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Afrika Bambaataa, o Pai do Hip Hop e Criador de “Planet Rock”, Morre Aos 68 Anos; Influência Ecoa no Brasil

Afrika Bambaataa, um dos pilares do hip hop, morre aos 68 anos O mundo da música lamenta a perda de Afrika Bambaataa, figura icônica e pioneira do hip hop, que faleceu aos 68 anos. Segundo informações divulgadas pelo portal TMZ, o músico lutava contra um câncer, e sua morte ocorreu nesta madrugada. Bambaataa é amplamente reconhecido por seu papel fundamental na formatação do estilo musical que conquistou o planeta. Sua faixa de 1982, “Planet Rock”, é considerada um marco, estabelecendo as bases para o desenvolvimento do hip hop e influenciando diretamente a sonoridade dos bailes funk no Rio de Janeiro, que mais tarde se tornariam sucessos nacionais. Nascido no Bronx, em Nova York, no final da década de 1950, Afrika Bambaataa, cujo nome de batismo era Lance Taylor, teve uma juventude marcada pela participação na gangue Black Spades. No entanto, sua trajetória tomou um rumo transformador a partir da década de 1970, quando começou a organizar eventos que celebravam e promoviam a cultura hip hop. A Ascensão de um Ícone do Hip Hop As festas organizadas por Bambaataa rapidamente ganharam força, evoluindo para grandes celebrações de rua no sul do Bronx. Ele foi um visionário, utilizando a música e a arte como ferramentas de união e expressão. Seu compromisso com a cultura hip hop se consolidou com a fundação da Universal Zulu Nation, um coletivo artístico que reunia talentos diversos, como grafiteiros, b-boys e MCs engajados. O primeiro single de Bambaataa, “Zulu Nation Throwdown”, lançado em 1980, já demonstrava a força e a mensagem de seu trabalho. Contudo, foi em 1982 que ele alcançou um patamar global com o lançamento de “Planet Rock”. A música, uma colaboração com Arthur Baker e lançada pela Tommy Boy, sampleou a icônica faixa “Trans-Europe Express” do grupo alemão Kraftwerk. “Planet Rock”: Uma Revolução Sonora O resultado foi uma sonoridade inovadora de electro-funk futurista, com vocais robóticos que cativaram o público. “Planet Rock” alcançou a 4ª posição na parada de R&B dos Estados Unidos e vendeu milhões de cópias, tornando-se um divisor de águas na história da música. Sua influência se estendeu globalmente, moldando gêneros como techno, house e a música eletrônica de dança (EDM). A fusão de batidas eletrônicas marcantes, como as da bateria TR-808, com samples inovadores, foi o que deu a base para as chamadas “melôs” dos bailes do Rio de Janeiro nos anos 80 e 90. Essas batidas, que se tornaram febre e depois sucesso nacional, carregam em sua essência a marca de Afrika Bambaataa e “Planet Rock”. Legado e Controvérsias Além de seu impacto musical, Afrika Bambaataa também se destacou por seu ativismo. Em 1985, participou do álbum antiapartheid “Sun City”, unindo-se a artistas de renome como Joey Ramone, Run-D.M.C. e U2 em prol de uma causa social importante. Nos últimos anos de vida, Bambaataa enfrentou sérias acusações de abuso sexual, que teriam ocorrido entre as décadas de 1980 e 1990. Conforme relatado pelo TMZ, ele foi obrigado a pagar um acordo a um dos acusadores em 2025, que alegou

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Alerta Fiocruz: Síndrome Respiratória Grave Ameaça 18 Estados Brasileiros com Risco de Piora

Fiocruz mantém alerta para Síndrome Respiratória Grave em 18 estados A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através do seu boletim Infogripe, emitiu um alerta importante para a saúde pública no Brasil. Dezoito estados e o Distrito Federal permanecem em níveis de atenção, variando entre alerta, risco e alto risco para o desenvolvimento de casos graves de síndromes respiratórias. A situação é particularmente preocupante em Mato Grosso e Maranhão, onde a tendência é de aumento nas próximas semanas. Ainda que a tendência nacional a longo prazo aponte para estabilidade, com interrupção do crescimento e até quedas em algumas regiões, a atenção precisa ser redobrada. Pesquisadores observam uma diminuição nos casos causados pela influenza A e pelo rinovírus, responsáveis por mais de 70% das infecções virais recentes diagnosticadas. A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é caracterizada pela piora de sintomas gripais, como febre, coriza e tosse, evoluindo para dificuldade de respirar e necessidade de hospitalização. Embora frequentemente desencadeada por vírus, o agente causador nem sempre é identificado por exames. Conforme informação divulgada pela Fiocruz, a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra formas graves e óbitos. Vacinação é a principal arma contra a SRAG Três das principais infecções que causam SRAG podem ser prevenidas por vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS): Influenza A, Influenza B e Covid-19. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza está ativa em todo o país, priorizando grupos mais vulneráveis como crianças, idosos e gestantes, que têm maior suscetibilidade a desenvolver quadros graves. A vacina contra a Covid-19 é recomendada para todos os bebês a partir dos 6 meses de idade, com reforços periódicos para idosos, gestantes, pessoas com deficiência, comorbidades ou imunossuprimidas, e outros grupos considerados vulneráveis. Desde o ano passado, o Ministério da Saúde também oferece a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, visando proteger bebês contra a bronquiolite, doença grave que acomete os pequenos. Recomendações para evitar a propagação de vírus Tatiana Portella, pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, enfatiza a importância da vacinação como ferramenta primordial na proteção contra casos graves e mortes. Ela recomenda que a população de maior risco e os grupos mais expostos, como profissionais de saúde, se vacinem o quanto antes. “Também recomendamos que pessoas com sintomas de gripe ou resfriado permaneçam em casa em isolamento. Caso isso não seja possível, o ideal é sair usando uma boa máscara”, destaca Tatiana Portella. Essa medida simples ajuda a reduzir a transmissão viral em ambientes coletivos e protege os mais frágeis. Dados alarmantes sobre SRAG no Brasil Este ano, o Brasil já registrou 31.768 casos de SRAG, com aproximadamente 13 mil testando positivo para algum vírus respiratório. Desses, 42,9% foram causados por rinovírus, 24,5% por influenza A, 15,3% por vírus sincicial respiratório, 11,1% por Covid-19 e 1,5% por influenza B. O cenário de mortes também é preocupante, com 1.621 óbitos por SRAG registrados até o momento, sendo 669 com exame positivo para vírus respiratório. Entre os casos com resultado laboratorial

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Olimpíadas de Los Angeles 2028: Moradores enfrentam ‘esporte radical’ de ingressos caros e frustração na pré-venda

