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Celebridades

Elis Regina vista pelos filhos: Documentário revela o lado mãe da icônica cantora em “Elis & Eu”

O lado materno de Elis Regina ganha destaque em documentário emocionante baseado no livro de João Marcello Bôscoli Um olhar íntimo e tocante sobre a figura de Elis Regina, não como a estrela inatingível da música brasileira, mas como mãe, é o foco do documentário “Elis & eu”. Dirigido por André Buchatsky, o filme estreia no canal Universal+ e promete desvendar as complexidades e o amor incondicional de Elis Carvalho Costa por seus três filhos: João Marcello Bôscoli, Pedro Mariano e Maria Rita. A obra cinematográfica expande o relato pessoal e emocionante de João Marcello Bôscoli, apresentado em seu livro “Elis e eu – 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe”, publicado em 2019. Através de uma mistura de depoimentos, imagens de arquivo, dramatizações e performances musicais, o documentário reconstitui o universo familiar da cantora durante os anos 1970 e início dos anos 1980. A produção busca trazer à tona a mãe zelosa, carinhosa e, por vezes, rígida que Elis foi, contrastando com a imagem pública da artista que nos deixou precocemente em 1982. As informações são baseadas em crítica divulgada sobre o documentário. O Coração Materno de Elis Regina em Detalhes O documentário “Elis & eu” disseca o coração materno de Elis Regina, mostrando a dimensão de seu amor pelos filhos. A fala de João Marcello Bôscoli, que o filme utiliza quase ao final, resume essa percepção: “Naquele mundo que a gente tinha ali, era ela quem provia os superpoderes para todo mundo. Eu tinha 11 anos, mas foi assim que a vida se deu, né?”. A narrativa, com cerca de 80 minutos, tem como eixo central a entrevista de João Marcello, mas é enriquecida pelas contribuições de Pedro Mariano, o filho do meio, de Celina Silva, secretária pessoal de Elis, da cantora Wanderléa, de Natan Marques, guitarrista e diretor musical do último show da artista, de Ione Cirilo, amiga de Elis, e do jornalista Julio Maria, biógrafo da cantora. Maria Rita, a caçula, embora não tenha gravado depoimento, é representada por uma fala de 2016 para um programa de TV. Esses depoimentos ajudam a contextualizar a vida particular de Elis com os filhos, até o fatídico 19 de janeiro de 1982, data que marcou um antes e um depois na vida da família. Memórias da Serra da Cantareira e a Maternidade Exigente Pedro Mariano destaca a importância de exercitar a memória, afirmando: “A memória é como um músculo que você precisa exercitar, se não atrofia”. Ele relembra os anos vividos com a mãe na casa da Serra da Cantareira, em São Paulo. O documentário retrata Elis como uma mãe dedicada, que cozinhava com talento impressionante, frequentava reuniões escolares e cultivava uma horta, tudo isso em meio a uma carreira profissional intensa. A jornalista Ione Cirilo, amiga de Elis, revela que a cantora se sentia “meio que em débito com os filhos” devido à profissão, buscando compensar as ausências com uma educação amorosa e rigorosa. “Ela amava esses filhos, elas disciplinava esses filhos, ela tomava conta

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Grupo Vocal Equale Celebra 80 Anos de Aldir Blanc com Álbum “Salve, Aldir!” e Participações Especiais de Guinga, Ilessi e Marcos Sacramento

Grupo Vocal Equale lança “Salve, Aldir!”: Um tributo emocionante aos 80 anos de Aldir Blanc A obra do genial letrista Aldir Blanc, que completaria 80 anos em 2 de setembro, ganha uma merecida homenagem fonográfica. O grupo vocal Equale apresenta o álbum “Salve, Aldir!”, um trabalho que celebra a genialidade de um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira. O disco, que chega aos aplicativos de áudio em 21 de agosto, reúne 13 canções com as inconfundíveis letras de Aldir Blanc, produzidas sob a direção musical e regência do maestro André Protásio. O repertório é um mergulho na parceria fundamental do compositor com João Bosco, mas reserva surpresas, como a rara “Êxtase”. Conforme informação divulgada pelo grupo, o álbum “Salve, Aldir!” é um convite para redescobrir a poesia e a musicalidade de Aldir Blanc, evidenciando a força de suas composições e a relevância de sua obra para a cultura brasileira. O trabalho conta com participações de peso, enriquecendo ainda mais a homenagem. “Êxtase”: Uma Joia Rara de Aldir Blanc e Djavan Ganha Nova Voz Uma das grandes surpresas do álbum é a inclusão de “Êxtase”, parceria de Aldir Blanc com Djavan, lançada originalmente em 1981. A canção, conhecida por seu samba de contorno sinuoso, foi gravada anteriormente apenas por Djavan e, mais recentemente, por Augusto Martins. No “Salve, Aldir!”, a música ganha uma interpretação especial com a participação vocal de Marcos Sacramento. Parcerias Clássicas e Temas Inéditos com João Bosco A essência da parceria entre Aldir Blanc e João Bosco é o fio condutor de grande parte do álbum. Canções consagradas como “Corsário” (1975), “O Ronco da Cuíca” (1975), “Coisa Feita” (1982) e “Nação” (1982) são revisitadas pelo Equale com arranjos vocais inovadores. Além dos hits, o grupo também explora temas menos conhecidos, mas igualmente brilhantes, como os sambas “Profissionalismo é Isso Aí” (1980) e “Comissão de Frente” (1982), mostrando a amplitude do talento de Aldir Blanc. Guinga e Ilessi se Juntam ao Equale em “Navio Negreiro” A parceria de Aldir Blanc com o compositor Guinga também é celebrada no álbum. A canção “Navio Negreiro”, composta em meados dos anos 1990 e lançada em 2021, surge em uma nova e emocionante versão. Para esta faixa, o grupo vocal Equale conta com as vozes de Guinga e Ilessi, adicionando uma camada extra de afeto e musicalidade. Cristovão Bastos Completa o Elenco de Convidados O pianista e parceiro de longa data de Aldir Blanc, Cristovão Bastos, também marca presença no álbum. Ele assina o piano no bolero “Resposta ao Tempo” (1998), canção que foi imortalizada na voz de Nana Caymmi. A participação de Bastos reforça a conexão do álbum com os criadores e intérpretes que marcaram a trajetória de Aldir Blanc. Editado pela gravadora Biscoito Fino, o álbum “Salve, Aldir!” conta com arranjos de André Protásio, Dalton Coelho, Flavio Mendes, Katarina Assef e Taiana Machado. As inusitadas harmonizações vocais, marca registrada do Equale, prometem dar um novo frescor às obras de Aldir Blanc, somando-se a outros tributos fonográficos do grupo a grandes

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Lado Alado Reinterpreta Obras de Calcanhotto, Antunes, Brown, Monte e Reis em Novo Álbum ‘Pelo Tempo Que Durar’

