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Off Campus: Descubra os cenários reais em Vancouver que inspiraram a série de sucesso da Amazon Prime Video

Os Cenários Reais de ‘Off Campus’ em Vancouver Que Você Precisa Conhecer A série ‘Off Campus’, baseada nos livros de Elle Kennedy, tem conquistado corações com sua trama envolvente e personagens cativantes. Para os fãs que se apaixonaram pela história de Hannah Wells e Garrett Graham, a boa notícia é que muitos dos cenários da produção existem de verdade na bela cidade de Vancouver, no Canadá. Embora a história se passe em Boston, a produção escolheu a metrópole canadense para dar vida à Universidade Briar e outros locais importantes. Descubra agora os pontos turísticos que serviram de pano de fundo para essa história de amor e hóquei. Conforme informações divulgadas, a série ‘Off Campus’ traz cenários reais que aumentam a imersão do público na história. A Universidade de British Columbia, o Hotel The DOUGLAS e o pub The Heatley são apenas alguns dos locais que você pode visitar. Universidade de British Columbia: O Coração da Vida Universitária A fictícia Universidade Briar, onde a maior parte da trama se desenrola, foi ambientada na **Universidade de British Columbia (UBC)**. Localizada no oeste de Vancouver, a UBC é um dos maiores e mais renomados centros de ensino e pesquisa do Canadá, com um campus extenso e belíssimos jardins. Os fãs podem reconhecer o **Centro Esportivo Doug Mitchell Thunderbird**, palco das emocionantes partidas de hóquei da série. Além disso, o **Centro de Ensino Irving K. Barber** foi o local onde Garrett Graham, interpretado por Belmont Cameli, pediu ajuda a Hannah Wells, vivida por Ella Bright, para melhorar suas notas em uma disciplina. O campus da UBC é aberto ao público, permitindo que visitantes façam piqueniques, assistam a jogos de hóquei por cerca de CAD$ 17, ou simplesmente apreciem a vista deslumbrante da paisagem costeira. Visitas guiadas também estão disponíveis, mediante agendamento prévio. The DOUGLAS, Autograph Collection: Luxo e Romance em Nova York O impressionante apartamento de Dean em Nova York, cenário de momentos românticos com Allie, é na verdade o sofisticado **Hotel The DOUGLAS, Autograph Collection**, situado no centro de Vancouver. As suítes Den, com seu design moderno e vista para o BC Place Stadium, oferecem uma experiência de hospedagem de luxo, com diárias a partir de CAD$ 608. The Heatley: O Ponto de Encontro Universitário O barzinho universitário frequentado pelos personagens, o Malone’s, na série, corresponde à realidade do **The Heatley**. Este pub aconchegante, localizado no bairro de Strathcona, é conhecido por sua atmosfera jovem e descontraída, música ao vivo com bandas independentes e uma ampla seleção de cervejas. A programação do local é frequentemente divulgada em suas redes sociais. A Fraternidade Sigma Phi Delta: Um Vislumbre da Vida Social A república de Garrett e seus colegas de time de hóquei, um casarão imponente, é inspirada na fraternidade internacional **Sigma Phi Delta**, que abriga estudantes de engenharia. Para quem busca informações sobre festas e eventos, acompanhar o perfil do grupo nas redes sociais é o caminho ideal.

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Anabolizantes e Hipertrofia Cardíaca: Jovem Influenciador Morto aos 22 Anos Acende Alerta; Saiba Como Proteger Seu Coração

Morte de Influenciador Fitness Liga Sinal de Alerta Sobre Riscos Cardíacos do Uso de Anabolizantes A trágica morte do influenciador e fisiculturista Gabriel Ganley, de apenas 22 anos, vítima de cardiomiopatia hipertrófica, reacendeu o debate sobre os perigos do uso de anabolizantes na saúde do coração. Ganley, que compartilhava sua rotina de treinos com mais de 1,7 milhão de seguidores e já havia revelado o uso dessas substâncias, foi encontrado sem vida em seu apartamento em São Paulo. Essa fatalidade evidencia a necessidade de um alerta geral sobre os riscos associados ao uso indiscriminado de esteroides anabolizantes, especialmente entre jovens e atletas que buscam performance e estética a qualquer custo. A cardiomiopatia hipertrófica, causa apontada em seu atestado de óbito, é uma condição grave que pode ter suas bases genéticas agravadas pelo uso dessas drogas. Especialistas alertam que o coração, sendo um músculo, também pode sofrer hipertrofia quando exposto a doses elevadas de anabolizantes, crescendo de forma desproporcional e colocando a vida em risco. Conforme informações divulgadas, a morte do influenciador Gabriel Ganley lança luz sobre essa perigosa associação. O Que São Anabolizantes e Seus Riscos Para o Coração Os esteroides anabolizantes (EA) são substâncias sintéticas derivadas da testosterona, o principal hormônio masculino. Embora tenham uso médico legítimo para tratar deficiências hormonais, como o hipogonadismo, seu emprego sem supervisão profissional para fins estéticos ou de performance esportiva é proibido e extremamente prejudicial à saúde. O uso regular e em doses elevadas de anabolizantes pode levar à hipertrofia do coração. O cardiologista Herbert Lima Mendes, professor do Idomed, explica que essa condição faz com que o músculo cardíaco cresça acima do normal, da mesma forma que ocorre com outros músculos do corpo. Esse crescimento descontrolado pode comprometer seriamente a função cardíaca. A cardiomiopatia hipertrófica resulta no espessamento anormal do músculo cardíaco, tornando-o mais rígido. Essa rigidez dificulta o bombeamento de sangue para o corpo e o relaxamento adequado do coração, sendo uma das principais causas de morte súbita em jovens e atletas. A longo prazo, essa condição pode evoluir para uma insuficiência cardíaca grave. A “Síndrome de Super Homem” e o Aumento do Risco Entre atletas que utilizam anabolizantes, é comum a ocorrência do que se chama de “Síndrome de Super Homem”. Essa síndrome se manifesta na crença de que os riscos associados ao uso de anabolizantes não se aplicam a si mesmos, levando a uma falsa sensação de invencibilidade. “Os atletas dizem que isso acontece com os outros, não vai acontecer comigo. Eu não vou ter nada”, afirma Mendes. O médico alerta que a ânsia por resultados rápidos leva muitos a aumentarem a dose e a quantidade de substâncias utilizadas, elevando exponencialmente o risco de complicações graves, incluindo a morte. Infelizmente, muitas pessoas iniciam o uso de anabolizantes sem realizar uma avaliação cardiológica prévia, descobrindo problemas de saúde apenas quando a doença já está em estágio avançado e de difícil tratamento. Predisposição Genética e o Papel dos Anabolizantes A cardiomiopatia hipertrófica é uma doença com fundo genético, afetando aproximadamente um

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Bemobi: Da “Fresta” de IPO à Valorização de 90% em 2025, Empresa Revoluciona Pagamentos no Brasil

