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Turismo

Sul do Chile: Descubra o Paraíso Nevado da Patagônia Setentrional com Esqui e Águas Termais

Sul do Chile se consolida como destino de inverno exclusivo com paisagens deslumbrantes e experiências únicas Esquiar com vista para lagos glaciais, relaxar em águas termais a céu aberto e cruzar estradas cercadas por vulcões nevados. Para quem busca neve com mais exclusividade e menos aglomeração, o sul do Chile ganha destaque entre julho e setembro, na conhecida “Temporada Branca”. No coração da Cordilheira dos Andes, o corredor Osorno–Puyehue e a Bacia do Lago Llanquihue revelam um dos cenários mais autênticos e ainda pouco explorados da Patagônia Setentrional, consolidando-se como uma alternativa sofisticada aos destinos tradicionais do país. Com fácil acesso por voo em Puerto Montt, a viagem costuma começar pelas cidades estruturadas como Puerto Varas e Osorno, de onde se segue por rotas seguras até a cordilheira. No caminho, o protagonista é o vulcão Osorno, que se ergue com seu cume imponente refletido nos lagos da região. Conforme informação divulgada pelo LosLagos.Travel, o sul do Chile oferece uma experiência de inverno inesquecível. Esqui com vistas panorâmicas e experiências inesquecíveis Nos centros de montanha da região, a experiência de inverno se torna única em um dos cenários mais impressionantes da América do Sul. O Centro de Ski Antillanca, dentro do Parque Nacional Puyehue, é um dos poucos lugares do mundo onde se pode esquiar com vista panorâmica de 360° para a Cordilheira dos Andes e seus lagos glaciais. Este centro de ski é referência entre praticantes e curiosos que buscam autenticidade e menos fluxo. Já no Centro de Montanha Vulcão Osorno, a sensação é de estar esquiando sobre um cartão-postal. As pistas descem com vista direta para o Lago Llanquihue, unindo esporte e contemplação. O contraste revigorante: Ski e águas termais O contraste entre neve e calor proporciona um dos grandes luxos silenciosos da região. A chamada experiência “ski-thermal” permite alternar o dia entre atividades na neve e momentos de relaxamento em piscinas naturais, um dos grandes diferenciais da região. A poucos quilômetros das pistas, as águas termais de Puyehue emergem a cerca de 39°C e transformam o frio em prazer. Hotéis e complexos como o tradicional Hotel Termas de Puyehue e as Termas de Aguas Calientes oferecem uma combinação rara para os viajantes que saem da neve e vão direto para piscinas minerais em meio à natureza. Sabores autênticos da Patagônia Chilena Osorno é o coração de uma rota gastronômica que valoriza produtos locais e tradições centenárias. Carnes de alta qualidade, o emblemático queijo mantecoso e destilados botânicos dividem espaço com a herança da colonização alemã, presente na confeitaria e arquitetura da Bacia do Lago Llanquihue. Entre a selva valdiviana, cada refeição reforça a identidade de um território onde natureza e cultura se encontram com autenticidade. Para planejar sua viagem e descobrir mais detalhes, visite LosLagos.Travel e acompanhe @LosLagos.Travel. Por que escolher o Sul do Chile para suas férias de inverno? Com boa infraestrutura, paisagens preservadas e experiências integradas, o sul do Chile se posiciona como uma escolha estratégica para quem quer aproveitar o inverno com mais conforto e

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Olivas de Gramado: Descubra a Experiência Completa no Parque de Azeite da Serra Gaúcha

Olivas de Gramado: Uma Imersão no Mundo do Azeite na Serra Gaúcha A Serra Gaúcha, conhecida por seus vinhos e paisagens europeias, revela um novo encanto com o Olivas de Gramado. Este parque oferece uma experiência única que vai além do turismo tradicional, focando na produção e degustação de azeites de oliva. Prepare-se para uma jornada sensorial e natural em meio à Mata Atlântica preservada. O parque, inaugurado em 2018, rapidamente conquistou visitantes pela sua combinação de natureza exuberante, estrutura turística e a protagonista estrela: o azeite. Ir além do centro de Gramado e seguir para a área rural já é parte da experiência, com uma estrada que convida à desaceleração e contemplação. Com mais de 12 mil oliveiras, o Olivas de Gramado oferece um leque de atividades que agradam a todos os gostos, desde trilhas e gastronomia até momentos de pura aventura. Conforme divulgado pelo próprio parque, o ingresso inteiro custa R$ 119, com opções de meia-entrada e gratuidade para crianças até 11 anos, permitindo acesso a grande parte das atrações. Imersão 360º: A História do Azeite em Projeção Ao chegar na azeiteria, a Imersão 360º, inclusa no ingresso, transporta os visitantes para o universo do azeite. Em uma sala escura, projeções narram desde a mitologia grega, com a disputa entre Atena e Poseidon, até a expansão global do azeite, culminando em sua chegada ao Brasil e a Gramado. Esta apresentação, embora não seja a mais dinâmica, serve como uma excelente introdução ao tema, contextualizando a importância histórica e cultural do azeite. A narrativa visual conecta o passado ao presente, preparando o público para as experiências que virão. Degustação Sensorial: Desvendando os Aromas e Sabores do Azeite A Degustação Sensorial, com um custo adicional de R$ 10, é um dos pontos altos da visita. Sob a orientação de uma sommelier, os participantes aprendem a técnica correta para apreciar azeites: aquecer o copo nas mãos para liberar o aroma, sentir as nuances que lembram grama fresca e, por fim, provar, puxando ar para realçar os sabores. A experiência inclui a prova de seis azeites da linha de infusões aromáticas do Olivas, acompanhados de queijo, tomate e chocolate. Sabores como alho e canela se destacam, e combinações inusitadas, como chocolate com azeite de nibs de cacau, surpreendem e encantam, mostrando a versatilidade do produto. Tour Rural e o Encanto do Bosque O Tour Rural, a R$ 19, é realizado em um charmoso trenzinho que serpenteia pela propriedade. Guias compartilham curiosidades sobre o parque e a história da região, tornando o passeio informativo e agradável para todas as idades, inclusive para idosos que preferem evitar caminhadas longas. Uma parada especial acontece no Bosque Encantado, um dos locais mais cênicos do Olivas. Com uma vista deslumbrante dos paredões do Cânion Pedra Branca, o espaço se torna um cenário perfeito para fotos, com o guia atuando como fotógrafo improvisado para registrar o momento. Outras Atrações e o Famoso Olivas Sunset Além das experiências focadas no azeite, o parque oferece a fazendinha com animais como

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La Recoleta: Descubra o Cemitério Monumental de Buenos Aires, Lar de Evita e Lendas Misteriosas

