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Investimentos

Ibovespa fecha semana em alta impulsionado por lucros de bancos e alívio na inflação

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira, 9 de maio de 2025, com leve valorização de 0,24%, atingindo 136.480 pontos. No acumulado da semana, o principal índice da bolsa brasileira avançou 1,05%, marcando a quinta semana consecutiva de ganhos — sequência que não era registrada desde 2023. Os resultados corporativos positivos, especialmente no setor bancário, deram sustentação ao desempenho da bolsa. As ações do Itaú Unibanco (ITUB4) se destacaram com alta de 5,21%, após o banco apresentar um lucro trimestral acima das estimativas. Bradesco (BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3) também contribuíram para o movimento de alta, com avanços de 0,53% e 0,34%, respectivamente. No varejo, o Assaí (ASAI3) foi o único entre os supermercadistas a apresentar valorização significativa, fechando o dia com alta de 2,87%. No segmento de small caps, os papéis da RCSL3 dispararam 27,76%, liderando os ganhos do dia, seguidos por ANIM3, que subiu 16,19%. Por outro lado, o setor aéreo apresentou fortes perdas. A Gol (GOLL4) registrou queda expressiva de 24,37% após anunciar um plano de aumento de capital de até R$ 19,25 bilhões. A Azul (AZUL4) também recuou, com desvalorização de 14,69%. No cenário macroeconômico, a divulgação do IPCA de abril trouxe otimismo aos investidores. A XP Investimentos revisou sua projeção de inflação para 2025, reduzindo-a de 6,0% para 5,7%, influenciada pela queda nos preços dos combustíveis e pela desaceleração de preços em diversos segmentos. O dólar comercial também acompanhou o movimento positivo e encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 5,65. Os juros futuros recuaram, refletindo as expectativas mais positivas quanto à inflação e à saúde financeira das empresas brasileiras. Com o desempenho desta semana, o Ibovespa acumula valorização de 13,46% em 2025, mantendo trajetória ascendente diante de um ambiente mais favorável aos negócios e à confiança dos investidores.

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Conexão Imob Brasília promete ser o maior evento do mercado imobiliário do Centro-Oeste em 2025

No dia 21 de junho, Brasília será palco de uma verdadeira revolução no setor imobiliário. O Conexão Imob Brasil chega à capital federal com sua edição mais aguardada: Conexão Imob Brasília, um evento que vai reunir as maiores autoridades e especialistas do mercado imobiliário, financeiro, jurídico e de alta performance do país. Local: Hípica Hall – Brasília/DFHorário: Das 9h às 20h Mais do que um evento, o Conexão Imob é um movimento que transforma conhecimento em ação, networking em parceria e ideias em grandes negócios. Serão mais de R$ 1 trilhão em VGV representado pelos palestrantes, além de décadas de experiência compartilhada em um só dia. Temas em destaque:• Home Equity• Incorporação Imobiliária• Consórcios• Fintechs e crédito estruturado• Plano Empresário• Alta Performance e Desenvolvimento Pessoal• Mercado Financeiro• Lançamentos Imobiliários• E muito mais! Presenças confirmadas:• Luiz Domingues – Ex-diretor da Cyrela e da Casheme, com ampla visão sobre grandes empreendimentos• Magally Aleixo – Diretora da CashMe, referência em crédito estruturado e inovação financeira• Filipe Carbonar – Sócio da Monte Bravo e ex-superintendente do Santander• Jullian Fischer – CEO da Exatus Marine, especialista em incorporação de alto padrão• Helisson Pelegrini – Especialista em Home Equity, lançamentos e estratégias de crédito imobiliário• Pedro Galiza – Coach de campeões mundiais, autoridade em alta performance e mindset de elite• Carlos Casagrande – Ator, empresário e palestrante, especialista em imagem e posicionamento• Letícia Moschioni – Líder em fintechs, com mais de 300 fintech entregues• Silvana – Fundadora do movimento internacional Mulheres de Legado• Dra. Fernanda Fenerichi – Especialista em Direito Imobiliário e regularização de imóveis• Cleber Depieri e Arthur Depieri – Referências nacionais em paisagismo de alto padrão• César Durão – Sócio da Terral Incorporadora• Sérgio Bautzer – Delegado da Polícia Civil, referência curso para delegado .• Mari Hilário – CEO do canal Dicas Noroeste, influenciadora regional e voz ativa no mercado E ainda: atrações surpresas e momentos exclusivos que vão marcar a trajetória de quem participa. Por que você deve estar no Conexão Imob Brasília? Porque é o maior encontro do setor imobiliário do Centro-Oeste, feito para quem quer se destacar, criar conexões estratégicas e impulsionar resultados. Seja você corretor, investidor, advogado, arquiteto, gestor, empreendedor ou entusiasta do mercado, este é o seu lugar. Prepare-se para um dia de transformação, aprendizado e grandes negócios. Garanta sua vaga. Viva a nova era do mercado imobiliário.

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“Surfe Clube na Praia”: R2 lançará complexo com piscina de ondas em Brasília

A capital federal vai ganhar um novo ponto de encontro que une esporte, lazer e sofisticação. A R2 Produções anunciou oficialmente o lançamento do Surfe Clube na Praia, um complexo inovador que contará com uma piscina de ondas artificiais, inspirado nos melhores centros de surfe urbano do mundo. Localizado próximo à orla do Lago Paranoá, o projeto promete transformar a experiência dos amantes do surfe e de quem busca um espaço completo para relaxar e se conectar com a natureza. A estrutura vai reunir tecnologia de ponta para simular ondas ideais para diferentes níveis de prática, além de uma área voltada para gastronomia, convivência e eventos culturais. Segundo os idealizadores, o objetivo é criar um ambiente democrático e acessível, que incentive o bem-estar por meio da prática esportiva e do contato com o estilo de vida praiano — mesmo a quilômetros do litoral. Além da piscina de ondas, o complexo também deverá oferecer aulas, eventos de surfe, espaço para shows e experiências imersivas voltadas para o público jovem e famílias. A previsão de inauguração está prevista para os próximos anos, consolidando Brasília como uma cidade que inova também em entretenimento e qualidade de vida.

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Senna Tower: um novo marco para o mercado imobiliário de alto padrão

A Senna Tower representa uma nova fase no mercado imobiliário de luxo no Brasil — um projeto que nasce com a ousadia de se tornar referência em design, inovação, tecnologia e valorização. Mas, para entender a grandeza desse empreendimento, é essencial conhecer quem está por trás: a FG Empreendimentos uma das maiores e mais respeitadas incorporadoras do país. FG Empreendimentos: uma trajetória de excelência Fundada há mais de duas décadas, a FG Empreendimentos consolidou-se como símbolo de luxo, inovação e credibilidade. Com sede em Balneário Camboriú, a incorporadora é reconhecida nacional e internacionalmente por entregar empreendimentos de altíssimo padrão, com qualidade construtiva impecável e localização privilegiada. A FG é responsável por verdadeiros ícones da arquitetura brasileira, incluindo alguns dos edifícios mais altos da América Latina. Mais do que altura, seus projetos impressionam pela elegância, acabamento, tecnologia e, principalmente, pela capacidade de antecipar tendências e elevar o padrão de morar no Brasil. Com uma visão arrojada e foco na experiência do cliente, a empresa se tornou referência absoluta no setor, atraindo investidores de todo o país e clientes que buscam exclusividade, segurança e sofisticação. Senna Tower: o futuro da moradia inteligente e sofisticada Com todo esse know-how da FG por trás, a Senna Tower chega ao mercado com uma proposta ousada: ser mais do que um empreendimento de alto padrão ser um símbolo de evolução urbana. Destaques da Senna Tower: Para quem é a Senna Tower? É para o investidor que sabe reconhecer oportunidades.Para o cliente que busca exclusividade, sofisticação e qualidade de vida.Para quem entende que imóvel de alto padrão é mais do que moradia é posicionamento, segurança e valorização patrimonial. Como especialista com 19 anos no mercado imobiliário, afirmo com total convicção:Quando a FG lança um projeto, o mercado para e observa.E a Senna Tower é, sem dúvida, um dos empreendimentos mais promissores da década. Se você deseja alcançar um novo nível no setor, seja como investidor ou como profissional, eu posso te mostrar o caminho. Helisson Pelegrini, especialista do mercado imobiliário e colunista da SmartNews

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Reserva Jardim Botânico: novo bairro planejado de Brasília une natureza, modernidade e sofisticação

Brasília se prepara para receber um dos projetos urbanísticos mais promissores da atualidade: o Reserva Jardim Botânico, um novo bairro planejado que propõe o equilíbrio entre qualidade de vida, sustentabilidade e inovação. Situado em uma localização privilegiada, o empreendimento aposta na integração com a natureza e em uma infraestrutura completa para atrair moradores em busca de bem-estar e sofisticação. O projeto foi concebido com foco em acessibilidade, segurança e urbanismo inteligente, respeitando os contornos naturais da região e promovendo um estilo de vida mais saudável. Áreas verdes, ciclovias, espaços de convivência e ruas arborizadas são apenas algumas das características que definem o novo bairro. Além de priorizar o contato com o meio ambiente, o Reserva Jardim Botânico também oferece um planejamento urbano voltado para a comodidade dos futuros moradores, com loteamentos organizados, rede de serviços essenciais e uma proposta arquitetônica moderna, sem perder o charme da vida mais tranquila e conectada com a natureza. Com previsão de forte valorização imobiliária nos próximos anos, o novo bairro também se destaca como uma excelente oportunidade para investidores atentos às transformações da capital federal. A iniciativa reafirma a tendência de cidades mais verdes, humanas e funcionais, alinhadas às demandas contemporâneas de moradia.

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Financiar um segundo imóvel? Sim, é possível — mas com algumas exigências

A aquisição de um segundo imóvel por meio de financiamento bancário é totalmente possível no Brasil, desde que o comprador atenda a critérios específicos exigidos pelas instituições financeiras. Com o mercado imobiliário em constante movimento, cresce o número de pessoas que buscam investir em uma segunda propriedade, seja para lazer, moradia futura ou geração de renda com aluguel. O ponto de partida para a aprovação é a capacidade de pagamento do comprador. Os bancos costumam comprometer no máximo 30% da renda mensal familiar com a parcela do financiamento — considerando também outras dívidas já existentes. Assim, se o primeiro imóvel ainda estiver sendo pago, a análise será mais criteriosa. Outro fator determinante é a origem dos recursos. Financiamentos com uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), por exemplo, têm regras mais rígidas e geralmente não se aplicam à compra de um segundo imóvel. Nesse caso, o financiamento precisa ser feito com recursos livres, o que pode implicar em juros maiores. Além disso, a modalidade de crédito pode variar conforme o perfil do comprador e o objetivo da nova aquisição. Imóveis para investimento ou veraneio, por exemplo, podem ser vistos como mais arriscados por algumas instituições, o que pode impactar as condições oferecidas. Especialistas recomendam planejamento financeiro e simulações prévias em diferentes bancos antes de fechar negócio. Manter um bom histórico de crédito, renda estável e reservas para entrada e custos extras são passos fundamentais para garantir a aprovação sem surpresas. A boa notícia é que, com organização e estratégia, financiar um segundo imóvel é uma alternativa viável — e pode ser um caminho interessante para diversificar o patrimônio ou garantir uma renda extra no futuro.

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Verticalização avança: duas torres de 60 andares devem transformar paisagem na Rebouças, em São Paulo

O mercado imobiliário de São Paulo caminha para mais um marco da verticalização urbana. Após um processo de incorporação envolvendo cerca de 30 imóveis residenciais, a Avenida Rebouças, uma das mais movimentadas da capital, deverá receber duas torres residenciais de 60 andares. O projeto é considerado um dos mais ambiciosos já previstos para a região. O empreendimento ocupará um quarteirão inteiro, atualmente composto por casas térreas e sobrados antigos. A transformação é liderada por uma incorporadora de grande porte, que conduziu negociações diretas com os proprietários ao longo dos últimos meses. Com a aprovação da Prefeitura ainda pendente, a expectativa é que as novas torres ofereçam mais de 400 unidades residenciais, com foco em um público de médio e alto padrão. A localização estratégica, próxima a estações de metrô, corredores de ônibus e centros comerciais, é um atrativo para quem busca mobilidade e valorização patrimonial. Especialistas em urbanismo apontam que esse tipo de projeto reflete a tendência de adensamento habitacional nas áreas centrais da cidade, visando combater a expansão horizontal e o uso pouco eficiente do solo urbano. Além da mudança na paisagem, o novo complexo promete trazer benefícios para a região, como melhorias na infraestrutura urbana e requalificação do entorno — ainda que, paralelamente, levante discussões sobre gentrificação e a preservação da memória local.

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Águas Claras: A Manhattan Brasiliense e a Volta da Construtora FAENGE

Águas Claras, a região administrativa com maior verticalização do Distrito Federal se consolidou como um dos principais polos de desenvolvimento urbano e imobiliário nos últimos anos. A característica de possuir grande volume de edifícios lhe rendeu o apelido de Manhattan, em alusão ao famoso bairro de Nova Iorque. Com infraestrutura moderna, localização estratégica, fácil acesso ao metrô, tendo um dos maiores parques da capital, logo conquistou um perfil de moradores exigente e atentos às tendências do mercado, e para atende-los o bairro atraiu atenção de grandes construtoras — e entre elas, um nome se destacou: a FAENGE. Helisson Pelegrini, especialista em mercado imobiliário e referência no segmento, destaca que a Faenge foi responsável por empreendimentos marcantes entre 2006 e 2015, período em que Águas Claras começava a despontar como uma das áreas mais promissoras do DF. “Naquela época, enxergamos o potencial de Águas Claras não apenas como uma expansão urbana, mas como um novo estilo de vida. Criamos empreendimentos que entregavam qualidade, design e conforto — elementos que o morador moderno buscava”, explica Leonardo Ávila. Entre os projetos lançados e entregues pela FAENGE no período, destacam-se edifícios que rapidamente se tornaram referência em padrão de construção e valorização, mudando a paisagem da cidade, como SMART RESIDENCE , PARK STYLE MALL & RESIDENCE , VISTA SHOPPING , SOFFISTICATO LOFTS & LIVING , PLAZA MALL & OFFICE ,MAX Home & Mall, Concept Boutique Residence, dentre os muitos cases de sucesso que marcam a trajetória da Faenge.Eu, Helisson Pelegrini, participei de todos esses lançamentos na época. O bairro se tornou sinônimo de qualidade de vida e investimento seguro.O DNA da Faenge, baseado em inovação, solidez e compromisso com o cliente, foi essencial para o sucesso das entregas. Ao completar seus 25 anos, e alguns anos atuando no Noroeste e Park Sul, onde realizou mais de 12 novos empreendimentos, a Faenge anuncia seu retorno a Águas Claras, onde foi responsável pela entrega de mais de 3 mil imóveis. O retorno será grande, e que abrigará apartamentos de 2, 3 ou 4 quartos, num terreno de 10600 m2, um dos maiores de Águas Claras, com grandes diferenciais que ainda serão divulgados ao mercado.Para Helisson Pelegrini, a volta representa não apenas uma continuação, mas uma evolução. “O momento é ideal. Águas Claras amadureceu, e com ela, o olhar do consumidor. Hoje, ele busca tecnologia, sustentabilidade, praticidade, áreas de convivência, área verde, conforto e bem-estar. Estamos preparados para entregar empreendimentos que não apenas atendem, mas superam essas expectativas.” Destacou Leonardo Avila. A valorização do bairro é notável: segundo dados de mercado, imóveis na região apresentaram valorização superior a 100 por cento na última década, e com projeções ainda mais otimistas para os próximos anos. Para Helisson Pelegrini especialista em lançamento e que acompanha isso na prática desde 2006, essa valorização é resultado de um ciclo virtuoso. “Quem investiu lá atrás colhe os frutos hoje. E quem investir agora, vai estar à frente da curva. Águas Claras ainda tem muito a oferecer. E a Faenge volta para fazer

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BTG Pactual ofereceu R$ 1 pelo Banco Master em negociação estratégica

O BTG Pactual, um dos maiores bancos de investimento da América Latina, apresentou uma oferta simbólica de R$ 1 pelo Banco Master. A proposta inusitada faz parte de uma estratégia financeira comum em operações de aquisição, onde a instituição compradora assume os passivos da empresa adquirida, apostando em sua reestruturação e valorização futura. A movimentação reforça a posição do BTG Pactual como um dos principais agentes do setor bancário, consolidando sua estratégia de expansão e diversificação de ativos. Apesar do valor simbólico da transação, a aquisição envolve um compromisso significativo com as obrigações financeiras e operacionais do Banco Master, o que representa tanto desafios quanto oportunidades para o grupo. Especialistas avaliam que a transação pode ser um marco importante no setor, demonstrando a disposição do BTG em assumir riscos estratégicos para ampliar sua participação de mercado. O desfecho da negociação ainda depende da análise dos órgãos reguladores e das condições impostas para a finalização do negócio. O mercado segue atento aos próximos passos da operação, que pode redefinir o posicionamento do Banco Master no cenário financeiro brasileiro e abrir novas perspectivas para sua recuperação e crescimento sob a gestão do BTG Pactual.

