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Mapa Revela: Estreito de Hormuz Agora é ‘Estreito de Trump’ em Movimento Político dos EUA

Estreito de Hormuz renomeado para ‘Estreito de Trump’ em mapa divulgado pelo presidente dos EUA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, causou repercussão ao republicar em sua rede social, Truth Social, uma imagem que apresenta o **Estreito de Hormuz** com a designação “estreito de Trump”. Este estreito é uma das rotas de energia mais importantes do mundo. A imagem, que mostra uma frota de navios com a bandeira americana navegando pelo canal, surge em um momento de alta tensão. O estreito, por onde transitava cerca de um quinto do petróleo comercializado globalmente antes de conflitos recentes, encontra-se atualmente bloqueado. Este bloqueio ocorre em meio ao impasse nas relações entre Washington e o Irã, apesar da entrada em vigor de um cessar-fogo em outras frentes. A situação pressiona os preços da energia globalmente. EUA Buscam Formar Coalizão Internacional para Reabrir Rota Estratégica Diante do cenário de instabilidade e do aumento nos custos de energia, os Estados Unidos estão empenhados em articular uma coalizão internacional. O objetivo principal é a **reabertura do Estreito de Hormuz**, garantindo a livre navegação e o fluxo de petróleo. Aliados importantes de Washington, como a França e o Reino Unido, já participaram de discussões sobre a iniciativa. No entanto, eles sinalizaram que sua participação efetiva só ocorreria após o término das hostilidades na região. A futura coalizão deverá se chamar “Construção da Liberdade Marítima”, embora mais detalhes sobre sua estrutura e operações ainda não tenham sido divulgados pelos EUA. Tensões se Agravam com Posicionamentos de EUA e Irã A estratégia americana, segundo informações da agência de notícias AFP, pode incluir a manutenção de um **bloqueio naval contra portos iranianos** por vários meses. A intenção seria pressionar a economia do Irã e forçar uma mudança de postura. Essa medida, contudo, não é vista com bons olhos pelo regime iraniano. Em resposta, o Irã emitiu um comunicado severo, afirmando que qualquer ataque por parte dos Estados Unidos resultaria em “ataques longos e dolorosos” contra posições americanas na região. O líder supremo iraniano, aiatolá Mojtaba Khamenei, também expressou que os EUA sofreram uma “derrota vergonhosa” na guerra, evidenciando a profundidade do conflito de narrativas e interesses.

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Putin Alerta Trump: Nova Guerra no Irã Traz ‘Consequências Prejudiciais’ e Rússia Propõe Solução Diplomática

Putin Alerta Trump: Nova Guerra no Irã Traz ‘Consequências Prejudiciais’ e Rússia Propõe Solução Diplomática O presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantiveram uma conversa telefônica nesta quarta-feira, a primeira anunciada publicamente desde 9 de março. Durante o diálogo, Putin apresentou propostas para a resolução da disputa em torno do programa nuclear do Irã, conforme relatado por Iuri Ushakov, conselheiro do Kremlin para política externa. A ligação ocorreu em um momento delicado, nove dias após o início do conflito entre EUA e Irã, que se encontra sob uma frágil trégua, marcada por bloqueios marítimos contínuos e dificuldades nas negociações de paz. Ushakov enfatizou que qualquer nova escalada de hostilidades no Oriente Médio traria “consequências extremamente prejudiciais” e não seria do interesse de nenhuma das partes envolvidas. A Rússia reforçou seu compromisso com os esforços diplomáticos para uma solução pacífica da crise, oferecendo considerações específicas para dissipar as divergências sobre o programa nuclear iraniano. O conselheiro destacou que a Rússia pretende manter um diálogo aberto com o Irã, com o qual possui uma “parceria estratégica”, além de contatos com os países do Golfo Pérsico e Israel, visando evitar a retomada dos confrontos na região. A conversa, que durou mais de uma hora e meia, foi descrita como “amigável, franca e objetiva”. Anteriormente, a Rússia já havia proposto a retirada do urânio enriquecido em posse do Irã. Na segunda-feira anterior à ligação, o Irã sinalizou uma possível mudança em sua estratégia de negociação após o fracasso de uma segunda rodada de conversas com Washington, enviando seu chanceler a Moscou. Lá, ele foi recebido por Putin, que prometeu empenho para auxiliar o Oriente Médio a alcançar a paz. Propostas Russas para a Paz no Irã e Ucrânia Durante o diálogo com Trump, Putin também sugeriu a repetição de um cessar-fogo temporário, similar ao ocorrido na Ucrânia no ano passado, para coincidir com as celebrações do aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no mês seguinte. Ushakov informou que Trump apoiou ativamente essa iniciativa, reconhecendo a importância histórica da data e expressando otimismo sobre a proximidade de um acordo para o fim do conflito na Ucrânia. No ano anterior, a Ucrânia não havia concordado com a trégua proposta pela Rússia, que durou três dias. Contexto da Crise no Oriente Médio A atual situação no Oriente Médio é marcada por tensões elevadas, com bloqueios no estreito de Hormuz e um impasse nas negociações para encerrar o conflito. A proposta russa visa aliviar essas tensões e buscar um caminho diplomático para a estabilidade na região. A Rússia, que mantém laços estreitos com o Irã, busca atuar como mediadora para evitar um agravamento da crise. Rússia Busca Diálogo Multilateral O conselheiro Ushakov ressaltou a intenção russa de manter um canal de comunicação constante com todas as partes envolvidas, incluindo Irã, países do Golfo Pérsico e Israel. Essa abordagem multilateral é vista como crucial para a prevenção de novos conflitos e para a promoção de um ambiente propício a negociações de paz

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Haribo Choca o Brasil: Fábrica de Doces Alemã Encerra Operações em Bauru e Demite 150 Funcionários; Futuro da Marca no País é Incerto

Haribo encerra atividades no Brasil, impactando 150 empregos em Bauru A renomada fabricante de doces alemã, Haribo, anunciou o fim de suas operações fabris e administrativas no Brasil. A decisão, comunicada nesta terça-feira (28), pegou de surpresa colaboradores e a cidade de Bauru, no interior de São Paulo, onde a empresa possuía sua unidade. Cerca de 150 trabalhadores serão diretamente afetados pelo encerramento. A empresa justifica a medida citando “desafios no cenário de competitividade no País” e “fatores externos” que teriam impactado o ambiente de negócios nos últimos meses, dificultando a sustentabilidade a longo prazo. Apesar do fechamento da fábrica e da estrutura administrativa local, a Haribo declarou que continuará atuando no mercado brasileiro, embora os detalhes sobre como isso ocorrerá ainda não tenham sido totalmente esclarecidos. A notícia gerou comoção em Bauru, cidade que abrigava a planta da empresa. Cronograma de encerramento e impacto em Bauru As atividades na fábrica e no setor administrativo em Bauru seguirão um cronograma de encerramento até o mês de julho. Em comunicado oficial enviado à prefeitura de Bauru e divulgado pela prefeita Suéllen Silva Rosim, a Haribo reconheceu o impacto significativo da decisão para a cidade e seus colaboradores. A empresa destacou que, como uma organização global, avalia constantemente suas operações em diferentes mercados. Competitividade e fatores externos como motivos alegados A nota oficial da Haribo, divulgada pela prefeitura, explicou que a avaliação das operações no Brasil tornou-se mais complexa. “No caso do Brasil, essa avaliação se tornou mais desafiadora diante do cenário de competitividade e de fatores externos que impactaram o ambiente de negócios nos últimos meses”, afirmou a companhia. Essa justificativa aponta para um ambiente econômico e regulatório que a empresa considerou desfavorável. Futuro da Haribo no mercado brasileiro Apesar do encerramento das atividades fabris e administrativas no Brasil, a Haribo reiterou em comunicados à imprensa que seu compromisso com o mercado brasileiro permanece. A empresa pretende continuar oferecendo seus produtos aos consumidores brasileiros, mas a forma como essa distribuição e comercialização se dará sem a estrutura local ainda é uma incógnita. A expectativa é que a empresa busque parcerias ou modelos de negócio alternativos para manter sua presença no país. O que esperar após o fechamento? O fechamento da fábrica da Haribo em Bauru levanta questões sobre o futuro da marca no Brasil e o impacto no setor de doces. Especialistas apontam que a decisão pode refletir a dificuldade de empresas estrangeiras em competir em um mercado com forte presença local e custos operacionais elevados. O cenário de competitividade mencionado pela Haribo é um fator crucial para a permanência de negócios internacionais.

