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Celebridades

Ney Matogrosso, aos 85 anos, desafia o marketing da despedida com turnê “85 anos de ousadia” em 2027

Ney Matogrosso: 85 anos de pura ousadia, sem despedidas anunciadas Aos 85 anos, Ney Matogrosso prova que a vitalidade artística não tem idade. O cantor anunciou a turnê “85 anos de ousadia”, que percorrerá o Brasil em 2027, desmistificando a ideia de um adeus aos palcos. Em plena forma, Ney segue lotando shows e planeja novos projetos, mostrando que sua carreira, iniciada em 1973 com os Secos & Molhados, está longe de terminar. A turnê “85 anos de ousadia” é uma celebração à trajetória de um artista que sempre se destacou pela autenticidade. Ao contrário do que é comum em artistas de sua geração, Ney rejeita o marketing da despedida, garantindo aos fãs que sua presença nos palcos continuará por tempo indeterminado. Essa postura reforça sua imagem de ícone inabalável da música brasileira. Durante o anúncio da turnê, em coletiva de imprensa, Ney Matogrosso demonstrou uma simplicidade surpreendente. Longe de artifícios de popstar, o cantor manteve-se acessível e genuíno, permitindo que sua obra e sua presença falassem por si. Essa autenticidade, aliada à sua performance inconfundível, é o que o mantém relevante e admirado por diferentes gerações. Conforme informação divulgada, a turnê “85 anos de ousadia” está programada para dez apresentações em 2027. A estreia nacional ocorrerá em 30 de janeiro, no Estádio Nubank Parque, em São Paulo. O encerramento está marcado para 18 de dezembro, no icônico Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Outras capitais brasileiras também receberão o espetáculo. Datas e locais confirmados da “85 anos de ousadia” Além da estreia em São Paulo e do encerramento no Rio de Janeiro, a turnê “85 anos de ousadia” já tem outras datas confirmadas. Ney Matogrosso se apresentará em Curitiba, no dia 3 de abril, na Arena da Baixada. Em seguida, o público de Olinda poderá conferir o show no dia 17 de abril, no Classic Hall. A turnê segue para Belo Horizonte, com apresentação marcada para 1º de maio, na Esplanada do Mineirão. Figurinos inéditos e inspirações icônicas A turnê “85 anos de ousadia” promete um espetáculo visual à altura da carreira de Ney Matogrosso. Serão apresentados dez figurinos inéditos, um para cada show, inspirados em trajes marcantes de sua trajetória artística. As imagens promocionais, criadas pelo renomado fotógrafo David LaChapelle em um ensaio no Jardim Botânico de São Paulo, já antecipam a grandiosidade do projeto. O figurino de estreia remeterá ao icônico visual do espetáculo “Bandido”, de 1976. A ousadia de permanecer autêntico Aos 85 anos, a maior ousadia de Ney Matogrosso reside em sua capacidade de se manter **imune ao estrelismo** e à vaidade que por vezes afetam o universo pop. Sua performance continua **emocionante e inovadora**, provando que a arte verdadeira transcende o tempo e as convenções. A turnê “85 anos de ousadia” é mais um capítulo dessa história de **talento, irreverência e vitalidade**.

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Atriz de ‘As Branquelas’, Busy Philipps, revela tumor cerebral e passa por duas cirurgias: ‘Grata por estar viva’

Atriz Busy Philipps, conhecida pelo sucesso ‘As Branquelas’, passou por duas cirurgias após ser diagnosticada com tumor cerebral e celebra a vida. A atriz Busy Philipps, que ganhou destaque no filme “As Branquelas” de 2004, revelou recentemente que enfrentou um sério problema de saúde: a descoberta de um tumor cerebral. A notícia, divulgada em entrevista à revista “People”, chocou fãs e admiradores, mas a atriz faz questão de ressaltar sua gratidão pela vida. O diagnóstico ocorreu em fevereiro deste ano, após a atriz decidir fazer uma ressonância magnética de corpo inteiro. A iniciativa surgiu de forma inesperada, após ela ver uma publicação sobre o assunto nas redes sociais, o que a motivou a realizar o exame sem uma razão aparente. “Sou grata por estar viva. Não sabia por que queria fazer esse exame, só fiz”, declarou Philipps, ressaltando a importância de ouvir os instintos e realizar checagens médicas preventivas. A atriz, que já está em recuperação, compartilha sua experiência para conscientizar sobre a saúde. O tumor, classificado como grau 2 em uma escala que vai até 4, foi descoberto em um momento crucial da carreira da atriz, enquanto ela negociava a participação em um novo longa-metragem. A notícia, embora assustadora, foi recebida com determinação por Busy Philipps. Primeira cirurgia e diagnóstico inesperado Em 2 de março, a atriz se submeteu à primeira intervenção cirúrgica, um procedimento que durou aproximadamente cinco horas. A notícia do tumor a pegou de surpresa, conforme relatou em sua conversa com a revista. “Enquanto eu estava ao telefone com o médico, mandei uma mensagem para o meu marido: ‘Meu Deus, tenho um tumor no cérebro!’”, confidenciou. Segunda cirurgia e recuperação Pouco tempo depois, em 27 de abril, Busy Philipps precisou passar por uma segunda cirurgia. O motivo foi uma infecção que surgiu no crânio, exigindo um novo procedimento para a remoção de um pequeno pino de titânio que havia sido implantado durante a primeira operação. Felizmente, a infecção foi detectada precocemente, o que facilitou o tratamento. Gratidão e mensagem de esperança A atriz enfatizou que a detecção precoce foi fundamental para o sucesso dos tratamentos. “Felizmente, conseguimos detectar o problema cedo, então não era uma infecção profunda”, explicou. Busy Philipps demonstra otimismo e gratidão pela equipe médica e pelo apoio de seus familiares durante todo o processo, inspirando outras pessoas a cuidarem da saúde.

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Yayoi Kusama, Ícone das Bolinhas e das Abóboras, Morre Aos 97 Anos: O Legado de Uma Artista Visionária