Olimpíadas de Los Angeles 2028: Moradores enfrentam ‘esporte radical’ de ingressos caros e frustração na pré-venda A mais de dois anos do início das Olimpíadas de Los Angeles em 2028, os moradores do sul da Califórnia já estão sentindo o peso financeiro do evento. A pré-venda de ingressos, destinada a residentes locais que venceram um sorteio, revelou um cenário de preços elevados e, para muitos, inacessíveis, gerando frustração e surpresa. A experiência de tentar adquirir ingressos para os Jogos de 2028 tem sido comparada a um novo esporte olímpico, repleto de estratégias, adrenalina e, infelizmente, decepção. Enquanto alguns conseguiram vitórias inesperadas, como ingressos para quartas de final de luta por US$ 28, outros se depararam com valores exorbitantes para eventos cobiçados. A venda de ingressos para as Olimpíadas de Los Angeles 2028 ofereceu um primeiro vislumbre do que esperar em eventos de grande porte nos EUA, onde a busca por ingressos se tornou uma batalha cara, repleta de bots e taxas ocultas. Conforme informações divulgadas pelo The New York Times, muitos esperavam que as Olimpíadas fossem uma exceção, mas os preços iniciais indicam o contrário. A dura realidade dos preços dos ingressos para os Jogos de 2028 Michelle Hillier, moradora de Los Angeles, descreveu sua experiência como uma “obsessão completa”. Ela se preparou meticulosamente para a pré-venda, que começou em 2 de abril para os sortudos que conseguiram acesso. Seu objetivo era garantir ingressos para a final dos 100 metros rasos, um “sonho de vida” para seu marido. No entanto, após pesquisar os códigos dos eventos e planejar a compra de até 12 ingressos por prova, Hillier e seu marido concluíram que não poderiam arcar com os valores. Ingressos para a cerimônia de abertura, por exemplo, foram avistados por mais de US$ 5.000. Eles acabaram optando por ingressos de US$ 100 para uma rodada preliminar, em um setor mais alto do estádio. Apesar da promessa dos organizadores de que 1 milhão de ingressos estariam disponíveis por US$ 28 (aproximadamente R$ 142), a emoção dominante entre os potenciais compradores foi o choque com os preços mais altos. Muitos se viram avaliando se e quanto poderiam gastar dentro de seus limites. Frustração e gastos inesperados na compra de ingressos olímpicos Nicholas Liddell, de 31 anos e morador de West Hollywood, confessou que “não estava mentalmente preparado para gastar US$ 2.000”. Ele acabou gastando cerca de US$ 1.700 em 12 ingressos para três eventos mistos. Entre eles, estavam ingressos para quartas de final de duplas no tênis por US$ 75 cada (mais US$ 18 de taxa por ingresso), final da natação por US$ 150 (mais US$ 36 de taxa) e final do atletismo por US$ 120 (mais US$ 29 de taxa). Liddell, que trabalha com estratégia na Disney, justificou o gasto pela importância especial dos Jogos Olímpicos, especialmente após ter comparecido aos Jogos de Inverno de Milão-Cortina. Contudo, ele expressou o desejo por maior transparência dos organizadores de 2028 quanto à disponibilidade de ingressos mais baratos, principalmente para os moradores locais. Os organizadores

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Ultra Pão: Como o Pão Francês Virou um Negócio Bilionário e Desbancou Gigantes do Varejo com Simplicidade

A Revolução do Pão Congelado: De Observação de Rua a Potencial Bilionário A percepção que deu origem à Ultra Pão não surgiu de análises complexas, mas sim da observação atenta do cotidiano e do comportamento do varejo. Rafael Mendes, cofundador da empresa, teve o estalo durante uma viagem a trabalho para o Espírito Santo. Mendes, que atuava em uma área comercial relevante na Ambev, notou a frequência com que caminhões de pão acompanhavam os de cerveja. A perecibilidade do produto congelado exigia prioridade na descarga, o que o levou a pensar: “Parece que tem um business interessante aqui”. Essa observação, que passaria despercebida para muitos, tornou-se a faísca para o sonho empreendedor de Rafael. Ele compartilhou essa visão com um colega de faculdade, dando início a uma jornada que transformaria o pão de todo dia em um negócio de **potencial bilionário**, conforme divulgado em sua participação no programa Do Zero ao Topo. A Estratégia do Básico Perfeito A dupla decidiu apostar na simplicidade e eficiência. “Não dá para competir com a AMBEV, mas talvez com cara do pão dê”, brincou Mendes, referindo-se à escala da gigante das bebidas. O foco inicial foi estudar o mercado de panificação, identificando-o como um produto de **alto volume**, **consumo diário e recorrente**, e notavelmente **à prova de crise**. Apesar das tendências de pães especiais, a estratégia da Ultra Pão foi clara: fazer o básico, mas fazer o básico perfeito. O pão francês e o pão de queijo foram os escolhidos para iniciar. A prioridade era **sobreviver no mercado**, para depois poder melhorar as margens e, por fim, inovar. O Modelo B2B e a Escala do Congelado Com quase 10 anos de mercado, a Ultra Pão adotou um modelo de negócios focado no **B2B (business-to-business)**, abastecendo o varejo. A empresa fornece produtos congelados que são finalizados nas padarias de supermercados. Isso garante o frescor desejado pelo consumidor sem a necessidade de o varejista possuir uma produção própria complexa. Esse modelo permite **escala, padronização e eficiência operacional**, características cruciais para um produto de consumo massivo como o pão. A Ultra Pão se posicionou como um parceiro estratégico para supermercados que buscam otimizar seus processos e garantir a qualidade do pão francês. Consolidação e o Futuro do Pão Rafael Mendes destaca a relevância do pão francês no mercado brasileiro: “O mercado de pão francês é três vezes maior do que todo o pão industrializado junto”. Atualmente, 70% das vendas de pão francês no Brasil ainda vêm de padarias tradicionais, mas a indústria, como a Ultra Pão, já detém 30% desse mercado. Essa dinâmica aponta para um futuro de **consolidação no setor**, onde empresas com modelos eficientes e produtos de qualidade tendem a ganhar ainda mais espaço. A Ultra Pão, com sua aposta no básico bem executado e no modelo B2B, está bem posicionada para liderar essa transformação no mercado de pão congelado. Onde Acompanhar a Trajetória da Ultra Pão Para conhecer mais detalhes sobre a inspiradora trajetória da Ultra Pão e a visão de seu cofundador, Rafael

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Afrika Bambaataa: A lenda do Hip-Hop que moldou o Funk Carioca e inspirou Fernanda Abreu no Brasil

Afrika Bambaataa, o revolucionário do Hip-Hop, deixou um legado inestimável para a música brasileira, especialmente para o funk carioca. Sua obra “Planet Rock” foi a base para os “melôs” dos anos 80 e 90, e sua conexão com o Brasil se estendeu por décadas, culminando em parcerias memoráveis. Morreu nesta quinta-feira (9), aos 68 anos, Afrika Bambaataa, um dos grandes nomes da cultura hip-hop mundial. Sua influência ultrapassou fronteiras, moldando gêneros musicais e inspirando gerações de artistas. No Brasil, sua marca é indelével, especialmente no universo do funk carioca. A ligação de Bambaataa com o país começou com sua música “Planet Rock”, lançada em 1982. A faixa, em parceria com The Soulsonic Force, utilizou elementos do Kraftwerk e se tornou um pilar fundamental para o que viria a ser o funk carioca, servindo de inspiração para os “melôs” que animavam os bailes do Rio de Janeiro. Em suas próprias palavras, Bambaataa reconhecia essa conexão: “Vejo minha música no funk carioca, definitivamente. É tudo parte do electro funk, é minha família. Aqui, são usados mais os ritmos mais próximos da África”, declarou em entrevista ao jornal “O Globo” em 2010. Essa admiração mútua se traduziu em visitas e apresentações pelo Brasil, consolidando sua importância para a cena musical local. Conforme informação divulgada pelo “O Globo”, Bambaataa faleceu por complicações de um câncer. A influência de “Planet Rock” no Funk Carioca A base eletrônica e os ritmos inovadores de “Planet Rock” foram amplamente adaptados pelos DJs e produtores de funk carioca. A música, sampleada de “Trans-Europe Express” do Kraftwerk, deu origem a uma sonoridade que se tornou a marca registrada dos bailes funk, misturando batidas eletrônicas com influências afro-brasileiras. Essa fusão foi essencial para a evolução do gênero. Bambaataa via o funk carioca como uma extensão natural do electro funk, um gênero que ele ajudou a definir. Ele via nos ritmos brasileiros uma conexão direta com suas raízes africanas, o que fortalecia ainda mais seu apreço pela música produzida no Rio de Janeiro. Essa percepção demonstra a amplitude de sua visão musical. Parceria com Fernanda Abreu e outros legados A forte conexão de Afrika Bambaataa com o Brasil se materializou em parcerias musicais. A cantora Fernanda Abreu, conhecida como a “Embaixadora” do funk carioca, colaborou com Bambaataa na música “Tambor”, presente em seu álbum “Amor Geral” de 2016. O clipe da canção foi gravado no Rio de Janeiro, com a participação do próprio Bambaataa. Além da parceria com Fernanda Abreu, a influência de Bambaataa pode ser vista em outros artistas brasileiros. Marcelo D2, por exemplo, cita Bambaataa e “Planet Rock” em suas músicas, como em “1967”, e faz referência ao álbum “Looking for the Perfect Beat” em seu próprio trabalho “À Procura da Batida Perfeita”. A Zulu Nation e a mensagem de paz Afrika Bambaataa também é o criador da organização Zulu Nation, um movimento global que utilizava o hip-hop como ferramenta para promover paz, unidade e conhecimento. A Zulu Nation pregava um conjunto de valores que incluía liberdade, justiça, igualdade e

