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Economia

Mansueto Almeida, do BTG, cobra plano fiscal de Lula e aponta caminhos para o mercado voltar a confiar no Brasil

Economista-chefe do BTG Pactual, Mansueto Almeida, exige plano fiscal do governo Lula para reaquecer a confiança do mercado financeiro. O economista-chefe e sócio do BTG Pactual, Mansueto Almeida, fez um apelo contundente para que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresente um plano fiscal robusto antes de 2027. Segundo ele, a sinalização clara de medidas eficazes para controlar o crescimento das despesas públicas é fundamental para reverter a cautela dos investidores. A expectativa é que essa estratégia, ao demonstrar compromisso com a responsabilidade fiscal, possa criar um ambiente propício para a queda do dólar e dos juros, além de impulsionar a valorização da Bolsa de Valores. A confiança do mercado é vista como um motor essencial para o desenvolvimento econômico do país. Em entrevista recente à CNN Brasil, Mansueto Almeida, que já ocupou o cargo de secretário do Tesouro Nacional, enfatizou que o sucesso de qualquer plano fiscal depende intrinsecamente do apoio político irrestrito do presidente Lula, de seus ministros e de uma articulação eficiente com o Congresso Nacional. Essa união de esforços é vista como a chave para a implementação e o sucesso das medidas propostas, conforme informação divulgada pela CNN Brasil. A importância da sinalização e da execução do plano fiscal Mansueto Almeida destacou que os investidores estarão atentos não apenas ao anúncio das medidas fiscais, mas, crucialmente, à capacidade do governo em colocá-las em prática. A mera apresentação de uma estratégia que estabeleça limites claros para a expansão das despesas públicas já seria um passo significativo para a recuperação da confiança do mercado. “O mercado quer se animar, o mercado quer melhorar. Mas para o mercado melhorar, para o dólar cair, para os juros caírem e pra bolsa subir, nós precisamos do mínimo de sinalização do que será feito para melhorar as contas públicas no Brasil”, afirmou o economista, sublinhando a necessidade de clareza e objetividade nas ações governamentais. Ele defende que as diretrizes fiscais sejam apresentadas o mais rápido possível, evitando que o país adentre o ano de 2027 sem uma equipe econômica definida e sem clareza sobre os rumos a serem seguidos. Essa urgência se justifica pela necessidade de **previsibilidade e segurança jurídica** para os agentes econômicos. Perfil ideal para o Ministério da Fazenda e a necessidade de apoio político Ao comentar sobre o perfil ideal para comandar o Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida ressaltou a importância de um nome com **boa interlocução com o Congresso Nacional** e com apoio integral do presidente da República e dos demais membros do governo. Essa sinergia é vista como indispensável para a aprovação e execução de um plano fiscal que promova o controle do gasto público. “Tem que ser alguém que tenha uma boa interlocução com o Congresso Nacional, que tenha o completo apoio do presidente da República e de toda a turma política do governo, que ele terá condições de apresentar um plano fiscal que possibilitará o controle do crescimento do gasto”, explicou. O economista frisou que o ajuste fiscal não se resume a

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Paulo Guedes sob Investigação da PF por Suspeita de Crimes Financeiros em Empresa de Criptomoedas

PF investiga Paulo Guedes por suposta fraude em empresa de criptomoedas O ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, está sendo alvo de uma investigação pela Polícia Federal. A apuração, confirmada por fontes ligadas ao caso, foca em suspeitas de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional (SFN). A investigação gira em torno da participação de Guedes em uma empresa de criptomoedas, a OnilX, que estaria dificultando o resgate de valores por parte de seus investidores. A situação levanta preocupações sobre a conduta e o impacto financeiro para centenas de pessoas. De acordo com a apuração, Guedes teria atuado em conjunto com o empresário Fábio Lino de Almeida, proprietário da OnilX. A empresa prometia altos rendimentos mensais, atraindo investimentos milionários, mas agora enfrenta acusações de não honrar seus compromissos. A notícia sobre a investigação foi divulgada inicialmente pelo site Metrópoles e confirmada por outras publicações. Atuação de Guedes na OnilX Paulo Guedes teria se envolvido com a OnilX prestando consultoria ao empresário Fábio Lino de Almeida. Sua participação incluía reuniões estratégicas e o recebimento de potenciais investidores, buscando atrair capital para a empresa. A imagem do ex-ministro também foi utilizada em materiais de divulgação da companhia, apresentando-o como um dos apoiadores do negócio. Em uma das situações, Guedes foi fotografado ao lado de Fábio Lino e executivos da Visa em uma reunião descrita pela OnilX como de “alta relevância estratégica”. Além disso, o ex-ministro participou de palestras para investidores e assessores da empresa, chegando a elogiar o empreendimento para cerca de 500 pessoas e destacando sua importância para o mercado digital. Restrições da CVM e Prejuízos de Investidores A OnilX já vinha enfrentando problemas com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em janeiro, a CVM determinou a suspensão de ofertas públicas de serviços de intermediação de valores mobiliários pelo grupo. Embora a decisão tenha sido mantida em abril, a CVM esclareceu que a restrição não se aplicava à intermediação de criptomoedas como Bitcoin e Ethereum, desde que não houvesse promessa de rendimento. A investigação da Polícia Federal aponta que centenas de investidores podem ter sido lesados pela OnilX, com prejuízos milionários, especialmente na região Sul do país. O site Metrópoles identificou 108 ações judiciais contra o grupo entre junho e setembro. Casos de Prejuízo e Utilização do Nome de Guedes Um casal que cobra R$ 876,5 mil da empresa relatou ter ampliado seus investimentos após uma reunião com Paulo Guedes em abril, mas não conseguiu resgatar os valores quatro meses depois. Em outro caso, uma assessora da OnilX teria usado o nome de Guedes para atrair um investidor, afirmando que o ex-ministro “tá dentro da empresa” e oferecendo uma reunião com ele para negociações de valores entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões. A defesa de Paulo Guedes e Fábio Lino de Almeida, que compartilham os mesmos advogados, foi procurada pela reportagem e aguarda retorno. A OnilX, em sua defesa nos autos, nega as acusações e afirma operar regularmente no mercado de ativos virtuais. O inquérito tramita na 9ª Vara Federal de

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Reforma Tributária: Alíquota de Imposto de Consumo no Brasil Pode Ser a Maior do Mundo, Superando Previsões

Brasil pode ter o maior imposto de consumo do mundo após aprovação de alíquota pelo TCU A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) terá uma alíquota de 11,3%, segundo decisão do Tribunal de Contas da União (TCU). Este percentual, aprovado nesta quarta-feira (28), supera as projeções iniciais do governo e frustra expectativas de empresas que esperavam uma tributação menor com a reforma tributária. O valor definido pelo TCU ficou acima da faixa de 9% a 9,5% antes apontada por especialistas e pelo próprio governo. A decisão ocorreu poucos dias após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais, adicionando um novo elemento ao cenário econômico. Caso a proposta seja confirmada, a alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual brasileiro atingirá 30%. Este sistema será composto pela CBS federal, com a alíquota de 11,3%, e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), administrado por estados e municípios, estimado em 18,7%. Com essa taxa combinada, o Brasil se posicionaria como o país com o IVA mais alto do mundo, de acordo com um ranking da consultoria PwC. Senado tem prazo apertado para analisar a proposta de alíquota O Senado Federal tem até o dia 15 de dezembro para analisar a resolução que propõe a alíquota de 11,3% para a CBS. A legislação prevê que, caso não haja deliberação no prazo legal, os 11,3% calculados pelo TCU serão aplicados provisoriamente. Essa definição impactará diretamente as empresas a partir de janeiro de 2027, quando a cobrança efetiva da CBS se inicia. Anteriormente, o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) havia projetado uma alíquota de IVA de 27,91% para o final de junho. Mesmo esse patamar já colocaria o Brasil em primeiro lugar no ranking de alíquotas-base de IVA, superando a Hungria, segundo a consultoria PwC. A proposta inicial da Secretaria Especial da Reforma Tributária era de 26,5%, o que manteria o país em segundo lugar. Exceções tributárias e sigilo explicam a alíquota elevada, segundo especialistas O TCU justifica a alíquota maior que o esperado como resultado de uma calibragem técnica. O objetivo é replicar, em proporção do Produto Interno Bruto (PIB), a média arrecadada entre 2012 e 2021 por impostos como PIS, Cofins, IPI e IOF-Seguros, com meta fixada em cerca de 4,99% do PIB. A Receita Federal não apresentou um percentual numérico específico em sua proposta inicial ao TCU, optando por uma metodologia sigilosa com 17 módulos de cálculo. Tributaristas apontam que benefícios tributários e alíquotas reduzidas aprovadas pelo Congresso contribuem para o percentual elevado. Como o governo busca manter a arrecadação total, as exceções diminuem a base de empresas e operações sujeitas à alíquota padrão. Para compensar, a cobrança sobre os demais contribuintes precisa ser maior. Tributaristas questionam alíquota e tramitação sigilosa A divulgação do percentual gerou forte reação no meio tributário. Tiago Carneiro, coordenador de consultoria tributária da Abe Advogados, considera o valor surpreendente e prejudicial à previsibilidade. “O valor foi conhecido a pouco mais de dois meses da entrada em vigor da

