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Hotel Clara Arte em Inhotim: Nova Ala Galeria Eleva Experiência com Acessibilidade e Arte Exclusiva

Hotel Clara Arte em Inhotim inaugura Ala Galeria com foco em acessibilidade e arte O renomado Hotel Clara Arte, aninhado no coração do Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), celebrou em 21 de agosto a expansão de suas instalações com a inauguração da Ala Galeria. Este novo edifício adiciona 30 acomodações, elevando o total de quartos de 46 para 76. Projetada com um olhar atento à **acessibilidade** e à integração com o ambiente artístico, a expansão representa um investimento significativo de R$ 59,3 milhões. A Ala Galeria foi concebida para harmonizar a experiência de hospedagem com o acervo cultural e natural de Inhotim. A nova ala, localizada estrategicamente próxima às áreas comuns, foi desenvolvida sob os princípios do **desenho universal**, garantindo que todos os espaços sejam acessíveis a qualquer pessoa, independentemente de suas necessidades. A iniciativa visa proporcionar conforto e autonomia para hóspedes com deficiência, mobilidade reduzida e famílias com crianças pequenas. Conforme divulgado, o projeto foi pensado para atender a uma ampla gama de visitantes, conforme informação divulgada pelo próprio hotel. Design Universal e Conforto Acessível A Ala Galeria se destaca por ser **100% acessível**, seguindo a premissa do desenho universal. Desde as áreas de circulação até os quartos, cada detalhe foi cuidadosamente planejado para oferecer uma experiência inclusiva. O sistema de acessibilidade é adaptável, permitindo que equipamentos de apoio sejam instalados conforme a necessidade específica de cada hóspede antes mesmo do check-in. A diversidade de hospedagem também foi ampliada, com a expansão do número de categorias de seis para dez. Entre as novidades, destacam-se a **Suíte Galeria**, com espaço privativo para casal e camas de solteiro, e três categorias **Presidenciais**, que incluem salas integradas, múltiplos quartos, hidromassagem e varanda. A Presidencial 5, com mais de 71 m², é a maior acomodação da nova ala. Arquitetura e Arte em Harmonia A arquitetura da Ala Galeria é um convite à apreciação estética, com **tons neutros** no mobiliário e o uso de revestimentos em freijó e piso em basalto corten. As minicopas, presentes em todas as acomodações, exibem o deslumbrante quartzito Volúpia Maestro na bancada e no frontão, agregando um toque de sofisticação. Cada um dos 30 novos quartos foi concebido em homenagem aos **20 anos do Instituto Inhotim**. As acomodações recebem o conjunto de obras Múltiplo Tunga, uma edição comemorativa especial. São sete peças, incluindo um fac-símile de manuscrito de Tunga sobre a icônica obra True Rouge e fotografias da última montagem da instalação supervisionada pelo artista. Obras de Arte e Experiências Exclusivas A arte é um elemento central no Clara Arte, e a nova ala reforça essa proposta. Além das obras de Tunga, o hotel mantém em suas acomodações uma curadoria de artistas renomados brasileiros e estrangeiros, como Sandra Cinto, Vik Muniz e Tomie Ohtake. Um **QR Code** em cada quarto permite aos hóspedes conhecerem mais sobre os artistas e suas trajetórias. Nas áreas comuns, a integração entre arquitetura e arte se manifesta em detalhes como a piscina climatizada, revestida com pastilhas de cerâmica feitas à mão pelo artista José

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Héloa convida Luedji Luna e Liu Kid para celebrar ancestralidade e dança em novo single ‘Dança N’kisi dança’

Héloa lança ‘Dança N’kisi dança’ com Luedji Luna e Liu Kid, anunciando o álbum ‘Árida’ em setembro A cantora e compositora Héloa, de origem afro-indígena sergipana, está de volta à cena musical com um novo single que promete agitar o cenário artístico. A faixa, intitulada ‘Dança N’kisi dança’, marca o anúncio do seu quarto álbum de estúdio, ‘Árida’, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2026. Neste novo trabalho, Héloa une forças com a talentosa cantora baiana Luedji Luna e o rapper angolano Liu Kid. A colaboração resulta em uma canção com uma profunda carga espiritual, celebrando a ancestralidade e a conexão com as raízes africanas presentes no Brasil. A música ‘Dança N’kisi dança’ é um convite vibrante à celebração coletiva através do movimento da dança. A composição, assinada por Héloa em parceria com Liu Kid, evoca a força das divindades cultuadas no Candomblé Angola, os N’kisis, trazendo para a música a herança africana que se manifesta na espiritualidade, na natureza e na arte. Uma celebração da ancestralidade africana Héloa explica que a escolha de evocar o N’kisi na música é uma forma de trazer à tona a poderosa herança angolana, fundamental no Candomblé brasileiro. A artista ressalta que essa ancestralidade permanece viva em diversas manifestações culturais, como na relação com a natureza, na espiritualidade, na música, na dança e no próprio corpo. ‘Árida’ promete aprofundar a sonoridade de Héloa O álbum ‘Árida’ chega quatro anos após o lançamento de ‘yIDé’, de abril de 2022, e representa um novo capítulo na carreira fonográfica de Héloa, que iniciou há uma década com o álbum ‘Eu’, editado em 2016. A direção musical do novo projeto é de responsabilidade da própria Héloa, em colaboração com Yuri Queiroga, que também atua como produtor musical. Colaborações que enriquecem a obra A parceria com Luedji Luna e Liu Kid em ‘Dança N’kisi dança’ demonstra a intenção de Héloa em expandir seus horizontes musicais e dialogar com diferentes artistas e sonoridades. A expectativa é que o álbum ‘Árida’ apresente uma rica tapeçaria sonora, explorando a diversidade e a profundidade da música brasileira e africana. Lançamento marcado para setembro O single ‘Dança N’kisi dança’ tem lançamento oficial programado para o dia 9 de setembro, servindo como um aperitivo do que os fãs podem esperar do álbum ‘Árida’. A faixa promete ser um hino à celebração, à espiritualidade e à força da cultura afro-brasileira, impulsionada pelas vozes e talentos de Héloa, Luedji Luna e Liu Kid.

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Tim Curry: Últimas Cenas de Terror Gravadas Antes da Morte do Ícone de “It” e “Rocky Horror”