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Desenrola 2: Governo libera até 20% do FGTS para quitar dívidas; saiba como funciona

Governo anuncia Desenrola 2 com liberação de FGTS para quitação de dívidas O Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, anunciou uma nova fase do programa Desenrola, que permitirá aos trabalhadores utilizar até 20% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para quitar dívidas. A medida, batizada de Desenrola 2, tem como objetivo principal auxiliar as famílias brasileiras a reduzirem o recorde de endividamento registrado recentemente no país. A expectativa é que a iniciativa ofereça um alívio financeiro significativo. O recurso do FGTS será destinado de forma específica para o pagamento de credores, mediante autorização do trabalhador. Essa funcionalidade garante que o dinheiro seja utilizado exclusivamente para a quitação de débitos, impedindo desvios para outras finalidades. Como funcionará a liberação do FGTS no Desenrola 2 De acordo com o Ministro Luiz Marinho, o dinheiro retirado das contas do FGTS sairá “carimbado” diretamente para o banco credor. Essa destinação específica visa assegurar a eficácia do programa na redução do endividamento. Para aderir a essa facilidade, o trabalhador precisará abrir mão de outras operações financeiras durante o período de utilização do benefício. O Ministro Marinho explicou que, ao optar por essa modalidade de alívio na dívida, o participante não poderá realizar “absolutamente nenhum dos famosos joguinhos”, referindo-se a outras formas de movimentação do FGTS. Impacto financeiro e público-alvo do Desenrola 2 A estimativa do governo é que a medida movimente cerca de R$ 4,5 bilhões. Esse montante será impactado diretamente nas contas do FGTS sob gestão da Caixa Econômica Federal, segundo projeções do próprio Ministério do Trabalho e Emprego. O Desenrola 2.0 é uma das estratégias do governo federal para impulsionar a economia e apoiar a população. A iniciativa será voltada para trabalhadores com vínculo empregatício formal (CLT) que recebem até quatro salários mínimos, o que corresponde a uma renda mensal de aproximadamente R$ 8 mil. Contexto do endividamento das famílias brasileiras O anúncio do Desenrola 2 ocorre em um cenário de alta preocupação com o endividamento das famílias brasileiras. Dados recentes do Banco Central indicam que, em fevereiro de 2026, o índice de endividamento atingiu 49,9%, o maior nível desde o início da série histórica em 2005. Essa taxa elevada demonstra a necessidade de programas como o Desenrola para auxiliar os cidadãos a reorganizarem suas finanças e recuperarem a capacidade de consumo. A liberação de parte do FGTS surge como uma ferramenta importante nesse contexto.

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Deportados para o Congo: Latino-americanos em Limbo nos EUA Relatam Violações e Medo em Novo Continente

Deportados para o Congo: Latino-americanos em Limbo nos EUA Relatam Violações e Medo em Novo Continente Nunca imaginei que acabaria na África, afirma Jorge Cubillos, um dos 15 latino-americanos deportados dos Estados Unidos para a República Democrática do Congo. Fugindo de ameaças em seu país natal, a Colômbia, Cubillos buscou uma nova vida nos EUA, onde possuía autorização de trabalho e um processo de asilo em andamento. Sua deportação repentina para o Congo, sem explicações claras, o deixou doente, desorientado e longe de sua família. Este grupo, composto por pessoas da Colômbia, Peru e Equador, é o primeiro a ser enviado ao Congo sob um acordo polêmico firmado pelo governo do ex-presidente Donald Trump com países terceiros. Embora o governo congolês tenha defendido a ação como um ato de solidariedade internacional, os deportados relatam condições longe do ideal e deterioração de sua saúde, conforme divulgado pela BBC News Mundo. As histórias revelam um calvário que começou com visitas de agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE). Muitos, como Marta, que preferiu não revelar seu nome por medo de represálias, relatam ter sido detidos e deportados apesar de terem autorização de trabalho e processos migratórios em andamento. A falta de informação e a incerteza sobre o futuro geram um profundo impacto emocional e psicológico no grupo. Direitos Humanos Violados e Condições Precárias Marta conta que, após ser liberada de uma longa batalha legal e com um habeas corpus concedido por um juiz federal, foi surpreendida por agentes do ICE em sua casa no Texas. O que parecia uma verificação de endereço se transformou em uma detenção e, posteriormente, em um voo para o Congo. “Sinto que nossos direitos humanos foram violados”, desabafa, criticando a desinformação que circula nas redes sociais, rotulando-os como criminosos. Hubert Tshiswaka, diretor do Instituto de Pesquisa sobre Direitos Humanos (IRDH), critica duramente o acordo, considerando-o contrário aos compromissos internacionais de proteção a refugiados. O advogado especialista em direitos humanos afirma que não há base legal para trazer essas pessoas ao Congo, especialmente dos EUA, e muito menos para mantê-las detidas. O IRDH denuncia uma violação do princípio da não devolução e transferências forçadas. Uma Viagem Desumana e o Medo do Futuro O grupo relata que a viagem para o Congo foi “desumana”. Jorge Cubillos descreve ter passado mais de 25 horas acorrentado pela cintura, mãos e pés, com suprimentos mínimos. Outra deportada, que também pediu anonimato, foi convocada para retirar um GPS e acabou sendo informada de sua deportação para um “terceiro país”. A falta de água potável, cortes de energia e doenças como febre, vômitos e diarreia são relatadas pelos deportados, que recebem a resposta de que é apenas o corpo se adaptando à África. A Organização Internacional para as Migrações (OIM) informou que está prestando assistência humanitária, mas os migrantes sentem-se “completamente à deriva”. Carlos Rodelo, que obteve proteção sob a Convenção contra a Tortura (CAT) nos EUA, foi detido e deportado antes que um juiz federal pudesse se pronunciar sobre seus

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Homem que tentou atacar Trump tira selfie armado em quarto de hotel; promotoria pede prisão

