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Momo celebra 20 anos de carreira com ‘Tum tum tum’, novo álbum que pulsa com ritmos afro-brasileiros e parcerias de peso

Momo mergulha na alma rítmica brasileira em ‘Tum tum tum’, celebrando duas décadas de música com influências globais. Residente em Londres, o cantor e compositor Momo, nome artístico de Marcelo Frota, lança seu oitavo álbum em 20 anos de trajetória fonográfica. Intitulado ‘Tum tum tum’, o trabalho é uma ode aos ritmos afro-brasileiros, com destaque para o samba e o ijexá, gêneros que permeiam as oito faixas autorais do disco. Gravado e mixado na capital inglesa e masterizado em Nova York, o álbum chega ao público pela Agogo Records, oferecendo uma sonoridade que reflete a jornada musical e geográfica do artista. ‘Tum tum tum’ representa uma síntese madura de estilos que Momo acumulou em sua bagagem desde o início da carreira, quando explorava o folk psicodélico. As influências brasileiras foram sendo incorporadas gradualmente, culminando neste trabalho que, segundo o próprio artista, é um apanhado de suas experiências estéticas. A produção conta com participações especiais de nomes como Marcos Valle e Nina Miranda, enriquecendo ainda mais a proposta sonora. Ritmo e poesia afro-brasileira em destaque O título onomatopaico ‘Tum tum tum’ já anuncia a força rítmica do álbum. A primeira faixa, ‘Egum eô’, uma parceria de Momo com Wado, já estabelece o tom, com levadas inspiradas em ritmos afro-brasileiros. A batida do congá também é celebrada em ‘Vermelho e rosa’, outra colaboração com Wado, evidenciando a profunda conexão do artista com as raízes musicais do Brasil. Colaborações estelares e influências globais Marcos Valle, ícone da bossa nova, marca presença em ‘Morena’, um envolvente samba coescrito por Momo e Marcelo Camelo. A participação de Valle ao piano elétrico adiciona uma camada de sofisticação a esta faixa, que já conta com a assinatura de Marcelo Camelo, produtor de trabalhos anteriores de Momo. A influência global se faz presente em ‘Dream of Samba’, música memorialista composta em inglês com Luiz Bruno, confirmando o apelo internacional do disco. Uma jornada sonora que atravessa continentes ‘Tum tum tum’ se diferencia de trabalhos anteriores de Momo, como a obra-prima marítima ‘Serenade of a Sailor’ (2011). O novo álbum, embora com um caráter melódico mais distinto, exala frescor nos arranjos, criados coletivamente com o baterista francês Thomas Broda e o percussionista Jim Le Mesurier. A faixa ‘Dente d’ouro’, uma tríplice colaboração com Marcelo Camelo e Wado, é apontada como uma das joias do disco, destacando-se pelo arranjo encorpado com órgãos e sopros. A cantora Nina Miranda, vocalista da banda inglesa Smoke City, empresta sua voz ao dueto bilíngue ‘Canto de aldeia’, em português e inglês, mais uma parceria com Momo e Wado. Para fechar o álbum, ‘Tranquilo’, um sambossa-canção composto com Thiago Camelo, oferece um clima zen, com percussão suave e o sopro cool de um saxofone, mostrando a versatilidade rítmica e melódica de Momo.

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América Invertida: Obra Icônica de Torres García em Brasília Até Domingo no CCBB

Exposição Joaquín Torres García – 150 anos no CCBB Brasília oferece última chance de ver obra ‘América Invertida’ Brasília recebe, até este domingo, 21 de junho, a imperdível exposição em homenagem aos 150 anos de Joaquín Torres García. O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta uma retrospectiva abrangente do renomado artista uruguaio, com entrada gratuita. A mostra reúne cerca de 500 itens, incluindo pinturas, desenhos, esculturas e documentos históricos. O objetivo é proporcionar ao público uma imersão na trajetória artística de Torres García e na profunda influência de suas ideias sobre diversas gerações de criadores latino-americanos. Um dos pontos altos da exposição é a icônica obra América Invertida, de 1943. Este desenho se tornou um símbolo do pensamento do artista, propondo uma nova perspectiva sobre o continente. Conforme informado pelo CCBB, ao inverter a posição geográfica, Torres García desloca o Sul de uma posição periférica para o topo, incentivando uma reflexão sobre o centro e a periferia. O Impacto Duradouro da ‘América Invertida’ O gesto de inverter o mapa por Torres García não foi apenas um ato artístico, mas uma poderosa declaração conceitual. Essa inversão inspirou nomes fundamentais da arte brasileira, como Hélio Oiticica, Cildo Meireles e Anna Bella Geiger. A obra continua a ressoar fortemente na atualidade, provocando discussões sobre identidade e representação. Explorando a Criatividade de Torres García Além da célebre ‘América Invertida’, a exposição revela outras facetas do trabalho de Torres García. Destaque para os juguetes, brinquedos de madeira artesanais criados pela família do artista na década de 1920. Essas peças desmontáveis e de múltiplas combinações demonstram um lado lúdico e inovador de sua produção. Os carnets, manuscritos e cadernos de anotações do artista, também são um atrativo especial. Neles, Torres García mesclava desenhos, reflexões sobre arte e sociedade, e um vocabulário visual único. Símbolos como sóis, peixes e figuras humanas, combinados com palavras, formavam um sistema de signos que se tornaria sua marca registrada. Diálogos com a Arte Brasileira A exposição no CCBB estabelece conexões significativas entre o pensamento de Torres García e artistas brasileiros. Obras de Josafá Neves, com sua série ‘Diáspora’ focada na ancestralidade afro-brasileira, e de Luiz Carlos Lessa Vinholes, que une literatura e artes visuais em ‘Cinco poemas geométricos’, dialogam diretamente com os princípios explorados pelo uruguaio. A mostra também exibe trabalhos de artistas como Rubem Valentim, Djanira e Arthur Bispo do Rosário. Essas contribuições ampliam a discussão sobre identidade e demonstram como as questões levantadas por Torres García continuam a ecoar na produção artística latino-americana contemporânea. Serviço A exposição Joaquín Torres García – 150 anos pode ser visitada no CCBB Brasília (SCES Trecho 02, Lote 22, Edifício Tancredo Neves – Setor de Clubes Sul – Galeria 5 e Pavilhão de Vidro) até 21 de junho, das 9h às 21h. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser obtidos no site oficial do CCBB.

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Robin Hood: A Verdade Sombria Por Trás do Herói Que Você Conhece; Entenda Como a Lenda Foi Transformada

