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Celebridades

Ex-mulher de Latino, Rafaella Ribeiro, alega agressão e obtém medida protetiva; cantor nega acusações

Ex-mulher de Latino, Rafaella Ribeiro, alega agressão e obtém medida protetiva; cantor nega acusações A cantora e influenciadora Rafaella Ribeiro, conhecida como Raffa Rarbbie, veio a público para denunciar supostas agressões sofridas durante seu relacionamento de sete anos com o cantor Latino. A artista, que está separada do músico desde julho, alega ter sido vítima de violência física e verbal. Rafaella divulgou um vídeo em que Latino aparece fazendo comentários ofensivos sobre mulheres e mencionando a expressão “dar um monte de tiro”. Em sua defesa, o artista, por meio de seus advogados, negou as acusações e afirmou que prestará todos os esclarecimentos necessários à Justiça. Conforme informações divulgadas pelo g1, Rafaella Ribeiro já deu entrada no pedido de divórcio e conseguiu uma medida protetiva contra o cantor. Existe também um processo judicial em andamento que tramita em segredo de justiça, detalhando os supostos incidentes. Detalhes das Acusações e Vídeo Polêmico Em um vídeo de aproximadamente 15 minutos, publicado nas redes sociais, Rafaella Ribeiro narrou diversos episódios que teriam ocorrido durante o relacionamento. Um dos casos relatados envolve a quebra de seu celular durante uma discussão, que ela descreveu como uma tentativa de “se desfazer de todas as provas”. No vídeo divulgado, Latino é visto em uma situação em que faz declarações sobre mulheres, dizendo: “Vocês criam problemas e saem como coitadas. É assim que as mulheres fazem com os homens, vocês são tudo um bando de bostas. É isso que vocês fazem, até o cara ir lá e dar um monte de tiro e morrer. É por isso que os caras ficam loucos”. Medida Protetiva e Processo Judicial A assessoria de Rafaella Ribeiro informou ao g1 que a cantora só se pronunciou publicamente após a obtenção da medida protetiva. Em suas redes sociais, ela celebrou a decisão, declarando: “Após as autoridades competentes analisarem, eu tive o deferimento de uma medida protetiva por tempo indeterminado! E ninguém consegue isso sem provas das efetivas agressões.” O incidente relacionado ao celular, segundo a equipe da cantora, ocorreu em julho, levando-a a buscar o divórcio. A defesa de Latino não comentou especificamente sobre a medida protetiva ou o processo de divórcio, limitando-se a afirmar que o cantor cooperará com a Justiça. Relacionamento de Sete Anos e Pedido de Casamento Rafaella Ribeiro, de 27 anos, e Latino, cujo nome verdadeiro é Roberto de Souza Rocha e tem 53 anos, mantiveram um relacionamento por sete anos. A relação chegou a ter um momento público de destaque em 2020, quando Latino fez um pedido de noivado a Rafaella durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais. Na ocasião, o cantor declarou: “Isso aqui é a prova do meu amor por você. Queria pedir sua mão em noivado, mas eu queria dividir minha felicidade com o Brasil inteiro”. A exposição pública do pedido contrasta com as atuais alegações de violência doméstica.

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Benedita Casé Detalha Luta Contra Perda Auditiva em Peça Inspirada na Dramaturga Júlia Spadaccini

Benedita Casé Compartilha Jornada com a Deficiência Auditiva no Palco A atriz Benedita Casé, filha da apresentadora Regina Casé, está transformando sua experiência pessoal com a perda auditiva em uma poderosa ferramenta de conscientização. Através de uma peça teatral inspirada na vida da dramaturga Júlia Spadaccini, Benedita abre seu coração para o público, compartilhando vivências e lançando luz sobre a condição muitas vezes invisível da surdez. O espetáculo entrelaça as trajetórias de Júlia e Benedita, oferecendo um retrato sensível dos desafios enfrentados por quem lida com diferentes graus de perda auditiva. A montagem não só dá voz às dificuldades, mas também busca combater o preconceito e a falta de compreensão social. Conforme relatado, Benedita nasceu ouvinte, mas complicações de saúde em sua infância levaram ao uso de medicamentos que afetaram sua audição. Júlia Spadaccini, por sua vez, começou a perder a audição aos 19 anos, recebendo o prognóstico médico de que poderia desenvolver uma surdez profunda. Essas vivências compõem o cerne da obra, que visa, nas palavras da dramaturga, “letrar as pessoas sobre essa surdez que é tão invisível”. A informação é do conteúdo divulgado. A Luta Contra a “Surdez Invisível” e o Medo do Julgamento Um dos pontos centrais abordados na peça é a dificuldade que a sociedade tem em compreender as nuances da perda auditiva. Benedita Casé confessa que, por muito tempo, sentiu receio de como seria percebida ao revelar sua condição. “Eu tinha medo, na verdade, das pessoas me julgarem, de ser rejeitada, de como que eu ia ser tratada a partir do momento que vissem que eu usasse aparelho, que soubessem que eu era surda”, desabafa a atriz. Ela ressalta que a aceitação foi um processo, e que muitas pessoas ainda associam a dificuldade de ouvir apenas à necessidade de aumentar o volume da voz. “As pessoas têm dificuldade de entender. É muito comum você chegar e já começar a gritar, começar a falar mais alto. Só que isso não muda, porque não é sobre o volume, é sobre a frequência”, explica Benedita, evidenciando a complexidade da surdez, que vai além do que se percebe superficialmente. Representatividade no Teatro e a Importância da Visibilidade Além de abordar os desafios da perda auditiva, o espetáculo tem um papel crucial em aumentar a representatividade de pessoas com deficiência nos espaços culturais. Benedita Casé argumenta que a ausência dessa presença contribui para a perpetuação da invisibilidade do tema. “Se não está lá na tela, não está nos lugares, não está no teatro, é completamente excluído mesmo porque se você não vê, não existe”, afirma a atriz, destacando a força da representação visual para a conscientização e inclusão. Acessibilidade e Empatia Como Pilares da Peça A peça foi concebida pensando em ser o mais acessível possível. Para isso, foram incorporados recursos voltados tanto para o público surdo que utiliza a Língua Brasileira de Sinais (Libras) quanto para aqueles que acompanham a apresentação por meio de legendas. A proposta é clara: promover a compreensão e a empatia entre diferentes públicos, criando

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Jaloo e Strobo se reencontram no trio Os Amantes e lançam “Amar, amor!”: uma fusão de brega paraense e indie rock

Os Amantes surpreendem com novo álbum “Amar, amor!”: a união do brega paraense com o indie rock chega após hiato de dois anos e meio. O aguardado retorno do trio Os Amantes, formado pela renomada cantora paraense Jaloo e pelo duo Strobo (Arthur Kunz e Léo Chermont), marca o lançamento do segundo álbum do grupo, intitulado “Amar, amor!”. A novidade chega após um hiato de dois anos e meio, demonstrando um espaçamento calculado na trajetória musical do trio. Este novo trabalho surge cinco anos depois do álbum de estreia, “Os Amantes”, lançado em 2021, mas anunciado em 2019 com o single “Ninguém”. A espera, no entanto, parece ter valido a pena, pois “Amar, amor!” promete uma imersão sonora única. A informação sobre o lançamento e os detalhes do álbum foram divulgados conforme noticiado. O trio reafirma sua identidade ao manter a **música paraense**, com forte influência do **tecnobrega e do brega nortista**, como matéria-prima principal de seu repertório, em sua maioria autoral. Uma mistura sonora ousada e envolvente No álbum “Amar, amor!”, composto por dez faixas, Os Amantes exploram a fusão entre o brega paraense e referências do indie rock dos anos 2000. Essa combinação inusitada é evidenciada em faixas como “Adeus”, onde as guitarras ganham destaque, remetendo à sonoridade da época. Além do indie rock, o trio também flerta com influências do pop japonês, criando uma tapeçaria sonora rica e surpreendente. A proposta do álbum é sedutora, combinando elementos que, à primeira vista, podem parecer distantes, mas que se complementam de forma harmoniosa. Produção e arranjos em destaque A audição de faixas como “Acho que enlouqueci” (Jaloo), “Além de um sonho bom” (Léo Chermont e Arthur Kunz), “Seja livre” (Jaloo, Léo Chermont e Arthur Kunz) e “Notícia” (Léo Chermont e Jaloo) revela uma supremacia da produção musical e dos arranjos. A qualidade sonora e a inventividade nos arranjos se sobressaem, elevando o cancioneiro autoral do trio. Essa atenção aos detalhes na produção musical demonstra o cuidado e a dedicação de Jaloo e Strobo em entregar um trabalho coeso e impactante, que explora novas texturas e sonoridades dentro da proposta de Os Amantes. “A primeira vez”: a única regravação que celebra o passado O anúncio do álbum “Amar, amor!” em 29 de julho foi marcado pelo lançamento do single “A primeira vez”. Essa faixa se destaca por ser a única regravação do repertório, uma música de Tony Brasil que fez sucesso no circuito nortista em 2000, na voz de Ana de Oliveira. A escolha de “A primeira vez” como single de lançamento e única releitura demonstra o respeito do trio por suas origens e pela história da música paraense, ao mesmo tempo em que reafirma a identidade sonora de Os Amantes, adaptando um clássico à sua própria linguagem musical.