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Vocalista da Lambrini Girls fratura o pescoço e adia turnê americana após show na Austrália; festival no Coachella cancelado

Lambrini Girls cancela shows no Coachella e adia turnê americana após vocalista fraturar o pescoço e ter lesão cerebral A banda inglesa Lambrini Girls, conhecida por sua energia contagiante, precisou tomar uma decisão difícil e cancelar sua participação no renomado festival Coachella, além de adiar toda a sua turnê pelos Estados Unidos. O motivo é uma grave lesão sofrida pela vocalista, Phoebe Lunny. Em um comunicado emocionante divulgado nas redes sociais, Lunny revelou a extensão de seu problema de saúde, que a impedirá de se apresentar e viajar nas próximas seis semanas. A notícia pegou os fãs de surpresa e gerou grande comoção na comunidade musical. A situação é ainda mais delicada pois, segundo a própria artista, o diagnóstico inicial na Austrália foi incorreto, levando a um tratamento tardio que agrava o quadro. Conforme informação divulgada pela banda no Instagram, a cantora fraturou o pescoço e sofreu uma lesão cerebral aguda. Detalhes da Lesão e Tratamento Phoebe Lunny explicou em sua publicação que o ferimento ocorreu durante a passagem da banda pela Austrália. Ela mencionou que, se a lesão fosse algo como uma perna quebrada, ela poderia tentar subir ao palco, citando o exemplo de Dave Grohl do Foo Fighters. No entanto, a gravidade da fratura no pescoço e a lesão cerebral aguda impossibilitam a performance e a viagem. A vocalista expressou profunda tristeza com o cancelamento, afirmando o quanto a banda desejava estar presente no Coachella e se apresentar para o público americano. “Estamos muito decepcionadas, caras. Queríamos tanto estar aí”, declarou Lunny. A banda espera sinceramente ter a oportunidade de tocar nos Estados Unidos no próximo ano. Diagnóstico Tardio e Impacto na Turnê O fato de ter recebido um diagnóstico errado na Austrália complicou a situação de Phoebe Lunny. A banda realizou seus últimos shows no país oceânico entre 22 de fevereiro e 1º de março. A necessidade de um tratamento tardio para a fratura no pescoço e a lesão cerebral aguda é o que impede que ela voe e se apresente nas próximas semanas. Expectativa para o Futuro Apesar do contratempo, a banda Lambrini Girls demonstra otimismo em relação ao futuro. A esperança é que, após a recuperação completa de Phoebe Lunny, a turnê americana possa ser remarcada e que a banda possa, quem sabe, participar do Coachella em uma edição futura. Os fãs demonstraram apoio massivo nas redes sociais, desejando rápida recuperação para a vocalista.

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Ópera da Serra da Capivara: Cleópatra no Piauí em Espetáculo Único com Ney Matogrosso e Chico César

A venda de ingressos para a 8ª edição da Ópera da Serra da Capivara já começou, com o evento programado para acontecer entre 27 de julho e 2 de agosto, no sul do Piauí. Neste ano, o destaque é o espetáculo “Cleópatra – Rainha Caatingueira”, uma releitura ousada da história da icônica monarca egípcia, que se funde a uma programação musical vibrante celebrando a diversidade brasileira. O projeto transforma o Parque Nacional da Serra da Capivara, Patrimônio Mundial da UNESCO, em um palco natural deslumbrante, integrando música, dança, teatro e circo com tecnologias de ponta como laser e projeção mapeada. A programação se inicia com a “Ópera na Cidade”, focada em talentos piauienses, na Praça do Abrigo, em São Raimundo Nonato. Em seguida, o Anfiteatro Ancestral, no Sítio do Mocó, receberá o espetáculo principal e shows de artistas renomados da cena nacional. Conforme informação divulgada pela organização do evento, a Ópera da Serra da Capivara se consolida como uma experiência artística e cultural única, aliando a grandiosidade da ópera à beleza selvagem do sertão nordestino. O espetáculo “Cleópatra – Rainha Caatingueira” narra a jornada da última rainha do Egito após a queda de seu império. Ela atravessa o oceano Atlântico e chega ao território piauiense, onde confronta a perda de sua divindade e se adapta a um novo contexto. Sob os paredões da serra, Cleópatra renasce como a “Rainha Caatingueira”, trocando seus símbolos imperiais por elementos da vegetação local e estabelecendo uma profunda conexão com a ancestralidade da terra. Programação Musical e Atrações Principais Nos dias 27 e 28 de julho, a “Ópera na Cidade” na Praça do Abrigo dará o tom inicial. De 30 de julho a 2 de agosto, o Anfiteatro Ancestral será o palco principal. A abertura dos shows, em 30 de julho, contará com a apresentação de Chico César, que trará seu álbum “Vestido de Amor”, mesclando forró, reggae e rock. No dia seguinte, 31 de julho, Mari Jasca encantará o público com um repertório que transita entre MPB, jazz e ritmos latinos. Ney Matogrosso e Rubia Divino no Palco da Serra O dia 1º de agosto será especial com Ney Matogrosso, um dos ícones da MPB. O show “Fitti Canta Ney” promete revisitar o repertório do cantor sob uma perspectiva contemporânea, com influências pernambucanas. O encerramento, em 2 de agosto, será com Rubia Divino e seu show “Liberdade”, que explora jazz, afrobeat e maracatu, conectando o sagrado ao urbano. Rubia Divino também assume o papel principal no espetáculo “Cleópatra – Rainha Caatingueira”. Ingressos e Serviço do Evento Os ingressos estão disponíveis exclusivamente pelo site oficial do evento. Os valores para a plateia livre são de R$ 500 (inteira) e R$ 250 (meia-entrada), com acréscimo de taxas. Há também a opção de ingresso solidário por R$ 250 (mais taxas), mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Crianças de até 7 anos têm entrada gratuita, desde que acompanhadas. A Ópera da Serra da Capivara oferece uma oportunidade única de vivenciar a arte e a

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Sicília Inovadora: Festival de Música Eletrônica Aura Acontecerá em Sítio Arqueológico Milenar em 2026

A Sicília se prepara para sediar o Aura Festival, um evento inovador que promete misturar música eletrônica com a grandiosidade de um sítio arqueológico. O festival acontecerá entre os dias 1 e 2 de maio de 2026, nos campos do Parque Arqueológico de Segesta, próximo a Palermo. A proposta é criar uma sinergia entre o som contemporâneo e a história milenar do local. A iniciativa, segundo os organizadores, busca fazer com que a música eletrônica dialogue com o cenário histórico ao redor. A ideia é que as apresentações, especialmente aquelas próximas ao icônico templo dórico de Segesta, sejam realçadas por um projeto de luzes e efeitos visuais. Essa combinação visa destacar as ruínas antigas, conectando-as de forma imersiva com a energia das performances musicais. Embora os detalhes completos da programação ainda não tenham sido divulgados, alguns artistas já estão confirmados para animar o público. Entre eles, destacam-se nomes como Francesco Del Garda, Josh Baker, Quest, Traumer, Locklead, Onur Ozer, Oshana, Bartolomeo e Marco Biondo. A expectativa é de um line-up diversificado para atrair fãs de música eletrônica de diversas partes. Os ingressos para o Aura Festival já estão disponíveis para compra online. Opções de compra antecipada, na modalidade “Early Bird”, oferecem descontos. Os valores partem de € 18,50 para um dia avulso do festival e chegam a € 34 para o pacote que abrange as duas datas. É importante notar que esses preços não incluem taxas adicionais, que serão aplicadas no momento do checkout. Um Palco Histórico em Segesta O Parque Arqueológico de Segesta, embora talvez menos conhecido que Agrigento, é um local de grande relevância histórica. As ruínas presentes na região datam de aproximadamente 2,5 mil anos atrás, testemunhando a presença dos elísios, uma cultura que prosperou no oeste da ilha. A cidade de Segesta, uma das principais desse povo, foi intensamente moldada pelo intercâmbio cultural com os gregos antigos, o que se reflete em suas construções. O Templo Dórico: Uma Joia Arquitetônica O principal destaque de Segesta é, sem dúvida, seu templo dórico, erguido no século V a.C. Essa construção, notavelmente bem preservada, possui seis colunas na frente e quatorze nas laterais. O templo nunca foi concluído em sua época, tendo as obras interrompidas por um conflito. Apesar da ausência de teto e adornos finais, sua estrutura robusta resistiu ao tempo, chegando até os dias atuais. Visitação e Ingressos para o Parque Arqueológico O Parque Arqueológico de Segesta pode ser visitado durante todo o ano, com horários de funcionamento que variam conforme a estação. O ingresso padrão custa € 14. Informações detalhadas sobre os horários de visitação e compra de ingressos podem ser encontradas no site oficial do parque. Conforme divulgado pelos organizadores, o Aura Festival busca oferecer uma experiência memorável, unindo a efervescência da música eletrônica com a solidez e a beleza de um dos mais importantes legados históricos da Sicília. A combinação promete atrair um público diversificado, interessado em novas formas de vivenciar a cultura e a história.

