Índio da Cuíca, o mestre do ritmo, lança ‘Zing zing’ em setembro com participações de peso
Cinco anos após seu aclamado álbum de estreia solo, “Malandro 5 estrelas”, Índio da Cuíca está de volta com “Zing zing”. O novo trabalho, com lançamento previsto para 3 de setembro, chega pelo selo QTV, o mesmo que editou seu primeiro disco.
Aos 75 anos, Francisco Tavares Machado, conhecido como Índio da Cuíca, celebra sua trajetória musical com um repertório autoral vibrante. Nascido no Morro do Borel, no Rio de Janeiro, o artista traz em “Zing zing” a essência de sua arte performática, marcada pela habilidade com a cuíca e percussões.
O álbum, que conta com a direção musical e arranjos de Gabriel de Aquino, filho do saudoso João de Aquino, promete ser um marco na carreira de Índio. Com participações de Siba, Ana Frango Elétrico e Juçara Marçal, “Zing zing” é uma celebração da música brasileira em suas diversas vertentes. Conforme divulgado, o disco já desperta grande expectativa no cenário musical.
Gabriel de Aquino assina a direção musical e arranjos de “Zing zing”
Gabriel de Aquino, filho do violonista João de Aquino (1945-2022), assume a responsabilidade pela direção musical e arranjos de “Zing zing”. Ele também contribui com a execução de violão e guitarra em todas as 11 faixas do álbum, adicionando sua expertise para dar forma às composições de Índio da Cuíca.
A direção artística, sob o comando de Bernardo Oliveira e Paulinho Bicolor, destaca o estilo único de Índio da Cuíca. Eles ressaltam a performance do artista como um “malabarista” dos ritmos, evidenciando a originalidade e a força de sua expressão musical.
Colaborações de peso enriquecem o novo álbum de Índio da Cuíca
O álbum “Zing zing” apresenta uma rica tapeçaria de colaborações. A música “Cangalha do boi”, um samba-embolada, conta com a participação especial de Siba. Já “Alguém me chama” traz a voz marcante de Ana Frango Elétrico.
Outro destaque é a inédita “Gracinha”, um samba cedido por Juçara Marçal, que adiciona ainda mais prestígio ao projeto. Essas parcerias demonstram a relevância de Índio da Cuíca no cenário musical contemporâneo.
Repertório autoral e regravações marcam “Zing zing”
O repertório de “Zing zing” é majoritariamente autoral, nascido de gravações brutas de voz e cuíca feitas pelo próprio Índio da Cuíca. Músicas como “Preto velho” e “Toca lúna” são de sua autoria exclusiva.
O álbum também inclui regravações, como o samba-enredo “Magia africana no Brasil e seus mistérios” (1975), de Jorge Machado, da Unidos da Tijuca. A diversidade do repertório reflete a amplitude da carreira e influências de Índio da Cuíca.





