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Helisson Pelegrini detalha tendências e desafios do mercado imobiliário

O mercado imobiliário brasileiro está passando por uma fase de expansão e inovação, mas nem todas as regiões estão acompanhando esse ritmo. São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Balneário Camboriú lideram essa transformação pautada em uma arquitetura moderna, enquanto Brasília tem ficado para trás. É o que aponta Helisson Pelegrini, consultor especializado em crédito imobiliário. Em entrevista ao GPS | Brasília, ele compartilha suas observações sobre as tendências do setor, destacando a importância da inovação no setor. Ceo da Smartbens Incorporações Imobiliárias, Smartbankbr Fintech e outras nove empresas do grupo econômico, Pelegrini destaca Goiânia como um exemplo de valorização significativa nos últimos três anos, com o preço do metro quadrado dobrando, de R$ 7 mil para R$ 14 mil. Ele atribui esse crescimento à excelência arquitetônica, desde a construção das torres até o paisagismo. Ele também cita que a maior torre do mundo está sendo erguida em Balneário Camboriú, com mais de 500 metros de altura, parte de um projeto inovador chamado Senna Tower. “É uma região que tem liderado o mercado em termos de inovação arquitetônica e construção de qualidade”, elogia Pelegrini. Para ele, São Paulo e Rio de Janeiro também estão entre as cidades que puxam o setor para novos patamares, oferecendo empreendimentos cada vez mais sofisticados. Entretanto, Pelegrini alerta que Brasília possui poucos lançamentos dentro desse contexto. “Na capital federal, temos o Noroeste e a Quadra 500 que trouxeram inovação nos últimos anos, mas a cidade como um todo precisa de mais empreendimentos que tragam essa modernidade que vemos em outras regiões”, avalia. Para ele, outro ponto relevante do mercado imobiliário de hoje é a atuação dos corretores de imóveis que, segundo ele, estão muito voltados para o mundo digital, deixando de lado a interação pessoal para fechar o negócio. “Muitos corretores não buscam mais o corpo a corpo com o cliente. Acredito que falta um contato mais direto, seja por meio de presença física, seja através de revistas ou outras formas de comunicação que aproximem o público do mercado”, analisa. Ele afirma que é essencial estabelecer um relacionamento mais próximo com o cliente, algo que ele busca proporcionar por meio de suas consultorias. “Realizo treinamentos para corretores e empresários, ajudando-os a entender as tendências do mercado e como essas podem ser usadas para melhorar as negociações. O mercado oferece ferramentas como o home equity, que permite que o cliente use seu imóvel para adquirir outro, o que é um grande diferencial em negociações”, explica. Pelegrini também acredita que essa consultoria personalizada pode fazer a diferença no desempenho de corretores e construtoras. “O objetivo é sempre levar informações e estratégias que ajudem a fechar negócios mais assertivos”, finaliza.

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Helisson Pelegrini fala sobre mercado imobiliário em entrevista ao GPS|Brasília

Ceo da Smartbens Incorporações Imobiliárias, Smartbankbr Fintech e outras nove empresas do grupo econômico, Helisson Pelegrini, compartilhou insights de sua trajetória e visão sobre o setor em entrevista ao colunista do GPS|Brasília, Caio Barbieri. Atualmente, Pelegrini é consultor de crédito imobiliário e especialista em soluções financeiras, com foco em alavancagem patrimonial e recuperação de crédito. Em um trecho da conversa, Pelegrini explica como o crédito com garantia imobiliária oferece suporte tanto a empresas quanto a indivíduos e construtoras, que podem utilizar o imóvel como garantia para reestruturar sua saúde financeira. “Para o empresário, ele usa como capital de giro. É aquele cliente que não consegue dinheiro no banco, por ele estar inadimplente, e usa o bem como garantia. A gente empresta esse dinheiro para ele quitar suas dívidas e fazer o capital de giro da sua empresa”, esclareceu Pelegrini. Ele destacou que esse tipo de crédito ajuda a empresa a pagar compromissos como folhas de pagamento, FGTS, rescisões e férias, viabilizando o retorno ao crédito bancário e retirando o cliente da zona de inadimplência. Pelegrini exemplifica situações como a do ator Mário Gomes, que recentemente foi despejado da sua mansão no Rio de Janeiro ao passar por uma crise financeira. “A nossa empresa poderia ter solucionado o caso do Mário Gomes, por exemplo. Dentro desse crédito com garantia imobiliária, conseguimos também intervir em execuções tributárias, trabalhistas e até em execuções de bens,” comentou. Pelegrini enfatizou que, ao contrário do que muitos pensam, o crédito imobiliário não é apenas um empréstimo elevado, mas uma solução de pagamento que reduz os riscos de perda patrimonial, fechamento de empresas e atrasos em compromissos de obra, permitindo que empresas e pessoas físicas se reestruturem financeiramente. Assista o vídeo completo.