A face oculta de Robin Hood: Da tradição oral à desconstrução moderna A imagem de Robin Hood como um nobre cavaleiro que roubava dos ricos para dar aos pobres é um ícone cultural. No entanto, essa representação familiar e heroica está a anos-luz das origens sombrias e violentas do personagem. Uma nova onda de produções cinematográficas e literárias, como o filme “A Morte de Robin Hood”, está mergulhando nas raízes medievais da lenda, revelando um fora-da-lei muito mais complexo e moralmente questionável. As primeiras baladas medievais, que surgiram como tradição oral por volta do século XII, pintam um quadro de um personagem longe de ser um herói impecável. Frequentemente descrito como um malandro, violento e irreverente, Robin Hood agia mais por interesse próprio e para se divertir do que por um altruísmo puro. Essa visão revisionista contrasta drasticamente com a imagem popularizada pela Disney e por filmes clássicos de Hollywood. Essa desconstrução da figura de Robin Hood não é apenas uma revisitação do passado, mas também um reflexo do presente. Em um mundo cada vez mais polarizado, onde as linhas entre heróis e vilões se tornam cada vez mais tênues, explorar a ambiguidade moral do fora-da-lei se torna uma ferramenta poderosa para questionar as narrativas simplificadas que dominam nosso cotidiano. Conforme divulgado pela BBC, criadores modernos buscam restaurar o lado oculto do personagem, desafiando a visão maniqueísta de bem contra mal. As origens medievais: Um fora-da-lei sem nobreza Ao contrário do que muitas versões posteriores retratam, o Robin Hood das primeiras lendas não era um nobre. Ele era, na verdade, um pequeno proprietário rural, um pouco acima dos camponeses, mas longe da alta sociedade. A figura de Lady Marian só entraria na história séculos depois, no século XVI. Seus inimigos eram o clero corrupto e os nobres proprietários de terras, mas seu objetivo principal não era a caridade, mas sim desafiar aqueles que detinham o poder. A historiadora medieval Amy S. Kaufman, em seu romance “The Traitor of Sherwood Forest”, descreve o Robin Hood das primeiras baladas como “um vigarista medieval moralmente questionável”, detalhando-o como “malandro, violento e irreverente”. Essa descrição se alinha com a astúcia de uma raposa, comparada pela própria Disney em sua animação de 1973, mas com um propósito bem menos nobre. A transformação da lenda ao longo dos séculos A imagem de Robin Hood passou por diversas transformações ao longo do tempo, cada uma refletindo o contexto de sua época. Durante o reinado de Henrique VIII, no século XVI, a lenda começou a ser cooptada pelas classes mais altas. Robin Hood deixou de ser um inimigo da nobreza e passou a ser retratado como um nobre de bom caráter, lutando contra seus pares desonestos. Essa mudança o alinhou com a figura do bom rei Ricardo, em oposição ao mau príncipe João, uma narrativa que se consolidou. No século XIX, livros infantis ajudaram a suavizar ainda mais o personagem, tornando-o mais aceitável para a era vitoriana. O cinema, no século XX, perpetuou essa imagem com atores como

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Cantora Iraniana Parastoo Ahmadi Condenada a 74 Chibatadas por Cantar Sem Hijab em Live Viral

Condenação severa no Irã: cantora premiada com chibatadas por performance online sem véu A cantora iraniana Parastoo Ahmadi, de 29 anos, e oito membros de sua equipe de produção, incluindo músicos, foram condenados a um total de 74 chibatadas. A punição foi aplicada após uma apresentação transmitida ao vivo em seu canal no YouTube, onde Ahmadi interpretou a canção patriótica “Az Khoone Javanane Vatan” (Do Sangue da Juventude da Pátria) sem o uso do hijab obrigatório. O incidente ocorreu em dezembro de 2024 e rapidamente viralizou nas redes sociais, gerando ampla repercussão. A performance, que desafiou as rígidas leis de vestimenta do Irã, levou a uma rápida ação das autoridades locais. Segundo informações divulgadas pelo jornal “The Guardian”, o tribunal criminal da província de Qom proferiu a sentença. Além das chibatadas, os artistas foram proibidos de deixar o país e de exercer qualquer atividade artística pelo período de dois anos. As acusações incluem ofensa à moral pública, decorrente da produção e publicação de “conteúdo vulgar e imoral” na internet. Prisão e processo formal após viralização da música Pouco tempo após a divulgação do vídeo, Parastoo Ahmadi e alguns músicos foram brevemente detidos, mas posteriormente liberados. No entanto, as autoridades deram prosseguimento ao caso, abrindo um processo formal contra os envolvidos pela publicação do vídeo. A gravação, desde então, acumulou milhões de visualizações na plataforma YouTube. Direitos Humanos criticam punição e questionam base legal Bahar Ghandehari, diretora de advocacy do Centro para os Direitos Humanos no Irã, com sede nos Estados Unidos, expressou forte repúdio à decisão. “A punição de Ahmadi com 74 chicotadas apenas por cantar e aparecer sem hijab é mais um lembrete de que as condições de direitos humanos no Irã não mudaram, apesar da campanha de propaganda em tempos de guerra conduzida pelas autoridades iranianas para melhorar sua imagem”, afirmou Ghandehari. O advogado de direitos humanos Moein Khazaeli, do Dadban, um centro de aconselhamento jurídico para ativistas iranianos, destacou a falta de base legal para a sentença. “Cantar, se apresentar musicalmente e produzir ou divulgar obras musicais por mulheres não são atividades criminalizadas pela legislação penal iraniana”, explicou Khazaeli. Ele acrescentou que, “consequentemente, tais atividades não podem razoavelmente ser interpretadas como ‘produção, distribuição ou publicação de conteúdo obsceno’”. A declaração reforça as críticas sobre a aplicação de leis em casos que envolvem liberdade de expressão artística e cultural no país, especialmente para mulheres.

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Anne Hathaway anuncia terceira gravidez: Atriz de ‘O Diabo Veste Prada’ revela barrigão e comove fãs com declaração emocionante

Anne Hathaway espera seu terceiro filho com o marido Adam Shulman, aumentando a família que já conta com Jonathan, de 10 anos, e Jack, de 6. A atriz, conhecida por seus papéis icônicos, compartilhou a emocionante notícia através de uma postagem em seu perfil no Instagram, que rapidamente viralizou entre seus seguidores. A futura mamãe, que está radiante, escolheu uma forma especial para anunciar a novidade. Em um vídeo publicado em seu feed, Anne Hathaway surge deslumbrante em um vestido branco, acariciando sua barriga em crescimento. A trilha sonora escolhida para o momento foi a canção “Baby, I’m Yours”, de Barbara Lewis, adicionando um toque ainda mais romântico e pessoal à declaração. A legenda escolhida pela atriz, “Bebê, eu sou sua”, reforça a felicidade e a expectativa para a chegada do novo integrante. Aos 43 anos, Hathaway demonstra que a maternidade é uma fase que ela vive com muita intensidade e alegria, compartilhando sua felicidade com o público que a acompanha há anos. O anúncio da terceira gravidez de Anne Hathaway repercutiu mundialmente, com fãs e colegas de profissão enviando mensagens de carinho e felicitações. A atriz, que se casou com o produtor e ator Adam Shulman em 2012, já é mãe de Jonathan, nascido em 2016, e Jack, que chegou ao mundo em 2019. A família, agora prestes a crescer, é um exemplo de união e amor. Uma família em crescimento e momentos especiais A notícia chega meses após Hathaway ter concedido uma rara entrevista à revista Elle, para a edição de verão de 2026. Na conversa, a atriz compartilhou detalhes sobre a rotina com seus dois filhos, descrevendo a fase atual como “muito divertida”, onde todos apreciam passar tempo juntos. Ela, no entanto, ressaltou a natureza mutável desse período. Carreira de sucesso e maternidade Anne Hathaway consolidou sua carreira com atuações memoráveis em filmes como “O Diabo Veste Prada” e “Os Miseráveis”, papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Conciliar a vida profissional com a maternidade tem sido um desafio que ela tem gerenciado com maestria, sempre demonstrando dedicação tanto em seus projetos cinematográficos quanto em sua vida pessoal. Repercussão nas redes sociais A postagem de Anne Hathaway no Instagram rapidamente acumulou milhões de curtidas e comentários, com fãs celebrando a notícia e desejando tudo de melhor para a atriz e sua família. A simplicidade e a emoção transmitidas no vídeo tocaram o coração de muitos, que acompanham a trajetória da artista. O futuro com mais um bebê a caminho A expectativa agora é para a chegada do terceiro filho de Anne Hathaway e Adam Shulman. A atriz, que sempre manteve um certo nível de discrição sobre sua vida familiar, abriu uma janela para seus seguidores acompanharem este momento tão especial, reforçando o vínculo com seu público.

