
Oswaldo Montenegro, aos 70 anos, lança ‘Serenata’: um mergulho íntimo em voz e piano com Chico Buarque e Dolores Duran
Oswaldo Montenegro celebra 70 anos com ‘Serenata’, um álbum intimista em voz e piano, reverenciando Chico Buarque e Dolores Duran Aos 70 anos, Oswaldo Montenegro demonstra vitalidade ímpar na carreira musical, mantendo a impressionante média de um álbum lançado por ano. O artista transita com maestria entre releituras de sua própria obra e a apresentação de canções inéditas, solidificando sua presença contínua nos palcos e estúdios. Seu mais recente trabalho, intitulado “Serenata”, foi lançado em 23 de outubro e se destaca pela proposta sonora de voz e piano. Neste disco, Montenegro revisita seu vasto cancioneiro autoral, mas também se aventura por repertórios de outros gigantes da música brasileira. O álbum “Serenata” presta uma emocionante homenagem a Chico Buarque, com a regravação de “Valsinha” (1971), uma parceria icônica com Vinicius de Moraes. Além disso, o disco traz uma interpretação tocante de “A noite do meu bem” (1959), obra-prima da saudosa Dolores Duran. O cantor se acompanha ao piano, criando um clima de profunda intimidade para o ouvinte, conforme informação divulgada pelo artista. Repertório autoral em destaque com releituras marcantes O álbum “Serenata” é predominantemente composto por canções extraídas da extensa discografia de Oswaldo Montenegro. Entre os destaques, figuram sucessos como “Lua e flor” (1984) e “Agonia” (1980), esta última em parceria com Mongol. A escolha por um formato voz e piano realça a beleza e a poesia de suas composições. Singles e parcerias recentes aquecem o lançamento O lançamento de “Serenata” foi precedido pelo single “Como se estivesse fora”, disponibilizado em 16 de outubro. A faixa, uma parceria de Montenegro com Mongol (1957 – 2021), foi originalmente apresentada em 1980 e ganha nova roupagem no álbum. A obra mostra a capacidade do artista em se reinventar. Um leque de sucessos e novas descobertas em 15 faixas Além das já citadas, outras canções marcantes integram as 15 faixas de “Serenata”. Estão presentes “A voz da tela” (Oswaldo Montenegro e Márcio Guimarães, 1995), “Estrela de neon” (Mongol, 1992) e “Rasura” (1999). A recente parceria com Raimundo Fagner, “Luzes acesas” (2023), também figura no repertório, demonstrando a vitalidade criativa de Montenegro. ‘Serenata’ consolida a maturidade artística de Oswaldo Montenegro Aos 70 anos, Oswaldo Montenegro prova que a música não tem idade. “Serenata” é um convite para redescobrir a força de suas melodias e a profundidade de suas letras, em um espetáculo musical que prioriza a emoção e a conexão com o público, em um estilo voz e piano que ressalta sua arte.








