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Van Gogh: Holanda reúne 88 obras-primas em exposição inédita e imperdível até 2027

Museu Kröller-Müller exibe coleção histórica de 88 pinturas de Van Gogh, uma oportunidade única para mergulhar na obra do gênio holandês. Pela primeira vez desde 1984, o renomado Museu Kröller-Müller, na Holanda, reúne sua impressionante coleção de 88 pinturas de Vincent van Gogh em uma exposição singular. Intitulada Van Gogh, All Our Paintings, a mostra abriu suas portas em 15 de setembro em Otterlo, a 86 quilômetros de Amsterdã, e permanecerá acessível ao público até 3 de janeiro de 2027. Esta exposição oferece um panorama completo da trajetória do artista, permitindo aos visitantes acompanhar a evolução de seu estilo e temáticas. A instituição holandesa abriga a segunda maior coleção de obras de Van Gogh do mundo, um acervo construído em grande parte por Hélène Kröller-Müller, a visionária fundadora do museu. A organização das 88 pinturas em um único percurso tem como objetivo destacar três pilares que atravessaram a produção de Van Gogh: a fé, a esperança e o amor. A mostra abrange desde obras icônicas de seu período holandês, como Os comedores de batatas (1885), até trabalhos marcantes de sua fase francesa, como Terraço de café à noite (1888). Conforme informações divulgadas pelo museu, a exposição proporciona uma imersão profunda no universo do artista. A Paixão de Hélène Kröller-Müller pela Arte de Van Gogh A coleção do Museu Kröller-Müller tem suas raízes na profunda admiração de Hélène Kröller-Müller pelo trabalho de Vincent van Gogh. Em 1905, Hélène se encantou pela dimensão espiritual presente nas obras do pintor. Três anos depois, em 1888, adquiriu sua primeira peça, Edge of a Wood. Este marco inicial deu início a uma coleção que cresceu exponencialmente. Ao lado de seu marido, Anton Kröller, Hélène dedicou duas décadas à aquisição de 88 pinturas e 172 obras em papel do artista. O interesse de Hélène pela espiritualidade em Van Gogh não é mera coincidência. Antes de se dedicar à pintura, o artista estudou teologia e chegou a atuar como pregador. Em 1876, ainda estudante, realizou seu primeiro sermão na Inglaterra, abordando os temas de fé, esperança e amor. A Transição de Van Gogh: do Seminário à Tela Aos 27 anos, seguindo o conselho de seu irmão Theo, Van Gogh decidiu abandonar a carreira religiosa para abraçar a arte como sua vocação. Segundo o Museu Kröller-Müller, o artista encontrou na pintura uma nova forma de expressar sua profunda conexão com a natureza e o mundo ao seu redor. Essa decisão marcou o início de uma jornada artística que revolucionaria a história da arte. A capacidade de Van Gogh de traduzir suas emoções e visões em cores vibrantes e pinceladas expressivas cativa públicos até os dias atuais. Obras em Destaque na Exibição Histórica Entre os tesouros expostos está Os Comedores de Batatas, uma obra-prima do período holandês de Van Gogh. Pintada em 1885, a tela retrata uma família de camponeses reunida em torno de uma mesa simples, sob a luz difusa de uma lâmpada, capturando a dura realidade da vida rural. Terraço de café à noite, de 1888, transporta

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São Paulo Oktoberfest 2025: Vila Alemã no Ibirapuera com Cerveja Artesanal, Rock e Sabores Típicos Até Outubro

São Paulo Oktoberfest 2025 agita o Ibirapuera com cerveja e música alemã A capital paulista recebe a 9ª edição da São Paulo Oktoberfest, evento que celebra a cultura alemã com uma programação recheada de cervejas, comidas típicas e muita música. A festa, que se estende até 4 de outubro, está montada na Arena de Eventos do Parque Ibirapuera, prometendo um fim de semana de diversão para toda a família. O espaço foi transformado em uma autêntica vila alemã, com a Biertent, uma tenda coberta que abriga o palco principal e mesas gigantes, e a Biergarten, um gramado ideal para relaxar e desfrutar das atrações. A organização pensou em todos os detalhes para proporcionar uma imersão cultural única aos visitantes. Conforme informação divulgada pelo portal do evento, a São Paulo Oktoberfest oferece um cardápio que vai desde clássicos como o joelho suíno e chucrute até a SPOF Wurst, uma salsicha especial de 30 centímetros criada para o festival em 2025. Para adoçar, o Apfelstrudel, um delicioso strudel de maçã, é uma das opções. Há também comidas rápidas como hambúrgueres e batatas fritas. Cerveja Oficial e Sabores da Baviera no Ibirapuera A SPOF Bier, cerveja oficial do evento, é um dos destaques. Desenvolvida em 2025 pela WGroup com curadoria da mestre cervejeira Kathia Zanatta, a bebida é uma São Paulo Festbier, descrita como leve, equilibrada e refrescante, perfeita para acompanhar as delícias gastronômicas. Além da cerveja oficial, o público pode experimentar uma variedade de rótulos que remetem às tradições cervejeiras da Alemanha. A experiência gastronômica é um convite para provar os sabores autênticos da culinária germânica, com opções para todos os gostos. Trilha Sonora que Mistura Rock e Música Típica Alemã A programação musical da São Paulo Oktoberfest 2025 é um show à parte. O evento mescla clássicos do rock com a tradicional música alemã, apresentada por bandas como Banda Cavalinho, Banda Bavária, Dauerlaufband, Marmorstein e Banda do Barril. Os amantes do rock terão tributos especiais, como o show dos Rockin’ Stones em 26 de setembro e Rafael Dentini homenageando Elton John no dia seguinte. O grupo Hey Jude – The Beatles Tribute Show também se apresentará em 3 de outubro, garantindo noites animadas. Encerramento com Os Mutantes e Informações do Evento O encerramento da São Paulo Oktoberfest 2025, no dia 4 de outubro, será marcado pela apresentação da icônica banda Os Mutantes, com sua formação atual liderada por Sérgio Dias. A banda promete um show vibrante para fechar o festival com chave de ouro. A São Paulo Oktoberfest acontece nos fins de semana até 4 de outubro. Às sextas-feiras, o horário é das 17h às 23h, enquanto aos sábados e domingos, o evento funciona das 14h às 23h. Os ingressos custam a partir de R$ 55 e estão disponíveis na plataforma Ticketmaster. O acesso é pela Arena de Eventos do Parque Ibirapuera, entrada pelo Portão 10, na Avenida Pedro Álvares Cabral. O evento é uma excelente oportunidade para vivenciar a cultura alemã em São Paulo, desfrutando de boa comida, bebida e

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Mostra inédita em SP revela o lado íntimo e fabuloso de Luís Fernando Veríssimo, o mestre do humor brasileiro