La Recoleta: O Cemitério Monumental de Buenos Aires que Encanta Turistas e Guarda Segredos Históricos No coração do charmoso bairro de Recoleta, em Buenos Aires, reside um lugar que transcende a mera função de um cemitério, tornando-se um verdadeiro museu a céu aberto e um portal para a história argentina. Com mais de 4 mil abóbadas e mausoléus ricamente adornados, o Cemitério da Recoleta se destaca por sua arquitetura deslumbrante, que abrange estilos do gótico ao art déco, e por abrigar histórias fascinantes e lendas que atraem visitantes de todo o mundo. Declarado Patrimônio Histórico Nacional em 1946, o local foi projetado pelo arquiteto francês Prosper Catelin e inaugurado em 1822, inspirando-se no famoso cemitério Père-Lachaise, em Paris. A suntuosidade de seus túmulos detalhados não apenas impressiona, mas também narra a formação do bairro. No final do século XIX, após uma epidemia de febre amarela, muitas famílias abastadas migraram para a zona norte, consolidando a Recoleta como um reduto da elite e, consequentemente, do cemitério que se tornaria o descanso final de figuras centrais da vida argentina. Visitar La Recoleta é mergulhar em um cenário de arte e memória. O cemitério abre suas portas diariamente, das 9h às 17h, na rua Junín, nº 1760. Nas proximidades, outros pontos turísticos como a luxuosa Avenida Alvear e o renomado Museu Nacional de Belas Artes complementam a experiência. Em frente, a Plaza Intendente Alvear oferece um refúgio verde para uma pausa. Conforme informado em suas fontes, a entrada, que antes era gratuita, agora exige a compra de um ingresso individual, preferencialmente adquirido online com antecedência. Para uma imersão completa, as visitas guiadas são altamente recomendadas, pois desvendam os personagens e os mistérios que cercam este local único. O Túmulo de Evita e Outras Personalidades Ilustres Entre os imponentes mausoléus, repousam figuras que moldaram a Argentina. O túmulo de Eva Duarte de Perón, a icônica Evita, é o mais visitado, apresentando uma aparência sóbria, mas sempre adornada com flores frescas em suas placas de bronze. Além dela, o cemitério é o local de descanso de renomados escritores como Silvina Ocampo e Adolfo Bioy Casares, do ex-presidente Domingo Faustino Sarmiento, que projetou seu próprio mausoléu, e de dois laureados com o Prêmio Nobel. Carlos Saavedra Lamas, que recebeu o Nobel da Paz em 1936, e Luis Federico Leloir, agraciado com o Nobel de Química em 1970, também têm seus nomes gravados na história e neste espaço. A presença desses vultos históricos confere ao Cemitério da Recoleta uma importância cultural e científica inegável, atraindo estudantes e admiradores de todo o mundo. Histórias Curiosas e Lendas que Cativam Visitantes Além das personalidades famosas, o Cemitério da Recoleta é palco de histórias que se tornaram lendas populares. Uma das mais conhecidas é a de David Alleno, um zelador que dedicou sua vida ao cemitério. Seu desejo era ser sepultado ali, e com uma herança, encomendou seu próprio monumento funerário. A estátua o retrata em seu uniforme de trabalho, com vassoura e regador nas mãos, um testemunho de sua

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Museu Kistefos: Esculturas Gigantes e Arte Inovadora em Nova Temporada Próxima a Oslo

Museu Kistefos abre temporada 2026 com obras monumentais e exposições imperdíveis perto de Oslo O Museu Kistefos, um destino cultural fascinante localizado a apenas 60 quilômetros de Oslo, na Noruega, prepara-se para inaugurar sua temporada de 2026 no dia 9 de maio. Conhecido por sua operação sazonal, o museu, que celebra 30 anos em 2026, oferece uma experiência única que mescla arte contemporânea, a beleza da natureza norueguesa e a rica história industrial de uma antiga fábrica de celulose. Com quatro espaços de exposição distintos, o Kistefos apresenta obras de artistas renomados, tanto noruegueses quanto internacionais. A temporada de 2026 se estenderá até 11 de outubro, oferecendo amplas oportunidades para visitantes explorarem suas coleções. A proximidade com a capital norueguesa torna o museu um destino ideal para um bate-volta, atraindo também pela sua arquitetura icônica, que preserva referências industriais em suas estruturas modernas. A programação de 2026 promete ser um dos grandes destaques, com a inauguração de duas esculturas de grande porte no Parque das Esculturas e exposições instigantes em suas galerias. Conforme informação divulgada pelo museu, a abertura oficial contará com uma agenda especial, marcando o início de mais um ano de celebração artística e cultural. Novidades Esculturais e Artísticas para 2026 O Parque das Esculturas do Museu Kistefos receberá duas novas e impressionantes obras em 2026. Logo no início da temporada, será inaugurada a escultura Blind Boat, da artista americana Dana Schutz. Com 13 toneladas de bronze fundido, esta peça será a maior obra de Schutz até o momento, conhecida por suas esculturas distópicas e que desafiam a gravidade. Mais para o final da temporada, no outono europeu, a artista francesa Marguerite Humeau apresentará outra nova escultura. A poética de Humeau explora o misticismo, convidando à reflexão sobre mundos esquecidos, emoções profundas e relações perdidas, prometendo adicionar uma camada de mistério e introspecção ao parque. Exposições em Galerias: Diversidade e Abstração A Galeria Nybruket abrigará uma exposição individual intitulada Fish, Fish, Duck, da artista inglesa Issy Wood. Esta galeria, localizada em um antigo prédio da fábrica, preserva a atmosfera industrial, criando um diálogo único entre a arte e o passado do local. Já a Galeria The Twist, uma das estruturas mais icônicas do museu inaugurada em 2019, focará na pintura abstrata contemporânea com a exposição When I’m in My Painting. A mostra reunirá obras de artistas como Ragna Bley, Ida Ekblad, Oscar Murillo e Albert Oehlen, explorando os limites da expressão abstrata. O Museu Kistefos: Um Complexo Cultural Único O Museu Kistefos se distingue por seus diversos espaços. O Parque das Esculturas, aberto o ano todo, conta com cerca de 56 obras permanentes que dialogam com o ambiente natural e industrial. Muitas dessas esculturas foram criadas especificamente para o local, abordando temas como água, energia, indústria e natureza. A Galeria Nybruket, situada em um prédio preservado da antiga fábrica de celulose, oferece uma fusão de arte e história industrial. A estrutura original foi mantida, permitindo que os visitantes sintam a atmosfera do passado enquanto apreciam a arte contemporânea.

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Última Chamada para as Florestas Submersas: Oceanário de Lisboa Despede-se de Exposição Imersiva em Junho

Oceanário de Lisboa: A contagem regressiva para as Florestas Submersas começou, com visitação limitada até 30 de junho. O Oceanário de Lisboa, um dos ícones turísticos da capital portuguesa e referência mundial em conservação marinha desde 1998, está prestes a se despedir de uma de suas exposições mais aclamadas. A mostra Florestas Submersas, que encantou visitantes por uma década com sua fusão única de conhecimento e arte, terá sua última oportunidade de visitação até o dia 30 de junho. Criada pelo renomado fotógrafo japonês Takashi Amano, a exposição oferece uma jornada sensorial inesquecível, transportando o público para o interior de uma exuberante floresta tropical submersa. Sons e aromas complementam a experiência visual, proporcionando um mergulho profundo na beleza e complexidade dos ecossistemas aquáticos. Esta é a sua chance de vivenciar a magia das Florestas Submersas antes que elas desapareçam. Conforme informação divulgada pelo Oceanário de Lisboa, a exposição encerra suas atividades em breve, marcando o fim de um ciclo de contemplação e aprendizado. Prepare-se para uma imersão única que celebra a vida aquática em sua forma mais espetacular. Uma Maravilha de 160 Mil Litros: Detalhes da Floresta Submersa A exposição Florestas Submersas abriga uma biodiversidade impressionante, com 40 espécies de peixes tropicais e 46 espécies de plantas aquáticas. Tudo isso em um aquário de proporções grandiosas, com 160 mil litros de água doce. A infraestrutura que dá vida a este ecossistema é igualmente espetacular. São cerca de 12 toneladas de areia, 25 toneladas de rocha vulcânica e dezenas de troncos cuidadosamente dispostos para recriar fielmente o ambiente de uma floresta submersa. A atenção aos detalhes é um dos pontos altos desta mostra. Visitação e Ingressos: Planeje sua Experiência no Oceanário O Oceanário de Lisboa está localizado na Doca dos Olivais e funciona diariamente, das 10h às 20h, com a última entrada permitida às 19h. Os ingressos para a exposição variam entre 25 e 31 euros, com preços que dependem do horário escolhido para a visita. Para quem busca flexibilidade, o flexiticket está disponível por até 41 euros, garantindo acesso ao espaço em qualquer horário durante os sete dias seguintes à compra. Para uma experiência ainda mais enriquecedora, o Oceanário oferece visitas guiadas, que incluem um tour exclusivo pelos bastidores da exposição Florestas Submersas. Essas visitas guiadas, com duração de uma hora, custam entre 15 e 50 euros e podem ser agendadas diretamente no site oficial do Oceanário. Mais que uma Exposição: O Legado do Oceanário de Lisboa O Oceanário de Lisboa não é apenas um espaço de exposições, mas um centro de referência mundial em conservação marinha desde 1998. O local desempenha um papel crucial na reprodução de espécies ameaçadas de extinção e em pesquisas científicas de ponta. O aquário central, com impressionantes 5 milhões de litros de água salgada, cria a ilusão de um único e contínuo oceano. Ao redor deste núcleo, quatro habitats distintos representam diversas regiões marinhas, permitindo aos visitantes explorar águas tropicais, temperadas e frias. A diversidade de vida é vasta, incluindo mamíferos, invertebrados aquáticos, peixes