Coletivo Lado Alado presta tributo a ícones da MPB com o álbum ‘Pelo Tempo Que Durar’ O universo da Música Popular Brasileira (MPB) ganha um novo capítulo com o lançamento do sexto álbum do coletivo Lado Alado, intitulado ‘Pelo Tempo Que Durar’. O trabalho reúne cinco vozes marcantes do cenário musical brasileiro em releituras de canções compostas por nomes como Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Nando Reis. Com direção musical de Luiz Lopez e a participação de músicos como Pedro Herzog, Rafael Martins e Rike Frainer, o coletivo formado por Cecília Einsfeld, Fabiano Bianco, Júlia Fialho, Manu Santos e Vall Coutinho demonstra um profundo conhecimento e carinho pelas obras dos artistas homenageados. O álbum, com lançamento previsto para agosto de 2026, promete surpreender o público ao ir além dos sucessos mais conhecidos, explorando um repertório selecionado com criatividade e afeto. Conforme informação divulgada, a arte da capa, criada por Manu Santos, exibe os cinco compositores, reforçando a conexão entre eles. Releituras Inéditas e Parcerias de Destaque A faixa-título, ‘Pelo Tempo Que Durar’, é uma das joias do álbum. A canção, originalmente uma parceria entre Adriana Calcanhotto e Marisa Monte, apresentada no álbum ‘Infinito Particular’ de Marisa em 2006, ganha um registro especial na voz de Manu Santos, com a participação de Fabiano Bianco. Esta releitura chega 20 anos após a gravação original. Outra colaboração notável entre Adriana Calcanhotto e Marisa Monte, a música ‘Devo Lhe Dizer’ (2010), também presente no álbum ‘Pelo Tempo Que Durar’, foi originalmente gravada por Dadi Carvalho, com participação da própria Adriana. No novo disco, a canção é interpretada pelas quatro cantoras do Lado Alado, oferecendo uma nova perspectiva. Um Mergulho no Repertório de Grandes Compositores O coletivo Lado Alado ilumina faixas menos exploradas, como ‘O Sol’, composição de Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra, interpretada por Cecília Einsfeld e Fabiano Bianco. Outra preciosidade resgatada é ‘Fim do Dia’, de Arnaldo Antunes e Paulo Miklos, que conta com as vozes de Fabiano Bianco e Vall Coutinho. Ambas as músicas foram lançadas originalmente no álbum ‘Um Som’ de Arnaldo Antunes, em 1998. Nando Reis tem duas de suas composições revisitadas: ‘A Urca’ e ‘O Seu Lado de Cá’, ambas de 1995, do seu primeiro álbum solo, ’12 de Janeiro’. Carlinhos Brown também marca presença com ‘Argila’ e ‘Covered Saints’, do seu álbum de estreia solo, ‘Alfagamabetizado’, lançado há 30 anos. Diálogo Geracional e Criatividade na Seleção de Repertório O álbum ‘Pelo Tempo Que Durar’ se destaca pela ousadia na escolha do repertório, fugindo dos sucessos óbvios e apresentando canções que dialogam entre si. A gravação de ‘Abololô’, de Marisa Monte e Lucas Santtana, por exemplo, inclui uma citação à música ‘Asas’, de Adriana Calcanhotto e Antonio Cicero. A curadoria do álbum demonstra um olhar atento e sensível às obras de Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Nando Reis. A iniciativa de reunir composições de artistas da mesma geração, que naturalmente se influenciam e se conectam, enriquece a experiência auditiva e celebra

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Além de Carlos Cesare: Quem Foram os Outros 4 Pablos de ‘Qual é a Música?’ e Onde Estão Hoje?

A eterna figura do Pablo em ‘Qual é a Música?’: Conheça os 5 atores que deram vida ao personagem e seus destinos O recente falecimento de Carlos Cesare, o Pablo do programa ‘Qual é a Música?’, reacendeu a curiosidade sobre os outros artistas que também interpretaram o icônico personagem de rosto pintado. Ao longo das diferentes fases do show comandado por Silvio Santos, cinco atores foram responsáveis por dar vida e cor a essa figura tão marcante da televisão brasileira. Carlos Cesare, que nos deixou aos 60 anos, foi um dos intérpretes mais lembrados, atuando entre 1986 e 1990. Sua partida abriu espaço para relembrar as trajetórias dos demais Pablos, que seguiram caminhos diversos após o fim do programa, alguns se afastando dos holofotes e outros mantendo-se ativos no meio artístico. Descubra agora quem foram os outros quatro atores que assumiram o papel do Pablo e como suas vidas se desenvolveram após a participação no ‘Qual é a Música?’, conforme informações divulgadas por portais de notícias. Augusto Carrascal: O pioneiro espanhol com a ideia das purpurinas O primeiro a encarnar o Pablo foi o espanhol Augusto Carrascal. Ele foi convidado por Silvio Santos para integrar o programa e, segundo ele mesmo contou em entrevista a Sandra Annenberg em 2024, a ideia da pintura facial, inspirada na banda Kiss, partiu do próprio apresentador. Carrascal, no entanto, sugeriu o uso de purpurinas, que se tornaram uma marca registrada do personagem. Atualmente, Augusto Carrascal reside na Europa. Carlos Cesare: Do teatro à arte em São José dos Campos Carlos Cesare deu vida ao Pablo entre 1986 e 1990. Sua carreira artística começou no teatro em 1986, como Palhaço Cotonete. Após deixar o programa, Cesare continuou envolvido com arte, criando o show “Armazém do Eugênio” em 2003 e retomando a peça em 2023 com Gustavo Delfino. Ele também participou do Clubinho de Leitura no Parque Vicentina Aranha. Carlos Cesare faleceu em São José dos Campos, onde morava e desenvolvia seus trabalhos artísticos. Aníbal Beltran: Do banco à dança, e o desejo pelo anonimato Aníbal Beltran assumiu o posto de Pablo entre 1990 e 1991, período próximo ao encerramento do programa. Sua trajetória é curiosa: trabalhava em um banco antes de se tornar bailarino no SBT, após um convite para assistir a um ensaio. Com a falta de um bailarino, ele acabou substituindo e, mais tarde, foi convidado para o teste que o tornou o novo Pablo. Em entrevista ao UOL em 2017, Beltran revelou que o teste foi tão bom que as imagens foram usadas em três programas. Após o fim do “Qual é a Música?”, ele trabalhou como dançarino na emissora por mais dois anos, mas, diante da escassez de trabalho e pouca perspectiva na televisão, afastou-se do meio artístico e hoje prefere viver no anonimato. Felipeh Campos: Do Pablo ao jornalista e apresentador de destaque Felipeh Campos é o único dos Pablos que se manteve em evidência na mídia, mas agora como jornalista e apresentador. Ele foi o primeiro a interpretar o

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Gilberto Gil se emociona ao conhecer Gui Ventura, ator que o interpretará em musical: ‘O coração sorriu’

Musical sobre Gilberto Gil: Ator escolhido entre 800 candidatos impressiona o cantor O aguardado musical que celebra a vida e a obra de Gilberto Gil ganhou um rosto. Gui Ventura, um ator mineiro de 37 anos, foi selecionado para dar vida ao icônico cantor baiano nos palcos de São Paulo. A escolha, que partiu de uma audição com mais de 800 inscritos, culminou em um encontro emocionante entre o artista e o ator, onde Gilberto Gil expressou sua aprovação de forma calorosa. O momento foi registrado e exibido pelo programa Fantástico, revelando a admiração mútua entre os dois. Gui Ventura, fã de Gilberto Gil desde a infância, demonstrou grande honra em assumir a responsabilidade de interpretar um dos maiores nomes da música brasileira. A notícia foi divulgada pelo g1, destacando a emoção do encontro. O próprio Gilberto Gil compartilhou sua sensação ao ver Gui Ventura pela primeira vez durante o processo seletivo. “Passou num teste que tinham mais de 800 candidatos. Ele chegou, começou a cantar, começou a tocar. Eu falei: o coração sorriu. Aí, quando o coração sorri, é por aí que vai”, declarou o cantor, evidenciando a conexão imediata com o ator. A jornada de Gui Ventura para interpretar Gilberto Gil Gui Ventura revelou que o desejo de interpretar Gilberto Gil não é recente. Há cerca de uma década, ao iniciar seus estudos em atuação, o ator já nutria esse sonho. “Quando eu comecei a estudar a atuação, o meu primeiro impulso foi: eu quero ainda ser o Gilberto Gil no cinema. Dez anos depois desse desejo, eu tô aqui com essa grande responsabilidade”, contou, arrancando um sorriso bem-humorado do homenageado. Musical promete mergulhar na trajetória do cantor Dirigido por Miguel Falabella, o musical promete uma imersão completa na vida e na carreira de Gilberto Gil. A produção reúne um elenco de 34 atores de diversas regiões do país, que irão percorrer as diferentes fases da vida e da obra do artista. O objetivo é explorar a **estética**, a **musicalidade** e a **trajetória** de um dos pilares da cultura brasileira. Gilberto Gil se mostra lisonjeado com a homenagem Apesar de ser o protagonista da montagem, Gilberto Gil demonstrou certa dose de constrangimento diante de tantas demonstrações de carinho e admiração. O encontro, marcado pela **emoção** e pelo **respeito**, reforça a importância de Gilberto Gil como um artista que inspira gerações. Gui Ventura assume papel central no musical No musical, Gui Ventura não apenas interpreta Gilberto Gil, mas também assume um papel de **narrador**, guiando o público através da rica história do cantor. A escolha de Ventura, que já era fã do artista, confere uma camada extra de **autenticidade** e **paixão** à sua performance, prometendo emocionar o público com uma representação fiel e sensível.

