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Petro deixa legado de esquerda consolidada na Colômbia, apesar de agenda de reformas patinar e sucessor não eleito

Petro encerra mandato na Colômbia com esquerda mais forte, mas sem sucessor eleito e reformas adiadas Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda da Colômbia, deixa o poder nesta sexta-feira (7), após quatro anos marcados por avanços sociais e um fortalecimento significativo das forças progressistas no país. Apesar de não ter conseguido eleger um sucessor e enfrentar obstáculos na aprovação de suas ambiciosas reformas, Petro encerra seu mandato com a esquerda consolidada, um feito notável em um país com histórico de conflitos e forte aliança com os Estados Unidos. Apesar do resultado, a eleição de seu sucessor, o ultradireitista Abelardo de la Espriella, evidencia a acentuada polarização política que divide a Colômbia, conforme informações divulgadas pela imprensa colombiana. A ascensão da esquerda em um cenário conservador Enquanto a América do Sul experimentava a chamada “onda rosa” de governos de esquerda nos anos 2000, a Colômbia manteve uma orientação mais conservadora, com Álvaro Uribe no poder. Agora, em contrapartida à “onda azul” de governos de direita que varre a região, a Colômbia viu a ascensão de Petro. Apesar disso, a eleição de Abelardo de la Espriella, que venceu em um segundo turno acirrado, demonstra a profundidade da polarização. Espriella, que surpreendeu analistas ao liderar o primeiro turno, quase perdeu a eleição final, mesmo com apoio internacional. Um Congresso fragmentado e desafios para o futuro A polarização se reflete também no Congresso colombiano, o que representa um desafio adicional para o novo presidente. O Pacto Histórico, partido de Petro, foi o que mais cresceu nas eleições legislativas de março, elegendo 25 senadores e 42 deputados. Esses números, que representam 23% dos assentos na Câmara e 24% no Senado, são expressivos quando comparados com décadas anteriores, quando a representação de partidos de esquerda não ultrapassava 20% do Congresso. Redução da pobreza e reformas parciais Um dos maiores êxitos do governo Petro foi a redução da pobreza, que atingiu 28%, o menor nível histórico do país. Além disso, o presidente conseguiu aprovar uma reforma tributária que aumentou impostos para os mais ricos e uma reforma trabalhista que melhorou pagamentos para trabalhos noturnos, domingos e feriados. No entanto, promessas como a “paz total” com grupos armados e a reforma da saúde ficaram pelo caminho, com o aumento de sequestros e o sistema de saúde em crise persistente, um dos maiores problemas para os colombianos, segundo pesquisas. O caminho à frente para Abelardo de la Espriella O novo presidente, Abelardo de la Espriella, assume o país com propostas ainda mais ousadas, incluindo o retorno da fumigação aérea contra plantações de coca e o fim de negociações com grupos armados. Ele também planeja reduzir o tamanho do Estado, revisando ministérios e órgãos públicos. Para implementar suas medidas, Espriella, que estreia em seu primeiro cargo público, precisará navegar em uma sociedade profundamente dividida e lidar com um Congresso fragmentado, o que exigirá habilidade política e negociação.

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Bancoc: Adolescente mata avós e ataca escola, deixando 7 mortos e 30 feridos em massacre chocante na Tailândia

Chocante massacre em escola tailandesa: Adolescente de 14 anos causa 7 mortes e deixa dezenas feridos após matar avós Um ato de violência brutal abalou a Tailândia nesta sexta-feira, quando um adolescente de apenas 14 anos tirou a vida de seus avós e, em seguida, invadiu uma escola nos arredores de Bancoc, perpetrando um massacre que resultou em pelo menos sete mortes e deixou cerca de 30 pessoas feridas. O incidente, que se configura como o pior ataque do tipo na nação do Sudeste Asiático desde 2022, desencadeou pânico e tristeza, com pais correndo para buscar seus filhos e autoridades expressando profunda consternação. A polícia confirmou que o jovem atirador, um aluno da própria instituição de ensino, utilizou uma arma pertencente ao avô para cometer os crimes. As autoridades revisaram o número de vítimas, estabelecendo em sete o total de mortos: os dois avós, três professores e dois funcionários da escola. Detalhes sombrios do ataque em Nonthaburi O autor do tiroteio, cuja identidade não foi plenamente revelada, agiu com frieza ao assassinar seus avós antes de se dirigir à escola. Segundo informações policiais, ele disparou pelo menos 26 vezes dentro da instituição, e outras 34 munições foram encontradas no local. Nove dos feridos encontram-se em estado grave, recebendo atendimento médico intensivo. Reações e o problema da posse de armas na Tailândia O primeiro-ministro Anutin Charnvirakul manifestou sua tristeza e incredulidade diante da tragédia. “É um incidente terrível. Nunca deveria ter acontecido. Como isso pôde acontecer em nosso país?”, declarou a jornalistas. A estudante Pawarisa Maylissa relatou ter ouvido os disparos altos e os cartuchos caindo, expressando choque com o fato de um jovem ter acesso a uma arma de fogo. A Tailândia possui uma das maiores taxas de posse de armas de fogo na região, com uma estimativa de cerca de 10 milhões de armas em circulação, uma para cada sete habitantes. Apesar de promessas anteriores de endurecer as leis, ataques com armas de fogo continuam a ocorrer com frequência preocupante. Histórico de violência em escolas tailandesas Este é o segundo ataque a tiros em escolas na Tailândia este ano. Em fevereiro, um professor morreu e dois alunos ficaram feridos em um incidente no sul do país. O caso mais trágico ocorreu em 2022, quando um ex-policial matou 24 crianças e 12 adultos em uma creche no norte do país, um dos massacres mais terríveis da história tailandesa. Atendimento às vítimas e o último disparo Socorristas chegaram ao local enquanto o ataque ainda ocorria, atendendo alunos com ferimentos nas costas, peito e braços. Um professor foi encontrado morto em um andar superior, e outra professora ferida em uma sala. O socorrista Kiatikhun Verapongpradith relatou ter sido chamado para atender o atirador após ouvir um último disparo, presumivelmente o de seu suicídio.

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Guerra na Ucrânia: Ataques Russos em Casa Levam Apoio à Invasão ao Menor Nível Histórico na Rússia