Morre Yayoi Kusama, aos 97 anos, a artista japonesa que transformou bolinhas em arte icônica A renomada artista japonesa Yayoi Kusama, mundialmente famosa por suas obras repletas de bolinhas coloridas e esculturas de abóboras, faleceu aos 97 anos. O anúncio foi feito em 14 de agosto, conforme comunicado oficial divulgado em seu site, informando que a artista morreu em um hospital em Tóquio. A causa da morte não foi revelada. Kusama construiu uma carreira internacionalmente aclamada, sendo pioneira na arte de vanguarda. Sua obra transcendeu as artes visuais, abrangendo performance, ficção e poesia. Ela permaneceu ativa em sua criação até seus últimos dias, dedicando-se incansavelmente à exploração de seu universo particular. A notícia de seu falecimento marca o fim de uma era para a arte contemporânea. Conforme comunicado em seu site oficial, a artista “continuou a pintar até seus últimos dias, sem nunca largar o pincel, e seguiu a explorar o amor sem fima alma eterna.” A obra de Yayoi Kusama, com suas marcas registradas, inspirou gerações e continua a fascinar o público globalmente. Do Japão para o Mundo: A Trajetória de Yayoi Kusama Frustrada com o ambiente social restritivo do Japão, Kusama mudou-se para Nova York aos 27 anos. Na metrópole americana, ela rapidamente ganhou destaque com suas pinturas, que eram uma manifestação visual de suas alucinações de infância, repletas de luzes piscantes, pontos e flores. Sua influência se estendeu para além das galerias. Kusama participou ativamente de protestos contra a guerra na década de 1960 e é apontada como uma figura que influenciou artistas como Andy Warhol. Sua vida foi marcada por uma **luta aberta contra problemas de saúde mental**, algo que ela mesma compartilhava, relatando que Nova York intensificou suas neuroses. Por volta de 1977, após retornar ao Japão, Kusama internou-se voluntariamente em um hospital psiquiátrico. Ela viveu no local por décadas, mantendo uma rotina de ir ao seu ateliê próximo todas as manhãs, onde continuava a criar suas obras icônicas. As Bolinhas de Kusama no Brasil e no Mundo No Brasil, a obra de Yayoi Kusama foi celebrada com diversas exposições ao longo dos anos. Desde 2023, o Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), abriga uma galeria permanente dedicada à artista, com duas de suas instalações: “I’m here, but nothing” (2000) e “Afermath of obliteration of eternity” (2009). A exposição “Obsessão Infinita”, realizada em 2014, foi um enorme sucesso de público no país, passando por Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, atraindo mais de 500 mil visitantes. No Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, a mostra gerou filas quilométricas, com espera de até 4 horas para ver as obras. Um Ícone Submerso: A Escultura “Yellow Pumpkin” Um episódio marcante na trajetória de suas obras ocorreu em 2021, quando uma de suas esculturas mais famosas, a “Yellow Pumpkin”, na ilha de Naoshima, no Japão, foi arremessada ao mar durante o tufão Lupit. A obra, com 2 metros de altura e mais de 2,5 metros de largura, tornou-se um símbolo da região. Um vídeo capturou o momento em

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Maria Bethânia grava samba inédito de Xande de Pilares em homenagem à sua mãe, Dona Canô

Maria Bethânia prepara nova homenagem a Dona Canô com samba inédito de Xande de Pilares A renomada cantora Maria Bethânia demonstra mais uma vez sua forte conexão com o universo do samba e com o compositor Xande de Pilares. A artista planeja gravar em estúdio um samba inédito, presente do artista carioca, que promete emocionar fãs e admiradores. Esta não é a primeira vez que Bethânia interpreta composições de Xande de Pilares. Anteriormente, ela já gravou sucessos como “Cria da Comunidade” e “Vera Cruz”, evidenciando a sintonia musical entre os dois. A nova canção, provisoriamente intitulada “Luz e Clarão”, foi apresentada pela própria Bethânia em seu show de estreia em Vitória da Conquista, na Bahia. A música é uma composição de Xande de Pilares em parceria com Gustavo Clarão, e carrega um significado especial por ser uma homenagem à mãe da cantora, Dona Canô. Um tributo à matriarca de Santo Amaro “Luz e Clarão” foi criada pelos compositores em memória de Claudionor Viana Teles Veloso, a querida Dona Canô, que faleceu em 2012 aos 105 anos. A letra da música evoca a figura materna com profunda ternura e reverência, retratando o amor incondicional e os ensinamentos deixados por ela. A canção faz referências diretas a Santo Amaro, cidade natal de Bethânia e Dona Canô, descrevendo a matriarca como um “recanto” e um “encanto”. A letra exalta a pureza, a força e a influência espiritual de Dona Canô na vida da cantora e de sua família, ressaltando que sua purificação é a “luz de todo o axé”. A letra de “Luz e Clarão” A letra do samba, divulgada pela fonte, é um retrato poético da devoção de Maria Bethânia por sua mãe: “Aura branca, véu da claridade, O dia começa antes do sol, De quem concebeu na paz de Oxalá. É amor de mãe, o chão, o céu, O caminhar. É caminho, é passo, é cuidado, Reza descortina o arrebol. Ela me ensinou sem soltar a voz, Vai, meu filho, vai, Mas vai na fé e vai por nós. É que Santo Amaro abençoou, Recanto de Dona Canô, Encanto do Subaé. Senhora que guarda o meu coração, A sua purificação, É a luz de todo o meu axé.” Xande de Pilares e a parceria com Bethânia Xande de Pilares, reconhecido por sua habilidade em compor sambas que tocam a alma, encontra em Maria Bethânia uma intérprete singular para suas obras. A admiração mútua e o respeito artístico têm gerado frutos de grande valor para a música brasileira. A expectativa é que a gravação de “Luz e Clarão” em estúdio reforce ainda mais os laços entre os artistas e eternize a memória de Dona Canô através da arte, celebrando sua vida e seu legado de amor e fé.

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Ridley Scott, aos 88 anos, lança “Ponto Sem Retorno”, mas história afogada em clichês decepciona; g1 já viu

Ridley Scott apresenta “Ponto Sem Retorno”, um filme com a marca do diretor, mas que tropeça em clichês do gênero distópico. Aos 88 anos, Ridley Scott demonstra que seu vigor criativo está longe de acabar. O cineasta, conhecido por clássicos como “Alien”, “Blade Runner” e “Gladiador”, lança nesta quinta-feira (27) o filme “Ponto Sem Retorno”. A obra se passa em um futuro apocalíptico e exibe a inconfundível assinatura de Scott na direção, com um cuidado técnico notável em sua fotografia e design de produção. No entanto, conforme apurado pelo g1, o que poderia ser um novo marco na carreira do diretor se vê prejudicado por um roteiro que abusa de elementos já conhecidos em produções similares. A história, embora bem conduzida visualmente, carece de originalidade, mergulhando em um mar de clichês que enfraquecem o impacto geral da narrativa. O filme conta com um elenco talentoso, que tenta suprir as lacunas do roteiro. Jacob Elordi, Josh Brolin e o cão Raksha, que interpreta Jasper, são alguns dos destaques. A direção de Scott é, sem dúvida, o grande trunfo de “Ponto Sem Retorno”, mas nem mesmo seu talento consegue resgatar completamente uma trama que peca pela falta de novidade. Um futuro desolador e a busca por esperança A trama de “Ponto Sem Retorno” nos transporta para um futuro onde um vírus devastador dizimou a humanidade. Em meio a esse cenário desolador, acompanhamos Hig, interpretado por Jacob Elordi, que vive em uma base aérea abandonada com Bangley (Josh Brolin) e seu fiel cão Jasper. A rotina é marcada pela busca por suprimentos e pela esperança de que exista vida além das fronteiras de seu refúgio. A vida de Hig muda quando um evento inesperado e uma misteriosa transmissão o levam a deixar a segurança da base. Um problema em seu avião o força a pousar em um rancho isolado, onde conhece Cima (Margaret Qualley) e seu pai, Pops (Guy Pearce). Ele passa a integrar essa nova família, encontrando um vislumbre de paz. Contudo, o desejo de Hig de explorar o desconhecido e outros imprevistos o colocam diante de desafios ainda mais perigosos do que a própria doença que assolou o planeta, testando seus limites e sua resiliência. O fantasma do déjà vu em narrativas distópicas O principal obstáculo de “Ponto Sem Retorno” reside em seu roteiro, assinado por Mark L. Smith, conhecido por “O Regresso”. Baseado no livro “Na Companhia das Estrelas”, de Peter Heller, o roteirista falha em criar situações que escapem das armadilhas comuns ao subgênero de futuros distópicos, caindo frequentemente no trivial. Dessa forma, diversas cenas e perfis psicológicos de personagens remetem a sucessos como “Jogos Vorazes”, “Eu sou a Lenda” e “Extermínio”. Essa falta de originalidade pode gerar uma sensação de déjà vu no espectador familiarizado com o gênero, diluindo o impacto do bom trabalho de Scott e da fotografia de Erik Messerschmidt. A direção segura de Scott e a divisão da narrativa Apesar das falhas no roteiro, a direção de Ridley Scott se mostra segura, conferindo ao filme

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Ney Matogrosso Detona Nova Turnê “85 Anos de Ousadia”: 10 Shows Incríveis Pelo Brasil, Datas e Locais Revelados!