Tim Curry completou gravações de seu último filme de terror antes de falecer aos 80 anos O mundo do cinema se despede de Tim Curry, o icônico ator britânico que nos presenteou com performances inesquecíveis em filmes de terror e fantasia. Curry finalizou as gravações de seu último projeto, o longa de terror “STREAM 2: Sudden Death”, pouco antes de sua morte aos 80 anos. A notícia foi confirmada pelo diretor do filme, Michael Leavy, ao site TMZ. Leavy expressou a importância de Curry para a produção e para todos que trabalharam com ele, destacando que o público ainda terá a oportunidade de ver o legado do ator em seu último papel. Embora a causa da morte não tenha sido divulgada, o ator lutava contra problemas de saúde desde 2012, quando sofreu um AVC severo. A carreira de Tim Curry é marcada por personagens carismáticos e assustadores, que o tornaram uma figura cult no cinema. Uma Carreira Lendária Marcada por Personagens Inesquecíveis Nascido em 1946 na Inglaterra, Tim Curry demonstrou paixão pela atuação desde cedo. Sua estreia profissional ocorreu em 1968 no musical “Hair”, em Londres. Foi nesse período que ele conheceu o compositor Richard O’Brien, parceria que resultou no icônico papel do Dr. Frank-N-Furter na peça “The Rocky Horror Show”, em 1973. O sucesso nos palcos se estendeu para as telonas em 1975, com a adaptação cinematográfica que se tornou um clássico cult. A versatilidade de Curry o levou a interpretar uma gama de personagens memoráveis, frequentemente associados a vilões com humor ácido. Do Palhaço Pennywise ao Lorde das Trevas Entre seus papéis mais marcantes estão o assustador Palhaço Pennywise na minissérie “It” (1990), o Lorde das Trevas em “Legend” (1985) e o gerente de hotel em “Esqueceram de Mim 2”. Curry também emprestou sua voz inconfundível a diversas animações e audiolivros, solidificando seu lugar como um dos grandes nomes do entretenimento. Último Projeto: “STREAM 2: Sudden Death” O anúncio da participação de Tim Curry em “STREAM 2: Sudden Death” ocorreu em junho deste ano. O diretor Michael Leavy ressaltou ao TMZ a **importância do trabalho de Curry** no longa, afirmando: “Ele deixou uma marca extraordinária em todos nós, tanto pessoal quanto profissionalmente. É muito significativo saber que o público ainda terá a oportunidade de celebrar o trabalho de Tim nesse papel”. A conclusão das gravações de seu último filme de terror antes de sua morte é um lembrete do **legado duradouro** de Tim Curry, um artista que continuou a encantar e assustar o público até o fim de sua notável carreira.

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Rupert Grint, o Ron Weasley de Harry Potter, retorna aos palcos da Broadway em 2027 para “A Criança Amaldiçoada”

Rupert Grint, o adorado Ron Weasley da saga “Harry Potter”, está de volta aos holofotes da Broadway! O ator confirmou sua participação na aclamada peça “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”, com estreia prevista para 2027. A notícia, divulgada pelo “The New York Times”, promete agitar os fãs do universo bruxo. A peça, que se passa 19 anos após os eventos do último filme da franquia “Harry Potter”, foca na nova geração de bruxos e nas complexidades da vida adulta dos personagens que o público tanto ama. A volta de Grint ao papel de Ron Weasley é vista como um momento especial, conectando diferentes fases de sua vida e carreira. “Mal posso esperar para reencontrá-lo nesta fase da vida”, declarou Grint em comunicado oficial. A declaração do ator ressalta o sentimento de familiaridade e novidade ao retornar ao personagem, especialmente agora que ele também é pai. Essa conexão pessoal promete trazer uma nova profundidade à sua interpretação. A produção de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” é um verdadeiro fenômeno. Desde sua estreia na Broadway em 2018, a peça já acumulou uma impressionante bilheteria de US$ 532 milhões, o equivalente a R$ 2,7 bilhões. Esse valor a consagra como a peça não musical de maior arrecadação na história da Broadway, um feito notável que demonstra o apelo duradouro da história de Harry Potter. Um Fenômeno Teatral Premiado Escrita por Jack Thorne e sob a direção de John Tiffany, “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” não é apenas um sucesso de bilheteria, mas também um triunfo crítico. A peça foi reconhecida com seis prêmios Tony, incluindo o prestigioso prêmio de Melhor Peça. Essa distinção sublinha a qualidade artística e o impacto cultural da produção teatral. A Continuidade da Magia no Palco A decisão de Rupert Grint em retornar ao papel de Ron Weasley na Broadway é um marco para os fãs. A peça explora as relações familiares e os desafios da vida adulta, temas que ressoam profundamente com o público. A participação de Grint promete atrair ainda mais espectadores para esta emocionante continuação da saga. Sucesso Financeiro e Cultural O sucesso financeiro de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” é um testemunho do poder da marca “Harry Potter” e da qualidade da adaptação teatral. A peça não só entretém, mas também celebra o legado de uma das histórias mais amadas do mundo, garantindo sua relevância para novas gerações. A expectativa agora é alta para a performance de Grint em 2027.

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Ney Matogrosso, aos 85 anos, desafia o marketing da despedida com turnê “85 anos de ousadia” em 2027

Ney Matogrosso: 85 anos de pura ousadia, sem despedidas anunciadas Aos 85 anos, Ney Matogrosso prova que a vitalidade artística não tem idade. O cantor anunciou a turnê “85 anos de ousadia”, que percorrerá o Brasil em 2027, desmistificando a ideia de um adeus aos palcos. Em plena forma, Ney segue lotando shows e planeja novos projetos, mostrando que sua carreira, iniciada em 1973 com os Secos & Molhados, está longe de terminar. A turnê “85 anos de ousadia” é uma celebração à trajetória de um artista que sempre se destacou pela autenticidade. Ao contrário do que é comum em artistas de sua geração, Ney rejeita o marketing da despedida, garantindo aos fãs que sua presença nos palcos continuará por tempo indeterminado. Essa postura reforça sua imagem de ícone inabalável da música brasileira. Durante o anúncio da turnê, em coletiva de imprensa, Ney Matogrosso demonstrou uma simplicidade surpreendente. Longe de artifícios de popstar, o cantor manteve-se acessível e genuíno, permitindo que sua obra e sua presença falassem por si. Essa autenticidade, aliada à sua performance inconfundível, é o que o mantém relevante e admirado por diferentes gerações. Conforme informação divulgada, a turnê “85 anos de ousadia” está programada para dez apresentações em 2027. A estreia nacional ocorrerá em 30 de janeiro, no Estádio Nubank Parque, em São Paulo. O encerramento está marcado para 18 de dezembro, no icônico Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Outras capitais brasileiras também receberão o espetáculo. Datas e locais confirmados da “85 anos de ousadia” Além da estreia em São Paulo e do encerramento no Rio de Janeiro, a turnê “85 anos de ousadia” já tem outras datas confirmadas. Ney Matogrosso se apresentará em Curitiba, no dia 3 de abril, na Arena da Baixada. Em seguida, o público de Olinda poderá conferir o show no dia 17 de abril, no Classic Hall. A turnê segue para Belo Horizonte, com apresentação marcada para 1º de maio, na Esplanada do Mineirão. Figurinos inéditos e inspirações icônicas A turnê “85 anos de ousadia” promete um espetáculo visual à altura da carreira de Ney Matogrosso. Serão apresentados dez figurinos inéditos, um para cada show, inspirados em trajes marcantes de sua trajetória artística. As imagens promocionais, criadas pelo renomado fotógrafo David LaChapelle em um ensaio no Jardim Botânico de São Paulo, já antecipam a grandiosidade do projeto. O figurino de estreia remeterá ao icônico visual do espetáculo “Bandido”, de 1976. A ousadia de permanecer autêntico Aos 85 anos, a maior ousadia de Ney Matogrosso reside em sua capacidade de se manter **imune ao estrelismo** e à vaidade que por vezes afetam o universo pop. Sua performance continua **emocionante e inovadora**, provando que a arte verdadeira transcende o tempo e as convenções. A turnê “85 anos de ousadia” é mais um capítulo dessa história de **talento, irreverência e vitalidade**.