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Museu Penitenciário do Rio: Descubra a História Oculta das Prisões Cariocas e Fluminenses

Conheça o Museu Penitenciário do Rio de Janeiro e desvende a história do sistema prisional fluminense O Rio de Janeiro, cidade vibrante e cheia de atrações, esconde em seu centro um local de grande valor histórico e social, mas ainda pouco explorado: o Museu Penitenciário. Inaugurado em 1991 e ligado à Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio de Janeiro, o museu se propõe a preservar e expor a memória do sistema prisional fluminense. Sua missão vai além da simples exibição de objetos, buscando lançar luz sobre os processos que moldaram as prisões no estado e compreender os efeitos que essas estruturas produzem na sociedade. Uma visita ao Museu Penitenciário é um convite a um olhar crítico sobre a história e as práticas que formam o imaginário sobre o encarceramento. O acervo é riquíssimo e abrange um período extenso, desde o início do século 19 até os dias atuais, oferecendo um panorama completo sobre a evolução do sistema. Com informações divulgadas pelo próprio museu, o público é guiado por relatos que ajudam a entender as complexas dinâmicas do cárcere. Descubra a seguir o que esperar dessa visita única e como planejá-la. Um acervo que conta a história das prisões cariocas O Museu Penitenciário do Rio de Janeiro abriga um acervo impressionante, que narra a formação do imaginário sobre as prisões cariocas ao longo de séculos. A visita guiada percorre momentos cruciais, como a criação do complexo penitenciário Frei Caneca e os presídios da Ilha Grande, além de outros marcos importantes do sistema penal no estado. O visitante encontrará uma vasta coleção de fotos, livros, medalhas, placas, antigos aparelhos de comunicação e documentos históricos de diversas épocas. Há também prontuários, laudos e arquivos de presos políticos, além do valioso acervo do Hospital Psiquiátrico Penal Heitor Carrilho, com registros raros consultados por estudiosos nacionais e internacionais. Estrutura e acesso para pesquisadores e curiosos Além da exposição permanente, o complexo do Museu Penitenciário conta com um auditório e uma biblioteca especializada. Este espaço é dedicado a estudos sobre o sistema penal e serve como ponto de encontro para pesquisadores e interessados na área. O acervo bibliográfico inclui obras de grande valor histórico, como textos de Cândido Mendes, considerado o primeiro penitenciarista do Brasil. A biblioteca oferece um ambiente propício para a pesquisa aprofundada sobre a história e as questões que envolvem o sistema prisional, tornando o museu um centro de referência para além da visitação turística. Como planejar sua visita ao Museu Penitenciário O Museu Penitenciário está localizado na Rua Frei Caneca, 401, no bairro Catumbi. Ocupa uma área onde antes funcionava o Complexo Penitenciário Frei Caneca, um dos mais antigos e conhecidos do país, inaugurado em 1850 como Casa de Correção e desativado a partir de 2006. O museu fica a poucas quadras da Praça da Apoteose, parte do Sambódromo da Marquês de Sapucaí, facilitando o acesso para quem visita a região central da cidade. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. A entrada é

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Olivoturismo na Europa: Descubra Lagares e Degustações na Essência do Azeite Português e Espanhol

Olivoturismo na Europa: Uma Jornada Pelos Sabores do Azeite em Portugal, Espanha e Mais O azeite de oliva, um tesouro há milênios, transcende a gastronomia e se tornou um convite para explorar culturas. Nas últimas décadas, o olivoturismo surgiu como uma nova forma de vivenciar a produção e a tradição do azeite, inspirando-se no sucesso do enoturismo. Estabelecimentos que antes focavam apenas na produção agora abrem suas portas para visitantes, oferecendo aprendizado sobre os processos e, claro, degustações de azeites variados. Essa modalidade de turismo tem ganhado força em países como Portugal e Espanha, convidados a conhecer o continente por um prisma diferente. Conforme informação divulgada em fontes especializadas, o olivoturismo convida a mergulhar na história e na cultura do azeite, desde o cultivo das oliveiras até a extração do precioso líquido. É uma oportunidade única de conectar-se com a terra e seus frutos. Portugal: Alentejo e Trás-os-Montes no Roteiro do Azeite Portugal, sexto maior produtor mundial de azeite, oferece experiências ricas em suas regiões produtoras. No Alentejo, responsável por cerca de 70% da produção nacional, a Herdade do Esporão, em Reguengos de Monsaraz, convida para provas de azeites virgem extra. Para quem busca algo mais íntimo, a Amor é Cego, no interior de Évora, foca em produção biológica e de boutique, oferecendo um sabor exclusivo. A visita com degustação custa 40 euros por pessoa e precisa ser agendada. Em uma escala industrial, o Lagar do Marmelo, produtor dos azeites Oliveira da Serra em Ferreira do Alentejo, oferece visitas guiadas gratuitas que detalham todo o processo produtivo, incluindo uma degustação final. A reserva deve ser feita com 48 horas de antecedência. Já Trás-os-Montes, no nordeste português, destaca-se por métodos tradicionais e ancestrais de produção. O projeto Azeite a Norte reúne dezenas de roteiros em 17 municípios, facilitando a escolha de passeios que exploram as tradições locais. Espanha: A Capital Mundial do Azeite e Suas Tradições A Espanha, líder na produção mundial de azeite, tem em Jaén, na Andaluzia, a sua Capital Mundial do Azeite. A região oferece o Centro de Interpretação Olivar y Aceite, com degustações e aulas de culinária, e o Museo de la Cultura del Olivo. Instalado na histórica Hacienda La Laguna, o museu permite um mergulho nas técnicas ancestrais de extração, exibindo equipamentos seculares que contam a história do azeite espanhol. Grécia e Itália: Novas Fronteiras do Olivoturismo Na Grécia, variedades autóctones como kalamata e koroneiki oferecem experiências sensoriais únicas, especialmente no Peloponeso e em Creta. A lendária oliveira de Vouves, em Creta, estimada em 4 mil anos, é um dos pontos turísticos imperdíveis. A Itália, com regiões como Puglia, Toscana, Úmbria e Sicília, tem visto o olivoturismo crescer significativamente. O evento Frantoi Aperti na Úmbria, que celebra a safra com visitas e degustações, é um exemplo do crescente interesse pela experiência. Esses destinos europeus oferecem uma imersão completa no universo do azeite, combinando cultura, gastronomia e paisagens deslumbrantes, ideal para quem busca uma viagem autêntica e saborosa.

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Passaporte da Estrada Real: Carimbe sua Jornada Histórica e Natural em 199 Cidades e Ganhe um Certificado Único