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Hino do Brasil é eleito o melhor da Copa do Mundo 2026 pelo The New York Times: uma obra-prima musical

Hino Nacional Brasileiro é aclamado como o melhor da Copa do Mundo 2026 pelo The New York Times O Hino Nacional Brasileiro foi coroado como a melhor canção de entrada entre todas as seleções participantes da Copa do Mundo de 2026. A distinção foi concedida pelo The Athletic, braço esportivo do conceituado jornal The New York Times, em um ranking divulgado nesta sexta-feira (19). A avaliação, conduzida pelo jornalista esportivo Tim Spiers, analisou os 48 hinos que embalaram as torcidas durante o torneio. Spiers categorizou os hinos em diferentes grupos, desde canções medianas que ganham força com a paixão dos torcedores até verdadeiras obras-primas musicais. Conforme a reportagem, o Hino Nacional Brasileiro se encaixa na categoria de obra-prima musical. O autor destacou especificamente a introdução orquestral de 28 segundos como o elemento que eleva a canção a um patamar superior, considerando-a um dos melhores hinos do mundo. A emoção e a grandiosidade da melodia brasileira foram amplamente elogiadas, ressaltando seu impacto único no cenário esportivo internacional. Brasil lidera pódio com França e Portugal em seguida Após a consagração do hino brasileiro, a França e Portugal ocuparam as posições de destaque, completando o pódio dos melhores hinos da competição. A lista divulgada pelo The Athletic demonstra uma clara preferência por melodias com forte apelo e reconhecida qualidade musical. Em contrapartida, o ranking também apontou as seleções com os hinos menos aclamados. A Inglaterra, para surpresa de muitos, amargou a última colocação entre as 48 seleções avaliadas, ficando atrás da Jordânia e da Espanha. A posição final da Inglaterra gerou debate entre os fãs de futebol e apreciadores de música. O ranking completo e as surpresas da lista O top 10 dos melhores hinos da Copa do Mundo de 2026, segundo o The New York Times, inclui, além do Brasil, França e Portugal, as seguintes nações: Colômbia, Escócia, Equador, Argentina, Egito, Uruguai e Bósnia e Herzegovina. A diversidade geográfica e musical presente nesta lista reflete a riqueza cultural presente no evento. Na parte inferior do ranking, após a Inglaterra, Jordânia e Espanha, aparecem outras seleções como Alemanha, Nova Zelândia, Áustria, Catar, Holanda, Croácia e Gana. A avaliação buscou oferecer um olhar diferenciado sobre a atmosfera da Copa, indo além das quatro linhas do campo e explorando a importância cultural dos hinos nacionais. Acompanhe a Copa do Mundo 2026 A Copa do Mundo de 2026 promete ser um evento memorável, com jogos emocionantes e momentos culturais marcantes, como a celebração dos hinos nacionais. A transmissão oficial no Brasil ficará a cargo da Globo, ge tv e sportv, garantindo que os torcedores não percam nenhum lance. Os jogos serão realizados em diversos locais nos Estados Unidos, com partidas importantes sediadas no Lincoln Financial Field, na cidade da Filadélfia. A cobertura completa estará disponível no ge.globo, incluindo transmissões ao vivo e cortes exclusivos para os fãs.

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Estados Unidos batem Austrália e se aproximam da classificação na Copa do Mundo 2026 com gols decisivos

EUA vencem Austrália e ficam a um passo da classificação na Copa do Mundo 2026 A seleção dos Estados Unidos conquistou sua segunda vitória consecutiva na Copa do Mundo de 2026, ao superar a Austrália pelo placar de 2 a 0, em partida realizada nesta sexta-feira (19) em Seattle. Com o resultado, os americanos lideram o Grupo D com seis pontos, e um empate em seu próximo jogo, ou até mesmo uma derrota dependendo de outros resultados, pode garantir a classificação para a fase de oitavas de final. Apesar do revés, a Austrália mantém chances de avançar no torneio, somando três pontos até o momento. Acompanhe os detalhes da partida e como isso impacta a tabela do Grupo D. Gol contra e jogada ensaiada definem o placar para os EUA Os Estados Unidos abriram o placar logo aos 11 minutos de jogo com um gol contra. Após um cruzamento rasteiro de Balogun pela esquerda, o defensor australiano Burgess tentou interceptar a bola, mas acabou desviando para o próprio gol. A equipe da casa ampliou a vantagem aos 43 minutos do primeiro tempo, com um gol do zagueiro Freeman. Após uma cobrança de falta ensaiada, Dest chutou da entrada da área, a bola desviou na zaga e Freeman subiu mais alto que o goleiro Beach para marcar de cabeça. O lance foi inicialmente invalidado por impedimento, mas o VAR confirmou o gol. Austrália tenta reação, mas esbarra na defesa americana No segundo tempo, o técnico da Austrália, Tony Popovic, promoveu alterações para buscar a reação, com a equipe ocupando mais o campo de ataque. No entanto, apesar da pressão e de muitos cruzamentos, especialmente com a entrada de Volpato, a seleção australiana não conseguiu criar chances claras de gol. Os Estados Unidos, por sua vez, administraram a vantagem e garantiram os três pontos, ficando em excelente posição para avançar na Copa do Mundo de 2026. A equipe americana busca manter o bom momento. Próximos desafios definem a classificação no Grupo D Na última rodada do Grupo D, os Estados Unidos enfrentarão a Turquia em Los Angeles na quinta-feira (25). Já a Austrália duelará contra o Paraguai em Santa Clara, em busca de uma vitória que possa selar sua classificação. Ainda sem pontuar, Turquia e Paraguai se enfrentam na madrugada deste sábado (20). Um empate neste confronto, aliado à vitória americana, selaria a classificação dos Estados Unidos para a próxima fase da competição.

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Ferrugem e Péricles lançam “Parque de Diversões” no primeiro volume de “As Vozes” ao vivo: samba e novidades em São Paulo

Ferrugem e Péricles agitam o público com “As Vozes – Ao Vivo em São Paulo – Vol. 1”, reunindo hits e inéditas em celebração ao pagode. A parceria musical de Ferrugem e Péricles ganha um novo capítulo com o lançamento do primeiro volume do álbum audiovisual “As Vozes – Ao Vivo em São Paulo”. O projeto, que estreou na noite de ontem, 18 de junho, apresenta 19 faixas capturadas durante as gravações realizadas nos dias 25 e 26 de abril na capital paulista, marcando a primeira turnê conjunta dos renomados artistas do pagode. Entre as canções que compõem este primeiro volume, destacam-se três músicas inéditas que prometem conquistar os fãs. “Parque de Diversões”, um samba com uma batida envolvente, é uma das grandes apostas, assinada por Cleitinho Persona e Elizeu Henrique. Essa faixa, assim como as outras novidades, adiciona um tempero especial ao repertório já conhecido. Além das novidades, o álbum “As Vozes – Ao Vivo em São Paulo – Vol. 1” mergulha em sucessos da discografia de Ferrugem e Péricles, oferecendo uma experiência completa para os admiradores do gênero. O projeto também surpreende ao incluir releituras de clássicos que marcaram época, mostrando a versatilidade e o alcance da música brasileira. Conforme informação divulgada, a produção musical ficou a cargo de Izaias Marcelo e Lincoln de Lima. Três inéditas para embalar o samba: “Parque de Diversões”, “Falta de Amor” e “Um Segundo a Mais” O samba “Parque de Diversões”, composto por Cleitinho Persona e Elizeu Henrique, é uma das joias deste novo lançamento. A música, que já está disponível para os fãs, representa um dos pilares do álbum, trazendo a essência do pagode com uma roupagem moderna. A dupla de compositores também assina “Um Segundo a Mais”, outra inédita que integra o volume 1. Completando o trio de novidades, “Falta de Amor”, com composição de Bombozinho, Marcio FS e Milthinho, adiciona uma carga emocional ao repertório. Essas três canções foram especialmente preparadas para a turnê “As Vozes” e agora podem ser apreciadas em “As Vozes – Ao Vivo em São Paulo – Vol. 1”, mostrando a força criativa dos artistas. Releituras que emocionam: Sucessos de Almir Guineto e Revelação no setlist A turnê “As Vozes” não se limitou aos sucessos de Ferrugem e Péricles. O álbum ao vivo também reverencia grandes nomes do samba e pagode. A música “Mel na Boca”, originalmente de David Corrêa e lançada em 1986, ganha nova interpretação, assim como “Tá Escrito”, um hino do Grupo Revelação, composto por Xande de Pilares, Carlinhos Madureira e Gilson Bernini, de 2009. Essas escolhas demonstram o respeito e a admiração dos artistas pelas raízes do gênero. A inclusão de sambas lançados pelo saudoso Almir Guineto, ícone da música brasileira, e do Grupo Revelação no repertório de “As Vozes” reforça a conexão de Ferrugem e Péricles com a história do pagode. As performances ao vivo dessas canções, capturadas em “As Vozes – Ao Vivo em São Paulo – Vol. 1”, prometem emocionar e trazer à tona memórias afetivas para o