A reviravolta da Bemobi: de clube de apps à gigante de pagamentos com alta de 90% nas ações. A história da Bemobi (BMOB3) na Bolsa de Valores é um exemplo notável de adaptação e crescimento. A empresa, que iniciou suas atividades na chamada “fresta” da janela de IPOs em 2021, com foco em um clube de aplicativos e pagamentos via saldo de celular pré-pago, mudou radicalmente sua rota. Hoje, impressionantes 70% de sua receita provêm de um negócio completamente novo, enquanto suas ações celebram uma valorização de 90% em 2025, recuperando o valor de mercado do seu IPO. O surgimento da Bemobi foi impulsionado pela crescente popularidade dos smartphones no Brasil. Na época, o acesso a aplicativos era limitado por cartões de crédito internacionais, e a empresa identificou uma oportunidade em oferecer um meio de pagamento alternativo, utilizando o saldo do pré-pago de telefonia móvel. Essa inovação permitiu a expansão para 60 países, com serviços de assinatura de jogos e aplicativos integrados a essa solução de pagamento. No entanto, a Bemobi antecipou uma transformação significativa no mercado de pagamentos brasileiro. A proliferação de fintechs, impulsionada pela abertura de mercado do Banco Central e o advento do Pix, prometia tornar as transações mais ágeis. A pandemia de 2020 a 2022 acelerou ainda mais essa digitalização, com o número de transações digitais per capita saltando de 242 para 453, conforme dados do Banco Central. Foi nesse cenário de mudanças que a Bemobi buscou sua nova estratégia, conforme informações divulgadas pela própria empresa. O novo foco: pagamentos e software para serviços essenciais A empresa percebeu que, apesar da digitalização geral, setores cruciais da economia ainda dependiam fortemente de métodos de pagamento tradicionais, como o boleto bancário. Estes incluem serviços recorrentes essenciais, como contas de celular, internet, energia, água, educação e saúde. A Bemobi, então, reorientou sua estratégia. A nova abordagem combina softwares de relacionamento com plataformas de pagamento integradas. A Bemobi desenvolve aplicativos, portais e canais de WhatsApp com inteligência artificial para empresas. A essas soluções, a empresa adiciona diversas opções de pagamento, como Pix parcelado, cartões, carteiras digitais e métodos recorrentes, facilitando a vida dos consumidores e das empresas. No primeiro trimestre de 2026, as linhas de pagamentos e software da Bemobi já representavam 69,5% da receita líquida ajustada, totalizando aproximadamente R$ 153 milhões. A companhia ostenta contratos com 12 das 15 maiores empresas de serviços do Brasil, evidenciando sua força no mercado. Recuperação expressiva na Bolsa e confiança do mercado A listagem da Bemobi na B3 em 2021 ocorreu em um período de alta no mercado de IPOs, impulsionado por juros baixos. Contudo, o cenário econômico posterior, com a elevação dos juros, impactou negativamente as empresas recém-listadas. As ações da Bemobi chegaram a cair 40% entre 2021 e 2025. Fatores externos também influenciaram o desempenho, como o contexto geopolítico, que afetou mercados importantes como Rússia e Ucrânia, e a decretação de falência da Oi, um dos principais clientes da empresa. Apesar desses desafios, a Bemobi demonstrou resiliência. Desde o início de

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ZoomHolding: De Quase Falência a Gigante de R$ 750 Milhões com Foco em IA e Infraestrutura

ZoomHolding: A Virada de Jogo de uma Gigante da Tecnologia que Quase Fechou as Portas A trajetória da ZoomHolding é um exemplo notável de resiliência e reinvenção no mundo corporativo. Em 2016, a empresa enfrentava um cenário de risco extremo, com faturamento em queda livre e dívidas crescentes, forçando uma drástica redução de sua equipe. Contudo, foi nesse momento de adversidade que a companhia encontrou o caminho para uma transformação radical. Nilton Junior, CEO e fundador da ZoomHolding, relembra em entrevista ao Do Zero ao Topo os dias sombrios. “Foi realmente um momento de risco muito elevado”, afirma. A dívida era alta e o faturamento caiu pela metade em 2016, obrigando a empresa a operar com apenas 30% de sua equipe para sobreviver. Hoje, a ZoomHolding é um grupo consolidado nacionalmente em infraestrutura, servidores, data centers, software e inteligência artificial, com um faturamento de R$ 750 milhões em 2024. A história de superação e crescimento exponencial, que chegou a 1.600% em cinco anos, é um testemunho da capacidade de adaptação e visão estratégica. O Ponto de Virada: Diversificação e o Mercado Privado Até 2015, a ZoomHolding tinha uma forte dependência do setor público, o que a tornou vulnerável às instabilidades econômicas e políticas do país. O impeachment da presidente Dilma Rousseff e a consequente desaceleração dos gastos governamentais impactaram diretamente o negócio. “A gente estava muito concentrado em governo”, admite Nilton Junior. “Veio o impeachment, o governo deu uma congelada realmente nos gastos e aí a gente teve uma segunda grande crise.” Essa crise forçou a empresa a desmantelar seu modelo antigo e reconstruir a organização. A estratégia de saída foi clara: diversificar a atuação e reduzir a dependência de um único setor. A empresa começou a investir mais fortemente no mercado privado e a atuar com fabricação própria para expandir seu portfólio. Essa mudança exigiu decisões difíceis, mas trouxe maturidade empresarial e a possibilidade de crescimento sustentável. Crescimento Exponencial Pós-Crise O resultado da reestruturação foi notável. Nos cinco anos seguintes à crise de 2016, a ZoomHolding experimentou um crescimento impressionante de 1.600%. “A gente conseguiu criar um ambiente de eficiência máximo. As pessoas que ficaram compraram a briga junto com a empresa”, relata o CEO. A diversificação das operações foi a chave para essa expansão. A empresa deixou de focar apenas em projetos de infraestrutura e passou a atuar em áreas como fabricação de computadores e servidores, distribuição e desenvolvimento de software. Essa nova configuração permitiu à ZoomHolding alcançar novos patamares de negócio. O Futuro com Inteligência Artificial e Novos Desafios Em 2020, a ZoomHolding deu um passo estratégico importante ao iniciar a produção própria de servidores, uma linha de negócio que se tornou um dos principais motores de crescimento do grupo. “A parte de servidores possibilitou a gente trabalhar projetos grandes de infraestrutura de data center, trazendo a empresa para outro patamar”, revela Nilton Junior. Olhando para o futuro, a empresa aposta no avanço da inteligência artificial (IA) como principal motor de sua próxima fase de expansão. “A

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Larissa Luz explode com ‘Desmonte’: rock e fúria do tambor se unem em álbum de alta voltagem ideológica

Larissa Luz lança ‘Desmonte’, álbum que une rock e a força dos tambores com discurso ideológico Sete anos após “Trovão” e dois após o EP “Fio pavio”, Larissa Luz retorna com “Desmonte”, seu quarto álbum solo. A cantora soteropolitana mantém a alta voltagem em sua discografia, apresentando um trabalho que amplifica seu discurso com a energia do rock, turbinando a “fúria do tambor”. A capa do álbum, com a artista empunhando um megafone, já anuncia o tom de amplificação do discurso. “Desmonte” foi programado para ser lançado em 29 de maio, prometendo uma fusão sonora impactante e ideológica. Conforme divulgado, “Desmonte” é um álbum de alta voltagem que mistura a percussão característica da Bahia com a força do rock. A produção e arranjos de Danilo Panda e Ícaro Motta, com colaboração de Larissa Luz, dão peso a faixas como “Acorda”, “Intensa” e a que dá nome ao disco, “Fúria do tambor”, onde um levada sutil de samba é engolida pelo peso do rock. Rock com sotaque afro-baiano e discurso altivo A faixa de abertura, “D.e.s.m.o.n.t.e”, flerta com o rock hardcore, servindo como veículo para a exposição do discurso altivo de Larissa Luz. Em “Careta”, a artista utiliza versos da cantiga popular “Boi da cara preta” para confrontar o machismo, em um claro manifesto contra o temor diante do poder feminino. O álbum “Desmonte” é descrito como um disco cheio de som e fúria. Em “Sem sal”, Larissa questiona a estrutura empresarial do Carnaval de Salvador. Já em “Viola”, com a percussão de Lippe Batera, a cantora avisa que não oferecerá o lamento esperado pela sociedade racista, mas sim um canto de resistência e afirmação. Raízes negras do rock e a celebração da identidade Larissa Luz explica que, assim como os ritmos baianos, o rock também nasceu de uma matriz negra, mas foi embranquecido ao longo do tempo. “O álbum ‘Desmonte’ faz um movimento para trazer isso de volta, para aproximar a transgressão do rock às pulsações do corpo dos gêneros afro-baianos”, conceitua a artista, revelada nacionalmente como vocalista da banda Ara Ketu. Apesar da forte influência do rock, ritmos baianos como o pagodão aparecem em faixas como “Tô me achando”. “Desmonte” pode ser caracterizado como um disco de rock, tocado com dose precisa de eletricidade e eletrônica, mantendo a sintonia com a Bahia, terra natal do ijexá e do samba-reggae. Participações especiais reforçam o manifesto O álbum conta com dois feats de peso nas faixas finais. “Antiparasita” ganha ainda mais potência com a participação da rapper Aurea Semiseria, MC de Salvador. Já “Retomada” traz Zé Atunbá, ex-integrante do grupo Afrocidade, reforçando o manifesto pelo poder negro e a força do canto destemido de Larissa Luz.