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Atriz de ‘As Branquelas’, Busy Philipps, revela tumor cerebral e passa por duas cirurgias: ‘Grata por estar viva’

Atriz Busy Philipps, conhecida pelo sucesso ‘As Branquelas’, passou por duas cirurgias após ser diagnosticada com tumor cerebral e celebra a vida. A atriz Busy Philipps, que ganhou destaque no filme “As Branquelas” de 2004, revelou recentemente que enfrentou um sério problema de saúde: a descoberta de um tumor cerebral. A notícia, divulgada em entrevista à revista “People”, chocou fãs e admiradores, mas a atriz faz questão de ressaltar sua gratidão pela vida. O diagnóstico ocorreu em fevereiro deste ano, após a atriz decidir fazer uma ressonância magnética de corpo inteiro. A iniciativa surgiu de forma inesperada, após ela ver uma publicação sobre o assunto nas redes sociais, o que a motivou a realizar o exame sem uma razão aparente. “Sou grata por estar viva. Não sabia por que queria fazer esse exame, só fiz”, declarou Philipps, ressaltando a importância de ouvir os instintos e realizar checagens médicas preventivas. A atriz, que já está em recuperação, compartilha sua experiência para conscientizar sobre a saúde. O tumor, classificado como grau 2 em uma escala que vai até 4, foi descoberto em um momento crucial da carreira da atriz, enquanto ela negociava a participação em um novo longa-metragem. A notícia, embora assustadora, foi recebida com determinação por Busy Philipps. Primeira cirurgia e diagnóstico inesperado Em 2 de março, a atriz se submeteu à primeira intervenção cirúrgica, um procedimento que durou aproximadamente cinco horas. A notícia do tumor a pegou de surpresa, conforme relatou em sua conversa com a revista. “Enquanto eu estava ao telefone com o médico, mandei uma mensagem para o meu marido: ‘Meu Deus, tenho um tumor no cérebro!’”, confidenciou. Segunda cirurgia e recuperação Pouco tempo depois, em 27 de abril, Busy Philipps precisou passar por uma segunda cirurgia. O motivo foi uma infecção que surgiu no crânio, exigindo um novo procedimento para a remoção de um pequeno pino de titânio que havia sido implantado durante a primeira operação. Felizmente, a infecção foi detectada precocemente, o que facilitou o tratamento. Gratidão e mensagem de esperança A atriz enfatizou que a detecção precoce foi fundamental para o sucesso dos tratamentos. “Felizmente, conseguimos detectar o problema cedo, então não era uma infecção profunda”, explicou. Busy Philipps demonstra otimismo e gratidão pela equipe médica e pelo apoio de seus familiares durante todo o processo, inspirando outras pessoas a cuidarem da saúde.

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Yayoi Kusama, Ícone das Bolinhas e das Abóboras, Morre Aos 97 Anos: O Legado de Uma Artista Visionária

Morre Yayoi Kusama, aos 97 anos, a artista japonesa que transformou bolinhas em arte icônica A renomada artista japonesa Yayoi Kusama, mundialmente famosa por suas obras repletas de bolinhas coloridas e esculturas de abóboras, faleceu aos 97 anos. O anúncio foi feito em 14 de agosto, conforme comunicado oficial divulgado em seu site, informando que a artista morreu em um hospital em Tóquio. A causa da morte não foi revelada. Kusama construiu uma carreira internacionalmente aclamada, sendo pioneira na arte de vanguarda. Sua obra transcendeu as artes visuais, abrangendo performance, ficção e poesia. Ela permaneceu ativa em sua criação até seus últimos dias, dedicando-se incansavelmente à exploração de seu universo particular. A notícia de seu falecimento marca o fim de uma era para a arte contemporânea. Conforme comunicado em seu site oficial, a artista “continuou a pintar até seus últimos dias, sem nunca largar o pincel, e seguiu a explorar o amor sem fima alma eterna.” A obra de Yayoi Kusama, com suas marcas registradas, inspirou gerações e continua a fascinar o público globalmente. Do Japão para o Mundo: A Trajetória de Yayoi Kusama Frustrada com o ambiente social restritivo do Japão, Kusama mudou-se para Nova York aos 27 anos. Na metrópole americana, ela rapidamente ganhou destaque com suas pinturas, que eram uma manifestação visual de suas alucinações de infância, repletas de luzes piscantes, pontos e flores. Sua influência se estendeu para além das galerias. Kusama participou ativamente de protestos contra a guerra na década de 1960 e é apontada como uma figura que influenciou artistas como Andy Warhol. Sua vida foi marcada por uma **luta aberta contra problemas de saúde mental**, algo que ela mesma compartilhava, relatando que Nova York intensificou suas neuroses. Por volta de 1977, após retornar ao Japão, Kusama internou-se voluntariamente em um hospital psiquiátrico. Ela viveu no local por décadas, mantendo uma rotina de ir ao seu ateliê próximo todas as manhãs, onde continuava a criar suas obras icônicas. As Bolinhas de Kusama no Brasil e no Mundo No Brasil, a obra de Yayoi Kusama foi celebrada com diversas exposições ao longo dos anos. Desde 2023, o Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), abriga uma galeria permanente dedicada à artista, com duas de suas instalações: “I’m here, but nothing” (2000) e “Afermath of obliteration of eternity” (2009). A exposição “Obsessão Infinita”, realizada em 2014, foi um enorme sucesso de público no país, passando por Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, atraindo mais de 500 mil visitantes. No Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, a mostra gerou filas quilométricas, com espera de até 4 horas para ver as obras. Um Ícone Submerso: A Escultura “Yellow Pumpkin” Um episódio marcante na trajetória de suas obras ocorreu em 2021, quando uma de suas esculturas mais famosas, a “Yellow Pumpkin”, na ilha de Naoshima, no Japão, foi arremessada ao mar durante o tufão Lupit. A obra, com 2 metros de altura e mais de 2,5 metros de largura, tornou-se um símbolo da região. Um vídeo capturou o momento em

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Maria Bethânia grava samba inédito de Xande de Pilares em homenagem à sua mãe, Dona Canô

Maria Bethânia prepara nova homenagem a Dona Canô com samba inédito de Xande de Pilares A renomada cantora Maria Bethânia demonstra mais uma vez sua forte conexão com o universo do samba e com o compositor Xande de Pilares. A artista planeja gravar em estúdio um samba inédito, presente do artista carioca, que promete emocionar fãs e admiradores. Esta não é a primeira vez que Bethânia interpreta composições de Xande de Pilares. Anteriormente, ela já gravou sucessos como “Cria da Comunidade” e “Vera Cruz”, evidenciando a sintonia musical entre os dois. A nova canção, provisoriamente intitulada “Luz e Clarão”, foi apresentada pela própria Bethânia em seu show de estreia em Vitória da Conquista, na Bahia. A música é uma composição de Xande de Pilares em parceria com Gustavo Clarão, e carrega um significado especial por ser uma homenagem à mãe da cantora, Dona Canô. Um tributo à matriarca de Santo Amaro “Luz e Clarão” foi criada pelos compositores em memória de Claudionor Viana Teles Veloso, a querida Dona Canô, que faleceu em 2012 aos 105 anos. A letra da música evoca a figura materna com profunda ternura e reverência, retratando o amor incondicional e os ensinamentos deixados por ela. A canção faz referências diretas a Santo Amaro, cidade natal de Bethânia e Dona Canô, descrevendo a matriarca como um “recanto” e um “encanto”. A letra exalta a pureza, a força e a influência espiritual de Dona Canô na vida da cantora e de sua família, ressaltando que sua purificação é a “luz de todo o axé”. A letra de “Luz e Clarão” A letra do samba, divulgada pela fonte, é um retrato poético da devoção de Maria Bethânia por sua mãe: “Aura branca, véu da claridade, O dia começa antes do sol, De quem concebeu na paz de Oxalá. É amor de mãe, o chão, o céu, O caminhar. É caminho, é passo, é cuidado, Reza descortina o arrebol. Ela me ensinou sem soltar a voz, Vai, meu filho, vai, Mas vai na fé e vai por nós. É que Santo Amaro abençoou, Recanto de Dona Canô, Encanto do Subaé. Senhora que guarda o meu coração, A sua purificação, É a luz de todo o meu axé.” Xande de Pilares e a parceria com Bethânia Xande de Pilares, reconhecido por sua habilidade em compor sambas que tocam a alma, encontra em Maria Bethânia uma intérprete singular para suas obras. A admiração mútua e o respeito artístico têm gerado frutos de grande valor para a música brasileira. A expectativa é que a gravação de “Luz e Clarão” em estúdio reforce ainda mais os laços entre os artistas e eternize a memória de Dona Canô através da arte, celebrando sua vida e seu legado de amor e fé.

