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Shakira: g1 lista os 10 álbuns da cantora, do pior ao melhor, antes do show histórico em Copacabana

Shakira, a discografia: g1 coloca os 10 álbuns da cantora na ordem (do pior ao melhor)

Com mais de 35 anos de carreira, Shakira lançou 10 álbuns oficiais de estúdio e vendeu mais de 80 milhões de discos mundialmente. Assim como outros ícones da música pop, a artista colombiana se apresentará na Praia de Copacabana neste sábado (2). O show histórico serve como pretexto para uma análise detalhada de sua discografia, ordenando os 10 álbuns de estúdio, do menos ao mais aclamado.

É importante notar que os dois primeiros discos de Shakira, gravados na Colômbia quando ela tinha 13 e 15 anos, não entram nesta lista específica. A seleção foca nos trabalhos que consolidaram a artista como uma estrela global, abrangendo desde suas fases iniciais até os mais recentes sucessos.

Conforme análise divulgada pelo g1, a jornada musical de Shakira é marcada por uma evolução constante, explorando diversos gêneros e reinventando sua sonoridade ao longo dos anos. Acompanhe o ranking completo e descubra quais álbuns se destacaram mais.

‘Las Viento’ e a transição para o estrelato global

O álbum ‘Las Viento’, lançado em 2009, é considerado um dos pontos mais baixos da discografia de Shakira. O trabalho é criticado por sua falta de carisma e por apresentar um pop eletrônico genérico, com colaborações que não agregam valor. A tentativa de recriar o sucesso de ‘Waka Waka’ com uma nova versão também não foi bem-sucedida, segundo a análise.

Por outro lado, ‘Shakira’, de 2014, marca a consolidação da artista como uma diva internacional. Livre para explorar sua sonoridade sem diluir para agradar um público maior, o disco apresenta faixas como ‘Tortura’, ‘No’ e ‘Día de Enero’. Ele transita entre o rock de seus primórdios e a fusão de reggaeton com ritmos latinos, característica que definiria o restante de sua carreira.

A força do pop latino e a maturidade artística

‘Oral Fixation Vol. 2’, de 2005, é apontado como um álbum que, apesar de ter hits como ‘Hips Don’t Lie’, soa genérico em muitas de suas faixas. O disco, que aborda temas como democracia e fake news, exemplifica a capacidade de Shakira de mesclar letras profundas com batidas pop, embora algumas canções possam ser confundidas com trabalhos de outras artistas pop da época.

‘Fijación Oral Vol. 1’, lançado no mesmo ano, é elogiado pelo vocal inconfundível de Shakira em faixas como ‘La Tortura’, ‘Loca’ e o hino ‘Waka Waka’. O álbum se destaca pela energia e pela diversidade rítmica, mostrando a versatilidade da cantora.

‘El Dorado’, de 2017, é o primeiro álbum após o divórcio de Shakira e traz uma forte influência do reggaeton, com colaborações de peso como Karol G e Cardi B. A análise descreve o disco como uma ‘divertida festa latina empoderada’, repleta de hits dançantes e com uma energia contagiante.

‘Dónde Están los Ladrones?’, de 1998, tem uma história peculiar: Shakira perdeu as letras originais após um roubo no aeroporto, mas reescreveu tudo. O álbum é lembrado como a fase em que a artista foi vendida como a ‘Alanis Morissette latina’, com canções que exploram temas de perda e superação.

Os álbuns que definiram Shakira

‘Ciega, Sonidos y Blindados’, de 2001, é um marco na carreira de Shakira, consolidando-a como popstar global. Faixas como ‘Whenever, Wherever’ e a balada ‘Underneath Your Clothes’ mostram uma artista em ascensão, mas o disco é criticado por sua timidez e arranjos que visavam agradar a todos, faltando um pouco de personalidade única.

‘Loba’, de 2009, emplacou o apelido da cantora, mas é criticado por ter muitas músicas com sonoridade similar à do Black Eyed Peas. Apesar de pouco inspirado em geral, o álbum presenteou os fãs com a bela canção ‘Gypsy’.

‘Pies Descalzos’, de 1995, é considerado o álbum que apresentou a Shakira Isabel de 19 anos ao mundo. Com canções pop rock como ‘Estoy Aquí’ e ‘¿Dónde Estás Corazón?’, o disco marcou o início de sua carreira oficial e demonstrou seu talento como compositora.

O topo do ranking é ocupado por ‘Servicio de Lavandería’, de 2001. Este álbum é celebrado por sua autenticidade e pela mistura de ritmos, consolidando a identidade musical de Shakira. A análise destaca a liberdade criativa da artista neste trabalho, que resultou em um som orgânico e marcante.

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