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Porto Belo: A Nova Sensação do Mercado Imobiliário Catarinense em 2025

Em 2025, Porto Belo, localizada na deslumbrante Costa Esmeralda, superou gigantes como Balneário Camboriú e Itapema, consolidando-se como o destino mais promissor do mercado imobiliário catarinense. A cidade se destaca com números impressionantes: 10.912 unidades lançadas, 9.107 unidades vendidas e um valor geral de vendas (VGV) de R$ 11,45 bilhões lançados e R$ 10,21 bilhões vendidos. Com esses resultados expressivos, Porto Belo conseguiu superar Itapema, que dominava o setor há anos. No entanto, Itapema ainda se mantém à frente no volume de novos empreendimentos lançados (102 contra 91 de Porto Belo) e na oferta final de unidades (8.117 contra 7.020). O crescimento de Porto Belo reflete uma transformação acelerada da cidade em um dos maiores polos imobiliários de Santa Catarina. Esse avanço é um reflexo de diversos fatores, como a qualidade da infraestrutura e a crescente demanda por imóveis de alto padrão. Contudo, um elemento fundamental por trás desse sucesso é a contribuição de especialistas como Helisson Pelegrini, um dos nomes mais respeitados e experientes do setor. Com uma trajetória sólida desde 2007, quando iniciou seus lançamentos imobiliários em Brasília, Pelegrini acumula a marca de mais de 239 empreendimentos lançados e é peça-chave no direcionamento de projetos inovadores que estão transformando o cenário imobiliário de Porto Belo. A expertise de Helisson Pelegrini, combinada com sua visão estratégica e profundo conhecimento do mercado, tem sido essencial para o sucesso de muitos dos novos empreendimentos da cidade. Pelegrini não apenas traz a sua experiência de mais de uma década no setor, mas também um olhar atento às tendências de mercado e às necessidades de um público crescente, cada vez mais exigente e em busca de qualidade e sofisticação. As Cidades de SC com Mais Imóveis Lançados em 2024 O crescimento de Porto Belo é um reflexo de uma tendência que se consolidou em Santa Catarina: o mercado imobiliário segue em plena ascensão. Cidades como Balneário Camboriú, Itapema e Porto Belo lideram o lançamento de novos empreendimentos, atendendo a uma demanda crescente por imóveis de alto padrão e infraestrutura de qualidade. Com o apoio de profissionais renomados como Helisson Pelegrini, o mercado catarinense se fortalece a cada dia. Porto Belo, por sua vez, se destaca como a grande promessa para os próximos anos, com um futuro brilhante no setor imobiliário. Helisson pelegrini

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Atraso na Infraestrutura do Noroeste – Brasília: Um Desafio Que Comprometeu o Crescimento do Bairro Sonhado

O Noroeste de Brasília, planejado desde 2008, surgiu com a promessa de ser um bairro modelo, com infraestrutura moderna, áreas residenciais e comerciais em uma região previamente desocupada da capital federal. O projeto visava atender à crescente demanda por moradia, sem comprometer a preservação da identidade arquitetônica e urbanística de Brasília, planejada por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. A proposta para o Noroeste era criar um ambiente que equilibrasse modernidade, sustentabilidade e qualidade de vida, com ruas largas, áreas verdes, espaços de lazer e comércio local. Este bairro foi visto como uma das grandes iniciativas para expandir o desenvolvimento urbano de Brasília, mantendo o caráter planejado da cidade e oferecendo infraestrutura adequada para seus moradores. No entanto, o que parecia ser um sonho se transformou em um grande desafio devido ao atraso na execução de sua infraestrutura. Desde os primeiros lançamentos imobiliários em 2009, a promessa de infraestrutura de qualidade foi um dos maiores atrativos para investidores e compradores. Contudo, passados 16 anos, a realidade é bem diferente: o Noroeste ainda enfrenta sérios problemas relacionados à entrega de serviços essenciais, com destaque para a falta de um estoque adequado de imóveis e a grande quantidade de obras inacabadas. De acordo com Helisson Pelegrini, especialista no mercado imobiliário local, o ritmo lento na conclusão das obras de infraestrutura essenciais – como pavimentação, iluminação pública e a construção de centros comerciais – tem gerado um descompasso no desenvolvimento do bairro. “A população cresceu, mas o bairro ainda enfrenta desafios significativos, principalmente no que diz respeito ao transporte público, à conexão com outras regiões da cidade e à quantidade de obras ainda em andamento”, afirma Pelegrini. Embora a qualidade de vida no Noroeste ainda seja considerada uma das melhores de Brasília, os moradores enfrentam dificuldades diárias em função do atraso na implementação de serviços que estavam previstos desde o início. A limitação do estoque de imóveis é um exemplo claro: muitos empreendimentos não foram lançados ou foram adiados por causa da falta de infraestrutura básica, como vias adequadas e acessibilidade. Isso gerou frustração tanto para investidores quanto para aqueles que desejavam morar em um bairro pronto e bem estruturado. Em resposta, muitos investidores têm buscado alternativas em bairros mais consolidados, onde a infraestrutura já está em funcionamento. O impacto desses atrasos também afetou diretamente o mercado imobiliário, criando um ambiente de incertezas. Diversos empreendimentos planejados foram temporariamente suspensos, enquanto outros optaram por investir em regiões da cidade que já oferecem uma estrutura mais robusta e uma maior demanda por imóveis. No entanto, sinais de recuperação começam a aparecer. O especialista observa que, pressionado pela cobrança de moradores e empresários, o poder público tem começado a acelerar os processos de infraestrutura, com a previsão de novas obras nos próximos anos, incluindo melhorias no transporte público e a finalização das áreas comerciais, fundamentais para dinamizar o bairro. “O Noroeste tem um grande potencial, mas para que se realize plenamente, é essencial que a infraestrutura seja concluída de forma eficaz e sem novos atrasos”, conclui Pelegrini.

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TJGO: Banco é condenado a indenizar após busca e apreensão ilegal de veículo motivada por cláusula abusiva

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), por meio de sua 8ª Câmara Cível, reformou decisão de primeira instância e julgou improcedente ação de busca e apreensão movida pelo banco Bradesco, em razão da constatação de cláusula abusiva no contrato de financiamento que descaracterizou a mora do consumidor. A decisão colegiada foi unânime e determinou a restituição integral do valor do veículo. A parte requerida foi representada pela advogada Fernanda Fenerichi (@fefenerichi), sócia proprietária do escritório @fenerichi.associados, que sustentou a abusividade da capitalização diária de juros, a falta de transparência contratual, a nulidade das cláusulas impugnadas, a descaracterização da mora e a ilegalidade da apreensão do bem. A atuação foi decisiva para a reversão da liminar anteriormente deferida em favor da instituição financeira e para a responsabilização judicial do banco pelas medidas adotadas. Entenda o caso A demanda foi ajuizada pelo banco após a inadimplência de parcelas do financiamento de um veículo FORD TERRITORY, adquirido por meio de contrato firmado no valor deR$ 180.000,00, com pagamento em 48 parcelas mensais de R$ 5.693,00. Inicialmente, o juízo acolheu o pedido liminar da parte autora e autorizou a busca e apreensão do automóvel, fundamentando-se no Decreto-Lei 911/69 e na prova da mora contratual. Entretanto, a defesa do consumidor apontou que o contrato previa a capitalização diária de juros remuneratórios sem a devida clareza quanto à taxa efetivamente aplicada. Esse vício contratual foi considerado grave o suficiente para afastar a mora, mesmo sem o depósito do valor incontroverso da dívida, conforme jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Fundamentos da decisãoAo julgar o recurso, a 8ª Câmara Cível, entendeu que a cláusula de capitalização diária de juros, sem a devida transparência, violou o princípio da informação, previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC), e caracterizou abusividade contratual. Conforme destacou a relatora, desembargadora Juliana Pereira Diniz Prudente, “como na avença não há informação acerca da taxa diária de juros, resta caracterizada, pois, a abusividade da cláusula contratual relativa à capitalização diária.” Diante disso, a decisão liminar de primeira instância foi revogada, a ação foi julgada improcedente e o banco foi condenado a devolver o veículo apreendido ao consumidor ou, na impossibilidade de devolução, a indenizá-lo em espécie com base no valor integral do bem. Considerações finaisA decisão representa importante precedente no controle da legalidade contratual em financiamentos garantidos por alienação fiduciária, especialmente quanto à transparência dos encargos financeiros e à responsabilidade das instituições financeiras por práticas abusivas. O caso também reforça a proteção ao consumidor e o papel do Judiciário na reparação de medidas extrajudiciais executadas à margem dos limites legais.A atuação da advogada Fernanda Fenerichi foi determinante para a obtenção da reversão da liminar e o reconhecimento da ilicitude na conduta da instituição financeira.

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Superobras em Itajaí Podem Impulsionar a Valorização Imobiliária na Região

Itajaí, no litoral de Santa Catarina, está passando por uma série de transformações urbanísticas que prometem alavancar ainda mais a valorização imobiliária da região. Com a execução de quatro grandes superobras, a cidade está se preparando para um futuro de desenvolvimento acelerado, atraindo tanto investidores quanto novos moradores em busca de uma qualidade de vida aprimorada e infraestrutura de ponta. Essas obras estratégicas têm o objetivo de melhorar a mobilidade urbana, ampliar o acesso a áreas comerciais e residenciais e fortalecer a economia local. Dentre os projetos, destacam-se a construção de novos centros de logística, melhorias nos acessos à cidade, a criação de áreas de lazer e espaços urbanos que promovem o bem-estar da população. Um dos projetos mais esperados é a expansão do Porto de Itajaí, que, ao aumentar sua capacidade e otimizar sua infraestrutura, deve atrair um volume maior de negócios e consequentemente impulsionar a demanda por imóveis comerciais e residenciais. A proximidade de áreas de carga e logística torna a cidade ainda mais atraente para empresas do setor. Além disso, melhorias nas vias urbanas, como a construção de novos viadutos e corredores de transporte público, têm sido pensadas para dar mais fluidez ao tráfego, essencial para quem reside e trabalha em Itajaí. Esses avanços em mobilidade devem não só tornar o cotidiano mais prático, mas também gerar uma maior procura por imóveis próximos a centros comerciais e áreas de serviços. Em termos de infraestrutura, o município ainda investe na criação de novas áreas de lazer, como parques e praças, buscando integrar as zonas residenciais a espaços públicos que incentivem a convivência e o bem-estar. A presença desses espaços pode ser um fator importante para a atração de famílias e profissionais, interessados na qualidade de vida que a cidade oferece. Com esses novos empreendimentos e melhorias, Itajaí se posiciona como um dos destinos mais promissores do mercado imobiliário catarinense. Especialistas apontam que a valorização dos imóveis nos próximos anos será substancial, tanto em áreas comerciais quanto residenciais, tornando a cidade uma excelente opção para quem busca investir no setor. As superobras, portanto, representam um marco para Itajaí, não apenas em termos de infraestrutura, mas também como um vetor de crescimento para o mercado imobiliário. A cidade está se consolidando como um polo econômico regional, com um futuro promissor para investidores e novos residentes. Helisson Pelegrini

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Grand Concorrerá a um dos Maiores Prêmios do Mercado Imobiliário Mundial em Dubai

A Grand, uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil, está prestes a disputar um dos prêmios mais prestigiados do setor imobiliário mundial, no Dubai Property Awards 2025. O evento, que reconhece a excelência em projetos imobiliários, é um marco importante para empresas do setor e atrai a atenção global para as inovações e qualidade nas construções. A premiação, conhecida por sua seletividade e rigor, será realizada em Dubai, um dos maiores centros de negócios do Oriente Médio, reconhecido por sua arquitetura de ponta e projetos imobiliários audaciosos. A Grand concorrerá nas categorias de “Melhor Projeto Residencial” e “Melhor Empreendimento de Luxo”, áreas nas quais tem se destacado com empreendimentos exclusivos e de alto padrão no mercado brasileiro. O Impacto no Mercado Imobiliário Brasileiro Estar entre os finalistas do Dubai Property Awards não só coloca a Grand em evidência internacional, mas também reforça a força do mercado imobiliário brasileiro no cenário global. A competição com empresas de renome mundial será uma vitrine para o potencial inovador e a alta qualidade da construção brasileira, que vem ganhando destaque com o crescente interesse de investidores estrangeiros. Características dos Projetos da Grand Os empreendimentos da Grand se destacam pela sofisticação, design inovador e integração com as necessidades e desejos do público de alto padrão. A empresa é conhecida por suas construções que não apenas atendem aos mais altos padrões de qualidade, mas também se integram perfeitamente ao contexto urbano, oferecendo uma experiência única aos seus clientes. O reconhecimento no Dubai Property Awards representa uma conquista significativa para a Grand e evidencia seu compromisso em elevar os padrões do setor imobiliário brasileiro para o cenário internacional. A cerimônia de premiação ocorrerá em novembro de 2025 e será acompanhada por líderes do setor imobiliário, investidores e arquitetos de renome mundial. O prêmio é um selo de qualidade e excelência, conferindo à Grand o reconhecimento de sua contribuição para o mercado global. Conclusão Com este feito, a Grand não apenas solidifica sua posição no mercado brasileiro, mas também expande sua presença internacionalmente, projetando-se como uma das grandes referências do mercado imobiliário de luxo. O evento em Dubai promete ser uma oportunidade única de fortalecer a marca e celebrar a inovação e a qualidade que caracterizam os empreendimentos da empresa.

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Vendas de Imóveis de Luxo em Porto Alegre Superam Média do Mercado e Indicam Crescimento no Setor

Em Porto Alegre, as vendas de imóveis de luxo têm demonstrado um desempenho impressionante, crescendo em um ritmo muito superior à média do mercado imobiliário. De acordo com dados recentes, o segmento de imóveis de alto padrão experimentou uma alta significativa, dobrando a média de crescimento das vendas observadas em outros setores do mercado local. Este aumento no mercado de imóveis de luxo reflete uma série de fatores econômicos e sociais, como a recuperação da confiança do consumidor e o aumento da demanda por propriedades de alto padrão. Investidores e compradores estão cada vez mais atraídos por locais exclusivos e infraestrutura sofisticada, com destaque para bairros nobres e condomínios com ampla gama de serviços e comodidades. O interesse por imóveis de luxo também pode ser atribuído à mudança no perfil do comprador, que agora busca mais do que uma simples residência. A crescente valorização do conforto, segurança e acessibilidade em áreas privilegiadas tem sido um dos principais motores desse crescimento. Além disso, o ambiente de taxas de juros mais acessíveis e a estabilização da economia local também contribuem para esse cenário positivo. Especialistas apontam que a tendência de crescimento nas vendas de imóveis de luxo é uma resposta à busca por investimentos mais sólidos e seguros, especialmente em tempos de incerteza econômica. O mercado imobiliário de Porto Alegre tem demonstrado uma resiliência notável, e os imóveis de luxo continuam sendo uma opção de destaque para aqueles que buscam uma combinação de qualidade de vida e rentabilidade. Esse aquecimento do setor de imóveis de luxo também representa uma oportunidade de fortalecimento para o mercado local, atraindo investidores e incentivando o desenvolvimento de novos empreendimentos que atendem a essa demanda crescente. Em resumo, as vendas de imóveis de luxo em Porto Alegre estão prosperando, refletindo tanto uma adaptação às novas necessidades dos consumidores quanto uma tendência positiva para o mercado imobiliário como um todo. Helisson Pelegrini

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Ações do BRB disparam após anúncio de compra do Banco Master

As ações do Banco de Brasília (BRB) (BSLI3) registraram uma forte alta no mercado financeiro após o anúncio da aquisição do Banco Master. A operação, que marca um movimento estratégico de expansão do BRB, foi bem recebida pelos investidores e impulsionou o valor dos papéis na Bolsa. O mercado reagiu positivamente à transação, enxergando a aquisição como uma oportunidade para o BRB fortalecer sua presença no setor bancário, diversificando seus serviços e ampliando sua base de clientes. Com o movimento, o banco reforça sua estratégia de crescimento, mirando novos segmentos e fortalecendo sua atuação nacional. A compra do Banco Master representa um passo significativo para o BRB, consolidando sua posição como uma instituição financeira em expansão e alinhada às novas dinâmicas do setor bancário brasileiro. O mercado seguirá acompanhando os desdobramentos da negociação e seus impactos no desempenho financeiro do banco nos próximos trimestres.

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Encontro de Líderes para Grandes Negócios

Helisson Pelegrini, CEO e fundador do Smartbankbr e Ion Bank, esteve na Monte Bravo Corretora nas últimas quinta-feira, 27/03, e sexta-feira, 28/03, apresentando projetos bilionários de incorporação imobiliária em Porto Belo e Itapema, em Santa Catarina. Ele foi recebido por seu amigo Filipe Portella, cofundador e CEO da Monte Bravo Corretora, uma empresa que atualmente atende mais de 30 mil clientes e administra R$ 40 bilhões sob custódia. Desde que o conheci, Filipe sempre demonstrou uma humildade e disciplina excepcionais, características que o tornam um líder admirável. Parabéns, Filipe, por ser uma pessoa de grande sabedoria e generosidade, cuja liderança inspira todos ao seu redor. “Conheço o Portella desde 2022, quando fui apresentado pelo meu amigo e sócio da Monte Bravo, Felipe Carbona. Naquela oportunidade, tivemos várias rodadas de apresentação do modelo de negócios da Monte Bravo para grandes incorporadores de Brasília, como Paulo Octávio, Leonardo Ávila da Faenge, Rodrigo Nogueira da Ecap e Júnior Nicodemos do Grupo Venâncio. O crescimento da Monte Bravo nos inspira pela agilidade nos processos e pela constante evolução da empresa. Nesse contexto, o SmartbankBR e o Ion Bank estão sempre em busca de levar novas oportunidades para a Monte Bravo avaliar.” “Atualmente, temos em nossa esteira para aprovação crédito de aproximadamente 3,5 bilhões para apoiar a produção de obras junto as construtoras aonde prestamos consultoria em captação de crédito além de 1,5 bilhões destinados à securitização de crédito. Estamos sempre em busca dos melhores parceiros no mercado, e a Monte Bravo se destaca como uma grande parceria.”