Guerra na Ucrânia: Apoio à invasão russa atinge menor patamar desde o início do conflito Os recentes ataques da Ucrânia contra o sistema energético e logístico da Rússia parecem ter impactado significativamente a opinião pública russa. Pela primeira vez desde o início da invasão em 2022, o apoio à guerra lançada por Vladimir Putin atingiu seu menor nível, conforme dados divulgados pelo Centro Levada, o principal instituto de pesquisa independente da Rússia. A pesquisa, realizada entre os dias 21 e 28 de julho, ouviu 1.612 pessoas em 137 cidades russas e aponta que apenas 66% dos entrevistados apoiam as ações militares na Ucrânia. Este número representa uma queda considerável em relação a meses anteriores, quando o apoio chegou a bater em 80%. Esses resultados, divulgados nesta semana, refletem um crescente descontentamento e preocupação entre a população russa, que começa a sentir os efeitos diretos do conflito em seu próprio território, além de problemas econômicos e logísticos crescentes. Os dados são do Centro Levada, que sofre sanções do Kremlin. Crescente impacto dos ataques ucranianos em solo russo Desde que o presidente ucraniano Volodimir Zelenski anunciou a intenção de levar a guerra para o território russo, com o uso de mísseis de longo alcance e drones, as imagens de ataques em solo russo tornaram-se mais frequentes. Refinarias de petróleo em chamas, navios atacados no Mar Negro e depósitos de grandes empresas, como o da gigante do comércio online Wildberries, têm sido alvos frequentes. Essa nova fase da guerra trouxe o conflito para mais perto dos russos, gerando um impacto humano e psicológico. Em julho, o número de civis mortos na guerra chegou a 21, o maior desde o início do conflito, com dois russos entre as vítimas, segundo informações divulgadas sobre a guerra. Crise de combustível e preocupações econômicas dominam o debate As consequências da guerra também se manifestam na economia russa, com destaque para a crise de combustível. Filas em postos de gasolina e o aumento expressivo nos preços se tornaram comuns em cidades como Moscou. O litro da gasolina AI-95, por exemplo, saltou de 70 rublos para quase 95 rublos em algumas redes privadas em junho. Embora o governo tenha implementado medidas para estabilizar os preços, a escassez ainda é uma realidade. Segundo a pesquisa do Levada, 13% dos russos citaram a crise do combustível como a principal questão dos últimos meses. Esse tema só perde para os próprios ataques, mencionados por 17% dos entrevistados. Aprovação de Putin e percepção sobre o sucesso da guerra em queda A crise atual também arranhou a imagem do presidente Vladimir Putin, embora seu sistema de poder permaneça estável. A aprovação do presidente, que já foi de 80% a 90%, caiu para 74% em julho. Essa marca, embora ainda alta em comparação internacional, representa uma queda significativa. Além disso, a percepção sobre o sucesso da guerra também diminuiu. Apenas 50% dos russos acreditam que a operação militar está sendo bem-sucedida, um índice 19 pontos menor que o registrado há um ano. Em contrapartida, 28%

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Autora pacifista: OTAN deveria ter acabado em 1991, e hoje caminha para o esgotamento

Medea Benjamin, voz do pacifismo, analisa o fim da URSS e o papel da OTAN no cenário global atual. Mais de três décadas após o fim da União Soviética, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) continua ativa, mas, segundo a escritora pacifista americana Medea Benjamin, a aliança militar já perdeu sua razão de existir. Benjamin defende que a OTAN deveria ter sido dissolvida em 1991, com o fim da URSS, mas, ao contrário, seguiu um caminho que, em sua visão, a leva a um processo de esgotamento. Benjamin, renomada ativista e autora de diversos livros sobre política externa e conflitos globais, é cofundadora da organização pacifista e feminista CodePink. Sua trajetória é marcada por críticas contundentes às intervenções militares promovidas pelos Estados Unidos. Ela estará no Brasil para participar da Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei) e lançar seus livros “Otan: O Que Você Precisa Saber” e “Por Dentro do Irã: A Verdadeira História Política da República Islâmica”. Em entrevista recente, Benjamin detalhou sua visão sobre o cenário internacional, com um foco especial na crítica ao militarismo em ascensão, que tem dominado a agenda do governo republicano de Donald Trump. A autora aponta para a complexidade das relações internacionais e a necessidade de repensar o papel das alianças militares em um mundo em constante transformação. O Irã em face da pressão americana Sobre a situação atual do Irã, Benjamin observa que o regime se encontra fortalecido por conta do recente conflito. Ela explica que muitos iranianos, que antes eram opositores do governo, agora sentem a necessidade de se unir diante da ameaça do governo Trump, que chegou a falar em “varrê-los do mapa”. A escritora critica a postura de certos grupos, especialmente na diáspora iraniana, que apoiam o retorno do xá e chegam a sugerir que o povo iraniano deseja bombardeios. “Como é possível dizer que as pessoas querem ser bombardeadas,”, questiona Benjamin, ressaltando que os ataques, ao invés de derrubar o governo, tornam a vida da população mais difícil, apesar de os iranianos estarem preparados para um conflito prolongado. Benjamin acredita que Trump interpretou mal o poder do regime iraniano internamente. Ela sugere que o presidente americano agiu de forma impulsiva, possivelmente influenciado por conselheiros como Benjamin Netanyahu, e ignorou informações de agências de inteligência que alertavam sobre a inviabilidade de tal ação. Essa postura coloca Trump em uma situação difícil, buscando reverter os efeitos de sua decisão. A OTAN em declínio e o futuro da segurança global A autora pacifista expressa dúvidas sobre o futuro da OTAN. Ela aponta que, embora Trump pressione os membros a aumentar os gastos militares, a população europeia enfrenta dificuldades para manter serviços essenciais como a saúde. Há uma resistência crescente a esse aumento de despesas militares, em parte alimentada por uma campanha de propaganda que busca incutir medo de uma possível agressão russa a outros países europeus, o que Benjamin considera “ridículo”. Benjamin reitera sua posição de que a OTAN deveria ter se dissolvido em 1991. Na sua visão,

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Trump diz que EUA têm “quantidades maciças” de munições e ameaça com prisão quem discordar

Trump nega escassez de munições nos EUA e ameaça com prisão quem divulgar o contrário O presidente Donald Trump utilizou sua plataforma Truth Social para afirmar categoricamente que os Estados Unidos possuem um **amplo estoque de munições**, especialmente de certos tipos. Ele ameaçou com penas de prisão aqueles que sugerirem o contrário, em resposta a notícias veiculadas pela imprensa. Trump criticou veementemente as reportagens que apontam para uma queda nos estoques de armas. Segundo ele, os EUA contam com **”quantidades maciças de munições”**, e a fabricação e o envio de novos armamentos estão ocorrendo em ritmo acelerado, com empresas de defesa expandindo suas instalações a níveis históricos. As declarações do presidente surgem em meio a reportagens de veículos como The Washington Post e CNN, que indicavam uma possível escassez de armamentos, como mísseis guiados de longo alcance e interceptadores de defesa aérea. Conforme apurado pelo The Washington Post, Trump teria questionado o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, sobre o assunto, acreditando que o problema já estaria solucionado. A Casa Branca, por meio de sua porta-voz Karoline Leavitt, classificou essa cobertura como “fake news”, afirmando que a conversa nunca ocorreu. O Pentágono também negou as informações. Relatos de escassez e impacto em estratégias militares Apesar das negativas oficiais, fontes ouvidas pela agência Reuters, e que preferiram não se identificar, corroboraram em parte as reportagens. Três pessoas com conhecimento dos dados informaram que o Exército dos EUA utilizou uma parcela significativa de seu estoque global de mísseis de longo alcance e alta precisão durante o conflito com o Irã. Estão em foco armas como os Sistemas de Mísseis Táticos do Exército (ATACMS) e Mísseis de Ataque de Precisão (PrSM). Esses armamentos, que custam mais de um milhão de dólares cada, são cruciais para ataques precisos a longa distância, oferecendo segurança às tropas. Os ATACMS, por exemplo, tiveram um papel importante no conflito da Ucrânia, permitindo que forças ucranianas atingissem alvos em território russo. A redução desses estoques, segundo o The Washington Post, teria levado Trump a cancelar ataques contra o Irã. Investigação sobre “vazadores” e reabastecimento de estoques Em sua postagem, Donald Trump também declarou que os **”vazadores” de informações consideradas “traiçoeiras” estão sendo caçados** e que serão solicitadas “penas de prisão de longa duração”. Ele enfatizou que os Estados Unidos possuem mais munições do que qualquer outro país e mais do que o necessário, com a indústria de defesa operando em sua capacidade máxima. Uma quarta fonte, familiarizada com a situação, apontou que, mesmo com o uso intensivo de armamentos de precisão, os EUA têm capacidade de reabastecer seus estoques. Segundo essa pessoa, o Comando Central americano conseguiu realizar a reposição a partir de arsenais localizados em outras partes do mundo, indicando uma gestão logística para manter a prontidão. Contradições e declarações oficiais A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, refutou as informações sobre a conversa entre Trump e Hegseth em Camp David, classificando-as como “fake news”. De forma similar, o principal porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, declarou que as reportagens

