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Celebridades

Reinventar: A Verdadeira Musa da Música de Belo Revelada, Nada a Ver com Gracyanne Barbosa ou Viviane Araújo

A origem do hit ‘Reinventar’ de Belo: uma história de amor, briga e homenagem musical A cena de um beijo apaixonado entre Misael (Belo) e Consuelo (Viviane Araújo) na novela ‘Três Graças’ reacendeu o interesse pelo sucesso ‘Reinventar’. A música, um marco na carreira de Belo, viralizou e gerou especulações sobre sua musa inspiradora, com muitos apontando para suas ex-esposas. No entanto, a verdade é surpreendente. Conforme apurado pelo g1, os compositores Wilson Prateado, Jefferson Junior e Umberto Tavares revelaram que a inspiração para ‘Reinventar’ veio de uma situação bem particular: uma briga de casal envolvendo a esposa de Jefferson Junior, Tayana Juliana. A canção, lançada no álbum ‘Primavera’ em 2009, explora a incerteza de um relacionamento em um momento de conflito. A letra reflete a pergunta: o romance se tornaria algo mais sério ou chegaria ao fim? Essa angústia pessoal se transformou em um dos maiores sucessos do pagode. Uma homenagem a Gilberto Gil e uma nova fase para Belo Wilson Prateado, baixista e arranjador da banda de Belo na época, deu um toque especial à música. Ele decidiu criar um refrão que fosse uma **homenagem a um de seus ídolos, Gilberto Gil**. A inspiração veio da trilogia de álbuns de Gilberto Gil iniciada com ‘Refazenda’, ‘Refavela’ e ‘Realce’. Prateado utilizou as palavras ‘recomeçar’, ‘reinventar’ e ‘resplandecer’ para construir o refrão, que se tornou a marca registrada da canção. Essa **reinvenção musical** coincidiu com um momento crucial na carreira de Belo, que buscava um grande hit após um período de afastamento. O álbum ‘Primavera’ marcou uma nova etapa para o cantor, mostrando um lado ainda mais romântico. Além de ‘Reinventar’, o disco trouxe outros sucessos como ‘Perfume’ e ‘Tudo Mudou’, consolidando a capacidade de Belo de se **reinventar** e conquistar o público. O relacionamento de Belo e Viviane Araújo: do auge à separação O namoro entre Belo e Viviane Araújo foi um dos mais midiáticos dos anos 1990 e 2000. O casal, que começou a se relacionar em 1998, chegou a morar junto e trocar declarações de amor públicas, como o pedido de casamento no ‘Planeta Xuxa’ em 2000. As tatuagens com os nomes um do outro eram prova da intensidade do relacionamento. No entanto, a relação enfrentou turbulências, agravadas pela prisão de Belo em 2004. Viviane demonstrou apoio incondicional durante esse período, mas o fim, em 2007, foi cercado por rumores de infidelidade, rapidamente seguidos pelo início do relacionamento de Belo com Gracyanne Barbosa. A **separação** marcou o fim de uma era para o ex-casal. Novos capítulos e reencontros musicais Atualmente, Belo namora a influencer Rayane Figliuzzi, enquanto Viviane Araújo é casada com Guilherme Militão. A música ‘Reinventar’, contudo, continua a ecoar, lembrando a todos que, por vezes, as maiores inspirações surgem de onde menos se espera, impulsionando novas fases e **reinventando** histórias através da arte.

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Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio celebram o samba carioca no álbum ‘Nós por Nós’, unindo vivências e parcerias inéditas

Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio lançam ‘Nós por Nós’, um hino ao samba e à amizade carioca A força da união e a profunda conexão com as raízes do samba carioca se materializam no aguardado álbum ‘Nós por Nós’, fruto da parceria entre Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio. O projeto, que chega às plataformas digitais em 15 de maio, celebra a amizade, a admiração mútua e a resistência cultural através de onze canções inéditas. Gravado no Rio de Janeiro no primeiro trimestre de 2026, o álbum foi cuidadosamente produzido pelos próprios artistas, refletindo suas bagagens e vivências no universo do samba. As letras e melodias são um convite para mergulhar na alma da Cidade Maravilhosa, com suas alegrias, dores e a inabalável força do povo. Conforme informação divulgada, ‘Nós por Nós’ não é apenas um disco, mas um manifesto. Ele reforça o poder da colaboração e da partilha, princípios que ecoam na faixa-título, onde os versos alternam os pronomes para enfatizar a simbiose entre os artistas: “A vida é nós por nós / É nós por nós / Quando o teu clamor ecoa / No cantar da minha voz”. Trajetórias Convergentes no Coração do Samba Leandro Fregonesi, nascido em São Paulo em 1980, encontrou no Rio de Janeiro seu palco para o samba, após passagens por Brasília. Já Raul DiCaprio, carioca de 1981, é cria de Olaria e frequentador assíduo das rodas de samba, incluindo a lendária do Cacique de Ramos. Essa imersão nas rodas cariocas é palpável em faixas como “Arrebol carmim”, “Candeia de mãe”, “Dendê é Mariô”, “Nenhum cofre” e “Tira o samba da gaveta”. As letras de “Tira o samba da gaveta”, por exemplo, capturam a essência do samba que resiste ao tempo e à indiferença: “Traduz na canção a verdade da vida / A dor, o amor, a ilusão, a ferida / E fala de tudo que o mundo não fala / Porque samba bom é o que o tempo não cala”. Este trecho ressoa com a ideologia do “Samba do povo”, demonstrando a profundidade e o compromisso social do projeto. Parcerias e Arranjos que Dão Vida ao Álbum Nove das onze faixas de ‘Nós por Nós’ são frutos da composição exclusiva de Fregonesi e DiCaprio. A canção “Balé de orixá” conta com a participação de Diogo Nogueira como coautor, adicionando uma camada extra de talento. Já “Palácio de ralé”, que em seus versos celebra “o morro onde um pedreiro compõe na viola as mais bonitas canções da escola”, leva as assinaturas de Rafael dos Anjos e Fernando Procópio, além dos dois artistas principais. A sonoridade do álbum é enriquecida pelos arranjos e pela execução dos violões de seis e sete cordas de Vinícius Magalhães, que também figura na capa do disco, em foto de Liz Mara. A produção geral, mixagem e masterização ficaram a cargo do engenheiro de áudio Cesar Fadel, garantindo a **excelência sonora** de ‘Nós por Nós’. ‘Nós por Nós’: Um Manifesto de Resistência e Afeto O título do álbum, “Nós por Nós”,

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Victoria Beckham se pronuncia sobre briga com filho Brooklyn: ‘Sempre tentamos ser os melhores pais’