Traçando Veríssimo: Um mergulho no universo criativo do gênio do humor brasileiro em São Paulo O Centro Cultural Fiesp abre suas portas para uma celebração única da genialidade de Luís Fernando Veríssimo. Pela primeira vez, o público paulistano terá a oportunidade de conhecer o lado mais íntimo e pessoal do mestre do humor brasileiro em uma exposição gratuita e imperdível. Intitulada “Traçando Veríssimo – O mundo fabuloso do mestre do humor”, a mostra reúne mais de 300 itens que vieram diretamente da casa do escritor em Porto Alegre. São peças que revelam o processo criativo e a vida de Veríssimo, oferecendo um panorama completo de sua vasta obra e de sua personalidade. A exposição, que tem curadoria de Isa Pessoa, editora que trabalhou com Veríssimo por mais de 15 anos, promete encantar e surpreender os visitantes, proporcionando uma imersão no universo de um dos autores mais queridos e influentes do Brasil. A informação foi divulgada pelo Centro Cultural Fiesp. Um acervo que conta a história de um ícone A mostra apresenta uma coleção impressionante de desenhos, charges, originais de livros e cadernos de anotação, que permitem aos visitantes espiar os rascunhos e ideias que deram origem a tantos personagens e histórias memoráveis. Além disso, fotos de família e da infância de Veríssimo oferecem um vislumbre de suas origens e influências. A curadora Isa Pessoa, responsável pela edição de sucessos como “As mentiras que os homens contam” e “Comédias para se ler na escola”, buscou trazer à tona a essência do escritor, explorando suas paixões e sua forma única de ver o mundo. A exposição é uma homenagem ao legado duradouro de Veríssimo na literatura e no humor brasileiro. Interatividade e paixões de Veríssimo em destaque O público poderá interagir com instalações inspiradas em personagens icônicos criados por Veríssimo, como o famoso Analista de Bagé e as Cobras. Essas criações lúdicas e inteligentes prometem trazer à vida o universo satírico e perspicaz do autor. Um espaço especial será dedicado ao jazz, gênero musical pelo qual Luís Fernando Veríssimo nutria uma paixão avassaladora. O autor, que também tocava saxofone, demonstrava em suas crônicas e em sua vida o profundo apreço pela música. Vídeos e depoimentos de amigos e artistas renomados também compõem a mostra, enriquecendo a experiência do visitante. O legado de um mestre Filho do renomado escritor Érico Veríssimo, Luís Fernando Veríssimo nasceu em Porto Alegre em 1936. Sua infância nos Estados Unidos, entre 1941 e 1945, marcou o início de suas duas grandes paixões: a literatura e o jazz. Antes de se consagrar como escritor, atuou como tradutor, redator e jornalista. A partir dos anos 1970, suas crônicas afiadas sobre política, costumes e o cotidiano conquistaram o país. Personagens como Ed Mort e a Velhinha de Taubaté, além de livros como “O Analista de Bagé” e “Comédias da Vida Privada”, consolidaram seu estilo único de transformar o banal em humor inteligente. Veríssimo, que faleceu em 30 de agosto de 2025, aos 88 anos, em Porto Alegre, devido a complicações de

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Luto no Punk Rock: East Bay Ray, guitarrista icônico do Dead Kennedys, é diagnosticado com Parkinson

East Bay Ray, pilar do Dead Kennedys, enfrenta diagnóstico de Parkinson Uma notícia abalou os fãs do punk rock nesta terça-feira (22). East Bay Ray, guitarrista e membro fundador da influente banda Dead Kennedys, recebeu o diagnóstico da doença de Parkinson. A informação foi compartilhada pela equipe do grupo em um comunicado oficial. O anúncio traz um misto de preocupação e esperança. Enquanto a comunidade musical lamenta o diagnóstico, a banda já adianta que o músico pretende seguir com suas atividades, demonstrando sua paixão pela música e pelos fãs. A notícia surge em um momento em que o Dead Kennedys está em plena atividade, com turnês pelos Estados Unidos. A força e a resiliência de East Bay Ray diante deste desafio são um testemunho de sua dedicação ao legado da banda. A trajetória de um ícone do punk East Bay Ray é uma figura central na história do punk rock. Fundador do Dead Kennedys nos anos 1970, ele ajudou a moldar o som e a atitude de um dos grupos mais importantes e politizados do gênero. Sua guitarra inconfundível é marca registrada de clássicos como “Holiday in Cambodia” e “California Über Alles”. A banda, conhecida por suas letras afiadas e críticas sociais contundentes, conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo. O estilo único de East Bay Ray na guitarra foi fundamental para consolidar essa identidade sonora. Plano de continuar na ativa, com ressalvas Em seu comunicado, a equipe do Dead Kennedys destacou a intenção de East Bay Ray em continuar tocando e em turnê com a banda. Ele expressou seu desejo de manter o ritmo enquanto sua saúde permitir, reforçando seu compromisso com os fãs e com o projeto que o consagrou. “Ray disse que planeja continuar tocando e em turnê com o Dead Kennedys enquanto sua saúde permitir e expressa sua consideração pelo suporte contínuo”, afirma o comunicado divulgado nas redes sociais oficiais do grupo. A declaração transmite otimismo, apesar da gravidade da condição. Apoio dos fãs e da comunidade musical A notícia do diagnóstico de Parkinson em East Bay Ray gerou uma onda de solidariedade nas redes sociais. Fãs de todo o mundo têm enviado mensagens de apoio e força ao guitarrista, demonstrando o impacto duradouro de sua música. A comunidade musical também se manifestou, celebrando a carreira de East Bay Ray e desejando o melhor para sua saúde. A resiliência demonstrada pelo músico é um exemplo para muitos. Dead Kennedys segue em turnê pelos EUA Enquanto o foco se volta para a saúde de East Bay Ray, o Dead Kennedys segue com sua agenda de shows. A banda norte-americana, que se mantém como um dos pilares do punk global, está atualmente em turnê pelos Estados Unidos, levando sua energia e suas mensagens para diferentes cidades. A continuidade das atividades da banda, mesmo diante deste cenário, reforça a importância do legado dos Dead Kennedys e a determinação de seus integrantes em manter viva a chama do punk rock.

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Cida Moreira empolga Rio com ‘passeio particular’ pela obra de Angela Ro Ro, inclui Sérgio Sampaio em show emocionante

Cida Moreira emociona o público carioca com show dedicado a Angela Ro Ro, celebrando amizade e legado musical com repertório aprimorado A cantora Cida Moreira encantou a plateia do Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro, na última terça-feira, 22 de setembro, com o show ‘Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro’. A apresentação, que faz parte do projeto ‘Terças no Ipanema’ e segue na próxima terça, 29 de setembro, foi descrita pela própria artista como um ‘passeio particular’ pela obra de sua amiga, a icônica Angela Ro Ro. O show, que já havia estreou no Rio em janeiro, ganhou um roteiro mais coeso e envolvente para a temporada no Teatro Ipanema. Cida Moreira, conhecida por sua versatilidade e interpretações marcantes, revisitou canções que marcaram a carreira de Angela Ro Ro, proporcionando ao público uma experiência musical rica e afetiva. Um dos pontos altos da noite foi a inclusão de ‘Tolo fui eu’, um bolero de Sérgio Sampaio, compositor que Cida Moreira homenageou em seu álbum de 2023. Essa novidade no repertório estabeleceu um diálogo emocionante com ‘Tola foi você’, um dos maiores sucessos de Angela Ro Ro, reforçando a conexão entre os artistas e suas obras. Conforme informado pela fonte, a inclusão da canção de Sérgio Sampaio enriqueceu o ‘passeio particular’ pelo repertório da cantora, compositora e pianista carioca. Um roteiro afiado e emocionante Acompanhada apenas por um teclado, instrumento que pertenceu a Ricardo Mac Cord, músico que trabalhou com Angela Ro Ro a partir dos anos 1990, Cida Moreira demonstrou maturidade e sensibilidade em sua performance. Ela optou por apresentar apenas as canções mais inspiradas de Angela Ro Ro, descartando duas músicas do roteiro original e focando em um repertório que ressalta a genialidade da amiga. Sérgio Sampaio e o elo com Angela Ro Ro A inclusão de ‘Tolo fui eu’, composição de Sérgio Sampaio de 1982, no show ‘Me acalmo danando’ foi um dos destaques da apresentação. Cida Moreira já havia gravado a música em seu álbum ‘Sérgio Sampaio – Poeta do riso e da dor’, lançado em 2023. No palco, a canção estabeleceu um diálogo direto com ‘Tola foi você’, um dos clássicos de Angela Ro Ro de 1979, evidenciando a força das conexões musicais. Repertório consolidado para gravação Com o show ‘Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro’ cada vez mais afinado, a expectativa é de que a apresentação ganhe em breve um registro fonográfico. O roteiro, que conta com 17 músicas, incluindo clássicos como ‘Amor, meu grande amor’ e ‘Escândalo’, além de uma emocionante versão de ‘Summertime’ como bis, tem conquistado o público e a crítica. O setlist que emocionou o Rio Na noite de 22 de setembro, Cida Moreira apresentou o seguinte repertório no Teatro Ipanema: ‘Demais’ (instrumental ao piano), ‘Escândalo’, ‘Compasso’, ‘Balada da arrasada’, ‘Me acalmo danando’, ‘Came e case’, ‘A mim e a mais ninguém’, ‘Não há cabeça’, ‘Gota de sangue’, ‘Fogueira’, ‘Tolo fui eu’, ‘Tola foi você’, ‘Amor, meu grande amor’, ‘Cobaias de Deus’, ‘Só