Ney Matogrosso celebra 85 anos com turnê espetacular e promete ousadia em palco brasileiro Ney Matogrosso, o eterno ícone da música brasileira, está prestes a encantar o público com uma nova turnê que celebra sua impressionante trajetória. Anunciada nesta quarta-feira (26), a série de shows intitulada “85 Anos de Ousadia” promete revisitar momentos marcantes da carreira do artista, com uma pitada de novidade e muita energia. O cantor, conhecido por sua performance única e visual impactante, expressou seu entusiasmo em continuar na estrada, conectando-se com o público e celebrando a vida através da música e da dança. A expectativa é alta para ver Ney Matogrosso recriar figurinos clássicos, mas com um toque inédito que reflete sua constante evolução artística. A turnê “85 Anos de Ousadia” já tem suas primeiras datas e locais definidos, com ingressos começando a ser vendidos em breve. Conforme informação divulgada pelo artista, a celebração promete ser um marco na carreira de Ney Matogrosso e um presente para seus fãs espalhados pelo país. Primeira parada em São Paulo e agenda que se expande pelo Brasil A jornada de Ney Matogrosso em comemoração aos seus 85 anos de vida e carreira terá início no dia 30 de janeiro de 2027. O palco para a estreia será o Nubank Parque, na vibrante cidade de São Paulo (SP). A partir daí, o artista seguirá com sua turnê para outras capitais importantes do país. As apresentações confirmadas incluem passagens por Curitiba (PR), Recife (PE), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ). As cinco datas restantes da turnê “85 Anos de Ousadia” ainda serão anunciadas, deixando os fãs em suspense e ansiosos por mais novidades sobre essa celebração. Figurinos icônicos e a promessa de ousadia renovada Ney Matogrosso fez questão de ressaltar que a idade e o tempo de carreira não diminuem seu ímpeto criativo. “Eu continuo na estrada, gosto de ter gente na minha frente e de dançar”, declarou o artista em comunicado à imprensa. Ele promete apresentar uma releitura de figurinos que marcaram sua trajetória. Esses trajes clássicos serão recriados com “ares inéditos”, garantindo que cada apresentação seja uma experiência visual única e surpreendente. A ousadia, marca registrada de Ney Matogrosso, estará presente em cada detalhe, desde o figurino até a sua performance de palco. Venda de ingressos: Fique atento às datas e aos lotes! Os ingressos para a aguardada turnê “85 Anos de Ousadia” terão início de vendas nesta quinta-feira (27) e sexta-feira (28). Inicialmente, as vendas serão exclusivas para clientes Private e Itaú Personnalité. Posteriormente, clientes do Itaú Unibanco terão acesso. A venda geral para o público está programada para a próxima segunda-feira (31). É fundamental que os interessados em assistir a Ney Matogrosso nesta turnê especial fiquem atentos às datas de início das vendas para garantir seus lugares. A expectativa é de que os ingressos se esgotem rapidamente, dada a popularidade e o legado do artista. Datas e locais confirmados para “85 Anos de Ousadia” Até o momento, as seguintes datas e locais foram divulgados para

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Luto Nacional: Trump Lamenta Morte de Dolly Parton e Ordena Bandeiras a Meio-Mastro por Uma Semana

Presidente Donald Trump presta homenagem à lendária Dolly Parton após sua morte aos 80 anos, decretando luto nacional. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou profunda tristeza pela morte da cantora Dolly Parton, aos 80 anos. Em um comunicado divulgado em sua rede social, Truth Social, Trump aclamou Parton como “uma das maiores cantoras country de todos os tempos” e ressaltou que seu falecimento representa uma “verdadeira perda para milhões de pessoas”. Trump enfatizou a singularidade da artista, afirmando: “Nunca houve ninguém como ela, e nunca haverá”. A declaração reflete o impacto duradouro da cantora na música e na cultura americana, transcendendo gêneros e gerações. Em sinal de respeito e homenagem, o ex-presidente determinou que as bandeiras dos Estados Unidos sejam hasteadas a meio-mastro em todo o território nacional por um período de uma semana, a partir das 18h da última terça-feira (25). A família da cantora confirmou a notícia de seu falecimento em um vídeo emocionante nas redes sociais, detalhando os desejos de Dolly Parton para o momento de sua partida. Um Legado Incomparável na Música e Além A notícia da morte de Dolly Parton, aos 80 anos, pegou muitos de surpresa, embora a artista enfrentasse problemas de saúde desde o falecimento de seu marido, Carl Dean, em março de 2025. A família, em um vídeo divulgado, compartilhou que a própria Dolly havia planejado esse anúncio anos antes, demonstrando sua habitual força e planejamento. Bryan Seaver, sobrinho e chefe de segurança da cantora, declarou: “A tristeza fica conosco, não com a Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, com certeza, ao lado de Carl, seus pais e incontáveis outros que a assistiram e que queriam encontrá-la nos céus”. Essa mensagem trouxe conforto e celebrou a vida e a fé da artista. Dolly Parton não foi apenas uma cantora de voz marcante, mas também uma inspiração para muitos. “Dolly também abriu as portas para gerações de cantores, compositores, músicos e sonhadores de todos os campos da vida e de todos os continentes. Com seu exemplo, nós acreditamos que tudo era possível”, afirmou Seaver, destacando sua influência e o poder de seu legado. Trajetória de Sucesso e Ícone da Cultura Pop Conhecida por sua personalidade vibrante, perucas loiras e figurinos extravagantes, Dolly Parton construiu um império no entretenimento, partindo de origens humildes no Tennessee. Sua carreira se estendeu por décadas, com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, consolidando-a como um verdadeiro ícone da cultura pop. A versatilidade de Dolly permitiu que ela transitasse com maestria por diversos gêneros musicais, do country ao pop, bluegrass e até mesmo a era disco. Sua trajetória se tornou parte fundamental do cânone da cultura americana, com sucessos atemporais que continuam a ecoar. Músicas como “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors” são apenas alguns exemplos de seus inesquecíveis sucessos. O Legado de “I Will Always Love You” e Outros Clássicos Um dos maiores legados musicais de Dolly Parton é a balada romântica “I Will Always Love

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Dolly Parton: A História por Trás do Maior Hit de Whitney Houston, ‘I Will Always Love You’

