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Celebridades

Streamer Lodk se Arrepende Após Perder Dedo Anelar em Grade do Rock in Rio: ‘Preferia ter todos os dedos’

Streamer Lodk lamenta perda de dedo anelar em grade próxima ao Rock in Rio e promete mais cautela em lives O streamer Adalton Rodrigues Junior, conhecido como Lodk, expressou profundo arrependimento após perder o dedo anelar da mão direita em uma grade nos arredores do Rock in Rio. O incidente ocorreu enquanto ele realizava uma transmissão ao vivo, no formato IRL (In Real Life), com o objetivo de mostrar possíveis falhas de segurança do evento. Lodk, que já recebeu alta hospitalar após passar por cirurgia, disse ao g1 que, apesar de tentar manter o bom humor, preferia ter todos os seus dedos. A declaração marca um momento de reflexão para o influenciador, que busca transformar o ocorrido em aprendizado para suas futuras produções de conteúdo. A ação que resultou no acidente, conforme divulgado pelo g1, envolvia a busca por vulnerabilidades no perímetro da Cidade do Rock. Lodk e um amigo, que possuíam ingressos para o festival, decidiram explorar a área externa em busca de conteúdo para seus seguidores, o que acabou culminando na grave lesão. O acidente durante a live O influenciador relatou que o dedo anelar ficou preso em uma grade enquanto ele tentava filmar uma área sem vigilância, perto de um posto de gasolina. O anel que usava no dedo, um presente recebido durante uma live no Paraguai, foi o principal fator que causou o aprisionamento. Ele descreveu o momento como algo que aconteceu ao vivo, sem sentir dor imediata, percebendo a gravidade apenas quando seu amigo alertou. “Meu amigo disse: ‘Seu dedo está preso na grade’. Pedi para ele pegar meu dedo, falei com a segurança e saí dali de mototáxi”, contou Lodk ao g1. Ele foi levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, onde passou por cirurgia e recebeu alta no mesmo dia. Foi a primeira vez que o streamer precisou de uma intervenção cirúrgica. Reflexão e mudança de postura Apesar do incidente, Lodk busca manter o otimismo e já fez piadas sobre o ocorrido nas redes sociais, inclusive promovendo uma

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Rio de Janeiro Volta ao Estágio 1 Pós-Rock in Rio: Fim da Operação Especial e Alívio no Trânsito da Barra Olímpica

Rio de Janeiro retorna ao Estágio 1 após Rock in Rio e clima melhor O Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio (COR-Rio) anunciou que o município do Rio de Janeiro retornou ao Estágio 1 de sua operação nesta terça-feira (8), às 6h30. Essa mudança sinaliza o fim das ações emergenciais e a normalização da rotina da cidade. A decisão de retornar ao Estágio 1 foi tomada após o encerramento da operação especial implementada para os primeiros quatro dias do Rock in Rio e a diminuição da intensidade das chuvas que afetaram a região. Durante o período do festival, a cidade esteve em um estágio operacional diferenciado. Essa medida especial foi necessária não apenas pela realização do Rock in Rio, mas também em função das condições meteorológicas. Conforme informação divulgada pelo COR-Rio, o retorno ao Estágio 1 indica a ausência de ocorrências de grande impacto na vida dos cariocas, permitindo a retomada da normalidade. Fim da Operação Especial do Rock in Rio O Rio de Janeiro havia entrado em Estágio 2 ao meio-dia de sexta-feira (4). Essa elevação de estágio foi motivada pela operação especial montada para o festival, que incluiu uma série de medidas como bloqueios de trânsito, alterações no transporte público e antecipação do horário de saída em repartições públicas. A operação mobilizou diversos órgãos da Prefeitura do Rio, focando em ações de ordenamento e interdições de vias na Barra Olímpica, área onde se localiza o Parque Olímpico. O objetivo era garantir a segurança e a fluidez para os milhares de foliões que compareceram ao evento. Trânsito Liberado no Entorno do Parque Olímpico Com o fim da operação especial de trânsito, as vias no entorno do Parque Olímpico foram totalmente liberadas para o tráfego de veículos. Essa liberação representa um alívio significativo para os moradores e trabalhadores da região da Barra da Tijuca. O Estágio 1, para o qual a cidade retornou, é o nível mais baixo de alerta operacional. Ele indica que a rotina da população não está sendo afetada por eventos de grande magnitude, permitindo que as atividades cotidianas transcorram sem maiores transtornos. Condições Meteorológicas Contribuíram para a Normalização Além do fim das atividades do Rock in Rio, a redução da intensidade dos núcleos de chuva que atuavam na cidade também foi um fator crucial para o retorno ao Estágio 1. As condições climáticas adversas haviam adicionado um elemento de imprevisibilidade à operação. A Prefeitura do Rio, através do COR-Rio, monitora constantemente as condições da cidade para ajustar os níveis de operação conforme a necessidade. O Estágio 1 é o indicador de que a cidade opera em sua normalidade, sem demandas emergenciais significativas. O Que Significa o Estágio 1 O Estágio 1, para o qual o Rio de Janeiro retornou, significa que não há ocorrências de grande impacto que afetem a rotina da população. Isso abrange desde situações de trânsito até questões meteorológicas ou eventos de grande porte que demandem atenção especial. A volta ao Estágio 1 é um sinal positivo para a cidade,

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Roupa Nova Volta ao Rock in Rio Após 35 Anos com Guilherme Arantes e Celebra Trilha Sonora de Novelas

Roupa Nova encanta público no Rock in Rio com show nostálgico e participação especial de Guilherme Arantes O Rock in Rio 2023 foi palco de um reencontro especial nesta segunda-feira (7), com o Roupa Nova retornando ao festival após 35 anos. A banda, que marcou presença em todas as edições desde 1985 com a música tema do evento, subiu ao Palco Sunset para uma apresentação que celebrou a rica trajetória musical do grupo e sua forte ligação com as trilhas sonoras de novelas brasileiras. A convite do Roupa Nova, o cantor Guilherme Arantes, um entusiasta do retorno da banda ao festival, fez sua estreia no Rock in Rio aos 73 anos. Com mais de 50 anos de carreira, Arantes, autor de hits como “Meu Mundo e Nada Mais” e “Planeta Água”, dividiu o palco em um momento memorável. Conforme divulgado, a apresentação foi uma verdadeira viagem pela memória afetiva da TV brasileira, unindo a força do Roupa Nova, com mais de 30 músicas em novelas, e Guilherme Arantes, com mais de 20 canções que embalaram histórias de personagens. A expectativa era alta para um show que prometia resgatar clássicos e emoções. Uma celebração de sucessos e novelas O show começou com “Sapato Velho”, presente no disco de estreia do grupo em 1981 e na novela “Roque Santeiro”, emendando com “Linda Demais”, que integrou a trilha sonora de “Corpo a Corpo”. O público foi ao delírio com “Dona”, outro grande sucesso de “Roque Santeiro”, e cantou junto com “Chama” (“Que Rei Sou Eu?”) e “A Viagem”, da novela homônima. A banda também presenteou os fãs com a versão roqueira de “Maria Maria” (“Caminhos do Coração”), “Volta pra Mim” (primeira versão de “Ti Ti Ti”) e “Coração Pirata” (“Rainha da Sucata”). A icônica trilha do próprio Rock in Rio e o “Tema da Vitória” foram apresentados antes da entrada do convidado especial. Guilherme Arantes brilha em sua estreia no festival Recebido com efusivas ovasções, Guilherme Arantes subiu ao palco para interpretar “Cheia de Charme”, tema da novela “Cheias de Charme”. Ele expressou sua emoção: “Um sonho estar aqui”, antes de emendar seu hit “Lindo Balão Azul”, trilha do especial infantil “Pirlimpimpim”, que fez o público pular. A participação de Arantes, embora descrita por ele como pequena, adicionou um tempero especial à apresentação. A parceria entre o cantor e o Roupa Nova não é nova, com ambos já tendo gravado juntos e membros da banda participado de arranjos de faixas solo de Guilherme, fortalecendo ainda mais a conexão musical. Emoção e chuva marcam o encerramento O encerramento do show, com “Whisky a Go Go”, prometia ser um grande baile dançante, mas foi surpreendido pela chuva que começou a cair, forçando o público a se proteger. Antes disso, em um momento de emoção, Fábio Nestares, vocalista que assumiu o posto de Paulinho após seu falecimento em 2020, dedicou o final da apresentação ao saudoso cantor: “Paulinho, é tudo pra você”. A ausência de uma homenagem mais elaborada a Paulinho, que completaria 74 anos no