Viajantes podem colecionar carimbos e certificados na histórica Estrada Real, uma experiência imersiva em 199 cidades. A Estrada Real, um dos roteiros turísticos mais ricos do Brasil em história e paisagens, oferece uma nova forma de eternizar a viagem: o Passaporte Estrada Real. Com 1,6 mil quilômetros de extensão e passando por 199 cidades, a rota, que tem mais de 300 anos, foi originalmente criada para o transporte de ouro e diamantes. Atualmente, os quatro caminhos oficiais – Velho, Novo, dos Diamantes e Sabarabuçu – atravessam Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, proporcionando aos viajantes uma gama diversificada de experiências, que vão desde passeios culturais a imersões na natureza. O passaporte gratuito e simbólico se tornou uma marca da jornada. Mesmo para aqueles que não priorizam o carimbo, é possível registrar a passagem por marcos simbólicos em diversos destinos que permitem o check-in. Essa iniciativa, conforme divulgado pela Estrada Real, adiciona uma camada interativa e memorável à experiência de percorrer essa rota tão significativa. Como o Passaporte Estrada Real Funciona A proposta do passaporte é simples e engajadora. A cada parada em um dos pontos oficiais, como lojas, centros culturais, pousadas e estabelecimentos credenciados, o viajante pode registrar sua passagem com carimbos. Para quem prefere a tecnologia, existe também a versão digital, acessível pelo aplicativo da Estrada Real, que permite confirmar a passagem em todas as cidades do percurso. Ao final da viagem, o turista pode receber um certificado que comprova seu percurso por todos os pontos visitados. É importante notar que as versões física e digital do passaporte não se comunicam entre si, seguindo regras distintas para a obtenção do certificado final. Certificado Digital e Físico: Diferenças Importantes No passaporte virtual, a conclusão dos check-ins exigidos libera o certificado automaticamente no aplicativo. Já para o passaporte físico, é necessário enviar um e-mail para passaporteestradareal@fiemg.com.br com imagens da página inicial do documento e das páginas carimbadas. Há um número mínimo de carimbos exigido em cada trecho para validação: 10 no Caminho dos Diamantes, 8 no Caminho Novo, 14 no Caminho Velho e 4 no Caminho do Sabarabuçu. Destinos Emblemáticos para Registrar sua Passagem Ao longo dos quatro caminhos da Estrada Real, diversas cidades oferecem pontos de check-in e experiências únicas. No Rio de Janeiro, **Paraty**, no Caminho Velho, encanta com seu centro histórico de casarões coloniais e ruas de pedra, além de praias paradisíacas. **Petrópolis**, no Caminho Novo, a Cidade Imperial, abriga o Museu Imperial e o icônico Palácio de Cristal. Em Minas Gerais, **Ouro Preto**, no Caminho dos Diamantes, é um mergulho na tradição barroca, com igrejas suntuosas e museus que contam a história da Inconfidência Mineira. **São Lourenço**, no Caminho Velho, convida ao relaxamento com o Parque das Águas e sua área de Mata Atlântica preservada. Já em São Paulo, **Guaratinguetá**, no Caminho Velho, destaca-se pela forte tradição religiosa, com festas em homenagem a santos e a antiga casa de Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro, transformada em centro cultural. Esses destinos são apenas alguns exemplos

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Londres Inova: Novo Parque Linear no Rio Tâmisa é Construído Sobre Gigante “Super Esgoto”

Londres inaugura parque linear inovador sobre infraestrutura de saneamento no Rio Tâmisa Londres surpreende ao expandir sua área urbana sobre o Rio Tâmisa com a abertura do parque linear Bazalgette Embankment. O novo espaço, com aproximadamente 250 metros de extensão, foi construído sobre um moderno “super esgoto”, representando a maior estrutura desse tipo erguida no rio nos últimos 150 anos. Este parque, que funciona como uma “tampa” para a infraestrutura de saneamento, oferece aos londrinos um novo local para convivência e lazer. A área integra instalações artísticas e promove um maior contato com a natureza, tornando-se um ponto de contemplação para o próprio Tâmisa. A criação do Bazalgette Embankment faz parte de uma ampla intervenção subterrânea, ligada à construção do Thames Tideway Tunnel, um túnel de 25 km que visa modernizar o manejo de águas pluviais e esgoto na capital britânica. Conforme informação divulgada pela fonte original, o Bazalgette é o sexto de sete novos pontos de convivência criados como parte deste projeto, seguindo as aberturas em Putney, Chelsea, Vauxhall, Nine Elms e Victoria Embankment. Um novo corredor verde à beira do Tâmisa O Bazalgette Embankment adiciona uma significativa área verde ao longo do rio, com mais de 70 mudas de árvores e arbustos. A paisagem inclui também esculturas antigas em forma de leão, que conferem um toque histórico ao ambiente moderno. Esta nova adição ao rio Tâmisa permite que os londrinos percorram a margem norte, de Westminster até a Torre de Londres, sem se afastar do curso d’água, uma novidade para a cidade. Arte e lazer se integram à engenharia O parque oferece uma vista panorâmica para bairros movimentados do outro lado do rio, como Waterloo e South Bank, ideal para caminhadas e momentos de descanso. Há planos para a instalação de cafés e quiosques, visando tornar a experiência dos visitantes ainda mais agradável. A infraestrutura subterrânea, que antes era apenas funcional, foi elevada a um espaço público de qualidade. Esculturas interativas para encantar Um dos destaques do Bazalgette Embankment são as esculturas pretas, criadas por Nathan Coley. Estas peças não são apenas elementos visuais, mas foram projetadas para terem usos diversos, servindo como assentos, palcos para apresentações e até mesmo como cachoeiras. A obra “Waterwall”, com seus 8,8 metros de altura, promete se tornar uma atração especial, especialmente com a adição de um fluxo de água, funcionando como uma cascata refrescante nos dias quentes, sendo um atrativo para crianças. Um marco na infraestrutura e urbanismo londrino A construção do parque sobre o “super esgoto” demonstra uma abordagem inovadora para a integração de infraestruturas essenciais com espaços públicos. O Bazalgette Embankment não só melhora a qualidade ambiental do Rio Tâmisa, mas também enriquece a vida urbana de Londres, oferecendo um novo ponto de encontro e lazer para moradores e turistas.

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Ilha do Combu: Mergulhe na Floresta Amazônica a Poucos Minutos de Belém e Descubra Sabores Únicos

Ilha do Combu: Um Refúgio Amazônico Próximo a Belém Para quem já explorou o vibrante Mercado Ver-o-Peso em Belém, a Ilha do Combu oferece uma perspectiva fascinante da Amazônia, a apenas uma curta travessia pelo rio Guamá. Longe do agito urbano, a ilha se revela como um santuário de imensidão verde, preservando a rica biodiversidade da floresta. Reconhecida como Área de Proteção Ambiental desde 1997, o Combu é a quarta maior ilha da região metropolitana de Belém. A maior parte de sua infraestrutura, incluindo casas, bares e restaurantes, se concentra nas margens do rio, permitindo que a natureza exuberante e a vegetação preservada predominem em seu interior. A principal forma de locomoção na ilha é, sem dúvida, através das águas, que conduzem a paisagens deslumbrantes e a polos gastronômicos construídos sobre palafitas. Conforme informação divulgada pelo próprio portal, a Ilha do Combu é um convite à imersão na floresta para quem visita Belém. Como Chegar à Ilha do Combu A porta de entrada para a Ilha do Combu é o Terminal Hidroviário Ruy Barata, localizado na Praça Princesa Isabel, às margens do rio Guamá. De lá, embarcações partem em um trajeto de aproximadamente 15 minutos até a ilha. As passagens de ida e volta custam R$ 24, com gratuidade para crianças de até cinco anos, idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência e seus acompanhantes. A bilheteria funciona diariamente das 9h às 16h. Para quem vai de carro, a Praça Princesa Isabel dispõe de estacionamento a partir de R$ 10. Gastronomia e Atrações na Ilha do Combu A experiência gastronômica é um dos grandes atrativos da Ilha do Combu. Bares e restaurantes, muitos deles erguidos sobre palafitas, servem um cardápio variado que mescla a rica culinária paraense com especialidades de frutos do mar. O Saldosa Maloca, com mais de 40 anos de história, é um destaque. O restaurante oferece pratos típicos paraenses, com ênfase em peixes preparados de diversas formas. O local também conta com música ao vivo e áreas propícias para banho, além de permitir caminhadas onde se pode admirar a flora amazônica, como uma imponente samaúma. Outro ponto popular é o Matapy, conhecido por seus peixes saborosos, música ao vivo e drinks. Suas piscinas naturais, que variam de profundidade com a maré, são perfeitas para um mergulho, e o ambiente é complementado por balanços, espreguiçadeiras e uma vista panorâmica da cidade. A Doçura da Ilha: Chocolate Artesanal Uma parada obrigatória é a Casa de Chocolate Filha do Combu, também conhecida como Fábrica de Chocolate da Dona Nena. Desde 2006, o local se dedica à produção de chocolates artesanais, oferecendo degustações, uma loja e um espaço para lanches e cafés. A fábrica, que funciona diariamente das 9h às 17h, é uma atração indicada para toda a família. A experiência na Ilha do Combu se completa com a visita à impressionante samaúma no quintal de Dona Nena, um espetáculo da natureza.

