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Celebridades

Brasileira Daniela Tassy Brilha em Blockbuster Chinês de Ficção Científica com Missão para Salvar a Humanidade

Daniela Tassy: De Andradina para as Estrelas em Blockbuster Chinês A distância entre o Brasil e a China, de aproximadamente 18 mil quilômetros, parece ter encurtado drasticamente para Daniela Tassy. A brasileira, natural de Andradina (SP), transformou seu sonho de ser atriz em realidade ao integrar o elenco de “Terra à Deriva 2”, um aclamado filme chinês de ficção científica que já arrecadou mais de R$ 2,5 bilhões nas bilheterias globais. O longa, que estreou nos cinemas brasileiros em agosto deste ano, narra uma corrida contra o tempo para salvar a Terra de uma ameaça solar iminente. Daniela, que se mudou para a China há mais de uma década com o objetivo inicial de trabalhar como tradutora, viu sua trajetória profissional tomar um rumo inesperado e promissor. A vivência no país asiático não só abriu portas para uma nova carreira, mas também proporcionou uma ponte cultural única, conectando sua terra natal com seu novo lar através da sétima arte. A emoção de ver uma personagem brasileira em uma missão de escala mundial tem tocado profundamente o público. A atriz interpreta Emília Soares, uma astronauta brasileira que desempenha um papel crucial em uma missão espacial internacional. Sua participação, embora envolta em mistério para evitar spoilers, é um ponto alto da trama, simbolizando a união de diferentes nações em prol da sobrevivência da humanidade. A presença de uma personagem com a bandeira do Brasil em um contexto tão grandioso tem gerado grande comoção e orgulho entre os espectadores brasileiros. O Sonho de Atuar Ganha Vida na China A jornada de Daniela Tassy no mundo da atuação começou timidamente em sua cidade natal, Andradina, onde participava de apresentações teatrais e de dança em uma escola de idiomas. Apesar da timidez inicial, o desejo de estar envolvida com a arte sempre foi presente. Após morar nos Estados Unidos e trabalhar em São Paulo, foi na China que seu interesse pela atuação se consolidou como profissão. Inicialmente, Daniela trabalhou como figurante em diversas produções chinesas, ganhando experiência e aprimorando suas habilidades. Ao se mudar para Pequim, decidiu investir em sua formação como atriz e passou a buscar oportunidades em doramas, as populares séries de TV e streaming asiáticas. Essa sequência de trabalhos abriu caminho para sua estreia nas telonas, culminando em sua participação em “Terra à Deriva 2”. De Teste para Repórter a Astronauta em Blockbuster O caminho para interpretar a astronauta Emília Soares não foi direto. Daniela Tassy chegou a fazer testes para o papel de uma repórter na produção. No entanto, seu desempenho impressionou a equipe de produção, que viu nela o potencial ideal para dar vida à personagem brasileira na missão espacial. A escolha reflete o reconhecimento de seu talento e sua capacidade de representar o Brasil em uma superprodução internacional. A atriz acredita que a presença de uma personagem brasileira em um filme de alcance global como “Terra à Deriva 2” é fundamental para aproximar o público do país da história. “Os brasileiros que assistiram ficaram muito emocionados. Ver uma personagem

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Ney Matogrosso e David LaChapelle: A Ousadia em Cores Vibrantes Capturada em Fotos para Turnê “85 Anos de Ousadia”

Ney Matogrosso e David LaChapelle unem arte e natureza em ensaio fotográfico deslumbrante para nova turnê A notícia da turnê “85 anos de ousadia” de Ney Matogrosso, que percorrerá o Brasil em 2027, já era esperada, tendo sido antecipada pelo jornalista Julio Maria. No entanto, a divulgação das imagens oficiais para a campanha da turnê, produzidas pelo aclamado fotógrafo americano David LaChapelle, revelou um espetáculo visual à parte. As fotografias foram capturadas no Jardim Botânico de São Paulo e apresentam Ney Matogrosso em um cenário de cores vibrantes, marca registrada de LaChapelle. O fotógrafo é conhecido por suas criações que mesclam referências da arte clássica barroca com a Pop Art de Andy Warhol, resultando em composições suntuosas e impactantes. Para além do impacto visual imediato, as imagens parecem capturar a profunda conexão de Ney Matogrosso com o universo natural. O artista, que sempre demonstrou afinidade com os animais e a natureza, é retratado em uma harmonia genuína com o ambiente, revelando um amor profundo por bichos, plantas e paisagens. Esses elementos, a ousadia característica de Ney e a beleza intrínseca da natureza, foram habilmente traduzidos pelas lentes de David LaChapelle. As fotos, que já são um show por si só, prometem ser um dos pontos altos da divulgação da turnê “85 anos de ousadia”, que tem estreia marcada para 30 de janeiro no Estádio Nubank Parque, em São Paulo. O Legado de LaChapelle e a Expressão de Ney David LaChapelle é mundialmente reconhecido por seu estilo único, que eleva a fotografia a um patamar de arte performática. Suas obras são conhecidas pela intensidade das cores, pela teatralidade das cenas e por uma estética que desafia o convencional. Ao trazer essa visão para Ney Matogrosso, LaChapelle não apenas registrou a imagem do cantor, mas imortalizou sua essência. A escolha de Ney Matogrosso para uma turnê comemorativa de 85 anos reforça sua posição como um ícone da música e da cultura brasileira. Sua carreira é marcada pela constante reinvenção e por uma ousadia que inspira gerações, características que se refletem perfeitamente na proposta visual criada por LaChapelle. A Natureza como Palco e Inspiração O Jardim Botânico de São Paulo serviu como um cenário perfeito para a colaboração. A exuberância da flora e a serenidade do ambiente natural contrastam e, ao mesmo tempo, complementam a figura vibrante e expressiva de Ney Matogrosso. As fotos transmitem uma sensação de pertencimento, como se o artista fosse parte integrante da paisagem. Essa relação íntima com a natureza é um tema recorrente na vida e obra de Ney. Ele frequentemente expressa seu apreço pelo mundo natural, e essa afinidade se manifesta de forma poderosa nas imagens de LaChapelle, que conseguiram capturar essa sinergia de maneira espetacular. Uma Prévia do Espetáculo “85 Anos de Ousadia” As fotografias divulgadas são apenas um aperitivo do que o público pode esperar da turnê “85 anos de ousadia”. A combinação da genialidade artística de Ney Matogrosso com a visão vanguardista de David LaChapelle promete uma experiência inesquecível, tanto visual quanto musicalmente. A

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João Bosco e Vanessa Moreno recriam magia de ‘Memória da Pele’ em novo álbum dos 80 anos

João Bosco celebra 80 anos com álbum especial e convida Vanessa Moreno para revisitar ‘Memória da Pele’ em dueto inédito. O renomado músico João Bosco está prestes a lançar um presente para seus fãs e admiradores: o álbum comemorativo de seus 80 anos, intitulado ‘Amigos novos e antigos’. O projeto promete revisitar grandes sucessos e apresentar novas colaborações, como o emocionante dueto com a cantora Vanessa Moreno na canção ‘Memória da Pele’. A parceria entre Bosco e Moreno na faixa, originalmente composta por Bosco e Waly Salomão, surge após um encontro memorável no Rio Montreux Jazz Festival em outubro de 2023. Na ocasião, João Bosco interpretou a canção ao lado do violoncelista Jaques Morelenbaum em um registro aclamado, que posteriormente foi incluído no álbum ao vivo “Corsário – Live at Rio Montreux Montreux” (2025). A performance arrebatadora de Bosco naquele festival chamou a atenção de muitos, incluindo a própria Vanessa Moreno, que esteve presente no show, embora tenha cantado outras músicas com o anfitrião. Impressionado com a expressividade vocal de Moreno, João Bosco a convidou para um novo desafio: regravar ‘Memória da Pele’ em um trio que também conta com a participação de Jaques Morelenbaum. O álbum ‘Amigos novos e antigos’ e as colaborações esperadas O álbum completo ‘Amigos novos e antigos’ tem lançamento previsto para 25 de setembro. Antes disso, um EP com seis das 17 faixas já antecipou o que os ouvintes podem esperar. A expectativa é alta, não apenas pela regravação de ‘Memória da Pele’, mas também pelas outras colaborações que reúnem nomes de peso da música brasileira. Um marco na carreira de João Bosco A celebração dos 80 anos de João Bosco com um álbum repleto de amigos e canções marcantes é um testemunho de sua **influência duradoura e legado musical**. A participação de Vanessa Moreno em ‘Memória da Pele’ adiciona uma camada extra de emoção a essa obra, conectando gerações e estilos. Duetos inéditos prometem agitar o cenário musical Além do dueto com Vanessa Moreno, o álbum ‘Amigos novos e antigos’ trará outras **colaborações inéditas** que prometem ser destaques. Fãs podem aguardar participações especiais de artistas como Bruna Black, Caetano Veloso, Chico Buarque, Ivete Sangalo e Jota.Pê, entre outros, enriquecendo ainda mais este projeto especial.