Acusado de atentado contra Donald Trump fez selfie armado em quarto de hotel momentos antes do ataque, revelam promotores. O homem acusado de tentar assassinar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tirou uma selfie em seu quarto de hotel com uma espingarda momentos antes de tentar invadir a área de segurança. A informação foi divulgada pelos promotores nesta quarta-feira (29). Cole Tomas Allen, de 31 anos, tentou acessar o local onde Trump estava no sábado (25). Ele deixou seu quarto no hotel Hilton, em Washington, e correu em direção ao salão de festas no subsolo, onde ocorria um jantar de gala para a imprensa com a presença de autoridades. Após uma confusão com seguranças, Allen foi detido. Tiros foram disparados, mas ninguém se feriu gravemente. Segundo os promotores, ele passou seus últimos minutos antes do ataque pesquisando a localização de Trump, armando-se e posando para uma selfie no espelho do quarto. Conforme divulgado pelos promotores, Allen foi detido após uma tentativa de invasão em evento de gala para imprensa em Washington. O manifesto e a selfie incriminadora Na foto tirada por Allen, ele aparece vestindo preto, com gravata vermelha, portando uma faca, um coldre de ombro para arma e uma bolsa de munição. Ao sair do quarto, e-mails programados foram enviados a amigos e familiares contendo um manifesto que explicava suas intenções. Os promotores descreveram o ataque como de “malícia insondável” e solicitaram que o tribunal negue fiança ao acusado, argumentando que a motivação política persiste. Professor da Califórnia viajou com arsenal Cole Tomas Allen é descrito como um professor qualificado da Califórnia. Os promotores afirmam que ele viajou para Washington com um arsenal que incluía uma espingarda, uma pistola e diversas facas. A viagem foi feita por via ferroviária, passando por Chicago, e durante o trajeto, Allen registrou seu apreço pelas paisagens. Segurança do hotel considerada negligente Em seu quarto no hotel, Allen teria expressado surpresa com o que considerou ser a segurança negligente do local, afirmando ter entrado com várias armas sem ser considerado uma ameaça. O manifesto enviado aos conhecidos listava membros do governo Trump como alvos prioritários, do mais alto ao mais baixo escalão. Tentativa de invasão e troca de tiros De acordo com o processo judicial, Cole se desfez do casaco comprido ao chegar na área de entrada do hotel e correu pelos detectores de metal com a espingarda. Ele teria disparado em direção às escadas que levavam ao salão de baile. Um agente do Serviço Secreto reagiu, disparando cinco vezes, mas não acertou Allen, que caiu e foi imobilizado. O acusado sofreu um ferimento leve no joelho, mas não foi baleado.

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Kone Compra TK Elevator por R$ 172 Bilhões e Cria Gigante Global de Elevadores, Superando Otis e Schindler

Kone e TK Elevator se Unem para Liderar o Mercado Global de Elevadores em Negócio Histórico de R$ 172 Bilhões A Kone Oyj anunciou um acordo monumental para adquirir a TK Elevator, antiga divisão da Thyssenkrupp, por 29,4 bilhões de euros, o equivalente a aproximadamente R$ 172 bilhões, incluindo dívidas. A transação, que representa uma das maiores saídas de fundos de private equity na Europa e o maior negócio da história da Finlândia, consolida a Kone como líder dominante no setor de elevadores e escadas rolantes. A nova entidade combinada quase dobrará o valor de mercado da Kone, que atualmente gira em torno de 30 bilhões de euros, catapultando-a à frente de concorrentes como a Otis Worldwide Corp., dos Estados Unidos, e a suíça Schindler Holding AG. A aquisição visa fortalecer a presença da Kone em mercados-chave e impulsionar sua estratégia de serviços e modernização. Apesar do otimismo, as ações da Kone registraram queda em Helsinque, sinalizando cautela do mercado. A empresa finlandesa já havia demonstrado interesse na TK Elevator anteriormente, mas a negociação anterior em 2020 não se concretizou. Agora, com o acordo fechado, a Kone busca expandir sua atuação global e otimizar suas operações, conforme divulgado pela Bloomberg. Expansão Geográfica e Estratégica para a Kone A aquisição da TK Elevator oferecerá à Kone uma maior exposição ao mercado norte-americano, onde a TK Elevator possui uma forte presença em instalação e manutenção. Essa movimentação complementa a posição de liderança da Kone na Ásia, de onde a empresa obtém cerca de 35% de sua receita atual. A sinergia entre as operações visa otimizar a oferta de produtos e serviços em escala global. Philippe Delorme, presidente e CEO da Kone, destacou que a união acelerará a “mudança estratégica da companhia em direção a serviços e modernização”. A empresa combinada terá sede na Finlândia, empregará mais de 100 mil funcionários em cerca de 100 países e projeta vendas anuais de aproximadamente 20,5 bilhões de euros, consolidando sua posição de liderança no mercado mundial de elevadores. Desafios Antitruste e a Saída dos Fundos de Private Equity A transação, embora estratégica, pode enfrentar barreiras regulatórias e antitruste em diversas jurisdições. A Kone pode ser obrigada a vender alguns ativos para obter as aprovações necessárias, um processo que, segundo executivos, pode levar até 18 meses. A empresa demonstrou confiança na obtenção das aprovações, trabalhando de perto com os reguladores. Para os vendedores, os fundos Advent e Cinven, a venda representa uma saída significativa, especialmente em um momento em que gestoras de private equity buscam repatriar capital para investidores. No entanto, a estrutura do acordo, que inclui uma parcela substancial em ações da Kone, pode prolongar o processo de liquidação completa para os fundos, tornando-os expostos à volatilidade do mercado. Estrutura do Negócio e Perspectivas Futuras O acordo prevê um pagamento em dinheiro de 5 bilhões de euros para a Advent e Cinven, com o restante sendo pago em ações da Kone. Essas ações estarão sujeitas a um período de bloqueio de 180 dias antes que

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Exército de Israel ameaça atacar Hezbollah ‘além da linha amarela’ no Líbano, elevando tensões na fronteira

Israel eleva o tom contra Hezbollah e ameaça avançar ‘além da linha amarela’ no Líbano O Exército de Israel intensificou sua retórica contra o Hezbollah, com o chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, declarando que o grupo será atacado mesmo em áreas do Líbano consideradas mais distantes da fronteira. A declaração foi feita durante uma visita do general às tropas israelenses no sul do Líbano, em uma região que o país define como uma “zona segura”. A fala eleva a tensão em uma fronteira já instável. Essa nova ameaça surge em meio a um cessar-fogo frágil e a uma série de ataques e contra-ataques entre as partes, com ambos os lados acusando um ao outro de violar os acordos, conforme informações divulgadas pelo Exército de Israel. Israel estabelece “linha amarela” e alerta para futuras ações militares Recentemente, as forças israelenses estabeleceram uma “linha amarela” no sul do Líbano, similar à que separa suas tropas do território controlado pelo Hamas na Faixa de Gaza. Israel já havia informado ter atacado indivíduos suspeitos de se aproximarem de seus soldados ao longo dessa linha. A movimentação militar israelense inclui a ordem de retirada de moradores de 16 cidades e vilarejos libaneses, que deveriam se dirigir para a cidade de Sidon. O governo israelense justifica suas ações como uma resposta a supostas violações da trégua por parte do Hezbollah. Ataque israelense deixa mortos no Líbano, incluindo socorristas Em um incidente ocorrido na terça-feira, a Defesa Civil do Líbano informou que um ataque israelense resultou na morte de três de seus integrantes. Os socorristas estavam em uma operação de resgate na cidade de Majdal Zoun, no sul do país, quando um prédio onde estavam foi atingido. Segundo o órgão, os socorristas ficaram “presos sob os escombros” do edifício bombardeado. O Ministério da Saúde libanês confirmou que outras duas pessoas também morreram no mesmo ataque, aumentando o saldo de vítimas civis. Ministro israelense adverte Hezbollah sobre “brincar com fogo” Dias antes, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, já havia emitido um forte aviso ao Hezbollah, declarando que o grupo estava “brincando com fogo” e que isso poderia arrastar o Líbano para uma “catástrofe”. “Naim Qassem [líder do grupo armado] está brincando com fogo, e esse fogo queimará o Hezbollah e todo o Líbano”, afirmou Katz, reforçando a posição de linha dura de Israel. Apesar da trégua em vigor desde o dia 16, Israel mantém o direito de agir contra o que considera ataques planejados, iminentes ou em andamento por parte do Hezbollah. Israel busca “proteger cidadãos” e nega ambições territoriais no Líbano O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, declarou que o país não tem intenções de controlar o território libanês. “Israel não tem ambições territoriais no Líbano. Nossa presença nas áreas vizinhas à nossa fronteira norte tem apenas um propósito: proteger nossos cidadãos”, disse Saar. As forças israelenses mantêm uma presença em uma faixa de 5 a 10 quilômetros ao longo da fronteira com o Líbano e afirmam ter encontrado um túnel