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Sul do Chile: Descubra o Paraíso Nevado da Patagônia Setentrional com Esqui e Águas Termais

Sul do Chile se consolida como destino de inverno exclusivo com paisagens deslumbrantes e experiências únicas Esquiar com vista para lagos glaciais, relaxar em águas termais a céu aberto e cruzar estradas cercadas por vulcões nevados. Para quem busca neve com mais exclusividade e menos aglomeração, o sul do Chile ganha destaque entre julho e setembro, na conhecida “Temporada Branca”. No coração da Cordilheira dos Andes, o corredor Osorno–Puyehue e a Bacia do Lago Llanquihue revelam um dos cenários mais autênticos e ainda pouco explorados da Patagônia Setentrional, consolidando-se como uma alternativa sofisticada aos destinos tradicionais do país. Com fácil acesso por voo em Puerto Montt, a viagem costuma começar pelas cidades estruturadas como Puerto Varas e Osorno, de onde se segue por rotas seguras até a cordilheira. No caminho, o protagonista é o vulcão Osorno, que se ergue com seu cume imponente refletido nos lagos da região. Conforme informação divulgada pelo LosLagos.Travel, o sul do Chile oferece uma experiência de inverno inesquecível. Esqui com vistas panorâmicas e experiências inesquecíveis Nos centros de montanha da região, a experiência de inverno se torna única em um dos cenários mais impressionantes da América do Sul. O Centro de Ski Antillanca, dentro do Parque Nacional Puyehue, é um dos poucos lugares do mundo onde se pode esquiar com vista panorâmica de 360° para a Cordilheira dos Andes e seus lagos glaciais. Este centro de ski é referência entre praticantes e curiosos que buscam autenticidade e menos fluxo. Já no Centro de Montanha Vulcão Osorno, a sensação é de estar esquiando sobre um cartão-postal. As pistas descem com vista direta para o Lago Llanquihue, unindo esporte e contemplação. O contraste revigorante: Ski e águas termais O contraste entre neve e calor proporciona um dos grandes luxos silenciosos da região. A chamada experiência “ski-thermal” permite alternar o dia entre atividades na neve e momentos de relaxamento em piscinas naturais, um dos grandes diferenciais da região. A poucos quilômetros das pistas, as águas termais de Puyehue emergem a cerca de 39°C e transformam o frio em prazer. Hotéis e complexos como o tradicional Hotel Termas de Puyehue e as Termas de Aguas Calientes oferecem uma combinação rara para os viajantes que saem da neve e vão direto para piscinas minerais em meio à natureza. Sabores autênticos da Patagônia Chilena Osorno é o coração de uma rota gastronômica que valoriza produtos locais e tradições centenárias. Carnes de alta qualidade, o emblemático queijo mantecoso e destilados botânicos dividem espaço com a herança da colonização alemã, presente na confeitaria e arquitetura da Bacia do Lago Llanquihue. Entre a selva valdiviana, cada refeição reforça a identidade de um território onde natureza e cultura se encontram com autenticidade. Para planejar sua viagem e descobrir mais detalhes, visite LosLagos.Travel e acompanhe @LosLagos.Travel. Por que escolher o Sul do Chile para suas férias de inverno? Com boa infraestrutura, paisagens preservadas e experiências integradas, o sul do Chile se posiciona como uma escolha estratégica para quem quer aproveitar o inverno com mais conforto e

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Olivas de Gramado: Descubra a Experiência Completa no Parque de Azeite da Serra Gaúcha

Olivas de Gramado: Uma Imersão no Mundo do Azeite na Serra Gaúcha A Serra Gaúcha, conhecida por seus vinhos e paisagens europeias, revela um novo encanto com o Olivas de Gramado. Este parque oferece uma experiência única que vai além do turismo tradicional, focando na produção e degustação de azeites de oliva. Prepare-se para uma jornada sensorial e natural em meio à Mata Atlântica preservada. O parque, inaugurado em 2018, rapidamente conquistou visitantes pela sua combinação de natureza exuberante, estrutura turística e a protagonista estrela: o azeite. Ir além do centro de Gramado e seguir para a área rural já é parte da experiência, com uma estrada que convida à desaceleração e contemplação. Com mais de 12 mil oliveiras, o Olivas de Gramado oferece um leque de atividades que agradam a todos os gostos, desde trilhas e gastronomia até momentos de pura aventura. Conforme divulgado pelo próprio parque, o ingresso inteiro custa R$ 119, com opções de meia-entrada e gratuidade para crianças até 11 anos, permitindo acesso a grande parte das atrações. Imersão 360º: A História do Azeite em Projeção Ao chegar na azeiteria, a Imersão 360º, inclusa no ingresso, transporta os visitantes para o universo do azeite. Em uma sala escura, projeções narram desde a mitologia grega, com a disputa entre Atena e Poseidon, até a expansão global do azeite, culminando em sua chegada ao Brasil e a Gramado. Esta apresentação, embora não seja a mais dinâmica, serve como uma excelente introdução ao tema, contextualizando a importância histórica e cultural do azeite. A narrativa visual conecta o passado ao presente, preparando o público para as experiências que virão. Degustação Sensorial: Desvendando os Aromas e Sabores do Azeite A Degustação Sensorial, com um custo adicional de R$ 10, é um dos pontos altos da visita. Sob a orientação de uma sommelier, os participantes aprendem a técnica correta para apreciar azeites: aquecer o copo nas mãos para liberar o aroma, sentir as nuances que lembram grama fresca e, por fim, provar, puxando ar para realçar os sabores. A experiência inclui a prova de seis azeites da linha de infusões aromáticas do Olivas, acompanhados de queijo, tomate e chocolate. Sabores como alho e canela se destacam, e combinações inusitadas, como chocolate com azeite de nibs de cacau, surpreendem e encantam, mostrando a versatilidade do produto. Tour Rural e o Encanto do Bosque O Tour Rural, a R$ 19, é realizado em um charmoso trenzinho que serpenteia pela propriedade. Guias compartilham curiosidades sobre o parque e a história da região, tornando o passeio informativo e agradável para todas as idades, inclusive para idosos que preferem evitar caminhadas longas. Uma parada especial acontece no Bosque Encantado, um dos locais mais cênicos do Olivas. Com uma vista deslumbrante dos paredões do Cânion Pedra Branca, o espaço se torna um cenário perfeito para fotos, com o guia atuando como fotógrafo improvisado para registrar o momento. Outras Atrações e o Famoso Olivas Sunset Além das experiências focadas no azeite, o parque oferece a fazendinha com animais como

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La Recoleta: Descubra o Cemitério Monumental de Buenos Aires, Lar de Evita e Lendas Misteriosas

