
Marina Lima lança “Opera Grunkie” em homenagem ao irmão, Antonio Cicero, e critica comparações com artistas masculinos
Marina Lima lança “Opera Grunkie” como despedida de seu irmão, Antonio Cicero, e rebate críticas sobre seu trabalho A cantora Marina Lima concedeu uma entrevista reveladora ao g1 Ouviu, onde compartilhou detalhes sobre seu mais recente álbum, “Opera Grunkie”. O disco, segundo a artista, é uma profunda necessidade de se despedir de seu irmão, o poeta Antonio Cicero, falecido em 2024. “Eu precisei fazer esse disco porque era uma necessidade de me despedir dele, de dizer o quanto eu o amava. Cada música tem uma história, e essa era uma parte que eu não tinha como pular”, explicou Marina Lima, ressaltando a carga emocional por trás de cada faixa. A conversa, disponível nas plataformas digitais e redes sociais do g1, também abordou as críticas que o trabalho mais recente da artista tem recebido, e Marina Lima defendeu sua arte como um reflexo de sua jornada pessoal e profissional. Conforme informado pelo g1, a entrevista completa está disponível no g1, YouTube, TikTok e nas plataformas de áudio. A música como forma de expressão e superação Marina Lima descreveu a música como seu principal meio de expressão, comparando-a a um mar onde ela precisa nadar para se expressar. “A minha forma de expressão é através da música. A música é como se fosse o mar para mim. Tudo é um desafio para conseguir nadar e me expressar”, afirmou a cantora. Com uma carreira consolidada de 50 anos, Marina Lima revelou que não tem o hábito de lançar álbuns com regravações. Ela prefere viver o presente e focar em novas criações, a menos que surjam “indagações muito íntimas” que a levem a revisitar o passado. “Eu não tenho necessidade de olhar para trás, a não ser em indagações muito íntimas. Eu vivo o meu presente. Enquanto eu tiver saúde, é isso que me interessa”, comentou. Críticas, Taylor Swift e a liberdade de Anitta A artista também comentou sobre ter cancelado sua assinatura da “Folha de S.Paulo” após uma crítica que definiu “Opera Grunkie” como o pior álbum de sua carreira. Marina Lima acredita que tal julgamento, se fosse dirigido a um artista homem, poderia ser diferente, sugerindo um viés de gênero nas avaliações. “Esse tipo de julgamento dificilmente seria feito se o álbum fosse assinado por um homem”, pontuou. Ao ser questionada sobre artistas contemporâneos, Marina Lima expressou que não se aprofunda nas letras de Taylor Swift, apesar de reconhecer seu talento. “Eu não sou tão ligada às letras da Taylor Swift, por exemplo. Acho ela talentosa, mas as letras são adolescentes”, avaliou. Por outro lado, a cantora exaltou a importância de Anitta para a cultura brasileira e a liberdade estética que ela trouxe. “A Anitta foi muito importante, ela foi a primeira pessoa com essa linguagem do corpo. O trabalho da Anitta foi libertador com essa coisa de falar do corpo. A Anitta meio que liberou minha bunda”, brincou Marina Lima. Ela mencionou que, apesar de não acompanhar muitos artistas atualmente devido ao lançamento do álbum, costuma ouvir nomes como Billie Eilish,