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Zara Larsson no Rock in Rio: A Revolução de “Midnight Sun” Levou a Cantora Sueca ao Topo da Carreira

Zara Larsson no Rock in Rio: Da Subestimada ao Panteão Pop com “Midnight Sun” A cantora sueca Zara Larsson retorna ao Brasil para o Rock in Rio 2026 em uma posição de destaque, sendo a headliner do Palco Sunset. Sua última apresentação no país, em 2024, a colocava como a segunda atração do Palco Mundo, um reflexo de uma fase distinta em sua trajetória musical. Desde o sucesso estrondoso de “Lush Life” em 2015, Zara Larsson era uma figura conhecida, mas frequentemente vista por seus fãs como subestimada. Apesar de vocais potentes e performances energéticas, seu crescimento numérico parecia estagnado, gerando um coro de “Justiça para Zara Larsson” entre seus admiradores. A virada veio em 2025 com o lançamento do álbum “Midnight Sun”. Este trabalho marcou uma profunda transformação, impulsionando a artista para o topo de paradas globais e solidificando sua reputação. A nova fase é marcada por apresentações lotadas ao redor do mundo e um hit que alcançou o primeiro lugar no Spotify global, “Stateside”, em colaboração com Pinkpantheress. A Transformação Artística: De Performer a Artista Completa Em entrevista ao g1, concedida em setembro de 2025, Zara Larsson detalhou o impacto de “Midnight Sun” em sua carreira. Ela explicou que o álbum foi o catalisador para sair de um estado de “quase lá” para o reconhecimento merecido. “Pela primeira vez em muito tempo, as pessoas estão interessadas em mim como artista, como pessoa”, afirmou a cantora. Zara atribui essa mudança a um envolvimento criativo sem precedentes. “Este álbum me ajudou a ir de uma boa performer para uma artista. Tipo, criar o meu próprio mundo”, declarou. Ela enfatiza a diferença entre ser uma performer e uma artista, sentindo que agora sua expressão vai além da música. O processo criativo de “Midnight Sun” foi colaborativo e divertido, envolvendo amigos próximos como Kai. “Foi um processo muito, muito divertido e envolvente para mim”, comentou. Essa nova dinâmica de trabalho, cercada por pessoas que a entendem e a apoiam, trouxe uma confiança renovada e a sensação de ser vista e valorizada. O Toque Brasileiro e a Vibração Eurodance em “Midnight Sun” A influência brasileira é notável em “Midnight Sun”, especialmente na faixa “Hot and Sexy”, que incorpora uma batida leve de funk. Zara revelou que essa inspiração surgiu após sua visita ao Brasil em 2024, para o Rock in Rio. A experiência no Rio de Janeiro, incluindo tempo com amigos e a culinária local, deixou uma marca profunda. “Eu simplesmente amo o ritmo. Amo o tempo da batida. Amo o que isso me faz sentir. Me faz dançar”, confessou. A cantora também mencionou “The Ambition” como outra faixa inspirada por sua ambição e pela experiência de shows grandiosos, refletindo um desejo constante por mais e melhor. A faixa “Eurosummer” evoca a nostalgia das coletâneas de eurodance dos anos 2000 e 2010, um som que marcou a infância de Zara. Ela descreve a música como tendo um “toque europeu, tipo do leste”, reminiscente de sucessos como “Mr. Saxobeat”. O objetivo era criar algo

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Tarcísio Filho revela amor de Tarcísio Meira e Glória Menezes e a dor de contar morte do pai à mãe

Tarcísio Filho emociona ao falar do amor de Tarcísio Meira e Glória Menezes e da difícil despedida A notícia do falecimento de Glória Menezes, aos 91 anos, nesta terça-feira (18), no Rio de Janeiro, reacendeu memórias e depoimentos marcantes sobre a vida da atriz e sua relação com o eterno companheiro, Tarcísio Meira. Em 2021, Tarcísio de Magalhães Sobrinho, o Tarcisinho, concedeu uma entrevista ao programa Fantástico, onde compartilhou detalhes sobre o amor que unia seus pais e a experiência dolorosa de informar sua mãe sobre a morte de Tarcísio Meira, vítima de complicações da Covid-19. O **amor profundo e admirável** entre Tarcísio Meira e Glória Menezes foi um dos pontos altos do depoimento do filho, que se emocionou ao descrever a conexão entre o casal, conforme informações divulgadas pelo g1. O fascínio e a admiração mútua do casal Tarcisinho descreveu o **grande fascínio** que Tarcísio Meira e Glória Menezes nutriam um pelo outro. Ele ressaltou a intensidade do olhar, do toque e da simples presença, que demonstravam a força do vínculo entre eles. “Eu acho que existia um grande fascínio de um para com o outro, sabe? De toque, de olhar, sabe, de estar junto”, afirmou Tarcísio Filho na entrevista. Ser filho desse **amor genuíno** era, para ele, algo maravilhoso de se testemunhar. A dolorosa missão de dar a notícia da morte do pai Um dos momentos mais difíceis e emocionantes da entrevista foi quando Tarcísio Filho revelou que a tarefa de **informar Glória Menezes sobre a morte de Tarcísio Meira** recaiu sobre ele. “Eu sabia que seria uma das missões mais dolorosas da minha vida”, confessou Tarcísio Filho. Naquela ocasião, Glória Menezes também estava internada, lutando contra a Covid-19, o que tornava a situação ainda mais delicada. Glória Menezes e o luto sem barreiras Tarcísio Filho relatou que sua mãe enfrentou o luto pela perda de Tarcísio Meira de forma intensa e sem reprimir seus sentimentos. Ele descreveu a **naturalidade com que ela expressava sua dor**. “Se ela tem que chorar, ela vai chorar. Se ela tem que, de repente, estar quieta e cair no pranto, ela vai cair no pranto. Ela não tem barreiras para com os sentimentos dela”, explicou Tarcísio Filho, destacando a **honestidade emocional** de Glória Menezes. A importância da despedida para Glória Menezes O filho fez questão de garantir que Glória Menezes pudesse se despedir de Tarcísio Meira. Ele a levou para ver o corpo do marido, ressaltando a importância desse ritual. “Ela se despediu do pai, ela viu o pai, eu levei ela para ver. Faz parte do ritual, tem que ser vivido. É importante você olhar, você dizer adeus”, concluiu Tarcísio Filho, evidenciando a **compreensão sobre os ritos de passagem** e a necessidade de vivenciá-los para o processo de luto.

