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Economia

BC: Auditorias em Precatórios do Banco Master de R$ 13 Bilhões Não Apontam Irregularidades, Mas TCU e CGU Divergem

BC: Auditorias em Precatórios do Banco Master de R$ 13 Bilhões Não Apontam Irregularidades, Mas TCU e CGU Divergem Duas auditorias determinadas pelo Banco Central em 2024 sobre R$ 13 bilhões em precatórios do Banco Master não encontraram irregularidades. Apesar da aprovação dos números pela KPMG, órgãos de controle como o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) levantam preocupações sobre supervalorização ou inexistência de ativos. As informações, divulgadas pela Folha de S. Paulo, indicam que a falta de transparência nas auditorias pode deixar investidores descobertos. O risco imediato abrange perdas superiores ao limite de R$ 250 mil por CPF garantido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), além de um potencial aumento nos custos de crédito para todo o sistema financeiro. O Banco Master utilizava plataformas de varejo para captar recursos de investidores, sob a garantia do FGC, e alocava esse capital em ativos de baixa liquidez, como precatórios (dívidas judiciais) e empréstimos de longo prazo. Esse descompasso estrutural gerou alertas no mercado financeiro. O balanço de 31 de dezembro de 2024 reportava R$ 8,7 bilhões em precatórios, montante considerado “aceitável” pela KPMG após inspeção documental e análise de processos judiciais. A Supervisão do Banco Central e os Alertas do Mercado A atuação regulatória do Banco Central se deu de forma escalonada. Em março e abril de 2026, o TCU divulgou um relatório crítico sobre a situação, enquanto a CGU iniciou um processo contra ex-dirigentes do BC por suspeita de favorecimento. Esses movimentos sinalizaram a complexidade e as divergências em torno da avaliação dos ativos do Banco Master. O Impasse entre Auditores e Órgãos de Controle A KPMG considerou a valoração dos ativos “aceitável” e os riscos jurídicos “favoráveis”, mas seu escopo de análise se limitou à expectativa de recebimento judicial. A empresa informou ter deixado de auditar o Banco Master a partir de 2025, citando cláusulas de sigilo e regras profissionais que a impedem de comentar sobre ex-clientes. Similarmente, o escritório Galdino Advogados restringiu sua avaliação aos riscos jurídicos, andamentos processuais e tempo estimado de recebimento, sem analisar aspectos econômicos ou financeiros. TCU e CGU Apontam Riscos e Falta de Liquidez Em contrapartida, o TCU e a CGU apresentaram conclusões distintas, apontando ativos supervalorizados ou inexistentes. Os órgãos alertam para a falta de registro público, o que gera um “risco jurídico severo”, além do uso de engenharias financeiras para mascarar a falta de liquidez. O relatório AudBancos do TCU afirmou categoricamente que “o Master postergava o reconhecimento da iliquidez por engenharias financeiras de repasse”, evidenciando uma preocupação central sobre a real situação financeira dos ativos.

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Contas de Luz em Abril: Aneel Confirma Bandeira Verde e Alívio Para o Bolso do Consumidor Brasileiro

Aneel mantém bandeira verde em abril, sem taxa extra nas contas de luz Uma excelente notícia para o bolso do consumidor brasileiro chega com a confirmação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em abril, as contas de luz continuarão com a bandeira tarifária verde, o que significa que não haverá cobrança adicional. Essa decisão estende o período de alívio financeiro que os consumidores vêm experimentando desde o início do ano. A manutenção da bandeira verde é um reflexo direto das condições climáticas favoráveis. O mês de março foi marcado por um bom volume de chuvas, o que elevou significativamente os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Essa situação assegura uma geração de energia mais robusta e econômica. Com reservatórios cheios, o sistema elétrico nacional depende menos das usinas termelétricas, conhecidas por terem um custo de produção mais elevado. Essa menor dependência se traduz diretamente em uma tarifa de energia mais baixa para todos. Conforme comunicado pela agência na última semana, “A bandeira verde está vigorando desde janeiro, com o regime de chuvas em patamar favorável no primeiro trimestre. A situação permite que não seja necessário o acionamento mais intenso de termelétricas, que apresentam custo mais elevado”. A informação foi divulgada pela Aneel. Entendendo o Sistema de Bandeiras Tarifárias O sistema de bandeiras tarifárias foi implementado em 2015 com o objetivo de oferecer maior transparência sobre o custo real da energia elétrica para o consumidor. Ele funciona como um termômetro, indicando as condições de geração de energia através de três classificações: verde, amarela e vermelha. Cada bandeira reflete fatores como a disponibilidade de água, a participação de fontes renováveis e a necessidade de acionar usinas termelétricas. A bandeira verde é o sinal de que as condições de geração são favoráveis e não há custo adicional na conta de luz. Já a bandeira amarela, acionada em cenários menos ideais, representa um pequeno acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. Em situações mais críticas, a bandeira vermelha patamar 1 adiciona R$ 4,46 e a bandeira vermelha patamar 2, o mais oneroso, impõe um custo extra de R$ 7,87 a cada 100 kWh. O Papel do Consumidor na Sustentabilidade Energética Apesar do cenário positivo e do alívio financeiro proporcionado pela bandeira verde, a Aneel faz um importante apelo à população: o uso consciente da energia elétrica. Evitar o desperdício é fundamental não apenas para manter o equilíbrio do sistema energético, mas também para garantir a sustentabilidade do setor a longo prazo. O consumo responsável contribui para que os reservatórios se mantenham em níveis adequados, diminuindo a necessidade de acionar usinas mais caras e poluentes. Pequenas atitudes no dia a dia, como apagar as luzes ao sair de um cômodo e utilizar eletrodomésticos de forma eficiente, fazem uma grande diferença no consumo geral e na preservação dos recursos naturais. Impacto da Bandeira Verde no Orçamento Familiar A continuidade da bandeira verde em abril representa um respiro significativo para o orçamento de muitas famílias brasileiras. A ausência de cobranças extras na conta de

