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Celebridades

Mônica Salmaso lança ‘Senhora das Canções’ em agosto, um tributo emocionante a Elizeth Cardoso com repertório inédito

Mônica Salmaso celebra a obra de Elizeth Cardoso em novo álbum com lançamento previsto para agosto A renomada cantora paulistana Mônica Salmaso está prestes a lançar ‘Senhora das Canções – Um tributo a Elizeth’, um álbum dedicado à obra da saudosa Elizeth Cardoso. O projeto, que já encantou o público em apresentações ao vivo, promete levar a essência da ‘Divina’ para um novo público em agosto, com lançamento pela gravadora Biscoito Fino. O álbum é fruto de um show que estreou em 2020 no Rio de Janeiro, celebrando o centenário de Elizeth Cardoso. Cinco anos depois, em maio de 2025, o espetáculo revisitou a cidade natal da cantora para uma temporada de quatro apresentações no Teatro Ipanema, no projeto ‘Terças no Ipanema’. Aproveitando a oportunidade, Mônica Salmaso e sua equipe entraram no estúdio da Biscoito Fino para registrar o show em sua totalidade, sem a presença de público. Conforme relatou Salmaso, a gravação foi uma das experiências mais marcantes de sua carreira, capturando a magia das 16 canções que compõem o roteiro. Gravação ao vivo no estúdio Biscoito Fino A sessão de gravação, realizada um dia antes do último show no Teatro Ipanema, contou com a participação de músicos talentosos como Aquiles Moraes (trompete e flugelhorn), Luciana Rabello (cavaquinho), Magno Júlio e Marcus Thadeu (percussão), Mauricio Carrilho (violão de sete cordas), Paulo Aragão (violão) e Teco Cardoso (flauta e saxofone). O resultado é um registro fiel e emocionante do espetáculo. ‘Senhora das Canções’: Um mergulho no legado de Elizeth Cardoso O álbum ‘Senhora das Canções – Um tributo a Elizeth’ apresenta um repertório cuidadosamente selecionado, totalizando 16 faixas que passeiam por clássicos da música brasileira. A obra de Elizeth Cardoso, conhecida por seu rigor estilístico e interpretações inesquecíveis, é revisitada por Mônica Salmaso com a mesma paixão e compromisso com a arte. Entre as canções que compõem o disco, destacam-se ‘Lembre-se’, ‘Seresteiro’, ‘Carta de poeta’, ‘Noturno em tempo de samba’, ‘Minhas madrugadas’, ‘Violão vadio’, ‘Nossa Senhora do Silêncio’, ‘Valsa sem nome’, ‘Sei lá, Mangueira’, ‘De bem com o amor’, ‘Se as estrelas falassem’, ‘Canção do amor demais’, ‘Janelas abertas’, ‘A mentira acaba’ e ‘Poema dos olhos da amada’. Uma homenagem que transcende gerações O álbum também inclui o samba ‘Deixa pra lá’, interpretado por Mônica Salmaso em uma tocante homenagem à cantora paulistana Isaura Garcia. Essa escolha demonstra a amplitude do tributo, que busca celebrar não apenas Elizeth Cardoso, mas também outras grandes vozes que marcaram a história da música brasileira. A capa do álbum, com design gráfico de Ruth Freihof, complementa a atmosfera de reverência e admiração pela obra de Elizeth Cardoso. O lançamento de ‘Senhora das Canções’ promete ser um marco na carreira de Mônica Salmaso e um presente para os amantes da música brasileira, reforçando o legado eterno de Elizeth Cardoso.

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Ivan Lins revitaliza ‘Deixa eu dizer’ com Ferrugem e Marcelo D2, mas samba em novo álbum divide opiniões

Ivan Lins une forças com Ferrugem e Marcelo D2 em releitura de ‘Deixa eu dizer’ para novo álbum A música brasileira ganha um novo tempero com o lançamento de ‘Deixa eu dizer’, releitura do clássico de Ivan Lins, agora em parceria com o cantor de pagode Ferrugem. O projeto, que integra o ainda inédito álbum ‘Sambadouro’, promete revisitar sambas autorais do artista, buscando uma conexão mais profunda com as raízes do pagode suburbano carioca. Esta nova versão de ‘Deixa eu dizer’, lançada oficialmente em 17 de junho, é a terceira amostra do álbum ‘Sambadouro’. A faixa conta com o arranjo do violonista Rafael dos Anjos e a participação de músicos renomados como Rogério Caetano e Thiago da Serrinha, conferindo uma sonoridade rica e envolvente. A história por trás de ‘Deixa eu dizer’ é fascinante e passa pelo rap de Marcelo D2. Conforme informações divulgadas, se D2 não tivesse sampleado a gravação original do samba em seu hit ‘Desabafo’ (2008), talvez essa releitura de Ivan Lins não tivesse visto a luz do dia. O sample de D2, aliás, deu uma nova visibilidade ao samba e à cantora Claudya, que o apresentou ao Brasil em 1973. O resgate de um clássico e a influência do rap A versão original de ‘Deixa eu dizer’ foi lançada por Claudya em 1973, um ano antes de Ivan Lins gravá-la em seu álbum ‘Modo livre’ (1974). A música é de autoria de Ivan Lins com letra de Ronaldo Monteiro de Souza. A intervenção de Marcelo D2 no universo do samba, através do rap, acabou por reavivar o interesse por essa composição esquecida na obra de Ivan Lins. ‘Sambadouro’: Ivan Lins em busca de novas sonoridades No álbum ‘Sambadouro’, Ivan Lins se propõe a revisitar seu próprio repertório, adaptando sambas para uma linguagem mais próxima do pagode contemporâneo. A escolha de Ferrugem como parceiro em ‘Deixa eu dizer’ reflete essa intenção. Ferrugem, conhecido por seu alinhamento com o pagode do século XXI, demonstra admiração pela obra de Lins e se mostra confortável na nova interpretação. A gravação de ‘Deixa eu dizer’ com Ferrugem ocorreu em outubro de 2025, no estúdio Cia. dos Técnicos, no Rio de Janeiro. A fluidez da nova versão é notável, com Ferrugem soltando a voz especialmente no minuto final da faixa. A música, apesar de cativante em seu refrão, tem gerado discussões sobre a adaptação total de seu universo. Debates sobre a adaptação e o futuro do projeto Apesar da boa recepção de ‘Deixa eu dizer’, o projeto ‘Sambadouro’ tem enfrentado críticas quanto à adequação da transposição das obras de Ivan Lins para o universo do pagode de quintal. Singles anteriores, como ‘Diplomação’ (com participação de Zeca Pagodinho) e o próprio samba-título ‘Sambadouro’ (de 1992), também já sinalizaram essa dificuldade. A crítica aponta que, embora haja fluidez nas novas gravações, falta um “gol de placa” na adaptação. O projeto, no entanto, ainda está em seus estágios iniciais, e a expectativa é que Ivan Lins consiga encontrar o equilíbrio perfeito entre seu cancioneiro icônico

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Salvador Sobral lança “A Flor do Recomeço” em outubro com inéditas de Adriana Calcanhotto, Chico César e Tim Bernardes