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Parceria Histórica: FPF e Liga F da Espanha Unem Forças para Impulsionar o Futebol Feminino em SP e Mundo

FPF e Liga F firmam cooperação inédita para o fortalecimento do futebol feminino A Federação Paulista de Futebol (FPF) e a Liga F, principal competição feminina de clubes da Espanha, anunciaram uma parceria estratégica voltada ao desenvolvimento e à internacionalização do futebol feminino. O acordo, oficializado durante o evento “Dia F: Legado e Futuro do Futebol Feminino” na sede da FPF, promete impulsionar a modalidade em São Paulo e no cenário global. Esta colaboração pioneira abrangerá diversas frentes, como a formação técnica e administrativa, projetos de impacto social, aprimoramento da arbitragem feminina e a realização de cursos e pesquisas. O intercâmbio de profissionais e a construção de iniciativas conjuntas são pilares fundamentais dessa união, visando compartilhar conhecimento e melhores práticas. A iniciativa reforça o compromisso da FPF com o futebol feminino, modalidade que conta com uma estrutura exclusiva desde 2016, sendo pioneira na criação de um departamento dedicado e na organização de competições de base para meninas no Brasil. A notícia foi divulgada pela Federação Paulista de Futebol. Objetivos e Alcances da Parceria O presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, destacou a importância do acordo, ressaltando a já existente parceria com La Liga e a necessidade de um foco específico no futebol feminino. “Queremos fazer uma imersão sobre futebol feminino e impulsionar ainda mais”, afirmou Bastos, enfatizando o desejo de aprofundar o trabalho na modalidade. Beatriz Álvarez, presidente da Liga F, expressou orgulho pela cooperação com uma instituição de prestígio como a FPF. Ela ressaltou que a parceria é baseada na troca mútua de aprendizado. “Viemos para compartilhar. E viemos também para aprender”, declarou Álvarez, indicando uma relação de igualdade e colaboração. Formiga defende expansão e investimento na base A ex-jogadora Miraildes Maciel Mota, a icônica Formiga, celebrou a iniciativa e defendeu a expansão do futebol feminino para todo o país, com ênfase no investimento em categorias de base. “Precisamos sair das sedes”, pontuou Formiga, ressaltando a necessidade de levar o desenvolvimento da modalidade para além dos grandes centros. Com um histórico impressionante em Copas do Mundo e Jogos Olímpicos, Formiga enfatizou que o futebol feminino é uma realidade e precisa ser disseminado. “Outros clubes precisam aderir à ideia do futebol feminino, saber que futebol feminino hoje, sim, é realidade. Precisamos espalhar o que está acontecendo hoje [em São Paulo]”, disse a ex-atleta em entrevista à Agência Brasil. Para Formiga, é crucial garantir que meninas de todo o Brasil tenham acesso a uma formação de qualidade e que os clubes ofereçam segurança e continuidade às carreiras das jogadoras. “Que a Federação Paulista possa servir de exemplo, de espelho, para que possamos cada vez mais manter essas meninas em seus estados, mais tempo com suas famílias”, ressaltou. Legado e Futuro: A Importância do Trabalho de Base Formiga também destacou a relevância do trabalho nas categorias de base, lembrando que as jogadoras femininas são referências para meninas e meninos. “Que possamos cada vez mais ter interação entre o futebol feminino e o masculino, e um trabalho de base, que é muito necessário”,

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Ridley Scott, aos 88 anos, lança “Ponto Sem Retorno”, mas história afogada em clichês decepciona; g1 já viu

Ridley Scott apresenta “Ponto Sem Retorno”, um filme com a marca do diretor, mas que tropeça em clichês do gênero distópico. Aos 88 anos, Ridley Scott demonstra que seu vigor criativo está longe de acabar. O cineasta, conhecido por clássicos como “Alien”, “Blade Runner” e “Gladiador”, lança nesta quinta-feira (27) o filme “Ponto Sem Retorno”. A obra se passa em um futuro apocalíptico e exibe a inconfundível assinatura de Scott na direção, com um cuidado técnico notável em sua fotografia e design de produção. No entanto, conforme apurado pelo g1, o que poderia ser um novo marco na carreira do diretor se vê prejudicado por um roteiro que abusa de elementos já conhecidos em produções similares. A história, embora bem conduzida visualmente, carece de originalidade, mergulhando em um mar de clichês que enfraquecem o impacto geral da narrativa. O filme conta com um elenco talentoso, que tenta suprir as lacunas do roteiro. Jacob Elordi, Josh Brolin e o cão Raksha, que interpreta Jasper, são alguns dos destaques. A direção de Scott é, sem dúvida, o grande trunfo de “Ponto Sem Retorno”, mas nem mesmo seu talento consegue resgatar completamente uma trama que peca pela falta de novidade. Um futuro desolador e a busca por esperança A trama de “Ponto Sem Retorno” nos transporta para um futuro onde um vírus devastador dizimou a humanidade. Em meio a esse cenário desolador, acompanhamos Hig, interpretado por Jacob Elordi, que vive em uma base aérea abandonada com Bangley (Josh Brolin) e seu fiel cão Jasper. A rotina é marcada pela busca por suprimentos e pela esperança de que exista vida além das fronteiras de seu refúgio. A vida de Hig muda quando um evento inesperado e uma misteriosa transmissão o levam a deixar a segurança da base. Um problema em seu avião o força a pousar em um rancho isolado, onde conhece Cima (Margaret Qualley) e seu pai, Pops (Guy Pearce). Ele passa a integrar essa nova família, encontrando um vislumbre de paz. Contudo, o desejo de Hig de explorar o desconhecido e outros imprevistos o colocam diante de desafios ainda mais perigosos do que a própria doença que assolou o planeta, testando seus limites e sua resiliência. O fantasma do déjà vu em narrativas distópicas O principal obstáculo de “Ponto Sem Retorno” reside em seu roteiro, assinado por Mark L. Smith, conhecido por “O Regresso”. Baseado no livro “Na Companhia das Estrelas”, de Peter Heller, o roteirista falha em criar situações que escapem das armadilhas comuns ao subgênero de futuros distópicos, caindo frequentemente no trivial. Dessa forma, diversas cenas e perfis psicológicos de personagens remetem a sucessos como “Jogos Vorazes”, “Eu sou a Lenda” e “Extermínio”. Essa falta de originalidade pode gerar uma sensação de déjà vu no espectador familiarizado com o gênero, diluindo o impacto do bom trabalho de Scott e da fotografia de Erik Messerschmidt. A direção segura de Scott e a divisão da narrativa Apesar das falhas no roteiro, a direção de Ridley Scott se mostra segura, conferindo ao filme