La Recoleta: O Cemitério Monumental de Buenos Aires que Encanta Turistas e Guarda Segredos Históricos No coração do charmoso bairro de Recoleta, em Buenos Aires, reside um lugar que transcende a mera função de um cemitério, tornando-se um verdadeiro museu a céu aberto e um portal para a história argentina. Com mais de 4 mil abóbadas e mausoléus ricamente adornados, o Cemitério da Recoleta se destaca por sua arquitetura deslumbrante, que abrange estilos do gótico ao art déco, e por abrigar histórias fascinantes e lendas que atraem visitantes de todo o mundo. Declarado Patrimônio Histórico Nacional em 1946, o local foi projetado pelo arquiteto francês Prosper Catelin e inaugurado em 1822, inspirando-se no famoso cemitério Père-Lachaise, em Paris. A suntuosidade de seus túmulos detalhados não apenas impressiona, mas também narra a formação do bairro. No final do século XIX, após uma epidemia de febre amarela, muitas famílias abastadas migraram para a zona norte, consolidando a Recoleta como um reduto da elite e, consequentemente, do cemitério que se tornaria o descanso final de figuras centrais da vida argentina. Visitar La Recoleta é mergulhar em um cenário de arte e memória. O cemitério abre suas portas diariamente, das 9h às 17h, na rua Junín, nº 1760. Nas proximidades, outros pontos turísticos como a luxuosa Avenida Alvear e o renomado Museu Nacional de Belas Artes complementam a experiência. Em frente, a Plaza Intendente Alvear oferece um refúgio verde para uma pausa. Conforme informado em suas fontes, a entrada, que antes era gratuita, agora exige a compra de um ingresso individual, preferencialmente adquirido online com antecedência. Para uma imersão completa, as visitas guiadas são altamente recomendadas, pois desvendam os personagens e os mistérios que cercam este local único. O Túmulo de Evita e Outras Personalidades Ilustres Entre os imponentes mausoléus, repousam figuras que moldaram a Argentina. O túmulo de Eva Duarte de Perón, a icônica Evita, é o mais visitado, apresentando uma aparência sóbria, mas sempre adornada com flores frescas em suas placas de bronze. Além dela, o cemitério é o local de descanso de renomados escritores como Silvina Ocampo e Adolfo Bioy Casares, do ex-presidente Domingo Faustino Sarmiento, que projetou seu próprio mausoléu, e de dois laureados com o Prêmio Nobel. Carlos Saavedra Lamas, que recebeu o Nobel da Paz em 1936, e Luis Federico Leloir, agraciado com o Nobel de Química em 1970, também têm seus nomes gravados na história e neste espaço. A presença desses vultos históricos confere ao Cemitério da Recoleta uma importância cultural e científica inegável, atraindo estudantes e admiradores de todo o mundo. Histórias Curiosas e Lendas que Cativam Visitantes Além das personalidades famosas, o Cemitério da Recoleta é palco de histórias que se tornaram lendas populares. Uma das mais conhecidas é a de David Alleno, um zelador que dedicou sua vida ao cemitério. Seu desejo era ser sepultado ali, e com uma herança, encomendou seu próprio monumento funerário. A estátua o retrata em seu uniforme de trabalho, com vassoura e regador nas mãos, um testemunho de sua

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Museu Kistefos: Esculturas Gigantes e Arte Inovadora em Nova Temporada Próxima a Oslo

Museu Kistefos abre temporada 2026 com obras monumentais e exposições imperdíveis perto de Oslo O Museu Kistefos, um destino cultural fascinante localizado a apenas 60 quilômetros de Oslo, na Noruega, prepara-se para inaugurar sua temporada de 2026 no dia 9 de maio. Conhecido por sua operação sazonal, o museu, que celebra 30 anos em 2026, oferece uma experiência única que mescla arte contemporânea, a beleza da natureza norueguesa e a rica história industrial de uma antiga fábrica de celulose. Com quatro espaços de exposição distintos, o Kistefos apresenta obras de artistas renomados, tanto noruegueses quanto internacionais. A temporada de 2026 se estenderá até 11 de outubro, oferecendo amplas oportunidades para visitantes explorarem suas coleções. A proximidade com a capital norueguesa torna o museu um destino ideal para um bate-volta, atraindo também pela sua arquitetura icônica, que preserva referências industriais em suas estruturas modernas. A programação de 2026 promete ser um dos grandes destaques, com a inauguração de duas esculturas de grande porte no Parque das Esculturas e exposições instigantes em suas galerias. Conforme informação divulgada pelo museu, a abertura oficial contará com uma agenda especial, marcando o início de mais um ano de celebração artística e cultural. Novidades Esculturais e Artísticas para 2026 O Parque das Esculturas do Museu Kistefos receberá duas novas e impressionantes obras em 2026. Logo no início da temporada, será inaugurada a escultura Blind Boat, da artista americana Dana Schutz. Com 13 toneladas de bronze fundido, esta peça será a maior obra de Schutz até o momento, conhecida por suas esculturas distópicas e que desafiam a gravidade. Mais para o final da temporada, no outono europeu, a artista francesa Marguerite Humeau apresentará outra nova escultura. A poética de Humeau explora o misticismo, convidando à reflexão sobre mundos esquecidos, emoções profundas e relações perdidas, prometendo adicionar uma camada de mistério e introspecção ao parque. Exposições em Galerias: Diversidade e Abstração A Galeria Nybruket abrigará uma exposição individual intitulada Fish, Fish, Duck, da artista inglesa Issy Wood. Esta galeria, localizada em um antigo prédio da fábrica, preserva a atmosfera industrial, criando um diálogo único entre a arte e o passado do local. Já a Galeria The Twist, uma das estruturas mais icônicas do museu inaugurada em 2019, focará na pintura abstrata contemporânea com a exposição When I’m in My Painting. A mostra reunirá obras de artistas como Ragna Bley, Ida Ekblad, Oscar Murillo e Albert Oehlen, explorando os limites da expressão abstrata. O Museu Kistefos: Um Complexo Cultural Único O Museu Kistefos se distingue por seus diversos espaços. O Parque das Esculturas, aberto o ano todo, conta com cerca de 56 obras permanentes que dialogam com o ambiente natural e industrial. Muitas dessas esculturas foram criadas especificamente para o local, abordando temas como água, energia, indústria e natureza. A Galeria Nybruket, situada em um prédio preservado da antiga fábrica de celulose, oferece uma fusão de arte e história industrial. A estrutura original foi mantida, permitindo que os visitantes sintam a atmosfera do passado enquanto apreciam a arte contemporânea.

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Última Chamada para as Florestas Submersas: Oceanário de Lisboa Despede-se de Exposição Imersiva em Junho

Oceanário de Lisboa: A contagem regressiva para as Florestas Submersas começou, com visitação limitada até 30 de junho. O Oceanário de Lisboa, um dos ícones turísticos da capital portuguesa e referência mundial em conservação marinha desde 1998, está prestes a se despedir de uma de suas exposições mais aclamadas. A mostra Florestas Submersas, que encantou visitantes por uma década com sua fusão única de conhecimento e arte, terá sua última oportunidade de visitação até o dia 30 de junho. Criada pelo renomado fotógrafo japonês Takashi Amano, a exposição oferece uma jornada sensorial inesquecível, transportando o público para o interior de uma exuberante floresta tropical submersa. Sons e aromas complementam a experiência visual, proporcionando um mergulho profundo na beleza e complexidade dos ecossistemas aquáticos. Esta é a sua chance de vivenciar a magia das Florestas Submersas antes que elas desapareçam. Conforme informação divulgada pelo Oceanário de Lisboa, a exposição encerra suas atividades em breve, marcando o fim de um ciclo de contemplação e aprendizado. Prepare-se para uma imersão única que celebra a vida aquática em sua forma mais espetacular. Uma Maravilha de 160 Mil Litros: Detalhes da Floresta Submersa A exposição Florestas Submersas abriga uma biodiversidade impressionante, com 40 espécies de peixes tropicais e 46 espécies de plantas aquáticas. Tudo isso em um aquário de proporções grandiosas, com 160 mil litros de água doce. A infraestrutura que dá vida a este ecossistema é igualmente espetacular. São cerca de 12 toneladas de areia, 25 toneladas de rocha vulcânica e dezenas de troncos cuidadosamente dispostos para recriar fielmente o ambiente de uma floresta submersa. A atenção aos detalhes é um dos pontos altos desta mostra. Visitação e Ingressos: Planeje sua Experiência no Oceanário O Oceanário de Lisboa está localizado na Doca dos Olivais e funciona diariamente, das 10h às 20h, com a última entrada permitida às 19h. Os ingressos para a exposição variam entre 25 e 31 euros, com preços que dependem do horário escolhido para a visita. Para quem busca flexibilidade, o flexiticket está disponível por até 41 euros, garantindo acesso ao espaço em qualquer horário durante os sete dias seguintes à compra. Para uma experiência ainda mais enriquecedora, o Oceanário oferece visitas guiadas, que incluem um tour exclusivo pelos bastidores da exposição Florestas Submersas. Essas visitas guiadas, com duração de uma hora, custam entre 15 e 50 euros e podem ser agendadas diretamente no site oficial do Oceanário. Mais que uma Exposição: O Legado do Oceanário de Lisboa O Oceanário de Lisboa não é apenas um espaço de exposições, mas um centro de referência mundial em conservação marinha desde 1998. O local desempenha um papel crucial na reprodução de espécies ameaçadas de extinção e em pesquisas científicas de ponta. O aquário central, com impressionantes 5 milhões de litros de água salgada, cria a ilusão de um único e contínuo oceano. Ao redor deste núcleo, quatro habitats distintos representam diversas regiões marinhas, permitindo aos visitantes explorar águas tropicais, temperadas e frias. A diversidade de vida é vasta, incluindo mamíferos, invertebrados aquáticos, peixes