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Governo Lula estuda “lista suja” de empresas punidas por demitir por voto político, após 1.140 denúncias

Governo Lula considera criar “lista suja” de empresas que demitirem por voto político O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está avaliando a criação de uma “lista suja” para identificar empresas que pressionam, ameaçam ou demitem funcionários por suas escolhas políticas. A medida surge em meio a um aumento expressivo de denúncias de assédio eleitoral após a vitória do petista no segundo turno das eleições presidenciais. Segundo dados do Ministério Público do Trabalho (MPT), foram registradas 1.140 denúncias de assédio eleitoral entre o encerramento do segundo turno e a noite de quarta-feira. Este número representa aproximadamente 30% de todas as queixas recebidas pelo órgão ao longo do ano, indicando a persistência do problema mesmo após o fim da votação. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que o objetivo é ter uma lista para mostrar à sociedade as empresas que cometem ilegalidades, configurando crime contra o trabalhador. A proposta visa não apenas a punição, mas também a transparência e a inibição de tais práticas. Conforme informação divulgada pelo Ministério do Trabalho, as denúncias aumentaram significativamente após a eleição. Medidas e inspiração na “lista suja” do trabalho escravo Entre as ações consideradas pelo governo está a restrição de acesso a linhas de crédito público para as empresas infratoras. Há também a possibilidade de comunicação do Banco Central ao sistema financeiro sobre as companhias que violarem a liberdade de escolha política dos trabalhadores. O ministro, contudo, não detalhou os critérios para inclusão na lista nem os métodos de comprovação das denúncias. O modelo que inspira essa iniciativa é a conhecida “lista suja” do trabalho escravo. Este cadastro reúne empregadores responsabilizados após fiscalizações e processos administrativos, garantindo o direito à ampla defesa. Ainda não está definido se a futura lista de assédio eleitoral seguirá os mesmos rigorosos critérios de investigação e responsabilização. Aumento de denúncias e repúdio do MPT O Ministério Público do Trabalho (MPT) registrou 991 denúncias antes do primeiro turno e outras 946 durante o segundo turno. Com os 1.140 registros subsequentes à eleição, o volume de reclamações cresceu consideravelmente, com relatos de ameaças de demissão e retaliações contra empregados por suas preferências políticas. O procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, enfatizou que o empresário é dono do negócio, mas não do voto de seu empregado. Ele declarou que demitir trabalhadores por convicção política é ilegal e será alvo de atuação do MPT perante a Justiça do Trabalho, buscando punir os responsáveis. Práticas persistentes e boicotes O MPT expressou preocupação com a continuidade de práticas como ameaças de demissão, dispensas arbitrárias, recusas de contratação e outras formas de retaliação motivadas pela opção política dos funcionários. O órgão considera tais condutas como assédio eleitoral, passíveis de ações judiciais. Paralelamente às denúncias de pressão por parte de empregadores, surgiram movimentos em redes sociais incentivando boicotes a estabelecimentos comerciais cujos proprietários declararam apoio a Lula. Em resposta, entidades empresariais manifestaram repúdio a esses atos e pediram respeito aos resultados das urnas, buscando um ambiente de tolerância e profissionalismo.

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Empresários Anunciam Fim de Ações Sociais Pós-Vitória de Lula: Incerteza Econômica Leva a Cortes em Doações e Apoios

Empresários encerram ações sociais em meio a incertezas econômicas após eleição de Lula Empresários de diversas regiões do país têm anunciado o encerramento de ações de assistência social que promoviam ou de que participavam após o resultado do segundo turno das eleições presidenciais, que reelegeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão é justificada por eles com o cenário de incerteza econômica que o país deve enfrentar nos próximos anos, durante o quarto mandato do petista. Um dos casos é o da gráfica Casa das Cópias, de Joinville (SC), que informou na segunda-feira (26) o cancelamento por tempo indeterminado de todos os apoios, patrocínios, participações em ações sociais, rifas, doações e compras institucionais. Segundo comunicado divulgado pela empresa no Instagram, a prioridade absoluta será concentrar esforços e recursos na manutenção da operação e na sustentabilidade do negócio. A gráfica também informou que fará uma reavaliação da decisão em janeiro de 2032. O cirurgião plástico André Miolo, que atende em Minas Gerais e São Paulo, anunciou a suspensão do programa de cirurgias gratuitas que mantinha há duas décadas, citando a instabilidade econômica e política do país e o grave cenário fiscal. Impacto em programas sociais e críticas nas redes A rede Ice Cream Mix, com lojas em diversas cidades brasileiras e em Angola, também comunicou que não promoverá mais qualquer tipo de ação que envolva doação de cestas básicas, brinquedos ou qualquer tipo de ajuda. A justificativa da empresa, no entanto, foi diferente, expressando cansaço em ajudar quem, segundo eles, prefere viver de auxílios do governo. A publicação gerou críticas nas redes sociais, levando o fundador da rede, Adriano Reis, a responder aos comentários. Em um vídeo, ele questionou por que eleitores do presidente reeleito ainda precisariam de cestas básicas se, segundo a narrativa política, teriam sido tirados da pobreza. Essa declaração intensificou o debate sobre as motivações por trás do encerramento das ações sociais. Repercussão política e ações legais contra demissões discriminatórias O deputado estadual reeleito Mário Gualberto (PL) atribuiu as decisões dos empresários à escolha feita pelo eleitorado, afirmando que a esquerda estaria acabando com a assistência social. Por outro lado, relatos de demissões de eleitores de Lula e incentivos a boicotes a empresas começaram a circular nas redes sociais. Essa prática é ilegal, pois a Constituição garante a liberdade de convicção política e a Lei 9.029/1995 proíbe discriminação nas relações de trabalho. O juiz Leonardo Saggese Fonseca, da 3ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, determinou a remoção de uma postagem da deputada estadual Índia Armelau (PL) que questionava se empresários deveriam manter funcionários que votaram em Lula. Investigação sobre incentivos a demissões e boicotes O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo na Câmara, anunciou ter acionado o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) para investigar os incentivos a demissões e boicotes divulgados nas redes sociais. Ele afirmou que há um comando centralizado por trás dessa ação. Pimenta destacou a gravidade das notícias sobre ações deliberadas e organizadas por

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Raízen emite 159 bilhões de ações para levantar R$ 39,8 bilhões e sanar dívida bilionária de R$ 61,4 bilhões