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Gafieirando Celebra Mestres da Música Brasileira com Voz de Guinga e Homenagens a Paulo Moura e Zé da Velha em Novo Álbum

Grupo Gafieirando lança álbum de estreia com homenagens e participações especiais O grupo carioca Gafieirando está prestes a lançar seu primeiro álbum, um trabalho que promete agitar os amantes da música brasileira. Intitulado simplesmente Gafieirando, o disco traz um repertório recheado de clássicos e novidades, com homenagens a nomes como Lupicínio Rodrigues, Paulo Moura e Zé da Velha. A flautista e saxofonista Daniela Spielmann, líder do grupo e pesquisadora dedicada às gafieiras cariocas, concebeu o projeto com o objetivo de despertar a memória afetiva dos bailes que marcaram época no Rio de Janeiro. A intenção é transportar o ouvinte para o clima vibrante e nostálgico das pistas de dança. O álbum, editado pela gravadora Kuarup, conta com a participação especial do renomado cantor Guinga, que empresta sua voz ao clássico ‘Bolero de Satã’. A obra celebra a rica tradição da música popular brasileira, mesclando samba, samba-canção e ritmos dançantes. Repertório que honra grandes nomes O disco de estreia do Gafieirando reverencia a obra de Lupicínio Rodrigues, compositor imortalizado por seus sambas-canção. Duas de suas joias integram o repertório: o samba ‘Se acaso você chegasse’, de 1938, e o icônico samba-canção ‘Nunca’, de 1952. Além de Lupicínio, o grupo presta tributo a mestres da nova geração e de tempos passados. O trombonista Zé da Velha é celebrado em ‘O trombone do Zé’, composição de Silvério Pontes e Daniela Spielmann. Já o clarinetista Paulo Moura, um dos maiores nomes da música instrumental brasileira, é saudado em ‘Clarinete do Moura’, também de autoria de Pontes e Spielmann. Vozes e sopros que encantam O álbum apresenta a voz marcante da cantora Alana Moraes, que divide os vocais em faixas como ‘Bolero de Satã’ com o próprio Guinga. Os arranjos de sopro ficam por conta de Alexandre Romanazzi na flauta e Silvério Pontes no trompete, adicionando uma camada de sofisticação e energia às composições. Outras participações notáveis incluem o sucesso ‘Olha eu aqui oh oh oh’, de Roberto Corrêa e Jon Lemos, que foi um hit na voz de Evinha nos anos 70. O grupo também explora a faixa ‘Fibra’, de Paulo Moura e Eloir de Moraes, e ‘Gafieira carioca’, de Zé Menezes. Novidades e a essência da gafieira Completando a formação, o Gafieirando conta com Antonio Guerra (teclados e sanfona), Domingos Teixeira (violão e guitarra), Rodrigo Scofield (bateria) e Rodrigo Villa (contrabaixo). O álbum traz ainda duas faixas inéditas: ‘Do balacobaco’, de Sombra, e ‘Todo santo dia’, de Chico Alves e Mauro Aguiar. O grupo Gafieirando nasceu da expansão do Daniela Spielmann Trio, formado em 2016. Portanto, este álbum de estreia marca não apenas um novo capítulo para o coletivo, mas também celebra os 10 anos de atuação do trio na vibrante cena musical carioca, consolidando seu compromisso em manter viva a tradição das gafieiras com um som contemporâneo e cativante.

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MC Pipokinha: Quem é a Funkeira Condenada por Show Explícito para Adolescentes e Polêmicas Marcantes

MC Pipokinha é condenada a pagar R$ 162,1 mil por danos morais coletivos após show com conteúdo sexual explícito em Corumbá (MS), onde adolescentes, incluindo jovens de 14 anos, assistiram à apresentação. A decisão judicial também envolve outras quatro pessoas ligadas à realização do evento “Esquenta do Magrão”. A funkeira Doroth Helena de Sousa Alves, popularmente conhecida como MC Pipokinha, está no centro de uma polêmica judicial. A Justiça determinou que ela, juntamente com outras quatro pessoas, pague uma multa de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos. O motivo foi uma apresentação considerada sexualmente explícita, realizada em um espaço público e com a presença de menores de idade. O incidente ocorreu em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, durante o evento “Esquenta do Magrão”. A condenação ressalta a preocupação com o conteúdo apresentado pela artista e a exposição de adolescentes a essa performance. A notícia gerou grande repercussão, levantando debates sobre os limites da liberdade de expressão artística e a proteção de crianças e adolescentes. MC Pipokinha, aos 28 anos, emergiu no cenário do funk de rua, conhecido como “mandelão”. Sua carreira é marcada por letras de duplo sentido, coreografias sensuais e uma interação direta com o público, que frequentemente inclui voluntários em atos performáticos. A cantora se autodenomina “rainha da putaria” e utiliza uma coroa como parte de sua persona artística. Conforme informação divulgada por fontes jornalísticas, a cantora busca levar para o palco as narrativas de suas músicas, descrevendo seu espetáculo como “um musical da putaria”. Trajetória e Estilo Musical de MC Pipokinha Nascida em Santa Catarina e atualmente residente em São Paulo, MC Pipokinha ganhou notoriedade com músicas como “Bota na Pipokinha”, “Eu sou a MC Pipokinha” e “Tira as Crianças da Sala”. Seu estilo musical, o “mandelão”, é caracterizado por batidas fortes e letras que abordam temas adultos de forma explícita. As apresentações frequentemente envolvem dançarinos em interações provocativas com o público, cenas que, segundo a artista, são consentidas pelos fãs. Contrato com Novo Império e Apoio de Vavá A carreira de MC Pipokinha é gerenciada pela produtora Novo Império, de São Paulo. A produtora é conhecida por impulsionar talentos do funk, e seu empresário, Wagner Magalhães, conhecido como Vavá, tem experiência em fenômenos musicais, tendo dirigido a carreira do MC Fioti na época do sucesso “Bum bum tam tam”. A parceria sugere um investimento na projeção comercial da artista. Perda e Recuperação de Perfis nas Redes Sociais MC Pipokinha já teve seu perfil principal no Instagram, com mais de 510 mil seguidores, derrubado em setembro de 2022. A plataforma alegou violação das “diretrizes da comunidade sobre propostas de cunho sexual”. A cantora buscou reaver sua conta judicialmente, pedindo uma multa de R$ 90 mil ao Facebook, empresa dona do Instagram, mas o pedido foi negado. Posteriormente, ela criou um novo perfil, que também foi removido. Polêmica com Professores e Cancelamento de Shows Em 2023, a funkeira se envolveu em outra polêmica ao debochar do salário de professores em um vídeo. Ela afirmou que seu