A Composição de Dolly Parton que Conquistou o Mundo A canção “I Will Always Love You”, eternizada na voz de Whitney Houston, tem uma origem surpreendente e emocionante. Composta pela lendária Dolly Parton, a música nasceu de um momento de transição em sua carreira, como uma despedida musical de um parceiro importante. Em 1974, Dolly Parton decidiu seguir carreira solo, encerrando uma parceria de sucesso com Porter Wagoner. Para comunicar sua decisão de forma sensível e respeitosa, ela optou por uma de suas maiores habilidades: compor uma canção. “Como vou fazê-lo entender o quanto aprecio tudo, mas que preciso ir embora? Pensei: ‘Bem, o que você faz de melhor? Você compõe músicas.’ Então, sentei e escrevi esta canção”, explicou Dolly Parton, conforme relatado pelo jornal “Financial Times”. A música foi um sucesso imediato no universo country, alcançando o topo das paradas da Billboard naquele mesmo ano. O poder da composição de Dolly Parton era tão grande que chegou a atrair o interesse de Elvis Presley, que desejava gravá-la. No entanto, Dolly recusou a oferta, pois Elvis exigia ter metade dos direitos autorais da música, algo que ela não estava disposta a ceder. “Fiquei com o coração partido, mas senti que era a coisa certa a fazer”, confessou. O Fenômeno Whitney Houston Anos depois, em 1992, “I Will Always Love You” ganhou uma nova dimensão ao ser regravada por Whitney Houston para a trilha sonora do filme “O Guarda-Costas”. A versão de Houston transformou a canção em um sucesso estrondoso, um dos maiores da década de 1990 e um marco na carreira da cantora. A performance vocal de Whitney Houston, especialmente a introdução a cappella, arrebatou o público e a crítica. A música rendeu a Houston dois Grammys em 1994, nas categorias de Gravação do Ano e Melhor Performance Vocal Pop Feminina. Dolly Parton, ao ouvir a nova versão pela primeira vez no rádio, ficou profundamente emocionada. “Eu sabia que era algo familiar. Quando me dei conta do que estava ouvindo, foi quando Whitney começou a cantar. No refrão, eu tive que parar o carro porque quase bati. Achei que meu coração ia simplesmente explodir para fora do meu peito”, descreveu a cantora. Legado Imortal A decisão de Dolly Parton de manter os direitos de sua música se mostrou acertada, permitindo que “I Will Always Love You” se tornasse não apenas um sucesso para Whitney Houston, mas também um legado duradouro para a própria Dolly. A canção é um testemunho da força atemporal de uma composição genuína e da capacidade da música de atravessar gerações e estilos musicais. Mesmo após a morte de Whitney Houston em 2012, e com a recente notícia do falecimento de Dolly Parton nesta terça-feira (25) aos 80 anos, “I Will Always Love You” continua a ser uma das canções mais amadas e reconhecidas mundialmente. Sua história é um lembrete do poder da arte e das conexões emocionais que ela pode criar.

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Dolly Parton morre aos 80 anos após luta contra câncer, dizem assessores; lenda da música country deixa legado inestimável

Dolly Parton, ícone da música country, faleceu nesta terça-feira (25) aos 80 anos, conforme comunicado de seus assessores à revista “People”. A cantora estava em tratamento contra um câncer, que enfrentou com bravura. A notícia abala o mundo da música e da cultura pop, que perde uma de suas figuras mais queridas e influentes. Dolly Parton construiu um império a partir de suas origens humildes no Tennessee, tornando-se um símbolo de generosidade, talento e resiliência. Seu legado vai muito além de seus inúmeros sucessos musicais, abrangendo filantropia, atuação e um impacto duradouro na sociedade. A artista deixou uma marca indelével na história, inspirando gerações com sua voz única, carisma e visão. Conforme informação divulgada pelos representantes da cantora, Dolly Parton passou sua vida e carreira trazendo alegria, risada, esperança e integridade. Sua generosidade alcançou incontáveis pessoas, muitas das quais ela nunca conheceu pessoalmente, mas sempre esteve presente para oferecer apoio. Um legado de generosidade e impacto cultural O comunicado dos assessores destaca a vasta obra filantrópica de Dolly Parton, citando as centenas de milhões de livros doados por sua ONG, a Imagination Library, e o financiamento de pesquisas que contribuíram para a criação de uma vacina. O amor incondicional da cantora por todas as pessoas foi a força motriz de seu impacto duradouro. Dolly Parton faleceu no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, cercada por seus entes queridos. A informação foi confirmada em um vídeo gravado por seu sobrinho, Bryan Seaver, que também ressaltou que a tristeza fica com os que ficam, pois Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, reunida com seu marido Carl Dean, que faleceu em março de 2025. Carreira brilhante e sucessos atemporais Com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, Dolly Parton consolidou-se como um ícone da cultura pop, transitando com maestria pelo country, pop, bluegrass e disco. Sua trajetória na música e no cinema é parte fundamental da cultura americana. Entre seus sucessos mais marcantes estão “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors”. Ela também é a compositora da balada “I Will Always Love You”, eternizada na voz de Whitney Houston para o filme “O Guarda-Costas”. Sua influência abriu portas para gerações de artistas ao redor do mundo. Problemas de saúde e adiamento de compromissos Dolly Parton enfrentava problemas de saúde desde a morte de seu marido, Carl Dean, em março de 2025. Ela chegou a cancelar uma residência de shows em maio deste ano, revelando em entrevista à revista “People” que não havia prestado atenção aos seus próprios problemas de saúde enquanto cuidava do companheiro. Conhecida por sua voz marcante, perucas loiras e figurinos extravagantes, Dolly Parton construiu um império no entretenimento. Sua vida e obra inspiram e continuarão a inspirar, celebrando sua partida com a gratidão por tudo o que ela ofereceu ao mundo.

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Xamã lança “Flerte” após cancelamento de turnê: disco tem feats com Ludmilla, L7nnon e NP Vocal

Xamã lança “Flerte”, seu quinto álbum de estúdio, com participações especiais Duas semanas após o cancelamento de sua aguardada turnê nacional, que estava prevista para passar por 25 cidades brasileiras, o cantor e compositor Xamã anuncia o lançamento de seu quinto álbum de estúdio. Intitulado “Flerte”, o novo trabalho tem estreia marcada para a próxima quinta-feira, 27 de agosto. O artista carioca revelou a capa e a contracapa do álbum, que trazem a lista completa de faixas. Xamã descreveu o processo de criação como a construção de um “universo” ao longo de onze meses, reunindo poesias, regravações e colaborações que deram forma ao desejo do projeto. O álbum “Flerte” conta com um total de oito faixas. Entre elas, destacam-se as já conhecidas parcerias com Ludmilla na música “Moça”, lançada em julho, e com L7nnon em “Tá de parabéns”, divulgada em março. Novas colaborações e faixas inéditas em “Flerte” Além das participações já anunciadas, “Flerte” apresenta outras colaborações significativas. As faixas “A nova sagitariana”, “Chá de” e “Você tirou meu ar” contam com a presença da rapper paulistana Amabii, conhecida por transitar entre o rap e o R&B, e do rapper NP Vocal. A música “Chá de” ganha uma camada extra de talento com a participação do rapper carioca Nomad, juntando-se a Amabii e NP Vocal. O álbum explora diversas sonoridades e temas, prometendo agradar aos fãs do artista. Produção musical e expectativa para o lançamento A produção musical do álbum “Flerte” foi cuidadosamente orquestrada por Ramon Calixto, $amuka e Marcio Arantes, garantindo a qualidade sonora e a identidade artística que marcam os trabalhos de Xamã. A expectativa é alta para o lançamento, que consolida o artista no cenário musical brasileiro. As demais faixas que completam o álbum são “Bagunçou minha sexta”, “Like a Michael” e “Meu sonho é tu”, totalizando as oito canções que compõem “Flerte”. O lançamento promete ser um dos destaques do segundo semestre.

