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Trump emite ultimatos ao Irã: Cronologia das ameaças de bombardeio ao Estreito de Ormuz e infraestrutura energética

Trump eleva a tensão com o Irã: Ameaças de ataque à infraestrutura energética e cronologia dos ultimatos sobre o Estreito de Ormuz

O presidente Donald Trump intensificou a pressão sobre o Irã, emitindo uma série de ultimatos e ameaças diretas de bombardeio à infraestrutura energética do país. O foco principal das tensões é o Estreito de Ormuz, uma passagem marítima vital por onde escoa cerca de um quinto do petróleo e gás mundial. As declarações de Trump, feitas em redes sociais, geraram preocupação internacional e respostas firmes de Teerã.

As ameaças de Trump incluem ataques a usinas de energia, essenciais para o funcionamento de serviços básicos no Irã, como escolas e hospitais. Tais ações, segundo especialistas, podem configurar crimes de guerra e violar o direito humanitário internacional. Acompanhe a linha do tempo dos prazos impostos por Trump ao Irã em relação ao Estreito de Ormuz, conforme divulgado pelo The New York Times.

21 de março: O primeiro prazo e a ameaça de “obliterar” usinas de energia
Trump deu início a uma série de ultimatos em 21 de março, exigindo que o Irã “ABRISSE TOTALMENTE” o Estreito de Ormuz em 48 horas. Caso contrário, prometeu “obliterar suas várias USINAS DE ENERGIA, COMEÇANDO PELA MAIOR DELAS!”. Em resposta, Ali Mousavi, representante iraniano na Organização Marítima Internacional, afirmou que o estreito “estava aberto a todos”, exceto aos inimigos do país, e autoridades iranianas alertaram sobre retaliação em caso de ataques à infraestrutura energética.

23 de março: Adiantamento do ataque e negociações negadas<br
Dois dias após a primeira ameaça, Trump anunciou que os EUA haviam tido conversas “produtivas” com o Irã e que o Pentágono adiaria qualquer ataque a usinas de energia por cinco dias. No entanto, Teerã negou publicamente a existência de qualquer negociação, contradizendo a versão americana.

26 de março: Novo adiamento e “pausa” na destruição<br
Com as bolsas de valores reagindo negativamente, Trump estendeu o prazo por mais 10 dias, marcando 6 de abril como nova data limite. Ele declarou estar “pausando o período de destruição de Usinas de Energia” a pedido do governo iraniano, uma afirmação que Teerã não confirmou.

30 de março: Progressos e ameaças ampliadas<br
Trump afirmou que “grande progresso” estava sendo feito nas negociações para encerrar a guerra. Contudo, reiterou a ameaça: se não houvesse acordo e o Estreito de Ormuz não fosse “imediatamente” reaberto, os EUA destruiriam todas as usinas de energia, poços de petróleo, a Ilha de Kharg (principal ponto de exportação de petróleo iraniano) e, “possivelmente todas” as plantas de dessalinização do país.

1º de abril: Cessar-fogo e a “Idade da Pedra”<br
Trump declarou que o Irã havia solicitado um cessar-fogo, o que foi prontamente negado pelo Ministério das Relações Exteriores iraniano, classificado como “falsa e sem fundamento”. O presidente americano, nas redes sociais, condicionou a discussão de um cessar-fogo à “abertura, livre e desimpedida” do estreito, e acrescentou que, “Até lá, vamos explodir o Irã até virar poeira ou, como dizem, levá-los de volta à Idade da Pedra!!!”.

4 de abril: “O inferno cairá sobre eles”<br
Pouco antes do prazo estendido expirar, Trump publicou que “o tempo está se esgotando – 48 horas antes de todo o inferno cair sobre eles”. Essa declaração seguiu-se a dias de declarações contraditórias, nas quais ele ora cobrava aliados por falta de engajamento na reabertura do estreito, ora sugeria que a situação se resolveria “naturalmente”.

Novo ultimato em tom ainda mais duro<br
Em 7 de abril, Trump voltou a subir o tom, emitindo um novo ultimato: “Terça-feira será o Dia das Usinas de Energia e o Dia das Pontes, tudo junto, no Irã. Não haverá nada parecido!!!”, escreveu. Ele completou com uma ameaça direta: “Abram essa p***a de Estreito, seus malucos desgraçados, ou vocês vão viver no inferno – É SÓ ESPERAR.” O prazo final foi fixado para “Terça-feira, 20h, horário da Costa Leste!”.

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