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Rodrigo Santos presta Homenagem a Nelson Motta em Novo Álbum com Participações de Chico Chico, Frejat e Sandra Sá

Rodrigo Santos lança “Rodrigo canta Nelson”, um tributo ao compositor com um time de estrelas da música brasileira. O cenário musical brasileiro se prepara para receber um lançamento especial: “Rodrigo canta Nelson”, um álbum em que Rodrigo Santos, conhecido por seu trabalho como baixista do Barão Vermelho, interpreta 16 canções com letras de Nelson Motta. O projeto, com lançamento previsto para 23 de setembro, promete revisitar clássicos e mostrar a versatilidade do cancioneiro de Motta. Nelson Motta, figura icônica como compositor e jornalista, tem sua obra celebrada em “Rodrigo canta Nelson”. O álbum foca em canções pop escritas por Motta entre 1977 e 1984, um período marcante para a música brasileira. O projeto será lançado em formato digital e em LP duplo. A produção musical do álbum ficou a cargo de Rodrigo Santos, ao lado de Nani Dias e Ricardo Palmeira, músicos que integraram a banda Front com Santos. O disco conta com uma lista impressionante de convidados, que incluem nomes como Chico Chico, Frejat, Sandra Sá, Luiz Caldas, Leila Pinheiro, Fernanda Abreu, Fernanda Takai, Rogério Flausino e Paulinho Moska, além da participação especial de Andy Summers, guitarrista da banda The Police. Conforme divulgado, o álbum é um mergulho profundo na obra de Nelson Motta. Um Dueto Marcante com Chico Chico e Homenagem às Frenéticas O álbum já presenteou o público com o single “Como uma onda (Zen surfismo)”, em dueto com Paula Toller, lançado em 12 de agosto. A próxima prévia será a canção “Perigosa”, um sucesso das Frenéticas de 1977, que ganha uma nova roupagem com a participação de Chico Chico e a guitarra de Andy Summers. O lançamento deste single está marcado para 2 de setembro. Outro grande hit das Frenéticas presente no álbum é “Dancin’ days” (1978). Rodrigo Santos reinterpreta a música em uma colaboração com Fernanda Abreu, uma das pioneiras do pop brasileiro. Essas escolhas demonstram a força e a atemporalidade das composições de Nelson Motta. Parcerias Clássicas e Novas Interpretações A parceria de Nelson Motta com Lulu Santos rendeu frutos inesquecíveis, e “Rodrigo canta Nelson” explora essa rica fonte. Canções como “De repente, Califórnia” (1981), “Palestina” (1982), “Certas coisas” (1984) e “Tudo azul” (1984) aparecem em novas versões com participações de Rogério Flausino, Sandra Sá, Paulinho Moska e Luiz Caldas, respectivamente. O álbum vai além da fase mais conhecida de Motta, apresentando a balada “Vênus e marte” (2011), uma parceria com Erasmo Carlos. A canção é interpretada por Roberto Frejat, colega de Rodrigo Santos no Barão Vermelho, que contribui com voz e guitarra. Essa escolha destaca a longevidade e a amplitude da obra de Nelson Motta. Diversidade de Estilos e Convidados Especiais A diversidade musical continua com “Noturno carioca” (2009), outra parceria de Nelson Motta com Erasmo Carlos. A canção, com sua atmosfera de bossa nova, ganha a interpretação de Leila Pinheiro, cantora intimamente ligada ao gênero. Já “Coisas do Brasil” (1986), de Guilherme Arantes e Nelson Motta, um sucesso na voz de Leila Pinheiro, é apresentada por Rodrigo Santos com Fernanda Takai. O

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Brasileira é expulsa do Big Brother Argentina após briga e se recusa a sair, precisando ser retirada à força pela produção

Brasileira é expulsa do Big Brother Argentina e causa confusão ao se recusar a sair da casa, sendo retirada pela produção Uma participante brasileira do reality show argentino “Gran Hermano: Generación Dorada”, conhecido como “Big Brother” da Argentina, protagonizou um episódio inusitado e polêmico nesta quinta-feira (27). Steffany Pereira, apelidada de “Campanita”, foi expulsa do programa após uma discussão acalorada e, em um ato de desafio, recusou-se a deixar a casa, o que resultou em sua retirada pela equipe de produção. O incidente que levou à expulsão da brasileira teve início quando Steffany retirou fotos do filho de outra participante, Danelik Galazán, de um dos quartos. A atitude foi uma retaliação após o sumiço de sua própria maquiagem no local. Outros confinados consideraram a ação de “Campanita” como desrespeitosa, desencadeando uma confusão que envolveu trocas de ofensas e empurrões. A situação escalou rapidamente, com Steffany e Danelik quase chegando às vias de fato, o que culminou na expulsão de ambas. No entanto, o desfecho mais surpreendente ocorreu após o anúncio da eliminação da brasileira. Conforme informação divulgada, Steffany declarou que a decisão era injusta e que não sairia da casa voluntariamente, forçando a intervenção da direção do programa. O estopim da briga e a expulsão de “Campanita” A participante brasileira Steffany Pereira, que ganhou o apelido de “Campanita” dentro da casa, se envolveu em uma briga com a colega Danelik Galazán. O conflito começou com o desaparecimento da maquiagem de Steffany, que suspeitou de Danelik. Em resposta, “Campanita” retirou fotos do filho de Galazán de um dos quartos, uma atitude que foi vista como um ato de provocação e desrespeito pelos demais participantes. A atitude de Steffany gerou indignação entre os outros confinados, que a acusaram de ultrapassar os limites. A discussão rapidamente evoluiu para um confronto físico, com empurrões e ofensas mútuas, culminando na decisão da produção de expulsar tanto Steffany quanto Danelik do “Gran Hermano”. Recusa em sair e retirada forçada pela produção Após ser anunciada sua expulsão, Steffany Pereira demonstrou total desacordo com a decisão. A brasileira afirmou categoricamente que a medida era injusta e que não deixaria a casa por vontade própria. Diante da recusa da participante em cumprir a determinação da produção, a direção do reality show tomou a medida drástica de anunciar que ela seria retirada à força. A equipe de produção do “Gran Hermano” interveio e, conforme relatado, retirou Steffany Pereira da casa. O episódio gerou grande repercussão nas redes sociais e entre os fãs do programa, que debatem a conduta da participante brasileira e a decisão da emissora em relação à sua expulsão e posterior retirada coercitiva.

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Filme ‘Dark Horse’ sobre Bolsonaro: Revelações sobre financiamento e elenco agitam o debate público

