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Marcos Sacramento ‘Sambear’: O Palco Vira Roda de Samba com Alma Afro-Brasileira e Vibração no Circo Voador

Marcos Sacramento celebra a essência do samba em show vibrante que une tradição e ancestralidade no Rio de Janeiro. Na noite de sexta-feira, 18 de setembro, o Circo Voador, no Rio de Janeiro, foi palco da estreia do show “Sambear”, de Marcos Sacramento. A apresentação é uma fiel transposição da roda de samba “Samba do Sacramento”, conhecida por reunir o cantor com seu público em espaços do centro da cidade. O espetáculo, que abriu com o tradicional ponto de umbanda “O sino da igrejinha”, carrega uma forte carga de afro-brasilidade e espiritualidade. Marcos Sacramento demonstra sua fé inabalável no samba e na identidade do povo brasileiro, transformando o palco em um altar de celebração. A musicalidade e a política se entrelaçam em um repertório que passeia por clássicos e pérolas do samba. Acompanhado por uma banda de peso, Sacramento emocionou a plateia com canções que ecoam a resistência e a alegria de um povo, conforme informações divulgadas sobre o evento. A força da ancestralidade e a poesia do samba Desde a emocionante interpretação de “Canto das três raças”, de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, um hino que completa 50 anos de sua gravação por Clara Nunes, até a potente “A batucada dos nossos tantãs”, de Sereno, Adilson Gavião e Robson Guimarães, o show “Sambear” é um manifesto. O samba se revela como ferramenta de resistência e celebração da vida. O palco do Circo Voador se encheu de vida com a presença de Marcos Sacramento, que correu de um lado para o outro, dando voz a um repertório cuidadosamente selecionado. A banda que o acompanhava, com a força de uma orquestra, proporcionou arranjos primorosos, com cordas, sopros e percussões. Virtuosismo musical e entrega teatral Músicos como o violonista Luiz Flávio Alcofra, o multi-instrumentista Elísio Freitas e o cavaquinhista Lucas Machado brilharam em suas performances. O solo de guitarra de Freitas em “Você me vira a cabeça (Me tira do sério)”, de Chico Roque e Paulo Sérgio Valle, intensificou a entrega emocional de Sacramento. Já Machado conquistou o público com seus improvisos de partideiro em “Alguém me avisou”, de Dona Ivone Lara. Apesar de uma noite com outros eventos gratuitos na Lapa, o que pode ter impactado o público presente, Marcos Sacramento não se intimidou. Ele entregou um show quente, impulsionado pela sua performance e pelos arranjos caprichados da banda. A vibração vinha, em grande parte, do palco. Um repertório que atravessa gerações O show “Sambear” é uma jornada pela história do samba, reverenciando seus pioneiros e celebrando suas vertentes. Sacremento homenageou os bambas do Estácio com sambas como “Se você jurar” e “Nem é bom falar”, de Ismael Silva e Nilton Bastos. A diva Clementina de Jesus foi lembrada com “Yaô” e “Benguelê”, de Pixinguinha e Gastão Viana. A linha temporal do samba se estendeu até as contemporâneas Manu da Cuíca e Marina Iris, parceiras no samba “Virada” (2021). O show também incluiu a força ideológica de Jorge Aragão, com “Identidade”, um manifesto de orgulho negro, e encerrou com o

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Adeus a Paulo Roberto Teixeira, o Gigante da Luta Contra Aids no Brasil e no Mundo

Morre Paulo Roberto Teixeira, referência na luta contra a Aids no Brasil e defensor incansável do acesso universal à saúde. Paulo Roberto Teixeira, figura proeminente e essencial no combate à Aids no Brasil, faleceu, deixando um legado marcado por sua dedicação à saúde pública e aos direitos humanos. Sua trajetória é sinônimo de luta pela dignidade e pelo acesso universal ao tratamento, especialmente em tempos de grande estigma e desconhecimento sobre a doença. Desde os primórdios da epidemia no país, Teixeira esteve na linha de frente, moldando as primeiras respostas governamentais e defendendo políticas pautadas no respeito e na garantia do direito à saúde. Sua visão abrangente incluiu a prevenção, a assistência e o fundamental acesso aos medicamentos antirretrovirais, sempre em parceria com a sociedade civil. O Ministério da Saúde, em nota oficial, lamentou profundamente a perda, reconhecendo Paulo Teixeira como um dos “nomes fundamentais da resposta do país à epidemia” e destacando que ele “dedicou a vida à defesa da saúde como direito, dos direitos humanos e do acesso universal à prevenção e ao tratamento”. As informações são do Ministério da Saúde. Pioneirismo na Criação da Primeira Resposta Governamental à Aids A atuação de Paulo Roberto Teixeira foi **crucial na criação da primeira resposta do governo brasileiro à Aids, em 1983**. Naquela época, a doença era pouco conhecida e envolta em um pesado estigma. Teixeira, que já liderava o programa de hanseníase no estado de São Paulo, utilizou sua experiência com uma doença também marcada pela exclusão para desenhar uma política para a Aids. Essa política foi firmemente baseada no **direito à saúde e ao respeito**, contemplando a prevenção, a assistência e o acesso aos medicamentos. A colaboração com a sociedade civil foi um pilar central desde o início de seu trabalho. A Luta pela Quebra de Patentes e o Acesso Universal aos Medicamentos No ano 2000, já à frente do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde, Paulo Teixeira iniciou uma **denúncia contundente sobre os preços proibitivos dos medicamentos antirretrovirais**. Ele ressaltou que esses valores inviabilizavam o acesso universal ao tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Sua defesa da **quebra de patentes de laboratórios farmacêuticos** tornou-se uma bandeira. Teixeira argumentou que a Lei de Patentes brasileira, aprovada em 1996, representava um obstáculo ao acesso à saúde. Para contornar essa situação, ele organizou um programa internacional de transferência de tecnologia, incentivando a produção de antirretrovirais genéricos por países do Sul global. Impacto Global e a Estratégia 3 by 5 da OMS Esse movimento liderado por Paulo Roberto Teixeira foi **fundamental para que, em 2001, a Organização Mundial do Comércio (OMC) reconhecesse que o direito à saúde se sobrepõe às regras de propriedade intelectual**. Essa conquista fortaleceu a luta de países pobres pelo direito de acesso ao tratamento, um marco histórico. Sua atuação pelo acesso universal ao tratamento continuou na Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2003, ao assumir o Departamento de HIV/Aids da OMS, ele lançou a **estratégia “3 by 5″**, que estabeleceu a ambiciosa meta de

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Pato Fu rebobina “Gol de Quem?” com participações de BNegão, Tom Zé e Zélia Duncan em álbum ao vivo

