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Clariana Barão: Advogada de MT é a Nova Candidata do Democracia Cristã à Presidência em 2026

Clariana Barão assume a candidatura presidencial pelo Democracia Cristã, marcando um novo capítulo na história do partido, que pela primeira vez desde sua fundação em 1995 lança um nome que não seja José Maria Eymael. A advogada de 39 anos, natural de Cuiabá, Mato Grosso, busca consolidar a plataforma do partido, que se posiciona contra o capitalismo e o marxismo, defendendo a solidariedade como pilar central. A escolha de Clariana Barão representa uma mudança significativa para o Democracia Cristã (DC). A advogada, com especialização em direito administrativo e gestão pública, traz consigo uma trajetória marcada pelo ativismo social e pela atuação em causas de assistência. Sua nomeação visa dar visibilidade a uma nova liderança dentro da sigla. A chapa presidencial conta com Fabiana Torquato como candidata à vice-presidência, formando uma dobradinha que busca apresentar propostas alinhadas aos ideais do partido. A candidatura de Clariana Barão é vista como uma oportunidade para o DC dialogar com setores da sociedade que buscam alternativas às polarizações políticas tradicionais. A origem de Clariana Barão em Cuiabá, Mato Grosso, e sua formação em direito pelo Centro Universitário de Várzea Grande (Univag) compõem o perfil de uma profissional com forte conexão com as realidades regionais. Sua experiência profissional e engajamento em ações sociais são pontos destacados pela campanha. Trajetória de Atuação Social e Liderança no DC Antes de sua ascensão à candidatura presidencial, Clariana Barão já demonstrava seu comprometimento com causas sociais. Ela presidiu a Comissão de Solidariedade e Assistência Social da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Várzea Grande, onde pôde aplicar seus conhecimentos jurídicos em benefício da comunidade. Essa experiência fortaleceu sua visão sobre a importância da atuação coletiva. Um marco em sua atuação social foi a coordenação de um grupo de voluntários em 2024, que ofereceu auxílio direto às vítimas das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul. Essa iniciativa demonstrou sua capacidade de mobilização e sua dedicação em momentos de crise, características que agora são alçadas ao palco nacional. O Democracia Cristã e sua Plataforma Política O Democracia Cristã, partido fundado em 1995, tem em sua essência a crítica tanto ao capitalismo quanto ao marxismo. A sigla defende a **solidariedade** como um princípio fundamental, buscando construir uma sociedade mais justa e equitativa através de políticas que valorizem o bem comum e a cooperação. A decisão de lançar Clariana Barão à presidência, rompendo com a tradição de ter José Maria Eymael como candidato, sinaliza uma estratégia do partido para renovar sua imagem e alcançar um eleitorado mais amplo. A candidatura busca apresentar as propostas do DC de forma clara e acessível, dialogando com as preocupações da população brasileira. Clariana Barão: Um Novo Rumo para o DC A advogada Clariana Barão, aos 39 anos, assume a importante missão de representar o Democracia Cristã na corrida presidencial. Sua jornada, que inclui a presidência do diretório estadual do DC em Mato Grosso desde 2026, a preparou para este novo desafio. A **candidata do Democracia Cristã** promete trazer uma nova perspectiva para a política nacional.

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Edmilson Costa é o escolhido do PCB para a Presidência: Economista e militante histórico busca o voto popular

Edmilson Costa, a aposta do PCB para a Presidência, tem trajetória marcada pela militância e pelo saber acadêmico O Partido Comunista Brasileiro (PCB) apresentou oficialmente sua chapa para a disputa presidencial, tendo como candidato principal o economista e professor Edmilson Costa. Natural de Pedreiras, no Maranhão, Costa chega aos seus 76 anos com uma longa história de engajamento político. Ao seu lado na jornada rumo ao Palácio do Planalto, estará Cleusa Santos, também filiada ao PCB, que compõe a chapa como candidata à vice-presidência. A escolha de Edmilson Costa reflete a aposta do partido em um nome com forte ligação com as bases e com uma sólida formação teórica. A candidatura de Edmilson Costa e Cleusa Santos pelo PCB busca se consolidar no cenário eleitoral, apresentando propostas alinhadas com os ideais comunistas e a defesa dos trabalhadores. Acompanhe os detalhes sobre a trajetória e as propostas da chapa. Um Perfil Acadêmico e Político para Liderar o PCB Edmilson Costa não é um novato na política brasileira. Com atuação como militante desde a década de 1980, ele construiu uma trajetória sólida dentro do Partido Comunista Brasileiro. Atualmente, ocupa o cargo de **secretário-geral do partido**, o que demonstra sua relevância e confiança dentro da agremiação. Sua formação acadêmica é outro ponto forte de sua candidatura. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Maranhão (Ufma), Edmilson Costa aprofundou seus estudos na área econômica, obtendo o título de **doutor em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)** na década de 1990. Sua tese de doutorado, focada na **política salarial brasileira**, evidencia seu interesse e conhecimento sobre temas cruciais para a economia do país. Experiências Eleitorais Anteriores e a Busca por Espaço Essa não é a primeira vez que Edmilson Costa se apresenta como opção para cargos eletivos. Em 2008, ele já havia disputado a prefeitura de São Paulo pelo mesmo partido, o PCB. Essa experiência em uma das maiores cidades do Brasil certamente contribuiu para sua bagagem política. Além disso, nas eleições de 2010, Edmilson Costa concorreu ao cargo de vice-presidente da República, integrando a chapa liderada por Ivan Pinheiro. Essas participações anteriores demonstram a **persistência do PCB em apresentar candidaturas próprias** e a busca contínua por um espaço maior no debate político nacional. A Jornada de Edmilson Costa e Cleusa Santos rumo à Presidência A candidatura de Edmilson Costa à Presidência, com Cleusa Santos como vice, representa a estratégia do PCB de apresentar uma alternativa de esquerda no pleito. O partido aposta na experiência e no conhecimento de seus candidatos para dialogar com o eleitorado. A trajetória de Edmilson Costa, marcada pela **militância política e pela formação acadêmica em economia**, o posiciona como um candidato com propostas consistentes para os desafios do Brasil. A expectativa é que a campanha do PCB se concentre em temas como a **justiça social, a soberania nacional e a defesa dos direitos dos trabalhadores**, pautas centrais para o partido.

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Irã oferece recompensa milionária por morte ou captura de soldados americanos, elevando tensão no Oriente Médio

