Zélia Duncan celebra 45 anos de carreira com “Agudo Grave”, álbum recheado de colaborações inéditas e parcerias de longa data.
A cantora e compositora Zélia Duncan está prestes a lançar seu mais novo álbum, intitulado “Agudo Grave”, com data marcada para 14 de maio. O disco promete ser um marco na celebração de seus 45 anos de carreira, apresentando um repertório essencialmente inédito e autoral.
O anúncio chega acompanhado do single que leva o nome do álbum, com lançamento oficial agendado para 30 de abril. A música “Agudo Grave” é uma composição da própria Zélia em parceria com Lucina, colaboradora frequente da artista desde os anos 90.
Gravado entre setembro de 2025 e janeiro de 2026 no Estúdio do Tó, em São Paulo, o álbum conta com a produção musical de Maria Beraldo. “Agudo Grave” sucede “Pelespírito”, lançado em 2021 e inteiramente focado na parceria com Juliano Holanda.
Parcerias estelares marcam o novo projeto de Zélia Duncan
Em “Agudo Grave”, Zélia Duncan expande seu leque de colaboradores, reunindo talentos de diversas gerações da música brasileira. Alberto Continentino assina três faixas, “E aí, IA?”, “Importante” e “Pontes no ar”, demonstrando uma forte conexão criativa.
A cantora também une forças com Ná Ozzetti na música “Meu plano” e com Lenine em “Maravilha disforme”, esta última relembrando a parceria de ambos no álbum “Pré-pós-tudo-bossa-band”, de 2007.
Outras participações notáveis incluem a própria produtora Maria Beraldo em “Voz”, Pedro Luís em “Olhos de cimento” e Zeca Baleiro em “Calmo”. Juliano Holanda também retorna como coautor de “Resolvidinho”, mostrando a continuidade de parcerias importantes.
Um disco que celebra a trajetória e a inovação
Editado pelo selo Duncan Discos e distribuído pela The Orchard, “Agudo Grave” não é apenas um lançamento, mas uma celebração dos 45 anos de uma carreira iniciada em 1981. A artista demonstra sua vitalidade ao explorar novas sonoridades e colaborações.
O álbum fecha com chave de ouro com a regravação de “Que tal o impossível?”, composição de Itamar Assumpção, artista que Zélia Duncan sempre admirou e incluiu em sua discografia. A produção contou com engenharia de som de Tó Brandileone, mixagem de Ricardo Mosca e masterização de Carlos Freitas.
A música-título, “Agudo Grave”, já adianta o tom do álbum com versos que refletem a profundidade da artista: “Sinto agudo e canto grave / No meu pequeno intenso mundo / Quantos imensos mundos cabem?”, revelam a essência deste novo trabalho.