Victoria Beckham aborda tensão familiar e defende seu papel como mãe após declarações de Brooklyn Peltz Beckham. A renomada estilista e ex-Spice Girl, Victoria Beckham, quebrou o silêncio sobre as recentes declarações de seu filho mais velho, Brooklyn Peltz Beckham, que expôs publicamente desentendimentos familiares. Em sua primeira resposta oficial, Victoria afirmou que ela e o marido, David Beckham, sempre se esforçaram para serem os melhores pais possíveis, buscando proteger seus filhos. Brooklyn utilizou o Instagram em janeiro para divulgar um longo comunicado, acusando os pais de tentarem prejudicar seu relacionamento com a esposa, Nicola Peltz, e de priorizarem a imagem pública da “marca Beckham” acima dos laços familiares. A declaração do filho gerou grande repercussão e especulações sobre a relação entre os pais e o filho. Em entrevista ao jornal americano The Wall Street Journal, Victoria expressou o amor que sente pelos filhos e a dedicação em protegê-los, especialmente considerando a exposição midiática que a família enfrenta há mais de três décadas. A estilista, que recentemente desejou feliz aniversário a Brooklyn nas redes sociais, agora comenta diretamente o conflito, marcando um ponto de virada na forma como a família lida com a exposição de suas questões privadas. Brooklyn detalha supostos conflitos e acusações contra os pais O conflito familiar veio à tona quando Brooklyn Peltz Beckham publicou um comunicado de seis páginas no Instagram, em 19 de janeiro. Ele alegou que se sentiu compelido a responder após os pais terem, segundo ele, “continuado a recorrer à imprensa”. Dentre as acusações, Brooklyn mencionou que sua mãe teria desistido de fazer o vestido de casamento de Nicola Peltz de última hora e que ela teria dançado de forma “muito inapropriada” com ele durante a cerimônia. Adicionalmente, Brooklyn acusou a família de valorizar a “promoção pública e os contratos de publicidade acima de tudo”, afirmando que o “amor familiar é medido por quanto se publica nas redes sociais ou pela rapidez com que se abandona tudo para aparecer e posar em uma foto de família”. Ele também relatou que seus pais tentaram “suborná-lo para assinar a cessão dos direitos ao seu nome” semanas antes do casamento, o que, segundo ele, afetou a receita e a forma como passou a ser tratado. Controvérsias sobre o vestido de noiva e a dança no casamento Uma das alegações mais detalhadas de Brooklyn refere-se ao vestido de casamento de Nicola Peltz. Ele afirma que Victoria Beckham “cancelou a produção do vestido de Nicola na última hora”, forçando a noiva a procurar um novo modelo às pressas. No entanto, Nicola Peltz, em entrevista ao jornal The Times, esclareceu que a estilista percebeu que seu ateliê não conseguiria finalizar o vestido a tempo, após trocas de mensagens. Nicola usou um modelo da grife Valentino no casamento. Outro ponto de discórdia foi a primeira dança de Brooklyn com a esposa. Segundo ele, sua mãe, Victoria, “sequestrou” o momento planejado, dançando “sobre” ele na frente de todos os convidados. Ele descreveu a situação como “muito inapropriada” e que nunca se

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Secretário de Defesa dos EUA cita falso trecho bíblico de Pulp Fiction em evento no Pentágono; vídeo viraliza

Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, cita trecho de Pulp Fiction em pregação no Pentágono O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, causou polêmica ao recitar uma adaptação de um falso trecho bíblico, popularizado pelo filme “Pulp Fiction”, durante um evento religioso no Pentágono. A fala ocorreu nesta quarta-feira (15), em um encontro mensal que reúne militares e seus familiares no auditório do prédio militar. Hegseth, que tem participado ativamente desses cultos nos últimos meses, introduziu a citação revelando que recebeu uma “oração” de um militar em missão no Irã. Ele mencionou que essa oração, conhecida como “CSAR 25:17”, é uma referência a operações de busca e resgate em combate e busca ecoar o versículo bíblico de Ezequiel 25:17. A polêmica se intensificou quando a fala de Hegseth repercutiu nas redes sociais. Críticos apontam a escolha do trecho, que difere significativamente da passagem bíblica original e é conhecido por sua violência no contexto cinematográfico, como inadequada para um evento oficial em uma instituição militar. A situação ocorre em um momento de escalada de críticas do governo Trump a figuras religiosas, como o Papa Leão XIV. A citação inspirada em Pulp Fiction Durante sua pregação, Pete Hegseth recitou a seguinte adaptação: “O caminho do aviador abatido está cercado por todos os lados pelas iniquidades dos egoístas e pela tirania dos homens maus. Bem-aventurado aquele que, em nome da camaradagem e do dever, guia os perdidos pelo vale das trevas, pois ele é verdadeiramente o guardião de seu irmão e o descobridor de crianças perdidas. E eu abaterei sobre ti com grande vingança e ira furiosa aqueles que tentarem capturar e destruir meu irmão. E vocês saberão que meu codinome é Sandy One quando eu exercer minha vingança sobre ti. Amém.” Essa versão é uma clara referência à famosa cena do filme “Pulp Fiction” (1994), de Quentin Tarantino, onde o personagem de Samuel L. Jackson, Jules Winnfield, recita uma prece semelhante antes de um confronto violento. A inspiração para a cena do filme, por sua vez, vem de uma versão modificada de um texto bíblico real e também de um filme japonês de artes marciais. Diferenças com o texto bíblico original É importante notar a distinção entre a citação usada no filme e no Pentágono, e o texto bíblico original. O trecho de “Pulp Fiction” é uma adaptação que se distancia da mensagem original encontrada no livro do profeta Ezequiel. O versículo bíblico real, Ezequiel 25:17, diz: “E executarei grande vingança sobre eles, com repreensões furiosas; e saberão que eu sou o Senhor, quando eu exercer minha vingança sobre eles”. A escolha de Hegseth em utilizar uma citação cinematográfica com conotações violentas, em vez do texto bíblico original, gerou debate sobre a adequação e o simbolismo da mensagem transmitida em um ambiente militar. A repercussão nas redes sociais foi imediata, com muitos usuários criticando a atitude do Secretário. Contexto político e críticas ao Secretário O incidente com Pete Hegseth ocorre em um cenário político delicado. No dia anterior, o

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Marina Lima lança “Opera Grunkie” em homenagem ao irmão, Antonio Cicero, e critica comparações com artistas masculinos

