Ataques a tiros no centro de Israel deixam um morto e cinco feridos, em episódio classificado como possível terrorismo.
Um homem de 35 anos morreu e outras cinco pessoas ficaram feridas em uma série de ataques a tiros ocorridos neste domingo (7) no centro de Israel, próximo à Cisjordânia ocupada. A polícia classificou o incidente como um suspeito ataque terrorista.
De acordo com a polícia, o principal suspeito dos ataques, um árabe israelense da cidade de Tayibe, também foi morto no local, e uma arma foi encontrada em sua posse. A mídia local também reportou a morte de um segundo suspeito.
As forças policiais foram mobilizadas intensamente na região, com buscas contínuas e um alerta geral para a população. O serviço de ambulâncias de Israel confirmou a morte do homem de 35 anos, vítima de ferimentos por arma de fogo, descrevendo a ação como disparos a partir de um veículo em movimento.
Vítimas e locais dos ataques
Cinco pessoas ficaram feridas em decorrência dos disparos, que ocorreram em três locais próximos. Dentre os feridos, dois apresentavam estado grave. A polícia informou ter localizado o veículo utilizado pelos suspeitos nos ataques.
Os incidentes aconteceram nas imediações da cidade palestina de Qalqilya, na Cisjordânia. O grupo terrorista Hamas divulgou um comunicado elogiando a ação, embora não tenha reivindicado formalmente a autoria dos ataques.
Reações oficiais e busca por mais suspeitos
Em resposta aos ataques, soldados israelenses foram enviados a um dos locais atingidos no centro de Israel e a um assentamento israelense nas proximidades, na Cisjordânia. O gabinete do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu confirmou que ele foi informado sobre os desdobramentos do caso.
O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, manifestou-se sobre o ocorrido, pedindo uma “mudança profunda” na comunidade árabe de Israel. Ele declarou que a comunidade representa um “terreno fértil perigoso e extremista para o terrorismo que cresce e busca destruir o Estado de Israel”, conforme relatado pela mídia.
Investigação e desdobramentos
As autoridades continuam as investigações para determinar a extensão da rede envolvida nos ataques e se há outros suspeitos foragidos. A polícia reforçou o pedido para que a população permaneça em alerta máximo diante da possibilidade de novas ações.