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Ney Matogrosso, aos 85 anos, desafia o marketing da despedida com turnê “85 anos de ousadia” em 2027

Ney Matogrosso: 85 anos de pura ousadia, sem despedidas anunciadas Aos 85 anos, Ney Matogrosso prova que a vitalidade artística não tem idade. O cantor anunciou a turnê “85 anos de ousadia”, que percorrerá o Brasil em 2027, desmistificando a ideia de um adeus aos palcos. Em plena forma, Ney segue lotando shows e planeja novos projetos, mostrando que sua carreira, iniciada em 1973 com os Secos & Molhados, está longe de terminar. A turnê “85 anos de ousadia” é uma celebração à trajetória de um artista que sempre se destacou pela autenticidade. Ao contrário do que é comum em artistas de sua geração, Ney rejeita o marketing da despedida, garantindo aos fãs que sua presença nos palcos continuará por tempo indeterminado. Essa postura reforça sua imagem de ícone inabalável da música brasileira. Durante o anúncio da turnê, em coletiva de imprensa, Ney Matogrosso demonstrou uma simplicidade surpreendente. Longe de artifícios de popstar, o cantor manteve-se acessível e genuíno, permitindo que sua obra e sua presença falassem por si. Essa autenticidade, aliada à sua performance inconfundível, é o que o mantém relevante e admirado por diferentes gerações. Conforme informação divulgada, a turnê “85 anos de ousadia” está programada para dez apresentações em 2027. A estreia nacional ocorrerá em 30 de janeiro, no Estádio Nubank Parque, em São Paulo. O encerramento está marcado para 18 de dezembro, no icônico Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Outras capitais brasileiras também receberão o espetáculo. Datas e locais confirmados da “85 anos de ousadia” Além da estreia em São Paulo e do encerramento no Rio de Janeiro, a turnê “85 anos de ousadia” já tem outras datas confirmadas. Ney Matogrosso se apresentará em Curitiba, no dia 3 de abril, na Arena da Baixada. Em seguida, o público de Olinda poderá conferir o show no dia 17 de abril, no Classic Hall. A turnê segue para Belo Horizonte, com apresentação marcada para 1º de maio, na Esplanada do Mineirão. Figurinos inéditos e inspirações icônicas A turnê “85 anos de ousadia” promete um espetáculo visual à altura da carreira de Ney Matogrosso. Serão apresentados dez figurinos inéditos, um para cada show, inspirados em trajes marcantes de sua trajetória artística. As imagens promocionais, criadas pelo renomado fotógrafo David LaChapelle em um ensaio no Jardim Botânico de São Paulo, já antecipam a grandiosidade do projeto. O figurino de estreia remeterá ao icônico visual do espetáculo “Bandido”, de 1976. A ousadia de permanecer autêntico Aos 85 anos, a maior ousadia de Ney Matogrosso reside em sua capacidade de se manter **imune ao estrelismo** e à vaidade que por vezes afetam o universo pop. Sua performance continua **emocionante e inovadora**, provando que a arte verdadeira transcende o tempo e as convenções. A turnê “85 anos de ousadia” é mais um capítulo dessa história de **talento, irreverência e vitalidade**.

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Atriz de ‘As Branquelas’, Busy Philipps, revela tumor cerebral e passa por duas cirurgias: ‘Grata por estar viva’

Atriz Busy Philipps, conhecida pelo sucesso ‘As Branquelas’, passou por duas cirurgias após ser diagnosticada com tumor cerebral e celebra a vida. A atriz Busy Philipps, que ganhou destaque no filme “As Branquelas” de 2004, revelou recentemente que enfrentou um sério problema de saúde: a descoberta de um tumor cerebral. A notícia, divulgada em entrevista à revista “People”, chocou fãs e admiradores, mas a atriz faz questão de ressaltar sua gratidão pela vida. O diagnóstico ocorreu em fevereiro deste ano, após a atriz decidir fazer uma ressonância magnética de corpo inteiro. A iniciativa surgiu de forma inesperada, após ela ver uma publicação sobre o assunto nas redes sociais, o que a motivou a realizar o exame sem uma razão aparente. “Sou grata por estar viva. Não sabia por que queria fazer esse exame, só fiz”, declarou Philipps, ressaltando a importância de ouvir os instintos e realizar checagens médicas preventivas. A atriz, que já está em recuperação, compartilha sua experiência para conscientizar sobre a saúde. O tumor, classificado como grau 2 em uma escala que vai até 4, foi descoberto em um momento crucial da carreira da atriz, enquanto ela negociava a participação em um novo longa-metragem. A notícia, embora assustadora, foi recebida com determinação por Busy Philipps. Primeira cirurgia e diagnóstico inesperado Em 2 de março, a atriz se submeteu à primeira intervenção cirúrgica, um procedimento que durou aproximadamente cinco horas. A notícia do tumor a pegou de surpresa, conforme relatou em sua conversa com a revista. “Enquanto eu estava ao telefone com o médico, mandei uma mensagem para o meu marido: ‘Meu Deus, tenho um tumor no cérebro!’”, confidenciou. Segunda cirurgia e recuperação Pouco tempo depois, em 27 de abril, Busy Philipps precisou passar por uma segunda cirurgia. O motivo foi uma infecção que surgiu no crânio, exigindo um novo procedimento para a remoção de um pequeno pino de titânio que havia sido implantado durante a primeira operação. Felizmente, a infecção foi detectada precocemente, o que facilitou o tratamento. Gratidão e mensagem de esperança A atriz enfatizou que a detecção precoce foi fundamental para o sucesso dos tratamentos. “Felizmente, conseguimos detectar o problema cedo, então não era uma infecção profunda”, explicou. Busy Philipps demonstra otimismo e gratidão pela equipe médica e pelo apoio de seus familiares durante todo o processo, inspirando outras pessoas a cuidarem da saúde.

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Yayoi Kusama, Ícone das Bolinhas e das Abóboras, Morre Aos 97 Anos: O Legado de Uma Artista Visionária