Marina Lima lança “Opera Grunkie” como despedida de seu irmão, Antonio Cicero, e rebate críticas sobre seu trabalho A cantora Marina Lima concedeu uma entrevista reveladora ao g1 Ouviu, onde compartilhou detalhes sobre seu mais recente álbum, “Opera Grunkie”. O disco, segundo a artista, é uma profunda necessidade de se despedir de seu irmão, o poeta Antonio Cicero, falecido em 2024. “Eu precisei fazer esse disco porque era uma necessidade de me despedir dele, de dizer o quanto eu o amava. Cada música tem uma história, e essa era uma parte que eu não tinha como pular”, explicou Marina Lima, ressaltando a carga emocional por trás de cada faixa. A conversa, disponível nas plataformas digitais e redes sociais do g1, também abordou as críticas que o trabalho mais recente da artista tem recebido, e Marina Lima defendeu sua arte como um reflexo de sua jornada pessoal e profissional. Conforme informado pelo g1, a entrevista completa está disponível no g1, YouTube, TikTok e nas plataformas de áudio. A música como forma de expressão e superação Marina Lima descreveu a música como seu principal meio de expressão, comparando-a a um mar onde ela precisa nadar para se expressar. “A minha forma de expressão é através da música. A música é como se fosse o mar para mim. Tudo é um desafio para conseguir nadar e me expressar”, afirmou a cantora. Com uma carreira consolidada de 50 anos, Marina Lima revelou que não tem o hábito de lançar álbuns com regravações. Ela prefere viver o presente e focar em novas criações, a menos que surjam “indagações muito íntimas” que a levem a revisitar o passado. “Eu não tenho necessidade de olhar para trás, a não ser em indagações muito íntimas. Eu vivo o meu presente. Enquanto eu tiver saúde, é isso que me interessa”, comentou. Críticas, Taylor Swift e a liberdade de Anitta A artista também comentou sobre ter cancelado sua assinatura da “Folha de S.Paulo” após uma crítica que definiu “Opera Grunkie” como o pior álbum de sua carreira. Marina Lima acredita que tal julgamento, se fosse dirigido a um artista homem, poderia ser diferente, sugerindo um viés de gênero nas avaliações. “Esse tipo de julgamento dificilmente seria feito se o álbum fosse assinado por um homem”, pontuou. Ao ser questionada sobre artistas contemporâneos, Marina Lima expressou que não se aprofunda nas letras de Taylor Swift, apesar de reconhecer seu talento. “Eu não sou tão ligada às letras da Taylor Swift, por exemplo. Acho ela talentosa, mas as letras são adolescentes”, avaliou. Por outro lado, a cantora exaltou a importância de Anitta para a cultura brasileira e a liberdade estética que ela trouxe. “A Anitta foi muito importante, ela foi a primeira pessoa com essa linguagem do corpo. O trabalho da Anitta foi libertador com essa coisa de falar do corpo. A Anitta meio que liberou minha bunda”, brincou Marina Lima. Ela mencionou que, apesar de não acompanhar muitos artistas atualmente devido ao lançamento do álbum, costuma ouvir nomes como Billie Eilish,

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Marina Lima Abre o Coração no G1 Ouviu: Cantora Revela Detalhes Íntimos de sua Carreira e Vida Pessoal em Entrevista Exclusiva

Marina Lima protagoniza momento imperdível no G1 Ouviu, podcast de música do g1, nesta quinta-feira (16). A artista, conhecida por sua voz inconfundível e letras poéticas, esteve ao vivo, disponível no g1, YouTube e TikTok. A cantora Marina Lima foi a grande estrela da edição desta quinta-feira (16) do podcast G1 Ouviu, uma iniciativa do g1 focada em música. A transmissão ao vivo permitiu que fãs pudessem acompanhar de perto os bastidores e as conversas. Durante o bate-papo, Marina Lima abordou diversos aspectos de sua trajetória artística, desde os primeiros passos na música até os sucessos que marcaram gerações. A entrevista ofereceu um olhar profundo sobre a carreira de uma das maiores intérpretes do Brasil. A participação da cantora no G1 Ouviu foi uma oportunidade única para entender suas inspirações, desafios e a evolução de seu trabalho ao longo dos anos. A conversa foi transmitida simultaneamente pelo g1, YouTube e TikTok, alcançando um público amplo e engajado. Trajetória de Sucessos e Reflexões Pessoais Marina Lima, que há décadas encanta o público com sua arte, compartilhou no G1 Ouviu momentos significativos de sua carreira. A artista relembrou as composições que a consolidaram como um ícone da MPB e falou sobre a importância da música em sua vida. A conversa também tocou em temas mais pessoais, permitindo que os ouvintes conhecessem um pouco mais sobre a mulher por trás da artista. Marina Lima expressou suas opiniões sobre o cenário musical atual e os rumos da indústria. Interação com o Público e Plataformas Digitais A transmissão ao vivo no G1 Ouviu, que incluiu o YouTube e o TikTok, possibilitou uma interação direta com os fãs. Perguntas enviadas pelo público foram respondidas pela cantora, tornando o encontro ainda mais especial. A presença de Marina Lima nas redes sociais e plataformas digitais reforça sua conexão com as novas gerações. O podcast do g1 se mostrou um espaço democrático para essa troca entre artista e admiradores. O Legado de Marina Lima na Música Brasileira A entrevista com Marina Lima no G1 Ouviu serviu como um lembrete do imenso legado que a cantora construiu. Sua obra transcende o tempo, influenciando novos artistas e emocionando diferentes públicos. Os fãs que acompanharam a transmissão tiveram a chance de ouvir de perto as histórias e os pensamentos de uma artista que é sinônimo de talento e autenticidade na música brasileira. A participação de Marina Lima no podcast do g1 foi, sem dúvida, um dos destaques do ano.

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Ebony sobre amadurecimento musical: ‘É só minha moleira fechando’ e defende liberdade artística no rap

Ebony fala sobre “Espero Que Entendam”, amadurecimento e liberdade artística no rap Em entrevista ao g1, a cantora Ebony comentou a repercussão da faixa “Espero Que Entendam”, lançada em 2023, onde ironiza diversos nomes masculinos da cena nacional do rap. A artista defendeu a liberdade artística acima de qualquer julgamento moral sobre as composições. “Fiz músicas brincando com artistas homens que eu já conheço. Eles não responderam porque são inteligentes”, afirmou a rapper durante sua participação no g1 Ouviu em 7 de abril. Ebony também criticou a falta de investimento visual e performático nos palcos. “O problema é que rappers homens não fazem espetáculos. Vou me locomover para ver um cara com um microfone e um sonho apenas?”, questionou a artista, destacando a necessidade de mais engajamento e produção nos shows. Amadurecimento musical e “KM2 (De Luxo)” A artista apontou seu amadurecimento musical, refletido em seu novo álbum, “KM2 (De Luxo)”. O disco traz letras mais políticas e menos focadas no humor. “É só minha moleira fechando”, brincou Ebony. Ela explicou que, ao começar a fazer rap aos 17 anos, seu humor era mais simples, refletindo sua juventude. Agora, aos 25 anos, suas composições mostram um amadurecimento natural. “Não foi proposital, mas é um reflexo disso”, declarou. Liberdade artística e diálogos na cena do rap Ebony defendeu veementemente a liberdade artística, afirmando que “arte é arte” e que não busca ser puritana no rap. “Eu acredito na liberdade artística, estou aqui para defendê-la acima de tudo”, ressaltou. A cantora também compartilhou suas tentativas de organizar diálogos mais estruturados dentro da cena do rap, como grupos para discutir política, mas observou a dificuldade em encontrar receptividade. “A gente ainda está aprendendo a se portar, a ser mais empresarial”, avaliou. Conexões com a MPB e planos futuros Ela relatou ter tido conversas mais abertas sobre música e composição ao frequentar a cena da Música Popular Brasileira (MPB), citando encontros com nomes como Rubel e a possibilidade de um futuro feat com Adriana Calcanhoto. O novo álbum “KM2 (De Luxo)” também conta com uma participação especial de Black Alien, a quem Ebony elogiou como “o maior liricista do Brasil de qualquer gênero”, demonstrando grande respeito pela influência do artista em sua formação musical. A entrevista completa e o episódio do g1 Ouviu com Ebony estão disponíveis nas principais plataformas de áudio, como Spotify e Apple Podcasts.