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Contas de Luz em Abril: Aneel Confirma Bandeira Verde e Alívio para Consumidores Brasileiros

Abril traz boas notícias para o bolso: contas de luz não terão cobrança extra e permanecem na bandeira verde. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária em abril continuará no patamar verde. Isso significa que os consumidores brasileiros não enfrentarão nenhuma taxa adicional em suas contas de luz neste mês, prolongando o período de alívio financeiro iniciado no começo do ano. A decisão é resultado direto do bom desempenho das chuvas em março, que foram suficientes para elevar os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Essa condição favorável garante uma geração de energia mais robusta e com menor necessidade de acionar usinas termelétricas, que possuem custos de produção significativamente mais altos. A manutenção da bandeira verde desde janeiro reflete um cenário hídrico positivo no primeiro trimestre do ano. Conforme comunicado pela agência, a situação atual permite evitar o uso intensivo de termelétricas, o que impactaria diretamente o valor final pago pelos consumidores. Conforme informação divulgada pela Aneel, a bandeira verde está vigorando desde janeiro, com o regime de chuvas em patamar favorável no primeiro trimestre, permitindo que não seja necessário o acionamento mais intenso de termelétricas, que apresentam custo mais elevado. Entenda o Sistema de Bandeiras Tarifárias O sistema de bandeiras tarifárias, implementado em 2015, serve como um indicador transparente do custo real da energia elétrica para o consumidor brasileiro. Ele classifica a tarifa em verde, amarela e vermelha (em dois níveis), considerando fatores cruciais como a disponibilidade de água nos reservatórios, a participação de fontes de energia renováveis e a necessidade de utilizar a geração termelétrica. Impacto Financeiro das Bandeiras Tarifárias Quando bandeiras com custo adicional são acionadas, os valores variam conforme o custo da geração. Na bandeira amarela, o consumidor paga um adicional de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. Já na bandeira vermelha patamar 1, esse custo sobe para R$ 4,46 a cada 100 kWh. O cenário mais oneroso é a bandeira vermelha patamar 2, utilizada em momentos de maior pressão no sistema elétrico. Nesse caso, o adicional chega a R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos, indicando uma forte dependência de usinas termelétricas, que elevam consideravelmente a conta de luz. Conscientização para um Futuro Sustentável Apesar do cenário positivo e do alívio nas contas de luz, a Aneel reforça a importância do uso consciente da energia elétrica por parte de toda a população. Evitar desperdícios é visto como um passo fundamental para manter o equilíbrio do sistema elétrico e garantir a sustentabilidade do setor a longo prazo, assegurando que a bandeira verde possa prevalecer.

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Contas do Governo em Alerta: Déficit de R$ 30 Bilhões em Fevereiro Acende Sinal Vermelho para Metas Fiscais de Lula

Déficit Primário em Fevereiro: Contas do Governo Fecham Mês com Saldo Negativo de R$ 30 Bilhões As contas do governo apresentaram um déficit primário de R$ 30 bilhões em fevereiro, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta segunda-feira (30). Este resultado acende um alerta sobre o cumprimento das metas fiscais estabelecidas para o ano. O déficit primário ocorre quando as despesas do governo superam as receitas obtidas com tributos e impostos. Em contrapartida, um superávit primário indica que as receitas foram maiores que as despesas, excluindo-se os gastos com juros da dívida pública. Acompanhar esses números é crucial para entender a saúde financeira do país e as estratégias do governo para equilibrar suas contas. Entenda os detalhes e o impacto dessa marca negativa. Meta Fiscal de 2024 Sob Pressão: Governo Busca Superávit de 0,25% do PIB Para o ano corrente, a meta fiscal estipulada é de um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), o que equivale a aproximadamente R$ 34,3 bilhões. Este objetivo é a bússola que guia as ações de controle de gastos e aumento de arrecadação do governo. No entanto, o arcabouço fiscal, aprovado no ano passado, prevê uma margem de tolerância. A meta é considerada cumprida se o saldo final ficar entre um déficit de 0,25 ponto percentual do PIB e um superávit de 0,25 ponto percentual do PIB. Isso significa que um saldo zero ou um superávit de até R$ 68,6 bilhões seriam suficientes para atingir o objetivo. Flexibilizações no Arcabouço Fiscal e Previsão de Déficit Uma particularidade do texto do arcabouço fiscal é a permissão para que o governo retire do cálculo da meta fiscal R$ 63,5 bilhões em despesas. Esses recursos podem ser direcionados para o pagamento de despesas específicas, como os precatórios, que são gastos decorrentes de sentenças judiciais definitivas. Considerando essa banda em torno da meta fiscal e os abatimentos legais permitidos, a previsão oficial do governo aponta para um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano. Essa projeção indica um cenário desafiador para o equilíbrio das contas públicas. Perspectiva de Contas Negativas Durante o Mandato de Lula Se os números se confirmarem e as previsões se concretizarem, as contas do governo podem apresentar saldos negativos durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa perspectiva levanta questões sobre a sustentabilidade da política fiscal a longo prazo e a capacidade de geração de superávits. O desempenho das contas públicas em fevereiro serve como um importante termômetro para as finanças do país e para a capacidade do governo em gerenciar suas obrigações e investimentos, mantendo o controle sobre o déficit primário.