Morre Yayoi Kusama, aos 97 anos, a artista japonesa que transformou bolinhas em arte icônica A renomada artista japonesa Yayoi Kusama, mundialmente famosa por suas obras repletas de bolinhas coloridas e esculturas de abóboras, faleceu aos 97 anos. O anúncio foi feito em 14 de agosto, conforme comunicado oficial divulgado em seu site, informando que a artista morreu em um hospital em Tóquio. A causa da morte não foi revelada. Kusama construiu uma carreira internacionalmente aclamada, sendo pioneira na arte de vanguarda. Sua obra transcendeu as artes visuais, abrangendo performance, ficção e poesia. Ela permaneceu ativa em sua criação até seus últimos dias, dedicando-se incansavelmente à exploração de seu universo particular. A notícia de seu falecimento marca o fim de uma era para a arte contemporânea. Conforme comunicado em seu site oficial, a artista “continuou a pintar até seus últimos dias, sem nunca largar o pincel, e seguiu a explorar o amor sem fima alma eterna.” A obra de Yayoi Kusama, com suas marcas registradas, inspirou gerações e continua a fascinar o público globalmente. Do Japão para o Mundo: A Trajetória de Yayoi Kusama Frustrada com o ambiente social restritivo do Japão, Kusama mudou-se para Nova York aos 27 anos. Na metrópole americana, ela rapidamente ganhou destaque com suas pinturas, que eram uma manifestação visual de suas alucinações de infância, repletas de luzes piscantes, pontos e flores. Sua influência se estendeu para além das galerias. Kusama participou ativamente de protestos contra a guerra na década de 1960 e é apontada como uma figura que influenciou artistas como Andy Warhol. Sua vida foi marcada por uma **luta aberta contra problemas de saúde mental**, algo que ela mesma compartilhava, relatando que Nova York intensificou suas neuroses. Por volta de 1977, após retornar ao Japão, Kusama internou-se voluntariamente em um hospital psiquiátrico. Ela viveu no local por décadas, mantendo uma rotina de ir ao seu ateliê próximo todas as manhãs, onde continuava a criar suas obras icônicas. As Bolinhas de Kusama no Brasil e no Mundo No Brasil, a obra de Yayoi Kusama foi celebrada com diversas exposições ao longo dos anos. Desde 2023, o Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), abriga uma galeria permanente dedicada à artista, com duas de suas instalações: “I’m here, but nothing” (2000) e “Afermath of obliteration of eternity” (2009). A exposição “Obsessão Infinita”, realizada em 2014, foi um enorme sucesso de público no país, passando por Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, atraindo mais de 500 mil visitantes. No Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, a mostra gerou filas quilométricas, com espera de até 4 horas para ver as obras. Um Ícone Submerso: A Escultura “Yellow Pumpkin” Um episódio marcante na trajetória de suas obras ocorreu em 2021, quando uma de suas esculturas mais famosas, a “Yellow Pumpkin”, na ilha de Naoshima, no Japão, foi arremessada ao mar durante o tufão Lupit. A obra, com 2 metros de altura e mais de 2,5 metros de largura, tornou-se um símbolo da região. Um vídeo capturou o momento em

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Maria Bethânia grava samba inédito de Xande de Pilares em homenagem à sua mãe, Dona Canô

Maria Bethânia prepara nova homenagem a Dona Canô com samba inédito de Xande de Pilares A renomada cantora Maria Bethânia demonstra mais uma vez sua forte conexão com o universo do samba e com o compositor Xande de Pilares. A artista planeja gravar em estúdio um samba inédito, presente do artista carioca, que promete emocionar fãs e admiradores. Esta não é a primeira vez que Bethânia interpreta composições de Xande de Pilares. Anteriormente, ela já gravou sucessos como “Cria da Comunidade” e “Vera Cruz”, evidenciando a sintonia musical entre os dois. A nova canção, provisoriamente intitulada “Luz e Clarão”, foi apresentada pela própria Bethânia em seu show de estreia em Vitória da Conquista, na Bahia. A música é uma composição de Xande de Pilares em parceria com Gustavo Clarão, e carrega um significado especial por ser uma homenagem à mãe da cantora, Dona Canô. Um tributo à matriarca de Santo Amaro “Luz e Clarão” foi criada pelos compositores em memória de Claudionor Viana Teles Veloso, a querida Dona Canô, que faleceu em 2012 aos 105 anos. A letra da música evoca a figura materna com profunda ternura e reverência, retratando o amor incondicional e os ensinamentos deixados por ela. A canção faz referências diretas a Santo Amaro, cidade natal de Bethânia e Dona Canô, descrevendo a matriarca como um “recanto” e um “encanto”. A letra exalta a pureza, a força e a influência espiritual de Dona Canô na vida da cantora e de sua família, ressaltando que sua purificação é a “luz de todo o axé”. A letra de “Luz e Clarão” A letra do samba, divulgada pela fonte, é um retrato poético da devoção de Maria Bethânia por sua mãe: “Aura branca, véu da claridade, O dia começa antes do sol, De quem concebeu na paz de Oxalá. É amor de mãe, o chão, o céu, O caminhar. É caminho, é passo, é cuidado, Reza descortina o arrebol. Ela me ensinou sem soltar a voz, Vai, meu filho, vai, Mas vai na fé e vai por nós. É que Santo Amaro abençoou, Recanto de Dona Canô, Encanto do Subaé. Senhora que guarda o meu coração, A sua purificação, É a luz de todo o meu axé.” Xande de Pilares e a parceria com Bethânia Xande de Pilares, reconhecido por sua habilidade em compor sambas que tocam a alma, encontra em Maria Bethânia uma intérprete singular para suas obras. A admiração mútua e o respeito artístico têm gerado frutos de grande valor para a música brasileira. A expectativa é que a gravação de “Luz e Clarão” em estúdio reforce ainda mais os laços entre os artistas e eternize a memória de Dona Canô através da arte, celebrando sua vida e seu legado de amor e fé.

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Ridley Scott, aos 88 anos, lança “Ponto Sem Retorno”, mas história afogada em clichês decepciona; g1 já viu

Ridley Scott apresenta “Ponto Sem Retorno”, um filme com a marca do diretor, mas que tropeça em clichês do gênero distópico. Aos 88 anos, Ridley Scott demonstra que seu vigor criativo está longe de acabar. O cineasta, conhecido por clássicos como “Alien”, “Blade Runner” e “Gladiador”, lança nesta quinta-feira (27) o filme “Ponto Sem Retorno”. A obra se passa em um futuro apocalíptico e exibe a inconfundível assinatura de Scott na direção, com um cuidado técnico notável em sua fotografia e design de produção. No entanto, conforme apurado pelo g1, o que poderia ser um novo marco na carreira do diretor se vê prejudicado por um roteiro que abusa de elementos já conhecidos em produções similares. A história, embora bem conduzida visualmente, carece de originalidade, mergulhando em um mar de clichês que enfraquecem o impacto geral da narrativa. O filme conta com um elenco talentoso, que tenta suprir as lacunas do roteiro. Jacob Elordi, Josh Brolin e o cão Raksha, que interpreta Jasper, são alguns dos destaques. A direção de Scott é, sem dúvida, o grande trunfo de “Ponto Sem Retorno”, mas nem mesmo seu talento consegue resgatar completamente uma trama que peca pela falta de novidade. Um futuro desolador e a busca por esperança A trama de “Ponto Sem Retorno” nos transporta para um futuro onde um vírus devastador dizimou a humanidade. Em meio a esse cenário desolador, acompanhamos Hig, interpretado por Jacob Elordi, que vive em uma base aérea abandonada com Bangley (Josh Brolin) e seu fiel cão Jasper. A rotina é marcada pela busca por suprimentos e pela esperança de que exista vida além das fronteiras de seu refúgio. A vida de Hig muda quando um evento inesperado e uma misteriosa transmissão o levam a deixar a segurança da base. Um problema em seu avião o força a pousar em um rancho isolado, onde conhece Cima (Margaret Qualley) e seu pai, Pops (Guy Pearce). Ele passa a integrar essa nova família, encontrando um vislumbre de paz. Contudo, o desejo de Hig de explorar o desconhecido e outros imprevistos o colocam diante de desafios ainda mais perigosos do que a própria doença que assolou o planeta, testando seus limites e sua resiliência. O fantasma do déjà vu em narrativas distópicas O principal obstáculo de “Ponto Sem Retorno” reside em seu roteiro, assinado por Mark L. Smith, conhecido por “O Regresso”. Baseado no livro “Na Companhia das Estrelas”, de Peter Heller, o roteirista falha em criar situações que escapem das armadilhas comuns ao subgênero de futuros distópicos, caindo frequentemente no trivial. Dessa forma, diversas cenas e perfis psicológicos de personagens remetem a sucessos como “Jogos Vorazes”, “Eu sou a Lenda” e “Extermínio”. Essa falta de originalidade pode gerar uma sensação de déjà vu no espectador familiarizado com o gênero, diluindo o impacto do bom trabalho de Scott e da fotografia de Erik Messerschmidt. A direção segura de Scott e a divisão da narrativa Apesar das falhas no roteiro, a direção de Ridley Scott se mostra segura, conferindo ao filme

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Ney Matogrosso Detona Nova Turnê “85 Anos de Ousadia”: 10 Shows Incríveis Pelo Brasil, Datas e Locais Revelados!