Salvador Sobral apresenta “A Flor do Recomeço”, álbum com parcerias inéditas de grandes nomes da música brasileira O aguardado novo álbum de Salvador Sobral, intitulado “A Flor do Recomeço”, chega ao mercado em 16 de outubro, prometendo uma imersão profunda na canção brasileira. O disco reúne 11 faixas inéditas, compostas especialmente para o artista português por um seleto grupo de talentos nacionais. A produção, gravada no estúdio Da Pá Virada em São Paulo, contou com a articulação de Marcus Preto, que conectou Salvador Sobral a compositores como Adriana Calcanhotto, Chico César, Tim Bernardes e Zé Renato. A sonoridade do álbum foi moldada por um quinteto de músicos experientes, garantindo arranjos sofisticados. O primeiro single, a faixa-título “A Flor do Recomeço”, com composição de Chico César e letra de Eveline Sin, será lançado nesta terça-feira, 18 de junho, antecipando o repertório que celebra a riqueza da música brasileira. Conforme informado pela fonte, o álbum marca um novo capítulo na carreira do artista, dedicado inteiramente à canção brasileira. Adriana Calcanhotto, Chico César e outros talentos assinam canções para Salvador Sobral O repertório de “A Flor do Recomeço” é um verdadeiro presente para os fãs da música brasileira. Além da já mencionada faixa-título, o álbum conta com a participação de Adriana Calcanhotto com a música “Fique à vontade”. Joyce Moreno, em parceria com Paulo César Pinheiro, contribuiu com “Estrela Cadente”. Outros destaques incluem “Retiro”, de Ítallo França e Paulo Novaes, e “Entre Setas e Sentimentos”, de Juliana Linhares e Juliano Holanda. Marcelo Camelo e Mallu Magalhães assinam “Homem Louco”, enquanto Marcos Valle, com letra de Tim Bernardes, apresenta “Tudo pra Esquecer o Amor”. Martins contribui com “É de se Estimar”, e Vitor Ramil com “Oração do Ateu”. Completando o time de compositores, Zé Renato, em parceria com Thiago Amud, presenteia o álbum com “No Coração do Ar”. A única música do disco que já havia sido gravada anteriormente é “Bam Bam Bam”, uma colaboração entre Arnaldo Antunes, Céu e Hyldon, que foi interpretada por Ana Ratto em seu álbum “Visom Negro” (2025). Produção e Sonoridade do Novo Álbum A produção musical de “A Flor do Recomeço” ficou a cargo de T{‘o} Brandileone, com Marcus Preto atuando como articulador do repertório. A gravação aconteceu no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo, e contou com a participação de músicos renomados como Tiago Costa (piano), Fab{‘o}rio S{‘a} (contrabaixo), Conrado Goys (viol{~a}o e guitarra), Sergio Machado (bateria) e Felipe Roseno (percuss{~a}o). A escolha de Salvador Sobral por um álbum inteiramente dedicado à música brasileira demonstra seu profundo apreço e conexão com os ritmos e melodias do país. A expectativa é que “A Flor do Recomeço” reforce os laços entre a música portuguesa e brasileira, apresentando novas joias musicais ao público. Um Novo Capítulo para Salvador Sobral na Música Brasileira O lançamento de “A Flor do Recomeço” representa um marco significativo na carreira de Salvador Sobral, consolidando seu papel como um importante divulgador da canção brasileira em Portugal e no mundo. A seleção de compositores e a

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Daveigh Chase, a voz inesquecível de Lilo em “Lilo & Stitch” e Samara em “O Chamado”, morre aos 35 anos

Daveigh Chase, estrela de “O Chamado” e “Lilo & Stitch”, morre aos 35 anos em Los Angeles A notícia do falecimento de Daveigh Chase, a atriz que deu voz à adorável Lilo na animação da Disney “Lilo & Stitch” e interpretou a assustadora Samara Morgan no filme de terror “O Chamado”, chocou fãs e colegas da indústria. A artista, que tinha apenas 35 anos, morreu em um hospital de Los Angeles. Chase lutava contra complicações de meningite, que levaram a um quadro de sepse. Seu empresário, John Ryan Jr., confirmou a triste notícia à BBC News, adicionando que a atriz havia sido internada anteriormente devido a desnutrição. A carreira de Daveigh Chase, marcada por papéis icônicos, começou cedo, mas ela optou por um caminho mais reservado longe dos holofotes de Hollywood. A notícia do falecimento de Daveigh Chase, conforme divulgado por seu representante, John Ryan Jr., traz à tona a memória de uma artista talentosa que deixou sua marca em produções memoráveis. Sua trajetória em Hollywood foi interrompida precocemente, mas seu legado artístico permanece vivo nas obras que encantaram e assustaram o público. O Início de uma Carreira Precoce e Marcante Daveigh Chase iniciou sua jornada artística ainda criança, aos 4 anos de idade, em Las Vegas, onde se dedicava à dublagem e ao teatro. Aos 7 anos, fez sua estreia em Hollywood com uma pequena participação na popular série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”. Seu talento rapidamente chamou a atenção, e em 2001, ela interpretou Samantha Darko no cultuado filme “Donnie Darko”, além de aparecer em “S. Darko”, em 2009. A Conquista do Cinema de Terror e Animação O ano de 2002 foi decisivo para a carreira de Daveigh Chase. Ela imortalizou a personagem Samara Morgan em “O Chamado”, um remake americano do clássico japonês. Sua interpretação da fantasma que rastejava para fora da televisão lhe rendeu o prêmio MTV Movie Award de Melhor Vilã em 2003. Chase descreveu a experiência como divertida, destacando a singularidade da personagem: “Não é um personagem típico. Normalmente procuram uma criança alegre e despreocupada, mas Samara era uma personagem muito interessante de interpretar. Eu simplesmente usei minha própria voz e dei a ela um toque assustador”, disse ela ao Los Angeles Times em 2002. No mesmo ano, Daveigh Chase emprestou sua voz à adorável Lilo Pelekai na animação “Lilo & Stitch”, conquistando um Annie Award de Melhor Dublagem em Produção de Longa-Metragem Animada. Ela continuou a dar voz à personagem em outras produções da franquia, solidificando sua presença no universo Disney. Além de Samara e Lilo: Outros Papéis de Destaque O currículo de Daveigh Chase também inclui participações em séries de televisão como “Charmed: Jovens Bruxas”, “Plantão Médico” e “Touched by an Angel”. Um de seus papéis mais significativos na TV foi como Rhonda Volmer na aclamada série da HBO “Amor Imenso”, onde atuou em 32 episódios interpretando uma noiva infantil. Sua versatilidade como atriz era evidente, transitando com maestria entre o terror, a animação e o drama. Um Legado de Talento e uma

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Maria Bethânia 80 Anos: A Voz Sobrenatural que Educa e Inebria a MPB com Altivez e Emoção Pura

Maria Bethânia: 80 anos de um canto que ecoa a alma do Brasil com altivez e inspiração Nascida em 18 de junho de 1946, Maria Bethânia celebra hoje seus 80 anos de vida com uma trajetória artística que se mantém impecável e inspiradora. Sua voz, descrita como um “canto sobrenatural”, tem o poder de educar, comover e, frequentemente, inebriar o público, consolidando-a como uma figura ímpar no panteão da Música Popular Brasileira (MPB). Movida por uma profunda espiritualidade, Bethânia se estabeleceu como uma divindade na MPB, admirada e respeitada por quase todos. Seu canto alcança os mais remotos cantos do Brasil, abordando as dores e alegrias comuns a todos, do campo à cidade, com uma sensibilidade que toca o coração. Essa força expressiva é fruto de uma rica herança, incluindo a influência de sua mãe, Claudionor Vianna Telles Velloso, a Dona Canô, cuja voz e sabedoria parecem estar presentes em cada melodia entoada por Bethânia, desde louvações a santos e orixás até sambas-canção nostálgicos. A informação é divulgada em matérias que celebram a data especial da cantora. O Canto que Educa e Revela Talentos O poder educativo do canto de Maria Bethânia reside em sua capacidade de levar a poesia de grandes nomes como Fernando Pessoa e Clarice Lispector para além dos círculos literários. Ao interpretar esses versos com sua voz única, ela os torna acessíveis e familiares ao grande público. Bethânia não apenas canta, mas também nos cativa pela força e profundidade das palavras que escolhe. Sua arte também nos conduz por um Brasil profundo, valorizando as raízes e a resistência de um sertão que se contrapõe aos modismos da indústria fonográfica. Ela nos transporta das rodas de samba urbanas para as tradições de sua terra natal, Santo Amaro da Purificação, na Bahia, um norte que guia sua expressão artística. Bethânia é reconhecida por não seguir tendências, mas por criá-las. Ela tem a rara habilidade de apresentar ao público compositores que, sem sua projeção, poderiam ter permanecido restritos a redutos locais. Artistas como Roberto Mendes e tantos outros grandes nomes de Santo Amaro devem parte de seu reconhecimento nacional à “voz-guia” da “Abelha Rainha”. A Teatralidade e a Emoção em Cada Nota A capacidade de comover do canto de Bethânia é notável. Sua voz grave transita com maestria entre a delicadeza e a dramaticidade, revelando uma inteligência interpretativa singular. Admiradora de ícones como Dalva de Oliveira, Bethânia injeta em suas performances uma carga de teatralidade que se tornou sua marca registrada desde a estreia icônica com “Carcará” em 1965. No entanto, a artista demonstra uma versatilidade impressionante, sabendo dosar a intensidade de sua voz. Quando necessário, ela baixa os tons para expressar mágoas, solidões e ressentimentos, mas é em suas interpretações mais elevadas, quando as veias se abrem para a emoção pura, que ela estabelece uma conexão profunda com o público, com seus olhos imponentes encontrando os olhares embevecidos da plateia. Fidelidade a Si Mesma e a Força Inabalável Avessa a rótulos e modismos, Maria Bethânia construiu uma carreira