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Bento Gonçalves: Empregos Substituem Bolsa Família com Sucesso, Redução de 40% Gera Vagas e Independência

Bento Gonçalves Impulsiona o Emprego e Reduz Dependência de Programas Sociais A cidade de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, se destaca com uma iniciativa inovadora que está mudando a vida de muitos moradores. Em um período de aproximadamente um ano e meio, o município alcançou uma expressiva redução de quase 40% no número de beneficiários do Bolsa Família. Este feito notável foi possível graças a um programa de busca ativa, focado em conectar quem recebe o benefício federal com oportunidades concretas no mercado de trabalho local. A estratégia visa promover a independência financeira e o desenvolvimento da comunidade. Os resultados superam as expectativas e as médias nacionais e estaduais, mostrando a eficácia da abordagem. Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento Social, a cidade saiu de 2.115 beneficiários em novembro de 2022 para 1.296 em março de 2024, uma queda de aproximadamente 38,7%. Essa diminuição é significativamente maior que a média do Rio Grande do Sul (15%) e a nacional (11%) no mesmo período, segundo Renan Pieri, professor de economia da FGV. Do Cadastro ao Emprego: O Caminho da Inclusão O programa municipal atua de forma proativa, identificando pessoas cadastradas no Bolsa Família e auxiliando-as a encontrar vagas e a se conectar com empregadores. Em casos onde o beneficiário não é encontrado no endereço cadastrado, a prefeitura informa a gestão do programa, que pode bloquear o benefício até a confirmação dos dados, garantindo a correta aplicação dos recursos públicos. Renata de Oliveira, 23 anos, é um exemplo vivo do sucesso dessa iniciativa. Após dois anos recebendo o Bolsa Família, ela conseguiu um emprego como atendente de restaurante através do programa. “Eu fui na prefeitura e eles perguntaram se eu tinha interesse em trabalhar. Eu disse que sim, eles fizeram o meu currículo e começaram a encaminhar para várias empresas”, relata Renata, demonstrando o impacto positivo na sua vida. Críticas ao Bolsa Família e o Modelo de Bento Gonçalves Para Renan Pieri, o Bolsa Família, em sua concepção atual, falha em oferecer políticas mais robustas de transição para o mercado de trabalho. Ele elogia a iniciativa de Bento Gonçalves por criar essa ponte essencial. “É um trabalho importante da prefeitura fazer essa intermediação, tanto para facilitar a vida do empresário, conseguir mão de obra, e também fazer essa ponte do Bolsa Família para o emprego”, afirma o economista. Pieri sugere que o programa federal poderia se beneficiar da inclusão de mecanismos como microcrédito para empreendedorismo e uma base de currículos mais acessível para conectar beneficiários a potenciais empregadores. “Você não tem um programa de microcrédito atrelado a ele, para essas famílias que estão no Bolsa Família poderem empreender, você não tem uma facilitação de base de currículo para encontrar empresas que poderiam contratar essas pessoas”, explica. Independência Financeira: Um Legado para a Comunidade O prefeito Diogo Siqueira (PL) ressalta que o trabalho vai além da questão financeira. Para ele, conseguir se manter com o próprio sustento é um feito de grande valor. “O trabalho, quando a pessoa consegue se manter com o

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INSS irá ressarcir aposentados e pensionistas em mais de R$ 292 milhões por descontos indevidos

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou que irá restituir cerca de R$ 292,7 milhões a beneficiários que tiveram valores descontados de forma irregular em abril. Os reembolsos estão programados para ocorrer entre os dias 26 de maio e 6 de junho, atingindo aposentados e pensionistas afetados por cobranças associativas não autorizadas, apesar do bloqueio preventivo determinado anteriormente pelo órgão. A partir de 13 de maio, os beneficiários receberão notificações oficiais informando sobre os descontos identificados. Por meio da Central 135 ou do aplicativo Meu INSS, será possível verificar os valores cobrados e confirmar sua legitimidade. As entidades responsáveis pelos descontos terão um prazo de até 15 dias para apresentar justificativas e documentação comprobatória. Paralelamente, a Advocacia-Geral da União (AGU) determinou o bloqueio de bens e contas bancárias de 12 associações envolvidas, somando cerca de R$ 2 bilhões. A medida visa assegurar a devolução dos valores aos segurados lesados. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que os recursos bloqueados devem ser suficientes para cobrir os prejuízos, mas sinalizou que, se necessário, poderá haver complementação com recursos do Tesouro Nacional, dependendo da evolução das investigações. O caso resultou em mudanças na liderança do INSS: Alessandro Stefanutto foi exonerado do cargo de presidente, sendo substituído por Gilberto Waller Júnior. Além disso, o programa “Meu INSS Vale+” foi suspenso, após constatações de falhas que permitiram os descontos irregulares. A devolução dos valores representa uma ação de reparação e reforça o compromisso do governo com a integridade na gestão de benefícios previdenciários, além de alertar para a necessidade de maior vigilância em relação a autorizações de desconto em folha.

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Ibovespa renova máxima histórica com alta expressiva; dólar opera em queda com apetite por risco

O principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, operou em forte alta nesta quinta-feira (8), superando a marca histórica de 137 mil pontos. Por volta das 12h45, o índice avançava 3,13%, atingindo 137.570,48 pontos — novo recorde intradiário, após alcançar a máxima de 137.634,57 pontos no decorrer da manhã. O desempenho robusto foi sustentado por resultados corporativos acima do esperado, como o do Bradesco, que impulsionou as ações da companhia em 16%, além de um ambiente externo mais favorável aos ativos de risco. O otimismo também foi alimentado por sinais de avanços em negociações comerciais globais, incluindo possíveis acordos entre os Estados Unidos, Europa e China, conforme mencionado por autoridades americanas. No câmbio, o dólar comercial registrava queda de 1,42% no mesmo horário, sendo negociado a R$ 5,66. O movimento de baixa reflete o fortalecimento do real em meio à melhora da percepção dos investidores em relação ao cenário econômico internacional e à postura firme do Banco Central do Brasil em sua política monetária. A recente decisão do Copom, que elevou a taxa Selic para 14,75%, foi bem recebida pelo mercado financeiro, reforçando o compromisso da autoridade monetária com a estabilidade e o controle da inflação. Esse posicionamento tem contribuído para atrair capital estrangeiro e estimular o desempenho da bolsa. Até o horário citado, o volume financeiro negociado na B3 somava R$ 15,5 bilhões, indicando forte participação dos investidores diante do cenário promissor.