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Emmy Awards 2026: Brasileiro Miguel Gandelman Brilha e ‘The Pitt’ Conquista Múltiplas Estatuetas nas Categorias Técnicas

Emmy Awards 2026: Conheça os Primeiros Vencedores das Categorias Técnicas e o Destaque Brasileiro A Academia de Artes e Ciências Televisivas deu o pontapé inicial para o Emmy Awards 2026, anunciando neste fim de semana os vencedores de 102 categorias técnicas. A premiação, que se estendeu pelo sábado e domingo, já celebra a excelência em diversas áreas da produção televisiva. Entre os grandes nomes que subiram ao palco virtual para receber suas estatuetas, destacam-se a série “The Pitt”, que acumulou impressionantes três prêmios, e o talento brasileiro de Miguel Gandelman, reconhecido por sua brilhante direção musical no show de Bad Bunny no Super Bowl de 2025. Os resultados foram divulgados conforme informação da Academia de Artes e Ciências Televisivas. A expectativa agora se volta para a cerimônia principal, marcada para a próxima segunda-feira, dia 14, quando serão anunciados os ganhadores das categorias mais cobiçadas. A lista completa dos premiados técnicos já demonstra a diversidade e a qualidade do conteúdo televisivo atual. “The Pitt” é um dos Grandes Destaques da Noite Técnica A série “The Pitt” provou seu valor nas categorias técnicas, garantindo vitórias significativas. A produção foi premiada em Melhor Elenco em Série Dramática, Melhor Maquiagem com Próteses pelo episódio “9:00 P.M.”, e também levou o prêmio de Melhor Música e Letra Originais pela canção “Need Someone” do episódio “12:00 P.M.”. Miguel Gandelman Celebra Vitória Histórica no Emmy O Brasil tem motivos de sobra para comemorar com a vitória de Miguel Gandelman na categoria de Melhor Direção Musical. O reconhecimento veio pelo espetacular show de Bad Bunny no Super Bowl de 2025, um marco para a música e para a representatividade brasileira em premiações internacionais de grande porte. Diversidade de Gêneros e Talentos Premiados A cerimônia técnica do Emmy Awards 2026 abrangeu uma vasta gama de categorias, premiando produções de diferentes gêneros. Séries como “Widow’s Bay” se destacaram em múltiplas frentes, incluindo Melhor Elenco em Série de Comédia e Melhor Design de Produção para Programa Narrativo (Meia Hora). A lista de vencedores também inclui reconhecimento para “Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette” em Melhor Elenco em Minissérie, e “Fallout” em Melhor Design de Produção para Programa Narrativo de Época ou Fantasia. Reconhecimento em Efeitos, Figurinos e Direção A qualidade visual e a inovação em efeitos especiais foram amplamente celebradas. “Spider-Noir” foi um dos recordistas em efeitos, com vitórias em Melhor Coordenação de Dublês em Série de Comédia, Melhor Design de Abertura e Melhores Efeitos Visuais Especiais em um Único Episódio. A série “Stranger Things” também foi reconhecida por seus Melhores Efeitos Visuais Especiais em uma Temporada ou Filme para TV. A atenção aos detalhes em figurinos e maquiagem também foi premiada, com produções como “Palm Royale” e “Margo’s Got Money Troubles” recebendo honrarias. A direção e o roteiro também tiveram seus momentos de glória, com Steven Conrad levando dois prêmios por “DTF St. Louis” em Melhor Direção e Melhor Roteiro para Minissérie. A atuação convidada também foi celebrada, com Shailene Woodley e Ernest Harden Jr. recebendo prêmios

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Rock in Rio 2026: Chuva, Baile de Formatura Pop e Calvin Harris Histórico Marcando o 3º Dia do Festival

Rock in Rio 2026: Terceiro dia vira baile de formatura chuvoso com Calvin Harris e Black Eyed Peas, veja resumo O terceiro dia do Rock in Rio 2026, dedicado ao pop, transformou a Cidade do Rock em um vibrante baile de formatura, mesmo sob forte chuva. O público jovem marcou presença para acompanhar as estrelas pop do festival, em uma atmosfera de celebração e nostalgia. Shows como os de Black Eyed Peas, Nelly e Jota Quest, com seu tributo a Tim Maia, definiram o tom de grande festa comemorativa. Este dia também entrou para a história do Rock in Rio por ter, pela primeira vez, um DJ encerrando o Palco Mundo. Calvin Harris foi a atração principal, liderando um set repleto de sucessos. A data foi a primeira desta edição a registrar ingressos esgotados, com 100 mil bilhetes vendidos, confirmando a força do público pop no festival. Apesar da chuva persistente, que variou entre garoa e temporal, o público não se intimidou. Capas e a energia contagiante dos artistas garantiram a animação, com os fãs se mantendo firmes em frente aos palcos e nas filas das ativações. Conforme informação divulgada pelas fontes, o dia pop foi a primeira data desta edição a ter os ingressos esgotados até agora. Calvin Harris: O DJ que Fechou o Palco Mundo com Histórico Show de Luzes e Sucessos Calvin Harris, nome artístico de Adam Richard Wiles, subiu ao Palco Mundo já na madrugada desta segunda-feira (7), após a meia-noite, e enfrentou um temporal. Ele abriu seu set com “Sweet Nothing”, parceria de 2012 com Florence Welch, faixa do álbum “18 Months”, que o consolidou como um dos maiores hitmakers da música eletrônica pop. O DJ escocês de 42 anos apresentou um show de aproximadamente 1 hora e 30 minutos, uma sequência ininterrupta de sucessos como “Blame”, “Summer”, “Outside”, “Desire” e “Under Control”. A performance contou com lasers, fogo, fogos de artifício e fumaça, além de projeções coloridas nos telões, recriando a atmosfera de uma balada. A frase “comer, dormir, rave e repetir” apareceu nas telas, reforçando a energia da pista de dança. O show, segundo as fontes, foi uma experiência imersiva, como ter dado play na playlist “The Best Of Calvin Harris” do Spotify, mas com uma experiência ao vivo ainda mais intensa. Black Eyed Peas: Festa Nostálgica e Energia Contagiante Apesar da Ausência de Fergie O Black Eyed Peas proporcionou um show alto-astral e levemente caótico, conferindo ao Rock in Rio 2026 um clima de festa nostálgica. O grupo apostou em seus grandes sucessos, como “Let’s Get It Started” e “Boom Boom Pow”, para iniciar a celebração e fazer o público esquecer qualquer ausência. A presença de Fergie, vocalista que saiu do grupo em 2017, ainda pairava no ar, com sua voz marcante nos refrãos que embalaram festas e adolescências no Brasil nos anos 2000. Durante a apresentação, o produtor Papatinho fez uma participação especial, soltando um “Rap da Felicidade” antes do anúncio de uma nova música, “We live up in here”, acompanhada

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Calvin Harris Transforma Rock in Rio em Ibiza com Hits, Fogo e Visual Impactante