Em um movimento que intensifica as já elevadas tensões na região, o Irã anunciou neste domingo (16) a oferta de uma recompensa equivalente a US$ 30 mil (aproximadamente R$ 156 mil) para quem conseguir matar ou capturar soldados americanos. O valor dobra caso a ação seja executada por uma mulher, segundo informações da agência estatal de notícias Irna. O comandante do Exército persa, Amir Hatami, justificou a decisão como uma resposta ao “grande número de pedidos” para participar do apoio financeiro. A medida surge em um contexto de conflitos latentes entre o Irã e os Estados Unidos, com trocas de ataques esporádicos desde fevereiro, concentrados principalmente no sul do Irã e nos arredores do estratégico estreito de Hormuz. Apesar da declaração do Irã, não há registro de envio de forças terrestres americanas ao país durante a guerra em andamento no Oriente Médio, com exceção de uma missão pontual de resgate de um piloto abatido em abril. Hatami, contudo, não forneceu detalhes sobre onde ou quando se esperava que tais ações contra militares americanos ocorressem. Disputas por Pilotos Aumentam Atrito Paralelamente, a situação se complica com alegações iranianas contra o Qatar e o Kuwait. Um funcionário militar iraniano afirmou neste domingo que o Qatar deveria permitir a entrada de uma equipe do regime para investigar o paradeiro de pilotos persas, que, segundo Teerã, teriam sido capturados por forças qatares. Doha, no entanto, nega veementemente manter qualquer piloto iraniano sob custódia. A monarquia do Golfo informou no sábado que suas equipes de busca e resgate encontraram os restos mortais de um piloto após aeronaves iranianas violarem o espaço aéreo qatari em março e não responderem às tentativas de contato. O Qatar declarou ter contatado o Irã para coordenar a entrega dos restos mortais e convidado Teerã a analisar os detalhes de suas operações, mas alega não ter recebido resposta. Acusações de Retenção de Informações Mohammad Baqerzadeh, comandante do Comitê de Busca por Pessoas Desaparecidas do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã, acusou as autoridades do Qatar de adiar repetidamente a investigação e impedir o retorno dos pilotos ao Irã. Ele solicitou ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha que acompanhe o caso com urgência, segundo a agência de notícias semioficial Tasnim. Baqerzadeh estendeu suas acusações ao Kuwait, alegando que o país também estaria retendo informações sobre o paradeiro de quatro iranianos detidos em seu território. Em maio, o Irã afirmou que os quatro indivíduos, ligados à Guarda Revolucionária, realizavam uma patrulha marítima e entraram acidentalmente em águas territoriais kuwaitianas devido a uma falha de navegação. O Kuwait, por sua vez, declarou que os quatro são suspeitos de planejar ações hostis contra o país. Contexto de Guerra e Negociações Fracassadas A guerra entre Irã e EUA teve início em 28 de fevereiro, após bombardeios americanos e israelenses contra alvos em território iraniano. Os confrontos, que duraram quase 40 dias, foram seguidos por um cessar-fogo em abril. Um acordo preliminar para negociações de paz chegou a ser alcançado em junho, mas posteriormente fracassou. Desde então,

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Israel: Ministro Extremista Propõe Matar ’30 a 40′ Palestinos Por Noite em Gaza e Reconstruir Assentamentos Judaicos

Ministro extremista de Israel sugere assassinatos seletivos diários em Gaza e restauração de assentamentos judaicos O Ministro da Segurança Nacional de Israel, o extremista Itamar Ben-Gvir, chocou o cenário internacional com declarações contundentes em uma entrevista recente. Ben-Gvir propôs que Israel deveria realizar de “30 a 40 assassinatos seletivos por noite” na Faixa de Gaza, argumentando que “há pessoas ali que não merecem viver. Elas nem sequer são pessoas”. As falas, proferidas em um podcast apresentado por Rom Braslavski, ex-refém do Hamas, foram além. Ben-Gvir também expressou forte apoio à reconstrução de assentamentos judaicos no território palestino, visualizando “toda Gaza” sob controle israelense e reiterando seu desejo pela “emigração” de palestinos. Essas declarações surgem em um momento delicado de negociações de paz e em meio à intensa ofensiva israelense em Gaza, que já resultou em um alto número de vítimas civis. O ministro demonstrou discordância com a recente redução das operações militares israelenses em Gaza, determinada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em um contexto de esforços diplomáticos dos Estados Unidos para implementar um plano de paz. As informações são do portal “O Globo”. Defesa de Ações Drásticas e Restauração de Assentamentos Na entrevista, Itamar Ben-Gvir detalhou sua visão radical para a Faixa de Gaza. “Acho que deveríamos realizar de 30 a 40 assassinatos seletivos por noite”, afirmou, ampliando o alvo para além de ameaças imediatas. Ele também defendeu o restabelecimento de assentamentos judaicos, mencionando especificamente “Gush Katif”, área desmantelada em 2005. “Imagino assentamentos não apenas em Gush Katif, mas em toda Gaza, além do incentivo à emigração — quanto mais, melhor”, disse o ministro. Para os combatentes palestinos, Ben-Gvir foi ainda mais explícito: “E, para os terroristas, não deveria haver emigração. Deveríamos simplesmente matá-los um por um.” Discordância com Netanyahu e Condenação Internacional As declarações de Ben-Gvir expõem uma fratura significativa na liderança israelense, especialmente em relação à condução da guerra e às estratégias futuras para Gaza. Ele explicitamente discordou da decisão do primeiro-ministro Netanyahu de diminuir a intensidade das operações militares, uma medida que vinha sendo pressionada por autoridades americanas no âmbito de planos de paz. Paralelamente, uma coalizão de países árabes e islâmicos, incluindo Egito, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Indonésia, Arábia Saudita, Turquia e Paquistão, condenou a rejeição do plano de paz por parte do governo de Netanyahu. Enviados do presidente dos EUA se reuniram com mediadores no Egito para discutir os próximos passos. Contexto da Guerra em Gaza e Acusações de Genocídio O conflito em Gaza foi desencadeado pelo ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que resultou na morte de cerca de 1.200 pessoas e no sequestro de mais de 250 reféns, segundo autoridades israelenses. A resposta de Israel resultou em mais de 73 mil mortes em Gaza, de acordo com autoridades palestinas, gerando uma grave crise humanitária. A intensidade da ofensiva israelense tem sido alvo de críticas globais, com diversas organizações internacionais, incluindo comissões da ONU e grupos de direitos humanos, acusando Israel de cometer genocídio contra os palestinos. Israel nega veementemente essas

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Migrantes em Ceuta Pedem Asilo na Espanha com protesto na praia: “Também somos humanos”

Migrantes em Ceuta realizam protesto pedindo asilo na Espanha e denunciam condições precárias Centenas de migrantes que chegaram recentemente a Ceuta, enclave espanhol na costa norte da África, se reuniram em uma praia popular neste domingo (16) para protestar. Eles exigem que as autoridades espanholas concedam asilo em vez de deportá-los de volta ao Marrocos, onde relatam condições de vida difíceis e falta de oportunidades. Os manifestantes estão entre os milhares de migrantes que permanecem em Ceuta após uma entrada em massa ocorrida há duas semanas. A situação sobrecarrega os recursos da cidade, forçando muitos a viverem em condições precárias, como relatou Ayoub Elarroud, um marroquino que dorme ao relento e sente frio e mau cheiro, além de ser impedido de circular livremente pela polícia. A mobilização busca chamar a atenção para a urgência de uma solução humanitária. Com bandeiras espanholas e cartazes com mensagens como “Não queremos voltar para o Marrocos” e “Também somos humanos”, os migrantes clamam por reconhecimento e dignidade. A Reuters apurou que a maioria dos migrantes entrevistados foi motivada pelas más condições de trabalho em seus países de origem, mesmo possuindo qualificações profissionais. Condições de vida e saúde sob pressão em Ceuta A situação em Ceuta é marcada pela superlotação e pela sobrecarga dos serviços públicos. Cerca de 5.000 a 8.000 migrantes permanecem na cidade, que possui apenas 80.000 habitantes. A praia de El Trampolin e seus arredores se tornaram o lar temporário para muitos, que enfrentam frio e falta de infraestrutura básica enquanto aguardam uma oportunidade de seguir para a Europa continental. O presidente do conselho médico de Ceuta, Enrique Roviralta, expressou preocupação com a exaustão dos poucos profissionais de saúde disponíveis e criticou a lentidão da resposta governamental. Ele alertou para o surgimento de doenças como diarreia infecciosa e sarna, além de ferimentos relacionados a conflitos, como fraturas e perfurações. A ministra da Saúde espanhola, Monica Garcia, reconheceu a pressão sobre os serviços de saúde, mas rejeitou a ideia de colapso. Ela ressaltou que associar migração a doenças é injusto e xenófobo, embora tenha admitido um risco moderado de surtos epidêmicos entre os migrantes e baixo risco para a população local. Motivações diversas para a jornada perigosa As histórias dos migrantes em Ceuta revelam motivações complexas e urgentes. Mohammed Ouanzar, um especialista em automação de Fez, Marrocos, explicou que os salários baixos em seu país, cerca de 3.000 dirhams (R$ 1.600) mensais, tornam impossível a construção de uma vida digna e a formação de uma família. Ele declarou que prefere morrer a retornar. Hicham Chikir, de 25 anos, expressou o desejo de trabalhar na Europa, onde muitos buscam melhores oportunidades. Emmanuel, um eletricista de 30 anos que fugiu da Nigéria, enfrentou uma jornada de quatro meses pelo deserto e por diversos países africanos. Ele busca uma vida melhor para seus filhos, que pararam de frequentar a escola por medo de sequestros na região afetada por conflitos. Mohammad Ismail Hossain, de Bangladesh, percorreu um longo caminho, incluindo Índia, Paquistão, Iraque, Síria, Egito, Líbia e