Ney Matogrosso celebra 85 anos com turnê espetacular e promete ousadia em palco brasileiro Ney Matogrosso, o eterno ícone da música brasileira, está prestes a encantar o público com uma nova turnê que celebra sua impressionante trajetória. Anunciada nesta quarta-feira (26), a série de shows intitulada “85 Anos de Ousadia” promete revisitar momentos marcantes da carreira do artista, com uma pitada de novidade e muita energia. O cantor, conhecido por sua performance única e visual impactante, expressou seu entusiasmo em continuar na estrada, conectando-se com o público e celebrando a vida através da música e da dança. A expectativa é alta para ver Ney Matogrosso recriar figurinos clássicos, mas com um toque inédito que reflete sua constante evolução artística. A turnê “85 Anos de Ousadia” já tem suas primeiras datas e locais definidos, com ingressos começando a ser vendidos em breve. Conforme informação divulgada pelo artista, a celebração promete ser um marco na carreira de Ney Matogrosso e um presente para seus fãs espalhados pelo país. Primeira parada em São Paulo e agenda que se expande pelo Brasil A jornada de Ney Matogrosso em comemoração aos seus 85 anos de vida e carreira terá início no dia 30 de janeiro de 2027. O palco para a estreia será o Nubank Parque, na vibrante cidade de São Paulo (SP). A partir daí, o artista seguirá com sua turnê para outras capitais importantes do país. As apresentações confirmadas incluem passagens por Curitiba (PR), Recife (PE), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ). As cinco datas restantes da turnê “85 Anos de Ousadia” ainda serão anunciadas, deixando os fãs em suspense e ansiosos por mais novidades sobre essa celebração. Figurinos icônicos e a promessa de ousadia renovada Ney Matogrosso fez questão de ressaltar que a idade e o tempo de carreira não diminuem seu ímpeto criativo. “Eu continuo na estrada, gosto de ter gente na minha frente e de dançar”, declarou o artista em comunicado à imprensa. Ele promete apresentar uma releitura de figurinos que marcaram sua trajetória. Esses trajes clássicos serão recriados com “ares inéditos”, garantindo que cada apresentação seja uma experiência visual única e surpreendente. A ousadia, marca registrada de Ney Matogrosso, estará presente em cada detalhe, desde o figurino até a sua performance de palco. Venda de ingressos: Fique atento às datas e aos lotes! Os ingressos para a aguardada turnê “85 Anos de Ousadia” terão início de vendas nesta quinta-feira (27) e sexta-feira (28). Inicialmente, as vendas serão exclusivas para clientes Private e Itaú Personnalité. Posteriormente, clientes do Itaú Unibanco terão acesso. A venda geral para o público está programada para a próxima segunda-feira (31). É fundamental que os interessados em assistir a Ney Matogrosso nesta turnê especial fiquem atentos às datas de início das vendas para garantir seus lugares. A expectativa é de que os ingressos se esgotem rapidamente, dada a popularidade e o legado do artista. Datas e locais confirmados para “85 Anos de Ousadia” Até o momento, as seguintes datas e locais foram divulgados para

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Luto Nacional: Trump Lamenta Morte de Dolly Parton e Ordena Bandeiras a Meio-Mastro por Uma Semana

Presidente Donald Trump presta homenagem à lendária Dolly Parton após sua morte aos 80 anos, decretando luto nacional. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou profunda tristeza pela morte da cantora Dolly Parton, aos 80 anos. Em um comunicado divulgado em sua rede social, Truth Social, Trump aclamou Parton como “uma das maiores cantoras country de todos os tempos” e ressaltou que seu falecimento representa uma “verdadeira perda para milhões de pessoas”. Trump enfatizou a singularidade da artista, afirmando: “Nunca houve ninguém como ela, e nunca haverá”. A declaração reflete o impacto duradouro da cantora na música e na cultura americana, transcendendo gêneros e gerações. Em sinal de respeito e homenagem, o ex-presidente determinou que as bandeiras dos Estados Unidos sejam hasteadas a meio-mastro em todo o território nacional por um período de uma semana, a partir das 18h da última terça-feira (25). A família da cantora confirmou a notícia de seu falecimento em um vídeo emocionante nas redes sociais, detalhando os desejos de Dolly Parton para o momento de sua partida. Um Legado Incomparável na Música e Além A notícia da morte de Dolly Parton, aos 80 anos, pegou muitos de surpresa, embora a artista enfrentasse problemas de saúde desde o falecimento de seu marido, Carl Dean, em março de 2025. A família, em um vídeo divulgado, compartilhou que a própria Dolly havia planejado esse anúncio anos antes, demonstrando sua habitual força e planejamento. Bryan Seaver, sobrinho e chefe de segurança da cantora, declarou: “A tristeza fica conosco, não com a Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, com certeza, ao lado de Carl, seus pais e incontáveis outros que a assistiram e que queriam encontrá-la nos céus”. Essa mensagem trouxe conforto e celebrou a vida e a fé da artista. Dolly Parton não foi apenas uma cantora de voz marcante, mas também uma inspiração para muitos. “Dolly também abriu as portas para gerações de cantores, compositores, músicos e sonhadores de todos os campos da vida e de todos os continentes. Com seu exemplo, nós acreditamos que tudo era possível”, afirmou Seaver, destacando sua influência e o poder de seu legado. Trajetória de Sucesso e Ícone da Cultura Pop Conhecida por sua personalidade vibrante, perucas loiras e figurinos extravagantes, Dolly Parton construiu um império no entretenimento, partindo de origens humildes no Tennessee. Sua carreira se estendeu por décadas, com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, consolidando-a como um verdadeiro ícone da cultura pop. A versatilidade de Dolly permitiu que ela transitasse com maestria por diversos gêneros musicais, do country ao pop, bluegrass e até mesmo a era disco. Sua trajetória se tornou parte fundamental do cânone da cultura americana, com sucessos atemporais que continuam a ecoar. Músicas como “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors” são apenas alguns exemplos de seus inesquecíveis sucessos. O Legado de “I Will Always Love You” e Outros Clássicos Um dos maiores legados musicais de Dolly Parton é a balada romântica “I Will Always Love

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Dolly Parton: A História por Trás do Maior Hit de Whitney Houston, ‘I Will Always Love You’