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Museu Penitenciário do Rio: Descubra a História Oculta das Prisões Cariocas e Fluminenses

Conheça o Museu Penitenciário do Rio de Janeiro e desvende a história do sistema prisional fluminense O Rio de Janeiro, cidade vibrante e cheia de atrações, esconde em seu centro um local de grande valor histórico e social, mas ainda pouco explorado: o Museu Penitenciário. Inaugurado em 1991 e ligado à Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio de Janeiro, o museu se propõe a preservar e expor a memória do sistema prisional fluminense. Sua missão vai além da simples exibição de objetos, buscando lançar luz sobre os processos que moldaram as prisões no estado e compreender os efeitos que essas estruturas produzem na sociedade. Uma visita ao Museu Penitenciário é um convite a um olhar crítico sobre a história e as práticas que formam o imaginário sobre o encarceramento. O acervo é riquíssimo e abrange um período extenso, desde o início do século 19 até os dias atuais, oferecendo um panorama completo sobre a evolução do sistema. Com informações divulgadas pelo próprio museu, o público é guiado por relatos que ajudam a entender as complexas dinâmicas do cárcere. Descubra a seguir o que esperar dessa visita única e como planejá-la. Um acervo que conta a história das prisões cariocas O Museu Penitenciário do Rio de Janeiro abriga um acervo impressionante, que narra a formação do imaginário sobre as prisões cariocas ao longo de séculos. A visita guiada percorre momentos cruciais, como a criação do complexo penitenciário Frei Caneca e os presídios da Ilha Grande, além de outros marcos importantes do sistema penal no estado. O visitante encontrará uma vasta coleção de fotos, livros, medalhas, placas, antigos aparelhos de comunicação e documentos históricos de diversas épocas. Há também prontuários, laudos e arquivos de presos políticos, além do valioso acervo do Hospital Psiquiátrico Penal Heitor Carrilho, com registros raros consultados por estudiosos nacionais e internacionais. Estrutura e acesso para pesquisadores e curiosos Além da exposição permanente, o complexo do Museu Penitenciário conta com um auditório e uma biblioteca especializada. Este espaço é dedicado a estudos sobre o sistema penal e serve como ponto de encontro para pesquisadores e interessados na área. O acervo bibliográfico inclui obras de grande valor histórico, como textos de Cândido Mendes, considerado o primeiro penitenciarista do Brasil. A biblioteca oferece um ambiente propício para a pesquisa aprofundada sobre a história e as questões que envolvem o sistema prisional, tornando o museu um centro de referência para além da visitação turística. Como planejar sua visita ao Museu Penitenciário O Museu Penitenciário está localizado na Rua Frei Caneca, 401, no bairro Catumbi. Ocupa uma área onde antes funcionava o Complexo Penitenciário Frei Caneca, um dos mais antigos e conhecidos do país, inaugurado em 1850 como Casa de Correção e desativado a partir de 2006. O museu fica a poucas quadras da Praça da Apoteose, parte do Sambódromo da Marquês de Sapucaí, facilitando o acesso para quem visita a região central da cidade. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. A entrada é

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Olivoturismo na Europa: Descubra Lagares e Degustações na Essência do Azeite Português e Espanhol

Olivoturismo na Europa: Uma Jornada Pelos Sabores do Azeite em Portugal, Espanha e Mais O azeite de oliva, um tesouro há milênios, transcende a gastronomia e se tornou um convite para explorar culturas. Nas últimas décadas, o olivoturismo surgiu como uma nova forma de vivenciar a produção e a tradição do azeite, inspirando-se no sucesso do enoturismo. Estabelecimentos que antes focavam apenas na produção agora abrem suas portas para visitantes, oferecendo aprendizado sobre os processos e, claro, degustações de azeites variados. Essa modalidade de turismo tem ganhado força em países como Portugal e Espanha, convidados a conhecer o continente por um prisma diferente. Conforme informação divulgada em fontes especializadas, o olivoturismo convida a mergulhar na história e na cultura do azeite, desde o cultivo das oliveiras até a extração do precioso líquido. É uma oportunidade única de conectar-se com a terra e seus frutos. Portugal: Alentejo e Trás-os-Montes no Roteiro do Azeite Portugal, sexto maior produtor mundial de azeite, oferece experiências ricas em suas regiões produtoras. No Alentejo, responsável por cerca de 70% da produção nacional, a Herdade do Esporão, em Reguengos de Monsaraz, convida para provas de azeites virgem extra. Para quem busca algo mais íntimo, a Amor é Cego, no interior de Évora, foca em produção biológica e de boutique, oferecendo um sabor exclusivo. A visita com degustação custa 40 euros por pessoa e precisa ser agendada. Em uma escala industrial, o Lagar do Marmelo, produtor dos azeites Oliveira da Serra em Ferreira do Alentejo, oferece visitas guiadas gratuitas que detalham todo o processo produtivo, incluindo uma degustação final. A reserva deve ser feita com 48 horas de antecedência. Já Trás-os-Montes, no nordeste português, destaca-se por métodos tradicionais e ancestrais de produção. O projeto Azeite a Norte reúne dezenas de roteiros em 17 municípios, facilitando a escolha de passeios que exploram as tradições locais. Espanha: A Capital Mundial do Azeite e Suas Tradições A Espanha, líder na produção mundial de azeite, tem em Jaén, na Andaluzia, a sua Capital Mundial do Azeite. A região oferece o Centro de Interpretação Olivar y Aceite, com degustações e aulas de culinária, e o Museo de la Cultura del Olivo. Instalado na histórica Hacienda La Laguna, o museu permite um mergulho nas técnicas ancestrais de extração, exibindo equipamentos seculares que contam a história do azeite espanhol. Grécia e Itália: Novas Fronteiras do Olivoturismo Na Grécia, variedades autóctones como kalamata e koroneiki oferecem experiências sensoriais únicas, especialmente no Peloponeso e em Creta. A lendária oliveira de Vouves, em Creta, estimada em 4 mil anos, é um dos pontos turísticos imperdíveis. A Itália, com regiões como Puglia, Toscana, Úmbria e Sicília, tem visto o olivoturismo crescer significativamente. O evento Frantoi Aperti na Úmbria, que celebra a safra com visitas e degustações, é um exemplo do crescente interesse pela experiência. Esses destinos europeus oferecem uma imersão completa no universo do azeite, combinando cultura, gastronomia e paisagens deslumbrantes, ideal para quem busca uma viagem autêntica e saborosa.

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Passaporte da Estrada Real: Carimbe sua Jornada Histórica e Natural em 199 Cidades e Ganhe um Certificado Único