Filme ‘Dark Horse’ sobre Jair Bolsonaro: O que se sabe sobre a cinebiografia controversa e seu financiamento A produção cinematográfica “Dark Horse”, que promete contar a história do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem gerado intensos debates, especialmente após revelações sobre seu financiamento. O filme, que conta com o ator Jim Caviezel no papel principal e é baseado em uma história escrita por Mario Frias, ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro, está sob os holofotes após questionamentos sobre repasses de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Banco Master, para a produção. A polêmica ganhou força com a divulgação de conversas que indicariam a solicitação de recursos por parte de Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente e senador, ao empresário Daniel Vorcaro. Segundo informações divulgadas pelo site Intercept Brasil, Vorcaro teria efetuado pagamentos que somariam R$ 61 milhões para o financiamento do longa, entre fevereiro e maio de 2025. Flávio Bolsonaro, em entrevista à TV Globo, defendeu o patrocínio como uma “relação privada”, afirmando que todo o dinheiro foi destinado exclusivamente à produção do filme. A trama de “Dark Horse” e seu elenco também têm sido temas de discussão. O filme aborda a ascensão de Bolsonaro ao poder e um plano de assassinato, sendo descrito como um thriller político. O debate público e as investigações em andamento adicionam camadas de complexidade à produção, cujos detalhes continuam a ser desvendados. Elenco e Direção de ‘Dark Horse’ O papel de Jair Bolsonaro na cinebiografia “Dark Horse” é interpretado por Jim Caviezel, conhecido por seu trabalho em “A Paixão de Cristo” e, mais recentemente, em filmes com temática conservadora como “Som da Liberdade”. A direção e o roteiro ficam a cargo de Cyrus Nowrasteh, cineasta americano com experiência em filmes para TV e cinema. Ele assina o roteiro com Mark Nowrasteh, a partir de um argumento de Mario Frias, ex-secretário de Cultura durante o governo Bolsonaro. O elenco ainda conta com nomes como Esai Morales, Lynn Collins e Camille Guaty, que interpretará Michelle Bolsonaro. A Trama do Filme e a Visão do Diretor De acordo com a sinopse oficial divulgada pelo site Deadline, “Dark Horse” é “inspirado por eventos reais” e acompanha a trajetória de Jair Bolsonaro, desde sua ascensão como capitão do exército até se tornar um líder populista em um Brasil polarizado. A narrativa inclui um “plano mortal de assassinato”, transformando a luta contra um sistema corrupto em uma “batalha por sobrevivência, verdade e a alma de uma nação”. O diretor Cyrus Nowrasteh afirmou ao Deadline que o filme foi concebido não como uma biografia, mas como um “thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque”, com relevância não apenas no Brasil, mas globalmente. Financiamento e Investigação: O Papel de Daniel Vorcaro O envolvimento do banqueiro Daniel Vorcaro no financiamento de “Dark Horse” é um dos pontos centrais da polêmica. As negociações teriam ocorrido com a intermediação de Flávio Bolsonaro, que teria pressionado pelos pagamentos. O empresário, dono do Banco Master e atualmente preso sob acusação de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras, teria

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Jota Quest celebra 30 anos de carreira com reverência a Tim Maia em novo álbum ‘Dance Enquanto É Tempo’

Jota Quest presta tributo a Tim Maia em ‘Dance Enquanto É Tempo’, celebrando o legado do soul brasileiro com groove e energia O Jota Quest, banda que marcou época no pop brasileiro, lança o álbum Jota Quest & Tim Maia – Dance Enquanto É Tempo, uma obra que reverencia o mestre Tim Maia. O disco, disponível desde 27 de agosto, une o grupo mineiro ao saudoso cantor carioca em uma celebração sonora que transborda groove e boa energia. Com 16 faixas, o trabalho traz a voz de Tim Maia em dez músicas, algumas com participações póstumas, outras em reinterpretações fiéis. A produção, assinada pelo baixista do Jota Quest, PJ, destaca a habilidade da banda em transitar pelo universo musical de Tim Maia com respeito e originalidade. O álbum revisita clássicos como Acenda o Farol, Você, Azul da Cor do Mar e Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar), além de explorar lados menos conhecidos do repertório do ‘Síndico’. A iniciativa, que conta com a aprovação do filho de Tim Maia, Carmelo Maia, como coprodutor, reafirma a influência duradoura de Tim na música brasileira e a conexão profunda do Jota Quest com seu legado. Conforme divulgado, o álbum é uma demonstração de como o Jota Quest se equilibra bem no balanço de Tim Maia. Uma ponte sonora entre gerações A conexão entre Jota Quest e Tim Maia não é recente. Em 1996, a banda já havia gravado Dance Enquanto o Tempo, um funk de autoria de Tim e Paulo Ricardo. Três décadas depois, a música dá título a este novo projeto, que solidifica a admiração do quinteto pelo artista que pavimentou o caminho do funk e soul no Brasil. A produção musical de PJ realça o virtuosismo dos músicos, com mixagem de João Milliet e masterização de Chris Gehringer. Releituras com reverência e participações especiais O álbum se destaca pela reverência com que o Jota Quest interpreta as canções de Tim Maia, muitas vezes beirando o cover, como na balada Você. No entanto, a exuberância do groove da banda e a qualidade sonora garantem méritos próprios ao trabalho. Participações como a de Negra Li em O Descobridor dos Sete Mares e a voz de Tim em Gostava Tanto de Você enriquecem a experiência auditiva. A faixa inédita Seroma, com a voz de Tim Maia salpicando informações biográficas sobre uma base de groove criada pela banda, abre o álbum com um convite ao suingue. A energia contagiante se mantém em faixas como Imunização Racional (Que Beleza), revisitada com Os Garotin e Carlinhos Brown, e Réu Confesso, com um toque especial de Thiaguinho. Raridades e hits que animam a festa O Jota Quest soube ir além dos maiores sucessos de Tim Maia, incluindo raridades como Estrela do Meu Show, versão em português de uma música do Kwick, lançada por Tim em um single obscuro de 1981. O álbum também revisita hits infalíveis como Azul da Cor do Mar, Primavera e Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar), adaptados com arranjos contemporâneos que mantêm a essência

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Getúlio Abelha Conquista Rock in Rio 2026: ‘Um Lugar ao Qual Pertenço’, Celebra Cantor Piauiense que Mistura Forró e Rock

Getúlio Abelha no Rock in Rio 2026: O Palco que Ele Sente Pertencer O cantor teresinense Getúlio Abelha, conhecido por sua sonoridade experimental que mescla forró com outros gêneros musicais, anunciou sua participação no aguardado Rock in Rio em 2026. O artista se apresentará no palco Espaço Favela, como convidado da banda Canto Cego, em uma performance marcada para o dia 5 de setembro. A notícia é vista por Getúlio como a concretização de um sonho e o reconhecimento de anos de trabalho árduo e dedicação à sua arte. O festival, que ocorrerá no Parque Olímpico do Rio de Janeiro entre os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro de 2026, será palco para que o artista mostre sua proposta musical única para um público ainda maior. “Sinto que esse é um lugar ao qual pertenço e que mereço ocupar. Minha alma está nisso”, declarou Getúlio Abelha em entrevista ao g1, expressando a profunda conexão que sente com a oportunidade. O cantor, que já lançou sucessos como “Laricado” e ganhou projeção nacional com “Sinal Fechado”, se prepara para interpretar duas músicas no festival. A Origem do Convite e a Música que Conectou Artistas A conexão entre Getúlio Abelha e a banda Canto Cego surgiu de forma orgânica, a partir de um projeto colaborativo. O cantor decidiu criar um remix da música “Toda Semana”, um dos destaques do seu álbum “Autópsia +”. A canção, que já carrega uma fusão de forró e rock, foi trabalhada em uma nova versão em parceria com a banda. “Eu tinha chamado a banda para fazermos uma versão remix em rock dessa música, que é a mais relevante do meu álbum. A canção já mistura forró e rock. Produzimos o trabalho e o deixamos guardado. Agora, as coisas se encaixaram e vamos lançá-lo”, explicou Getúlio. A apresentação no Rock in Rio será a oportunidade de lançar oficialmente essa colaboração para o público. Raízes Musicais e o Desenvolvimento Artístico em Fortaleza As influências musicais de Getúlio Abelha remontam à sua infância em Teresina, Piauí. O cantor relembra de frequentar bares com o pai e se encantar com o universo do forró e das serestas. Sua mãe, que atuava na área de produção e fotografia, também foi uma fonte de inspiração e incentivo para sua carreira artística. Apesar de ter passado a infância e adolescência no Piauí, Getúlio deixou Teresina aos 19 anos para estudar teatro na Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza. Foi na capital cearense que ele sentiu que seu desenvolvimento artístico se consolidou, permitindo trocas e valorização que, segundo ele, eram mais difíceis em sua cidade natal. “Fortaleza foi capaz de me transformar em alguém maior, de me valorizar e permitir trocas que, infelizmente, são muito difíceis em Teresina. O Getúlio Abelha, enquanto obra artística, se desenvolveu lá, mas os anos que vivi em Teresina foram essenciais”, concluiu o artista, demonstrando gratidão por ambas as cidades que moldaram sua trajetória. Expectativas para o Futuro e Sonhos no Palco Com a