Pato Fu lança “Gol de Quem? – Ao Vivo” em outubro, revisitando clássico de 1995 com convidados especiais Pato Fu está prestes a lançar seu mais novo álbum, “Gol de Quem? – Ao Vivo”, em 9 de outubro. O trabalho celebra os 30 anos do segundo álbum de estúdio da banda mineira, “Gol de Quem?”, originalmente lançado em 1995. O show que originou o álbum ao vivo aconteceu em 7 de agosto de 2025, no Audio Club, em São Paulo, e contou com participações de nomes de peso da música brasileira. BNegão, Tom Zé e Zélia Duncan são alguns dos artistas que dividiram o palco com o Pato Fu durante a gravação. O álbum ao vivo promete trazer uma nova roupagem para as canções que marcaram a carreira da banda, além de apresentar o registro audiovisual do show, que será exibido em 10 de outubro pelo canal Music Box Brazil. As informações são do portal ♫ NOTÍCIA. Lançado em 1995, “Gol de Quem?” foi um marco para o Pato Fu, expandindo seu público e recebendo elogios da crítica, que via ecos de Os Mutantes em seu som alternativo. Músicas como “Sobre o Tempo”, “A Volta do Boêmio” e “Qualquer Bobagem” se tornaram sucessos, mostrando a versatilidade da banda em mesclar o pop com releituras de clássicos e influências diversas. Um “rebobinar” de sucessos com participações ilustres No álbum “Gol de Quem? – Ao Vivo”, o Pato Fu, formado por Fernanda Takai (voz), John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Richard Neves (teclados) e Xande Tamietti (bateria e percussão), “rebobina” o disco original com arranjos renovados e a energia do palco. A direção musical fica por conta de John Ulhoa. “Sobre o Tempo” ganha uma nova dimensão com a participação de Zélia Duncan. “A Volta do Boêmio” ressurge com a força de BNegão. Já “Qualquer Bobagem”, um dos clássicos dos Mutantes e composição de Tom Zé, é revisitada com a presença do próprio Tom Zé, um dos autores da faixa. Coral se junta à banda em “Sertões”, composição autoral do álbum original. “Gol de Quem?”, um marco na discografia do Pato Fu O álbum “Gol de Quem?” de 1995 foi fundamental para consolidar o Pato Fu no cenário musical brasileiro. Com uma sonoridade inovadora para a época, a banda, surgida em Belo Horizonte em 1992, conquistou o público com canções que transitavam entre o rock alternativo e o pop, com letras inteligentes e arranjos criativos. O disco original trouxe sucessos como “Sobre o Tempo”, que se tornou um dos maiores hits da banda, e releituras marcantes, como “A Volta do Boêmio”, de Adelino Moreira, e “Qualquer Bobagem”, originalmente gravada pelos Mutantes. A banda também revisitou “Vida de Operário”, famosa na voz de Falcão e gravada pela Patife Band. Lançamento digital e físico de “Gol de Quem? – Ao Vivo” “Gol de Quem? – Ao Vivo” estará disponível em formato digital a partir de 9 de outubro. Posteriormente, o álbum será lançado em CD e em LP duplo, embora as datas para estas

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Fiuk, o Mago do Marketing: Anuncia Volta da Hori em Show Solo de ‘Despedida’ para 67 Pessoas

Fiuk comprova habilidade de marketing ao anunciar retorno da banda Hori em show solo de ‘despedida’ para público reduzido. A carreira musical de Fiuk pode gerar debates, mas seu talento para criar notícias, ou ‘factoides’, é inegável. O anúncio do retorno da banda Hori, feito pelo artista no palco em Campinas (SP), na última sexta-feira, 18 de setembro, durante o que seria seu show de ‘despedida’ da carreira solo, é mais uma demonstração de sua habilidade em gerar manchetes. A decisão de ressuscitar a Hori, grupo do qual Fiuk fez parte entre 2004 e 2011, vem apenas nove dias após o cantor ter anunciado nas redes sociais uma pausa por tempo indeterminado em sua carreira solo, alegando que seguiria um “caminho diferente”. Essa revelação já havia gerado considerável atenção da mídia. O suposto último show solo de Fiuk contou com a presença de apenas 67 pessoas, um número que poderia sugerir que a pausa na carreira musical seria uma decisão sensata. No entanto, tudo indica que a jogada foi, na verdade, mais uma estratégia de marketing, como tantas outras. A volta da Hori e a justificativa de Fiuk No palco, Fiuk revelou que, ao invés de encerrar sua trajetória musical, ele continuará em cena, mas agora ao lado da banda Hori. “Por que que é o final da minha carreira de cantor? Porque a banda Hori tá de volta! Esse é o meu lugar, eu demorei muito pra entender aqui até que eu me sinto em casa. Então agora eu sou vocalista da banda Hori“, declarou o cantor. Busca por rumo e atenção midiática Prestes a completar 36 anos em 25 de outubro, Filipe Kartalian Ayres Galvão, o Fiuk, parece estar em busca de um novo direcionamento para sua carreira e vida pessoal. O resgate da banda de sua adolescência pode ser interpretado como uma forma de encontrar conforto ou até mesmo uma fuga da realidade da vida adulta. Independentemente das motivações, o objetivo principal foi claramente atingido: chamar a atenção da mídia. Fiuk, mais uma vez, demonstrou ser um mestre em criar narrativas que capturam o interesse do público e da imprensa, consolidando sua fama de bom de marketing.

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Débora Bloch, 63 anos, desmistifica o envelhecimento: Mulheres maduras buscam repertório e humor, não o corpo dos 30

Atriz Débora Bloch, aos 63 anos, celebra a maturidade e questiona a pressão estética sobre mulheres mais velhas Aos 63 anos, a renomada atriz Débora Bloch compartilhou reflexões profundas sobre o envelhecimento, o corpo e o desejo em sua participação no programa Globo Repórter. Sua visão sobre a maturidade vai além da aparência física, ressaltando que a experiência, o humor e a inteligência ganham protagonismo com o passar dos anos. Durante a conversa, que repercutiu a construção de sua icônica personagem Odete Roitman no remake de “Vale Tudo”, Débora Bloch destacou a importância de retratar mulheres mais velhas exercendo seu desejo e sendo vistas como desejáveis. Para a atriz, essa representatividade é fundamental para que muitas mulheres se sintam vistas e validadas na tela. A atriz ressaltou que a geração de mulheres com mais de 60 anos não almeja ter o corpo de quando tinham 30. “As mulheres de 60 não querem ter o corpo de 30. Elas querem também ter repertório. Humor, inteligência pode ser muito mais interessante do que um corpo sarado”, afirmou Débora Bloch, defendendo uma visão mais ampla sobre o que significa ser atraente e valiosa. A maturidade como fonte de tranquilidade e autoconfiança Débora Bloch também pontuou os benefícios que a maturidade trouxe para sua vida pessoal. Segundo ela, o avanço da idade trouxe uma diminuição considerável da ansiedade, dando lugar a uma maior tranquilidade e serenidade. “A maturidade me deu mais calma”, declarou a atriz, evidenciando uma nova perspectiva sobre o tempo e a vida. Representatividade e o fim dos estereótipos na TV Ao falar sobre a personagem Odete Roitman, Débora Bloch relembrou o processo criativo e a intenção de “botar essa mulher para jogo”. A atriz celebrou a identificação do público com uma personagem madura retratada de forma ativa e distante dos clichês frequentemente associados à idade. Essa abordagem busca romper com estereótipos e oferecer novas narrativas para mulheres em diferentes fases da vida. O valor do repertório e da sabedoria na terceira idade A atriz reforça a ideia de que a beleza e o valor de uma mulher madura residem em sua bagagem de vida, em sua capacidade de raciocínio e em seu senso de humor. A inteligência e a experiência acumulada ao longo dos anos são vistas como atributos muito mais enriquecedores do que a busca incessante por um padrão físico juvenil. Essa perspectiva valoriza a jornada individual e a sabedoria adquirida. Novas perspectivas sobre envelhecer e desejar A fala de Débora Bloch convida a uma reflexão sobre como a sociedade percebe o envelhecimento feminino. A atriz defende que a maturidade não é um fim, mas uma nova fase repleta de aprendizados e conquistas, onde o autoconhecimento e a aceitação se tornam pilares fundamentais. A busca por uma representação mais realista e empoderadora para mulheres com mais de 60 anos é um dos pontos centrais de sua mensagem.