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O aval de Afrika Bambaataa para Fernanda Abreu em “Tambor”: A conexão do funk carioca com o pai do hip hop

A parceria entre Fernanda Abreu e Afrika Bambaataa em “Tambor” é um marco no funk carioca, demonstrando a influência global do gênero. O legado de Afrika Bambaataa, um dos pioneiros do hip hop, transcendeu fronteiras e alcançou o Brasil, influenciando diretamente o funk carioca. Sua morte, em abril de 2026, aos 69 anos, deixou um vazio, mas seu impacto na música permanece vivo. Bambaataa, cujo nome de batismo era Lance Taylor, demonstrou apreço por artistas brasileiros como Tim Maia e Marcelo D2. No entanto, a relação mais profunda e colaborativa foi com Fernanda Abreu, cantora que explora o funk desde os anos 90. Há uma década, em 2016, Fernanda Abreu lançou seu álbum “Amor Geral”, que contou com a participação especial de Afrika Bambaataa na música “Tambor”. Essa colaboração, conforme informações divulgadas por jornalistas especializados em música, solidificou a conexão entre o funk brasileiro e as raízes do hip hop mundial. “Tambor”: Uma ode ao batuque com a bênção de Bambaataa A música “Tambor”, composta por Fernanda Abreu, Gabriel Moura, Jovi Joviniano e o próprio Afrika Bambaataa, é uma celebração do ritmo que pulsa na essência da música brasileira, do samba ao funk. A participação de Bambaataa na faixa, com suas palavras de ordem, conferiu autenticidade e peso à canção. Produzida por Sérgio Santos, “Tambor” capturou a energia contagiante do batuque, com uma batida funk irresistível. A letra exalta a importância rítmica e cultural intrínseca à identidade musical do Brasil, mostrando como a música brasileira dialoga com as tendências globais. O videoclipe em Tavares Bastos e a chancela do DJ A parceria musical se estendeu para o campo visual com a gravação de um videoclipe para “Tambor”. As filmagens ocorreram na comunidade de Tavares Bastos, no Rio de Janeiro, sob a direção de Beni, e contaram com a presença de Afrika Bambaataa. Lançado em janeiro de 2018, o clipe registrou a interação entre Fernanda Abreu e Afrika Bambaataa, evidenciando o entusiasmo e o aval do lendário DJ para o samba-funk carioca da cantora. As imagens mostram Bambaataa como um genuíno entusiasta do som suingado e vibrante apresentado por Fernanda. A influência de Bambaataa no funk brasileiro Afrika Bambaataa, nascido no Bronx, Nova York, é reconhecido como uma figura matricial na criação do electro-funk. Sua influência se espalhou globalmente, e o funk carioca, em particular, bebeu de suas fontes sonoras e conceituais. O DJ e produtor musical, que completaria 69 anos dias após seu falecimento, deixou um legado que inspira gerações. Sua admiração por ritmos brasileiros e sua colaboração com artistas locais reforçam a universalidade da música e a capacidade de conexão entre diferentes culturas através do som. Fernanda Abreu e a continuidade do legado “Amor Geral” (2016) é, até o momento, o último álbum de estúdio de Fernanda Abreu com músicas inéditas. A participação de Afrika Bambaataa em “Tambor” é um dos pontos altos do disco, marcando uma colaboração histórica. A cantora, que sempre esteve antenada com as batidas do funk, demonstrou com essa parceria a sua capacidade de transitar

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Celebrações Vibrantes: 5 Festivais de Primavera no Hemisfério Norte que Explodem em Cores e Tradições

Festivais de Primavera no Hemisfério Norte: Uma Explosão de Cultura e Natureza A transição do inverno para a primavera no Hemisfério Norte não é apenas marcada pelo clima ameno e o florescer da vegetação, mas também por celebrações culturais vibrantes e singulares. Diversos festivais em diferentes países transformam essa época do ano em um espetáculo de cores, tradições e alegria. Essas festividades refletem a profunda conexão entre as pessoas e a natureza, celebrando a renovação e a esperança que a primavera traz. Cada festival possui suas particularidades, mas todos compartilham o espírito de renovação e celebração. Conheça agora cinco desses eventos espetaculares que encantam o Hemisfério Norte, conforme informações divulgadas, oferecendo uma visão única de como a primavera é recebida ao redor do mundo. Hanami, Japão: A Contemplação das Cerejeiras em Flor No Japão, a primavera é anunciada pela deslumbrante floração das sakura, as cerejeiras. Entre março e maio, as paisagens japonesas se transformam em um mar de tons rosados, dando origem ao Hanami, que significa literalmente “ver as flores”. Esta tradição convida à contemplação da natureza e à reunião de pessoas em parques. Muitos passam o dia inteiro sob as árvores, apreciando as mais de 100 espécies de cerejeiras que florescem. A prática tem raízes em antigas crenças sobre divindades que habitavam essas árvores. À noite, o evento se transforma em yozakura, ou “cerejeira noturna”, quando lanternas iluminam as flores, criando um espetáculo mágico de luzes e cores. Holi, Índia: O Festival das Cores que Simboliza a Vitória do Bem A Índia celebra a primavera com o vibrante Holi, um festival marcado por uma explosão de cores por todo o país. Em cidades como Nova Délhi, é comum ver crianças com pistolas de água colorida, pessoas dançando e grupos reunidos para celebrar, muitas vezes degustando a tradicional thandai, uma bebida fria à base de leite, frutas secas e especiarias. O Holi narra a história hindu de Holika, uma deusa maligna que tentou matar seu sobrinho Prahlad por sua devoção ao deus Vishnu. Ao entrar em uma fogueira com ele, acreditando ser imune, Holika foi consumida pelas chamas, enquanto Prahlad sobreviveu. A história simboliza a vitória do bem sobre o mal. Na véspera do feriado, acende-se a fogueira de Holika, um ritual que busca afastar mazelas e celebrar a nova estação. Songkran, Tailândia: A Celebração da Água e do Ano Novo Tailandês Com a água como elemento central, o Songkran celebra a chegada da primavera e coincide com o Ano Novo tailandês. O festival, que começa em 13 de abril e dura três dias, tem seu nome derivado do sânscrito, significando “passagem” ou “movimento”, refletindo a transição. A água simboliza a limpeza do ano que passou e a preparação para o novo ciclo. Entre as práticas religiosas, destacam-se os banhos em imagens budistas. Socialmente, as pessoas realizam limpezas em casas e espaços públicos. Nas ruas, a celebração ganha um tom festivo com música alta e muita diversão aquática, com baldes e pistolas d’água. Las Fallas, Espanha: Arte, Tradição e Sátira