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Federação PSOL-Rede oficializa apoio a Lula para reeleição e mira derrotar a extrema-direita

Federação PSOL-Rede declara apoio a Lula para presidência em convenção nacional A Federação PSOL-Rede Sustentabilidade oficializou, nesta quinta-feira (5), o seu apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República. A decisão foi tomada durante a convenção nacional dos partidos. A sinalização do apoio já havia ocorrido no último fim de semana, quando os partidos participaram ativamente da convenção do PT, demonstrando a convergência de pautas. Nas redes sociais, a federação confirmou sua participação na coligação com o objetivo de garantir a reeleição de Lula, reforçando o compromisso com a democracia. União contra a extrema-direita e defesa da democracia Em sua comunicação oficial, a Federação PSOL-Rede destacou a importância da união para o cenário político atual. “Vamos juntos derrotar a extrema-direita, defender a democracia e construir os caminhos para um Brasil mais justo”, afirmou a federação em uma postagem nas redes sociais. A declaração evidencia a estratégia da federação em consolidar uma frente ampla em oposição a pautas consideradas autoritárias e em defesa dos valores democráticos no país. Construindo um futuro mais justo O apoio à candidatura de Lula pela Federação PSOL-Rede vai além da oposição à extrema-direita, abrangendo também a visão de futuro para o Brasil. A federação expressou o desejo de construir um país com mais justiça social e oportunidades para todos. Essa aliança estratégica reforça o campo progressista e demonstra a busca por um projeto de nação que contemple as demandas por desenvolvimento sustentável e inclusão social, temas centrais nas plataformas do PSOL e da Rede Sustentabilidade.

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Incêndios na França Revelam Depósito Secreto de 400 Projéteis da Segunda Guerra Mundial: “O Som da Guerra”

Incêndios Florestais na França Desenterram Artefatos Perigosos da Segunda Guerra Mundial Incêndios florestais de grande escala no sul da França trouxeram à tona um achado surpreendente e perigoso: um depósito com cerca de 400 projéteis e munições da Segunda Guerra Mundial. A descoberta ocorreu na vila de Le Porge, na região de Gironde, onde as chamas intensas provocaram a detonação de explosivos enterrados, segundo informações das autoridades locais. As explosões, que inicialmente foram atribuídas à ignição de cilindros de gás, foram intensificadas pelo calor extremo dos incêndios. O comandante dos bombeiros local relatou à imprensa que o som era comparável ao “som da guerra”, com mais de cem detonações registradas em uma única noite, conforme declarado pelo prefeito Martial Zaninetti à agência France Info. “Havia depósitos de munição enterrados em terrenos dentro do nosso município, mas não sabíamos disso, e eles explodiram”, explicou Zaninetti. A situação exigiu operações de desminagem para garantir a segurança dos moradores, permitindo que a maioria retornasse às suas casas, embora algumas áreas ainda permaneçam interditadas. O Impacto dos Incêndios e a Descoberta Inesperada Os incêndios florestais na região de Gironde, que queimaram por aproximadamente 10 dias, foram finalmente controlados. No entanto, o fogo deixou um rastro de destruição, com mais de 180 casas danificadas. Imagens de Le Porge mostraram famílias retornando para avaliar os estragos em suas residências. O prefeito informou, através de uma publicação no Instagram, que o acesso ao oceano, a um acampamento e à vila de La Jenny continuava restrito. As munições desenterradas eram de origem tanto alemã quanto francesa, incluindo projéteis de morteiro e antitanque, conforme divulgado pela mídia francesa. Esforços de Combate e Retorno Gradual O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, elogiou o trabalho dos bombeiros, afirmando que “a França se manteve firme diante de uma crise sem precedentes”. Ele destacou a entrada em uma “nova fase” no combate aos incêndios na Gironda, com o retorno gradual das pessoas evacuadas às suas casas. Os incêndios florestais devastaram a Europa nas últimas semanas, com França e Espanha sendo as mais afetadas. Na França, cerca de 42 mil hectares foram consumidos pelo fogo no sudoeste, marcando um dos maiores desastres florestais desde a Segunda Guerra Mundial. Mais de 330 mil pessoas foram retiradas de suas casas em toda a Europa devido às chamas. Riscos da Segunda Guerra Mundial Ainda Presentes A descoberta de centenas de projéteis da Segunda Guerra Mundial em Le Porge ressalta os perigos latentes deixados por conflitos passados, que podem ser reativados por eventos naturais como incêndios florestais. As operações de desminagem foram cruciais para mitigar o risco à população local. A situação em Le Porge serve como um lembrete sombrio de que os vestígios da Segunda Guerra Mundial ainda representam um risco significativo em diversas partes da Europa, exigindo vigilância e ações de segurança contínuas, especialmente em áreas propensas a desastres naturais.

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Casa Branca usa Homem-Aranha para associar herói a detenções recordes de imigrantes e gera polêmica e críticas nas redes sociais

Polêmica na Casa Branca: Homem-Aranha é associado a operações de imigração em meio a recordes de detenções Em uma jogada que gerou forte repercussão e críticas, a Casa Branca utilizou a imagem do popular herói Homem-Aranha para ilustrar uma postagem oficial no Instagram, associando o personagem a ações do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). A publicação, feita em meio a um período de recordes na detenção de imigrantes, menampilkan uma cena com teias de aranha envolvendo homens em fila, diante de um agente do ICE. A imagem trazia a inscrição “Estrangeiros ilegais criminosos serão capturados e deportados”, utilizando o termo “aliens”, que em inglês serve como designação legal para imigrantes indocumentados, mas também significa alienígenas. A legenda reforçava a conexão com o personagem, descrevendo os agentes como “Os amigáveis agentes do ICE da sua vizinhança”, em uma clara alusão ao famoso slogan “o amigão da vizinhança” do Homem-Aranha. Essa associação, segundo informações divulgadas, ocorreu pouco mais de uma semana após o lançamento do filme “Homem-Aranha: Um Novo Dia”, que rapidamente alcançou o topo das bilheterias mundiais, superando marcas históricas. Reação imediata e críticas online A postagem, que acumulou centenas de milhares de curtidas e milhares de comentários em poucas horas, dividiu opiniões. Enquanto alguns usuários apoiaram a iniciativa do governo, a maioria das reações criticou veementemente o uso do Homem-Aranha para endossar políticas de imigração. Muitos internautas expressaram desaprovação, com frases como “não envolvam o Homem-Aranha nisso” e a convicção de que o herói seria contrário às ações do governo. A Marvel e a Sony Pictures, detentoras dos direitos do personagem, foram marcadas por usuários que questionavam a autorização para o uso da imagem. Ainda nos comentários, foi lembrado que em uma história em quadrinhos, o próprio Homem-Aranha protege um imigrante indocumentado, reforçando o argumento de que o uso de sua imagem para as políticas atuais seria inadequado. Uma observação curiosa destacou que o ator que interpreta o Homem-Aranha nos cinemas, Tom Holland, é britânico e, portanto, um estrangeiro nos EUA. Histórico de associações polêmicas Esta não é a primeira vez que o governo Trump utiliza elementos da cultura pop para promover sua agenda de imigração. Em julho, a Casa Branca já havia usado uma música do cantor porto-riquenho Bad Bunny em um vídeo oficial que mostrava agentes do ICE em operações de prisão. Bad Bunny é um conhecido crítico das políticas migratórias do governo. Aumento de detenções e mortes sob custódia A publicação da Casa Branca ocorre em um momento de intensificação da fiscalização de imigrantes nos Estados Unidos. Segundo dados da rede CBS, em junho foram registradas mais de 46 mil detenções pelo ICE, uma média de 1.500 prisões diárias. O período também tem sido marcado por incidentes trágicos. No final de julho, o professor de jiu-jitsu brasileiro Thiago Brito foi preso pelo ICE no aeroporto da Filadélfia, gerando mobilização por sua soltura. Mais recentemente, no início de agosto, o salvadorenho Edwin Jovanny Lopez Cornejo faleceu sob custódia do ICE em Nova Jersey, elevando