Raízen anuncia mega emissão de ações para combater dívida bilionária de R$ 61,4 bilhões A Raízen, gigante do setor de energia, anunciou nesta segunda-feira (26) um plano ambicioso para lidar com sua dívida que ultrapassa os R$ 61,4 bilhões. A companhia pretende emitir um volume expressivo de 159,2 bilhões de novas ações, buscando captar até R$ 39,8 bilhões para reforçar seu capital. Esta operação estratégica, contudo, ainda aguarda o aval de assembleias de acionistas, com reuniões agendadas para esta sexta-feira (30). Uma deliberação crucial do Conselho de Administração também está prevista para 6 de novembro, definindo os próximos passos da reestruturação financeira da empresa. Caso as aprovações ocorram conforme o cronograma, a expectativa é que os novos papéis sejam creditados aos investidores já em 18 de dezembro. A iniciativa visa aliviar a pressão do endividamento, que se tornou um ponto crítico para a Raízen, especialmente em um contexto de juros elevados no país. Conforme informação divulgada pela própria empresa, a reestruturação busca adequar o pagamento da dívida à capacidade de geração de caixa das operações. Três tipos de ativos serão ofertados aos investidores A emissão abrangerá três tipos distintos de ativos, cada um com suas características e negociação. Serão lançadas ações ordinárias (ON), que conferem direito a voto e são negociadas na bolsa, pelo valor de R$ 0,25 por unidade. Paralelamente, serão ofertadas as Units, uma combinação de uma ação ordinária com uma ação preferencial classe A (PNA), com preço inicial de R$ 0,50. Haverá também a emissão de ações preferenciais classe B (PNB), que não serão negociadas no mercado de ações e terão o custo inicial de R$ 0,25. A companhia ressalta que cada titular de ações ordinárias ou preferenciais terá direito de preferência nessas três emissões, podendo escolher quais valores mobiliários deseja subscrever, individualmente ou em combinação, dentro do limite de seu direito. Mudanças na B3 e o cenário de endividamento da Raízen A movimentação também implicará em alterações no painel da B3, a bolsa de valores brasileira. O código RAIZ4, atualmente utilizado para ações preferenciais, será modificado para RAIZ55, para representar a ação preferencial classe A. Essa mudança reflete a nova estrutura de capital que a empresa pretende implementar. A Raízen tem enfrentado desafios significativos devido ao custo do endividamento, que se intensificou com o ciclo de alta da taxa Selic. A taxa básica de juros, que estava em 4,5% ao ano em dezembro de 2019, retornou aos dois dígitos em março de 2021, durante a pandemia de Covid-19, elevando consideravelmente as despesas financeiras da companhia. É importante notar que a Raízen já apresentava um endividamento considerável mesmo antes desse cenário de juros elevados. No terceiro trimestre de 2019, a dívida bruta da empresa somava R$ 18,35 bilhões, com a dívida líquida em R$ 13,16 bilhões. Desde então, o passivo cresceu de forma expressiva, alcançando os R$ 61,4 bilhões que motivam o atual plano de recuperação extrajudicial. Impacto dos juros altos e riscos globais no endividamento O cenário de juros elevados no Brasil, impulsionado por fatores internos

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Ponto Facultativo Dia do Servidor 2026: Governo Federal Define Folga para Servidores Públicos em Outubro

Governo Federal estabelece ponto facultativo para o Dia do Servidor Público em 2026, impactando órgãos federais e gerando dúvidas sobre abrangência estadual e municipal. O governo federal anunciou que o Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro de 2026, será ponto facultativo para os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional. A decisão, oficializada pela Portaria MGI nº 11.460/2025, suspende o expediente nesses órgãos, mas garante a manutenção dos serviços essenciais para o funcionamento do país e o atendimento à população. Essa medida federal, no entanto, não se aplica automaticamente a estados e municípios, que possuem autonomia para definir suas próprias regras. A notícia traz um alívio para muitos servidores, mas é crucial entender as particularidades de cada esfera governamental. Acompanhe os detalhes sobre quem realmente terá a folga, as diferenças cruciais entre ponto facultativo e feriado, e quais são os próximos feriados nacionais previstos para o final de 2026, conforme informações divulgadas pelo governo federal. Dia do Servidor Público 2026: Quem pode folgar? No âmbito federal, o ponto facultativo para o Dia do Servidor Público em 28 de outubro de 2026 está garantido. Contudo, é fundamental que os servidores estejam cientes da necessidade de manter os **serviços essenciais** em pleno funcionamento, assegurando o atendimento contínuo à população. Essa ressalva é crucial para evitar interrupções em áreas críticas. Já para os servidores estaduais e municipais, a situação pode variar. Cada governo local tem a liberdade de decidir se concede a folga na data original, a transfere para outro dia ou se opta por não adotá-la. Em 2026, por exemplo, estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará já anunciaram a transferência do ponto facultativo para a sexta-feira, 30 de outubro. Para trabalhadores da iniciativa privada, a folga não é automática e depende de acordos coletivos ou individuais com os empregadores. Feriado Nacional vs. Ponto Facultativo: Entenda a Diferença É importante esclarecer que o Dia do Servidor Público **não é um feriado nacional**. Isso significa que o comércio e as empresas privadas, em regra, funcionam normalmente. O ponto facultativo é um decreto que desobriga o trabalho em repartições públicas em datas específicas, mas sua aplicação é uma decisão de cada esfera de governo: federal, estadual ou municipal. No caso de 2026, a portaria federal definiu o descanso para o dia 28 de outubro, mas permitiu que governadores e prefeitos ajustassem seus calendários. Por essa razão, a folga para o funcionalismo público pode variar geograficamente, e os servidores devem sempre verificar as regras específicas de seus respectivos órgãos e localidades. Próximos Feriados Nacionais em 2026 Após o ponto facultativo do Dia do Servidor Público, o calendário brasileiro de 2026 ainda reserva quatro feriados nacionais. O primeiro deles será o **Dia de Finados**, em 2 de novembro, que cairá em uma segunda-feira. Em seguida, teremos a **Proclamação da República**, em 15 de novembro, que será em um domingo. Na mesma semana, celebraremos o **Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra**, em 20 de novembro, uma sexta-feira. O último

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Burocracia e Reformas Preocupam Empresários: 7 em Cada 10 Veem Obstáculos Altos para Negócios no Brasil

Pesquisa G4: Burocracia e Incertezas Econômicas Afetam 70% dos Empresários Brasileiros Um cenário de desafios persistentes se desenha para os empreendedores no Brasil, onde a **burocracia** é apontada como um entrave significativo para o desenvolvimento dos negócios. Sete em cada dez empresários consideram a complexidade dos processos e exigências governamentais como alta ou até mesmo insuportável, revelando um obstáculo que exige atenção urgente do poder público. Adicionalmente, a pesquisa da G4, plataforma de soluções corporativas, indica que 68% dos empresários acreditam que o resultado das eleições presidenciais de 2026 terá um impacto direto em suas atividades. Essa percepção sublinha a importância do cenário político e econômico para a tomada de decisões e o planejamento estratégico no meio empresarial. “A sondagem mostra que o empresário continua enfrentando um ambiente de negócios complexo e espera que o próximo governo avance em medidas que aumentem a competitividade das empresas brasileiras”, afirma Tallis Gomes, presidente da G4. Conforme aponta a sondagem da G4, plataforma de soluções corporativas para micro, pequenas e médias empresas (PMEs), com 800 empresários de todas as regiões do país. Reforma Tributária Gera Dúvidas e Apreensões em 78% dos Empresários No topo das preocupações que pairam sobre o empresariado, a **reforma tributária** emerge como um ponto de grande apreensão. Um expressivo percentual de 78% dos respondentes enxerga a reforma com reservas ou incerteza, especialmente nas regiões Sul e Sudeste do país. A principal fonte de dúvida reside na definição da alíquota-base do futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que unificará diversos tributos federais, estaduais e municipais. Muitos empresários temem que a reforma, em vez de simplificar, possa **encarecer a operação** de suas empresas. Uma parcela de 54% acredita que as novas regras trarão custos adicionais, enquanto 27% ainda não conseguem avaliar os efeitos. Essa apreensão é compreensível, dado que a fase inicial de implementação demandará significativas adaptações nos sistemas e processos internos das companhias. Juros Altos e Custo de Crédito Lideram Lista de Obstáculos ao Crescimento Quando questionados sobre os entraves mais diretos ao crescimento de seus negócios, os empresários apontam, em primeiro lugar, os **juros altos e o custo do crédito**, mencionados por 25% dos entrevistados. A dificuldade de acesso a financiamentos acessíveis continua sendo um gargalo importante para a expansão. Em seguida, a **falta de mão de obra qualificada** surge como um problema relevante, citada por 24% dos participantes. A carência de profissionais com as competências necessárias impacta diretamente a produtividade e a capacidade de inovação das empresas. A carga tributária, embora já abordada na reforma, também figura como um entrave, representando 20% das preocupações. Redução de Impostos é a Medida Mais Desejada para o Pós-Eleições Diante deste cenário complexo, a demanda unânime do empresariado é clara: a **redução de impostos** sobre as empresas. Essa medida foi citada por 46% dos entrevistados como a mais desejada para o período pós-eleição. A busca por um sistema tributário mais leve e justo é uma prioridade absoluta para a saúde financeira e a competitividade do setor produtivo. Em segundo lugar, o **facilitação

