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Celebridades

Biquíni 80 Anos: Da Bomba Nuclear ao Ícone Brasileiro, A Revolução do Traje Que Moldou a Moda e a Liberdade Feminina

O biquíni completa 80 anos, celebrando sua jornada de escândalo a ícone de liberdade e brasilidade. O que começou como uma peça íntima e controversa, hoje é um símbolo de identidade nacional. O biquíni, em suas diversas formas, conquistou as praias brasileiras e o mundo, representando mais do que apenas moda, mas um marco na libertação do corpo feminino. Sua história é rica em reviravoltas, desde a França pós-guerra até o calor tropical do Brasil, onde encontrou seu habitat perfeito. A peça desafiou costumes, gerou polêmicas e se reinventou, acompanhando as transformações sociais e culturais. Nesta jornada de oito décadas, o biquíni não apenas acompanhou, mas também influenciou a forma como o corpo feminino é visto e celebrado. Conheça a trajetória completa dessa peça que se tornou um fenômeno global e um emblema do estilo de vida brasileiro, conforme informações divulgadas por especialistas em moda e história. O Nascimento de um Escândalo: Da França ao Atol de Bikini O biquíni nasceu em 1946, na França, pelas mãos do engenheiro Louis Réard. Lançado como “o menor maiô do mundo”, ele era uma ousadia para a época, expondo o umbigo pela primeira vez. O nome “biquíni” foi uma jogada de marketing genial, inspirado nos testes nucleares realizados no Atol de Bikini, nas Ilhas Marshall, associando a peça a uma explosão de novidades e impacto. A primeira modelo a usar a peça publicamente foi a dançarina Micheline Bernardini, em Paris. A novidade foi considerada escandalosa por muitos, enfrentando restrições e proibições em diversos países europeus. O próprio Papa Pio XII condenou o traje em 1951, chamando-o de “pecaminoso”. Apesar da resistência inicial, o biquíni ganhou força com o apoio de celebridades. Nos anos 1950, atrizes como Brigitte Bardot e Ursula Andress o popularizaram em filmes e na vida real, transformando-o de um símbolo de transgressão para um ícone de liberdade e ousadia. O Brasil: O Berço Tropical do Biquíni Ao chegar ao Brasil, o biquíni encontrou nas praias um terreno fértil para se consolidar. A partir das décadas de 1950 e 1960, atrizes, vedetes e musas das praias cariocas, como Carmem Verônica e Angelita Martinez, foram cruciais para sua popularização. Elas, frequentemente fotografadas em Copacabana, deram visibilidade ao traje, que deixou de ser uma curiosidade para se tornar parte da cultura de praia brasileira. Outras pioneiras como a modelo Marta Rocha, que o usou ao ser eleita Miss Brasil em 1954, e Leila Diniz, que desafiou o moralismo ao aparecer grávida de biquíni, reforçaram a imagem da peça. Antes delas, a estilista alemã Erna Miriam Etz Kaufmann já costumava usar um traje de duas peças nos anos 1930 no Rio de Janeiro, confeccionado por ela mesma. O clima tropical, o estilo de vida praiano e a projeção internacional da moda brasileira, impulsionada pelo turismo e pela mídia, foram fatores determinantes. O biquíni passou a refletir uma imagem de corpo mais livre e menos rígida, característica valorizada na cultura brasileira. Controvérsias e a Luta por Liberdade e Representatividade A ascensão do biquíni no Brasil

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Justiça dos EUA prorroga suspensão da compra da Warner Bros. pela Paramount por mais 14 dias, afetando fusão bilionária de US$ 110 bilhões

Justiça dos EUA estende suspensão da compra da Warner Bros. pela Paramount por mais duas semanas, adiando decisão sobre fusão de US$ 110 bilhões. A Justiça dos Estados Unidos decidiu prorrogar por mais 14 dias a suspensão da compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount. O negócio, avaliado em US$ 110 bilhões (aproximadamente R$ 562 bilhões), que já havia sido interrompido anteriormente, agora terá sua análise judicial postergada para 17 de agosto. A decisão atende a um pedido de 12 estados americanos, liderados pela Califórnia. Estes estados alegam que a fusão pode significativamente reduzir a concorrência no setor de entretenimento, prejudicando consumidores com potenciais aumentos de preços e enfraquecendo o mercado. Conforme informação divulgada pela Reuters, a juíza Araceli Martínez-Olguín, da Califórnia, proferiu a decisão. A ação judicial argumenta que a conclusão da compra antes de uma decisão final poderia levar a demissões e ao compartilhamento de informações estratégicas entre as empresas, o que seria difícil de reverter caso a fusão seja considerada ilegal posteriormente. Essa medida representa um novo revés para a Paramount em seus planos de expansão e competição direta com gigantes do streaming como Netflix e Disney. Paramount contesta alegações de redução de concorrência A Paramount, por sua vez, refuta as alegações dos estados, afirmando que a ação interpreta de forma equivocada as leis antitruste dos EUA. A empresa argumenta que um atraso na conclusão do negócio prejudicaria os trabalhadores do setor de entretenimento, que já enfrentam dificuldades. Um porta-voz da Paramount declarou à Reuters que a empresa está confiante de que as provas demonstrarão que os argumentos antitruste dos procuradores-gerais estaduais não têm fundamento, pois os mercados alegados e seus supostos efeitos anticoncorrenciais não correspondem à realidade atual. Obstáculos regulatórios e judiciais marcam a negociação Desde o anúncio da aquisição em fevereiro, a Paramount tem enfrentado diversos obstáculos regulatórios e judiciais. Embora o Departamento de Justiça dos EUA tenha aprovado a operação, autoridades de outros países também estão analisando os impactos da fusão na concorrência. A Comissão Europeia adiou sua decisão para avaliar as concessões propostas pela Paramount, e o Reino Unido sinalizou possível intervenção por preocupações com a concorrência e o setor de mídia. Críticas de profissionais da indústria e impacto no mercado Além da resistência das autoridades, a fusão enfrenta críticas de atores, roteiristas, donos de cinemas e outros profissionais da indústria do entretenimento. Estes temem cortes de empregos e uma diminuição na produção e distribuição de filmes. Se concretizada, a aquisição criaria um conglomerado com cerca de 200 milhões de assinantes de streaming e um vasto catálogo de marcas, incluindo HBO, CNN, DC Comics, Harry Potter, Game of Thrones, CBS, Paramount Pictures e Nickelodeon, consolidando ainda mais o poder no mercado de entretenimento.

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Papangu: A Banda Paraibana Que Desafia Gêneros com ‘Celestial’, Misturando Metal, Ciranda e Forró em Novo Álbum

