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Tom Zé aos 90: O Tropicalista Inquieto que Confunde para Esclarecer e Conquista o Mundo

Tom Zé completa 90 anos: um legado de genialidade tropicalista que confunde para esclarecer Aos 90 anos, Tom Zé se consolida como um ícone da música brasileira, um verdadeiro mestre em usar a confusão como ferramenta de clareza. Sua obra, marcada pela originalidade e pela recusa em seguir fórmulas comerciais, desafia o tempo e continua a inspirar novas gerações. Com uma trajetória que se confunde com a própria história do Tropicalismo, o artista baiano Antônio José Santana Martins, nascido em Irará em 11 de outubro de 1936, celebra nove décadas de vida e de uma carreira ininterrupta. Sua música, muitas vezes descrita como um espelho da complexidade da alma humana, sempre buscou mais a reflexão do que a mera diversão. Seus versos do samba “Tô” (1976), em parceria com Elton Medeiros, “Eu tô te explicando / Pra te confundir / Eu tô te confundindo / Pra te esclarecer”, capturam perfeitamente a essência de sua arte. Essa proposta de confundir para esclarecer é um fio condutor que atravessa toda a sua discografia, desde os primeiros trabalhos até os mais recentes. A informação é do artigo “Tom Zé chega hoje aos 90 anos como o tropicalista desgarrado e inquieto que sempre confunde para explicar”. A alma de um erê tropicalista Tom Zé é frequentemente comparado a um erê, uma entidade infantil cultuada em religiões afro-brasileiras, pela sua capacidade de ver o mundo com um olhar lúdico e questionador. Essa característica o aproximou de figuras como Chacrinha, cujo bordão “Eu vim para confundir e não para explicar”, Tom Zé também reivindicou para si. Sua postura sempre foi a de um tropicalista desgarrado, que não se curvou às pressões da indústria musical. Em vez de buscar o sucesso comercial fácil, Tom Zé priorizou a experimentação estética, criando sons e arranjos inusitados que o tornaram um artista único e inclassificável. Conexões que moldaram a música brasileira A trajetória de Tom Zé se entrelaça com nomes fundamentais da música popular brasileira. Sua parceria com Os Mutantes resultou em clássicos como “2001” (1968), em colaboração com Rita Lee, e “Qualquer bobagem” (1969), coescrita com Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. Além disso, Tom Zé foi um mentor para os Novos Baianos. Foi ele quem apresentou Moraes Moreira a Luiz Galvão, catalisando a formação do grupo. Em 1969, Tom Zé defendeu a canção “Jeitinho dela” ao lado dos Novos Baianos no V Festival da Música Popular Brasileira, consolidando essa ligação. Na cena baiana, sua influência foi sentida desde cedo, ao lado de nomes como Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia, com quem dividiu o palco no histórico show “Nós, por exemplo” em 1964. A redescoberta internacional e a persistência Apesar de seu talento inegável, Tom Zé enfrentou anos de ostracismo e dificuldades financeiras. A virada veio em 1986, quando David Byrne, líder do Talking Heads, descobriu o álbum “Estudando o samba”. Encantado com a inventividade do disco, Byrne compilou a obra de Tom Zé para o selo Luaka Bop, lançando posteriormente álbuns inéditos e proporcionando ao

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Wagner Moura, Fernando Meirelles e Petra Costa: Cinema Brasileiro se Une em Carta Aberta por Eleições Livres e Democráticas

Cinema Brasileiro em Alerta: Nomes de Peso Assinam Carta Aberta Sobre Eleições Uma declaração contundente ecoou pelo universo do cinema nacional. Atrizes, diretores e produtores renomados, como Wagner Moura, Fernando Meirelles e Petra Costa, uniram vozes em uma carta aberta divulgada publicamente. O documento expressa profunda preocupação com o cenário eleitoral e o futuro da democracia brasileira. A iniciativa, que já conta com centenas de assinaturas de profissionais do audiovisual, é um chamado à reflexão e à ação. A carta aborda temas sensíveis relacionados ao processo democrático e à importância da participação cidadã em momentos cruciais como as eleições. O documento visa alertar a sociedade sobre os riscos que a democracia pode enfrentar e incentivar um engajamento mais ativo dos eleitores. A mobilização de figuras tão proeminentes do cinema demonstra a gravidade com que a classe artística tem encarado o atual contexto político, conforme divulgado por fontes ligadas à iniciativa. Preocupação com a Democracia e o Futuro do Brasil A carta aberta, assinada por importantes nomes do cinema brasileiro, como Wagner Moura e Fernando Meirelles, destaca a preocupação com o **enfraquecimento das instituições democráticas** e a necessidade de **proteger o Estado de Direito**. Os artistas ressaltam a importância de um debate público livre e respeitoso, fundamental para o exercício da cidadania. Petra Costa, diretora conhecida por seu engajamento político e por obras que abordam a realidade brasileira, também é uma das signatárias. A participação dela e de outros cineastas reforça o caráter de **urgência e relevância** da manifestação, que busca conscientizar o público sobre a importância de suas escolhas no processo eleitoral. Um Chamado à Consciência e à Ação Cívica O texto enfatiza que as eleições são um momento decisivo para o futuro do país e que a **participação de todos é crucial**. A carta convoca os cidadãos a se informarem, a refletirem criticamente sobre as propostas e a fazerem escolhas conscientes, **defendendo os valores democráticos**. A mobilização dos cineastas não se limita a uma mera manifestação de descontentamento, mas se configura como um **convite à responsabilidade coletiva**. A mensagem principal é que a democracia se constrói e se fortalece com o envolvimento ativo de cada indivíduo na vida política. A Força do Cinema na Defesa da Democracia Wagner Moura, ator de reconhecimento internacional, e Fernando Meirelles, diretor aclamado por filmes como “Cidade de Deus”, utilizam sua visibilidade para dar ainda mais peso à carta. A atuação de artistas engajados em causas sociais e políticas tem se tornado cada vez mais comum, **amplificando mensagens importantes** para a sociedade. A carta aberta é um exemplo claro de como a arte e a cultura podem ser ferramentas poderosas na **defesa da democracia e dos direitos humanos**. A iniciativa do cinema brasileiro ressoa como um alerta e um incentivo para que todos exerçam seu papel na construção de um país mais justo e democrático.

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Rota Vicentina: Descubra paisagens deslumbrantes e trilhas incríveis no Alentejo