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Medley vê venda de remédios em supermercados como chance de “democratizar acesso” e impulsionar mercado

Medley enxerga em supermercados uma porta para “democratizar o acesso a medicamentos” no Brasil A Medley, uma das líderes no mercado farmacêutico brasileiro, está acompanhando com otimismo a possibilidade de venda de medicamentos em supermercados. A empresa vê essa expansão como uma oportunidade significativa para tornar o acesso a remédios mais amplo para a população. Segundo Lucia Rossato, diretora-geral da Medley, a entrada de novos canais de venda não diminui a importância das farmácias tradicionais. Ela ressalta que essa ampliação deve ocorrer dentro de regras claras e bem definidas, sem que um modelo se sobreponha ao outro. A executiva fez um paralelo com o desenvolvimento do e-commerce farmacêutico, que se fortaleceu consideravelmente após a pandemia. Atualmente, as vendas online já representam uma fatia expressiva do faturamento de muitas redes de farmácia, chegando a mais de 20%, mesmo em um setor com regulamentação rigorosa. A Medley acredita que a venda de medicamentos em supermercados pode seguir um caminho semelhante. Portfólio da Medley e a importância da prescrição médica É importante notar que cerca de 80% do portfólio da Medley é composto por medicamentos que exigem prescrição médica. Estes produtos, por sua natureza, não podem ser divulgados diretamente aos consumidores e, portanto, continuarão sendo vendidos exclusivamente nas farmácias, atrás do balcão. A Medley, como parte da indústria farmacêutica, está atenta às discussões sobre a regulamentação da venda de medicamentos em novos estabelecimentos. A empresa se prepara para qualquer desfecho, mas reforça que os limites de atuação são claros. “Medicamento é medicamento e precisa ser usado de acordo com a bula”, enfatiza Rossato, destacando a responsabilidade e o uso correto dos fármacos. Expansão de canais e o futuro do varejo farmacêutico A visão da Medley sobre a venda de medicamentos em supermercados reflete uma tendência de **adaptação e inovação no varejo farmacêutico**. A empresa demonstra confiança na capacidade de coexistência entre diferentes modelos de venda, desde que haja um arcabouço regulatório robusto que garanta a segurança do consumidor e a eficácia dos tratamentos. A diretora-geral da Medley, Lucia Rossato, em conversa exclusiva ao InfoMoney Entrevista, expressou que a companhia vê a ampliação para supermercados como um passo natural para a **democratização do acesso a medicamentos**. Essa perspectiva sugere um futuro onde o consumidor terá mais opções e conveniência para adquirir seus remédios, sem comprometer a segurança e a orientação profissional.

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Cena 2K: Seis meses após cancelamento, maior festival de rap do Brasil ignora artistas e fãs com calotes e falta de reembolsos

Cena 2K: Seis meses após cancelamento, maior festival de rap do Brasil ignora artistas e fãs com calotes e falta de reembolsos A Neo Química Arena, em São Paulo, foi palco da 4ª edição do Cena 2K em novembro de 2025, o que deveria ser o ápice do rap nacional. No entanto, o que se viu foram atrasos, conflitos nos bastidores e o cancelamento do último dia de shows. Seis meses depois, o festival, outrora aclamado, continua a dever cachês a artistas, pagamentos a fornecedores e a ignorar os pedidos de reembolso do público. Envolvidos na produção e artistas que se apresentaram relataram ao g1 a falta de recebimento dos valores combinados. Dezenas de pessoas de diversos estados brasileiros já recorreram à Justiça na tentativa de reaver o dinheiro investido nos ingressos e na participação no evento. A Bilheteria Digital, empresa responsável pela venda dos ingressos, declarou que atuou apenas como intermediária, repassando integralmente os valores arrecadados para a organização do festival. Segundo a empresa, o contrato de prestação de serviços foi rescindido em comum acordo semanas antes do cancelamento definitivo. Conforme informações divulgadas pelo g1, os representantes do Cena Festival não retornaram os contatos da reportagem para esclarecimentos até o fechamento desta matéria. A história de um festival promissor marcada por problemas financeiros O Cena 2K teve sua primeira edição em 2019, com a participação de nomes como Quavo, do trio Migos, além de estrelas do rap nacional como Djonga e Filipe Ret. Em 2022, o evento se consolidou ainda mais, trazendo atrações internacionais como Playboi Carti e nomes fortes do cenário brasileiro como Racionais MC’s e Karol Conká. O festival era visto como um dos principais eventos da cultura hip-hop no país, misturando consistentemente artistas de renome internacional e nacional. No entanto, rumores de dificuldades de fluxo de caixa e desentendimentos com investidores da Four Even, empresa do ramo sertanejo, já circulavam nos bastidores. O g1 apurou que a empresa considerava o retorno financeiro do festival baixo, o que teria gerado resistência à sua realização nos últimos anos. Mudanças de data e a perda de parceiros cruciais Em 2025, os problemas começaram antes mesmo do evento. Inicialmente previsto para os dias 28, 29 e 30 de novembro, o festival foi antecipado para 21, 22 e 23 de novembro devido a conflitos de agenda com jogos de futebol na Neo Química Arena. Essa alteração gerou insatisfação entre o público, com muitos tentando cancelar ingressos sem sucesso. Maria Clara Alencar, que comprou dois ingressos na pré-venda por R$ 403, não pôde comparecer à nova data e solicitou reembolso. Sua advogada, Juciara Abreu, explicou que o Procon informou que a Bilheteria Digital era apenas intermediária, e a responsabilidade pelos reembolsos seria do produtor do evento. Até o momento, não houve retorno do festival, e o caso foi levado à Justiça buscando indenização por danos morais. A situação se agravou com a rescisão da parceria com a Bilheteria Digital na semana anterior ao festival, impactando diretamente o caixa do evento. Além disso,

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Gramado se inspira na Itália e ganha “Janela do Vinho” à moda antiga para venda direta de bebidas

Descubra as charmosas “Janelas do Vinho” em Gramado, uma experiência italiana autêntica na Serra Gaúcha A cidade de Gramado, conhecida por seu charme europeu, acaba de ganhar uma novidade que transporta os visitantes diretamente para a Itália: as “Janelas do Vinho”. Inspiradas nas tradicionais “buchette del vino” florentinas, essas pequenas aberturas em paredes oferecem uma maneira única e prática de adquirir vinhos, proporcionando uma experiência diferenciada aos turistas. O conceito é simples e remonta ao século XVI, quando produtores italianos utilizavam essas aberturas para vender o excedente de suas vinícolas. Em Gramado, o ritual é mantido: o cliente se aproxima da janela, aciona um sino ou aldrava e recebe sua bebida escolhida, tudo isso com um toque de nostalgia e segurança. Essa tradição, que ganhou força novamente durante a pandemia da Covid-19 como alternativa de venda com distanciamento social, agora se consolida como um atrativo turístico na serra gaúcha. Conforme informação divulgada por fontes locais, pelo menos duas “Janelas do Vinho” já estão em operação, encantando moradores e visitantes com seu charme e praticidade. Janela do Vinho: tradição e sabor no centro de Gramado A primeira opção, batizada de Janela do Vinho, está localizada na Borges de Medeiros, 2001, bem no coração de Gramado. O local funciona diariamente, das 12h às 21h, e o processo de compra é intuitivo. O cliente escolhe a bebida desejada no menu disponível ao lado da janela e, ao tocar o sino, é atendido prontamente. O cardápio da Janela do Vinho oferece uma seleção de espumantes, vinhos brancos e tintos, com preços que variam entre R$ 30 e R$ 35, tornando a experiência acessível para diversos públicos. É uma excelente oportunidade para experimentar rótulos locais em um cenário encantador. Janela Jolimont: um toque histórico na Rua Coberta Outra opção que vem conquistando o público é a Janela Jolimont, situada na movimentada Rua Coberta, ao lado do restaurante Cave48. Esta janela opera diariamente, das 11h às 23h, e se diferencia pelo uso de uma aldrava, um elemento metálico clássico, em vez de um sino, para chamar o atendimento. Na Janela Jolimont, os visitantes podem degustar vinhos produzidos pela tradicional Vinícola Jolimont, uma casa com forte história em Gramado. Os valores dos vinhos ficam em torno de R$ 55, oferecendo uma experiência mais exclusiva com rótulos renomados da região. A origem histórica das “buchette del vino” na Itália As “buchette del vino”, ou pequenas janelas de vinho, têm suas raízes em Florença, na Itália, a partir de 1559. Naquela época, o duque da Toscana, Cosimo I de Médici, autorizou os produtores a comercializarem o excedente de suas vinícolas diretamente de suas propriedades nas cidades. Essa prática facilitava a interação entre vendedores e clientes, e se mostrou particularmente útil durante as grandes epidemias europeias, pois permitia a venda de bebidas sem contato direto entre as pessoas. O interesse por essa tradição ressurgiu com força durante a pandemia da Covid-19, impulsionando a reabertura de muitas dessas janelas ao redor do mundo. Um legado que se reinventa em Gramado Hoje,

