Gal Costa: A voz inconfundível que ecoa em canção inédita sobre a feminilidade masculina
Um trecho emocionante e revelador da genialidade de Gal Costa ganha vida novamente. A cantora, que nos deixou em 2022, terá sua voz cristalina eternizada em “Mulher eu sei”, uma música de Chico César até então inédita em sua discografia. A canção faz parte do álbum póstumo “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves”, com lançamento previsto para 22 de maio.
Este single, que chega nesta sexta-feira, 8 de maio, é a segunda amostra do aguardado projeto, resultado de uma parceria entre as gravadoras Biscoito Fino e MZA Music. A gravação captura um momento único do show realizado em Salvador, onde Gal, com sua habitual espontaneidade, interage com o público.
A faixa “Mulher eu sei” traz Gal Costa convidando homens e mulheres a explorarem o “lado feminino”, em um diálogo descontraído com a plateia. Essa canção, composta por Chico César, já havia sido apresentada pelo próprio artista em seu álbum “Aos vivos”, de 1995, mas nunca antes registrada pela voz de Gal. A informação foi divulgada conforme o conteúdo das fontes apresentadas.
O reencontro com “Mulher eu sei”
No registro ao vivo, que dura quatro minutos e 20 segundos, os primeiros dois minutos e 20 segundos são dedicados à interpretação cativante de Gal para “Mulher eu sei”. A música, descrita como simples e sedutora, ressalta a **conexão única** da artista com o repertório e com seu público. Essa parceria com Chico César já havia se iniciado no ano anterior, com a gravação de “Quando eu fecho os olhos”, no álbum “Gal bossa tropical” (2002).
“Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves”: um tesouro póstumo
O álbum “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves” promete ser um marco para os fãs da cantora. Além de “Mulher eu sei”, o disco reunirá outras canções marcantes apresentadas em voz e violão com o músico Luiz Meira. A iniciativa de incorporar este registro ao vivo à discografia de Gal enriquece ainda mais o legado da artista.
Repertório diversificado e afetivo
O álbum póstumo incluirá gravações de clássicos como “Azul” (Djavan), “Eu vim da Bahia” (Gilberto Gil) e “Força estranha” (Caetano Veloso), que já foram adiantados em um single triplo. Outras joias como “Coraçãzinho” (Caetano Veloso), “Camisa amarela” (Ary Barroso), “Chega de saudade” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), “Olha” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos), “Vapor barato” (Jards Macalé e Waly Salomão), “London London” (Caetano Veloso), “Tigresa” (Caetano Veloso) e “Minha voz, minha vida” (Caetano Veloso) também compõem o repertório.
Um legado que transcende o tempo
“Mulher eu sei” e “Coraçãzinho” são as únicas novidades de “Mulher eu sei” em relação ao repertório recorrente de Gal. A gravação ao vivo de “Mulher eu sei” no Teatro Castro Alves, em 2003, demonstra a **versatilidade e a entrega** de Gal Costa em cena, mostrando um lado mais íntimo e interativo de sua performance. A iniciativa de lançar este álbum póstumo valoriza a rica trajetória da cantora, permitindo que novas gerações descubram ou redescubram sua **voz inconfundível e seu talento atemporal**.