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Ah Lelek Lek Lek: O Passinho do Volante que Conquistou Beyoncé e Neymar e Desafiou o Funk Ostentação

O funk que fez o mundo dançar o ‘passinho do volante’ Em 2012, o funk ostentação dominava as paradas com letras sobre carros de luxo e grifes. No entanto, em contramão a essa tendência, surgiu um hit que provou o poder da simplicidade: “Ah Lelek lek lek”, de MC Federado e os Lelek. A música, com seu ritmo contagiante e coreografia fácil, conquistou não apenas o Brasil, mas também estrelas internacionais como Beyoncé e Neymar. Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, disponível no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos da Globo. Nele, você pode acompanhar todos os episódios e reviver os maiores sucessos musicais que marcaram época. Sem o impulsionamento das redes sociais como conhecemos hoje, “Ah Lelek lek lek” resgatou a tradição carioca de coreografias marcantes e simples, que já haviam feito sucesso com faixas como “Dança da Motinha” e “Morto Muito Louco” na década anterior. Conforme informação divulgada pelo GloboPop, essas músicas ainda são presenças garantidas em festas por todo o país, demonstrando a força atemporal do funk com danças fáceis de reproduzir. O Limbo do Funk Carioca e o Nascimento de um Hit Viral O estilo carioca de fazer funk, com letras mais leves e danças acessíveis, foi gradualmente perdendo espaço para a ascensão do funk paulistano e seu foco no “ostentação”. O Rio de Janeiro, que tentou inovar com o funk “proibidão”, acabou se tornando um nicho, incapaz de competir com o poderio financeiro e o apelo luxuoso de São Paulo. Foi nesse cenário de transição e busca por identidade que “Ah Lelek lek lek” emergiu. A música se destacou justamente por sua proposta oposta ao luxo. Com uma letra propositalmente boba e um refrão que ensinava o icônico “passinho do volante”, a faixa se tornou um fenômeno. O videoclipe, que exibia diversas pessoas reproduzindo o passo de forma descontraída, amplificou o apelo simplista e cativante da canção. Beyoncé e Neymar: O “Passinho do Volante” Conquista o Mundo Mesmo antes da era do TikTok e do conceito de “viral” como o conhecemos, “Ah Lelek lek lek” explodiu. A música tocou em programas de TV e, surpreendentemente, atraiu a atenção de grandes celebridades. Em 2013, a diva pop Beyoncé foi vista dançando o “passinho do volante” durante sua apresentação no Rock in Rio. Pouco tempo depois, o craque Neymar Jr. também entrou na onda, reproduzindo o passo antes e durante uma partida pelo Santos, em fevereiro do mesmo ano. Esses momentos cimentaram o status de “Ah Lelek lek lek” como um hit global, transcendendo barreiras culturais e de fama. O Legado e os Desafios Pós-Hit O sucesso estrondoso, contudo, trouxe seus próprios desafios. MC Federado e os Lelek enfrentaram problemas legais quando descobriram que o nome artístico já havia sido registrado por um antigo empresário. Essa disputa impediu que o grupo continuasse a se apresentar com o nome e a música que os consagraram, um obstáculo significativo para sua carreira. Mais de uma década se passou desde o auge de “Ah

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Maria Bethânia 80 anos: A Força Magnética da “Senhora da Cena” Que Domina Palcos do Brasil

Maria Bethânia completa 80 anos: a arte de dominar o palco com presença magnética Neste dia 18 de junho, Maria Bethânia celebra seus 80 anos, cercada de homenagens que ressaltam sua impressionante carreira de 61 anos na música. Embora sua discografia seja praticamente impecável e suas gravações de estúdio sejam aclamadas, há um consenso entre fãs e críticos: é nos palcos que a artista se revela em sua plenitude. A força de Bethânia se manifesta de forma avassaladora em suas performances ao vivo. Desde sua primeira aparição marcante em 1965, cantando “Carcará” no show “Opinião”, a cantora demonstrou uma capacidade única de cativar o público. Essa energia inesgotável e a presença magnética no palco são características que acompanham Maria Bethânia desde o início de sua carreira, consolidando-a como a indiscutível “senhora da cena” brasileira. Conforme o relato do jornalista carioca, a artista construiu uma trajetória fonográfica quase sem falhas, mas é em suas atuações ao vivo que sua essência vibrante se manifesta de maneira mais intensa. Da boate ao estádio: a evolução dos palcos de Maria Bethânia A trajetória de Maria Bethânia nos palcos é marcada por uma constante evolução, adaptando-se a diferentes formatos e públicos. Inicialmente, seus shows aconteciam em boates, mas com o tempo, os teatros se tornaram seu habitat natural, aproveitando sua veia dramática. A partir da segunda metade da década de 1970, com o aumento de sua popularidade, Bethânia passou a se apresentar em grandes casas de shows. Mais recentemente, dividiu arenas e estádios com seu irmão Caetano Veloso, em uma turnê que celebrou o reencontro dos irmãos no palco. A magia da artista permanece intacta, seja em um palco de estádio ou em um espaço intimista para pouco mais de 100 pessoas, como o clube Manouche, onde estreou o show “Claros breus” em 2019. Essa versatilidade demonstra a força de sua presença magnética. O conceito por trás dos espetáculos: música e poesia em harmonia Com a colaboração do diretor Fauzi Arap, Maria Bethânia aprimorou a fórmula de espetáculos conceituais, onde músicas e textos poéticos se entrelaçam de forma coesa. O embrião dessa abordagem surgiu no show “Comigo me desavim”, em 1967. No entanto, foi com o antológico “Rosa dos ventos – O show encantado”, em 1971, que essa costura se alinhou, definindo o tom de suas apresentações futuras. Alguns desses shows, como “A cena muda” (1974), tiveram um caráter nitidamente político, refletindo o contexto da ditadura militar. A inteligência aguçada de Bethânia se revela na forma como ela edita poemas, como os de Fernando Pessoa, garantindo que cada verso cause o máximo impacto na plateia. As inflexões e pausas no momento certo se tornam tão cruciais quanto o próprio canto. Shows que marcaram a carreira de Maria Bethânia nos palcos Entre os muitos espetáculos que marcaram a carreira de Maria Bethânia, alguns se destacam pela sua relevância e impacto. O jornalista que escreve sobre música desde 1987 cita, em sua visão, os shows “Nossos momentos” (1982), “Âmbar” (1996), “Maricotinha” (2001), “Dentro do mar tem rio”

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Amanda Sarmento: A Luz do Rap, Trap e R&B Brilha em ‘Eclipse’, Seu Debut Intenso e Transformador