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Karol G exalta o funk brasileiro e revela sonho de conquistar o Brasil em nova turnê: ‘Tem sido um processo’

Karol G empolga fãs ao exaltar o funk e a cultura brasileira Karol G, a sensação colombiana que tem conquistado o mundo com sua música, demonstrou um profundo apreço pela cultura brasileira, especialmente pelo funk. Em uma coletiva de imprensa em Nova York, a artista revelou que o Brasil ocupa um lugar especial em seu coração e que romper as barreiras musicais no país é um dos seus maiores sonhos. A cantora, que está no auge de sua carreira com sucessos como “Bby Wow” e indicações ao Grammy Latino, compartilhou que a energia vibrante do Brasil a inspira. Ela destacou o funk como um ritmo que a fascina pela alegria, sensualidade e poder de empoderamento que transmite, elogiando até mesmo os passos de dança característicos. A admiração de Karol G pela música brasileira, incluindo o sertanejo, é notória e se reflete em seu show “Viajando Por El Mundo Tropitour”. A artista busca incorporar elementos latinos em suas apresentações, com uma atenção especial ao Brasil, que ela descreve como um “universo” à parte. Conforme informação divulgada pelo g1, a jornalista viajou a convite da assessoria da cantora no Brasil para cobrir os eventos. O fascínio pelo funk e a busca por conexão com o público brasileiro Durante a coletiva de imprensa, Karol G explicou que seu show é uma celebração da América Latina, e o Brasil tem uma “magia incrível” para ela. “O funk me fascina, a música sertaneja me encanta demais, ouço muito”, declarou a artista, evidenciando seu interesse em se aproximar cada vez mais da cena musical brasileira. Ela descreve o funk como uma ferramenta de empoderamento e sensualidade. “O funk me dá muita alegria, me faz sentir linda, me faz sentir sexy, me faz sentir que danço de forma impressionante”, afirmou Karol G, que inclusive incluiu mesclas de funk e reggaeton em seu espetáculo, transformando um segundo palco em uma “piscina”. A cantora também comentou sobre a “quadradinho” e as “mamacitas”, demonstrando familiaridade com elementos culturais do funk. Essa admiração se estende à atmosfera de festa e alegria que ela associa ao Brasil, especialmente durante o Carnaval. Romper barreiras musicais: um sonho antigo de Karol G Karol G reconhece o desafio de artistas que cantam em espanhol em conquistar o público brasileiro, um país conhecido por ser uma “isla musical” que raramente se abre para outros idiomas. No entanto, romper essa barreira “em sempre foi um sonho” em sua carreira. “Sinto que o Brasil é como um planeta, é como o seu próprio universo, e vocês aí desfrutam o que acontece no Brasil, a música brasileira sempre é a mais ouvida”, disse a cantora. Ela expressou o desejo de entrar “em um lugar que me causa tanta graça e que eu gosto tanto”. A artista admitiu que “tem sido um processo entrar no Brasil” e que ainda não teve uma música que alcançasse o topo das paradas. Contudo, ela valoriza as conexões já estabelecidas com artistas brasileiros e vê seu show como uma oportunidade de continuar conquistando corações.

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O Segredo por Trás de ‘Filha’, o Hino das Debutantes Que Rick Não Queria Gravar

A história por trás de “Filha”, um dos maiores sucessos de Rick e Renner, que Rick relutou em lançar oficialmente. A canção “Filha”, um dos maiores sucessos da dupla Rick e Renner, tem uma história tocante e um início discreto. Composta por Rick, a música que celebra o amor paterno foi inicialmente gravada de forma íntima, apenas para convidados de uma festa de aniversário de 15 anos. Apesar da sua popularidade e de se tornar um hino em festas de debutantes, Rick demonstrou resistência em incluí-la em um álbum oficial da dupla. Ele a via como uma obra pessoal, não imaginando o impacto que teria no público. Essa relutância, contudo, foi superada pela insistência de Renner e pelo apreço de outros, que viram na canção um potencial imenso. Conforme informações divulgadas, a música acabou por se tornar um marco na carreira de Rick e Renner, conquistando o coração de muitas famílias brasileiras. Rick, que faleceu em um acidente aéreo em 2023, deixou um legado musical inesquecível. Uma Homenagem Pessoal Que Cruzou Fronteiras A inspiração para “Filha” surgiu em um momento especial: o aniversário de 15 anos de Mônica Nascimento, filha do cantor. Rick quis presentear a filha de uma forma única, eternizando aquele momento. Ele compôs a canção e a gravou em um estúdio, produzindo 500 cópias para distribuir aos convidados da festa. Entre os presentes, estavam radialistas e o próprio parceiro de dupla, Renner. A reação foi extremamente positiva, e a vontade de lançar a música em um disco oficial da dupla se tornou unânime. A Resistência de Rick e a Persuasão de Renner Rick, no entanto, tinha suas ressalvas. Ele sentia que “Filha” era uma música muito pessoal e não queria expô-la comercialmente. “Eu não queria, mas ele [Renner] queria colocar no disco. Eu falava que essa música era pessoal, não queria gravar”, comentou Rick em declarações. Apesar da sua hesitação, a insistência de Renner e o reconhecimento do valor da canção por outros envolvidos acabaram convencendo Rick. A decisão de incluí-la no álbum “É Dez, É Cem, É Mil”, lançado em 2001, foi um divisor de águas. O Fenômeno “Filha” e Seu Legado Duradouro “Filha” rapidamente se transformou em um dos maiores sucessos da carreira de Rick e Renner, consolidando-se como uma das músicas mais queridas do público sertanejo. Sua temática universal sobre o amor de pai e filha a tornou um clássico em festas de debutantes por todo o Brasil. A canção demonstra o poder da música em capturar emoções profundas e se conectar com as pessoas. Mesmo após a trágica morte de Rick, o legado de “Filha” continua vivo, ecoando em celebrações familiares e emocionando novas gerações. A dupla, que se separou e retornou, sempre manteve “Filha” como um de seus pilares musicais. Uma Última Aparição Marcante Curiosamente, poucos dias antes de seu falecimento, Rick participou de uma homenagem surpresa em uma festa de 15 anos, onde cantou “Filha” ao lado de Renner. O momento, registrado em vídeo, mostra a energia e a alegria da

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Morre Rick, da dupla sertaneja Rick & Renner: Cantor tinha mais de 600 músicas registradas e sucessos que embalaram o Brasil