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Música Brasileira: Evolução ou Declínio? Gerações Divididas na Discussão Sobre Qualidade Musical

A música brasileira melhorou ou piorou? Entenda por que a resposta incomoda e depende de quem pergunta A discussão sobre a qualidade da música brasileira é um tema recorrente e, frequentemente, carregado de paixão. De um lado, há quem lamente a perda de riqueza melódica e poética em comparação com épocas passadas. Do outro, defensores da música atual ressaltam a constante renovação e a diversidade de estilos. Contudo, sentenças definitivas sobre a superioridade de uma era sobre outra muitas vezes mascaram visões limitadas e um apego excessivo à nostalgia. A verdade é que a música, como a própria vida, está em constante transformação, e cada geração encontra seus próprios ídolos e referências. Essa complexidade, que muda conforme a perspectiva geracional, foi abordada em análise divulgada pelo g1, que destaca a subjetividade inerente à apreciação musical e como a nostalgia da juventude pode influenciar essa percepção. A era de ouro da MPB e a referência imbatível para muitos Para muitos, especialmente aqueles que cresceram nas décadas de 1960 e 1970, a Música Popular Brasileira (MPB) daquela época representa um ápice inatingível. Nomes como Caetano Veloso, Chico Buarque, Djavan, Gilberto Gil e Milton Nascimento, entre outros gigantes da composição, formaram um período de efervescência criativa. Ao lado desses compositores, surgiram intérpretes de igual magnitude, como Clara Nunes, Elis Regina, Gal Costa e Maria Bethânia. A combinação de tantos talentos, tanto na composição quanto na interpretação, fez com que essa geração se tornasse um referencial poderoso. Para quem viveu essa época, vozes atuais como as de Anitta ou Marina Sena, que conquistam multidões, podem parecer menos expressivas, não por falta de qualidade intrínseca, mas por representarem um universo sonoro distinto. Novos referenciais: a subjetividade da experiência musical A questão central reside na subjetividade da experiência. Jovens que cresceram ouvindo Anitta e Marina Sena possuem um conjunto de referências diferente, que não necessariamente se alinha com a MPB clássica. Essa diversidade de referências é o que torna a pergunta sobre a melhora ou piora da música brasileira impossível de ter uma resposta única e universal. Cada geração, ao encontrar sua própria voz e sua turma, constrói sua própria resposta para essa pergunta. E, de acordo com a análise, todas essas respostas são válidas dentro de seus respectivos contextos. A emoção que atravessa gerações: de Dalva de Oliveira a Liniker A capacidade da música de emocionar é um fio condutor que une diferentes épocas. A comoção vista nos shows de artistas contemporâneos como Liniker, por exemplo, ecoa a mesma admiração que gerações anteriores sentiam por Gal Costa ou, em tempos ainda mais remotos, por ícones da era do rádio como Dalva de Oliveira. O tempo traz o novo, como já profetizava Belchior há 50 anos. Embora seja equivocado afirmar que o novo é inerentemente melhor, também é arrogante desqualificar o antigo apenas por sua antiguidade. Padrões e gostos se transformam, e é natural que cada indivíduo eleja suas próprias referências como as mais significativas. Interseções e respeito: a riqueza da diversidade musical brasileira Pode soar

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Fiuk em Crise Financeira: Ator Investiu Milhões em Filme de Carros que Nunca Viu a Luz do Dia e Busca Novo Recomeço

Fiuk enfrenta sérias dificuldades financeiras após investir alto em projeto cinematográfico sobre carros que não se concretizou. O ator e cantor, conhecido por sua participação em realities e por projetos musicais, agora busca uma nova forma de realizar seu sonho de dirigir um filme de ação, mesmo diante de perdas significativas. O artista, de 35 anos, relata que dedicou anos ao desenvolvimento de um filme sobre drift, modalidade de direção com derrapagens controladas, que seria intitulado “Descontrole”. O projeto, anunciado com um orçamento ambicioso de mais de R$ 20 milhões e promessas de contar com profissionais de renome, como os envolvidos na franquia “Velozes e Furiosos”, acabou não saindo do papel. Fiuk afirma ter investido recursos próprios na produção, mas que nunca chegou a assinar um contrato formal. Sua equipe informou que ele acabou saindo da produção com prejuízos financeiros. O valor exato do investimento pessoal do ator não foi divulgado. Segundo informações divulgadas pelo g1, o diretor André Luís, que também trabalhou com Fiuk no longa “Tração”, declarou que o projeto “Descontrole” foi encerrado há mais de um ano. Ele mencionou que sua produtora, a Owner Entertainment, está finalizando outro filme de ação com carros chamado “Asfalto”. “Asfalto” seria a continuação de “Descontrole”, segundo Fiuk Em contrapartida, Fiuk alega que o filme “Asfalto” é, na verdade, o mesmo projeto que antes era divulgado como “Descontrole”. Ele explica que o perfil nas redes sociais criado para o seu filme teve o nome alterado posteriormente para “Asfalto”, e que a produção seguiu sem sua participação sob essa nova denominação. O ator ainda mencionou que, durante o desenvolvimento inicial, um dos patrocinadores demonstrou interesse em ter um papel de destaque na produção. Essa mudança, segundo ele, alterou toda a configuração original do projeto, levando a um rumo diferente do planejado. Produção ambiciosa previa mais de 50 carros e helicóptero As gravações de “Descontrole” chegaram a iniciar em novembro de 2024, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. O roteiro previa que Fiuk interpretasse Dori, um piloto de drift com um passado misterioso. Relatos da época indicavam que apenas a primeira sequência, filmada no Píer da Barra Norte, teria um custo superior a R$ 700 mil, envolvendo mais de 50 carros, um helicóptero e cerca de 100 profissionais. Novo filme sobre carros: “Espírito Máquina” Apesar da frustração com o projeto anterior, Fiuk reitera seu compromisso com o sonho de fazer um filme sobre o universo dos carros. Em entrevista ao Metrópoles, ele declarou estar disposto a vender bens pessoais, como guitarras e carros, para viabilizar uma nova produção. A nova empreitada já tem nome: “Espírito Máquina”. Segundo sua equipe, o projeto será iniciado do zero, com uma “construção criativa e estrutura jurídica mais transparente” para garantir a autoria e participação do ator. Ele não adiantou se pretende buscar medidas judiciais sobre o caso anterior, preferindo focar em seguir em frente com seu objetivo.