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iFood mira em mesas e filas: app de delivery aposta em “Comer Fora” e compra startup para atrair clientes para dentro dos restaurantes

iFood expande atuação e lança “Comer Fora” para atrair clientes para dentro dos restaurantes, com a aquisição da Get In O iFood, gigante do delivery de comida, anunciou uma nova estratégia para além das entregas: o lançamento do “iFood para Comer Fora”. A iniciativa visa conectar os consumidores diretamente aos estabelecimentos físicos, promovendo experiências como reservas de mesa e ofertas exclusivas no salão. Para fortalecer essa nova frente de negócios, o iFood confirmou a aquisição da startup Get In, especializada em sistemas de reserva e gestão de filas. A união busca otimizar a experiência tanto para os clientes quanto para os donos de restaurantes, impulsionando o fluxo de pessoas e a ocupação dos espaços. As primeiras cidades a testarem o “iFood para Comer Fora” serão Campinas (SP) e Curitiba (PR). A partir dessas localidades, a empresa coletará dados e aprendizados para refinar o modelo antes de expandir para outras regiões do país. Conforme informação divulgada pelo iFood, a meta é criar uma nova alavanca de vendas no espaço físico, aumentando o fluxo de clientes e reduzindo a ociosidade em horários de menor movimento. Novas funcionalidades para clientes e restaurantes Através do “iFood para Comer Fora”, os usuários poderão acessar a seção dedicada no aplicativo para encontrar restaurantes com promoções, como descontos e cashback. Para usufruir dessas vantagens, o cliente precisará realizar um check-in ao chegar no estabelecimento. Essa funcionalidade, segundo o iFood, também visa gerar recorrência e fidelizar o público. Para os restaurantes, a plataforma oferecerá ferramentas para atrair mais público, gerenciar filas online e, com base nos dados de consumo, criar estratégias de marketing personalizadas. A ideia é que os estabelecimentos possam identificar seus clientes e conhecer melhor seus hábitos, utilizando essas informações para campanhas de cashback e promoções no Portal do Parceiro iFood. Get In: um reforço estratégico para reservas e filas A aquisição da Get In pela iFood representa um passo importante para consolidar o serviço “Comer Fora”. A Get In já oferece soluções para otimizar a ocupação de mesas e a gestão de filas, permitindo que clientes descubram restaurantes, entrem em filas virtuais e reservem mesas digitalmente, acompanhando o tempo de espera. O iFood destaca que, atualmente, menos de 45% dos estabelecimentos oferecem reserva de mesa, e dentro desse grupo, apenas cerca de 5 mil utilizam aplicativos especializados. “Com o tráfego e a inteligência do iFood, podemos ajudar a ampliar o hábito de reservar mesas em restaurantes no Brasil”, afirmou Juliana Yamada, vice-presidente de Novos Negócios no iFood. Ela ressalta que a iniciativa tem potencial para melhorar a experiência do consumidor e proporcionar ao restaurante maior previsibilidade de demanda, melhor ocupação e mais eficiência no salão. O futuro do consumo presencial com a tecnologia iFood A estratégia do iFood para o “Comer Fora” se alinha a um movimento crescente de integração entre o digital e o físico no setor de alimentação. Ao oferecer ferramentas que facilitam a visita ao restaurante, a empresa busca não apenas aumentar as vendas, mas também enriquecer a experiência do cliente, que

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Rei Charles 3º brinca com Macron sobre EUA falarem francês; presidente francês responde: ‘Seria chique’

Rei Charles 3º faz piada sobre EUA falarem francês e Macron responde: “Seria chique” Em um momento de descontração durante um jantar de Estado na Casa Branca, o rei Charles 3º fez uma brincadeira com o presidente francês, Emmanuel Macron, que gerou risadas e uma resposta espirituosa do líder europeu. A troca de farpas, que remete à história colonial e a recentes tensões políticas, adicionou um toque de leveza ao evento oficial. A piada do monarca britânico foi uma referência a declarações anteriores do ex-presidente Donald Trump, que criticou aliados europeus. Charles 3º, em tom jocoso, sugeriu que, sem a intervenção americana na Segunda Guerra Mundial, a Europa, incluindo a França, poderia estar falando alemão hoje. A resposta de Macron, que disse que seria “chique” se os EUA falassem francês, ecoou a própria história de influência francesa no território americano. Essa troca de gentilezas, porém, carrega um subtexto de críticas às declarações de Trump, que em janeiro, durante o Fórum Econômico de Davos, ameaçou a aliança transatlântica ao questionar o apoio dos EUA a aliados europeus. O episódio, que evidenciou a desconfiança entre Bruxelas e Washington, é um lembrete das complexidades nas relações internacionais, especialmente no contexto da OTAN. Um toque de história e diplomacia O rei Charles 3º, em sua visita aos Estados Unidos, participou de diversos eventos oficiais, incluindo um jantar de Estado e um discurso no Congresso. A piada durante o jantar, que se refere ao fato de que grande parte dos Estados Unidos foi colônia francesa no século 18, antes do domínio britânico, foi uma forma de Charles 3º, de maneira sutil, rebater as críticas de Trump aos aliados europeus. A resposta de Macron, divulgada em suas redes sociais, demonstrou bom humor e inteligência política. Ao dizer que “seria chique” se os EUA falassem francês, o presidente francês não apenas brincou com a situação, mas também relembrou a **influência histórica da França na formação dos Estados Unidos**, um fato frequentemente ofuscado pela narrativa americana. Críticas de Trump e o futuro da aliança transatlântica As declarações de Donald Trump em Davos, onde ele afirmou que, sem os EUA, a Europa falaria alemão e talvez japonês, causaram grande repercussão e aumentaram a desconfiança entre os aliados. Trump chegou a ameaçar a ruptura da aliança transatlântica, evidenciando um **atrito significativo entre Washington e seus parceiros europeus**. A visita do rei Charles 3º aos EUA, que incluiu um momento simbólico no memorial do 11 de Setembro em Nova York, também serviu como um lembrete do “relacionamento especial” entre Reino Unido e Estados Unidos. O gesto, especialmente após o atentado que vitimou cidadãos britânicos, reforçou a importância da cooperação mútua, inclusive no combate ao terrorismo e na aplicação do Artigo 5º da OTAN. Desafios nas relações internacionais A relação entre os Estados Unidos e seus aliados da OTAN tem enfrentado desafios, especialmente com as críticas de Trump sobre a divisão de custos e o apoio em conflitos internacionais. A proibição de bases militares americanas na Espanha para o conflito no Irã