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Hotel Clara Arte em Inhotim: Nova Ala Galeria Eleva Experiência com Acessibilidade e Arte Exclusiva

Hotel Clara Arte em Inhotim inaugura Ala Galeria com foco em acessibilidade e arte O renomado Hotel Clara Arte, aninhado no coração do Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), celebrou em 21 de agosto a expansão de suas instalações com a inauguração da Ala Galeria. Este novo edifício adiciona 30 acomodações, elevando o total de quartos de 46 para 76. Projetada com um olhar atento à **acessibilidade** e à integração com o ambiente artístico, a expansão representa um investimento significativo de R$ 59,3 milhões. A Ala Galeria foi concebida para harmonizar a experiência de hospedagem com o acervo cultural e natural de Inhotim. A nova ala, localizada estrategicamente próxima às áreas comuns, foi desenvolvida sob os princípios do **desenho universal**, garantindo que todos os espaços sejam acessíveis a qualquer pessoa, independentemente de suas necessidades. A iniciativa visa proporcionar conforto e autonomia para hóspedes com deficiência, mobilidade reduzida e famílias com crianças pequenas. Conforme divulgado, o projeto foi pensado para atender a uma ampla gama de visitantes, conforme informação divulgada pelo próprio hotel. Design Universal e Conforto Acessível A Ala Galeria se destaca por ser **100% acessível**, seguindo a premissa do desenho universal. Desde as áreas de circulação até os quartos, cada detalhe foi cuidadosamente planejado para oferecer uma experiência inclusiva. O sistema de acessibilidade é adaptável, permitindo que equipamentos de apoio sejam instalados conforme a necessidade específica de cada hóspede antes mesmo do check-in. A diversidade de hospedagem também foi ampliada, com a expansão do número de categorias de seis para dez. Entre as novidades, destacam-se a **Suíte Galeria**, com espaço privativo para casal e camas de solteiro, e três categorias **Presidenciais**, que incluem salas integradas, múltiplos quartos, hidromassagem e varanda. A Presidencial 5, com mais de 71 m², é a maior acomodação da nova ala. Arquitetura e Arte em Harmonia A arquitetura da Ala Galeria é um convite à apreciação estética, com **tons neutros** no mobiliário e o uso de revestimentos em freijó e piso em basalto corten. As minicopas, presentes em todas as acomodações, exibem o deslumbrante quartzito Volúpia Maestro na bancada e no frontão, agregando um toque de sofisticação. Cada um dos 30 novos quartos foi concebido em homenagem aos **20 anos do Instituto Inhotim**. As acomodações recebem o conjunto de obras Múltiplo Tunga, uma edição comemorativa especial. São sete peças, incluindo um fac-símile de manuscrito de Tunga sobre a icônica obra True Rouge e fotografias da última montagem da instalação supervisionada pelo artista. Obras de Arte e Experiências Exclusivas A arte é um elemento central no Clara Arte, e a nova ala reforça essa proposta. Além das obras de Tunga, o hotel mantém em suas acomodações uma curadoria de artistas renomados brasileiros e estrangeiros, como Sandra Cinto, Vik Muniz e Tomie Ohtake. Um **QR Code** em cada quarto permite aos hóspedes conhecerem mais sobre os artistas e suas trajetórias. Nas áreas comuns, a integração entre arquitetura e arte se manifesta em detalhes como a piscina climatizada, revestida com pastilhas de cerâmica feitas à mão pelo artista José

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Héloa convida Luedji Luna e Liu Kid para celebrar ancestralidade e dança em novo single ‘Dança N’kisi dança’

Héloa lança ‘Dança N’kisi dança’ com Luedji Luna e Liu Kid, anunciando o álbum ‘Árida’ em setembro A cantora e compositora Héloa, de origem afro-indígena sergipana, está de volta à cena musical com um novo single que promete agitar o cenário artístico. A faixa, intitulada ‘Dança N’kisi dança’, marca o anúncio do seu quarto álbum de estúdio, ‘Árida’, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2026. Neste novo trabalho, Héloa une forças com a talentosa cantora baiana Luedji Luna e o rapper angolano Liu Kid. A colaboração resulta em uma canção com uma profunda carga espiritual, celebrando a ancestralidade e a conexão com as raízes africanas presentes no Brasil. A música ‘Dança N’kisi dança’ é um convite vibrante à celebração coletiva através do movimento da dança. A composição, assinada por Héloa em parceria com Liu Kid, evoca a força das divindades cultuadas no Candomblé Angola, os N’kisis, trazendo para a música a herança africana que se manifesta na espiritualidade, na natureza e na arte. Uma celebração da ancestralidade africana Héloa explica que a escolha de evocar o N’kisi na música é uma forma de trazer à tona a poderosa herança angolana, fundamental no Candomblé brasileiro. A artista ressalta que essa ancestralidade permanece viva em diversas manifestações culturais, como na relação com a natureza, na espiritualidade, na música, na dança e no próprio corpo. ‘Árida’ promete aprofundar a sonoridade de Héloa O álbum ‘Árida’ chega quatro anos após o lançamento de ‘yIDé’, de abril de 2022, e representa um novo capítulo na carreira fonográfica de Héloa, que iniciou há uma década com o álbum ‘Eu’, editado em 2016. A direção musical do novo projeto é de responsabilidade da própria Héloa, em colaboração com Yuri Queiroga, que também atua como produtor musical. Colaborações que enriquecem a obra A parceria com Luedji Luna e Liu Kid em ‘Dança N’kisi dança’ demonstra a intenção de Héloa em expandir seus horizontes musicais e dialogar com diferentes artistas e sonoridades. A expectativa é que o álbum ‘Árida’ apresente uma rica tapeçaria sonora, explorando a diversidade e a profundidade da música brasileira e africana. Lançamento marcado para setembro O single ‘Dança N’kisi dança’ tem lançamento oficial programado para o dia 9 de setembro, servindo como um aperitivo do que os fãs podem esperar do álbum ‘Árida’. A faixa promete ser um hino à celebração, à espiritualidade e à força da cultura afro-brasileira, impulsionada pelas vozes e talentos de Héloa, Luedji Luna e Liu Kid.

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Tim Curry: Últimas Cenas de Terror Gravadas Antes da Morte do Ícone de “It” e “Rocky Horror”

