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Celebridades

Rock in Rio 2028: Ana Castela e Luan Santana são cotados para dia sertanejo inédito no festival; saiba quem mais!

Rock in Rio planeja dia sertanejo em 2028 e abre debate sobre a entrada do gênero no festival O Rock in Rio, conhecido por sua diversidade musical, está considerando seriamente a inclusão do sertanejo em suas próximas edições. O fundador do festival, Roberto Medina, já expressou interesse em trazer o gênero para o evento, abrindo um leque de possibilidades para artistas populares no Brasil. Embora em 2024 o festival tenha dado um leve aceno ao sertanejo no Dia Brasil, homenageando diversos estilos musicais, a intenção agora é mais profunda. Medina declarou que o sertanejo e o country estão em seu radar para futuras edições, reconhecendo a força e o alcance desses gêneros no país. Essa abertura do Rock in Rio para o sertanejo tem sido vista por especialistas como um passo natural e esperado, dada a popularidade do gênero. A possibilidade de ver grandes nomes sertanejos dividindo o palco com artistas internacionais no festival já anima fãs e profissionais da música. As informações são do g1. Especialistas veem o sertanejo como porta de entrada para o público brasileiro Mauro Ferreira, colunista do g1, destaca que o Rock in Rio sempre se caracterizou pela diversidade e que a inclusão do sertanejo, o gênero mais tocado no Brasil, é uma necessidade. Ele acredita que a música sertaneja, ao dialogar com o pop, tem tudo para se encaixar perfeitamente no festival. Ferreira sugere que artistas como Ana Castela e Luan Santana têm potencial para realizar apresentações grandiosas no Palco Mundo, com qualidade técnica comparável a artistas internacionais. Para o Palco Sunset, ele propõe encontros que exaltem as raízes do gênero, como um tributo a Tião Carreiro & Pardinho com Zezé Di Camargo & Luciano e Victor & Leo. Abertura para novos gêneros é vista como estratégia de mercado Marcos Bernardes, do portal Blognejo, considera a declaração de Medina uma resposta à pressão e uma evolução natural do festival. Ele relembra que o Rock in Rio já abriu espaço para outros gêneros como pagode e forró, e que o sertanejo, por ser a música popular brasileira, merece seu lugar de destaque. Bernardes aponta que o festival precisa ir além de apresentações pontuais e oferecer um espaço consistente para o sertanejo. Ele sugere que uma pesquisa mais aprofundada do mercado musical revelaria o grande potencial de artistas brasileiros para o Palco Mundo, quebrando a visão restrita de que o sertanejo se resume a nomes clássicos. Ana Castela e Luan Santana despontam como favoritos para o Palco Mundo Ana Castela é apontada como unanimidade para o Palco Mundo, devido à sua relevância junto ao público pop e à modernidade de seus shows, que incluem elementos como balé, algo incomum no sertanejo. Seu último álbum, inclusive, foi indicado ao Grammy Latino e possui uma sonoridade rock pop. Luan Santana também é um forte candidato, com sua capacidade de dialogar com diversos gêneros musicais e de oferecer espetáculos de grande produção. Sua carreira consolidada e sua presença marcante o tornam um nome ideal para o palco principal do

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Carly Rae Jepsen, a “classe média do pop”, encontra o sucesso ideal e celebra nova fase com “Day and Night”