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Tragédia no Zimbábue: Naufrágio de balsa superlotada no Lago Kariba deixa 84 mortos; sobreviventes relatam negligência

Naufrágio no Zimbábue: Balsa superlotada no Lago Kariba tem balanço trágico de 84 mortos O número de mortos no trágico naufrágio de uma balsa superlotada no Zimbábue atingiu a marca de 84 pessoas neste domingo (16), após a recuperação de quatro corpos adicionais nas águas do Lago Kariba. A embarcação, operada por uma agência governamental, afundou na última terça-feira (11) em meio a condições climáticas adversas. As operações de busca e resgate avançaram ao longo da semana, levando as autoridades a revisar o número de vítimas fatais. A polícia local confirmou o balanço atualizado, mas ressaltou que as buscas continuam na tentativa de localizar os desaparecidos. A embarcação, que tinha autorização para transportar 90 passageiros, levava a bordo 114 adultos, cinco tripulantes e um número ainda não determinado de crianças. Dados da Defesa Civil indicam que 77 pessoas foram resgatadas com vida. Somadas às 84 vítimas fatais recuperadas até o momento, a balsa transportava pelo menos 161 pessoas, evidenciando a **grave superlotação** no momento da tragédia. Conforme informações divulgadas pela polícia local, as investigações buscam esclarecer as circunstâncias que levaram à **perda de tantas vidas**. Sobreviventes relatam alertas ignorados e falta de equipamentos de segurança Um dos sobreviventes da tragédia, Itay Marumisa, relatou à agência de notícias AFP que os passageiros expressaram preocupação ao capitão sobre as condições do mar e a evidente superlotação da balsa, mas os alertas foram ignorados. Ele descreveu a cena como caótica, com muitos galões de diesel, mantimentos e outras bagagens ocupando o espaço destinado aos passageiros. Marumisa, que utiliza a balsa regularmente há mais de cinco anos, destacou que a situação desta vez foi diferente, com a carga excessiva comprometendo a segurança da embarcação. A falta de coletes salva-vidas disponíveis também foi um ponto crítico, com o sobrevivente afirmando que eles estavam soterrados sob a bagagem, e menos de 30 pessoas conseguiram ter acesso a um. Lago Kariba: Rota vital e palco de tragédia no Zimbábue A balsa naufragada era uma rota de transporte essencial para as comunidades rurais que vivem nas proximidades do Lago Kariba, uma vasta reserva artificial localizada na fronteira entre o Zimbábue e a Zâmbia, a cerca de 280 quilômetros a noroeste da capital, Harare. A tragédia levanta questionamentos sobre a **segurança das operações de transporte fluvial** na região. Investigações em andamento para determinar responsabilidades As autoridades do Zimbábue iniciaram uma investigação para apurar as causas exatas do naufrágio e determinar as responsabilidades. A superlotação, a possível negligência do capitão e a falta de equipamentos de segurança adequados são pontos centrais na apuração. O governo promete medidas para evitar que novas tragédias como esta voltem a ocorrer no Lago Kariba.

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Trump Suspende Exercícios Militares com Coreia do Sul e Elogia Coreia do Norte: ‘Inofensiva e Respeitosa’

Trump reduz drasticamente exercícios militares com a Coreia do Sul, citando bom relacionamento com Kim Jong-un O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (16) uma decisão surpreendente: instruiu o Pentágono a reduzir substancialmente os exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul. A medida, que pegou muitos de surpresa, entra em vigor às vésperas do início do treinamento previsto para esta segunda-feira (17). Em postagem em sua rede social Truth Social, Trump justificou a ação com base em seu relacionamento com o líder norte-coreano, Kim Jong-un. Ele expressou descontentamento com os acordos prévios para a realização dos exercícios, destacando os altos custos, com grande parte sendo arcada pelos EUA, e o impacto negativo na relação com a Coreia do Norte. Segundo Trump, os exercícios enviam um sinal inapropriado e hostil a um país que, sob sua presidência, tem se mostrado “inofensivo e respeitoso”. A decisão visa, portanto, um gesto de boa vontade em direção a Pyongyang, buscando aprofundar a distensão diplomática iniciada durante seu mandato. Exercícios Militares em Foco O treinamento militar conjunto, que estava programado para durar até o dia 27, envolveria cerca de 18 mil soldados sul-coreanos. Inicialmente, o coronel Ryan Donald, diretor de relações públicas do Comando das Forças Combinadas, destacou que o exercício refletiria as mudanças nas características da guerra moderna, incluindo o uso de sistemas não tripulados, guerra eletrônica e operações cibernéticas. Preocupações com a Coreia do Norte Apesar das declarações de Trump sobre o comportamento “inofensivo e respeitoso” da Coreia do Norte, análises recentes apontam para um cenário diferente. O coronel Donald mencionou que soldados norte-coreanos foram enviados à Ucrânia e trouxeram lições aprendidas para o país. Essa movimentação altera a capacidade da RPDC, uma ameaça que o treinamento conjunto buscava considerar. Contexto Político e Econômico A decisão de Trump de reduzir os exercícios militares ocorre em um momento de intensas discussões sobre segurança na península coreana. A redução dos exercícios, embora justificada por Trump como um passo para a paz e redução de custos, pode gerar apreensão em Seul quanto à continuidade do compromisso de defesa dos EUA na região. Em uma nota adicional, Trump mencionou ter perguntado ao presidente da Coreia do Sul sobre a participação conjunta na desnuclearização do Irã, recebendo uma resposta negativa. Essa observação, embora apresentada como sem correlação direta, pode indicar uma estratégia diplomática mais ampla que busca redefinir alianças e prioridades.

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Terremoto na Colômbia: Primeira Semana de Espriella Marca Recusa de Ajuda Internacional e Confronto Ideológico

Terremoto na Colômbia expõe face ideológica de Espriella em sua 1ª semana no cargo Um devastador terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia no último dia 10, deixando um rastro de destruição e ceifando a vida de 289 pessoas, segundo balanço divulgado neste domingo (16). A tragédia colocou o recém-empossado governo de Abelardo de la Espriella, presidente de ultradireita, sob intenso escrutínio, apenas três dias após sua posse. Em sua primeira semana no poder, Espriella foi forçado a desviar de seus planos iniciais focados em segurança pública e austeridade econômica. A prioridade passou a ser a gestão da crise humanitária desencadeada pelo sismo, que afetou 11 dos 32 departamentos do país. A gestão da emergência, no entanto, tem sido marcada por decisões controversas, especialmente a recusa de ajuda internacional de diversas nações, priorizando apenas aquelas ideologicamente alinhadas ao seu governo. Essa postura gerou confrontos com a gestão anterior e críticas sobre a politização da resposta a um desastre natural. As informações sobre a gestão da crise foram divulgadas por diversos veículos de comunicação, incluindo a Folha. Calamidade Pública e Mudança de Rota A primeira medida adotada pelo presidente Espriella foi a declaração de calamidade pública. Essa ação visa conferir maior flexibilidade ao governo para contratações e agilizar procedimentos estatais essenciais para o socorro às vítimas e a reconstrução. O foco imediato foi a coordenação com a Unidade Nacional para Gestão de Risco de Desastres (UNGRD). Contudo, a UNGRD estava sob a chefia de Javier Pava, um nome ligado ao antecessor de Espriella, Gustavo Petro. Essa situação reflete a tumultuada transição de poder após a acirrada vitória do atual presidente nas eleições de junho, um período já marcado por acusações de tentativa de golpe de Estado por parte de Espriella contra Petro. Recusa de Ajuda Internacional: Uma Decisão Ideológica? A ação mais polêmica da primeira semana de governo de Espriella foi a recusa de equipes estrangeiras de busca e resgate. Apenas nações como Estados Unidos, Israel, Equador e El Salvador, todas com alinhamento ideológico ao novo presidente, tiveram suas ofertas aceitas. Essa decisão foi anunciada mais de dois dias após o tremor, quando a janela crítica de 72 horas para resgates já se aproximava do fim. O chanceler colombiano, Omar Bula, inicialmente declarou que a seleção das equipes se baseava em capacidade técnica e certificação internacional, sem considerações ideológicas. No entanto, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que seu país enfrentou entraves burocráticos impostos por Bogotá para enviar suas brigadas. Troca de Acusações e Versões Sobre a Ajuda O recém-empossado ministro do Interior, Rodrigo Lara, responsabilizou o governo Petro pela recusa inicial de ajuda, ao mesmo tempo em que endossou a decisão. Lara afirmou a uma rádio colombiana que a negativa partiu de Pava, amigo do ex-presidente. Segundo ele, o governo atual abriu as portas para os resgatistas internacionais assim que assumiu. Por outro lado, Javier Pava reconheceu a emissão de um documento que indicava a desnecessidade de equipes internacionais naquele momento, baseado em informações locais. Ele alega que, logo