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2024: o ano mais quente da história atinge marco alarmante para o clima

O planeta está fervendo como nunca antes. Segundo o centro europeu Copernicus, 2024 está a caminho de ser o ano mais quente já registrado na Terra desde o início das medições no período pré-industrial (1850-1900). Novembro de 2024 foi o 16º mês, em um intervalo de 17 meses, em que a temperatura média global da superfície do ar superou o marco de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais — um limiar que os especialistas apontam como crucial para evitar mudanças climáticas catastróficas. Mesmo com dezembro em andamento, os dados já indicam que a marca será mantida, consolidando 2024 como o ano mais quente da história. Para que o planeta alcance esse patamar de forma definitiva, no entanto, essa elevação precisa se repetir em vários anos consecutivos. Seca histórica no Brasil O Brasil sente os impactos de forma dramática. O calor recorde intensificou a pior seca já vista no país, atingindo mais de 400 cidades em novembro, com projeções de que até 1,6 mil municípios, do Norte ao Sul, enfrentem condições extremas de seca neste mês. A estiagem prolongada atrasou o início das chuvas em outubro e, mesmo quando elas chegam, são insuficientes ou rapidamente evaporam devido ao calor excessivo. No Norte, rios continuam expondo leitos secos, e queimadas ilegais — muitas ligadas ao desmatamento — se espalham descontroladamente pela vegetação seca. Santarém, no Pará, é um dos exemplos de regiões devastadas pelo fogo. Chuvas intensas e desastres climáticos Enquanto o calor castiga, ele também alimenta eventos extremos em outras partes do país. No Rio Grande do Sul, tempestades devastadoras foram intensificadas pela maior quantidade de vapor d’água na atmosfera, resultado direto das altas temperaturas globais. Esse excesso de vapor contribui para volumes de chuva acima do normal, aumentando o risco de enchentes e desastres naturais. Um alerta urgente Os dados de 2024 são um lembrete da urgência em frear o aquecimento global. Embora o limite de 1,5°C ainda não tenha sido ultrapassado de forma permanente, a recorrência desse número em meses consecutivos sinaliza que o planeta está à beira de consequências irreversíveis. A combinação de calor, seca e eventos extremos coloca em xeque a resiliência dos ecossistemas e a sobrevivência de milhões de pessoas. A mensagem dos especialistas é clara: agir agora é essencial para evitar um futuro ainda mais perigoso.

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MotoGP volta ao Brasil, com grande prêmio em Goiânia a partir de 2026