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Eleições 2024: Lula x Bolsonaro, qual o futuro da economia brasileira em disputa?

Eleitores decidem entre dois caminhos distintos para a economia brasileira nas urnas A escolha nas urnas vai além da presidência, definindo o rumo econômico do Brasil. De um lado, a continuidade da estratégia atual com investimentos e gastos sociais. De outro, uma proposta de ajuste fiscal rigoroso com cortes e privatizações. O cenário é desafiador para quem assumir o cargo, com dívida elevada e pouca margem para manobras. A decisão eleitoral impactará diretamente o bolso do cidadão e o futuro do país. Conforme informações divulgadas, o próximo presidente enfrentará um quadro fiscal delicado, exigindo escolhas cruciais para equilibrar as contas e promover o desenvolvimento. Entenda as propostas e os desafios. Plano de Bolsonaro: Corte de gastos e enxugamento do Estado A agenda de Flávio Bolsonaro propõe uma ruptura com o modelo atual, focando na redução do tamanho do Estado. O principal diagnóstico é que o excesso de despesas públicas e a rigidez do setor estatal são obstáculos ao crescimento. As propostas incluem o corte de despesas administrativas, a revisão de estruturas governamentais e o combate a fraudes. A ideia é aumentar a participação da iniciativa privada em áreas hoje sob responsabilidade do Estado. Uma das medidas cogitadas é a redução do número de ministérios, passando dos atuais 38 para cerca de 25 ou 26, com a fusão de algumas pastas. A união dos ministérios da Previdência e do Trabalho é um exemplo discutido. A agenda econômica também prevê privatizações, concessões e a venda de imóveis da União. O objetivo é gerar receita e diminuir a intervenção direta do governo, abrindo espaço para o setor privado. Flávio Bolsonaro também defende a redução de impostos e a simplificação regulatória. Uma nova regra fiscal, atrelada à trajetória da dívida pública, é proposta para substituir o atual arcabouço, considerado insuficiente. O candidato do PL aposta na chamada Super PEC, que visa reduzir as despesas primárias do governo em até R$ 200 bilhões. A proposta, a ser apresentada ainda antes da posse, representa uma mudança significativa na trajetória das despesas públicas. Estratégia de Lula: Manutenção de gastos e estímulo ao crescimento O programa econômico de Luiz Inácio Lula da Silva baseia-se na premissa de que o Estado deve ter um papel relevante no crescimento. A estratégia combina investimentos públicos, estímulo à indústria e políticas de transferência de renda. O Novo PAC continua sendo um pilar para investimentos em infraestrutura. O governo pretende utilizar o BNDES para financiar projetos de longo prazo e manter políticas de incentivo à produção nacional. Na área social, a prioridade é a preservação e ampliação de programas como o Bolsa Família. A política de valorização real do salário mínimo também deve ser mantida, impactando o poder de compra e despesas previdenciárias. A continuidade da reforma tributária sobre o consumo, aprovada no atual governo, é outra frente importante. A próxima gestão terá a tarefa de implementar o novo sistema e regulamentar sua transição. O projeto de Lula também visa maior progressividade tributária, com aumento da tributação sobre rendas mais altas, incluindo dividendos.

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Congresso Prorroga MP de R$ 10,1 Bilhões para Exportadores e Combustíveis, Nova Chance Para Setores Chave

Congresso Nacional estende prazo de Medidas Provisórias essenciais, garantindo suporte financeiro para exportadores e subsídios para combustíveis. O Presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta segunda-feira (19) a prorrogação por mais 60 dias de três importantes medidas provisórias. Essas MPs visam oferecer apoio financeiro a exportadores brasileiros e manter subsídios no setor de combustíveis, garantindo a continuidade de programas cruciais para a economia. Publicados no Diário Oficial da União (DOU), os atos legislativos mantêm as regras em vigor enquanto deputados e senadores deliberam sobre as propostas. A decisão assegura estabilidade para os setores beneficiados, permitindo que as atividades econômicas prossigam sem interrupções abruptas. As medidas prorrogadas fazem parte de iniciativas do governo para mitigar impactos econômicos e garantir o abastecimento. Essa extensão demonstra a importância estratégica desses programas para a balança comercial e para a estabilidade de preços de produtos essenciais. Conforme informação divulgada, o Congresso Nacional busca dar um fôlego adicional para a análise destas propostas. Brasil Soberano: Reforço para Exportadores Brasileiros Duas das medidas prorrogadas integram o programa Brasil Soberano, uma iniciativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O objetivo é amparar empresas exportadoras que enfrentam dificuldades, especialmente aquelas afetadas por tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Essas ações são fundamentais para manter a competitividade do país no mercado internacional. Uma das MPs estende por mais um ano a suspensão de tributos para empresas específicas, um alívio fiscal significativo. A outra medida destina R$ 7 bilhões em crédito extraordinário, focado em financiar exportadores e seus respectivos fornecedores. Este crédito é vital para a manutenção e expansão das operações de exportação. Detalhes da Suspensão Tributária e Crédito A extensão da suspensão tributária não é automática para todas as empresas, exigindo o cumprimento de requisitos específicos. Entre as condições, destaca-se a participação no regime aduaneiro especial conhecido como drawback, além de prazos de suspensão específicos e a necessidade de um processo de encerramento ainda em análise governamental. O benefício abrange também empresas que produzem insumos intermediários utilizados na fabricação de mercadorias destinadas à exportação. Segundo o Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), os R$ 7 bilhões em recursos já foram empenhados, indicando o compromisso orçamentário para a transferência dos valores ao fundo responsável. Combustíveis: Subsídios Mantidos para Estabilizar Preços A terceira medida provisória prorrogada autoriza a destinação de R$ 3,1 bilhões em subvenções econômicas para importadores e produtores de combustíveis. Este auxílio faz parte de um pacote maior, que prevê R$ 34,9 bilhões adicionais para mitigar os efeitos do conflito no Oriente Médio sobre os preços da gasolina, diesel, gás de cozinha e querosene de aviação. Apesar da autorização, o governo ainda possui margens para novas subvenções. De acordo com o Siop, R$ 1,8 bilhão ainda pode ser liberado para este tipo de auxílio financeiro. A medida busca garantir a estabilidade dos preços dos combustíveis, impactando diretamente o bolso dos consumidores e o custo das atividades econômicas. MP Ambiental Perde Vigência Sem Prorrogação Em contrapartida às prorrogações, uma