Calvin Harris Eletriza Multidão no Rock in Rio com Setlist de Sucessos e Efeitos Visuais Deslumbrantes A madrugada desta segunda-feira (7) foi marcada pela apresentação de Calvin Harris no Palco Mundo do Rock in Rio. Mesmo com chuva intensa, o DJ escocês entregou um show memorável, provando que seu nome tem força para fechar o dia em um dos maiores festivais do mundo. Abrindo com “Sweet Nothing”, parceria de sucesso com Florence Welch, Harris deu o tom do que seria uma noite repleta de hits que marcaram sua carreira e dominaram as paradas globais. O público, que esgotou os ingressos para este domingo (6) antes mesmo do início do dia, estava pronto para a festa. Conforme informação divulgada pelo G1, a aposta do Rock in Rio em um DJ como headliner inédito se mostrou acertada. Calvin Harris, cujo nome verdadeiro é Adam Richard Wiles, comandou o público com uma sequência de sucessos como “Blame”, “Summer”, “Outside”, “Desire” e “Under Control”, transformando o espaço em uma verdadeira balada, similar às de Ibiza. A Conquista do Público Brasileiro A performance de Calvin Harris no Rock in Rio foi um espetáculo à parte. Lasers, fogo, fogos de artifício e muita fumaça emanavam do palco, enquanto telões exibiam projeções coloridas que remetiam às pistas de dança. As palavras “comer, dormir, rave e repetir” piscavam, sintetizando a atmosfera da noite. O DJ, conhecido por sua postura mais reservada, interagiu pouco com a plateia, limitando-se a frases curtas como “se vocês sabem a letra, me deixem ouvir” e “pulem, pulem”. Ao final, deixou o palco sem discursos, deixando a música falar por si só. Um Retorno Triunfal ao Brasil Esta foi a primeira apresentação de Harris no Brasil em mais de dez anos. Em fevereiro deste ano, ele já havia se apresentado em um bloco de pré-Carnaval em São Paulo, onde declarou seu apreço pelo país: “a parada sobre o Brasil é que eles simplesmente sabem como se divertir”. O sucesso de Calvin Harris no Brasil é tão grande que seu hit “How Deep Is Your Love” (2015) ganhou uma versão brega intitulada “Foi Logo Amor”, interpretada por Raphaela Santos. Essa popularidade local certamente contribuiu para o esgotamento antecipado dos ingressos para o dia de sua apresentação. Hits que Fizeram a Multidão Vibrar A energia do público atingiu o pico durante os sucessos “We Found Love”, “This Is What You Came For” e “Where Have You Been”, colaborações com Rihanna, além de “One Kiss”, com Dua Lipa. A reação foi ensandecida, mostrando a força das músicas do DJ. Apesar de algumas desconfianças sobre a capacidade de um DJ menos comunicativo em empolgar uma multidão, Calvin Harris provou que seus refrões contagiantes e sua presença de palco, com gestos simples como erguer as mãos e balançar o corpo, foram suficientes para criar a atmosfera perfeita de festa, digna de Ibiza, para o público brasileiro.

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Luísa Sonza no Rock in Rio: A pergunta que fez a cantora refletir sobre a ‘caixa’ da música e a percepção dos fãs sobre sua carreira

Luísa Sonza se prepara para um show inesquecível no Rock in Rio, apresentando seu projeto “Bossa Sempre Nova” ao lado do icônico Roberto Menescal. A artista reflete sobre a importância de quebrar barreiras musicais e a percepção de seus fãs sobre sua trajetória artística. O palco do Rock in Rio será palco de uma apresentação singular de Luísa Sonza. A cantora irá estrear seu álbum “Bossa Sempre Nova”, um tributo emocionante ao gênero musical, em uma parceria especial com o lendário Roberto Menescal. Este show promete ser um marco na carreira da artista, explorando novas sonoridades e resgatando clássicos. Em entrevista ao g1, Luísa Sonza abordou os desafios de um espetáculo que foge do convencional, especialmente após uma experiência anterior em um festival brasileiro que resultou em vaias. A cantora demonstrou segurança e maturidade ao discutir a diversidade de público e repertório, ressaltando sua longa trajetória musical. “Sei dessas diferenças de público e de repertório. Modéstia à parte, eu sei muito bem o que fazer, faço isso desde os sete anos e sei puxar o público para onde eu quiser”, afirmou Luísa Sonza, demonstrando confiança em sua capacidade de conduzir o show e conectar-se com a audiência, conforme divulgado pelo g1. A bagagem de palco e a camaleoa da música Durante a conversa, Luísa Sonza compartilhou uma profunda reflexão sobre sua carreira. Ela destacou como a experiência em diversos palcos, desde bandas de casamento até grandes festivais, a transformou em uma artista “camaleônica”, capaz de se adaptar e transitar por diferentes estilos musicais. A cantora explicou que a música, para ela, é a expressão mais pura de sentimentos. Ela se emocionou ao perceber que uma experiência que parecia tão individual desde a infância, como a de tocar em festas de casamento para públicos diversos, agora se manifesta em sua carreira profissional. A música sem “caixas” e a sinceridade com o público Luísa Sonza acredita que seu show no Rock in Rio pode ter um papel fundamental na forma como seus fãs enxergam a música. Ela espera que o público compreenda, gradualmente, que “a música não tem caixa”. A artista enfatizou a importância de não rotular a produção musical e de abraçar a diversidade de gêneros e estilos. A cantora revelou que, por muito tempo, foi mal interpretada, sendo vista como uma artista que “faz de tudo um pouco, então não faz nada”. Luísa Sonza ressalta, no entanto, que sua essência reside na **extrema sinceridade com o que acredita sobre a música e sobre a experiência humana**. Sua jornada, que começou na internet com covers e a levou ao estrelato do pop brasileiro, é marcada por essa busca por autenticidade e pela quebra de paradigmas. O legado de “Bossa Sempre Nova” e a esperança de compreensão O projeto “Bossa Sempre Nova” representa um passo importante na consolidação da **visão musical de Luísa Sonza**, que busca transcender gêneros e conectar pessoas através da emoção. A colaboração com Roberto Menescal, uma lenda da bossa nova, é um testemunho de seu respeito pela história

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Rock in Rio: Péricles homenageia Motown, gravadora de Michael Jackson, com show especial de R&B e soul

Péricles no Palco Sunset: Uma Ponte Sonora Entre o Pagode e a Motown O cantor Péricles se prepara para um momento único no Rock in Rio, no dia 7 de setembro. Ele subirá ao palco Sunset para uma apresentação que promete emocionar o público com clássicos da lendária gravadora Motown, berço de artistas como Michael Jackson, Stevie Wonder e Marvin Gaye. A ideia para este show especial surgiu de forma inusitada, após uma participação de Péricles com o rapper Dexter no festival The Town. O curador do evento, Zé Ricardo, ao presenciar a performance do cantor, que incluiu músicas em inglês, sugeriu a homenagem à Motown, reconhecendo a forte influência do R&B e do soul na música brasileira. Essa conexão musical entre o soul/R&B da Motown e o pagode dos anos 90 não é uma novidade para os fãs de Péricles. O cantor, conhecido por sua voz marcante e versatilidade, já demonstrou em outras ocasiões sua habilidade em transitar por diferentes gêneros musicais, sempre mantendo a essência que o consagrou. Conforme informação divulgada pelo g1, Péricles explicou que, apesar de ser um homem mais analógico e com certa dificuldade em se adaptar à dinâmica de ensaios por videochamada, a preparação para o show tem ocorrido bem. A banda de apoio está trabalhando à distância, e o cantor tem se dedicado a trazer o melhor de cada canção. A Influência da Motown no Pagode Brasileiro Péricles destaca que tanto o pagode dos anos 90 quanto o soul e o R&B da Motown compartilham uma mesma raiz musical. As letras que falam de amor de forma melosa e o swing característico são elementos que se conectam diretamente. O cantor acredita que o show será uma oportunidade de apresentar um diálogo entre músicas negras, mostrando como o pagode brasileiro aprendeu muito com artistas internacionais. Ele cita o Jackson 5, que revelou um jovem Michael Jackson, e grupos como Boyz II Men, além de compositores como Babyface. Um Legado de Inspiração Musical A influência dessas referências na música brasileira é inegável. Péricles menciona compositores brasileiros que dialogaram com essa sonoridade, como Almir Guineto, Jorge Aragão e Arlindo Cruz, mostrando a teia de conexões que moldou o pagode. O objetivo de Péricles é que o público, ao ouvir os sucessos da Motown, possa compreender quem foi Michael Jackson em sua essência e como sua música inspirou gerações. A apresentação no Rock in Rio promete ser um tributo emocionante a esse legado, celebrando a universalidade da música negra. Péricles e a Surpresa no The Town A ideia para o show de homenagem à Motown surgiu após a participação de Péricles no festival The Town em 2025, onde ele se apresentou no palco Quebrada com o rapper Dexter. Essa performance, que incluiu músicas em inglês, chamou a atenção de Zé Ricardo, um dos curadores do Rock in Rio. Zé Ricardo viu na performance de Péricles uma oportunidade de explorar um lado diferente do cantor, sugerindo o modelo de show que agora será apresentado no Rock in Rio.