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Maria Luiza Jobim recria ‘Garota de Ipanema’ com violão de Tom e surpreende em nova versão do clássico da bossa nova

O milagre da bossa nova continua vivo com Maria Luiza Jobim e uma nova interpretação de ‘Garota de Ipanema’. O lendário samba “Garota de Ipanema”, que completa 64 anos em 2026, ganhou uma releitura emocionante pelas mãos de Maria Luiza Jobim, filha de Tom Jobim. A cantora e compositora lança agora uma versão que não só homenageia o legado de seu pai, mas também adiciona uma camada pessoal e tocante à música brasileira mais conhecida no mundo. A gravação foi feita com o violão original de Tom Jobim, utilizado em 1967 para registrar o samba junto a Frank Sinatra. Este detalhe confere à nova versão um peso histórico e afetivo, conectando diretamente Maria Luiza às origens da canção que encantou gerações. Com uma carreira sólida construída longe do peso do sobrenome famoso, Maria Luiza Jobim demonstra, com este novo trabalho, sua própria identidade artística. A versão bilíngue, que mescla o português original com a letra em inglês de Norman Gimbel, mostra a versatilidade da artista e a capacidade de “Garota de Ipanema” de se reinventar. Conforme informação divulgada, o lançamento de “Garota de Ipanema / Girl from Ipanema” foi viabilizado e editado pelo projeto alemão Colors + Studios. A nova gravação, lançada oficialmente em 16 de agosto de 2026, parece dar à música uma nova vida, como se tivesse sido composta ontem. Um Clássico que Transcende Gerações A estreia de “Garota de Ipanema” aconteceu em 2 de agosto de 1962, no palco da boate carioca Au Bon Gourmet. O show “Um Encontro” reuniu nomes como João Gilberto, Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, marcando o início de uma trajetória de sucesso global. Desde então, o samba de Tom & Vinicius acumulou mais de 430 registros fonográficos oficiais, consolidando-se como um ícone da música brasileira. A nova gravação de Maria Luiza Jobim se insere nesse contexto, oferecendo uma perspectiva fresca e contemporânea. O Toque Pessoal de Maria Luiza Jobim Aos 39 anos, Maria Luiza Jobim vive um momento especial em sua carreira. O lançamento de seu terceiro álbum solo, “Rosa no Céu”, em junho de 2026, já havia sinalizado seu talento como cantora e compositora. Agora, com “Garota de Ipanema”, ela reforça sua conexão com a obra do pai, mas de forma autêntica. A gravação conta com o toque minimalista da guitarra de Felipe Antunes, que complementa a voz de Maria Luiza. A artista optou por uma interpretação cool, sem imitar os registros anteriores, permitindo que a essência da música brilhe. O Legado da Bossa Nova Sempre Nova O que chama a atenção na nova versão é como “Garota de Ipanema”, mesmo com seus mais de 60 anos, soa incrivelmente atual. Esse é o chamado “milagre da bossa nova”, um estilo musical que, ao que tudo indica, não envelhece. A gravação bilíngue, alternando entre o português e o inglês de Norman Gimbel, remete à versão icônica de 1963 com Stan Getz, João Gilberto e Astrud Gilberto. Maria Luiza Jobim, com sua voz suave e interpretação única, reafirma a universalidade e

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Tamara Klink: Livro ‘Bom Dia, Inverno’ tem vendas quase dobradas após polêmica de doação; entenda o caso

Livro “Bom Dia, Inverno” de Tamara Klink dispara em vendas após polêmica sobre doação A obra “Bom Dia, Inverno”, da autora e velejadora Tamara Klink, experimentou um aumento expressivo em suas vendas após uma controvérsia nas redes sociais. A polêmica surgiu quando Klink sugeriu que seus leitores optassem por empréstimos, bibliotecas ou doações em vez de adquirir novos exemplares de seu livro. Posteriormente, a autora reconheceu seu equívoco, admitindo que não considerou o impacto de sua recomendação no mercado editorial. Essa retratação, aliada à visibilidade gerada pela discussão, impulsionou a procura pela obra, resultando em um crescimento incomum nos números de vendas. Conforme levantamento da BookInfo, empresa especializada em monitoramento de vendas de livros no Brasil, o livro “Bom Dia, Inverno” apresentou um crescimento “sem precedentes em toda a série histórica de 74 dias analisados”. Os dados foram compilados a pedido do jornal “Folha de S. Paulo” e compartilhados com o g1. Acompanhe os detalhes dessa reviravolta no mercado editorial. Salto Inédito nas Vendas Registrado Nos quatro dias subsequentes à polêmica, “Bom Dia, Inverno” vendeu 2.061 exemplares. Esse número é significativamente superior à faixa esperada de vendas, que variava entre 1.042 e 1.254 exemplares. A BookInfo destacou que isso representa um excedente de aproximadamente mil exemplares, concentrando o equivalente a duas semanas de vendas normais em apenas quatro dias. A alta nas vendas foi observada em varejistas de 17 estados brasileiros, indicando um alcance nacional do fenômeno. A expectativa da BookInfo é que o desempenho positivo se mantenha nas próximas semanas, com sinais de que o aumento não foi apenas um pico pontual, mas uma tendência que tende a se consolidar. “Bom Dia, Inverno”: A Experiência no Ártico Lançado em maio, “Bom Dia, Inverno” narra a jornada de Tamara Klink durante uma expedição ao Ártico. O livro detalha os oito meses em que a autora viveu isolada em um veleiro, de outubro de 2023 a maio de 2024, em meio ao mar congelado da Groenlândia. Durante esse período, Tamara manteve uma comunicação mínima com o mundo exterior. A obra explora a preparação para a viagem e os meses de isolamento, oferecendo um relato íntimo e detalhado dessa experiência única. O livro já se destacava em listas de mais vendidos antes mesmo da polêmica. Obra Já Era Sucesso Antes da Controvérsia Antes mesmo da polêmica e do subsequente aumento nas vendas, “Bom Dia, Inverno” já figurava entre os livros mais vendidos do país há três meses. Na plataforma Amazon, por exemplo, o título ocupava a terceira posição, atrás apenas de clássicos como “A Metamorfose”, de Franz Kafka, e “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos. A própria Tamara Klink mencionou que o livro estava entre os mais vendidos quando ela fez a recomendação para evitar novas compras. O sucesso consistente da obra demonstra o forte interesse do público em suas experiências e relatos de viagem, mesmo antes de a discussão sobre a forma de consumo ganhar destaque.

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MC Ryan SP, o artista mais ouvido do Brasil, é condenado por plágio em 34 músicas e terá que pagar R$ 20 mil por danos morais

MC Ryan SP, artista mais ouvido no Brasil, enfrenta condenação judicial por violação de direitos autorais em 34 canções. A decisão determina que o funkeiro não deu os devidos créditos ao compositor Lucas Vieira Jozimba, também conhecido como Luska, e terá que pagar uma indenização de R$ 20 mil por danos morais. A sentença cabe recurso. O caso envolve 34 músicas, incluindo sucessos como “Cracolândia”, que acumula mais de 200 milhões de visualizações no YouTube. Luska alegou à Justiça que enviava suas composições a MC Ryan SP sob a promessa de divisão de lucros e inclusão de seus créditos, o que, segundo o compositor, não foi cumprido. A defesa de MC Ryan SP e da produtora GR6 questionou as provas apresentadas por Luska, argumentando que as obras não possuíam registro na União Brasileira de Compositores (UBC) e que algumas eram de autoria do próprio MC Ryan SP ou de MC BKA. Contudo, a Justiça baseou sua decisão em conversas de aplicativo de mensagens, que foram consideradas provas válidas, e na própria lei de direitos autorais, que estabelece a proteção das obras independentemente de registro. Decisão judicial destaca a proteção legal dos direitos autorais O juiz Rodrigo Garcia Martinez, da 12ª Vara Cível de Santos (SP), ressaltou em sua decisão que a lei de direitos autorais “estabelece categoricamente que a proteção aos direitos de autor independe de registro”. Isso significa que, mesmo sem registro formal em órgãos como a UBC, as composições de Luska estavam protegidas. A análise judicial também apontou que apenas 11 das 34 músicas em questão estavam cadastradas na UBC em nome de MC Ryan SP. No entanto, o juiz observou que o cadastro de obras e fonogramas é geralmente realizado pelo produtor fonográfico, neste caso, a GR6, o que não invalidava a autoria de Luska. MC Ryan SP e GR6 são obrigados a creditar Luska e pagar lucros Com base nas evidências, a Justiça reconheceu Luska como o autor das 34 músicas. MC Ryan SP e a produtora GR6 foram ordenados a incluir o nome de Luska como compositor em todas as plataformas digitais e no Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) em um prazo de 30 dias. O descumprimento desta ordem acarretará uma multa diária de R$ 1 mil. Além da obrigação de crédito, os réus foram condenados a pagar ao compositor todos os lucros obtidos com a cessão e os royalties referentes às 34 músicas, desde o momento de seus lançamentos. O valor exato desses lucros ainda está sob análise judicial. A indenização por danos morais, fixada em R$ 20 mil, foi determinada em decorrência da omissão do nome de Luska como compositor. Lista das músicas citadas no processo O processo judicial abrange uma lista de 34 composições. Entre elas, destacam-se “Marcha”, “Amante da Minha Conta” e “Cracolândia”. A lista completa das músicas reivindicadas por Luska inclui títulos como Rumo ao Milênio, Nipe de Executivo, Pétolas de Brilho Dourado, No Tabuleiro, Às Vezes Penso em Desistir (“A Caravana do Terror”), Pernoite 2, Bem Sucedido