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Mansueto Almeida, do BTG, cobra plano fiscal de Lula e aponta caminhos para o mercado voltar a confiar no Brasil

Economista-chefe do BTG Pactual, Mansueto Almeida, exige plano fiscal do governo Lula para reaquecer a confiança do mercado financeiro. O economista-chefe e sócio do BTG Pactual, Mansueto Almeida, fez um apelo contundente para que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresente um plano fiscal robusto antes de 2027. Segundo ele, a sinalização clara de medidas eficazes para controlar o crescimento das despesas públicas é fundamental para reverter a cautela dos investidores. A expectativa é que essa estratégia, ao demonstrar compromisso com a responsabilidade fiscal, possa criar um ambiente propício para a queda do dólar e dos juros, além de impulsionar a valorização da Bolsa de Valores. A confiança do mercado é vista como um motor essencial para o desenvolvimento econômico do país. Em entrevista recente à CNN Brasil, Mansueto Almeida, que já ocupou o cargo de secretário do Tesouro Nacional, enfatizou que o sucesso de qualquer plano fiscal depende intrinsecamente do apoio político irrestrito do presidente Lula, de seus ministros e de uma articulação eficiente com o Congresso Nacional. Essa união de esforços é vista como a chave para a implementação e o sucesso das medidas propostas, conforme informação divulgada pela CNN Brasil. A importância da sinalização e da execução do plano fiscal Mansueto Almeida destacou que os investidores estarão atentos não apenas ao anúncio das medidas fiscais, mas, crucialmente, à capacidade do governo em colocá-las em prática. A mera apresentação de uma estratégia que estabeleça limites claros para a expansão das despesas públicas já seria um passo significativo para a recuperação da confiança do mercado. “O mercado quer se animar, o mercado quer melhorar. Mas para o mercado melhorar, para o dólar cair, para os juros caírem e pra bolsa subir, nós precisamos do mínimo de sinalização do que será feito para melhorar as contas públicas no Brasil”, afirmou o economista, sublinhando a necessidade de clareza e objetividade nas ações governamentais. Ele defende que as diretrizes fiscais sejam apresentadas o mais rápido possível, evitando que o país adentre o ano de 2027 sem uma equipe econômica definida e sem clareza sobre os rumos a serem seguidos. Essa urgência se justifica pela necessidade de **previsibilidade e segurança jurídica** para os agentes econômicos. Perfil ideal para o Ministério da Fazenda e a necessidade de apoio político Ao comentar sobre o perfil ideal para comandar o Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida ressaltou a importância de um nome com **boa interlocução com o Congresso Nacional** e com apoio integral do presidente da República e dos demais membros do governo. Essa sinergia é vista como indispensável para a aprovação e execução de um plano fiscal que promova o controle do gasto público. “Tem que ser alguém que tenha uma boa interlocução com o Congresso Nacional, que tenha o completo apoio do presidente da República e de toda a turma política do governo, que ele terá condições de apresentar um plano fiscal que possibilitará o controle do crescimento do gasto”, explicou. O economista frisou que o ajuste fiscal não se resume a

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Paulo Guedes sob Investigação da PF por Suspeita de Crimes Financeiros em Empresa de Criptomoedas

PF investiga Paulo Guedes por suposta fraude em empresa de criptomoedas O ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, está sendo alvo de uma investigação pela Polícia Federal. A apuração, confirmada por fontes ligadas ao caso, foca em suspeitas de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional (SFN). A investigação gira em torno da participação de Guedes em uma empresa de criptomoedas, a OnilX, que estaria dificultando o resgate de valores por parte de seus investidores. A situação levanta preocupações sobre a conduta e o impacto financeiro para centenas de pessoas. De acordo com a apuração, Guedes teria atuado em conjunto com o empresário Fábio Lino de Almeida, proprietário da OnilX. A empresa prometia altos rendimentos mensais, atraindo investimentos milionários, mas agora enfrenta acusações de não honrar seus compromissos. A notícia sobre a investigação foi divulgada inicialmente pelo site Metrópoles e confirmada por outras publicações. Atuação de Guedes na OnilX Paulo Guedes teria se envolvido com a OnilX prestando consultoria ao empresário Fábio Lino de Almeida. Sua participação incluía reuniões estratégicas e o recebimento de potenciais investidores, buscando atrair capital para a empresa. A imagem do ex-ministro também foi utilizada em materiais de divulgação da companhia, apresentando-o como um dos apoiadores do negócio. Em uma das situações, Guedes foi fotografado ao lado de Fábio Lino e executivos da Visa em uma reunião descrita pela OnilX como de “alta relevância estratégica”. Além disso, o ex-ministro participou de palestras para investidores e assessores da empresa, chegando a elogiar o empreendimento para cerca de 500 pessoas e destacando sua importância para o mercado digital. Restrições da CVM e Prejuízos de Investidores A OnilX já vinha enfrentando problemas com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em janeiro, a CVM determinou a suspensão de ofertas públicas de serviços de intermediação de valores mobiliários pelo grupo. Embora a decisão tenha sido mantida em abril, a CVM esclareceu que a restrição não se aplicava à intermediação de criptomoedas como Bitcoin e Ethereum, desde que não houvesse promessa de rendimento. A investigação da Polícia Federal aponta que centenas de investidores podem ter sido lesados pela OnilX, com prejuízos milionários, especialmente na região Sul do país. O site Metrópoles identificou 108 ações judiciais contra o grupo entre junho e setembro. Casos de Prejuízo e Utilização do Nome de Guedes Um casal que cobra R$ 876,5 mil da empresa relatou ter ampliado seus investimentos após uma reunião com Paulo Guedes em abril, mas não conseguiu resgatar os valores quatro meses depois. Em outro caso, uma assessora da OnilX teria usado o nome de Guedes para atrair um investidor, afirmando que o ex-ministro “tá dentro da empresa” e oferecendo uma reunião com ele para negociações de valores entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões. A defesa de Paulo Guedes e Fábio Lino de Almeida, que compartilham os mesmos advogados, foi procurada pela reportagem e aguarda retorno. A OnilX, em sua defesa nos autos, nega as acusações e afirma operar regularmente no mercado de ativos virtuais. O inquérito tramita na 9ª Vara Federal de

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Reforma Tributária: Alíquota de Imposto de Consumo no Brasil Pode Ser a Maior do Mundo, Superando Previsões

Brasil pode ter o maior imposto de consumo do mundo após aprovação de alíquota pelo TCU A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) terá uma alíquota de 11,3%, segundo decisão do Tribunal de Contas da União (TCU). Este percentual, aprovado nesta quarta-feira (28), supera as projeções iniciais do governo e frustra expectativas de empresas que esperavam uma tributação menor com a reforma tributária. O valor definido pelo TCU ficou acima da faixa de 9% a 9,5% antes apontada por especialistas e pelo próprio governo. A decisão ocorreu poucos dias após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais, adicionando um novo elemento ao cenário econômico. Caso a proposta seja confirmada, a alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual brasileiro atingirá 30%. Este sistema será composto pela CBS federal, com a alíquota de 11,3%, e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), administrado por estados e municípios, estimado em 18,7%. Com essa taxa combinada, o Brasil se posicionaria como o país com o IVA mais alto do mundo, de acordo com um ranking da consultoria PwC. Senado tem prazo apertado para analisar a proposta de alíquota O Senado Federal tem até o dia 15 de dezembro para analisar a resolução que propõe a alíquota de 11,3% para a CBS. A legislação prevê que, caso não haja deliberação no prazo legal, os 11,3% calculados pelo TCU serão aplicados provisoriamente. Essa definição impactará diretamente as empresas a partir de janeiro de 2027, quando a cobrança efetiva da CBS se inicia. Anteriormente, o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) havia projetado uma alíquota de IVA de 27,91% para o final de junho. Mesmo esse patamar já colocaria o Brasil em primeiro lugar no ranking de alíquotas-base de IVA, superando a Hungria, segundo a consultoria PwC. A proposta inicial da Secretaria Especial da Reforma Tributária era de 26,5%, o que manteria o país em segundo lugar. Exceções tributárias e sigilo explicam a alíquota elevada, segundo especialistas O TCU justifica a alíquota maior que o esperado como resultado de uma calibragem técnica. O objetivo é replicar, em proporção do Produto Interno Bruto (PIB), a média arrecadada entre 2012 e 2021 por impostos como PIS, Cofins, IPI e IOF-Seguros, com meta fixada em cerca de 4,99% do PIB. A Receita Federal não apresentou um percentual numérico específico em sua proposta inicial ao TCU, optando por uma metodologia sigilosa com 17 módulos de cálculo. Tributaristas apontam que benefícios tributários e alíquotas reduzidas aprovadas pelo Congresso contribuem para o percentual elevado. Como o governo busca manter a arrecadação total, as exceções diminuem a base de empresas e operações sujeitas à alíquota padrão. Para compensar, a cobrança sobre os demais contribuintes precisa ser maior. Tributaristas questionam alíquota e tramitação sigilosa A divulgação do percentual gerou forte reação no meio tributário. Tiago Carneiro, coordenador de consultoria tributária da Abe Advogados, considera o valor surpreendente e prejudicial à previsibilidade. “O valor foi conhecido a pouco mais de dois meses da entrada em vigor da