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Desvios em Condomínios Acendem Alerta para Má Gestão e Falta de Transparência

Síndicos sob pressão: quando a confiança vira risco A função de síndico — muitas vezes ocupada por moradores sem formação específica — envolve grande responsabilidade financeira e jurídica. No entanto, em muitos condomínios, ainda há baixa fiscalização interna, falta de auditoria regular e pouca participação dos condôminos nas assembleias. Especialistas alertam que o síndico deve ser visto como um gestor profissional, sujeito a regras claras, prestação de contas e, se necessário, responsabilização civil e criminal por má conduta. Tecnologia e transparência como aliadas Casos como o de Águas Claras têm impulsionado a adoção de ferramentas digitais de controle, como aplicativos com extratos em tempo real, auditorias independentes e empresas de administração terceirizada. Essas soluções ajudam a reduzir o risco de fraudes e facilitam a fiscalização por parte dos moradores. Prevenção é o melhor caminho Advogados especializados em direito condominial orientam que os moradores acompanhem de perto os gastos, solicitem balancetes periódicos e exijam relatórios de prestação de contas. Também recomendam que novos síndicos passem por treinamentos ou contratem assessorias para uma gestão mais segura e transparente. Enquanto a investigação segue, o caso de Águas Claras se soma a uma crescente lista de escândalos em condomínios que mostram que o ditado “o barato pode sair caro” também se aplica à administração de onde se vive.

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Mercadinhos de Condomínio Disparam e Redefinem Hábitos de Consumo no Brasil

O varejo alimentar vive uma reviravolta silenciosa, mas expressiva: os pequenos mercadinhos instalados dentro de condomínios residenciais se consolidam como uma nova tendência de consumo e registraram crescimento recorde em 2024. Segundo dados do setor, esse formato cresceu mais de 50% no último ano, enquanto supermercados tradicionais enfrentaram queda de dois dígitos. Esses estabelecimentos — geralmente operando 24 horas por dia, com autosserviço e sistema de pagamento digital — têm conquistado consumidores pela conveniência extrema e proximidade. Ao eliminar a necessidade de deslocamento e filas, os chamados “mercadinhos de condomínio” atendem uma demanda moderna por agilidade e praticidade no dia a dia. Nova dinâmica de consumo urbano O crescimento desse formato evidencia uma mudança de comportamento no público urbano, cada vez mais disposto a pagar um pouco mais pela experiência de compra simplificada. O movimento é observado não só em grandes capitais como São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, mas também em cidades de médio porte. Empresas especializadas, redes de franquias e startups vêm disputando espaço nesse nicho, oferecendo desde produtos básicos até itens gourmet em pontos automatizados e acessíveis dentro dos próprios prédios. Supermercados tradicionais em queda Na contramão, grandes redes supermercadistas registraram retração nas vendas em 2024, com redução de até 10% em alguns formatos. A dificuldade de adaptação ao novo perfil do consumidor e a operação mais custosa e burocrática estão entre os fatores que contribuem para a perda de competitividade. Segundo especialistas, o consumidor de hoje valoriza cada vez mais o tempo e a autonomia. Por isso, modelos compactos, integrados à rotina e baseados em tecnologia e autosserviço tendem a dominar a próxima década.

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Cidades em Alta: Curitiba, Goiânia e São Paulo lideram corrida por imóveis em 2025

O mercado imobiliário brasileiro iniciou 2025 com um cenário promissor, especialmente nas capitais Curitiba (PR), Goiânia (GO) e São Paulo (SP). De acordo com dados recentes, essas três cidades encabeçam o ranking de busca por imóveis no primeiro trimestre do ano, refletindo uma movimentação intensa de compradores em busca de boas oportunidades de moradia e investimento. O destaque de Curitiba revela um crescimento consistente da cidade no mapa imobiliário nacional. Reconhecida por sua infraestrutura urbana, qualidade de vida e planejamento, a capital paranaense tem atraído tanto moradores locais quanto investidores de outras regiões. A valorização de bairros com acesso facilitado ao transporte público e áreas verdes tem contribuído para o aumento da demanda. Goiânia, por sua vez, segue surpreendendo. A capital goiana, que há tempos vinha se consolidando como um polo de desenvolvimento no Centro-Oeste, mostra um forte apelo entre compradores que buscam imóveis mais espaçosos, condomínios horizontais e qualidade de vida a custos mais acessíveis do que em outras grandes capitais. São Paulo continua sendo uma potência no mercado, mesmo com a competição acirrada de outras capitais. A cidade mais populosa do país mantém sua atratividade graças à diversidade de opções — desde studios em regiões centrais até imóveis de alto padrão em bairros nobres. A flexibilidade no perfil dos imóveis permite que a capital paulista se destaque entre diferentes públicos, especialmente aqueles que conciliam trabalho remoto com infraestrutura urbana. Especialistas apontam que a maior procura por imóveis nestas capitais se deve também à combinação de fatores como juros ainda relativamente controlados, ampliação de linhas de crédito e maior interesse por imóveis como forma de proteção patrimonial diante das incertezas econômicas globais. A tendência de crescimento nas buscas reforça a resiliência do setor imobiliário e sinaliza otimismo para os próximos meses. Com o avanço de tecnologias que facilitam o processo de compra e a crescente valorização da moradia como bem-estar, essas cidades devem continuar no radar de quem deseja investir com segurança e viver com qualidade.