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G1Plug: Conheça o Robô Humanoide de R$ 200 Mil que Atua como ‘Segurança’ e Atração no Rock in Rio

G1Plug, o Robô Humanoide Que Virou Estrela no Rock in Rio A Cidade do Rock ganhou um novo e inusitado morador: o G1Plug, um robô humanoide de aproximadamente R$ 200 mil. Sua missão principal é atuar como um “segurança” tecnológico, patrulhando áreas de difícil acesso e reforçando o monitoramento do festival. No entanto, o G1, como é carinhosamente chamado, acabou se tornando também uma grande atração, cativando o público com seu visual futurista e sua presença marcante. Apesar do nome similar ao portal de notícias, o robô não possui qualquer vínculo com o G1. A coincidência é apenas uma curiosidade. O G1Plug foi desenvolvido pela empresa Pluginbot com o objetivo de auxiliar equipes de segurança e monitoramento, especialmente em locais considerados críticos ou de risco elevado para profissionais humanos. Esta é a primeira vez que um robô humanoide é empregado em um festival de música no Brasil, segundo a Pluginbot. A tecnologia, no entanto, já havia sido testada com sucesso na edição do Rock in Rio em Lisboa, em junho deste ano, demonstrando sua eficácia em grandes eventos. Tecnologia de Ponta para Segurança Ampliada O G1Plug pesa 35 kg e é equipado com câmeras e sensores avançados, permitindo a realização de uma vigilância autônoma. Todas as informações capturadas são enviadas em tempo real para o Centro de Controle Operacional (CCO) do Rock in Rio. Ségio Ricardo, diretor comercial da Pluginbot, explica que a proposta é reduzir a exposição de profissionais a situações de risco e, ao mesmo tempo, ampliar a capacidade de monitoramento do evento. “O robô vem para auxiliar o trabalho das equipes, fazendo uma pré-análise antes da atuação das pessoas”, afirma Ricardo. Essa capacidade de pré-análise é fundamental para otimizar a resposta das equipes de segurança, garantindo maior agilidade e eficiência em qualquer eventualidade. Design e Funcionalidades Inovadoras O robô possui articulações motorizadas que vão dos pés aos ombros, permitindo uma ampla gama de movimentos. Alguns modelos mais avançados, inclusive, contam com a movimentação individual dos dedos. A autonomia da bateria varia entre 2 e 8 horas, dependendo da atividade que está sendo executada. O equipamento conta com duas câmeras e dois sensores que podem ser integrados a sistemas de monitoramento em tempo real. Fabricado com uma combinação de ferro, alumínio, borracha e outros componentes, o G1Plug chama a atenção pelo seu visual futurista e moderno. “O robô, por si só, já desperta muito interesse. Ele é muito instagramável e chama bastante a atenção das pessoas”, comenta Ségio Ricardo. Essa característica fez com que o G1Plug se tornasse um dos pontos mais fotografados e comentados do festival. Do Monitoramento à Atração Popular Além de sua função primordial de monitorar áreas estratégicas do festival, o G1Plug se destacou como uma verdadeira celebridade no Rock in Rio. O robô atraiu olhares curiosos, gerou filas para fotos e se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. A interação do público com o G1Plug demonstrou que a tecnologia, quando bem aplicada, pode não só garantir a segurança, mas também proporcionar

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Rock in Rio: Chuva infla preço de capas de R$ 3 a R$ 30, que viram moda e protegem do frio carioca

Preços disparam com chuva no Rock in Rio: capas chegam a R$ 30 com ambulantes, mas viram item de moda. A chuva que atingiu o Rock in Rio nos últimos dias transformou um item simples de proteção em uma oportunidade de negócio lucrativa para ambulantes nos arredores da Cidade do Rock. Capas de chuva, que normalmente custam cerca de R$ 10, chegaram a ser vendidas por R$ 30, um aumento de 200%. Enquanto isso, dentro do próprio festival, a loja oficial mantinha o preço de R$ 10 para o mesmo produto. Na internet, modelos descartáveis semelhantes podiam ser encontrados por valores ainda menores, a partir de R$ 3, evidenciando a disparidade de preços. Vendedores ouvidos pelo g1, que preferiram não se identificar, atribuíram o aumento à alta demanda gerada pelo mau tempo. A previsão de mais chuva para os próximos dias sugere que a necessidade e a criatividade em torno desses itens devem continuar. Conforme informação divulgada pelo g1, o público também tem transformado as capas em parte do visual. Ambulantes se aproveitam da chuva e elevam preços de capas A passagem de uma frente fria pelo litoral do Rio de Janeiro foi a responsável pelas condições climáticas adversas que impactaram o festival. O domingo, 6 de setembro, registrou a tarde mais fria do ano na cidade, com termômetros marcando 19,3°C em São Cristóvão, segundo o Alerta Rio. Essa queda na temperatura, combinada com a chuva, impulsionou a procura por capas. Um dos ambulantes, que também oferecia ingressos para o festival, insistia na venda de capas, aceitando até mesmo pagamentos via Pix. Essa prática demonstra a adaptação dos vendedores às novas formas de transação e à urgência dos foliões em se protegerem do clima. Capas de chuva viram acessório de moda no Rock in Rio Dentro da Cidade do Rock, as capas de chuva deixaram de ser apenas um item funcional e passaram a integrar o estilo dos participantes. Em meio à multidão, modelos transparentes e brancos dividiam espaço com peças mais coloridas e com designs diferenciados, que se destacavam no visual geral. Karen Codo, que veio de São Paulo, usava uma capa rosa que já havia utilizado em outro festival para se proteger do frio. Ela viu na peça uma oportunidade de aliar utilidade e moda, combinando-a com o clima do evento. Sua escolha demonstra como os itens de proteção podem se tornar versáteis. Vivian Assunção, participante do Rock in Rio pela primeira vez, chamou a atenção com uma capa roxa. Ela contou que a escolha foi quase aleatória, pois era a única disponível no momento da compra. O item acabou complementando sua camisa com a estampa do cantor Ne-Yo, criando um look inesperado. Previsão de chuva e frio para o feriado exige agasalho e capa A previsão para a segunda-feira, 7 de setembro, feriado da Independência, indica que a chuva deve diminuir de intensidade, mas ainda há possibilidade de pancadas isoladas. Por isso, quem for ao festival deve manter a capa na mochila. A principal atração do Palco

