Além disso, o aumento da demanda por produtos típicos do frio, como laticínios e carnes, pode encarecer esses itens. A logística também pode ser prejudicada, uma vez que as dificuldades no transporte podem impactar o abastecimento em determinadas regiões”, afirma Marin. Já o advogado especialista em agronegócios e logística marítima, Larry Carvalho, destaca que a ocorrência de geadas em regiões estratégicas pode representar um fator adicional de pressão sobre os custos do setor. “A possibilidade de geadas em áreas produtoras relevantes pode comprometer lavouras e gerar aumento nos custos para os produtores, que podem repassar esse encargo ao consumidor. O impacto tende a ser mais expressivo caso a frente fria atinja o Centro-Sul do Brasil, uma região fundamental para a produção agrícola nacional”, analisa Carvalho. Redução de Impostos: Solução ou Medida Pontual? As ações do governo para mitigar a alta dos preços por meio da redução de impostos geram avaliações divergentes entre especialistas e representantes do agronegócio. Enquanto alguns enxergam a iniciativa como um alívio pontual, outros consideram que o impacto pode ser limitado, especialmente diante de fatores macroeconômicos mais amplos. Para Marcello Marin, a redução de tarifas sobre importações pode trazer alívio momentâneo, mas não representa uma solução definitiva. “O preço final dos alimentos não é determinado apenas pelos impostos. Fatores como custos logísticos, taxa de câmbio, demanda global e margens de lucro também exercem influência. Se a estrutura logística e a oferta interna não forem suficientemente ajustadas, a redução nos preços pode ser pequena e temporária”, avalia. Por outro lado, Larry Carvalho acredita que a medida pode gerar efeitos positivos em itens da cesta básica com maior elasticidade de oferta. “Se os produtos importados conseguirem competir de forma eficiente e os importadores repassarem integralmente a redução tarifária ao consumidor, essa iniciativa pode contribuir para conter a inflação no curto prazo”, destaca Carvalho. No entanto, ele ressalta que a redução de tarifas não elimina os desafios estruturais que afetam a inflação de alimentos. “A inflação decorre de múltiplos fatores, como os custos de transporte, a volatilidade cambial e os eventos climáticos. A redução tarifária pode ser um instrumento auxiliar, mas não substitui políticas estruturais mais amplas”, alerta. Além disso, Marin ressalta que a desoneração

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Token $Eike, na Solana, está por trás de projeto de Eike Batista que pode valer “$63 bilhões”

Eike Batista está lançando um projeto inovador centrado na “super cana”, uma variedade geneticamente aprimorada de cana-de-açúcar que promete revolucionar o agronegócio. Após garantir um investimento inicial de US$ 500 milhões para adquirir 70 mil hectares próximos ao Porto do Açu, Eike planeja expandir a produção com uma tecnologia desenvolvida ao longo de duas décadas por pesquisadores brasileiros, capaz de gerar significativamente mais etanol e biomassa que variedades tradicionais. O elemento mais disruptivo do projeto é o token $EIKE, desenvolvido na blockchain Solana, que será oferecido principalmente a investidores americanos. A meta é captar US$ 100 milhões com a venda de 100 milhões de tokens a US$ 1 cada, garantindo aos detentores o direito a 10% dos lucros futuros do empreendimento. Esta estratégia representa uma abordagem pioneira para financiar um megaprojeto ancorado em ativos reais através da tokenização. Os investidores do $EIKE estarão sujeitos a um período de lock-up de quatro anos, tempo que Eike considera necessário para que o projeto atinja a lucratividade desejada. O modelo de negócio prevê múltiplos módulos de produção com plantio gradual, onde cada módulo poderia gerar um EBITDA de US$ 5,9 bilhões, resultando em um valuation potencial de US$ 63 bilhões na maturidade com base em um múltiplo de 10,5x EBITDA. Além da produção de etanol, a biomassa da “super cana” tem aplicações diversas, incluindo combustíveis sustentáveis para aviação (SAF) e alternativas ecológicas ao plástico convencional. A tecnologia desenvolvida resulta em variedades mais resistentes a pragas e secas, com produtividade superior por hectare em comparação às variedades tradicionais. As informações são do portal Brazil Journal.