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MC Poze do Rodo: Nova prisão, acusações de tráfico e o histórico polêmico do funkeiro que abala o Rio de Janeiro

MC Poze do Rodo: O funkeiro que transita entre o sucesso e a polêmica judicial O nome de MC Poze do Rodo voltou a circular nas manchetes nesta quarta-feira (15) com sua prisão em uma operação da Polícia Federal. A ação investiga transações ilegais que ultrapassam a marca de R$ 1,6 bilhão, adicionando mais um capítulo à sua já conturbada relação com a justiça. Este não é o primeiro encontro do artista com as autoridades. Ao longo de sua carreira, Poze do Rodo colecionou passagens por delegacias e se viu envolvido em diversas polêmicas, que vão desde acusações de apologia ao crime até processos por associação ao tráfico. A trajetória do funkeiro é marcada por um tênue equilíbrio entre o sucesso estrondoso e os frequentes problemas legais, que agora ganham um novo e significativo capítulo com a operação da PF. Conforme informação divulgada pela imprensa, o artista foi detido nesta quarta-feira (15). Prisão em Mato Grosso e processo por associação ao tráfico Em 2019, MC Poze do Rodo foi preso em Sorriso, Mato Grosso, após um show. Na ocasião, a polícia encontrou mais de 40 adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, em uma festa com a presença de álcool e drogas. O artista foi acusado de tráfico de drogas, incitação ao crime e corrupção de menores. Recentemente, em abril de 2026, Poze se tornou réu neste caso. Ele aguarda uma audiência marcada para os dias 2 e 3 de junho de 2026, onde responderá pelos crimes de associação para o tráfico com participação de crianças e adolescentes, corrupção de menores e apologia ao crime, conforme noticiado. Ausência em show e prejuízos para produtores Em 2022, o cantor gerou revolta ao não comparecer a um evento em que era atração principal. O anúncio de sua ausência ocorreu com a festa já em andamento, o que levou parte do público a causar danos na estrutura do local, com arremesso de garrafas, saques e quebra de quiosques. MC Poze do Rodo, por sua vez, alegou em suas redes sociais que não havia show agendado para a cidade na data em questão. Contudo, um dos produtores do evento afirmou possuir contrato e comprovantes de pagamento em nome dos representantes do artista, evidenciando a controvérsia. Operação Rifa Limpa e bens apreendidos Em novembro de 2024, MC Poze do Rodo e sua então esposa, Viviane Noronha, foram alvos da Operação Rifa Limpa. A investigação apura um esquema que simulava sorteios da Loteria Federal, mas utilizava um aplicativo com fortes indícios de manipulação. Na época, o cantor informou em vídeo que carros de luxo, celulares e joias haviam sido apreendidos pela polícia. Contudo, em abril de 2025, uma decisão judicial determinou a restituição dos bens apreendidos, incluindo os veículos e joias do artista, como divulgado. Nova prisão em 2025 e música após a soltura Em maio de 2025, Poze foi detido novamente no Rio de Janeiro, sob acusação de apologia ao crime e envolvimento com o tráfico. A polícia sustentou que o cantor teria ligações

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Colar de MC Ryan SP com foto de Pablo Escobar apreendido pela PF: entenda o fascínio pelo traficante colombiano

A imagem de Pablo Escobar no universo do funk: fascínio, ostentação e a linha tênue entre admiração e crime A recente apreensão de um colar com a imagem de Pablo Escobar na residência do funkeiro MC Ryan SP, como parte de uma megaoperação da Polícia Federal, trouxe à tona um fenômeno cultural que intriga muitos: o fascínio que o megatraficante colombiano exerce sobre artistas brasileiros, especialmente no cenário do funk. Mais de três décadas após sua morte, a figura de Escobar parece ter se consolidado como um símbolo de poder e sucesso. A peça apreendida, um pingente dourado em formato do estado de São Paulo com a foto de Pablo Escobar, chamou a atenção por sua ostentação e pela clara demonstração de admiração do artista. MC Ryan SP, com apenas 25 anos, não esconde essa devoção, chegando a usar o colar como foto de perfil em seu canal no YouTube, mesmo que Escobar tenha morrido sete anos antes de seu nascimento. Essa admiração, segundo analistas, pode ser parte de um movimento maior impulsionado pelo gênero de true crime, que tem ganhado popularidade ao retratar figuras criminosas reais. A cultura pop, através de filmes e séries, ressuscitou a imagem de Pablo Escobar, transformando-o em um ícone de sucesso, poder e até mesmo em um sinônimo de

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Anitta: De hits do funk ao candomblé e meditação, conheça a jornada espiritual da cantora com novo álbum ‘Equilibrivm’

Anitta mergulha na espiritualidade com ‘Equilibrivm’: o candomblé, a meditação e a busca pelo equilíbrio Anitta lança nesta quinta-feira (16) seu oitavo álbum de estúdio, ‘Equilibrivm’. Marcado por uma abordagem mais mística e religiosa, o disco transita entre referências ao candomblé, sua religião de fé, e temas como natureza e meditação, sinalizando uma nova fase na carreira da cantora. Apesar de conhecida por letras e clipes com forte apelo profano e sexual, Anitta afirma que ‘Equilibrivm’ equilibra o sagrado e o festivo. A artista, que já explorou o candomblé e outras práticas espirituais ao longo de sua trajetória, convida o público a conhecer essa faceta mais íntima e reflexiva de sua vida. Conforme informações divulgadas, a relação de Anitta com a espiritualidade é antiga. A cantora frequenta terreiros desde a infância, influenciada por seu pai, e consolidou sua conexão em 2013, após o sucesso de “Show das Poderosas”. Desde então, ela é frequentadora do terreiro de seu pai de santo, Sérgio Pina, em Nova Iguaçu. A influência do candomblé na vida e obra de Anitta Em 2020, Anitta declarou em suas redes sociais: “Sempre frequentei [o candomblé e o catolicismo] até me identificar mais com o candomblé e seguir me dedicando o quanto posso dentro da minha rotina. Mas tenho curiosidade, respeito e admiração por todas as religiões e gostaria que todos também tivessem com a minha”. A cantora também revelou ser Ekedi, um posto de destaque no candomblé, sendo o “braço direito” de pais ou mães de santo. Em 2024, Anitta compartilhou sua rotina ligada à religião ao anunciar o clipe de “Aceita”, do álbum “Funk Generation”, gravado em seu terreiro. Na ocasião, ela se identificou como filha de Logun Edé, orixá associado às águas e florestas, conhecido por sua complexidade. “Na tradição do candomblé, eu sou filha de Logun Edé, que é um orixá mega complexo. Sensível e bravo, inteligente e esperto, carinhoso e pragmático”, explicou Anitta. Expansão espiritual: budismo, hinduísmo e a busca pelo autoconhecimento Anitta também expressou ser adepta da “pluralidade de crenças”, demonstrando interesse e respeito pelo budismo e hinduísmo. Essa abertura para diferentes fés reflete sua jornada de autoconhecimento e busca por equilíbrio. Nos últimos anos, a cantora desenvolveu uma forte relação com a cosmoterapeuta Max Tovar, participando de retiros para “imersões” terapêuticas. Esses momentos visam a “limpeza e alinhamento do corpo físico, emocional, mental e astral”, segundo Tovar. Anitta emprestou sua voz para meditações guiadas no lançamento de um livro de Max Tovar em dezembro de 2025. Ela descreve esse período como “zen”, fruto de uma reflexão sobre suas próprias atitudes, buscando abandonar posturas arrogantes e julgadoras em sua vida.