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GDF aprova novo bairro em Sobradinho com previsão para mais de 118 mil moradores

O Governo do Distrito Federal (GDF) deu aval para a criação do bairro Urbitá, localizado na região de Sobradinho. O projeto, que será implantado em uma área de 1,6 mil hectares da Fazenda Paranoazinho, prevê a construção de moradias para mais de 118 mil pessoas ao longo dos próximos 40 anos. A proposta urbanística, de iniciativa privada, foi aprovada pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) e publicada no Diário Oficial. Dos 922 hectares pertencentes à Urbanizadora Paranoazinho, 387 hectares foram destinados às novas edificações. Planejamento para evitar cidade-dormitório Uma das principais preocupações do GDF é garantir que o novo bairro não se transforme em uma “cidade-dormitório”. Para isso, a fase inicial do empreendimento priorizará a construção de serviços essenciais, como educação, comércio e saúde, antes da ampliação das moradias. “Nosso objetivo é iniciar a ocupação do bairro com infraestrutura que atenda às necessidades da população local, evitando sobrecarga viária e garantindo um desenvolvimento ordenado”, destacou o secretário de Gestão do Território e Habitação. A localização do Urbitá, às margens da BR-020, levanta preocupações sobre o impacto no trânsito, já que a região enfrenta congestionamentos diários. Para mitigar esse problema, estão previstas obras viárias e um terminal intermodal para integração de ônibus e BRT. Estrutura e inovação O projeto urbanístico do Urbitá segue conceitos modernos de sustentabilidade e mobilidade urbana. O bairro contará com: Infraestrutura verde: mais de 3 milhões de metros quadrados de parques e espaços de convivência; Edificações integradas: prédios de até 10 andares, sem grades ou cercas, promovendo maior interação com o espaço público; Equipamentos públicos essenciais: escolas, centros de saúde e comércios estruturados para atender a demanda da população; Soluções ambientais: estação de tratamento de esgoto e dois reservatórios de água de 500 m³ para garantir o abastecimento. Desafios e preocupações Apesar da promessa de desenvolvimento planejado, especialistas e moradores da região manifestam preocupação com a integração do projeto ao Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e ao Zoneamento Ecológico-Econômico. Segundo urbanistas, o impacto do bairro sobre os recursos hídricos e o trânsito deve ser acompanhado de perto. A primeira etapa do Urbitá, já aprovada pelo Conplan, deve atender inicialmente 11 mil pessoas. Os próximos passos envolvem a implantação das infraestruturas essenciais antes do avanço das construções residenciais, garantindo que o bairro cresça de forma organizada e com qualidade de vida para os futuros moradores.

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Imposto de Renda 2025: Declaração começa em 17 de março e vai até 30 de maio

Receita Federal divulga regras e calendário de restituições A Receita Federal anunciou as regras para a declaração do Imposto de Renda 2025 (ano-base 2024). O prazo para a entrega inicia em 17 de março e se estende até 30 de maio. Quem não cumprir o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Novidades e calendário 📌 O programa para preenchimento do Imposto de Renda 2025 estará disponível para download a partir de 13 de março.📌 A Receita estima receber 46,2 milhões de declarações, um aumento em relação aos 42,4 milhões do ano anterior.📌 O calendário de restituições começa em 30 de maio.📌 A declaração pré-preenchida estará disponível a partir de 1º de abril, 13 dias após o início da entrega tradicional. Quem deve declarar o Imposto de Renda em 2025? A declaração é obrigatória para quem se enquadra em pelo menos um dos seguintes critérios: ✔ Rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024 (valor reajustado em relação ao ano anterior).✔ Rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil.✔ Ganho de capital na venda de bens ou direitos, operações em bolsas de valores acima de R$ 40 mil ou ganhos líquidos tributáveis.✔ Isenção de imposto sobre ganho de capital na venda de imóvel residencial, caso tenha adquirido outro imóvel no prazo de 180 dias.✔ Receita bruta acima de R$ 169.440,00 em atividade rural.✔ Posse ou propriedade de bens acima de R$ 800 mil até 31/12/2024.✔ Mudança para a condição de residente no Brasil em qualquer mês de 2024.✔ Declaração de bens e direitos no exterior, incluindo trust e aplicações financeiras internacionais.✔ Atualização de bens imóveis com ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024). Prioridade nas restituições A ordem de pagamento das restituições segue critérios específicos. Quem entrega a declaração antes recebe primeiro, desde que não haja erros ou omissões. No entanto, alguns grupos têm prioridade: 1️⃣ Idosos acima de 80 anos2️⃣ Idosos entre 60 e 79 anos3️⃣ Contribuintes com deficiência física, mental ou moléstia grave4️⃣ Professores cuja maior fonte de renda seja o magistério5️⃣ Contribuintes que utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem pela restituição via PIX6️⃣ Contribuintes que usarem a declaração pré-preenchida ou optarem pelo PIX 💡 Importante: A restituição via PIX só será aceita se a chave for o CPF do contribuinte. Chaves vinculadas a e-mails ou números de telefone não serão aceitas.

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Aeroporto de Brasília terá shopping e complexo de entretenimento

Novo empreendimento promete transformar a experiência dos passageiros e impulsionar a economia local O Aeroporto Internacional de Brasília se prepara para um novo marco em sua infraestrutura. A concessionária Inframerica anunciou o início das obras para a construção de um shopping center, um complexo de entretenimento e um centro de logística na zona aeroportuária. A previsão é que o projeto seja concluído no primeiro semestre de 2024. O shopping será erguido ao lado de um hotel, na via de acesso ao terminal, e contará com cerca de 130 lojas, salas de cinema e uma ampla área gastronômica. Já o complexo de entretenimento ocupará 30 mil metros quadrados e trará três parques temáticos, ampliando as opções de lazer na região. Além disso, o novo centro de logística reforçará o transporte de cargas, tornando o aeroporto um hub ainda mais estratégico para operações comerciais. Com um investimento de R$ 700 milhões, o presidente da Inframerica, Jorge Arruda, destacou que o projeto terá um impacto significativo no turismo e na economia local, valorizando ainda mais a capital federal, reconhecida por sua beleza e ampla área verde. Helisson de jesus pelegrini

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Partage Shopping Brasília

O Open Mall de alto padrão no coração da capital O Partage Shopping Brasília redefine o conceito de Open Mall, combinando sofisticação, modernidade e integração com o cerrado. Localizado estrategicamente no coração da capital do Brasil, é um destino consolidado para compras, lazer e entretenimento de alto padrão. Mais do que um centro comercial, o Partage Brasília oferece um ambiente exclusivo, que une gastronomia, cultura, serviços e experiências únicas em um só lugar. Oportunidade para o seu negócio Se você busca um espaço diferenciado para expandir sua marca, este é o endereço ideal. Com infraestrutura moderna, alto fluxo de clientes e foco na sustentabilidade, o Partage Shopping Brasília oferece condições estratégicas para lojistas e investidores que desejam se conectar com um público exigente e qualificado. Seja você um investidor, franqueado ou proprietário de marcas renomadas, aqui está a oportunidade perfeita para consolidar sua presença no mercado de Brasília. Garanta sua loja em um dos endereços comerciais mais desejados do país e leve sua marca a um novo patamar. Entre em contato e explore as oportunidades! Descubra os espaços disponíveis e conheça as condições especiais para investidores e lojistas. Fale conosco agora mesmo e dê o próximo passo para o sucesso da sua marca. Helisson de jesus pelegrini

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Helisson de Jesus Pelegrini gentil trás notícia de um dos maiores lançamentos de Goiânia em fevereiro

A Flamboyant Urbanismo, reconhecida por desenvolver projetos inovadores e sofisticados, anunciou o lançamento de novos empreendimentos residenciais no Jardim Goiás, em Goiânia. Com um Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 600 milhões, os projetos visam atender ao público de alto padrão que busca exclusividade e sofisticação. Os empreendimentos estarão localizados na Avenida H, próximo ao Parque Flamboyant e ao Flamboyant Shopping, consolidando ainda mais a valorização da região. Em breve contará com projeto 40 unidades de 420m² cada, enquanto o segundo oferecerá 80 apartamentos com metragens entre 250m² e 300m². Os lançamentos terão assinatura do renomado escritório de arquitetura Perkins & Will, garantindo um design moderno e funcional, além de infraestrutura completa para atender às demandas dos futuros moradores. A Flamboyant Urbanismo também planeja um projeto comercial inovador na região, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento urbano de Goiânia.Por Helisson Pelegrini

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Impacto da Frente Fria e da Redução de Impostos nos Preços dos Alimentos

As recentes iniciativas do Governo Federal para conter a alta dos preços dos alimentos, incluindo a redução das tarifas de importação para itens como carne, café, açúcar e milho, têm gerado diferentes avaliações por parte de especialistas e do setor agropecuário. Além disso, as condições climáticas, especialmente a atuação de uma frente fria, também exercem influência significativa sobre a oferta e os preços dos produtos agrícolas. Clima e Produção Agropecuária A queda das temperaturas pode impactar diretamente a produção agrícola, sobretudo no Sul do Brasil, onde as baixas temperaturas ainda persistem. O contador, administrador e especialista em recuperação judicial, Marcello Marin, explica como as condições climáticas adversas podem afetar a produção de alimentos. “Temperaturas muito baixas podem comprometer lavouras sensíveis, como hortaliças, frutas e até grãos, reduzindo a oferta e pressionando os preços para cima. Além disso, o aumento da demanda por produtos típicos do frio, como laticínios e carnes, pode encarecer esses itens. A logística também pode ser prejudicada, uma vez que as dificuldades no transporte podem impactar o abastecimento em determinadas regiões”, afirma Marin. Já o advogado especialista em agronegócios e logística marítima, Larry Carvalho, destaca que a ocorrência de geadas em regiões estratégicas pode representar um fator adicional de pressão sobre os custos do setor. “A possibilidade de geadas em áreas produtoras relevantes pode comprometer lavouras e gerar aumento nos custos para os produtores, que podem repassar esse encargo ao consumidor. O impacto tende a ser mais expressivo caso a frente fria atinja o Centro-Sul do Brasil, uma região fundamental para a produção agrícola nacional”, analisa Carvalho. Redução de Impostos: Solução ou Medida Pontual? As ações do governo para mitigar a alta dos preços por meio da redução de impostos geram avaliações divergentes entre especialistas e representantes do agronegócio. Enquanto alguns enxergam a iniciativa como um alívio pontual, outros consideram que o impacto pode ser limitado, especialmente diante de fatores macroeconômicos mais amplos. Para Marcello Marin, a redução de tarifas sobre importações pode trazer alívio momentâneo, mas não representa uma solução definitiva. “O preço final dos alimentos não é determinado apenas pelos impostos. Fatores como custos logísticos, taxa de câmbio, demanda global e margens de lucro também exercem influência. Se a estrutura logística e a oferta interna não forem suficientemente ajustadas, a redução nos preços pode ser pequena e temporária”, avalia. Por outro lado, Larry Carvalho acredita que a medida pode gerar efeitos positivos em itens da cesta básica com maior elasticidade de oferta. “Se os produtos importados conseguirem competir de forma eficiente e os importadores repassarem integralmente a redução tarifária ao consumidor, essa iniciativa pode contribuir para conter a inflação no curto prazo”, destaca Carvalho. No entanto, ele ressalta que a redução de tarifas não elimina os desafios estruturais que afetam a inflação de alimentos. “A inflação decorre de múltiplos fatores, como os custos de transporte, a volatilidade cambial e os eventos climáticos. A redução tarifária pode ser um instrumento auxiliar, mas não substitui políticas estruturais mais amplas”, alerta. Além disso, Marin ressalta que a desoneração

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Token $Eike, na Solana, está por trás de projeto de Eike Batista que pode valer “$63 bilhões”

Eike Batista está lançando um projeto inovador centrado na “super cana”, uma variedade geneticamente aprimorada de cana-de-açúcar que promete revolucionar o agronegócio. Após garantir um investimento inicial de US$ 500 milhões para adquirir 70 mil hectares próximos ao Porto do Açu, Eike planeja expandir a produção com uma tecnologia desenvolvida ao longo de duas décadas por pesquisadores brasileiros, capaz de gerar significativamente mais etanol e biomassa que variedades tradicionais. O elemento mais disruptivo do projeto é o token $EIKE, desenvolvido na blockchain Solana, que será oferecido principalmente a investidores americanos. A meta é captar US$ 100 milhões com a venda de 100 milhões de tokens a US$ 1 cada, garantindo aos detentores o direito a 10% dos lucros futuros do empreendimento. Esta estratégia representa uma abordagem pioneira para financiar um megaprojeto ancorado em ativos reais através da tokenização. Os investidores do $EIKE estarão sujeitos a um período de lock-up de quatro anos, tempo que Eike considera necessário para que o projeto atinja a lucratividade desejada. O modelo de negócio prevê múltiplos módulos de produção com plantio gradual, onde cada módulo poderia gerar um EBITDA de US$ 5,9 bilhões, resultando em um valuation potencial de US$ 63 bilhões na maturidade com base em um múltiplo de 10,5x EBITDA. Além da produção de etanol, a biomassa da “super cana” tem aplicações diversas, incluindo combustíveis sustentáveis para aviação (SAF) e alternativas ecológicas ao plástico convencional. A tecnologia desenvolvida resulta em variedades mais resistentes a pragas e secas, com produtividade superior por hectare em comparação às variedades tradicionais. As informações são do portal Brazil Journal.

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Helisson de Jesus Pelegrini gentil traz notícias do marcado imobiliária atua

A PDG Realty recebeu uma proposta de aquisição por parte da SHKP Real Estate Development, uma das maiores incorporadoras de Hong Kong, o que pode marcar o fim da trajetória da empresa no mercado brasileiro. A proposta, não vinculante, prevê a compra de todas as ações da PDG por um valor de US$ 0,017 cada, totalizando US$ 29,6 milhões (aproximadamente R$ 171,7 milhões). A SHKP vê valor nos ativos da PDG, com um grande potencial para futuros lançamentos e alinhamento com sua estratégia de internacionalização, que inclui aquisições e reestruturações de empresas em dificuldades financeiras. A PDG, que foi a maior incorporadora do Brasil em termos de lançamentos, vendas e valor de mercado entre 2010 e 2011, começou a enfrentar sérios problemas financeiros a partir de 2012. A empresa foi impactada por uma combinação de dificuldades operacionais, alta alavancagem e atrasos em obras, o que a levou a entrar com pedido de recuperação judicial em 2017. Durante esse período, tentou lançar uma nova marca, mas não conseguiu recuperar a rentabilidade. Desde então, a PDG tem lutado para se reerguer, mas não conseguiu retomar sua posição no mercado de forma significativa. No terceiro trimestre de 2024, a PDG registrou um prejuízo de R$ 274,4 milhões, o que representa uma piora de 22% em relação ao mesmo período de 2023, quando o prejuízo foi de R$ 225,7 milhões. Esse desempenho reflete a continuidade das dificuldades financeiras da empresa. Agora, a proposta de venda para a SHKP pode ser vista como uma saída para uma empresa que, apesar de ter sido um grande nome no mercado imobiliário brasileiro, não conseguiu superar seus problemas financeiros nos últimos anos. Resumo da operação:Proposta de aquisição: A SHKP, uma gigante imobiliária de Hong Kong, propôs comprar todas as ações da PDG Realty por US$ 29,6 milhões (cerca de R$ 171,7 milhões), o que resultaria no fechamento de capital da empresa. Histórico de dificuldades: A PDG foi uma das maiores incorporadoras do Brasil, mas enfrentou sérias crises financeiras a partir de 2012, incluindo problemas operacionais e atrasos em obras, o que a levou a uma recuperação judicial em 2017. Prejuízos contínuos: Em 2024, a empresa registrou um prejuízo de R$ 274,4 milhões no terceiro trimestre, piorando o resultado do ano anterior, o que evidencia a continuidade de sua crise financeira. Por : Helisson Pelegrini CEO do SmartNews é responsável pela noticias do mercado imobiliário

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A crise do setor financeiro e seus impactos imediatos no mercado imobiliário

A crise anunciada desde o início do mês, provocada pelas seguidas quebras de instituições financeiras americanas, tais como Silicon Valley Bank e Signature Bank, atingiu em cheio o coração da economia mais forte do Mundo, abalando, de forma sistêmica, a confiança dos investidores e se alastrando rapidamente para outras instituições bancárias tradicionais, tais como First Republic Bank e até na Europa onde o centenário Credit Suisse, segundo maior banco suíço e uma das 30 instituições financeiras do mundo consideradas “grandes demais para falir” encontrou o seu ocaso. Fundado em 1856, o banco agora foi comprado pelo rival e conterrâneo UBS em meio a uma negociação histórica, em um acordo mediado pelo governo suíço, deflagrando a fragilidade e os sinais de riscos que tais acontecimentos trazem para todo o sistema financeiro mundial neste momento.  A crise mundial dos bancos e os fatores de risco para economia brasileira neste momento: Selic, inflação, bolsa e dólar. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu por manter a taxa básica de juros – a Selic – em 13,75% ao ano. Foi a quinta vez seguida que o comitê decidiu pela manutenção da taxa. Assim, o patamar de juros continua no maior nível desde dezembro de 2016. A decisão foi unânime. A crise dos bancos no exterior, a piora do cenário externo e interno e a pressão inflacionária persistente, foram as principais razões que sustentaram a decisão. Em relação ao cenário interno, o comitê argumentou que “o conjunto dos indicadores mais recentes de atividade econômica indicam uma desaceleração esperada, no entanto, não suficiente para arrefecer o cenário inflacionário que ainda persiste, o que reforça a decisão pela manutenção. Assim, as projeções indicam uma tendência de que a Selic deve permanecer próxima do patamar atual, pelo menos, até o final de 2023. O dólar permanece oscilando frente às incertezas internas e externas, desde o início do mês, acumulando queda de 1,15% desde o dia 01/03 e de 2,18% em 2023, chegando a R$ 5,16 no início dessa semana, com indicativos que deverá se manter nesses patamares. Com todo esse cenário de instabilidade, o IBOVESPA continua acumulando perdas diárias, fechando em forte queda na última quinta-feira (23), com investidores acompanhando os novos episódios de tensão entre governo federal e Banco Central e repercutindo a decisão de juros no Brasil e nos Estados Unidos.  O índice vem oscilando diariamente, com melhora a partir de ontem, 28/3, quando voltou aos patamares dos 100 mil pontos. Um certo alívio, no entanto, ainda muito longe do ideal. Como fica o mercado imobiliário neste cenário de instabilidade e de riscos para os investimentos financeiros? A priori, quando se traça cenários para a economia brasileira, o setor imobiliário aparece como um dos principais balizadores dessas análises, visto que faz parte de uma das principais cadeias produtivas do País, a construção civil. Assim, tudo que impacta direta ou indiretamente esse setor, impacta a economia brasileira e vice-versa. Como já observado anteriormente, é impossível prever o desenrolar da crise atual no setor financeiro,

