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Mundo

Embaixada da Itália encerra celebrações da imigração italiana com livro e documentário

A Embaixada da Itália em Brasília reuniu um seleto grupo de autoridades, membros da comunidade ítalo-brasileira e convidados especiais para o lançamento do livro “Imigração Italiana no Brasil – 150 Anos” e a apresentação do documentário de mesmo nome, que destacam o impacto profundo da imigração italiana na formação da sociedade brasileira. O evento culminou em um coquetel de confraternização, reforçando os laços históricos e culturais entre Brasil e Itália, encerrando oficialmente as comemorações pelos 150 anos da imigração italiana no Brasil. O livro oferece uma narrativa com conteúdo histórico, incluindo fotos e textos originais das autoras Claudia Fonseca, Adriana Marcolini e Marilúcia Bottallo, além de uma seleção de fotografias artísticas assinadas pelo renomado fotógrafo Paulo Vitale. A obra é dividida em duas partes, que retratam desde as travessias dos primeiros imigrantes, até as contribuições sociais, culturais e econômicas que consolidaram a presença italiana no Brasil. O documentário, por sua vez, traz uma abordagem audiovisual moderna e sensível sobre o tema da imigração italiana. Com duração de 52 minutos, a produção mergulha no impacto da cultura italiana na sociedade contemporânea brasileira, apresentando entrevistas com personalidades de destaque no cenário artístico, político, cultural e econômico do Brasil, como Humberto Campana, Mario Sérgio Cortella, Graziano Messana e Flávio Goldman. Em sua fala de agradecimento, o embaixador da Itália, Alessandro Cortese, reafirmou o compromisso de celebrar e preservar o legado da imigração italiana, reforçando a importância dessa conexão para as duas nações. “O maravilhoso livro e o belíssimo documentário, interligados, narram uma história profunda compartilhada entre os dois países, a história da imigração italiana para o Brasil”, disse. O embaixador ainda aproveitou a oportunidade para fazer uma retrospectiva. “O ano de 2024 foi inesquecível. Além das celebrações deste importante aniversário, destacamos a histórica visita do presidente da Itália Sergio Mattarella, que gerou um intercâmbio político sem precedentes”, ressaltou o embaixador. Conexão cultural e, quem sabe, aéreaO projeto foi realizado pela Editora e Produtora Brasileira de São Paulo, sob a direção geral de Pedro Saad, com o patrocínio da associação “Italia per San Paolo”, presidida por Sandra Papaiz e Graziano Messana, além de outros importantes expoentes da comunidade ítalo-brasileira, como Sergio Comolatti, Massimo Bauducco e a Fundação Itaú. Mas a ligação entre os dois países pode ficar mais forte, sobretudo entre as capitais Brasília e Roma. Ao GPS Brasília o embaixador Alessandro Cortese falou com exclusividade do seu empenho em trazer para a capital um voo direto para Roma. “Hoje, 20% dos passageiros que fazem o voo da TAP entre Brasília e Lisboa têm como destino final a cidade de Roma. Já é o suficiente para termos um voo direto daqui para lá”, destacou.

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Mercosul e União Europeia firmam acordo comercial negociado há 25 anos

Os chefes de Estado do Mercosul e a representante da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, anunciaram, nesta sexta-feira (6), que foi firmado o acordo de livre comércio para redução das tarifas de exportação entre os países que compõe esses mercados. As negociações se arrastavam há 25 anos. O acordo foi anunciado em coletiva de imprensa em Montevidéu, no Uruguai, onde ocorre a 65ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul. Com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; do presidente argentino, Javier Milei; do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou; e do Paraguai, Santiago Peña, foi anunciado que as negociações foram concluídas para regras de livre comércio entre os países dos blocos. Ao todo, o acordo envolve nações que somam mais de 750 milhões de pessoas. A presidente da União Europeia destacou que a medida marca o início de uma nova história. “Agora estou ansiosa para discutir isso com os países da UE. Este acordo funcionará para pessoas e empresas. Mais empregos. Mais escolhas. Prosperidade compartilhada”. Assinatura Apesar das negociações terem sido encerradas, ainda é necessário que o acordo seja assinado. Os textos negociados passarão por revisão jurídica e serão traduzidos para os idiomas oficiais dos países. Em seguida, o acordo precisa ser aprovado internamente por cada nação. Não há prazo para a finalização desse processo. “Após a assinatura entre as partes, o Acordo será submetido aos procedimentos de cada parte para aprovação interna – no caso do Brasil, o Acordo será submetido à aprovação pelo Poder Legislativo. Uma vez aprovado internamente, o Acordo pode ser ratificado por cada uma das partes, etapa que permite a entrada em vigor do Acordo”, informou o governo brasileiro. Oportunidade O presidente do Uruguai, anfitrião do encontro que anunciou o fim das negociações, lembrou que o acordo foi possível apesar das diferenças políticas entre os países do Mercosul. Para o mandatário uruguaio, é uma oportunidade. “Um acordo desse tipo não é uma solução. Não há mais soluções mágicas. Não há burocratas ou governos para firmar a propriedade. É uma oportunidade. É muito importante que os passos sejam pequenos, mas seguros”. A presidente da UE lembrou dos laços históricos entre os dois continentes e que o acordo é uma “necessidade política” em um mundo cada vez mais fragmentado e convulsionado. “Num mundo cada vez mais conflituoso, demonstramos que as democracias podem apoiar-se umas às outras. Este acordo não é apenas uma oportunidade econômica, é uma necessidade política. Somos parceiros com mentalidades comuns, que têm raízes comuns”, afirmou Ursula. Ursula von der Leyen disse ainda que está consciente da oposição de agricultores europeus, especialmente os franceses, preocupados que uma invasão de produtos do Mercosul lhes tomem mercado, . “Este acordo inclui salvaguardas robustas para protegê-los”, comentou. Segundo ela, o acordo deve beneficiar cerca de 60 mil empresas que exportam para os países do Mercosul, com uma economia de 4 bilhões de euros. “Se beneficiam de tarifas reduzidas, processos aduaneiros mais simples e também de acesso preferencial a algumas matérias-primas essenciais. Isso trará grandes oportunidades de negócios”. Meio Ambiente Para a representante europeia, o

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Parlamento Sul Coreano vota para bloquear Lei Marcial

Após protestos da população, os parlamentares da Coreia do Sul votaram para bloquear o decreto da Lei Marcial anunciado pelo presidente Yoon Suk Yeol nesta terça-feira (3). Yoon instaurou a Lei Marcial com o pretexto de “proteger as ameaças comunistas da Coreia do Norte”. A moção para anular o decreto obteve 190 votos a favor e nenhum contrário (existem 300 assentos na Assembleia Nacional). Pela lei coreana, o presidente é obrigado a cumprir a votação. Abaixo, uma tradução da agência de notícias Reuters do decreto militar: “Para proteger a democracia liberal da ameaça de derrubar o regime da República da Coreia por forças antiestatais ativas na República da Coreia e para proteger a segurança do povo, o seguinte é declarado em toda a República da Coreia a partir das 23:00 em 3 de dezembro de 2024: Os infratores da proclamação acima podem ser presos, detidos e revistados sem mandado de acordo com o Artigo 9 da Lei Marcial da República da Coreia (Autoridade de Medidas Especiais do Comandante da Lei Marcial) e serão punidos de acordo com o Artigo 14 da Lei Marcial (Penalidades). Comandante da Lei Marcial, General do Exército Park An-su, terça-feira, 3 de dezembro de 2024.”

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