Amanda Sarmento lança ‘Eclipse’, um mergulho profundo nas emoções através do rap, trap e R&B. A cena musical brasileira ganha um novo brilho com o lançamento de ‘Eclipse’, o aguardado álbum de estreia da rapper e compositora carioca Amanda Sarmento. O trabalho, que chega ao público nesta sexta-feira, 19 de junho, é uma jornada sonora que transita com maestria entre o rap, o trap e o R&B, apresentando 12 faixas inéditas. Produzido por Iuri Rio Branco, ‘Eclipse’ promete ser um marco na carreira da artista, explorando temas universais como vivências, transformações e descobertas. A analogia com o fenômeno astronômico que dá nome ao disco não é por acaso, refletindo a proposta de Amanda em abordar os ciclos emocionais e a jornada de autoconhecimento. Amanda Sarmento explica que o álbum é sobre atravessar as sombras, se perder e se reencontrar, entendendo que a própria escuridão pode revelar aspectos importantes sobre quem somos. Essa concepção profunda e poética permeia todas as composições, convidando o ouvinte a uma reflexão íntima. Conforme informação divulgada pela artista, “O eclipse é um fenômeno que acontece quando algo encobre a luz por um instante, mas sem apagar sua existência. Acho que isso conversa muito com os ciclos emocionais que vivemos.”. ‘Eclipse’: Uma Colaboração Rica e Diversificada O álbum de estreia de Amanda Sarmento já vinha sendo antecipado pelos singles ‘Quente’ e ‘Submersa’, este último contando com a participação especial de Tássia Reis. Em ‘Eclipse’, a artista amplia o leque de colaborações, trazendo vozes marcantes que enriquecem ainda mais a experiência sonora. Um dos destaques é a participação de Dona Maria Poeta, escritora de 89 anos e avó da atriz Clara Moneke, que empresaria Amanda. Dona Maria Poeta empresta sua voz ao interlúdio ‘Chega mais perto’, adicionando uma camada de sabedoria e ancestralidade ao projeto. Outra participação notável é a do rapper paulistano Ruas MC, que divide os vocais com Amanda na faixa ‘Eu já sofri demais’, prometendo um encontro potente de estilos. O Repertório Completo de ‘Eclipse’ Além das faixas já mencionadas e dos singles, o álbum ‘Eclipse’ é composto por oito outras canções que completam o universo sonoro e temático do disco. São elas: ‘Assalto’, ‘Eu não ligo’, ‘Manifesto’, ‘Me deixa livre’, ‘Mulher’, ‘Soul eu’, ‘Obsessão’ e ‘Vc no plantão’. Cada uma dessas músicas contribui para a narrativa de ‘Eclipse’, tecendo uma tapeçaria sonora que explora diferentes facetas da experiência humana. A diversidade de temas e sonoridades em ‘Eclipse’ reafirma a versatilidade de Amanda Sarmento como artista. Amanda Sarmento: Celebrando a Luz Após a Sombra O conceito por trás de ‘Eclipse’ é poderoso e ressoa com a jornada de muitos. A ideia de que a escuridão é apenas um momento, e que a luz sempre retorna, é um tema central no álbum. Amanda Sarmento utiliza essa metáfora para falar sobre resiliência e autodescoberta. O álbum ‘Eclipse’ é, portanto, mais do que um conjunto de músicas, é um convite à introspecção e ao reconhecimento da própria força. Amanda Sarmento se consolida como uma voz importante na música

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Toy Story 5: Telas São o Novo Vilão na Aventura de Jessie Contra a Tecnologia e a Amizade Virtual

Toy Story 5: A Luta Contra as Telas e a Busca por Amizades Reais A nova aventura de Toy Story 5 promete agitar os cinemas brasileiros a partir desta quarta-feira (17), trazendo uma discussão cada vez mais presente no cotidiano de famílias: o impacto da tecnologia e das telas na infância. Desta vez, o embate não é contra um vilão tradicional, mas sim contra o fascínio dos dispositivos eletrônicos, que se tornam o principal antagonista da vez. A trama se desenvolve em torno de uma nova protagonista, a vaqueira Jessie, que assume um papel central na missão de reconectar a jovem dona dos brinquedos, Bonnie, com o mundo real e com amizades genuínas. A esperança é que os brinquedos consigam competir com o apelo de uma nova tablet infantil, prometendo amizades virtuais para a menina. Jessie, que ganhou destaque em Toy Story 2 e se consolidou como líder ao final do último filme, expressa suas dúvidas sobre a superficialidade das conexões proporcionadas pela tecnologia. A produtora Lindsey Collins, em entrevista ao g1, destacou que a ideia nasceu do veterano Andrew Stanton, que assume a direção ao lado de McKenna Harris, e que o tema é inevitável nos dias atuais. A Tecnologia Como Desafio para a Amizade A disputa entre brinquedos físicos e o universo digital não é uma novidade, remetendo à popularização dos videogames nos anos 90. No entanto, os criadores de Toy Story 5 sentiram que o momento atual exigia abordar essa questão de forma mais profunda. A produtora Lindsey Collins, com uma longa trajetória na Pixar desde 1997, enfatizou que o estúdio levou cerca de sete anos desde Toy Story 4 para desenvolver a história ideal. Andrew Stanton, roteirista de todos os filmes da franquia, teve a ideia para este novo capítulo focado em Jessie. A veterana da Pixar mencionou que, após a concepção da ideia, a equipe trabalhou intensamente para refinar o roteiro e a narrativa do filme, buscando uma abordagem que ressoasse com o público contemporâneo. Embora Woody e Buzz Lightyear façam aparições no filme, eles servem para fortalecer a posição de Jessie como líder e protetora dos valores tradicionais da amizade. O roteiro também explora o passado de Jessie, destacando que, ao contrário de Woody e Buzz, ela já vivenciou a experiência de pertencer a diferentes donos humanos ao longo de sua existência. Bonnie e o Novo Foco Humano na Franquia Um elemento que diferencia Toy Story 5 é a crescente importância de Bonnie, a atual dona dos brinquedos. Tradicionalmente, a franquia sempre deu maior foco às aventuras e aos sentimentos dos brinquedos, mas nesta nova produção, a perspectiva humana de Bonnie ganha um destaque inédito. Essa mudança de perspectiva, segundo Collins, contribui para que o filme seja uma história um pouco diferente, de uma forma positiva, em relação aos capítulos anteriores. A produtora acredita que a combinação desses elementos, o foco em Jessie e a maior atenção à personagem humana Bonnie, permitiu explorar novas dinâmicas e temas que tornam Toy Story 5 singular dentro

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Copa do Mundo 2026: Maratonando Filmes e Séries das Cidades-Sede nos EUA, México e Canadá para Mergulhar na Cultura Local

Da Tela para o Campo: Conheça as Cidades-Sede da Copa do Mundo 2026 Através de Filmes e Séries Icônicas A Copa do Mundo de 2026 promete agitar 16 cidades nos Estados Unidos, México e Canadá, reunindo 48 seleções em uma celebração global do futebol. Mas a paixão pelo esporte vai além dos gramados. Muitas dessas cidades-sede são palcos vibrantes de histórias contadas no cinema e na TV, refletindo suas identidades culturais únicas. Para que você, torcedor, possa entrar no clima e vivenciar a atmosfera de cada região durante a competição, o g1 preparou uma lista especial. Mergulhe em filmes e séries que foram gravados ou que têm como centro de suas narrativas as cidades que receberão os jogos do mundial. Prepare a pipoca e o sofá, pois esta seleção cinematográfica e televisiva é a companhia perfeita para aquecer os motores antes da bola rolar. Descubra como a sétima arte retrata a alma de Atlanta, Boston, Dallas e muitas outras metrópoles que respiram futebol e cultura. Atlanta, Geórgia: O Ritmo do Hip-Hop em “Atlanta” A série “Atlanta”, criada e estrelada por Donald Glover, nos transporta para o coração da cena hip-hop da cidade. Acompanhamos Earnest “Earn” Marks em sua jornada para gerenciar a carreira de seu primo rapper, Paperboi. A produção é aclamada por misturar humor peculiar e elementos surreais para explorar questões profundas sobre raça e o mercado do entretenimento nos Estados Unidos. Boston, Massachusetts: Entre o Dever e o Crime em “Os Infiltrados” A cidade de Boston se torna o palco de uma intensa batalha entre a polícia e o crime organizado no aclamado filme “Os Infiltrados” (The Departed). Leonardo DiCaprio interpreta Billy Costigan, um policial infiltrado na máfia irlandesa, enquanto um criminoso atua como informante dentro da própria polícia. A arquitetura urbana e a atmosfera da cidade são usadas para construir um suspense eletrizante. Dallas, Texas: O Mistério em Torno do Assassinato de JFK Dallas, cidade marcada pela história com o assassinato do presidente John F. Kennedy, é o foco do filme “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar” (1991). O promotor Jim Garrison, interpretado por Kevin Costner, investiga as circunstâncias do crime, desafiando a versão oficial. O filme utiliza cenários reais e teorias conspiratórias para criar um suspense de tribunal envolvente. Houston, Texas: A Saga Espacial em “Apollo 13” A missão espacial que cativou o mundo é revivida em “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo” (1995). O drama recria a tensa jornada comandada a partir de Houston, sede do centro de controle da NASA. A história acompanha os astronautas em uma corrida contra o tempo após uma explosão na nave, destacando a engenharia e a mobilização em solo texano para o resgate da tripulação. Kansas City, Missouri: Intriga e Corrupção em “Kansas City” O filme “Kansas City” (1996) mergulha na efervescência política e no controle das máquinas eleitorais da cidade na década de 1930. A trama acompanha Blondie, que tenta salvar seu marido sequestrando a esposa de um influente político local. A produção explora os