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Brasileira Daniela Tassy Brilha em Blockbuster Chinês de Ficção Científica com Missão para Salvar a Humanidade

Daniela Tassy: De Andradina para as Estrelas em Blockbuster Chinês A distância entre o Brasil e a China, de aproximadamente 18 mil quilômetros, parece ter encurtado drasticamente para Daniela Tassy. A brasileira, natural de Andradina (SP), transformou seu sonho de ser atriz em realidade ao integrar o elenco de “Terra à Deriva 2”, um aclamado filme chinês de ficção científica que já arrecadou mais de R$ 2,5 bilhões nas bilheterias globais. O longa, que estreou nos cinemas brasileiros em agosto deste ano, narra uma corrida contra o tempo para salvar a Terra de uma ameaça solar iminente. Daniela, que se mudou para a China há mais de uma década com o objetivo inicial de trabalhar como tradutora, viu sua trajetória profissional tomar um rumo inesperado e promissor. A vivência no país asiático não só abriu portas para uma nova carreira, mas também proporcionou uma ponte cultural única, conectando sua terra natal com seu novo lar através da sétima arte. A emoção de ver uma personagem brasileira em uma missão de escala mundial tem tocado profundamente o público. A atriz interpreta Emília Soares, uma astronauta brasileira que desempenha um papel crucial em uma missão espacial internacional. Sua participação, embora envolta em mistério para evitar spoilers, é um ponto alto da trama, simbolizando a união de diferentes nações em prol da sobrevivência da humanidade. A presença de uma personagem com a bandeira do Brasil em um contexto tão grandioso tem gerado grande comoção e orgulho entre os espectadores brasileiros. O Sonho de Atuar Ganha Vida na China A jornada de Daniela Tassy no mundo da atuação começou timidamente em sua cidade natal, Andradina, onde participava de apresentações teatrais e de dança em uma escola de idiomas. Apesar da timidez inicial, o desejo de estar envolvida com a arte sempre foi presente. Após morar nos Estados Unidos e trabalhar em São Paulo, foi na China que seu interesse pela atuação se consolidou como profissão. Inicialmente, Daniela trabalhou como figurante em diversas produções chinesas, ganhando experiência e aprimorando suas habilidades. Ao se mudar para Pequim, decidiu investir em sua formação como atriz e passou a buscar oportunidades em doramas, as populares séries de TV e streaming asiáticas. Essa sequência de trabalhos abriu caminho para sua estreia nas telonas, culminando em sua participação em “Terra à Deriva 2”. De Teste para Repórter a Astronauta em Blockbuster O caminho para interpretar a astronauta Emília Soares não foi direto. Daniela Tassy chegou a fazer testes para o papel de uma repórter na produção. No entanto, seu desempenho impressionou a equipe de produção, que viu nela o potencial ideal para dar vida à personagem brasileira na missão espacial. A escolha reflete o reconhecimento de seu talento e sua capacidade de representar o Brasil em uma superprodução internacional. A atriz acredita que a presença de uma personagem brasileira em um filme de alcance global como “Terra à Deriva 2” é fundamental para aproximar o público do país da história. “Os brasileiros que assistiram ficaram muito emocionados. Ver uma personagem

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Ney Matogrosso e David LaChapelle: A Ousadia em Cores Vibrantes Capturada em Fotos para Turnê “85 Anos de Ousadia”

Ney Matogrosso e David LaChapelle unem arte e natureza em ensaio fotográfico deslumbrante para nova turnê A notícia da turnê “85 anos de ousadia” de Ney Matogrosso, que percorrerá o Brasil em 2027, já era esperada, tendo sido antecipada pelo jornalista Julio Maria. No entanto, a divulgação das imagens oficiais para a campanha da turnê, produzidas pelo aclamado fotógrafo americano David LaChapelle, revelou um espetáculo visual à parte. As fotografias foram capturadas no Jardim Botânico de São Paulo e apresentam Ney Matogrosso em um cenário de cores vibrantes, marca registrada de LaChapelle. O fotógrafo é conhecido por suas criações que mesclam referências da arte clássica barroca com a Pop Art de Andy Warhol, resultando em composições suntuosas e impactantes. Para além do impacto visual imediato, as imagens parecem capturar a profunda conexão de Ney Matogrosso com o universo natural. O artista, que sempre demonstrou afinidade com os animais e a natureza, é retratado em uma harmonia genuína com o ambiente, revelando um amor profundo por bichos, plantas e paisagens. Esses elementos, a ousadia característica de Ney e a beleza intrínseca da natureza, foram habilmente traduzidos pelas lentes de David LaChapelle. As fotos, que já são um show por si só, prometem ser um dos pontos altos da divulgação da turnê “85 anos de ousadia”, que tem estreia marcada para 30 de janeiro no Estádio Nubank Parque, em São Paulo. O Legado de LaChapelle e a Expressão de Ney David LaChapelle é mundialmente reconhecido por seu estilo único, que eleva a fotografia a um patamar de arte performática. Suas obras são conhecidas pela intensidade das cores, pela teatralidade das cenas e por uma estética que desafia o convencional. Ao trazer essa visão para Ney Matogrosso, LaChapelle não apenas registrou a imagem do cantor, mas imortalizou sua essência. A escolha de Ney Matogrosso para uma turnê comemorativa de 85 anos reforça sua posição como um ícone da música e da cultura brasileira. Sua carreira é marcada pela constante reinvenção e por uma ousadia que inspira gerações, características que se refletem perfeitamente na proposta visual criada por LaChapelle. A Natureza como Palco e Inspiração O Jardim Botânico de São Paulo serviu como um cenário perfeito para a colaboração. A exuberância da flora e a serenidade do ambiente natural contrastam e, ao mesmo tempo, complementam a figura vibrante e expressiva de Ney Matogrosso. As fotos transmitem uma sensação de pertencimento, como se o artista fosse parte integrante da paisagem. Essa relação íntima com a natureza é um tema recorrente na vida e obra de Ney. Ele frequentemente expressa seu apreço pelo mundo natural, e essa afinidade se manifesta de forma poderosa nas imagens de LaChapelle, que conseguiram capturar essa sinergia de maneira espetacular. Uma Prévia do Espetáculo “85 Anos de Ousadia” As fotografias divulgadas são apenas um aperitivo do que o público pode esperar da turnê “85 anos de ousadia”. A combinação da genialidade artística de Ney Matogrosso com a visão vanguardista de David LaChapelle promete uma experiência inesquecível, tanto visual quanto musicalmente. A

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João Bosco e Vanessa Moreno recriam magia de ‘Memória da Pele’ em novo álbum dos 80 anos

João Bosco celebra 80 anos com álbum especial e convida Vanessa Moreno para revisitar ‘Memória da Pele’ em dueto inédito. O renomado músico João Bosco está prestes a lançar um presente para seus fãs e admiradores: o álbum comemorativo de seus 80 anos, intitulado ‘Amigos novos e antigos’. O projeto promete revisitar grandes sucessos e apresentar novas colaborações, como o emocionante dueto com a cantora Vanessa Moreno na canção ‘Memória da Pele’. A parceria entre Bosco e Moreno na faixa, originalmente composta por Bosco e Waly Salomão, surge após um encontro memorável no Rio Montreux Jazz Festival em outubro de 2023. Na ocasião, João Bosco interpretou a canção ao lado do violoncelista Jaques Morelenbaum em um registro aclamado, que posteriormente foi incluído no álbum ao vivo “Corsário – Live at Rio Montreux Montreux” (2025). A performance arrebatadora de Bosco naquele festival chamou a atenção de muitos, incluindo a própria Vanessa Moreno, que esteve presente no show, embora tenha cantado outras músicas com o anfitrião. Impressionado com a expressividade vocal de Moreno, João Bosco a convidou para um novo desafio: regravar ‘Memória da Pele’ em um trio que também conta com a participação de Jaques Morelenbaum. O álbum ‘Amigos novos e antigos’ e as colaborações esperadas O álbum completo ‘Amigos novos e antigos’ tem lançamento previsto para 25 de setembro. Antes disso, um EP com seis das 17 faixas já antecipou o que os ouvintes podem esperar. A expectativa é alta, não apenas pela regravação de ‘Memória da Pele’, mas também pelas outras colaborações que reúnem nomes de peso da música brasileira. Um marco na carreira de João Bosco A celebração dos 80 anos de João Bosco com um álbum repleto de amigos e canções marcantes é um testemunho de sua **influência duradoura e legado musical**. A participação de Vanessa Moreno em ‘Memória da Pele’ adiciona uma camada extra de emoção a essa obra, conectando gerações e estilos. Duetos inéditos prometem agitar o cenário musical Além do dueto com Vanessa Moreno, o álbum ‘Amigos novos e antigos’ trará outras **colaborações inéditas** que prometem ser destaques. Fãs podem aguardar participações especiais de artistas como Bruna Black, Caetano Veloso, Chico Buarque, Ivete Sangalo e Jota.Pê, entre outros, enriquecendo ainda mais este projeto especial.