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Irmãos Paranaenses Superam Fracassos e Faturam Milhões com Logística Inovadora; Conheça a Autonomoz

A Odisseia Empreendedora dos Irmãos Farias: Da Flórida ao Sucesso Milionário em Logística A trajetória de Leandro e Maurício Dias de Farias é um exemplo de resiliência e visão de negócios. Os irmãos paranaenses, após enfrentarem adversidades nos Estados Unidos e no Brasil, construíram um império na área de logística com a plataforma Autonomoz. Sua jornada, marcada por recomeços e superação, culminou em um negócio que hoje opera em 14 estados brasileiros. O início de tudo remonta a 2001, quando os irmãos deixaram a faculdade de Administração em Londrina em busca de oportunidades na Flórida. Lá, Leandro vivenciou a dura realidade do trabalho, atuando em diversas funções, mas os atentados de 11 de setembro de 2001 alteraram drasticamente o cenário econômico americano, forçando o retorno ao Brasil. De volta ao país, a dupla aplicou os aprendizados práticos em empreendimentos próprios, explorando inicialmente áreas como marketing digital e transporte escolar. No entanto, o caminho para o sucesso foi pavimentado com desafios significativos, incluindo o cancelamento de contratos importantes e instabilidades políticas. Conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo, os empresários tiveram que recomeçar do zero em três ocasiões distintas. Os Revéses que Moldaram a Trajetória da Autonomoz Um dos primeiros grandes obstáculos ocorreu em 2012, com o cancelamento abrupto de um contrato de transporte para as usinas do Rio Madeira, em Rondônia. Em 2015, a situação se repetiu quando um projeto para a usina de Itaocara foi paralisado devido à crise política e à Operação Lava Jato, reduzindo drasticamente a equipe. Uma tentativa de gerir frotas para aplicativos de carona em São Paulo também foi abandonada diante da entrada agressiva de grandes locadoras no mercado. Autonomoz: A Solução Tecnológica que Revolucionou a Logística A virada de chave aconteceu em 2017 com a criação da Autonomoz. A necessidade de monitorar 31 contratos com a Rumo Logística, abrangendo 67 cidades em seis estados, impulsionou o desenvolvimento de um centro de controle operacional digital, funcionando 24 horas. O que começou como uma ferramenta interna para a empresa de transportes Rhyno, evoluiu para uma plataforma independente e escalável. Atualmente, a Autonomoz conecta quase mil motoristas parceiros e oferece soluções de mobilidade corporativa para diversas empresas em todo o Brasil. O modelo de negócios se consolidou como o carro-chefe do grupo, demonstrando a capacidade dos irmãos em transformar desafios em oportunidades de crescimento. Visão Cautelosa e Planos de Expansão em Cenário Desafiador Apesar do sucesso estrondoso, Leandro e Maurício mantêm uma postura de cautela em relação ao ambiente de negócios brasileiro, marcado pela instabilidade econômica e política. Eles ressaltam que as altas taxas de juros tornam a renda fixa mais atrativa, o que, segundo Maurício, exige um propósito maior do que o lucro para o empreendedorismo. Os empresários criticam políticas populistas que, em sua visão, prejudicam quem produz no país. Diante desse cenário, a Autonomoz planeja a diversificação de mercados e não descarta a possibilidade de expandir suas operações para o exterior no futuro, buscando novos horizontes para sua inovadora solução de logística corporativa. O Futuro

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Guarda Nacional em Washington: Um Ano de Presença Militar Ostensiva Sob Críticas e Questionamentos sobre Eficácia e Custos

Um ano de Guarda Nacional em Washington: Militares nas ruas dividem opiniões sobre segurança e custos Desde agosto de 2025, as ruas de Washington, D.C. têm sido palco de uma presença militar incomum. Militares armados da Guarda Nacional se tornaram parte da paisagem urbana, aparecendo em estações de metrô, centros da cidade e pontos turísticos, frequentemente interagindo com moradores e turistas. O que começou como uma resposta a uma suposta “emergência” de criminalidade declarada pelo então presidente Donald Trump, transformou-se em uma operação de longo prazo, com previsão de durar até janeiro de 2029. Essa mobilização, que inicialmente envolveu 800 integrantes e cresceu para mais de 4.500, tem sido alvo de intensos debates. Questionamentos sobre sua real eficácia na redução da criminalidade, os altos custos envolvidos e os limites éticos e legais do uso das Forças Armadas em funções de segurança pública ganham força. A situação é agravada pelo fato de que dados oficiais já indicavam uma tendência de queda na violência antes mesmo da chegada das tropas. Apesar dos argumentos do governo em atribuir à operação uma melhora na segurança da capital, análises independentes e de organizações de direitos civis levantam sérias dúvidas. Conforme informações divulgadas por veículos de imprensa, a presença militar ostensiva, embora possa ter dissuadido crimes de menor potencial, não alterou significativamente a trajetória dos crimes violentos, gerando um debate complexo sobre a melhor forma de garantir a segurança dos cidadãos. Acompanhe os detalhes dessa controvérsia. A Operação da Guarda Nacional: Números e Controvérsias A mobilização da Guarda Nacional em Washington, D.C. teve início em 11 de agosto de 2025, quando o então presidente Donald Trump declarou estado de emergência. A medida, que visava combater um suposto aumento da criminalidade, levou ao envio inicial de 800 militares, número que posteriormente foi ampliado para mais de 4.500. Essa ação ocorreu mesmo diante de dados oficiais que já apontavam para uma redução na violência urbana antes da chegada das tropas. Apesar da justificativa inicial, a operação não esteve isenta de incidentes graves. Em novembro de 2025, dois militares foram baleados na capital, um deles vindo a falecer. As autoridades atribuíram o ataque a um imigrante afegão. O governo, no entanto, defende a eficácia da força-tarefa, citando mais de 16 mil prisões realizadas em conjunto com agentes locais, incluindo suspeitos de homicídio e membros de gangues, além da apreensão de quase 2.000 armas ilegais. Lauren Bis, porta-voz da Casa Branca, afirmou que a ação “reduziu o crime” e transformou Washington em um local mais seguro. Análises Divergentes sobre a Redução da Criminalidade Análises sobre o impacto da Guarda Nacional na segurança de Washington apresentam resultados conflitantes. Uma pesquisa do site The Trace, especializado em violência armada, indicou uma queda de 62% no número de pessoas baleadas nos dois primeiros meses da operação, em comparação com o mesmo período de 2024. Contudo, o estudo ressalta que essa queda já havia começado em meados de abril de 2024, quatro meses antes da intervenção militar. Em contrapartida, um levantamento do think tank