Rota Vicentina: Uma aventura inesquecível pelo litoral e interior do Alentejo A Rota Vicentina convida você a desvendar paisagens de tirar o fôlego no coração do Alentejo, em Portugal. Com aproximadamente 400 km de trilhas cuidadosamente sinalizadas, este roteiro serpenteia pelo deslumbrante Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. A rota é dividida em dois percursos principais e oito circuitos circulares, cada um oferecendo uma experiência única. Prepare-se para caminhar por praias paradisíacas, falésias imponentes, campos repletos de flores, charmosas aldeias e vilas históricas que guardam séculos de tradição. Cada etapa possui até 25 km, garantindo flexibilidade para que você adapte a jornada ao seu tempo disponível e ao seu preparo físico, conforme informação divulgada pela Rota Vicentina. O Caminho Histórico: Uma imersão nas tradições alentejanas A aventura começa em Santiago do Cacém, uma cidade que encanta com seu castelo medieval, ruas históricas e vistas panorâmicas de tirar o fôlego. A partir daqui, inicia-se o Caminho Histórico, um percurso que atravessa o interior alentejano por antigas rotas de séculos passados. Este trecho é perfeito para quem deseja conhecer a essência rural do Alentejo, passando por campos férteis, pequenas aldeias pitorescas e paisagens rurais que convidam à contemplação e ao descanso. O Trilho dos Pescadores: A beleza selvagem do litoral Ao chegar ao litoral, em Porto Covo, conhecida por suas casinhas brancas e ruas de pedra, começa o icônico Trilho dos Pescadores. Este percurso acompanha o topo das falésias, oferecendo vistas espetaculares do Oceano Atlântico. Durante a caminhada, é comum avistar aves marinhas em seu habitat natural e, para coroar o dia, assistir a um pôr do sol inesquecível sobre o mar. O Trilho dos Pescadores é considerado o percurso mais desafiador fisicamente, cobrindo cerca de 125 km até o Cabo de São Vicente. Vila Nova de Milfontes e além: Praias, rios e vilas encantadoras A Rota Vicentina também presenteia os viajantes com paradas em locais como Vila Nova de Milfontes. Aqui, praias de mar aberto convivem harmoniosamente com águas mais calmas, ideais para um merecido descanso. A vila oferece a oportunidade de explorar seu centro histórico, degustar a rica gastronomia regional e contemplar o impressionante encontro entre o rio Mira e o vasto oceano Atlântico. Entre Almograve e Zambujeira do Mar, o trajeto se intensifica com áreas de falésias elevadas, dunas protegidas e praias selvagens que mantêm sua beleza intocada. Zambujeira do Mar, com suas ruas tranquilas, casas caiadas e mirantes voltados para o Atlântico, completa a paisagem. Odeceixe: Onde o rio encontra o mar em um cenário idílico Na transição entre o Alentejo e o Algarve, Odeceixe se destaca como mais uma joia da Rota Vicentina. A praia, onde o rio Seixe se encontra com o mar, é um cartão-postal da região e um local perfeito para uma pausa revigorante após a caminhada. A vila em si convida a um ritmo mais lento, com suas ruas estreitas, cafés acolhedores e restaurantes que preservam o charme e a tranquilidade, incentivando os visitantes a prolongarem sua estadia e desfrutarem de

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Santuário da Piedade: Conheça o “Coração de Minas” em Caeté com Vista Panorâmica e História Rica

Santuário de Nossa Senhora da Piedade em Caeté, MG: Um Legado Histórico e Beleza Natural Incomparável A cerca de 16 quilômetros de Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ergue-se majestoso o Santuário de Nossa Senhora da Piedade. Localizado no topo da Serra da Piedade, a impressionantes 1.746 metros de altitude, o santuário é um convite à contemplação e à fé. Este destino, considerado Patrimônio Cultural Tombado pelo IPHAN desde 1956, é carinhosamente chamado de “O coração de Minas”, abrigando a imagem da Padroeira do Estado. No mesmo cume, encontra-se a menor basílica do mundo, conhecida como Basílica Ermida da Padroeira de Minas Gerais. O Santuário de Nossa Senhora da Piedade, além de sua importância religiosa, oferece uma vista deslumbrante e uma rica história, sendo facilmente integrado a roteiros pela Estrada Real, conforme informação divulgada pela fonte. A história do Santuário de Nossa Senhora da Piedade remonta ao século XVIII, com origens ligadas a um evento espiritual extraordinário. Em 1765, uma jovem surda e muda teria tido uma visão de Nossa Senhora no topo da serra, recuperando a fala após a aparição. Este milagre marcou o início da devoção ao local, que logo passou a abrigar a imagem de Nossa Senhora da Piedade, uma obra-prima esculpida no século XVIII por Aleijadinho, o renomado mestre do barroco brasileiro. A construção do templo se deu pouco tempo depois, em 1767. Em 2017, em celebração aos 250 anos do Santuário, o Vaticano concedeu o título de basílicas às duas igrejas presentes no complexo, um reconhecimento da importância histórica e cultural do local. A visita ao Santuário de Nossa Senhora da Piedade é uma experiência que transcende o religioso, oferecendo paisagens de tirar o fôlego e momentos de profunda conexão com a natureza e a história mineira. A Experiência da Vista Panorâmica e a Natureza Exuberante Um dos atrativos mais marcantes do Santuário de Nossa Senhora da Piedade é, sem dúvida, a vista panorâmica de 360 graus. A imensidão de montanhas que se estende até onde os olhos alcançam proporciona uma sensação única de estar acima das nuvens. A paisagem abrange cidades como Belo Horizonte, Caeté, Contagem e Lagoa Santa, além da imponente Serra do Caraça, criando um cenário perfeito para fotografias memoráveis e instantes de serenidade. Assistir ao pôr do sol no topo da serra é uma das atividades mais procuradas pelos visitantes do Santuário de Nossa Senhora da Piedade. O complexo natural que cerca o santuário é igualmente fascinante, situado em um ponto de transição de três importantes biomas brasileiros: Mata Atlântica, Cerrado e Campos Rupestres. Essa diversidade biológica enriquece ainda mais a experiência de quem visita o Santuário de Nossa Senhora da Piedade. História e Espiritualidade no Coração de Minas A região de Caeté, onde se localiza o Santuário de Nossa Senhora da Piedade, tem suas raízes fincadas no ciclo do ouro, no final do século XVII. A Guerra dos Emboabas, em 1708, marcou a história local antes mesmo do surgimento do santuário. A devoção a Nossa Senhora da Piedade, no

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Paraty: Descubra 7 Experiências Imperdíveis Além das Praias Paradisíacas

Paraty Além das Praias: Um Roteiro Completo para Sua Próxima Viagem Quando se pensa em Paraty, a imagem de praias deslumbrantes e ilhas paradisíacas logo vem à mente. No entanto, esta joia histórica do Rio de Janeiro oferece muito mais do que seus cenários litorâneos. A cidade convida a mergulhar em sua rica cultura, história e belezas naturais que se estendem para além da orla. Prepare-se para se encantar com um roteiro que vai do charme colonial das ruas de pedra à refrescância das cachoeiras e ao sabor inconfundível da cachaça artesanal. Descubra como transformar sua visita a Paraty em uma experiência ainda mais completa e inesquecível. Conforme informação divulgada, Paraty guarda tesouros históricos e naturais que merecem ser explorados. Este guia apresenta sete programas imperdíveis para quem deseja conhecer a cidade sob uma nova perspectiva, valorizando sua herança cultural e paisagens singulares, conforme apresentados por especialistas em turismo local. 1. Caminhe Pelas Charmeosas Ruas de Pedra do Centro Histórico O coração de Paraty pulsa em seu centro histórico, um labirinto de ruas de pedra onde carros dão lugar a pedestres. A Rua do Comércio é um convite ao passeio, repleta de lojas de artesanato e marcas que celebram a identidade local. O charme colonial é evidente em cada casarão e igreja. A Igreja de Nossa Senhora das Dores, com vista para a baía, abre suas portas aos sábados, enquanto a Casa da Cultura e o Cinema da Praça oferecem exposições e exibições em ambientes históricos. A Igreja de Santa Rita de Cássia, erguida em 1722, abriga o Museu de Arte Sacra, exibindo peças dos séculos 17, 18 e 19. Para uma imersão completa, o Free Walking Tour Paraty, que parte diariamente da Praça da Matriz, desvenda curiosidades sobre o calçamento único e os símbolos maçônicos nas fachadas, enriquecendo a compreensão da história local. 2. Suba até o Forte Defensor Perpétuo e Aprecie a Vista Erguido em 1793 para proteger o escoamento do ouro pela Estrada Real, o Forte Defensor Perpétuo oferece uma jornada histórica e panorâmica. O acesso a pé por um caminho cercado de mata leva a um mirante com vista espetacular para a Baía de Paraty. Atualmente, o forte sedia um museu com artefatos que contam a história de Paraty, incluindo instrumentos da produção de açúcar e canhões britânicos. A área externa está aberta diariamente, das 7h às 19h, enquanto o museu funciona de quarta a sexta, das 10h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 14h. 3. Refresque-se na Cachoeira do Tobogã e Poço do Tarzan A cerca de 20 minutos do centro, a Cachoeira do Tobogã é famosa por sua pedra lisa que forma um escorregador natural, culminando em um poço de água fria. É uma atração divertida e refrescante em meio à Mata Atlântica. Uma trilha curta a partir da cachoeira leva ao Poço do Tarzan, outra piscina natural ideal para um mergulho revigorante. O acesso é pela Estrada Paraty-Cunha, no bairro da Penha. 4. Explore o Poço Usina e