Carly Rae Jepsen encontra “ponto ideal de sucesso” e celebra nova fase com “Day and Night” A cantora canadense Carly Rae Jepsen, conhecida por hits como “Call Me Maybe”, descreve seu status na indústria musical como pertencente à “classe média do pop”. Longe do estrelato absoluto, ela cultiva um nicho fiel de admiradores que celebram seu talento para criar melodias cativantes e composições pop. Em recente entrevista ao g1, Jepsen compartilhou suas reflexões sobre essa definição, o lançamento de seu novo álbum “Day and Night”, e a calorosa recepção que teve em sua última vinda ao Brasil. Ela expressou gratidão pela comunidade que construiu e pelo equilíbrio que encontrou em sua vida. A artista, que lançou “Day and Night” nesta sexta-feira (18), uma obra que transita entre o confessional e o dançante, detalhou suas inspirações e o processo criativo. Conforme informação divulgada pelo g1, Carly Rae Jepsen se sente realizada em poder conciliar sua paixão pela música com sua vida pessoal, incluindo a maternidade. Um sucesso com equilíbrio e longevidade Aos 40 anos e com quase duas décadas de carreira, Carly Rae Jepsen não almeja o topo absoluto do estrelato pop. Ela afirma ter encontrado seu “ponto ideal de sucesso”, onde consegue criar a música que ama, viajar e ainda manter uma vida familiar. “Para mim, esse equilíbrio é crucial para a minha longevidade”, declarou. Jepsen expressou que um nível de fama onde tudo é escrutinado e a celebridade suplanta a arte seria invasivo e insuportável para ela. Ela admira aqueles que conseguem lidar com isso, mas prefere o que considera um nível mais gerenciável de reconhecimento. “Eu sinto que, conforme avançamos pela vida e olhamos para o que nos faz felizes e o que nos faz sentir ancorados também, o sucesso vem da sua definição. Pensei muito sobre isso literalmente desde ‘Call Me Maybe’ em diante”, explicou a cantora. “Day and Night”: um retrato da vida atual O novo álbum, “Day and Night”, com 24 faixas, é uma imersão no pop inspirada por artistas como Minnie Riperton, Abba e Blossom Dearie. Carly Rae Jepsen optou por reunir todas as canções em um único projeto, acreditando que cada uma tinha sua importância. Ela descreveu o álbum como uma forma de criar um “mundo para você existir nele”, permitindo que os ouvintes desfrutem das músicas em seu próprio tempo. A dualidade do título reflete as diferentes facetas de sua vida e onde ela se encontra atualmente. “Ter um projeto coeso no ‘day’, ter um projeto coeso no ‘night’, e deixá-los coexistir, com esses dois sabores meio ousados que representam onde eu estou agora”, detalhou Jepsen. Maternidade e a alegria de um “pequeno núcleo familiar” Atualmente, Carly Rae Jepsen vive uma fase de paz e alegria, especialmente após se casar com o produtor Cole MGN e dar as boas-vindas ao filho Ilya em março de 2026. Embora a maior parte do álbum já estivesse concluída antes do nascimento do bebê, muitas faixas ecoam o “pequeno núcleo familiar que ela sonhava em ter

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Lady Gaga e Michael Polansky pais de menina Rose Bean Polansky, certidão revela detalhes do nascimento e planos de maternidade da cantora

Lady Gaga e Michael Polansky celebram chegada da filha Rose Bean Polansky, revelada por certidão de nascimento A estrela pop Lady Gaga e seu parceiro, o empresário e filantropo Michael Polansky, tornaram-se pais de uma menina. A informação foi divulgada pelo site TMZ, que obteve acesso à certidão de nascimento da criança. A pequena Rose Bean Polansky nasceu em 9 de junho, às 23h19, no renomado Cedars-Sinai Medical Center, localizado em Los Angeles. O nascimento marca um novo capítulo na vida da cantora e de seu companheiro. O casal, que está junto desde 2020, teria ficado noivo em abril de 2024, aumentando a expectativa dos fãs sobre os próximos passos da relação. A chegada de Rose Bean Polansky coroa os planos de maternidade que Gaga já havia compartilhado publicamente. Gaga já falava sobre maternidade e futuro com filhos Em declarações anteriores à revista Elle, Lady Gaga já havia mencionado seus planos de maternidade, indicando que em um futuro próximo, sua vida seria completa com a presença de Michael Polansky e seus filhos. A cantora demonstrou um desejo genuíno de expandir a família. A artista também abordou o tema em outubro de 2025 durante sua participação no programa “The Late Show with Stephen Colbert”. Na ocasião, Gaga afirmou que a maternidade seria seu “próximo papel”, evidenciando a importância que esse momento teria em sua carreira e vida pessoal. Relacionamento de Lady Gaga e Michael Polansky em detalhes O relacionamento entre Lady Gaga e Michael Polansky se tornou público em 2020. Desde então, o casal tem mantido uma relação discreta, mas sólida. Polansky, conhecido por seu trabalho como empresário e filantropo, tem sido um apoio constante para a artista. A chegada de Rose Bean Polansky adiciona uma nova dimensão à união do casal, que parece estar vivendo um momento de grande felicidade. A notícia, confirmada pela certidão de nascimento, gerou repercussão entre os fãs da cantora. Certidão de nascimento confirma detalhes do nascimento de Rose Bean Polansky A certidão de nascimento, obtida pelo TMZ, é a prova concreta do nascimento de Rose Bean Polansky. O documento oficial detalha a data, hora e local do nascimento, confirmando que a menina veio ao mundo em 9 de junho, no Cedars-Sinai Medical Center. A divulgação desses detalhes pela mídia especializada reforça a informação sobre a nova fase na vida de Lady Gaga e Michael Polansky. O casal agora se dedica aos cuidados da pequena Rose Bean Polansky, vivendo a alegria da paternidade.

