Tina Werneck lança “Cheguei tinindo” com Leila Pinheiro em dueto de samba-jazz
O cenário musical brasileiro celebra a chegada de “Cheguei tinindo”, o primeiro álbum solo da cantora, compositora e instrumentista Tina Werneck. A obra, que aterrissa nas plataformas digitais em 5 de agosto, promete ser um marco na carreira da artista, consolidando sua atuação como vocalista e autora.
O álbum se destaca pela ousadia em apresentar 12 faixas autorais, sendo que sete delas já foram divulgadas como singles desde o final de 2020, funcionando quase como uma coletânea de sucessos antecipados.
Conforme divulgado pela fonte, a faixa “O amor vai chegar” surge como um dos grandes trunfos do disco. Este samba-jazz conta com a participação especial da renomada cantora Leila Pinheiro, prometendo atrair um público fiel à MPB. A música, que fecha o álbum com a cadência dos sopros de Carlos Malta, inspirou o próprio título do disco, extraído de um verso da letra.
Diversidade e colaborações em “Cheguei tinindo”
Além de “O amor vai chegar”, o álbum “Cheguei tinindo” apresenta outras quatro faixas inéditas que enriquecem a experiência sonora. Os temas instrumentais “Egípcio” e “Zambizo” exploram a versatilidade de Tina como instrumentista.
As canções “Água” e “Coisa feita” completam o conjunto de novidades. “Coisa feita” conta com a participação de Muiza Adnet, adicionando mais uma voz talentosa ao projeto. A produção musical do álbum ficou a cargo de Guilherme Gê, garantindo a qualidade sonora de todas as composições.
Uma longa jornada musical até o canto
Aos 57 anos, Tina Werneck ostenta uma trajetória musical rica e diversificada. Antes de se dedicar integralmente ao canto em 2019, ela atuou como instrumentista em diversas áreas, incluindo balé, teatro e cinema. Sua jornada com a música começou cedo, aos 12 anos, com o violão, seguida pelo estudo de violão clássico e canto coral.
Aos 21 anos, Tina aprofundou-se na viola de arco, instrumento que a acompanhou por três décadas no universo das artes cênicas e musicais. Sua experiência como instrumentista inclui uma década como violista solista no Quarteto Alevare, dedicado à obra de Astor Piazzolla, com quem lançou os álbuns “Piazzolla por mãos brasileiras” (2007) e “Piazzolla segundo Alevare” (2010).
Consolidação da carreira solo
Com o lançamento de “Cheguei tinindo”, Tina Werneck almeja consolidar sua carreira como cantora e compositora. A maior parte das 11 composições do álbum tem letra e música de sua autoria, com exceção de “Eu deixo” (2022), uma parceria com Germana Guilherme. A obra representa um passo significativo para a artista, que agora compartilha sua voz e suas composições de forma mais proeminente com o público.