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Gilberto Gil eterniza a turnê “Tempo Rei” em álbum audiovisual de 4 volumes, começando com “Palco” em 26 de junho

Gilberto Gil lança “Tempo Rei – Ao Vivo (Vol. 1)” em seu aniversário de 84 anos, perpetuando turnê histórica em formato audiovisual. A aclamada turnê “Tempo Rei”, que percorreu o Brasil entre março de 2025 e março de 2026, marcando o que foi anunciada como a última grande excursão de Gilberto Gil, ganhará um registro permanente. O show será eternizado em um álbum ao vivo audiovisual dividido em quatro volumes, capturando a energia e a magia das apresentações. O primeiro volume deste projeto ambicioso chega ao mercado fonográfico na próxima sexta-feira, 26 de junho, data que coincide com o 84º aniversário do renomado cantor, compositor e violonista baiano. Este lançamento promete ser um presente para os fãs e um marco na discografia do artista. Editado pela Gege Produções, o “Tempo Rei – Ao Vivo (Vol. 1)” apresentará oito músicas selecionadas do roteiro, majoritariamente autoral, do show. Cada faixa virá acompanhada de seus respectivos registros audiovisuais, com direção de Rafael Dragaud e edição de Joana Swan. A divulgação inicial focará em “Palco”, canção escolhida para abrir o espetáculo e as ações promocionais do álbum, conforme informações divulgadas pela Gege Produções. O Volume 1 e suas faixas de destaque O primeiro volume do álbum “Tempo Rei – Ao Vivo” traz uma seleção cuidadosa de oito músicas, gravadas em diferentes cidades brasileiras durante a turnê. A lista inclui sucessos como “Palco”, gravada em São Paulo, e “Banda Um”, capturada em Fortaleza. A faixa-título, “Tempo Rei”, com uma citação vocal de “Aqui e agora”, foi registrada em Belo Horizonte, onde também foram gravadas “Eu só quero um xodó”, “Eu vim da Bahia” (com uma citação de “Meu divino São José”) e “Cálice” (em parceria com Chico Buarque, com citação instrumental de “Bat Macumba”). Completam o volume “Procissão”, gravada no Rio de Janeiro, e “Domingo no parque”, capturada em Belém. Expansão do projeto e formato físico A expectativa é que o quarto e último volume do álbum “Tempo Rei – Ao Vivo” seja lançado em novembro. Na mesma época, está prevista a chegada ao mercado de uma caixa especial contendo as edições em LP dos quatro discos, oferecendo aos colecionadores uma oportunidade única de possuir este registro completo. Legado musical em “Tempo Rei” A turnê “Tempo Rei” foi concebida como uma retrospectiva da carreira de Gilberto Gil, apresentando um repertório que abrange diversas fases de sua rica trajetória musical. A adaptação para um álbum audiovisual em quatro volumes garante que a experiência completa do show possa ser revisitada e apreciada por novas gerações, consolidando ainda mais o legado do artista. Detalhes da produção audiovisual A direção audiovisual do projeto “Tempo Rei” ficou a cargo de Rafael Dragaud, conhecido por seu trabalho sensível e inovador. A edição, realizada por Joana Swan, assegura uma montagem fluida e envolvente, que complementa a força das performances musicais. A Gege Produções, responsável pela edição, demonstra o cuidado e o profissionalismo na concepção deste importante lançamento.

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SUS Amplia Teleatendimento para Jogadores Compulsivos: R$ 70 Milhões para Combater Vício em Apostas Online

SUS intensifica combate à ludopatia com teleatendimento e pesquisa nacional financiada por apostas A crescente onda de dependência em jogos de apostas no Brasil motivou o Ministério da Saúde a expandir significativamente seus serviços de teleatendimento. A iniciativa, que já conta com milhares de usuários, visa oferecer suporte gratuito e acessível por telefone e videochamadas para pessoas com problemas relacionados à compulsão por apostas. Com um investimento previsto de R$ 70 milhões até o final do ano, a estratégia se integra a um plano mais amplo de prevenção e qualificação profissional. A Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS) será responsável pela contratação de empresas especializadas para ampliar o alcance da assistência. O serviço, inaugurado em março deste ano em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, já registrou 6.912 usuários cadastrados em apenas três meses. Esses dados reforçam a urgência e a necessidade de expandir o acesso a tratamentos eficazes contra o vício em jogos de apostas, conforme apurado pela Agência Brasil. Investimento robusto e pesquisa inédita para entender o impacto dos jogos O plano de ação do Ministério da Saúde não se limita ao teleatendimento. Um montante de R$ 6 milhões será destinado à realização de uma **pesquisa nacional inédita**. O objetivo é aprofundar o entendimento sobre como os jogos e apostas afetam a saúde dos brasileiros, identificando os grupos mais vulneráveis e os principais riscos associados a essa prática. As informações coletadas serão cruciais para o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas mais assertivas e eficazes no Sistema Único de Saúde (SUS). A meta é oferecer um atendimento mais direcionado e preventivo, combatendo a disseminação da dependência em jogos de apostas. Recursos das apostas impulsionam ações de saúde mental Uma parte significativa dos recursos para essas iniciativas provém das **destinações sociais das apostas** (bets). Em 2025, o Ministério da Saúde recebeu R$ 45,7 milhões, correspondentes a 1% da arrecadação de tributos pagos pelas empresas de apostas e apostadores. Este valor, conforme a Lei nº 14.790 de 2023, deve ser integralmente aplicado em medidas de prevenção, controle e mitigação dos danos sociais decorrentes da prática de jogos. Embora o ministério não consiga mensurar o custo exato dos atendimentos específicos para jogadores compulsivos, pois estes são integrados a outros serviços da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), a destinação social representa uma fonte de financiamento relevante, complementada pelo orçamento próprio da pasta. Como acessar o teleatendimento do SUS para dependência de jogos Para acessar o serviço de teleatendimento em saúde mental do SUS, o interessado deve realizar o cadastro pelo aplicativo **Meu SUS Digital**. O aplicativo, disponível gratuitamente para Android e iOS, ou em sua versão web, permite a criação de conta Gov.br ou o uso de uma já existente. Dentro da plataforma, usuários encontram conteúdos informativos sobre sinais de alerta, prevenção e os impactos dos jogos na saúde mental. Um **autoteste validado por especialistas** está disponível, e resultados indicativos de risco moderado ou elevado encaminham automaticamente para o teleatendimento. Em casos de menor risco, o