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Mapa Revela: Estreito de Hormuz Agora é ‘Estreito de Trump’ em Movimento Político dos EUA

Estreito de Hormuz renomeado para ‘Estreito de Trump’ em mapa divulgado pelo presidente dos EUA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, causou repercussão ao republicar em sua rede social, Truth Social, uma imagem que apresenta o **Estreito de Hormuz** com a designação “estreito de Trump”. Este estreito é uma das rotas de energia mais importantes do mundo. A imagem, que mostra uma frota de navios com a bandeira americana navegando pelo canal, surge em um momento de alta tensão. O estreito, por onde transitava cerca de um quinto do petróleo comercializado globalmente antes de conflitos recentes, encontra-se atualmente bloqueado. Este bloqueio ocorre em meio ao impasse nas relações entre Washington e o Irã, apesar da entrada em vigor de um cessar-fogo em outras frentes. A situação pressiona os preços da energia globalmente. EUA Buscam Formar Coalizão Internacional para Reabrir Rota Estratégica Diante do cenário de instabilidade e do aumento nos custos de energia, os Estados Unidos estão empenhados em articular uma coalizão internacional. O objetivo principal é a **reabertura do Estreito de Hormuz**, garantindo a livre navegação e o fluxo de petróleo. Aliados importantes de Washington, como a França e o Reino Unido, já participaram de discussões sobre a iniciativa. No entanto, eles sinalizaram que sua participação efetiva só ocorreria após o término das hostilidades na região. A futura coalizão deverá se chamar “Construção da Liberdade Marítima”, embora mais detalhes sobre sua estrutura e operações ainda não tenham sido divulgados pelos EUA. Tensões se Agravam com Posicionamentos de EUA e Irã A estratégia americana, segundo informações da agência de notícias AFP, pode incluir a manutenção de um **bloqueio naval contra portos iranianos** por vários meses. A intenção seria pressionar a economia do Irã e forçar uma mudança de postura. Essa medida, contudo, não é vista com bons olhos pelo regime iraniano. Em resposta, o Irã emitiu um comunicado severo, afirmando que qualquer ataque por parte dos Estados Unidos resultaria em “ataques longos e dolorosos” contra posições americanas na região. O líder supremo iraniano, aiatolá Mojtaba Khamenei, também expressou que os EUA sofreram uma “derrota vergonhosa” na guerra, evidenciando a profundidade do conflito de narrativas e interesses.

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Putin Alerta Trump: Nova Guerra no Irã Traz ‘Consequências Prejudiciais’ e Rússia Propõe Solução Diplomática

Putin Alerta Trump: Nova Guerra no Irã Traz ‘Consequências Prejudiciais’ e Rússia Propõe Solução Diplomática O presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantiveram uma conversa telefônica nesta quarta-feira, a primeira anunciada publicamente desde 9 de março. Durante o diálogo, Putin apresentou propostas para a resolução da disputa em torno do programa nuclear do Irã, conforme relatado por Iuri Ushakov, conselheiro do Kremlin para política externa. A ligação ocorreu em um momento delicado, nove dias após o início do conflito entre EUA e Irã, que se encontra sob uma frágil trégua, marcada por bloqueios marítimos contínuos e dificuldades nas negociações de paz. Ushakov enfatizou que qualquer nova escalada de hostilidades no Oriente Médio traria “consequências extremamente prejudiciais” e não seria do interesse de nenhuma das partes envolvidas. A Rússia reforçou seu compromisso com os esforços diplomáticos para uma solução pacífica da crise, oferecendo considerações específicas para dissipar as divergências sobre o programa nuclear iraniano. O conselheiro destacou que a Rússia pretende manter um diálogo aberto com o Irã, com o qual possui uma “parceria estratégica”, além de contatos com os países do Golfo Pérsico e Israel, visando evitar a retomada dos confrontos na região. A conversa, que durou mais de uma hora e meia, foi descrita como “amigável, franca e objetiva”. Anteriormente, a Rússia já havia proposto a retirada do urânio enriquecido em posse do Irã. Na segunda-feira anterior à ligação, o Irã sinalizou uma possível mudança em sua estratégia de negociação após o fracasso de uma segunda rodada de conversas com Washington, enviando seu chanceler a Moscou. Lá, ele foi recebido por Putin, que prometeu empenho para auxiliar o Oriente Médio a alcançar a paz. Propostas Russas para a Paz no Irã e Ucrânia Durante o diálogo com Trump, Putin também sugeriu a repetição de um cessar-fogo temporário, similar ao ocorrido na Ucrânia no ano passado, para coincidir com as celebrações do aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no mês seguinte. Ushakov informou que Trump apoiou ativamente essa iniciativa, reconhecendo a importância histórica da data e expressando otimismo sobre a proximidade de um acordo para o fim do conflito na Ucrânia. No ano anterior, a Ucrânia não havia concordado com a trégua proposta pela Rússia, que durou três dias. Contexto da Crise no Oriente Médio A atual situação no Oriente Médio é marcada por tensões elevadas, com bloqueios no estreito de Hormuz e um impasse nas negociações para encerrar o conflito. A proposta russa visa aliviar essas tensões e buscar um caminho diplomático para a estabilidade na região. A Rússia, que mantém laços estreitos com o Irã, busca atuar como mediadora para evitar um agravamento da crise. Rússia Busca Diálogo Multilateral O conselheiro Ushakov ressaltou a intenção russa de manter um canal de comunicação constante com todas as partes envolvidas, incluindo Irã, países do Golfo Pérsico e Israel. Essa abordagem multilateral é vista como crucial para a prevenção de novos conflitos e para a promoção de um ambiente propício a negociações de paz

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Haribo Choca o Brasil: Fábrica de Doces Alemã Encerra Operações em Bauru e Demite 150 Funcionários; Futuro da Marca no País é Incerto

Haribo encerra atividades no Brasil, impactando 150 empregos em Bauru A renomada fabricante de doces alemã, Haribo, anunciou o fim de suas operações fabris e administrativas no Brasil. A decisão, comunicada nesta terça-feira (28), pegou de surpresa colaboradores e a cidade de Bauru, no interior de São Paulo, onde a empresa possuía sua unidade. Cerca de 150 trabalhadores serão diretamente afetados pelo encerramento. A empresa justifica a medida citando “desafios no cenário de competitividade no País” e “fatores externos” que teriam impactado o ambiente de negócios nos últimos meses, dificultando a sustentabilidade a longo prazo. Apesar do fechamento da fábrica e da estrutura administrativa local, a Haribo declarou que continuará atuando no mercado brasileiro, embora os detalhes sobre como isso ocorrerá ainda não tenham sido totalmente esclarecidos. A notícia gerou comoção em Bauru, cidade que abrigava a planta da empresa. Cronograma de encerramento e impacto em Bauru As atividades na fábrica e no setor administrativo em Bauru seguirão um cronograma de encerramento até o mês de julho. Em comunicado oficial enviado à prefeitura de Bauru e divulgado pela prefeita Suéllen Silva Rosim, a Haribo reconheceu o impacto significativo da decisão para a cidade e seus colaboradores. A empresa destacou que, como uma organização global, avalia constantemente suas operações em diferentes mercados. Competitividade e fatores externos como motivos alegados A nota oficial da Haribo, divulgada pela prefeitura, explicou que a avaliação das operações no Brasil tornou-se mais complexa. “No caso do Brasil, essa avaliação se tornou mais desafiadora diante do cenário de competitividade e de fatores externos que impactaram o ambiente de negócios nos últimos meses”, afirmou a companhia. Essa justificativa aponta para um ambiente econômico e regulatório que a empresa considerou desfavorável. Futuro da Haribo no mercado brasileiro Apesar do encerramento das atividades fabris e administrativas no Brasil, a Haribo reiterou em comunicados à imprensa que seu compromisso com o mercado brasileiro permanece. A empresa pretende continuar oferecendo seus produtos aos consumidores brasileiros, mas a forma como essa distribuição e comercialização se dará sem a estrutura local ainda é uma incógnita. A expectativa é que a empresa busque parcerias ou modelos de negócio alternativos para manter sua presença no país. O que esperar após o fechamento? O fechamento da fábrica da Haribo em Bauru levanta questões sobre o futuro da marca no Brasil e o impacto no setor de doces. Especialistas apontam que a decisão pode refletir a dificuldade de empresas estrangeiras em competir em um mercado com forte presença local e custos operacionais elevados. O cenário de competitividade mencionado pela Haribo é um fator crucial para a permanência de negócios internacionais.