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Lucro da Petrobras Dispara: R$ 52,4 Bilhões no 2º Tri com Produção Recorde Impulsionada por Guerra no Oriente Médio

Petrobras Atinge Lucro Líquido Histórico de R$ 52,4 Bilhões Impulsionado por Produção Recorde e Cenário Internacional A Petrobras divulgou resultados financeiros expressivos referentes ao segundo trimestre de 2026, registrando um lucro líquido de R$ 52,4 bilhões. Esse valor representa um salto de impressionantes 97% em comparação com o mesmo período do ano anterior, consolidando um dos maiores desempenhos trimestrais da história da companhia. O sucesso financeiro da estatal foi impulsionado por uma combinação de fatores, incluindo recordes operacionais na produção de óleo e na taxa de utilização do refino. Adicionalmente, a valorização do petróleo Brent, influenciada pela guerra no Oriente Médio, contribuiu significativamente para o resultado positivo, conforme divulgado pela empresa. A forte geração de caixa e a eficiência operacional permitiram não apenas o aumento do lucro, mas também a aprovação de uma expressiva distribuição de dividendos. A Petrobras reafirma seu compromisso com os acionistas e com a contribuição para o desenvolvimento do país através de investimentos e tributos. Recordes Operacionais e Financeiros Marcam o Trimestre No âmbito operacional, a Petrobras alcançou a marca histórica de 2,7 milhões de barris de óleo por dia (bpd) em sua produção própria no Brasil, um aumento de 15% em relação ao segundo trimestre de 2025. Paralelamente, o parque de refino operou com um Fator de Utilização (FUT) de 101%, garantindo o abastecimento do mercado nacional com derivados. O faturamento ajustado da companhia atingiu R$ 93,8 bilhões. O lucro líquido recorrente, desconsiderando eventos pontuais, somou R$ 55,8 bilhões, e o EBITDA ajustado recorrente alcançou R$ 100,6 bilhões. A geração de caixa operacional (FCO) cresceu 46% em 12 meses, totalizando R$ 61,8 bilhões, demonstrando a robustez da operação. Fernando Melgarejo, diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, destacou que “os recordes operacionais que alcançamos neste segundo trimestre nos levaram a um dos maiores resultados financeiros trimestrais da série histórica da Petrobras. O aumento do volume de produção de óleo e de derivados, combinado ao Brent mais alto, fortaleceu nossa geração de caixa”. Produção e Refino em Níveis Históricos no Brasil A produção de derivados de petróleo atingiu 1,9 milhão de bpd, um aumento de 5,6% em relação ao trimestre anterior. Destaque para a produção de 509 mil bpd de Diesel S10 e 109 mil bpd de querosene de aviação (QAV), evidenciando a capacidade produtiva da refinaria. Essa elevada taxa de utilização do refino permitiu não apenas suprir a demanda interna, mas também impulsionar as exportações brasileiras, que se aproximaram de 1 milhão de barris por dia. Simultaneamente, a maior eficiência do refino doméstico resultou em uma redução de 40% nas importações de derivados em comparação com o trimestre anterior, protegendo a Petrobras da volatilidade do mercado internacional. Dividendos, Impostos e Endividamento Controlado A forte geração de caixa resultou na aprovação da distribuição de R$ 17,4 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) para os acionistas. Além disso, a Petrobras contribuiu com R$ 88,6 bilhões em tributos e participações governamentais (PGOV), um aumento de aproximadamente R$ 22 bilhões em relação ao mesmo período do

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Trump tenta impor restrições à cidadania americana com novos decretos, mirando “turismo de nascimento” e filhos de “inimigos estrangeiros”

Trump publica novos decretos sobre cidadania americana e amplia fiscalização do “turismo de nascimento” O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (6) a publicação de um novo decreto que visa restringir o direito à cidadania americana. Paralelamente, outro decreto foi emitido para ampliar a fiscalização sobre o chamado “turismo de nascimento”, prática criticada pela administração Trump. As novas medidas surgem como uma tentativa de contornar a decisão da Suprema Corte, que anteriormente havia derrubado um decreto similar. Embora estas novas ações tenham um escopo menor e afetem um número reduzido de indivíduos, elas introduzem novas interpretações e potenciais brechas no acesso à cidadania. Conforme informação divulgada pelo g1, o primeiro decreto estabelece quatro novas condições sob as quais a cidadania não será mais concedida. Uma dessas condições retira o direito de filhos de “inimigos estrangeiros”, incluindo membros de organizações consideradas terroristas pelos EUA, o que pode abranger facções como o Comando Vermelho e o PCC do Brasil. Novas restrições e potenciais brechas na concessão de cidadania O decreto de Trump introduz a possibilidade de autoridades federais negarem a cidadania a indivíduos acusados de pertencer a organizações criminosas latino-americanas. Essa medida levanta preocupações, uma vez que o governo Trump, em seu programa de deportação em massa, já acusou imigrantes de envolvimento com grupos de narcotráfico sem apresentar provas concretas. Um caso emblemático citado é o do salvadorenho Kilmar Abrego Garcia, que, apesar de estar legalmente nos EUA, foi deportado e enviado a uma prisão em El Salvador. Garcia foi posteriormente devolvido aos EUA e, após ser solto, responde a acusações de tráfico humano, mesmo com um juiz de primeira instância já tendo descartado as acusações e considerado o caso como perseguição judicial. A segunda nova hipótese do decreto restringe uma exceção legal existente para filhos de diplomatas estrangeiros. Anteriormente, apenas filhos de embaixadores não tinham direito à cidadania. Agora, o decreto expande essa restrição para incluir qualquer estrangeiro que trabalhe em embaixadas, consulados ou na ONU, impactando um número maior de pessoas. “Turismo de nascimento” sob escrutínio e a questão dos territórios americanos A terceira hipótese apresentada no decreto visa negar cidadania a filhos de pessoas que viajam aos EUA com o único propósito de dar à luz em território americano, buscando obter o passaporte para seus bebês. A medida também abrange casos de barrigas de aluguel contratadas com o mesmo objetivo. O “turismo de nascimento”, apesar de frequentemente criticado por Trump e seus aliados, tem um impacto estatístico considerado ínfimo. Dados do Censo americano indicam que, em 2024, de 3,6 milhões de nascimentos nos EUA, apenas 9.600 tiveram mães com residência legal em outro país, o que representa cerca de 0,25% do total. O segundo decreto publicado nesta quinta-feira visa justamente ampliar a fiscalização contra indivíduos suspeitos de viajar aos EUA com o objetivo de realizar o “turismo de nascimento”, buscando coibir essa prática. Quarta hipótese e o futuro da cidadania em Porto Rico A quarta hipótese reafirma um princípio já aplicado: pessoas nascidas em territórios americanos