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Clariana Barão: Advogada de MT é a Nova Candidata do Democracia Cristã à Presidência em 2026

Clariana Barão assume a candidatura presidencial pelo Democracia Cristã, marcando um novo capítulo na história do partido, que pela primeira vez desde sua fundação em 1995 lança um nome que não seja José Maria Eymael. A advogada de 39 anos, natural de Cuiabá, Mato Grosso, busca consolidar a plataforma do partido, que se posiciona contra o capitalismo e o marxismo, defendendo a solidariedade como pilar central. A escolha de Clariana Barão representa uma mudança significativa para o Democracia Cristã (DC). A advogada, com especialização em direito administrativo e gestão pública, traz consigo uma trajetória marcada pelo ativismo social e pela atuação em causas de assistência. Sua nomeação visa dar visibilidade a uma nova liderança dentro da sigla. A chapa presidencial conta com Fabiana Torquato como candidata à vice-presidência, formando uma dobradinha que busca apresentar propostas alinhadas aos ideais do partido. A candidatura de Clariana Barão é vista como uma oportunidade para o DC dialogar com setores da sociedade que buscam alternativas às polarizações políticas tradicionais. A origem de Clariana Barão em Cuiabá, Mato Grosso, e sua formação em direito pelo Centro Universitário de Várzea Grande (Univag) compõem o perfil de uma profissional com forte conexão com as realidades regionais. Sua experiência profissional e engajamento em ações sociais são pontos destacados pela campanha. Trajetória de Atuação Social e Liderança no DC Antes de sua ascensão à candidatura presidencial, Clariana Barão já demonstrava seu comprometimento com causas sociais. Ela presidiu a Comissão de Solidariedade e Assistência Social da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Várzea Grande, onde pôde aplicar seus conhecimentos jurídicos em benefício da comunidade. Essa experiência fortaleceu sua visão sobre a importância da atuação coletiva. Um marco em sua atuação social foi a coordenação de um grupo de voluntários em 2024, que ofereceu auxílio direto às vítimas das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul. Essa iniciativa demonstrou sua capacidade de mobilização e sua dedicação em momentos de crise, características que agora são alçadas ao palco nacional. O Democracia Cristã e sua Plataforma Política O Democracia Cristã, partido fundado em 1995, tem em sua essência a crítica tanto ao capitalismo quanto ao marxismo. A sigla defende a **solidariedade** como um princípio fundamental, buscando construir uma sociedade mais justa e equitativa através de políticas que valorizem o bem comum e a cooperação. A decisão de lançar Clariana Barão à presidência, rompendo com a tradição de ter José Maria Eymael como candidato, sinaliza uma estratégia do partido para renovar sua imagem e alcançar um eleitorado mais amplo. A candidatura busca apresentar as propostas do DC de forma clara e acessível, dialogando com as preocupações da população brasileira. Clariana Barão: Um Novo Rumo para o DC A advogada Clariana Barão, aos 39 anos, assume a importante missão de representar o Democracia Cristã na corrida presidencial. Sua jornada, que inclui a presidência do diretório estadual do DC em Mato Grosso desde 2026, a preparou para este novo desafio. A **candidata do Democracia Cristã** promete trazer uma nova perspectiva para a política nacional.

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Edmilson Costa é o escolhido do PCB para a Presidência: Economista e militante histórico busca o voto popular

Edmilson Costa, a aposta do PCB para a Presidência, tem trajetória marcada pela militância e pelo saber acadêmico O Partido Comunista Brasileiro (PCB) apresentou oficialmente sua chapa para a disputa presidencial, tendo como candidato principal o economista e professor Edmilson Costa. Natural de Pedreiras, no Maranhão, Costa chega aos seus 76 anos com uma longa história de engajamento político. Ao seu lado na jornada rumo ao Palácio do Planalto, estará Cleusa Santos, também filiada ao PCB, que compõe a chapa como candidata à vice-presidência. A escolha de Edmilson Costa reflete a aposta do partido em um nome com forte ligação com as bases e com uma sólida formação teórica. A candidatura de Edmilson Costa e Cleusa Santos pelo PCB busca se consolidar no cenário eleitoral, apresentando propostas alinhadas com os ideais comunistas e a defesa dos trabalhadores. Acompanhe os detalhes sobre a trajetória e as propostas da chapa. Um Perfil Acadêmico e Político para Liderar o PCB Edmilson Costa não é um novato na política brasileira. Com atuação como militante desde a década de 1980, ele construiu uma trajetória sólida dentro do Partido Comunista Brasileiro. Atualmente, ocupa o cargo de **secretário-geral do partido**, o que demonstra sua relevância e confiança dentro da agremiação. Sua formação acadêmica é outro ponto forte de sua candidatura. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Maranhão (Ufma), Edmilson Costa aprofundou seus estudos na área econômica, obtendo o título de **doutor em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)** na década de 1990. Sua tese de doutorado, focada na **política salarial brasileira**, evidencia seu interesse e conhecimento sobre temas cruciais para a economia do país. Experiências Eleitorais Anteriores e a Busca por Espaço Essa não é a primeira vez que Edmilson Costa se apresenta como opção para cargos eletivos. Em 2008, ele já havia disputado a prefeitura de São Paulo pelo mesmo partido, o PCB. Essa experiência em uma das maiores cidades do Brasil certamente contribuiu para sua bagagem política. Além disso, nas eleições de 2010, Edmilson Costa concorreu ao cargo de vice-presidente da República, integrando a chapa liderada por Ivan Pinheiro. Essas participações anteriores demonstram a **persistência do PCB em apresentar candidaturas próprias** e a busca contínua por um espaço maior no debate político nacional. A Jornada de Edmilson Costa e Cleusa Santos rumo à Presidência A candidatura de Edmilson Costa à Presidência, com Cleusa Santos como vice, representa a estratégia do PCB de apresentar uma alternativa de esquerda no pleito. O partido aposta na experiência e no conhecimento de seus candidatos para dialogar com o eleitorado. A trajetória de Edmilson Costa, marcada pela **militância política e pela formação acadêmica em economia**, o posiciona como um candidato com propostas consistentes para os desafios do Brasil. A expectativa é que a campanha do PCB se concentre em temas como a **justiça social, a soberania nacional e a defesa dos direitos dos trabalhadores**, pautas centrais para o partido.

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Irã oferece recompensa milionária por morte ou captura de soldados americanos, elevando tensão no Oriente Médio