Papangu revoluciona com ‘Celestial’: uma fusão audaciosa de metal, ciranda e forró em seu terceiro álbum A banda paraibana Papangu está prestes a lançar seu aguardado terceiro álbum de estúdio, intitulado ‘Celestial‘. O trabalho se destaca por uma proposta sonora inovadora, que mescla a intensidade do metal extremo e a complexidade do rock progressivo com as raízes vibrantes de gêneros nordestinos como a ciranda e o forró. Com lançamento programado para 7 de agosto, ‘Celestial’ apresentará dez faixas autorais e conta com uma arte de capa elaborada por Juliana Lapa. O álbum será disponibilizado em diversos formatos, incluindo LP, CD e até mesmo fita cassete, além da edição digital, demonstrando o compromisso da banda com a experiência musical completa. Esta nova obra sucede os aclamados ‘Holoceno’ (2021), que explorou uma atmosfera de metal apocalíptico, e ‘Lampião Rei’ (2024), com sua narrativa de realismo mágico sobre o cangaço. A informação foi divulgada pela assessoria da banda. ‘Celestial’ marca despedida e novas energias na formação da Papangu Uma particularidade de ‘Celestial’ é que este álbum marca a última participação do baterista e percussionista Vitor Alves na banda. Vitor, que integrou a Papangu desde 2022, deixou o grupo neste ano de 2026, sendo substituído por George Alexandria. George agora se une aos membros remanescentes da formação original: Hector Ruslan (voz e guitarra) e Marco Mayer (voz e baixo). A banda, formada em João Pessoa (PB) em 2012, já havia incorporado novos talentos nos últimos anos. Desde 2022, o multi-instrumentista Pedro Francisco e o tecladista Rodolfo Salgueiro também fazem parte do quinteto. Como ‘Celestial’ foi gravado em 2025, ainda conta com a performance de Vitor Alves, que havia entrado para substituir o baterista original, Nichollas Jaques. Gravação analógica em Berlim e turnê europeia O processo de gravação de ‘Celestial’ ocorreu de forma inteiramente analógica, entre 2 e 10 de setembro de 2025, no Big Snuff Studio em Berlim, Alemanha. Sob a produção de Richard Behrens, o álbum foi registrado em fita magnética de duas polegadas, utilizando equipamentos vintage para evocar timbres clássicos das décadas de 1960 e 1970. Richard Behrens também é o responsável pela mixagem. A masterização e o corte ficaram a cargo de Sidney Claire Meyer, nos Emil Berliner Studios, também em Berlim. ‘Celestial’ é o primeiro lançamento da Papangu pela gravadora carioca Deck. O álbum será lançado no mesmo dia em que a banda inicia sua turnê europeia, com 16 apresentações agendadas entre 7 e 29 de agosto. Repertório de ‘Celestial’ e a aposta em sonoridades únicas O repertório de ‘Celestial’ é composto por dez faixas: ‘Mau-olhado’, ‘Colosso’, ‘Taxidermia’, ‘Bode expiatório’, ‘Celeste’, ‘Fechamento’, ‘Calado (de olho)’, ‘Iamanakaru’, ‘Afirmação’ e ‘Outro’. A proposta da banda em transitar por diferentes universos musicais, combinando o peso do metal com a cadência da ciranda e a energia do forró, promete criar uma experiência auditiva marcante e original para os fãs. A fusão de gêneros, que já é uma marca registrada da Papangu, ganha novas nuances em ‘Celestial’. A banda reafirma sua capacidade de **experimentação sonora**,

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Influencer que chamou BTS de “afeminados” vende curso “Arte da Faxina” e “Danos do Feminismo” por R$497 em meio a polêmica

Curso online de Pietra Bertolazzi foca em “vencer feridas da mulher moderna” com aulas sobre faxina e crítica ao feminismo. A influenciadora Pietra Bertolazzi, que recentemente gerou polêmica ao criticar o grupo de K-pop BTS, segue com inscrições abertas para seu curso “Desafio dos 3 Pilares”. A formação, voltada para mulheres cristãs, aborda temas como “os malefícios do feminismo” e “a arte da faxina”, com o valor de R$ 497. O curso é divulgado como uma oportunidade para mulheres que buscam “vencer feridas que desordenam a mulher moderna”, e promete ensinar valores tradicionais em 12 dias, divididos em 12 módulos inspirados em apóstolos bíblicos. Em meio à repercussão negativa de suas falas sobre o grupo sul-coreano, o conteúdo do curso de Bertolazzi tem sido amplamente divulgado nas redes sociais. A influenciadora se apresenta como “educadora” e alguém que “fala o que a maioria pensa, mas não tem coragem de dizer”, sobre valores que o mundo moderno tenta apagar. Conteúdo do “Desafio dos 3 Pilares” inclui “armadilhas da ideologia” Um dos módulos do curso, intitulado “Feminismo e seus malefícios”, promete abordar “as armadilhas da ideologia e seus efeitos na mulher”. Outro módulo, “A arte da faxina”, foca na “organização e cuidado do lar”. O programa, que já está em sua 12ª turma, custa R$ 497. Polêmica com o BTS e acusações de homofobia A controvérsia em torno de Pietra Bertolazzi começou após comentários feitos durante a apresentação do grupo BTS na final da Copa do Mundo. Em uma postagem, ela descreveu os integrantes como “homens totalmente afeminados, vaidosos e cheios de caras e bocas”, expressando “vergonha alheia” e questionando se a geração atual não percebia o “quão grave isso é”. As declarações viralizaram rapidamente, gerando fortes reações de fãs do BTS, conhecidos como ARMYs, que acusaram a influenciadora de **homofobia**. A repercussão levou a relatos de compartilhamento de dados pessoais atribuídos a Bertolazzi e ações coordenadas contra seus perfis nas redes sociais. Influenciadora se afasta das redes sociais após críticas Em resposta à polêmica, Bertolazzi publicou stories expressando surpresa com o tamanho do fandom do BTS e classificando a comunidade de fãs como um “bueiro”. Ela afirmou que a reação foi “muito pior do que falar mal do PT”. A influenciadora, que se define como criadora de conteúdo sobre “cultura, ideologias, política e fé”, posteriormente **restringiu o acesso ao seu perfil no Instagram** e anunciou um afastamento temporário das redes sociais.

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Menor Teteu, do hit ‘Dingo Bell’, choca ao virar cantor sertanejo: ‘Pedi para Deus me mudar’

Menor Teteu, do funk proibidão, surpreende ao abraçar o sertanejo e lança projeto com sucessos da sofrência. O artista, que ficou famoso ainda adolescente com o hit “Dingo Bell”, conta que a mudança de estilo musical foi um pedido a Deus e motivada pela paternidade. Ele agora aposta em modões sertanejos, regravando clássicos e preparando canções autorais, mas mantém seu visual característico, gerando comentários nas redes sociais. A transição para o sertanejo, conforme divulgado pelo g1, pegou de surpresa amigos e produtores do funk, marcando uma nova fase na carreira do jovem cantor. A virada para a música sertaneja Mateus Correia da Silva, conhecido como Menor Teteu, aos 21 anos, está trilhando um novo caminho na música. O artista, que explodiu no funk em 2019 com apenas 14 anos e a música “Dingo Bell”, agora se dedica ao sertanejo. A mudança de gênero musical foi motivada por um desejo pessoal de se afastar de letras com palavrões e pela paternidade. “Eu já estava pedindo para Deus me mudar porque queria parar de falar palavrão. Também tive um filhinho, que hoje tem seis meses. Não queria que ele crescesse me ouvindo cantar músicas pesadas”, explicou o cantor ao g1. Do funk proibidão à sofrência: um novo propósito A decisão de deixar o funk não foi de um dia para o outro. Em 2023, Mateus já havia manifestado ao g1 o desejo de migrar para o gospel, afirmando que “Louvar ao Senhor é o meu propósito”. No entanto, o destino o levou para o sertanejo, um gênero musical com apelo popular e que permite explorar a “sofrência”, um tema recorrente em suas novas composições. A escolha por regravações de clássicos sertanejos em seu primeiro projeto, o audiovisual “Peneira do Teteu”, lançado em junho, foi uma estratégia para iniciar essa nova jornada de forma mais segura. Visual inalterado e repercussão nas redes sociais Uma das curiosidades dessa nova fase é que Menor Teteu manteve seu estilo visual característico da época do funk. Enquanto o universo sertanejo tradicionalmente adota calças jeans justas, botas e fivelas, ele continua apostando em conjuntos esportivos, bonés e óculos Juliet. Essa escolha gerou comentários divertidos e viralizaram nas redes sociais, com frases como “Quando alguém de SP passa uma semana no Goiás” e “O chassi não bate com a carroceria”. Teteu, contudo, parece não se importar com o contraste, considerando-o até importante para sua identidade artística. Próximos passos e aceitação no novo meio O cantor já anunciou que agosto trará sua primeira música sertaneja inédita, marcando o início da apresentação de um show reformulado com banda completa, com previsão de turnê em outubro. Segundo o artista, a notícia de sua mudança para o sertanejo foi bem recebida tanto por seus antigos colegas do funk quanto pelos novos contatos no meio sertanejo. Ele cita Zezé Di Camargo & Luciano e Gusttavo Lima como referências, mas faz questão de valorizar seu passado musical, que o trouxe até aqui.