Tim Curry completou gravações de seu último filme de terror antes de falecer aos 80 anos O mundo do cinema se despede de Tim Curry, o icônico ator britânico que nos presenteou com performances inesquecíveis em filmes de terror e fantasia. Curry finalizou as gravações de seu último projeto, o longa de terror “STREAM 2: Sudden Death”, pouco antes de sua morte aos 80 anos. A notícia foi confirmada pelo diretor do filme, Michael Leavy, ao site TMZ. Leavy expressou a importância de Curry para a produção e para todos que trabalharam com ele, destacando que o público ainda terá a oportunidade de ver o legado do ator em seu último papel. Embora a causa da morte não tenha sido divulgada, o ator lutava contra problemas de saúde desde 2012, quando sofreu um AVC severo. A carreira de Tim Curry é marcada por personagens carismáticos e assustadores, que o tornaram uma figura cult no cinema. Uma Carreira Lendária Marcada por Personagens Inesquecíveis Nascido em 1946 na Inglaterra, Tim Curry demonstrou paixão pela atuação desde cedo. Sua estreia profissional ocorreu em 1968 no musical “Hair”, em Londres. Foi nesse período que ele conheceu o compositor Richard O’Brien, parceria que resultou no icônico papel do Dr. Frank-N-Furter na peça “The Rocky Horror Show”, em 1973. O sucesso nos palcos se estendeu para as telonas em 1975, com a adaptação cinematográfica que se tornou um clássico cult. A versatilidade de Curry o levou a interpretar uma gama de personagens memoráveis, frequentemente associados a vilões com humor ácido. Do Palhaço Pennywise ao Lorde das Trevas Entre seus papéis mais marcantes estão o assustador Palhaço Pennywise na minissérie “It” (1990), o Lorde das Trevas em “Legend” (1985) e o gerente de hotel em “Esqueceram de Mim 2”. Curry também emprestou sua voz inconfundível a diversas animações e audiolivros, solidificando seu lugar como um dos grandes nomes do entretenimento. Último Projeto: “STREAM 2: Sudden Death” O anúncio da participação de Tim Curry em “STREAM 2: Sudden Death” ocorreu em junho deste ano. O diretor Michael Leavy ressaltou ao TMZ a **importância do trabalho de Curry** no longa, afirmando: “Ele deixou uma marca extraordinária em todos nós, tanto pessoal quanto profissionalmente. É muito significativo saber que o público ainda terá a oportunidade de celebrar o trabalho de Tim nesse papel”. A conclusão das gravações de seu último filme de terror antes de sua morte é um lembrete do **legado duradouro** de Tim Curry, um artista que continuou a encantar e assustar o público até o fim de sua notável carreira.

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Rupert Grint, o Ron Weasley de Harry Potter, retorna aos palcos da Broadway em 2027 para “A Criança Amaldiçoada”

Rupert Grint, o adorado Ron Weasley da saga “Harry Potter”, está de volta aos holofotes da Broadway! O ator confirmou sua participação na aclamada peça “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”, com estreia prevista para 2027. A notícia, divulgada pelo “The New York Times”, promete agitar os fãs do universo bruxo. A peça, que se passa 19 anos após os eventos do último filme da franquia “Harry Potter”, foca na nova geração de bruxos e nas complexidades da vida adulta dos personagens que o público tanto ama. A volta de Grint ao papel de Ron Weasley é vista como um momento especial, conectando diferentes fases de sua vida e carreira. “Mal posso esperar para reencontrá-lo nesta fase da vida”, declarou Grint em comunicado oficial. A declaração do ator ressalta o sentimento de familiaridade e novidade ao retornar ao personagem, especialmente agora que ele também é pai. Essa conexão pessoal promete trazer uma nova profundidade à sua interpretação. A produção de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” é um verdadeiro fenômeno. Desde sua estreia na Broadway em 2018, a peça já acumulou uma impressionante bilheteria de US$ 532 milhões, o equivalente a R$ 2,7 bilhões. Esse valor a consagra como a peça não musical de maior arrecadação na história da Broadway, um feito notável que demonstra o apelo duradouro da história de Harry Potter. Um Fenômeno Teatral Premiado Escrita por Jack Thorne e sob a direção de John Tiffany, “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” não é apenas um sucesso de bilheteria, mas também um triunfo crítico. A peça foi reconhecida com seis prêmios Tony, incluindo o prestigioso prêmio de Melhor Peça. Essa distinção sublinha a qualidade artística e o impacto cultural da produção teatral. A Continuidade da Magia no Palco A decisão de Rupert Grint em retornar ao papel de Ron Weasley na Broadway é um marco para os fãs. A peça explora as relações familiares e os desafios da vida adulta, temas que ressoam profundamente com o público. A participação de Grint promete atrair ainda mais espectadores para esta emocionante continuação da saga. Sucesso Financeiro e Cultural O sucesso financeiro de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” é um testemunho do poder da marca “Harry Potter” e da qualidade da adaptação teatral. A peça não só entretém, mas também celebra o legado de uma das histórias mais amadas do mundo, garantindo sua relevância para novas gerações. A expectativa agora é alta para a performance de Grint em 2027.

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Ney Matogrosso, aos 85 anos, desafia o marketing da despedida com turnê “85 anos de ousadia” em 2027

Ney Matogrosso: 85 anos de pura ousadia, sem despedidas anunciadas Aos 85 anos, Ney Matogrosso prova que a vitalidade artística não tem idade. O cantor anunciou a turnê “85 anos de ousadia”, que percorrerá o Brasil em 2027, desmistificando a ideia de um adeus aos palcos. Em plena forma, Ney segue lotando shows e planeja novos projetos, mostrando que sua carreira, iniciada em 1973 com os Secos & Molhados, está longe de terminar. A turnê “85 anos de ousadia” é uma celebração à trajetória de um artista que sempre se destacou pela autenticidade. Ao contrário do que é comum em artistas de sua geração, Ney rejeita o marketing da despedida, garantindo aos fãs que sua presença nos palcos continuará por tempo indeterminado. Essa postura reforça sua imagem de ícone inabalável da música brasileira. Durante o anúncio da turnê, em coletiva de imprensa, Ney Matogrosso demonstrou uma simplicidade surpreendente. Longe de artifícios de popstar, o cantor manteve-se acessível e genuíno, permitindo que sua obra e sua presença falassem por si. Essa autenticidade, aliada à sua performance inconfundível, é o que o mantém relevante e admirado por diferentes gerações. Conforme informação divulgada, a turnê “85 anos de ousadia” está programada para dez apresentações em 2027. A estreia nacional ocorrerá em 30 de janeiro, no Estádio Nubank Parque, em São Paulo. O encerramento está marcado para 18 de dezembro, no icônico Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Outras capitais brasileiras também receberão o espetáculo. Datas e locais confirmados da “85 anos de ousadia” Além da estreia em São Paulo e do encerramento no Rio de Janeiro, a turnê “85 anos de ousadia” já tem outras datas confirmadas. Ney Matogrosso se apresentará em Curitiba, no dia 3 de abril, na Arena da Baixada. Em seguida, o público de Olinda poderá conferir o show no dia 17 de abril, no Classic Hall. A turnê segue para Belo Horizonte, com apresentação marcada para 1º de maio, na Esplanada do Mineirão. Figurinos inéditos e inspirações icônicas A turnê “85 anos de ousadia” promete um espetáculo visual à altura da carreira de Ney Matogrosso. Serão apresentados dez figurinos inéditos, um para cada show, inspirados em trajes marcantes de sua trajetória artística. As imagens promocionais, criadas pelo renomado fotógrafo David LaChapelle em um ensaio no Jardim Botânico de São Paulo, já antecipam a grandiosidade do projeto. O figurino de estreia remeterá ao icônico visual do espetáculo “Bandido”, de 1976. A ousadia de permanecer autêntico Aos 85 anos, a maior ousadia de Ney Matogrosso reside em sua capacidade de se manter **imune ao estrelismo** e à vaidade que por vezes afetam o universo pop. Sua performance continua **emocionante e inovadora**, provando que a arte verdadeira transcende o tempo e as convenções. A turnê “85 anos de ousadia” é mais um capítulo dessa história de **talento, irreverência e vitalidade**.