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Afrika Bambaataa, o Pai do Hip Hop e Criador de “Planet Rock”, Morre Aos 68 Anos; Influência Ecoa no Brasil

Afrika Bambaataa, um dos pilares do hip hop, morre aos 68 anos O mundo da música lamenta a perda de Afrika Bambaataa, figura icônica e pioneira do hip hop, que faleceu aos 68 anos. Segundo informações divulgadas pelo portal TMZ, o músico lutava contra um câncer, e sua morte ocorreu nesta madrugada. Bambaataa é amplamente reconhecido por seu papel fundamental na formatação do estilo musical que conquistou o planeta. Sua faixa de 1982, “Planet Rock”, é considerada um marco, estabelecendo as bases para o desenvolvimento do hip hop e influenciando diretamente a sonoridade dos bailes funk no Rio de Janeiro, que mais tarde se tornariam sucessos nacionais. Nascido no Bronx, em Nova York, no final da década de 1950, Afrika Bambaataa, cujo nome de batismo era Lance Taylor, teve uma juventude marcada pela participação na gangue Black Spades. No entanto, sua trajetória tomou um rumo transformador a partir da década de 1970, quando começou a organizar eventos que celebravam e promoviam a cultura hip hop. A Ascensão de um Ícone do Hip Hop As festas organizadas por Bambaataa rapidamente ganharam força, evoluindo para grandes celebrações de rua no sul do Bronx. Ele foi um visionário, utilizando a música e a arte como ferramentas de união e expressão. Seu compromisso com a cultura hip hop se consolidou com a fundação da Universal Zulu Nation, um coletivo artístico que reunia talentos diversos, como grafiteiros, b-boys e MCs engajados. O primeiro single de Bambaataa, “Zulu Nation Throwdown”, lançado em 1980, já demonstrava a força e a mensagem de seu trabalho. Contudo, foi em 1982 que ele alcançou um patamar global com o lançamento de “Planet Rock”. A música, uma colaboração com Arthur Baker e lançada pela Tommy Boy, sampleou a icônica faixa “Trans-Europe Express” do grupo alemão Kraftwerk. “Planet Rock”: Uma Revolução Sonora O resultado foi uma sonoridade inovadora de electro-funk futurista, com vocais robóticos que cativaram o público. “Planet Rock” alcançou a 4ª posição na parada de R&B dos Estados Unidos e vendeu milhões de cópias, tornando-se um divisor de águas na história da música. Sua influência se estendeu globalmente, moldando gêneros como techno, house e a música eletrônica de dança (EDM). A fusão de batidas eletrônicas marcantes, como as da bateria TR-808, com samples inovadores, foi o que deu a base para as chamadas “melôs” dos bailes do Rio de Janeiro nos anos 80 e 90. Essas batidas, que se tornaram febre e depois sucesso nacional, carregam em sua essência a marca de Afrika Bambaataa e “Planet Rock”. Legado e Controvérsias Além de seu impacto musical, Afrika Bambaataa também se destacou por seu ativismo. Em 1985, participou do álbum antiapartheid “Sun City”, unindo-se a artistas de renome como Joey Ramone, Run-D.M.C. e U2 em prol de uma causa social importante. Nos últimos anos de vida, Bambaataa enfrentou sérias acusações de abuso sexual, que teriam ocorrido entre as décadas de 1980 e 1990. Conforme relatado pelo TMZ, ele foi obrigado a pagar um acordo a um dos acusadores em 2025, que alegou

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Alerta Fiocruz: Síndrome Respiratória Grave Ameaça 18 Estados Brasileiros com Risco de Piora

Fiocruz mantém alerta para Síndrome Respiratória Grave em 18 estados A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através do seu boletim Infogripe, emitiu um alerta importante para a saúde pública no Brasil. Dezoito estados e o Distrito Federal permanecem em níveis de atenção, variando entre alerta, risco e alto risco para o desenvolvimento de casos graves de síndromes respiratórias. A situação é particularmente preocupante em Mato Grosso e Maranhão, onde a tendência é de aumento nas próximas semanas. Ainda que a tendência nacional a longo prazo aponte para estabilidade, com interrupção do crescimento e até quedas em algumas regiões, a atenção precisa ser redobrada. Pesquisadores observam uma diminuição nos casos causados pela influenza A e pelo rinovírus, responsáveis por mais de 70% das infecções virais recentes diagnosticadas. A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é caracterizada pela piora de sintomas gripais, como febre, coriza e tosse, evoluindo para dificuldade de respirar e necessidade de hospitalização. Embora frequentemente desencadeada por vírus, o agente causador nem sempre é identificado por exames. Conforme informação divulgada pela Fiocruz, a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra formas graves e óbitos. Vacinação é a principal arma contra a SRAG Três das principais infecções que causam SRAG podem ser prevenidas por vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS): Influenza A, Influenza B e Covid-19. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza está ativa em todo o país, priorizando grupos mais vulneráveis como crianças, idosos e gestantes, que têm maior suscetibilidade a desenvolver quadros graves. A vacina contra a Covid-19 é recomendada para todos os bebês a partir dos 6 meses de idade, com reforços periódicos para idosos, gestantes, pessoas com deficiência, comorbidades ou imunossuprimidas, e outros grupos considerados vulneráveis. Desde o ano passado, o Ministério da Saúde também oferece a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, visando proteger bebês contra a bronquiolite, doença grave que acomete os pequenos. Recomendações para evitar a propagação de vírus Tatiana Portella, pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, enfatiza a importância da vacinação como ferramenta primordial na proteção contra casos graves e mortes. Ela recomenda que a população de maior risco e os grupos mais expostos, como profissionais de saúde, se vacinem o quanto antes. “Também recomendamos que pessoas com sintomas de gripe ou resfriado permaneçam em casa em isolamento. Caso isso não seja possível, o ideal é sair usando uma boa máscara”, destaca Tatiana Portella. Essa medida simples ajuda a reduzir a transmissão viral em ambientes coletivos e protege os mais frágeis. Dados alarmantes sobre SRAG no Brasil Este ano, o Brasil já registrou 31.768 casos de SRAG, com aproximadamente 13 mil testando positivo para algum vírus respiratório. Desses, 42,9% foram causados por rinovírus, 24,5% por influenza A, 15,3% por vírus sincicial respiratório, 11,1% por Covid-19 e 1,5% por influenza B. O cenário de mortes também é preocupante, com 1.621 óbitos por SRAG registrados até o momento, sendo 669 com exame positivo para vírus respiratório. Entre os casos com resultado laboratorial

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Olimpíadas de Los Angeles 2028: Moradores enfrentam ‘esporte radical’ de ingressos caros e frustração na pré-venda