Rick, da dupla sertaneja Rick & Renner, morre aos 59 anos em queda de helicóptero em SC O cantor Rick, conhecido pela dupla sertaneja Rick & Renner, faleceu aos 59 anos em um trágico acidente com helicóptero em Santa Catarina. A notícia foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros nesta terça-feira (22). Além de Rick, outras quatro pessoas estavam na aeronave que decolou de Porto Belo (SC) e não chegou ao seu destino. O empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira também morreram no acidente. A obra de Rick, que completaria 60 anos em dezembro, é vasta e contribuiu significativamente para a música sertaneja. Conforme informação divulgada pelo Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), o cantor possuía 661 obras musicais registradas, um número expressivo que demonstra sua prolífica carreira como compositor. Um Legado de Composições para a Música Sertaneja As composições de Rick transcenderam a própria dupla, sendo gravadas e interpretadas por diversos artistas de renome no cenário sertanejo. Entre os sucessos registrados em seu nome, destacam-se canções que se tornaram hinos e marcaram gerações. Músicas como ‘Só dá Você na Minha Vida’ e ‘Poeira da Estrada’, eternizadas por João Paulo e Daniel, são exemplos do talento de Rick como compositor. Outros grandes sucessos incluem ‘Eu Menti’ (Chitãozinho e Xororó), ‘Bebo Pa Carai’, ‘Apaixonado por Você’, ‘Coração Cigano’ e ‘Ela Chorou de Amor’ (Gino & Geno). O portfólio de composições de Rick também abrange hits como ‘Agenda Rabiscada’ (Cleiton & Camargo/Milionário e José Rico), ‘Amor de Violeiro’ (Eduardo Costa), ‘Conta Pra Ela’ (Leandro e Leonardo) e ‘Recaída’ (Bruno e Marrone), demonstrando a versatilidade e o alcance de seu trabalho. ‘Ela É Demais’, o Marco de Rick & Renner Apesar de possuir um vasto catálogo de composições próprias, um dos maiores sucessos da dupla Rick & Renner, ‘Ela É Demais’, lançada no álbum ‘Mil Vezes Cantarei’ em 1998, é de autoria de Elias Muniz. A canção se tornou um divisor de águas, consolidando o estilo sertanejo pop/romântico dançante nas rádios. O estrondoso sucesso de ‘Ela É Demais’ rendeu à dupla disco de platina duplo e a colocou no primeiro escalão comercial do gênero no final dos anos 1990. A música, com seu refrão icônico, permanece como um dos maiores símbolos da carreira de Rick & Renner e é a mais tocada da dupla nas plataformas de streaming até hoje. Trajetória de Sucesso e Paixão pela Música Geraldo Antônio de Carvalho, o Rick, nasceu no Tocantins em 5 de dezembro de 1966. Desde cedo demonstrou paixão pela música, começando a cantar em bares aos nove anos. A dupla Rick & Renner foi formada nos anos 1980, em Brasília, e alcançou o sucesso nos anos 1990. Entre os principais sucessos da dupla, além de ‘Ela É Demais’, estão ‘Nos Bares da Cidade’. A parceria com Renner, Ivair Reis Gonçalves, rendeu uma carreira sólida com 16 CDs e dois DVDs lançados, vendendo mais de 7 milhões de discos até 2007. Em

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Saúde Yanomami: Expedição do Ministério da Saúde leva atendimento especializado e esperança ao Polo Base Surucucu em Roraima

Expedição do Ministério da Saúde leva atendimento especializado a indígenas Yanomami em Roraima O Ministério da Saúde deu início a uma nova e importante expedição de atenção especializada à saúde indígena no território Yanomami, em Roraima. A ação, que começou nesta quarta-feira (23) e se estenderá até o dia 30, concentra seus esforços no Polo Base Surucucu, uma região que enfrenta desafios logísticos significativos para o acesso à saúde. A iniciativa busca oferecer um amplo leque de serviços, com a previsão de realizar cerca de 750 procedimentos. Estes incluem consultas em pediatria, clínica médica e saúde da mulher, além de exames laboratoriais e ultrassonografias, tudo voltado para as necessidades específicas da população Yanomami. A meta é garantir que avaliações, diagnósticos e acompanhamentos possam ser realizados diretamente no território, diminuindo a necessidade de deslocamentos para outras localidades. O objetivo principal da estratégia é **reduzir remoções evitáveis** e, ao mesmo tempo, **fortalecer a capacidade de resposta da rede de saúde indígena** local. Conforme informado pelo Ministério da Saúde, a expedição também visa apoiar a investigação de casos mais complexos, diminuir os agravos decorrentes de diagnósticos tardios e aprimorar a comunicação entre os diferentes níveis de atendimento, assegurando uma maior continuidade do cuidado para os indígenas. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde. Públicos prioritários e desafios geográficos A expedição prioriza o atendimento a grupos de maior vulnerabilidade, como **crianças com histórico de doenças respiratórias, infecções recorrentes e desnutrição**. Gestantes, mulheres em idade reprodutiva, pessoas com doenças crônicas e pacientes com agravos respiratórios também são foco principal. Indígenas com malária, especialmente aqueles com complicações, recorrência da doença ou necessidade de avaliação complementar, terão atenção especial. O Polo Base Surucucu, localizado no município de Alto Alegre (RR), integra o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami e Ye’kwana. O território abriga aproximadamente 2.544 indígenas, distribuídos em 33 comunidades, majoritariamente do povo Yanomami. O ministério destaca que as **áreas serranas, a dispersão das comunidades e o forte isolamento geográfico** impõem desafios únicos à assistência de saúde na região. Logística complexa e busca por resolutividade O deslocamento para o Polo Base Surucucu é predominantemente realizado por via aérea, especialmente por helicóptero. Essa condição logística, segundo o Ministério da Saúde, **interfere diretamente na mobilidade das equipes, no transporte de insumos essenciais, nas remoções sanitárias e na própria continuidade da assistência** aos indígenas. A expedição busca suprir essas lacunas, oferecendo serviços no Centro de Referência em Saúde Indígena Xapori Yanomami e em comunidades próximas. A proposta, como ressaltado pela pasta, é **dar maior resolutividade à assistência local**. Isso significa buscar soluções e tratamentos eficazes no próprio território, favorecendo a continuidade do cuidado em articulação com as Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena. A ação é fundamental para garantir que os pacientes recebam o acompanhamento especializado necessário, sem a necessidade de remoções que poderiam ser evitadas. Fortalecendo a rede e garantindo o cuidado A expedição também se dedica a atender pacientes que aguardam acompanhamento especializado, encaminhamentos ou remoções. O objetivo é otimizar esses processos e garantir que a transição entre

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Aos 90 anos, Alaíde Costa grava álbum com pianista André Mehmari com músicas de Djavan, Cartola e Dominguinhos para 2027

Alaíde Costa, aos 90 anos, revela novo álbum em parceria com André Mehmari com repertório inédito em sua voz Aos 90 anos, Alaíde Costa demonstra uma vitalidade impressionante em sua carreira fonográfica. A cantora, que iniciou sua trajetória na década de 1950, tem frequentado estúdios com uma intensidade que chama a atenção, planejando o lançamento de mais um álbum em 2027. Este novo projeto, um disco de duo gravado ao lado do renomado pianista André Mehmari, promete revisitar clássicos da Música Popular Brasileira, com foco especial nas décadas de 1970 e 1980. As gravações estão sendo realizadas no Estúdio Monteverdi, em São Paulo, e já se encontram em fase final. O filho da cantora, Marcelo Lima, está filmando todo o processo de gravação, com o objetivo de produzir material audiovisual para acompanhar o lançamento do álbum. Essa iniciativa visa oferecer um conteúdo multiplataforma aos admiradores da obra de Alaíde Costa, conforme divulgado pela equipe da artista. Um repertório pensado com carinho e nostalgia O álbum programado para 2027 é fruto de um desejo antigo de Alaíde Costa de interpretar canções que sempre a encantaram, mas que, por diferentes motivos, nunca haviam sido registradas em estúdio por ela. A seleção musical abrange compositores icônicos da MPB. Entre as joias que compõem o repertório estão “Amor Proibido”, de Cartola, lançado originalmente em 1968, e “Contrato de Separação”, de Dominguinhos e Anastácia, de 1979. Outros destaques incluem “Velas Içadas”, de Ivan Lins e Vitor Martins (1979), e “Nobreza”, de Djavan (1982). Duas canções para fechar o projeto com chave de ouro Alaíde Costa e André Mehmari estão a apenas duas músicas de concluir as gravações deste aguardado disco. A cantora expressou o desejo de incluir em seu repertório a canção “Meu Silêncio”, de Claudio Nucci e Luiz Fernando Gonçalves, de 1980. Além disso, há a intenção de gravar o tango argentino “Como Dos Extraños”, de 1940, conhecido no Brasil pela interpretação de Mercedes Sosa. Esta escolha demonstra a amplitude musical e o apreço de Alaíde Costa por diferentes gêneros e épocas da música. Um ano de intensa produção artística O ano de 2027 marca o lançamento de um dos álbuns mais recentes de Alaíde Costa, que tem mantido uma média impressionante de um lançamento por ano na atual década, com exceção de 2023. Este projeto de duo com André Mehmari se soma à sua discografia ativa. Antes disso, em novembro, a cantora lançará o terceiro álbum da trilogia arquitetada por Emicida e Marcus Preto, intitulado “Meu Vício na Dor de Amar Demais”. Aos 90 anos, Alaíde Costa prova que a música não tem idade e continua a presentear o público com sua voz inconfundível e escolhas musicais de altíssima qualidade.