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MC Ryan SP Condenado: 34 Músicas em Disputa Judicial por Direitos Autorais e Lucros Milionários

MC Ryan SP é condenado em processo de direitos autorais envolvendo 34 músicas e exige crédito para compositor original. MC Ryan SP, atualmente o artista mais ouvido no Brasil segundo o Spotify, foi condenado pela Justiça por violação de direitos autorais. A decisão judicial determinou que o funkeiro não creditou Lucas Vieira Jozimba, reconhecido como o verdadeiro autor de 34 canções que integram o repertório do cantor. Lucas, que se apresenta artisticamente como Luska, alega ter enviado as composições a MC Ryan SP sob a promessa de divisão de lucros e inclusão de seus créditos. No entanto, essas promessas não foram cumpridas, levando o caso à esfera judicial. A disputa abrange sucessos como “Cracolândia”, “Revoada do Tubarão 2” e “Set DJ Pedro 3.0”. Conforme a decisão divulgada, a Justiça determinou que MC Ryan SP e a produtora GR6 incluam o nome de Luska como compositor em todas as plataformas digitais e no Ecad em até 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, conforme reportado pela mídia. A lista completa das 34 músicas em disputa judicial Entre as canções que motivaram a ação judicial estão “Marcha”, “Amante da Minha Conta” e o hit “Cracolândia”, que ultrapassa a marca de 200 milhões de visualizações no YouTube. A lista completa, citada no processo, inclui: Rumo ao Milênio, Nipe de Executivo, Pérolas de Brilho Dourado, No Tabuleiro, Às Vezes Penso em Desistir (“A Caravana do Terror”), Pernoite 2, Bem Sucedido de Marte, Amante da Minha Conta, Minha Garagem, Profissão de Alto Risco, Céu Escureceu, É Missil, Tem que Ser de Luxo, Mercedão (Resgate), 7 Dias Fora de Casa, C.C.L.O.N.A.D.O, Paraíso do Meu Apogeu, Válvula Monetária, Virei Luz, Tubarão Gigante, Pernoite, Sinceridade (Robin Wood do Guetto), 7 Marcha, Oferecida (Set DJ Pedro 4.0), Astronalta Delas, Pique de Milionário, Tropa do Jogo do Bixo, Cracolândia (“Ilusão”) feat. DJ Alok, Diploma na Academia (#TBT Poesia Acústica), Subi um Balão no Pião, Revoada do Tubarão 2, Atividade, e Set DJ Pedro 3.0. Contestação da defesa e a decisão da Justiça MC Ryan SP e a produtora GR6 contestaram as provas apresentadas por Luska, argumentando que as obras não possuíam registro na União Brasileira de Compositores (UBC). A defesa também alegou que as músicas em questão seriam de autoria do próprio MC Ryan SP ou de MC BKA. No entanto, o juiz Rodrigo Garcia Martinez, da 12ª Vara Cível de Santos (SP), baseou sua decisão no fato de que a lei de direitos autorais “estabelece categoricamente que a proteção aos direitos de autor independe de registro.” Assim, os prints de conversas via aplicativo de mensagens foram considerados provas válidas. O magistrado também observou que apenas 11 das 34 canções estavam cadastradas na UBC em nome de MC Ryan SP, e que o cadastro de fonogramas ou obras geralmente é feito pelo produtor fonográfico, neste caso, a GR6. A decisão final reconheceu Luska como autor das músicas. Condenação e valores a serem pagos A Justiça condenou MC Ryan SP e a GR6 ao pagamento de todos

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De Anitta a Doutor Castor: ‘Corrida dos Bichos’ impulsiona febre por Jogo do Bicho no audiovisual brasileiro com 20 obras marcantes

A nova onda do Jogo do Bicho no streaming e na cultura pop brasileira: um olhar sobre a contravenção que fascina há décadas A recente popularidade de ‘Corrida dos Bichos’, que transformou o jogo do bicho em uma competição distópica de vida ou morte, reacendeu o interesse do público brasileiro por esse universo. O sucesso do filme no Prime Video, impulsionado pela versão viral de Anitta para a trilha sonora, é apenas o reflexo de uma longa e rica história de representações da contravenção no audiovisual nacional. Desde os primórdios do cinema brasileiro até as mais recentes séries documentais e de ficção, o jogo do bicho e seus personagens, os bicheiros, têm sido fonte de inspiração para roteiristas e diretores. Essa fascinação se estende por mais de sete décadas, moldando a forma como a sociedade enxerga essa prática. O historiador e escritor Luiz Antôno Simas explica que o jogo do bicho dialoga com diversas facetas da cultura brasileira, desde o cotidiano dos botequins e do samba até as complexas relações de poder e violência. Conforme informação divulgada pelo g1, essa conexão intrínseca é o que garante a perenidade do tema nas telas. A evolução do bicheiro no cinema e na TV: de ‘Amei um Bicheiro’ a ‘Vale o Escrito’ O levantamento realizado pelo g1 revela a trajetória do jogo do bicho no audiovisual brasileiro, começando com ‘Amei um Bicheiro’, de 1952, que retrata um jovem ambicioso envolvido com a contravenção. Ao longo das décadas, o personagem do bicheiro foi se transformando, refletindo as mudanças sociais e culturais do país. Em ‘Boca de Ouro’ (1963), acompanhamos a figura de um chefe do jogo do bicho em Madureira, no Rio de Janeiro. Já a novela ‘Bandeira 2’ (1971) mergulhou no submundo dos contraventores cariocas, explorando a luta pela sobrevivência e as ambições profissionais. As décadas de 80 e 90 trouxeram produções como ‘Mário Fofoca’ (1983), com um episódio focado em um rei dos bicheiros, e ‘O Rei do Rio’ (1985), que narra a ascensão de dois empregados de um bicheiro. A novela ‘Mandala’ (1987) apresentou Tony Carrado, um bicheiro retratado com uma estética que misturava o ‘cafona’ ao romântico. O Jogo do Bicho na cultura pop: humor, drama e documentários O humor também encontrou espaço para retratar o jogo do bicho, como em ‘Sai de Baixo’ (1999), onde um personagem se torna apontador, e ‘Vai Que Cola’ (2023), com um episódio sobre um bicheiro no deserto. A série ‘A Grande Família’ (2006) também abordou o tema de forma leve, enquanto ‘Senhora do Destino’ (2004) imortalizou o personagem Giovanni Improtta, interpretado por José Wilker. A complexidade do universo do jogo do bicho foi explorada em produções mais recentes. A série ‘Doutor Castor’ (2021) mergulhou na história de Castor de Andrade, bicheiro e patrono de times de futebol e escolas de samba. ‘Lei da Selva’ (2022) investigou as origens da loteria que se tornou um império do crime. Em 2023, ‘Vale o Escrito’ trouxe um olhar documental sobre as guerras de poder entre as