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Maria Bethânia: A Rainha da MPB Conquista de Vez o Universo dos Festivais, De Salvador a São Paulo

Maria Bethânia se consolida como estrela dos grandes festivais, mostrando versatilidade e renovando público. A confirmação de Maria Bethânia no line-up da 26ª edição do Festival de Verão de Salvador, em 23 de janeiro de 2027, marca uma nova fase na carreira da icônica cantora. Bethânia entra de vez e com força total na era dos festivais, transitando com maestria entre participações especiais e apresentações como atração principal. Este movimento, que vem se intensificando desde 2022, demonstra a capacidade da artista em se adaptar e se conectar com novos públicos. Após sua recente turnê comemorativa de 60 anos de carreira, que encerrou em janeiro de 2026, Bethânia tem priorizado sua presença em grandes eventos musicais. A estratégia de Maria Bethânia em abraçar os festivais segue os passos de seu irmão, Caetano Veloso, e a consagra como um nome recorrente nesses palcos. Conforme divulgado, a cantora já participou como convidada de Paulinho da Viola no festival carioca Doce Maravilha e estreou um show solo especialmente desenhado para o formato de festival, em 22 de agosto, no Festival de Inverno da Bahia, em Vitória da Conquista. Um show sob medida para os palcos de festivais O repertório desse show solo, que já serviu de base para sua apresentação no Coala Festival em São Paulo no último dia 12 de setembro, inclui o samba inédito “Luz e clarão” (Xande de Pilares e Gustavo Clarão), uma homenagem à mãe da artista, Dona Canô. Essa seleção cuidadosa de canções promete embalar futuras apresentações, como no festival Clássicos do Brasil, no Rio de Janeiro, em 28 de novembro, e no aguardado Festival de Verão de Salvador 2027. Renovação de público e magnetismo singular A incursão de Maria Bethânia no universo dos festivais é vista como um movimento estratégico e benéfico. Para a artista, significa a oportunidade de alcançar um público mais jovem e diversificado, formado por fãs de outros artistas presentes nos line-ups. Essa exposição natural permite que novas gerações descubram o magnetismo singular da intérprete, conhecida por sua presença de palco avassaladora. Bethânia: um nome consolidado na nova era dos festivais O estilo teatral e a intensidade de Bethânia, moldados para apresentações em espaços menores, ganham uma nova dimensão nos grandes palcos dos festivais. A cantora prova que sua arte transcende formatos, mantendo a força e a emoção que a consagraram. A presença de Maria Bethânia nos festivais é, sem dúvida, um fortalecimento do cenário musical e um presente para o público, que pode vivenciar sua magia em um ambiente vibrante e democrático. O futuro é nos festivais Com sua agenda cada vez mais focada em eventos de grande porte, Maria Bethânia demonstra que sua participação na era dos festivais não é um acaso, mas sim uma escolha consciente e um caminho promissor. Tudo indica que a rainha da MPB veio para ficar, encantando plateias e inspirando artistas no circuito de festivais por muitos anos.

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Fã fiel guarda carta de Débora Bloch por 20 anos e protagoniza reencontro emocionante em programa de TV

Débora Bloch se emociona ao reencontrar fã que guardou carta por mais de 20 anos Em um momento tocante exibido no programa Globo Repórter-Personalidades, a renomada atriz Débora Bloch teve um reencontro emocionante com Bruna, uma nutricionista que a acompanha e admira desde a adolescência. O ponto alto foi a revelação de uma carta enviada pela atriz há mais de duas décadas, um gesto que marcou profundamente a vida da fã. A admiração de Bruna pela atriz começou em 1999, com a personagem de Débora Bloch na novela “Andando nas Nuvens”. A novela era acompanhada diariamente, com capítulos gravados em fita, demonstrando a dedicação da fã desde o início. O primeiro contato pessoal ocorreu em agosto de 2000, seguido pelo envio de cartas por parte de Bruna. A resposta de Débora Bloch, que a fã guarda até hoje, continha agradecimentos pelo carinho e o reconhecimento da importância dos admiradores em sua carreira. Conforme divulgado pelo Globo Repórter, essa correspondência se tornou um elo especial entre as duas. A carta que se tornou um refúgio em tempos difíceis Com o passar dos anos, a carta adquirida por Bruna ganhou um significado ainda mais profundo. Ela revelou que a correspondência se entrelaça com lembranças de seu pai, que a acompanhava em eventos da atriz e faleceu pouco tempo após um dos encontros entre elas. A expectativa de receber uma resposta era um momento aguardado com ansiedade pela jovem fã. Durante o reencontro, que aconteceu de forma espontânea após um treino de natação, Bruna compartilhou fotos antigas e detalhou o impacto do apoio de Débora Bloch em um período de sua vida. Ela relembrou que o pai faleceu um mês após uma foto tirada com a atriz, e que, sem saber, Débora Bloch contribuiu para trazer “uma leveza para aquele momento tão pesado”. Inspiração que transcende o tempo Emocionada com o relato, Débora Bloch ouviu atentamente e abraçou a admiradora, demonstrando a profundidade do vínculo criado. Bruna também ressaltou a admiração contínua pela atriz, que serve como uma inspiração constante. Ela destacou a importância de ver uma mulher com mais de 60 anos ativa, trabalhando e se posicionando publicamente. “Você vê uma mulher de 63 anos maravilhosa, do jeito que ela é, potente, fazendo os trabalhos, tendo posicionamento, linda. Acho que é uma inspiração muito grande”, afirmou a fã, ressaltando o papel de Débora Bloch como um modelo de força e vitalidade.

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São Paulo é o primeiro finalista do Brasileirão Feminino 2026: Tricolor vence o Flamengo e aguarda adversário inédito

São Paulo avança para a final do Brasileirão Feminino de 2026 após superar o Flamengo em Campinas O São Paulo conquistou sua vaga na grande final do Brasileirão Feminino de 2026. As Soberanas demonstraram força e consistência ao vencerem o Flamengo mais uma vez, desta vez em Campinas, garantindo a classificação para a decisão do campeonato nacional. Com a vantagem construída na primeira partida no Rio de Janeiro, onde venceram por 3 a 1, a equipe paulista precisava apenas de um bom resultado para selar a vaga. E foi o que aconteceu, com uma vitória suada por 1 a 0. O gol que sacramentou a classificação do São Paulo saiu no final da partida, em um contra-ataque rápido e preciso. A atacante Kesia foi quem balançou as redes, finalizando na saída da goleira Vivi, para a alegria da torcida tricolor. Retorno à decisão e busca por título inédito Esta classificação marca o retorno do São Paulo à decisão do Brasileirão Feminino após duas temporadas. A equipe já tem em seu histórico o título da Série A2 do torneio em 2019, mas ainda almeja a conquista inédita da primeira divisão. A busca pelo troféu da elite do futebol feminino brasileiro continua, e o time paulista demonstra estar preparado para o desafio final. A performance contra o Flamengo reforça o potencial da equipe. Adversário da final será definido em jogo emocionante Enquanto o São Paulo comemora a classificação, o outro finalista será conhecido na próxima segunda-feira, 21 de novembro. Corinthians e Bahia se enfrentam na Neo Química Arena, em São Paulo, em partida com transmissão ao vivo da TV Brasil. O Corinthians, conhecido como as Brabas, joga com a vantagem de ter vencido o primeiro confronto em Salvador por 1 a 0. A expectativa é de um jogo disputado pela vaga na final. Histórico e projeções para a grande final O São Paulo chega à final com a moral elevada, mostrando um futebol consistente ao longo da competição. A vitória sobre o Flamengo, um adversário tradicional, reforça a força do elenco. A torcida são-paulina agora aguarda a definição do adversário para conhecer os confrontos da grande final. O objetivo é claro: conquistar o título inédito do Brasileirão Feminino.