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Governo Lula estuda “lista suja” de empresas punidas por demitir por voto político, após 1.140 denúncias

Governo Lula considera criar “lista suja” de empresas que demitirem por voto político O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está avaliando a criação de uma “lista suja” para identificar empresas que pressionam, ameaçam ou demitem funcionários por suas escolhas políticas. A medida surge em meio a um aumento expressivo de denúncias de assédio eleitoral após a vitória do petista no segundo turno das eleições presidenciais. Segundo dados do Ministério Público do Trabalho (MPT), foram registradas 1.140 denúncias de assédio eleitoral entre o encerramento do segundo turno e a noite de quarta-feira. Este número representa aproximadamente 30% de todas as queixas recebidas pelo órgão ao longo do ano, indicando a persistência do problema mesmo após o fim da votação. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que o objetivo é ter uma lista para mostrar à sociedade as empresas que cometem ilegalidades, configurando crime contra o trabalhador. A proposta visa não apenas a punição, mas também a transparência e a inibição de tais práticas. Conforme informação divulgada pelo Ministério do Trabalho, as denúncias aumentaram significativamente após a eleição. Medidas e inspiração na “lista suja” do trabalho escravo Entre as ações consideradas pelo governo está a restrição de acesso a linhas de crédito público para as empresas infratoras. Há também a possibilidade de comunicação do Banco Central ao sistema financeiro sobre as companhias que violarem a liberdade de escolha política dos trabalhadores. O ministro, contudo, não detalhou os critérios para inclusão na lista nem os métodos de comprovação das denúncias. O modelo que inspira essa iniciativa é a conhecida “lista suja” do trabalho escravo. Este cadastro reúne empregadores responsabilizados após fiscalizações e processos administrativos, garantindo o direito à ampla defesa. Ainda não está definido se a futura lista de assédio eleitoral seguirá os mesmos rigorosos critérios de investigação e responsabilização. Aumento de denúncias e repúdio do MPT O Ministério Público do Trabalho (MPT) registrou 991 denúncias antes do primeiro turno e outras 946 durante o segundo turno. Com os 1.140 registros subsequentes à eleição, o volume de reclamações cresceu consideravelmente, com relatos de ameaças de demissão e retaliações contra empregados por suas preferências políticas. O procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, enfatizou que o empresário é dono do negócio, mas não do voto de seu empregado. Ele declarou que demitir trabalhadores por convicção política é ilegal e será alvo de atuação do MPT perante a Justiça do Trabalho, buscando punir os responsáveis. Práticas persistentes e boicotes O MPT expressou preocupação com a continuidade de práticas como ameaças de demissão, dispensas arbitrárias, recusas de contratação e outras formas de retaliação motivadas pela opção política dos funcionários. O órgão considera tais condutas como assédio eleitoral, passíveis de ações judiciais. Paralelamente às denúncias de pressão por parte de empregadores, surgiram movimentos em redes sociais incentivando boicotes a estabelecimentos comerciais cujos proprietários declararam apoio a Lula. Em resposta, entidades empresariais manifestaram repúdio a esses atos e pediram respeito aos resultados das urnas, buscando um ambiente de tolerância e profissionalismo.

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Empresários Anunciam Fim de Ações Sociais Pós-Vitória de Lula: Incerteza Econômica Leva a Cortes em Doações e Apoios

Empresários encerram ações sociais em meio a incertezas econômicas após eleição de Lula Empresários de diversas regiões do país têm anunciado o encerramento de ações de assistência social que promoviam ou de que participavam após o resultado do segundo turno das eleições presidenciais, que reelegeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão é justificada por eles com o cenário de incerteza econômica que o país deve enfrentar nos próximos anos, durante o quarto mandato do petista. Um dos casos é o da gráfica Casa das Cópias, de Joinville (SC), que informou na segunda-feira (26) o cancelamento por tempo indeterminado de todos os apoios, patrocínios, participações em ações sociais, rifas, doações e compras institucionais. Segundo comunicado divulgado pela empresa no Instagram, a prioridade absoluta será concentrar esforços e recursos na manutenção da operação e na sustentabilidade do negócio. A gráfica também informou que fará uma reavaliação da decisão em janeiro de 2032. O cirurgião plástico André Miolo, que atende em Minas Gerais e São Paulo, anunciou a suspensão do programa de cirurgias gratuitas que mantinha há duas décadas, citando a instabilidade econômica e política do país e o grave cenário fiscal. Impacto em programas sociais e críticas nas redes A rede Ice Cream Mix, com lojas em diversas cidades brasileiras e em Angola, também comunicou que não promoverá mais qualquer tipo de ação que envolva doação de cestas básicas, brinquedos ou qualquer tipo de ajuda. A justificativa da empresa, no entanto, foi diferente, expressando cansaço em ajudar quem, segundo eles, prefere viver de auxílios do governo. A publicação gerou críticas nas redes sociais, levando o fundador da rede, Adriano Reis, a responder aos comentários. Em um vídeo, ele questionou por que eleitores do presidente reeleito ainda precisariam de cestas básicas se, segundo a narrativa política, teriam sido tirados da pobreza. Essa declaração intensificou o debate sobre as motivações por trás do encerramento das ações sociais. Repercussão política e ações legais contra demissões discriminatórias O deputado estadual reeleito Mário Gualberto (PL) atribuiu as decisões dos empresários à escolha feita pelo eleitorado, afirmando que a esquerda estaria acabando com a assistência social. Por outro lado, relatos de demissões de eleitores de Lula e incentivos a boicotes a empresas começaram a circular nas redes sociais. Essa prática é ilegal, pois a Constituição garante a liberdade de convicção política e a Lei 9.029/1995 proíbe discriminação nas relações de trabalho. O juiz Leonardo Saggese Fonseca, da 3ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, determinou a remoção de uma postagem da deputada estadual Índia Armelau (PL) que questionava se empresários deveriam manter funcionários que votaram em Lula. Investigação sobre incentivos a demissões e boicotes O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo na Câmara, anunciou ter acionado o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) para investigar os incentivos a demissões e boicotes divulgados nas redes sociais. Ele afirmou que há um comando centralizado por trás dessa ação. Pimenta destacou a gravidade das notícias sobre ações deliberadas e organizadas por

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Raízen emite 159 bilhões de ações para levantar R$ 39,8 bilhões e sanar dívida bilionária de R$ 61,4 bilhões