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Glória Menezes Eternizada na Calçada da Fama dos Estúdios Globo Pouco Antes de Falecer aos 91 Anos

Glória Menezes, um ícone da dramaturgia brasileira, recebe homenagem na Calçada da Fama dos Estúdios Globo. A **Calçada da Fama dos Estúdios Globo**, localizada em Curicica, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, celebrou na semana passada a trajetória inesquecível da atriz **Glória Menezes**. A homenagem, que imortaliza seu nome em uma laje no complexo de gravações, ocorreu poucos dias antes do falecimento da artista, aos 91 anos, nesta terça-feira (18). A cerimônia, realizada no dia 12, marcou a abertura da terceira parte do piso da Calçada da Fama, um espaço criado para comemorar o 30º aniversário do complexo de gravações da emissora. Glória Menezes, que estava bastante debilitada, não pôde comparecer, mas foi representada por seu filho, Tarcísio Filho. Ele também descerrou a laje em homenagem póstuma ao seu pai, o também ator Tarcísio Meira. A notícia do falecimento de Glória Menezes foi confirmada por sua assessoria de imprensa, que informou que a morte ocorreu por causas naturais em seu apartamento no Rio de Janeiro. A atriz construiu uma carreira de mais de seis décadas, deixando um legado marcante no teatro, cinema e televisão, com mais de 40 novelas exibidas na Globo. Conforme informação divulgada pelo g1, Glória Menezes nasceu em Pelotas, Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934, com o nome de batismo Nilcedes Soares de Magalhães. Uma Carreira Brilhante na Globo Glória Menezes estreou na Globo em 1967, na novela “Sangue e Areia”, onde interpretou a heroína Doña Sol. Na trama, ela formou par romântico com Tarcísio Meira, com quem viveu um dos casamentos mais duradouros e admirados da televisão brasileira, permanecendo juntos por quase seis décadas até o falecimento do ator em 2021. Seu último trabalho em novelas foi em “Totalmente Demais”, em 2015, após o qual adotou uma rotina mais reservada. Homenagens Marcantes e Outros Talentos Celebrados A Calçada da Fama já homenageou diversas personalidades ao longo de suas etapas de inauguração. Na primeira fase, em outubro do ano passado, nomes como Laura Cardoso (que também nos deixou recentemente), Tony Ramos, Renato Aragão e Betty Faria foram celebrados. Em dezembro, a segunda etapa incluiu Susana Vieira, Marcos Caruso e Vera Fischer, entre outros. Na mesma terceira fase que homenageou Glória Menezes e Tarcísio Meira, também foram eternizados Suely Franco, Elizabeth Savala, Aguinaldo Silva e Jayme Monjardim. Lajes in memoriam foram dedicadas a Benedito Ruy Barbosa, Léa Garcia, Chico Anysio e Milton Gonçalves, reconhecendo contribuições póstumas para a teledramaturgia. Legado de Glória Menezes na Memória do Público Entre os trabalhos memoráveis de Glória Menezes, destacam-se novelas como “Irmãos Coragem” (1970), “Guerra dos Sexos” (1983) e, especialmente, “Rainha da Sucata” (1990), onde interpretou Laurinha Figueroa, uma personagem icônica. A novela foi reexibida em 2025 e 2026, reacendendo o carinho do público pela atriz. Sua presença na Calçada da Fama é um tributo justo a uma carreira repleta de sucessos e personagens inesquecíveis.

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Lilia Cabral lamenta mortes de Glória Menezes e Laura Cardoso: “Nossas referências estão indo embora”

Lilia Cabral lamenta perda de Glória Menezes e Laura Cardoso em dia difícil para a TV brasileira A atriz Lilia Cabral compartilhou sua comoção e tristeza com a notícia do falecimento de duas gigantes da televisão brasileira, Glória Menezes e Laura Cardoso, em um intervalo de tempo muito curto. A notícia de suas mortes foi divulgada no mesmo dia, nesta terça-feira (18), abalando profundamente o meio artístico e o público. Em declaração à GloboNews, Lilia Cabral descreveu o momento como um “dia difícil” e ressaltou a importância de atrizes como Glória e Laura como referências para as novas gerações de artistas. A perda de ambas, quase simultaneamente, representa um golpe para a memória e a história da teledramaturgia nacional. “Perder a Laura e a Glória praticamente no mesmo momento é para a gente parar e pensar que as nossas referências estão indo embora. E é muito necessário que se tenha referência, e se dê valor a esse trabalho que o artista faz com tanto esmero e orgulho. E eu acredito que essas atrizes viveram para o público”, disse Lilia, visivelmente emocionada. Um Ciclo que se Fecha com Profunda Saudade Lilia Cabral enfatizou que, embora reconheça as vidas plenas e as carreiras brilhantes de Glória Menezes e Laura Cardoso, o fechamento de um ciclo tão significativo é sempre doloroso. A atriz relembrou o acolhimento que recebeu de Glória Menezes em seu início de carreira na televisão, destacando a generosidade e o talento da colega. “A Glória me deu a mão quando eu entrei na televisão. Era muito carinhosa comigo, com um respeito e um carinho. Eu tinha sempre muito medo, era muito jovem. Como a gente enfrenta uma televisão que era já a Rede Globo, conhecida no mundo inteiro? Essa atitude da Glória era com todos. Tudo o que ela tinha de generosidade ela tinha de talento. Nunca deixou de inovar, testar, criar”, relembrou Lilia. Glória Menezes, um Ícone de Mais de Seis Décadas Glória Menezes, cujo nome de batismo era Nilcedes Soares de Magalhães, nasceu em Pelotas, Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934. Ela construiu uma carreira de mais de seis décadas, marcando presença no teatro, cinema e, especialmente, na televisão, onde atuou em mais de 40 novelas da Globo. Sua estreia na emissora foi em 1967, na novela “Sangue e Areia”. Um dos seus pares românticos mais icônicos foi com Tarcísio Meira, com quem viveu um casamento de quase seis décadas, até o falecimento do ator em 2021. A parceria profissional dos dois rendeu momentos inesquecíveis na TV brasileira, incluindo o seriado “Tarcísio & Glória”, exibido em 1988. Glória Menezes faleceu aos 91 anos, por causas naturais, em seu apartamento no Rio de Janeiro. Laura Cardoso, Outra Grande Referência da Dramaturgia Laura Cardoso, também um nome de peso na dramaturgia brasileira, faleceu na noite de segunda-feira (17), aos 96 anos. Segundo sua filha, Fátima Cardoso, a atriz se sentiu mal em sua residência no bairro do Sumaré, em São Paulo, por volta das 23h20. O

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Alaíde Costa batiza novo álbum com parceria inédita de Guilherme Arantes e Nando Reis: “Meu vício na dor de amar demais”

Alaíde Costa celebra 90 anos com álbum que leva nome de composição de Guilherme Arantes e Nando Reis A renomada cantora Alaíde Costa, aos 90 anos, está prestes a lançar um novo álbum que promete emocionar seus fãs. Previsto para novembro, o trabalho leva o título dramático de “Meu vício na dor de amar demais”, nome de uma composição feita em parceria por Guilherme Arantes e Nando Reis. Este álbum marca o encerramento de uma trilogia especial para a artista, idealizada por Marcus Preto e Emicida. A obra sucede os aclamados “O que meus calos dizem sobre mim” (2022) e “E o tempo agora quer voar” (2024), consolidando a trajetória recente de Alaíde. O repertório de “Meu vício na dor de amar demais” inclui não apenas a faixa-título, mas também composições inéditas. Entre elas, destaca-se um samba-canção emocionante de Adriana Calcanhotto, intitulado “A falta que não me faz”. O projeto foi viabilizado com recursos do edital Natura Musical. Gravações e participações musicais de peso As gravações do álbum aconteceram no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo. A produção contou com a participação de músicos talentosos, como Fá bio Sá no baixo, Leo Mendes no violão e Pupillo na bateria, garantindo uma sonoridade rica e envolvente para as novas canções de Alaíde Costa. Arranjos que elevam a emoção Para complementar a beleza das composições, os arranjos de cordas e metais do álbum foram cuidadosamente orquestrados pelo renomado trombonista Antonio Neves. Sua expertise certamente adicionará camadas de sofisticação e profundidade às interpretações de Alaíde. Um legado musical em celebração O lançamento de “Meu vício na dor de amar demais” é mais um capítulo na longa e brilhante carreira de Alaíde Costa. Aos 90 anos, a cantora demonstra vitalidade e um compromisso contínuo com a música brasileira, oferecendo ao público um trabalho que reflete sua maturidade artística e sua paixão pelo samba-canção. Parceria de destaque no título do álbum A escolha do título, “Meu vício na dor de amar demais”, uma parceria entre Guilherme Arantes e Nando Reis, já indica o tom melancólico e profundo que permeia o álbum. A música, assim como outras do repertório, promete explorar as complexidades do amor e da saudade, temas caros à obra de Alaíde Costa.