Olimpíadas de Los Angeles 2028: Moradores enfrentam ‘esporte radical’ de ingressos caros e frustração na pré-venda A mais de dois anos do início das Olimpíadas de Los Angeles em 2028, os moradores do sul da Califórnia já estão sentindo o peso financeiro do evento. A pré-venda de ingressos, destinada a residentes locais que venceram um sorteio, revelou um cenário de preços elevados e, para muitos, inacessíveis, gerando frustração e surpresa. A experiência de tentar adquirir ingressos para os Jogos de 2028 tem sido comparada a um novo esporte olímpico, repleto de estratégias, adrenalina e, infelizmente, decepção. Enquanto alguns conseguiram vitórias inesperadas, como ingressos para quartas de final de luta por US$ 28, outros se depararam com valores exorbitantes para eventos cobiçados. A venda de ingressos para as Olimpíadas de Los Angeles 2028 ofereceu um primeiro vislumbre do que esperar em eventos de grande porte nos EUA, onde a busca por ingressos se tornou uma batalha cara, repleta de bots e taxas ocultas. Conforme informações divulgadas pelo The New York Times, muitos esperavam que as Olimpíadas fossem uma exceção, mas os preços iniciais indicam o contrário. A dura realidade dos preços dos ingressos para os Jogos de 2028 Michelle Hillier, moradora de Los Angeles, descreveu sua experiência como uma “obsessão completa”. Ela se preparou meticulosamente para a pré-venda, que começou em 2 de abril para os sortudos que conseguiram acesso. Seu objetivo era garantir ingressos para a final dos 100 metros rasos, um “sonho de vida” para seu marido. No entanto, após pesquisar os códigos dos eventos e planejar a compra de até 12 ingressos por prova, Hillier e seu marido concluíram que não poderiam arcar com os valores. Ingressos para a cerimônia de abertura, por exemplo, foram avistados por mais de US$ 5.000. Eles acabaram optando por ingressos de US$ 100 para uma rodada preliminar, em um setor mais alto do estádio. Apesar da promessa dos organizadores de que 1 milhão de ingressos estariam disponíveis por US$ 28 (aproximadamente R$ 142), a emoção dominante entre os potenciais compradores foi o choque com os preços mais altos. Muitos se viram avaliando se e quanto poderiam gastar dentro de seus limites. Frustração e gastos inesperados na compra de ingressos olímpicos Nicholas Liddell, de 31 anos e morador de West Hollywood, confessou que “não estava mentalmente preparado para gastar US$ 2.000”. Ele acabou gastando cerca de US$ 1.700 em 12 ingressos para três eventos mistos. Entre eles, estavam ingressos para quartas de final de duplas no tênis por US$ 75 cada (mais US$ 18 de taxa por ingresso), final da natação por US$ 150 (mais US$ 36 de taxa) e final do atletismo por US$ 120 (mais US$ 29 de taxa). Liddell, que trabalha com estratégia na Disney, justificou o gasto pela importância especial dos Jogos Olímpicos, especialmente após ter comparecido aos Jogos de Inverno de Milão-Cortina. Contudo, ele expressou o desejo por maior transparência dos organizadores de 2028 quanto à disponibilidade de ingressos mais baratos, principalmente para os moradores locais. Os organizadores

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Ultra Pão: Como o Pão Francês Virou um Negócio Bilionário e Desbancou Gigantes do Varejo com Simplicidade

A Revolução do Pão Congelado: De Observação de Rua a Potencial Bilionário A percepção que deu origem à Ultra Pão não surgiu de análises complexas, mas sim da observação atenta do cotidiano e do comportamento do varejo. Rafael Mendes, cofundador da empresa, teve o estalo durante uma viagem a trabalho para o Espírito Santo. Mendes, que atuava em uma área comercial relevante na Ambev, notou a frequência com que caminhões de pão acompanhavam os de cerveja. A perecibilidade do produto congelado exigia prioridade na descarga, o que o levou a pensar: “Parece que tem um business interessante aqui”. Essa observação, que passaria despercebida para muitos, tornou-se a faísca para o sonho empreendedor de Rafael. Ele compartilhou essa visão com um colega de faculdade, dando início a uma jornada que transformaria o pão de todo dia em um negócio de **potencial bilionário**, conforme divulgado em sua participação no programa Do Zero ao Topo. A Estratégia do Básico Perfeito A dupla decidiu apostar na simplicidade e eficiência. “Não dá para competir com a AMBEV, mas talvez com cara do pão dê”, brincou Mendes, referindo-se à escala da gigante das bebidas. O foco inicial foi estudar o mercado de panificação, identificando-o como um produto de **alto volume**, **consumo diário e recorrente**, e notavelmente **à prova de crise**. Apesar das tendências de pães especiais, a estratégia da Ultra Pão foi clara: fazer o básico, mas fazer o básico perfeito. O pão francês e o pão de queijo foram os escolhidos para iniciar. A prioridade era **sobreviver no mercado**, para depois poder melhorar as margens e, por fim, inovar. O Modelo B2B e a Escala do Congelado Com quase 10 anos de mercado, a Ultra Pão adotou um modelo de negócios focado no **B2B (business-to-business)**, abastecendo o varejo. A empresa fornece produtos congelados que são finalizados nas padarias de supermercados. Isso garante o frescor desejado pelo consumidor sem a necessidade de o varejista possuir uma produção própria complexa. Esse modelo permite **escala, padronização e eficiência operacional**, características cruciais para um produto de consumo massivo como o pão. A Ultra Pão se posicionou como um parceiro estratégico para supermercados que buscam otimizar seus processos e garantir a qualidade do pão francês. Consolidação e o Futuro do Pão Rafael Mendes destaca a relevância do pão francês no mercado brasileiro: “O mercado de pão francês é três vezes maior do que todo o pão industrializado junto”. Atualmente, 70% das vendas de pão francês no Brasil ainda vêm de padarias tradicionais, mas a indústria, como a Ultra Pão, já detém 30% desse mercado. Essa dinâmica aponta para um futuro de **consolidação no setor**, onde empresas com modelos eficientes e produtos de qualidade tendem a ganhar ainda mais espaço. A Ultra Pão, com sua aposta no básico bem executado e no modelo B2B, está bem posicionada para liderar essa transformação no mercado de pão congelado. Onde Acompanhar a Trajetória da Ultra Pão Para conhecer mais detalhes sobre a inspiradora trajetória da Ultra Pão e a visão de seu cofundador, Rafael

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Afrika Bambaataa: A lenda do Hip-Hop que moldou o Funk Carioca e inspirou Fernanda Abreu no Brasil

Afrika Bambaataa, o revolucionário do Hip-Hop, deixou um legado inestimável para a música brasileira, especialmente para o funk carioca. Sua obra “Planet Rock” foi a base para os “melôs” dos anos 80 e 90, e sua conexão com o Brasil se estendeu por décadas, culminando em parcerias memoráveis. Morreu nesta quinta-feira (9), aos 68 anos, Afrika Bambaataa, um dos grandes nomes da cultura hip-hop mundial. Sua influência ultrapassou fronteiras, moldando gêneros musicais e inspirando gerações de artistas. No Brasil, sua marca é indelével, especialmente no universo do funk carioca. A ligação de Bambaataa com o país começou com sua música “Planet Rock”, lançada em 1982. A faixa, em parceria com The Soulsonic Force, utilizou elementos do Kraftwerk e se tornou um pilar fundamental para o que viria a ser o funk carioca, servindo de inspiração para os “melôs” que animavam os bailes do Rio de Janeiro. Em suas próprias palavras, Bambaataa reconhecia essa conexão: “Vejo minha música no funk carioca, definitivamente. É tudo parte do electro funk, é minha família. Aqui, são usados mais os ritmos mais próximos da África”, declarou em entrevista ao jornal “O Globo” em 2010. Essa admiração mútua se traduziu em visitas e apresentações pelo Brasil, consolidando sua importância para a cena musical local. Conforme informação divulgada pelo “O Globo”, Bambaataa faleceu por complicações de um câncer. A influência de “Planet Rock” no Funk Carioca A base eletrônica e os ritmos inovadores de “Planet Rock” foram amplamente adaptados pelos DJs e produtores de funk carioca. A música, sampleada de “Trans-Europe Express” do Kraftwerk, deu origem a uma sonoridade que se tornou a marca registrada dos bailes funk, misturando batidas eletrônicas com influências afro-brasileiras. Essa fusão foi essencial para a evolução do gênero. Bambaataa via o funk carioca como uma extensão natural do electro funk, um gênero que ele ajudou a definir. Ele via nos ritmos brasileiros uma conexão direta com suas raízes africanas, o que fortalecia ainda mais seu apreço pela música produzida no Rio de Janeiro. Essa percepção demonstra a amplitude de sua visão musical. Parceria com Fernanda Abreu e outros legados A forte conexão de Afrika Bambaataa com o Brasil se materializou em parcerias musicais. A cantora Fernanda Abreu, conhecida como a “Embaixadora” do funk carioca, colaborou com Bambaataa na música “Tambor”, presente em seu álbum “Amor Geral” de 2016. O clipe da canção foi gravado no Rio de Janeiro, com a participação do próprio Bambaataa. Além da parceria com Fernanda Abreu, a influência de Bambaataa pode ser vista em outros artistas brasileiros. Marcelo D2, por exemplo, cita Bambaataa e “Planet Rock” em suas músicas, como em “1967”, e faz referência ao álbum “Looking for the Perfect Beat” em seu próprio trabalho “À Procura da Batida Perfeita”. A Zulu Nation e a mensagem de paz Afrika Bambaataa também é o criador da organização Zulu Nation, um movimento global que utilizava o hip-hop como ferramenta para promover paz, unidade e conhecimento. A Zulu Nation pregava um conjunto de valores que incluía liberdade, justiça, igualdade e