A Composição de Dolly Parton que Conquistou o Mundo A canção “I Will Always Love You”, eternizada na voz de Whitney Houston, tem uma origem surpreendente e emocionante. Composta pela lendária Dolly Parton, a música nasceu de um momento de transição em sua carreira, como uma despedida musical de um parceiro importante. Em 1974, Dolly Parton decidiu seguir carreira solo, encerrando uma parceria de sucesso com Porter Wagoner. Para comunicar sua decisão de forma sensível e respeitosa, ela optou por uma de suas maiores habilidades: compor uma canção. “Como vou fazê-lo entender o quanto aprecio tudo, mas que preciso ir embora? Pensei: ‘Bem, o que você faz de melhor? Você compõe músicas.’ Então, sentei e escrevi esta canção”, explicou Dolly Parton, conforme relatado pelo jornal “Financial Times”. A música foi um sucesso imediato no universo country, alcançando o topo das paradas da Billboard naquele mesmo ano. O poder da composição de Dolly Parton era tão grande que chegou a atrair o interesse de Elvis Presley, que desejava gravá-la. No entanto, Dolly recusou a oferta, pois Elvis exigia ter metade dos direitos autorais da música, algo que ela não estava disposta a ceder. “Fiquei com o coração partido, mas senti que era a coisa certa a fazer”, confessou. O Fenômeno Whitney Houston Anos depois, em 1992, “I Will Always Love You” ganhou uma nova dimensão ao ser regravada por Whitney Houston para a trilha sonora do filme “O Guarda-Costas”. A versão de Houston transformou a canção em um sucesso estrondoso, um dos maiores da década de 1990 e um marco na carreira da cantora. A performance vocal de Whitney Houston, especialmente a introdução a cappella, arrebatou o público e a crítica. A música rendeu a Houston dois Grammys em 1994, nas categorias de Gravação do Ano e Melhor Performance Vocal Pop Feminina. Dolly Parton, ao ouvir a nova versão pela primeira vez no rádio, ficou profundamente emocionada. “Eu sabia que era algo familiar. Quando me dei conta do que estava ouvindo, foi quando Whitney começou a cantar. No refrão, eu tive que parar o carro porque quase bati. Achei que meu coração ia simplesmente explodir para fora do meu peito”, descreveu a cantora. Legado Imortal A decisão de Dolly Parton de manter os direitos de sua música se mostrou acertada, permitindo que “I Will Always Love You” se tornasse não apenas um sucesso para Whitney Houston, mas também um legado duradouro para a própria Dolly. A canção é um testemunho da força atemporal de uma composição genuína e da capacidade da música de atravessar gerações e estilos musicais. Mesmo após a morte de Whitney Houston em 2012, e com a recente notícia do falecimento de Dolly Parton nesta terça-feira (25) aos 80 anos, “I Will Always Love You” continua a ser uma das canções mais amadas e reconhecidas mundialmente. Sua história é um lembrete do poder da arte e das conexões emocionais que ela pode criar.

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Dolly Parton morre aos 80 anos após luta contra câncer, dizem assessores; lenda da música country deixa legado inestimável

Dolly Parton, ícone da música country, faleceu nesta terça-feira (25) aos 80 anos, conforme comunicado de seus assessores à revista “People”. A cantora estava em tratamento contra um câncer, que enfrentou com bravura. A notícia abala o mundo da música e da cultura pop, que perde uma de suas figuras mais queridas e influentes. Dolly Parton construiu um império a partir de suas origens humildes no Tennessee, tornando-se um símbolo de generosidade, talento e resiliência. Seu legado vai muito além de seus inúmeros sucessos musicais, abrangendo filantropia, atuação e um impacto duradouro na sociedade. A artista deixou uma marca indelével na história, inspirando gerações com sua voz única, carisma e visão. Conforme informação divulgada pelos representantes da cantora, Dolly Parton passou sua vida e carreira trazendo alegria, risada, esperança e integridade. Sua generosidade alcançou incontáveis pessoas, muitas das quais ela nunca conheceu pessoalmente, mas sempre esteve presente para oferecer apoio. Um legado de generosidade e impacto cultural O comunicado dos assessores destaca a vasta obra filantrópica de Dolly Parton, citando as centenas de milhões de livros doados por sua ONG, a Imagination Library, e o financiamento de pesquisas que contribuíram para a criação de uma vacina. O amor incondicional da cantora por todas as pessoas foi a força motriz de seu impacto duradouro. Dolly Parton faleceu no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, cercada por seus entes queridos. A informação foi confirmada em um vídeo gravado por seu sobrinho, Bryan Seaver, que também ressaltou que a tristeza fica com os que ficam, pois Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, reunida com seu marido Carl Dean, que faleceu em março de 2025. Carreira brilhante e sucessos atemporais Com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, Dolly Parton consolidou-se como um ícone da cultura pop, transitando com maestria pelo country, pop, bluegrass e disco. Sua trajetória na música e no cinema é parte fundamental da cultura americana. Entre seus sucessos mais marcantes estão “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors”. Ela também é a compositora da balada “I Will Always Love You”, eternizada na voz de Whitney Houston para o filme “O Guarda-Costas”. Sua influência abriu portas para gerações de artistas ao redor do mundo. Problemas de saúde e adiamento de compromissos Dolly Parton enfrentava problemas de saúde desde a morte de seu marido, Carl Dean, em março de 2025. Ela chegou a cancelar uma residência de shows em maio deste ano, revelando em entrevista à revista “People” que não havia prestado atenção aos seus próprios problemas de saúde enquanto cuidava do companheiro. Conhecida por sua voz marcante, perucas loiras e figurinos extravagantes, Dolly Parton construiu um império no entretenimento. Sua vida e obra inspiram e continuarão a inspirar, celebrando sua partida com a gratidão por tudo o que ela ofereceu ao mundo.

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Xamã lança “Flerte” após cancelamento de turnê: disco tem feats com Ludmilla, L7nnon e NP Vocal

Xamã lança “Flerte”, seu quinto álbum de estúdio, com participações especiais Duas semanas após o cancelamento de sua aguardada turnê nacional, que estava prevista para passar por 25 cidades brasileiras, o cantor e compositor Xamã anuncia o lançamento de seu quinto álbum de estúdio. Intitulado “Flerte”, o novo trabalho tem estreia marcada para a próxima quinta-feira, 27 de agosto. O artista carioca revelou a capa e a contracapa do álbum, que trazem a lista completa de faixas. Xamã descreveu o processo de criação como a construção de um “universo” ao longo de onze meses, reunindo poesias, regravações e colaborações que deram forma ao desejo do projeto. O álbum “Flerte” conta com um total de oito faixas. Entre elas, destacam-se as já conhecidas parcerias com Ludmilla na música “Moça”, lançada em julho, e com L7nnon em “Tá de parabéns”, divulgada em março. Novas colaborações e faixas inéditas em “Flerte” Além das participações já anunciadas, “Flerte” apresenta outras colaborações significativas. As faixas “A nova sagitariana”, “Chá de” e “Você tirou meu ar” contam com a presença da rapper paulistana Amabii, conhecida por transitar entre o rap e o R&B, e do rapper NP Vocal. A música “Chá de” ganha uma camada extra de talento com a participação do rapper carioca Nomad, juntando-se a Amabii e NP Vocal. O álbum explora diversas sonoridades e temas, prometendo agradar aos fãs do artista. Produção musical e expectativa para o lançamento A produção musical do álbum “Flerte” foi cuidadosamente orquestrada por Ramon Calixto, $amuka e Marcio Arantes, garantindo a qualidade sonora e a identidade artística que marcam os trabalhos de Xamã. A expectativa é alta para o lançamento, que consolida o artista no cenário musical brasileiro. As demais faixas que completam o álbum são “Bagunçou minha sexta”, “Like a Michael” e “Meu sonho é tu”, totalizando as oito canções que compõem “Flerte”. O lançamento promete ser um dos destaques do segundo semestre.

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