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Coletivo Pra Gira Girar Lança Álbum Celebrando Os Tincoãs: Uma Jornada Musical Ancestral

Um tributo sonoro que resgata a essência afro-brasileira Um ano após o lançamento dos singles ‘Atabaque chora’ e ‘Deixa a gira girar’, o coletivo Pra Gira Girar apresenta seu aguardado álbum de estreia, ‘Pra Gira Girar – Uma Celebração aos Tincoãs’. Lançado em 30 de outubro pelo selo Amor in Sound, o trabalho é uma profunda homenagem ao grupo Os Tincoãs, pioneiro na música afro-brasileira com forte carga ancestral e espiritual. A obra, com arte de capa de Ilana Paterman, reúne 12 canções que celebram a rica discografia de Os Tincoãs, grupo baiano formado em Cachoeira (BA) em 1960 e que ganhou projeção nacional na década de 1970. A iniciativa busca reacender a memória e a influência deste grupo fundamental para a cultura brasileira. Conforme informação divulgada pelo coletivo, o álbum é uma resposta à excelente recepção do show de tributo. “Esse disco é uma consequência do show, nada tínhamos planejado. No entanto, entendemos que essa obra era riquíssima e que pouca gente viu Os Tincoãs em cena”, explica Alvaro Lancellotti, mentor do projeto. A ideia era reapresentar o grupo para novas gerações. Produção de peso e músicos renomados dão vida ao álbum A produção musical de ‘Pra Gira Girar – Uma Celebração aos Tincoãs’ ficou a cargo de Mário Caldato, com a colaboração essencial do baixista Alexandre Kassin. O núcleo do coletivo Pra Gira Girar é formado por Alvaro Lancellotti (voz), Alan de Deus (voz), Michele Leal (voz) e Pedro Costa (guitarra), responsáveis por dar nova roupagem às canções. O álbum conta ainda com a participação especial de Alexandre Kassin (baixo e coprodução), Anna Magalhães (percussão), Diogo Gomes (trompete) e Zé Manoel (piano e voz). O percussionista Zero Awá, falecido em 2025, também integra a ficha técnica em uma homenagem póstuma, com o disco editado em formato LP. Repertório que evoca a ancestralidade e a espiritualidade O repertório selecionado para o álbum abrange momentos marcantes da trajetória de Os Tincoãs. Estão presentes faixas como ‘A força da Jurema’ (1973), ‘Cordeiro de Nanã’ (1977), ‘Lamento à s águas’ (1977), ‘Na beira do mar’ (1973), ‘Oxossi te chama’ (1975) e ‘Salmo’ (1975). Essas e outras composições foram escolhidas para representar a fase áurea dos Tincoãs, transmitindo a força e a profundidade de suas mensagens. O coletivo Pra Gira Girar se dedica a manter vivo o legado deste grupo, explorando a riqueza da música afro-brasileira e sua conexão com as raízes culturais do país. Um convite à celebração e à redescoberta O lançamento de ‘Pra Gira Girar – Uma Celebração aos Tincoãs’ não é apenas um disco, mas um convite para que o público conheça ou redescubra a obra de um grupo que moldou gerações. A sonoridade contemporânea aliada à reverência às origens promete encantar fãs de todas as idades. O projeto do coletivo Pra Gira Girar reforça a importância de preservar e divulgar a música que carrega a história e a alma do Brasil. A celebração aos Tincoãs é, portanto, um ato de respeito à memória musical e espiritual do país.

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Giulia Be revela encontro inusitado com Conor Kennedy, herdeiro dos Kennedy, após acidente: “Gatinho”

Giulia Be e Conor Kennedy: A história de amor que começou com um acidente e um encontro arranjado A cantora brasileira Giulia Be está prestes a subir ao altar neste sábado, 10 de fevereiro, no Rio de Janeiro, para se casar com o advogado americano Conor Kennedy, sobrinho-neto do ex-presidente John F. Kennedy. O casal, que oficializou a união civil nos Estados Unidos em março do ano passado, compartilha uma história de amor peculiar, revelada pela própria artista no programa “TVZ”, do Multishow. Giulia contou que o primeiro contato com Conor não foi planejado, mas sim intermediado pela irmã do herdeiro. A cantora revelou que a “ponte” entre os dois foi feita por uma DJ conhecida em comum. A irmã de Conor, ao conhecer Giulia, teria mencionado que seu irmão já havia se envolvido com brasileiras. “Basicamente, conheço a irmã dele através do Dipplo, um DJ. Ela estava no rolê, começamos a falar. Ela disse: ‘Meu irmão já ficou com uma brasileira’. Me mostrou a foto dele e pensei: ‘Nossa, gatinho’”, relatou Giulia Be, conforme divulgado pelo portal Gshow. A partir daí, a história tomou um rumo inesperado, culminando no casamento que acontecerá em breve no Brasil. O “golpe” da irmã de Conor e o convite inesperado Giulia Be explicou que, inicialmente, a irmã de Conor Kennedy informou que ele estava solteiro, o que acabou não sendo verdade no momento. “Ela inventou porque não gostava da namorada dele na época. Que bom que ela gosta de mim”, brincou a cantora. Apesar da informação equivocada, Giulia adicionou o perfil de Conor nas redes sociais. No entanto, a interação não foi imediata. Foi somente meses depois que Conor Kennedy enviou uma mensagem para Giulia. O contato ocorreu após a cantora sofrer um acidente doméstico, desmaiar e ter um trauma cranioencefálico, necessitando de internação. O acidente que aproximou o casal O momento mais marcante da revelação foi quando Giulia descreveu o primeiro contato de Conor. “Tive que bater minha cabeça, desmaiar, ter sangramento bilateral e finalmente ele me mandou uma mensagem. A primeira mensagem que ele me mandou na vida foi: ‘Oi, é o Conor, espero que sua cabeça esteja bem’”, contou a artista. Ela completou, com bom humor: “Fraturei meu crânio e fui dormir. No dia seguinte, tinha médico marcado e minha cabeça estava doendo muito. Foi um susto, mas me levou ao amor da minha vida”, disse Giulia Be. Quem é Conor Kennedy, o herdeiro dos Kennedy Conor Kennedy, noivo de Giulia Be, é membro de uma das famílias mais influentes dos Estados Unidos, os Kennedy. Ele é sobrinho-neto do ex-presidente John F. Kennedy. Seus pais são Robert F. Kennedy Jr., advogado ambientalista, e Mary Kennedy, que faleceu em 2012. Conor também tem um histórico de ativismo, tendo sido preso em 2013 por “desobediência civil” durante um protesto. Em 2022, ele se voluntariou para lutar na Guerra da Ucrânia. O casamento no Rio de Janeiro A cerimônia religiosa do casamento de Giulia Be e Conor Kennedy acontecerá na Igreja de Nossa

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Kbrum lança “Raggaleluia”: O álbum de reggae que nasceu após o sucesso com Anitta e promete cura espiritual