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Streamer Lodk se Arrepende Após Perder Dedo Anelar em Grade do Rock in Rio: ‘Preferia ter todos os dedos’

Streamer Lodk lamenta perda de dedo anelar em grade próxima ao Rock in Rio e promete mais cautela em lives O streamer Adalton Rodrigues Junior, conhecido como Lodk, expressou profundo arrependimento após perder o dedo anelar da mão direita em uma grade nos arredores do Rock in Rio. O incidente ocorreu enquanto ele realizava uma transmissão ao vivo, no formato IRL (In Real Life), com o objetivo de mostrar possíveis falhas de segurança do evento. Lodk, que já recebeu alta hospitalar após passar por cirurgia, disse ao g1 que, apesar de tentar manter o bom humor, preferia ter todos os seus dedos. A declaração marca um momento de reflexão para o influenciador, que busca transformar o ocorrido em aprendizado para suas futuras produções de conteúdo. A ação que resultou no acidente, conforme divulgado pelo g1, envolvia a busca por vulnerabilidades no perímetro da Cidade do Rock. Lodk e um amigo, que possuíam ingressos para o festival, decidiram explorar a área externa em busca de conteúdo para seus seguidores, o que acabou culminando na grave lesão. O acidente durante a live O influenciador relatou que o dedo anelar ficou preso em uma grade enquanto ele tentava filmar uma área sem vigilância, perto de um posto de gasolina. O anel que usava no dedo, um presente recebido durante uma live no Paraguai, foi o principal fator que causou o aprisionamento. Ele descreveu o momento como algo que aconteceu ao vivo, sem sentir dor imediata, percebendo a gravidade apenas quando seu amigo alertou. “Meu amigo disse: ‘Seu dedo está preso na grade’. Pedi para ele pegar meu dedo, falei com a segurança e saí dali de mototáxi”, contou Lodk ao g1. Ele foi levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, onde passou por cirurgia e recebeu alta no mesmo dia. Foi a primeira vez que o streamer precisou de uma intervenção cirúrgica. Reflexão e mudança de postura Apesar do incidente, Lodk busca manter o otimismo e já fez piadas sobre o ocorrido nas redes sociais, inclusive promovendo uma

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Rio de Janeiro Volta ao Estágio 1 Pós-Rock in Rio: Fim da Operação Especial e Alívio no Trânsito da Barra Olímpica

Rio de Janeiro retorna ao Estágio 1 após Rock in Rio e clima melhor O Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio (COR-Rio) anunciou que o município do Rio de Janeiro retornou ao Estágio 1 de sua operação nesta terça-feira (8), às 6h30. Essa mudança sinaliza o fim das ações emergenciais e a normalização da rotina da cidade. A decisão de retornar ao Estágio 1 foi tomada após o encerramento da operação especial implementada para os primeiros quatro dias do Rock in Rio e a diminuição da intensidade das chuvas que afetaram a região. Durante o período do festival, a cidade esteve em um estágio operacional diferenciado. Essa medida especial foi necessária não apenas pela realização do Rock in Rio, mas também em função das condições meteorológicas. Conforme informação divulgada pelo COR-Rio, o retorno ao Estágio 1 indica a ausência de ocorrências de grande impacto na vida dos cariocas, permitindo a retomada da normalidade. Fim da Operação Especial do Rock in Rio O Rio de Janeiro havia entrado em Estágio 2 ao meio-dia de sexta-feira (4). Essa elevação de estágio foi motivada pela operação especial montada para o festival, que incluiu uma série de medidas como bloqueios de trânsito, alterações no transporte público e antecipação do horário de saída em repartições públicas. A operação mobilizou diversos órgãos da Prefeitura do Rio, focando em ações de ordenamento e interdições de vias na Barra Olímpica, área onde se localiza o Parque Olímpico. O objetivo era garantir a segurança e a fluidez para os milhares de foliões que compareceram ao evento. Trânsito Liberado no Entorno do Parque Olímpico Com o fim da operação especial de trânsito, as vias no entorno do Parque Olímpico foram totalmente liberadas para o tráfego de veículos. Essa liberação representa um alívio significativo para os moradores e trabalhadores da região da Barra da Tijuca. O Estágio 1, para o qual a cidade retornou, é o nível mais baixo de alerta operacional. Ele indica que a rotina da população não está sendo afetada por eventos de grande magnitude, permitindo que as atividades cotidianas transcorram sem maiores transtornos. Condições Meteorológicas Contribuíram para a Normalização Além do fim das atividades do Rock in Rio, a redução da intensidade dos núcleos de chuva que atuavam na cidade também foi um fator crucial para o retorno ao Estágio 1. As condições climáticas adversas haviam adicionado um elemento de imprevisibilidade à operação. A Prefeitura do Rio, através do COR-Rio, monitora constantemente as condições da cidade para ajustar os níveis de operação conforme a necessidade. O Estágio 1 é o indicador de que a cidade opera em sua normalidade, sem demandas emergenciais significativas. O Que Significa o Estágio 1 O Estágio 1, para o qual o Rio de Janeiro retornou, significa que não há ocorrências de grande impacto que afetem a rotina da população. Isso abrange desde situações de trânsito até questões meteorológicas ou eventos de grande porte que demandem atenção especial. A volta ao Estágio 1 é um sinal positivo para a cidade,

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Roupa Nova Volta ao Rock in Rio Após 35 Anos com Guilherme Arantes e Celebra Trilha Sonora de Novelas

Roupa Nova encanta público no Rock in Rio com show nostálgico e participação especial de Guilherme Arantes O Rock in Rio 2023 foi palco de um reencontro especial nesta segunda-feira (7), com o Roupa Nova retornando ao festival após 35 anos. A banda, que marcou presença em todas as edições desde 1985 com a música tema do evento, subiu ao Palco Sunset para uma apresentação que celebrou a rica trajetória musical do grupo e sua forte ligação com as trilhas sonoras de novelas brasileiras. A convite do Roupa Nova, o cantor Guilherme Arantes, um entusiasta do retorno da banda ao festival, fez sua estreia no Rock in Rio aos 73 anos. Com mais de 50 anos de carreira, Arantes, autor de hits como “Meu Mundo e Nada Mais” e “Planeta Água”, dividiu o palco em um momento memorável. Conforme divulgado, a apresentação foi uma verdadeira viagem pela memória afetiva da TV brasileira, unindo a força do Roupa Nova, com mais de 30 músicas em novelas, e Guilherme Arantes, com mais de 20 canções que embalaram histórias de personagens. A expectativa era alta para um show que prometia resgatar clássicos e emoções. Uma celebração de sucessos e novelas O show começou com “Sapato Velho”, presente no disco de estreia do grupo em 1981 e na novela “Roque Santeiro”, emendando com “Linda Demais”, que integrou a trilha sonora de “Corpo a Corpo”. O público foi ao delírio com “Dona”, outro grande sucesso de “Roque Santeiro”, e cantou junto com “Chama” (“Que Rei Sou Eu?”) e “A Viagem”, da novela homônima. A banda também presenteou os fãs com a versão roqueira de “Maria Maria” (“Caminhos do Coração”), “Volta pra Mim” (primeira versão de “Ti Ti Ti”) e “Coração Pirata” (“Rainha da Sucata”). A icônica trilha do próprio Rock in Rio e o “Tema da Vitória” foram apresentados antes da entrada do convidado especial. Guilherme Arantes brilha em sua estreia no festival Recebido com efusivas ovasções, Guilherme Arantes subiu ao palco para interpretar “Cheia de Charme”, tema da novela “Cheias de Charme”. Ele expressou sua emoção: “Um sonho estar aqui”, antes de emendar seu hit “Lindo Balão Azul”, trilha do especial infantil “Pirlimpimpim”, que fez o público pular. A participação de Arantes, embora descrita por ele como pequena, adicionou um tempero especial à apresentação. A parceria entre o cantor e o Roupa Nova não é nova, com ambos já tendo gravado juntos e membros da banda participado de arranjos de faixas solo de Guilherme, fortalecendo ainda mais a conexão musical. Emoção e chuva marcam o encerramento O encerramento do show, com “Whisky a Go Go”, prometia ser um grande baile dançante, mas foi surpreendido pela chuva que começou a cair, forçando o público a se proteger. Antes disso, em um momento de emoção, Fábio Nestares, vocalista que assumiu o posto de Paulinho após seu falecimento em 2020, dedicou o final da apresentação ao saudoso cantor: “Paulinho, é tudo pra você”. A ausência de uma homenagem mais elaborada a Paulinho, que completaria 74 anos no