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Ex-mulher de Latino, Rafaella Ribeiro, alega agressão e obtém medida protetiva; cantor nega acusações

Ex-mulher de Latino, Rafaella Ribeiro, alega agressão e obtém medida protetiva; cantor nega acusações A cantora e influenciadora Rafaella Ribeiro, conhecida como Raffa Rarbbie, veio a público para denunciar supostas agressões sofridas durante seu relacionamento de sete anos com o cantor Latino. A artista, que está separada do músico desde julho, alega ter sido vítima de violência física e verbal. Rafaella divulgou um vídeo em que Latino aparece fazendo comentários ofensivos sobre mulheres e mencionando a expressão “dar um monte de tiro”. Em sua defesa, o artista, por meio de seus advogados, negou as acusações e afirmou que prestará todos os esclarecimentos necessários à Justiça. Conforme informações divulgadas pelo g1, Rafaella Ribeiro já deu entrada no pedido de divórcio e conseguiu uma medida protetiva contra o cantor. Existe também um processo judicial em andamento que tramita em segredo de justiça, detalhando os supostos incidentes. Detalhes das Acusações e Vídeo Polêmico Em um vídeo de aproximadamente 15 minutos, publicado nas redes sociais, Rafaella Ribeiro narrou diversos episódios que teriam ocorrido durante o relacionamento. Um dos casos relatados envolve a quebra de seu celular durante uma discussão, que ela descreveu como uma tentativa de “se desfazer de todas as provas”. No vídeo divulgado, Latino é visto em uma situação em que faz declarações sobre mulheres, dizendo: “Vocês criam problemas e saem como coitadas. É assim que as mulheres fazem com os homens, vocês são tudo um bando de bostas. É isso que vocês fazem, até o cara ir lá e dar um monte de tiro e morrer. É por isso que os caras ficam loucos”. Medida Protetiva e Processo Judicial A assessoria de Rafaella Ribeiro informou ao g1 que a cantora só se pronunciou publicamente após a obtenção da medida protetiva. Em suas redes sociais, ela celebrou a decisão, declarando: “Após as autoridades competentes analisarem, eu tive o deferimento de uma medida protetiva por tempo indeterminado! E ninguém consegue isso sem provas das efetivas agressões.” O incidente relacionado ao celular, segundo a equipe da cantora, ocorreu em julho, levando-a a buscar o divórcio. A defesa de Latino não comentou especificamente sobre a medida protetiva ou o processo de divórcio, limitando-se a afirmar que o cantor cooperará com a Justiça. Relacionamento de Sete Anos e Pedido de Casamento Rafaella Ribeiro, de 27 anos, e Latino, cujo nome verdadeiro é Roberto de Souza Rocha e tem 53 anos, mantiveram um relacionamento por sete anos. A relação chegou a ter um momento público de destaque em 2020, quando Latino fez um pedido de noivado a Rafaella durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais. Na ocasião, o cantor declarou: “Isso aqui é a prova do meu amor por você. Queria pedir sua mão em noivado, mas eu queria dividir minha felicidade com o Brasil inteiro”. A exposição pública do pedido contrasta com as atuais alegações de violência doméstica.

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Benedita Casé Detalha Luta Contra Perda Auditiva em Peça Inspirada na Dramaturga Júlia Spadaccini

Benedita Casé Compartilha Jornada com a Deficiência Auditiva no Palco A atriz Benedita Casé, filha da apresentadora Regina Casé, está transformando sua experiência pessoal com a perda auditiva em uma poderosa ferramenta de conscientização. Através de uma peça teatral inspirada na vida da dramaturga Júlia Spadaccini, Benedita abre seu coração para o público, compartilhando vivências e lançando luz sobre a condição muitas vezes invisível da surdez. O espetáculo entrelaça as trajetórias de Júlia e Benedita, oferecendo um retrato sensível dos desafios enfrentados por quem lida com diferentes graus de perda auditiva. A montagem não só dá voz às dificuldades, mas também busca combater o preconceito e a falta de compreensão social. Conforme relatado, Benedita nasceu ouvinte, mas complicações de saúde em sua infância levaram ao uso de medicamentos que afetaram sua audição. Júlia Spadaccini, por sua vez, começou a perder a audição aos 19 anos, recebendo o prognóstico médico de que poderia desenvolver uma surdez profunda. Essas vivências compõem o cerne da obra, que visa, nas palavras da dramaturga, “letrar as pessoas sobre essa surdez que é tão invisível”. A informação é do conteúdo divulgado. A Luta Contra a “Surdez Invisível” e o Medo do Julgamento Um dos pontos centrais abordados na peça é a dificuldade que a sociedade tem em compreender as nuances da perda auditiva. Benedita Casé confessa que, por muito tempo, sentiu receio de como seria percebida ao revelar sua condição. “Eu tinha medo, na verdade, das pessoas me julgarem, de ser rejeitada, de como que eu ia ser tratada a partir do momento que vissem que eu usasse aparelho, que soubessem que eu era surda”, desabafa a atriz. Ela ressalta que a aceitação foi um processo, e que muitas pessoas ainda associam a dificuldade de ouvir apenas à necessidade de aumentar o volume da voz. “As pessoas têm dificuldade de entender. É muito comum você chegar e já começar a gritar, começar a falar mais alto. Só que isso não muda, porque não é sobre o volume, é sobre a frequência”, explica Benedita, evidenciando a complexidade da surdez, que vai além do que se percebe superficialmente. Representatividade no Teatro e a Importância da Visibilidade Além de abordar os desafios da perda auditiva, o espetáculo tem um papel crucial em aumentar a representatividade de pessoas com deficiência nos espaços culturais. Benedita Casé argumenta que a ausência dessa presença contribui para a perpetuação da invisibilidade do tema. “Se não está lá na tela, não está nos lugares, não está no teatro, é completamente excluído mesmo porque se você não vê, não existe”, afirma a atriz, destacando a força da representação visual para a conscientização e inclusão. Acessibilidade e Empatia Como Pilares da Peça A peça foi concebida pensando em ser o mais acessível possível. Para isso, foram incorporados recursos voltados tanto para o público surdo que utiliza a Língua Brasileira de Sinais (Libras) quanto para aqueles que acompanham a apresentação por meio de legendas. A proposta é clara: promover a compreensão e a empatia entre diferentes públicos, criando

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Jaloo e Strobo se reencontram no trio Os Amantes e lançam “Amar, amor!”: uma fusão de brega paraense e indie rock

Os Amantes surpreendem com novo álbum “Amar, amor!”: a união do brega paraense com o indie rock chega após hiato de dois anos e meio. O aguardado retorno do trio Os Amantes, formado pela renomada cantora paraense Jaloo e pelo duo Strobo (Arthur Kunz e Léo Chermont), marca o lançamento do segundo álbum do grupo, intitulado “Amar, amor!”. A novidade chega após um hiato de dois anos e meio, demonstrando um espaçamento calculado na trajetória musical do trio. Este novo trabalho surge cinco anos depois do álbum de estreia, “Os Amantes”, lançado em 2021, mas anunciado em 2019 com o single “Ninguém”. A espera, no entanto, parece ter valido a pena, pois “Amar, amor!” promete uma imersão sonora única. A informação sobre o lançamento e os detalhes do álbum foram divulgados conforme noticiado. O trio reafirma sua identidade ao manter a **música paraense**, com forte influência do **tecnobrega e do brega nortista**, como matéria-prima principal de seu repertório, em sua maioria autoral. Uma mistura sonora ousada e envolvente No álbum “Amar, amor!”, composto por dez faixas, Os Amantes exploram a fusão entre o brega paraense e referências do indie rock dos anos 2000. Essa combinação inusitada é evidenciada em faixas como “Adeus”, onde as guitarras ganham destaque, remetendo à sonoridade da época. Além do indie rock, o trio também flerta com influências do pop japonês, criando uma tapeçaria sonora rica e surpreendente. A proposta do álbum é sedutora, combinando elementos que, à primeira vista, podem parecer distantes, mas que se complementam de forma harmoniosa. Produção e arranjos em destaque A audição de faixas como “Acho que enlouqueci” (Jaloo), “Além de um sonho bom” (Léo Chermont e Arthur Kunz), “Seja livre” (Jaloo, Léo Chermont e Arthur Kunz) e “Notícia” (Léo Chermont e Jaloo) revela uma supremacia da produção musical e dos arranjos. A qualidade sonora e a inventividade nos arranjos se sobressaem, elevando o cancioneiro autoral do trio. Essa atenção aos detalhes na produção musical demonstra o cuidado e a dedicação de Jaloo e Strobo em entregar um trabalho coeso e impactante, que explora novas texturas e sonoridades dentro da proposta de Os Amantes. “A primeira vez”: a única regravação que celebra o passado O anúncio do álbum “Amar, amor!” em 29 de julho foi marcado pelo lançamento do single “A primeira vez”. Essa faixa se destaca por ser a única regravação do repertório, uma música de Tony Brasil que fez sucesso no circuito nortista em 2000, na voz de Ana de Oliveira. A escolha de “A primeira vez” como single de lançamento e única releitura demonstra o respeito do trio por suas origens e pela história da música paraense, ao mesmo tempo em que reafirma a identidade sonora de Os Amantes, adaptando um clássico à sua própria linguagem musical.