Kbrum une “Ragga” e “Aleluia” em novo álbum que busca a cura através do reggae, impulsionado por parceria com Anitta A voz de Kbrum ecoou no funk “Sal Grosso”, faixa do álbum “Equilibrium II” de Anitta, lançado em julho. O cantor e compositor, nascido no Complexo de Mangueirinha, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, ganhou projeção e agora lança seu terceiro álbum solo, “Raggaleluia”, apostando na força espiritual do reggae. Criador do coletivo Jamaicaxias, Kbrum dedica o novo trabalho à disseminação da cultura do dancehall e soundsystem. “Raggaleluia” chega com 14 faixas e a missão de difundir o ragga e o reggae como sons de apaziguamento, conforme divulgado na notícia. A obra, que conta com a direção musical de Warmando e produção de Áfricanoise e Carlo, foi lançada em 9 de outubro. A capa, uma pintura de Rafael Simba, retrata um Cristo alado com as cores da Jamaica, empunhando símbolos de justiça, reforçando a mensagem de fé e redenção presente no álbum. “Raggaleluia”: Uma fusão de fé e ritmo que nasceu na Baixada Fluminense O título “Raggaleluia” é uma criação de Kbrum, unindo o ragga, gênero musical jamaicano, à palavra “aleluia”, associada ao sagrado. Ele descreve o reggae como um “milagre”, um “canto gospel de louvor, regozijo e gratidão”, evidenciando a profunda conexão pessoal com o gênero. Crescido em um lar evangélico e atualmente convertido às religiões de matriz africana, Kbrum encontra no reggae uma ferramenta de cura e elevação espiritual. A música se tornou um refúgio e uma forma de expressar sua jornada de fé e superação. Diversidade rítmica em “Raggaleluia”: Do samba ao amapiano Inspirado pelo rico movimento de reggae da Baixada Fluminense, berço de bandas como Cidade Negra, o álbum “Raggaleluia” transcende o gênero principal. Kbrum explora outras sonoridades, mostrando a versatilidade artística. O repertório transita pelo samba na faixa “Na Cabeça”, pelo rock em “Bye Bye Bye” e pelo dancehall jamaicano em “Fora da Lei”. Há também espaço para o amapiano, ritmo sul-africano, na música “Manipula”, demonstrando a amplitude musical do artista. Colaborações e legado musical em “Raggaleluia” Ao longo das 14 faixas de “Raggaleluia”, Kbrum divide os vocais e a criatividade com diversos artistas. Participam do álbum Bruno Kroz, Clara Ribeiro, Chediak, Gugs, Ludom, Mascotte e Maui, enriquecendo a obra com diferentes perspectivas e talentos. Este álbum sucede “Puro Suco”, lançado em 2024, solidificando a carreira solo de Kbrum. A projeção alcançada com a participação no álbum de Anitta serve como um impulso adicional para que “Raggaleluia” alcance um público ainda maior, disseminando a mensagem de paz e esperança através do reggae.

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Atibaia em Alerta: Dias Abafados com Chuvas Isoladas Anunciam Virada no Clima para o Fim de Semana

Atibaia enfrenta dias abafados com chuvas isoladas e instabilidade climática. A previsão aponta para o aumento da umidade a partir do fim de semana, favorecendo pancadas de chuva e trovoadas, mantendo as temperaturas elevadas, mas com variações significativas. A cidade de Atibaia terá uma semana marcada pela **alternância entre sol, calor e chuvas isoladas**. Os primeiros dias apresentam maior estabilidade, com a presença do sol entre nuvens, oferecendo momentos de tempo mais ameno. No entanto, a partir do fim de semana, a atmosfera muda. O aumento da umidade no ar favorece a formação de **pancadas de chuva durante a tarde**, sem grandes elevações nas temperaturas máximas, mas com sensações de abafamento. Essa instabilidade climática, com a possibilidade de chuvas e trovoadas, exige atenção dos moradores. Acompanhe os detalhes da previsão para os próximos dias, conforme informações divulgadas pelo Climatempo. Previsão Detalhada para Atibaia: Fim de Semana e Início da Semana O **sábado (10)** em Atibaia será de sol com aumento gradual de nuvens. Há **possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas à tarde e à noite**. As temperaturas variarão entre 19°C e 31°C, indicando um dia quente com risco de precipitação. No **domingo (11)**, o sol aparecerá entre nuvens, com períodos de céu nublado. A probabilidade de chuva ao longo do dia será menor, com temperaturas mais amenas, variando de 18°C a 27°C. Um dia mais tranquilo, mas ainda com alguma nebulosidade. Instabilidade Persiste: Chuvas e Abafamento na Próxima Semana A **segunda-feira (12)** promete ser de tempo mais instável. Estão previstas **pancadas de chuva e momentos de céu encoberto**. Os termômetros marcarão entre 19°C e 24°C, com um dia mais fechado e úmido. Na **terça-feira (13)**, o sol retorna entre muitas nuvens, acompanhado de **abafamento e chance de pancadas de chuva isoladas no fim da tarde**. As temperaturas variarão de 18°C a 27°C, um padrão de calor com risco de chuva pontual. A **quarta-feira (14)** trará a presença constante de nebulosidade, com aberturas suaves de sol. A previsão indica **chuva pela manhã e temporal da tarde à noite**. A variação de temperatura será de 19°C a 27°C, com um dia bastante úmido e instável. Fim da Semana com Garoa e Temperaturas Amenas Na **quinta-feira (15)**, o céu ficará nublado, alternando com breves aberturas de sol. Haverá **garoa rápida e temperaturas amenas**, entre 19°C e 24°C. Um dia mais fresco e com pouca chuva. Finalmente, a **sexta-feira (16)** apresentará sol com muitas nuvens e aberturas progressivas de tempo firme ao longo do dia. A variação de temperatura será de 18°C a 21°C, indicando um **dia mais firme e com temperaturas mais baixas** ao final da semana.

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Itu em Alerta: Mormaço Intenso e Chuvas Isoladas Preocupam Moradores Durante a Semana; Veja Previsão Detalhada

Itu enfrenta dias de calor intenso e a possibilidade de chuvas pontuais, exigindo atenção da população. A semana em Itu será marcada por um clima instável, com momentos de forte abafamento e nebulosidade. Os primeiros dias prometem aberturas de sol, mas a atenção se volta para o aumento da chance de chuvas a partir do sábado, conforme informações do Climatempo. Essas precipitações, que podem vir acompanhadas de trovoadas, trazem a esperança de um alívio para o calor, mas a população deve estar preparada para as variações. A previsão detalhada indica os dias e horários com maior probabilidade de chuva, auxiliando no planejamento das atividades diárias e na segurança. Confira a previsão completa divulgada pelo Climatempo para os próximos dias em Itu e saiba como se preparar para o mormaço e as chuvas isoladas que devem predominar na região durante a semana. Fim de Semana com Sol e Chuvas Isoladas O sábado em Itu será de sol com muitas nuvens, mas a tarde e a noite trazem a possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas. As temperaturas variarão entre 20°C e 31°C. Já o domingo apresentará sol intercalado por períodos de nebulosidade, com chuvas previstas para o fim da tarde e à noite. A máxima será de 27°C, com mínima de 19°C. Semana Começa com Chuva Rápida e Temperaturas Amenas A segunda-feira, 12 de agosto, trará sol entre nuvens com chuva rápida ao longo do dia e também durante a noite. As temperaturas se manterão entre 19°C e 27°C. Na terça-feira, 13 de agosto, o sol aparecerá com aumento gradual de nuvens, concentrando as pancadas de chuva no fim da manhã e à tarde, com variação de 20°C a 28°C. Mormaço Persiste com Chuvas Pontuais no Meio da Semana A quarta-feira, 14 de agosto, apresentará sol entre muitas nuvens, com chance de pancadas de chuva no período da tarde e noite. Os termômetros marcarão entre 21°C e 27°C. Na quinta-feira, 15 de agosto, o sol virá com aumento da nebulosidade e pancadas de chuva previstas entre o fim da manhã e a tarde, com variação de 20°C a 26°C. Fim da Semana com Chuva Rápida e Temperaturas em Queda Para encerrar a semana, a sexta-feira, 16 de agosto, terá sol com períodos de céu nublado e chuva rápida do fim da manhã até a tarde. As temperaturas mais amenas ficarão entre 19°C e 24°C, indicando uma possível diminuição do calor intenso.