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Momo celebra 20 anos de carreira com ‘Tum tum tum’, novo álbum que pulsa com ritmos afro-brasileiros e parcerias de peso

Momo mergulha na alma rítmica brasileira em ‘Tum tum tum’, celebrando duas décadas de música com influências globais. Residente em Londres, o cantor e compositor Momo, nome artístico de Marcelo Frota, lança seu oitavo álbum em 20 anos de trajetória fonográfica. Intitulado ‘Tum tum tum’, o trabalho é uma ode aos ritmos afro-brasileiros, com destaque para o samba e o ijexá, gêneros que permeiam as oito faixas autorais do disco. Gravado e mixado na capital inglesa e masterizado em Nova York, o álbum chega ao público pela Agogo Records, oferecendo uma sonoridade que reflete a jornada musical e geográfica do artista. ‘Tum tum tum’ representa uma síntese madura de estilos que Momo acumulou em sua bagagem desde o início da carreira, quando explorava o folk psicodélico. As influências brasileiras foram sendo incorporadas gradualmente, culminando neste trabalho que, segundo o próprio artista, é um apanhado de suas experiências estéticas. A produção conta com participações especiais de nomes como Marcos Valle e Nina Miranda, enriquecendo ainda mais a proposta sonora. Ritmo e poesia afro-brasileira em destaque O título onomatopaico ‘Tum tum tum’ já anuncia a força rítmica do álbum. A primeira faixa, ‘Egum eô’, uma parceria de Momo com Wado, já estabelece o tom, com levadas inspiradas em ritmos afro-brasileiros. A batida do congá também é celebrada em ‘Vermelho e rosa’, outra colaboração com Wado, evidenciando a profunda conexão do artista com as raízes musicais do Brasil. Colaborações estelares e influências globais Marcos Valle, ícone da bossa nova, marca presença em ‘Morena’, um envolvente samba coescrito por Momo e Marcelo Camelo. A participação de Valle ao piano elétrico adiciona uma camada de sofisticação a esta faixa, que já conta com a assinatura de Marcelo Camelo, produtor de trabalhos anteriores de Momo. A influência global se faz presente em ‘Dream of Samba’, música memorialista composta em inglês com Luiz Bruno, confirmando o apelo internacional do disco. Uma jornada sonora que atravessa continentes ‘Tum tum tum’ se diferencia de trabalhos anteriores de Momo, como a obra-prima marítima ‘Serenade of a Sailor’ (2011). O novo álbum, embora com um caráter melódico mais distinto, exala frescor nos arranjos, criados coletivamente com o baterista francês Thomas Broda e o percussionista Jim Le Mesurier. A faixa ‘Dente d’ouro’, uma tríplice colaboração com Marcelo Camelo e Wado, é apontada como uma das joias do disco, destacando-se pelo arranjo encorpado com órgãos e sopros. A cantora Nina Miranda, vocalista da banda inglesa Smoke City, empresta sua voz ao dueto bilíngue ‘Canto de aldeia’, em português e inglês, mais uma parceria com Momo e Wado. Para fechar o álbum, ‘Tranquilo’, um sambossa-canção composto com Thiago Camelo, oferece um clima zen, com percussão suave e o sopro cool de um saxofone, mostrando a versatilidade rítmica e melódica de Momo.

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América Invertida: Obra Icônica de Torres García em Brasília Até Domingo no CCBB

Exposição Joaquín Torres García – 150 anos no CCBB Brasília oferece última chance de ver obra ‘América Invertida’ Brasília recebe, até este domingo, 21 de junho, a imperdível exposição em homenagem aos 150 anos de Joaquín Torres García. O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta uma retrospectiva abrangente do renomado artista uruguaio, com entrada gratuita. A mostra reúne cerca de 500 itens, incluindo pinturas, desenhos, esculturas e documentos históricos. O objetivo é proporcionar ao público uma imersão na trajetória artística de Torres García e na profunda influência de suas ideias sobre diversas gerações de criadores latino-americanos. Um dos pontos altos da exposição é a icônica obra América Invertida, de 1943. Este desenho se tornou um símbolo do pensamento do artista, propondo uma nova perspectiva sobre o continente. Conforme informado pelo CCBB, ao inverter a posição geográfica, Torres García desloca o Sul de uma posição periférica para o topo, incentivando uma reflexão sobre o centro e a periferia. O Impacto Duradouro da ‘América Invertida’ O gesto de inverter o mapa por Torres García não foi apenas um ato artístico, mas uma poderosa declaração conceitual. Essa inversão inspirou nomes fundamentais da arte brasileira, como Hélio Oiticica, Cildo Meireles e Anna Bella Geiger. A obra continua a ressoar fortemente na atualidade, provocando discussões sobre identidade e representação. Explorando a Criatividade de Torres García Além da célebre ‘América Invertida’, a exposição revela outras facetas do trabalho de Torres García. Destaque para os juguetes, brinquedos de madeira artesanais criados pela família do artista na década de 1920. Essas peças desmontáveis e de múltiplas combinações demonstram um lado lúdico e inovador de sua produção. Os carnets, manuscritos e cadernos de anotações do artista, também são um atrativo especial. Neles, Torres García mesclava desenhos, reflexões sobre arte e sociedade, e um vocabulário visual único. Símbolos como sóis, peixes e figuras humanas, combinados com palavras, formavam um sistema de signos que se tornaria sua marca registrada. Diálogos com a Arte Brasileira A exposição no CCBB estabelece conexões significativas entre o pensamento de Torres García e artistas brasileiros. Obras de Josafá Neves, com sua série ‘Diáspora’ focada na ancestralidade afro-brasileira, e de Luiz Carlos Lessa Vinholes, que une literatura e artes visuais em ‘Cinco poemas geométricos’, dialogam diretamente com os princípios explorados pelo uruguaio. A mostra também exibe trabalhos de artistas como Rubem Valentim, Djanira e Arthur Bispo do Rosário. Essas contribuições ampliam a discussão sobre identidade e demonstram como as questões levantadas por Torres García continuam a ecoar na produção artística latino-americana contemporânea. Serviço A exposição Joaquín Torres García – 150 anos pode ser visitada no CCBB Brasília (SCES Trecho 02, Lote 22, Edifício Tancredo Neves – Setor de Clubes Sul – Galeria 5 e Pavilhão de Vidro) até 21 de junho, das 9h às 21h. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser obtidos no site oficial do CCBB.

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Robin Hood: A Verdade Sombria Por Trás do Herói Que Você Conhece; Entenda Como a Lenda Foi Transformada