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Atriz de ‘As Branquelas’, Busy Philipps, revela tumor cerebral e passa por duas cirurgias: ‘Grata por estar viva’

Atriz Busy Philipps, conhecida pelo sucesso ‘As Branquelas’, passou por duas cirurgias após ser diagnosticada com tumor cerebral e celebra a vida. A atriz Busy Philipps, que ganhou destaque no filme “As Branquelas” de 2004, revelou recentemente que enfrentou um sério problema de saúde: a descoberta de um tumor cerebral. A notícia, divulgada em entrevista à revista “People”, chocou fãs e admiradores, mas a atriz faz questão de ressaltar sua gratidão pela vida. O diagnóstico ocorreu em fevereiro deste ano, após a atriz decidir fazer uma ressonância magnética de corpo inteiro. A iniciativa surgiu de forma inesperada, após ela ver uma publicação sobre o assunto nas redes sociais, o que a motivou a realizar o exame sem uma razão aparente. “Sou grata por estar viva. Não sabia por que queria fazer esse exame, só fiz”, declarou Philipps, ressaltando a importância de ouvir os instintos e realizar checagens médicas preventivas. A atriz, que já está em recuperação, compartilha sua experiência para conscientizar sobre a saúde. O tumor, classificado como grau 2 em uma escala que vai até 4, foi descoberto em um momento crucial da carreira da atriz, enquanto ela negociava a participação em um novo longa-metragem. A notícia, embora assustadora, foi recebida com determinação por Busy Philipps. Primeira cirurgia e diagnóstico inesperado Em 2 de março, a atriz se submeteu à primeira intervenção cirúrgica, um procedimento que durou aproximadamente cinco horas. A notícia do tumor a pegou de surpresa, conforme relatou em sua conversa com a revista. “Enquanto eu estava ao telefone com o médico, mandei uma mensagem para o meu marido: ‘Meu Deus, tenho um tumor no cérebro!’”, confidenciou. Segunda cirurgia e recuperação Pouco tempo depois, em 27 de abril, Busy Philipps precisou passar por uma segunda cirurgia. O motivo foi uma infecção que surgiu no crânio, exigindo um novo procedimento para a remoção de um pequeno pino de titânio que havia sido implantado durante a primeira operação. Felizmente, a infecção foi detectada precocemente, o que facilitou o tratamento. Gratidão e mensagem de esperança A atriz enfatizou que a detecção precoce foi fundamental para o sucesso dos tratamentos. “Felizmente, conseguimos detectar o problema cedo, então não era uma infecção profunda”, explicou. Busy Philipps demonstra otimismo e gratidão pela equipe médica e pelo apoio de seus familiares durante todo o processo, inspirando outras pessoas a cuidarem da saúde.

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Yayoi Kusama, Ícone das Bolinhas e das Abóboras, Morre Aos 97 Anos: O Legado de Uma Artista Visionária

Morre Yayoi Kusama, aos 97 anos, a artista japonesa que transformou bolinhas em arte icônica A renomada artista japonesa Yayoi Kusama, mundialmente famosa por suas obras repletas de bolinhas coloridas e esculturas de abóboras, faleceu aos 97 anos. O anúncio foi feito em 14 de agosto, conforme comunicado oficial divulgado em seu site, informando que a artista morreu em um hospital em Tóquio. A causa da morte não foi revelada. Kusama construiu uma carreira internacionalmente aclamada, sendo pioneira na arte de vanguarda. Sua obra transcendeu as artes visuais, abrangendo performance, ficção e poesia. Ela permaneceu ativa em sua criação até seus últimos dias, dedicando-se incansavelmente à exploração de seu universo particular. A notícia de seu falecimento marca o fim de uma era para a arte contemporânea. Conforme comunicado em seu site oficial, a artista “continuou a pintar até seus últimos dias, sem nunca largar o pincel, e seguiu a explorar o amor sem fima alma eterna.” A obra de Yayoi Kusama, com suas marcas registradas, inspirou gerações e continua a fascinar o público globalmente. Do Japão para o Mundo: A Trajetória de Yayoi Kusama Frustrada com o ambiente social restritivo do Japão, Kusama mudou-se para Nova York aos 27 anos. Na metrópole americana, ela rapidamente ganhou destaque com suas pinturas, que eram uma manifestação visual de suas alucinações de infância, repletas de luzes piscantes, pontos e flores. Sua influência se estendeu para além das galerias. Kusama participou ativamente de protestos contra a guerra na década de 1960 e é apontada como uma figura que influenciou artistas como Andy Warhol. Sua vida foi marcada por uma **luta aberta contra problemas de saúde mental**, algo que ela mesma compartilhava, relatando que Nova York intensificou suas neuroses. Por volta de 1977, após retornar ao Japão, Kusama internou-se voluntariamente em um hospital psiquiátrico. Ela viveu no local por décadas, mantendo uma rotina de ir ao seu ateliê próximo todas as manhãs, onde continuava a criar suas obras icônicas. As Bolinhas de Kusama no Brasil e no Mundo No Brasil, a obra de Yayoi Kusama foi celebrada com diversas exposições ao longo dos anos. Desde 2023, o Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), abriga uma galeria permanente dedicada à artista, com duas de suas instalações: “I’m here, but nothing” (2000) e “Afermath of obliteration of eternity” (2009). A exposição “Obsessão Infinita”, realizada em 2014, foi um enorme sucesso de público no país, passando por Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, atraindo mais de 500 mil visitantes. No Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, a mostra gerou filas quilométricas, com espera de até 4 horas para ver as obras. Um Ícone Submerso: A Escultura “Yellow Pumpkin” Um episódio marcante na trajetória de suas obras ocorreu em 2021, quando uma de suas esculturas mais famosas, a “Yellow Pumpkin”, na ilha de Naoshima, no Japão, foi arremessada ao mar durante o tufão Lupit. A obra, com 2 metros de altura e mais de 2,5 metros de largura, tornou-se um símbolo da região. Um vídeo capturou o momento em

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Maria Bethânia grava samba inédito de Xande de Pilares em homenagem à sua mãe, Dona Canô

Maria Bethânia prepara nova homenagem a Dona Canô com samba inédito de Xande de Pilares A renomada cantora Maria Bethânia demonstra mais uma vez sua forte conexão com o universo do samba e com o compositor Xande de Pilares. A artista planeja gravar em estúdio um samba inédito, presente do artista carioca, que promete emocionar fãs e admiradores. Esta não é a primeira vez que Bethânia interpreta composições de Xande de Pilares. Anteriormente, ela já gravou sucessos como “Cria da Comunidade” e “Vera Cruz”, evidenciando a sintonia musical entre os dois. A nova canção, provisoriamente intitulada “Luz e Clarão”, foi apresentada pela própria Bethânia em seu show de estreia em Vitória da Conquista, na Bahia. A música é uma composição de Xande de Pilares em parceria com Gustavo Clarão, e carrega um significado especial por ser uma homenagem à mãe da cantora, Dona Canô. Um tributo à matriarca de Santo Amaro “Luz e Clarão” foi criada pelos compositores em memória de Claudionor Viana Teles Veloso, a querida Dona Canô, que faleceu em 2012 aos 105 anos. A letra da música evoca a figura materna com profunda ternura e reverência, retratando o amor incondicional e os ensinamentos deixados por ela. A canção faz referências diretas a Santo Amaro, cidade natal de Bethânia e Dona Canô, descrevendo a matriarca como um “recanto” e um “encanto”. A letra exalta a pureza, a força e a influência espiritual de Dona Canô na vida da cantora e de sua família, ressaltando que sua purificação é a “luz de todo o axé”. A letra de “Luz e Clarão” A letra do samba, divulgada pela fonte, é um retrato poético da devoção de Maria Bethânia por sua mãe: “Aura branca, véu da claridade, O dia começa antes do sol, De quem concebeu na paz de Oxalá. É amor de mãe, o chão, o céu, O caminhar. É caminho, é passo, é cuidado, Reza descortina o arrebol. Ela me ensinou sem soltar a voz, Vai, meu filho, vai, Mas vai na fé e vai por nós. É que Santo Amaro abençoou, Recanto de Dona Canô, Encanto do Subaé. Senhora que guarda o meu coração, A sua purificação, É a luz de todo o meu axé.” Xande de Pilares e a parceria com Bethânia Xande de Pilares, reconhecido por sua habilidade em compor sambas que tocam a alma, encontra em Maria Bethânia uma intérprete singular para suas obras. A admiração mútua e o respeito artístico têm gerado frutos de grande valor para a música brasileira. A expectativa é que a gravação de “Luz e Clarão” em estúdio reforce ainda mais os laços entre os artistas e eternize a memória de Dona Canô através da arte, celebrando sua vida e seu legado de amor e fé.