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Argentina x Mundo: Derrota na Copa vira guerra de memes e provocações entre argentinos e artistas como Rosalía e Mia Khalifa

Argentina x Mundo: Derrota na Copa vira guerra de memes e provocações entre argentinos e artistas como Rosalía e Mia Khalifa A final da Copa do Mundo 2026, que viu a Espanha sagrar-se campeã contra a Argentina, desencadeou uma onda de reações que ultrapassou as quatro linhas do campo. O resultado da partida se transformou em um embate cultural e midiático envolvendo celebridades internacionais, torcedores argentinos e até mesmo o presidente do país, Javier Milei. Memes, comentários nas redes sociais e postagens de figuras públicas geraram um clima de animosidade, com muitos argentinos interpretando as manifestações como provocações e uma campanha direcionada contra sua nação. A repercussão foi tão intensa que o governo argentino, segundo o jornal local Clarín, chegou a classificar o ocorrido como uma “campanha anti-Argentina”. As respostas vieram não só dos torcedores, mas também do próprio presidente Milei, que utilizou suas plataformas digitais para defender o país. A polêmica envolvendo a derrota na Copa do Mundo 2026 evidencia como eventos esportivos podem se tornar catalisadores de debates culturais e políticos em escala global, envolvendo o mundo do entretenimento e a esfera governamental. Artistas na mira dos torcedores argentinos A derrota da Argentina na Copa do Mundo 2026 gerou uma avalanche de memes e comentários em redes sociais, com muitos usuários de diferentes países demonstrando apoio à Espanha. A situação escalou quando celebridades internacionais se manifestaram, provocando reações negativas de torcedores argentinos. Entre os mais criticados estão a cantora espanhola Rosalía e a influenciadora libanesa-americana Mia Khalifa. Mia Khalifa compartilhou um vídeo comemorando a vitória da Espanha ao som de “La Perla”, música de Rosalía, com a legenda “Como soa a vida agora que as ‘pérolas’ foram derrotadas”, numa clara alusão à Argentina. Rosalía repostou o vídeo, o que foi visto por muitos argentinos como uma provocação. A cantora, diante da repercussão e pedidos de boicote aos seus shows em Buenos Aires, apagou o post e pediu desculpas, afirmando que “nem leu o que estava escrito” e que tem “apenas amor pela Argentina”. Outras personalidades também foram alvo de críticas. A cantora americana Lauren Jauregui foi criticada por comemorar um gol da Espanha e dizer “chora, chora” para Lionel Messi. Ela se defendeu alegando que torceu pela Espanha por motivos familiares e que “é só futebol”. O cantor irlandês Niall Horan, ex-One Direction, precisou se explicar após curtir uma publicação que dizia “As Malvinas são espanholas”, um tema sensível para a Argentina devido à disputa territorial com o Reino Unido. Ele alegou que a curtida foi um engano. Milei responde e acusa “campanha anti-Argentina” A onda de comentários e provocações após a derrota na Copa do Mundo 2026 chegou ao presidente argentino, Javier Milei. Segundo o jornal Clarín, Milei utilizou suas redes sociais para responder às críticas, sem citar diretamente artistas ou países. Em uma de suas postagens, ele afirmou: “O problema com a Argentina é que somos chamativos, não passamos despercebidos, têm inveja da gente e somos bons em quase tudo. Desculpem, mas alguém precisava dizer isso”.

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Zeca Pagodinho emociona com produção de single do neto Noah em homenagem ao Dia dos Avós: “Amor de Vô”

Zeca Pagodinho lança “Amor de Vô”, single produzido por ele para o neto Noah, em clima de Dia dos Avós Um presente especial para o Dia dos Avós está prestes a chegar. O renomado sambista Zeca Pagodinho demonstra seu carinho e apoio à carreira musical de seu neto, Noah Piquet da Silva Borges, com a produção do segundo single do jovem artista, intitulado “Amor de Vô”. A canção, que celebra a relação entre avô e neto, tem lançamento marcado para hoje, quinta-feira, 23 de julho, às 21h, a tempo de anteceder as comemorações do Dia dos Avós, em 26 de julho. A parceria musical entre Zeca e Noah reforça o desejo do avô de impulsionar o talento do neto, o primeiro de seus sete netos. “Força, neto!”, incentiva Zeca Pagodinho em uma fala que pode ser ouvida ao final da faixa, demonstrando o forte laço familiar e o encorajamento para a trajetória artística de Noah. O single “Amor de Vô” já está gerando expectativa no mercado fonográfico, especialmente por contar com uma produção musical de peso, assinada pelo próprio Zeca Pagodinho. A canção é um partido alto, um estilo que remete a sucessos do próprio Zeca em seus 43 anos de carreira, mas com a novidade de ser interpretada por seu neto. A informação foi divulgada por um jornalista carioca especializado em música, com passagens por veículos como ‘O Globo’ e ‘Bizz’. Um time de estrelas na produção de “Amor de Vô” A ficha técnica do single “Amor de Vô” impressiona. Além da produção musical de Zeca Pagodinho, o arranjo ficou a cargo de Mauro Diniz. A gravação contou com a participação de músicos renomados, como Pretinho da Serrinha na percussão, Carlinhos 7 Cordas no violão de 7 cordas, Jorge Quininho no tantan, Eduardo Neves na flauta e Marcelo Minios no violão. A gaita do maestro Rildo Hora também enriquece a faixa, assim como as vozes do Coral Viva Xerém, do Instituto Zeca Pagodinho. Noah Pagodinho: A nova geração do samba Este novo lançamento de Noah chega nove meses após seu single de estreia, “Fé e Esperança”, apresentado ao público em outubro do ano passado. Noah, nascido em 19 de fevereiro de 2010, tem 16 anos e já demonstra interesse pela música, tendo estudado bateria e se apresentado como percussionista em um show do avô em 2022. Embora já tenha feito participações especiais em apresentações de Zeca, seu lançamento oficial como cantor ocorreu em 2025. O legado musical de Zeca Pagodinho inspira a nova geração A produção de “Amor de Vô” por Zeca Pagodinho não é apenas um ato de carinho familiar, mas também um investimento na continuidade do legado musical do sambista. O single, com sua sonoridade tradicional e a força da interpretação de Noah, promete conquistar o público e firmar o jovem artista no cenário musical brasileiro, honrando a tradição do samba e o amor que inspira a canção.