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Tom Zé aos 90: O Tropicalista Inquieto que Confunde para Esclarecer e Conquista o Mundo

Tom Zé completa 90 anos: um legado de genialidade tropicalista que confunde para esclarecer Aos 90 anos, Tom Zé se consolida como um ícone da música brasileira, um verdadeiro mestre em usar a confusão como ferramenta de clareza. Sua obra, marcada pela originalidade e pela recusa em seguir fórmulas comerciais, desafia o tempo e continua a inspirar novas gerações. Com uma trajetória que se confunde com a própria história do Tropicalismo, o artista baiano Antônio José Santana Martins, nascido em Irará em 11 de outubro de 1936, celebra nove décadas de vida e de uma carreira ininterrupta. Sua música, muitas vezes descrita como um espelho da complexidade da alma humana, sempre buscou mais a reflexão do que a mera diversão. Seus versos do samba “Tô” (1976), em parceria com Elton Medeiros, “Eu tô te explicando / Pra te confundir / Eu tô te confundindo / Pra te esclarecer”, capturam perfeitamente a essência de sua arte. Essa proposta de confundir para esclarecer é um fio condutor que atravessa toda a sua discografia, desde os primeiros trabalhos até os mais recentes. A informação é do artigo “Tom Zé chega hoje aos 90 anos como o tropicalista desgarrado e inquieto que sempre confunde para explicar”. A alma de um erê tropicalista Tom Zé é frequentemente comparado a um erê, uma entidade infantil cultuada em religiões afro-brasileiras, pela sua capacidade de ver o mundo com um olhar lúdico e questionador. Essa característica o aproximou de figuras como Chacrinha, cujo bordão “Eu vim para confundir e não para explicar”, Tom Zé também reivindicou para si. Sua postura sempre foi a de um tropicalista desgarrado, que não se curvou às pressões da indústria musical. Em vez de buscar o sucesso comercial fácil, Tom Zé priorizou a experimentação estética, criando sons e arranjos inusitados que o tornaram um artista único e inclassificável. Conexões que moldaram a música brasileira A trajetória de Tom Zé se entrelaça com nomes fundamentais da música popular brasileira. Sua parceria com Os Mutantes resultou em clássicos como “2001” (1968), em colaboração com Rita Lee, e “Qualquer bobagem” (1969), coescrita com Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. Além disso, Tom Zé foi um mentor para os Novos Baianos. Foi ele quem apresentou Moraes Moreira a Luiz Galvão, catalisando a formação do grupo. Em 1969, Tom Zé defendeu a canção “Jeitinho dela” ao lado dos Novos Baianos no V Festival da Música Popular Brasileira, consolidando essa ligação. Na cena baiana, sua influência foi sentida desde cedo, ao lado de nomes como Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia, com quem dividiu o palco no histórico show “Nós, por exemplo” em 1964. A redescoberta internacional e a persistência Apesar de seu talento inegável, Tom Zé enfrentou anos de ostracismo e dificuldades financeiras. A virada veio em 1986, quando David Byrne, líder do Talking Heads, descobriu o álbum “Estudando o samba”. Encantado com a inventividade do disco, Byrne compilou a obra de Tom Zé para o selo Luaka Bop, lançando posteriormente álbuns inéditos e proporcionando ao

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Wagner Moura, Fernando Meirelles e Petra Costa: Cinema Brasileiro se Une em Carta Aberta por Eleições Livres e Democráticas

Cinema Brasileiro em Alerta: Nomes de Peso Assinam Carta Aberta Sobre Eleições Uma declaração contundente ecoou pelo universo do cinema nacional. Atrizes, diretores e produtores renomados, como Wagner Moura, Fernando Meirelles e Petra Costa, uniram vozes em uma carta aberta divulgada publicamente. O documento expressa profunda preocupação com o cenário eleitoral e o futuro da democracia brasileira. A iniciativa, que já conta com centenas de assinaturas de profissionais do audiovisual, é um chamado à reflexão e à ação. A carta aborda temas sensíveis relacionados ao processo democrático e à importância da participação cidadã em momentos cruciais como as eleições. O documento visa alertar a sociedade sobre os riscos que a democracia pode enfrentar e incentivar um engajamento mais ativo dos eleitores. A mobilização de figuras tão proeminentes do cinema demonstra a gravidade com que a classe artística tem encarado o atual contexto político, conforme divulgado por fontes ligadas à iniciativa. Preocupação com a Democracia e o Futuro do Brasil A carta aberta, assinada por importantes nomes do cinema brasileiro, como Wagner Moura e Fernando Meirelles, destaca a preocupação com o **enfraquecimento das instituições democráticas** e a necessidade de **proteger o Estado de Direito**. Os artistas ressaltam a importância de um debate público livre e respeitoso, fundamental para o exercício da cidadania. Petra Costa, diretora conhecida por seu engajamento político e por obras que abordam a realidade brasileira, também é uma das signatárias. A participação dela e de outros cineastas reforça o caráter de **urgência e relevância** da manifestação, que busca conscientizar o público sobre a importância de suas escolhas no processo eleitoral. Um Chamado à Consciência e à Ação Cívica O texto enfatiza que as eleições são um momento decisivo para o futuro do país e que a **participação de todos é crucial**. A carta convoca os cidadãos a se informarem, a refletirem criticamente sobre as propostas e a fazerem escolhas conscientes, **defendendo os valores democráticos**. A mobilização dos cineastas não se limita a uma mera manifestação de descontentamento, mas se configura como um **convite à responsabilidade coletiva**. A mensagem principal é que a democracia se constrói e se fortalece com o envolvimento ativo de cada indivíduo na vida política. A Força do Cinema na Defesa da Democracia Wagner Moura, ator de reconhecimento internacional, e Fernando Meirelles, diretor aclamado por filmes como “Cidade de Deus”, utilizam sua visibilidade para dar ainda mais peso à carta. A atuação de artistas engajados em causas sociais e políticas tem se tornado cada vez mais comum, **amplificando mensagens importantes** para a sociedade. A carta aberta é um exemplo claro de como a arte e a cultura podem ser ferramentas poderosas na **defesa da democracia e dos direitos humanos**. A iniciativa do cinema brasileiro ressoa como um alerta e um incentivo para que todos exerçam seu papel na construção de um país mais justo e democrático.

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Rota Vicentina: Descubra paisagens deslumbrantes e trilhas incríveis no Alentejo

