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Trump acusa Papa Leão 14 de colocar católicos em risco com sua posição sobre o Irã, Vaticano responde

Tensão entre Trump e Papa Leão 14 aumenta após declarações sobre o Irã, com encontro diplomático marcado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou suas críticas ao papa Leão 14, acusando o líder da Igreja Católica de colocar fiéis em risco com sua posição sobre o Irã. Trump afirmou que, na visão do papa, o Irã poderia ter uma arma nuclear, o que ele considera perigoso.

As declarações foram feitas em entrevista a um radialista conservador e se somam a uma série de ataques anteriores do presidente americano, que já chamou o pontífice de fraco e criticou sua postura contrária à guerra. Leão 14, por sua vez, respondeu reafirmando a missão da Igreja de pregar a paz e o Evangelho.

A troca de farpas ocorre em um momento delicado, com o Vaticano anunciando que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, se reunirá com o papa Leão 14 nesta quinta-feira (7) para tentar amenizar as tensões e discutir interesses em comum. A reunião também contará com a presença do cardeal Pietro Parolin, principal diplomata da Santa Sé. Conforme informações divulgadas pela AFP e Reuters, Rubio espera um encontro franco para resolver divergências através do diálogo.

Papa Leão 14 defende a paz e o Evangelho diante das críticas

Em resposta às acusações de Donald Trump, o papa Leão 14 declarou que a missão da Igreja é pregar a paz e o Evangelho. Ele expressou o desejo de ser ouvido pelo valor da palavra de Deus, mesmo que seja criticado por sua postura. O pontífice, que se tornou o primeiro papa americano da história, tem adotado um perfil mais ativo nas últimas semanas, criticando o governo Trump e pedindo o fim dos conflitos.

O cardeal Pietro Parolin reforçou a posição do papa, afirmando que Leão 14 continuará em seu caminho de pregar o Evangelho e a paz, “em tempo oportuno e inoportuno”, citando São Paulo. Ele negou a existência de uma ruptura profunda entre Washington e a Santa Sé.

Encontro diplomático busca reduzir atritos entre EUA e Vaticano

A reunião entre Marco Rubio e o papa Leão 14 é vista como uma oportunidade para restabelecer o diálogo e encontrar pontos de convergência. O embaixador americano no Vaticano, Brian Burch, destacou a importância da fraternidade e do diálogo autêntico para resolver divergências entre nações. Este será o segundo encontro entre Rubio e o pontífice; a primeira vez ocorreu em 2025, quando Rubio e o vice-presidente J. D. Vance participaram da missa de posse de Leão 14 e tiveram uma reunião privada.

Na ocasião, Leão 14 convidou os representantes americanos para visitar a Casa Branca. Após as recentes críticas de Trump, J. D. Vance comentou que o papa deveria ter cuidado ao misturar teologia e guerra, refletindo a divisão de opiniões dentro do próprio governo americano.

Apoio internacional ao Papa e críticas à política de guerra

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, que também se encontrará com Rubio, manifestou apoio ao papa Leão 14, declarando que é correto e normal que o pontífice peça a paz e condene todas as formas de guerra. Meloni, apesar de ter sido uma apoiadora de Trump, tem criticado a política de guerra de Washington e defendido a posição do Vaticano.

A postura do papa Leão 14 em relação ao Irã e à guerra tem gerado debates intensos, mas o Vaticano reafirma seu compromisso com a promoção da paz e a pregação dos valores cristãos, buscando sempre o diálogo e a compreensão mútua, mesmo diante de divergências políticas.

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