A face oculta de Robin Hood: Da tradição oral à desconstrução moderna A imagem de Robin Hood como um nobre cavaleiro que roubava dos ricos para dar aos pobres é um ícone cultural. No entanto, essa representação familiar e heroica está a anos-luz das origens sombrias e violentas do personagem. Uma nova onda de produções cinematográficas e literárias, como o filme “A Morte de Robin Hood”, está mergulhando nas raízes medievais da lenda, revelando um fora-da-lei muito mais complexo e moralmente questionável. As primeiras baladas medievais, que surgiram como tradição oral por volta do século XII, pintam um quadro de um personagem longe de ser um herói impecável. Frequentemente descrito como um malandro, violento e irreverente, Robin Hood agia mais por interesse próprio e para se divertir do que por um altruísmo puro. Essa visão revisionista contrasta drasticamente com a imagem popularizada pela Disney e por filmes clássicos de Hollywood. Essa desconstrução da figura de Robin Hood não é apenas uma revisitação do passado, mas também um reflexo do presente. Em um mundo cada vez mais polarizado, onde as linhas entre heróis e vilões se tornam cada vez mais tênues, explorar a ambiguidade moral do fora-da-lei se torna uma ferramenta poderosa para questionar as narrativas simplificadas que dominam nosso cotidiano. Conforme divulgado pela BBC, criadores modernos buscam restaurar o lado oculto do personagem, desafiando a visão maniqueísta de bem contra mal. As origens medievais: Um fora-da-lei sem nobreza Ao contrário do que muitas versões posteriores retratam, o Robin Hood das primeiras lendas não era um nobre. Ele era, na verdade, um pequeno proprietário rural, um pouco acima dos camponeses, mas longe da alta sociedade. A figura de Lady Marian só entraria na história séculos depois, no século XVI. Seus inimigos eram o clero corrupto e os nobres proprietários de terras, mas seu objetivo principal não era a caridade, mas sim desafiar aqueles que detinham o poder. A historiadora medieval Amy S. Kaufman, em seu romance “The Traitor of Sherwood Forest”, descreve o Robin Hood das primeiras baladas como “um vigarista medieval moralmente questionável”, detalhando-o como “malandro, violento e irreverente”. Essa descrição se alinha com a astúcia de uma raposa, comparada pela própria Disney em sua animação de 1973, mas com um propósito bem menos nobre. A transformação da lenda ao longo dos séculos A imagem de Robin Hood passou por diversas transformações ao longo do tempo, cada uma refletindo o contexto de sua época. Durante o reinado de Henrique VIII, no século XVI, a lenda começou a ser cooptada pelas classes mais altas. Robin Hood deixou de ser um inimigo da nobreza e passou a ser retratado como um nobre de bom caráter, lutando contra seus pares desonestos. Essa mudança o alinhou com a figura do bom rei Ricardo, em oposição ao mau príncipe João, uma narrativa que se consolidou. No século XIX, livros infantis ajudaram a suavizar ainda mais o personagem, tornando-o mais aceitável para a era vitoriana. O cinema, no século XX, perpetuou essa imagem com atores como

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Cantora Iraniana Parastoo Ahmadi Condenada a 74 Chibatadas por Cantar Sem Hijab em Live Viral

Condenação severa no Irã: cantora premiada com chibatadas por performance online sem véu A cantora iraniana Parastoo Ahmadi, de 29 anos, e oito membros de sua equipe de produção, incluindo músicos, foram condenados a um total de 74 chibatadas. A punição foi aplicada após uma apresentação transmitida ao vivo em seu canal no YouTube, onde Ahmadi interpretou a canção patriótica “Az Khoone Javanane Vatan” (Do Sangue da Juventude da Pátria) sem o uso do hijab obrigatório. O incidente ocorreu em dezembro de 2024 e rapidamente viralizou nas redes sociais, gerando ampla repercussão. A performance, que desafiou as rígidas leis de vestimenta do Irã, levou a uma rápida ação das autoridades locais. Segundo informações divulgadas pelo jornal “The Guardian”, o tribunal criminal da província de Qom proferiu a sentença. Além das chibatadas, os artistas foram proibidos de deixar o país e de exercer qualquer atividade artística pelo período de dois anos. As acusações incluem ofensa à moral pública, decorrente da produção e publicação de “conteúdo vulgar e imoral” na internet. Prisão e processo formal após viralização da música Pouco tempo após a divulgação do vídeo, Parastoo Ahmadi e alguns músicos foram brevemente detidos, mas posteriormente liberados. No entanto, as autoridades deram prosseguimento ao caso, abrindo um processo formal contra os envolvidos pela publicação do vídeo. A gravação, desde então, acumulou milhões de visualizações na plataforma YouTube. Direitos Humanos criticam punição e questionam base legal Bahar Ghandehari, diretora de advocacy do Centro para os Direitos Humanos no Irã, com sede nos Estados Unidos, expressou forte repúdio à decisão. “A punição de Ahmadi com 74 chicotadas apenas por cantar e aparecer sem hijab é mais um lembrete de que as condições de direitos humanos no Irã não mudaram, apesar da campanha de propaganda em tempos de guerra conduzida pelas autoridades iranianas para melhorar sua imagem”, afirmou Ghandehari. O advogado de direitos humanos Moein Khazaeli, do Dadban, um centro de aconselhamento jurídico para ativistas iranianos, destacou a falta de base legal para a sentença. “Cantar, se apresentar musicalmente e produzir ou divulgar obras musicais por mulheres não são atividades criminalizadas pela legislação penal iraniana”, explicou Khazaeli. Ele acrescentou que, “consequentemente, tais atividades não podem razoavelmente ser interpretadas como ‘produção, distribuição ou publicação de conteúdo obsceno’”. A declaração reforça as críticas sobre a aplicação de leis em casos que envolvem liberdade de expressão artística e cultural no país, especialmente para mulheres.

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Anne Hathaway anuncia terceira gravidez: Atriz de ‘O Diabo Veste Prada’ revela barrigão e comove fãs com declaração emocionante

Anne Hathaway espera seu terceiro filho com o marido Adam Shulman, aumentando a família que já conta com Jonathan, de 10 anos, e Jack, de 6. A atriz, conhecida por seus papéis icônicos, compartilhou a emocionante notícia através de uma postagem em seu perfil no Instagram, que rapidamente viralizou entre seus seguidores. A futura mamãe, que está radiante, escolheu uma forma especial para anunciar a novidade. Em um vídeo publicado em seu feed, Anne Hathaway surge deslumbrante em um vestido branco, acariciando sua barriga em crescimento. A trilha sonora escolhida para o momento foi a canção “Baby, I’m Yours”, de Barbara Lewis, adicionando um toque ainda mais romântico e pessoal à declaração. A legenda escolhida pela atriz, “Bebê, eu sou sua”, reforça a felicidade e a expectativa para a chegada do novo integrante. Aos 43 anos, Hathaway demonstra que a maternidade é uma fase que ela vive com muita intensidade e alegria, compartilhando sua felicidade com o público que a acompanha há anos. O anúncio da terceira gravidez de Anne Hathaway repercutiu mundialmente, com fãs e colegas de profissão enviando mensagens de carinho e felicitações. A atriz, que se casou com o produtor e ator Adam Shulman em 2012, já é mãe de Jonathan, nascido em 2016, e Jack, que chegou ao mundo em 2019. A família, agora prestes a crescer, é um exemplo de união e amor. Uma família em crescimento e momentos especiais A notícia chega meses após Hathaway ter concedido uma rara entrevista à revista Elle, para a edição de verão de 2026. Na conversa, a atriz compartilhou detalhes sobre a rotina com seus dois filhos, descrevendo a fase atual como “muito divertida”, onde todos apreciam passar tempo juntos. Ela, no entanto, ressaltou a natureza mutável desse período. Carreira de sucesso e maternidade Anne Hathaway consolidou sua carreira com atuações memoráveis em filmes como “O Diabo Veste Prada” e “Os Miseráveis”, papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Conciliar a vida profissional com a maternidade tem sido um desafio que ela tem gerenciado com maestria, sempre demonstrando dedicação tanto em seus projetos cinematográficos quanto em sua vida pessoal. Repercussão nas redes sociais A postagem de Anne Hathaway no Instagram rapidamente acumulou milhões de curtidas e comentários, com fãs celebrando a notícia e desejando tudo de melhor para a atriz e sua família. A simplicidade e a emoção transmitidas no vídeo tocaram o coração de muitos, que acompanham a trajetória da artista. O futuro com mais um bebê a caminho A expectativa agora é para a chegada do terceiro filho de Anne Hathaway e Adam Shulman. A atriz, que sempre manteve um certo nível de discrição sobre sua vida familiar, abriu uma janela para seus seguidores acompanharem este momento tão especial, reforçando o vínculo com seu público.