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Ed Sheeran se pronuncia sobre Gaza em 1º show após polêmica com Macklemore e pede desculpas por decisões difíceis

Ed Sheeran aborda conflito em Gaza e pede desculpas em show nos EUA após polêmica com Macklemore Em sua primeira apresentação desde a controvérsia envolvendo o rapper Macklemore, Ed Sheeran fez um pronunciamento contundente sobre a situação em Gaza. O cantor britânico, conhecido por sucessos como “Shape of You”, declarou que o cenário na Faixa de Gaza é “catastrófico e injustificável”, expressando profunda tristeza pela perda de vidas civis, especialmente de crianças. A fala de Sheeran ocorreu na Filadélfia, nos Estados Unidos, e marcou o início de seu retorno aos palcos após a polêmica que afastou Macklemore de sua turnê americana. O rapper foi retirado da programação após fazer um discurso em apoio à Palestina durante um show anterior, gerando repercussão e pedidos para sua exclusão. O cantor, que também lamentou a saída de outros artistas em solidariedade a Macklemore, afirmou que sua música busca promover união e humanidade, distanciando-se de discussões políticas. Ele assegurou aos fãs que honraria seu compromisso de continuar a turnê, mesmo que sozinho, e pediu desculpas por decisões difíceis tomadas na última semana, conforme divulgado pelo g1. Afastamento de Macklemore e solidariedade em cadeia A polêmica começou quando Macklemore, que estava escalado para abrir oito shows da turnê nos EUA, gritou “Free Palestine” (“Palestina Livre”) em Nova Jersey e expressou solidariedade aos palestinos. Essa manifestação levou o Conselho Israelense-Americano a solicitar sua remoção da turnê, o que acabou se concretizando. A decisão de afastar Macklemore gerou uma onda de solidariedade. A banda irlandesa Beoga, que costumava participar de algumas músicas de Ed Sheeran, deixou a turnê em apoio ao rapper. Posteriormente, a banda dinamarquesa Lukas Graham e o cantor irlandês Aaron Rowe, que substituiriam Macklemore, também anunciaram suas desistências. O cantor Finneas, que abriria os shows na América do Sul, seguiu o mesmo caminho. Ed Sheeran lamenta decisões e busca manter a turnê Ed Sheeran explicou que a decisão de prosseguir com a turnê partiu da promotora, a Messina Touring Group. Ele admitiu estar cometendo erros e pediu desculpas sinceras aos fãs e ao público. “Cumprir meu compromisso com meus fãs é algo absolutamente essencial para quem eu sou”, declarou o cantor durante o show. Apesar das críticas de colegas de profissão e usuários das redes sociais, Sheeran demonstrou seu desejo de manter a turnê em andamento. Ele ressaltou que está acostumado a críticas sobre suas músicas, mas que as recentes foram sobre um tema mais delicado, forçando-o a tomar “decisões difíceis”. Macklemore se pronuncia e Finneas apoia causa palestina Em um comunicado divulgado no Instagram, Macklemore declarou que não se considera uma vítima. “Temos carreiras, dinheiro, oportunidades, segurança e público no mundo todo. Quaisquer que sejam as consequências que enfrentemos pelo que dizemos, podemos voltar para casa e para nossas famílias. As vítimas são os palestinos”, escreveu o rapper. Finneas, por sua vez, manifestou apoio à causa palestina em suas redes sociais, afirmando: “Artistas não devem ser silenciados por se manifestar contra a opressão”. Sheeran tem apresentações marcadas em São Paulo nos dias 5

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Cannabis Medicinal no Brasil: Associações Pedem Clareza em Normas e Criticam Insegurança Jurídica

Novas Regras para Cannabis Medicinal Geram Dúvidas e Insegurança para Associações de Pacientes no Brasil As associações de pacientes que utilizam cannabis medicinal no Brasil celebram os avanços na regulamentação, mas apontam que o cenário atual ainda deixa importantes pontos em aberto. Questões cruciais como o cultivo da planta, o controle sanitário e sua inclusão na agricultura familiar carecem de definições mais concretas, gerando um clima de incerteza para o setor. O debate sobre esses desafios ganhou destaque durante a 2ª edição da feira Febre de Arte, realizada em Fortaleza. Representantes de diversas associações compartilharam suas preocupações, mencionando casos recentes de apreensões de encomendas e a destruição de plantações destinadas à produção de insumos para medicamentos. A paralisação nos debates e a falta de andamentos concretos desde a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 1.014 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) têm sido um obstáculo significativo. Conforme avaliação dos participantes do II Encontro Nacional Nordestino de Associações Canábicas (II Enac), a ausência de diretrizes claras sobre o cultivo de cannabis e seus desdobramentos contribui para a insegurança jurídica enfrentada pelas entidades. Insegurança e o Papel da Polícia na Regulamentação da Cannabis Maurício Gomes, diretor jurídico da Associação Canábica Florescer (Acaflor), de João Pessoa, ressalta que o prazo de cinco anos para adaptação das associações ao novo cenário regulatório, estabelecido pelo Poder Judiciário, transferiu a responsabilidade de solução para a Anvisa. No entanto, ele aponta que a realidade é outra: “Quem está batendo na nossa porta não é a vigilância sanitária, é a polícia”, declarou, evidenciando a falta de clareza nas ações de fiscalização. Antônio Carlos Araújo Fraga, técnico da coordenadoria de vigilância sanitária do Ceará, expressou preocupação com a relutância de alguns colegas em fiscalizar adequadamente. Ele concorda que a falta de subsídios e orientações práticas por parte do órgão gera um “jogo de empurra-empurra” e um vazio nas diretrizes. “Mesmo sem a regulamentação, não vai se saber o que fazer”, afirmou. Anvisa e a Participação Social na Construção de Normas A Anvisa, por sua vez, garante ter promovido a participação social no processo de elaboração das resoluções, com um total de 29 consultas realizadas a associações de pacientes e à comunidade científica, além da análise de experiências internacionais. Segundo a agência, foram recebidos e considerados 47 trabalhos científicos de 139 pesquisadores. A agência destaca que o marco regulatório é um resultado dos movimentos sociais e que não há como realizar fiscalização sem diálogo com tais movimentos, sugerindo que as associações busquem apresentar suas reivindicações diretamente à Anvisa por meio de audiências. Comunidade Canábica Questiona Critérios e Busca Clareza no Cultivo A comunidade canábica, representada por entidades como a Kaya Mind, questiona os critérios de seleção dos materiais compilados pela WeCann Academy, que organiza o WeCann Summit. A Kaya Mind levantou pontos cruciais que ainda carecem de definição, como o modelo definitivo de cultivo, quem poderá cultivar, os critérios técnicos a serem adotados, os limites de THC permitidos e a data de vigência efetiva da regulamentação. Akemy Viana Pinheiro, colaboradora