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Lázaro Ramos comemora “Feito Pipa” rumo ao Oscar 2027: “Cinema brasileiro que o Brasil precisa e merece”

Lázaro Ramos celebra “Feito Pipa” na disputa por vaga no Oscar 2027 O ator Lázaro Ramos expressou sua imensa emoção nas redes sociais após o filme “Feito Pipa” ser selecionado pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil na corrida por uma vaga no Oscar 2027, na categoria de Melhor Filme Internacional. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (16), e o artista compartilhou sua alegria em um vídeo. “Eu não tenho como não vir aqui agora e expressar minha imensa emoção pelo ‘Feito Pipa’ ter sido selecionado pela Academia Brasileira de Cinema para tentar uma vaga no Oscar do próximo ano”, declarou Lázaro Ramos, visivelmente emocionado. Vestindo o figurino de seu personagem Jendal, da novela “A Nobreza do Amor” da TV Globo, Lázaro destacou a importância da escolha em meio a outras produções nacionais. Ele ressaltou que a possível chegada ao Oscar representa uma oportunidade valiosa para valorizar o cinema nacional. “A emoção é gigante, porque dentro de tantos filmes bons que a gente teve esse ano, um monte de filme legal, um monte de trabalho rico, valioso, precioso, o ‘Feito Pipa’ foi selecionado para tentar esse caminho aí”, afirmou o ator. “Feito Pipa”: Identidade brasileira e reconhecimento internacional Lázaro Ramos fez um apelo para que o público prestigie o longa-metragem nos cinemas, enfatizando a forte identidade brasileira da produção, dirigida por Allan Deberton. “Eu acho que é um filme que o Brasil precisa e merece pela linguagem, um jeito de fazer cinema que só a gente aqui no Brasil sabe fazer. Pelos temas que trata, pelas atuações, pela direção, pelo roteiro”, declarou. O filme já coleciona importantes reconhecimentos internacionais. “Feito Pipa” foi premiado no 76º Festival Internacional de Cinema de Berlim, na Alemanha, onde conquistou o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri. Estes prêmios demonstram a qualidade e o potencial da obra brasileira no cenário mundial. Próximos passos rumo à premiação Apesar da celebração, Lázaro Ramos ressaltou que a equipe terá um trabalho árduo pela frente para levar o filme à disputa pelo Oscar. No entanto, a seleção já é um grande motivo para comemorar. “É algo que eu celebro muito, que eu tô muito feliz e que a gente agora vai começar a trabalhar”, disse. “Feito Pipa” narra a história de Gugu, um garoto de 12 anos apaixonado por futebol, criado pela avó professora aposentada, Dilma. A relação entre eles é marcada por afeto e cumplicidade. O filme também explora os conflitos de Gugu com o pai, Batista, interpretado por Lázaro Ramos, cuja relação é definida por ausências e dificuldades de comunicação. A trama se intensifica quando Gugu precisa lidar com a possibilidade de mudar de vida para morar com o pai. A história aborda temas universais como família, infância, finitude e o vínculo especial entre avô e neto. O protagonista, Yuri Gomes, um ator mirim de 11 anos, expressou sua alegria em trabalhar com Lázaro Ramos, que interpreta seu pai no filme. Segundo Clélia Bessa, presidente da Comissão de Seleção, “Feito Pipa” possui