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Mônica Salmaso lança ‘Senhora das Canções’ em agosto, um tributo emocionante a Elizeth Cardoso com repertório inédito

Mônica Salmaso celebra a obra de Elizeth Cardoso em novo álbum com lançamento previsto para agosto A renomada cantora paulistana Mônica Salmaso está prestes a lançar ‘Senhora das Canções – Um tributo a Elizeth’, um álbum dedicado à obra da saudosa Elizeth Cardoso. O projeto, que já encantou o público em apresentações ao vivo, promete levar a essência da ‘Divina’ para um novo público em agosto, com lançamento pela gravadora Biscoito Fino. O álbum é fruto de um show que estreou em 2020 no Rio de Janeiro, celebrando o centenário de Elizeth Cardoso. Cinco anos depois, em maio de 2025, o espetáculo revisitou a cidade natal da cantora para uma temporada de quatro apresentações no Teatro Ipanema, no projeto ‘Terças no Ipanema’. Aproveitando a oportunidade, Mônica Salmaso e sua equipe entraram no estúdio da Biscoito Fino para registrar o show em sua totalidade, sem a presença de público. Conforme relatou Salmaso, a gravação foi uma das experiências mais marcantes de sua carreira, capturando a magia das 16 canções que compõem o roteiro. Gravação ao vivo no estúdio Biscoito Fino A sessão de gravação, realizada um dia antes do último show no Teatro Ipanema, contou com a participação de músicos talentosos como Aquiles Moraes (trompete e flugelhorn), Luciana Rabello (cavaquinho), Magno Júlio e Marcus Thadeu (percussão), Mauricio Carrilho (violão de sete cordas), Paulo Aragão (violão) e Teco Cardoso (flauta e saxofone). O resultado é um registro fiel e emocionante do espetáculo. ‘Senhora das Canções’: Um mergulho no legado de Elizeth Cardoso O álbum ‘Senhora das Canções – Um tributo a Elizeth’ apresenta um repertório cuidadosamente selecionado, totalizando 16 faixas que passeiam por clássicos da música brasileira. A obra de Elizeth Cardoso, conhecida por seu rigor estilístico e interpretações inesquecíveis, é revisitada por Mônica Salmaso com a mesma paixão e compromisso com a arte. Entre as canções que compõem o disco, destacam-se ‘Lembre-se’, ‘Seresteiro’, ‘Carta de poeta’, ‘Noturno em tempo de samba’, ‘Minhas madrugadas’, ‘Violão vadio’, ‘Nossa Senhora do Silêncio’, ‘Valsa sem nome’, ‘Sei lá, Mangueira’, ‘De bem com o amor’, ‘Se as estrelas falassem’, ‘Canção do amor demais’, ‘Janelas abertas’, ‘A mentira acaba’ e ‘Poema dos olhos da amada’. Uma homenagem que transcende gerações O álbum também inclui o samba ‘Deixa pra lá’, interpretado por Mônica Salmaso em uma tocante homenagem à cantora paulistana Isaura Garcia. Essa escolha demonstra a amplitude do tributo, que busca celebrar não apenas Elizeth Cardoso, mas também outras grandes vozes que marcaram a história da música brasileira. A capa do álbum, com design gráfico de Ruth Freihof, complementa a atmosfera de reverência e admiração pela obra de Elizeth Cardoso. O lançamento de ‘Senhora das Canções’ promete ser um marco na carreira de Mônica Salmaso e um presente para os amantes da música brasileira, reforçando o legado eterno de Elizeth Cardoso.

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Ivan Lins revitaliza ‘Deixa eu dizer’ com Ferrugem e Marcelo D2, mas samba em novo álbum divide opiniões

Ivan Lins une forças com Ferrugem e Marcelo D2 em releitura de ‘Deixa eu dizer’ para novo álbum A música brasileira ganha um novo tempero com o lançamento de ‘Deixa eu dizer’, releitura do clássico de Ivan Lins, agora em parceria com o cantor de pagode Ferrugem. O projeto, que integra o ainda inédito álbum ‘Sambadouro’, promete revisitar sambas autorais do artista, buscando uma conexão mais profunda com as raízes do pagode suburbano carioca. Esta nova versão de ‘Deixa eu dizer’, lançada oficialmente em 17 de junho, é a terceira amostra do álbum ‘Sambadouro’. A faixa conta com o arranjo do violonista Rafael dos Anjos e a participação de músicos renomados como Rogério Caetano e Thiago da Serrinha, conferindo uma sonoridade rica e envolvente. A história por trás de ‘Deixa eu dizer’ é fascinante e passa pelo rap de Marcelo D2. Conforme informações divulgadas, se D2 não tivesse sampleado a gravação original do samba em seu hit ‘Desabafo’ (2008), talvez essa releitura de Ivan Lins não tivesse visto a luz do dia. O sample de D2, aliás, deu uma nova visibilidade ao samba e à cantora Claudya, que o apresentou ao Brasil em 1973. O resgate de um clássico e a influência do rap A versão original de ‘Deixa eu dizer’ foi lançada por Claudya em 1973, um ano antes de Ivan Lins gravá-la em seu álbum ‘Modo livre’ (1974). A música é de autoria de Ivan Lins com letra de Ronaldo Monteiro de Souza. A intervenção de Marcelo D2 no universo do samba, através do rap, acabou por reavivar o interesse por essa composição esquecida na obra de Ivan Lins. ‘Sambadouro’: Ivan Lins em busca de novas sonoridades No álbum ‘Sambadouro’, Ivan Lins se propõe a revisitar seu próprio repertório, adaptando sambas para uma linguagem mais próxima do pagode contemporâneo. A escolha de Ferrugem como parceiro em ‘Deixa eu dizer’ reflete essa intenção. Ferrugem, conhecido por seu alinhamento com o pagode do século XXI, demonstra admiração pela obra de Lins e se mostra confortável na nova interpretação. A gravação de ‘Deixa eu dizer’ com Ferrugem ocorreu em outubro de 2025, no estúdio Cia. dos Técnicos, no Rio de Janeiro. A fluidez da nova versão é notável, com Ferrugem soltando a voz especialmente no minuto final da faixa. A música, apesar de cativante em seu refrão, tem gerado discussões sobre a adaptação total de seu universo. Debates sobre a adaptação e o futuro do projeto Apesar da boa recepção de ‘Deixa eu dizer’, o projeto ‘Sambadouro’ tem enfrentado críticas quanto à adequação da transposição das obras de Ivan Lins para o universo do pagode de quintal. Singles anteriores, como ‘Diplomação’ (com participação de Zeca Pagodinho) e o próprio samba-título ‘Sambadouro’ (de 1992), também já sinalizaram essa dificuldade. A crítica aponta que, embora haja fluidez nas novas gravações, falta um “gol de placa” na adaptação. O projeto, no entanto, ainda está em seus estágios iniciais, e a expectativa é que Ivan Lins consiga encontrar o equilíbrio perfeito entre seu cancioneiro icônico

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Salvador Sobral lança “A Flor do Recomeço” em outubro com inéditas de Adriana Calcanhotto, Chico César e Tim Bernardes