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Influenciadora Pietra Bertolazzi critica BTS chamando membros de ‘afeminados’, tem dados vazados e anuncia afastamento das redes sociais

Influenciadora Pietra Bertolazzi se afasta das redes após chamar membros do BTS de ‘afeminados’ e ter dados vazados A influenciadora digital Pietra Bertolazzi, que se autointitula criadora de conteúdo sobre política, ideologias e fé, causou grande polêmica nas redes sociais após fazer comentários considerados homofóbicos sobre o grupo sul-coreano BTS. A repercussão foi imediata e intensa, levando Bertolazzi a anunciar um período de afastamento das plataformas digitais. Os comentários foram feitos durante a apresentação do BTS no show de intervalo da final da Copa do Mundo, no último domingo (19). Em uma publicação, Bertolazzi expressou seu descontentamento com o grupo, descrevendo os integrantes como “homens totalmente afeminados, vaidosos e cheios de caras e bocas”, o que, segundo ela, lhe causou “vergonha alheia”. A influenciadora, que não sabia quem eram os integrantes, questionou se a maioria das pessoas não percebia o quão “grave” era o fato de o grupo ser uma das maiores referências para a geração atual. A postagem rapidamente viralizou, provocando reações contundentes por parte dos fãs do BTS, o grupo conhecido como ARMYs. Conforme informação divulgada por portais de notícias, os fãs acusaram a influenciadora de homofobia. Dados pessoais vazados e ataques coordenados contra a influenciadora Após a controvérsia gerada pelos comentários, relatos indicam que dados pessoais atribuídos a Pietra Bertolazzi começaram a circular em redes sociais, como o X (antigo Twitter). Além disso, usuários teriam orquestrado ações coordenadas contra os perfis da influenciadora, incluindo denúncias em massa com o objetivo de restringir o acesso às suas contas. Houve também relatos de que ela teria sido inscrita como mesária para as eleições. Em resposta à avalanche de reações, Bertolazzi publicou novos stories onde expressou surpresa com a dimensão do fandom do BTS. Ela chegou a classificar a comunidade de fãs como um “bueiro”, afirmando que a reação dos fãs foi “muito pior do que falar mal do PT”. A influenciadora, que aborda em seu conteúdo temas como “cultura, ideologias, política e fé”, decidiu restringir o acesso ao seu perfil no Instagram e comunicou que se afastaria das redes sociais temporariamente, visando lidar com a situação.

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Bum Bum Tam Tam: O Funk com Flauta de Bach que Conquistou o Mundo e Virou Hino da Vacina

A inesperada união entre o funk brasileiro e a música clássica que gerou um fenômeno global. Poucos imaginariam que uma composição de Johann Sebastian Bach, datada do século XVIII, se tornaria a base para um dos maiores sucessos do funk brasileiro. A “Partita em Lá Menor”, de Bach, serviu de inspiração para MC Fioti criar “Bum Bum Tam Tam”, uma música que transcendeu barreiras culturais e geográficas. Lançada em 2017, a faixa rapidamente se destacou pela sua batida contagiante e pelo uso inovador de um sample de flauta. A simplicidade e a genialidade da produção conquistaram o público, impulsionando a música para o estrelato internacional. Essa história de sucesso faz parte da série “20 hits em 20 anos”, disponível no aplicativo GloboPop. O funk “Bum Bum Tam Tam” não apenas marcou época na música brasileira, mas também se tornou um símbolo importante em outros contextos, como veremos a seguir. Conforme informação divulgada pelo g1, a jornada dessa canção é notável. A criação de um hit global com recursos limitados A história por trás de “Bum Bum Tam Tam” é tão fascinante quanto a própria música. O MC paulista Leandro Aparecido Ferreira, conhecido como MC Fioti, encontrou o sample da “Partita em Lá Menor” enquanto pesquisava na internet. A inspiração foi imediata, e ele decidiu usá-la em sua nova produção. Com um celular servindo de microfone e um notebook “repleto de vírus”, segundo o próprio artista, Fioti produziu a música em apenas um dia. No dia seguinte, “Bum Bum Tam Tam” já estava disponível no YouTube, pronta para conquistar o mundo. Um marco para o funk brasileiro no YouTube “Bum Bum Tam Tam” não demorou a colher os frutos de sua originalidade. A música se tornou o **primeiro videoclipe de um artista brasileiro a atingir um bilhão de visualizações no YouTube**. Esse feito inédito solidificou o funk como um gênero musical de alcance global. O sucesso foi tão estrondoso que a faixa ganhou diversas versões internacionais, contando com colaborações de artistas renomados como Future, J Balvin e um remix especial de David Guetta. A melodia envolvente da flauta, combinada com a batida do funk, provou ser uma fórmula universal. Da música ao reconhecimento social: o hino da vacina O impacto de “Bum Bum Tam Tam” se estendeu para além das paradas de sucesso. A música foi tema de uma questão no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), demonstrando sua relevância cultural e educacional. Mais notavelmente, a canção foi adotada como **hino da campanha de vacinação do Instituto Butantan contra a Covid-19**. Essa associação ressalta como a música, com sua energia positiva e sua melodia marcante, pôde ser utilizada para promover a saúde pública e incentivar a imunização. A “flauta envolvente” de Bach, através da genialidade de MC Fioti, definitivamente marcou seu lugar na história, provando que a música não tem fronteiras, nem de tempo, nem de gênero, nem de propósito.

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Marco no Cinema Brasileiro: ‘Retorno a Buenos Aires’ Selecionado para Competição Principal do Festival de Veneza 2026

Brasil volta a competir pelo Leão de Ouro em Veneza com drama sobre ditadura O cinema brasileiro marca presença novamente na principal competição do prestigiado Festival de Cinema de Veneza. Desta vez, a coprodução ítalo-brasileira “Retorno a Buenos Aires”, do renomado diretor Marco Bechis, foi selecionada para disputar o cobiçado Leão de Ouro. O longa-metragem integra a competição oficial da edição de 2026 do festival, um dos eventos mais importantes e tradicionais do cenário cinematográfico mundial. A seleção reafirma a força e a relevância da produção brasileira no contexto internacional. A última vez que um filme brasileiro foi premiado em Veneza foi em 2024, com “Ainda Estou Aqui”, que conquistou o prêmio de Melhor Roteiro. Na mesma ocasião, o Leão de Ouro foi para o filme “The Room Next Door”, de Pedro Almodóvar. Conforme informação divulgada, a seleção de “Retorno a Buenos Aires” representa um importante passo para o cinema nacional. Uma História de Memória e Justiça Dirigido por Marco Bechis, que também coescreveu o roteiro com Vijaya Bechis Boll, “Retorno a Buenos Aires” traz no elenco o ator italiano Adriano Giannini, além dos talentosos brasileiros Paula Cohen e Eduardo Hoy. O filme conta ainda com a participação das atrizes argentinas Ana Celentano, Vero Gerez e Olivia Nuss. As filmagens do longa ocorreram em locais emblemáticos, como Porto Alegre, no Brasil, e Turim, na Itália, conferindo uma identidade visual rica e diversificada à produção. A escolha desses cenários contribui para a atmosfera da narrativa. O Enredo Emocionante de “Retorno a Buenos Aires” Ambientado na vibrante Buenos Aires em 2008, o filme narra a comovente jornada de Mariano Guerra. Ele retorna à Argentina após viver 33 anos na Itália, impulsionado pela necessidade de depor em um julgamento crucial. Seu testemunho é fundamental para a condenação dos ex-militares responsáveis por seu sequestro, tortura e escravidão durante o sombrio período da ditadura argentina. A trama explora temas profundos como memória, trauma e a busca por justiça. Marco Bechis e Sua Trajetória Cinematográfica Marco Bechis é um diretor conhecido por sua sensibilidade ao abordar questões sociais e históricas em seus filmes. Sua participação na competição principal de Veneza com “Retorno a Buenos Aires” é um reconhecimento de seu trabalho e de sua capacidade de contar histórias impactantes. A expectativa é alta para a recepção do público e da crítica especializada ao filme, que promete emocionar e provocar reflexões sobre um dos períodos mais delicados da história argentina. A seleção para o Festival de Veneza já é uma grande conquista para a equipe envolvida na produção ítalo-brasileira. O Impacto da Seleção para o Cinema Nacional A presença de “Retorno a Buenos Aires” na mostra principal de Veneza não apenas destaca o talento de Marco Bechis, mas também impulsiona a visibilidade do cinema brasileiro no cenário internacional. O festival serve como uma plataforma importante para a divulgação de novas obras e talentos. A coprodução ítalo-brasileira demonstra a força das colaborações internacionais na produção cinematográfica, abrindo portas para futuros projetos e fortalecendo laços culturais entre os países.