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Marcos Sacramento ‘Sambear’: O Palco Vira Roda de Samba com Alma Afro-Brasileira e Vibração no Circo Voador

Marcos Sacramento celebra a essência do samba em show vibrante que une tradição e ancestralidade no Rio de Janeiro. Na noite de sexta-feira, 18 de setembro, o Circo Voador, no Rio de Janeiro, foi palco da estreia do show “Sambear”, de Marcos Sacramento. A apresentação é uma fiel transposição da roda de samba “Samba do Sacramento”, conhecida por reunir o cantor com seu público em espaços do centro da cidade. O espetáculo, que abriu com o tradicional ponto de umbanda “O sino da igrejinha”, carrega uma forte carga de afro-brasilidade e espiritualidade. Marcos Sacramento demonstra sua fé inabalável no samba e na identidade do povo brasileiro, transformando o palco em um altar de celebração. A musicalidade e a política se entrelaçam em um repertório que passeia por clássicos e pérolas do samba. Acompanhado por uma banda de peso, Sacramento emocionou a plateia com canções que ecoam a resistência e a alegria de um povo, conforme informações divulgadas sobre o evento. A força da ancestralidade e a poesia do samba Desde a emocionante interpretação de “Canto das três raças”, de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, um hino que completa 50 anos de sua gravação por Clara Nunes, até a potente “A batucada dos nossos tantãs”, de Sereno, Adilson Gavião e Robson Guimarães, o show “Sambear” é um manifesto. O samba se revela como ferramenta de resistência e celebração da vida. O palco do Circo Voador se encheu de vida com a presença de Marcos Sacramento, que correu de um lado para o outro, dando voz a um repertório cuidadosamente selecionado. A banda que o acompanhava, com a força de uma orquestra, proporcionou arranjos primorosos, com cordas, sopros e percussões. Virtuosismo musical e entrega teatral Músicos como o violonista Luiz Flávio Alcofra, o multi-instrumentista Elísio Freitas e o cavaquinhista Lucas Machado brilharam em suas performances. O solo de guitarra de Freitas em “Você me vira a cabeça (Me tira do sério)”, de Chico Roque e Paulo Sérgio Valle, intensificou a entrega emocional de Sacramento. Já Machado conquistou o público com seus improvisos de partideiro em “Alguém me avisou”, de Dona Ivone Lara. Apesar de uma noite com outros eventos gratuitos na Lapa, o que pode ter impactado o público presente, Marcos Sacramento não se intimidou. Ele entregou um show quente, impulsionado pela sua performance e pelos arranjos caprichados da banda. A vibração vinha, em grande parte, do palco. Um repertório que atravessa gerações O show “Sambear” é uma jornada pela história do samba, reverenciando seus pioneiros e celebrando suas vertentes. Sacremento homenageou os bambas do Estácio com sambas como “Se você jurar” e “Nem é bom falar”, de Ismael Silva e Nilton Bastos. A diva Clementina de Jesus foi lembrada com “Yaô” e “Benguelê”, de Pixinguinha e Gastão Viana. A linha temporal do samba se estendeu até as contemporâneas Manu da Cuíca e Marina Iris, parceiras no samba “Virada” (2021). O show também incluiu a força ideológica de Jorge Aragão, com “Identidade”, um manifesto de orgulho negro, e encerrou com o

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Adeus a Paulo Roberto Teixeira, o Gigante da Luta Contra Aids no Brasil e no Mundo

Morre Paulo Roberto Teixeira, referência na luta contra a Aids no Brasil e defensor incansável do acesso universal à saúde. Paulo Roberto Teixeira, figura proeminente e essencial no combate à Aids no Brasil, faleceu, deixando um legado marcado por sua dedicação à saúde pública e aos direitos humanos. Sua trajetória é sinônimo de luta pela dignidade e pelo acesso universal ao tratamento, especialmente em tempos de grande estigma e desconhecimento sobre a doença. Desde os primórdios da epidemia no país, Teixeira esteve na linha de frente, moldando as primeiras respostas governamentais e defendendo políticas pautadas no respeito e na garantia do direito à saúde. Sua visão abrangente incluiu a prevenção, a assistência e o fundamental acesso aos medicamentos antirretrovirais, sempre em parceria com a sociedade civil. O Ministério da Saúde, em nota oficial, lamentou profundamente a perda, reconhecendo Paulo Teixeira como um dos “nomes fundamentais da resposta do país à epidemia” e destacando que ele “dedicou a vida à defesa da saúde como direito, dos direitos humanos e do acesso universal à prevenção e ao tratamento”. As informações são do Ministério da Saúde. Pioneirismo na Criação da Primeira Resposta Governamental à Aids A atuação de Paulo Roberto Teixeira foi **crucial na criação da primeira resposta do governo brasileiro à Aids, em 1983**. Naquela época, a doença era pouco conhecida e envolta em um pesado estigma. Teixeira, que já liderava o programa de hanseníase no estado de São Paulo, utilizou sua experiência com uma doença também marcada pela exclusão para desenhar uma política para a Aids. Essa política foi firmemente baseada no **direito à saúde e ao respeito**, contemplando a prevenção, a assistência e o acesso aos medicamentos. A colaboração com a sociedade civil foi um pilar central desde o início de seu trabalho. A Luta pela Quebra de Patentes e o Acesso Universal aos Medicamentos No ano 2000, já à frente do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde, Paulo Teixeira iniciou uma **denúncia contundente sobre os preços proibitivos dos medicamentos antirretrovirais**. Ele ressaltou que esses valores inviabilizavam o acesso universal ao tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Sua defesa da **quebra de patentes de laboratórios farmacêuticos** tornou-se uma bandeira. Teixeira argumentou que a Lei de Patentes brasileira, aprovada em 1996, representava um obstáculo ao acesso à saúde. Para contornar essa situação, ele organizou um programa internacional de transferência de tecnologia, incentivando a produção de antirretrovirais genéricos por países do Sul global. Impacto Global e a Estratégia 3 by 5 da OMS Esse movimento liderado por Paulo Roberto Teixeira foi **fundamental para que, em 2001, a Organização Mundial do Comércio (OMC) reconhecesse que o direito à saúde se sobrepõe às regras de propriedade intelectual**. Essa conquista fortaleceu a luta de países pobres pelo direito de acesso ao tratamento, um marco histórico. Sua atuação pelo acesso universal ao tratamento continuou na Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2003, ao assumir o Departamento de HIV/Aids da OMS, ele lançou a **estratégia “3 by 5″**, que estabeleceu a ambiciosa meta de

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Pato Fu rebobina “Gol de Quem?” com participações de BNegão, Tom Zé e Zélia Duncan em álbum ao vivo