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Petro deixa legado de esquerda consolidada na Colômbia, apesar de agenda de reformas patinar e sucessor não eleito

Petro encerra mandato na Colômbia com esquerda mais forte, mas sem sucessor eleito e reformas adiadas Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda da Colômbia, deixa o poder nesta sexta-feira (7), após quatro anos marcados por avanços sociais e um fortalecimento significativo das forças progressistas no país. Apesar de não ter conseguido eleger um sucessor e enfrentar obstáculos na aprovação de suas ambiciosas reformas, Petro encerra seu mandato com a esquerda consolidada, um feito notável em um país com histórico de conflitos e forte aliança com os Estados Unidos. Apesar do resultado, a eleição de seu sucessor, o ultradireitista Abelardo de la Espriella, evidencia a acentuada polarização política que divide a Colômbia, conforme informações divulgadas pela imprensa colombiana. A ascensão da esquerda em um cenário conservador Enquanto a América do Sul experimentava a chamada “onda rosa” de governos de esquerda nos anos 2000, a Colômbia manteve uma orientação mais conservadora, com Álvaro Uribe no poder. Agora, em contrapartida à “onda azul” de governos de direita que varre a região, a Colômbia viu a ascensão de Petro. Apesar disso, a eleição de Abelardo de la Espriella, que venceu em um segundo turno acirrado, demonstra a profundidade da polarização. Espriella, que surpreendeu analistas ao liderar o primeiro turno, quase perdeu a eleição final, mesmo com apoio internacional. Um Congresso fragmentado e desafios para o futuro A polarização se reflete também no Congresso colombiano, o que representa um desafio adicional para o novo presidente. O Pacto Histórico, partido de Petro, foi o que mais cresceu nas eleições legislativas de março, elegendo 25 senadores e 42 deputados. Esses números, que representam 23% dos assentos na Câmara e 24% no Senado, são expressivos quando comparados com décadas anteriores, quando a representação de partidos de esquerda não ultrapassava 20% do Congresso. Redução da pobreza e reformas parciais Um dos maiores êxitos do governo Petro foi a redução da pobreza, que atingiu 28%, o menor nível histórico do país. Além disso, o presidente conseguiu aprovar uma reforma tributária que aumentou impostos para os mais ricos e uma reforma trabalhista que melhorou pagamentos para trabalhos noturnos, domingos e feriados. No entanto, promessas como a “paz total” com grupos armados e a reforma da saúde ficaram pelo caminho, com o aumento de sequestros e o sistema de saúde em crise persistente, um dos maiores problemas para os colombianos, segundo pesquisas. O caminho à frente para Abelardo de la Espriella O novo presidente, Abelardo de la Espriella, assume o país com propostas ainda mais ousadas, incluindo o retorno da fumigação aérea contra plantações de coca e o fim de negociações com grupos armados. Ele também planeja reduzir o tamanho do Estado, revisando ministérios e órgãos públicos. Para implementar suas medidas, Espriella, que estreia em seu primeiro cargo público, precisará navegar em uma sociedade profundamente dividida e lidar com um Congresso fragmentado, o que exigirá habilidade política e negociação.

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Bancoc: Adolescente mata avós e ataca escola, deixando 7 mortos e 30 feridos em massacre chocante na Tailândia

Chocante massacre em escola tailandesa: Adolescente de 14 anos causa 7 mortes e deixa dezenas feridos após matar avós Um ato de violência brutal abalou a Tailândia nesta sexta-feira, quando um adolescente de apenas 14 anos tirou a vida de seus avós e, em seguida, invadiu uma escola nos arredores de Bancoc, perpetrando um massacre que resultou em pelo menos sete mortes e deixou cerca de 30 pessoas feridas. O incidente, que se configura como o pior ataque do tipo na nação do Sudeste Asiático desde 2022, desencadeou pânico e tristeza, com pais correndo para buscar seus filhos e autoridades expressando profunda consternação. A polícia confirmou que o jovem atirador, um aluno da própria instituição de ensino, utilizou uma arma pertencente ao avô para cometer os crimes. As autoridades revisaram o número de vítimas, estabelecendo em sete o total de mortos: os dois avós, três professores e dois funcionários da escola. Detalhes sombrios do ataque em Nonthaburi O autor do tiroteio, cuja identidade não foi plenamente revelada, agiu com frieza ao assassinar seus avós antes de se dirigir à escola. Segundo informações policiais, ele disparou pelo menos 26 vezes dentro da instituição, e outras 34 munições foram encontradas no local. Nove dos feridos encontram-se em estado grave, recebendo atendimento médico intensivo. Reações e o problema da posse de armas na Tailândia O primeiro-ministro Anutin Charnvirakul manifestou sua tristeza e incredulidade diante da tragédia. “É um incidente terrível. Nunca deveria ter acontecido. Como isso pôde acontecer em nosso país?”, declarou a jornalistas. A estudante Pawarisa Maylissa relatou ter ouvido os disparos altos e os cartuchos caindo, expressando choque com o fato de um jovem ter acesso a uma arma de fogo. A Tailândia possui uma das maiores taxas de posse de armas de fogo na região, com uma estimativa de cerca de 10 milhões de armas em circulação, uma para cada sete habitantes. Apesar de promessas anteriores de endurecer as leis, ataques com armas de fogo continuam a ocorrer com frequência preocupante. Histórico de violência em escolas tailandesas Este é o segundo ataque a tiros em escolas na Tailândia este ano. Em fevereiro, um professor morreu e dois alunos ficaram feridos em um incidente no sul do país. O caso mais trágico ocorreu em 2022, quando um ex-policial matou 24 crianças e 12 adultos em uma creche no norte do país, um dos massacres mais terríveis da história tailandesa. Atendimento às vítimas e o último disparo Socorristas chegaram ao local enquanto o ataque ainda ocorria, atendendo alunos com ferimentos nas costas, peito e braços. Um professor foi encontrado morto em um andar superior, e outra professora ferida em uma sala. O socorrista Kiatikhun Verapongpradith relatou ter sido chamado para atender o atirador após ouvir um último disparo, presumivelmente o de seu suicídio.

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Guerra na Ucrânia: Ataques Russos em Casa Levam Apoio à Invasão ao Menor Nível Histórico na Rússia

