
Ana Maria Braga se surpreende com preço de Uber em Nova York e opta por metrô: “Dinheiro não nasce em árvore”
Ana Maria Braga encara o metrô de Nova York e reflete sobre custos de transporte: “A gente achou um pouco demais” Ana Maria Braga, a querida apresentadora brasileira, está em Nova York para gravar conteúdos especiais para o programa “Mais Você” sobre a Copa do Mundo. Longe do glamour televisivo, ela tem compartilhado com seus seguidores experiências reais de turistas na cidade, incluindo um desafio inesperado: utilizar o famoso metrô nova-iorquino. A apresentadora, de 77 anos, relatou em suas redes sociais que uma corrida de aplicativo para ir até a Ponte do Brooklyn custaria entre US$ 160 e US$ 170, o que equivaleria a cerca de R$ 870 a R$ 920 na cotação atual. Diante do valor, Ana Maria comentou em um vídeo: “A gente achou um pouco demais”. A declaração gerou comentários de seguidores surpresos com a percepção de custo, ao que a apresentadora respondeu de forma direta e bem-humorada: “Dinheiro não nasce em árvore”. A experiência, embora inesperada, rendeu um aprendizado sobre a dinâmica de transporte na metrópole americana, conforme apurado pela nossa reportagem. A jornada inesperada no metrô nova-iorquino A aventura no metrô começou quando Ana Maria decidiu visitar a icônica Ponte do Brooklyn. Confrontada com o alto preço dos aplicativos de transporte, ela optou pela alternativa mais econômica: o metrô, cujas passagens custam apenas US$ 2,90. No entanto, a viagem não foi tão simples quanto o esperado. A apresentadora compartilhou em seu Instagram um vídeo mostrando as dificuldades de orientação no sistema de metrô de Nova York. “Acho que a gente está indo para a direção errada”, disse ela durante o trajeto, percebendo que estava no sentido oposto ao desejado. A complexidade do mapa, com linhas identificadas por números, letras e cores, além das indicações de “uptown” e “downtown”, que se referem ao sentido norte e sul de Manhattan, respectivamente, foram pontos de confusão. “Apanhando” para aprender: o humor de Ana Maria diante dos perrengues A situação cômica foi comparada por ela a entrar na plataforma errada em São Paulo, mas com a complexidade adicional do sistema americano. “Quer aprender? É assim, apanhando”, brincou Ana Maria, demonstrando bom humor diante do imprevisto. A apresentadora precisou descer na estação seguinte, pedir informações e seguir andando para chegar ao seu destino. Ela ressaltou a importância da comunicação não verbal e da ajuda mútua. “Aqui a gente se comunica muito pelo sorriso. Basta entender mais ou menos a língua deles, pedir ajuda quando precisa e seguir o fluxo que uma hora a gente chega no lugar certo”, comentou Ana Maria sobre a receptividade dos moradores locais. A linha verde como sinal de esperança e o aprendizado final Após alguns desencontros, Ana Maria comemorou ao encontrar a linha verde do metrô, que a levaria à atração desejada. A viagem, que demorou mais do que o planejado e exigiu algumas voltas extras, acabou se tornando uma boa história para compartilhar. Ao final do percurso, a apresentadora demonstrou satisfação com a experiência. “Adorei andar de metrô!”, celebrou, mostrando que, apesar dos perrengues