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Emmy Awards 2026: Brasileiro Miguel Gandelman Brilha e ‘The Pitt’ Conquista Múltiplas Estatuetas nas Categorias Técnicas

Emmy Awards 2026: Conheça os Primeiros Vencedores das Categorias Técnicas e o Destaque Brasileiro A Academia de Artes e Ciências Televisivas deu o pontapé inicial para o Emmy Awards 2026, anunciando neste fim de semana os vencedores de 102 categorias técnicas. A premiação, que se estendeu pelo sábado e domingo, já celebra a excelência em diversas áreas da produção televisiva. Entre os grandes nomes que subiram ao palco virtual para receber suas estatuetas, destacam-se a série “The Pitt”, que acumulou impressionantes três prêmios, e o talento brasileiro de Miguel Gandelman, reconhecido por sua brilhante direção musical no show de Bad Bunny no Super Bowl de 2025. Os resultados foram divulgados conforme informação da Academia de Artes e Ciências Televisivas. A expectativa agora se volta para a cerimônia principal, marcada para a próxima segunda-feira, dia 14, quando serão anunciados os ganhadores das categorias mais cobiçadas. A lista completa dos premiados técnicos já demonstra a diversidade e a qualidade do conteúdo televisivo atual. “The Pitt” é um dos Grandes Destaques da Noite Técnica A série “The Pitt” provou seu valor nas categorias técnicas, garantindo vitórias significativas. A produção foi premiada em Melhor Elenco em Série Dramática, Melhor Maquiagem com Próteses pelo episódio “9:00 P.M.”, e também levou o prêmio de Melhor Música e Letra Originais pela canção “Need Someone” do episódio “12:00 P.M.”. Miguel Gandelman Celebra Vitória Histórica no Emmy O Brasil tem motivos de sobra para comemorar com a vitória de Miguel Gandelman na categoria de Melhor Direção Musical. O reconhecimento veio pelo espetacular show de Bad Bunny no Super Bowl de 2025, um marco para a música e para a representatividade brasileira em premiações internacionais de grande porte. Diversidade de Gêneros e Talentos Premiados A cerimônia técnica do Emmy Awards 2026 abrangeu uma vasta gama de categorias, premiando produções de diferentes gêneros. Séries como “Widow’s Bay” se destacaram em múltiplas frentes, incluindo Melhor Elenco em Série de Comédia e Melhor Design de Produção para Programa Narrativo (Meia Hora). A lista de vencedores também inclui reconhecimento para “Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette” em Melhor Elenco em Minissérie, e “Fallout” em Melhor Design de Produção para Programa Narrativo de Época ou Fantasia. Reconhecimento em Efeitos, Figurinos e Direção A qualidade visual e a inovação em efeitos especiais foram amplamente celebradas. “Spider-Noir” foi um dos recordistas em efeitos, com vitórias em Melhor Coordenação de Dublês em Série de Comédia, Melhor Design de Abertura e Melhores Efeitos Visuais Especiais em um Único Episódio. A série “Stranger Things” também foi reconhecida por seus Melhores Efeitos Visuais Especiais em uma Temporada ou Filme para TV. A atenção aos detalhes em figurinos e maquiagem também foi premiada, com produções como “Palm Royale” e “Margo’s Got Money Troubles” recebendo honrarias. A direção e o roteiro também tiveram seus momentos de glória, com Steven Conrad levando dois prêmios por “DTF St. Louis” em Melhor Direção e Melhor Roteiro para Minissérie. A atuação convidada também foi celebrada, com Shailene Woodley e Ernest Harden Jr. recebendo prêmios

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Rock in Rio 2026: Chuva, Baile de Formatura Pop e Calvin Harris Histórico Marcando o 3º Dia do Festival

Rock in Rio 2026: Terceiro dia vira baile de formatura chuvoso com Calvin Harris e Black Eyed Peas, veja resumo O terceiro dia do Rock in Rio 2026, dedicado ao pop, transformou a Cidade do Rock em um vibrante baile de formatura, mesmo sob forte chuva. O público jovem marcou presença para acompanhar as estrelas pop do festival, em uma atmosfera de celebração e nostalgia. Shows como os de Black Eyed Peas, Nelly e Jota Quest, com seu tributo a Tim Maia, definiram o tom de grande festa comemorativa. Este dia também entrou para a história do Rock in Rio por ter, pela primeira vez, um DJ encerrando o Palco Mundo. Calvin Harris foi a atração principal, liderando um set repleto de sucessos. A data foi a primeira desta edição a registrar ingressos esgotados, com 100 mil bilhetes vendidos, confirmando a força do público pop no festival. Apesar da chuva persistente, que variou entre garoa e temporal, o público não se intimidou. Capas e a energia contagiante dos artistas garantiram a animação, com os fãs se mantendo firmes em frente aos palcos e nas filas das ativações. Conforme informação divulgada pelas fontes, o dia pop foi a primeira data desta edição a ter os ingressos esgotados até agora. Calvin Harris: O DJ que Fechou o Palco Mundo com Histórico Show de Luzes e Sucessos Calvin Harris, nome artístico de Adam Richard Wiles, subiu ao Palco Mundo já na madrugada desta segunda-feira (7), após a meia-noite, e enfrentou um temporal. Ele abriu seu set com “Sweet Nothing”, parceria de 2012 com Florence Welch, faixa do álbum “18 Months”, que o consolidou como um dos maiores hitmakers da música eletrônica pop. O DJ escocês de 42 anos apresentou um show de aproximadamente 1 hora e 30 minutos, uma sequência ininterrupta de sucessos como “Blame”, “Summer”, “Outside”, “Desire” e “Under Control”. A performance contou com lasers, fogo, fogos de artifício e fumaça, além de projeções coloridas nos telões, recriando a atmosfera de uma balada. A frase “comer, dormir, rave e repetir” apareceu nas telas, reforçando a energia da pista de dança. O show, segundo as fontes, foi uma experiência imersiva, como ter dado play na playlist “The Best Of Calvin Harris” do Spotify, mas com uma experiência ao vivo ainda mais intensa. Black Eyed Peas: Festa Nostálgica e Energia Contagiante Apesar da Ausência de Fergie O Black Eyed Peas proporcionou um show alto-astral e levemente caótico, conferindo ao Rock in Rio 2026 um clima de festa nostálgica. O grupo apostou em seus grandes sucessos, como “Let’s Get It Started” e “Boom Boom Pow”, para iniciar a celebração e fazer o público esquecer qualquer ausência. A presença de Fergie, vocalista que saiu do grupo em 2017, ainda pairava no ar, com sua voz marcante nos refrãos que embalaram festas e adolescências no Brasil nos anos 2000. Durante a apresentação, o produtor Papatinho fez uma participação especial, soltando um “Rap da Felicidade” antes do anúncio de uma nova música, “We live up in here”, acompanhada

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Calvin Harris Transforma Rock in Rio em Ibiza com Hits, Fogo e Visual Impactante