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Música Brasileira: Evolução ou Declínio? Gerações Divididas na Discussão Sobre Qualidade Musical

A música brasileira melhorou ou piorou? Entenda por que a resposta incomoda e depende de quem pergunta A discussão sobre a qualidade da música brasileira é um tema recorrente e, frequentemente, carregado de paixão. De um lado, há quem lamente a perda de riqueza melódica e poética em comparação com épocas passadas. Do outro, defensores da música atual ressaltam a constante renovação e a diversidade de estilos. Contudo, sentenças definitivas sobre a superioridade de uma era sobre outra muitas vezes mascaram visões limitadas e um apego excessivo à nostalgia. A verdade é que a música, como a própria vida, está em constante transformação, e cada geração encontra seus próprios ídolos e referências. Essa complexidade, que muda conforme a perspectiva geracional, foi abordada em análise divulgada pelo g1, que destaca a subjetividade inerente à apreciação musical e como a nostalgia da juventude pode influenciar essa percepção. A era de ouro da MPB e a referência imbatível para muitos Para muitos, especialmente aqueles que cresceram nas décadas de 1960 e 1970, a Música Popular Brasileira (MPB) daquela época representa um ápice inatingível. Nomes como Caetano Veloso, Chico Buarque, Djavan, Gilberto Gil e Milton Nascimento, entre outros gigantes da composição, formaram um período de efervescência criativa. Ao lado desses compositores, surgiram intérpretes de igual magnitude, como Clara Nunes, Elis Regina, Gal Costa e Maria Bethânia. A combinação de tantos talentos, tanto na composição quanto na interpretação, fez com que essa geração se tornasse um referencial poderoso. Para quem viveu essa época, vozes atuais como as de Anitta ou Marina Sena, que conquistam multidões, podem parecer menos expressivas, não por falta de qualidade intrínseca, mas por representarem um universo sonoro distinto. Novos referenciais: a subjetividade da experiência musical A questão central reside na subjetividade da experiência. Jovens que cresceram ouvindo Anitta e Marina Sena possuem um conjunto de referências diferente, que não necessariamente se alinha com a MPB clássica. Essa diversidade de referências é o que torna a pergunta sobre a melhora ou piora da música brasileira impossível de ter uma resposta única e universal. Cada geração, ao encontrar sua própria voz e sua turma, constrói sua própria resposta para essa pergunta. E, de acordo com a análise, todas essas respostas são válidas dentro de seus respectivos contextos. A emoção que atravessa gerações: de Dalva de Oliveira a Liniker A capacidade da música de emocionar é um fio condutor que une diferentes épocas. A comoção vista nos shows de artistas contemporâneos como Liniker, por exemplo, ecoa a mesma admiração que gerações anteriores sentiam por Gal Costa ou, em tempos ainda mais remotos, por ícones da era do rádio como Dalva de Oliveira. O tempo traz o novo, como já profetizava Belchior há 50 anos. Embora seja equivocado afirmar que o novo é inerentemente melhor, também é arrogante desqualificar o antigo apenas por sua antiguidade. Padrões e gostos se transformam, e é natural que cada indivíduo eleja suas próprias referências como as mais significativas. Interseções e respeito: a riqueza da diversidade musical brasileira Pode soar

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Fiuk em Crise Financeira: Ator Investiu Milhões em Filme de Carros que Nunca Viu a Luz do Dia e Busca Novo Recomeço

Fiuk enfrenta sérias dificuldades financeiras após investir alto em projeto cinematográfico sobre carros que não se concretizou. O ator e cantor, conhecido por sua participação em realities e por projetos musicais, agora busca uma nova forma de realizar seu sonho de dirigir um filme de ação, mesmo diante de perdas significativas. O artista, de 35 anos, relata que dedicou anos ao desenvolvimento de um filme sobre drift, modalidade de direção com derrapagens controladas, que seria intitulado “Descontrole”. O projeto, anunciado com um orçamento ambicioso de mais de R$ 20 milhões e promessas de contar com profissionais de renome, como os envolvidos na franquia “Velozes e Furiosos”, acabou não saindo do papel. Fiuk afirma ter investido recursos próprios na produção, mas que nunca chegou a assinar um contrato formal. Sua equipe informou que ele acabou saindo da produção com prejuízos financeiros. O valor exato do investimento pessoal do ator não foi divulgado. Segundo informações divulgadas pelo g1, o diretor André Luís, que também trabalhou com Fiuk no longa “Tração”, declarou que o projeto “Descontrole” foi encerrado há mais de um ano. Ele mencionou que sua produtora, a Owner Entertainment, está finalizando outro filme de ação com carros chamado “Asfalto”. “Asfalto” seria a continuação de “Descontrole”, segundo Fiuk Em contrapartida, Fiuk alega que o filme “Asfalto” é, na verdade, o mesmo projeto que antes era divulgado como “Descontrole”. Ele explica que o perfil nas redes sociais criado para o seu filme teve o nome alterado posteriormente para “Asfalto”, e que a produção seguiu sem sua participação sob essa nova denominação. O ator ainda mencionou que, durante o desenvolvimento inicial, um dos patrocinadores demonstrou interesse em ter um papel de destaque na produção. Essa mudança, segundo ele, alterou toda a configuração original do projeto, levando a um rumo diferente do planejado. Produção ambiciosa previa mais de 50 carros e helicóptero As gravações de “Descontrole” chegaram a iniciar em novembro de 2024, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. O roteiro previa que Fiuk interpretasse Dori, um piloto de drift com um passado misterioso. Relatos da época indicavam que apenas a primeira sequência, filmada no Píer da Barra Norte, teria um custo superior a R$ 700 mil, envolvendo mais de 50 carros, um helicóptero e cerca de 100 profissionais. Novo filme sobre carros: “Espírito Máquina” Apesar da frustração com o projeto anterior, Fiuk reitera seu compromisso com o sonho de fazer um filme sobre o universo dos carros. Em entrevista ao Metrópoles, ele declarou estar disposto a vender bens pessoais, como guitarras e carros, para viabilizar uma nova produção. A nova empreitada já tem nome: “Espírito Máquina”. Segundo sua equipe, o projeto será iniciado do zero, com uma “construção criativa e estrutura jurídica mais transparente” para garantir a autoria e participação do ator. Ele não adiantou se pretende buscar medidas judiciais sobre o caso anterior, preferindo focar em seguir em frente com seu objetivo.