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Elis Regina vista pelos filhos: Documentário revela o lado mãe da icônica cantora em “Elis & Eu”

O lado materno de Elis Regina ganha destaque em documentário emocionante baseado no livro de João Marcello Bôscoli Um olhar íntimo e tocante sobre a figura de Elis Regina, não como a estrela inatingível da música brasileira, mas como mãe, é o foco do documentário “Elis & eu”. Dirigido por André Buchatsky, o filme estreia no canal Universal+ e promete desvendar as complexidades e o amor incondicional de Elis Carvalho Costa por seus três filhos: João Marcello Bôscoli, Pedro Mariano e Maria Rita. A obra cinematográfica expande o relato pessoal e emocionante de João Marcello Bôscoli, apresentado em seu livro “Elis e eu – 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe”, publicado em 2019. Através de uma mistura de depoimentos, imagens de arquivo, dramatizações e performances musicais, o documentário reconstitui o universo familiar da cantora durante os anos 1970 e início dos anos 1980. A produção busca trazer à tona a mãe zelosa, carinhosa e, por vezes, rígida que Elis foi, contrastando com a imagem pública da artista que nos deixou precocemente em 1982. As informações são baseadas em crítica divulgada sobre o documentário. O Coração Materno de Elis Regina em Detalhes O documentário “Elis & eu” disseca o coração materno de Elis Regina, mostrando a dimensão de seu amor pelos filhos. A fala de João Marcello Bôscoli, que o filme utiliza quase ao final, resume essa percepção: “Naquele mundo que a gente tinha ali, era ela quem provia os superpoderes para todo mundo. Eu tinha 11 anos, mas foi assim que a vida se deu, né?”. A narrativa, com cerca de 80 minutos, tem como eixo central a entrevista de João Marcello, mas é enriquecida pelas contribuições de Pedro Mariano, o filho do meio, de Celina Silva, secretária pessoal de Elis, da cantora Wanderléa, de Natan Marques, guitarrista e diretor musical do último show da artista, de Ione Cirilo, amiga de Elis, e do jornalista Julio Maria, biógrafo da cantora. Maria Rita, a caçula, embora não tenha gravado depoimento, é representada por uma fala de 2016 para um programa de TV. Esses depoimentos ajudam a contextualizar a vida particular de Elis com os filhos, até o fatídico 19 de janeiro de 1982, data que marcou um antes e um depois na vida da família. Memórias da Serra da Cantareira e a Maternidade Exigente Pedro Mariano destaca a importância de exercitar a memória, afirmando: “A memória é como um músculo que você precisa exercitar, se não atrofia”. Ele relembra os anos vividos com a mãe na casa da Serra da Cantareira, em São Paulo. O documentário retrata Elis como uma mãe dedicada, que cozinhava com talento impressionante, frequentava reuniões escolares e cultivava uma horta, tudo isso em meio a uma carreira profissional intensa. A jornalista Ione Cirilo, amiga de Elis, revela que a cantora se sentia “meio que em débito com os filhos” devido à profissão, buscando compensar as ausências com uma educação amorosa e rigorosa. “Ela amava esses filhos, elas disciplinava esses filhos, ela tomava conta

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Grupo Vocal Equale Celebra 80 Anos de Aldir Blanc com Álbum “Salve, Aldir!” e Participações Especiais de Guinga, Ilessi e Marcos Sacramento

Grupo Vocal Equale lança “Salve, Aldir!”: Um tributo emocionante aos 80 anos de Aldir Blanc A obra do genial letrista Aldir Blanc, que completaria 80 anos em 2 de setembro, ganha uma merecida homenagem fonográfica. O grupo vocal Equale apresenta o álbum “Salve, Aldir!”, um trabalho que celebra a genialidade de um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira. O disco, que chega aos aplicativos de áudio em 21 de agosto, reúne 13 canções com as inconfundíveis letras de Aldir Blanc, produzidas sob a direção musical e regência do maestro André Protásio. O repertório é um mergulho na parceria fundamental do compositor com João Bosco, mas reserva surpresas, como a rara “Êxtase”. Conforme informação divulgada pelo grupo, o álbum “Salve, Aldir!” é um convite para redescobrir a poesia e a musicalidade de Aldir Blanc, evidenciando a força de suas composições e a relevância de sua obra para a cultura brasileira. O trabalho conta com participações de peso, enriquecendo ainda mais a homenagem. “Êxtase”: Uma Joia Rara de Aldir Blanc e Djavan Ganha Nova Voz Uma das grandes surpresas do álbum é a inclusão de “Êxtase”, parceria de Aldir Blanc com Djavan, lançada originalmente em 1981. A canção, conhecida por seu samba de contorno sinuoso, foi gravada anteriormente apenas por Djavan e, mais recentemente, por Augusto Martins. No “Salve, Aldir!”, a música ganha uma interpretação especial com a participação vocal de Marcos Sacramento. Parcerias Clássicas e Temas Inéditos com João Bosco A essência da parceria entre Aldir Blanc e João Bosco é o fio condutor de grande parte do álbum. Canções consagradas como “Corsário” (1975), “O Ronco da Cuíca” (1975), “Coisa Feita” (1982) e “Nação” (1982) são revisitadas pelo Equale com arranjos vocais inovadores. Além dos hits, o grupo também explora temas menos conhecidos, mas igualmente brilhantes, como os sambas “Profissionalismo é Isso Aí” (1980) e “Comissão de Frente” (1982), mostrando a amplitude do talento de Aldir Blanc. Guinga e Ilessi se Juntam ao Equale em “Navio Negreiro” A parceria de Aldir Blanc com o compositor Guinga também é celebrada no álbum. A canção “Navio Negreiro”, composta em meados dos anos 1990 e lançada em 2021, surge em uma nova e emocionante versão. Para esta faixa, o grupo vocal Equale conta com as vozes de Guinga e Ilessi, adicionando uma camada extra de afeto e musicalidade. Cristovão Bastos Completa o Elenco de Convidados O pianista e parceiro de longa data de Aldir Blanc, Cristovão Bastos, também marca presença no álbum. Ele assina o piano no bolero “Resposta ao Tempo” (1998), canção que foi imortalizada na voz de Nana Caymmi. A participação de Bastos reforça a conexão do álbum com os criadores e intérpretes que marcaram a trajetória de Aldir Blanc. Editado pela gravadora Biscoito Fino, o álbum “Salve, Aldir!” conta com arranjos de André Protásio, Dalton Coelho, Flavio Mendes, Katarina Assef e Taiana Machado. As inusitadas harmonizações vocais, marca registrada do Equale, prometem dar um novo frescor às obras de Aldir Blanc, somando-se a outros tributos fonográficos do grupo a grandes

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Lado Alado Reinterpreta Obras de Calcanhotto, Antunes, Brown, Monte e Reis em Novo Álbum ‘Pelo Tempo Que Durar’