Raízen anuncia mega emissão de ações para combater dívida bilionária de R$ 61,4 bilhões A Raízen, gigante do setor de energia, anunciou nesta segunda-feira (26) um plano ambicioso para lidar com sua dívida que ultrapassa os R$ 61,4 bilhões. A companhia pretende emitir um volume expressivo de 159,2 bilhões de novas ações, buscando captar até R$ 39,8 bilhões para reforçar seu capital. Esta operação estratégica, contudo, ainda aguarda o aval de assembleias de acionistas, com reuniões agendadas para esta sexta-feira (30). Uma deliberação crucial do Conselho de Administração também está prevista para 6 de novembro, definindo os próximos passos da reestruturação financeira da empresa. Caso as aprovações ocorram conforme o cronograma, a expectativa é que os novos papéis sejam creditados aos investidores já em 18 de dezembro. A iniciativa visa aliviar a pressão do endividamento, que se tornou um ponto crítico para a Raízen, especialmente em um contexto de juros elevados no país. Conforme informação divulgada pela própria empresa, a reestruturação busca adequar o pagamento da dívida à capacidade de geração de caixa das operações. Três tipos de ativos serão ofertados aos investidores A emissão abrangerá três tipos distintos de ativos, cada um com suas características e negociação. Serão lançadas ações ordinárias (ON), que conferem direito a voto e são negociadas na bolsa, pelo valor de R$ 0,25 por unidade. Paralelamente, serão ofertadas as Units, uma combinação de uma ação ordinária com uma ação preferencial classe A (PNA), com preço inicial de R$ 0,50. Haverá também a emissão de ações preferenciais classe B (PNB), que não serão negociadas no mercado de ações e terão o custo inicial de R$ 0,25. A companhia ressalta que cada titular de ações ordinárias ou preferenciais terá direito de preferência nessas três emissões, podendo escolher quais valores mobiliários deseja subscrever, individualmente ou em combinação, dentro do limite de seu direito. Mudanças na B3 e o cenário de endividamento da Raízen A movimentação também implicará em alterações no painel da B3, a bolsa de valores brasileira. O código RAIZ4, atualmente utilizado para ações preferenciais, será modificado para RAIZ55, para representar a ação preferencial classe A. Essa mudança reflete a nova estrutura de capital que a empresa pretende implementar. A Raízen tem enfrentado desafios significativos devido ao custo do endividamento, que se intensificou com o ciclo de alta da taxa Selic. A taxa básica de juros, que estava em 4,5% ao ano em dezembro de 2019, retornou aos dois dígitos em março de 2021, durante a pandemia de Covid-19, elevando consideravelmente as despesas financeiras da companhia. É importante notar que a Raízen já apresentava um endividamento considerável mesmo antes desse cenário de juros elevados. No terceiro trimestre de 2019, a dívida bruta da empresa somava R$ 18,35 bilhões, com a dívida líquida em R$ 13,16 bilhões. Desde então, o passivo cresceu de forma expressiva, alcançando os R$ 61,4 bilhões que motivam o atual plano de recuperação extrajudicial. Impacto dos juros altos e riscos globais no endividamento O cenário de juros elevados no Brasil, impulsionado por fatores internos

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Ponto Facultativo Dia do Servidor 2026: Governo Federal Define Folga para Servidores Públicos em Outubro

Governo Federal estabelece ponto facultativo para o Dia do Servidor Público em 2026, impactando órgãos federais e gerando dúvidas sobre abrangência estadual e municipal. O governo federal anunciou que o Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro de 2026, será ponto facultativo para os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional. A decisão, oficializada pela Portaria MGI nº 11.460/2025, suspende o expediente nesses órgãos, mas garante a manutenção dos serviços essenciais para o funcionamento do país e o atendimento à população. Essa medida federal, no entanto, não se aplica automaticamente a estados e municípios, que possuem autonomia para definir suas próprias regras. A notícia traz um alívio para muitos servidores, mas é crucial entender as particularidades de cada esfera governamental. Acompanhe os detalhes sobre quem realmente terá a folga, as diferenças cruciais entre ponto facultativo e feriado, e quais são os próximos feriados nacionais previstos para o final de 2026, conforme informações divulgadas pelo governo federal. Dia do Servidor Público 2026: Quem pode folgar? No âmbito federal, o ponto facultativo para o Dia do Servidor Público em 28 de outubro de 2026 está garantido. Contudo, é fundamental que os servidores estejam cientes da necessidade de manter os **serviços essenciais** em pleno funcionamento, assegurando o atendimento contínuo à população. Essa ressalva é crucial para evitar interrupções em áreas críticas. Já para os servidores estaduais e municipais, a situação pode variar. Cada governo local tem a liberdade de decidir se concede a folga na data original, a transfere para outro dia ou se opta por não adotá-la. Em 2026, por exemplo, estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará já anunciaram a transferência do ponto facultativo para a sexta-feira, 30 de outubro. Para trabalhadores da iniciativa privada, a folga não é automática e depende de acordos coletivos ou individuais com os empregadores. Feriado Nacional vs. Ponto Facultativo: Entenda a Diferença É importante esclarecer que o Dia do Servidor Público **não é um feriado nacional**. Isso significa que o comércio e as empresas privadas, em regra, funcionam normalmente. O ponto facultativo é um decreto que desobriga o trabalho em repartições públicas em datas específicas, mas sua aplicação é uma decisão de cada esfera de governo: federal, estadual ou municipal. No caso de 2026, a portaria federal definiu o descanso para o dia 28 de outubro, mas permitiu que governadores e prefeitos ajustassem seus calendários. Por essa razão, a folga para o funcionalismo público pode variar geograficamente, e os servidores devem sempre verificar as regras específicas de seus respectivos órgãos e localidades. Próximos Feriados Nacionais em 2026 Após o ponto facultativo do Dia do Servidor Público, o calendário brasileiro de 2026 ainda reserva quatro feriados nacionais. O primeiro deles será o **Dia de Finados**, em 2 de novembro, que cairá em uma segunda-feira. Em seguida, teremos a **Proclamação da República**, em 15 de novembro, que será em um domingo. Na mesma semana, celebraremos o **Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra**, em 20 de novembro, uma sexta-feira. O último

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Burocracia e Reformas Preocupam Empresários: 7 em Cada 10 Veem Obstáculos Altos para Negócios no Brasil

Pesquisa G4: Burocracia e Incertezas Econômicas Afetam 70% dos Empresários Brasileiros Um cenário de desafios persistentes se desenha para os empreendedores no Brasil, onde a **burocracia** é apontada como um entrave significativo para o desenvolvimento dos negócios. Sete em cada dez empresários consideram a complexidade dos processos e exigências governamentais como alta ou até mesmo insuportável, revelando um obstáculo que exige atenção urgente do poder público. Adicionalmente, a pesquisa da G4, plataforma de soluções corporativas, indica que 68% dos empresários acreditam que o resultado das eleições presidenciais de 2026 terá um impacto direto em suas atividades. Essa percepção sublinha a importância do cenário político e econômico para a tomada de decisões e o planejamento estratégico no meio empresarial. “A sondagem mostra que o empresário continua enfrentando um ambiente de negócios complexo e espera que o próximo governo avance em medidas que aumentem a competitividade das empresas brasileiras”, afirma Tallis Gomes, presidente da G4. Conforme aponta a sondagem da G4, plataforma de soluções corporativas para micro, pequenas e médias empresas (PMEs), com 800 empresários de todas as regiões do país. Reforma Tributária Gera Dúvidas e Apreensões em 78% dos Empresários No topo das preocupações que pairam sobre o empresariado, a **reforma tributária** emerge como um ponto de grande apreensão. Um expressivo percentual de 78% dos respondentes enxerga a reforma com reservas ou incerteza, especialmente nas regiões Sul e Sudeste do país. A principal fonte de dúvida reside na definição da alíquota-base do futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que unificará diversos tributos federais, estaduais e municipais. Muitos empresários temem que a reforma, em vez de simplificar, possa **encarecer a operação** de suas empresas. Uma parcela de 54% acredita que as novas regras trarão custos adicionais, enquanto 27% ainda não conseguem avaliar os efeitos. Essa apreensão é compreensível, dado que a fase inicial de implementação demandará significativas adaptações nos sistemas e processos internos das companhias. Juros Altos e Custo de Crédito Lideram Lista de Obstáculos ao Crescimento Quando questionados sobre os entraves mais diretos ao crescimento de seus negócios, os empresários apontam, em primeiro lugar, os **juros altos e o custo do crédito**, mencionados por 25% dos entrevistados. A dificuldade de acesso a financiamentos acessíveis continua sendo um gargalo importante para a expansão. Em seguida, a **falta de mão de obra qualificada** surge como um problema relevante, citada por 24% dos participantes. A carência de profissionais com as competências necessárias impacta diretamente a produtividade e a capacidade de inovação das empresas. A carga tributária, embora já abordada na reforma, também figura como um entrave, representando 20% das preocupações. Redução de Impostos é a Medida Mais Desejada para o Pós-Eleições Diante deste cenário complexo, a demanda unânime do empresariado é clara: a **redução de impostos** sobre as empresas. Essa medida foi citada por 46% dos entrevistados como a mais desejada para o período pós-eleição. A busca por um sistema tributário mais leve e justo é uma prioridade absoluta para a saúde financeira e a competitividade do setor produtivo. Em segundo lugar, o **facilitação