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Reinventar: A Verdadeira Musa da Música de Belo Revelada, Nada a Ver com Gracyanne Barbosa ou Viviane Araújo

A origem do hit ‘Reinventar’ de Belo: uma história de amor, briga e homenagem musical A cena de um beijo apaixonado entre Misael (Belo) e Consuelo (Viviane Araújo) na novela ‘Três Graças’ reacendeu o interesse pelo sucesso ‘Reinventar’. A música, um marco na carreira de Belo, viralizou e gerou especulações sobre sua musa inspiradora, com muitos apontando para suas ex-esposas. No entanto, a verdade é surpreendente. Conforme apurado pelo g1, os compositores Wilson Prateado, Jefferson Junior e Umberto Tavares revelaram que a inspiração para ‘Reinventar’ veio de uma situação bem particular: uma briga de casal envolvendo a esposa de Jefferson Junior, Tayana Juliana. A canção, lançada no álbum ‘Primavera’ em 2009, explora a incerteza de um relacionamento em um momento de conflito. A letra reflete a pergunta: o romance se tornaria algo mais sério ou chegaria ao fim? Essa angústia pessoal se transformou em um dos maiores sucessos do pagode. Uma homenagem a Gilberto Gil e uma nova fase para Belo Wilson Prateado, baixista e arranjador da banda de Belo na época, deu um toque especial à música. Ele decidiu criar um refrão que fosse uma **homenagem a um de seus ídolos, Gilberto Gil**. A inspiração veio da trilogia de álbuns de Gilberto Gil iniciada com ‘Refazenda’, ‘Refavela’ e ‘Realce’. Prateado utilizou as palavras ‘recomeçar’, ‘reinventar’ e ‘resplandecer’ para construir o refrão, que se tornou a marca registrada da canção. Essa **reinvenção musical** coincidiu com um momento crucial na carreira de Belo, que buscava um grande hit após um período de afastamento. O álbum ‘Primavera’ marcou uma nova etapa para o cantor, mostrando um lado ainda mais romântico. Além de ‘Reinventar’, o disco trouxe outros sucessos como ‘Perfume’ e ‘Tudo Mudou’, consolidando a capacidade de Belo de se **reinventar** e conquistar o público. O relacionamento de Belo e Viviane Araújo: do auge à separação O namoro entre Belo e Viviane Araújo foi um dos mais midiáticos dos anos 1990 e 2000. O casal, que começou a se relacionar em 1998, chegou a morar junto e trocar declarações de amor públicas, como o pedido de casamento no ‘Planeta Xuxa’ em 2000. As tatuagens com os nomes um do outro eram prova da intensidade do relacionamento. No entanto, a relação enfrentou turbulências, agravadas pela prisão de Belo em 2004. Viviane demonstrou apoio incondicional durante esse período, mas o fim, em 2007, foi cercado por rumores de infidelidade, rapidamente seguidos pelo início do relacionamento de Belo com Gracyanne Barbosa. A **separação** marcou o fim de uma era para o ex-casal. Novos capítulos e reencontros musicais Atualmente, Belo namora a influencer Rayane Figliuzzi, enquanto Viviane Araújo é casada com Guilherme Militão. A música ‘Reinventar’, contudo, continua a ecoar, lembrando a todos que, por vezes, as maiores inspirações surgem de onde menos se espera, impulsionando novas fases e **reinventando** histórias através da arte.

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Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio celebram o samba carioca no álbum ‘Nós por Nós’, unindo vivências e parcerias inéditas

Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio lançam ‘Nós por Nós’, um hino ao samba e à amizade carioca A força da união e a profunda conexão com as raízes do samba carioca se materializam no aguardado álbum ‘Nós por Nós’, fruto da parceria entre Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio. O projeto, que chega às plataformas digitais em 15 de maio, celebra a amizade, a admiração mútua e a resistência cultural através de onze canções inéditas. Gravado no Rio de Janeiro no primeiro trimestre de 2026, o álbum foi cuidadosamente produzido pelos próprios artistas, refletindo suas bagagens e vivências no universo do samba. As letras e melodias são um convite para mergulhar na alma da Cidade Maravilhosa, com suas alegrias, dores e a inabalável força do povo. Conforme informação divulgada, ‘Nós por Nós’ não é apenas um disco, mas um manifesto. Ele reforça o poder da colaboração e da partilha, princípios que ecoam na faixa-título, onde os versos alternam os pronomes para enfatizar a simbiose entre os artistas: “A vida é nós por nós / É nós por nós / Quando o teu clamor ecoa / No cantar da minha voz”. Trajetórias Convergentes no Coração do Samba Leandro Fregonesi, nascido em São Paulo em 1980, encontrou no Rio de Janeiro seu palco para o samba, após passagens por Brasília. Já Raul DiCaprio, carioca de 1981, é cria de Olaria e frequentador assíduo das rodas de samba, incluindo a lendária do Cacique de Ramos. Essa imersão nas rodas cariocas é palpável em faixas como “Arrebol carmim”, “Candeia de mãe”, “Dendê é Mariô”, “Nenhum cofre” e “Tira o samba da gaveta”. As letras de “Tira o samba da gaveta”, por exemplo, capturam a essência do samba que resiste ao tempo e à indiferença: “Traduz na canção a verdade da vida / A dor, o amor, a ilusão, a ferida / E fala de tudo que o mundo não fala / Porque samba bom é o que o tempo não cala”. Este trecho ressoa com a ideologia do “Samba do povo”, demonstrando a profundidade e o compromisso social do projeto. Parcerias e Arranjos que Dão Vida ao Álbum Nove das onze faixas de ‘Nós por Nós’ são frutos da composição exclusiva de Fregonesi e DiCaprio. A canção “Balé de orixá” conta com a participação de Diogo Nogueira como coautor, adicionando uma camada extra de talento. Já “Palácio de ralé”, que em seus versos celebra “o morro onde um pedreiro compõe na viola as mais bonitas canções da escola”, leva as assinaturas de Rafael dos Anjos e Fernando Procópio, além dos dois artistas principais. A sonoridade do álbum é enriquecida pelos arranjos e pela execução dos violões de seis e sete cordas de Vinícius Magalhães, que também figura na capa do disco, em foto de Liz Mara. A produção geral, mixagem e masterização ficaram a cargo do engenheiro de áudio Cesar Fadel, garantindo a **excelência sonora** de ‘Nós por Nós’. ‘Nós por Nós’: Um Manifesto de Resistência e Afeto O título do álbum, “Nós por Nós”,

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Victoria Beckham se pronuncia sobre briga com filho Brooklyn: ‘Sempre tentamos ser os melhores pais’