Pato Fu lança “Gol de Quem? – Ao Vivo” em outubro, revisitando clássico de 1995 com convidados especiais Pato Fu está prestes a lançar seu mais novo álbum, “Gol de Quem? – Ao Vivo”, em 9 de outubro. O trabalho celebra os 30 anos do segundo álbum de estúdio da banda mineira, “Gol de Quem?”, originalmente lançado em 1995. O show que originou o álbum ao vivo aconteceu em 7 de agosto de 2025, no Audio Club, em São Paulo, e contou com participações de nomes de peso da música brasileira. BNegão, Tom Zé e Zélia Duncan são alguns dos artistas que dividiram o palco com o Pato Fu durante a gravação. O álbum ao vivo promete trazer uma nova roupagem para as canções que marcaram a carreira da banda, além de apresentar o registro audiovisual do show, que será exibido em 10 de outubro pelo canal Music Box Brazil. As informações são do portal ♫ NOTÍCIA. Lançado em 1995, “Gol de Quem?” foi um marco para o Pato Fu, expandindo seu público e recebendo elogios da crítica, que via ecos de Os Mutantes em seu som alternativo. Músicas como “Sobre o Tempo”, “A Volta do Boêmio” e “Qualquer Bobagem” se tornaram sucessos, mostrando a versatilidade da banda em mesclar o pop com releituras de clássicos e influências diversas. Um “rebobinar” de sucessos com participações ilustres No álbum “Gol de Quem? – Ao Vivo”, o Pato Fu, formado por Fernanda Takai (voz), John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Richard Neves (teclados) e Xande Tamietti (bateria e percussão), “rebobina” o disco original com arranjos renovados e a energia do palco. A direção musical fica por conta de John Ulhoa. “Sobre o Tempo” ganha uma nova dimensão com a participação de Zélia Duncan. “A Volta do Boêmio” ressurge com a força de BNegão. Já “Qualquer Bobagem”, um dos clássicos dos Mutantes e composição de Tom Zé, é revisitada com a presença do próprio Tom Zé, um dos autores da faixa. Coral se junta à banda em “Sertões”, composição autoral do álbum original. “Gol de Quem?”, um marco na discografia do Pato Fu O álbum “Gol de Quem?” de 1995 foi fundamental para consolidar o Pato Fu no cenário musical brasileiro. Com uma sonoridade inovadora para a época, a banda, surgida em Belo Horizonte em 1992, conquistou o público com canções que transitavam entre o rock alternativo e o pop, com letras inteligentes e arranjos criativos. O disco original trouxe sucessos como “Sobre o Tempo”, que se tornou um dos maiores hits da banda, e releituras marcantes, como “A Volta do Boêmio”, de Adelino Moreira, e “Qualquer Bobagem”, originalmente gravada pelos Mutantes. A banda também revisitou “Vida de Operário”, famosa na voz de Falcão e gravada pela Patife Band. Lançamento digital e físico de “Gol de Quem? – Ao Vivo” “Gol de Quem? – Ao Vivo” estará disponível em formato digital a partir de 9 de outubro. Posteriormente, o álbum será lançado em CD e em LP duplo, embora as datas para estas

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Fiuk, o Mago do Marketing: Anuncia Volta da Hori em Show Solo de ‘Despedida’ para 67 Pessoas

Fiuk comprova habilidade de marketing ao anunciar retorno da banda Hori em show solo de ‘despedida’ para público reduzido. A carreira musical de Fiuk pode gerar debates, mas seu talento para criar notícias, ou ‘factoides’, é inegável. O anúncio do retorno da banda Hori, feito pelo artista no palco em Campinas (SP), na última sexta-feira, 18 de setembro, durante o que seria seu show de ‘despedida’ da carreira solo, é mais uma demonstração de sua habilidade em gerar manchetes. A decisão de ressuscitar a Hori, grupo do qual Fiuk fez parte entre 2004 e 2011, vem apenas nove dias após o cantor ter anunciado nas redes sociais uma pausa por tempo indeterminado em sua carreira solo, alegando que seguiria um “caminho diferente”. Essa revelação já havia gerado considerável atenção da mídia. O suposto último show solo de Fiuk contou com a presença de apenas 67 pessoas, um número que poderia sugerir que a pausa na carreira musical seria uma decisão sensata. No entanto, tudo indica que a jogada foi, na verdade, mais uma estratégia de marketing, como tantas outras. A volta da Hori e a justificativa de Fiuk No palco, Fiuk revelou que, ao invés de encerrar sua trajetória musical, ele continuará em cena, mas agora ao lado da banda Hori. “Por que que é o final da minha carreira de cantor? Porque a banda Hori tá de volta! Esse é o meu lugar, eu demorei muito pra entender aqui até que eu me sinto em casa. Então agora eu sou vocalista da banda Hori“, declarou o cantor. Busca por rumo e atenção midiática Prestes a completar 36 anos em 25 de outubro, Filipe Kartalian Ayres Galvão, o Fiuk, parece estar em busca de um novo direcionamento para sua carreira e vida pessoal. O resgate da banda de sua adolescência pode ser interpretado como uma forma de encontrar conforto ou até mesmo uma fuga da realidade da vida adulta. Independentemente das motivações, o objetivo principal foi claramente atingido: chamar a atenção da mídia. Fiuk, mais uma vez, demonstrou ser um mestre em criar narrativas que capturam o interesse do público e da imprensa, consolidando sua fama de bom de marketing.

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Débora Bloch, 63 anos, desmistifica o envelhecimento: Mulheres maduras buscam repertório e humor, não o corpo dos 30

Atriz Débora Bloch, aos 63 anos, celebra a maturidade e questiona a pressão estética sobre mulheres mais velhas Aos 63 anos, a renomada atriz Débora Bloch compartilhou reflexões profundas sobre o envelhecimento, o corpo e o desejo em sua participação no programa Globo Repórter. Sua visão sobre a maturidade vai além da aparência física, ressaltando que a experiência, o humor e a inteligência ganham protagonismo com o passar dos anos. Durante a conversa, que repercutiu a construção de sua icônica personagem Odete Roitman no remake de “Vale Tudo”, Débora Bloch destacou a importância de retratar mulheres mais velhas exercendo seu desejo e sendo vistas como desejáveis. Para a atriz, essa representatividade é fundamental para que muitas mulheres se sintam vistas e validadas na tela. A atriz ressaltou que a geração de mulheres com mais de 60 anos não almeja ter o corpo de quando tinham 30. “As mulheres de 60 não querem ter o corpo de 30. Elas querem também ter repertório. Humor, inteligência pode ser muito mais interessante do que um corpo sarado”, afirmou Débora Bloch, defendendo uma visão mais ampla sobre o que significa ser atraente e valiosa. A maturidade como fonte de tranquilidade e autoconfiança Débora Bloch também pontuou os benefícios que a maturidade trouxe para sua vida pessoal. Segundo ela, o avanço da idade trouxe uma diminuição considerável da ansiedade, dando lugar a uma maior tranquilidade e serenidade. “A maturidade me deu mais calma”, declarou a atriz, evidenciando uma nova perspectiva sobre o tempo e a vida. Representatividade e o fim dos estereótipos na TV Ao falar sobre a personagem Odete Roitman, Débora Bloch relembrou o processo criativo e a intenção de “botar essa mulher para jogo”. A atriz celebrou a identificação do público com uma personagem madura retratada de forma ativa e distante dos clichês frequentemente associados à idade. Essa abordagem busca romper com estereótipos e oferecer novas narrativas para mulheres em diferentes fases da vida. O valor do repertório e da sabedoria na terceira idade A atriz reforça a ideia de que a beleza e o valor de uma mulher madura residem em sua bagagem de vida, em sua capacidade de raciocínio e em seu senso de humor. A inteligência e a experiência acumulada ao longo dos anos são vistas como atributos muito mais enriquecedores do que a busca incessante por um padrão físico juvenil. Essa perspectiva valoriza a jornada individual e a sabedoria adquirida. Novas perspectivas sobre envelhecer e desejar A fala de Débora Bloch convida a uma reflexão sobre como a sociedade percebe o envelhecimento feminino. A atriz defende que a maturidade não é um fim, mas uma nova fase repleta de aprendizados e conquistas, onde o autoconhecimento e a aceitação se tornam pilares fundamentais. A busca por uma representação mais realista e empoderadora para mulheres com mais de 60 anos é um dos pontos centrais de sua mensagem.