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Parceria Histórica: FPF e Liga F da Espanha Unem Forças para Impulsionar o Futebol Feminino em SP e Mundo

FPF e Liga F firmam cooperação inédita para o fortalecimento do futebol feminino A Federação Paulista de Futebol (FPF) e a Liga F, principal competição feminina de clubes da Espanha, anunciaram uma parceria estratégica voltada ao desenvolvimento e à internacionalização do futebol feminino. O acordo, oficializado durante o evento “Dia F: Legado e Futuro do Futebol Feminino” na sede da FPF, promete impulsionar a modalidade em São Paulo e no cenário global. Esta colaboração pioneira abrangerá diversas frentes, como a formação técnica e administrativa, projetos de impacto social, aprimoramento da arbitragem feminina e a realização de cursos e pesquisas. O intercâmbio de profissionais e a construção de iniciativas conjuntas são pilares fundamentais dessa união, visando compartilhar conhecimento e melhores práticas. A iniciativa reforça o compromisso da FPF com o futebol feminino, modalidade que conta com uma estrutura exclusiva desde 2016, sendo pioneira na criação de um departamento dedicado e na organização de competições de base para meninas no Brasil. A notícia foi divulgada pela Federação Paulista de Futebol. Objetivos e Alcances da Parceria O presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, destacou a importância do acordo, ressaltando a já existente parceria com La Liga e a necessidade de um foco específico no futebol feminino. “Queremos fazer uma imersão sobre futebol feminino e impulsionar ainda mais”, afirmou Bastos, enfatizando o desejo de aprofundar o trabalho na modalidade. Beatriz Álvarez, presidente da Liga F, expressou orgulho pela cooperação com uma instituição de prestígio como a FPF. Ela ressaltou que a parceria é baseada na troca mútua de aprendizado. “Viemos para compartilhar. E viemos também para aprender”, declarou Álvarez, indicando uma relação de igualdade e colaboração. Formiga defende expansão e investimento na base A ex-jogadora Miraildes Maciel Mota, a icônica Formiga, celebrou a iniciativa e defendeu a expansão do futebol feminino para todo o país, com ênfase no investimento em categorias de base. “Precisamos sair das sedes”, pontuou Formiga, ressaltando a necessidade de levar o desenvolvimento da modalidade para além dos grandes centros. Com um histórico impressionante em Copas do Mundo e Jogos Olímpicos, Formiga enfatizou que o futebol feminino é uma realidade e precisa ser disseminado. “Outros clubes precisam aderir à ideia do futebol feminino, saber que futebol feminino hoje, sim, é realidade. Precisamos espalhar o que está acontecendo hoje [em São Paulo]”, disse a ex-atleta em entrevista à Agência Brasil. Para Formiga, é crucial garantir que meninas de todo o Brasil tenham acesso a uma formação de qualidade e que os clubes ofereçam segurança e continuidade às carreiras das jogadoras. “Que a Federação Paulista possa servir de exemplo, de espelho, para que possamos cada vez mais manter essas meninas em seus estados, mais tempo com suas famílias”, ressaltou. Legado e Futuro: A Importância do Trabalho de Base Formiga também destacou a relevância do trabalho nas categorias de base, lembrando que as jogadoras femininas são referências para meninas e meninos. “Que possamos cada vez mais ter interação entre o futebol feminino e o masculino, e um trabalho de base, que é muito necessário”,

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Ridley Scott, aos 88 anos, lança “Ponto Sem Retorno”, mas história afogada em clichês decepciona; g1 já viu

Ridley Scott apresenta “Ponto Sem Retorno”, um filme com a marca do diretor, mas que tropeça em clichês do gênero distópico. Aos 88 anos, Ridley Scott demonstra que seu vigor criativo está longe de acabar. O cineasta, conhecido por clássicos como “Alien”, “Blade Runner” e “Gladiador”, lança nesta quinta-feira (27) o filme “Ponto Sem Retorno”. A obra se passa em um futuro apocalíptico e exibe a inconfundível assinatura de Scott na direção, com um cuidado técnico notável em sua fotografia e design de produção. No entanto, conforme apurado pelo g1, o que poderia ser um novo marco na carreira do diretor se vê prejudicado por um roteiro que abusa de elementos já conhecidos em produções similares. A história, embora bem conduzida visualmente, carece de originalidade, mergulhando em um mar de clichês que enfraquecem o impacto geral da narrativa. O filme conta com um elenco talentoso, que tenta suprir as lacunas do roteiro. Jacob Elordi, Josh Brolin e o cão Raksha, que interpreta Jasper, são alguns dos destaques. A direção de Scott é, sem dúvida, o grande trunfo de “Ponto Sem Retorno”, mas nem mesmo seu talento consegue resgatar completamente uma trama que peca pela falta de novidade. Um futuro desolador e a busca por esperança A trama de “Ponto Sem Retorno” nos transporta para um futuro onde um vírus devastador dizimou a humanidade. Em meio a esse cenário desolador, acompanhamos Hig, interpretado por Jacob Elordi, que vive em uma base aérea abandonada com Bangley (Josh Brolin) e seu fiel cão Jasper. A rotina é marcada pela busca por suprimentos e pela esperança de que exista vida além das fronteiras de seu refúgio. A vida de Hig muda quando um evento inesperado e uma misteriosa transmissão o levam a deixar a segurança da base. Um problema em seu avião o força a pousar em um rancho isolado, onde conhece Cima (Margaret Qualley) e seu pai, Pops (Guy Pearce). Ele passa a integrar essa nova família, encontrando um vislumbre de paz. Contudo, o desejo de Hig de explorar o desconhecido e outros imprevistos o colocam diante de desafios ainda mais perigosos do que a própria doença que assolou o planeta, testando seus limites e sua resiliência. O fantasma do déjà vu em narrativas distópicas O principal obstáculo de “Ponto Sem Retorno” reside em seu roteiro, assinado por Mark L. Smith, conhecido por “O Regresso”. Baseado no livro “Na Companhia das Estrelas”, de Peter Heller, o roteirista falha em criar situações que escapem das armadilhas comuns ao subgênero de futuros distópicos, caindo frequentemente no trivial. Dessa forma, diversas cenas e perfis psicológicos de personagens remetem a sucessos como “Jogos Vorazes”, “Eu sou a Lenda” e “Extermínio”. Essa falta de originalidade pode gerar uma sensação de déjà vu no espectador familiarizado com o gênero, diluindo o impacto do bom trabalho de Scott e da fotografia de Erik Messerschmidt. A direção segura de Scott e a divisão da narrativa Apesar das falhas no roteiro, a direção de Ridley Scott se mostra segura, conferindo ao filme

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