Calvin Harris Eletriza Multidão no Rock in Rio com Setlist de Sucessos e Efeitos Visuais Deslumbrantes A madrugada desta segunda-feira (7) foi marcada pela apresentação de Calvin Harris no Palco Mundo do Rock in Rio. Mesmo com chuva intensa, o DJ escocês entregou um show memorável, provando que seu nome tem força para fechar o dia em um dos maiores festivais do mundo. Abrindo com “Sweet Nothing”, parceria de sucesso com Florence Welch, Harris deu o tom do que seria uma noite repleta de hits que marcaram sua carreira e dominaram as paradas globais. O público, que esgotou os ingressos para este domingo (6) antes mesmo do início do dia, estava pronto para a festa. Conforme informação divulgada pelo G1, a aposta do Rock in Rio em um DJ como headliner inédito se mostrou acertada. Calvin Harris, cujo nome verdadeiro é Adam Richard Wiles, comandou o público com uma sequência de sucessos como “Blame”, “Summer”, “Outside”, “Desire” e “Under Control”, transformando o espaço em uma verdadeira balada, similar às de Ibiza. A Conquista do Público Brasileiro A performance de Calvin Harris no Rock in Rio foi um espetáculo à parte. Lasers, fogo, fogos de artifício e muita fumaça emanavam do palco, enquanto telões exibiam projeções coloridas que remetiam às pistas de dança. As palavras “comer, dormir, rave e repetir” piscavam, sintetizando a atmosfera da noite. O DJ, conhecido por sua postura mais reservada, interagiu pouco com a plateia, limitando-se a frases curtas como “se vocês sabem a letra, me deixem ouvir” e “pulem, pulem”. Ao final, deixou o palco sem discursos, deixando a música falar por si só. Um Retorno Triunfal ao Brasil Esta foi a primeira apresentação de Harris no Brasil em mais de dez anos. Em fevereiro deste ano, ele já havia se apresentado em um bloco de pré-Carnaval em São Paulo, onde declarou seu apreço pelo país: “a parada sobre o Brasil é que eles simplesmente sabem como se divertir”. O sucesso de Calvin Harris no Brasil é tão grande que seu hit “How Deep Is Your Love” (2015) ganhou uma versão brega intitulada “Foi Logo Amor”, interpretada por Raphaela Santos. Essa popularidade local certamente contribuiu para o esgotamento antecipado dos ingressos para o dia de sua apresentação. Hits que Fizeram a Multidão Vibrar A energia do público atingiu o pico durante os sucessos “We Found Love”, “This Is What You Came For” e “Where Have You Been”, colaborações com Rihanna, além de “One Kiss”, com Dua Lipa. A reação foi ensandecida, mostrando a força das músicas do DJ. Apesar de algumas desconfianças sobre a capacidade de um DJ menos comunicativo em empolgar uma multidão, Calvin Harris provou que seus refrões contagiantes e sua presença de palco, com gestos simples como erguer as mãos e balançar o corpo, foram suficientes para criar a atmosfera perfeita de festa, digna de Ibiza, para o público brasileiro.

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Luísa Sonza no Rock in Rio: A pergunta que fez a cantora refletir sobre a ‘caixa’ da música e a percepção dos fãs sobre sua carreira

Luísa Sonza se prepara para um show inesquecível no Rock in Rio, apresentando seu projeto “Bossa Sempre Nova” ao lado do icônico Roberto Menescal. A artista reflete sobre a importância de quebrar barreiras musicais e a percepção de seus fãs sobre sua trajetória artística. O palco do Rock in Rio será palco de uma apresentação singular de Luísa Sonza. A cantora irá estrear seu álbum “Bossa Sempre Nova”, um tributo emocionante ao gênero musical, em uma parceria especial com o lendário Roberto Menescal. Este show promete ser um marco na carreira da artista, explorando novas sonoridades e resgatando clássicos. Em entrevista ao g1, Luísa Sonza abordou os desafios de um espetáculo que foge do convencional, especialmente após uma experiência anterior em um festival brasileiro que resultou em vaias. A cantora demonstrou segurança e maturidade ao discutir a diversidade de público e repertório, ressaltando sua longa trajetória musical. “Sei dessas diferenças de público e de repertório. Modéstia à parte, eu sei muito bem o que fazer, faço isso desde os sete anos e sei puxar o público para onde eu quiser”, afirmou Luísa Sonza, demonstrando confiança em sua capacidade de conduzir o show e conectar-se com a audiência, conforme divulgado pelo g1. A bagagem de palco e a camaleoa da música Durante a conversa, Luísa Sonza compartilhou uma profunda reflexão sobre sua carreira. Ela destacou como a experiência em diversos palcos, desde bandas de casamento até grandes festivais, a transformou em uma artista “camaleônica”, capaz de se adaptar e transitar por diferentes estilos musicais. A cantora explicou que a música, para ela, é a expressão mais pura de sentimentos. Ela se emocionou ao perceber que uma experiência que parecia tão individual desde a infância, como a de tocar em festas de casamento para públicos diversos, agora se manifesta em sua carreira profissional. A música sem “caixas” e a sinceridade com o público Luísa Sonza acredita que seu show no Rock in Rio pode ter um papel fundamental na forma como seus fãs enxergam a música. Ela espera que o público compreenda, gradualmente, que “a música não tem caixa”. A artista enfatizou a importância de não rotular a produção musical e de abraçar a diversidade de gêneros e estilos. A cantora revelou que, por muito tempo, foi mal interpretada, sendo vista como uma artista que “faz de tudo um pouco, então não faz nada”. Luísa Sonza ressalta, no entanto, que sua essência reside na **extrema sinceridade com o que acredita sobre a música e sobre a experiência humana**. Sua jornada, que começou na internet com covers e a levou ao estrelato do pop brasileiro, é marcada por essa busca por autenticidade e pela quebra de paradigmas. O legado de “Bossa Sempre Nova” e a esperança de compreensão O projeto “Bossa Sempre Nova” representa um passo importante na consolidação da **visão musical de Luísa Sonza**, que busca transcender gêneros e conectar pessoas através da emoção. A colaboração com Roberto Menescal, uma lenda da bossa nova, é um testemunho de seu respeito pela história

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Rock in Rio: Péricles homenageia Motown, gravadora de Michael Jackson, com show especial de R&B e soul

Péricles no Palco Sunset: Uma Ponte Sonora Entre o Pagode e a Motown O cantor Péricles se prepara para um momento único no Rock in Rio, no dia 7 de setembro. Ele subirá ao palco Sunset para uma apresentação que promete emocionar o público com clássicos da lendária gravadora Motown, berço de artistas como Michael Jackson, Stevie Wonder e Marvin Gaye. A ideia para este show especial surgiu de forma inusitada, após uma participação de Péricles com o rapper Dexter no festival The Town. O curador do evento, Zé Ricardo, ao presenciar a performance do cantor, que incluiu músicas em inglês, sugeriu a homenagem à Motown, reconhecendo a forte influência do R&B e do soul na música brasileira. Essa conexão musical entre o soul/R&B da Motown e o pagode dos anos 90 não é uma novidade para os fãs de Péricles. O cantor, conhecido por sua voz marcante e versatilidade, já demonstrou em outras ocasiões sua habilidade em transitar por diferentes gêneros musicais, sempre mantendo a essência que o consagrou. Conforme informação divulgada pelo g1, Péricles explicou que, apesar de ser um homem mais analógico e com certa dificuldade em se adaptar à dinâmica de ensaios por videochamada, a preparação para o show tem ocorrido bem. A banda de apoio está trabalhando à distância, e o cantor tem se dedicado a trazer o melhor de cada canção. A Influência da Motown no Pagode Brasileiro Péricles destaca que tanto o pagode dos anos 90 quanto o soul e o R&B da Motown compartilham uma mesma raiz musical. As letras que falam de amor de forma melosa e o swing característico são elementos que se conectam diretamente. O cantor acredita que o show será uma oportunidade de apresentar um diálogo entre músicas negras, mostrando como o pagode brasileiro aprendeu muito com artistas internacionais. Ele cita o Jackson 5, que revelou um jovem Michael Jackson, e grupos como Boyz II Men, além de compositores como Babyface. Um Legado de Inspiração Musical A influência dessas referências na música brasileira é inegável. Péricles menciona compositores brasileiros que dialogaram com essa sonoridade, como Almir Guineto, Jorge Aragão e Arlindo Cruz, mostrando a teia de conexões que moldou o pagode. O objetivo de Péricles é que o público, ao ouvir os sucessos da Motown, possa compreender quem foi Michael Jackson em sua essência e como sua música inspirou gerações. A apresentação no Rock in Rio promete ser um tributo emocionante a esse legado, celebrando a universalidade da música negra. Péricles e a Surpresa no The Town A ideia para o show de homenagem à Motown surgiu após a participação de Péricles no festival The Town em 2025, onde ele se apresentou no palco Quebrada com o rapper Dexter. Essa performance, que incluiu músicas em inglês, chamou a atenção de Zé Ricardo, um dos curadores do Rock in Rio. Zé Ricardo viu na performance de Péricles uma oportunidade de explorar um lado diferente do cantor, sugerindo o modelo de show que agora será apresentado no Rock in Rio.