Salvador Sobral apresenta “A Flor do Recomeço”, álbum com parcerias inéditas de grandes nomes da música brasileira O aguardado novo álbum de Salvador Sobral, intitulado “A Flor do Recomeço”, chega ao mercado em 16 de outubro, prometendo uma imersão profunda na canção brasileira. O disco reúne 11 faixas inéditas, compostas especialmente para o artista português por um seleto grupo de talentos nacionais. A produção, gravada no estúdio Da Pá Virada em São Paulo, contou com a articulação de Marcus Preto, que conectou Salvador Sobral a compositores como Adriana Calcanhotto, Chico César, Tim Bernardes e Zé Renato. A sonoridade do álbum foi moldada por um quinteto de músicos experientes, garantindo arranjos sofisticados. O primeiro single, a faixa-título “A Flor do Recomeço”, com composição de Chico César e letra de Eveline Sin, será lançado nesta terça-feira, 18 de junho, antecipando o repertório que celebra a riqueza da música brasileira. Conforme informado pela fonte, o álbum marca um novo capítulo na carreira do artista, dedicado inteiramente à canção brasileira. Adriana Calcanhotto, Chico César e outros talentos assinam canções para Salvador Sobral O repertório de “A Flor do Recomeço” é um verdadeiro presente para os fãs da música brasileira. Além da já mencionada faixa-título, o álbum conta com a participação de Adriana Calcanhotto com a música “Fique à vontade”. Joyce Moreno, em parceria com Paulo César Pinheiro, contribuiu com “Estrela Cadente”. Outros destaques incluem “Retiro”, de Ítallo França e Paulo Novaes, e “Entre Setas e Sentimentos”, de Juliana Linhares e Juliano Holanda. Marcelo Camelo e Mallu Magalhães assinam “Homem Louco”, enquanto Marcos Valle, com letra de Tim Bernardes, apresenta “Tudo pra Esquecer o Amor”. Martins contribui com “É de se Estimar”, e Vitor Ramil com “Oração do Ateu”. Completando o time de compositores, Zé Renato, em parceria com Thiago Amud, presenteia o álbum com “No Coração do Ar”. A única música do disco que já havia sido gravada anteriormente é “Bam Bam Bam”, uma colaboração entre Arnaldo Antunes, Céu e Hyldon, que foi interpretada por Ana Ratto em seu álbum “Visom Negro” (2025). Produção e Sonoridade do Novo Álbum A produção musical de “A Flor do Recomeço” ficou a cargo de T{‘o} Brandileone, com Marcus Preto atuando como articulador do repertório. A gravação aconteceu no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo, e contou com a participação de músicos renomados como Tiago Costa (piano), Fab{‘o}rio S{‘a} (contrabaixo), Conrado Goys (viol{~a}o e guitarra), Sergio Machado (bateria) e Felipe Roseno (percuss{~a}o). A escolha de Salvador Sobral por um álbum inteiramente dedicado à música brasileira demonstra seu profundo apreço e conexão com os ritmos e melodias do país. A expectativa é que “A Flor do Recomeço” reforce os laços entre a música portuguesa e brasileira, apresentando novas joias musicais ao público. Um Novo Capítulo para Salvador Sobral na Música Brasileira O lançamento de “A Flor do Recomeço” representa um marco significativo na carreira de Salvador Sobral, consolidando seu papel como um importante divulgador da canção brasileira em Portugal e no mundo. A seleção de compositores e a

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Daveigh Chase, a voz inesquecível de Lilo em “Lilo & Stitch” e Samara em “O Chamado”, morre aos 35 anos

Daveigh Chase, estrela de “O Chamado” e “Lilo & Stitch”, morre aos 35 anos em Los Angeles A notícia do falecimento de Daveigh Chase, a atriz que deu voz à adorável Lilo na animação da Disney “Lilo & Stitch” e interpretou a assustadora Samara Morgan no filme de terror “O Chamado”, chocou fãs e colegas da indústria. A artista, que tinha apenas 35 anos, morreu em um hospital de Los Angeles. Chase lutava contra complicações de meningite, que levaram a um quadro de sepse. Seu empresário, John Ryan Jr., confirmou a triste notícia à BBC News, adicionando que a atriz havia sido internada anteriormente devido a desnutrição. A carreira de Daveigh Chase, marcada por papéis icônicos, começou cedo, mas ela optou por um caminho mais reservado longe dos holofotes de Hollywood. A notícia do falecimento de Daveigh Chase, conforme divulgado por seu representante, John Ryan Jr., traz à tona a memória de uma artista talentosa que deixou sua marca em produções memoráveis. Sua trajetória em Hollywood foi interrompida precocemente, mas seu legado artístico permanece vivo nas obras que encantaram e assustaram o público. O Início de uma Carreira Precoce e Marcante Daveigh Chase iniciou sua jornada artística ainda criança, aos 4 anos de idade, em Las Vegas, onde se dedicava à dublagem e ao teatro. Aos 7 anos, fez sua estreia em Hollywood com uma pequena participação na popular série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”. Seu talento rapidamente chamou a atenção, e em 2001, ela interpretou Samantha Darko no cultuado filme “Donnie Darko”, além de aparecer em “S. Darko”, em 2009. A Conquista do Cinema de Terror e Animação O ano de 2002 foi decisivo para a carreira de Daveigh Chase. Ela imortalizou a personagem Samara Morgan em “O Chamado”, um remake americano do clássico japonês. Sua interpretação da fantasma que rastejava para fora da televisão lhe rendeu o prêmio MTV Movie Award de Melhor Vilã em 2003. Chase descreveu a experiência como divertida, destacando a singularidade da personagem: “Não é um personagem típico. Normalmente procuram uma criança alegre e despreocupada, mas Samara era uma personagem muito interessante de interpretar. Eu simplesmente usei minha própria voz e dei a ela um toque assustador”, disse ela ao Los Angeles Times em 2002. No mesmo ano, Daveigh Chase emprestou sua voz à adorável Lilo Pelekai na animação “Lilo & Stitch”, conquistando um Annie Award de Melhor Dublagem em Produção de Longa-Metragem Animada. Ela continuou a dar voz à personagem em outras produções da franquia, solidificando sua presença no universo Disney. Além de Samara e Lilo: Outros Papéis de Destaque O currículo de Daveigh Chase também inclui participações em séries de televisão como “Charmed: Jovens Bruxas”, “Plantão Médico” e “Touched by an Angel”. Um de seus papéis mais significativos na TV foi como Rhonda Volmer na aclamada série da HBO “Amor Imenso”, onde atuou em 32 episódios interpretando uma noiva infantil. Sua versatilidade como atriz era evidente, transitando com maestria entre o terror, a animação e o drama. Um Legado de Talento e uma

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Maria Bethânia 80 Anos: A Voz Sobrenatural que Educa e Inebria a MPB com Altivez e Emoção Pura

Maria Bethânia: 80 anos de um canto que ecoa a alma do Brasil com altivez e inspiração Nascida em 18 de junho de 1946, Maria Bethânia celebra hoje seus 80 anos de vida com uma trajetória artística que se mantém impecável e inspiradora. Sua voz, descrita como um “canto sobrenatural”, tem o poder de educar, comover e, frequentemente, inebriar o público, consolidando-a como uma figura ímpar no panteão da Música Popular Brasileira (MPB). Movida por uma profunda espiritualidade, Bethânia se estabeleceu como uma divindade na MPB, admirada e respeitada por quase todos. Seu canto alcança os mais remotos cantos do Brasil, abordando as dores e alegrias comuns a todos, do campo à cidade, com uma sensibilidade que toca o coração. Essa força expressiva é fruto de uma rica herança, incluindo a influência de sua mãe, Claudionor Vianna Telles Velloso, a Dona Canô, cuja voz e sabedoria parecem estar presentes em cada melodia entoada por Bethânia, desde louvações a santos e orixás até sambas-canção nostálgicos. A informação é divulgada em matérias que celebram a data especial da cantora. O Canto que Educa e Revela Talentos O poder educativo do canto de Maria Bethânia reside em sua capacidade de levar a poesia de grandes nomes como Fernando Pessoa e Clarice Lispector para além dos círculos literários. Ao interpretar esses versos com sua voz única, ela os torna acessíveis e familiares ao grande público. Bethânia não apenas canta, mas também nos cativa pela força e profundidade das palavras que escolhe. Sua arte também nos conduz por um Brasil profundo, valorizando as raízes e a resistência de um sertão que se contrapõe aos modismos da indústria fonográfica. Ela nos transporta das rodas de samba urbanas para as tradições de sua terra natal, Santo Amaro da Purificação, na Bahia, um norte que guia sua expressão artística. Bethânia é reconhecida por não seguir tendências, mas por criá-las. Ela tem a rara habilidade de apresentar ao público compositores que, sem sua projeção, poderiam ter permanecido restritos a redutos locais. Artistas como Roberto Mendes e tantos outros grandes nomes de Santo Amaro devem parte de seu reconhecimento nacional à “voz-guia” da “Abelha Rainha”. A Teatralidade e a Emoção em Cada Nota A capacidade de comover do canto de Bethânia é notável. Sua voz grave transita com maestria entre a delicadeza e a dramaticidade, revelando uma inteligência interpretativa singular. Admiradora de ícones como Dalva de Oliveira, Bethânia injeta em suas performances uma carga de teatralidade que se tornou sua marca registrada desde a estreia icônica com “Carcará” em 1965. No entanto, a artista demonstra uma versatilidade impressionante, sabendo dosar a intensidade de sua voz. Quando necessário, ela baixa os tons para expressar mágoas, solidões e ressentimentos, mas é em suas interpretações mais elevadas, quando as veias se abrem para a emoção pura, que ela estabelece uma conexão profunda com o público, com seus olhos imponentes encontrando os olhares embevecidos da plateia. Fidelidade a Si Mesma e a Força Inabalável Avessa a rótulos e modismos, Maria Bethânia construiu uma carreira

