
Do sonho de ser jogador ao sucesso no agrofunk: Jeninho, o MC Peão, domina paradas com ‘Peão Todo Tatuado’
Jeninho, do hit ‘Peão Todo Tatuado’, revela jornada inusitada do futebol ao agrofunk e conquista o Brasil Jeninho, o MC Peão, vive um momento de glória com seu hit ‘Peão Todo Tatuado’, que alcançou o terceiro lugar no Top 50 do Spotify. A música, um marco em sua carreira, consolida o artista goiano no cenário musical brasileiro, mas sua trajetória é marcada por reviravoltas surpreendentes. O que poucos sabem é que, antes de se tornar um fenômeno do agrofunk, Jeninho sonhava em ser jogador de futebol. A paixão pelo esporte o acompanhou por anos, mas a realidade do meio o fez repensar seu futuro, abrindo caminho para a música, um universo familiar. Filho do renomado produtor musical Jenner Melo, Jeninho encontrou nos bastidores do estúdio a inspiração para seguir carreira artística. Essa transição, cheia de aprendizados e desafios, culminou no sucesso estrondoso que ele celebra hoje, conforme divulgado pelo g1. A virada do campo para o palco: de craque em potencial a compositor de sucesso Aos 25 anos, Jeninho, cujo nome de batismo é Jenner de Melo Barboza Filho, dedicou sua infância e adolescência ao futebol, dos 6 aos 15 anos. No entanto, a percepção das complexidades do esporte o levou a buscar novos horizontes. “Fui ficando mais velho e entendendo mais sobre o futebol, sobre como eram as coisas. Não era só jogar futebol”, relatou o artista. A decisão de abandonar o sonho do futebol abriu espaço para o foco nos estudos e, paralelamente, para a imersão no estúdio de seu pai, Jenner Mello, figura conhecida no meio sertanejo com mais de duas mil faixas registradas e mais de 450 composições assinadas. Ali, Jeninho se encantou pelo processo criativo musical. Sem experiência profissional prévia, Jeninho investiu um ano em estudos musicais, aprendendo canto, dança, teatro e instrumentos. Ele confessa que começou “100% leigo”, aprendendo tudo do zero. Antes de se destacar como cantor, construiu uma sólida carreira como compositor sertanejo, que foi sua principal fonte de renda por um tempo. Do backstage para os holofotes: a aposta no agrofunk Jeninho assinou canções para artistas como Naiara Azevedo e Diego & Arnaldo, mas o primeiro grande sucesso veio com “Chega e Senta”, de John Amplificado, que liderou as paradas em 2021. Apesar da consolidação como compositor, ele almejava mais. “Eu queria algo mais. E entendi que esse algo mais era a minha própria carreira. Meu sonho era estar lá em cima do palco cantando”, confessou. Foi então que decidiu focar em sua carreira como cantor, optando por investir no funk, mesmo com sua bagagem sertaneja. A fusão de suas referências musicais começou a tomar forma em 2023, durante um show em Goiânia, onde ele inovou ao usar um chapéu e cantar uma música sertaneja em um evento predominantemente sertanejo. O vídeo desse momento viralizou, impulsionando sua popularidade. O chapéu como símbolo e a explosão do agrofunk Um sonho de seu pai, que o via usando um chapéu, reforçou a ideia de uma nova identidade visual. Essa sugestão, aliada ao conselho