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Maria Luiza Jobim recria ‘Garota de Ipanema’ com violão de Tom e surpreende em nova versão do clássico da bossa nova

O milagre da bossa nova continua vivo com Maria Luiza Jobim e uma nova interpretação de ‘Garota de Ipanema’. O lendário samba “Garota de Ipanema”, que completa 64 anos em 2026, ganhou uma releitura emocionante pelas mãos de Maria Luiza Jobim, filha de Tom Jobim. A cantora e compositora lança agora uma versão que não só homenageia o legado de seu pai, mas também adiciona uma camada pessoal e tocante à música brasileira mais conhecida no mundo. A gravação foi feita com o violão original de Tom Jobim, utilizado em 1967 para registrar o samba junto a Frank Sinatra. Este detalhe confere à nova versão um peso histórico e afetivo, conectando diretamente Maria Luiza às origens da canção que encantou gerações. Com uma carreira sólida construída longe do peso do sobrenome famoso, Maria Luiza Jobim demonstra, com este novo trabalho, sua própria identidade artística. A versão bilíngue, que mescla o português original com a letra em inglês de Norman Gimbel, mostra a versatilidade da artista e a capacidade de “Garota de Ipanema” de se reinventar. Conforme informação divulgada, o lançamento de “Garota de Ipanema / Girl from Ipanema” foi viabilizado e editado pelo projeto alemão Colors + Studios. A nova gravação, lançada oficialmente em 16 de agosto de 2026, parece dar à música uma nova vida, como se tivesse sido composta ontem. Um Clássico que Transcende Gerações A estreia de “Garota de Ipanema” aconteceu em 2 de agosto de 1962, no palco da boate carioca Au Bon Gourmet. O show “Um Encontro” reuniu nomes como João Gilberto, Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, marcando o início de uma trajetória de sucesso global. Desde então, o samba de Tom & Vinicius acumulou mais de 430 registros fonográficos oficiais, consolidando-se como um ícone da música brasileira. A nova gravação de Maria Luiza Jobim se insere nesse contexto, oferecendo uma perspectiva fresca e contemporânea. O Toque Pessoal de Maria Luiza Jobim Aos 39 anos, Maria Luiza Jobim vive um momento especial em sua carreira. O lançamento de seu terceiro álbum solo, “Rosa no Céu”, em junho de 2026, já havia sinalizado seu talento como cantora e compositora. Agora, com “Garota de Ipanema”, ela reforça sua conexão com a obra do pai, mas de forma autêntica. A gravação conta com o toque minimalista da guitarra de Felipe Antunes, que complementa a voz de Maria Luiza. A artista optou por uma interpretação cool, sem imitar os registros anteriores, permitindo que a essência da música brilhe. O Legado da Bossa Nova Sempre Nova O que chama a atenção na nova versão é como “Garota de Ipanema”, mesmo com seus mais de 60 anos, soa incrivelmente atual. Esse é o chamado “milagre da bossa nova”, um estilo musical que, ao que tudo indica, não envelhece. A gravação bilíngue, alternando entre o português e o inglês de Norman Gimbel, remete à versão icônica de 1963 com Stan Getz, João Gilberto e Astrud Gilberto. Maria Luiza Jobim, com sua voz suave e interpretação única, reafirma a universalidade e

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Tamara Klink: Livro ‘Bom Dia, Inverno’ tem vendas quase dobradas após polêmica de doação; entenda o caso

Livro “Bom Dia, Inverno” de Tamara Klink dispara em vendas após polêmica sobre doação A obra “Bom Dia, Inverno”, da autora e velejadora Tamara Klink, experimentou um aumento expressivo em suas vendas após uma controvérsia nas redes sociais. A polêmica surgiu quando Klink sugeriu que seus leitores optassem por empréstimos, bibliotecas ou doações em vez de adquirir novos exemplares de seu livro. Posteriormente, a autora reconheceu seu equívoco, admitindo que não considerou o impacto de sua recomendação no mercado editorial. Essa retratação, aliada à visibilidade gerada pela discussão, impulsionou a procura pela obra, resultando em um crescimento incomum nos números de vendas. Conforme levantamento da BookInfo, empresa especializada em monitoramento de vendas de livros no Brasil, o livro “Bom Dia, Inverno” apresentou um crescimento “sem precedentes em toda a série histórica de 74 dias analisados”. Os dados foram compilados a pedido do jornal “Folha de S. Paulo” e compartilhados com o g1. Acompanhe os detalhes dessa reviravolta no mercado editorial. Salto Inédito nas Vendas Registrado Nos quatro dias subsequentes à polêmica, “Bom Dia, Inverno” vendeu 2.061 exemplares. Esse número é significativamente superior à faixa esperada de vendas, que variava entre 1.042 e 1.254 exemplares. A BookInfo destacou que isso representa um excedente de aproximadamente mil exemplares, concentrando o equivalente a duas semanas de vendas normais em apenas quatro dias. A alta nas vendas foi observada em varejistas de 17 estados brasileiros, indicando um alcance nacional do fenômeno. A expectativa da BookInfo é que o desempenho positivo se mantenha nas próximas semanas, com sinais de que o aumento não foi apenas um pico pontual, mas uma tendência que tende a se consolidar. “Bom Dia, Inverno”: A Experiência no Ártico Lançado em maio, “Bom Dia, Inverno” narra a jornada de Tamara Klink durante uma expedição ao Ártico. O livro detalha os oito meses em que a autora viveu isolada em um veleiro, de outubro de 2023 a maio de 2024, em meio ao mar congelado da Groenlândia. Durante esse período, Tamara manteve uma comunicação mínima com o mundo exterior. A obra explora a preparação para a viagem e os meses de isolamento, oferecendo um relato íntimo e detalhado dessa experiência única. O livro já se destacava em listas de mais vendidos antes mesmo da polêmica. Obra Já Era Sucesso Antes da Controvérsia Antes mesmo da polêmica e do subsequente aumento nas vendas, “Bom Dia, Inverno” já figurava entre os livros mais vendidos do país há três meses. Na plataforma Amazon, por exemplo, o título ocupava a terceira posição, atrás apenas de clássicos como “A Metamorfose”, de Franz Kafka, e “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos. A própria Tamara Klink mencionou que o livro estava entre os mais vendidos quando ela fez a recomendação para evitar novas compras. O sucesso consistente da obra demonstra o forte interesse do público em suas experiências e relatos de viagem, mesmo antes de a discussão sobre a forma de consumo ganhar destaque.

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MC Ryan SP, o artista mais ouvido do Brasil, é condenado por plágio em 34 músicas e terá que pagar R$ 20 mil por danos morais

MC Ryan SP, artista mais ouvido no Brasil, enfrenta condenação judicial por violação de direitos autorais em 34 canções. A decisão determina que o funkeiro não deu os devidos créditos ao compositor Lucas Vieira Jozimba, também conhecido como Luska, e terá que pagar uma indenização de R$ 20 mil por danos morais. A sentença cabe recurso. O caso envolve 34 músicas, incluindo sucessos como “Cracolândia”, que acumula mais de 200 milhões de visualizações no YouTube. Luska alegou à Justiça que enviava suas composições a MC Ryan SP sob a promessa de divisão de lucros e inclusão de seus créditos, o que, segundo o compositor, não foi cumprido. A defesa de MC Ryan SP e da produtora GR6 questionou as provas apresentadas por Luska, argumentando que as obras não possuíam registro na União Brasileira de Compositores (UBC) e que algumas eram de autoria do próprio MC Ryan SP ou de MC BKA. Contudo, a Justiça baseou sua decisão em conversas de aplicativo de mensagens, que foram consideradas provas válidas, e na própria lei de direitos autorais, que estabelece a proteção das obras independentemente de registro. Decisão judicial destaca a proteção legal dos direitos autorais O juiz Rodrigo Garcia Martinez, da 12ª Vara Cível de Santos (SP), ressaltou em sua decisão que a lei de direitos autorais “estabelece categoricamente que a proteção aos direitos de autor independe de registro”. Isso significa que, mesmo sem registro formal em órgãos como a UBC, as composições de Luska estavam protegidas. A análise judicial também apontou que apenas 11 das 34 músicas em questão estavam cadastradas na UBC em nome de MC Ryan SP. No entanto, o juiz observou que o cadastro de obras e fonogramas é geralmente realizado pelo produtor fonográfico, neste caso, a GR6, o que não invalidava a autoria de Luska. MC Ryan SP e GR6 são obrigados a creditar Luska e pagar lucros Com base nas evidências, a Justiça reconheceu Luska como o autor das 34 músicas. MC Ryan SP e a produtora GR6 foram ordenados a incluir o nome de Luska como compositor em todas as plataformas digitais e no Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) em um prazo de 30 dias. O descumprimento desta ordem acarretará uma multa diária de R$ 1 mil. Além da obrigação de crédito, os réus foram condenados a pagar ao compositor todos os lucros obtidos com a cessão e os royalties referentes às 34 músicas, desde o momento de seus lançamentos. O valor exato desses lucros ainda está sob análise judicial. A indenização por danos morais, fixada em R$ 20 mil, foi determinada em decorrência da omissão do nome de Luska como compositor. Lista das músicas citadas no processo O processo judicial abrange uma lista de 34 composições. Entre elas, destacam-se “Marcha”, “Amante da Minha Conta” e “Cracolândia”. A lista completa das músicas reivindicadas por Luska inclui títulos como Rumo ao Milênio, Nipe de Executivo, Pétolas de Brilho Dourado, No Tabuleiro, Às Vezes Penso em Desistir (“A Caravana do Terror”), Pernoite 2, Bem Sucedido