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Amazon da Coreia do Sul: Coupang vira pivô de crise diplomática entre EUA e Coreia do Sul após vazamento de dados

Coupang, a gigante do e-commerce sul-coreana, está no centro de uma disputa que abala a relação entre Estados Unidos e Coreia do Sul. O que começou como uma investigação de vazamento de dados se transformou em um embate diplomático, com acusações mútuas e o futuro da aliança em xeque. A lua de mel entre Seul e Washington, celebrada com um acordo histórico em novembro, parece ter chegado ao fim abruptamente. A empresa Coupang, frequentemente comparada à Amazon por sua dominância no mercado sul-coreano, tornou-se o inesperado ponto de atrito entre as duas nações aliadas. O caso ganhou proporções internacionais após um massivo vazamento de dados que afetou 33 milhões de clientes na Coreia do Sul. A investigação, iniciada por reguladores sul-coreanos, rapidamente escalou para um teste da relação bilateral, visto que a Coupang, apesar de sua forte identidade local, é juridicamente uma empresa americana. Conforme apurado pelo The New York Times Company, a Coupang alega que o governo de Seul está utilizando a regulação como uma arma contra uma empresa dos EUA, buscando apoio em Washington e argumentando que companhias americanas estão sendo tratadas de forma mais rigorosa do que concorrentes chineses. As autoridades sul-coreanas, por outro lado, afirmam que todas as ações seguem o devido processo legal. Parlamentares americanos pressionam Seul em defesa da Coupang A tensão atingiu um novo patamar com uma carta enviada por 54 parlamentares republicanos ao embaixador sul-coreano em Washington. Na missiva, os congressistas acusam o governo de Seul de um tratamento “direcionado e discriminatório” contra a Coupang e outras empresas de tecnologia americanas, alertando que tal postura ameaça os interesses econômicos e de segurança dos Estados Unidos. A carta, datada do mês passado, expressa preocupação com o potencial vácuo de mercado que seria criado caso empresas americanas fossem expulsas, abrindo espaço para plataformas chinesas como Temu, Alibaba e Shein. “A dominância delas na região teria consequências de segurança inaceitáveis”, alertaram os parlamentares. Durante sua audiência de confirmação no Senado, Michelle Steel, indicada para ser a próxima embaixadora dos EUA em Seul, foi questionada sobre o caso. Ela assegurou que o acordo de novembro entre os presidentes Donald Trump e Lee Jae-myung veda esse tipo de discriminação e prometeu acompanhar o tema “de forma muito clara”. Coreia do Sul rebate acusações e defende soberania regulatória A resposta de Seul não tardou e veio com a mesma intensidade. Woo Won-shik, presidente da Assembleia Nacional sul-coreana, classificou a carta dos congressistas americanos como um “caso evidente de ingerência em assuntos internos e é inaceitável”. Dezenas de parlamentares sul-coreanos endossaram essa visão, enviando uma contra-carta à embaixada dos EUA, na qual afirmam que a pressão de Washington “coloca em dúvida a própria integridade e os fundamentos da aliança” bilateral. Enquanto o embate diplomático se intensifica, as promessas mais ambiciosas do acordo entre os líderes dos dois países parecem patinar. Os “centenas de bilhões de dólares” que a Coreia do Sul se comprometeu a investir em setores americanos ainda não se materializaram, e as negociações sobre o apoio dos

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Xuxa Surpreende Fãs: Nave da Nova Turnê ‘O Último Voo da Nave’ Poderá Flutuar Sobre o Público em Espetáculo “Enlouquecedor”

A nave que marcou gerações está de volta, mais grandiosa e interativa do que nunca, prometendo uma experiência inesquecível para os fãs da Rainha dos Baixinhos. A nova turnê de Xuxa Meneghel, intitulada “O Último Voo da Nave”, promete ser um marco na história dos shows da artista. A apresentadora revelou em entrevista ao Fantástico que a icônica nave espacial, símbolo de sua carreira, ganhará uma versão turbinada, com o dobro do tamanho da original e um formato inovador em 360 graus. Essa estrutura futurista, que está sendo construída em Amsterdã, tem o potencial de se mover sobre a cabeça do público, criando uma sensação de imersão total e, como a própria Xuxa descreveu, algo que “vai ser enlouquecedor”. A ideia é proporcionar uma interação sem precedentes, transportando os espectadores para dentro do universo mágico da Rainha dos Baixinhos. A expectativa é alta para a estreia, que acontecerá em julho com shows em São Paulo, seguida por apresentações em Curitiba e Belo Horizonte, culminando em um grande espetáculo no Maracanã em dezembro. O projeto, que conta com a direção de Kley Tarcitano, ex-baixinho da Xuxa e profissional renomado internacionalmente, também trará surpresas musicais e a participação especial de ex-Paquitas, reacendendo a nostalgia e a emoção dos fãs de todas as idades. Uma Experiência Imersiva e Tecnológica em 360 Graus A recriação da nave espacial em 360 graus não é apenas um avanço tecnológico, mas uma estratégia para aproximar Xuxa de seu público de uma maneira nunca antes vista. A apresentadora expressou o desejo de ver a plateia se emocionando e se reconectando com a infância. “Eu quero me emocionar, quero chorar junto com eles”, afirmou Xuxa, demonstrando a profundidade emocional que pretende evocar com a turnê. O objetivo é que cada fã se sinta parte do espetáculo, vivenciando a magia de perto. Preparação Física e Emocional para a Maratona de Shows Xuxa tem se dedicado intensamente à preparação física para encarar a maratona de apresentações. Há mais de um ano, ela tem intensificado a rotina de exercícios, incluindo pilates diário, para garantir que terá a energia necessária para as coreografias e a performance exigida. “Vou ter que aprender de novo as coreografias, vou ter que dançar”, disse a artista, mostrando seu comprometimento com a excelência em cada detalhe da turnê “O Último Voo da Nave”. Reencontro com Músicas Inéditas e as Paquitas Além da experiência visual proporcionada pela nova nave, a turnê promete emocionar com a apresentação de músicas que nunca foram tocadas ao vivo. A presença das ex-Paquitas no palco também é um dos grandes atrativos, garantindo momentos de pura nostalgia e celebração. Essa combinação de novidades tecnológicas, surpresas musicais e reencontros especiais reforça a proposta de Xuxa em “ver as pessoas virarem crianças de novo”, proporcionando uma viagem ao passado repleta de alegria e afeto.