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Desenrola 2: Governo libera até 20% do FGTS para quitar dívidas; saiba como funciona

Governo anuncia Desenrola 2 com liberação de FGTS para quitação de dívidas O Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, anunciou uma nova fase do programa Desenrola, que permitirá aos trabalhadores utilizar até 20% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para quitar dívidas. A medida, batizada de Desenrola 2, tem como objetivo principal auxiliar as famílias brasileiras a reduzirem o recorde de endividamento registrado recentemente no país. A expectativa é que a iniciativa ofereça um alívio financeiro significativo. O recurso do FGTS será destinado de forma específica para o pagamento de credores, mediante autorização do trabalhador. Essa funcionalidade garante que o dinheiro seja utilizado exclusivamente para a quitação de débitos, impedindo desvios para outras finalidades. Como funcionará a liberação do FGTS no Desenrola 2 De acordo com o Ministro Luiz Marinho, o dinheiro retirado das contas do FGTS sairá “carimbado” diretamente para o banco credor. Essa destinação específica visa assegurar a eficácia do programa na redução do endividamento. Para aderir a essa facilidade, o trabalhador precisará abrir mão de outras operações financeiras durante o período de utilização do benefício. O Ministro Marinho explicou que, ao optar por essa modalidade de alívio na dívida, o participante não poderá realizar “absolutamente nenhum dos famosos joguinhos”, referindo-se a outras formas de movimentação do FGTS. Impacto financeiro e público-alvo do Desenrola 2 A estimativa do governo é que a medida movimente cerca de R$ 4,5 bilhões. Esse montante será impactado diretamente nas contas do FGTS sob gestão da Caixa Econômica Federal, segundo projeções do próprio Ministério do Trabalho e Emprego. O Desenrola 2.0 é uma das estratégias do governo federal para impulsionar a economia e apoiar a população. A iniciativa será voltada para trabalhadores com vínculo empregatício formal (CLT) que recebem até quatro salários mínimos, o que corresponde a uma renda mensal de aproximadamente R$ 8 mil. Contexto do endividamento das famílias brasileiras O anúncio do Desenrola 2 ocorre em um cenário de alta preocupação com o endividamento das famílias brasileiras. Dados recentes do Banco Central indicam que, em fevereiro de 2026, o índice de endividamento atingiu 49,9%, o maior nível desde o início da série histórica em 2005. Essa taxa elevada demonstra a necessidade de programas como o Desenrola para auxiliar os cidadãos a reorganizarem suas finanças e recuperarem a capacidade de consumo. A liberação de parte do FGTS surge como uma ferramenta importante nesse contexto.

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Deportados para o Congo: Latino-americanos em Limbo nos EUA Relatam Violações e Medo em Novo Continente

Deportados para o Congo: Latino-americanos em Limbo nos EUA Relatam Violações e Medo em Novo Continente Nunca imaginei que acabaria na África, afirma Jorge Cubillos, um dos 15 latino-americanos deportados dos Estados Unidos para a República Democrática do Congo. Fugindo de ameaças em seu país natal, a Colômbia, Cubillos buscou uma nova vida nos EUA, onde possuía autorização de trabalho e um processo de asilo em andamento. Sua deportação repentina para o Congo, sem explicações claras, o deixou doente, desorientado e longe de sua família. Este grupo, composto por pessoas da Colômbia, Peru e Equador, é o primeiro a ser enviado ao Congo sob um acordo polêmico firmado pelo governo do ex-presidente Donald Trump com países terceiros. Embora o governo congolês tenha defendido a ação como um ato de solidariedade internacional, os deportados relatam condições longe do ideal e deterioração de sua saúde, conforme divulgado pela BBC News Mundo. As histórias revelam um calvário que começou com visitas de agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE). Muitos, como Marta, que preferiu não revelar seu nome por medo de represálias, relatam ter sido detidos e deportados apesar de terem autorização de trabalho e processos migratórios em andamento. A falta de informação e a incerteza sobre o futuro geram um profundo impacto emocional e psicológico no grupo. Direitos Humanos Violados e Condições Precárias Marta conta que, após ser liberada de uma longa batalha legal e com um habeas corpus concedido por um juiz federal, foi surpreendida por agentes do ICE em sua casa no Texas. O que parecia uma verificação de endereço se transformou em uma detenção e, posteriormente, em um voo para o Congo. “Sinto que nossos direitos humanos foram violados”, desabafa, criticando a desinformação que circula nas redes sociais, rotulando-os como criminosos. Hubert Tshiswaka, diretor do Instituto de Pesquisa sobre Direitos Humanos (IRDH), critica duramente o acordo, considerando-o contrário aos compromissos internacionais de proteção a refugiados. O advogado especialista em direitos humanos afirma que não há base legal para trazer essas pessoas ao Congo, especialmente dos EUA, e muito menos para mantê-las detidas. O IRDH denuncia uma violação do princípio da não devolução e transferências forçadas. Uma Viagem Desumana e o Medo do Futuro O grupo relata que a viagem para o Congo foi “desumana”. Jorge Cubillos descreve ter passado mais de 25 horas acorrentado pela cintura, mãos e pés, com suprimentos mínimos. Outra deportada, que também pediu anonimato, foi convocada para retirar um GPS e acabou sendo informada de sua deportação para um “terceiro país”. A falta de água potável, cortes de energia e doenças como febre, vômitos e diarreia são relatadas pelos deportados, que recebem a resposta de que é apenas o corpo se adaptando à África. A Organização Internacional para as Migrações (OIM) informou que está prestando assistência humanitária, mas os migrantes sentem-se “completamente à deriva”. Carlos Rodelo, que obteve proteção sob a Convenção contra a Tortura (CAT) nos EUA, foi detido e deportado antes que um juiz federal pudesse se pronunciar sobre seus

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Homem que tentou atacar Trump tira selfie armado em quarto de hotel; promotoria pede prisão