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Gafieirando Celebra Mestres da Música Brasileira com Voz de Guinga e Homenagens a Paulo Moura e Zé da Velha em Novo Álbum

Grupo Gafieirando lança álbum de estreia com homenagens e participações especiais O grupo carioca Gafieirando está prestes a lançar seu primeiro álbum, um trabalho que promete agitar os amantes da música brasileira. Intitulado simplesmente Gafieirando, o disco traz um repertório recheado de clássicos e novidades, com homenagens a nomes como Lupicínio Rodrigues, Paulo Moura e Zé da Velha. A flautista e saxofonista Daniela Spielmann, líder do grupo e pesquisadora dedicada às gafieiras cariocas, concebeu o projeto com o objetivo de despertar a memória afetiva dos bailes que marcaram época no Rio de Janeiro. A intenção é transportar o ouvinte para o clima vibrante e nostálgico das pistas de dança. O álbum, editado pela gravadora Kuarup, conta com a participação especial do renomado cantor Guinga, que empresta sua voz ao clássico ‘Bolero de Satã’. A obra celebra a rica tradição da música popular brasileira, mesclando samba, samba-canção e ritmos dançantes. Repertório que honra grandes nomes O disco de estreia do Gafieirando reverencia a obra de Lupicínio Rodrigues, compositor imortalizado por seus sambas-canção. Duas de suas joias integram o repertório: o samba ‘Se acaso você chegasse’, de 1938, e o icônico samba-canção ‘Nunca’, de 1952. Além de Lupicínio, o grupo presta tributo a mestres da nova geração e de tempos passados. O trombonista Zé da Velha é celebrado em ‘O trombone do Zé’, composição de Silvério Pontes e Daniela Spielmann. Já o clarinetista Paulo Moura, um dos maiores nomes da música instrumental brasileira, é saudado em ‘Clarinete do Moura’, também de autoria de Pontes e Spielmann. Vozes e sopros que encantam O álbum apresenta a voz marcante da cantora Alana Moraes, que divide os vocais em faixas como ‘Bolero de Satã’ com o próprio Guinga. Os arranjos de sopro ficam por conta de Alexandre Romanazzi na flauta e Silvério Pontes no trompete, adicionando uma camada de sofisticação e energia às composições. Outras participações notáveis incluem o sucesso ‘Olha eu aqui oh oh oh’, de Roberto Corrêa e Jon Lemos, que foi um hit na voz de Evinha nos anos 70. O grupo também explora a faixa ‘Fibra’, de Paulo Moura e Eloir de Moraes, e ‘Gafieira carioca’, de Zé Menezes. Novidades e a essência da gafieira Completando a formação, o Gafieirando conta com Antonio Guerra (teclados e sanfona), Domingos Teixeira (violão e guitarra), Rodrigo Scofield (bateria) e Rodrigo Villa (contrabaixo). O álbum traz ainda duas faixas inéditas: ‘Do balacobaco’, de Sombra, e ‘Todo santo dia’, de Chico Alves e Mauro Aguiar. O grupo Gafieirando nasceu da expansão do Daniela Spielmann Trio, formado em 2016. Portanto, este álbum de estreia marca não apenas um novo capítulo para o coletivo, mas também celebra os 10 anos de atuação do trio na vibrante cena musical carioca, consolidando seu compromisso em manter viva a tradição das gafieiras com um som contemporâneo e cativante.

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MC Pipokinha: Quem é a Funkeira Condenada por Show Explícito para Adolescentes e Polêmicas Marcantes

MC Pipokinha é condenada a pagar R$ 162,1 mil por danos morais coletivos após show com conteúdo sexual explícito em Corumbá (MS), onde adolescentes, incluindo jovens de 14 anos, assistiram à apresentação. A decisão judicial também envolve outras quatro pessoas ligadas à realização do evento “Esquenta do Magrão”. A funkeira Doroth Helena de Sousa Alves, popularmente conhecida como MC Pipokinha, está no centro de uma polêmica judicial. A Justiça determinou que ela, juntamente com outras quatro pessoas, pague uma multa de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos. O motivo foi uma apresentação considerada sexualmente explícita, realizada em um espaço público e com a presença de menores de idade. O incidente ocorreu em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, durante o evento “Esquenta do Magrão”. A condenação ressalta a preocupação com o conteúdo apresentado pela artista e a exposição de adolescentes a essa performance. A notícia gerou grande repercussão, levantando debates sobre os limites da liberdade de expressão artística e a proteção de crianças e adolescentes. MC Pipokinha, aos 28 anos, emergiu no cenário do funk de rua, conhecido como “mandelão”. Sua carreira é marcada por letras de duplo sentido, coreografias sensuais e uma interação direta com o público, que frequentemente inclui voluntários em atos performáticos. A cantora se autodenomina “rainha da putaria” e utiliza uma coroa como parte de sua persona artística. Conforme informação divulgada por fontes jornalísticas, a cantora busca levar para o palco as narrativas de suas músicas, descrevendo seu espetáculo como “um musical da putaria”. Trajetória e Estilo Musical de MC Pipokinha Nascida em Santa Catarina e atualmente residente em São Paulo, MC Pipokinha ganhou notoriedade com músicas como “Bota na Pipokinha”, “Eu sou a MC Pipokinha” e “Tira as Crianças da Sala”. Seu estilo musical, o “mandelão”, é caracterizado por batidas fortes e letras que abordam temas adultos de forma explícita. As apresentações frequentemente envolvem dançarinos em interações provocativas com o público, cenas que, segundo a artista, são consentidas pelos fãs. Contrato com Novo Império e Apoio de Vavá A carreira de MC Pipokinha é gerenciada pela produtora Novo Império, de São Paulo. A produtora é conhecida por impulsionar talentos do funk, e seu empresário, Wagner Magalhães, conhecido como Vavá, tem experiência em fenômenos musicais, tendo dirigido a carreira do MC Fioti na época do sucesso “Bum bum tam tam”. A parceria sugere um investimento na projeção comercial da artista. Perda e Recuperação de Perfis nas Redes Sociais MC Pipokinha já teve seu perfil principal no Instagram, com mais de 510 mil seguidores, derrubado em setembro de 2022. A plataforma alegou violação das “diretrizes da comunidade sobre propostas de cunho sexual”. A cantora buscou reaver sua conta judicialmente, pedindo uma multa de R$ 90 mil ao Facebook, empresa dona do Instagram, mas o pedido foi negado. Posteriormente, ela criou um novo perfil, que também foi removido. Polêmica com Professores e Cancelamento de Shows Em 2023, a funkeira se envolveu em outra polêmica ao debochar do salário de professores em um vídeo. Ela afirmou que seu