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Off Campus: Descubra os cenários reais em Vancouver que inspiraram a série de sucesso da Amazon Prime Video

Os Cenários Reais de ‘Off Campus’ em Vancouver Que Você Precisa Conhecer A série ‘Off Campus’, baseada nos livros de Elle Kennedy, tem conquistado corações com sua trama envolvente e personagens cativantes. Para os fãs que se apaixonaram pela história de Hannah Wells e Garrett Graham, a boa notícia é que muitos dos cenários da produção existem de verdade na bela cidade de Vancouver, no Canadá. Embora a história se passe em Boston, a produção escolheu a metrópole canadense para dar vida à Universidade Briar e outros locais importantes. Descubra agora os pontos turísticos que serviram de pano de fundo para essa história de amor e hóquei. Conforme informações divulgadas, a série ‘Off Campus’ traz cenários reais que aumentam a imersão do público na história. A Universidade de British Columbia, o Hotel The DOUGLAS e o pub The Heatley são apenas alguns dos locais que você pode visitar. Universidade de British Columbia: O Coração da Vida Universitária A fictícia Universidade Briar, onde a maior parte da trama se desenrola, foi ambientada na **Universidade de British Columbia (UBC)**. Localizada no oeste de Vancouver, a UBC é um dos maiores e mais renomados centros de ensino e pesquisa do Canadá, com um campus extenso e belíssimos jardins. Os fãs podem reconhecer o **Centro Esportivo Doug Mitchell Thunderbird**, palco das emocionantes partidas de hóquei da série. Além disso, o **Centro de Ensino Irving K. Barber** foi o local onde Garrett Graham, interpretado por Belmont Cameli, pediu ajuda a Hannah Wells, vivida por Ella Bright, para melhorar suas notas em uma disciplina. O campus da UBC é aberto ao público, permitindo que visitantes façam piqueniques, assistam a jogos de hóquei por cerca de CAD$ 17, ou simplesmente apreciem a vista deslumbrante da paisagem costeira. Visitas guiadas também estão disponíveis, mediante agendamento prévio. The DOUGLAS, Autograph Collection: Luxo e Romance em Nova York O impressionante apartamento de Dean em Nova York, cenário de momentos românticos com Allie, é na verdade o sofisticado **Hotel The DOUGLAS, Autograph Collection**, situado no centro de Vancouver. As suítes Den, com seu design moderno e vista para o BC Place Stadium, oferecem uma experiência de hospedagem de luxo, com diárias a partir de CAD$ 608. The Heatley: O Ponto de Encontro Universitário O barzinho universitário frequentado pelos personagens, o Malone’s, na série, corresponde à realidade do **The Heatley**. Este pub aconchegante, localizado no bairro de Strathcona, é conhecido por sua atmosfera jovem e descontraída, música ao vivo com bandas independentes e uma ampla seleção de cervejas. A programação do local é frequentemente divulgada em suas redes sociais. A Fraternidade Sigma Phi Delta: Um Vislumbre da Vida Social A república de Garrett e seus colegas de time de hóquei, um casarão imponente, é inspirada na fraternidade internacional **Sigma Phi Delta**, que abriga estudantes de engenharia. Para quem busca informações sobre festas e eventos, acompanhar o perfil do grupo nas redes sociais é o caminho ideal.

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Anabolizantes e Hipertrofia Cardíaca: Jovem Influenciador Morto aos 22 Anos Acende Alerta; Saiba Como Proteger Seu Coração

Morte de Influenciador Fitness Liga Sinal de Alerta Sobre Riscos Cardíacos do Uso de Anabolizantes A trágica morte do influenciador e fisiculturista Gabriel Ganley, de apenas 22 anos, vítima de cardiomiopatia hipertrófica, reacendeu o debate sobre os perigos do uso de anabolizantes na saúde do coração. Ganley, que compartilhava sua rotina de treinos com mais de 1,7 milhão de seguidores e já havia revelado o uso dessas substâncias, foi encontrado sem vida em seu apartamento em São Paulo. Essa fatalidade evidencia a necessidade de um alerta geral sobre os riscos associados ao uso indiscriminado de esteroides anabolizantes, especialmente entre jovens e atletas que buscam performance e estética a qualquer custo. A cardiomiopatia hipertrófica, causa apontada em seu atestado de óbito, é uma condição grave que pode ter suas bases genéticas agravadas pelo uso dessas drogas. Especialistas alertam que o coração, sendo um músculo, também pode sofrer hipertrofia quando exposto a doses elevadas de anabolizantes, crescendo de forma desproporcional e colocando a vida em risco. Conforme informações divulgadas, a morte do influenciador Gabriel Ganley lança luz sobre essa perigosa associação. O Que São Anabolizantes e Seus Riscos Para o Coração Os esteroides anabolizantes (EA) são substâncias sintéticas derivadas da testosterona, o principal hormônio masculino. Embora tenham uso médico legítimo para tratar deficiências hormonais, como o hipogonadismo, seu emprego sem supervisão profissional para fins estéticos ou de performance esportiva é proibido e extremamente prejudicial à saúde. O uso regular e em doses elevadas de anabolizantes pode levar à hipertrofia do coração. O cardiologista Herbert Lima Mendes, professor do Idomed, explica que essa condição faz com que o músculo cardíaco cresça acima do normal, da mesma forma que ocorre com outros músculos do corpo. Esse crescimento descontrolado pode comprometer seriamente a função cardíaca. A cardiomiopatia hipertrófica resulta no espessamento anormal do músculo cardíaco, tornando-o mais rígido. Essa rigidez dificulta o bombeamento de sangue para o corpo e o relaxamento adequado do coração, sendo uma das principais causas de morte súbita em jovens e atletas. A longo prazo, essa condição pode evoluir para uma insuficiência cardíaca grave. A “Síndrome de Super Homem” e o Aumento do Risco Entre atletas que utilizam anabolizantes, é comum a ocorrência do que se chama de “Síndrome de Super Homem”. Essa síndrome se manifesta na crença de que os riscos associados ao uso de anabolizantes não se aplicam a si mesmos, levando a uma falsa sensação de invencibilidade. “Os atletas dizem que isso acontece com os outros, não vai acontecer comigo. Eu não vou ter nada”, afirma Mendes. O médico alerta que a ânsia por resultados rápidos leva muitos a aumentarem a dose e a quantidade de substâncias utilizadas, elevando exponencialmente o risco de complicações graves, incluindo a morte. Infelizmente, muitas pessoas iniciam o uso de anabolizantes sem realizar uma avaliação cardiológica prévia, descobrindo problemas de saúde apenas quando a doença já está em estágio avançado e de difícil tratamento. Predisposição Genética e o Papel dos Anabolizantes A cardiomiopatia hipertrófica é uma doença com fundo genético, afetando aproximadamente um

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Bemobi: Da “Fresta” de IPO à Valorização de 90% em 2025, Empresa Revoluciona Pagamentos no Brasil