Acusado de atentado contra Donald Trump fez selfie armado em quarto de hotel momentos antes do ataque, revelam promotores. O homem acusado de tentar assassinar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tirou uma selfie em seu quarto de hotel com uma espingarda momentos antes de tentar invadir a área de segurança. A informação foi divulgada pelos promotores nesta quarta-feira (29). Cole Tomas Allen, de 31 anos, tentou acessar o local onde Trump estava no sábado (25). Ele deixou seu quarto no hotel Hilton, em Washington, e correu em direção ao salão de festas no subsolo, onde ocorria um jantar de gala para a imprensa com a presença de autoridades. Após uma confusão com seguranças, Allen foi detido. Tiros foram disparados, mas ninguém se feriu gravemente. Segundo os promotores, ele passou seus últimos minutos antes do ataque pesquisando a localização de Trump, armando-se e posando para uma selfie no espelho do quarto. Conforme divulgado pelos promotores, Allen foi detido após uma tentativa de invasão em evento de gala para imprensa em Washington. O manifesto e a selfie incriminadora Na foto tirada por Allen, ele aparece vestindo preto, com gravata vermelha, portando uma faca, um coldre de ombro para arma e uma bolsa de munição. Ao sair do quarto, e-mails programados foram enviados a amigos e familiares contendo um manifesto que explicava suas intenções. Os promotores descreveram o ataque como de “malícia insondável” e solicitaram que o tribunal negue fiança ao acusado, argumentando que a motivação política persiste. Professor da Califórnia viajou com arsenal Cole Tomas Allen é descrito como um professor qualificado da Califórnia. Os promotores afirmam que ele viajou para Washington com um arsenal que incluía uma espingarda, uma pistola e diversas facas. A viagem foi feita por via ferroviária, passando por Chicago, e durante o trajeto, Allen registrou seu apreço pelas paisagens. Segurança do hotel considerada negligente Em seu quarto no hotel, Allen teria expressado surpresa com o que considerou ser a segurança negligente do local, afirmando ter entrado com várias armas sem ser considerado uma ameaça. O manifesto enviado aos conhecidos listava membros do governo Trump como alvos prioritários, do mais alto ao mais baixo escalão. Tentativa de invasão e troca de tiros De acordo com o processo judicial, Cole se desfez do casaco comprido ao chegar na área de entrada do hotel e correu pelos detectores de metal com a espingarda. Ele teria disparado em direção às escadas que levavam ao salão de baile. Um agente do Serviço Secreto reagiu, disparando cinco vezes, mas não acertou Allen, que caiu e foi imobilizado. O acusado sofreu um ferimento leve no joelho, mas não foi baleado.

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Kone Compra TK Elevator por R$ 172 Bilhões e Cria Gigante Global de Elevadores, Superando Otis e Schindler

Kone e TK Elevator se Unem para Liderar o Mercado Global de Elevadores em Negócio Histórico de R$ 172 Bilhões A Kone Oyj anunciou um acordo monumental para adquirir a TK Elevator, antiga divisão da Thyssenkrupp, por 29,4 bilhões de euros, o equivalente a aproximadamente R$ 172 bilhões, incluindo dívidas. A transação, que representa uma das maiores saídas de fundos de private equity na Europa e o maior negócio da história da Finlândia, consolida a Kone como líder dominante no setor de elevadores e escadas rolantes. A nova entidade combinada quase dobrará o valor de mercado da Kone, que atualmente gira em torno de 30 bilhões de euros, catapultando-a à frente de concorrentes como a Otis Worldwide Corp., dos Estados Unidos, e a suíça Schindler Holding AG. A aquisição visa fortalecer a presença da Kone em mercados-chave e impulsionar sua estratégia de serviços e modernização. Apesar do otimismo, as ações da Kone registraram queda em Helsinque, sinalizando cautela do mercado. A empresa finlandesa já havia demonstrado interesse na TK Elevator anteriormente, mas a negociação anterior em 2020 não se concretizou. Agora, com o acordo fechado, a Kone busca expandir sua atuação global e otimizar suas operações, conforme divulgado pela Bloomberg. Expansão Geográfica e Estratégica para a Kone A aquisição da TK Elevator oferecerá à Kone uma maior exposição ao mercado norte-americano, onde a TK Elevator possui uma forte presença em instalação e manutenção. Essa movimentação complementa a posição de liderança da Kone na Ásia, de onde a empresa obtém cerca de 35% de sua receita atual. A sinergia entre as operações visa otimizar a oferta de produtos e serviços em escala global. Philippe Delorme, presidente e CEO da Kone, destacou que a união acelerará a “mudança estratégica da companhia em direção a serviços e modernização”. A empresa combinada terá sede na Finlândia, empregará mais de 100 mil funcionários em cerca de 100 países e projeta vendas anuais de aproximadamente 20,5 bilhões de euros, consolidando sua posição de liderança no mercado mundial de elevadores. Desafios Antitruste e a Saída dos Fundos de Private Equity A transação, embora estratégica, pode enfrentar barreiras regulatórias e antitruste em diversas jurisdições. A Kone pode ser obrigada a vender alguns ativos para obter as aprovações necessárias, um processo que, segundo executivos, pode levar até 18 meses. A empresa demonstrou confiança na obtenção das aprovações, trabalhando de perto com os reguladores. Para os vendedores, os fundos Advent e Cinven, a venda representa uma saída significativa, especialmente em um momento em que gestoras de private equity buscam repatriar capital para investidores. No entanto, a estrutura do acordo, que inclui uma parcela substancial em ações da Kone, pode prolongar o processo de liquidação completa para os fundos, tornando-os expostos à volatilidade do mercado. Estrutura do Negócio e Perspectivas Futuras O acordo prevê um pagamento em dinheiro de 5 bilhões de euros para a Advent e Cinven, com o restante sendo pago em ações da Kone. Essas ações estarão sujeitas a um período de bloqueio de 180 dias antes que

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Exército de Israel ameaça atacar Hezbollah ‘além da linha amarela’ no Líbano, elevando tensões na fronteira

Israel eleva o tom contra Hezbollah e ameaça avançar ‘além da linha amarela’ no Líbano O Exército de Israel intensificou sua retórica contra o Hezbollah, com o chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, declarando que o grupo será atacado mesmo em áreas do Líbano consideradas mais distantes da fronteira. A declaração foi feita durante uma visita do general às tropas israelenses no sul do Líbano, em uma região que o país define como uma “zona segura”. A fala eleva a tensão em uma fronteira já instável. Essa nova ameaça surge em meio a um cessar-fogo frágil e a uma série de ataques e contra-ataques entre as partes, com ambos os lados acusando um ao outro de violar os acordos, conforme informações divulgadas pelo Exército de Israel. Israel estabelece “linha amarela” e alerta para futuras ações militares Recentemente, as forças israelenses estabeleceram uma “linha amarela” no sul do Líbano, similar à que separa suas tropas do território controlado pelo Hamas na Faixa de Gaza. Israel já havia informado ter atacado indivíduos suspeitos de se aproximarem de seus soldados ao longo dessa linha. A movimentação militar israelense inclui a ordem de retirada de moradores de 16 cidades e vilarejos libaneses, que deveriam se dirigir para a cidade de Sidon. O governo israelense justifica suas ações como uma resposta a supostas violações da trégua por parte do Hezbollah. Ataque israelense deixa mortos no Líbano, incluindo socorristas Em um incidente ocorrido na terça-feira, a Defesa Civil do Líbano informou que um ataque israelense resultou na morte de três de seus integrantes. Os socorristas estavam em uma operação de resgate na cidade de Majdal Zoun, no sul do país, quando um prédio onde estavam foi atingido. Segundo o órgão, os socorristas ficaram “presos sob os escombros” do edifício bombardeado. O Ministério da Saúde libanês confirmou que outras duas pessoas também morreram no mesmo ataque, aumentando o saldo de vítimas civis. Ministro israelense adverte Hezbollah sobre “brincar com fogo” Dias antes, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, já havia emitido um forte aviso ao Hezbollah, declarando que o grupo estava “brincando com fogo” e que isso poderia arrastar o Líbano para uma “catástrofe”. “Naim Qassem [líder do grupo armado] está brincando com fogo, e esse fogo queimará o Hezbollah e todo o Líbano”, afirmou Katz, reforçando a posição de linha dura de Israel. Apesar da trégua em vigor desde o dia 16, Israel mantém o direito de agir contra o que considera ataques planejados, iminentes ou em andamento por parte do Hezbollah. Israel busca “proteger cidadãos” e nega ambições territoriais no Líbano O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, declarou que o país não tem intenções de controlar o território libanês. “Israel não tem ambições territoriais no Líbano. Nossa presença nas áreas vizinhas à nossa fronteira norte tem apenas um propósito: proteger nossos cidadãos”, disse Saar. As forças israelenses mantêm uma presença em uma faixa de 5 a 10 quilômetros ao longo da fronteira com o Líbano e afirmam ter encontrado um túnel