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Ah Lelek Lek Lek: O Passinho do Volante que Conquistou Beyoncé e Neymar e Desafiou o Funk Ostentação

O funk que fez o mundo dançar o ‘passinho do volante’ Em 2012, o funk ostentação dominava as paradas com letras sobre carros de luxo e grifes. No entanto, em contramão a essa tendência, surgiu um hit que provou o poder da simplicidade: “Ah Lelek lek lek”, de MC Federado e os Lelek. A música, com seu ritmo contagiante e coreografia fácil, conquistou não apenas o Brasil, mas também estrelas internacionais como Beyoncé e Neymar. Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, disponível no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos da Globo. Nele, você pode acompanhar todos os episódios e reviver os maiores sucessos musicais que marcaram época. Sem o impulsionamento das redes sociais como conhecemos hoje, “Ah Lelek lek lek” resgatou a tradição carioca de coreografias marcantes e simples, que já haviam feito sucesso com faixas como “Dança da Motinha” e “Morto Muito Louco” na década anterior. Conforme informação divulgada pelo GloboPop, essas músicas ainda são presenças garantidas em festas por todo o país, demonstrando a força atemporal do funk com danças fáceis de reproduzir. O Limbo do Funk Carioca e o Nascimento de um Hit Viral O estilo carioca de fazer funk, com letras mais leves e danças acessíveis, foi gradualmente perdendo espaço para a ascensão do funk paulistano e seu foco no “ostentação”. O Rio de Janeiro, que tentou inovar com o funk “proibidão”, acabou se tornando um nicho, incapaz de competir com o poderio financeiro e o apelo luxuoso de São Paulo. Foi nesse cenário de transição e busca por identidade que “Ah Lelek lek lek” emergiu. A música se destacou justamente por sua proposta oposta ao luxo. Com uma letra propositalmente boba e um refrão que ensinava o icônico “passinho do volante”, a faixa se tornou um fenômeno. O videoclipe, que exibia diversas pessoas reproduzindo o passo de forma descontraída, amplificou o apelo simplista e cativante da canção. Beyoncé e Neymar: O “Passinho do Volante” Conquista o Mundo Mesmo antes da era do TikTok e do conceito de “viral” como o conhecemos, “Ah Lelek lek lek” explodiu. A música tocou em programas de TV e, surpreendentemente, atraiu a atenção de grandes celebridades. Em 2013, a diva pop Beyoncé foi vista dançando o “passinho do volante” durante sua apresentação no Rock in Rio. Pouco tempo depois, o craque Neymar Jr. também entrou na onda, reproduzindo o passo antes e durante uma partida pelo Santos, em fevereiro do mesmo ano. Esses momentos cimentaram o status de “Ah Lelek lek lek” como um hit global, transcendendo barreiras culturais e de fama. O Legado e os Desafios Pós-Hit O sucesso estrondoso, contudo, trouxe seus próprios desafios. MC Federado e os Lelek enfrentaram problemas legais quando descobriram que o nome artístico já havia sido registrado por um antigo empresário. Essa disputa impediu que o grupo continuasse a se apresentar com o nome e a música que os consagraram, um obstáculo significativo para sua carreira. Mais de uma década se passou desde o auge de “Ah

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Maria Bethânia 80 anos: A Força Magnética da “Senhora da Cena” Que Domina Palcos do Brasil

Maria Bethânia completa 80 anos: a arte de dominar o palco com presença magnética Neste dia 18 de junho, Maria Bethânia celebra seus 80 anos, cercada de homenagens que ressaltam sua impressionante carreira de 61 anos na música. Embora sua discografia seja praticamente impecável e suas gravações de estúdio sejam aclamadas, há um consenso entre fãs e críticos: é nos palcos que a artista se revela em sua plenitude. A força de Bethânia se manifesta de forma avassaladora em suas performances ao vivo. Desde sua primeira aparição marcante em 1965, cantando “Carcará” no show “Opinião”, a cantora demonstrou uma capacidade única de cativar o público. Essa energia inesgotável e a presença magnética no palco são características que acompanham Maria Bethânia desde o início de sua carreira, consolidando-a como a indiscutível “senhora da cena” brasileira. Conforme o relato do jornalista carioca, a artista construiu uma trajetória fonográfica quase sem falhas, mas é em suas atuações ao vivo que sua essência vibrante se manifesta de maneira mais intensa. Da boate ao estádio: a evolução dos palcos de Maria Bethânia A trajetória de Maria Bethânia nos palcos é marcada por uma constante evolução, adaptando-se a diferentes formatos e públicos. Inicialmente, seus shows aconteciam em boates, mas com o tempo, os teatros se tornaram seu habitat natural, aproveitando sua veia dramática. A partir da segunda metade da década de 1970, com o aumento de sua popularidade, Bethânia passou a se apresentar em grandes casas de shows. Mais recentemente, dividiu arenas e estádios com seu irmão Caetano Veloso, em uma turnê que celebrou o reencontro dos irmãos no palco. A magia da artista permanece intacta, seja em um palco de estádio ou em um espaço intimista para pouco mais de 100 pessoas, como o clube Manouche, onde estreou o show “Claros breus” em 2019. Essa versatilidade demonstra a força de sua presença magnética. O conceito por trás dos espetáculos: música e poesia em harmonia Com a colaboração do diretor Fauzi Arap, Maria Bethânia aprimorou a fórmula de espetáculos conceituais, onde músicas e textos poéticos se entrelaçam de forma coesa. O embrião dessa abordagem surgiu no show “Comigo me desavim”, em 1967. No entanto, foi com o antológico “Rosa dos ventos – O show encantado”, em 1971, que essa costura se alinhou, definindo o tom de suas apresentações futuras. Alguns desses shows, como “A cena muda” (1974), tiveram um caráter nitidamente político, refletindo o contexto da ditadura militar. A inteligência aguçada de Bethânia se revela na forma como ela edita poemas, como os de Fernando Pessoa, garantindo que cada verso cause o máximo impacto na plateia. As inflexões e pausas no momento certo se tornam tão cruciais quanto o próprio canto. Shows que marcaram a carreira de Maria Bethânia nos palcos Entre os muitos espetáculos que marcaram a carreira de Maria Bethânia, alguns se destacam pela sua relevância e impacto. O jornalista que escreve sobre música desde 1987 cita, em sua visão, os shows “Nossos momentos” (1982), “Âmbar” (1996), “Maricotinha” (2001), “Dentro do mar tem rio”

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Amanda Sarmento: A Luz do Rap, Trap e R&B Brilha em ‘Eclipse’, Seu Debut Intenso e Transformador