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Portaria regulamenta regras para Desenrola Pequenos Negócios

Lançado na última segunda-feira (22), o Desenrola Pequenos Negócios, que permitirá a renegociação de dívidas de pequenos negócios e de microempreendedores individuais (MEI), teve as regras regulamentadas nesta sexta-feira (26). O Ministério da Fazenda publicou uma portaria que define a participação dos bancos nas renegociações. Entrarão nas renegociações dívidas vencidas há mais de 90 dias na data de lançamento do programa, na última segunda. Não haverá limites para o valor da dívida nem de tempo máximo de atraso. Segundo o Ministério da Fazenda, isso incentiva a concessão de descontos mais elevados para débitos mais antigos e de valores mais altos. A versão do Desenrola para as micro e pequenas empresas é um dos quatro eixos do Programa Acredita, que pretende ampliar o acesso ao crédito e estimular a economia. Apesar de a renegociação teoricamente ter entrado em vigor na terça-feira (23), dia da publicação da medida provisória, os negócios de menor porte ainda não podiam pedir o refinanciamento porque as regras não estavam regulamentadas. A partir da publicação da portaria, as instituições financeiras podem fazer os últimos ajustes operacionais para começarem as renegociações das dívidas. A previsão é que as renegociações do Desenrola Pequenas Empresas comecem efetivamente na próxima semana. Crédito tributário O programa Desenrola Pequenos Negócios oferece incentivos tributários para que bancos e instituições financeiras renegociem dívidas de pequenas empresas. As instituições que aderirem ao programa terão direito a um crédito presumido de impostos. Não haverá custo para o governo neste ano porque a apuração do crédito presumido poderá ser realizada entre 2025 e 2029. Por meio do crédito presumido, as instituições financeiras têm direito a abater de tributos futuros prejuízos em algum trimestre. A portaria também regulamentou o cálculo desses créditos. Segundo o Ministério da Fazenda, o crédito tributário será calculado com base no menor valor entre o saldo contábil bruto das operações de crédito renegociadas e o saldo contábil dos créditos decorrentes de diferenças temporárias. As diferenças temporárias são despesas ou perdas contábeis que ainda não podem ser deduzidas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), mas que podem ser aproveitadas como crédito tributário no futuro, o que é permitido pela legislação tributária. A concessão de créditos tributários alavanca o capital dos bancos para a concessão de novos empréstimos. Esse incentivo não gera nenhum gasto para 2024, e nos próximos anos o custo máximo estimado em renúncia fiscal é muito baixo, da ordem de R$ 18 milhões em 2025, apenas R$ 3 milhões em 2026, e sem nenhum custo para o governo em 2027.

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Investimentos na cultura têm recorde; Lei Rouanet soma R$ 3 bilhões

A cultura recebeu do governo federal o maior investimento de sua história. A afirmação da ministra da Cultura, Margareth Menezes (foto), teve como mote a data de hoje: 5 de novembro, Dia Nacional da Cultura. Segundo ela, o setor tem reservados – apenas por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Incentivo à Cultura – investimento “direto e contínuo” de R$ 15 bilhões até 2027 para estados e municípios. Em pronunciamento oficial em rede nacional, ela disse, nessa segunda-feira (4), que, entre as prioridades da pasta, está o fortalecimento da diversidade cultural e o apoio aos profissionais da área. Para a ministra, a Lei Paulo Gustavo resultou em repasses de R$ 3,8 bilhões “para todos os estados e 98% dos municípios”. Essa lei tem como meta ajudar trabalhadores do setor que tenham sido afetados pela pandemia da covid-19. Margareth Menezes citou também a criação de linhas especiais de patrocínio nas periferias, na região Norte e nos territórios criativos. O ministério informou que tem priorizado “políticas públicas culturais que garantam que a cultura alcance cada canto do Brasil, por meio de programas, lançamentos, retomadas, editais e outras ações”. Geração de ações “A reativação de políticas de fomento já estabelecidas, como o incentivo fiscal da Lei Rouanet, também trouxe uma nova geração de ações. Desde sua criação em 1992, a lei tem sido uma ferramenta fundamental para o fomento da cultura. Com mais de R$ 28,5 bilhões investidos em cerca de 75 mil projetos culturais, a Rouanet tem contribuído de forma significativa para a economia e a diversidade cultural do país”, informou o Ministério da Cultura. Cerca de 4,5 mil projetos são patrocinados a cada ano por aproximadamente 4,6 mil empresas e 11 mil pessoas físicas que recebem incentivo fiscal do governo. “Apenas em 2024, o orçamento destinado aos projetos da [Lei] Rouanet é de R$ 3 bilhões. O impacto econômico total dela, desde sua implementação, foi estimado em R$ 49,8 bilhões, incluindo tanto os efeitos diretos quanto os indiretos sobre a economia brasileira, comprovando que o investimento em cultura é também um investimento em crescimento econômico sustentável”, detalhou a pasta. A inclusão da cultura no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) pretende viabilizar ainda mais o crescimento econômico e a inclusão social do país. Equipamentos culturais “Estamos construindo 250 equipamentos culturais – os CEUs da cultura – no interior e nas capitais, nas comunidades que mais precisam. E para as comunidades menores e mais afastadas, criamos equipamentos culturais itinerantes que estão rodando o Brasil”, disse a ministra. A ministra acrescentou que a economia criativa representa mais de 3% do Produto Interno Bruto (soma de todas riquezas produzidas no país) e emprega mais de 7,5 milhões de pessoas. “É na cultura que mora a alma do povo, o encantamento da vida, a liberdade de pensamento e a prática da cidadania. É também na cultura que o Brasil encontra espaço para crescer com geração de emprego e renda, justiça social e sustentabilidade ambiental”, finalizou a ministra Margareth Menezes.

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PF investiga golpes envolvendo investimentos em criptomoedas

A Polícia Federal (PF) faz, nesta quinta-feira (7), uma operação contra uma empresa de investimentos em criptomoedas e mercado Forex, suspeita de ter aplicado golpes em cerca de 10 mil investidores. A Operação Profeta cumpre um mandado de prisão preventiva e dez de busca e apreensão, nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. De acordo com a PF Federal, a empresa se apropriou indevidamente de investimentos feitos por 10 mil pessoas, em um valor de mais de R$ 260 milhões, e remeteu esse valor para o exterior, sem o conhecimento das vítimas. As investigações mostraram que a empresa tinha uma complexa estrutura para captar investidores, receber os aportes e depois enviar o dinheiro para exterior através de corretoras de criptomoedas. O alvo principal da investigação usava a religião para atrair as vítimas e cultivar sua confiança. Daí o nome da operação. Esquema criminoso De acordo com a PF, o esquema envolvia vários crimes contra o sistema financeiro nacional, como apropriação indevida de valores; negociação de títulos ou valores mobiliários sem registro prévio e sem autorização da autoridade competente; fazer operar instituição financeira sem a devida autorização; e evasão de divisas. Também são investigados os crimes de exercício de atividade de administrador de carteira no mercado de valores mobiliários sem a devida autorização; organização criminosa transnacional; e lavagem de dinheiro por meio de ativo virtual. do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, entre outros convidados.

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Regulação da Inteligência Artificial deve ser alinhada a investimentos

A regulação da inteligência artificial (IA) no Brasil foi um dos temas centrais do Fórum Brasil. O evento reuniu autoridades e empresários para discutir o impacto das novas tecnologias no país e as necessidades de regulamentação e incentivos para o setor. Entre os participantes do painel, o senador Eduardo Gomes (PL-TO), relator do projeto de regulamentação da IA no Senado. O parlamentar defendeu que a criação de um ambiente adequado para a inovação tecnológica depende não apenas de leis, mas também de políticas de incentivo e investimento direto do governo federal. Gomes argumentou que, para acompanhar o cenário global de transformação digital, o Brasil precisa de uma regulação da IA alinhada com investimentos em capacitação e apoio a startups, que possam impulsionar o desenvolvimento local. Quem mais reclama da regulação para frear investimentos é quem carece do maior investimento para desenvolver. Não adianta fazer regulação sem uma política clara do governo de investimento em capacitação e startups”, afirmou o senador, acrescentando que a regulamentação deve ser pensada de forma criativa para alinhar o Brasil aos padrões internacionais e estimular o avanço tecnológico no país. Outro ponto de destaque foi a fala de Diego Barreto, CEO do iFood, que ressaltou a importância da tecnologia digital para democratizar o acesso ao mercado e reduzir a dependência de altos investimentos de capital, uma característica dos bens físicos. Barreto explicou que a digitalização tem o potencial de equilibrar a competição global e criar oportunidades no Brasil, tornando o País um fornecedor relevante de soluções e serviços digitais. Historicamente, o mundo era feito de bens físicos, e o bem físico demanda altos volumes de investimento. A tecnologia digital, que não depende de capital, equaciona a competição global e permite que a gente crie muito mais aqui dentro e forneça muito mais ao brasileiro”, destacou. Além da regulamentação da inteligência artificial, o evento também contou com debates sobre segurança cibernética e pública, além de discussões sobre segurança jurídica. Essas temáticas refletiram as preocupações com a crescente digitalização dos negócios e a necessidade de uma proteção robusta tanto no ambiente físico quanto no digital. A abertura do encontro contou com a presença do presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, do empresário e presidente do Lide, Paulo Octávio, e do presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, entre outros convidados.

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Fundo Constitucional: conselheiro do TCDF alerta para redução de investimentos na segurança pública

O vice-presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), conselheiro André Clemente, chamou a atenção para a redução do percentual de recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) destinados à segurança pública. Durante sessão da Corte de Contas, o tema foi abordado em discurso direcionado ao presidente da Câmara Legislativa (CLDF), deputado Wellington Luiz (MDB), que esteve presente na deliberação. “O senhor, que é egresso da área de segurança pública, sabe que quem passa pela segurança pública nunca sai dela. Vive nela”, afirmou André Clemente. A fala do conselheiro ocorre em um momento de debates sobre a gestão do FCDF, responsável por financiar áreas essenciais como segurança, saúde e educação no Distrito Federal.   Durante o discurso, o conselheiro destacou a importância da paz social e da sensação de segurança como pilares para o funcionamento de um Estado e de uma sociedade organizada. Clemente apontou que o Fundo Constitucional teve um crescimento significativo em 2023, alcançando R$ 23 bilhões. Segundo ele, esse aumento foi o maior já registrado na história do FCDF, com uma expansão de R$ 6 bilhões em relação ao ano anterior. No entanto, o conselheiro ressaltou que parte desse incremento foi remanejada para áreas como saúde e educação, o que impactou o percentual destinado à segurança pública. “Durante alguns anos, os percentuais do Fundo Constitucional para a segurança pública estavam em torno de 53% ou 52%. Em 2023, esse índice caiu para 42%. É importante ficar atento se essa redução não compromete investimentos, custeio e o funcionamento dessa máquina que precisa de tantos recursos”, explicou o conselheiro. Reformas estruturais André Clemente também destacou que as diligências realizadas pelo TCDF identificaram a necessidade de reformas e melhorias estruturais nas unidades das forças de segurança do Distrito Federal, como Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Penal e Polícia Civil. “As unidades de ponta, os alojamentos dos servidores, os centros de treinamento e as instalações operacionais das cidades precisam urgentemente de reformas, construções ou expansões”, afirmou.

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Agroindústrias terão R$ 546,6 bilhões em investimentos até 2029

O governo federal apresentou nesta terça-feira (3) os investimentos que estão sendo feitos para impulsionar cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais até 2029. Os recursos somam R$ 546,6 bilhões, sendo R$ 296,3 bilhões do setor privado e R$ 250,2 bilhões em linhas de crédito do poder público. Durante cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto criando o Programa Nacional de Pesquisa e Inovação para a Agricultura Familiar e Agroecologia (PNPIAF). O objetivo é promover ações de pesquisa e inovação voltadas para a agricultura familiar, com ênfase na transição agroecológica, nos territórios, na preservação dos biomas e na sustentabilidade dos agroecossistemas. “O impulso é para uma indústria mais inovadora, depois uma indústria mais verde, uma indústria mais sustentável”, disse o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, sobre os diversos atos anunciados. Os projetos estão ligados à Missão 1 da Nova Indústria Brasil (NIB). Lançada em janeiro deste ano, a NIB é uma política industrial com seis missões relacionadas à ampliação da autonomia, transição ecológica e modernização do parque industrial. O programa foca nos setores da agroindústria, saúde, infraestrutura urbana, tecnologia da informação, bioeconomia e defesa e visa impulsionar o desenvolvimento nacional até 2033 com instrumentos como subsídios, empréstimos com juros reduzidos e ampliação de investimentos. Dos recursos públicos para a Missão 1, R$ 198,1 bilhões já foram alocados em 2023 e 2024 e R$ 52,18 bilhões estão disponíveis para até 2026. Já os valores do setor privado devem ser investidos até 2029, envolvendo 10 organizações e associações agroindustriais. Entre as prioridades da missão estão a disseminação do uso da agricultura de precisão, com estímulo à produção nacional de drones, e o adensamento da cadeia de produção de fertilizantes e biofertilizantes, para reduzir a dependência brasileira desses insumos importados. Além disso, o governo quer fortalecer a produção nacional de máquinas agrícolas e suas partes e componentes. Mais crédito A novidade anunciada hoje é que o Banco do Brasil passa a compor o Plano Mais Produção (P+P) como novo braço de financiamento da NIB, com R$ 101 bilhões. Com isso, os recursos para a política industrial alcançam R$ 507 bi em linhas de crédito. Além do Banco do Brasil, o Plano Mais Produção disponibiliza recursos por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (R$ 259 bi), Caixa (R$ 63 bi), Finep – empresa pública ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (R$ 51,6 bi), Banco do Nordeste (R$ 16,7 bi), Banco da Amazônia (R$ 14,4 bilhões) e Embrapii (R$ 1 bi). Durante o evento, o Ministério da Agricultura e Pecuária e a Petrobras assinaram acordo para fortalecer a produção e o desenvolvimento de fertilizantes e insumos para nutrição de plantas. O termo prevê a ampliação e modernização de fábricas para produção nacional de fertilizantes; capacitação de profissionais; desenvolvimento de tecnologias avançadas; aprimoramento da infraestrutura e logística; transferência de tecnologia; além do desenvolvimento rural sustentável. O Banco do Nordeste (BNB) também assinou contrato com a empresa Inpasa para o financiamento de uma nova fábrica de etanol

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Caesb encerra 2024 com investimentos e expansão do saneamento

Mesmo com o recorde de 167 dias sem chuva em 2024, a seca mais longa registrada no Distrito Federal, a população não sofreu com racionamento de água. O trabalho da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e do Governo do Distrito Federal minimizou os impactos negativos da seca e a qualidade da água fornecida pela Caesb foi considerada “ótima” ou “boa” por 86,6% dos moradores do DF. “Desde o início do governo de Ibaneis Rocha, em 2019, até hoje, a empresa destinou R$ 1 bilhão para a expansão e melhoria dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, além da modernização da infraestrutura. Até 2027, a Caesb prevê investir R$ 2,8 bilhões para atender ao crescimento populacional e à expansão urbana do DF”, explica o presidente da companhia, Luís Antônio Reis. A Caesb também investiu em cidadania. Locais como a Fazendinha, no Sol Nascente, o Córrego do Bálsamo, no Lago Norte, e o Assentamento Dorothy Stang, em Planaltina, foram atendidos pelo programa Água Legal, que constrói redes de abastecimento em comunidades carentes. Desde 2019, até novembro de 2024, a Caesb investiu pelo programa R$ 8,2 milhões em 93 comunidades, conectando 6.390 moradias e beneficiando mais de 21 mil pessoas. A Caesb ampliou a tarifa social para a população mais vulnerável do DF, e 270 mil terão o benefício. Noventa mil pessoas já eram atendidas desde 2020, com critérios definidos pela Adasa. Agora, com lei federal, o desconto de 50% beneficiará 180 mil a mais. A Caesb está à frente também do projeto de Saneamento Integrado do Bairro Santa Luzia, na Estrutural, que terá infraestrutura de rede de água, esgoto e energia elétrica e sistemas de drenagem e de coleta de lixo. Serão investidos R$ 85 milhões, com a aprovação no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Seleção). A licitação das obras será no início de 2025. Grandes investimentos Estão sendo destinados R$ 135 milhões às obras do Sistema de Abastecimento Norte. Cerca de 355 mil moradores de Sobradinho, Sobradinho II, Grande Colorado, Boa Vista, Taquari, Itapoã e Região dos Lagos serão atendidos, já a partir de junho de 2025. A Subadutora de Água Tratada Gama é outra obra importante. Serão beneficiados 340 mil habitantes em São Sebastião, Jardins Mangueiral, Jardim Botânico, Lago Sul, Paranoá e Itapoã. A rede subterrânea aliviará o Sistema Torto-Santa Maria. O investimento é de cerca de R$ 92 milhões. A conclusão é prevista para junho de 2025. Em 2024, a Caesb garantiu recursos importantes com financiamentos. A companhia assinou contrato de crédito com o Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW) de 50 milhões de euros, para investir na melhoria de estações de tratamento de esgoto, geração de energia elétrica limpa e redução de perdas. O contrato tem garantia da União e do GDF. O Senado autorizou empréstimo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) de US$ 100 milhões, que serão investidos na melhoria da infraestrutura do sistema de água e de esgoto.