Viajantes podem colecionar carimbos e certificados na histórica Estrada Real, uma experiência imersiva em 199 cidades. A Estrada Real, um dos roteiros turísticos mais ricos do Brasil em história e paisagens, oferece uma nova forma de eternizar a viagem: o Passaporte Estrada Real. Com 1,6 mil quilômetros de extensão e passando por 199 cidades, a rota, que tem mais de 300 anos, foi originalmente criada para o transporte de ouro e diamantes. Atualmente, os quatro caminhos oficiais – Velho, Novo, dos Diamantes e Sabarabuçu – atravessam Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, proporcionando aos viajantes uma gama diversificada de experiências, que vão desde passeios culturais a imersões na natureza. O passaporte gratuito e simbólico se tornou uma marca da jornada. Mesmo para aqueles que não priorizam o carimbo, é possível registrar a passagem por marcos simbólicos em diversos destinos que permitem o check-in. Essa iniciativa, conforme divulgado pela Estrada Real, adiciona uma camada interativa e memorável à experiência de percorrer essa rota tão significativa. Como o Passaporte Estrada Real Funciona A proposta do passaporte é simples e engajadora. A cada parada em um dos pontos oficiais, como lojas, centros culturais, pousadas e estabelecimentos credenciados, o viajante pode registrar sua passagem com carimbos. Para quem prefere a tecnologia, existe também a versão digital, acessível pelo aplicativo da Estrada Real, que permite confirmar a passagem em todas as cidades do percurso. Ao final da viagem, o turista pode receber um certificado que comprova seu percurso por todos os pontos visitados. É importante notar que as versões física e digital do passaporte não se comunicam entre si, seguindo regras distintas para a obtenção do certificado final. Certificado Digital e Físico: Diferenças Importantes No passaporte virtual, a conclusão dos check-ins exigidos libera o certificado automaticamente no aplicativo. Já para o passaporte físico, é necessário enviar um e-mail para passaporteestradareal@fiemg.com.br com imagens da página inicial do documento e das páginas carimbadas. Há um número mínimo de carimbos exigido em cada trecho para validação: 10 no Caminho dos Diamantes, 8 no Caminho Novo, 14 no Caminho Velho e 4 no Caminho do Sabarabuçu. Destinos Emblemáticos para Registrar sua Passagem Ao longo dos quatro caminhos da Estrada Real, diversas cidades oferecem pontos de check-in e experiências únicas. No Rio de Janeiro, **Paraty**, no Caminho Velho, encanta com seu centro histórico de casarões coloniais e ruas de pedra, além de praias paradisíacas. **Petrópolis**, no Caminho Novo, a Cidade Imperial, abriga o Museu Imperial e o icônico Palácio de Cristal. Em Minas Gerais, **Ouro Preto**, no Caminho dos Diamantes, é um mergulho na tradição barroca, com igrejas suntuosas e museus que contam a história da Inconfidência Mineira. **São Lourenço**, no Caminho Velho, convida ao relaxamento com o Parque das Águas e sua área de Mata Atlântica preservada. Já em São Paulo, **Guaratinguetá**, no Caminho Velho, destaca-se pela forte tradição religiosa, com festas em homenagem a santos e a antiga casa de Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro, transformada em centro cultural. Esses destinos são apenas alguns exemplos

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Londres Inova: Novo Parque Linear no Rio Tâmisa é Construído Sobre Gigante “Super Esgoto”

Londres inaugura parque linear inovador sobre infraestrutura de saneamento no Rio Tâmisa Londres surpreende ao expandir sua área urbana sobre o Rio Tâmisa com a abertura do parque linear Bazalgette Embankment. O novo espaço, com aproximadamente 250 metros de extensão, foi construído sobre um moderno “super esgoto”, representando a maior estrutura desse tipo erguida no rio nos últimos 150 anos. Este parque, que funciona como uma “tampa” para a infraestrutura de saneamento, oferece aos londrinos um novo local para convivência e lazer. A área integra instalações artísticas e promove um maior contato com a natureza, tornando-se um ponto de contemplação para o próprio Tâmisa. A criação do Bazalgette Embankment faz parte de uma ampla intervenção subterrânea, ligada à construção do Thames Tideway Tunnel, um túnel de 25 km que visa modernizar o manejo de águas pluviais e esgoto na capital britânica. Conforme informação divulgada pela fonte original, o Bazalgette é o sexto de sete novos pontos de convivência criados como parte deste projeto, seguindo as aberturas em Putney, Chelsea, Vauxhall, Nine Elms e Victoria Embankment. Um novo corredor verde à beira do Tâmisa O Bazalgette Embankment adiciona uma significativa área verde ao longo do rio, com mais de 70 mudas de árvores e arbustos. A paisagem inclui também esculturas antigas em forma de leão, que conferem um toque histórico ao ambiente moderno. Esta nova adição ao rio Tâmisa permite que os londrinos percorram a margem norte, de Westminster até a Torre de Londres, sem se afastar do curso d’água, uma novidade para a cidade. Arte e lazer se integram à engenharia O parque oferece uma vista panorâmica para bairros movimentados do outro lado do rio, como Waterloo e South Bank, ideal para caminhadas e momentos de descanso. Há planos para a instalação de cafés e quiosques, visando tornar a experiência dos visitantes ainda mais agradável. A infraestrutura subterrânea, que antes era apenas funcional, foi elevada a um espaço público de qualidade. Esculturas interativas para encantar Um dos destaques do Bazalgette Embankment são as esculturas pretas, criadas por Nathan Coley. Estas peças não são apenas elementos visuais, mas foram projetadas para terem usos diversos, servindo como assentos, palcos para apresentações e até mesmo como cachoeiras. A obra “Waterwall”, com seus 8,8 metros de altura, promete se tornar uma atração especial, especialmente com a adição de um fluxo de água, funcionando como uma cascata refrescante nos dias quentes, sendo um atrativo para crianças. Um marco na infraestrutura e urbanismo londrino A construção do parque sobre o “super esgoto” demonstra uma abordagem inovadora para a integração de infraestruturas essenciais com espaços públicos. O Bazalgette Embankment não só melhora a qualidade ambiental do Rio Tâmisa, mas também enriquece a vida urbana de Londres, oferecendo um novo ponto de encontro e lazer para moradores e turistas.

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Ilha do Combu: Mergulhe na Floresta Amazônica a Poucos Minutos de Belém e Descubra Sabores Únicos

Ilha do Combu: Um Refúgio Amazônico Próximo a Belém Para quem já explorou o vibrante Mercado Ver-o-Peso em Belém, a Ilha do Combu oferece uma perspectiva fascinante da Amazônia, a apenas uma curta travessia pelo rio Guamá. Longe do agito urbano, a ilha se revela como um santuário de imensidão verde, preservando a rica biodiversidade da floresta. Reconhecida como Área de Proteção Ambiental desde 1997, o Combu é a quarta maior ilha da região metropolitana de Belém. A maior parte de sua infraestrutura, incluindo casas, bares e restaurantes, se concentra nas margens do rio, permitindo que a natureza exuberante e a vegetação preservada predominem em seu interior. A principal forma de locomoção na ilha é, sem dúvida, através das águas, que conduzem a paisagens deslumbrantes e a polos gastronômicos construídos sobre palafitas. Conforme informação divulgada pelo próprio portal, a Ilha do Combu é um convite à imersão na floresta para quem visita Belém. Como Chegar à Ilha do Combu A porta de entrada para a Ilha do Combu é o Terminal Hidroviário Ruy Barata, localizado na Praça Princesa Isabel, às margens do rio Guamá. De lá, embarcações partem em um trajeto de aproximadamente 15 minutos até a ilha. As passagens de ida e volta custam R$ 24, com gratuidade para crianças de até cinco anos, idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência e seus acompanhantes. A bilheteria funciona diariamente das 9h às 16h. Para quem vai de carro, a Praça Princesa Isabel dispõe de estacionamento a partir de R$ 10. Gastronomia e Atrações na Ilha do Combu A experiência gastronômica é um dos grandes atrativos da Ilha do Combu. Bares e restaurantes, muitos deles erguidos sobre palafitas, servem um cardápio variado que mescla a rica culinária paraense com especialidades de frutos do mar. O Saldosa Maloca, com mais de 40 anos de história, é um destaque. O restaurante oferece pratos típicos paraenses, com ênfase em peixes preparados de diversas formas. O local também conta com música ao vivo e áreas propícias para banho, além de permitir caminhadas onde se pode admirar a flora amazônica, como uma imponente samaúma. Outro ponto popular é o Matapy, conhecido por seus peixes saborosos, música ao vivo e drinks. Suas piscinas naturais, que variam de profundidade com a maré, são perfeitas para um mergulho, e o ambiente é complementado por balanços, espreguiçadeiras e uma vista panorâmica da cidade. A Doçura da Ilha: Chocolate Artesanal Uma parada obrigatória é a Casa de Chocolate Filha do Combu, também conhecida como Fábrica de Chocolate da Dona Nena. Desde 2006, o local se dedica à produção de chocolates artesanais, oferecendo degustações, uma loja e um espaço para lanches e cafés. A fábrica, que funciona diariamente das 9h às 17h, é uma atração indicada para toda a família. A experiência na Ilha do Combu se completa com a visita à impressionante samaúma no quintal de Dona Nena, um espetáculo da natureza.

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