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Biquíni 80 Anos: Da Bomba Nuclear ao Ícone Brasileiro, A Revolução do Traje Que Moldou a Moda e a Liberdade Feminina

O biquíni completa 80 anos, celebrando sua jornada de escândalo a ícone de liberdade e brasilidade. O que começou como uma peça íntima e controversa, hoje é um símbolo de identidade nacional. O biquíni, em suas diversas formas, conquistou as praias brasileiras e o mundo, representando mais do que apenas moda, mas um marco na libertação do corpo feminino. Sua história é rica em reviravoltas, desde a França pós-guerra até o calor tropical do Brasil, onde encontrou seu habitat perfeito. A peça desafiou costumes, gerou polêmicas e se reinventou, acompanhando as transformações sociais e culturais. Nesta jornada de oito décadas, o biquíni não apenas acompanhou, mas também influenciou a forma como o corpo feminino é visto e celebrado. Conheça a trajetória completa dessa peça que se tornou um fenômeno global e um emblema do estilo de vida brasileiro, conforme informações divulgadas por especialistas em moda e história. O Nascimento de um Escândalo: Da França ao Atol de Bikini O biquíni nasceu em 1946, na França, pelas mãos do engenheiro Louis Réard. Lançado como “o menor maiô do mundo”, ele era uma ousadia para a época, expondo o umbigo pela primeira vez. O nome “biquíni” foi uma jogada de marketing genial, inspirado nos testes nucleares realizados no Atol de Bikini, nas Ilhas Marshall, associando a peça a uma explosão de novidades e impacto. A primeira modelo a usar a peça publicamente foi a dançarina Micheline Bernardini, em Paris. A novidade foi considerada escandalosa por muitos, enfrentando restrições e proibições em diversos países europeus. O próprio Papa Pio XII condenou o traje em 1951, chamando-o de “pecaminoso”. Apesar da resistência inicial, o biquíni ganhou força com o apoio de celebridades. Nos anos 1950, atrizes como Brigitte Bardot e Ursula Andress o popularizaram em filmes e na vida real, transformando-o de um símbolo de transgressão para um ícone de liberdade e ousadia. O Brasil: O Berço Tropical do Biquíni Ao chegar ao Brasil, o biquíni encontrou nas praias um terreno fértil para se consolidar. A partir das décadas de 1950 e 1960, atrizes, vedetes e musas das praias cariocas, como Carmem Verônica e Angelita Martinez, foram cruciais para sua popularização. Elas, frequentemente fotografadas em Copacabana, deram visibilidade ao traje, que deixou de ser uma curiosidade para se tornar parte da cultura de praia brasileira. Outras pioneiras como a modelo Marta Rocha, que o usou ao ser eleita Miss Brasil em 1954, e Leila Diniz, que desafiou o moralismo ao aparecer grávida de biquíni, reforçaram a imagem da peça. Antes delas, a estilista alemã Erna Miriam Etz Kaufmann já costumava usar um traje de duas peças nos anos 1930 no Rio de Janeiro, confeccionado por ela mesma. O clima tropical, o estilo de vida praiano e a projeção internacional da moda brasileira, impulsionada pelo turismo e pela mídia, foram fatores determinantes. O biquíni passou a refletir uma imagem de corpo mais livre e menos rígida, característica valorizada na cultura brasileira. Controvérsias e a Luta por Liberdade e Representatividade A ascensão do biquíni no Brasil

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Justiça dos EUA prorroga suspensão da compra da Warner Bros. pela Paramount por mais 14 dias, afetando fusão bilionária de US$ 110 bilhões

Justiça dos EUA estende suspensão da compra da Warner Bros. pela Paramount por mais duas semanas, adiando decisão sobre fusão de US$ 110 bilhões. A Justiça dos Estados Unidos decidiu prorrogar por mais 14 dias a suspensão da compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount. O negócio, avaliado em US$ 110 bilhões (aproximadamente R$ 562 bilhões), que já havia sido interrompido anteriormente, agora terá sua análise judicial postergada para 17 de agosto. A decisão atende a um pedido de 12 estados americanos, liderados pela Califórnia. Estes estados alegam que a fusão pode significativamente reduzir a concorrência no setor de entretenimento, prejudicando consumidores com potenciais aumentos de preços e enfraquecendo o mercado. Conforme informação divulgada pela Reuters, a juíza Araceli Martínez-Olguín, da Califórnia, proferiu a decisão. A ação judicial argumenta que a conclusão da compra antes de uma decisão final poderia levar a demissões e ao compartilhamento de informações estratégicas entre as empresas, o que seria difícil de reverter caso a fusão seja considerada ilegal posteriormente. Essa medida representa um novo revés para a Paramount em seus planos de expansão e competição direta com gigantes do streaming como Netflix e Disney. Paramount contesta alegações de redução de concorrência A Paramount, por sua vez, refuta as alegações dos estados, afirmando que a ação interpreta de forma equivocada as leis antitruste dos EUA. A empresa argumenta que um atraso na conclusão do negócio prejudicaria os trabalhadores do setor de entretenimento, que já enfrentam dificuldades. Um porta-voz da Paramount declarou à Reuters que a empresa está confiante de que as provas demonstrarão que os argumentos antitruste dos procuradores-gerais estaduais não têm fundamento, pois os mercados alegados e seus supostos efeitos anticoncorrenciais não correspondem à realidade atual. Obstáculos regulatórios e judiciais marcam a negociação Desde o anúncio da aquisição em fevereiro, a Paramount tem enfrentado diversos obstáculos regulatórios e judiciais. Embora o Departamento de Justiça dos EUA tenha aprovado a operação, autoridades de outros países também estão analisando os impactos da fusão na concorrência. A Comissão Europeia adiou sua decisão para avaliar as concessões propostas pela Paramount, e o Reino Unido sinalizou possível intervenção por preocupações com a concorrência e o setor de mídia. Críticas de profissionais da indústria e impacto no mercado Além da resistência das autoridades, a fusão enfrenta críticas de atores, roteiristas, donos de cinemas e outros profissionais da indústria do entretenimento. Estes temem cortes de empregos e uma diminuição na produção e distribuição de filmes. Se concretizada, a aquisição criaria um conglomerado com cerca de 200 milhões de assinantes de streaming e um vasto catálogo de marcas, incluindo HBO, CNN, DC Comics, Harry Potter, Game of Thrones, CBS, Paramount Pictures e Nickelodeon, consolidando ainda mais o poder no mercado de entretenimento.

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Papangu: A Banda Paraibana Que Desafia Gêneros com ‘Celestial’, Misturando Metal, Ciranda e Forró em Novo Álbum