Coletivo Lado Alado presta tributo a ícones da MPB com o álbum ‘Pelo Tempo Que Durar’ O universo da Música Popular Brasileira (MPB) ganha um novo capítulo com o lançamento do sexto álbum do coletivo Lado Alado, intitulado ‘Pelo Tempo Que Durar’. O trabalho reúne cinco vozes marcantes do cenário musical brasileiro em releituras de canções compostas por nomes como Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Nando Reis. Com direção musical de Luiz Lopez e a participação de músicos como Pedro Herzog, Rafael Martins e Rike Frainer, o coletivo formado por Cecília Einsfeld, Fabiano Bianco, Júlia Fialho, Manu Santos e Vall Coutinho demonstra um profundo conhecimento e carinho pelas obras dos artistas homenageados. O álbum, com lançamento previsto para agosto de 2026, promete surpreender o público ao ir além dos sucessos mais conhecidos, explorando um repertório selecionado com criatividade e afeto. Conforme informação divulgada, a arte da capa, criada por Manu Santos, exibe os cinco compositores, reforçando a conexão entre eles. Releituras Inéditas e Parcerias de Destaque A faixa-título, ‘Pelo Tempo Que Durar’, é uma das joias do álbum. A canção, originalmente uma parceria entre Adriana Calcanhotto e Marisa Monte, apresentada no álbum ‘Infinito Particular’ de Marisa em 2006, ganha um registro especial na voz de Manu Santos, com a participação de Fabiano Bianco. Esta releitura chega 20 anos após a gravação original. Outra colaboração notável entre Adriana Calcanhotto e Marisa Monte, a música ‘Devo Lhe Dizer’ (2010), também presente no álbum ‘Pelo Tempo Que Durar’, foi originalmente gravada por Dadi Carvalho, com participação da própria Adriana. No novo disco, a canção é interpretada pelas quatro cantoras do Lado Alado, oferecendo uma nova perspectiva. Um Mergulho no Repertório de Grandes Compositores O coletivo Lado Alado ilumina faixas menos exploradas, como ‘O Sol’, composição de Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra, interpretada por Cecília Einsfeld e Fabiano Bianco. Outra preciosidade resgatada é ‘Fim do Dia’, de Arnaldo Antunes e Paulo Miklos, que conta com as vozes de Fabiano Bianco e Vall Coutinho. Ambas as músicas foram lançadas originalmente no álbum ‘Um Som’ de Arnaldo Antunes, em 1998. Nando Reis tem duas de suas composições revisitadas: ‘A Urca’ e ‘O Seu Lado de Cá’, ambas de 1995, do seu primeiro álbum solo, ’12 de Janeiro’. Carlinhos Brown também marca presença com ‘Argila’ e ‘Covered Saints’, do seu álbum de estreia solo, ‘Alfagamabetizado’, lançado há 30 anos. Diálogo Geracional e Criatividade na Seleção de Repertório O álbum ‘Pelo Tempo Que Durar’ se destaca pela ousadia na escolha do repertório, fugindo dos sucessos óbvios e apresentando canções que dialogam entre si. A gravação de ‘Abololô’, de Marisa Monte e Lucas Santtana, por exemplo, inclui uma citação à música ‘Asas’, de Adriana Calcanhotto e Antonio Cicero. A curadoria do álbum demonstra um olhar atento e sensível às obras de Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Nando Reis. A iniciativa de reunir composições de artistas da mesma geração, que naturalmente se influenciam e se conectam, enriquece a experiência auditiva e celebra

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Além de Carlos Cesare: Quem Foram os Outros 4 Pablos de ‘Qual é a Música?’ e Onde Estão Hoje?

A eterna figura do Pablo em ‘Qual é a Música?’: Conheça os 5 atores que deram vida ao personagem e seus destinos O recente falecimento de Carlos Cesare, o Pablo do programa ‘Qual é a Música?’, reacendeu a curiosidade sobre os outros artistas que também interpretaram o icônico personagem de rosto pintado. Ao longo das diferentes fases do show comandado por Silvio Santos, cinco atores foram responsáveis por dar vida e cor a essa figura tão marcante da televisão brasileira. Carlos Cesare, que nos deixou aos 60 anos, foi um dos intérpretes mais lembrados, atuando entre 1986 e 1990. Sua partida abriu espaço para relembrar as trajetórias dos demais Pablos, que seguiram caminhos diversos após o fim do programa, alguns se afastando dos holofotes e outros mantendo-se ativos no meio artístico. Descubra agora quem foram os outros quatro atores que assumiram o papel do Pablo e como suas vidas se desenvolveram após a participação no ‘Qual é a Música?’, conforme informações divulgadas por portais de notícias. Augusto Carrascal: O pioneiro espanhol com a ideia das purpurinas O primeiro a encarnar o Pablo foi o espanhol Augusto Carrascal. Ele foi convidado por Silvio Santos para integrar o programa e, segundo ele mesmo contou em entrevista a Sandra Annenberg em 2024, a ideia da pintura facial, inspirada na banda Kiss, partiu do próprio apresentador. Carrascal, no entanto, sugeriu o uso de purpurinas, que se tornaram uma marca registrada do personagem. Atualmente, Augusto Carrascal reside na Europa. Carlos Cesare: Do teatro à arte em São José dos Campos Carlos Cesare deu vida ao Pablo entre 1986 e 1990. Sua carreira artística começou no teatro em 1986, como Palhaço Cotonete. Após deixar o programa, Cesare continuou envolvido com arte, criando o show “Armazém do Eugênio” em 2003 e retomando a peça em 2023 com Gustavo Delfino. Ele também participou do Clubinho de Leitura no Parque Vicentina Aranha. Carlos Cesare faleceu em São José dos Campos, onde morava e desenvolvia seus trabalhos artísticos. Aníbal Beltran: Do banco à dança, e o desejo pelo anonimato Aníbal Beltran assumiu o posto de Pablo entre 1990 e 1991, período próximo ao encerramento do programa. Sua trajetória é curiosa: trabalhava em um banco antes de se tornar bailarino no SBT, após um convite para assistir a um ensaio. Com a falta de um bailarino, ele acabou substituindo e, mais tarde, foi convidado para o teste que o tornou o novo Pablo. Em entrevista ao UOL em 2017, Beltran revelou que o teste foi tão bom que as imagens foram usadas em três programas. Após o fim do “Qual é a Música?”, ele trabalhou como dançarino na emissora por mais dois anos, mas, diante da escassez de trabalho e pouca perspectiva na televisão, afastou-se do meio artístico e hoje prefere viver no anonimato. Felipeh Campos: Do Pablo ao jornalista e apresentador de destaque Felipeh Campos é o único dos Pablos que se manteve em evidência na mídia, mas agora como jornalista e apresentador. Ele foi o primeiro a interpretar o

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Gilberto Gil se emociona ao conhecer Gui Ventura, ator que o interpretará em musical: ‘O coração sorriu’

Musical sobre Gilberto Gil: Ator escolhido entre 800 candidatos impressiona o cantor O aguardado musical que celebra a vida e a obra de Gilberto Gil ganhou um rosto. Gui Ventura, um ator mineiro de 37 anos, foi selecionado para dar vida ao icônico cantor baiano nos palcos de São Paulo. A escolha, que partiu de uma audição com mais de 800 inscritos, culminou em um encontro emocionante entre o artista e o ator, onde Gilberto Gil expressou sua aprovação de forma calorosa. O momento foi registrado e exibido pelo programa Fantástico, revelando a admiração mútua entre os dois. Gui Ventura, fã de Gilberto Gil desde a infância, demonstrou grande honra em assumir a responsabilidade de interpretar um dos maiores nomes da música brasileira. A notícia foi divulgada pelo g1, destacando a emoção do encontro. O próprio Gilberto Gil compartilhou sua sensação ao ver Gui Ventura pela primeira vez durante o processo seletivo. “Passou num teste que tinham mais de 800 candidatos. Ele chegou, começou a cantar, começou a tocar. Eu falei: o coração sorriu. Aí, quando o coração sorri, é por aí que vai”, declarou o cantor, evidenciando a conexão imediata com o ator. A jornada de Gui Ventura para interpretar Gilberto Gil Gui Ventura revelou que o desejo de interpretar Gilberto Gil não é recente. Há cerca de uma década, ao iniciar seus estudos em atuação, o ator já nutria esse sonho. “Quando eu comecei a estudar a atuação, o meu primeiro impulso foi: eu quero ainda ser o Gilberto Gil no cinema. Dez anos depois desse desejo, eu tô aqui com essa grande responsabilidade”, contou, arrancando um sorriso bem-humorado do homenageado. Musical promete mergulhar na trajetória do cantor Dirigido por Miguel Falabella, o musical promete uma imersão completa na vida e na carreira de Gilberto Gil. A produção reúne um elenco de 34 atores de diversas regiões do país, que irão percorrer as diferentes fases da vida e da obra do artista. O objetivo é explorar a **estética**, a **musicalidade** e a **trajetória** de um dos pilares da cultura brasileira. Gilberto Gil se mostra lisonjeado com a homenagem Apesar de ser o protagonista da montagem, Gilberto Gil demonstrou certa dose de constrangimento diante de tantas demonstrações de carinho e admiração. O encontro, marcado pela **emoção** e pelo **respeito**, reforça a importância de Gilberto Gil como um artista que inspira gerações. Gui Ventura assume papel central no musical No musical, Gui Ventura não apenas interpreta Gilberto Gil, mas também assume um papel de **narrador**, guiando o público através da rica história do cantor. A escolha de Ventura, que já era fã do artista, confere uma camada extra de **autenticidade** e **paixão** à sua performance, prometendo emocionar o público com uma representação fiel e sensível.