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Hino do Brasil é eleito o melhor da Copa do Mundo 2026 pelo The New York Times: uma obra-prima musical

Hino Nacional Brasileiro é aclamado como o melhor da Copa do Mundo 2026 pelo The New York Times O Hino Nacional Brasileiro foi coroado como a melhor canção de entrada entre todas as seleções participantes da Copa do Mundo de 2026. A distinção foi concedida pelo The Athletic, braço esportivo do conceituado jornal The New York Times, em um ranking divulgado nesta sexta-feira (19). A avaliação, conduzida pelo jornalista esportivo Tim Spiers, analisou os 48 hinos que embalaram as torcidas durante o torneio. Spiers categorizou os hinos em diferentes grupos, desde canções medianas que ganham força com a paixão dos torcedores até verdadeiras obras-primas musicais. Conforme a reportagem, o Hino Nacional Brasileiro se encaixa na categoria de obra-prima musical. O autor destacou especificamente a introdução orquestral de 28 segundos como o elemento que eleva a canção a um patamar superior, considerando-a um dos melhores hinos do mundo. A emoção e a grandiosidade da melodia brasileira foram amplamente elogiadas, ressaltando seu impacto único no cenário esportivo internacional. Brasil lidera pódio com França e Portugal em seguida Após a consagração do hino brasileiro, a França e Portugal ocuparam as posições de destaque, completando o pódio dos melhores hinos da competição. A lista divulgada pelo The Athletic demonstra uma clara preferência por melodias com forte apelo e reconhecida qualidade musical. Em contrapartida, o ranking também apontou as seleções com os hinos menos aclamados. A Inglaterra, para surpresa de muitos, amargou a última colocação entre as 48 seleções avaliadas, ficando atrás da Jordânia e da Espanha. A posição final da Inglaterra gerou debate entre os fãs de futebol e apreciadores de música. O ranking completo e as surpresas da lista O top 10 dos melhores hinos da Copa do Mundo de 2026, segundo o The New York Times, inclui, além do Brasil, França e Portugal, as seguintes nações: Colômbia, Escócia, Equador, Argentina, Egito, Uruguai e Bósnia e Herzegovina. A diversidade geográfica e musical presente nesta lista reflete a riqueza cultural presente no evento. Na parte inferior do ranking, após a Inglaterra, Jordânia e Espanha, aparecem outras seleções como Alemanha, Nova Zelândia, Áustria, Catar, Holanda, Croácia e Gana. A avaliação buscou oferecer um olhar diferenciado sobre a atmosfera da Copa, indo além das quatro linhas do campo e explorando a importância cultural dos hinos nacionais. Acompanhe a Copa do Mundo 2026 A Copa do Mundo de 2026 promete ser um evento memorável, com jogos emocionantes e momentos culturais marcantes, como a celebração dos hinos nacionais. A transmissão oficial no Brasil ficará a cargo da Globo, ge tv e sportv, garantindo que os torcedores não percam nenhum lance. Os jogos serão realizados em diversos locais nos Estados Unidos, com partidas importantes sediadas no Lincoln Financial Field, na cidade da Filadélfia. A cobertura completa estará disponível no ge.globo, incluindo transmissões ao vivo e cortes exclusivos para os fãs.

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Estados Unidos batem Austrália e se aproximam da classificação na Copa do Mundo 2026 com gols decisivos

EUA vencem Austrália e ficam a um passo da classificação na Copa do Mundo 2026 A seleção dos Estados Unidos conquistou sua segunda vitória consecutiva na Copa do Mundo de 2026, ao superar a Austrália pelo placar de 2 a 0, em partida realizada nesta sexta-feira (19) em Seattle. Com o resultado, os americanos lideram o Grupo D com seis pontos, e um empate em seu próximo jogo, ou até mesmo uma derrota dependendo de outros resultados, pode garantir a classificação para a fase de oitavas de final. Apesar do revés, a Austrália mantém chances de avançar no torneio, somando três pontos até o momento. Acompanhe os detalhes da partida e como isso impacta a tabela do Grupo D. Gol contra e jogada ensaiada definem o placar para os EUA Os Estados Unidos abriram o placar logo aos 11 minutos de jogo com um gol contra. Após um cruzamento rasteiro de Balogun pela esquerda, o defensor australiano Burgess tentou interceptar a bola, mas acabou desviando para o próprio gol. A equipe da casa ampliou a vantagem aos 43 minutos do primeiro tempo, com um gol do zagueiro Freeman. Após uma cobrança de falta ensaiada, Dest chutou da entrada da área, a bola desviou na zaga e Freeman subiu mais alto que o goleiro Beach para marcar de cabeça. O lance foi inicialmente invalidado por impedimento, mas o VAR confirmou o gol. Austrália tenta reação, mas esbarra na defesa americana No segundo tempo, o técnico da Austrália, Tony Popovic, promoveu alterações para buscar a reação, com a equipe ocupando mais o campo de ataque. No entanto, apesar da pressão e de muitos cruzamentos, especialmente com a entrada de Volpato, a seleção australiana não conseguiu criar chances claras de gol. Os Estados Unidos, por sua vez, administraram a vantagem e garantiram os três pontos, ficando em excelente posição para avançar na Copa do Mundo de 2026. A equipe americana busca manter o bom momento. Próximos desafios definem a classificação no Grupo D Na última rodada do Grupo D, os Estados Unidos enfrentarão a Turquia em Los Angeles na quinta-feira (25). Já a Austrália duelará contra o Paraguai em Santa Clara, em busca de uma vitória que possa selar sua classificação. Ainda sem pontuar, Turquia e Paraguai se enfrentam na madrugada deste sábado (20). Um empate neste confronto, aliado à vitória americana, selaria a classificação dos Estados Unidos para a próxima fase da competição.

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Ferrugem e Péricles lançam “Parque de Diversões” no primeiro volume de “As Vozes” ao vivo: samba e novidades em São Paulo

Ferrugem e Péricles agitam o público com “As Vozes – Ao Vivo em São Paulo – Vol. 1”, reunindo hits e inéditas em celebração ao pagode. A parceria musical de Ferrugem e Péricles ganha um novo capítulo com o lançamento do primeiro volume do álbum audiovisual “As Vozes – Ao Vivo em São Paulo”. O projeto, que estreou na noite de ontem, 18 de junho, apresenta 19 faixas capturadas durante as gravações realizadas nos dias 25 e 26 de abril na capital paulista, marcando a primeira turnê conjunta dos renomados artistas do pagode. Entre as canções que compõem este primeiro volume, destacam-se três músicas inéditas que prometem conquistar os fãs. “Parque de Diversões”, um samba com uma batida envolvente, é uma das grandes apostas, assinada por Cleitinho Persona e Elizeu Henrique. Essa faixa, assim como as outras novidades, adiciona um tempero especial ao repertório já conhecido. Além das novidades, o álbum “As Vozes – Ao Vivo em São Paulo – Vol. 1” mergulha em sucessos da discografia de Ferrugem e Péricles, oferecendo uma experiência completa para os admiradores do gênero. O projeto também surpreende ao incluir releituras de clássicos que marcaram época, mostrando a versatilidade e o alcance da música brasileira. Conforme informação divulgada, a produção musical ficou a cargo de Izaias Marcelo e Lincoln de Lima. Três inéditas para embalar o samba: “Parque de Diversões”, “Falta de Amor” e “Um Segundo a Mais” O samba “Parque de Diversões”, composto por Cleitinho Persona e Elizeu Henrique, é uma das joias deste novo lançamento. A música, que já está disponível para os fãs, representa um dos pilares do álbum, trazendo a essência do pagode com uma roupagem moderna. A dupla de compositores também assina “Um Segundo a Mais”, outra inédita que integra o volume 1. Completando o trio de novidades, “Falta de Amor”, com composição de Bombozinho, Marcio FS e Milthinho, adiciona uma carga emocional ao repertório. Essas três canções foram especialmente preparadas para a turnê “As Vozes” e agora podem ser apreciadas em “As Vozes – Ao Vivo em São Paulo – Vol. 1”, mostrando a força criativa dos artistas. Releituras que emocionam: Sucessos de Almir Guineto e Revelação no setlist A turnê “As Vozes” não se limitou aos sucessos de Ferrugem e Péricles. O álbum ao vivo também reverencia grandes nomes do samba e pagode. A música “Mel na Boca”, originalmente de David Corrêa e lançada em 1986, ganha nova interpretação, assim como “Tá Escrito”, um hino do Grupo Revelação, composto por Xande de Pilares, Carlinhos Madureira e Gilson Bernini, de 2009. Essas escolhas demonstram o respeito e a admiração dos artistas pelas raízes do gênero. A inclusão de sambas lançados pelo saudoso Almir Guineto, ícone da música brasileira, e do Grupo Revelação no repertório de “As Vozes” reforça a conexão de Ferrugem e Péricles com a história do pagode. As performances ao vivo dessas canções, capturadas em “As Vozes – Ao Vivo em São Paulo – Vol. 1”, prometem emocionar e trazer à tona memórias afetivas para o