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Rodrigo Santos presta Homenagem a Nelson Motta em Novo Álbum com Participações de Chico Chico, Frejat e Sandra Sá

Rodrigo Santos lança “Rodrigo canta Nelson”, um tributo ao compositor com um time de estrelas da música brasileira. O cenário musical brasileiro se prepara para receber um lançamento especial: “Rodrigo canta Nelson”, um álbum em que Rodrigo Santos, conhecido por seu trabalho como baixista do Barão Vermelho, interpreta 16 canções com letras de Nelson Motta. O projeto, com lançamento previsto para 23 de setembro, promete revisitar clássicos e mostrar a versatilidade do cancioneiro de Motta. Nelson Motta, figura icônica como compositor e jornalista, tem sua obra celebrada em “Rodrigo canta Nelson”. O álbum foca em canções pop escritas por Motta entre 1977 e 1984, um período marcante para a música brasileira. O projeto será lançado em formato digital e em LP duplo. A produção musical do álbum ficou a cargo de Rodrigo Santos, ao lado de Nani Dias e Ricardo Palmeira, músicos que integraram a banda Front com Santos. O disco conta com uma lista impressionante de convidados, que incluem nomes como Chico Chico, Frejat, Sandra Sá, Luiz Caldas, Leila Pinheiro, Fernanda Abreu, Fernanda Takai, Rogério Flausino e Paulinho Moska, além da participação especial de Andy Summers, guitarrista da banda The Police. Conforme divulgado, o álbum é um mergulho profundo na obra de Nelson Motta. Um Dueto Marcante com Chico Chico e Homenagem às Frenéticas O álbum já presenteou o público com o single “Como uma onda (Zen surfismo)”, em dueto com Paula Toller, lançado em 12 de agosto. A próxima prévia será a canção “Perigosa”, um sucesso das Frenéticas de 1977, que ganha uma nova roupagem com a participação de Chico Chico e a guitarra de Andy Summers. O lançamento deste single está marcado para 2 de setembro. Outro grande hit das Frenéticas presente no álbum é “Dancin’ days” (1978). Rodrigo Santos reinterpreta a música em uma colaboração com Fernanda Abreu, uma das pioneiras do pop brasileiro. Essas escolhas demonstram a força e a atemporalidade das composições de Nelson Motta. Parcerias Clássicas e Novas Interpretações A parceria de Nelson Motta com Lulu Santos rendeu frutos inesquecíveis, e “Rodrigo canta Nelson” explora essa rica fonte. Canções como “De repente, Califórnia” (1981), “Palestina” (1982), “Certas coisas” (1984) e “Tudo azul” (1984) aparecem em novas versões com participações de Rogério Flausino, Sandra Sá, Paulinho Moska e Luiz Caldas, respectivamente. O álbum vai além da fase mais conhecida de Motta, apresentando a balada “Vênus e marte” (2011), uma parceria com Erasmo Carlos. A canção é interpretada por Roberto Frejat, colega de Rodrigo Santos no Barão Vermelho, que contribui com voz e guitarra. Essa escolha destaca a longevidade e a amplitude da obra de Nelson Motta. Diversidade de Estilos e Convidados Especiais A diversidade musical continua com “Noturno carioca” (2009), outra parceria de Nelson Motta com Erasmo Carlos. A canção, com sua atmosfera de bossa nova, ganha a interpretação de Leila Pinheiro, cantora intimamente ligada ao gênero. Já “Coisas do Brasil” (1986), de Guilherme Arantes e Nelson Motta, um sucesso na voz de Leila Pinheiro, é apresentada por Rodrigo Santos com Fernanda Takai. O

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Brasileira é expulsa do Big Brother Argentina após briga e se recusa a sair, precisando ser retirada à força pela produção

Brasileira é expulsa do Big Brother Argentina e causa confusão ao se recusar a sair da casa, sendo retirada pela produção Uma participante brasileira do reality show argentino “Gran Hermano: Generación Dorada”, conhecido como “Big Brother” da Argentina, protagonizou um episódio inusitado e polêmico nesta quinta-feira (27). Steffany Pereira, apelidada de “Campanita”, foi expulsa do programa após uma discussão acalorada e, em um ato de desafio, recusou-se a deixar a casa, o que resultou em sua retirada pela equipe de produção. O incidente que levou à expulsão da brasileira teve início quando Steffany retirou fotos do filho de outra participante, Danelik Galazán, de um dos quartos. A atitude foi uma retaliação após o sumiço de sua própria maquiagem no local. Outros confinados consideraram a ação de “Campanita” como desrespeitosa, desencadeando uma confusão que envolveu trocas de ofensas e empurrões. A situação escalou rapidamente, com Steffany e Danelik quase chegando às vias de fato, o que culminou na expulsão de ambas. No entanto, o desfecho mais surpreendente ocorreu após o anúncio da eliminação da brasileira. Conforme informação divulgada, Steffany declarou que a decisão era injusta e que não sairia da casa voluntariamente, forçando a intervenção da direção do programa. O estopim da briga e a expulsão de “Campanita” A participante brasileira Steffany Pereira, que ganhou o apelido de “Campanita” dentro da casa, se envolveu em uma briga com a colega Danelik Galazán. O conflito começou com o desaparecimento da maquiagem de Steffany, que suspeitou de Danelik. Em resposta, “Campanita” retirou fotos do filho de Galazán de um dos quartos, uma atitude que foi vista como um ato de provocação e desrespeito pelos demais participantes. A atitude de Steffany gerou indignação entre os outros confinados, que a acusaram de ultrapassar os limites. A discussão rapidamente evoluiu para um confronto físico, com empurrões e ofensas mútuas, culminando na decisão da produção de expulsar tanto Steffany quanto Danelik do “Gran Hermano”. Recusa em sair e retirada forçada pela produção Após ser anunciada sua expulsão, Steffany Pereira demonstrou total desacordo com a decisão. A brasileira afirmou categoricamente que a medida era injusta e que não deixaria a casa por vontade própria. Diante da recusa da participante em cumprir a determinação da produção, a direção do reality show tomou a medida drástica de anunciar que ela seria retirada à força. A equipe de produção do “Gran Hermano” interveio e, conforme relatado, retirou Steffany Pereira da casa. O episódio gerou grande repercussão nas redes sociais e entre os fãs do programa, que debatem a conduta da participante brasileira e a decisão da emissora em relação à sua expulsão e posterior retirada coercitiva.

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Filme ‘Dark Horse’ sobre Bolsonaro: Revelações sobre financiamento e elenco agitam o debate público