Guerra na Ucrânia: Apoio à invasão russa atinge menor patamar desde o início do conflito Os recentes ataques da Ucrânia contra o sistema energético e logístico da Rússia parecem ter impactado significativamente a opinião pública russa. Pela primeira vez desde o início da invasão em 2022, o apoio à guerra lançada por Vladimir Putin atingiu seu menor nível, conforme dados divulgados pelo Centro Levada, o principal instituto de pesquisa independente da Rússia. A pesquisa, realizada entre os dias 21 e 28 de julho, ouviu 1.612 pessoas em 137 cidades russas e aponta que apenas 66% dos entrevistados apoiam as ações militares na Ucrânia. Este número representa uma queda considerável em relação a meses anteriores, quando o apoio chegou a bater em 80%. Esses resultados, divulgados nesta semana, refletem um crescente descontentamento e preocupação entre a população russa, que começa a sentir os efeitos diretos do conflito em seu próprio território, além de problemas econômicos e logísticos crescentes. Os dados são do Centro Levada, que sofre sanções do Kremlin. Crescente impacto dos ataques ucranianos em solo russo Desde que o presidente ucraniano Volodimir Zelenski anunciou a intenção de levar a guerra para o território russo, com o uso de mísseis de longo alcance e drones, as imagens de ataques em solo russo tornaram-se mais frequentes. Refinarias de petróleo em chamas, navios atacados no Mar Negro e depósitos de grandes empresas, como o da gigante do comércio online Wildberries, têm sido alvos frequentes. Essa nova fase da guerra trouxe o conflito para mais perto dos russos, gerando um impacto humano e psicológico. Em julho, o número de civis mortos na guerra chegou a 21, o maior desde o início do conflito, com dois russos entre as vítimas, segundo informações divulgadas sobre a guerra. Crise de combustível e preocupações econômicas dominam o debate As consequências da guerra também se manifestam na economia russa, com destaque para a crise de combustível. Filas em postos de gasolina e o aumento expressivo nos preços se tornaram comuns em cidades como Moscou. O litro da gasolina AI-95, por exemplo, saltou de 70 rublos para quase 95 rublos em algumas redes privadas em junho. Embora o governo tenha implementado medidas para estabilizar os preços, a escassez ainda é uma realidade. Segundo a pesquisa do Levada, 13% dos russos citaram a crise do combustível como a principal questão dos últimos meses. Esse tema só perde para os próprios ataques, mencionados por 17% dos entrevistados. Aprovação de Putin e percepção sobre o sucesso da guerra em queda A crise atual também arranhou a imagem do presidente Vladimir Putin, embora seu sistema de poder permaneça estável. A aprovação do presidente, que já foi de 80% a 90%, caiu para 74% em julho. Essa marca, embora ainda alta em comparação internacional, representa uma queda significativa. Além disso, a percepção sobre o sucesso da guerra também diminuiu. Apenas 50% dos russos acreditam que a operação militar está sendo bem-sucedida, um índice 19 pontos menor que o registrado há um ano. Em contrapartida, 28%

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Autora pacifista: OTAN deveria ter acabado em 1991, e hoje caminha para o esgotamento

Medea Benjamin, voz do pacifismo, analisa o fim da URSS e o papel da OTAN no cenário global atual. Mais de três décadas após o fim da União Soviética, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) continua ativa, mas, segundo a escritora pacifista americana Medea Benjamin, a aliança militar já perdeu sua razão de existir. Benjamin defende que a OTAN deveria ter sido dissolvida em 1991, com o fim da URSS, mas, ao contrário, seguiu um caminho que, em sua visão, a leva a um processo de esgotamento. Benjamin, renomada ativista e autora de diversos livros sobre política externa e conflitos globais, é cofundadora da organização pacifista e feminista CodePink. Sua trajetória é marcada por críticas contundentes às intervenções militares promovidas pelos Estados Unidos. Ela estará no Brasil para participar da Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei) e lançar seus livros “Otan: O Que Você Precisa Saber” e “Por Dentro do Irã: A Verdadeira História Política da República Islâmica”. Em entrevista recente, Benjamin detalhou sua visão sobre o cenário internacional, com um foco especial na crítica ao militarismo em ascensão, que tem dominado a agenda do governo republicano de Donald Trump. A autora aponta para a complexidade das relações internacionais e a necessidade de repensar o papel das alianças militares em um mundo em constante transformação. O Irã em face da pressão americana Sobre a situação atual do Irã, Benjamin observa que o regime se encontra fortalecido por conta do recente conflito. Ela explica que muitos iranianos, que antes eram opositores do governo, agora sentem a necessidade de se unir diante da ameaça do governo Trump, que chegou a falar em “varrê-los do mapa”. A escritora critica a postura de certos grupos, especialmente na diáspora iraniana, que apoiam o retorno do xá e chegam a sugerir que o povo iraniano deseja bombardeios. “Como é possível dizer que as pessoas querem ser bombardeadas,”, questiona Benjamin, ressaltando que os ataques, ao invés de derrubar o governo, tornam a vida da população mais difícil, apesar de os iranianos estarem preparados para um conflito prolongado. Benjamin acredita que Trump interpretou mal o poder do regime iraniano internamente. Ela sugere que o presidente americano agiu de forma impulsiva, possivelmente influenciado por conselheiros como Benjamin Netanyahu, e ignorou informações de agências de inteligência que alertavam sobre a inviabilidade de tal ação. Essa postura coloca Trump em uma situação difícil, buscando reverter os efeitos de sua decisão. A OTAN em declínio e o futuro da segurança global A autora pacifista expressa dúvidas sobre o futuro da OTAN. Ela aponta que, embora Trump pressione os membros a aumentar os gastos militares, a população europeia enfrenta dificuldades para manter serviços essenciais como a saúde. Há uma resistência crescente a esse aumento de despesas militares, em parte alimentada por uma campanha de propaganda que busca incutir medo de uma possível agressão russa a outros países europeus, o que Benjamin considera “ridículo”. Benjamin reitera sua posição de que a OTAN deveria ter se dissolvido em 1991. Na sua visão,

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Trump diz que EUA têm “quantidades maciças” de munições e ameaça com prisão quem discordar

Trump nega escassez de munições nos EUA e ameaça com prisão quem divulgar o contrário O presidente Donald Trump utilizou sua plataforma Truth Social para afirmar categoricamente que os Estados Unidos possuem um **amplo estoque de munições**, especialmente de certos tipos. Ele ameaçou com penas de prisão aqueles que sugerirem o contrário, em resposta a notícias veiculadas pela imprensa. Trump criticou veementemente as reportagens que apontam para uma queda nos estoques de armas. Segundo ele, os EUA contam com **”quantidades maciças de munições”**, e a fabricação e o envio de novos armamentos estão ocorrendo em ritmo acelerado, com empresas de defesa expandindo suas instalações a níveis históricos. As declarações do presidente surgem em meio a reportagens de veículos como The Washington Post e CNN, que indicavam uma possível escassez de armamentos, como mísseis guiados de longo alcance e interceptadores de defesa aérea. Conforme apurado pelo The Washington Post, Trump teria questionado o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, sobre o assunto, acreditando que o problema já estaria solucionado. A Casa Branca, por meio de sua porta-voz Karoline Leavitt, classificou essa cobertura como “fake news”, afirmando que a conversa nunca ocorreu. O Pentágono também negou as informações. Relatos de escassez e impacto em estratégias militares Apesar das negativas oficiais, fontes ouvidas pela agência Reuters, e que preferiram não se identificar, corroboraram em parte as reportagens. Três pessoas com conhecimento dos dados informaram que o Exército dos EUA utilizou uma parcela significativa de seu estoque global de mísseis de longo alcance e alta precisão durante o conflito com o Irã. Estão em foco armas como os Sistemas de Mísseis Táticos do Exército (ATACMS) e Mísseis de Ataque de Precisão (PrSM). Esses armamentos, que custam mais de um milhão de dólares cada, são cruciais para ataques precisos a longa distância, oferecendo segurança às tropas. Os ATACMS, por exemplo, tiveram um papel importante no conflito da Ucrânia, permitindo que forças ucranianas atingissem alvos em território russo. A redução desses estoques, segundo o The Washington Post, teria levado Trump a cancelar ataques contra o Irã. Investigação sobre “vazadores” e reabastecimento de estoques Em sua postagem, Donald Trump também declarou que os **”vazadores” de informações consideradas “traiçoeiras” estão sendo caçados** e que serão solicitadas “penas de prisão de longa duração”. Ele enfatizou que os Estados Unidos possuem mais munições do que qualquer outro país e mais do que o necessário, com a indústria de defesa operando em sua capacidade máxima. Uma quarta fonte, familiarizada com a situação, apontou que, mesmo com o uso intensivo de armamentos de precisão, os EUA têm capacidade de reabastecer seus estoques. Segundo essa pessoa, o Comando Central americano conseguiu realizar a reposição a partir de arsenais localizados em outras partes do mundo, indicando uma gestão logística para manter a prontidão. Contradições e declarações oficiais A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, refutou as informações sobre a conversa entre Trump e Hegseth em Camp David, classificando-as como “fake news”. De forma similar, o principal porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, declarou que as reportagens