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Ibovespa fecha semana em alta impulsionado por lucros de bancos e alívio na inflação

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira, 9 de maio de 2025, com leve valorização de 0,24%, atingindo 136.480 pontos. No acumulado da semana, o principal índice da bolsa brasileira avançou 1,05%, marcando a quinta semana consecutiva de ganhos — sequência que não era registrada desde 2023. Os resultados corporativos positivos, especialmente no setor bancário, deram sustentação ao desempenho da bolsa. As ações do Itaú Unibanco (ITUB4) se destacaram com alta de 5,21%, após o banco apresentar um lucro trimestral acima das estimativas. Bradesco (BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3) também contribuíram para o movimento de alta, com avanços de 0,53% e 0,34%, respectivamente. No varejo, o Assaí (ASAI3) foi o único entre os supermercadistas a apresentar valorização significativa, fechando o dia com alta de 2,87%. No segmento de small caps, os papéis da RCSL3 dispararam 27,76%, liderando os ganhos do dia, seguidos por ANIM3, que subiu 16,19%. Por outro lado, o setor aéreo apresentou fortes perdas. A Gol (GOLL4) registrou queda expressiva de 24,37% após anunciar um plano de aumento de capital de até R$ 19,25 bilhões. A Azul (AZUL4) também recuou, com desvalorização de 14,69%. No cenário macroeconômico, a divulgação do IPCA de abril trouxe otimismo aos investidores. A XP Investimentos revisou sua projeção de inflação para 2025, reduzindo-a de 6,0% para 5,7%, influenciada pela queda nos preços dos combustíveis e pela desaceleração de preços em diversos segmentos. O dólar comercial também acompanhou o movimento positivo e encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 5,65. Os juros futuros recuaram, refletindo as expectativas mais positivas quanto à inflação e à saúde financeira das empresas brasileiras. Com o desempenho desta semana, o Ibovespa acumula valorização de 13,46% em 2025, mantendo trajetória ascendente diante de um ambiente mais favorável aos negócios e à confiança dos investidores.

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Conexão Imob Brasília promete ser o maior evento do mercado imobiliário do Centro-Oeste em 2025

No dia 21 de junho, Brasília será palco de uma verdadeira revolução no setor imobiliário. O Conexão Imob Brasil chega à capital federal com sua edição mais aguardada: Conexão Imob Brasília, um evento que vai reunir as maiores autoridades e especialistas do mercado imobiliário, financeiro, jurídico e de alta performance do país. Local: Hípica Hall – Brasília/DFHorário: Das 9h às 20h Mais do que um evento, o Conexão Imob é um movimento que transforma conhecimento em ação, networking em parceria e ideias em grandes negócios. Serão mais de R$ 1 trilhão em VGV representado pelos palestrantes, além de décadas de experiência compartilhada em um só dia. Temas em destaque:• Home Equity• Incorporação Imobiliária• Consórcios• Fintechs e crédito estruturado• Plano Empresário• Alta Performance e Desenvolvimento Pessoal• Mercado Financeiro• Lançamentos Imobiliários• E muito mais! Presenças confirmadas:• Luiz Domingues – Ex-diretor da Cyrela e da Casheme, com ampla visão sobre grandes empreendimentos• Magally Aleixo – Diretora da CashMe, referência em crédito estruturado e inovação financeira• Filipe Carbonar – Sócio da Monte Bravo e ex-superintendente do Santander• Jullian Fischer – CEO da Exatus Marine, especialista em incorporação de alto padrão• Helisson Pelegrini – Especialista em Home Equity, lançamentos e estratégias de crédito imobiliário• Pedro Galiza – Coach de campeões mundiais, autoridade em alta performance e mindset de elite• Carlos Casagrande – Ator, empresário e palestrante, especialista em imagem e posicionamento• Letícia Moschioni – Líder em fintechs, com mais de 300 fintech entregues• Silvana – Fundadora do movimento internacional Mulheres de Legado• Dra. Fernanda Fenerichi – Especialista em Direito Imobiliário e regularização de imóveis• Cleber Depieri e Arthur Depieri – Referências nacionais em paisagismo de alto padrão• César Durão – Sócio da Terral Incorporadora• Sérgio Bautzer – Delegado da Polícia Civil, referência curso para delegado .• Mari Hilário – CEO do canal Dicas Noroeste, influenciadora regional e voz ativa no mercado E ainda: atrações surpresas e momentos exclusivos que vão marcar a trajetória de quem participa. Por que você deve estar no Conexão Imob Brasília? Porque é o maior encontro do setor imobiliário do Centro-Oeste, feito para quem quer se destacar, criar conexões estratégicas e impulsionar resultados. Seja você corretor, investidor, advogado, arquiteto, gestor, empreendedor ou entusiasta do mercado, este é o seu lugar. Prepare-se para um dia de transformação, aprendizado e grandes negócios. Garanta sua vaga. Viva a nova era do mercado imobiliário.

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“Surfe Clube na Praia”: R2 lançará complexo com piscina de ondas em Brasília

A capital federal vai ganhar um novo ponto de encontro que une esporte, lazer e sofisticação. A R2 Produções anunciou oficialmente o lançamento do Surfe Clube na Praia, um complexo inovador que contará com uma piscina de ondas artificiais, inspirado nos melhores centros de surfe urbano do mundo. Localizado próximo à orla do Lago Paranoá, o projeto promete transformar a experiência dos amantes do surfe e de quem busca um espaço completo para relaxar e se conectar com a natureza. A estrutura vai reunir tecnologia de ponta para simular ondas ideais para diferentes níveis de prática, além de uma área voltada para gastronomia, convivência e eventos culturais. Segundo os idealizadores, o objetivo é criar um ambiente democrático e acessível, que incentive o bem-estar por meio da prática esportiva e do contato com o estilo de vida praiano — mesmo a quilômetros do litoral. Além da piscina de ondas, o complexo também deverá oferecer aulas, eventos de surfe, espaço para shows e experiências imersivas voltadas para o público jovem e famílias. A previsão de inauguração está prevista para os próximos anos, consolidando Brasília como uma cidade que inova também em entretenimento e qualidade de vida.

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Senna Tower: um novo marco para o mercado imobiliário de alto padrão

A Senna Tower representa uma nova fase no mercado imobiliário de luxo no Brasil — um projeto que nasce com a ousadia de se tornar referência em design, inovação, tecnologia e valorização. Mas, para entender a grandeza desse empreendimento, é essencial conhecer quem está por trás: a FG Empreendimentos uma das maiores e mais respeitadas incorporadoras do país. FG Empreendimentos: uma trajetória de excelência Fundada há mais de duas décadas, a FG Empreendimentos consolidou-se como símbolo de luxo, inovação e credibilidade. Com sede em Balneário Camboriú, a incorporadora é reconhecida nacional e internacionalmente por entregar empreendimentos de altíssimo padrão, com qualidade construtiva impecável e localização privilegiada. A FG é responsável por verdadeiros ícones da arquitetura brasileira, incluindo alguns dos edifícios mais altos da América Latina. Mais do que altura, seus projetos impressionam pela elegância, acabamento, tecnologia e, principalmente, pela capacidade de antecipar tendências e elevar o padrão de morar no Brasil. Com uma visão arrojada e foco na experiência do cliente, a empresa se tornou referência absoluta no setor, atraindo investidores de todo o país e clientes que buscam exclusividade, segurança e sofisticação. Senna Tower: o futuro da moradia inteligente e sofisticada Com todo esse know-how da FG por trás, a Senna Tower chega ao mercado com uma proposta ousada: ser mais do que um empreendimento de alto padrão ser um símbolo de evolução urbana. Destaques da Senna Tower: Para quem é a Senna Tower? É para o investidor que sabe reconhecer oportunidades.Para o cliente que busca exclusividade, sofisticação e qualidade de vida.Para quem entende que imóvel de alto padrão é mais do que moradia é posicionamento, segurança e valorização patrimonial. Como especialista com 19 anos no mercado imobiliário, afirmo com total convicção:Quando a FG lança um projeto, o mercado para e observa.E a Senna Tower é, sem dúvida, um dos empreendimentos mais promissores da década. Se você deseja alcançar um novo nível no setor, seja como investidor ou como profissional, eu posso te mostrar o caminho. Helisson Pelegrini, especialista do mercado imobiliário e colunista da SmartNews

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Reserva Jardim Botânico: novo bairro planejado de Brasília une natureza, modernidade e sofisticação

Brasília se prepara para receber um dos projetos urbanísticos mais promissores da atualidade: o Reserva Jardim Botânico, um novo bairro planejado que propõe o equilíbrio entre qualidade de vida, sustentabilidade e inovação. Situado em uma localização privilegiada, o empreendimento aposta na integração com a natureza e em uma infraestrutura completa para atrair moradores em busca de bem-estar e sofisticação. O projeto foi concebido com foco em acessibilidade, segurança e urbanismo inteligente, respeitando os contornos naturais da região e promovendo um estilo de vida mais saudável. Áreas verdes, ciclovias, espaços de convivência e ruas arborizadas são apenas algumas das características que definem o novo bairro. Além de priorizar o contato com o meio ambiente, o Reserva Jardim Botânico também oferece um planejamento urbano voltado para a comodidade dos futuros moradores, com loteamentos organizados, rede de serviços essenciais e uma proposta arquitetônica moderna, sem perder o charme da vida mais tranquila e conectada com a natureza. Com previsão de forte valorização imobiliária nos próximos anos, o novo bairro também se destaca como uma excelente oportunidade para investidores atentos às transformações da capital federal. A iniciativa reafirma a tendência de cidades mais verdes, humanas e funcionais, alinhadas às demandas contemporâneas de moradia.

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Financiar um segundo imóvel? Sim, é possível — mas com algumas exigências

A aquisição de um segundo imóvel por meio de financiamento bancário é totalmente possível no Brasil, desde que o comprador atenda a critérios específicos exigidos pelas instituições financeiras. Com o mercado imobiliário em constante movimento, cresce o número de pessoas que buscam investir em uma segunda propriedade, seja para lazer, moradia futura ou geração de renda com aluguel. O ponto de partida para a aprovação é a capacidade de pagamento do comprador. Os bancos costumam comprometer no máximo 30% da renda mensal familiar com a parcela do financiamento — considerando também outras dívidas já existentes. Assim, se o primeiro imóvel ainda estiver sendo pago, a análise será mais criteriosa. Outro fator determinante é a origem dos recursos. Financiamentos com uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), por exemplo, têm regras mais rígidas e geralmente não se aplicam à compra de um segundo imóvel. Nesse caso, o financiamento precisa ser feito com recursos livres, o que pode implicar em juros maiores. Além disso, a modalidade de crédito pode variar conforme o perfil do comprador e o objetivo da nova aquisição. Imóveis para investimento ou veraneio, por exemplo, podem ser vistos como mais arriscados por algumas instituições, o que pode impactar as condições oferecidas. Especialistas recomendam planejamento financeiro e simulações prévias em diferentes bancos antes de fechar negócio. Manter um bom histórico de crédito, renda estável e reservas para entrada e custos extras são passos fundamentais para garantir a aprovação sem surpresas. A boa notícia é que, com organização e estratégia, financiar um segundo imóvel é uma alternativa viável — e pode ser um caminho interessante para diversificar o patrimônio ou garantir uma renda extra no futuro.

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Verticalização avança: duas torres de 60 andares devem transformar paisagem na Rebouças, em São Paulo

O mercado imobiliário de São Paulo caminha para mais um marco da verticalização urbana. Após um processo de incorporação envolvendo cerca de 30 imóveis residenciais, a Avenida Rebouças, uma das mais movimentadas da capital, deverá receber duas torres residenciais de 60 andares. O projeto é considerado um dos mais ambiciosos já previstos para a região. O empreendimento ocupará um quarteirão inteiro, atualmente composto por casas térreas e sobrados antigos. A transformação é liderada por uma incorporadora de grande porte, que conduziu negociações diretas com os proprietários ao longo dos últimos meses. Com a aprovação da Prefeitura ainda pendente, a expectativa é que as novas torres ofereçam mais de 400 unidades residenciais, com foco em um público de médio e alto padrão. A localização estratégica, próxima a estações de metrô, corredores de ônibus e centros comerciais, é um atrativo para quem busca mobilidade e valorização patrimonial. Especialistas em urbanismo apontam que esse tipo de projeto reflete a tendência de adensamento habitacional nas áreas centrais da cidade, visando combater a expansão horizontal e o uso pouco eficiente do solo urbano. Além da mudança na paisagem, o novo complexo promete trazer benefícios para a região, como melhorias na infraestrutura urbana e requalificação do entorno — ainda que, paralelamente, levante discussões sobre gentrificação e a preservação da memória local.

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Águas Claras: A Manhattan Brasiliense e a Volta da Construtora FAENGE

Águas Claras, a região administrativa com maior verticalização do Distrito Federal se consolidou como um dos principais polos de desenvolvimento urbano e imobiliário nos últimos anos. A característica de possuir grande volume de edifícios lhe rendeu o apelido de Manhattan, em alusão ao famoso bairro de Nova Iorque. Com infraestrutura moderna, localização estratégica, fácil acesso ao metrô, tendo um dos maiores parques da capital, logo conquistou um perfil de moradores exigente e atentos às tendências do mercado, e para atende-los o bairro atraiu atenção de grandes construtoras — e entre elas, um nome se destacou: a FAENGE. Helisson Pelegrini, especialista em mercado imobiliário e referência no segmento, destaca que a Faenge foi responsável por empreendimentos marcantes entre 2006 e 2015, período em que Águas Claras começava a despontar como uma das áreas mais promissoras do DF. “Naquela época, enxergamos o potencial de Águas Claras não apenas como uma expansão urbana, mas como um novo estilo de vida. Criamos empreendimentos que entregavam qualidade, design e conforto — elementos que o morador moderno buscava”, explica Leonardo Ávila. Entre os projetos lançados e entregues pela FAENGE no período, destacam-se edifícios que rapidamente se tornaram referência em padrão de construção e valorização, mudando a paisagem da cidade, como SMART RESIDENCE , PARK STYLE MALL & RESIDENCE , VISTA SHOPPING , SOFFISTICATO LOFTS & LIVING , PLAZA MALL & OFFICE ,MAX Home & Mall, Concept Boutique Residence, dentre os muitos cases de sucesso que marcam a trajetória da Faenge.Eu, Helisson Pelegrini, participei de todos esses lançamentos na época. O bairro se tornou sinônimo de qualidade de vida e investimento seguro.O DNA da Faenge, baseado em inovação, solidez e compromisso com o cliente, foi essencial para o sucesso das entregas. Ao completar seus 25 anos, e alguns anos atuando no Noroeste e Park Sul, onde realizou mais de 12 novos empreendimentos, a Faenge anuncia seu retorno a Águas Claras, onde foi responsável pela entrega de mais de 3 mil imóveis. O retorno será grande, e que abrigará apartamentos de 2, 3 ou 4 quartos, num terreno de 10600 m2, um dos maiores de Águas Claras, com grandes diferenciais que ainda serão divulgados ao mercado.Para Helisson Pelegrini, a volta representa não apenas uma continuação, mas uma evolução. “O momento é ideal. Águas Claras amadureceu, e com ela, o olhar do consumidor. Hoje, ele busca tecnologia, sustentabilidade, praticidade, áreas de convivência, área verde, conforto e bem-estar. Estamos preparados para entregar empreendimentos que não apenas atendem, mas superam essas expectativas.” Destacou Leonardo Avila. A valorização do bairro é notável: segundo dados de mercado, imóveis na região apresentaram valorização superior a 100 por cento na última década, e com projeções ainda mais otimistas para os próximos anos. Para Helisson Pelegrini especialista em lançamento e que acompanha isso na prática desde 2006, essa valorização é resultado de um ciclo virtuoso. “Quem investiu lá atrás colhe os frutos hoje. E quem investir agora, vai estar à frente da curva. Águas Claras ainda tem muito a oferecer. E a Faenge volta para fazer

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BTG Pactual ofereceu R$ 1 pelo Banco Master em negociação estratégica

O BTG Pactual, um dos maiores bancos de investimento da América Latina, apresentou uma oferta simbólica de R$ 1 pelo Banco Master. A proposta inusitada faz parte de uma estratégia financeira comum em operações de aquisição, onde a instituição compradora assume os passivos da empresa adquirida, apostando em sua reestruturação e valorização futura. A movimentação reforça a posição do BTG Pactual como um dos principais agentes do setor bancário, consolidando sua estratégia de expansão e diversificação de ativos. Apesar do valor simbólico da transação, a aquisição envolve um compromisso significativo com as obrigações financeiras e operacionais do Banco Master, o que representa tanto desafios quanto oportunidades para o grupo. Especialistas avaliam que a transação pode ser um marco importante no setor, demonstrando a disposição do BTG em assumir riscos estratégicos para ampliar sua participação de mercado. O desfecho da negociação ainda depende da análise dos órgãos reguladores e das condições impostas para a finalização do negócio. O mercado segue atento aos próximos passos da operação, que pode redefinir o posicionamento do Banco Master no cenário financeiro brasileiro e abrir novas perspectivas para sua recuperação e crescimento sob a gestão do BTG Pactual.