A MotoGP oficializou, nesta quinta-feira (12), o retorno da categoria ao Brasil. A direção do campeonato assinou contrato de cinco anos com o governo do Estado de Goiás para receber a etapa a partir de 2026. A corrida será disputada no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, no mês de março, ainda sem data confirmada. A expectativa é de que o circuito receba até 100 mil torcedores no dia da prova principal. O governo projeta um impacto econômico de até R$ 1 bilhão, além de gerar arrecadação de impostos na casa dos R$ 200 milhões para o Estado, Goiânia e as cidades vizinhas. O contrato foi assinado nesta quinta com a presença do governador Ronaldo Caiado e do espanhol Carmelo Ezpeleta, CEO da Dorna, empresa que detém os direitos da competição. O GP brasileiro será realizado pela Brasil Motorsports, promotora também do GP de São Paulo de Fórmula 1. Será a segunda vez que a MotoGP terá uma etapa na capital goiana A primeira aconteceu na década de 80, entre 1987 e 1989. “É um momento especial. A MotoGP está voltando para casa, foi onde tudo começou no Brasil há 37 anos. É um momento de muita felicidade. Sabemos da importância econômica deste evento, projetando a imagem de Goiás para o mundo inteiro”, afirmou Alan Adler, CEO da Brasil Motorsports. O acerto foi celebrado pelo governo goiano. “Será o maior evento já ocorrido em toda a história do Estado de Goiás. Não se compara com o que tivemos aqui entre 87 e 89. Na época não tinha esse glamour todo. É algo do porte de uma corrida da Fórmula 1. Goiânia precisa se preparar, um ano e quatro meses para podermos receber bem esses convidados que virão do mundo todo”, declarou o secretário-geral de governo, Adriano da Rocha Lima. A MotoGP entrou em negociação com cidades brasileiras nos últimos anos. Rio de Janeiro, com o autódromo que chegou a ser planejado a ser erguido em Deodoro, e Brasília, chegaram a iniciar conversas, sem sucesso. Goiânia contou com a vantagem do seu circuito, com características mais adaptáveis à motovelocidade, principalmente na questão de segurança. As áreas de escape maiores foram um dos diferenciais. A negociação entre o Estado de Goiás e a cúpula da Dorna começou em julho deste ano. E contou com viagens de secretários de governo a etapas da MotoGP, na Europa, ao longo deste ano. A última versão do contrato foi definida na madrugada desta quinta, de acordo com as partes envolvidas. “Desde o começo essa negociação foi muito importante para nós. Estamos comprometidos em fazer algo muito especial para Goiás, para o Brasil e para a América do Sul. Vamos trabalhar duro para fazer deste evento o melhor do mundo”, afirmou Carmelo. A Dorna indicou que pretende estender o vínculo com a etapa brasileira futuramente. E afirmou que o GP deve ser o mais veloz do calendário da competição. “Corremos aqui por três anos, na década de 80, todas etapas vencidas por lendas da MotoGP. Acredito que será incrível de novo. Provavelmente será o GP mais veloz de todo

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Helisson Pelegrini detalha tendências e desafios do mercado imobiliário

O mercado imobiliário brasileiro está passando por uma fase de expansão e inovação, mas nem todas as regiões estão acompanhando esse ritmo. São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Balneário Camboriú lideram essa transformação pautada em uma arquitetura moderna, enquanto Brasília tem ficado para trás. É o que aponta Helisson Pelegrini, consultor especializado em crédito imobiliário. Em entrevista ao GPS | Brasília, ele compartilha suas observações sobre as tendências do setor, destacando a importância da inovação no setor. Ceo da Smartbens Incorporações Imobiliárias, Smartbankbr Fintech e outras nove empresas do grupo econômico, Pelegrini destaca Goiânia como um exemplo de valorização significativa nos últimos três anos, com o preço do metro quadrado dobrando, de R$ 7 mil para R$ 14 mil. Ele atribui esse crescimento à excelência arquitetônica, desde a construção das torres até o paisagismo. Ele também cita que a maior torre do mundo está sendo erguida em Balneário Camboriú, com mais de 500 metros de altura, parte de um projeto inovador chamado Senna Tower. “É uma região que tem liderado o mercado em termos de inovação arquitetônica e construção de qualidade”, elogia Pelegrini. Para ele, São Paulo e Rio de Janeiro também estão entre as cidades que puxam o setor para novos patamares, oferecendo empreendimentos cada vez mais sofisticados. Entretanto, Pelegrini alerta que Brasília possui poucos lançamentos dentro desse contexto. “Na capital federal, temos o Noroeste e a Quadra 500 que trouxeram inovação nos últimos anos, mas a cidade como um todo precisa de mais empreendimentos que tragam essa modernidade que vemos em outras regiões”, avalia. Para ele, outro ponto relevante do mercado imobiliário de hoje é a atuação dos corretores de imóveis que, segundo ele, estão muito voltados para o mundo digital, deixando de lado a interação pessoal para fechar o negócio. “Muitos corretores não buscam mais o corpo a corpo com o cliente. Acredito que falta um contato mais direto, seja por meio de presença física, seja através de revistas ou outras formas de comunicação que aproximem o público do mercado”, analisa. Ele afirma que é essencial estabelecer um relacionamento mais próximo com o cliente, algo que ele busca proporcionar por meio de suas consultorias. “Realizo treinamentos para corretores e empresários, ajudando-os a entender as tendências do mercado e como essas podem ser usadas para melhorar as negociações. O mercado oferece ferramentas como o home equity, que permite que o cliente use seu imóvel para adquirir outro, o que é um grande diferencial em negociações”, explica. Pelegrini também acredita que essa consultoria personalizada pode fazer a diferença no desempenho de corretores e construtoras. “O objetivo é sempre levar informações e estratégias que ajudem a fechar negócios mais assertivos”, finaliza.