Filme ‘Dark Horse’ sobre Jair Bolsonaro: O que se sabe sobre a cinebiografia controversa e seu financiamento A produção cinematográfica “Dark Horse”, que promete contar a história do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem gerado intensos debates, especialmente após revelações sobre seu financiamento. O filme, que conta com o ator Jim Caviezel no papel principal e é baseado em uma história escrita por Mario Frias, ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro, está sob os holofotes após questionamentos sobre repasses de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Banco Master, para a produção. A polêmica ganhou força com a divulgação de conversas que indicariam a solicitação de recursos por parte de Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente e senador, ao empresário Daniel Vorcaro. Segundo informações divulgadas pelo site Intercept Brasil, Vorcaro teria efetuado pagamentos que somariam R$ 61 milhões para o financiamento do longa, entre fevereiro e maio de 2025. Flávio Bolsonaro, em entrevista à TV Globo, defendeu o patrocínio como uma “relação privada”, afirmando que todo o dinheiro foi destinado exclusivamente à produção do filme. A trama de “Dark Horse” e seu elenco também têm sido temas de discussão. O filme aborda a ascensão de Bolsonaro ao poder e um plano de assassinato, sendo descrito como um thriller político. O debate público e as investigações em andamento adicionam camadas de complexidade à produção, cujos detalhes continuam a ser desvendados. Elenco e Direção de ‘Dark Horse’ O papel de Jair Bolsonaro na cinebiografia “Dark Horse” é interpretado por Jim Caviezel, conhecido por seu trabalho em “A Paixão de Cristo” e, mais recentemente, em filmes com temática conservadora como “Som da Liberdade”. A direção e o roteiro ficam a cargo de Cyrus Nowrasteh, cineasta americano com experiência em filmes para TV e cinema. Ele assina o roteiro com Mark Nowrasteh, a partir de um argumento de Mario Frias, ex-secretário de Cultura durante o governo Bolsonaro. O elenco ainda conta com nomes como Esai Morales, Lynn Collins e Camille Guaty, que interpretará Michelle Bolsonaro. A Trama do Filme e a Visão do Diretor De acordo com a sinopse oficial divulgada pelo site Deadline, “Dark Horse” é “inspirado por eventos reais” e acompanha a trajetória de Jair Bolsonaro, desde sua ascensão como capitão do exército até se tornar um líder populista em um Brasil polarizado. A narrativa inclui um “plano mortal de assassinato”, transformando a luta contra um sistema corrupto em uma “batalha por sobrevivência, verdade e a alma de uma nação”. O diretor Cyrus Nowrasteh afirmou ao Deadline que o filme foi concebido não como uma biografia, mas como um “thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque”, com relevância não apenas no Brasil, mas globalmente. Financiamento e Investigação: O Papel de Daniel Vorcaro O envolvimento do banqueiro Daniel Vorcaro no financiamento de “Dark Horse” é um dos pontos centrais da polêmica. As negociações teriam ocorrido com a intermediação de Flávio Bolsonaro, que teria pressionado pelos pagamentos. O empresário, dono do Banco Master e atualmente preso sob acusação de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras, teria

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Jota Quest celebra 30 anos de carreira com reverência a Tim Maia em novo álbum ‘Dance Enquanto É Tempo’

Jota Quest presta tributo a Tim Maia em ‘Dance Enquanto É Tempo’, celebrando o legado do soul brasileiro com groove e energia O Jota Quest, banda que marcou época no pop brasileiro, lança o álbum Jota Quest & Tim Maia – Dance Enquanto É Tempo, uma obra que reverencia o mestre Tim Maia. O disco, disponível desde 27 de agosto, une o grupo mineiro ao saudoso cantor carioca em uma celebração sonora que transborda groove e boa energia. Com 16 faixas, o trabalho traz a voz de Tim Maia em dez músicas, algumas com participações póstumas, outras em reinterpretações fiéis. A produção, assinada pelo baixista do Jota Quest, PJ, destaca a habilidade da banda em transitar pelo universo musical de Tim Maia com respeito e originalidade. O álbum revisita clássicos como Acenda o Farol, Você, Azul da Cor do Mar e Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar), além de explorar lados menos conhecidos do repertório do ‘Síndico’. A iniciativa, que conta com a aprovação do filho de Tim Maia, Carmelo Maia, como coprodutor, reafirma a influência duradoura de Tim na música brasileira e a conexão profunda do Jota Quest com seu legado. Conforme divulgado, o álbum é uma demonstração de como o Jota Quest se equilibra bem no balanço de Tim Maia. Uma ponte sonora entre gerações A conexão entre Jota Quest e Tim Maia não é recente. Em 1996, a banda já havia gravado Dance Enquanto o Tempo, um funk de autoria de Tim e Paulo Ricardo. Três décadas depois, a música dá título a este novo projeto, que solidifica a admiração do quinteto pelo artista que pavimentou o caminho do funk e soul no Brasil. A produção musical de PJ realça o virtuosismo dos músicos, com mixagem de João Milliet e masterização de Chris Gehringer. Releituras com reverência e participações especiais O álbum se destaca pela reverência com que o Jota Quest interpreta as canções de Tim Maia, muitas vezes beirando o cover, como na balada Você. No entanto, a exuberância do groove da banda e a qualidade sonora garantem méritos próprios ao trabalho. Participações como a de Negra Li em O Descobridor dos Sete Mares e a voz de Tim em Gostava Tanto de Você enriquecem a experiência auditiva. A faixa inédita Seroma, com a voz de Tim Maia salpicando informações biográficas sobre uma base de groove criada pela banda, abre o álbum com um convite ao suingue. A energia contagiante se mantém em faixas como Imunização Racional (Que Beleza), revisitada com Os Garotin e Carlinhos Brown, e Réu Confesso, com um toque especial de Thiaguinho. Raridades e hits que animam a festa O Jota Quest soube ir além dos maiores sucessos de Tim Maia, incluindo raridades como Estrela do Meu Show, versão em português de uma música do Kwick, lançada por Tim em um single obscuro de 1981. O álbum também revisita hits infalíveis como Azul da Cor do Mar, Primavera e Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar), adaptados com arranjos contemporâneos que mantêm a essência

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Getúlio Abelha Conquista Rock in Rio 2026: ‘Um Lugar ao Qual Pertenço’, Celebra Cantor Piauiense que Mistura Forró e Rock

Getúlio Abelha no Rock in Rio 2026: O Palco que Ele Sente Pertencer O cantor teresinense Getúlio Abelha, conhecido por sua sonoridade experimental que mescla forró com outros gêneros musicais, anunciou sua participação no aguardado Rock in Rio em 2026. O artista se apresentará no palco Espaço Favela, como convidado da banda Canto Cego, em uma performance marcada para o dia 5 de setembro. A notícia é vista por Getúlio como a concretização de um sonho e o reconhecimento de anos de trabalho árduo e dedicação à sua arte. O festival, que ocorrerá no Parque Olímpico do Rio de Janeiro entre os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro de 2026, será palco para que o artista mostre sua proposta musical única para um público ainda maior. “Sinto que esse é um lugar ao qual pertenço e que mereço ocupar. Minha alma está nisso”, declarou Getúlio Abelha em entrevista ao g1, expressando a profunda conexão que sente com a oportunidade. O cantor, que já lançou sucessos como “Laricado” e ganhou projeção nacional com “Sinal Fechado”, se prepara para interpretar duas músicas no festival. A Origem do Convite e a Música que Conectou Artistas A conexão entre Getúlio Abelha e a banda Canto Cego surgiu de forma orgânica, a partir de um projeto colaborativo. O cantor decidiu criar um remix da música “Toda Semana”, um dos destaques do seu álbum “Autópsia +”. A canção, que já carrega uma fusão de forró e rock, foi trabalhada em uma nova versão em parceria com a banda. “Eu tinha chamado a banda para fazermos uma versão remix em rock dessa música, que é a mais relevante do meu álbum. A canção já mistura forró e rock. Produzimos o trabalho e o deixamos guardado. Agora, as coisas se encaixaram e vamos lançá-lo”, explicou Getúlio. A apresentação no Rock in Rio será a oportunidade de lançar oficialmente essa colaboração para o público. Raízes Musicais e o Desenvolvimento Artístico em Fortaleza As influências musicais de Getúlio Abelha remontam à sua infância em Teresina, Piauí. O cantor relembra de frequentar bares com o pai e se encantar com o universo do forró e das serestas. Sua mãe, que atuava na área de produção e fotografia, também foi uma fonte de inspiração e incentivo para sua carreira artística. Apesar de ter passado a infância e adolescência no Piauí, Getúlio deixou Teresina aos 19 anos para estudar teatro na Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza. Foi na capital cearense que ele sentiu que seu desenvolvimento artístico se consolidou, permitindo trocas e valorização que, segundo ele, eram mais difíceis em sua cidade natal. “Fortaleza foi capaz de me transformar em alguém maior, de me valorizar e permitir trocas que, infelizmente, são muito difíceis em Teresina. O Getúlio Abelha, enquanto obra artística, se desenvolveu lá, mas os anos que vivi em Teresina foram essenciais”, concluiu o artista, demonstrando gratidão por ambas as cidades que moldaram sua trajetória. Expectativas para o Futuro e Sonhos no Palco Com a

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