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Vocalista da Lambrini Girls fratura o pescoço e adia turnê americana após show na Austrália; festival no Coachella cancelado

Lambrini Girls cancela shows no Coachella e adia turnê americana após vocalista fraturar o pescoço e ter lesão cerebral A banda inglesa Lambrini Girls, conhecida por sua energia contagiante, precisou tomar uma decisão difícil e cancelar sua participação no renomado festival Coachella, além de adiar toda a sua turnê pelos Estados Unidos. O motivo é uma grave lesão sofrida pela vocalista, Phoebe Lunny. Em um comunicado emocionante divulgado nas redes sociais, Lunny revelou a extensão de seu problema de saúde, que a impedirá de se apresentar e viajar nas próximas seis semanas. A notícia pegou os fãs de surpresa e gerou grande comoção na comunidade musical. A situação é ainda mais delicada pois, segundo a própria artista, o diagnóstico inicial na Austrália foi incorreto, levando a um tratamento tardio que agrava o quadro. Conforme informação divulgada pela banda no Instagram, a cantora fraturou o pescoço e sofreu uma lesão cerebral aguda. Detalhes da Lesão e Tratamento Phoebe Lunny explicou em sua publicação que o ferimento ocorreu durante a passagem da banda pela Austrália. Ela mencionou que, se a lesão fosse algo como uma perna quebrada, ela poderia tentar subir ao palco, citando o exemplo de Dave Grohl do Foo Fighters. No entanto, a gravidade da fratura no pescoço e a lesão cerebral aguda impossibilitam a performance e a viagem. A vocalista expressou profunda tristeza com o cancelamento, afirmando o quanto a banda desejava estar presente no Coachella e se apresentar para o público americano. “Estamos muito decepcionadas, caras. Queríamos tanto estar aí”, declarou Lunny. A banda espera sinceramente ter a oportunidade de tocar nos Estados Unidos no próximo ano. Diagnóstico Tardio e Impacto na Turnê O fato de ter recebido um diagnóstico errado na Austrália complicou a situação de Phoebe Lunny. A banda realizou seus últimos shows no país oceânico entre 22 de fevereiro e 1º de março. A necessidade de um tratamento tardio para a fratura no pescoço e a lesão cerebral aguda é o que impede que ela voe e se apresente nas próximas semanas. Expectativa para o Futuro Apesar do contratempo, a banda Lambrini Girls demonstra otimismo em relação ao futuro. A esperança é que, após a recuperação completa de Phoebe Lunny, a turnê americana possa ser remarcada e que a banda possa, quem sabe, participar do Coachella em uma edição futura. Os fãs demonstraram apoio massivo nas redes sociais, desejando rápida recuperação para a vocalista.

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Ópera da Serra da Capivara: Cleópatra no Piauí em Espetáculo Único com Ney Matogrosso e Chico César

A venda de ingressos para a 8ª edição da Ópera da Serra da Capivara já começou, com o evento programado para acontecer entre 27 de julho e 2 de agosto, no sul do Piauí. Neste ano, o destaque é o espetáculo “Cleópatra – Rainha Caatingueira”, uma releitura ousada da história da icônica monarca egípcia, que se funde a uma programação musical vibrante celebrando a diversidade brasileira. O projeto transforma o Parque Nacional da Serra da Capivara, Patrimônio Mundial da UNESCO, em um palco natural deslumbrante, integrando música, dança, teatro e circo com tecnologias de ponta como laser e projeção mapeada. A programação se inicia com a “Ópera na Cidade”, focada em talentos piauienses, na Praça do Abrigo, em São Raimundo Nonato. Em seguida, o Anfiteatro Ancestral, no Sítio do Mocó, receberá o espetáculo principal e shows de artistas renomados da cena nacional. Conforme informação divulgada pela organização do evento, a Ópera da Serra da Capivara se consolida como uma experiência artística e cultural única, aliando a grandiosidade da ópera à beleza selvagem do sertão nordestino. O espetáculo “Cleópatra – Rainha Caatingueira” narra a jornada da última rainha do Egito após a queda de seu império. Ela atravessa o oceano Atlântico e chega ao território piauiense, onde confronta a perda de sua divindade e se adapta a um novo contexto. Sob os paredões da serra, Cleópatra renasce como a “Rainha Caatingueira”, trocando seus símbolos imperiais por elementos da vegetação local e estabelecendo uma profunda conexão com a ancestralidade da terra. Programação Musical e Atrações Principais Nos dias 27 e 28 de julho, a “Ópera na Cidade” na Praça do Abrigo dará o tom inicial. De 30 de julho a 2 de agosto, o Anfiteatro Ancestral será o palco principal. A abertura dos shows, em 30 de julho, contará com a apresentação de Chico César, que trará seu álbum “Vestido de Amor”, mesclando forró, reggae e rock. No dia seguinte, 31 de julho, Mari Jasca encantará o público com um repertório que transita entre MPB, jazz e ritmos latinos. Ney Matogrosso e Rubia Divino no Palco da Serra O dia 1º de agosto será especial com Ney Matogrosso, um dos ícones da MPB. O show “Fitti Canta Ney” promete revisitar o repertório do cantor sob uma perspectiva contemporânea, com influências pernambucanas. O encerramento, em 2 de agosto, será com Rubia Divino e seu show “Liberdade”, que explora jazz, afrobeat e maracatu, conectando o sagrado ao urbano. Rubia Divino também assume o papel principal no espetáculo “Cleópatra – Rainha Caatingueira”. Ingressos e Serviço do Evento Os ingressos estão disponíveis exclusivamente pelo site oficial do evento. Os valores para a plateia livre são de R$ 500 (inteira) e R$ 250 (meia-entrada), com acréscimo de taxas. Há também a opção de ingresso solidário por R$ 250 (mais taxas), mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Crianças de até 7 anos têm entrada gratuita, desde que acompanhadas. A Ópera da Serra da Capivara oferece uma oportunidade única de vivenciar a arte e a

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Sicília Inovadora: Festival de Música Eletrônica Aura Acontecerá em Sítio Arqueológico Milenar em 2026

A Sicília se prepara para sediar o Aura Festival, um evento inovador que promete misturar música eletrônica com a grandiosidade de um sítio arqueológico. O festival acontecerá entre os dias 1 e 2 de maio de 2026, nos campos do Parque Arqueológico de Segesta, próximo a Palermo. A proposta é criar uma sinergia entre o som contemporâneo e a história milenar do local. A iniciativa, segundo os organizadores, busca fazer com que a música eletrônica dialogue com o cenário histórico ao redor. A ideia é que as apresentações, especialmente aquelas próximas ao icônico templo dórico de Segesta, sejam realçadas por um projeto de luzes e efeitos visuais. Essa combinação visa destacar as ruínas antigas, conectando-as de forma imersiva com a energia das performances musicais. Embora os detalhes completos da programação ainda não tenham sido divulgados, alguns artistas já estão confirmados para animar o público. Entre eles, destacam-se nomes como Francesco Del Garda, Josh Baker, Quest, Traumer, Locklead, Onur Ozer, Oshana, Bartolomeo e Marco Biondo. A expectativa é de um line-up diversificado para atrair fãs de música eletrônica de diversas partes. Os ingressos para o Aura Festival já estão disponíveis para compra online. Opções de compra antecipada, na modalidade “Early Bird”, oferecem descontos. Os valores partem de € 18,50 para um dia avulso do festival e chegam a € 34 para o pacote que abrange as duas datas. É importante notar que esses preços não incluem taxas adicionais, que serão aplicadas no momento do checkout. Um Palco Histórico em Segesta O Parque Arqueológico de Segesta, embora talvez menos conhecido que Agrigento, é um local de grande relevância histórica. As ruínas presentes na região datam de aproximadamente 2,5 mil anos atrás, testemunhando a presença dos elísios, uma cultura que prosperou no oeste da ilha. A cidade de Segesta, uma das principais desse povo, foi intensamente moldada pelo intercâmbio cultural com os gregos antigos, o que se reflete em suas construções. O Templo Dórico: Uma Joia Arquitetônica O principal destaque de Segesta é, sem dúvida, seu templo dórico, erguido no século V a.C. Essa construção, notavelmente bem preservada, possui seis colunas na frente e quatorze nas laterais. O templo nunca foi concluído em sua época, tendo as obras interrompidas por um conflito. Apesar da ausência de teto e adornos finais, sua estrutura robusta resistiu ao tempo, chegando até os dias atuais. Visitação e Ingressos para o Parque Arqueológico O Parque Arqueológico de Segesta pode ser visitado durante todo o ano, com horários de funcionamento que variam conforme a estação. O ingresso padrão custa € 14. Informações detalhadas sobre os horários de visitação e compra de ingressos podem ser encontradas no site oficial do parque. Conforme divulgado pelos organizadores, o Aura Festival busca oferecer uma experiência memorável, unindo a efervescência da música eletrônica com a solidez e a beleza de um dos mais importantes legados históricos da Sicília. A combinação promete atrair um público diversificado, interessado em novas formas de vivenciar a cultura e a história.