Victoria Beckham aborda tensão familiar e defende seu papel como mãe após declarações de Brooklyn Peltz Beckham. A renomada estilista e ex-Spice Girl, Victoria Beckham, quebrou o silêncio sobre as recentes declarações de seu filho mais velho, Brooklyn Peltz Beckham, que expôs publicamente desentendimentos familiares. Em sua primeira resposta oficial, Victoria afirmou que ela e o marido, David Beckham, sempre se esforçaram para serem os melhores pais possíveis, buscando proteger seus filhos. Brooklyn utilizou o Instagram em janeiro para divulgar um longo comunicado, acusando os pais de tentarem prejudicar seu relacionamento com a esposa, Nicola Peltz, e de priorizarem a imagem pública da “marca Beckham” acima dos laços familiares. A declaração do filho gerou grande repercussão e especulações sobre a relação entre os pais e o filho. Em entrevista ao jornal americano The Wall Street Journal, Victoria expressou o amor que sente pelos filhos e a dedicação em protegê-los, especialmente considerando a exposição midiática que a família enfrenta há mais de três décadas. A estilista, que recentemente desejou feliz aniversário a Brooklyn nas redes sociais, agora comenta diretamente o conflito, marcando um ponto de virada na forma como a família lida com a exposição de suas questões privadas. Brooklyn detalha supostos conflitos e acusações contra os pais O conflito familiar veio à tona quando Brooklyn Peltz Beckham publicou um comunicado de seis páginas no Instagram, em 19 de janeiro. Ele alegou que se sentiu compelido a responder após os pais terem, segundo ele, “continuado a recorrer à imprensa”. Dentre as acusações, Brooklyn mencionou que sua mãe teria desistido de fazer o vestido de casamento de Nicola Peltz de última hora e que ela teria dançado de forma “muito inapropriada” com ele durante a cerimônia. Adicionalmente, Brooklyn acusou a família de valorizar a “promoção pública e os contratos de publicidade acima de tudo”, afirmando que o “amor familiar é medido por quanto se publica nas redes sociais ou pela rapidez com que se abandona tudo para aparecer e posar em uma foto de família”. Ele também relatou que seus pais tentaram “suborná-lo para assinar a cessão dos direitos ao seu nome” semanas antes do casamento, o que, segundo ele, afetou a receita e a forma como passou a ser tratado. Controvérsias sobre o vestido de noiva e a dança no casamento Uma das alegações mais detalhadas de Brooklyn refere-se ao vestido de casamento de Nicola Peltz. Ele afirma que Victoria Beckham “cancelou a produção do vestido de Nicola na última hora”, forçando a noiva a procurar um novo modelo às pressas. No entanto, Nicola Peltz, em entrevista ao jornal The Times, esclareceu que a estilista percebeu que seu ateliê não conseguiria finalizar o vestido a tempo, após trocas de mensagens. Nicola usou um modelo da grife Valentino no casamento. Outro ponto de discórdia foi a primeira dança de Brooklyn com a esposa. Segundo ele, sua mãe, Victoria, “sequestrou” o momento planejado, dançando “sobre” ele na frente de todos os convidados. Ele descreveu a situação como “muito inapropriada” e que nunca se

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Secretário de Defesa dos EUA cita falso trecho bíblico de Pulp Fiction em evento no Pentágono; vídeo viraliza

Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, cita trecho de Pulp Fiction em pregação no Pentágono O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, causou polêmica ao recitar uma adaptação de um falso trecho bíblico, popularizado pelo filme “Pulp Fiction”, durante um evento religioso no Pentágono. A fala ocorreu nesta quarta-feira (15), em um encontro mensal que reúne militares e seus familiares no auditório do prédio militar. Hegseth, que tem participado ativamente desses cultos nos últimos meses, introduziu a citação revelando que recebeu uma “oração” de um militar em missão no Irã. Ele mencionou que essa oração, conhecida como “CSAR 25:17”, é uma referência a operações de busca e resgate em combate e busca ecoar o versículo bíblico de Ezequiel 25:17. A polêmica se intensificou quando a fala de Hegseth repercutiu nas redes sociais. Críticos apontam a escolha do trecho, que difere significativamente da passagem bíblica original e é conhecido por sua violência no contexto cinematográfico, como inadequada para um evento oficial em uma instituição militar. A situação ocorre em um momento de escalada de críticas do governo Trump a figuras religiosas, como o Papa Leão XIV. A citação inspirada em Pulp Fiction Durante sua pregação, Pete Hegseth recitou a seguinte adaptação: “O caminho do aviador abatido está cercado por todos os lados pelas iniquidades dos egoístas e pela tirania dos homens maus. Bem-aventurado aquele que, em nome da camaradagem e do dever, guia os perdidos pelo vale das trevas, pois ele é verdadeiramente o guardião de seu irmão e o descobridor de crianças perdidas. E eu abaterei sobre ti com grande vingança e ira furiosa aqueles que tentarem capturar e destruir meu irmão. E vocês saberão que meu codinome é Sandy One quando eu exercer minha vingança sobre ti. Amém.” Essa versão é uma clara referência à famosa cena do filme “Pulp Fiction” (1994), de Quentin Tarantino, onde o personagem de Samuel L. Jackson, Jules Winnfield, recita uma prece semelhante antes de um confronto violento. A inspiração para a cena do filme, por sua vez, vem de uma versão modificada de um texto bíblico real e também de um filme japonês de artes marciais. Diferenças com o texto bíblico original É importante notar a distinção entre a citação usada no filme e no Pentágono, e o texto bíblico original. O trecho de “Pulp Fiction” é uma adaptação que se distancia da mensagem original encontrada no livro do profeta Ezequiel. O versículo bíblico real, Ezequiel 25:17, diz: “E executarei grande vingança sobre eles, com repreensões furiosas; e saberão que eu sou o Senhor, quando eu exercer minha vingança sobre eles”. A escolha de Hegseth em utilizar uma citação cinematográfica com conotações violentas, em vez do texto bíblico original, gerou debate sobre a adequação e o simbolismo da mensagem transmitida em um ambiente militar. A repercussão nas redes sociais foi imediata, com muitos usuários criticando a atitude do Secretário. Contexto político e críticas ao Secretário O incidente com Pete Hegseth ocorre em um cenário político delicado. No dia anterior, o

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Marina Lima lança “Opera Grunkie” em homenagem ao irmão, Antonio Cicero, e critica comparações com artistas masculinos

