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Conselho de Ética da Câmara adia decisão sobre quebra de decoro de deputados bolsonaristas em invasão da mesa diretora

Conselho de Ética adia votação de punição contra deputados por quebra de decoro em episódio na Câmara

A análise de uma representação por quebra de decoro contra os deputados Marcos Pollon (PL-MS), Zé Trovão (PL-SC) e Marcel Van Hattem (Novo-RS) foi adiada no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Um pedido de vista apresentado pelo líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), suspendeu a deliberação do colegiado sobre o caso.

Os parlamentares são investigados por sua participação em um episódio ocorrido em agosto do ano passado, quando invadiram a mesa diretora da Câmara, impedindo o presidente da Casa, Arthur Lira, de assumir sua cadeira no plenário. O ato foi um protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e em defesa da anistia a envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro.

A decisão sobre as punições, que deverão ser aplicadas caso o colegiado vote pela procedência das representações, ficou para a próxima semana. O adiamento permite que os conselheiros analisem mais detalhadamente os argumentos e evidências apresentados.

Relator defende suspensão de mandato por dois meses

O relator do processo no Conselho de Ética, deputado Moses Rodrigues (União Brasil-CE), votou pela suspensão do mandato dos três parlamentares por dois meses. Ele argumentou que a Casa deve impor uma reprimenda severa para demonstrar que não tolera infrações dessa natureza.

“Esta Casa deve impor reprimenda severa, para que fique claro que este Parlamento não tolera o cometimento de infrações dessa natureza”, defendeu o deputado Moses Rodrigues. Ele ressaltou que não se pode admitir que parlamentares tentem impor suas pautas por meio de chantagem física nos espaços de deliberação.

Marcos Pollon responde a outra representação pelo mesmo episódio

Marcos Pollon enfrenta uma segunda representação relacionada ao mesmo episódio de invasão da mesa diretora. Neste caso, o relator, deputado Ricardo Maia (MDB-BA), recomendou a suspensão do mandato de Pollon por 90 dias.

Pollon é acusado, nesta outra representação da Mesa Diretora, de proferir ofensas de caráter pessoal contra Arthur Lira durante a ocupação do plenário. A investigação busca apurar a gravidade das condutas e a necessidade de sanções disciplinares.

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