Rota Vicentina: Uma aventura inesquecível pelo litoral e interior do Alentejo A Rota Vicentina convida você a desvendar paisagens de tirar o fôlego no coração do Alentejo, em Portugal. Com aproximadamente 400 km de trilhas cuidadosamente sinalizadas, este roteiro serpenteia pelo deslumbrante Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. A rota é dividida em dois percursos principais e oito circuitos circulares, cada um oferecendo uma experiência única. Prepare-se para caminhar por praias paradisíacas, falésias imponentes, campos repletos de flores, charmosas aldeias e vilas históricas que guardam séculos de tradição. Cada etapa possui até 25 km, garantindo flexibilidade para que você adapte a jornada ao seu tempo disponível e ao seu preparo físico, conforme informação divulgada pela Rota Vicentina. O Caminho Histórico: Uma imersão nas tradições alentejanas A aventura começa em Santiago do Cacém, uma cidade que encanta com seu castelo medieval, ruas históricas e vistas panorâmicas de tirar o fôlego. A partir daqui, inicia-se o Caminho Histórico, um percurso que atravessa o interior alentejano por antigas rotas de séculos passados. Este trecho é perfeito para quem deseja conhecer a essência rural do Alentejo, passando por campos férteis, pequenas aldeias pitorescas e paisagens rurais que convidam à contemplação e ao descanso. O Trilho dos Pescadores: A beleza selvagem do litoral Ao chegar ao litoral, em Porto Covo, conhecida por suas casinhas brancas e ruas de pedra, começa o icônico Trilho dos Pescadores. Este percurso acompanha o topo das falésias, oferecendo vistas espetaculares do Oceano Atlântico. Durante a caminhada, é comum avistar aves marinhas em seu habitat natural e, para coroar o dia, assistir a um pôr do sol inesquecível sobre o mar. O Trilho dos Pescadores é considerado o percurso mais desafiador fisicamente, cobrindo cerca de 125 km até o Cabo de São Vicente. Vila Nova de Milfontes e além: Praias, rios e vilas encantadoras A Rota Vicentina também presenteia os viajantes com paradas em locais como Vila Nova de Milfontes. Aqui, praias de mar aberto convivem harmoniosamente com águas mais calmas, ideais para um merecido descanso. A vila oferece a oportunidade de explorar seu centro histórico, degustar a rica gastronomia regional e contemplar o impressionante encontro entre o rio Mira e o vasto oceano Atlântico. Entre Almograve e Zambujeira do Mar, o trajeto se intensifica com áreas de falésias elevadas, dunas protegidas e praias selvagens que mantêm sua beleza intocada. Zambujeira do Mar, com suas ruas tranquilas, casas caiadas e mirantes voltados para o Atlântico, completa a paisagem. Odeceixe: Onde o rio encontra o mar em um cenário idílico Na transição entre o Alentejo e o Algarve, Odeceixe se destaca como mais uma joia da Rota Vicentina. A praia, onde o rio Seixe se encontra com o mar, é um cartão-postal da região e um local perfeito para uma pausa revigorante após a caminhada. A vila em si convida a um ritmo mais lento, com suas ruas estreitas, cafés acolhedores e restaurantes que preservam o charme e a tranquilidade, incentivando os visitantes a prolongarem sua estadia e desfrutarem de

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Santuário da Piedade: Conheça o “Coração de Minas” em Caeté com Vista Panorâmica e História Rica

Santuário de Nossa Senhora da Piedade em Caeté, MG: Um Legado Histórico e Beleza Natural Incomparável A cerca de 16 quilômetros de Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ergue-se majestoso o Santuário de Nossa Senhora da Piedade. Localizado no topo da Serra da Piedade, a impressionantes 1.746 metros de altitude, o santuário é um convite à contemplação e à fé. Este destino, considerado Patrimônio Cultural Tombado pelo IPHAN desde 1956, é carinhosamente chamado de “O coração de Minas”, abrigando a imagem da Padroeira do Estado. No mesmo cume, encontra-se a menor basílica do mundo, conhecida como Basílica Ermida da Padroeira de Minas Gerais. O Santuário de Nossa Senhora da Piedade, além de sua importância religiosa, oferece uma vista deslumbrante e uma rica história, sendo facilmente integrado a roteiros pela Estrada Real, conforme informação divulgada pela fonte. A história do Santuário de Nossa Senhora da Piedade remonta ao século XVIII, com origens ligadas a um evento espiritual extraordinário. Em 1765, uma jovem surda e muda teria tido uma visão de Nossa Senhora no topo da serra, recuperando a fala após a aparição. Este milagre marcou o início da devoção ao local, que logo passou a abrigar a imagem de Nossa Senhora da Piedade, uma obra-prima esculpida no século XVIII por Aleijadinho, o renomado mestre do barroco brasileiro. A construção do templo se deu pouco tempo depois, em 1767. Em 2017, em celebração aos 250 anos do Santuário, o Vaticano concedeu o título de basílicas às duas igrejas presentes no complexo, um reconhecimento da importância histórica e cultural do local. A visita ao Santuário de Nossa Senhora da Piedade é uma experiência que transcende o religioso, oferecendo paisagens de tirar o fôlego e momentos de profunda conexão com a natureza e a história mineira. A Experiência da Vista Panorâmica e a Natureza Exuberante Um dos atrativos mais marcantes do Santuário de Nossa Senhora da Piedade é, sem dúvida, a vista panorâmica de 360 graus. A imensidão de montanhas que se estende até onde os olhos alcançam proporciona uma sensação única de estar acima das nuvens. A paisagem abrange cidades como Belo Horizonte, Caeté, Contagem e Lagoa Santa, além da imponente Serra do Caraça, criando um cenário perfeito para fotografias memoráveis e instantes de serenidade. Assistir ao pôr do sol no topo da serra é uma das atividades mais procuradas pelos visitantes do Santuário de Nossa Senhora da Piedade. O complexo natural que cerca o santuário é igualmente fascinante, situado em um ponto de transição de três importantes biomas brasileiros: Mata Atlântica, Cerrado e Campos Rupestres. Essa diversidade biológica enriquece ainda mais a experiência de quem visita o Santuário de Nossa Senhora da Piedade. História e Espiritualidade no Coração de Minas A região de Caeté, onde se localiza o Santuário de Nossa Senhora da Piedade, tem suas raízes fincadas no ciclo do ouro, no final do século XVII. A Guerra dos Emboabas, em 1708, marcou a história local antes mesmo do surgimento do santuário. A devoção a Nossa Senhora da Piedade, no

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Paraty: Descubra 7 Experiências Imperdíveis Além das Praias Paradisíacas

Paraty Além das Praias: Um Roteiro Completo para Sua Próxima Viagem Quando se pensa em Paraty, a imagem de praias deslumbrantes e ilhas paradisíacas logo vem à mente. No entanto, esta joia histórica do Rio de Janeiro oferece muito mais do que seus cenários litorâneos. A cidade convida a mergulhar em sua rica cultura, história e belezas naturais que se estendem para além da orla. Prepare-se para se encantar com um roteiro que vai do charme colonial das ruas de pedra à refrescância das cachoeiras e ao sabor inconfundível da cachaça artesanal. Descubra como transformar sua visita a Paraty em uma experiência ainda mais completa e inesquecível. Conforme informação divulgada, Paraty guarda tesouros históricos e naturais que merecem ser explorados. Este guia apresenta sete programas imperdíveis para quem deseja conhecer a cidade sob uma nova perspectiva, valorizando sua herança cultural e paisagens singulares, conforme apresentados por especialistas em turismo local. 1. Caminhe Pelas Charmeosas Ruas de Pedra do Centro Histórico O coração de Paraty pulsa em seu centro histórico, um labirinto de ruas de pedra onde carros dão lugar a pedestres. A Rua do Comércio é um convite ao passeio, repleta de lojas de artesanato e marcas que celebram a identidade local. O charme colonial é evidente em cada casarão e igreja. A Igreja de Nossa Senhora das Dores, com vista para a baía, abre suas portas aos sábados, enquanto a Casa da Cultura e o Cinema da Praça oferecem exposições e exibições em ambientes históricos. A Igreja de Santa Rita de Cássia, erguida em 1722, abriga o Museu de Arte Sacra, exibindo peças dos séculos 17, 18 e 19. Para uma imersão completa, o Free Walking Tour Paraty, que parte diariamente da Praça da Matriz, desvenda curiosidades sobre o calçamento único e os símbolos maçônicos nas fachadas, enriquecendo a compreensão da história local. 2. Suba até o Forte Defensor Perpétuo e Aprecie a Vista Erguido em 1793 para proteger o escoamento do ouro pela Estrada Real, o Forte Defensor Perpétuo oferece uma jornada histórica e panorâmica. O acesso a pé por um caminho cercado de mata leva a um mirante com vista espetacular para a Baía de Paraty. Atualmente, o forte sedia um museu com artefatos que contam a história de Paraty, incluindo instrumentos da produção de açúcar e canhões britânicos. A área externa está aberta diariamente, das 7h às 19h, enquanto o museu funciona de quarta a sexta, das 10h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 14h. 3. Refresque-se na Cachoeira do Tobogã e Poço do Tarzan A cerca de 20 minutos do centro, a Cachoeira do Tobogã é famosa por sua pedra lisa que forma um escorregador natural, culminando em um poço de água fria. É uma atração divertida e refrescante em meio à Mata Atlântica. Uma trilha curta a partir da cachoeira leva ao Poço do Tarzan, outra piscina natural ideal para um mergulho revigorante. O acesso é pela Estrada Paraty-Cunha, no bairro da Penha. 4. Explore o Poço Usina e