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Van Gogh: Holanda reúne 88 obras-primas em exposição inédita e imperdível até 2027

Museu Kröller-Müller exibe coleção histórica de 88 pinturas de Van Gogh, uma oportunidade única para mergulhar na obra do gênio holandês. Pela primeira vez desde 1984, o renomado Museu Kröller-Müller, na Holanda, reúne sua impressionante coleção de 88 pinturas de Vincent van Gogh em uma exposição singular. Intitulada Van Gogh, All Our Paintings, a mostra abriu suas portas em 15 de setembro em Otterlo, a 86 quilômetros de Amsterdã, e permanecerá acessível ao público até 3 de janeiro de 2027. Esta exposição oferece um panorama completo da trajetória do artista, permitindo aos visitantes acompanhar a evolução de seu estilo e temáticas. A instituição holandesa abriga a segunda maior coleção de obras de Van Gogh do mundo, um acervo construído em grande parte por Hélène Kröller-Müller, a visionária fundadora do museu. A organização das 88 pinturas em um único percurso tem como objetivo destacar três pilares que atravessaram a produção de Van Gogh: a fé, a esperança e o amor. A mostra abrange desde obras icônicas de seu período holandês, como Os comedores de batatas (1885), até trabalhos marcantes de sua fase francesa, como Terraço de café à noite (1888). Conforme informações divulgadas pelo museu, a exposição proporciona uma imersão profunda no universo do artista. A Paixão de Hélène Kröller-Müller pela Arte de Van Gogh A coleção do Museu Kröller-Müller tem suas raízes na profunda admiração de Hélène Kröller-Müller pelo trabalho de Vincent van Gogh. Em 1905, Hélène se encantou pela dimensão espiritual presente nas obras do pintor. Três anos depois, em 1888, adquiriu sua primeira peça, Edge of a Wood. Este marco inicial deu início a uma coleção que cresceu exponencialmente. Ao lado de seu marido, Anton Kröller, Hélène dedicou duas décadas à aquisição de 88 pinturas e 172 obras em papel do artista. O interesse de Hélène pela espiritualidade em Van Gogh não é mera coincidência. Antes de se dedicar à pintura, o artista estudou teologia e chegou a atuar como pregador. Em 1876, ainda estudante, realizou seu primeiro sermão na Inglaterra, abordando os temas de fé, esperança e amor. A Transição de Van Gogh: do Seminário à Tela Aos 27 anos, seguindo o conselho de seu irmão Theo, Van Gogh decidiu abandonar a carreira religiosa para abraçar a arte como sua vocação. Segundo o Museu Kröller-Müller, o artista encontrou na pintura uma nova forma de expressar sua profunda conexão com a natureza e o mundo ao seu redor. Essa decisão marcou o início de uma jornada artística que revolucionaria a história da arte. A capacidade de Van Gogh de traduzir suas emoções e visões em cores vibrantes e pinceladas expressivas cativa públicos até os dias atuais. Obras em Destaque na Exibição Histórica Entre os tesouros expostos está Os Comedores de Batatas, uma obra-prima do período holandês de Van Gogh. Pintada em 1885, a tela retrata uma família de camponeses reunida em torno de uma mesa simples, sob a luz difusa de uma lâmpada, capturando a dura realidade da vida rural. Terraço de café à noite, de 1888, transporta

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São Paulo Oktoberfest 2025: Vila Alemã no Ibirapuera com Cerveja Artesanal, Rock e Sabores Típicos Até Outubro

São Paulo Oktoberfest 2025 agita o Ibirapuera com cerveja e música alemã A capital paulista recebe a 9ª edição da São Paulo Oktoberfest, evento que celebra a cultura alemã com uma programação recheada de cervejas, comidas típicas e muita música. A festa, que se estende até 4 de outubro, está montada na Arena de Eventos do Parque Ibirapuera, prometendo um fim de semana de diversão para toda a família. O espaço foi transformado em uma autêntica vila alemã, com a Biertent, uma tenda coberta que abriga o palco principal e mesas gigantes, e a Biergarten, um gramado ideal para relaxar e desfrutar das atrações. A organização pensou em todos os detalhes para proporcionar uma imersão cultural única aos visitantes. Conforme informação divulgada pelo portal do evento, a São Paulo Oktoberfest oferece um cardápio que vai desde clássicos como o joelho suíno e chucrute até a SPOF Wurst, uma salsicha especial de 30 centímetros criada para o festival em 2025. Para adoçar, o Apfelstrudel, um delicioso strudel de maçã, é uma das opções. Há também comidas rápidas como hambúrgueres e batatas fritas. Cerveja Oficial e Sabores da Baviera no Ibirapuera A SPOF Bier, cerveja oficial do evento, é um dos destaques. Desenvolvida em 2025 pela WGroup com curadoria da mestre cervejeira Kathia Zanatta, a bebida é uma São Paulo Festbier, descrita como leve, equilibrada e refrescante, perfeita para acompanhar as delícias gastronômicas. Além da cerveja oficial, o público pode experimentar uma variedade de rótulos que remetem às tradições cervejeiras da Alemanha. A experiência gastronômica é um convite para provar os sabores autênticos da culinária germânica, com opções para todos os gostos. Trilha Sonora que Mistura Rock e Música Típica Alemã A programação musical da São Paulo Oktoberfest 2025 é um show à parte. O evento mescla clássicos do rock com a tradicional música alemã, apresentada por bandas como Banda Cavalinho, Banda Bavária, Dauerlaufband, Marmorstein e Banda do Barril. Os amantes do rock terão tributos especiais, como o show dos Rockin’ Stones em 26 de setembro e Rafael Dentini homenageando Elton John no dia seguinte. O grupo Hey Jude – The Beatles Tribute Show também se apresentará em 3 de outubro, garantindo noites animadas. Encerramento com Os Mutantes e Informações do Evento O encerramento da São Paulo Oktoberfest 2025, no dia 4 de outubro, será marcado pela apresentação da icônica banda Os Mutantes, com sua formação atual liderada por Sérgio Dias. A banda promete um show vibrante para fechar o festival com chave de ouro. A São Paulo Oktoberfest acontece nos fins de semana até 4 de outubro. Às sextas-feiras, o horário é das 17h às 23h, enquanto aos sábados e domingos, o evento funciona das 14h às 23h. Os ingressos custam a partir de R$ 55 e estão disponíveis na plataforma Ticketmaster. O acesso é pela Arena de Eventos do Parque Ibirapuera, entrada pelo Portão 10, na Avenida Pedro Álvares Cabral. O evento é uma excelente oportunidade para vivenciar a cultura alemã em São Paulo, desfrutando de boa comida, bebida e

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Mostra inédita em SP revela o lado íntimo e fabuloso de Luís Fernando Veríssimo, o mestre do humor brasileiro