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BC: Auditorias em Precatórios do Banco Master de R$ 13 Bilhões Não Apontam Irregularidades, Mas TCU e CGU Divergem

BC: Auditorias em Precatórios do Banco Master de R$ 13 Bilhões Não Apontam Irregularidades, Mas TCU e CGU Divergem Duas auditorias determinadas pelo Banco Central em 2024 sobre R$ 13 bilhões em precatórios do Banco Master não encontraram irregularidades. Apesar da aprovação dos números pela KPMG, órgãos de controle como o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) levantam preocupações sobre supervalorização ou inexistência de ativos. As informações, divulgadas pela Folha de S. Paulo, indicam que a falta de transparência nas auditorias pode deixar investidores descobertos. O risco imediato abrange perdas superiores ao limite de R$ 250 mil por CPF garantido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), além de um potencial aumento nos custos de crédito para todo o sistema financeiro. O Banco Master utilizava plataformas de varejo para captar recursos de investidores, sob a garantia do FGC, e alocava esse capital em ativos de baixa liquidez, como precatórios (dívidas judiciais) e empréstimos de longo prazo. Esse descompasso estrutural gerou alertas no mercado financeiro. O balanço de 31 de dezembro de 2024 reportava R$ 8,7 bilhões em precatórios, montante considerado “aceitável” pela KPMG após inspeção documental e análise de processos judiciais. A Supervisão do Banco Central e os Alertas do Mercado A atuação regulatória do Banco Central se deu de forma escalonada. Em março e abril de 2026, o TCU divulgou um relatório crítico sobre a situação, enquanto a CGU iniciou um processo contra ex-dirigentes do BC por suspeita de favorecimento. Esses movimentos sinalizaram a complexidade e as divergências em torno da avaliação dos ativos do Banco Master. O Impasse entre Auditores e Órgãos de Controle A KPMG considerou a valoração dos ativos “aceitável” e os riscos jurídicos “favoráveis”, mas seu escopo de análise se limitou à expectativa de recebimento judicial. A empresa informou ter deixado de auditar o Banco Master a partir de 2025, citando cláusulas de sigilo e regras profissionais que a impedem de comentar sobre ex-clientes. Similarmente, o escritório Galdino Advogados restringiu sua avaliação aos riscos jurídicos, andamentos processuais e tempo estimado de recebimento, sem analisar aspectos econômicos ou financeiros. TCU e CGU Apontam Riscos e Falta de Liquidez Em contrapartida, o TCU e a CGU apresentaram conclusões distintas, apontando ativos supervalorizados ou inexistentes. Os órgãos alertam para a falta de registro público, o que gera um “risco jurídico severo”, além do uso de engenharias financeiras para mascarar a falta de liquidez. O relatório AudBancos do TCU afirmou categoricamente que “o Master postergava o reconhecimento da iliquidez por engenharias financeiras de repasse”, evidenciando uma preocupação central sobre a real situação financeira dos ativos.

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Contas de Luz em Abril: Aneel Confirma Bandeira Verde e Alívio Para o Bolso do Consumidor Brasileiro

Aneel mantém bandeira verde em abril, sem taxa extra nas contas de luz Uma excelente notícia para o bolso do consumidor brasileiro chega com a confirmação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em abril, as contas de luz continuarão com a bandeira tarifária verde, o que significa que não haverá cobrança adicional. Essa decisão estende o período de alívio financeiro que os consumidores vêm experimentando desde o início do ano. A manutenção da bandeira verde é um reflexo direto das condições climáticas favoráveis. O mês de março foi marcado por um bom volume de chuvas, o que elevou significativamente os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Essa situação assegura uma geração de energia mais robusta e econômica. Com reservatórios cheios, o sistema elétrico nacional depende menos das usinas termelétricas, conhecidas por terem um custo de produção mais elevado. Essa menor dependência se traduz diretamente em uma tarifa de energia mais baixa para todos. Conforme comunicado pela agência na última semana, “A bandeira verde está vigorando desde janeiro, com o regime de chuvas em patamar favorável no primeiro trimestre. A situação permite que não seja necessário o acionamento mais intenso de termelétricas, que apresentam custo mais elevado”. A informação foi divulgada pela Aneel. Entendendo o Sistema de Bandeiras Tarifárias O sistema de bandeiras tarifárias foi implementado em 2015 com o objetivo de oferecer maior transparência sobre o custo real da energia elétrica para o consumidor. Ele funciona como um termômetro, indicando as condições de geração de energia através de três classificações: verde, amarela e vermelha. Cada bandeira reflete fatores como a disponibilidade de água, a participação de fontes renováveis e a necessidade de acionar usinas termelétricas. A bandeira verde é o sinal de que as condições de geração são favoráveis e não há custo adicional na conta de luz. Já a bandeira amarela, acionada em cenários menos ideais, representa um pequeno acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. Em situações mais críticas, a bandeira vermelha patamar 1 adiciona R$ 4,46 e a bandeira vermelha patamar 2, o mais oneroso, impõe um custo extra de R$ 7,87 a cada 100 kWh. O Papel do Consumidor na Sustentabilidade Energética Apesar do cenário positivo e do alívio financeiro proporcionado pela bandeira verde, a Aneel faz um importante apelo à população: o uso consciente da energia elétrica. Evitar o desperdício é fundamental não apenas para manter o equilíbrio do sistema energético, mas também para garantir a sustentabilidade do setor a longo prazo. O consumo responsável contribui para que os reservatórios se mantenham em níveis adequados, diminuindo a necessidade de acionar usinas mais caras e poluentes. Pequenas atitudes no dia a dia, como apagar as luzes ao sair de um cômodo e utilizar eletrodomésticos de forma eficiente, fazem uma grande diferença no consumo geral e na preservação dos recursos naturais. Impacto da Bandeira Verde no Orçamento Familiar A continuidade da bandeira verde em abril representa um respiro significativo para o orçamento de muitas famílias brasileiras. A ausência de cobranças extras na conta de