Papangu revoluciona com ‘Celestial’: uma fusão audaciosa de metal, ciranda e forró em seu terceiro álbum A banda paraibana Papangu está prestes a lançar seu aguardado terceiro álbum de estúdio, intitulado ‘Celestial‘. O trabalho se destaca por uma proposta sonora inovadora, que mescla a intensidade do metal extremo e a complexidade do rock progressivo com as raízes vibrantes de gêneros nordestinos como a ciranda e o forró. Com lançamento programado para 7 de agosto, ‘Celestial’ apresentará dez faixas autorais e conta com uma arte de capa elaborada por Juliana Lapa. O álbum será disponibilizado em diversos formatos, incluindo LP, CD e até mesmo fita cassete, além da edição digital, demonstrando o compromisso da banda com a experiência musical completa. Esta nova obra sucede os aclamados ‘Holoceno’ (2021), que explorou uma atmosfera de metal apocalíptico, e ‘Lampião Rei’ (2024), com sua narrativa de realismo mágico sobre o cangaço. A informação foi divulgada pela assessoria da banda. ‘Celestial’ marca despedida e novas energias na formação da Papangu Uma particularidade de ‘Celestial’ é que este álbum marca a última participação do baterista e percussionista Vitor Alves na banda. Vitor, que integrou a Papangu desde 2022, deixou o grupo neste ano de 2026, sendo substituído por George Alexandria. George agora se une aos membros remanescentes da formação original: Hector Ruslan (voz e guitarra) e Marco Mayer (voz e baixo). A banda, formada em João Pessoa (PB) em 2012, já havia incorporado novos talentos nos últimos anos. Desde 2022, o multi-instrumentista Pedro Francisco e o tecladista Rodolfo Salgueiro também fazem parte do quinteto. Como ‘Celestial’ foi gravado em 2025, ainda conta com a performance de Vitor Alves, que havia entrado para substituir o baterista original, Nichollas Jaques. Gravação analógica em Berlim e turnê europeia O processo de gravação de ‘Celestial’ ocorreu de forma inteiramente analógica, entre 2 e 10 de setembro de 2025, no Big Snuff Studio em Berlim, Alemanha. Sob a produção de Richard Behrens, o álbum foi registrado em fita magnética de duas polegadas, utilizando equipamentos vintage para evocar timbres clássicos das décadas de 1960 e 1970. Richard Behrens também é o responsável pela mixagem. A masterização e o corte ficaram a cargo de Sidney Claire Meyer, nos Emil Berliner Studios, também em Berlim. ‘Celestial’ é o primeiro lançamento da Papangu pela gravadora carioca Deck. O álbum será lançado no mesmo dia em que a banda inicia sua turnê europeia, com 16 apresentações agendadas entre 7 e 29 de agosto. Repertório de ‘Celestial’ e a aposta em sonoridades únicas O repertório de ‘Celestial’ é composto por dez faixas: ‘Mau-olhado’, ‘Colosso’, ‘Taxidermia’, ‘Bode expiatório’, ‘Celeste’, ‘Fechamento’, ‘Calado (de olho)’, ‘Iamanakaru’, ‘Afirmação’ e ‘Outro’. A proposta da banda em transitar por diferentes universos musicais, combinando o peso do metal com a cadência da ciranda e a energia do forró, promete criar uma experiência auditiva marcante e original para os fãs. A fusão de gêneros, que já é uma marca registrada da Papangu, ganha novas nuances em ‘Celestial’. A banda reafirma sua capacidade de **experimentação sonora**,

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Influencer que chamou BTS de “afeminados” vende curso “Arte da Faxina” e “Danos do Feminismo” por R$497 em meio a polêmica

Curso online de Pietra Bertolazzi foca em “vencer feridas da mulher moderna” com aulas sobre faxina e crítica ao feminismo. A influenciadora Pietra Bertolazzi, que recentemente gerou polêmica ao criticar o grupo de K-pop BTS, segue com inscrições abertas para seu curso “Desafio dos 3 Pilares”. A formação, voltada para mulheres cristãs, aborda temas como “os malefícios do feminismo” e “a arte da faxina”, com o valor de R$ 497. O curso é divulgado como uma oportunidade para mulheres que buscam “vencer feridas que desordenam a mulher moderna”, e promete ensinar valores tradicionais em 12 dias, divididos em 12 módulos inspirados em apóstolos bíblicos. Em meio à repercussão negativa de suas falas sobre o grupo sul-coreano, o conteúdo do curso de Bertolazzi tem sido amplamente divulgado nas redes sociais. A influenciadora se apresenta como “educadora” e alguém que “fala o que a maioria pensa, mas não tem coragem de dizer”, sobre valores que o mundo moderno tenta apagar. Conteúdo do “Desafio dos 3 Pilares” inclui “armadilhas da ideologia” Um dos módulos do curso, intitulado “Feminismo e seus malefícios”, promete abordar “as armadilhas da ideologia e seus efeitos na mulher”. Outro módulo, “A arte da faxina”, foca na “organização e cuidado do lar”. O programa, que já está em sua 12ª turma, custa R$ 497. Polêmica com o BTS e acusações de homofobia A controvérsia em torno de Pietra Bertolazzi começou após comentários feitos durante a apresentação do grupo BTS na final da Copa do Mundo. Em uma postagem, ela descreveu os integrantes como “homens totalmente afeminados, vaidosos e cheios de caras e bocas”, expressando “vergonha alheia” e questionando se a geração atual não percebia o “quão grave isso é”. As declarações viralizaram rapidamente, gerando fortes reações de fãs do BTS, conhecidos como ARMYs, que acusaram a influenciadora de **homofobia**. A repercussão levou a relatos de compartilhamento de dados pessoais atribuídos a Bertolazzi e ações coordenadas contra seus perfis nas redes sociais. Influenciadora se afasta das redes sociais após críticas Em resposta à polêmica, Bertolazzi publicou stories expressando surpresa com o tamanho do fandom do BTS e classificando a comunidade de fãs como um “bueiro”. Ela afirmou que a reação foi “muito pior do que falar mal do PT”. A influenciadora, que se define como criadora de conteúdo sobre “cultura, ideologias, política e fé”, posteriormente **restringiu o acesso ao seu perfil no Instagram** e anunciou um afastamento temporário das redes sociais.

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Menor Teteu, do hit ‘Dingo Bell’, choca ao virar cantor sertanejo: ‘Pedi para Deus me mudar’

Menor Teteu, do funk proibidão, surpreende ao abraçar o sertanejo e lança projeto com sucessos da sofrência. O artista, que ficou famoso ainda adolescente com o hit “Dingo Bell”, conta que a mudança de estilo musical foi um pedido a Deus e motivada pela paternidade. Ele agora aposta em modões sertanejos, regravando clássicos e preparando canções autorais, mas mantém seu visual característico, gerando comentários nas redes sociais. A transição para o sertanejo, conforme divulgado pelo g1, pegou de surpresa amigos e produtores do funk, marcando uma nova fase na carreira do jovem cantor. A virada para a música sertaneja Mateus Correia da Silva, conhecido como Menor Teteu, aos 21 anos, está trilhando um novo caminho na música. O artista, que explodiu no funk em 2019 com apenas 14 anos e a música “Dingo Bell”, agora se dedica ao sertanejo. A mudança de gênero musical foi motivada por um desejo pessoal de se afastar de letras com palavrões e pela paternidade. “Eu já estava pedindo para Deus me mudar porque queria parar de falar palavrão. Também tive um filhinho, que hoje tem seis meses. Não queria que ele crescesse me ouvindo cantar músicas pesadas”, explicou o cantor ao g1. Do funk proibidão à sofrência: um novo propósito A decisão de deixar o funk não foi de um dia para o outro. Em 2023, Mateus já havia manifestado ao g1 o desejo de migrar para o gospel, afirmando que “Louvar ao Senhor é o meu propósito”. No entanto, o destino o levou para o sertanejo, um gênero musical com apelo popular e que permite explorar a “sofrência”, um tema recorrente em suas novas composições. A escolha por regravações de clássicos sertanejos em seu primeiro projeto, o audiovisual “Peneira do Teteu”, lançado em junho, foi uma estratégia para iniciar essa nova jornada de forma mais segura. Visual inalterado e repercussão nas redes sociais Uma das curiosidades dessa nova fase é que Menor Teteu manteve seu estilo visual característico da época do funk. Enquanto o universo sertanejo tradicionalmente adota calças jeans justas, botas e fivelas, ele continua apostando em conjuntos esportivos, bonés e óculos Juliet. Essa escolha gerou comentários divertidos e viralizaram nas redes sociais, com frases como “Quando alguém de SP passa uma semana no Goiás” e “O chassi não bate com a carroceria”. Teteu, contudo, parece não se importar com o contraste, considerando-o até importante para sua identidade artística. Próximos passos e aceitação no novo meio O cantor já anunciou que agosto trará sua primeira música sertaneja inédita, marcando o início da apresentação de um show reformulado com banda completa, com previsão de turnê em outubro. Segundo o artista, a notícia de sua mudança para o sertanejo foi bem recebida tanto por seus antigos colegas do funk quanto pelos novos contatos no meio sertanejo. Ele cita Zezé Di Camargo & Luciano e Gusttavo Lima como referências, mas faz questão de valorizar seu passado musical, que o trouxe até aqui.