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Porto Belo: A Nova Sensação do Mercado Imobiliário Catarinense em 2025

Em 2025, Porto Belo, localizada na deslumbrante Costa Esmeralda, superou gigantes como Balneário Camboriú e Itapema, consolidando-se como o destino mais promissor do mercado imobiliário catarinense. A cidade se destaca com números impressionantes: 10.912 unidades lançadas, 9.107 unidades vendidas e um valor geral de vendas (VGV) de R$ 11,45 bilhões lançados e R$ 10,21 bilhões vendidos. Com esses resultados expressivos, Porto Belo conseguiu superar Itapema, que dominava o setor há anos. No entanto, Itapema ainda se mantém à frente no volume de novos empreendimentos lançados (102 contra 91 de Porto Belo) e na oferta final de unidades (8.117 contra 7.020). O crescimento de Porto Belo reflete uma transformação acelerada da cidade em um dos maiores polos imobiliários de Santa Catarina. Esse avanço é um reflexo de diversos fatores, como a qualidade da infraestrutura e a crescente demanda por imóveis de alto padrão. Contudo, um elemento fundamental por trás desse sucesso é a contribuição de especialistas como Helisson Pelegrini, um dos nomes mais respeitados e experientes do setor. Com uma trajetória sólida desde 2007, quando iniciou seus lançamentos imobiliários em Brasília, Pelegrini acumula a marca de mais de 239 empreendimentos lançados e é peça-chave no direcionamento de projetos inovadores que estão transformando o cenário imobiliário de Porto Belo. A expertise de Helisson Pelegrini, combinada com sua visão estratégica e profundo conhecimento do mercado, tem sido essencial para o sucesso de muitos dos novos empreendimentos da cidade. Pelegrini não apenas traz a sua experiência de mais de uma década no setor, mas também um olhar atento às tendências de mercado e às necessidades de um público crescente, cada vez mais exigente e em busca de qualidade e sofisticação. As Cidades de SC com Mais Imóveis Lançados em 2024 O crescimento de Porto Belo é um reflexo de uma tendência que se consolidou em Santa Catarina: o mercado imobiliário segue em plena ascensão. Cidades como Balneário Camboriú, Itapema e Porto Belo lideram o lançamento de novos empreendimentos, atendendo a uma demanda crescente por imóveis de alto padrão e infraestrutura de qualidade. Com o apoio de profissionais renomados como Helisson Pelegrini, o mercado catarinense se fortalece a cada dia. Porto Belo, por sua vez, se destaca como a grande promessa para os próximos anos, com um futuro brilhante no setor imobiliário. Helisson pelegrini

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Atraso na Infraestrutura do Noroeste – Brasília: Um Desafio Que Comprometeu o Crescimento do Bairro Sonhado

O Noroeste de Brasília, planejado desde 2008, surgiu com a promessa de ser um bairro modelo, com infraestrutura moderna, áreas residenciais e comerciais em uma região previamente desocupada da capital federal. O projeto visava atender à crescente demanda por moradia, sem comprometer a preservação da identidade arquitetônica e urbanística de Brasília, planejada por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. A proposta para o Noroeste era criar um ambiente que equilibrasse modernidade, sustentabilidade e qualidade de vida, com ruas largas, áreas verdes, espaços de lazer e comércio local. Este bairro foi visto como uma das grandes iniciativas para expandir o desenvolvimento urbano de Brasília, mantendo o caráter planejado da cidade e oferecendo infraestrutura adequada para seus moradores. No entanto, o que parecia ser um sonho se transformou em um grande desafio devido ao atraso na execução de sua infraestrutura. Desde os primeiros lançamentos imobiliários em 2009, a promessa de infraestrutura de qualidade foi um dos maiores atrativos para investidores e compradores. Contudo, passados 16 anos, a realidade é bem diferente: o Noroeste ainda enfrenta sérios problemas relacionados à entrega de serviços essenciais, com destaque para a falta de um estoque adequado de imóveis e a grande quantidade de obras inacabadas. De acordo com Helisson Pelegrini, especialista no mercado imobiliário local, o ritmo lento na conclusão das obras de infraestrutura essenciais – como pavimentação, iluminação pública e a construção de centros comerciais – tem gerado um descompasso no desenvolvimento do bairro. “A população cresceu, mas o bairro ainda enfrenta desafios significativos, principalmente no que diz respeito ao transporte público, à conexão com outras regiões da cidade e à quantidade de obras ainda em andamento”, afirma Pelegrini. Embora a qualidade de vida no Noroeste ainda seja considerada uma das melhores de Brasília, os moradores enfrentam dificuldades diárias em função do atraso na implementação de serviços que estavam previstos desde o início. A limitação do estoque de imóveis é um exemplo claro: muitos empreendimentos não foram lançados ou foram adiados por causa da falta de infraestrutura básica, como vias adequadas e acessibilidade. Isso gerou frustração tanto para investidores quanto para aqueles que desejavam morar em um bairro pronto e bem estruturado. Em resposta, muitos investidores têm buscado alternativas em bairros mais consolidados, onde a infraestrutura já está em funcionamento. O impacto desses atrasos também afetou diretamente o mercado imobiliário, criando um ambiente de incertezas. Diversos empreendimentos planejados foram temporariamente suspensos, enquanto outros optaram por investir em regiões da cidade que já oferecem uma estrutura mais robusta e uma maior demanda por imóveis. No entanto, sinais de recuperação começam a aparecer. O especialista observa que, pressionado pela cobrança de moradores e empresários, o poder público tem começado a acelerar os processos de infraestrutura, com a previsão de novas obras nos próximos anos, incluindo melhorias no transporte público e a finalização das áreas comerciais, fundamentais para dinamizar o bairro. “O Noroeste tem um grande potencial, mas para que se realize plenamente, é essencial que a infraestrutura seja concluída de forma eficaz e sem novos atrasos”, conclui Pelegrini.

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TJGO: Banco é condenado a indenizar após busca e apreensão ilegal de veículo motivada por cláusula abusiva

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), por meio de sua 8ª Câmara Cível, reformou decisão de primeira instância e julgou improcedente ação de busca e apreensão movida pelo banco Bradesco, em razão da constatação de cláusula abusiva no contrato de financiamento que descaracterizou a mora do consumidor. A decisão colegiada foi unânime e determinou a restituição integral do valor do veículo. A parte requerida foi representada pela advogada Fernanda Fenerichi (@fefenerichi), sócia proprietária do escritório @fenerichi.associados, que sustentou a abusividade da capitalização diária de juros, a falta de transparência contratual, a nulidade das cláusulas impugnadas, a descaracterização da mora e a ilegalidade da apreensão do bem. A atuação foi decisiva para a reversão da liminar anteriormente deferida em favor da instituição financeira e para a responsabilização judicial do banco pelas medidas adotadas. Entenda o caso A demanda foi ajuizada pelo banco após a inadimplência de parcelas do financiamento de um veículo FORD TERRITORY, adquirido por meio de contrato firmado no valor deR$ 180.000,00, com pagamento em 48 parcelas mensais de R$ 5.693,00. Inicialmente, o juízo acolheu o pedido liminar da parte autora e autorizou a busca e apreensão do automóvel, fundamentando-se no Decreto-Lei 911/69 e na prova da mora contratual. Entretanto, a defesa do consumidor apontou que o contrato previa a capitalização diária de juros remuneratórios sem a devida clareza quanto à taxa efetivamente aplicada. Esse vício contratual foi considerado grave o suficiente para afastar a mora, mesmo sem o depósito do valor incontroverso da dívida, conforme jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Fundamentos da decisãoAo julgar o recurso, a 8ª Câmara Cível, entendeu que a cláusula de capitalização diária de juros, sem a devida transparência, violou o princípio da informação, previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC), e caracterizou abusividade contratual. Conforme destacou a relatora, desembargadora Juliana Pereira Diniz Prudente, “como na avença não há informação acerca da taxa diária de juros, resta caracterizada, pois, a abusividade da cláusula contratual relativa à capitalização diária.” Diante disso, a decisão liminar de primeira instância foi revogada, a ação foi julgada improcedente e o banco foi condenado a devolver o veículo apreendido ao consumidor ou, na impossibilidade de devolução, a indenizá-lo em espécie com base no valor integral do bem. Considerações finaisA decisão representa importante precedente no controle da legalidade contratual em financiamentos garantidos por alienação fiduciária, especialmente quanto à transparência dos encargos financeiros e à responsabilidade das instituições financeiras por práticas abusivas. O caso também reforça a proteção ao consumidor e o papel do Judiciário na reparação de medidas extrajudiciais executadas à margem dos limites legais.A atuação da advogada Fernanda Fenerichi foi determinante para a obtenção da reversão da liminar e o reconhecimento da ilicitude na conduta da instituição financeira.

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Superobras em Itajaí Podem Impulsionar a Valorização Imobiliária na Região

Itajaí, no litoral de Santa Catarina, está passando por uma série de transformações urbanísticas que prometem alavancar ainda mais a valorização imobiliária da região. Com a execução de quatro grandes superobras, a cidade está se preparando para um futuro de desenvolvimento acelerado, atraindo tanto investidores quanto novos moradores em busca de uma qualidade de vida aprimorada e infraestrutura de ponta. Essas obras estratégicas têm o objetivo de melhorar a mobilidade urbana, ampliar o acesso a áreas comerciais e residenciais e fortalecer a economia local. Dentre os projetos, destacam-se a construção de novos centros de logística, melhorias nos acessos à cidade, a criação de áreas de lazer e espaços urbanos que promovem o bem-estar da população. Um dos projetos mais esperados é a expansão do Porto de Itajaí, que, ao aumentar sua capacidade e otimizar sua infraestrutura, deve atrair um volume maior de negócios e consequentemente impulsionar a demanda por imóveis comerciais e residenciais. A proximidade de áreas de carga e logística torna a cidade ainda mais atraente para empresas do setor. Além disso, melhorias nas vias urbanas, como a construção de novos viadutos e corredores de transporte público, têm sido pensadas para dar mais fluidez ao tráfego, essencial para quem reside e trabalha em Itajaí. Esses avanços em mobilidade devem não só tornar o cotidiano mais prático, mas também gerar uma maior procura por imóveis próximos a centros comerciais e áreas de serviços. Em termos de infraestrutura, o município ainda investe na criação de novas áreas de lazer, como parques e praças, buscando integrar as zonas residenciais a espaços públicos que incentivem a convivência e o bem-estar. A presença desses espaços pode ser um fator importante para a atração de famílias e profissionais, interessados na qualidade de vida que a cidade oferece. Com esses novos empreendimentos e melhorias, Itajaí se posiciona como um dos destinos mais promissores do mercado imobiliário catarinense. Especialistas apontam que a valorização dos imóveis nos próximos anos será substancial, tanto em áreas comerciais quanto residenciais, tornando a cidade uma excelente opção para quem busca investir no setor. As superobras, portanto, representam um marco para Itajaí, não apenas em termos de infraestrutura, mas também como um vetor de crescimento para o mercado imobiliário. A cidade está se consolidando como um polo econômico regional, com um futuro promissor para investidores e novos residentes. Helisson Pelegrini

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Grand Concorrerá a um dos Maiores Prêmios do Mercado Imobiliário Mundial em Dubai

A Grand, uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil, está prestes a disputar um dos prêmios mais prestigiados do setor imobiliário mundial, no Dubai Property Awards 2025. O evento, que reconhece a excelência em projetos imobiliários, é um marco importante para empresas do setor e atrai a atenção global para as inovações e qualidade nas construções. A premiação, conhecida por sua seletividade e rigor, será realizada em Dubai, um dos maiores centros de negócios do Oriente Médio, reconhecido por sua arquitetura de ponta e projetos imobiliários audaciosos. A Grand concorrerá nas categorias de “Melhor Projeto Residencial” e “Melhor Empreendimento de Luxo”, áreas nas quais tem se destacado com empreendimentos exclusivos e de alto padrão no mercado brasileiro. O Impacto no Mercado Imobiliário Brasileiro Estar entre os finalistas do Dubai Property Awards não só coloca a Grand em evidência internacional, mas também reforça a força do mercado imobiliário brasileiro no cenário global. A competição com empresas de renome mundial será uma vitrine para o potencial inovador e a alta qualidade da construção brasileira, que vem ganhando destaque com o crescente interesse de investidores estrangeiros. Características dos Projetos da Grand Os empreendimentos da Grand se destacam pela sofisticação, design inovador e integração com as necessidades e desejos do público de alto padrão. A empresa é conhecida por suas construções que não apenas atendem aos mais altos padrões de qualidade, mas também se integram perfeitamente ao contexto urbano, oferecendo uma experiência única aos seus clientes. O reconhecimento no Dubai Property Awards representa uma conquista significativa para a Grand e evidencia seu compromisso em elevar os padrões do setor imobiliário brasileiro para o cenário internacional. A cerimônia de premiação ocorrerá em novembro de 2025 e será acompanhada por líderes do setor imobiliário, investidores e arquitetos de renome mundial. O prêmio é um selo de qualidade e excelência, conferindo à Grand o reconhecimento de sua contribuição para o mercado global. Conclusão Com este feito, a Grand não apenas solidifica sua posição no mercado brasileiro, mas também expande sua presença internacionalmente, projetando-se como uma das grandes referências do mercado imobiliário de luxo. O evento em Dubai promete ser uma oportunidade única de fortalecer a marca e celebrar a inovação e a qualidade que caracterizam os empreendimentos da empresa.

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Vendas de Imóveis de Luxo em Porto Alegre Superam Média do Mercado e Indicam Crescimento no Setor

Em Porto Alegre, as vendas de imóveis de luxo têm demonstrado um desempenho impressionante, crescendo em um ritmo muito superior à média do mercado imobiliário. De acordo com dados recentes, o segmento de imóveis de alto padrão experimentou uma alta significativa, dobrando a média de crescimento das vendas observadas em outros setores do mercado local. Este aumento no mercado de imóveis de luxo reflete uma série de fatores econômicos e sociais, como a recuperação da confiança do consumidor e o aumento da demanda por propriedades de alto padrão. Investidores e compradores estão cada vez mais atraídos por locais exclusivos e infraestrutura sofisticada, com destaque para bairros nobres e condomínios com ampla gama de serviços e comodidades. O interesse por imóveis de luxo também pode ser atribuído à mudança no perfil do comprador, que agora busca mais do que uma simples residência. A crescente valorização do conforto, segurança e acessibilidade em áreas privilegiadas tem sido um dos principais motores desse crescimento. Além disso, o ambiente de taxas de juros mais acessíveis e a estabilização da economia local também contribuem para esse cenário positivo. Especialistas apontam que a tendência de crescimento nas vendas de imóveis de luxo é uma resposta à busca por investimentos mais sólidos e seguros, especialmente em tempos de incerteza econômica. O mercado imobiliário de Porto Alegre tem demonstrado uma resiliência notável, e os imóveis de luxo continuam sendo uma opção de destaque para aqueles que buscam uma combinação de qualidade de vida e rentabilidade. Esse aquecimento do setor de imóveis de luxo também representa uma oportunidade de fortalecimento para o mercado local, atraindo investidores e incentivando o desenvolvimento de novos empreendimentos que atendem a essa demanda crescente. Em resumo, as vendas de imóveis de luxo em Porto Alegre estão prosperando, refletindo tanto uma adaptação às novas necessidades dos consumidores quanto uma tendência positiva para o mercado imobiliário como um todo. Helisson Pelegrini

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Ações do BRB disparam após anúncio de compra do Banco Master

As ações do Banco de Brasília (BRB) (BSLI3) registraram uma forte alta no mercado financeiro após o anúncio da aquisição do Banco Master. A operação, que marca um movimento estratégico de expansão do BRB, foi bem recebida pelos investidores e impulsionou o valor dos papéis na Bolsa. O mercado reagiu positivamente à transação, enxergando a aquisição como uma oportunidade para o BRB fortalecer sua presença no setor bancário, diversificando seus serviços e ampliando sua base de clientes. Com o movimento, o banco reforça sua estratégia de crescimento, mirando novos segmentos e fortalecendo sua atuação nacional. A compra do Banco Master representa um passo significativo para o BRB, consolidando sua posição como uma instituição financeira em expansão e alinhada às novas dinâmicas do setor bancário brasileiro. O mercado seguirá acompanhando os desdobramentos da negociação e seus impactos no desempenho financeiro do banco nos próximos trimestres.

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Encontro de Líderes para Grandes Negócios

Helisson Pelegrini, CEO e fundador do Smartbankbr e Ion Bank, esteve na Monte Bravo Corretora nas últimas quinta-feira, 27/03, e sexta-feira, 28/03, apresentando projetos bilionários de incorporação imobiliária em Porto Belo e Itapema, em Santa Catarina. Ele foi recebido por seu amigo Filipe Portella, cofundador e CEO da Monte Bravo Corretora, uma empresa que atualmente atende mais de 30 mil clientes e administra R$ 40 bilhões sob custódia. Desde que o conheci, Filipe sempre demonstrou uma humildade e disciplina excepcionais, características que o tornam um líder admirável. Parabéns, Filipe, por ser uma pessoa de grande sabedoria e generosidade, cuja liderança inspira todos ao seu redor. “Conheço o Portella desde 2022, quando fui apresentado pelo meu amigo e sócio da Monte Bravo, Felipe Carbona. Naquela oportunidade, tivemos várias rodadas de apresentação do modelo de negócios da Monte Bravo para grandes incorporadores de Brasília, como Paulo Octávio, Leonardo Ávila da Faenge, Rodrigo Nogueira da Ecap e Júnior Nicodemos do Grupo Venâncio. O crescimento da Monte Bravo nos inspira pela agilidade nos processos e pela constante evolução da empresa. Nesse contexto, o SmartbankBR e o Ion Bank estão sempre em busca de levar novas oportunidades para a Monte Bravo avaliar.” “Atualmente, temos em nossa esteira para aprovação crédito de aproximadamente 3,5 bilhões para apoiar a produção de obras junto as construtoras aonde prestamos consultoria em captação de crédito além de 1,5 bilhões destinados à securitização de crédito. Estamos sempre em busca dos melhores parceiros no mercado, e a Monte Bravo se destaca como uma grande parceria.”