Marina Lima lança “Opera Grunkie” como despedida de seu irmão, Antonio Cicero, e rebate críticas sobre seu trabalho A cantora Marina Lima concedeu uma entrevista reveladora ao g1 Ouviu, onde compartilhou detalhes sobre seu mais recente álbum, “Opera Grunkie”. O disco, segundo a artista, é uma profunda necessidade de se despedir de seu irmão, o poeta Antonio Cicero, falecido em 2024. “Eu precisei fazer esse disco porque era uma necessidade de me despedir dele, de dizer o quanto eu o amava. Cada música tem uma história, e essa era uma parte que eu não tinha como pular”, explicou Marina Lima, ressaltando a carga emocional por trás de cada faixa. A conversa, disponível nas plataformas digitais e redes sociais do g1, também abordou as críticas que o trabalho mais recente da artista tem recebido, e Marina Lima defendeu sua arte como um reflexo de sua jornada pessoal e profissional. Conforme informado pelo g1, a entrevista completa está disponível no g1, YouTube, TikTok e nas plataformas de áudio. A música como forma de expressão e superação Marina Lima descreveu a música como seu principal meio de expressão, comparando-a a um mar onde ela precisa nadar para se expressar. “A minha forma de expressão é através da música. A música é como se fosse o mar para mim. Tudo é um desafio para conseguir nadar e me expressar”, afirmou a cantora. Com uma carreira consolidada de 50 anos, Marina Lima revelou que não tem o hábito de lançar álbuns com regravações. Ela prefere viver o presente e focar em novas criações, a menos que surjam “indagações muito íntimas” que a levem a revisitar o passado. “Eu não tenho necessidade de olhar para trás, a não ser em indagações muito íntimas. Eu vivo o meu presente. Enquanto eu tiver saúde, é isso que me interessa”, comentou. Críticas, Taylor Swift e a liberdade de Anitta A artista também comentou sobre ter cancelado sua assinatura da “Folha de S.Paulo” após uma crítica que definiu “Opera Grunkie” como o pior álbum de sua carreira. Marina Lima acredita que tal julgamento, se fosse dirigido a um artista homem, poderia ser diferente, sugerindo um viés de gênero nas avaliações. “Esse tipo de julgamento dificilmente seria feito se o álbum fosse assinado por um homem”, pontuou. Ao ser questionada sobre artistas contemporâneos, Marina Lima expressou que não se aprofunda nas letras de Taylor Swift, apesar de reconhecer seu talento. “Eu não sou tão ligada às letras da Taylor Swift, por exemplo. Acho ela talentosa, mas as letras são adolescentes”, avaliou. Por outro lado, a cantora exaltou a importância de Anitta para a cultura brasileira e a liberdade estética que ela trouxe. “A Anitta foi muito importante, ela foi a primeira pessoa com essa linguagem do corpo. O trabalho da Anitta foi libertador com essa coisa de falar do corpo. A Anitta meio que liberou minha bunda”, brincou Marina Lima. Ela mencionou que, apesar de não acompanhar muitos artistas atualmente devido ao lançamento do álbum, costuma ouvir nomes como Billie Eilish,

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Marina Lima Abre o Coração no G1 Ouviu: Cantora Revela Detalhes Íntimos de sua Carreira e Vida Pessoal em Entrevista Exclusiva

Marina Lima protagoniza momento imperdível no G1 Ouviu, podcast de música do g1, nesta quinta-feira (16). A artista, conhecida por sua voz inconfundível e letras poéticas, esteve ao vivo, disponível no g1, YouTube e TikTok. A cantora Marina Lima foi a grande estrela da edição desta quinta-feira (16) do podcast G1 Ouviu, uma iniciativa do g1 focada em música. A transmissão ao vivo permitiu que fãs pudessem acompanhar de perto os bastidores e as conversas. Durante o bate-papo, Marina Lima abordou diversos aspectos de sua trajetória artística, desde os primeiros passos na música até os sucessos que marcaram gerações. A entrevista ofereceu um olhar profundo sobre a carreira de uma das maiores intérpretes do Brasil. A participação da cantora no G1 Ouviu foi uma oportunidade única para entender suas inspirações, desafios e a evolução de seu trabalho ao longo dos anos. A conversa foi transmitida simultaneamente pelo g1, YouTube e TikTok, alcançando um público amplo e engajado. Trajetória de Sucessos e Reflexões Pessoais Marina Lima, que há décadas encanta o público com sua arte, compartilhou no G1 Ouviu momentos significativos de sua carreira. A artista relembrou as composições que a consolidaram como um ícone da MPB e falou sobre a importância da música em sua vida. A conversa também tocou em temas mais pessoais, permitindo que os ouvintes conhecessem um pouco mais sobre a mulher por trás da artista. Marina Lima expressou suas opiniões sobre o cenário musical atual e os rumos da indústria. Interação com o Público e Plataformas Digitais A transmissão ao vivo no G1 Ouviu, que incluiu o YouTube e o TikTok, possibilitou uma interação direta com os fãs. Perguntas enviadas pelo público foram respondidas pela cantora, tornando o encontro ainda mais especial. A presença de Marina Lima nas redes sociais e plataformas digitais reforça sua conexão com as novas gerações. O podcast do g1 se mostrou um espaço democrático para essa troca entre artista e admiradores. O Legado de Marina Lima na Música Brasileira A entrevista com Marina Lima no G1 Ouviu serviu como um lembrete do imenso legado que a cantora construiu. Sua obra transcende o tempo, influenciando novos artistas e emocionando diferentes públicos. Os fãs que acompanharam a transmissão tiveram a chance de ouvir de perto as histórias e os pensamentos de uma artista que é sinônimo de talento e autenticidade na música brasileira. A participação de Marina Lima no podcast do g1 foi, sem dúvida, um dos destaques do ano.

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Ebony sobre amadurecimento musical: ‘É só minha moleira fechando’ e defende liberdade artística no rap

Ebony fala sobre “Espero Que Entendam”, amadurecimento e liberdade artística no rap Em entrevista ao g1, a cantora Ebony comentou a repercussão da faixa “Espero Que Entendam”, lançada em 2023, onde ironiza diversos nomes masculinos da cena nacional do rap. A artista defendeu a liberdade artística acima de qualquer julgamento moral sobre as composições. “Fiz músicas brincando com artistas homens que eu já conheço. Eles não responderam porque são inteligentes”, afirmou a rapper durante sua participação no g1 Ouviu em 7 de abril. Ebony também criticou a falta de investimento visual e performático nos palcos. “O problema é que rappers homens não fazem espetáculos. Vou me locomover para ver um cara com um microfone e um sonho apenas?”, questionou a artista, destacando a necessidade de mais engajamento e produção nos shows. Amadurecimento musical e “KM2 (De Luxo)” A artista apontou seu amadurecimento musical, refletido em seu novo álbum, “KM2 (De Luxo)”. O disco traz letras mais políticas e menos focadas no humor. “É só minha moleira fechando”, brincou Ebony. Ela explicou que, ao começar a fazer rap aos 17 anos, seu humor era mais simples, refletindo sua juventude. Agora, aos 25 anos, suas composições mostram um amadurecimento natural. “Não foi proposital, mas é um reflexo disso”, declarou. Liberdade artística e diálogos na cena do rap Ebony defendeu veementemente a liberdade artística, afirmando que “arte é arte” e que não busca ser puritana no rap. “Eu acredito na liberdade artística, estou aqui para defendê-la acima de tudo”, ressaltou. A cantora também compartilhou suas tentativas de organizar diálogos mais estruturados dentro da cena do rap, como grupos para discutir política, mas observou a dificuldade em encontrar receptividade. “A gente ainda está aprendendo a se portar, a ser mais empresarial”, avaliou. Conexões com a MPB e planos futuros Ela relatou ter tido conversas mais abertas sobre música e composição ao frequentar a cena da Música Popular Brasileira (MPB), citando encontros com nomes como Rubel e a possibilidade de um futuro feat com Adriana Calcanhoto. O novo álbum “KM2 (De Luxo)” também conta com uma participação especial de Black Alien, a quem Ebony elogiou como “o maior liricista do Brasil de qualquer gênero”, demonstrando grande respeito pela influência do artista em sua formação musical. A entrevista completa e o episódio do g1 Ouviu com Ebony estão disponíveis nas principais plataformas de áudio, como Spotify e Apple Podcasts.