Traçando Veríssimo: Um mergulho no universo criativo do gênio do humor brasileiro em São Paulo O Centro Cultural Fiesp abre suas portas para uma celebração única da genialidade de Luís Fernando Veríssimo. Pela primeira vez, o público paulistano terá a oportunidade de conhecer o lado mais íntimo e pessoal do mestre do humor brasileiro em uma exposição gratuita e imperdível. Intitulada “Traçando Veríssimo – O mundo fabuloso do mestre do humor”, a mostra reúne mais de 300 itens que vieram diretamente da casa do escritor em Porto Alegre. São peças que revelam o processo criativo e a vida de Veríssimo, oferecendo um panorama completo de sua vasta obra e de sua personalidade. A exposição, que tem curadoria de Isa Pessoa, editora que trabalhou com Veríssimo por mais de 15 anos, promete encantar e surpreender os visitantes, proporcionando uma imersão no universo de um dos autores mais queridos e influentes do Brasil. A informação foi divulgada pelo Centro Cultural Fiesp. Um acervo que conta a história de um ícone A mostra apresenta uma coleção impressionante de desenhos, charges, originais de livros e cadernos de anotação, que permitem aos visitantes espiar os rascunhos e ideias que deram origem a tantos personagens e histórias memoráveis. Além disso, fotos de família e da infância de Veríssimo oferecem um vislumbre de suas origens e influências. A curadora Isa Pessoa, responsável pela edição de sucessos como “As mentiras que os homens contam” e “Comédias para se ler na escola”, buscou trazer à tona a essência do escritor, explorando suas paixões e sua forma única de ver o mundo. A exposição é uma homenagem ao legado duradouro de Veríssimo na literatura e no humor brasileiro. Interatividade e paixões de Veríssimo em destaque O público poderá interagir com instalações inspiradas em personagens icônicos criados por Veríssimo, como o famoso Analista de Bagé e as Cobras. Essas criações lúdicas e inteligentes prometem trazer à vida o universo satírico e perspicaz do autor. Um espaço especial será dedicado ao jazz, gênero musical pelo qual Luís Fernando Veríssimo nutria uma paixão avassaladora. O autor, que também tocava saxofone, demonstrava em suas crônicas e em sua vida o profundo apreço pela música. Vídeos e depoimentos de amigos e artistas renomados também compõem a mostra, enriquecendo a experiência do visitante. O legado de um mestre Filho do renomado escritor Érico Veríssimo, Luís Fernando Veríssimo nasceu em Porto Alegre em 1936. Sua infância nos Estados Unidos, entre 1941 e 1945, marcou o início de suas duas grandes paixões: a literatura e o jazz. Antes de se consagrar como escritor, atuou como tradutor, redator e jornalista. A partir dos anos 1970, suas crônicas afiadas sobre política, costumes e o cotidiano conquistaram o país. Personagens como Ed Mort e a Velhinha de Taubaté, além de livros como “O Analista de Bagé” e “Comédias da Vida Privada”, consolidaram seu estilo único de transformar o banal em humor inteligente. Veríssimo, que faleceu em 30 de agosto de 2025, aos 88 anos, em Porto Alegre, devido a complicações de

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Luto no Punk Rock: East Bay Ray, guitarrista icônico do Dead Kennedys, é diagnosticado com Parkinson

East Bay Ray, pilar do Dead Kennedys, enfrenta diagnóstico de Parkinson Uma notícia abalou os fãs do punk rock nesta terça-feira (22). East Bay Ray, guitarrista e membro fundador da influente banda Dead Kennedys, recebeu o diagnóstico da doença de Parkinson. A informação foi compartilhada pela equipe do grupo em um comunicado oficial. O anúncio traz um misto de preocupação e esperança. Enquanto a comunidade musical lamenta o diagnóstico, a banda já adianta que o músico pretende seguir com suas atividades, demonstrando sua paixão pela música e pelos fãs. A notícia surge em um momento em que o Dead Kennedys está em plena atividade, com turnês pelos Estados Unidos. A força e a resiliência de East Bay Ray diante deste desafio são um testemunho de sua dedicação ao legado da banda. A trajetória de um ícone do punk East Bay Ray é uma figura central na história do punk rock. Fundador do Dead Kennedys nos anos 1970, ele ajudou a moldar o som e a atitude de um dos grupos mais importantes e politizados do gênero. Sua guitarra inconfundível é marca registrada de clássicos como “Holiday in Cambodia” e “California Über Alles”. A banda, conhecida por suas letras afiadas e críticas sociais contundentes, conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo. O estilo único de East Bay Ray na guitarra foi fundamental para consolidar essa identidade sonora. Plano de continuar na ativa, com ressalvas Em seu comunicado, a equipe do Dead Kennedys destacou a intenção de East Bay Ray em continuar tocando e em turnê com a banda. Ele expressou seu desejo de manter o ritmo enquanto sua saúde permitir, reforçando seu compromisso com os fãs e com o projeto que o consagrou. “Ray disse que planeja continuar tocando e em turnê com o Dead Kennedys enquanto sua saúde permitir e expressa sua consideração pelo suporte contínuo”, afirma o comunicado divulgado nas redes sociais oficiais do grupo. A declaração transmite otimismo, apesar da gravidade da condição. Apoio dos fãs e da comunidade musical A notícia do diagnóstico de Parkinson em East Bay Ray gerou uma onda de solidariedade nas redes sociais. Fãs de todo o mundo têm enviado mensagens de apoio e força ao guitarrista, demonstrando o impacto duradouro de sua música. A comunidade musical também se manifestou, celebrando a carreira de East Bay Ray e desejando o melhor para sua saúde. A resiliência demonstrada pelo músico é um exemplo para muitos. Dead Kennedys segue em turnê pelos EUA Enquanto o foco se volta para a saúde de East Bay Ray, o Dead Kennedys segue com sua agenda de shows. A banda norte-americana, que se mantém como um dos pilares do punk global, está atualmente em turnê pelos Estados Unidos, levando sua energia e suas mensagens para diferentes cidades. A continuidade das atividades da banda, mesmo diante deste cenário, reforça a importância do legado dos Dead Kennedys e a determinação de seus integrantes em manter viva a chama do punk rock.

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Cida Moreira empolga Rio com ‘passeio particular’ pela obra de Angela Ro Ro, inclui Sérgio Sampaio em show emocionante

Cida Moreira emociona o público carioca com show dedicado a Angela Ro Ro, celebrando amizade e legado musical com repertório aprimorado A cantora Cida Moreira encantou a plateia do Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro, na última terça-feira, 22 de setembro, com o show ‘Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro’. A apresentação, que faz parte do projeto ‘Terças no Ipanema’ e segue na próxima terça, 29 de setembro, foi descrita pela própria artista como um ‘passeio particular’ pela obra de sua amiga, a icônica Angela Ro Ro. O show, que já havia estreou no Rio em janeiro, ganhou um roteiro mais coeso e envolvente para a temporada no Teatro Ipanema. Cida Moreira, conhecida por sua versatilidade e interpretações marcantes, revisitou canções que marcaram a carreira de Angela Ro Ro, proporcionando ao público uma experiência musical rica e afetiva. Um dos pontos altos da noite foi a inclusão de ‘Tolo fui eu’, um bolero de Sérgio Sampaio, compositor que Cida Moreira homenageou em seu álbum de 2023. Essa novidade no repertório estabeleceu um diálogo emocionante com ‘Tola foi você’, um dos maiores sucessos de Angela Ro Ro, reforçando a conexão entre os artistas e suas obras. Conforme informado pela fonte, a inclusão da canção de Sérgio Sampaio enriqueceu o ‘passeio particular’ pelo repertório da cantora, compositora e pianista carioca. Um roteiro afiado e emocionante Acompanhada apenas por um teclado, instrumento que pertenceu a Ricardo Mac Cord, músico que trabalhou com Angela Ro Ro a partir dos anos 1990, Cida Moreira demonstrou maturidade e sensibilidade em sua performance. Ela optou por apresentar apenas as canções mais inspiradas de Angela Ro Ro, descartando duas músicas do roteiro original e focando em um repertório que ressalta a genialidade da amiga. Sérgio Sampaio e o elo com Angela Ro Ro A inclusão de ‘Tolo fui eu’, composição de Sérgio Sampaio de 1982, no show ‘Me acalmo danando’ foi um dos destaques da apresentação. Cida Moreira já havia gravado a música em seu álbum ‘Sérgio Sampaio – Poeta do riso e da dor’, lançado em 2023. No palco, a canção estabeleceu um diálogo direto com ‘Tola foi você’, um dos clássicos de Angela Ro Ro de 1979, evidenciando a força das conexões musicais. Repertório consolidado para gravação Com o show ‘Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro’ cada vez mais afinado, a expectativa é de que a apresentação ganhe em breve um registro fonográfico. O roteiro, que conta com 17 músicas, incluindo clássicos como ‘Amor, meu grande amor’ e ‘Escândalo’, além de uma emocionante versão de ‘Summertime’ como bis, tem conquistado o público e a crítica. O setlist que emocionou o Rio Na noite de 22 de setembro, Cida Moreira apresentou o seguinte repertório no Teatro Ipanema: ‘Demais’ (instrumental ao piano), ‘Escândalo’, ‘Compasso’, ‘Balada da arrasada’, ‘Me acalmo danando’, ‘Came e case’, ‘A mim e a mais ninguém’, ‘Não há cabeça’, ‘Gota de sangue’, ‘Fogueira’, ‘Tolo fui eu’, ‘Tola foi você’, ‘Amor, meu grande amor’, ‘Cobaias de Deus’, ‘Só