Em um movimento que intensifica as já elevadas tensões na região, o Irã anunciou neste domingo (16) a oferta de uma recompensa equivalente a US$ 30 mil (aproximadamente R$ 156 mil) para quem conseguir matar ou capturar soldados americanos. O valor dobra caso a ação seja executada por uma mulher, segundo informações da agência estatal de notícias Irna. O comandante do Exército persa, Amir Hatami, justificou a decisão como uma resposta ao “grande número de pedidos” para participar do apoio financeiro. A medida surge em um contexto de conflitos latentes entre o Irã e os Estados Unidos, com trocas de ataques esporádicos desde fevereiro, concentrados principalmente no sul do Irã e nos arredores do estratégico estreito de Hormuz. Apesar da declaração do Irã, não há registro de envio de forças terrestres americanas ao país durante a guerra em andamento no Oriente Médio, com exceção de uma missão pontual de resgate de um piloto abatido em abril. Hatami, contudo, não forneceu detalhes sobre onde ou quando se esperava que tais ações contra militares americanos ocorressem. Disputas por Pilotos Aumentam Atrito Paralelamente, a situação se complica com alegações iranianas contra o Qatar e o Kuwait. Um funcionário militar iraniano afirmou neste domingo que o Qatar deveria permitir a entrada de uma equipe do regime para investigar o paradeiro de pilotos persas, que, segundo Teerã, teriam sido capturados por forças qatares. Doha, no entanto, nega veementemente manter qualquer piloto iraniano sob custódia. A monarquia do Golfo informou no sábado que suas equipes de busca e resgate encontraram os restos mortais de um piloto após aeronaves iranianas violarem o espaço aéreo qatari em março e não responderem às tentativas de contato. O Qatar declarou ter contatado o Irã para coordenar a entrega dos restos mortais e convidado Teerã a analisar os detalhes de suas operações, mas alega não ter recebido resposta. Acusações de Retenção de Informações Mohammad Baqerzadeh, comandante do Comitê de Busca por Pessoas Desaparecidas do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã, acusou as autoridades do Qatar de adiar repetidamente a investigação e impedir o retorno dos pilotos ao Irã. Ele solicitou ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha que acompanhe o caso com urgência, segundo a agência de notícias semioficial Tasnim. Baqerzadeh estendeu suas acusações ao Kuwait, alegando que o país também estaria retendo informações sobre o paradeiro de quatro iranianos detidos em seu território. Em maio, o Irã afirmou que os quatro indivíduos, ligados à Guarda Revolucionária, realizavam uma patrulha marítima e entraram acidentalmente em águas territoriais kuwaitianas devido a uma falha de navegação. O Kuwait, por sua vez, declarou que os quatro são suspeitos de planejar ações hostis contra o país. Contexto de Guerra e Negociações Fracassadas A guerra entre Irã e EUA teve início em 28 de fevereiro, após bombardeios americanos e israelenses contra alvos em território iraniano. Os confrontos, que duraram quase 40 dias, foram seguidos por um cessar-fogo em abril. Um acordo preliminar para negociações de paz chegou a ser alcançado em junho, mas posteriormente fracassou. Desde então,

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Israel: Ministro Extremista Propõe Matar ’30 a 40′ Palestinos Por Noite em Gaza e Reconstruir Assentamentos Judaicos

Ministro extremista de Israel sugere assassinatos seletivos diários em Gaza e restauração de assentamentos judaicos O Ministro da Segurança Nacional de Israel, o extremista Itamar Ben-Gvir, chocou o cenário internacional com declarações contundentes em uma entrevista recente. Ben-Gvir propôs que Israel deveria realizar de “30 a 40 assassinatos seletivos por noite” na Faixa de Gaza, argumentando que “há pessoas ali que não merecem viver. Elas nem sequer são pessoas”. As falas, proferidas em um podcast apresentado por Rom Braslavski, ex-refém do Hamas, foram além. Ben-Gvir também expressou forte apoio à reconstrução de assentamentos judaicos no território palestino, visualizando “toda Gaza” sob controle israelense e reiterando seu desejo pela “emigração” de palestinos. Essas declarações surgem em um momento delicado de negociações de paz e em meio à intensa ofensiva israelense em Gaza, que já resultou em um alto número de vítimas civis. O ministro demonstrou discordância com a recente redução das operações militares israelenses em Gaza, determinada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em um contexto de esforços diplomáticos dos Estados Unidos para implementar um plano de paz. As informações são do portal “O Globo”. Defesa de Ações Drásticas e Restauração de Assentamentos Na entrevista, Itamar Ben-Gvir detalhou sua visão radical para a Faixa de Gaza. “Acho que deveríamos realizar de 30 a 40 assassinatos seletivos por noite”, afirmou, ampliando o alvo para além de ameaças imediatas. Ele também defendeu o restabelecimento de assentamentos judaicos, mencionando especificamente “Gush Katif”, área desmantelada em 2005. “Imagino assentamentos não apenas em Gush Katif, mas em toda Gaza, além do incentivo à emigração — quanto mais, melhor”, disse o ministro. Para os combatentes palestinos, Ben-Gvir foi ainda mais explícito: “E, para os terroristas, não deveria haver emigração. Deveríamos simplesmente matá-los um por um.” Discordância com Netanyahu e Condenação Internacional As declarações de Ben-Gvir expõem uma fratura significativa na liderança israelense, especialmente em relação à condução da guerra e às estratégias futuras para Gaza. Ele explicitamente discordou da decisão do primeiro-ministro Netanyahu de diminuir a intensidade das operações militares, uma medida que vinha sendo pressionada por autoridades americanas no âmbito de planos de paz. Paralelamente, uma coalizão de países árabes e islâmicos, incluindo Egito, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Indonésia, Arábia Saudita, Turquia e Paquistão, condenou a rejeição do plano de paz por parte do governo de Netanyahu. Enviados do presidente dos EUA se reuniram com mediadores no Egito para discutir os próximos passos. Contexto da Guerra em Gaza e Acusações de Genocídio O conflito em Gaza foi desencadeado pelo ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que resultou na morte de cerca de 1.200 pessoas e no sequestro de mais de 250 reféns, segundo autoridades israelenses. A resposta de Israel resultou em mais de 73 mil mortes em Gaza, de acordo com autoridades palestinas, gerando uma grave crise humanitária. A intensidade da ofensiva israelense tem sido alvo de críticas globais, com diversas organizações internacionais, incluindo comissões da ONU e grupos de direitos humanos, acusando Israel de cometer genocídio contra os palestinos. Israel nega veementemente essas

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Migrantes em Ceuta Pedem Asilo na Espanha com protesto na praia: “Também somos humanos”

Migrantes em Ceuta realizam protesto pedindo asilo na Espanha e denunciam condições precárias Centenas de migrantes que chegaram recentemente a Ceuta, enclave espanhol na costa norte da África, se reuniram em uma praia popular neste domingo (16) para protestar. Eles exigem que as autoridades espanholas concedam asilo em vez de deportá-los de volta ao Marrocos, onde relatam condições de vida difíceis e falta de oportunidades. Os manifestantes estão entre os milhares de migrantes que permanecem em Ceuta após uma entrada em massa ocorrida há duas semanas. A situação sobrecarrega os recursos da cidade, forçando muitos a viverem em condições precárias, como relatou Ayoub Elarroud, um marroquino que dorme ao relento e sente frio e mau cheiro, além de ser impedido de circular livremente pela polícia. A mobilização busca chamar a atenção para a urgência de uma solução humanitária. Com bandeiras espanholas e cartazes com mensagens como “Não queremos voltar para o Marrocos” e “Também somos humanos”, os migrantes clamam por reconhecimento e dignidade. A Reuters apurou que a maioria dos migrantes entrevistados foi motivada pelas más condições de trabalho em seus países de origem, mesmo possuindo qualificações profissionais. Condições de vida e saúde sob pressão em Ceuta A situação em Ceuta é marcada pela superlotação e pela sobrecarga dos serviços públicos. Cerca de 5.000 a 8.000 migrantes permanecem na cidade, que possui apenas 80.000 habitantes. A praia de El Trampolin e seus arredores se tornaram o lar temporário para muitos, que enfrentam frio e falta de infraestrutura básica enquanto aguardam uma oportunidade de seguir para a Europa continental. O presidente do conselho médico de Ceuta, Enrique Roviralta, expressou preocupação com a exaustão dos poucos profissionais de saúde disponíveis e criticou a lentidão da resposta governamental. Ele alertou para o surgimento de doenças como diarreia infecciosa e sarna, além de ferimentos relacionados a conflitos, como fraturas e perfurações. A ministra da Saúde espanhola, Monica Garcia, reconheceu a pressão sobre os serviços de saúde, mas rejeitou a ideia de colapso. Ela ressaltou que associar migração a doenças é injusto e xenófobo, embora tenha admitido um risco moderado de surtos epidêmicos entre os migrantes e baixo risco para a população local. Motivações diversas para a jornada perigosa As histórias dos migrantes em Ceuta revelam motivações complexas e urgentes. Mohammed Ouanzar, um especialista em automação de Fez, Marrocos, explicou que os salários baixos em seu país, cerca de 3.000 dirhams (R$ 1.600) mensais, tornam impossível a construção de uma vida digna e a formação de uma família. Ele declarou que prefere morrer a retornar. Hicham Chikir, de 25 anos, expressou o desejo de trabalhar na Europa, onde muitos buscam melhores oportunidades. Emmanuel, um eletricista de 30 anos que fugiu da Nigéria, enfrentou uma jornada de quatro meses pelo deserto e por diversos países africanos. Ele busca uma vida melhor para seus filhos, que pararam de frequentar a escola por medo de sequestros na região afetada por conflitos. Mohammad Ismail Hossain, de Bangladesh, percorreu um longo caminho, incluindo Índia, Paquistão, Iraque, Síria, Egito, Líbia e