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Coletivo Pra Gira Girar Lança Álbum Celebrando Os Tincoãs: Uma Jornada Musical Ancestral

Um tributo sonoro que resgata a essência afro-brasileira Um ano após o lançamento dos singles ‘Atabaque chora’ e ‘Deixa a gira girar’, o coletivo Pra Gira Girar apresenta seu aguardado álbum de estreia, ‘Pra Gira Girar – Uma Celebração aos Tincoãs’. Lançado em 30 de outubro pelo selo Amor in Sound, o trabalho é uma profunda homenagem ao grupo Os Tincoãs, pioneiro na música afro-brasileira com forte carga ancestral e espiritual. A obra, com arte de capa de Ilana Paterman, reúne 12 canções que celebram a rica discografia de Os Tincoãs, grupo baiano formado em Cachoeira (BA) em 1960 e que ganhou projeção nacional na década de 1970. A iniciativa busca reacender a memória e a influência deste grupo fundamental para a cultura brasileira. Conforme informação divulgada pelo coletivo, o álbum é uma resposta à excelente recepção do show de tributo. “Esse disco é uma consequência do show, nada tínhamos planejado. No entanto, entendemos que essa obra era riquíssima e que pouca gente viu Os Tincoãs em cena”, explica Alvaro Lancellotti, mentor do projeto. A ideia era reapresentar o grupo para novas gerações. Produção de peso e músicos renomados dão vida ao álbum A produção musical de ‘Pra Gira Girar – Uma Celebração aos Tincoãs’ ficou a cargo de Mário Caldato, com a colaboração essencial do baixista Alexandre Kassin. O núcleo do coletivo Pra Gira Girar é formado por Alvaro Lancellotti (voz), Alan de Deus (voz), Michele Leal (voz) e Pedro Costa (guitarra), responsáveis por dar nova roupagem às canções. O álbum conta ainda com a participação especial de Alexandre Kassin (baixo e coprodução), Anna Magalhães (percussão), Diogo Gomes (trompete) e Zé Manoel (piano e voz). O percussionista Zero Awá, falecido em 2025, também integra a ficha técnica em uma homenagem póstuma, com o disco editado em formato LP. Repertório que evoca a ancestralidade e a espiritualidade O repertório selecionado para o álbum abrange momentos marcantes da trajetória de Os Tincoãs. Estão presentes faixas como ‘A força da Jurema’ (1973), ‘Cordeiro de Nanã’ (1977), ‘Lamento à s águas’ (1977), ‘Na beira do mar’ (1973), ‘Oxossi te chama’ (1975) e ‘Salmo’ (1975). Essas e outras composições foram escolhidas para representar a fase áurea dos Tincoãs, transmitindo a força e a profundidade de suas mensagens. O coletivo Pra Gira Girar se dedica a manter vivo o legado deste grupo, explorando a riqueza da música afro-brasileira e sua conexão com as raízes culturais do país. Um convite à celebração e à redescoberta O lançamento de ‘Pra Gira Girar – Uma Celebração aos Tincoãs’ não é apenas um disco, mas um convite para que o público conheça ou redescubra a obra de um grupo que moldou gerações. A sonoridade contemporânea aliada à reverência às origens promete encantar fãs de todas as idades. O projeto do coletivo Pra Gira Girar reforça a importância de preservar e divulgar a música que carrega a história e a alma do Brasil. A celebração aos Tincoãs é, portanto, um ato de respeito à memória musical e espiritual do país.

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Giulia Be revela encontro inusitado com Conor Kennedy, herdeiro dos Kennedy, após acidente: “Gatinho”

Giulia Be e Conor Kennedy: A história de amor que começou com um acidente e um encontro arranjado A cantora brasileira Giulia Be está prestes a subir ao altar neste sábado, 10 de fevereiro, no Rio de Janeiro, para se casar com o advogado americano Conor Kennedy, sobrinho-neto do ex-presidente John F. Kennedy. O casal, que oficializou a união civil nos Estados Unidos em março do ano passado, compartilha uma história de amor peculiar, revelada pela própria artista no programa “TVZ”, do Multishow. Giulia contou que o primeiro contato com Conor não foi planejado, mas sim intermediado pela irmã do herdeiro. A cantora revelou que a “ponte” entre os dois foi feita por uma DJ conhecida em comum. A irmã de Conor, ao conhecer Giulia, teria mencionado que seu irmão já havia se envolvido com brasileiras. “Basicamente, conheço a irmã dele através do Dipplo, um DJ. Ela estava no rolê, começamos a falar. Ela disse: ‘Meu irmão já ficou com uma brasileira’. Me mostrou a foto dele e pensei: ‘Nossa, gatinho’”, relatou Giulia Be, conforme divulgado pelo portal Gshow. A partir daí, a história tomou um rumo inesperado, culminando no casamento que acontecerá em breve no Brasil. O “golpe” da irmã de Conor e o convite inesperado Giulia Be explicou que, inicialmente, a irmã de Conor Kennedy informou que ele estava solteiro, o que acabou não sendo verdade no momento. “Ela inventou porque não gostava da namorada dele na época. Que bom que ela gosta de mim”, brincou a cantora. Apesar da informação equivocada, Giulia adicionou o perfil de Conor nas redes sociais. No entanto, a interação não foi imediata. Foi somente meses depois que Conor Kennedy enviou uma mensagem para Giulia. O contato ocorreu após a cantora sofrer um acidente doméstico, desmaiar e ter um trauma cranioencefálico, necessitando de internação. O acidente que aproximou o casal O momento mais marcante da revelação foi quando Giulia descreveu o primeiro contato de Conor. “Tive que bater minha cabeça, desmaiar, ter sangramento bilateral e finalmente ele me mandou uma mensagem. A primeira mensagem que ele me mandou na vida foi: ‘Oi, é o Conor, espero que sua cabeça esteja bem’”, contou a artista. Ela completou, com bom humor: “Fraturei meu crânio e fui dormir. No dia seguinte, tinha médico marcado e minha cabeça estava doendo muito. Foi um susto, mas me levou ao amor da minha vida”, disse Giulia Be. Quem é Conor Kennedy, o herdeiro dos Kennedy Conor Kennedy, noivo de Giulia Be, é membro de uma das famílias mais influentes dos Estados Unidos, os Kennedy. Ele é sobrinho-neto do ex-presidente John F. Kennedy. Seus pais são Robert F. Kennedy Jr., advogado ambientalista, e Mary Kennedy, que faleceu em 2012. Conor também tem um histórico de ativismo, tendo sido preso em 2013 por “desobediência civil” durante um protesto. Em 2022, ele se voluntariou para lutar na Guerra da Ucrânia. O casamento no Rio de Janeiro A cerimônia religiosa do casamento de Giulia Be e Conor Kennedy acontecerá na Igreja de Nossa

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Kbrum lança “Raggaleluia”: O álbum de reggae que nasceu após o sucesso com Anitta e promete cura espiritual

