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Simone Mendes falta em audiência crucial com músico do Tihuana após desabamento de muro em sua obra; veja a destruição

A cantora Simone Mendes não compareceu a uma audiência de conciliação marcada pela Justiça, em um processo movido pelo músico Léo Stuart, integrante da banda Tihuana. O caso envolve danos causados pelo desabamento de muros e estruturas durante uma obra no terreno vizinho ao imóvel do artista, em Barueri, na Grande São Paulo, em novembro de 2024.

A audiência presencial, solicitada pela própria defesa de Simone Mendes, estava agendada para 21 de julho de 2026, mas não ocorreu devido à ausência da cantora e de seus representantes legais. A defesa de Léo Stuart manifestou preocupação com a demora na resolução do processo, especialmente com a proximidade da época de chuvas.

Segundo o advogado de Léo Stuart, Marcelo Fernandes Madruga, a Justiça já solicitou o julgamento do caso com base nas provas apresentadas, e os autos estão em fase de conclusão. A assessoria de Simone Mendes, por sua vez, informou que a obra foi realizada por uma empresa contratada, que seria a responsável pela segurança.

Entenda o desabamento e os danos causados

O incidente ocorreu em novembro de 2024, quando estruturas e muros do imóvel de Léo Stuart cederam durante obras no terreno vizinho, pertencente a Simone Mendes. Água, terra, lama e escombros atingiram a residência do músico, danificando a propriedade, o pomar, o canil e o sistema de abastecimento de água. A lama chegou a invadir a casa.

Conforme a defesa de Stuart, laudos periciais, um criminal e outro cível, apontam para a falta de drenagem e escoamento adequados de águas pluviais na obra de Simone Mendes como as causas do desmoronamento. A casa do músico, que tem cerca de 28 anos, já havia resistido a períodos chuvosos anteriores sem incidentes semelhantes.

Ação judicial e pedido de julgamento

A Justiça determinou a paralisação da obra e a reconstrução das áreas afetadas, mas a defesa de Simone Mendes recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo, sem sucesso. Embargos de declaração também foram rejeitados. Recentemente, um recurso especial foi apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para dar continuidade à discussão.

O valor de R$ 1,3 milhão mencionado no processo, segundo a defesa de Stuart, não é uma indenização já definida, mas sim o valor atribuído à causa, que abrange pedidos de reconstrução e reparação de danos. O montante final dependerá da decisão judicial.

Danos materiais e versão da defesa de Simone Mendes

O advogado de Léo Stuart negou que o piano do músico, avaliado em cerca de R$ 400 mil, tenha sido destruído, afirmando que o instrumento foi apenas atingido pela lama e necessitou de limpeza. Também desmentiu a morte de cachorros, informando que apenas uma carpa morreu após o lago ser atingido pelos detritos.

A defesa de Stuart enfatiza que o objetivo é solucionar a disputa judicialmente, sem transformá-la em uma questão pessoal. Em nota, a assessoria de Simone Mendes classificou o episódio como um incidente ocorrido durante fortes chuvas e reiterou que a obra foi executada por uma empresa terceirizada, responsável pela segurança.

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