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Tragédia no Zimbábue: Naufrágio de balsa superlotada no Lago Kariba deixa 84 mortos; sobreviventes relatam negligência

Naufrágio no Zimbábue: Balsa superlotada no Lago Kariba tem balanço trágico de 84 mortos O número de mortos no trágico naufrágio de uma balsa superlotada no Zimbábue atingiu a marca de 84 pessoas neste domingo (16), após a recuperação de quatro corpos adicionais nas águas do Lago Kariba. A embarcação, operada por uma agência governamental, afundou na última terça-feira (11) em meio a condições climáticas adversas. As operações de busca e resgate avançaram ao longo da semana, levando as autoridades a revisar o número de vítimas fatais. A polícia local confirmou o balanço atualizado, mas ressaltou que as buscas continuam na tentativa de localizar os desaparecidos. A embarcação, que tinha autorização para transportar 90 passageiros, levava a bordo 114 adultos, cinco tripulantes e um número ainda não determinado de crianças. Dados da Defesa Civil indicam que 77 pessoas foram resgatadas com vida. Somadas às 84 vítimas fatais recuperadas até o momento, a balsa transportava pelo menos 161 pessoas, evidenciando a **grave superlotação** no momento da tragédia. Conforme informações divulgadas pela polícia local, as investigações buscam esclarecer as circunstâncias que levaram à **perda de tantas vidas**. Sobreviventes relatam alertas ignorados e falta de equipamentos de segurança Um dos sobreviventes da tragédia, Itay Marumisa, relatou à agência de notícias AFP que os passageiros expressaram preocupação ao capitão sobre as condições do mar e a evidente superlotação da balsa, mas os alertas foram ignorados. Ele descreveu a cena como caótica, com muitos galões de diesel, mantimentos e outras bagagens ocupando o espaço destinado aos passageiros. Marumisa, que utiliza a balsa regularmente há mais de cinco anos, destacou que a situação desta vez foi diferente, com a carga excessiva comprometendo a segurança da embarcação. A falta de coletes salva-vidas disponíveis também foi um ponto crítico, com o sobrevivente afirmando que eles estavam soterrados sob a bagagem, e menos de 30 pessoas conseguiram ter acesso a um. Lago Kariba: Rota vital e palco de tragédia no Zimbábue A balsa naufragada era uma rota de transporte essencial para as comunidades rurais que vivem nas proximidades do Lago Kariba, uma vasta reserva artificial localizada na fronteira entre o Zimbábue e a Zâmbia, a cerca de 280 quilômetros a noroeste da capital, Harare. A tragédia levanta questionamentos sobre a **segurança das operações de transporte fluvial** na região. Investigações em andamento para determinar responsabilidades As autoridades do Zimbábue iniciaram uma investigação para apurar as causas exatas do naufrágio e determinar as responsabilidades. A superlotação, a possível negligência do capitão e a falta de equipamentos de segurança adequados são pontos centrais na apuração. O governo promete medidas para evitar que novas tragédias como esta voltem a ocorrer no Lago Kariba.

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Trump Suspende Exercícios Militares com Coreia do Sul e Elogia Coreia do Norte: ‘Inofensiva e Respeitosa’

Trump reduz drasticamente exercícios militares com a Coreia do Sul, citando bom relacionamento com Kim Jong-un O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (16) uma decisão surpreendente: instruiu o Pentágono a reduzir substancialmente os exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul. A medida, que pegou muitos de surpresa, entra em vigor às vésperas do início do treinamento previsto para esta segunda-feira (17). Em postagem em sua rede social Truth Social, Trump justificou a ação com base em seu relacionamento com o líder norte-coreano, Kim Jong-un. Ele expressou descontentamento com os acordos prévios para a realização dos exercícios, destacando os altos custos, com grande parte sendo arcada pelos EUA, e o impacto negativo na relação com a Coreia do Norte. Segundo Trump, os exercícios enviam um sinal inapropriado e hostil a um país que, sob sua presidência, tem se mostrado “inofensivo e respeitoso”. A decisão visa, portanto, um gesto de boa vontade em direção a Pyongyang, buscando aprofundar a distensão diplomática iniciada durante seu mandato. Exercícios Militares em Foco O treinamento militar conjunto, que estava programado para durar até o dia 27, envolveria cerca de 18 mil soldados sul-coreanos. Inicialmente, o coronel Ryan Donald, diretor de relações públicas do Comando das Forças Combinadas, destacou que o exercício refletiria as mudanças nas características da guerra moderna, incluindo o uso de sistemas não tripulados, guerra eletrônica e operações cibernéticas. Preocupações com a Coreia do Norte Apesar das declarações de Trump sobre o comportamento “inofensivo e respeitoso” da Coreia do Norte, análises recentes apontam para um cenário diferente. O coronel Donald mencionou que soldados norte-coreanos foram enviados à Ucrânia e trouxeram lições aprendidas para o país. Essa movimentação altera a capacidade da RPDC, uma ameaça que o treinamento conjunto buscava considerar. Contexto Político e Econômico A decisão de Trump de reduzir os exercícios militares ocorre em um momento de intensas discussões sobre segurança na península coreana. A redução dos exercícios, embora justificada por Trump como um passo para a paz e redução de custos, pode gerar apreensão em Seul quanto à continuidade do compromisso de defesa dos EUA na região. Em uma nota adicional, Trump mencionou ter perguntado ao presidente da Coreia do Sul sobre a participação conjunta na desnuclearização do Irã, recebendo uma resposta negativa. Essa observação, embora apresentada como sem correlação direta, pode indicar uma estratégia diplomática mais ampla que busca redefinir alianças e prioridades.

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Terremoto na Colômbia: Primeira Semana de Espriella Marca Recusa de Ajuda Internacional e Confronto Ideológico

Terremoto na Colômbia expõe face ideológica de Espriella em sua 1ª semana no cargo Um devastador terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia no último dia 10, deixando um rastro de destruição e ceifando a vida de 289 pessoas, segundo balanço divulgado neste domingo (16). A tragédia colocou o recém-empossado governo de Abelardo de la Espriella, presidente de ultradireita, sob intenso escrutínio, apenas três dias após sua posse. Em sua primeira semana no poder, Espriella foi forçado a desviar de seus planos iniciais focados em segurança pública e austeridade econômica. A prioridade passou a ser a gestão da crise humanitária desencadeada pelo sismo, que afetou 11 dos 32 departamentos do país. A gestão da emergência, no entanto, tem sido marcada por decisões controversas, especialmente a recusa de ajuda internacional de diversas nações, priorizando apenas aquelas ideologicamente alinhadas ao seu governo. Essa postura gerou confrontos com a gestão anterior e críticas sobre a politização da resposta a um desastre natural. As informações sobre a gestão da crise foram divulgadas por diversos veículos de comunicação, incluindo a Folha. Calamidade Pública e Mudança de Rota A primeira medida adotada pelo presidente Espriella foi a declaração de calamidade pública. Essa ação visa conferir maior flexibilidade ao governo para contratações e agilizar procedimentos estatais essenciais para o socorro às vítimas e a reconstrução. O foco imediato foi a coordenação com a Unidade Nacional para Gestão de Risco de Desastres (UNGRD). Contudo, a UNGRD estava sob a chefia de Javier Pava, um nome ligado ao antecessor de Espriella, Gustavo Petro. Essa situação reflete a tumultuada transição de poder após a acirrada vitória do atual presidente nas eleições de junho, um período já marcado por acusações de tentativa de golpe de Estado por parte de Espriella contra Petro. Recusa de Ajuda Internacional: Uma Decisão Ideológica? A ação mais polêmica da primeira semana de governo de Espriella foi a recusa de equipes estrangeiras de busca e resgate. Apenas nações como Estados Unidos, Israel, Equador e El Salvador, todas com alinhamento ideológico ao novo presidente, tiveram suas ofertas aceitas. Essa decisão foi anunciada mais de dois dias após o tremor, quando a janela crítica de 72 horas para resgates já se aproximava do fim. O chanceler colombiano, Omar Bula, inicialmente declarou que a seleção das equipes se baseava em capacidade técnica e certificação internacional, sem considerações ideológicas. No entanto, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que seu país enfrentou entraves burocráticos impostos por Bogotá para enviar suas brigadas. Troca de Acusações e Versões Sobre a Ajuda O recém-empossado ministro do Interior, Rodrigo Lara, responsabilizou o governo Petro pela recusa inicial de ajuda, ao mesmo tempo em que endossou a decisão. Lara afirmou a uma rádio colombiana que a negativa partiu de Pava, amigo do ex-presidente. Segundo ele, o governo atual abriu as portas para os resgatistas internacionais assim que assumiu. Por outro lado, Javier Pava reconheceu a emissão de um documento que indicava a desnecessidade de equipes internacionais naquele momento, baseado em informações locais. Ele alega que, logo