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Zara Larsson no Rock in Rio: A Revolução de “Midnight Sun” Levou a Cantora Sueca ao Topo da Carreira

Zara Larsson no Rock in Rio: Da Subestimada ao Panteão Pop com “Midnight Sun” A cantora sueca Zara Larsson retorna ao Brasil para o Rock in Rio 2026 em uma posição de destaque, sendo a headliner do Palco Sunset. Sua última apresentação no país, em 2024, a colocava como a segunda atração do Palco Mundo, um reflexo de uma fase distinta em sua trajetória musical. Desde o sucesso estrondoso de “Lush Life” em 2015, Zara Larsson era uma figura conhecida, mas frequentemente vista por seus fãs como subestimada. Apesar de vocais potentes e performances energéticas, seu crescimento numérico parecia estagnado, gerando um coro de “Justiça para Zara Larsson” entre seus admiradores. A virada veio em 2025 com o lançamento do álbum “Midnight Sun”. Este trabalho marcou uma profunda transformação, impulsionando a artista para o topo de paradas globais e solidificando sua reputação. A nova fase é marcada por apresentações lotadas ao redor do mundo e um hit que alcançou o primeiro lugar no Spotify global, “Stateside”, em colaboração com Pinkpantheress. A Transformação Artística: De Performer a Artista Completa Em entrevista ao g1, concedida em setembro de 2025, Zara Larsson detalhou o impacto de “Midnight Sun” em sua carreira. Ela explicou que o álbum foi o catalisador para sair de um estado de “quase lá” para o reconhecimento merecido. “Pela primeira vez em muito tempo, as pessoas estão interessadas em mim como artista, como pessoa”, afirmou a cantora. Zara atribui essa mudança a um envolvimento criativo sem precedentes. “Este álbum me ajudou a ir de uma boa performer para uma artista. Tipo, criar o meu próprio mundo”, declarou. Ela enfatiza a diferença entre ser uma performer e uma artista, sentindo que agora sua expressão vai além da música. O processo criativo de “Midnight Sun” foi colaborativo e divertido, envolvendo amigos próximos como Kai. “Foi um processo muito, muito divertido e envolvente para mim”, comentou. Essa nova dinâmica de trabalho, cercada por pessoas que a entendem e a apoiam, trouxe uma confiança renovada e a sensação de ser vista e valorizada. O Toque Brasileiro e a Vibração Eurodance em “Midnight Sun” A influência brasileira é notável em “Midnight Sun”, especialmente na faixa “Hot and Sexy”, que incorpora uma batida leve de funk. Zara revelou que essa inspiração surgiu após sua visita ao Brasil em 2024, para o Rock in Rio. A experiência no Rio de Janeiro, incluindo tempo com amigos e a culinária local, deixou uma marca profunda. “Eu simplesmente amo o ritmo. Amo o tempo da batida. Amo o que isso me faz sentir. Me faz dançar”, confessou. A cantora também mencionou “The Ambition” como outra faixa inspirada por sua ambição e pela experiência de shows grandiosos, refletindo um desejo constante por mais e melhor. A faixa “Eurosummer” evoca a nostalgia das coletâneas de eurodance dos anos 2000 e 2010, um som que marcou a infância de Zara. Ela descreve a música como tendo um “toque europeu, tipo do leste”, reminiscente de sucessos como “Mr. Saxobeat”. O objetivo era criar algo

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Tarcísio Filho revela amor de Tarcísio Meira e Glória Menezes e a dor de contar morte do pai à mãe

Tarcísio Filho emociona ao falar do amor de Tarcísio Meira e Glória Menezes e da difícil despedida A notícia do falecimento de Glória Menezes, aos 91 anos, nesta terça-feira (18), no Rio de Janeiro, reacendeu memórias e depoimentos marcantes sobre a vida da atriz e sua relação com o eterno companheiro, Tarcísio Meira. Em 2021, Tarcísio de Magalhães Sobrinho, o Tarcisinho, concedeu uma entrevista ao programa Fantástico, onde compartilhou detalhes sobre o amor que unia seus pais e a experiência dolorosa de informar sua mãe sobre a morte de Tarcísio Meira, vítima de complicações da Covid-19. O **amor profundo e admirável** entre Tarcísio Meira e Glória Menezes foi um dos pontos altos do depoimento do filho, que se emocionou ao descrever a conexão entre o casal, conforme informações divulgadas pelo g1. O fascínio e a admiração mútua do casal Tarcisinho descreveu o **grande fascínio** que Tarcísio Meira e Glória Menezes nutriam um pelo outro. Ele ressaltou a intensidade do olhar, do toque e da simples presença, que demonstravam a força do vínculo entre eles. “Eu acho que existia um grande fascínio de um para com o outro, sabe? De toque, de olhar, sabe, de estar junto”, afirmou Tarcísio Filho na entrevista. Ser filho desse **amor genuíno** era, para ele, algo maravilhoso de se testemunhar. A dolorosa missão de dar a notícia da morte do pai Um dos momentos mais difíceis e emocionantes da entrevista foi quando Tarcísio Filho revelou que a tarefa de **informar Glória Menezes sobre a morte de Tarcísio Meira** recaiu sobre ele. “Eu sabia que seria uma das missões mais dolorosas da minha vida”, confessou Tarcísio Filho. Naquela ocasião, Glória Menezes também estava internada, lutando contra a Covid-19, o que tornava a situação ainda mais delicada. Glória Menezes e o luto sem barreiras Tarcísio Filho relatou que sua mãe enfrentou o luto pela perda de Tarcísio Meira de forma intensa e sem reprimir seus sentimentos. Ele descreveu a **naturalidade com que ela expressava sua dor**. “Se ela tem que chorar, ela vai chorar. Se ela tem que, de repente, estar quieta e cair no pranto, ela vai cair no pranto. Ela não tem barreiras para com os sentimentos dela”, explicou Tarcísio Filho, destacando a **honestidade emocional** de Glória Menezes. A importância da despedida para Glória Menezes O filho fez questão de garantir que Glória Menezes pudesse se despedir de Tarcísio Meira. Ele a levou para ver o corpo do marido, ressaltando a importância desse ritual. “Ela se despediu do pai, ela viu o pai, eu levei ela para ver. Faz parte do ritual, tem que ser vivido. É importante você olhar, você dizer adeus”, concluiu Tarcísio Filho, evidenciando a **compreensão sobre os ritos de passagem** e a necessidade de vivenciá-los para o processo de luto.