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Abril traz boas notícias para o bolso: contas de luz não terão cobrança extra e permanecem na bandeira verde. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária em abril continuará no patamar verde. Isso significa que os consumidores brasileiros não enfrentarão nenhuma taxa adicional em suas contas de luz neste mês, prolongando o período de alívio financeiro iniciado no começo do ano. A decisão é resultado direto do bom desempenho das chuvas em março, que foram suficientes para elevar os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Essa condição favorável garante uma geração de energia mais robusta e com menor necessidade de acionar usinas termelétricas, que possuem custos de produção significativamente mais altos. A manutenção da bandeira verde desde janeiro reflete um cenário hídrico positivo no primeiro trimestre do ano. Conforme comunicado pela agência, a situação atual permite evitar o uso intensivo de termelétricas, o que impactaria diretamente o valor final pago pelos consumidores. Conforme informação divulgada pela Aneel, a bandeira verde está vigorando desde janeiro, com o regime de chuvas em patamar favorável no primeiro trimestre, permitindo que não seja necessário o acionamento mais intenso de termelétricas, que apresentam custo mais elevado. Entenda o Sistema de Bandeiras Tarifárias O sistema de bandeiras tarifárias, implementado em 2015, serve como um indicador transparente do custo real da energia elétrica para o consumidor brasileiro. Ele classifica a tarifa em verde, amarela e vermelha (em dois níveis), considerando fatores cruciais como a disponibilidade de água nos reservatórios, a participação de fontes de energia renováveis e a necessidade de utilizar a geração termelétrica. Impacto Financeiro das Bandeiras Tarifárias Quando bandeiras com custo adicional são acionadas, os valores variam conforme o custo da geração. Na bandeira amarela, o consumidor paga um adicional de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. Já na bandeira vermelha patamar 1, esse custo sobe para R$ 4,46 a cada 100 kWh. O cenário mais oneroso é a bandeira vermelha patamar 2, utilizada em momentos de maior pressão no sistema elétrico. Nesse caso, o adicional chega a R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos, indicando uma forte dependência de usinas termelétricas, que elevam consideravelmente a conta de luz. Conscientização para um Futuro Sustentável Apesar do cenário positivo e do alívio nas contas de luz, a Aneel reforça a importância do uso consciente da energia elétrica por parte de toda a população. Evitar desperdícios é visto como um passo fundamental para manter o equilíbrio do sistema elétrico e garantir a sustentabilidade do setor a longo prazo, assegurando que a bandeira verde possa prevalecer.

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Contas do Governo em Alerta: Déficit de R$ 30 Bilhões em Fevereiro Acende Sinal Vermelho para Metas Fiscais de Lula

Déficit Primário em Fevereiro: Contas do Governo Fecham Mês com Saldo Negativo de R$ 30 Bilhões As contas do governo apresentaram um déficit primário de R$ 30 bilhões em fevereiro, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta segunda-feira (30). Este resultado acende um alerta sobre o cumprimento das metas fiscais estabelecidas para o ano. O déficit primário ocorre quando as despesas do governo superam as receitas obtidas com tributos e impostos. Em contrapartida, um superávit primário indica que as receitas foram maiores que as despesas, excluindo-se os gastos com juros da dívida pública. Acompanhar esses números é crucial para entender a saúde financeira do país e as estratégias do governo para equilibrar suas contas. Entenda os detalhes e o impacto dessa marca negativa. Meta Fiscal de 2024 Sob Pressão: Governo Busca Superávit de 0,25% do PIB Para o ano corrente, a meta fiscal estipulada é de um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), o que equivale a aproximadamente R$ 34,3 bilhões. Este objetivo é a bússola que guia as ações de controle de gastos e aumento de arrecadação do governo. No entanto, o arcabouço fiscal, aprovado no ano passado, prevê uma margem de tolerância. A meta é considerada cumprida se o saldo final ficar entre um déficit de 0,25 ponto percentual do PIB e um superávit de 0,25 ponto percentual do PIB. Isso significa que um saldo zero ou um superávit de até R$ 68,6 bilhões seriam suficientes para atingir o objetivo. Flexibilizações no Arcabouço Fiscal e Previsão de Déficit Uma particularidade do texto do arcabouço fiscal é a permissão para que o governo retire do cálculo da meta fiscal R$ 63,5 bilhões em despesas. Esses recursos podem ser direcionados para o pagamento de despesas específicas, como os precatórios, que são gastos decorrentes de sentenças judiciais definitivas. Considerando essa banda em torno da meta fiscal e os abatimentos legais permitidos, a previsão oficial do governo aponta para um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano. Essa projeção indica um cenário desafiador para o equilíbrio das contas públicas. Perspectiva de Contas Negativas Durante o Mandato de Lula Se os números se confirmarem e as previsões se concretizarem, as contas do governo podem apresentar saldos negativos durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa perspectiva levanta questões sobre a sustentabilidade da política fiscal a longo prazo e a capacidade de geração de superávits. O desempenho das contas públicas em fevereiro serve como um importante termômetro para as finanças do país e para a capacidade do governo em gerenciar suas obrigações e investimentos, mantendo o controle sobre o déficit primário.