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Helisson de Jesus Pelegrini gentil traz notícias do marcado imobiliária atua

A PDG Realty recebeu uma proposta de aquisição por parte da SHKP Real Estate Development, uma das maiores incorporadoras de Hong Kong, o que pode marcar o fim da trajetória da empresa no mercado brasileiro. A proposta, não vinculante, prevê a compra de todas as ações da PDG por um valor de US$ 0,017 cada, totalizando US$ 29,6 milhões (aproximadamente R$ 171,7 milhões). A SHKP vê valor nos ativos da PDG, com um grande potencial para futuros lançamentos e alinhamento com sua estratégia de internacionalização, que inclui aquisições e reestruturações de empresas em dificuldades financeiras. A PDG, que foi a maior incorporadora do Brasil em termos de lançamentos, vendas e valor de mercado entre 2010 e 2011, começou a enfrentar sérios problemas financeiros a partir de 2012. A empresa foi impactada por uma combinação de dificuldades operacionais, alta alavancagem e atrasos em obras, o que a levou a entrar com pedido de recuperação judicial em 2017. Durante esse período, tentou lançar uma nova marca, mas não conseguiu recuperar a rentabilidade. Desde então, a PDG tem lutado para se reerguer, mas não conseguiu retomar sua posição no mercado de forma significativa. No terceiro trimestre de 2024, a PDG registrou um prejuízo de R$ 274,4 milhões, o que representa uma piora de 22% em relação ao mesmo período de 2023, quando o prejuízo foi de R$ 225,7 milhões. Esse desempenho reflete a continuidade das dificuldades financeiras da empresa. Agora, a proposta de venda para a SHKP pode ser vista como uma saída para uma empresa que, apesar de ter sido um grande nome no mercado imobiliário brasileiro, não conseguiu superar seus problemas financeiros nos últimos anos. Resumo da operação:Proposta de aquisição: A SHKP, uma gigante imobiliária de Hong Kong, propôs comprar todas as ações da PDG Realty por US$ 29,6 milhões (cerca de R$ 171,7 milhões), o que resultaria no fechamento de capital da empresa. Histórico de dificuldades: A PDG foi uma das maiores incorporadoras do Brasil, mas enfrentou sérias crises financeiras a partir de 2012, incluindo problemas operacionais e atrasos em obras, o que a levou a uma recuperação judicial em 2017. Prejuízos contínuos: Em 2024, a empresa registrou um prejuízo de R$ 274,4 milhões no terceiro trimestre, piorando o resultado do ano anterior, o que evidencia a continuidade de sua crise financeira. Por : Helisson Pelegrini CEO do SmartNews é responsável pela noticias do mercado imobiliário

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Portaria regulamenta regras para Desenrola Pequenos Negócios

Lançado na última segunda-feira (22), o Desenrola Pequenos Negócios, que permitirá a renegociação de dívidas de pequenos negócios e de microempreendedores individuais (MEI), teve as regras regulamentadas nesta sexta-feira (26). O Ministério da Fazenda publicou uma portaria que define a participação dos bancos nas renegociações. Entrarão nas renegociações dívidas vencidas há mais de 90 dias na data de lançamento do programa, na última segunda. Não haverá limites para o valor da dívida nem de tempo máximo de atraso. Segundo o Ministério da Fazenda, isso incentiva a concessão de descontos mais elevados para débitos mais antigos e de valores mais altos. A versão do Desenrola para as micro e pequenas empresas é um dos quatro eixos do Programa Acredita, que pretende ampliar o acesso ao crédito e estimular a economia. Apesar de a renegociação teoricamente ter entrado em vigor na terça-feira (23), dia da publicação da medida provisória, os negócios de menor porte ainda não podiam pedir o refinanciamento porque as regras não estavam regulamentadas. A partir da publicação da portaria, as instituições financeiras podem fazer os últimos ajustes operacionais para começarem as renegociações das dívidas. A previsão é que as renegociações do Desenrola Pequenas Empresas comecem efetivamente na próxima semana. Crédito tributário O programa Desenrola Pequenos Negócios oferece incentivos tributários para que bancos e instituições financeiras renegociem dívidas de pequenas empresas. As instituições que aderirem ao programa terão direito a um crédito presumido de impostos. Não haverá custo para o governo neste ano porque a apuração do crédito presumido poderá ser realizada entre 2025 e 2029. Por meio do crédito presumido, as instituições financeiras têm direito a abater de tributos futuros prejuízos em algum trimestre. A portaria também regulamentou o cálculo desses créditos. Segundo o Ministério da Fazenda, o crédito tributário será calculado com base no menor valor entre o saldo contábil bruto das operações de crédito renegociadas e o saldo contábil dos créditos decorrentes de diferenças temporárias. As diferenças temporárias são despesas ou perdas contábeis que ainda não podem ser deduzidas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), mas que podem ser aproveitadas como crédito tributário no futuro, o que é permitido pela legislação tributária. A concessão de créditos tributários alavanca o capital dos bancos para a concessão de novos empréstimos. Esse incentivo não gera nenhum gasto para 2024, e nos próximos anos o custo máximo estimado em renúncia fiscal é muito baixo, da ordem de R$ 18 milhões em 2025, apenas R$ 3 milhões em 2026, e sem nenhum custo para o governo em 2027.