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Federação PSOL-Rede oficializa apoio a Lula para reeleição e mira derrotar a extrema-direita

Federação PSOL-Rede declara apoio a Lula para presidência em convenção nacional A Federação PSOL-Rede Sustentabilidade oficializou, nesta quinta-feira (5), o seu apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República. A decisão foi tomada durante a convenção nacional dos partidos. A sinalização do apoio já havia ocorrido no último fim de semana, quando os partidos participaram ativamente da convenção do PT, demonstrando a convergência de pautas. Nas redes sociais, a federação confirmou sua participação na coligação com o objetivo de garantir a reeleição de Lula, reforçando o compromisso com a democracia. União contra a extrema-direita e defesa da democracia Em sua comunicação oficial, a Federação PSOL-Rede destacou a importância da união para o cenário político atual. “Vamos juntos derrotar a extrema-direita, defender a democracia e construir os caminhos para um Brasil mais justo”, afirmou a federação em uma postagem nas redes sociais. A declaração evidencia a estratégia da federação em consolidar uma frente ampla em oposição a pautas consideradas autoritárias e em defesa dos valores democráticos no país. Construindo um futuro mais justo O apoio à candidatura de Lula pela Federação PSOL-Rede vai além da oposição à extrema-direita, abrangendo também a visão de futuro para o Brasil. A federação expressou o desejo de construir um país com mais justiça social e oportunidades para todos. Essa aliança estratégica reforça o campo progressista e demonstra a busca por um projeto de nação que contemple as demandas por desenvolvimento sustentável e inclusão social, temas centrais nas plataformas do PSOL e da Rede Sustentabilidade.

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Incêndios na França Revelam Depósito Secreto de 400 Projéteis da Segunda Guerra Mundial: “O Som da Guerra”

Incêndios Florestais na França Desenterram Artefatos Perigosos da Segunda Guerra Mundial Incêndios florestais de grande escala no sul da França trouxeram à tona um achado surpreendente e perigoso: um depósito com cerca de 400 projéteis e munições da Segunda Guerra Mundial. A descoberta ocorreu na vila de Le Porge, na região de Gironde, onde as chamas intensas provocaram a detonação de explosivos enterrados, segundo informações das autoridades locais. As explosões, que inicialmente foram atribuídas à ignição de cilindros de gás, foram intensificadas pelo calor extremo dos incêndios. O comandante dos bombeiros local relatou à imprensa que o som era comparável ao “som da guerra”, com mais de cem detonações registradas em uma única noite, conforme declarado pelo prefeito Martial Zaninetti à agência France Info. “Havia depósitos de munição enterrados em terrenos dentro do nosso município, mas não sabíamos disso, e eles explodiram”, explicou Zaninetti. A situação exigiu operações de desminagem para garantir a segurança dos moradores, permitindo que a maioria retornasse às suas casas, embora algumas áreas ainda permaneçam interditadas. O Impacto dos Incêndios e a Descoberta Inesperada Os incêndios florestais na região de Gironde, que queimaram por aproximadamente 10 dias, foram finalmente controlados. No entanto, o fogo deixou um rastro de destruição, com mais de 180 casas danificadas. Imagens de Le Porge mostraram famílias retornando para avaliar os estragos em suas residências. O prefeito informou, através de uma publicação no Instagram, que o acesso ao oceano, a um acampamento e à vila de La Jenny continuava restrito. As munições desenterradas eram de origem tanto alemã quanto francesa, incluindo projéteis de morteiro e antitanque, conforme divulgado pela mídia francesa. Esforços de Combate e Retorno Gradual O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, elogiou o trabalho dos bombeiros, afirmando que “a França se manteve firme diante de uma crise sem precedentes”. Ele destacou a entrada em uma “nova fase” no combate aos incêndios na Gironda, com o retorno gradual das pessoas evacuadas às suas casas. Os incêndios florestais devastaram a Europa nas últimas semanas, com França e Espanha sendo as mais afetadas. Na França, cerca de 42 mil hectares foram consumidos pelo fogo no sudoeste, marcando um dos maiores desastres florestais desde a Segunda Guerra Mundial. Mais de 330 mil pessoas foram retiradas de suas casas em toda a Europa devido às chamas. Riscos da Segunda Guerra Mundial Ainda Presentes A descoberta de centenas de projéteis da Segunda Guerra Mundial em Le Porge ressalta os perigos latentes deixados por conflitos passados, que podem ser reativados por eventos naturais como incêndios florestais. As operações de desminagem foram cruciais para mitigar o risco à população local. A situação em Le Porge serve como um lembrete sombrio de que os vestígios da Segunda Guerra Mundial ainda representam um risco significativo em diversas partes da Europa, exigindo vigilância e ações de segurança contínuas, especialmente em áreas propensas a desastres naturais.

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Casa Branca usa Homem-Aranha para associar herói a detenções recordes de imigrantes e gera polêmica e críticas nas redes sociais

Polêmica na Casa Branca: Homem-Aranha é associado a operações de imigração em meio a recordes de detenções Em uma jogada que gerou forte repercussão e críticas, a Casa Branca utilizou a imagem do popular herói Homem-Aranha para ilustrar uma postagem oficial no Instagram, associando o personagem a ações do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). A publicação, feita em meio a um período de recordes na detenção de imigrantes, menampilkan uma cena com teias de aranha envolvendo homens em fila, diante de um agente do ICE. A imagem trazia a inscrição “Estrangeiros ilegais criminosos serão capturados e deportados”, utilizando o termo “aliens”, que em inglês serve como designação legal para imigrantes indocumentados, mas também significa alienígenas. A legenda reforçava a conexão com o personagem, descrevendo os agentes como “Os amigáveis agentes do ICE da sua vizinhança”, em uma clara alusão ao famoso slogan “o amigão da vizinhança” do Homem-Aranha. Essa associação, segundo informações divulgadas, ocorreu pouco mais de uma semana após o lançamento do filme “Homem-Aranha: Um Novo Dia”, que rapidamente alcançou o topo das bilheterias mundiais, superando marcas históricas. Reação imediata e críticas online A postagem, que acumulou centenas de milhares de curtidas e milhares de comentários em poucas horas, dividiu opiniões. Enquanto alguns usuários apoiaram a iniciativa do governo, a maioria das reações criticou veementemente o uso do Homem-Aranha para endossar políticas de imigração. Muitos internautas expressaram desaprovação, com frases como “não envolvam o Homem-Aranha nisso” e a convicção de que o herói seria contrário às ações do governo. A Marvel e a Sony Pictures, detentoras dos direitos do personagem, foram marcadas por usuários que questionavam a autorização para o uso da imagem. Ainda nos comentários, foi lembrado que em uma história em quadrinhos, o próprio Homem-Aranha protege um imigrante indocumentado, reforçando o argumento de que o uso de sua imagem para as políticas atuais seria inadequado. Uma observação curiosa destacou que o ator que interpreta o Homem-Aranha nos cinemas, Tom Holland, é britânico e, portanto, um estrangeiro nos EUA. Histórico de associações polêmicas Esta não é a primeira vez que o governo Trump utiliza elementos da cultura pop para promover sua agenda de imigração. Em julho, a Casa Branca já havia usado uma música do cantor porto-riquenho Bad Bunny em um vídeo oficial que mostrava agentes do ICE em operações de prisão. Bad Bunny é um conhecido crítico das políticas migratórias do governo. Aumento de detenções e mortes sob custódia A publicação da Casa Branca ocorre em um momento de intensificação da fiscalização de imigrantes nos Estados Unidos. Segundo dados da rede CBS, em junho foram registradas mais de 46 mil detenções pelo ICE, uma média de 1.500 prisões diárias. O período também tem sido marcado por incidentes trágicos. No final de julho, o professor de jiu-jitsu brasileiro Thiago Brito foi preso pelo ICE no aeroporto da Filadélfia, gerando mobilização por sua soltura. Mais recentemente, no início de agosto, o salvadorenho Edwin Jovanny Lopez Cornejo faleceu sob custódia do ICE em Nova Jersey, elevando

