O movimento body positive emagreceu: como este ativismo perdeu força nos últimos anos?
Há cerca de uma década, o movimento body positive ganhou destaque mundial, promovendo o amor próprio e a aceitação de todos os corpos. No Brasil, o ativismo atingiu seu auge entre 2019 e 2022, influenciando marcas e inspirando muitas pessoas a se sentirem bem consigo mesmas.
Contudo, nos últimos anos, o body positive tem demonstrado sinais de enfraquecimento. Passarelas e campanhas de moda parecem ter reduzido o espaço dado a corpos fora do padrão, e figuras centrais do movimento têm enfrentado críticas após decidirem emagrecer.
Essa perda de força ocorre em um contexto de novas tendências, como a popularização de medicamentos emagrecedores, um discurso crescente contra a diversidade e a saída de ativistas que sentem que o movimento se radicalizou. Conforme informação divulgada pela fonte original, o movimento body positive entrou em crise.
Influenciadoras e a Controvérsia do Emagrecimento
Casos como o da influenciadora americana Thubten Donme e da brasileira Beta Boechat ilustram a polêmica. Ambas, expoentes do body positive, foram criticadas por seguidores após optarem pelo emagrecimento, inclusive por meio de cirurgia bariátrica, como no caso de Beta, que buscava recuperar sua mobilidade devido aos 220 quilos que atingiu.
Beta Boechat relatou que muitos não compreenderam sua defesa do body positive, cobrando-a a seguir uma