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Eleições 2024: Lula x Bolsonaro, qual o futuro da economia brasileira em disputa?

Eleitores decidem entre dois caminhos distintos para a economia brasileira nas urnas A escolha nas urnas vai além da presidência, definindo o rumo econômico do Brasil. De um lado, a continuidade da estratégia atual com investimentos e gastos sociais. De outro, uma proposta de ajuste fiscal rigoroso com cortes e privatizações. O cenário é desafiador para quem assumir o cargo, com dívida elevada e pouca margem para manobras. A decisão eleitoral impactará diretamente o bolso do cidadão e o futuro do país. Conforme informações divulgadas, o próximo presidente enfrentará um quadro fiscal delicado, exigindo escolhas cruciais para equilibrar as contas e promover o desenvolvimento. Entenda as propostas e os desafios. Plano de Bolsonaro: Corte de gastos e enxugamento do Estado A agenda de Flávio Bolsonaro propõe uma ruptura com o modelo atual, focando na redução do tamanho do Estado. O principal diagnóstico é que o excesso de despesas públicas e a rigidez do setor estatal são obstáculos ao crescimento. As propostas incluem o corte de despesas administrativas, a revisão de estruturas governamentais e o combate a fraudes. A ideia é aumentar a participação da iniciativa privada em áreas hoje sob responsabilidade do Estado. Uma das medidas cogitadas é a redução do número de ministérios, passando dos atuais 38 para cerca de 25 ou 26, com a fusão de algumas pastas. A união dos ministérios da Previdência e do Trabalho é um exemplo discutido. A agenda econômica também prevê privatizações, concessões e a venda de imóveis da União. O objetivo é gerar receita e diminuir a intervenção direta do governo, abrindo espaço para o setor privado. Flávio Bolsonaro também defende a redução de impostos e a simplificação regulatória. Uma nova regra fiscal, atrelada à trajetória da dívida pública, é proposta para substituir o atual arcabouço, considerado insuficiente. O candidato do PL aposta na chamada Super PEC, que visa reduzir as despesas primárias do governo em até R$ 200 bilhões. A proposta, a ser apresentada ainda antes da posse, representa uma mudança significativa na trajetória das despesas públicas. Estratégia de Lula: Manutenção de gastos e estímulo ao crescimento O programa econômico de Luiz Inácio Lula da Silva baseia-se na premissa de que o Estado deve ter um papel relevante no crescimento. A estratégia combina investimentos públicos, estímulo à indústria e políticas de transferência de renda. O Novo PAC continua sendo um pilar para investimentos em infraestrutura. O governo pretende utilizar o BNDES para financiar projetos de longo prazo e manter políticas de incentivo à produção nacional. Na área social, a prioridade é a preservação e ampliação de programas como o Bolsa Família. A política de valorização real do salário mínimo também deve ser mantida, impactando o poder de compra e despesas previdenciárias. A continuidade da reforma tributária sobre o consumo, aprovada no atual governo, é outra frente importante. A próxima gestão terá a tarefa de implementar o novo sistema e regulamentar sua transição. O projeto de Lula também visa maior progressividade tributária, com aumento da tributação sobre rendas mais altas, incluindo dividendos.

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Congresso Prorroga MP de R$ 10,1 Bilhões para Exportadores e Combustíveis, Nova Chance Para Setores Chave

Congresso Nacional estende prazo de Medidas Provisórias essenciais, garantindo suporte financeiro para exportadores e subsídios para combustíveis. O Presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta segunda-feira (19) a prorrogação por mais 60 dias de três importantes medidas provisórias. Essas MPs visam oferecer apoio financeiro a exportadores brasileiros e manter subsídios no setor de combustíveis, garantindo a continuidade de programas cruciais para a economia. Publicados no Diário Oficial da União (DOU), os atos legislativos mantêm as regras em vigor enquanto deputados e senadores deliberam sobre as propostas. A decisão assegura estabilidade para os setores beneficiados, permitindo que as atividades econômicas prossigam sem interrupções abruptas. As medidas prorrogadas fazem parte de iniciativas do governo para mitigar impactos econômicos e garantir o abastecimento. Essa extensão demonstra a importância estratégica desses programas para a balança comercial e para a estabilidade de preços de produtos essenciais. Conforme informação divulgada, o Congresso Nacional busca dar um fôlego adicional para a análise destas propostas. Brasil Soberano: Reforço para Exportadores Brasileiros Duas das medidas prorrogadas integram o programa Brasil Soberano, uma iniciativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O objetivo é amparar empresas exportadoras que enfrentam dificuldades, especialmente aquelas afetadas por tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Essas ações são fundamentais para manter a competitividade do país no mercado internacional. Uma das MPs estende por mais um ano a suspensão de tributos para empresas específicas, um alívio fiscal significativo. A outra medida destina R$ 7 bilhões em crédito extraordinário, focado em financiar exportadores e seus respectivos fornecedores. Este crédito é vital para a manutenção e expansão das operações de exportação. Detalhes da Suspensão Tributária e Crédito A extensão da suspensão tributária não é automática para todas as empresas, exigindo o cumprimento de requisitos específicos. Entre as condições, destaca-se a participação no regime aduaneiro especial conhecido como drawback, além de prazos de suspensão específicos e a necessidade de um processo de encerramento ainda em análise governamental. O benefício abrange também empresas que produzem insumos intermediários utilizados na fabricação de mercadorias destinadas à exportação. Segundo o Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), os R$ 7 bilhões em recursos já foram empenhados, indicando o compromisso orçamentário para a transferência dos valores ao fundo responsável. Combustíveis: Subsídios Mantidos para Estabilizar Preços A terceira medida provisória prorrogada autoriza a destinação de R$ 3,1 bilhões em subvenções econômicas para importadores e produtores de combustíveis. Este auxílio faz parte de um pacote maior, que prevê R$ 34,9 bilhões adicionais para mitigar os efeitos do conflito no Oriente Médio sobre os preços da gasolina, diesel, gás de cozinha e querosene de aviação. Apesar da autorização, o governo ainda possui margens para novas subvenções. De acordo com o Siop, R$ 1,8 bilhão ainda pode ser liberado para este tipo de auxílio financeiro. A medida busca garantir a estabilidade dos preços dos combustíveis, impactando diretamente o bolso dos consumidores e o custo das atividades econômicas. MP Ambiental Perde Vigência Sem Prorrogação Em contrapartida às prorrogações, uma

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