A reviravolta da Bemobi: de clube de apps à gigante de pagamentos com alta de 90% nas ações. A história da Bemobi (BMOB3) na Bolsa de Valores é um exemplo notável de adaptação e crescimento. A empresa, que iniciou suas atividades na chamada “fresta” da janela de IPOs em 2021, com foco em um clube de aplicativos e pagamentos via saldo de celular pré-pago, mudou radicalmente sua rota. Hoje, impressionantes 70% de sua receita provêm de um negócio completamente novo, enquanto suas ações celebram uma valorização de 90% em 2025, recuperando o valor de mercado do seu IPO. O surgimento da Bemobi foi impulsionado pela crescente popularidade dos smartphones no Brasil. Na época, o acesso a aplicativos era limitado por cartões de crédito internacionais, e a empresa identificou uma oportunidade em oferecer um meio de pagamento alternativo, utilizando o saldo do pré-pago de telefonia móvel. Essa inovação permitiu a expansão para 60 países, com serviços de assinatura de jogos e aplicativos integrados a essa solução de pagamento. No entanto, a Bemobi antecipou uma transformação significativa no mercado de pagamentos brasileiro. A proliferação de fintechs, impulsionada pela abertura de mercado do Banco Central e o advento do Pix, prometia tornar as transações mais ágeis. A pandemia de 2020 a 2022 acelerou ainda mais essa digitalização, com o número de transações digitais per capita saltando de 242 para 453, conforme dados do Banco Central. Foi nesse cenário de mudanças que a Bemobi buscou sua nova estratégia, conforme informações divulgadas pela própria empresa. O novo foco: pagamentos e software para serviços essenciais A empresa percebeu que, apesar da digitalização geral, setores cruciais da economia ainda dependiam fortemente de métodos de pagamento tradicionais, como o boleto bancário. Estes incluem serviços recorrentes essenciais, como contas de celular, internet, energia, água, educação e saúde. A Bemobi, então, reorientou sua estratégia. A nova abordagem combina softwares de relacionamento com plataformas de pagamento integradas. A Bemobi desenvolve aplicativos, portais e canais de WhatsApp com inteligência artificial para empresas. A essas soluções, a empresa adiciona diversas opções de pagamento, como Pix parcelado, cartões, carteiras digitais e métodos recorrentes, facilitando a vida dos consumidores e das empresas. No primeiro trimestre de 2026, as linhas de pagamentos e software da Bemobi já representavam 69,5% da receita líquida ajustada, totalizando aproximadamente R$ 153 milhões. A companhia ostenta contratos com 12 das 15 maiores empresas de serviços do Brasil, evidenciando sua força no mercado. Recuperação expressiva na Bolsa e confiança do mercado A listagem da Bemobi na B3 em 2021 ocorreu em um período de alta no mercado de IPOs, impulsionado por juros baixos. Contudo, o cenário econômico posterior, com a elevação dos juros, impactou negativamente as empresas recém-listadas. As ações da Bemobi chegaram a cair 40% entre 2021 e 2025. Fatores externos também influenciaram o desempenho, como o contexto geopolítico, que afetou mercados importantes como Rússia e Ucrânia, e a decretação de falência da Oi, um dos principais clientes da empresa. Apesar desses desafios, a Bemobi demonstrou resiliência. Desde o início de

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ZoomHolding: De Quase Falência a Gigante de R$ 750 Milhões com Foco em IA e Infraestrutura

ZoomHolding: A Virada de Jogo de uma Gigante da Tecnologia que Quase Fechou as Portas A trajetória da ZoomHolding é um exemplo notável de resiliência e reinvenção no mundo corporativo. Em 2016, a empresa enfrentava um cenário de risco extremo, com faturamento em queda livre e dívidas crescentes, forçando uma drástica redução de sua equipe. Contudo, foi nesse momento de adversidade que a companhia encontrou o caminho para uma transformação radical. Nilton Junior, CEO e fundador da ZoomHolding, relembra em entrevista ao Do Zero ao Topo os dias sombrios. “Foi realmente um momento de risco muito elevado”, afirma. A dívida era alta e o faturamento caiu pela metade em 2016, obrigando a empresa a operar com apenas 30% de sua equipe para sobreviver. Hoje, a ZoomHolding é um grupo consolidado nacionalmente em infraestrutura, servidores, data centers, software e inteligência artificial, com um faturamento de R$ 750 milhões em 2024. A história de superação e crescimento exponencial, que chegou a 1.600% em cinco anos, é um testemunho da capacidade de adaptação e visão estratégica. O Ponto de Virada: Diversificação e o Mercado Privado Até 2015, a ZoomHolding tinha uma forte dependência do setor público, o que a tornou vulnerável às instabilidades econômicas e políticas do país. O impeachment da presidente Dilma Rousseff e a consequente desaceleração dos gastos governamentais impactaram diretamente o negócio. “A gente estava muito concentrado em governo”, admite Nilton Junior. “Veio o impeachment, o governo deu uma congelada realmente nos gastos e aí a gente teve uma segunda grande crise.” Essa crise forçou a empresa a desmantelar seu modelo antigo e reconstruir a organização. A estratégia de saída foi clara: diversificar a atuação e reduzir a dependência de um único setor. A empresa começou a investir mais fortemente no mercado privado e a atuar com fabricação própria para expandir seu portfólio. Essa mudança exigiu decisões difíceis, mas trouxe maturidade empresarial e a possibilidade de crescimento sustentável. Crescimento Exponencial Pós-Crise O resultado da reestruturação foi notável. Nos cinco anos seguintes à crise de 2016, a ZoomHolding experimentou um crescimento impressionante de 1.600%. “A gente conseguiu criar um ambiente de eficiência máximo. As pessoas que ficaram compraram a briga junto com a empresa”, relata o CEO. A diversificação das operações foi a chave para essa expansão. A empresa deixou de focar apenas em projetos de infraestrutura e passou a atuar em áreas como fabricação de computadores e servidores, distribuição e desenvolvimento de software. Essa nova configuração permitiu à ZoomHolding alcançar novos patamares de negócio. O Futuro com Inteligência Artificial e Novos Desafios Em 2020, a ZoomHolding deu um passo estratégico importante ao iniciar a produção própria de servidores, uma linha de negócio que se tornou um dos principais motores de crescimento do grupo. “A parte de servidores possibilitou a gente trabalhar projetos grandes de infraestrutura de data center, trazendo a empresa para outro patamar”, revela Nilton Junior. Olhando para o futuro, a empresa aposta no avanço da inteligência artificial (IA) como principal motor de sua próxima fase de expansão. “A

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Larissa Luz explode com ‘Desmonte’: rock e fúria do tambor se unem em álbum de alta voltagem ideológica

Larissa Luz lança ‘Desmonte’, álbum que une rock e a força dos tambores com discurso ideológico Sete anos após “Trovão” e dois após o EP “Fio pavio”, Larissa Luz retorna com “Desmonte”, seu quarto álbum solo. A cantora soteropolitana mantém a alta voltagem em sua discografia, apresentando um trabalho que amplifica seu discurso com a energia do rock, turbinando a “fúria do tambor”. A capa do álbum, com a artista empunhando um megafone, já anuncia o tom de amplificação do discurso. “Desmonte” foi programado para ser lançado em 29 de maio, prometendo uma fusão sonora impactante e ideológica. Conforme divulgado, “Desmonte” é um álbum de alta voltagem que mistura a percussão característica da Bahia com a força do rock. A produção e arranjos de Danilo Panda e Ícaro Motta, com colaboração de Larissa Luz, dão peso a faixas como “Acorda”, “Intensa” e a que dá nome ao disco, “Fúria do tambor”, onde um levada sutil de samba é engolida pelo peso do rock. Rock com sotaque afro-baiano e discurso altivo A faixa de abertura, “D.e.s.m.o.n.t.e”, flerta com o rock hardcore, servindo como veículo para a exposição do discurso altivo de Larissa Luz. Em “Careta”, a artista utiliza versos da cantiga popular “Boi da cara preta” para confrontar o machismo, em um claro manifesto contra o temor diante do poder feminino. O álbum “Desmonte” é descrito como um disco cheio de som e fúria. Em “Sem sal”, Larissa questiona a estrutura empresarial do Carnaval de Salvador. Já em “Viola”, com a percussão de Lippe Batera, a cantora avisa que não oferecerá o lamento esperado pela sociedade racista, mas sim um canto de resistência e afirmação. Raízes negras do rock e a celebração da identidade Larissa Luz explica que, assim como os ritmos baianos, o rock também nasceu de uma matriz negra, mas foi embranquecido ao longo do tempo. “O álbum ‘Desmonte’ faz um movimento para trazer isso de volta, para aproximar a transgressão do rock às pulsações do corpo dos gêneros afro-baianos”, conceitua a artista, revelada nacionalmente como vocalista da banda Ara Ketu. Apesar da forte influência do rock, ritmos baianos como o pagodão aparecem em faixas como “Tô me achando”. “Desmonte” pode ser caracterizado como um disco de rock, tocado com dose precisa de eletricidade e eletrônica, mantendo a sintonia com a Bahia, terra natal do ijexá e do samba-reggae. Participações especiais reforçam o manifesto O álbum conta com dois feats de peso nas faixas finais. “Antiparasita” ganha ainda mais potência com a participação da rapper Aurea Semiseria, MC de Salvador. Já “Retomada” traz Zé Atunbá, ex-integrante do grupo Afrocidade, reforçando o manifesto pelo poder negro e a força do canto destemido de Larissa Luz.