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Glória Menezes Eternizada na Calçada da Fama dos Estúdios Globo Pouco Antes de Falecer aos 91 Anos

Glória Menezes, um ícone da dramaturgia brasileira, recebe homenagem na Calçada da Fama dos Estúdios Globo. A **Calçada da Fama dos Estúdios Globo**, localizada em Curicica, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, celebrou na semana passada a trajetória inesquecível da atriz **Glória Menezes**. A homenagem, que imortaliza seu nome em uma laje no complexo de gravações, ocorreu poucos dias antes do falecimento da artista, aos 91 anos, nesta terça-feira (18). A cerimônia, realizada no dia 12, marcou a abertura da terceira parte do piso da Calçada da Fama, um espaço criado para comemorar o 30º aniversário do complexo de gravações da emissora. Glória Menezes, que estava bastante debilitada, não pôde comparecer, mas foi representada por seu filho, Tarcísio Filho. Ele também descerrou a laje em homenagem póstuma ao seu pai, o também ator Tarcísio Meira. A notícia do falecimento de Glória Menezes foi confirmada por sua assessoria de imprensa, que informou que a morte ocorreu por causas naturais em seu apartamento no Rio de Janeiro. A atriz construiu uma carreira de mais de seis décadas, deixando um legado marcante no teatro, cinema e televisão, com mais de 40 novelas exibidas na Globo. Conforme informação divulgada pelo g1, Glória Menezes nasceu em Pelotas, Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934, com o nome de batismo Nilcedes Soares de Magalhães. Uma Carreira Brilhante na Globo Glória Menezes estreou na Globo em 1967, na novela “Sangue e Areia”, onde interpretou a heroína Doña Sol. Na trama, ela formou par romântico com Tarcísio Meira, com quem viveu um dos casamentos mais duradouros e admirados da televisão brasileira, permanecendo juntos por quase seis décadas até o falecimento do ator em 2021. Seu último trabalho em novelas foi em “Totalmente Demais”, em 2015, após o qual adotou uma rotina mais reservada. Homenagens Marcantes e Outros Talentos Celebrados A Calçada da Fama já homenageou diversas personalidades ao longo de suas etapas de inauguração. Na primeira fase, em outubro do ano passado, nomes como Laura Cardoso (que também nos deixou recentemente), Tony Ramos, Renato Aragão e Betty Faria foram celebrados. Em dezembro, a segunda etapa incluiu Susana Vieira, Marcos Caruso e Vera Fischer, entre outros. Na mesma terceira fase que homenageou Glória Menezes e Tarcísio Meira, também foram eternizados Suely Franco, Elizabeth Savala, Aguinaldo Silva e Jayme Monjardim. Lajes in memoriam foram dedicadas a Benedito Ruy Barbosa, Léa Garcia, Chico Anysio e Milton Gonçalves, reconhecendo contribuições póstumas para a teledramaturgia. Legado de Glória Menezes na Memória do Público Entre os trabalhos memoráveis de Glória Menezes, destacam-se novelas como “Irmãos Coragem” (1970), “Guerra dos Sexos” (1983) e, especialmente, “Rainha da Sucata” (1990), onde interpretou Laurinha Figueroa, uma personagem icônica. A novela foi reexibida em 2025 e 2026, reacendendo o carinho do público pela atriz. Sua presença na Calçada da Fama é um tributo justo a uma carreira repleta de sucessos e personagens inesquecíveis.

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Lilia Cabral lamenta mortes de Glória Menezes e Laura Cardoso: “Nossas referências estão indo embora”

Lilia Cabral lamenta perda de Glória Menezes e Laura Cardoso em dia difícil para a TV brasileira A atriz Lilia Cabral compartilhou sua comoção e tristeza com a notícia do falecimento de duas gigantes da televisão brasileira, Glória Menezes e Laura Cardoso, em um intervalo de tempo muito curto. A notícia de suas mortes foi divulgada no mesmo dia, nesta terça-feira (18), abalando profundamente o meio artístico e o público. Em declaração à GloboNews, Lilia Cabral descreveu o momento como um “dia difícil” e ressaltou a importância de atrizes como Glória e Laura como referências para as novas gerações de artistas. A perda de ambas, quase simultaneamente, representa um golpe para a memória e a história da teledramaturgia nacional. “Perder a Laura e a Glória praticamente no mesmo momento é para a gente parar e pensar que as nossas referências estão indo embora. E é muito necessário que se tenha referência, e se dê valor a esse trabalho que o artista faz com tanto esmero e orgulho. E eu acredito que essas atrizes viveram para o público”, disse Lilia, visivelmente emocionada. Um Ciclo que se Fecha com Profunda Saudade Lilia Cabral enfatizou que, embora reconheça as vidas plenas e as carreiras brilhantes de Glória Menezes e Laura Cardoso, o fechamento de um ciclo tão significativo é sempre doloroso. A atriz relembrou o acolhimento que recebeu de Glória Menezes em seu início de carreira na televisão, destacando a generosidade e o talento da colega. “A Glória me deu a mão quando eu entrei na televisão. Era muito carinhosa comigo, com um respeito e um carinho. Eu tinha sempre muito medo, era muito jovem. Como a gente enfrenta uma televisão que era já a Rede Globo, conhecida no mundo inteiro? Essa atitude da Glória era com todos. Tudo o que ela tinha de generosidade ela tinha de talento. Nunca deixou de inovar, testar, criar”, relembrou Lilia. Glória Menezes, um Ícone de Mais de Seis Décadas Glória Menezes, cujo nome de batismo era Nilcedes Soares de Magalhães, nasceu em Pelotas, Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934. Ela construiu uma carreira de mais de seis décadas, marcando presença no teatro, cinema e, especialmente, na televisão, onde atuou em mais de 40 novelas da Globo. Sua estreia na emissora foi em 1967, na novela “Sangue e Areia”. Um dos seus pares românticos mais icônicos foi com Tarcísio Meira, com quem viveu um casamento de quase seis décadas, até o falecimento do ator em 2021. A parceria profissional dos dois rendeu momentos inesquecíveis na TV brasileira, incluindo o seriado “Tarcísio & Glória”, exibido em 1988. Glória Menezes faleceu aos 91 anos, por causas naturais, em seu apartamento no Rio de Janeiro. Laura Cardoso, Outra Grande Referência da Dramaturgia Laura Cardoso, também um nome de peso na dramaturgia brasileira, faleceu na noite de segunda-feira (17), aos 96 anos. Segundo sua filha, Fátima Cardoso, a atriz se sentiu mal em sua residência no bairro do Sumaré, em São Paulo, por volta das 23h20. O

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Alaíde Costa batiza novo álbum com parceria inédita de Guilherme Arantes e Nando Reis: “Meu vício na dor de amar demais”

Alaíde Costa celebra 90 anos com álbum que leva nome de composição de Guilherme Arantes e Nando Reis A renomada cantora Alaíde Costa, aos 90 anos, está prestes a lançar um novo álbum que promete emocionar seus fãs. Previsto para novembro, o trabalho leva o título dramático de “Meu vício na dor de amar demais”, nome de uma composição feita em parceria por Guilherme Arantes e Nando Reis. Este álbum marca o encerramento de uma trilogia especial para a artista, idealizada por Marcus Preto e Emicida. A obra sucede os aclamados “O que meus calos dizem sobre mim” (2022) e “E o tempo agora quer voar” (2024), consolidando a trajetória recente de Alaíde. O repertório de “Meu vício na dor de amar demais” inclui não apenas a faixa-título, mas também composições inéditas. Entre elas, destaca-se um samba-canção emocionante de Adriana Calcanhotto, intitulado “A falta que não me faz”. O projeto foi viabilizado com recursos do edital Natura Musical. Gravações e participações musicais de peso As gravações do álbum aconteceram no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo. A produção contou com a participação de músicos talentosos, como Fá bio Sá no baixo, Leo Mendes no violão e Pupillo na bateria, garantindo uma sonoridade rica e envolvente para as novas canções de Alaíde Costa. Arranjos que elevam a emoção Para complementar a beleza das composições, os arranjos de cordas e metais do álbum foram cuidadosamente orquestrados pelo renomado trombonista Antonio Neves. Sua expertise certamente adicionará camadas de sofisticação e profundidade às interpretações de Alaíde. Um legado musical em celebração O lançamento de “Meu vício na dor de amar demais” é mais um capítulo na longa e brilhante carreira de Alaíde Costa. Aos 90 anos, a cantora demonstra vitalidade e um compromisso contínuo com a música brasileira, oferecendo ao público um trabalho que reflete sua maturidade artística e sua paixão pelo samba-canção. Parceria de destaque no título do álbum A escolha do título, “Meu vício na dor de amar demais”, uma parceria entre Guilherme Arantes e Nando Reis, já indica o tom melancólico e profundo que permeia o álbum. A música, assim como outras do repertório, promete explorar as complexidades do amor e da saudade, temas caros à obra de Alaíde Costa.

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