Amanda Sarmento lança ‘Eclipse’, um mergulho profundo nas emoções através do rap, trap e R&B. A cena musical brasileira ganha um novo brilho com o lançamento de ‘Eclipse’, o aguardado álbum de estreia da rapper e compositora carioca Amanda Sarmento. O trabalho, que chega ao público nesta sexta-feira, 19 de junho, é uma jornada sonora que transita com maestria entre o rap, o trap e o R&B, apresentando 12 faixas inéditas. Produzido por Iuri Rio Branco, ‘Eclipse’ promete ser um marco na carreira da artista, explorando temas universais como vivências, transformações e descobertas. A analogia com o fenômeno astronômico que dá nome ao disco não é por acaso, refletindo a proposta de Amanda em abordar os ciclos emocionais e a jornada de autoconhecimento. Amanda Sarmento explica que o álbum é sobre atravessar as sombras, se perder e se reencontrar, entendendo que a própria escuridão pode revelar aspectos importantes sobre quem somos. Essa concepção profunda e poética permeia todas as composições, convidando o ouvinte a uma reflexão íntima. Conforme informação divulgada pela artista, “O eclipse é um fenômeno que acontece quando algo encobre a luz por um instante, mas sem apagar sua existência. Acho que isso conversa muito com os ciclos emocionais que vivemos.”. ‘Eclipse’: Uma Colaboração Rica e Diversificada O álbum de estreia de Amanda Sarmento já vinha sendo antecipado pelos singles ‘Quente’ e ‘Submersa’, este último contando com a participação especial de Tássia Reis. Em ‘Eclipse’, a artista amplia o leque de colaborações, trazendo vozes marcantes que enriquecem ainda mais a experiência sonora. Um dos destaques é a participação de Dona Maria Poeta, escritora de 89 anos e avó da atriz Clara Moneke, que empresaria Amanda. Dona Maria Poeta empresta sua voz ao interlúdio ‘Chega mais perto’, adicionando uma camada de sabedoria e ancestralidade ao projeto. Outra participação notável é a do rapper paulistano Ruas MC, que divide os vocais com Amanda na faixa ‘Eu já sofri demais’, prometendo um encontro potente de estilos. O Repertório Completo de ‘Eclipse’ Além das faixas já mencionadas e dos singles, o álbum ‘Eclipse’ é composto por oito outras canções que completam o universo sonoro e temático do disco. São elas: ‘Assalto’, ‘Eu não ligo’, ‘Manifesto’, ‘Me deixa livre’, ‘Mulher’, ‘Soul eu’, ‘Obsessão’ e ‘Vc no plantão’. Cada uma dessas músicas contribui para a narrativa de ‘Eclipse’, tecendo uma tapeçaria sonora que explora diferentes facetas da experiência humana. A diversidade de temas e sonoridades em ‘Eclipse’ reafirma a versatilidade de Amanda Sarmento como artista. Amanda Sarmento: Celebrando a Luz Após a Sombra O conceito por trás de ‘Eclipse’ é poderoso e ressoa com a jornada de muitos. A ideia de que a escuridão é apenas um momento, e que a luz sempre retorna, é um tema central no álbum. Amanda Sarmento utiliza essa metáfora para falar sobre resiliência e autodescoberta. O álbum ‘Eclipse’ é, portanto, mais do que um conjunto de músicas, é um convite à introspecção e ao reconhecimento da própria força. Amanda Sarmento se consolida como uma voz importante na música

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Toy Story 5: Telas São o Novo Vilão na Aventura de Jessie Contra a Tecnologia e a Amizade Virtual

Toy Story 5: A Luta Contra as Telas e a Busca por Amizades Reais A nova aventura de Toy Story 5 promete agitar os cinemas brasileiros a partir desta quarta-feira (17), trazendo uma discussão cada vez mais presente no cotidiano de famílias: o impacto da tecnologia e das telas na infância. Desta vez, o embate não é contra um vilão tradicional, mas sim contra o fascínio dos dispositivos eletrônicos, que se tornam o principal antagonista da vez. A trama se desenvolve em torno de uma nova protagonista, a vaqueira Jessie, que assume um papel central na missão de reconectar a jovem dona dos brinquedos, Bonnie, com o mundo real e com amizades genuínas. A esperança é que os brinquedos consigam competir com o apelo de uma nova tablet infantil, prometendo amizades virtuais para a menina. Jessie, que ganhou destaque em Toy Story 2 e se consolidou como líder ao final do último filme, expressa suas dúvidas sobre a superficialidade das conexões proporcionadas pela tecnologia. A produtora Lindsey Collins, em entrevista ao g1, destacou que a ideia nasceu do veterano Andrew Stanton, que assume a direção ao lado de McKenna Harris, e que o tema é inevitável nos dias atuais. A Tecnologia Como Desafio para a Amizade A disputa entre brinquedos físicos e o universo digital não é uma novidade, remetendo à popularização dos videogames nos anos 90. No entanto, os criadores de Toy Story 5 sentiram que o momento atual exigia abordar essa questão de forma mais profunda. A produtora Lindsey Collins, com uma longa trajetória na Pixar desde 1997, enfatizou que o estúdio levou cerca de sete anos desde Toy Story 4 para desenvolver a história ideal. Andrew Stanton, roteirista de todos os filmes da franquia, teve a ideia para este novo capítulo focado em Jessie. A veterana da Pixar mencionou que, após a concepção da ideia, a equipe trabalhou intensamente para refinar o roteiro e a narrativa do filme, buscando uma abordagem que ressoasse com o público contemporâneo. Embora Woody e Buzz Lightyear façam aparições no filme, eles servem para fortalecer a posição de Jessie como líder e protetora dos valores tradicionais da amizade. O roteiro também explora o passado de Jessie, destacando que, ao contrário de Woody e Buzz, ela já vivenciou a experiência de pertencer a diferentes donos humanos ao longo de sua existência. Bonnie e o Novo Foco Humano na Franquia Um elemento que diferencia Toy Story 5 é a crescente importância de Bonnie, a atual dona dos brinquedos. Tradicionalmente, a franquia sempre deu maior foco às aventuras e aos sentimentos dos brinquedos, mas nesta nova produção, a perspectiva humana de Bonnie ganha um destaque inédito. Essa mudança de perspectiva, segundo Collins, contribui para que o filme seja uma história um pouco diferente, de uma forma positiva, em relação aos capítulos anteriores. A produtora acredita que a combinação desses elementos, o foco em Jessie e a maior atenção à personagem humana Bonnie, permitiu explorar novas dinâmicas e temas que tornam Toy Story 5 singular dentro

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Copa do Mundo 2026: Maratonando Filmes e Séries das Cidades-Sede nos EUA, México e Canadá para Mergulhar na Cultura Local

Da Tela para o Campo: Conheça as Cidades-Sede da Copa do Mundo 2026 Através de Filmes e Séries Icônicas A Copa do Mundo de 2026 promete agitar 16 cidades nos Estados Unidos, México e Canadá, reunindo 48 seleções em uma celebração global do futebol. Mas a paixão pelo esporte vai além dos gramados. Muitas dessas cidades-sede são palcos vibrantes de histórias contadas no cinema e na TV, refletindo suas identidades culturais únicas. Para que você, torcedor, possa entrar no clima e vivenciar a atmosfera de cada região durante a competição, o g1 preparou uma lista especial. Mergulhe em filmes e séries que foram gravados ou que têm como centro de suas narrativas as cidades que receberão os jogos do mundial. Prepare a pipoca e o sofá, pois esta seleção cinematográfica e televisiva é a companhia perfeita para aquecer os motores antes da bola rolar. Descubra como a sétima arte retrata a alma de Atlanta, Boston, Dallas e muitas outras metrópoles que respiram futebol e cultura. Atlanta, Geórgia: O Ritmo do Hip-Hop em “Atlanta” A série “Atlanta”, criada e estrelada por Donald Glover, nos transporta para o coração da cena hip-hop da cidade. Acompanhamos Earnest “Earn” Marks em sua jornada para gerenciar a carreira de seu primo rapper, Paperboi. A produção é aclamada por misturar humor peculiar e elementos surreais para explorar questões profundas sobre raça e o mercado do entretenimento nos Estados Unidos. Boston, Massachusetts: Entre o Dever e o Crime em “Os Infiltrados” A cidade de Boston se torna o palco de uma intensa batalha entre a polícia e o crime organizado no aclamado filme “Os Infiltrados” (The Departed). Leonardo DiCaprio interpreta Billy Costigan, um policial infiltrado na máfia irlandesa, enquanto um criminoso atua como informante dentro da própria polícia. A arquitetura urbana e a atmosfera da cidade são usadas para construir um suspense eletrizante. Dallas, Texas: O Mistério em Torno do Assassinato de JFK Dallas, cidade marcada pela história com o assassinato do presidente John F. Kennedy, é o foco do filme “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar” (1991). O promotor Jim Garrison, interpretado por Kevin Costner, investiga as circunstâncias do crime, desafiando a versão oficial. O filme utiliza cenários reais e teorias conspiratórias para criar um suspense de tribunal envolvente. Houston, Texas: A Saga Espacial em “Apollo 13” A missão espacial que cativou o mundo é revivida em “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo” (1995). O drama recria a tensa jornada comandada a partir de Houston, sede do centro de controle da NASA. A história acompanha os astronautas em uma corrida contra o tempo após uma explosão na nave, destacando a engenharia e a mobilização em solo texano para o resgate da tripulação. Kansas City, Missouri: Intriga e Corrupção em “Kansas City” O filme “Kansas City” (1996) mergulha na efervescência política e no controle das máquinas eleitorais da cidade na década de 1930. A trama acompanha Blondie, que tenta salvar seu marido sequestrando a esposa de um influente político local. A produção explora os

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