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AgroBrasília fecha 15ª edição com R$ 5 bilhões em negócios

Encerrada neste final de semana, a AgroBrasília – Feira de Tecnologia e Negócios do Agro registrou crescimento de negócios na ordem de 25%, saltando dos R$ 4 bilhões de 2023 para R$ 5 bilhões este ano. Realizada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF), a exposição de tecnologia e negócios tem foco nos empreendedores rurais de diversos portes e segmentos. Para José Guilherme Brenner, diretor-presidente da AgroBrasília, o resultado expressivo também se traduziu no público presente. “Tivemos quase 600 expositores, um recorde, com 170 mil visitantes. A gente acredita, pelo que conversamos com todos, que vamos chegar aos R$ 5 bilhões de negócios, que é muito significativo”, avaliou, lembrando ainda o caráter tecnológico da exposição. “Também é importante que o produtor esteja aqui presente, olhando as tecnologias, conhecendo, comprando e levando para a propriedade. A gente sabe que através da tecnologia se consegue produzir cada vez mais usando menos recursos. O produtor sabe que não pode ficar atrás. Não há como deixar de participar da corrida tecnológica”, enfatizou. Entusiasta da evolução do agronegócio em Brasília, o empresário Paulo Octávio celebrou os 15 anos da AgroBrasília. “Assisti à inauguração da primeira exposição, há 15 anos, e é uma alegria ver o crescimento do setor aqui no Distrito Federal. Os fundadores de Brasília não poderiam imaginar que o Cerrado Brasileiro seria tão rico e tantos negócios poderiam surgir desta feira aqui na capital”, afirmou. “A AgroBrasília é muito importante, pela geração de empregos, pela economia e pelo crescimento do agronegócio. Brasília hoje exporta, e quero antever que teremos mais negócios externos de produtos brasilienses. Sempre digo que devemos vender o morango de Brasília, que é sensacional, para a Europa e Estados Unidos. Esse é o caminho do produtor rural aqui do DF. Aproveitar esse solo rico e esse clima diferente e produzir cada vez mais”, destacou. A exposição, para ele, além de integrar produtores e indústria, mostra o nível de tecnologia que o Brasil está oferecendo no campo. “É por isso que a produção está aumentando a cada ano. Nós temos um solo maravilhoso e uma produção maravilhosa. Incentivar o agronegócio é fundamental”, destacou. “Hoje a gente vê que o Cerrado é a riqueza do Brasil. E há muita coisa a se descobrir no Brasil”, finalizou. Crescimento tecnológicoEsse boom de tecnologia no campo não é necessariamente uma grande máquina, cheia de recursos, segundo o diretor-presidente da AgroBrasília, José Guilherme Brenner. “Muitas vezes é uma semente ou um material diferente ou ainda uma maneira nova de cultivar. Nós temos aqui um dia dedicado à agricultura sustentável, que mostra novas técnicas”, acrescentou. “Estou trabalhando com agricultura há 30 anos e vi muita coisa mudar. A maneira de plantar mudou, as técnicas mudaram, os maquinários mudaram. A agricultura tem uma coisa curiosa: quando você vê de fora, imagina que é repetitiva. Mas poucos setores são tão dinâmicos e mudam tanto quanto a agricultura, ano após ano. Os desafios vão surgindo e o produtor vai sempre buscando uma solução. A agricultura que se pratica no DF e

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Campos Neto: moeda digital Drex vai reduzir o custo de negócios no Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, avaliou nesta segunda-feira (9) que a criação de uma moeda digital deve ajudar a reduzir a fricção e o custo de registrar e fazer contratos e negócios no Brasil. O regulador trabalha no desenvolvimento do Drex, projeto de moeda digital de banco central (CBDC, na sigla em inglês). “É uma moeda que o formato é muito diferente do que eu vejo por aí, porque entendemos que o principal desafio de fazer a moeda digital era não desintermediar os bancos“, disse Campos Neto, durante fala no XXXIII Encontro de Lisboa entre os bancos centrais dos países de língua portuguesa. A saída foi criar um token emitido por um banco com base em um bloqueio de um depósito. Na visão de Campos Neto, o modelo brasileiro é “mais fácil e melhor” do que as experiências existentes porque não faz a desintermediação bloqueada e ainda insere o conceito de tokenização, o que significa, na prática, que tende a ser mais seguro e moderno. “Isso gera modernização na parte de riscos, asset management, funding, gestão de colateral, então tem uma externalidade positiva muito grande dos bancos passarem a fazer isso“, avaliou Campos Neto. De acordo com ele, o Drex também traz benefícios em termos de regulamentação uma vez que o BC não vai precisar criar uma nova regra para abarcar a moeda digital, que se encaixa na existente. “Entendemos que isso vai gerar uma eficiência não só em termos de regulamentação financeira, mas em toda a parte de registro de contratos“, afirmou o presidente do BC brasileiro, acrescentando que a expectativa é de que o Drex reduza muito o custo de fazer negócios em geral no Brasil.