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GDF aprova novo bairro em Sobradinho com previsão para mais de 118 mil moradores

O Governo do Distrito Federal (GDF) deu aval para a criação do bairro Urbitá, localizado na região de Sobradinho. O projeto, que será implantado em uma área de 1,6 mil hectares da Fazenda Paranoazinho, prevê a construção de moradias para mais de 118 mil pessoas ao longo dos próximos 40 anos. A proposta urbanística, de iniciativa privada, foi aprovada pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) e publicada no Diário Oficial. Dos 922 hectares pertencentes à Urbanizadora Paranoazinho, 387 hectares foram destinados às novas edificações. Planejamento para evitar cidade-dormitório Uma das principais preocupações do GDF é garantir que o novo bairro não se transforme em uma “cidade-dormitório”. Para isso, a fase inicial do empreendimento priorizará a construção de serviços essenciais, como educação, comércio e saúde, antes da ampliação das moradias. “Nosso objetivo é iniciar a ocupação do bairro com infraestrutura que atenda às necessidades da população local, evitando sobrecarga viária e garantindo um desenvolvimento ordenado”, destacou o secretário de Gestão do Território e Habitação. A localização do Urbitá, às margens da BR-020, levanta preocupações sobre o impacto no trânsito, já que a região enfrenta congestionamentos diários. Para mitigar esse problema, estão previstas obras viárias e um terminal intermodal para integração de ônibus e BRT. Estrutura e inovação O projeto urbanístico do Urbitá segue conceitos modernos de sustentabilidade e mobilidade urbana. O bairro contará com: Infraestrutura verde: mais de 3 milhões de metros quadrados de parques e espaços de convivência; Edificações integradas: prédios de até 10 andares, sem grades ou cercas, promovendo maior interação com o espaço público; Equipamentos públicos essenciais: escolas, centros de saúde e comércios estruturados para atender a demanda da população; Soluções ambientais: estação de tratamento de esgoto e dois reservatórios de água de 500 m³ para garantir o abastecimento. Desafios e preocupações Apesar da promessa de desenvolvimento planejado, especialistas e moradores da região manifestam preocupação com a integração do projeto ao Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e ao Zoneamento Ecológico-Econômico. Segundo urbanistas, o impacto do bairro sobre os recursos hídricos e o trânsito deve ser acompanhado de perto. A primeira etapa do Urbitá, já aprovada pelo Conplan, deve atender inicialmente 11 mil pessoas. Os próximos passos envolvem a implantação das infraestruturas essenciais antes do avanço das construções residenciais, garantindo que o bairro cresça de forma organizada e com qualidade de vida para os futuros moradores.

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Imposto de Renda 2025: Declaração começa em 17 de março e vai até 30 de maio

Receita Federal divulga regras e calendário de restituições A Receita Federal anunciou as regras para a declaração do Imposto de Renda 2025 (ano-base 2024). O prazo para a entrega inicia em 17 de março e se estende até 30 de maio. Quem não cumprir o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Novidades e calendário 📌 O programa para preenchimento do Imposto de Renda 2025 estará disponível para download a partir de 13 de março.📌 A Receita estima receber 46,2 milhões de declarações, um aumento em relação aos 42,4 milhões do ano anterior.📌 O calendário de restituições começa em 30 de maio.📌 A declaração pré-preenchida estará disponível a partir de 1º de abril, 13 dias após o início da entrega tradicional. Quem deve declarar o Imposto de Renda em 2025? A declaração é obrigatória para quem se enquadra em pelo menos um dos seguintes critérios: ✔ Rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024 (valor reajustado em relação ao ano anterior).✔ Rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil.✔ Ganho de capital na venda de bens ou direitos, operações em bolsas de valores acima de R$ 40 mil ou ganhos líquidos tributáveis.✔ Isenção de imposto sobre ganho de capital na venda de imóvel residencial, caso tenha adquirido outro imóvel no prazo de 180 dias.✔ Receita bruta acima de R$ 169.440,00 em atividade rural.✔ Posse ou propriedade de bens acima de R$ 800 mil até 31/12/2024.✔ Mudança para a condição de residente no Brasil em qualquer mês de 2024.✔ Declaração de bens e direitos no exterior, incluindo trust e aplicações financeiras internacionais.✔ Atualização de bens imóveis com ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024). Prioridade nas restituições A ordem de pagamento das restituições segue critérios específicos. Quem entrega a declaração antes recebe primeiro, desde que não haja erros ou omissões. No entanto, alguns grupos têm prioridade: 1️⃣ Idosos acima de 80 anos2️⃣ Idosos entre 60 e 79 anos3️⃣ Contribuintes com deficiência física, mental ou moléstia grave4️⃣ Professores cuja maior fonte de renda seja o magistério5️⃣ Contribuintes que utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem pela restituição via PIX6️⃣ Contribuintes que usarem a declaração pré-preenchida ou optarem pelo PIX 💡 Importante: A restituição via PIX só será aceita se a chave for o CPF do contribuinte. Chaves vinculadas a e-mails ou números de telefone não serão aceitas.

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Aeroporto de Brasília terá shopping e complexo de entretenimento

Novo empreendimento promete transformar a experiência dos passageiros e impulsionar a economia local O Aeroporto Internacional de Brasília se prepara para um novo marco em sua infraestrutura. A concessionária Inframerica anunciou o início das obras para a construção de um shopping center, um complexo de entretenimento e um centro de logística na zona aeroportuária. A previsão é que o projeto seja concluído no primeiro semestre de 2024. O shopping será erguido ao lado de um hotel, na via de acesso ao terminal, e contará com cerca de 130 lojas, salas de cinema e uma ampla área gastronômica. Já o complexo de entretenimento ocupará 30 mil metros quadrados e trará três parques temáticos, ampliando as opções de lazer na região. Além disso, o novo centro de logística reforçará o transporte de cargas, tornando o aeroporto um hub ainda mais estratégico para operações comerciais. Com um investimento de R$ 700 milhões, o presidente da Inframerica, Jorge Arruda, destacou que o projeto terá um impacto significativo no turismo e na economia local, valorizando ainda mais a capital federal, reconhecida por sua beleza e ampla área verde. Helisson de jesus pelegrini

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Partage Shopping Brasília

O Open Mall de alto padrão no coração da capital O Partage Shopping Brasília redefine o conceito de Open Mall, combinando sofisticação, modernidade e integração com o cerrado. Localizado estrategicamente no coração da capital do Brasil, é um destino consolidado para compras, lazer e entretenimento de alto padrão. Mais do que um centro comercial, o Partage Brasília oferece um ambiente exclusivo, que une gastronomia, cultura, serviços e experiências únicas em um só lugar. Oportunidade para o seu negócio Se você busca um espaço diferenciado para expandir sua marca, este é o endereço ideal. Com infraestrutura moderna, alto fluxo de clientes e foco na sustentabilidade, o Partage Shopping Brasília oferece condições estratégicas para lojistas e investidores que desejam se conectar com um público exigente e qualificado. Seja você um investidor, franqueado ou proprietário de marcas renomadas, aqui está a oportunidade perfeita para consolidar sua presença no mercado de Brasília. Garanta sua loja em um dos endereços comerciais mais desejados do país e leve sua marca a um novo patamar. Entre em contato e explore as oportunidades! Descubra os espaços disponíveis e conheça as condições especiais para investidores e lojistas. Fale conosco agora mesmo e dê o próximo passo para o sucesso da sua marca. Helisson de jesus pelegrini

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Helisson de Jesus Pelegrini gentil trás notícia de um dos maiores lançamentos de Goiânia em fevereiro

A Flamboyant Urbanismo, reconhecida por desenvolver projetos inovadores e sofisticados, anunciou o lançamento de novos empreendimentos residenciais no Jardim Goiás, em Goiânia. Com um Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 600 milhões, os projetos visam atender ao público de alto padrão que busca exclusividade e sofisticação. Os empreendimentos estarão localizados na Avenida H, próximo ao Parque Flamboyant e ao Flamboyant Shopping, consolidando ainda mais a valorização da região. Em breve contará com projeto 40 unidades de 420m² cada, enquanto o segundo oferecerá 80 apartamentos com metragens entre 250m² e 300m². Os lançamentos terão assinatura do renomado escritório de arquitetura Perkins & Will, garantindo um design moderno e funcional, além de infraestrutura completa para atender às demandas dos futuros moradores. A Flamboyant Urbanismo também planeja um projeto comercial inovador na região, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento urbano de Goiânia.Por Helisson Pelegrini

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Impacto da Frente Fria e da Redução de Impostos nos Preços dos Alimentos

As recentes iniciativas do Governo Federal para conter a alta dos preços dos alimentos, incluindo a redução das tarifas de importação para itens como carne, café, açúcar e milho, têm gerado diferentes avaliações por parte de especialistas e do setor agropecuário. Além disso, as condições climáticas, especialmente a atuação de uma frente fria, também exercem influência significativa sobre a oferta e os preços dos produtos agrícolas. Clima e Produção Agropecuária A queda das temperaturas pode impactar diretamente a produção agrícola, sobretudo no Sul do Brasil, onde as baixas temperaturas ainda persistem. O contador, administrador e especialista em recuperação judicial, Marcello Marin, explica como as condições climáticas adversas podem afetar a produção de alimentos. “Temperaturas muito baixas podem comprometer lavouras sensíveis, como hortaliças, frutas e até grãos, reduzindo a oferta e pressionando os preços para cima. Além disso, o aumento da demanda por produtos típicos do frio, como laticínios e carnes, pode encarecer esses itens. A logística também pode ser prejudicada, uma vez que as dificuldades no transporte podem impactar o abastecimento em determinadas regiões”, afirma Marin. Já o advogado especialista em agronegócios e logística marítima, Larry Carvalho, destaca que a ocorrência de geadas em regiões estratégicas pode representar um fator adicional de pressão sobre os custos do setor. “A possibilidade de geadas em áreas produtoras relevantes pode comprometer lavouras e gerar aumento nos custos para os produtores, que podem repassar esse encargo ao consumidor. O impacto tende a ser mais expressivo caso a frente fria atinja o Centro-Sul do Brasil, uma região fundamental para a produção agrícola nacional”, analisa Carvalho. Redução de Impostos: Solução ou Medida Pontual? As ações do governo para mitigar a alta dos preços por meio da redução de impostos geram avaliações divergentes entre especialistas e representantes do agronegócio. Enquanto alguns enxergam a iniciativa como um alívio pontual, outros consideram que o impacto pode ser limitado, especialmente diante de fatores macroeconômicos mais amplos. Para Marcello Marin, a redução de tarifas sobre importações pode trazer alívio momentâneo, mas não representa uma solução definitiva. “O preço final dos alimentos não é determinado apenas pelos impostos. Fatores como custos logísticos, taxa de câmbio, demanda global e margens de lucro também exercem influência. Se a estrutura logística e a oferta interna não forem suficientemente ajustadas, a redução nos preços pode ser pequena e temporária”, avalia. Por outro lado, Larry Carvalho acredita que a medida pode gerar efeitos positivos em itens da cesta básica com maior elasticidade de oferta. “Se os produtos importados conseguirem competir de forma eficiente e os importadores repassarem integralmente a redução tarifária ao consumidor, essa iniciativa pode contribuir para conter a inflação no curto prazo”, destaca Carvalho. No entanto, ele ressalta que a redução de tarifas não elimina os desafios estruturais que afetam a inflação de alimentos. “A inflação decorre de múltiplos fatores, como os custos de transporte, a volatilidade cambial e os eventos climáticos. A redução tarifária pode ser um instrumento auxiliar, mas não substitui políticas estruturais mais amplas”, alerta. Além disso, Marin ressalta que a desoneração

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Token $Eike, na Solana, está por trás de projeto de Eike Batista que pode valer “$63 bilhões”

Eike Batista está lançando um projeto inovador centrado na “super cana”, uma variedade geneticamente aprimorada de cana-de-açúcar que promete revolucionar o agronegócio. Após garantir um investimento inicial de US$ 500 milhões para adquirir 70 mil hectares próximos ao Porto do Açu, Eike planeja expandir a produção com uma tecnologia desenvolvida ao longo de duas décadas por pesquisadores brasileiros, capaz de gerar significativamente mais etanol e biomassa que variedades tradicionais. O elemento mais disruptivo do projeto é o token $EIKE, desenvolvido na blockchain Solana, que será oferecido principalmente a investidores americanos. A meta é captar US$ 100 milhões com a venda de 100 milhões de tokens a US$ 1 cada, garantindo aos detentores o direito a 10% dos lucros futuros do empreendimento. Esta estratégia representa uma abordagem pioneira para financiar um megaprojeto ancorado em ativos reais através da tokenização. Os investidores do $EIKE estarão sujeitos a um período de lock-up de quatro anos, tempo que Eike considera necessário para que o projeto atinja a lucratividade desejada. O modelo de negócio prevê múltiplos módulos de produção com plantio gradual, onde cada módulo poderia gerar um EBITDA de US$ 5,9 bilhões, resultando em um valuation potencial de US$ 63 bilhões na maturidade com base em um múltiplo de 10,5x EBITDA. Além da produção de etanol, a biomassa da “super cana” tem aplicações diversas, incluindo combustíveis sustentáveis para aviação (SAF) e alternativas ecológicas ao plástico convencional. A tecnologia desenvolvida resulta em variedades mais resistentes a pragas e secas, com produtividade superior por hectare em comparação às variedades tradicionais. As informações são do portal Brazil Journal.

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Helisson de Jesus Pelegrini gentil traz notícias do marcado imobiliária atua

A PDG Realty recebeu uma proposta de aquisição por parte da SHKP Real Estate Development, uma das maiores incorporadoras de Hong Kong, o que pode marcar o fim da trajetória da empresa no mercado brasileiro. A proposta, não vinculante, prevê a compra de todas as ações da PDG por um valor de US$ 0,017 cada, totalizando US$ 29,6 milhões (aproximadamente R$ 171,7 milhões). A SHKP vê valor nos ativos da PDG, com um grande potencial para futuros lançamentos e alinhamento com sua estratégia de internacionalização, que inclui aquisições e reestruturações de empresas em dificuldades financeiras. A PDG, que foi a maior incorporadora do Brasil em termos de lançamentos, vendas e valor de mercado entre 2010 e 2011, começou a enfrentar sérios problemas financeiros a partir de 2012. A empresa foi impactada por uma combinação de dificuldades operacionais, alta alavancagem e atrasos em obras, o que a levou a entrar com pedido de recuperação judicial em 2017. Durante esse período, tentou lançar uma nova marca, mas não conseguiu recuperar a rentabilidade. Desde então, a PDG tem lutado para se reerguer, mas não conseguiu retomar sua posição no mercado de forma significativa. No terceiro trimestre de 2024, a PDG registrou um prejuízo de R$ 274,4 milhões, o que representa uma piora de 22% em relação ao mesmo período de 2023, quando o prejuízo foi de R$ 225,7 milhões. Esse desempenho reflete a continuidade das dificuldades financeiras da empresa. Agora, a proposta de venda para a SHKP pode ser vista como uma saída para uma empresa que, apesar de ter sido um grande nome no mercado imobiliário brasileiro, não conseguiu superar seus problemas financeiros nos últimos anos. Resumo da operação:Proposta de aquisição: A SHKP, uma gigante imobiliária de Hong Kong, propôs comprar todas as ações da PDG Realty por US$ 29,6 milhões (cerca de R$ 171,7 milhões), o que resultaria no fechamento de capital da empresa. Histórico de dificuldades: A PDG foi uma das maiores incorporadoras do Brasil, mas enfrentou sérias crises financeiras a partir de 2012, incluindo problemas operacionais e atrasos em obras, o que a levou a uma recuperação judicial em 2017. Prejuízos contínuos: Em 2024, a empresa registrou um prejuízo de R$ 274,4 milhões no terceiro trimestre, piorando o resultado do ano anterior, o que evidencia a continuidade de sua crise financeira. Por : Helisson Pelegrini CEO do SmartNews é responsável pela noticias do mercado imobiliário

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A crise do setor financeiro e seus impactos imediatos no mercado imobiliário

A crise anunciada desde o início do mês, provocada pelas seguidas quebras de instituições financeiras americanas, tais como Silicon Valley Bank e Signature Bank, atingiu em cheio o coração da economia mais forte do Mundo, abalando, de forma sistêmica, a confiança dos investidores e se alastrando rapidamente para outras instituições bancárias tradicionais, tais como First Republic Bank e até na Europa onde o centenário Credit Suisse, segundo maior banco suíço e uma das 30 instituições financeiras do mundo consideradas “grandes demais para falir” encontrou o seu ocaso. Fundado em 1856, o banco agora foi comprado pelo rival e conterrâneo UBS em meio a uma negociação histórica, em um acordo mediado pelo governo suíço, deflagrando a fragilidade e os sinais de riscos que tais acontecimentos trazem para todo o sistema financeiro mundial neste momento.  A crise mundial dos bancos e os fatores de risco para economia brasileira neste momento: Selic, inflação, bolsa e dólar. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu por manter a taxa básica de juros – a Selic – em 13,75% ao ano. Foi a quinta vez seguida que o comitê decidiu pela manutenção da taxa. Assim, o patamar de juros continua no maior nível desde dezembro de 2016. A decisão foi unânime. A crise dos bancos no exterior, a piora do cenário externo e interno e a pressão inflacionária persistente, foram as principais razões que sustentaram a decisão. Em relação ao cenário interno, o comitê argumentou que “o conjunto dos indicadores mais recentes de atividade econômica indicam uma desaceleração esperada, no entanto, não suficiente para arrefecer o cenário inflacionário que ainda persiste, o que reforça a decisão pela manutenção. Assim, as projeções indicam uma tendência de que a Selic deve permanecer próxima do patamar atual, pelo menos, até o final de 2023. O dólar permanece oscilando frente às incertezas internas e externas, desde o início do mês, acumulando queda de 1,15% desde o dia 01/03 e de 2,18% em 2023, chegando a R$ 5,16 no início dessa semana, com indicativos que deverá se manter nesses patamares. Com todo esse cenário de instabilidade, o IBOVESPA continua acumulando perdas diárias, fechando em forte queda na última quinta-feira (23), com investidores acompanhando os novos episódios de tensão entre governo federal e Banco Central e repercutindo a decisão de juros no Brasil e nos Estados Unidos.  O índice vem oscilando diariamente, com melhora a partir de ontem, 28/3, quando voltou aos patamares dos 100 mil pontos. Um certo alívio, no entanto, ainda muito longe do ideal. Como fica o mercado imobiliário neste cenário de instabilidade e de riscos para os investimentos financeiros? A priori, quando se traça cenários para a economia brasileira, o setor imobiliário aparece como um dos principais balizadores dessas análises, visto que faz parte de uma das principais cadeias produtivas do País, a construção civil. Assim, tudo que impacta direta ou indiretamente esse setor, impacta a economia brasileira e vice-versa. Como já observado anteriormente, é impossível prever o desenrolar da crise atual no setor financeiro,