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G1Plug: Conheça o Robô Humanoide de R$ 200 Mil que Atua como ‘Segurança’ e Atração no Rock in Rio

G1Plug, o Robô Humanoide Que Virou Estrela no Rock in Rio A Cidade do Rock ganhou um novo e inusitado morador: o G1Plug, um robô humanoide de aproximadamente R$ 200 mil. Sua missão principal é atuar como um “segurança” tecnológico, patrulhando áreas de difícil acesso e reforçando o monitoramento do festival. No entanto, o G1, como é carinhosamente chamado, acabou se tornando também uma grande atração, cativando o público com seu visual futurista e sua presença marcante. Apesar do nome similar ao portal de notícias, o robô não possui qualquer vínculo com o G1. A coincidência é apenas uma curiosidade. O G1Plug foi desenvolvido pela empresa Pluginbot com o objetivo de auxiliar equipes de segurança e monitoramento, especialmente em locais considerados críticos ou de risco elevado para profissionais humanos. Esta é a primeira vez que um robô humanoide é empregado em um festival de música no Brasil, segundo a Pluginbot. A tecnologia, no entanto, já havia sido testada com sucesso na edição do Rock in Rio em Lisboa, em junho deste ano, demonstrando sua eficácia em grandes eventos. Tecnologia de Ponta para Segurança Ampliada O G1Plug pesa 35 kg e é equipado com câmeras e sensores avançados, permitindo a realização de uma vigilância autônoma. Todas as informações capturadas são enviadas em tempo real para o Centro de Controle Operacional (CCO) do Rock in Rio. Ségio Ricardo, diretor comercial da Pluginbot, explica que a proposta é reduzir a exposição de profissionais a situações de risco e, ao mesmo tempo, ampliar a capacidade de monitoramento do evento. “O robô vem para auxiliar o trabalho das equipes, fazendo uma pré-análise antes da atuação das pessoas”, afirma Ricardo. Essa capacidade de pré-análise é fundamental para otimizar a resposta das equipes de segurança, garantindo maior agilidade e eficiência em qualquer eventualidade. Design e Funcionalidades Inovadoras O robô possui articulações motorizadas que vão dos pés aos ombros, permitindo uma ampla gama de movimentos. Alguns modelos mais avançados, inclusive, contam com a movimentação individual dos dedos. A autonomia da bateria varia entre 2 e 8 horas, dependendo da atividade que está sendo executada. O equipamento conta com duas câmeras e dois sensores que podem ser integrados a sistemas de monitoramento em tempo real. Fabricado com uma combinação de ferro, alumínio, borracha e outros componentes, o G1Plug chama a atenção pelo seu visual futurista e moderno. “O robô, por si só, já desperta muito interesse. Ele é muito instagramável e chama bastante a atenção das pessoas”, comenta Ségio Ricardo. Essa característica fez com que o G1Plug se tornasse um dos pontos mais fotografados e comentados do festival. Do Monitoramento à Atração Popular Além de sua função primordial de monitorar áreas estratégicas do festival, o G1Plug se destacou como uma verdadeira celebridade no Rock in Rio. O robô atraiu olhares curiosos, gerou filas para fotos e se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. A interação do público com o G1Plug demonstrou que a tecnologia, quando bem aplicada, pode não só garantir a segurança, mas também proporcionar

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Rock in Rio: Chuva infla preço de capas de R$ 3 a R$ 30, que viram moda e protegem do frio carioca

Preços disparam com chuva no Rock in Rio: capas chegam a R$ 30 com ambulantes, mas viram item de moda. A chuva que atingiu o Rock in Rio nos últimos dias transformou um item simples de proteção em uma oportunidade de negócio lucrativa para ambulantes nos arredores da Cidade do Rock. Capas de chuva, que normalmente custam cerca de R$ 10, chegaram a ser vendidas por R$ 30, um aumento de 200%. Enquanto isso, dentro do próprio festival, a loja oficial mantinha o preço de R$ 10 para o mesmo produto. Na internet, modelos descartáveis semelhantes podiam ser encontrados por valores ainda menores, a partir de R$ 3, evidenciando a disparidade de preços. Vendedores ouvidos pelo g1, que preferiram não se identificar, atribuíram o aumento à alta demanda gerada pelo mau tempo. A previsão de mais chuva para os próximos dias sugere que a necessidade e a criatividade em torno desses itens devem continuar. Conforme informação divulgada pelo g1, o público também tem transformado as capas em parte do visual. Ambulantes se aproveitam da chuva e elevam preços de capas A passagem de uma frente fria pelo litoral do Rio de Janeiro foi a responsável pelas condições climáticas adversas que impactaram o festival. O domingo, 6 de setembro, registrou a tarde mais fria do ano na cidade, com termômetros marcando 19,3°C em São Cristóvão, segundo o Alerta Rio. Essa queda na temperatura, combinada com a chuva, impulsionou a procura por capas. Um dos ambulantes, que também oferecia ingressos para o festival, insistia na venda de capas, aceitando até mesmo pagamentos via Pix. Essa prática demonstra a adaptação dos vendedores às novas formas de transação e à urgência dos foliões em se protegerem do clima. Capas de chuva viram acessório de moda no Rock in Rio Dentro da Cidade do Rock, as capas de chuva deixaram de ser apenas um item funcional e passaram a integrar o estilo dos participantes. Em meio à multidão, modelos transparentes e brancos dividiam espaço com peças mais coloridas e com designs diferenciados, que se destacavam no visual geral. Karen Codo, que veio de São Paulo, usava uma capa rosa que já havia utilizado em outro festival para se proteger do frio. Ela viu na peça uma oportunidade de aliar utilidade e moda, combinando-a com o clima do evento. Sua escolha demonstra como os itens de proteção podem se tornar versáteis. Vivian Assunção, participante do Rock in Rio pela primeira vez, chamou a atenção com uma capa roxa. Ela contou que a escolha foi quase aleatória, pois era a única disponível no momento da compra. O item acabou complementando sua camisa com a estampa do cantor Ne-Yo, criando um look inesperado. Previsão de chuva e frio para o feriado exige agasalho e capa A previsão para a segunda-feira, 7 de setembro, feriado da Independência, indica que a chuva deve diminuir de intensidade, mas ainda há possibilidade de pancadas isoladas. Por isso, quem for ao festival deve manter a capa na mochila. A principal atração do Palco

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