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Abilio Diniz imprimiu estilo competitivo à vida e aos negócios

Abilio Diniz sempre teve muito gosto por competir. Para muitos que o conheceram, ele era muito mais do que competitivo: era obsessivo. Abilio já era um empresário conhecido na década de 60 quando passou a ser um dos principais pilotos dos tempos românticos do automobilismo brasileiro. Ganhou várias provas com um Alfa Romeo vermelho. Em 1971, foi vice-campeão brasileiro de automobilismo e eleito o “Homem de Vendas” do ano. Deixou o automobilismo, mas nunca deixou de competir, nos esportes e nos negócios. Abilio morreu neste domingo (18) aos 87 anos, vítima de insuficiência respiratória em função de uma pneumonite e será sepultado nesta segunda-feira (19), em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein, na capital paulista, com pneumonia e seu quadro se agravou. O empresário viajou em janeiro para Aspen, no Colorado (EUA), enquanto se recuperava de duas cirurgias no joelho. Ele se sentiu mal e voltou às pressas para o Brasil. Antes disso, fez uma publicação no seu perfil no Instagram quando ainda estava nos Estados Unidos. O empresário disse que, na ocasião, não poderia aproveitar os esportes de inverno na neve devido à sua recuperação. Sua carreira de empresário começou em 1959. Mais velho dos 6 filhos do português Valentim dos Santos Diniz e de sua mulher, Floripes, abriu com o pai o primeiro supermercado Pão de Açúcar no Paraíso, em São Paulo, bairro onde passou a infância. Era na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, ao lado da Doceria Pão de Açúcar, que Valentim abrira em 1948. Valentim tinha chegado ao Brasil em 1929, e Abilio nascera em 28 de dezembro de 1936. Formado em Administração de Empresas pela FGV, Abilio foi estudar Marketing e Economia nos EUA em 1965. Logo depois de sua volta ao Brasil, o Pão de Açúcar já era a maior rede varejista do País. Na década de 70, com a aquisição da Eletroradiobraz, se tornou a maior varejista da América Latina, e inovou ao criar os primeiros hipermercados do País. O grupo seguiu fazendo aquisições, comprando os tradicionais rivais Peg-Pag e Superbom. Nessa época, já tinha negócios em Portugal e Angola. Eram os tempos do chamado “milagre brasileiro“, na fase mais dura da ditadura militar. Ao contrário de outros empresários, que em meados dos anos 70 começaram a pedir a abertura da economia brasileira, Abilio se manteve discreto, falando só de negócios ou algo sobre a inflação, que começava a ser um problema sério da economia e afetar a lucratividade do grupo. Em entrevista ao Estadão, em 1979, disse: “Inflação? Cada um faça sua parte“. Em 1981, foi criada a Companhia Brasileira de Distribuição (CBD) Foi nesse ano que, finalmente, se une ao coro dos que pediam a abertura da economia. Quatro anos depois, chegaria a estar numa lista de possíveis ministros do primeiro governo civil após a queda da ditadura, o de José Sarney. Logo depois sofreu com o congelamento de preços determinado durante o Plano Cruzado. As prateleiras dos supermercados ficavam vazias. Diniz chegou a ser indiciado e acusado de sonegar mercadorias.

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Grupo Voga traz para BSB ecossistema de negócios

A história do Grupo Voga é baseada em um crescente sucesso. Em 2022, o escritório de investimentos foi adquirido pelo BTG Pactual, o que potencializou ainda mais o triunfo do grupo. Atualmente, o Voga conta com mais de R$2,5 bilhões sob custódia, 150 funcionários e cerca de 4.000 clientes. Ainda, trouxe à capital federal um ecossistema de negócios. Para acompanhar o êxito, o grupo foi além e criou um ecossistema com núcleos de negócios especializados em consultoria empresarial, uma gestora de recursos e de seguros, uma plataforma de equity crowdfunding e uma boutique de M&A. Neste ano, em parceria com um grande player de educação nacional, foi criado o Voga Educa, que oferece pós-graduações e seus modelos in Company de educação financeira. Esse é apenas um dos serviços do ecossistema do grupo, também composto pelo Bluemetrix Asset (solução de gestão de patrimônio), Voga Wealth (atendimento para famílias), Blue Bridge (especializada em M&A) e Bridge Hub (equity crowdfunding). Com relação aos planos futuros, os sócios Tiago Alvim, João Victor Beze e Daniel Cambraia afirmam que agregar os benefícios do BTG aos clientes e consolidar Brasília como um novo complexo financeiro estão entre os principais. 

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