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Karol G exalta o funk brasileiro e revela sonho de conquistar o Brasil em nova turnê: ‘Tem sido um processo’

Karol G empolga fãs ao exaltar o funk e a cultura brasileira Karol G, a sensação colombiana que tem conquistado o mundo com sua música, demonstrou um profundo apreço pela cultura brasileira, especialmente pelo funk. Em uma coletiva de imprensa em Nova York, a artista revelou que o Brasil ocupa um lugar especial em seu coração e que romper as barreiras musicais no país é um dos seus maiores sonhos. A cantora, que está no auge de sua carreira com sucessos como “Bby Wow” e indicações ao Grammy Latino, compartilhou que a energia vibrante do Brasil a inspira. Ela destacou o funk como um ritmo que a fascina pela alegria, sensualidade e poder de empoderamento que transmite, elogiando até mesmo os passos de dança característicos. A admiração de Karol G pela música brasileira, incluindo o sertanejo, é notória e se reflete em seu show “Viajando Por El Mundo Tropitour”. A artista busca incorporar elementos latinos em suas apresentações, com uma atenção especial ao Brasil, que ela descreve como um “universo” à parte. Conforme informação divulgada pelo g1, a jornalista viajou a convite da assessoria da cantora no Brasil para cobrir os eventos. O fascínio pelo funk e a busca por conexão com o público brasileiro Durante a coletiva de imprensa, Karol G explicou que seu show é uma celebração da América Latina, e o Brasil tem uma “magia incrível” para ela. “O funk me fascina, a música sertaneja me encanta demais, ouço muito”, declarou a artista, evidenciando seu interesse em se aproximar cada vez mais da cena musical brasileira. Ela descreve o funk como uma ferramenta de empoderamento e sensualidade. “O funk me dá muita alegria, me faz sentir linda, me faz sentir sexy, me faz sentir que danço de forma impressionante”, afirmou Karol G, que inclusive incluiu mesclas de funk e reggaeton em seu espetáculo, transformando um segundo palco em uma “piscina”. A cantora também comentou sobre a “quadradinho” e as “mamacitas”, demonstrando familiaridade com elementos culturais do funk. Essa admiração se estende à atmosfera de festa e alegria que ela associa ao Brasil, especialmente durante o Carnaval. Romper barreiras musicais: um sonho antigo de Karol G Karol G reconhece o desafio de artistas que cantam em espanhol em conquistar o público brasileiro, um país conhecido por ser uma “isla musical” que raramente se abre para outros idiomas. No entanto, romper essa barreira “em sempre foi um sonho” em sua carreira. “Sinto que o Brasil é como um planeta, é como o seu próprio universo, e vocês aí desfrutam o que acontece no Brasil, a música brasileira sempre é a mais ouvida”, disse a cantora. Ela expressou o desejo de entrar “em um lugar que me causa tanta graça e que eu gosto tanto”. A artista admitiu que “tem sido um processo entrar no Brasil” e que ainda não teve uma música que alcançasse o topo das paradas. Contudo, ela valoriza as conexões já estabelecidas com artistas brasileiros e vê seu show como uma oportunidade de continuar conquistando corações.

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O Segredo por Trás de ‘Filha’, o Hino das Debutantes Que Rick Não Queria Gravar

A história por trás de “Filha”, um dos maiores sucessos de Rick e Renner, que Rick relutou em lançar oficialmente. A canção “Filha”, um dos maiores sucessos da dupla Rick e Renner, tem uma história tocante e um início discreto. Composta por Rick, a música que celebra o amor paterno foi inicialmente gravada de forma íntima, apenas para convidados de uma festa de aniversário de 15 anos. Apesar da sua popularidade e de se tornar um hino em festas de debutantes, Rick demonstrou resistência em incluí-la em um álbum oficial da dupla. Ele a via como uma obra pessoal, não imaginando o impacto que teria no público. Essa relutância, contudo, foi superada pela insistência de Renner e pelo apreço de outros, que viram na canção um potencial imenso. Conforme informações divulgadas, a música acabou por se tornar um marco na carreira de Rick e Renner, conquistando o coração de muitas famílias brasileiras. Rick, que faleceu em um acidente aéreo em 2023, deixou um legado musical inesquecível. Uma Homenagem Pessoal Que Cruzou Fronteiras A inspiração para “Filha” surgiu em um momento especial: o aniversário de 15 anos de Mônica Nascimento, filha do cantor. Rick quis presentear a filha de uma forma única, eternizando aquele momento. Ele compôs a canção e a gravou em um estúdio, produzindo 500 cópias para distribuir aos convidados da festa. Entre os presentes, estavam radialistas e o próprio parceiro de dupla, Renner. A reação foi extremamente positiva, e a vontade de lançar a música em um disco oficial da dupla se tornou unânime. A Resistência de Rick e a Persuasão de Renner Rick, no entanto, tinha suas ressalvas. Ele sentia que “Filha” era uma música muito pessoal e não queria expô-la comercialmente. “Eu não queria, mas ele [Renner] queria colocar no disco. Eu falava que essa música era pessoal, não queria gravar”, comentou Rick em declarações. Apesar da sua hesitação, a insistência de Renner e o reconhecimento do valor da canção por outros envolvidos acabaram convencendo Rick. A decisão de incluí-la no álbum “É Dez, É Cem, É Mil”, lançado em 2001, foi um divisor de águas. O Fenômeno “Filha” e Seu Legado Duradouro “Filha” rapidamente se transformou em um dos maiores sucessos da carreira de Rick e Renner, consolidando-se como uma das músicas mais queridas do público sertanejo. Sua temática universal sobre o amor de pai e filha a tornou um clássico em festas de debutantes por todo o Brasil. A canção demonstra o poder da música em capturar emoções profundas e se conectar com as pessoas. Mesmo após a trágica morte de Rick, o legado de “Filha” continua vivo, ecoando em celebrações familiares e emocionando novas gerações. A dupla, que se separou e retornou, sempre manteve “Filha” como um de seus pilares musicais. Uma Última Aparição Marcante Curiosamente, poucos dias antes de seu falecimento, Rick participou de uma homenagem surpresa em uma festa de 15 anos, onde cantou “Filha” ao lado de Renner. O momento, registrado em vídeo, mostra a energia e a alegria da

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Morre Rick, da dupla sertaneja Rick & Renner: Cantor tinha mais de 600 músicas registradas e sucessos que embalaram o Brasil