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Gilberto Gil eterniza a turnê “Tempo Rei” em álbum audiovisual de 4 volumes, começando com “Palco” em 26 de junho

Gilberto Gil lança “Tempo Rei – Ao Vivo (Vol. 1)” em seu aniversário de 84 anos, perpetuando turnê histórica em formato audiovisual. A aclamada turnê “Tempo Rei”, que percorreu o Brasil entre março de 2025 e março de 2026, marcando o que foi anunciada como a última grande excursão de Gilberto Gil, ganhará um registro permanente. O show será eternizado em um álbum ao vivo audiovisual dividido em quatro volumes, capturando a energia e a magia das apresentações. O primeiro volume deste projeto ambicioso chega ao mercado fonográfico na próxima sexta-feira, 26 de junho, data que coincide com o 84º aniversário do renomado cantor, compositor e violonista baiano. Este lançamento promete ser um presente para os fãs e um marco na discografia do artista. Editado pela Gege Produções, o “Tempo Rei – Ao Vivo (Vol. 1)” apresentará oito músicas selecionadas do roteiro, majoritariamente autoral, do show. Cada faixa virá acompanhada de seus respectivos registros audiovisuais, com direção de Rafael Dragaud e edição de Joana Swan. A divulgação inicial focará em “Palco”, canção escolhida para abrir o espetáculo e as ações promocionais do álbum, conforme informações divulgadas pela Gege Produções. O Volume 1 e suas faixas de destaque O primeiro volume do álbum “Tempo Rei – Ao Vivo” traz uma seleção cuidadosa de oito músicas, gravadas em diferentes cidades brasileiras durante a turnê. A lista inclui sucessos como “Palco”, gravada em São Paulo, e “Banda Um”, capturada em Fortaleza. A faixa-título, “Tempo Rei”, com uma citação vocal de “Aqui e agora”, foi registrada em Belo Horizonte, onde também foram gravadas “Eu só quero um xodó”, “Eu vim da Bahia” (com uma citação de “Meu divino São José”) e “Cálice” (em parceria com Chico Buarque, com citação instrumental de “Bat Macumba”). Completam o volume “Procissão”, gravada no Rio de Janeiro, e “Domingo no parque”, capturada em Belém. Expansão do projeto e formato físico A expectativa é que o quarto e último volume do álbum “Tempo Rei – Ao Vivo” seja lançado em novembro. Na mesma época, está prevista a chegada ao mercado de uma caixa especial contendo as edições em LP dos quatro discos, oferecendo aos colecionadores uma oportunidade única de possuir este registro completo. Legado musical em “Tempo Rei” A turnê “Tempo Rei” foi concebida como uma retrospectiva da carreira de Gilberto Gil, apresentando um repertório que abrange diversas fases de sua rica trajetória musical. A adaptação para um álbum audiovisual em quatro volumes garante que a experiência completa do show possa ser revisitada e apreciada por novas gerações, consolidando ainda mais o legado do artista. Detalhes da produção audiovisual A direção audiovisual do projeto “Tempo Rei” ficou a cargo de Rafael Dragaud, conhecido por seu trabalho sensível e inovador. A edição, realizada por Joana Swan, assegura uma montagem fluida e envolvente, que complementa a força das performances musicais. A Gege Produções, responsável pela edição, demonstra o cuidado e o profissionalismo na concepção deste importante lançamento.

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SUS Amplia Teleatendimento para Jogadores Compulsivos: R$ 70 Milhões para Combater Vício em Apostas Online

SUS intensifica combate à ludopatia com teleatendimento e pesquisa nacional financiada por apostas A crescente onda de dependência em jogos de apostas no Brasil motivou o Ministério da Saúde a expandir significativamente seus serviços de teleatendimento. A iniciativa, que já conta com milhares de usuários, visa oferecer suporte gratuito e acessível por telefone e videochamadas para pessoas com problemas relacionados à compulsão por apostas. Com um investimento previsto de R$ 70 milhões até o final do ano, a estratégia se integra a um plano mais amplo de prevenção e qualificação profissional. A Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS) será responsável pela contratação de empresas especializadas para ampliar o alcance da assistência. O serviço, inaugurado em março deste ano em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, já registrou 6.912 usuários cadastrados em apenas três meses. Esses dados reforçam a urgência e a necessidade de expandir o acesso a tratamentos eficazes contra o vício em jogos de apostas, conforme apurado pela Agência Brasil. Investimento robusto e pesquisa inédita para entender o impacto dos jogos O plano de ação do Ministério da Saúde não se limita ao teleatendimento. Um montante de R$ 6 milhões será destinado à realização de uma **pesquisa nacional inédita**. O objetivo é aprofundar o entendimento sobre como os jogos e apostas afetam a saúde dos brasileiros, identificando os grupos mais vulneráveis e os principais riscos associados a essa prática. As informações coletadas serão cruciais para o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas mais assertivas e eficazes no Sistema Único de Saúde (SUS). A meta é oferecer um atendimento mais direcionado e preventivo, combatendo a disseminação da dependência em jogos de apostas. Recursos das apostas impulsionam ações de saúde mental Uma parte significativa dos recursos para essas iniciativas provém das **destinações sociais das apostas** (bets). Em 2025, o Ministério da Saúde recebeu R$ 45,7 milhões, correspondentes a 1% da arrecadação de tributos pagos pelas empresas de apostas e apostadores. Este valor, conforme a Lei nº 14.790 de 2023, deve ser integralmente aplicado em medidas de prevenção, controle e mitigação dos danos sociais decorrentes da prática de jogos. Embora o ministério não consiga mensurar o custo exato dos atendimentos específicos para jogadores compulsivos, pois estes são integrados a outros serviços da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), a destinação social representa uma fonte de financiamento relevante, complementada pelo orçamento próprio da pasta. Como acessar o teleatendimento do SUS para dependência de jogos Para acessar o serviço de teleatendimento em saúde mental do SUS, o interessado deve realizar o cadastro pelo aplicativo **Meu SUS Digital**. O aplicativo, disponível gratuitamente para Android e iOS, ou em sua versão web, permite a criação de conta Gov.br ou o uso de uma já existente. Dentro da plataforma, usuários encontram conteúdos informativos sobre sinais de alerta, prevenção e os impactos dos jogos na saúde mental. Um **autoteste validado por especialistas** está disponível, e resultados indicativos de risco moderado ou elevado encaminham automaticamente para o teleatendimento. Em casos de menor risco, o

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