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Helisson Pelegrini fala sobre mercado imobiliário em entrevista ao GPS|Brasília

Ceo da Smartbens Incorporações Imobiliárias, Smartbankbr Fintech e outras nove empresas do grupo econômico, Helisson Pelegrini, compartilhou insights de sua trajetória e visão sobre o setor em entrevista ao colunista do GPS|Brasília, Caio Barbieri. Atualmente, Pelegrini é consultor de crédito imobiliário e especialista em soluções financeiras, com foco em alavancagem patrimonial e recuperação de crédito. Em um trecho da conversa, Pelegrini explica como o crédito com garantia imobiliária oferece suporte tanto a empresas quanto a indivíduos e construtoras, que podem utilizar o imóvel como garantia para reestruturar sua saúde financeira. “Para o empresário, ele usa como capital de giro. É aquele cliente que não consegue dinheiro no banco, por ele estar inadimplente, e usa o bem como garantia. A gente empresta esse dinheiro para ele quitar suas dívidas e fazer o capital de giro da sua empresa”, esclareceu Pelegrini. Ele destacou que esse tipo de crédito ajuda a empresa a pagar compromissos como folhas de pagamento, FGTS, rescisões e férias, viabilizando o retorno ao crédito bancário e retirando o cliente da zona de inadimplência. Pelegrini exemplifica situações como a do ator Mário Gomes, que recentemente foi despejado da sua mansão no Rio de Janeiro ao passar por uma crise financeira. “A nossa empresa poderia ter solucionado o caso do Mário Gomes, por exemplo. Dentro desse crédito com garantia imobiliária, conseguimos também intervir em execuções tributárias, trabalhistas e até em execuções de bens,” comentou. Pelegrini enfatizou que, ao contrário do que muitos pensam, o crédito imobiliário não é apenas um empréstimo elevado, mas uma solução de pagamento que reduz os riscos de perda patrimonial, fechamento de empresas e atrasos em compromissos de obra, permitindo que empresas e pessoas físicas se reestruturem financeiramente. Assista o vídeo completo.

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2024: o ano mais quente da história atinge marco alarmante para o clima

O planeta está fervendo como nunca antes. Segundo o centro europeu Copernicus, 2024 está a caminho de ser o ano mais quente já registrado na Terra desde o início das medições no período pré-industrial (1850-1900). Novembro de 2024 foi o 16º mês, em um intervalo de 17 meses, em que a temperatura média global da superfície do ar superou o marco de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais — um limiar que os especialistas apontam como crucial para evitar mudanças climáticas catastróficas. Mesmo com dezembro em andamento, os dados já indicam que a marca será mantida, consolidando 2024 como o ano mais quente da história. Para que o planeta alcance esse patamar de forma definitiva, no entanto, essa elevação precisa se repetir em vários anos consecutivos. Seca histórica no Brasil O Brasil sente os impactos de forma dramática. O calor recorde intensificou a pior seca já vista no país, atingindo mais de 400 cidades em novembro, com projeções de que até 1,6 mil municípios, do Norte ao Sul, enfrentem condições extremas de seca neste mês. A estiagem prolongada atrasou o início das chuvas em outubro e, mesmo quando elas chegam, são insuficientes ou rapidamente evaporam devido ao calor excessivo. No Norte, rios continuam expondo leitos secos, e queimadas ilegais — muitas ligadas ao desmatamento — se espalham descontroladamente pela vegetação seca. Santarém, no Pará, é um dos exemplos de regiões devastadas pelo fogo. Chuvas intensas e desastres climáticos Enquanto o calor castiga, ele também alimenta eventos extremos em outras partes do país. No Rio Grande do Sul, tempestades devastadoras foram intensificadas pela maior quantidade de vapor d’água na atmosfera, resultado direto das altas temperaturas globais. Esse excesso de vapor contribui para volumes de chuva acima do normal, aumentando o risco de enchentes e desastres naturais. Um alerta urgente Os dados de 2024 são um lembrete da urgência em frear o aquecimento global. Embora o limite de 1,5°C ainda não tenha sido ultrapassado de forma permanente, a recorrência desse número em meses consecutivos sinaliza que o planeta está à beira de consequências irreversíveis. A combinação de calor, seca e eventos extremos coloca em xeque a resiliência dos ecossistemas e a sobrevivência de milhões de pessoas. A mensagem dos especialistas é clara: agir agora é essencial para evitar um futuro ainda mais perigoso.