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Maria Bethânia: A Rainha da MPB Conquista de Vez o Universo dos Festivais, De Salvador a São Paulo

Maria Bethânia se consolida como estrela dos grandes festivais, mostrando versatilidade e renovando público. A confirmação de Maria Bethânia no line-up da 26ª edição do Festival de Verão de Salvador, em 23 de janeiro de 2027, marca uma nova fase na carreira da icônica cantora. Bethânia entra de vez e com força total na era dos festivais, transitando com maestria entre participações especiais e apresentações como atração principal. Este movimento, que vem se intensificando desde 2022, demonstra a capacidade da artista em se adaptar e se conectar com novos públicos. Após sua recente turnê comemorativa de 60 anos de carreira, que encerrou em janeiro de 2026, Bethânia tem priorizado sua presença em grandes eventos musicais. A estratégia de Maria Bethânia em abraçar os festivais segue os passos de seu irmão, Caetano Veloso, e a consagra como um nome recorrente nesses palcos. Conforme divulgado, a cantora já participou como convidada de Paulinho da Viola no festival carioca Doce Maravilha e estreou um show solo especialmente desenhado para o formato de festival, em 22 de agosto, no Festival de Inverno da Bahia, em Vitória da Conquista. Um show sob medida para os palcos de festivais O repertório desse show solo, que já serviu de base para sua apresentação no Coala Festival em São Paulo no último dia 12 de setembro, inclui o samba inédito “Luz e clarão” (Xande de Pilares e Gustavo Clarão), uma homenagem à mãe da artista, Dona Canô. Essa seleção cuidadosa de canções promete embalar futuras apresentações, como no festival Clássicos do Brasil, no Rio de Janeiro, em 28 de novembro, e no aguardado Festival de Verão de Salvador 2027. Renovação de público e magnetismo singular A incursão de Maria Bethânia no universo dos festivais é vista como um movimento estratégico e benéfico. Para a artista, significa a oportunidade de alcançar um público mais jovem e diversificado, formado por fãs de outros artistas presentes nos line-ups. Essa exposição natural permite que novas gerações descubram o magnetismo singular da intérprete, conhecida por sua presença de palco avassaladora. Bethânia: um nome consolidado na nova era dos festivais O estilo teatral e a intensidade de Bethânia, moldados para apresentações em espaços menores, ganham uma nova dimensão nos grandes palcos dos festivais. A cantora prova que sua arte transcende formatos, mantendo a força e a emoção que a consagraram. A presença de Maria Bethânia nos festivais é, sem dúvida, um fortalecimento do cenário musical e um presente para o público, que pode vivenciar sua magia em um ambiente vibrante e democrático. O futuro é nos festivais Com sua agenda cada vez mais focada em eventos de grande porte, Maria Bethânia demonstra que sua participação na era dos festivais não é um acaso, mas sim uma escolha consciente e um caminho promissor. Tudo indica que a rainha da MPB veio para ficar, encantando plateias e inspirando artistas no circuito de festivais por muitos anos.

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Fã fiel guarda carta de Débora Bloch por 20 anos e protagoniza reencontro emocionante em programa de TV

Débora Bloch se emociona ao reencontrar fã que guardou carta por mais de 20 anos Em um momento tocante exibido no programa Globo Repórter-Personalidades, a renomada atriz Débora Bloch teve um reencontro emocionante com Bruna, uma nutricionista que a acompanha e admira desde a adolescência. O ponto alto foi a revelação de uma carta enviada pela atriz há mais de duas décadas, um gesto que marcou profundamente a vida da fã. A admiração de Bruna pela atriz começou em 1999, com a personagem de Débora Bloch na novela “Andando nas Nuvens”. A novela era acompanhada diariamente, com capítulos gravados em fita, demonstrando a dedicação da fã desde o início. O primeiro contato pessoal ocorreu em agosto de 2000, seguido pelo envio de cartas por parte de Bruna. A resposta de Débora Bloch, que a fã guarda até hoje, continha agradecimentos pelo carinho e o reconhecimento da importância dos admiradores em sua carreira. Conforme divulgado pelo Globo Repórter, essa correspondência se tornou um elo especial entre as duas. A carta que se tornou um refúgio em tempos difíceis Com o passar dos anos, a carta adquirida por Bruna ganhou um significado ainda mais profundo. Ela revelou que a correspondência se entrelaça com lembranças de seu pai, que a acompanhava em eventos da atriz e faleceu pouco tempo após um dos encontros entre elas. A expectativa de receber uma resposta era um momento aguardado com ansiedade pela jovem fã. Durante o reencontro, que aconteceu de forma espontânea após um treino de natação, Bruna compartilhou fotos antigas e detalhou o impacto do apoio de Débora Bloch em um período de sua vida. Ela relembrou que o pai faleceu um mês após uma foto tirada com a atriz, e que, sem saber, Débora Bloch contribuiu para trazer “uma leveza para aquele momento tão pesado”. Inspiração que transcende o tempo Emocionada com o relato, Débora Bloch ouviu atentamente e abraçou a admiradora, demonstrando a profundidade do vínculo criado. Bruna também ressaltou a admiração contínua pela atriz, que serve como uma inspiração constante. Ela destacou a importância de ver uma mulher com mais de 60 anos ativa, trabalhando e se posicionando publicamente. “Você vê uma mulher de 63 anos maravilhosa, do jeito que ela é, potente, fazendo os trabalhos, tendo posicionamento, linda. Acho que é uma inspiração muito grande”, afirmou a fã, ressaltando o papel de Débora Bloch como um modelo de força e vitalidade.

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São Paulo é o primeiro finalista do Brasileirão Feminino 2026: Tricolor vence o Flamengo e aguarda adversário inédito

São Paulo avança para a final do Brasileirão Feminino de 2026 após superar o Flamengo em Campinas O São Paulo conquistou sua vaga na grande final do Brasileirão Feminino de 2026. As Soberanas demonstraram força e consistência ao vencerem o Flamengo mais uma vez, desta vez em Campinas, garantindo a classificação para a decisão do campeonato nacional. Com a vantagem construída na primeira partida no Rio de Janeiro, onde venceram por 3 a 1, a equipe paulista precisava apenas de um bom resultado para selar a vaga. E foi o que aconteceu, com uma vitória suada por 1 a 0. O gol que sacramentou a classificação do São Paulo saiu no final da partida, em um contra-ataque rápido e preciso. A atacante Kesia foi quem balançou as redes, finalizando na saída da goleira Vivi, para a alegria da torcida tricolor. Retorno à decisão e busca por título inédito Esta classificação marca o retorno do São Paulo à decisão do Brasileirão Feminino após duas temporadas. A equipe já tem em seu histórico o título da Série A2 do torneio em 2019, mas ainda almeja a conquista inédita da primeira divisão. A busca pelo troféu da elite do futebol feminino brasileiro continua, e o time paulista demonstra estar preparado para o desafio final. A performance contra o Flamengo reforça o potencial da equipe. Adversário da final será definido em jogo emocionante Enquanto o São Paulo comemora a classificação, o outro finalista será conhecido na próxima segunda-feira, 21 de novembro. Corinthians e Bahia se enfrentam na Neo Química Arena, em São Paulo, em partida com transmissão ao vivo da TV Brasil. O Corinthians, conhecido como as Brabas, joga com a vantagem de ter vencido o primeiro confronto em Salvador por 1 a 0. A expectativa é de um jogo disputado pela vaga na final. Histórico e projeções para a grande final O São Paulo chega à final com a moral elevada, mostrando um futebol consistente ao longo da competição. A vitória sobre o Flamengo, um adversário tradicional, reforça a força do elenco. A torcida são-paulina agora aguarda a definição do adversário para conhecer os confrontos da grande final. O objetivo é claro: conquistar o título inédito do Brasileirão Feminino.