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Argentina x Mundo: Derrota na Copa vira guerra de memes e provocações entre argentinos e artistas como Rosalía e Mia Khalifa

Argentina x Mundo: Derrota na Copa vira guerra de memes e provocações entre argentinos e artistas como Rosalía e Mia Khalifa A final da Copa do Mundo 2026, que viu a Espanha sagrar-se campeã contra a Argentina, desencadeou uma onda de reações que ultrapassou as quatro linhas do campo. O resultado da partida se transformou em um embate cultural e midiático envolvendo celebridades internacionais, torcedores argentinos e até mesmo o presidente do país, Javier Milei. Memes, comentários nas redes sociais e postagens de figuras públicas geraram um clima de animosidade, com muitos argentinos interpretando as manifestações como provocações e uma campanha direcionada contra sua nação. A repercussão foi tão intensa que o governo argentino, segundo o jornal local Clarín, chegou a classificar o ocorrido como uma “campanha anti-Argentina”. As respostas vieram não só dos torcedores, mas também do próprio presidente Milei, que utilizou suas plataformas digitais para defender o país. A polêmica envolvendo a derrota na Copa do Mundo 2026 evidencia como eventos esportivos podem se tornar catalisadores de debates culturais e políticos em escala global, envolvendo o mundo do entretenimento e a esfera governamental. Artistas na mira dos torcedores argentinos A derrota da Argentina na Copa do Mundo 2026 gerou uma avalanche de memes e comentários em redes sociais, com muitos usuários de diferentes países demonstrando apoio à Espanha. A situação escalou quando celebridades internacionais se manifestaram, provocando reações negativas de torcedores argentinos. Entre os mais criticados estão a cantora espanhola Rosalía e a influenciadora libanesa-americana Mia Khalifa. Mia Khalifa compartilhou um vídeo comemorando a vitória da Espanha ao som de “La Perla”, música de Rosalía, com a legenda “Como soa a vida agora que as ‘pérolas’ foram derrotadas”, numa clara alusão à Argentina. Rosalía repostou o vídeo, o que foi visto por muitos argentinos como uma provocação. A cantora, diante da repercussão e pedidos de boicote aos seus shows em Buenos Aires, apagou o post e pediu desculpas, afirmando que “nem leu o que estava escrito” e que tem “apenas amor pela Argentina”. Outras personalidades também foram alvo de críticas. A cantora americana Lauren Jauregui foi criticada por comemorar um gol da Espanha e dizer “chora, chora” para Lionel Messi. Ela se defendeu alegando que torceu pela Espanha por motivos familiares e que “é só futebol”. O cantor irlandês Niall Horan, ex-One Direction, precisou se explicar após curtir uma publicação que dizia “As Malvinas são espanholas”, um tema sensível para a Argentina devido à disputa territorial com o Reino Unido. Ele alegou que a curtida foi um engano. Milei responde e acusa “campanha anti-Argentina” A onda de comentários e provocações após a derrota na Copa do Mundo 2026 chegou ao presidente argentino, Javier Milei. Segundo o jornal Clarín, Milei utilizou suas redes sociais para responder às críticas, sem citar diretamente artistas ou países. Em uma de suas postagens, ele afirmou: “O problema com a Argentina é que somos chamativos, não passamos despercebidos, têm inveja da gente e somos bons em quase tudo. Desculpem, mas alguém precisava dizer isso”.

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Zeca Pagodinho emociona com produção de single do neto Noah em homenagem ao Dia dos Avós: “Amor de Vô”

Zeca Pagodinho lança “Amor de Vô”, single produzido por ele para o neto Noah, em clima de Dia dos Avós Um presente especial para o Dia dos Avós está prestes a chegar. O renomado sambista Zeca Pagodinho demonstra seu carinho e apoio à carreira musical de seu neto, Noah Piquet da Silva Borges, com a produção do segundo single do jovem artista, intitulado “Amor de Vô”. A canção, que celebra a relação entre avô e neto, tem lançamento marcado para hoje, quinta-feira, 23 de julho, às 21h, a tempo de anteceder as comemorações do Dia dos Avós, em 26 de julho. A parceria musical entre Zeca e Noah reforça o desejo do avô de impulsionar o talento do neto, o primeiro de seus sete netos. “Força, neto!”, incentiva Zeca Pagodinho em uma fala que pode ser ouvida ao final da faixa, demonstrando o forte laço familiar e o encorajamento para a trajetória artística de Noah. O single “Amor de Vô” já está gerando expectativa no mercado fonográfico, especialmente por contar com uma produção musical de peso, assinada pelo próprio Zeca Pagodinho. A canção é um partido alto, um estilo que remete a sucessos do próprio Zeca em seus 43 anos de carreira, mas com a novidade de ser interpretada por seu neto. A informação foi divulgada por um jornalista carioca especializado em música, com passagens por veículos como ‘O Globo’ e ‘Bizz’. Um time de estrelas na produção de “Amor de Vô” A ficha técnica do single “Amor de Vô” impressiona. Além da produção musical de Zeca Pagodinho, o arranjo ficou a cargo de Mauro Diniz. A gravação contou com a participação de músicos renomados, como Pretinho da Serrinha na percussão, Carlinhos 7 Cordas no violão de 7 cordas, Jorge Quininho no tantan, Eduardo Neves na flauta e Marcelo Minios no violão. A gaita do maestro Rildo Hora também enriquece a faixa, assim como as vozes do Coral Viva Xerém, do Instituto Zeca Pagodinho. Noah Pagodinho: A nova geração do samba Este novo lançamento de Noah chega nove meses após seu single de estreia, “Fé e Esperança”, apresentado ao público em outubro do ano passado. Noah, nascido em 19 de fevereiro de 2010, tem 16 anos e já demonstra interesse pela música, tendo estudado bateria e se apresentado como percussionista em um show do avô em 2022. Embora já tenha feito participações especiais em apresentações de Zeca, seu lançamento oficial como cantor ocorreu em 2025. O legado musical de Zeca Pagodinho inspira a nova geração A produção de “Amor de Vô” por Zeca Pagodinho não é apenas um ato de carinho familiar, mas também um investimento na continuidade do legado musical do sambista. O single, com sua sonoridade tradicional e a força da interpretação de Noah, promete conquistar o público e firmar o jovem artista no cenário musical brasileiro, honrando a tradição do samba e o amor que inspira a canção.

