Alaíde Costa celebra 90 anos com álbum que leva nome de composição de Guilherme Arantes e Nando Reis
A renomada cantora Alaíde Costa, aos 90 anos, está prestes a lançar um novo álbum que promete emocionar seus fãs. Previsto para novembro, o trabalho leva o título dramático de “Meu vício na dor de amar demais”, nome de uma composição feita em parceria por Guilherme Arantes e Nando Reis.
Este álbum marca o encerramento de uma trilogia especial para a artista, idealizada por Marcus Preto e Emicida. A obra sucede os aclamados “O que meus calos dizem sobre mim” (2022) e “E o tempo agora quer voar” (2024), consolidando a trajetória recente de Alaíde.
O repertório de “Meu vício na dor de amar demais” inclui não apenas a faixa-título, mas também composições inéditas. Entre elas, destaca-se um samba-canção emocionante de Adriana Calcanhotto, intitulado “A falta que não me faz”. O projeto foi viabilizado com recursos do edital Natura Musical.
Gravações e participações musicais de peso
As gravações do álbum aconteceram no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo. A produção contou com a participação de músicos talentosos, como Fá bio Sá no baixo, Leo Mendes no violão e Pupillo na bateria, garantindo uma sonoridade rica e envolvente para as novas canções de Alaíde Costa.
Arranjos que elevam a emoção
Para complementar a beleza das composições, os arranjos de cordas e metais do álbum foram cuidadosamente orquestrados pelo renomado trombonista Antonio Neves. Sua expertise certamente adicionará camadas de sofisticação e profundidade às interpretações de Alaíde.
Um legado musical em celebração
O lançamento de “Meu vício na dor de amar demais” é mais um capítulo na longa e brilhante carreira de Alaíde Costa. Aos 90 anos, a cantora demonstra vitalidade e um compromisso contínuo com a música brasileira, oferecendo ao público um trabalho que reflete sua maturidade artística e sua paixão pelo samba-canção.
Parceria de destaque no título do álbum
A escolha do título, “Meu vício na dor de amar demais”, uma parceria entre Guilherme Arantes e Nando Reis, já indica o tom melancólico e profundo que permeia o álbum. A música, assim como outras do repertório, promete explorar as complexidades do amor e da saudade, temas caros à obra de Alaíde Costa.