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MC Poze do Rodo: Nova prisão, acusações de tráfico e o histórico polêmico do funkeiro que abala o Rio de Janeiro

MC Poze do Rodo: O funkeiro que transita entre o sucesso e a polêmica judicial O nome de MC Poze do Rodo voltou a circular nas manchetes nesta quarta-feira (15) com sua prisão em uma operação da Polícia Federal. A ação investiga transações ilegais que ultrapassam a marca de R$ 1,6 bilhão, adicionando mais um capítulo à sua já conturbada relação com a justiça. Este não é o primeiro encontro do artista com as autoridades. Ao longo de sua carreira, Poze do Rodo colecionou passagens por delegacias e se viu envolvido em diversas polêmicas, que vão desde acusações de apologia ao crime até processos por associação ao tráfico. A trajetória do funkeiro é marcada por um tênue equilíbrio entre o sucesso estrondoso e os frequentes problemas legais, que agora ganham um novo e significativo capítulo com a operação da PF. Conforme informação divulgada pela imprensa, o artista foi detido nesta quarta-feira (15). Prisão em Mato Grosso e processo por associação ao tráfico Em 2019, MC Poze do Rodo foi preso em Sorriso, Mato Grosso, após um show. Na ocasião, a polícia encontrou mais de 40 adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, em uma festa com a presença de álcool e drogas. O artista foi acusado de tráfico de drogas, incitação ao crime e corrupção de menores. Recentemente, em abril de 2026, Poze se tornou réu neste caso. Ele aguarda uma audiência marcada para os dias 2 e 3 de junho de 2026, onde responderá pelos crimes de associação para o tráfico com participação de crianças e adolescentes, corrupção de menores e apologia ao crime, conforme noticiado. Ausência em show e prejuízos para produtores Em 2022, o cantor gerou revolta ao não comparecer a um evento em que era atração principal. O anúncio de sua ausência ocorreu com a festa já em andamento, o que levou parte do público a causar danos na estrutura do local, com arremesso de garrafas, saques e quebra de quiosques. MC Poze do Rodo, por sua vez, alegou em suas redes sociais que não havia show agendado para a cidade na data em questão. Contudo, um dos produtores do evento afirmou possuir contrato e comprovantes de pagamento em nome dos representantes do artista, evidenciando a controvérsia. Operação Rifa Limpa e bens apreendidos Em novembro de 2024, MC Poze do Rodo e sua então esposa, Viviane Noronha, foram alvos da Operação Rifa Limpa. A investigação apura um esquema que simulava sorteios da Loteria Federal, mas utilizava um aplicativo com fortes indícios de manipulação. Na época, o cantor informou em vídeo que carros de luxo, celulares e joias haviam sido apreendidos pela polícia. Contudo, em abril de 2025, uma decisão judicial determinou a restituição dos bens apreendidos, incluindo os veículos e joias do artista, como divulgado. Nova prisão em 2025 e música após a soltura Em maio de 2025, Poze foi detido novamente no Rio de Janeiro, sob acusação de apologia ao crime e envolvimento com o tráfico. A polícia sustentou que o cantor teria ligações

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Colar de MC Ryan SP com foto de Pablo Escobar apreendido pela PF: entenda o fascínio pelo traficante colombiano

A imagem de Pablo Escobar no universo do funk: fascínio, ostentação e a linha tênue entre admiração e crime A recente apreensão de um colar com a imagem de Pablo Escobar na residência do funkeiro MC Ryan SP, como parte de uma megaoperação da Polícia Federal, trouxe à tona um fenômeno cultural que intriga muitos: o fascínio que o megatraficante colombiano exerce sobre artistas brasileiros, especialmente no cenário do funk. Mais de três décadas após sua morte, a figura de Escobar parece ter se consolidado como um símbolo de poder e sucesso. A peça apreendida, um pingente dourado em formato do estado de São Paulo com a foto de Pablo Escobar, chamou a atenção por sua ostentação e pela clara demonstração de admiração do artista. MC Ryan SP, com apenas 25 anos, não esconde essa devoção, chegando a usar o colar como foto de perfil em seu canal no YouTube, mesmo que Escobar tenha morrido sete anos antes de seu nascimento. Essa admiração, segundo analistas, pode ser parte de um movimento maior impulsionado pelo gênero de true crime, que tem ganhado popularidade ao retratar figuras criminosas reais. A cultura pop, através de filmes e séries, ressuscitou a imagem de Pablo Escobar, transformando-o em um ícone de sucesso, poder e até mesmo em um sinônimo de

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Anitta: De hits do funk ao candomblé e meditação, conheça a jornada espiritual da cantora com novo álbum ‘Equilibrivm’

Anitta mergulha na espiritualidade com ‘Equilibrivm’: o candomblé, a meditação e a busca pelo equilíbrio Anitta lança nesta quinta-feira (16) seu oitavo álbum de estúdio, ‘Equilibrivm’. Marcado por uma abordagem mais mística e religiosa, o disco transita entre referências ao candomblé, sua religião de fé, e temas como natureza e meditação, sinalizando uma nova fase na carreira da cantora. Apesar de conhecida por letras e clipes com forte apelo profano e sexual, Anitta afirma que ‘Equilibrivm’ equilibra o sagrado e o festivo. A artista, que já explorou o candomblé e outras práticas espirituais ao longo de sua trajetória, convida o público a conhecer essa faceta mais íntima e reflexiva de sua vida. Conforme informações divulgadas, a relação de Anitta com a espiritualidade é antiga. A cantora frequenta terreiros desde a infância, influenciada por seu pai, e consolidou sua conexão em 2013, após o sucesso de “Show das Poderosas”. Desde então, ela é frequentadora do terreiro de seu pai de santo, Sérgio Pina, em Nova Iguaçu. A influência do candomblé na vida e obra de Anitta Em 2020, Anitta declarou em suas redes sociais: “Sempre frequentei [o candomblé e o catolicismo] até me identificar mais com o candomblé e seguir me dedicando o quanto posso dentro da minha rotina. Mas tenho curiosidade, respeito e admiração por todas as religiões e gostaria que todos também tivessem com a minha”. A cantora também revelou ser Ekedi, um posto de destaque no candomblé, sendo o “braço direito” de pais ou mães de santo. Em 2024, Anitta compartilhou sua rotina ligada à religião ao anunciar o clipe de “Aceita”, do álbum “Funk Generation”, gravado em seu terreiro. Na ocasião, ela se identificou como filha de Logun Edé, orixá associado às águas e florestas, conhecido por sua complexidade. “Na tradição do candomblé, eu sou filha de Logun Edé, que é um orixá mega complexo. Sensível e bravo, inteligente e esperto, carinhoso e pragmático”, explicou Anitta. Expansão espiritual: budismo, hinduísmo e a busca pelo autoconhecimento Anitta também expressou ser adepta da “pluralidade de crenças”, demonstrando interesse e respeito pelo budismo e hinduísmo. Essa abertura para diferentes fés reflete sua jornada de autoconhecimento e busca por equilíbrio. Nos últimos anos, a cantora desenvolveu uma forte relação com a cosmoterapeuta Max Tovar, participando de retiros para “imersões” terapêuticas. Esses momentos visam a “limpeza e alinhamento do corpo físico, emocional, mental e astral”, segundo Tovar. Anitta emprestou sua voz para meditações guiadas no lançamento de um livro de Max Tovar em dezembro de 2025. Ela descreve esse período como “zen”, fruto de uma reflexão sobre suas próprias atitudes, buscando abandonar posturas arrogantes e julgadoras em sua vida.

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