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Influenciadora Pietra Bertolazzi critica BTS chamando membros de ‘afeminados’, tem dados vazados e anuncia afastamento das redes sociais

Influenciadora Pietra Bertolazzi se afasta das redes após chamar membros do BTS de ‘afeminados’ e ter dados vazados A influenciadora digital Pietra Bertolazzi, que se autointitula criadora de conteúdo sobre política, ideologias e fé, causou grande polêmica nas redes sociais após fazer comentários considerados homofóbicos sobre o grupo sul-coreano BTS. A repercussão foi imediata e intensa, levando Bertolazzi a anunciar um período de afastamento das plataformas digitais. Os comentários foram feitos durante a apresentação do BTS no show de intervalo da final da Copa do Mundo, no último domingo (19). Em uma publicação, Bertolazzi expressou seu descontentamento com o grupo, descrevendo os integrantes como “homens totalmente afeminados, vaidosos e cheios de caras e bocas”, o que, segundo ela, lhe causou “vergonha alheia”. A influenciadora, que não sabia quem eram os integrantes, questionou se a maioria das pessoas não percebia o quão “grave” era o fato de o grupo ser uma das maiores referências para a geração atual. A postagem rapidamente viralizou, provocando reações contundentes por parte dos fãs do BTS, o grupo conhecido como ARMYs. Conforme informação divulgada por portais de notícias, os fãs acusaram a influenciadora de homofobia. Dados pessoais vazados e ataques coordenados contra a influenciadora Após a controvérsia gerada pelos comentários, relatos indicam que dados pessoais atribuídos a Pietra Bertolazzi começaram a circular em redes sociais, como o X (antigo Twitter). Além disso, usuários teriam orquestrado ações coordenadas contra os perfis da influenciadora, incluindo denúncias em massa com o objetivo de restringir o acesso às suas contas. Houve também relatos de que ela teria sido inscrita como mesária para as eleições. Em resposta à avalanche de reações, Bertolazzi publicou novos stories onde expressou surpresa com a dimensão do fandom do BTS. Ela chegou a classificar a comunidade de fãs como um “bueiro”, afirmando que a reação dos fãs foi “muito pior do que falar mal do PT”. A influenciadora, que aborda em seu conteúdo temas como “cultura, ideologias, política e fé”, decidiu restringir o acesso ao seu perfil no Instagram e comunicou que se afastaria das redes sociais temporariamente, visando lidar com a situação.

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Bum Bum Tam Tam: O Funk com Flauta de Bach que Conquistou o Mundo e Virou Hino da Vacina

A inesperada união entre o funk brasileiro e a música clássica que gerou um fenômeno global. Poucos imaginariam que uma composição de Johann Sebastian Bach, datada do século XVIII, se tornaria a base para um dos maiores sucessos do funk brasileiro. A “Partita em Lá Menor”, de Bach, serviu de inspiração para MC Fioti criar “Bum Bum Tam Tam”, uma música que transcendeu barreiras culturais e geográficas. Lançada em 2017, a faixa rapidamente se destacou pela sua batida contagiante e pelo uso inovador de um sample de flauta. A simplicidade e a genialidade da produção conquistaram o público, impulsionando a música para o estrelato internacional. Essa história de sucesso faz parte da série “20 hits em 20 anos”, disponível no aplicativo GloboPop. O funk “Bum Bum Tam Tam” não apenas marcou época na música brasileira, mas também se tornou um símbolo importante em outros contextos, como veremos a seguir. Conforme informação divulgada pelo g1, a jornada dessa canção é notável. A criação de um hit global com recursos limitados A história por trás de “Bum Bum Tam Tam” é tão fascinante quanto a própria música. O MC paulista Leandro Aparecido Ferreira, conhecido como MC Fioti, encontrou o sample da “Partita em Lá Menor” enquanto pesquisava na internet. A inspiração foi imediata, e ele decidiu usá-la em sua nova produção. Com um celular servindo de microfone e um notebook “repleto de vírus”, segundo o próprio artista, Fioti produziu a música em apenas um dia. No dia seguinte, “Bum Bum Tam Tam” já estava disponível no YouTube, pronta para conquistar o mundo. Um marco para o funk brasileiro no YouTube “Bum Bum Tam Tam” não demorou a colher os frutos de sua originalidade. A música se tornou o **primeiro videoclipe de um artista brasileiro a atingir um bilhão de visualizações no YouTube**. Esse feito inédito solidificou o funk como um gênero musical de alcance global. O sucesso foi tão estrondoso que a faixa ganhou diversas versões internacionais, contando com colaborações de artistas renomados como Future, J Balvin e um remix especial de David Guetta. A melodia envolvente da flauta, combinada com a batida do funk, provou ser uma fórmula universal. Da música ao reconhecimento social: o hino da vacina O impacto de “Bum Bum Tam Tam” se estendeu para além das paradas de sucesso. A música foi tema de uma questão no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), demonstrando sua relevância cultural e educacional. Mais notavelmente, a canção foi adotada como **hino da campanha de vacinação do Instituto Butantan contra a Covid-19**. Essa associação ressalta como a música, com sua energia positiva e sua melodia marcante, pôde ser utilizada para promover a saúde pública e incentivar a imunização. A “flauta envolvente” de Bach, através da genialidade de MC Fioti, definitivamente marcou seu lugar na história, provando que a música não tem fronteiras, nem de tempo, nem de gênero, nem de propósito.

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Marco no Cinema Brasileiro: ‘Retorno a Buenos Aires’ Selecionado para Competição Principal do Festival de Veneza 2026

Brasil volta a competir pelo Leão de Ouro em Veneza com drama sobre ditadura O cinema brasileiro marca presença novamente na principal competição do prestigiado Festival de Cinema de Veneza. Desta vez, a coprodução ítalo-brasileira “Retorno a Buenos Aires”, do renomado diretor Marco Bechis, foi selecionada para disputar o cobiçado Leão de Ouro. O longa-metragem integra a competição oficial da edição de 2026 do festival, um dos eventos mais importantes e tradicionais do cenário cinematográfico mundial. A seleção reafirma a força e a relevância da produção brasileira no contexto internacional. A última vez que um filme brasileiro foi premiado em Veneza foi em 2024, com “Ainda Estou Aqui”, que conquistou o prêmio de Melhor Roteiro. Na mesma ocasião, o Leão de Ouro foi para o filme “The Room Next Door”, de Pedro Almodóvar. Conforme informação divulgada, a seleção de “Retorno a Buenos Aires” representa um importante passo para o cinema nacional. Uma História de Memória e Justiça Dirigido por Marco Bechis, que também coescreveu o roteiro com Vijaya Bechis Boll, “Retorno a Buenos Aires” traz no elenco o ator italiano Adriano Giannini, além dos talentosos brasileiros Paula Cohen e Eduardo Hoy. O filme conta ainda com a participação das atrizes argentinas Ana Celentano, Vero Gerez e Olivia Nuss. As filmagens do longa ocorreram em locais emblemáticos, como Porto Alegre, no Brasil, e Turim, na Itália, conferindo uma identidade visual rica e diversificada à produção. A escolha desses cenários contribui para a atmosfera da narrativa. O Enredo Emocionante de “Retorno a Buenos Aires” Ambientado na vibrante Buenos Aires em 2008, o filme narra a comovente jornada de Mariano Guerra. Ele retorna à Argentina após viver 33 anos na Itália, impulsionado pela necessidade de depor em um julgamento crucial. Seu testemunho é fundamental para a condenação dos ex-militares responsáveis por seu sequestro, tortura e escravidão durante o sombrio período da ditadura argentina. A trama explora temas profundos como memória, trauma e a busca por justiça. Marco Bechis e Sua Trajetória Cinematográfica Marco Bechis é um diretor conhecido por sua sensibilidade ao abordar questões sociais e históricas em seus filmes. Sua participação na competição principal de Veneza com “Retorno a Buenos Aires” é um reconhecimento de seu trabalho e de sua capacidade de contar histórias impactantes. A expectativa é alta para a recepção do público e da crítica especializada ao filme, que promete emocionar e provocar reflexões sobre um dos períodos mais delicados da história argentina. A seleção para o Festival de Veneza já é uma grande conquista para a equipe envolvida na produção ítalo-brasileira. O Impacto da Seleção para o Cinema Nacional A presença de “Retorno a Buenos Aires” na mostra principal de Veneza não apenas destaca o talento de Marco Bechis, mas também impulsiona a visibilidade do cinema brasileiro no cenário internacional. O festival serve como uma plataforma importante para a divulgação de novas obras e talentos. A coprodução ítalo-brasileira demonstra a força das colaborações internacionais na produção cinematográfica, abrindo portas para futuros projetos e fortalecendo laços culturais entre os países.

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