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Ed Sheeran se pronuncia sobre Gaza em 1º show após polêmica com Macklemore e pede desculpas por decisões difíceis

Ed Sheeran aborda conflito em Gaza e pede desculpas em show nos EUA após polêmica com Macklemore Em sua primeira apresentação desde a controvérsia envolvendo o rapper Macklemore, Ed Sheeran fez um pronunciamento contundente sobre a situação em Gaza. O cantor britânico, conhecido por sucessos como “Shape of You”, declarou que o cenário na Faixa de Gaza é “catastrófico e injustificável”, expressando profunda tristeza pela perda de vidas civis, especialmente de crianças. A fala de Sheeran ocorreu na Filadélfia, nos Estados Unidos, e marcou o início de seu retorno aos palcos após a polêmica que afastou Macklemore de sua turnê americana. O rapper foi retirado da programação após fazer um discurso em apoio à Palestina durante um show anterior, gerando repercussão e pedidos para sua exclusão. O cantor, que também lamentou a saída de outros artistas em solidariedade a Macklemore, afirmou que sua música busca promover união e humanidade, distanciando-se de discussões políticas. Ele assegurou aos fãs que honraria seu compromisso de continuar a turnê, mesmo que sozinho, e pediu desculpas por decisões difíceis tomadas na última semana, conforme divulgado pelo g1. Afastamento de Macklemore e solidariedade em cadeia A polêmica começou quando Macklemore, que estava escalado para abrir oito shows da turnê nos EUA, gritou “Free Palestine” (“Palestina Livre”) em Nova Jersey e expressou solidariedade aos palestinos. Essa manifestação levou o Conselho Israelense-Americano a solicitar sua remoção da turnê, o que acabou se concretizando. A decisão de afastar Macklemore gerou uma onda de solidariedade. A banda irlandesa Beoga, que costumava participar de algumas músicas de Ed Sheeran, deixou a turnê em apoio ao rapper. Posteriormente, a banda dinamarquesa Lukas Graham e o cantor irlandês Aaron Rowe, que substituiriam Macklemore, também anunciaram suas desistências. O cantor Finneas, que abriria os shows na América do Sul, seguiu o mesmo caminho. Ed Sheeran lamenta decisões e busca manter a turnê Ed Sheeran explicou que a decisão de prosseguir com a turnê partiu da promotora, a Messina Touring Group. Ele admitiu estar cometendo erros e pediu desculpas sinceras aos fãs e ao público. “Cumprir meu compromisso com meus fãs é algo absolutamente essencial para quem eu sou”, declarou o cantor durante o show. Apesar das críticas de colegas de profissão e usuários das redes sociais, Sheeran demonstrou seu desejo de manter a turnê em andamento. Ele ressaltou que está acostumado a críticas sobre suas músicas, mas que as recentes foram sobre um tema mais delicado, forçando-o a tomar “decisões difíceis”. Macklemore se pronuncia e Finneas apoia causa palestina Em um comunicado divulgado no Instagram, Macklemore declarou que não se considera uma vítima. “Temos carreiras, dinheiro, oportunidades, segurança e público no mundo todo. Quaisquer que sejam as consequências que enfrentemos pelo que dizemos, podemos voltar para casa e para nossas famílias. As vítimas são os palestinos”, escreveu o rapper. Finneas, por sua vez, manifestou apoio à causa palestina em suas redes sociais, afirmando: “Artistas não devem ser silenciados por se manifestar contra a opressão”. Sheeran tem apresentações marcadas em São Paulo nos dias 5

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Cannabis Medicinal no Brasil: Associações Pedem Clareza em Normas e Criticam Insegurança Jurídica

Novas Regras para Cannabis Medicinal Geram Dúvidas e Insegurança para Associações de Pacientes no Brasil As associações de pacientes que utilizam cannabis medicinal no Brasil celebram os avanços na regulamentação, mas apontam que o cenário atual ainda deixa importantes pontos em aberto. Questões cruciais como o cultivo da planta, o controle sanitário e sua inclusão na agricultura familiar carecem de definições mais concretas, gerando um clima de incerteza para o setor. O debate sobre esses desafios ganhou destaque durante a 2ª edição da feira Febre de Arte, realizada em Fortaleza. Representantes de diversas associações compartilharam suas preocupações, mencionando casos recentes de apreensões de encomendas e a destruição de plantações destinadas à produção de insumos para medicamentos. A paralisação nos debates e a falta de andamentos concretos desde a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 1.014 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) têm sido um obstáculo significativo. Conforme avaliação dos participantes do II Encontro Nacional Nordestino de Associações Canábicas (II Enac), a ausência de diretrizes claras sobre o cultivo de cannabis e seus desdobramentos contribui para a insegurança jurídica enfrentada pelas entidades. Insegurança e o Papel da Polícia na Regulamentação da Cannabis Maurício Gomes, diretor jurídico da Associação Canábica Florescer (Acaflor), de João Pessoa, ressalta que o prazo de cinco anos para adaptação das associações ao novo cenário regulatório, estabelecido pelo Poder Judiciário, transferiu a responsabilidade de solução para a Anvisa. No entanto, ele aponta que a realidade é outra: “Quem está batendo na nossa porta não é a vigilância sanitária, é a polícia”, declarou, evidenciando a falta de clareza nas ações de fiscalização. Antônio Carlos Araújo Fraga, técnico da coordenadoria de vigilância sanitária do Ceará, expressou preocupação com a relutância de alguns colegas em fiscalizar adequadamente. Ele concorda que a falta de subsídios e orientações práticas por parte do órgão gera um “jogo de empurra-empurra” e um vazio nas diretrizes. “Mesmo sem a regulamentação, não vai se saber o que fazer”, afirmou. Anvisa e a Participação Social na Construção de Normas A Anvisa, por sua vez, garante ter promovido a participação social no processo de elaboração das resoluções, com um total de 29 consultas realizadas a associações de pacientes e à comunidade científica, além da análise de experiências internacionais. Segundo a agência, foram recebidos e considerados 47 trabalhos científicos de 139 pesquisadores. A agência destaca que o marco regulatório é um resultado dos movimentos sociais e que não há como realizar fiscalização sem diálogo com tais movimentos, sugerindo que as associações busquem apresentar suas reivindicações diretamente à Anvisa por meio de audiências. Comunidade Canábica Questiona Critérios e Busca Clareza no Cultivo A comunidade canábica, representada por entidades como a Kaya Mind, questiona os critérios de seleção dos materiais compilados pela WeCann Academy, que organiza o WeCann Summit. A Kaya Mind levantou pontos cruciais que ainda carecem de definição, como o modelo definitivo de cultivo, quem poderá cultivar, os critérios técnicos a serem adotados, os limites de THC permitidos e a data de vigência efetiva da regulamentação. Akemy Viana Pinheiro, colaboradora

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