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Medley vê venda de remédios em supermercados como chance de “democratizar acesso” e impulsionar mercado

Medley enxerga em supermercados uma porta para “democratizar o acesso a medicamentos” no Brasil A Medley, uma das líderes no mercado farmacêutico brasileiro, está acompanhando com otimismo a possibilidade de venda de medicamentos em supermercados. A empresa vê essa expansão como uma oportunidade significativa para tornar o acesso a remédios mais amplo para a população. Segundo Lucia Rossato, diretora-geral da Medley, a entrada de novos canais de venda não diminui a importância das farmácias tradicionais. Ela ressalta que essa ampliação deve ocorrer dentro de regras claras e bem definidas, sem que um modelo se sobreponha ao outro. A executiva fez um paralelo com o desenvolvimento do e-commerce farmacêutico, que se fortaleceu consideravelmente após a pandemia. Atualmente, as vendas online já representam uma fatia expressiva do faturamento de muitas redes de farmácia, chegando a mais de 20%, mesmo em um setor com regulamentação rigorosa. A Medley acredita que a venda de medicamentos em supermercados pode seguir um caminho semelhante. Portfólio da Medley e a importância da prescrição médica É importante notar que cerca de 80% do portfólio da Medley é composto por medicamentos que exigem prescrição médica. Estes produtos, por sua natureza, não podem ser divulgados diretamente aos consumidores e, portanto, continuarão sendo vendidos exclusivamente nas farmácias, atrás do balcão. A Medley, como parte da indústria farmacêutica, está atenta às discussões sobre a regulamentação da venda de medicamentos em novos estabelecimentos. A empresa se prepara para qualquer desfecho, mas reforça que os limites de atuação são claros. “Medicamento é medicamento e precisa ser usado de acordo com a bula”, enfatiza Rossato, destacando a responsabilidade e o uso correto dos fármacos. Expansão de canais e o futuro do varejo farmacêutico A visão da Medley sobre a venda de medicamentos em supermercados reflete uma tendência de **adaptação e inovação no varejo farmacêutico**. A empresa demonstra confiança na capacidade de coexistência entre diferentes modelos de venda, desde que haja um arcabouço regulatório robusto que garanta a segurança do consumidor e a eficácia dos tratamentos. A diretora-geral da Medley, Lucia Rossato, em conversa exclusiva ao InfoMoney Entrevista, expressou que a companhia vê a ampliação para supermercados como um passo natural para a **democratização do acesso a medicamentos**. Essa perspectiva sugere um futuro onde o consumidor terá mais opções e conveniência para adquirir seus remédios, sem comprometer a segurança e a orientação profissional.

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Cena 2K: Seis meses após cancelamento, maior festival de rap do Brasil ignora artistas e fãs com calotes e falta de reembolsos

Cena 2K: Seis meses após cancelamento, maior festival de rap do Brasil ignora artistas e fãs com calotes e falta de reembolsos A Neo Química Arena, em São Paulo, foi palco da 4ª edição do Cena 2K em novembro de 2025, o que deveria ser o ápice do rap nacional. No entanto, o que se viu foram atrasos, conflitos nos bastidores e o cancelamento do último dia de shows. Seis meses depois, o festival, outrora aclamado, continua a dever cachês a artistas, pagamentos a fornecedores e a ignorar os pedidos de reembolso do público. Envolvidos na produção e artistas que se apresentaram relataram ao g1 a falta de recebimento dos valores combinados. Dezenas de pessoas de diversos estados brasileiros já recorreram à Justiça na tentativa de reaver o dinheiro investido nos ingressos e na participação no evento. A Bilheteria Digital, empresa responsável pela venda dos ingressos, declarou que atuou apenas como intermediária, repassando integralmente os valores arrecadados para a organização do festival. Segundo a empresa, o contrato de prestação de serviços foi rescindido em comum acordo semanas antes do cancelamento definitivo. Conforme informações divulgadas pelo g1, os representantes do Cena Festival não retornaram os contatos da reportagem para esclarecimentos até o fechamento desta matéria. A história de um festival promissor marcada por problemas financeiros O Cena 2K teve sua primeira edição em 2019, com a participação de nomes como Quavo, do trio Migos, além de estrelas do rap nacional como Djonga e Filipe Ret. Em 2022, o evento se consolidou ainda mais, trazendo atrações internacionais como Playboi Carti e nomes fortes do cenário brasileiro como Racionais MC’s e Karol Conká. O festival era visto como um dos principais eventos da cultura hip-hop no país, misturando consistentemente artistas de renome internacional e nacional. No entanto, rumores de dificuldades de fluxo de caixa e desentendimentos com investidores da Four Even, empresa do ramo sertanejo, já circulavam nos bastidores. O g1 apurou que a empresa considerava o retorno financeiro do festival baixo, o que teria gerado resistência à sua realização nos últimos anos. Mudanças de data e a perda de parceiros cruciais Em 2025, os problemas começaram antes mesmo do evento. Inicialmente previsto para os dias 28, 29 e 30 de novembro, o festival foi antecipado para 21, 22 e 23 de novembro devido a conflitos de agenda com jogos de futebol na Neo Química Arena. Essa alteração gerou insatisfação entre o público, com muitos tentando cancelar ingressos sem sucesso. Maria Clara Alencar, que comprou dois ingressos na pré-venda por R$ 403, não pôde comparecer à nova data e solicitou reembolso. Sua advogada, Juciara Abreu, explicou que o Procon informou que a Bilheteria Digital era apenas intermediária, e a responsabilidade pelos reembolsos seria do produtor do evento. Até o momento, não houve retorno do festival, e o caso foi levado à Justiça buscando indenização por danos morais. A situação se agravou com a rescisão da parceria com a Bilheteria Digital na semana anterior ao festival, impactando diretamente o caixa do evento. Além disso,

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Gramado se inspira na Itália e ganha “Janela do Vinho” à moda antiga para venda direta de bebidas

Descubra as charmosas “Janelas do Vinho” em Gramado, uma experiência italiana autêntica na Serra Gaúcha A cidade de Gramado, conhecida por seu charme europeu, acaba de ganhar uma novidade que transporta os visitantes diretamente para a Itália: as “Janelas do Vinho”. Inspiradas nas tradicionais “buchette del vino” florentinas, essas pequenas aberturas em paredes oferecem uma maneira única e prática de adquirir vinhos, proporcionando uma experiência diferenciada aos turistas. O conceito é simples e remonta ao século XVI, quando produtores italianos utilizavam essas aberturas para vender o excedente de suas vinícolas. Em Gramado, o ritual é mantido: o cliente se aproxima da janela, aciona um sino ou aldrava e recebe sua bebida escolhida, tudo isso com um toque de nostalgia e segurança. Essa tradição, que ganhou força novamente durante a pandemia da Covid-19 como alternativa de venda com distanciamento social, agora se consolida como um atrativo turístico na serra gaúcha. Conforme informação divulgada por fontes locais, pelo menos duas “Janelas do Vinho” já estão em operação, encantando moradores e visitantes com seu charme e praticidade. Janela do Vinho: tradição e sabor no centro de Gramado A primeira opção, batizada de Janela do Vinho, está localizada na Borges de Medeiros, 2001, bem no coração de Gramado. O local funciona diariamente, das 12h às 21h, e o processo de compra é intuitivo. O cliente escolhe a bebida desejada no menu disponível ao lado da janela e, ao tocar o sino, é atendido prontamente. O cardápio da Janela do Vinho oferece uma seleção de espumantes, vinhos brancos e tintos, com preços que variam entre R$ 30 e R$ 35, tornando a experiência acessível para diversos públicos. É uma excelente oportunidade para experimentar rótulos locais em um cenário encantador. Janela Jolimont: um toque histórico na Rua Coberta Outra opção que vem conquistando o público é a Janela Jolimont, situada na movimentada Rua Coberta, ao lado do restaurante Cave48. Esta janela opera diariamente, das 11h às 23h, e se diferencia pelo uso de uma aldrava, um elemento metálico clássico, em vez de um sino, para chamar o atendimento. Na Janela Jolimont, os visitantes podem degustar vinhos produzidos pela tradicional Vinícola Jolimont, uma casa com forte história em Gramado. Os valores dos vinhos ficam em torno de R$ 55, oferecendo uma experiência mais exclusiva com rótulos renomados da região. A origem histórica das “buchette del vino” na Itália As “buchette del vino”, ou pequenas janelas de vinho, têm suas raízes em Florença, na Itália, a partir de 1559. Naquela época, o duque da Toscana, Cosimo I de Médici, autorizou os produtores a comercializarem o excedente de suas vinícolas diretamente de suas propriedades nas cidades. Essa prática facilitava a interação entre vendedores e clientes, e se mostrou particularmente útil durante as grandes epidemias europeias, pois permitia a venda de bebidas sem contato direto entre as pessoas. O interesse por essa tradição ressurgiu com força durante a pandemia da Covid-19, impulsionando a reabertura de muitas dessas janelas ao redor do mundo. Um legado que se reinventa em Gramado Hoje,