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iFood mira em mesas e filas: app de delivery aposta em “Comer Fora” e compra startup para atrair clientes para dentro dos restaurantes

iFood expande atuação e lança “Comer Fora” para atrair clientes para dentro dos restaurantes, com a aquisição da Get In O iFood, gigante do delivery de comida, anunciou uma nova estratégia para além das entregas: o lançamento do “iFood para Comer Fora”. A iniciativa visa conectar os consumidores diretamente aos estabelecimentos físicos, promovendo experiências como reservas de mesa e ofertas exclusivas no salão. Para fortalecer essa nova frente de negócios, o iFood confirmou a aquisição da startup Get In, especializada em sistemas de reserva e gestão de filas. A união busca otimizar a experiência tanto para os clientes quanto para os donos de restaurantes, impulsionando o fluxo de pessoas e a ocupação dos espaços. As primeiras cidades a testarem o “iFood para Comer Fora” serão Campinas (SP) e Curitiba (PR). A partir dessas localidades, a empresa coletará dados e aprendizados para refinar o modelo antes de expandir para outras regiões do país. Conforme informação divulgada pelo iFood, a meta é criar uma nova alavanca de vendas no espaço físico, aumentando o fluxo de clientes e reduzindo a ociosidade em horários de menor movimento. Novas funcionalidades para clientes e restaurantes Através do “iFood para Comer Fora”, os usuários poderão acessar a seção dedicada no aplicativo para encontrar restaurantes com promoções, como descontos e cashback. Para usufruir dessas vantagens, o cliente precisará realizar um check-in ao chegar no estabelecimento. Essa funcionalidade, segundo o iFood, também visa gerar recorrência e fidelizar o público. Para os restaurantes, a plataforma oferecerá ferramentas para atrair mais público, gerenciar filas online e, com base nos dados de consumo, criar estratégias de marketing personalizadas. A ideia é que os estabelecimentos possam identificar seus clientes e conhecer melhor seus hábitos, utilizando essas informações para campanhas de cashback e promoções no Portal do Parceiro iFood. Get In: um reforço estratégico para reservas e filas A aquisição da Get In pela iFood representa um passo importante para consolidar o serviço “Comer Fora”. A Get In já oferece soluções para otimizar a ocupação de mesas e a gestão de filas, permitindo que clientes descubram restaurantes, entrem em filas virtuais e reservem mesas digitalmente, acompanhando o tempo de espera. O iFood destaca que, atualmente, menos de 45% dos estabelecimentos oferecem reserva de mesa, e dentro desse grupo, apenas cerca de 5 mil utilizam aplicativos especializados. “Com o tráfego e a inteligência do iFood, podemos ajudar a ampliar o hábito de reservar mesas em restaurantes no Brasil”, afirmou Juliana Yamada, vice-presidente de Novos Negócios no iFood. Ela ressalta que a iniciativa tem potencial para melhorar a experiência do consumidor e proporcionar ao restaurante maior previsibilidade de demanda, melhor ocupação e mais eficiência no salão. O futuro do consumo presencial com a tecnologia iFood A estratégia do iFood para o “Comer Fora” se alinha a um movimento crescente de integração entre o digital e o físico no setor de alimentação. Ao oferecer ferramentas que facilitam a visita ao restaurante, a empresa busca não apenas aumentar as vendas, mas também enriquecer a experiência do cliente, que

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Rei Charles 3º brinca com Macron sobre EUA falarem francês; presidente francês responde: ‘Seria chique’

Rei Charles 3º faz piada sobre EUA falarem francês e Macron responde: “Seria chique” Em um momento de descontração durante um jantar de Estado na Casa Branca, o rei Charles 3º fez uma brincadeira com o presidente francês, Emmanuel Macron, que gerou risadas e uma resposta espirituosa do líder europeu. A troca de farpas, que remete à história colonial e a recentes tensões políticas, adicionou um toque de leveza ao evento oficial. A piada do monarca britânico foi uma referência a declarações anteriores do ex-presidente Donald Trump, que criticou aliados europeus. Charles 3º, em tom jocoso, sugeriu que, sem a intervenção americana na Segunda Guerra Mundial, a Europa, incluindo a França, poderia estar falando alemão hoje. A resposta de Macron, que disse que seria “chique” se os EUA falassem francês, ecoou a própria história de influência francesa no território americano. Essa troca de gentilezas, porém, carrega um subtexto de críticas às declarações de Trump, que em janeiro, durante o Fórum Econômico de Davos, ameaçou a aliança transatlântica ao questionar o apoio dos EUA a aliados europeus. O episódio, que evidenciou a desconfiança entre Bruxelas e Washington, é um lembrete das complexidades nas relações internacionais, especialmente no contexto da OTAN. Um toque de história e diplomacia O rei Charles 3º, em sua visita aos Estados Unidos, participou de diversos eventos oficiais, incluindo um jantar de Estado e um discurso no Congresso. A piada durante o jantar, que se refere ao fato de que grande parte dos Estados Unidos foi colônia francesa no século 18, antes do domínio britânico, foi uma forma de Charles 3º, de maneira sutil, rebater as críticas de Trump aos aliados europeus. A resposta de Macron, divulgada em suas redes sociais, demonstrou bom humor e inteligência política. Ao dizer que “seria chique” se os EUA falassem francês, o presidente francês não apenas brincou com a situação, mas também relembrou a **influência histórica da França na formação dos Estados Unidos**, um fato frequentemente ofuscado pela narrativa americana. Críticas de Trump e o futuro da aliança transatlântica As declarações de Donald Trump em Davos, onde ele afirmou que, sem os EUA, a Europa falaria alemão e talvez japonês, causaram grande repercussão e aumentaram a desconfiança entre os aliados. Trump chegou a ameaçar a ruptura da aliança transatlântica, evidenciando um **atrito significativo entre Washington e seus parceiros europeus**. A visita do rei Charles 3º aos EUA, que incluiu um momento simbólico no memorial do 11 de Setembro em Nova York, também serviu como um lembrete do “relacionamento especial” entre Reino Unido e Estados Unidos. O gesto, especialmente após o atentado que vitimou cidadãos britânicos, reforçou a importância da cooperação mútua, inclusive no combate ao terrorismo e na aplicação do Artigo 5º da OTAN. Desafios nas relações internacionais A relação entre os Estados Unidos e seus aliados da OTAN tem enfrentado desafios, especialmente com as críticas de Trump sobre a divisão de custos e o apoio em conflitos internacionais. A proibição de bases militares americanas na Espanha para o conflito no Irã

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