Kbrum une “Ragga” e “Aleluia” em novo álbum que busca a cura através do reggae, impulsionado por parceria com Anitta A voz de Kbrum ecoou no funk “Sal Grosso”, faixa do álbum “Equilibrium II” de Anitta, lançado em julho. O cantor e compositor, nascido no Complexo de Mangueirinha, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, ganhou projeção e agora lança seu terceiro álbum solo, “Raggaleluia”, apostando na força espiritual do reggae. Criador do coletivo Jamaicaxias, Kbrum dedica o novo trabalho à disseminação da cultura do dancehall e soundsystem. “Raggaleluia” chega com 14 faixas e a missão de difundir o ragga e o reggae como sons de apaziguamento, conforme divulgado na notícia. A obra, que conta com a direção musical de Warmando e produção de Áfricanoise e Carlo, foi lançada em 9 de outubro. A capa, uma pintura de Rafael Simba, retrata um Cristo alado com as cores da Jamaica, empunhando símbolos de justiça, reforçando a mensagem de fé e redenção presente no álbum. “Raggaleluia”: Uma fusão de fé e ritmo que nasceu na Baixada Fluminense O título “Raggaleluia” é uma criação de Kbrum, unindo o ragga, gênero musical jamaicano, à palavra “aleluia”, associada ao sagrado. Ele descreve o reggae como um “milagre”, um “canto gospel de louvor, regozijo e gratidão”, evidenciando a profunda conexão pessoal com o gênero. Crescido em um lar evangélico e atualmente convertido às religiões de matriz africana, Kbrum encontra no reggae uma ferramenta de cura e elevação espiritual. A música se tornou um refúgio e uma forma de expressar sua jornada de fé e superação. Diversidade rítmica em “Raggaleluia”: Do samba ao amapiano Inspirado pelo rico movimento de reggae da Baixada Fluminense, berço de bandas como Cidade Negra, o álbum “Raggaleluia” transcende o gênero principal. Kbrum explora outras sonoridades, mostrando a versatilidade artística. O repertório transita pelo samba na faixa “Na Cabeça”, pelo rock em “Bye Bye Bye” e pelo dancehall jamaicano em “Fora da Lei”. Há também espaço para o amapiano, ritmo sul-africano, na música “Manipula”, demonstrando a amplitude musical do artista. Colaborações e legado musical em “Raggaleluia” Ao longo das 14 faixas de “Raggaleluia”, Kbrum divide os vocais e a criatividade com diversos artistas. Participam do álbum Bruno Kroz, Clara Ribeiro, Chediak, Gugs, Ludom, Mascotte e Maui, enriquecendo a obra com diferentes perspectivas e talentos. Este álbum sucede “Puro Suco”, lançado em 2024, solidificando a carreira solo de Kbrum. A projeção alcançada com a participação no álbum de Anitta serve como um impulso adicional para que “Raggaleluia” alcance um público ainda maior, disseminando a mensagem de paz e esperança através do reggae.

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Atibaia em Alerta: Dias Abafados com Chuvas Isoladas Anunciam Virada no Clima para o Fim de Semana

Atibaia enfrenta dias abafados com chuvas isoladas e instabilidade climática. A previsão aponta para o aumento da umidade a partir do fim de semana, favorecendo pancadas de chuva e trovoadas, mantendo as temperaturas elevadas, mas com variações significativas. A cidade de Atibaia terá uma semana marcada pela **alternância entre sol, calor e chuvas isoladas**. Os primeiros dias apresentam maior estabilidade, com a presença do sol entre nuvens, oferecendo momentos de tempo mais ameno. No entanto, a partir do fim de semana, a atmosfera muda. O aumento da umidade no ar favorece a formação de **pancadas de chuva durante a tarde**, sem grandes elevações nas temperaturas máximas, mas com sensações de abafamento. Essa instabilidade climática, com a possibilidade de chuvas e trovoadas, exige atenção dos moradores. Acompanhe os detalhes da previsão para os próximos dias, conforme informações divulgadas pelo Climatempo. Previsão Detalhada para Atibaia: Fim de Semana e Início da Semana O **sábado (10)** em Atibaia será de sol com aumento gradual de nuvens. Há **possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas à tarde e à noite**. As temperaturas variarão entre 19°C e 31°C, indicando um dia quente com risco de precipitação. No **domingo (11)**, o sol aparecerá entre nuvens, com períodos de céu nublado. A probabilidade de chuva ao longo do dia será menor, com temperaturas mais amenas, variando de 18°C a 27°C. Um dia mais tranquilo, mas ainda com alguma nebulosidade. Instabilidade Persiste: Chuvas e Abafamento na Próxima Semana A **segunda-feira (12)** promete ser de tempo mais instável. Estão previstas **pancadas de chuva e momentos de céu encoberto**. Os termômetros marcarão entre 19°C e 24°C, com um dia mais fechado e úmido. Na **terça-feira (13)**, o sol retorna entre muitas nuvens, acompanhado de **abafamento e chance de pancadas de chuva isoladas no fim da tarde**. As temperaturas variarão de 18°C a 27°C, um padrão de calor com risco de chuva pontual. A **quarta-feira (14)** trará a presença constante de nebulosidade, com aberturas suaves de sol. A previsão indica **chuva pela manhã e temporal da tarde à noite**. A variação de temperatura será de 19°C a 27°C, com um dia bastante úmido e instável. Fim da Semana com Garoa e Temperaturas Amenas Na **quinta-feira (15)**, o céu ficará nublado, alternando com breves aberturas de sol. Haverá **garoa rápida e temperaturas amenas**, entre 19°C e 24°C. Um dia mais fresco e com pouca chuva. Finalmente, a **sexta-feira (16)** apresentará sol com muitas nuvens e aberturas progressivas de tempo firme ao longo do dia. A variação de temperatura será de 18°C a 21°C, indicando um **dia mais firme e com temperaturas mais baixas** ao final da semana.

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Itu em Alerta: Mormaço Intenso e Chuvas Isoladas Preocupam Moradores Durante a Semana; Veja Previsão Detalhada

Itu enfrenta dias de calor intenso e a possibilidade de chuvas pontuais, exigindo atenção da população. A semana em Itu será marcada por um clima instável, com momentos de forte abafamento e nebulosidade. Os primeiros dias prometem aberturas de sol, mas a atenção se volta para o aumento da chance de chuvas a partir do sábado, conforme informações do Climatempo. Essas precipitações, que podem vir acompanhadas de trovoadas, trazem a esperança de um alívio para o calor, mas a população deve estar preparada para as variações. A previsão detalhada indica os dias e horários com maior probabilidade de chuva, auxiliando no planejamento das atividades diárias e na segurança. Confira a previsão completa divulgada pelo Climatempo para os próximos dias em Itu e saiba como se preparar para o mormaço e as chuvas isoladas que devem predominar na região durante a semana. Fim de Semana com Sol e Chuvas Isoladas O sábado em Itu será de sol com muitas nuvens, mas a tarde e a noite trazem a possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas. As temperaturas variarão entre 20°C e 31°C. Já o domingo apresentará sol intercalado por períodos de nebulosidade, com chuvas previstas para o fim da tarde e à noite. A máxima será de 27°C, com mínima de 19°C. Semana Começa com Chuva Rápida e Temperaturas Amenas A segunda-feira, 12 de agosto, trará sol entre nuvens com chuva rápida ao longo do dia e também durante a noite. As temperaturas se manterão entre 19°C e 27°C. Na terça-feira, 13 de agosto, o sol aparecerá com aumento gradual de nuvens, concentrando as pancadas de chuva no fim da manhã e à tarde, com variação de 20°C a 28°C. Mormaço Persiste com Chuvas Pontuais no Meio da Semana A quarta-feira, 14 de agosto, apresentará sol entre muitas nuvens, com chance de pancadas de chuva no período da tarde e noite. Os termômetros marcarão entre 21°C e 27°C. Na quinta-feira, 15 de agosto, o sol virá com aumento da nebulosidade e pancadas de chuva previstas entre o fim da manhã e a tarde, com variação de 20°C a 26°C. Fim da Semana com Chuva Rápida e Temperaturas em Queda Para encerrar a semana, a sexta-feira, 16 de agosto, terá sol com períodos de céu nublado e chuva rápida do fim da manhã até a tarde. As temperaturas mais amenas ficarão entre 19°C e 24°C, indicando uma possível diminuição do calor intenso.

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