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Bento Gonçalves: Empregos Substituem Bolsa Família com Sucesso, Redução de 40% Gera Vagas e Independência

Bento Gonçalves Impulsiona o Emprego e Reduz Dependência de Programas Sociais A cidade de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, se destaca com uma iniciativa inovadora que está mudando a vida de muitos moradores. Em um período de aproximadamente um ano e meio, o município alcançou uma expressiva redução de quase 40% no número de beneficiários do Bolsa Família. Este feito notável foi possível graças a um programa de busca ativa, focado em conectar quem recebe o benefício federal com oportunidades concretas no mercado de trabalho local. A estratégia visa promover a independência financeira e o desenvolvimento da comunidade. Os resultados superam as expectativas e as médias nacionais e estaduais, mostrando a eficácia da abordagem. Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento Social, a cidade saiu de 2.115 beneficiários em novembro de 2022 para 1.296 em março de 2024, uma queda de aproximadamente 38,7%. Essa diminuição é significativamente maior que a média do Rio Grande do Sul (15%) e a nacional (11%) no mesmo período, segundo Renan Pieri, professor de economia da FGV. Do Cadastro ao Emprego: O Caminho da Inclusão O programa municipal atua de forma proativa, identificando pessoas cadastradas no Bolsa Família e auxiliando-as a encontrar vagas e a se conectar com empregadores. Em casos onde o beneficiário não é encontrado no endereço cadastrado, a prefeitura informa a gestão do programa, que pode bloquear o benefício até a confirmação dos dados, garantindo a correta aplicação dos recursos públicos. Renata de Oliveira, 23 anos, é um exemplo vivo do sucesso dessa iniciativa. Após dois anos recebendo o Bolsa Família, ela conseguiu um emprego como atendente de restaurante através do programa. “Eu fui na prefeitura e eles perguntaram se eu tinha interesse em trabalhar. Eu disse que sim, eles fizeram o meu currículo e começaram a encaminhar para várias empresas”, relata Renata, demonstrando o impacto positivo na sua vida. Críticas ao Bolsa Família e o Modelo de Bento Gonçalves Para Renan Pieri, o Bolsa Família, em sua concepção atual, falha em oferecer políticas mais robustas de transição para o mercado de trabalho. Ele elogia a iniciativa de Bento Gonçalves por criar essa ponte essencial. “É um trabalho importante da prefeitura fazer essa intermediação, tanto para facilitar a vida do empresário, conseguir mão de obra, e também fazer essa ponte do Bolsa Família para o emprego”, afirma o economista. Pieri sugere que o programa federal poderia se beneficiar da inclusão de mecanismos como microcrédito para empreendedorismo e uma base de currículos mais acessível para conectar beneficiários a potenciais empregadores. “Você não tem um programa de microcrédito atrelado a ele, para essas famílias que estão no Bolsa Família poderem empreender, você não tem uma facilitação de base de currículo para encontrar empresas que poderiam contratar essas pessoas”, explica. Independência Financeira: Um Legado para a Comunidade O prefeito Diogo Siqueira (PL) ressalta que o trabalho vai além da questão financeira. Para ele, conseguir se manter com o próprio sustento é um feito de grande valor. “O trabalho, quando a pessoa consegue se manter com o

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INSS irá ressarcir aposentados e pensionistas em mais de R$ 292 milhões por descontos indevidos

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou que irá restituir cerca de R$ 292,7 milhões a beneficiários que tiveram valores descontados de forma irregular em abril. Os reembolsos estão programados para ocorrer entre os dias 26 de maio e 6 de junho, atingindo aposentados e pensionistas afetados por cobranças associativas não autorizadas, apesar do bloqueio preventivo determinado anteriormente pelo órgão. A partir de 13 de maio, os beneficiários receberão notificações oficiais informando sobre os descontos identificados. Por meio da Central 135 ou do aplicativo Meu INSS, será possível verificar os valores cobrados e confirmar sua legitimidade. As entidades responsáveis pelos descontos terão um prazo de até 15 dias para apresentar justificativas e documentação comprobatória. Paralelamente, a Advocacia-Geral da União (AGU) determinou o bloqueio de bens e contas bancárias de 12 associações envolvidas, somando cerca de R$ 2 bilhões. A medida visa assegurar a devolução dos valores aos segurados lesados. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que os recursos bloqueados devem ser suficientes para cobrir os prejuízos, mas sinalizou que, se necessário, poderá haver complementação com recursos do Tesouro Nacional, dependendo da evolução das investigações. O caso resultou em mudanças na liderança do INSS: Alessandro Stefanutto foi exonerado do cargo de presidente, sendo substituído por Gilberto Waller Júnior. Além disso, o programa “Meu INSS Vale+” foi suspenso, após constatações de falhas que permitiram os descontos irregulares. A devolução dos valores representa uma ação de reparação e reforça o compromisso do governo com a integridade na gestão de benefícios previdenciários, além de alertar para a necessidade de maior vigilância em relação a autorizações de desconto em folha.

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Ibovespa renova máxima histórica com alta expressiva; dólar opera em queda com apetite por risco

O principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, operou em forte alta nesta quinta-feira (8), superando a marca histórica de 137 mil pontos. Por volta das 12h45, o índice avançava 3,13%, atingindo 137.570,48 pontos — novo recorde intradiário, após alcançar a máxima de 137.634,57 pontos no decorrer da manhã. O desempenho robusto foi sustentado por resultados corporativos acima do esperado, como o do Bradesco, que impulsionou as ações da companhia em 16%, além de um ambiente externo mais favorável aos ativos de risco. O otimismo também foi alimentado por sinais de avanços em negociações comerciais globais, incluindo possíveis acordos entre os Estados Unidos, Europa e China, conforme mencionado por autoridades americanas. No câmbio, o dólar comercial registrava queda de 1,42% no mesmo horário, sendo negociado a R$ 5,66. O movimento de baixa reflete o fortalecimento do real em meio à melhora da percepção dos investidores em relação ao cenário econômico internacional e à postura firme do Banco Central do Brasil em sua política monetária. A recente decisão do Copom, que elevou a taxa Selic para 14,75%, foi bem recebida pelo mercado financeiro, reforçando o compromisso da autoridade monetária com a estabilidade e o controle da inflação. Esse posicionamento tem contribuído para atrair capital estrangeiro e estimular o desempenho da bolsa. Até o horário citado, o volume financeiro negociado na B3 somava R$ 15,5 bilhões, indicando forte participação dos investidores diante do cenário promissor.