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MotoGP volta ao Brasil, com grande prêmio em Goiânia a partir de 2026

A MotoGP oficializou, nesta quinta-feira (12), o retorno da categoria ao Brasil. A direção do campeonato assinou contrato de cinco anos com o governo do Estado de Goiás para receber a etapa a partir de 2026. A corrida será disputada no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, no mês de março, ainda sem data confirmada. A expectativa é de que o circuito receba até 100 mil torcedores no dia da prova principal. O governo projeta um impacto econômico de até R$ 1 bilhão, além de gerar arrecadação de impostos na casa dos R$ 200 milhões para o Estado, Goiânia e as cidades vizinhas. O contrato foi assinado nesta quinta com a presença do governador Ronaldo Caiado e do espanhol Carmelo Ezpeleta, CEO da Dorna, empresa que detém os direitos da competição. O GP brasileiro será realizado pela Brasil Motorsports, promotora também do GP de São Paulo de Fórmula 1. Será a segunda vez que a MotoGP terá uma etapa na capital goiana A primeira aconteceu na década de 80, entre 1987 e 1989. “É um momento especial. A MotoGP está voltando para casa, foi onde tudo começou no Brasil há 37 anos. É um momento de muita felicidade. Sabemos da importância econômica deste evento, projetando a imagem de Goiás para o mundo inteiro”, afirmou Alan Adler, CEO da Brasil Motorsports. O acerto foi celebrado pelo governo goiano. “Será o maior evento já ocorrido em toda a história do Estado de Goiás. Não se compara com o que tivemos aqui entre 87 e 89. Na época não tinha esse glamour todo. É algo do porte de uma corrida da Fórmula 1. Goiânia precisa se preparar, um ano e quatro meses para podermos receber bem esses convidados que virão do mundo todo”, declarou o secretário-geral de governo, Adriano da Rocha Lima. A MotoGP entrou em negociação com cidades brasileiras nos últimos anos. Rio de Janeiro, com o autódromo que chegou a ser planejado a ser erguido em Deodoro, e Brasília, chegaram a iniciar conversas, sem sucesso. Goiânia contou com a vantagem do seu circuito, com características mais adaptáveis à motovelocidade, principalmente na questão de segurança. As áreas de escape maiores foram um dos diferenciais. A negociação entre o Estado de Goiás e a cúpula da Dorna começou em julho deste ano. E contou com viagens de secretários de governo a etapas da MotoGP, na Europa, ao longo deste ano. A última versão do contrato foi definida na madrugada desta quinta, de acordo com as partes envolvidas. “Desde o começo essa negociação foi muito importante para nós. Estamos comprometidos em fazer algo muito especial para Goiás, para o Brasil e para a América do Sul. Vamos trabalhar duro para fazer deste evento o melhor do mundo”, afirmou Carmelo. A Dorna indicou que pretende estender o vínculo com a etapa brasileira futuramente. E afirmou que o GP deve ser o mais veloz do calendário da competição. “Corremos aqui por três anos, na década de 80, todas etapas vencidas por lendas da MotoGP. Acredito que será incrível de novo. Provavelmente será o GP mais veloz de todo

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