Rick, da dupla sertaneja Rick & Renner, morre aos 59 anos em queda de helicóptero em SC O cantor Rick, conhecido pela dupla sertaneja Rick & Renner, faleceu aos 59 anos em um trágico acidente com helicóptero em Santa Catarina. A notícia foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros nesta terça-feira (22). Além de Rick, outras quatro pessoas estavam na aeronave que decolou de Porto Belo (SC) e não chegou ao seu destino. O empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira também morreram no acidente. A obra de Rick, que completaria 60 anos em dezembro, é vasta e contribuiu significativamente para a música sertaneja. Conforme informação divulgada pelo Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), o cantor possuía 661 obras musicais registradas, um número expressivo que demonstra sua prolífica carreira como compositor. Um Legado de Composições para a Música Sertaneja As composições de Rick transcenderam a própria dupla, sendo gravadas e interpretadas por diversos artistas de renome no cenário sertanejo. Entre os sucessos registrados em seu nome, destacam-se canções que se tornaram hinos e marcaram gerações. Músicas como ‘Só dá Você na Minha Vida’ e ‘Poeira da Estrada’, eternizadas por João Paulo e Daniel, são exemplos do talento de Rick como compositor. Outros grandes sucessos incluem ‘Eu Menti’ (Chitãozinho e Xororó), ‘Bebo Pa Carai’, ‘Apaixonado por Você’, ‘Coração Cigano’ e ‘Ela Chorou de Amor’ (Gino & Geno). O portfólio de composições de Rick também abrange hits como ‘Agenda Rabiscada’ (Cleiton & Camargo/Milionário e José Rico), ‘Amor de Violeiro’ (Eduardo Costa), ‘Conta Pra Ela’ (Leandro e Leonardo) e ‘Recaída’ (Bruno e Marrone), demonstrando a versatilidade e o alcance de seu trabalho. ‘Ela É Demais’, o Marco de Rick & Renner Apesar de possuir um vasto catálogo de composições próprias, um dos maiores sucessos da dupla Rick & Renner, ‘Ela É Demais’, lançada no álbum ‘Mil Vezes Cantarei’ em 1998, é de autoria de Elias Muniz. A canção se tornou um divisor de águas, consolidando o estilo sertanejo pop/romântico dançante nas rádios. O estrondoso sucesso de ‘Ela É Demais’ rendeu à dupla disco de platina duplo e a colocou no primeiro escalão comercial do gênero no final dos anos 1990. A música, com seu refrão icônico, permanece como um dos maiores símbolos da carreira de Rick & Renner e é a mais tocada da dupla nas plataformas de streaming até hoje. Trajetória de Sucesso e Paixão pela Música Geraldo Antônio de Carvalho, o Rick, nasceu no Tocantins em 5 de dezembro de 1966. Desde cedo demonstrou paixão pela música, começando a cantar em bares aos nove anos. A dupla Rick & Renner foi formada nos anos 1980, em Brasília, e alcançou o sucesso nos anos 1990. Entre os principais sucessos da dupla, além de ‘Ela É Demais’, estão ‘Nos Bares da Cidade’. A parceria com Renner, Ivair Reis Gonçalves, rendeu uma carreira sólida com 16 CDs e dois DVDs lançados, vendendo mais de 7 milhões de discos até 2007. Em

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Saúde Yanomami: Expedição do Ministério da Saúde leva atendimento especializado e esperança ao Polo Base Surucucu em Roraima

Expedição do Ministério da Saúde leva atendimento especializado a indígenas Yanomami em Roraima O Ministério da Saúde deu início a uma nova e importante expedição de atenção especializada à saúde indígena no território Yanomami, em Roraima. A ação, que começou nesta quarta-feira (23) e se estenderá até o dia 30, concentra seus esforços no Polo Base Surucucu, uma região que enfrenta desafios logísticos significativos para o acesso à saúde. A iniciativa busca oferecer um amplo leque de serviços, com a previsão de realizar cerca de 750 procedimentos. Estes incluem consultas em pediatria, clínica médica e saúde da mulher, além de exames laboratoriais e ultrassonografias, tudo voltado para as necessidades específicas da população Yanomami. A meta é garantir que avaliações, diagnósticos e acompanhamentos possam ser realizados diretamente no território, diminuindo a necessidade de deslocamentos para outras localidades. O objetivo principal da estratégia é **reduzir remoções evitáveis** e, ao mesmo tempo, **fortalecer a capacidade de resposta da rede de saúde indígena** local. Conforme informado pelo Ministério da Saúde, a expedição também visa apoiar a investigação de casos mais complexos, diminuir os agravos decorrentes de diagnósticos tardios e aprimorar a comunicação entre os diferentes níveis de atendimento, assegurando uma maior continuidade do cuidado para os indígenas. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde. Públicos prioritários e desafios geográficos A expedição prioriza o atendimento a grupos de maior vulnerabilidade, como **crianças com histórico de doenças respiratórias, infecções recorrentes e desnutrição**. Gestantes, mulheres em idade reprodutiva, pessoas com doenças crônicas e pacientes com agravos respiratórios também são foco principal. Indígenas com malária, especialmente aqueles com complicações, recorrência da doença ou necessidade de avaliação complementar, terão atenção especial. O Polo Base Surucucu, localizado no município de Alto Alegre (RR), integra o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami e Ye’kwana. O território abriga aproximadamente 2.544 indígenas, distribuídos em 33 comunidades, majoritariamente do povo Yanomami. O ministério destaca que as **áreas serranas, a dispersão das comunidades e o forte isolamento geográfico** impõem desafios únicos à assistência de saúde na região. Logística complexa e busca por resolutividade O deslocamento para o Polo Base Surucucu é predominantemente realizado por via aérea, especialmente por helicóptero. Essa condição logística, segundo o Ministério da Saúde, **interfere diretamente na mobilidade das equipes, no transporte de insumos essenciais, nas remoções sanitárias e na própria continuidade da assistência** aos indígenas. A expedição busca suprir essas lacunas, oferecendo serviços no Centro de Referência em Saúde Indígena Xapori Yanomami e em comunidades próximas. A proposta, como ressaltado pela pasta, é **dar maior resolutividade à assistência local**. Isso significa buscar soluções e tratamentos eficazes no próprio território, favorecendo a continuidade do cuidado em articulação com as Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena. A ação é fundamental para garantir que os pacientes recebam o acompanhamento especializado necessário, sem a necessidade de remoções que poderiam ser evitadas. Fortalecendo a rede e garantindo o cuidado A expedição também se dedica a atender pacientes que aguardam acompanhamento especializado, encaminhamentos ou remoções. O objetivo é otimizar esses processos e garantir que a transição entre

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Aos 90 anos, Alaíde Costa grava álbum com pianista André Mehmari com músicas de Djavan, Cartola e Dominguinhos para 2027

Alaíde Costa, aos 90 anos, revela novo álbum em parceria com André Mehmari com repertório inédito em sua voz Aos 90 anos, Alaíde Costa demonstra uma vitalidade impressionante em sua carreira fonográfica. A cantora, que iniciou sua trajetória na década de 1950, tem frequentado estúdios com uma intensidade que chama a atenção, planejando o lançamento de mais um álbum em 2027. Este novo projeto, um disco de duo gravado ao lado do renomado pianista André Mehmari, promete revisitar clássicos da Música Popular Brasileira, com foco especial nas décadas de 1970 e 1980. As gravações estão sendo realizadas no Estúdio Monteverdi, em São Paulo, e já se encontram em fase final. O filho da cantora, Marcelo Lima, está filmando todo o processo de gravação, com o objetivo de produzir material audiovisual para acompanhar o lançamento do álbum. Essa iniciativa visa oferecer um conteúdo multiplataforma aos admiradores da obra de Alaíde Costa, conforme divulgado pela equipe da artista. Um repertório pensado com carinho e nostalgia O álbum programado para 2027 é fruto de um desejo antigo de Alaíde Costa de interpretar canções que sempre a encantaram, mas que, por diferentes motivos, nunca haviam sido registradas em estúdio por ela. A seleção musical abrange compositores icônicos da MPB. Entre as joias que compõem o repertório estão “Amor Proibido”, de Cartola, lançado originalmente em 1968, e “Contrato de Separação”, de Dominguinhos e Anastácia, de 1979. Outros destaques incluem “Velas Içadas”, de Ivan Lins e Vitor Martins (1979), e “Nobreza”, de Djavan (1982). Duas canções para fechar o projeto com chave de ouro Alaíde Costa e André Mehmari estão a apenas duas músicas de concluir as gravações deste aguardado disco. A cantora expressou o desejo de incluir em seu repertório a canção “Meu Silêncio”, de Claudio Nucci e Luiz Fernando Gonçalves, de 1980. Além disso, há a intenção de gravar o tango argentino “Como Dos Extraños”, de 1940, conhecido no Brasil pela interpretação de Mercedes Sosa. Esta escolha demonstra a amplitude musical e o apreço de Alaíde Costa por diferentes gêneros e épocas da música. Um ano de intensa produção artística O ano de 2027 marca o lançamento de um dos álbuns mais recentes de Alaíde Costa, que tem mantido uma média impressionante de um lançamento por ano na atual década, com exceção de 2023. Este projeto de duo com André Mehmari se soma à sua discografia ativa. Antes disso, em novembro, a cantora lançará o terceiro álbum da trilogia arquitetada por Emicida e Marcus Preto, intitulado “Meu Vício na Dor de Amar Demais”. Aos 90 anos, Alaíde Costa prova que a música não tem idade e continua a presentear o público com sua voz inconfundível e escolhas musicais de altíssima qualidade.

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