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Desvios em Condomínios Acendem Alerta para Má Gestão e Falta de Transparência

Síndicos sob pressão: quando a confiança vira risco A função de síndico — muitas vezes ocupada por moradores sem formação específica — envolve grande responsabilidade financeira e jurídica. No entanto, em muitos condomínios, ainda há baixa fiscalização interna, falta de auditoria regular e pouca participação dos condôminos nas assembleias. Especialistas alertam que o síndico deve ser visto como um gestor profissional, sujeito a regras claras, prestação de contas e, se necessário, responsabilização civil e criminal por má conduta. Tecnologia e transparência como aliadas Casos como o de Águas Claras têm impulsionado a adoção de ferramentas digitais de controle, como aplicativos com extratos em tempo real, auditorias independentes e empresas de administração terceirizada. Essas soluções ajudam a reduzir o risco de fraudes e facilitam a fiscalização por parte dos moradores. Prevenção é o melhor caminho Advogados especializados em direito condominial orientam que os moradores acompanhem de perto os gastos, solicitem balancetes periódicos e exijam relatórios de prestação de contas. Também recomendam que novos síndicos passem por treinamentos ou contratem assessorias para uma gestão mais segura e transparente. Enquanto a investigação segue, o caso de Águas Claras se soma a uma crescente lista de escândalos em condomínios que mostram que o ditado “o barato pode sair caro” também se aplica à administração de onde se vive.

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Mercadinhos de Condomínio Disparam e Redefinem Hábitos de Consumo no Brasil

O varejo alimentar vive uma reviravolta silenciosa, mas expressiva: os pequenos mercadinhos instalados dentro de condomínios residenciais se consolidam como uma nova tendência de consumo e registraram crescimento recorde em 2024. Segundo dados do setor, esse formato cresceu mais de 50% no último ano, enquanto supermercados tradicionais enfrentaram queda de dois dígitos. Esses estabelecimentos — geralmente operando 24 horas por dia, com autosserviço e sistema de pagamento digital — têm conquistado consumidores pela conveniência extrema e proximidade. Ao eliminar a necessidade de deslocamento e filas, os chamados “mercadinhos de condomínio” atendem uma demanda moderna por agilidade e praticidade no dia a dia. Nova dinâmica de consumo urbano O crescimento desse formato evidencia uma mudança de comportamento no público urbano, cada vez mais disposto a pagar um pouco mais pela experiência de compra simplificada. O movimento é observado não só em grandes capitais como São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, mas também em cidades de médio porte. Empresas especializadas, redes de franquias e startups vêm disputando espaço nesse nicho, oferecendo desde produtos básicos até itens gourmet em pontos automatizados e acessíveis dentro dos próprios prédios. Supermercados tradicionais em queda Na contramão, grandes redes supermercadistas registraram retração nas vendas em 2024, com redução de até 10% em alguns formatos. A dificuldade de adaptação ao novo perfil do consumidor e a operação mais custosa e burocrática estão entre os fatores que contribuem para a perda de competitividade. Segundo especialistas, o consumidor de hoje valoriza cada vez mais o tempo e a autonomia. Por isso, modelos compactos, integrados à rotina e baseados em tecnologia e autosserviço tendem a dominar a próxima década.

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Cidades em Alta: Curitiba, Goiânia e São Paulo lideram corrida por imóveis em 2025

O mercado imobiliário brasileiro iniciou 2025 com um cenário promissor, especialmente nas capitais Curitiba (PR), Goiânia (GO) e São Paulo (SP). De acordo com dados recentes, essas três cidades encabeçam o ranking de busca por imóveis no primeiro trimestre do ano, refletindo uma movimentação intensa de compradores em busca de boas oportunidades de moradia e investimento. O destaque de Curitiba revela um crescimento consistente da cidade no mapa imobiliário nacional. Reconhecida por sua infraestrutura urbana, qualidade de vida e planejamento, a capital paranaense tem atraído tanto moradores locais quanto investidores de outras regiões. A valorização de bairros com acesso facilitado ao transporte público e áreas verdes tem contribuído para o aumento da demanda. Goiânia, por sua vez, segue surpreendendo. A capital goiana, que há tempos vinha se consolidando como um polo de desenvolvimento no Centro-Oeste, mostra um forte apelo entre compradores que buscam imóveis mais espaçosos, condomínios horizontais e qualidade de vida a custos mais acessíveis do que em outras grandes capitais. São Paulo continua sendo uma potência no mercado, mesmo com a competição acirrada de outras capitais. A cidade mais populosa do país mantém sua atratividade graças à diversidade de opções — desde studios em regiões centrais até imóveis de alto padrão em bairros nobres. A flexibilidade no perfil dos imóveis permite que a capital paulista se destaque entre diferentes públicos, especialmente aqueles que conciliam trabalho remoto com infraestrutura urbana. Especialistas apontam que a maior procura por imóveis nestas capitais se deve também à combinação de fatores como juros ainda relativamente controlados, ampliação de linhas de crédito e maior interesse por imóveis como forma de proteção patrimonial diante das incertezas econômicas globais. A tendência de crescimento nas buscas reforça a resiliência do setor imobiliário e sinaliza otimismo para os próximos meses. Com o avanço de tecnologias que facilitam o processo de compra e a crescente valorização da moradia como bem-estar, essas cidades devem continuar no radar de quem deseja investir com segurança e viver com qualidade.

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