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O aval de Afrika Bambaataa para Fernanda Abreu em “Tambor”: A conexão do funk carioca com o pai do hip hop

A parceria entre Fernanda Abreu e Afrika Bambaataa em “Tambor” é um marco no funk carioca, demonstrando a influência global do gênero. O legado de Afrika Bambaataa, um dos pioneiros do hip hop, transcendeu fronteiras e alcançou o Brasil, influenciando diretamente o funk carioca. Sua morte, em abril de 2026, aos 69 anos, deixou um vazio, mas seu impacto na música permanece vivo. Bambaataa, cujo nome de batismo era Lance Taylor, demonstrou apreço por artistas brasileiros como Tim Maia e Marcelo D2. No entanto, a relação mais profunda e colaborativa foi com Fernanda Abreu, cantora que explora o funk desde os anos 90. Há uma década, em 2016, Fernanda Abreu lançou seu álbum “Amor Geral”, que contou com a participação especial de Afrika Bambaataa na música “Tambor”. Essa colaboração, conforme informações divulgadas por jornalistas especializados em música, solidificou a conexão entre o funk brasileiro e as raízes do hip hop mundial. “Tambor”: Uma ode ao batuque com a bênção de Bambaataa A música “Tambor”, composta por Fernanda Abreu, Gabriel Moura, Jovi Joviniano e o próprio Afrika Bambaataa, é uma celebração do ritmo que pulsa na essência da música brasileira, do samba ao funk. A participação de Bambaataa na faixa, com suas palavras de ordem, conferiu autenticidade e peso à canção. Produzida por Sérgio Santos, “Tambor” capturou a energia contagiante do batuque, com uma batida funk irresistível. A letra exalta a importância rítmica e cultural intrínseca à identidade musical do Brasil, mostrando como a música brasileira dialoga com as tendências globais. O videoclipe em Tavares Bastos e a chancela do DJ A parceria musical se estendeu para o campo visual com a gravação de um videoclipe para “Tambor”. As filmagens ocorreram na comunidade de Tavares Bastos, no Rio de Janeiro, sob a direção de Beni, e contaram com a presença de Afrika Bambaataa. Lançado em janeiro de 2018, o clipe registrou a interação entre Fernanda Abreu e Afrika Bambaataa, evidenciando o entusiasmo e o aval do lendário DJ para o samba-funk carioca da cantora. As imagens mostram Bambaataa como um genuíno entusiasta do som suingado e vibrante apresentado por Fernanda. A influência de Bambaataa no funk brasileiro Afrika Bambaataa, nascido no Bronx, Nova York, é reconhecido como uma figura matricial na criação do electro-funk. Sua influência se espalhou globalmente, e o funk carioca, em particular, bebeu de suas fontes sonoras e conceituais. O DJ e produtor musical, que completaria 69 anos dias após seu falecimento, deixou um legado que inspira gerações. Sua admiração por ritmos brasileiros e sua colaboração com artistas locais reforçam a universalidade da música e a capacidade de conexão entre diferentes culturas através do som. Fernanda Abreu e a continuidade do legado “Amor Geral” (2016) é, até o momento, o último álbum de estúdio de Fernanda Abreu com músicas inéditas. A participação de Afrika Bambaataa em “Tambor” é um dos pontos altos do disco, marcando uma colaboração histórica. A cantora, que sempre esteve antenada com as batidas do funk, demonstrou com essa parceria a sua capacidade de transitar

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Celebrações Vibrantes: 5 Festivais de Primavera no Hemisfério Norte que Explodem em Cores e Tradições

Festivais de Primavera no Hemisfério Norte: Uma Explosão de Cultura e Natureza A transição do inverno para a primavera no Hemisfério Norte não é apenas marcada pelo clima ameno e o florescer da vegetação, mas também por celebrações culturais vibrantes e singulares. Diversos festivais em diferentes países transformam essa época do ano em um espetáculo de cores, tradições e alegria. Essas festividades refletem a profunda conexão entre as pessoas e a natureza, celebrando a renovação e a esperança que a primavera traz. Cada festival possui suas particularidades, mas todos compartilham o espírito de renovação e celebração. Conheça agora cinco desses eventos espetaculares que encantam o Hemisfério Norte, conforme informações divulgadas, oferecendo uma visão única de como a primavera é recebida ao redor do mundo. Hanami, Japão: A Contemplação das Cerejeiras em Flor No Japão, a primavera é anunciada pela deslumbrante floração das sakura, as cerejeiras. Entre março e maio, as paisagens japonesas se transformam em um mar de tons rosados, dando origem ao Hanami, que significa literalmente “ver as flores”. Esta tradição convida à contemplação da natureza e à reunião de pessoas em parques. Muitos passam o dia inteiro sob as árvores, apreciando as mais de 100 espécies de cerejeiras que florescem. A prática tem raízes em antigas crenças sobre divindades que habitavam essas árvores. À noite, o evento se transforma em yozakura, ou “cerejeira noturna”, quando lanternas iluminam as flores, criando um espetáculo mágico de luzes e cores. Holi, Índia: O Festival das Cores que Simboliza a Vitória do Bem A Índia celebra a primavera com o vibrante Holi, um festival marcado por uma explosão de cores por todo o país. Em cidades como Nova Délhi, é comum ver crianças com pistolas de água colorida, pessoas dançando e grupos reunidos para celebrar, muitas vezes degustando a tradicional thandai, uma bebida fria à base de leite, frutas secas e especiarias. O Holi narra a história hindu de Holika, uma deusa maligna que tentou matar seu sobrinho Prahlad por sua devoção ao deus Vishnu. Ao entrar em uma fogueira com ele, acreditando ser imune, Holika foi consumida pelas chamas, enquanto Prahlad sobreviveu. A história simboliza a vitória do bem sobre o mal. Na véspera do feriado, acende-se a fogueira de Holika, um ritual que busca afastar mazelas e celebrar a nova estação. Songkran, Tailândia: A Celebração da Água e do Ano Novo Tailandês Com a água como elemento central, o Songkran celebra a chegada da primavera e coincide com o Ano Novo tailandês. O festival, que começa em 13 de abril e dura três dias, tem seu nome derivado do sânscrito, significando “passagem” ou “movimento”, refletindo a transição. A água simboliza a limpeza do ano que passou e a preparação para o novo ciclo. Entre as práticas religiosas, destacam-se os banhos em imagens budistas. Socialmente, as pessoas realizam limpezas em casas e espaços públicos. Nas ruas, a celebração ganha um tom festivo com música alta e muita diversão aquática, com baldes e pistolas d’água. Las Fallas, Espanha: Arte, Tradição e Sátira

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