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Lucro da Petrobras Dispara: R$ 52,4 Bilhões no 2º Tri com Produção Recorde Impulsionada por Guerra no Oriente Médio

Petrobras Atinge Lucro Líquido Histórico de R$ 52,4 Bilhões Impulsionado por Produção Recorde e Cenário Internacional A Petrobras divulgou resultados financeiros expressivos referentes ao segundo trimestre de 2026, registrando um lucro líquido de R$ 52,4 bilhões. Esse valor representa um salto de impressionantes 97% em comparação com o mesmo período do ano anterior, consolidando um dos maiores desempenhos trimestrais da história da companhia. O sucesso financeiro da estatal foi impulsionado por uma combinação de fatores, incluindo recordes operacionais na produção de óleo e na taxa de utilização do refino. Adicionalmente, a valorização do petróleo Brent, influenciada pela guerra no Oriente Médio, contribuiu significativamente para o resultado positivo, conforme divulgado pela empresa. A forte geração de caixa e a eficiência operacional permitiram não apenas o aumento do lucro, mas também a aprovação de uma expressiva distribuição de dividendos. A Petrobras reafirma seu compromisso com os acionistas e com a contribuição para o desenvolvimento do país através de investimentos e tributos. Recordes Operacionais e Financeiros Marcam o Trimestre No âmbito operacional, a Petrobras alcançou a marca histórica de 2,7 milhões de barris de óleo por dia (bpd) em sua produção própria no Brasil, um aumento de 15% em relação ao segundo trimestre de 2025. Paralelamente, o parque de refino operou com um Fator de Utilização (FUT) de 101%, garantindo o abastecimento do mercado nacional com derivados. O faturamento ajustado da companhia atingiu R$ 93,8 bilhões. O lucro líquido recorrente, desconsiderando eventos pontuais, somou R$ 55,8 bilhões, e o EBITDA ajustado recorrente alcançou R$ 100,6 bilhões. A geração de caixa operacional (FCO) cresceu 46% em 12 meses, totalizando R$ 61,8 bilhões, demonstrando a robustez da operação. Fernando Melgarejo, diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, destacou que “os recordes operacionais que alcançamos neste segundo trimestre nos levaram a um dos maiores resultados financeiros trimestrais da série histórica da Petrobras. O aumento do volume de produção de óleo e de derivados, combinado ao Brent mais alto, fortaleceu nossa geração de caixa”. Produção e Refino em Níveis Históricos no Brasil A produção de derivados de petróleo atingiu 1,9 milhão de bpd, um aumento de 5,6% em relação ao trimestre anterior. Destaque para a produção de 509 mil bpd de Diesel S10 e 109 mil bpd de querosene de aviação (QAV), evidenciando a capacidade produtiva da refinaria. Essa elevada taxa de utilização do refino permitiu não apenas suprir a demanda interna, mas também impulsionar as exportações brasileiras, que se aproximaram de 1 milhão de barris por dia. Simultaneamente, a maior eficiência do refino doméstico resultou em uma redução de 40% nas importações de derivados em comparação com o trimestre anterior, protegendo a Petrobras da volatilidade do mercado internacional. Dividendos, Impostos e Endividamento Controlado A forte geração de caixa resultou na aprovação da distribuição de R$ 17,4 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) para os acionistas. Além disso, a Petrobras contribuiu com R$ 88,6 bilhões em tributos e participações governamentais (PGOV), um aumento de aproximadamente R$ 22 bilhões em relação ao mesmo período do

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Trump tenta impor restrições à cidadania americana com novos decretos, mirando “turismo de nascimento” e filhos de “inimigos estrangeiros”

Trump publica novos decretos sobre cidadania americana e amplia fiscalização do “turismo de nascimento” O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (6) a publicação de um novo decreto que visa restringir o direito à cidadania americana. Paralelamente, outro decreto foi emitido para ampliar a fiscalização sobre o chamado “turismo de nascimento”, prática criticada pela administração Trump. As novas medidas surgem como uma tentativa de contornar a decisão da Suprema Corte, que anteriormente havia derrubado um decreto similar. Embora estas novas ações tenham um escopo menor e afetem um número reduzido de indivíduos, elas introduzem novas interpretações e potenciais brechas no acesso à cidadania. Conforme informação divulgada pelo g1, o primeiro decreto estabelece quatro novas condições sob as quais a cidadania não será mais concedida. Uma dessas condições retira o direito de filhos de “inimigos estrangeiros”, incluindo membros de organizações consideradas terroristas pelos EUA, o que pode abranger facções como o Comando Vermelho e o PCC do Brasil. Novas restrições e potenciais brechas na concessão de cidadania O decreto de Trump introduz a possibilidade de autoridades federais negarem a cidadania a indivíduos acusados de pertencer a organizações criminosas latino-americanas. Essa medida levanta preocupações, uma vez que o governo Trump, em seu programa de deportação em massa, já acusou imigrantes de envolvimento com grupos de narcotráfico sem apresentar provas concretas. Um caso emblemático citado é o do salvadorenho Kilmar Abrego Garcia, que, apesar de estar legalmente nos EUA, foi deportado e enviado a uma prisão em El Salvador. Garcia foi posteriormente devolvido aos EUA e, após ser solto, responde a acusações de tráfico humano, mesmo com um juiz de primeira instância já tendo descartado as acusações e considerado o caso como perseguição judicial. A segunda nova hipótese do decreto restringe uma exceção legal existente para filhos de diplomatas estrangeiros. Anteriormente, apenas filhos de embaixadores não tinham direito à cidadania. Agora, o decreto expande essa restrição para incluir qualquer estrangeiro que trabalhe em embaixadas, consulados ou na ONU, impactando um número maior de pessoas. “Turismo de nascimento” sob escrutínio e a questão dos territórios americanos A terceira hipótese apresentada no decreto visa negar cidadania a filhos de pessoas que viajam aos EUA com o único propósito de dar à luz em território americano, buscando obter o passaporte para seus bebês. A medida também abrange casos de barrigas de aluguel contratadas com o mesmo objetivo. O “turismo de nascimento”, apesar de frequentemente criticado por Trump e seus aliados, tem um impacto estatístico considerado ínfimo. Dados do Censo americano indicam que, em 2024, de 3,6 milhões de nascimentos nos EUA, apenas 9.600 tiveram mães com residência legal em outro país, o que representa cerca de 0,25% do total. O segundo decreto publicado nesta quinta-feira visa justamente ampliar a fiscalização contra indivíduos suspeitos de viajar aos EUA com o objetivo de realizar o “turismo de nascimento”, buscando coibir essa prática. Quarta hipótese e o futuro da cidadania em Porto Rico A quarta hipótese reafirma um princípio já aplicado: pessoas nascidas em territórios americanos

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