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MC Ryan SP Condenado: 34 Músicas em Disputa Judicial por Direitos Autorais e Lucros Milionários

MC Ryan SP é condenado em processo de direitos autorais envolvendo 34 músicas e exige crédito para compositor original. MC Ryan SP, atualmente o artista mais ouvido no Brasil segundo o Spotify, foi condenado pela Justiça por violação de direitos autorais. A decisão judicial determinou que o funkeiro não creditou Lucas Vieira Jozimba, reconhecido como o verdadeiro autor de 34 canções que integram o repertório do cantor. Lucas, que se apresenta artisticamente como Luska, alega ter enviado as composições a MC Ryan SP sob a promessa de divisão de lucros e inclusão de seus créditos. No entanto, essas promessas não foram cumpridas, levando o caso à esfera judicial. A disputa abrange sucessos como “Cracolândia”, “Revoada do Tubarão 2” e “Set DJ Pedro 3.0”. Conforme a decisão divulgada, a Justiça determinou que MC Ryan SP e a produtora GR6 incluam o nome de Luska como compositor em todas as plataformas digitais e no Ecad em até 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, conforme reportado pela mídia. A lista completa das 34 músicas em disputa judicial Entre as canções que motivaram a ação judicial estão “Marcha”, “Amante da Minha Conta” e o hit “Cracolândia”, que ultrapassa a marca de 200 milhões de visualizações no YouTube. A lista completa, citada no processo, inclui: Rumo ao Milênio, Nipe de Executivo, Pérolas de Brilho Dourado, No Tabuleiro, Às Vezes Penso em Desistir (“A Caravana do Terror”), Pernoite 2, Bem Sucedido de Marte, Amante da Minha Conta, Minha Garagem, Profissão de Alto Risco, Céu Escureceu, É Missil, Tem que Ser de Luxo, Mercedão (Resgate), 7 Dias Fora de Casa, C.C.L.O.N.A.D.O, Paraíso do Meu Apogeu, Válvula Monetária, Virei Luz, Tubarão Gigante, Pernoite, Sinceridade (Robin Wood do Guetto), 7 Marcha, Oferecida (Set DJ Pedro 4.0), Astronalta Delas, Pique de Milionário, Tropa do Jogo do Bixo, Cracolândia (“Ilusão”) feat. DJ Alok, Diploma na Academia (#TBT Poesia Acústica), Subi um Balão no Pião, Revoada do Tubarão 2, Atividade, e Set DJ Pedro 3.0. Contestação da defesa e a decisão da Justiça MC Ryan SP e a produtora GR6 contestaram as provas apresentadas por Luska, argumentando que as obras não possuíam registro na União Brasileira de Compositores (UBC). A defesa também alegou que as músicas em questão seriam de autoria do próprio MC Ryan SP ou de MC BKA. No entanto, o juiz Rodrigo Garcia Martinez, da 12ª Vara Cível de Santos (SP), baseou sua decisão no fato de que a lei de direitos autorais “estabelece categoricamente que a proteção aos direitos de autor independe de registro.” Assim, os prints de conversas via aplicativo de mensagens foram considerados provas válidas. O magistrado também observou que apenas 11 das 34 canções estavam cadastradas na UBC em nome de MC Ryan SP, e que o cadastro de fonogramas ou obras geralmente é feito pelo produtor fonográfico, neste caso, a GR6. A decisão final reconheceu Luska como autor das músicas. Condenação e valores a serem pagos A Justiça condenou MC Ryan SP e a GR6 ao pagamento de todos

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De Anitta a Doutor Castor: ‘Corrida dos Bichos’ impulsiona febre por Jogo do Bicho no audiovisual brasileiro com 20 obras marcantes

A nova onda do Jogo do Bicho no streaming e na cultura pop brasileira: um olhar sobre a contravenção que fascina há décadas A recente popularidade de ‘Corrida dos Bichos’, que transformou o jogo do bicho em uma competição distópica de vida ou morte, reacendeu o interesse do público brasileiro por esse universo. O sucesso do filme no Prime Video, impulsionado pela versão viral de Anitta para a trilha sonora, é apenas o reflexo de uma longa e rica história de representações da contravenção no audiovisual nacional. Desde os primórdios do cinema brasileiro até as mais recentes séries documentais e de ficção, o jogo do bicho e seus personagens, os bicheiros, têm sido fonte de inspiração para roteiristas e diretores. Essa fascinação se estende por mais de sete décadas, moldando a forma como a sociedade enxerga essa prática. O historiador e escritor Luiz Antôno Simas explica que o jogo do bicho dialoga com diversas facetas da cultura brasileira, desde o cotidiano dos botequins e do samba até as complexas relações de poder e violência. Conforme informação divulgada pelo g1, essa conexão intrínseca é o que garante a perenidade do tema nas telas. A evolução do bicheiro no cinema e na TV: de ‘Amei um Bicheiro’ a ‘Vale o Escrito’ O levantamento realizado pelo g1 revela a trajetória do jogo do bicho no audiovisual brasileiro, começando com ‘Amei um Bicheiro’, de 1952, que retrata um jovem ambicioso envolvido com a contravenção. Ao longo das décadas, o personagem do bicheiro foi se transformando, refletindo as mudanças sociais e culturais do país. Em ‘Boca de Ouro’ (1963), acompanhamos a figura de um chefe do jogo do bicho em Madureira, no Rio de Janeiro. Já a novela ‘Bandeira 2’ (1971) mergulhou no submundo dos contraventores cariocas, explorando a luta pela sobrevivência e as ambições profissionais. As décadas de 80 e 90 trouxeram produções como ‘Mário Fofoca’ (1983), com um episódio focado em um rei dos bicheiros, e ‘O Rei do Rio’ (1985), que narra a ascensão de dois empregados de um bicheiro. A novela ‘Mandala’ (1987) apresentou Tony Carrado, um bicheiro retratado com uma estética que misturava o ‘cafona’ ao romântico. O Jogo do Bicho na cultura pop: humor, drama e documentários O humor também encontrou espaço para retratar o jogo do bicho, como em ‘Sai de Baixo’ (1999), onde um personagem se torna apontador, e ‘Vai Que Cola’ (2023), com um episódio sobre um bicheiro no deserto. A série ‘A Grande Família’ (2006) também abordou o tema de forma leve, enquanto ‘Senhora do Destino’ (2004) imortalizou o personagem Giovanni Improtta, interpretado por José Wilker. A complexidade do universo do jogo do bicho foi explorada em produções mais recentes. A série ‘Doutor Castor’ (2021) mergulhou na história de Castor de Andrade, bicheiro e patrono de times de futebol e escolas de samba. ‘Lei da Selva’ (2022) investigou as origens da loteria que se tornou um império do crime. Em 2023, ‘Vale o Escrito’ trouxe um olhar documental sobre as guerras de poder entre as

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