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Portaria regulamenta regras para Desenrola Pequenos Negócios

Lançado na última segunda-feira (22), o Desenrola Pequenos Negócios, que permitirá a renegociação de dívidas de pequenos negócios e de microempreendedores individuais (MEI), teve as regras regulamentadas nesta sexta-feira (26). O Ministério da Fazenda publicou uma portaria que define a participação dos bancos nas renegociações. Entrarão nas renegociações dívidas vencidas há mais de 90 dias na data de lançamento do programa, na última segunda. Não haverá limites para o valor da dívida nem de tempo máximo de atraso. Segundo o Ministério da Fazenda, isso incentiva a concessão de descontos mais elevados para débitos mais antigos e de valores mais altos. A versão do Desenrola para as micro e pequenas empresas é um dos quatro eixos do Programa Acredita, que pretende ampliar o acesso ao crédito e estimular a economia. Apesar de a renegociação teoricamente ter entrado em vigor na terça-feira (23), dia da publicação da medida provisória, os negócios de menor porte ainda não podiam pedir o refinanciamento porque as regras não estavam regulamentadas. A partir da publicação da portaria, as instituições financeiras podem fazer os últimos ajustes operacionais para começarem as renegociações das dívidas. A previsão é que as renegociações do Desenrola Pequenas Empresas comecem efetivamente na próxima semana. Crédito tributário O programa Desenrola Pequenos Negócios oferece incentivos tributários para que bancos e instituições financeiras renegociem dívidas de pequenas empresas. As instituições que aderirem ao programa terão direito a um crédito presumido de impostos. Não haverá custo para o governo neste ano porque a apuração do crédito presumido poderá ser realizada entre 2025 e 2029. Por meio do crédito presumido, as instituições financeiras têm direito a abater de tributos futuros prejuízos em algum trimestre. A portaria também regulamentou o cálculo desses créditos. Segundo o Ministério da Fazenda, o crédito tributário será calculado com base no menor valor entre o saldo contábil bruto das operações de crédito renegociadas e o saldo contábil dos créditos decorrentes de diferenças temporárias. As diferenças temporárias são despesas ou perdas contábeis que ainda não podem ser deduzidas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), mas que podem ser aproveitadas como crédito tributário no futuro, o que é permitido pela legislação tributária. A concessão de créditos tributários alavanca o capital dos bancos para a concessão de novos empréstimos. Esse incentivo não gera nenhum gasto para 2024, e nos próximos anos o custo máximo estimado em renúncia fiscal é muito baixo, da ordem de R$ 18 milhões em 2025, apenas R$ 3 milhões em 2026, e sem nenhum custo para o governo em 2027.

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Investimentos na cultura têm recorde; Lei Rouanet soma R$ 3 bilhões

A cultura recebeu do governo federal o maior investimento de sua história. A afirmação da ministra da Cultura, Margareth Menezes (foto), teve como mote a data de hoje: 5 de novembro, Dia Nacional da Cultura. Segundo ela, o setor tem reservados – apenas por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Incentivo à Cultura – investimento “direto e contínuo” de R$ 15 bilhões até 2027 para estados e municípios. Em pronunciamento oficial em rede nacional, ela disse, nessa segunda-feira (4), que, entre as prioridades da pasta, está o fortalecimento da diversidade cultural e o apoio aos profissionais da área. Para a ministra, a Lei Paulo Gustavo resultou em repasses de R$ 3,8 bilhões “para todos os estados e 98% dos municípios”. Essa lei tem como meta ajudar trabalhadores do setor que tenham sido afetados pela pandemia da covid-19. Margareth Menezes citou também a criação de linhas especiais de patrocínio nas periferias, na região Norte e nos territórios criativos. O ministério informou que tem priorizado “políticas públicas culturais que garantam que a cultura alcance cada canto do Brasil, por meio de programas, lançamentos, retomadas, editais e outras ações”. Geração de ações “A reativação de políticas de fomento já estabelecidas, como o incentivo fiscal da Lei Rouanet, também trouxe uma nova geração de ações. Desde sua criação em 1992, a lei tem sido uma ferramenta fundamental para o fomento da cultura. Com mais de R$ 28,5 bilhões investidos em cerca de 75 mil projetos culturais, a Rouanet tem contribuído de forma significativa para a economia e a diversidade cultural do país”, informou o Ministério da Cultura. Cerca de 4,5 mil projetos são patrocinados a cada ano por aproximadamente 4,6 mil empresas e 11 mil pessoas físicas que recebem incentivo fiscal do governo. “Apenas em 2024, o orçamento destinado aos projetos da [Lei] Rouanet é de R$ 3 bilhões. O impacto econômico total dela, desde sua implementação, foi estimado em R$ 49,8 bilhões, incluindo tanto os efeitos diretos quanto os indiretos sobre a economia brasileira, comprovando que o investimento em cultura é também um investimento em crescimento econômico sustentável”, detalhou a pasta. A inclusão da cultura no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) pretende viabilizar ainda mais o crescimento econômico e a inclusão social do país. Equipamentos culturais “Estamos construindo 250 equipamentos culturais – os CEUs da cultura – no interior e nas capitais, nas comunidades que mais precisam. E para as comunidades menores e mais afastadas, criamos equipamentos culturais itinerantes que estão rodando o Brasil”, disse a ministra. A ministra acrescentou que a economia criativa representa mais de 3% do Produto Interno Bruto (soma de todas riquezas produzidas no país) e emprega mais de 7,5 milhões de pessoas. “É na cultura que mora a alma do povo, o encantamento da vida, a liberdade de pensamento e a prática da cidadania. É também na cultura que o Brasil encontra espaço para crescer com geração de emprego e renda, justiça social e sustentabilidade ambiental”, finalizou a ministra Margareth Menezes.

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PF investiga golpes envolvendo investimentos em criptomoedas

A Polícia Federal (PF) faz, nesta quinta-feira (7), uma operação contra uma empresa de investimentos em criptomoedas e mercado Forex, suspeita de ter aplicado golpes em cerca de 10 mil investidores. A Operação Profeta cumpre um mandado de prisão preventiva e dez de busca e apreensão, nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. De acordo com a PF Federal, a empresa se apropriou indevidamente de investimentos feitos por 10 mil pessoas, em um valor de mais de R$ 260 milhões, e remeteu esse valor para o exterior, sem o conhecimento das vítimas. As investigações mostraram que a empresa tinha uma complexa estrutura para captar investidores, receber os aportes e depois enviar o dinheiro para exterior através de corretoras de criptomoedas. O alvo principal da investigação usava a religião para atrair as vítimas e cultivar sua confiança. Daí o nome da operação. Esquema criminoso De acordo com a PF, o esquema envolvia vários crimes contra o sistema financeiro nacional, como apropriação indevida de valores; negociação de títulos ou valores mobiliários sem registro prévio e sem autorização da autoridade competente; fazer operar instituição financeira sem a devida autorização; e evasão de divisas. Também são investigados os crimes de exercício de atividade de administrador de carteira no mercado de valores mobiliários sem a devida autorização; organização criminosa transnacional; e lavagem de dinheiro por meio de ativo virtual. do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, entre outros convidados.

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Regulação da Inteligência Artificial deve ser alinhada a investimentos

A regulação da inteligência artificial (IA) no Brasil foi um dos temas centrais do Fórum Brasil. O evento reuniu autoridades e empresários para discutir o impacto das novas tecnologias no país e as necessidades de regulamentação e incentivos para o setor. Entre os participantes do painel, o senador Eduardo Gomes (PL-TO), relator do projeto de regulamentação da IA no Senado. O parlamentar defendeu que a criação de um ambiente adequado para a inovação tecnológica depende não apenas de leis, mas também de políticas de incentivo e investimento direto do governo federal. Gomes argumentou que, para acompanhar o cenário global de transformação digital, o Brasil precisa de uma regulação da IA alinhada com investimentos em capacitação e apoio a startups, que possam impulsionar o desenvolvimento local. Quem mais reclama da regulação para frear investimentos é quem carece do maior investimento para desenvolver. Não adianta fazer regulação sem uma política clara do governo de investimento em capacitação e startups”, afirmou o senador, acrescentando que a regulamentação deve ser pensada de forma criativa para alinhar o Brasil aos padrões internacionais e estimular o avanço tecnológico no país. Outro ponto de destaque foi a fala de Diego Barreto, CEO do iFood, que ressaltou a importância da tecnologia digital para democratizar o acesso ao mercado e reduzir a dependência de altos investimentos de capital, uma característica dos bens físicos. Barreto explicou que a digitalização tem o potencial de equilibrar a competição global e criar oportunidades no Brasil, tornando o País um fornecedor relevante de soluções e serviços digitais. Historicamente, o mundo era feito de bens físicos, e o bem físico demanda altos volumes de investimento. A tecnologia digital, que não depende de capital, equaciona a competição global e permite que a gente crie muito mais aqui dentro e forneça muito mais ao brasileiro”, destacou. Além da regulamentação da inteligência artificial, o evento também contou com debates sobre segurança cibernética e pública, além de discussões sobre segurança jurídica. Essas temáticas refletiram as preocupações com a crescente digitalização dos negócios e a necessidade de uma proteção robusta tanto no ambiente físico quanto no digital. A abertura do encontro contou com a presença do presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, do empresário e presidente do Lide, Paulo Octávio, e do presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, entre outros convidados.

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Fundo Constitucional: conselheiro do TCDF alerta para redução de investimentos na segurança pública

O vice-presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), conselheiro André Clemente, chamou a atenção para a redução do percentual de recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) destinados à segurança pública. Durante sessão da Corte de Contas, o tema foi abordado em discurso direcionado ao presidente da Câmara Legislativa (CLDF), deputado Wellington Luiz (MDB), que esteve presente na deliberação. “O senhor, que é egresso da área de segurança pública, sabe que quem passa pela segurança pública nunca sai dela. Vive nela”, afirmou André Clemente. A fala do conselheiro ocorre em um momento de debates sobre a gestão do FCDF, responsável por financiar áreas essenciais como segurança, saúde e educação no Distrito Federal.   Durante o discurso, o conselheiro destacou a importância da paz social e da sensação de segurança como pilares para o funcionamento de um Estado e de uma sociedade organizada. Clemente apontou que o Fundo Constitucional teve um crescimento significativo em 2023, alcançando R$ 23 bilhões. Segundo ele, esse aumento foi o maior já registrado na história do FCDF, com uma expansão de R$ 6 bilhões em relação ao ano anterior. No entanto, o conselheiro ressaltou que parte desse incremento foi remanejada para áreas como saúde e educação, o que impactou o percentual destinado à segurança pública. “Durante alguns anos, os percentuais do Fundo Constitucional para a segurança pública estavam em torno de 53% ou 52%. Em 2023, esse índice caiu para 42%. É importante ficar atento se essa redução não compromete investimentos, custeio e o funcionamento dessa máquina que precisa de tantos recursos”, explicou o conselheiro. Reformas estruturais André Clemente também destacou que as diligências realizadas pelo TCDF identificaram a necessidade de reformas e melhorias estruturais nas unidades das forças de segurança do Distrito Federal, como Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Penal e Polícia Civil. “As unidades de ponta, os alojamentos dos servidores, os centros de treinamento e as instalações operacionais das cidades precisam urgentemente de reformas, construções ou expansões”, afirmou.

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Agroindústrias terão R$ 546,6 bilhões em investimentos até 2029

O governo federal apresentou nesta terça-feira (3) os investimentos que estão sendo feitos para impulsionar cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais até 2029. Os recursos somam R$ 546,6 bilhões, sendo R$ 296,3 bilhões do setor privado e R$ 250,2 bilhões em linhas de crédito do poder público. Durante cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto criando o Programa Nacional de Pesquisa e Inovação para a Agricultura Familiar e Agroecologia (PNPIAF). O objetivo é promover ações de pesquisa e inovação voltadas para a agricultura familiar, com ênfase na transição agroecológica, nos territórios, na preservação dos biomas e na sustentabilidade dos agroecossistemas. “O impulso é para uma indústria mais inovadora, depois uma indústria mais verde, uma indústria mais sustentável”, disse o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, sobre os diversos atos anunciados. Os projetos estão ligados à Missão 1 da Nova Indústria Brasil (NIB). Lançada em janeiro deste ano, a NIB é uma política industrial com seis missões relacionadas à ampliação da autonomia, transição ecológica e modernização do parque industrial. O programa foca nos setores da agroindústria, saúde, infraestrutura urbana, tecnologia da informação, bioeconomia e defesa e visa impulsionar o desenvolvimento nacional até 2033 com instrumentos como subsídios, empréstimos com juros reduzidos e ampliação de investimentos. Dos recursos públicos para a Missão 1, R$ 198,1 bilhões já foram alocados em 2023 e 2024 e R$ 52,18 bilhões estão disponíveis para até 2026. Já os valores do setor privado devem ser investidos até 2029, envolvendo 10 organizações e associações agroindustriais. Entre as prioridades da missão estão a disseminação do uso da agricultura de precisão, com estímulo à produção nacional de drones, e o adensamento da cadeia de produção de fertilizantes e biofertilizantes, para reduzir a dependência brasileira desses insumos importados. Além disso, o governo quer fortalecer a produção nacional de máquinas agrícolas e suas partes e componentes. Mais crédito A novidade anunciada hoje é que o Banco do Brasil passa a compor o Plano Mais Produção (P+P) como novo braço de financiamento da NIB, com R$ 101 bilhões. Com isso, os recursos para a política industrial alcançam R$ 507 bi em linhas de crédito. Além do Banco do Brasil, o Plano Mais Produção disponibiliza recursos por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (R$ 259 bi), Caixa (R$ 63 bi), Finep – empresa pública ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (R$ 51,6 bi), Banco do Nordeste (R$ 16,7 bi), Banco da Amazônia (R$ 14,4 bilhões) e Embrapii (R$ 1 bi). Durante o evento, o Ministério da Agricultura e Pecuária e a Petrobras assinaram acordo para fortalecer a produção e o desenvolvimento de fertilizantes e insumos para nutrição de plantas. O termo prevê a ampliação e modernização de fábricas para produção nacional de fertilizantes; capacitação de profissionais; desenvolvimento de tecnologias avançadas; aprimoramento da infraestrutura e logística; transferência de tecnologia; além do desenvolvimento rural sustentável. O Banco do Nordeste (BNB) também assinou contrato com a empresa Inpasa para o financiamento de uma nova fábrica de etanol

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Caesb encerra 2024 com investimentos e expansão do saneamento

Mesmo com o recorde de 167 dias sem chuva em 2024, a seca mais longa registrada no Distrito Federal, a população não sofreu com racionamento de água. O trabalho da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e do Governo do Distrito Federal minimizou os impactos negativos da seca e a qualidade da água fornecida pela Caesb foi considerada “ótima” ou “boa” por 86,6% dos moradores do DF. “Desde o início do governo de Ibaneis Rocha, em 2019, até hoje, a empresa destinou R$ 1 bilhão para a expansão e melhoria dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, além da modernização da infraestrutura. Até 2027, a Caesb prevê investir R$ 2,8 bilhões para atender ao crescimento populacional e à expansão urbana do DF”, explica o presidente da companhia, Luís Antônio Reis. A Caesb também investiu em cidadania. Locais como a Fazendinha, no Sol Nascente, o Córrego do Bálsamo, no Lago Norte, e o Assentamento Dorothy Stang, em Planaltina, foram atendidos pelo programa Água Legal, que constrói redes de abastecimento em comunidades carentes. Desde 2019, até novembro de 2024, a Caesb investiu pelo programa R$ 8,2 milhões em 93 comunidades, conectando 6.390 moradias e beneficiando mais de 21 mil pessoas. A Caesb ampliou a tarifa social para a população mais vulnerável do DF, e 270 mil terão o benefício. Noventa mil pessoas já eram atendidas desde 2020, com critérios definidos pela Adasa. Agora, com lei federal, o desconto de 50% beneficiará 180 mil a mais. A Caesb está à frente também do projeto de Saneamento Integrado do Bairro Santa Luzia, na Estrutural, que terá infraestrutura de rede de água, esgoto e energia elétrica e sistemas de drenagem e de coleta de lixo. Serão investidos R$ 85 milhões, com a aprovação no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Seleção). A licitação das obras será no início de 2025. Grandes investimentos Estão sendo destinados R$ 135 milhões às obras do Sistema de Abastecimento Norte. Cerca de 355 mil moradores de Sobradinho, Sobradinho II, Grande Colorado, Boa Vista, Taquari, Itapoã e Região dos Lagos serão atendidos, já a partir de junho de 2025. A Subadutora de Água Tratada Gama é outra obra importante. Serão beneficiados 340 mil habitantes em São Sebastião, Jardins Mangueiral, Jardim Botânico, Lago Sul, Paranoá e Itapoã. A rede subterrânea aliviará o Sistema Torto-Santa Maria. O investimento é de cerca de R$ 92 milhões. A conclusão é prevista para junho de 2025. Em 2024, a Caesb garantiu recursos importantes com financiamentos. A companhia assinou contrato de crédito com o Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW) de 50 milhões de euros, para investir na melhoria de estações de tratamento de esgoto, geração de energia elétrica limpa e redução de perdas. O contrato tem garantia da União e do GDF. O Senado autorizou empréstimo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) de US$ 100 milhões, que serão investidos na melhoria da infraestrutura do sistema de água e de esgoto.

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