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Amazon da Coreia do Sul: Coupang vira pivô de crise diplomática entre EUA e Coreia do Sul após vazamento de dados

Coupang, a gigante do e-commerce sul-coreana, está no centro de uma disputa que abala a relação entre Estados Unidos e Coreia do Sul. O que começou como uma investigação de vazamento de dados se transformou em um embate diplomático, com acusações mútuas e o futuro da aliança em xeque. A lua de mel entre Seul e Washington, celebrada com um acordo histórico em novembro, parece ter chegado ao fim abruptamente. A empresa Coupang, frequentemente comparada à Amazon por sua dominância no mercado sul-coreano, tornou-se o inesperado ponto de atrito entre as duas nações aliadas. O caso ganhou proporções internacionais após um massivo vazamento de dados que afetou 33 milhões de clientes na Coreia do Sul. A investigação, iniciada por reguladores sul-coreanos, rapidamente escalou para um teste da relação bilateral, visto que a Coupang, apesar de sua forte identidade local, é juridicamente uma empresa americana. Conforme apurado pelo The New York Times Company, a Coupang alega que o governo de Seul está utilizando a regulação como uma arma contra uma empresa dos EUA, buscando apoio em Washington e argumentando que companhias americanas estão sendo tratadas de forma mais rigorosa do que concorrentes chineses. As autoridades sul-coreanas, por outro lado, afirmam que todas as ações seguem o devido processo legal. Parlamentares americanos pressionam Seul em defesa da Coupang A tensão atingiu um novo patamar com uma carta enviada por 54 parlamentares republicanos ao embaixador sul-coreano em Washington. Na missiva, os congressistas acusam o governo de Seul de um tratamento “direcionado e discriminatório” contra a Coupang e outras empresas de tecnologia americanas, alertando que tal postura ameaça os interesses econômicos e de segurança dos Estados Unidos. A carta, datada do mês passado, expressa preocupação com o potencial vácuo de mercado que seria criado caso empresas americanas fossem expulsas, abrindo espaço para plataformas chinesas como Temu, Alibaba e Shein. “A dominância delas na região teria consequências de segurança inaceitáveis”, alertaram os parlamentares. Durante sua audiência de confirmação no Senado, Michelle Steel, indicada para ser a próxima embaixadora dos EUA em Seul, foi questionada sobre o caso. Ela assegurou que o acordo de novembro entre os presidentes Donald Trump e Lee Jae-myung veda esse tipo de discriminação e prometeu acompanhar o tema “de forma muito clara”. Coreia do Sul rebate acusações e defende soberania regulatória A resposta de Seul não tardou e veio com a mesma intensidade. Woo Won-shik, presidente da Assembleia Nacional sul-coreana, classificou a carta dos congressistas americanos como um “caso evidente de ingerência em assuntos internos e é inaceitável”. Dezenas de parlamentares sul-coreanos endossaram essa visão, enviando uma contra-carta à embaixada dos EUA, na qual afirmam que a pressão de Washington “coloca em dúvida a própria integridade e os fundamentos da aliança” bilateral. Enquanto o embate diplomático se intensifica, as promessas mais ambiciosas do acordo entre os líderes dos dois países parecem patinar. Os “centenas de bilhões de dólares” que a Coreia do Sul se comprometeu a investir em setores americanos ainda não se materializaram, e as negociações sobre o apoio dos

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Xuxa Surpreende Fãs: Nave da Nova Turnê ‘O Último Voo da Nave’ Poderá Flutuar Sobre o Público em Espetáculo “Enlouquecedor”

A nave que marcou gerações está de volta, mais grandiosa e interativa do que nunca, prometendo uma experiência inesquecível para os fãs da Rainha dos Baixinhos. A nova turnê de Xuxa Meneghel, intitulada “O Último Voo da Nave”, promete ser um marco na história dos shows da artista. A apresentadora revelou em entrevista ao Fantástico que a icônica nave espacial, símbolo de sua carreira, ganhará uma versão turbinada, com o dobro do tamanho da original e um formato inovador em 360 graus. Essa estrutura futurista, que está sendo construída em Amsterdã, tem o potencial de se mover sobre a cabeça do público, criando uma sensação de imersão total e, como a própria Xuxa descreveu, algo que “vai ser enlouquecedor”. A ideia é proporcionar uma interação sem precedentes, transportando os espectadores para dentro do universo mágico da Rainha dos Baixinhos. A expectativa é alta para a estreia, que acontecerá em julho com shows em São Paulo, seguida por apresentações em Curitiba e Belo Horizonte, culminando em um grande espetáculo no Maracanã em dezembro. O projeto, que conta com a direção de Kley Tarcitano, ex-baixinho da Xuxa e profissional renomado internacionalmente, também trará surpresas musicais e a participação especial de ex-Paquitas, reacendendo a nostalgia e a emoção dos fãs de todas as idades. Uma Experiência Imersiva e Tecnológica em 360 Graus A recriação da nave espacial em 360 graus não é apenas um avanço tecnológico, mas uma estratégia para aproximar Xuxa de seu público de uma maneira nunca antes vista. A apresentadora expressou o desejo de ver a plateia se emocionando e se reconectando com a infância. “Eu quero me emocionar, quero chorar junto com eles”, afirmou Xuxa, demonstrando a profundidade emocional que pretende evocar com a turnê. O objetivo é que cada fã se sinta parte do espetáculo, vivenciando a magia de perto. Preparação Física e Emocional para a Maratona de Shows Xuxa tem se dedicado intensamente à preparação física para encarar a maratona de apresentações. Há mais de um ano, ela tem intensificado a rotina de exercícios, incluindo pilates diário, para garantir que terá a energia necessária para as coreografias e a performance exigida. “Vou ter que aprender de novo as coreografias, vou ter que dançar”, disse a artista, mostrando seu comprometimento com a excelência em cada detalhe da turnê “O Último Voo da Nave”. Reencontro com Músicas Inéditas e as Paquitas Além da experiência visual proporcionada pela nova nave, a turnê promete emocionar com a apresentação de músicas que nunca foram tocadas ao vivo. A presença das ex-Paquitas no palco também é um dos grandes atrativos, garantindo momentos de pura nostalgia e celebração. Essa combinação de novidades tecnológicas, surpresas musicais e reencontros especiais reforça a proposta de Xuxa em “ver as pessoas virarem crianças de novo”, proporcionando uma viagem ao passado repleta de alegria e afeto.

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