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Irmãos Paranaenses Superam Fracassos e Faturam Milhões com Logística Inovadora; Conheça a Autonomoz

A Odisseia Empreendedora dos Irmãos Farias: Da Flórida ao Sucesso Milionário em Logística A trajetória de Leandro e Maurício Dias de Farias é um exemplo de resiliência e visão de negócios. Os irmãos paranaenses, após enfrentarem adversidades nos Estados Unidos e no Brasil, construíram um império na área de logística com a plataforma Autonomoz. Sua jornada, marcada por recomeços e superação, culminou em um negócio que hoje opera em 14 estados brasileiros. O início de tudo remonta a 2001, quando os irmãos deixaram a faculdade de Administração em Londrina em busca de oportunidades na Flórida. Lá, Leandro vivenciou a dura realidade do trabalho, atuando em diversas funções, mas os atentados de 11 de setembro de 2001 alteraram drasticamente o cenário econômico americano, forçando o retorno ao Brasil. De volta ao país, a dupla aplicou os aprendizados práticos em empreendimentos próprios, explorando inicialmente áreas como marketing digital e transporte escolar. No entanto, o caminho para o sucesso foi pavimentado com desafios significativos, incluindo o cancelamento de contratos importantes e instabilidades políticas. Conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo, os empresários tiveram que recomeçar do zero em três ocasiões distintas. Os Revéses que Moldaram a Trajetória da Autonomoz Um dos primeiros grandes obstáculos ocorreu em 2012, com o cancelamento abrupto de um contrato de transporte para as usinas do Rio Madeira, em Rondônia. Em 2015, a situação se repetiu quando um projeto para a usina de Itaocara foi paralisado devido à crise política e à Operação Lava Jato, reduzindo drasticamente a equipe. Uma tentativa de gerir frotas para aplicativos de carona em São Paulo também foi abandonada diante da entrada agressiva de grandes locadoras no mercado. Autonomoz: A Solução Tecnológica que Revolucionou a Logística A virada de chave aconteceu em 2017 com a criação da Autonomoz. A necessidade de monitorar 31 contratos com a Rumo Logística, abrangendo 67 cidades em seis estados, impulsionou o desenvolvimento de um centro de controle operacional digital, funcionando 24 horas. O que começou como uma ferramenta interna para a empresa de transportes Rhyno, evoluiu para uma plataforma independente e escalável. Atualmente, a Autonomoz conecta quase mil motoristas parceiros e oferece soluções de mobilidade corporativa para diversas empresas em todo o Brasil. O modelo de negócios se consolidou como o carro-chefe do grupo, demonstrando a capacidade dos irmãos em transformar desafios em oportunidades de crescimento. Visão Cautelosa e Planos de Expansão em Cenário Desafiador Apesar do sucesso estrondoso, Leandro e Maurício mantêm uma postura de cautela em relação ao ambiente de negócios brasileiro, marcado pela instabilidade econômica e política. Eles ressaltam que as altas taxas de juros tornam a renda fixa mais atrativa, o que, segundo Maurício, exige um propósito maior do que o lucro para o empreendedorismo. Os empresários criticam políticas populistas que, em sua visão, prejudicam quem produz no país. Diante desse cenário, a Autonomoz planeja a diversificação de mercados e não descarta a possibilidade de expandir suas operações para o exterior no futuro, buscando novos horizontes para sua inovadora solução de logística corporativa. O Futuro

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Guarda Nacional em Washington: Um Ano de Presença Militar Ostensiva Sob Críticas e Questionamentos sobre Eficácia e Custos

Um ano de Guarda Nacional em Washington: Militares nas ruas dividem opiniões sobre segurança e custos Desde agosto de 2025, as ruas de Washington, D.C. têm sido palco de uma presença militar incomum. Militares armados da Guarda Nacional se tornaram parte da paisagem urbana, aparecendo em estações de metrô, centros da cidade e pontos turísticos, frequentemente interagindo com moradores e turistas. O que começou como uma resposta a uma suposta “emergência” de criminalidade declarada pelo então presidente Donald Trump, transformou-se em uma operação de longo prazo, com previsão de durar até janeiro de 2029. Essa mobilização, que inicialmente envolveu 800 integrantes e cresceu para mais de 4.500, tem sido alvo de intensos debates. Questionamentos sobre sua real eficácia na redução da criminalidade, os altos custos envolvidos e os limites éticos e legais do uso das Forças Armadas em funções de segurança pública ganham força. A situação é agravada pelo fato de que dados oficiais já indicavam uma tendência de queda na violência antes mesmo da chegada das tropas. Apesar dos argumentos do governo em atribuir à operação uma melhora na segurança da capital, análises independentes e de organizações de direitos civis levantam sérias dúvidas. Conforme informações divulgadas por veículos de imprensa, a presença militar ostensiva, embora possa ter dissuadido crimes de menor potencial, não alterou significativamente a trajetória dos crimes violentos, gerando um debate complexo sobre a melhor forma de garantir a segurança dos cidadãos. Acompanhe os detalhes dessa controvérsia. A Operação da Guarda Nacional: Números e Controvérsias A mobilização da Guarda Nacional em Washington, D.C. teve início em 11 de agosto de 2025, quando o então presidente Donald Trump declarou estado de emergência. A medida, que visava combater um suposto aumento da criminalidade, levou ao envio inicial de 800 militares, número que posteriormente foi ampliado para mais de 4.500. Essa ação ocorreu mesmo diante de dados oficiais que já apontavam para uma redução na violência urbana antes da chegada das tropas. Apesar da justificativa inicial, a operação não esteve isenta de incidentes graves. Em novembro de 2025, dois militares foram baleados na capital, um deles vindo a falecer. As autoridades atribuíram o ataque a um imigrante afegão. O governo, no entanto, defende a eficácia da força-tarefa, citando mais de 16 mil prisões realizadas em conjunto com agentes locais, incluindo suspeitos de homicídio e membros de gangues, além da apreensão de quase 2.000 armas ilegais. Lauren Bis, porta-voz da Casa Branca, afirmou que a ação “reduziu o crime” e transformou Washington em um local mais seguro. Análises Divergentes sobre a Redução da Criminalidade Análises sobre o impacto da Guarda Nacional na segurança de Washington apresentam resultados conflitantes. Uma pesquisa do site The Trace, especializado em violência armada, indicou uma queda de 62% no número de pessoas baleadas nos dois primeiros meses da operação, em comparação com o mesmo período de 2024. Contudo, o estudo ressalta que essa queda já havia começado em meados de abril de 2024, quatro meses antes da intervenção militar. Em contrapartida, um levantamento do think tank

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