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Macklemore doa US$ 1 milhão para Palestina após ser expulso da turnê de Ed Sheeran; outros artistas apoiam

Macklemore anuncia doação milionária para causas palestinas após polêmica em show de Ed Sheeran O rapper Macklemore chocou o público e a indústria musical ao anunciar uma doação de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,1 milhões) para organizações que auxiliam o povo palestino. A decisão surge após sua expulsão da turnê “Loop” de Ed Sheeran nos Estados Unidos, motivada por sua declaração em apoio à Palestina durante um show. O artista, que era um dos convidados de abertura da turnê, expressou seu posicionamento em favor da liberdade e dignidade dos palestinos. A declaração gerou forte repercussão e levou à sua exclusão das apresentações seguintes, conforme informou a produtora do evento. Em um comunicado divulgado em suas redes sociais, Macklemore reforçou seu compromisso com a causa palestina e criticou a postura de quem, segundo ele, desvaloriza vidas em conflito. A notícia da doação e da saída da turnê repercutiu rapidamente, levando outros artistas a se manifestarem e até a deixarem a turnê em solidariedade. Expulsão da turnê e declaração em Nova Jersey O incidente ocorreu no início de setembro, durante uma apresentação no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Macklemore, em um momento de seu show, gritou “Free Palestine” (Palestina Livre, em tradução literal), pedindo que as pessoas em Gaza e na Cisjordânia soubessem que não haviam sido esquecidas. Essa manifestação, segundo o jornal “The Guardian”, motivou uma petição do Conselho Israelense-Americano solicitando sua exclusão da turnê. A Messina Touring Group, promotora da etapa americana da turnê, confirmou a saída do rapper. Em nota à revista “Rolling Stone”, a empresa explicou que os locais dos shows não permitiriam mais a apresentação de Macklemore, o que poderia levar ao cancelamento de toda a turnê. Diante disso, foi acordado que o rapper não participaria das datas restantes como atração de apoio. Macklemore: “Uma vida palestina não tem menos valor” Em sua declaração no Instagram, Macklemore enfatizou que seu ato não era sobre ele, a turnê ou controvérsias, mas sim sobre o direito fundamental dos palestinos à liberdade, dignidade e segurança em sua terra natal. Ele afirmou que “uma vida palestina não tem menos valor do que qualquer vida desta Terra”. O rapper também direcionou um convite ao empresário Robert Kraft, responsável pelo Gillette Stadium em Boston, local de uma das apresentações. Kraft teria pressionado Ed Sheeran para retirar Macklemore da abertura do show na cidade. Macklemore anunciou que os US$ 1 milhão serão distribuídos entre seis organizações pró-Palestina. Debandada de artistas em apoio à Palestina A saída de Macklemore da turnê desencadeou uma onda de solidariedade entre outros artistas. Os cantores Finneas, Aaron Rowe e Lukas Graham, além da banda Beoga, anunciaram que também não mais abririam os shows de Ed Sheeran. Essa decisão fez com que Sheeran perdesse todos os seus artistas de abertura programados até dezembro. Em suas manifestações, os artistas expressaram apoio à causa palestina. Finneas declarou que “artistas não devem ser silenciados por se manifestar contra a opressão”. Lukas Graham ressaltou que “deveríamos poder falar sobre guerra, sobre civis sendo

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Morre Peter Max, o Artista Psicodélico Ícone do Movimento Hippie, aos 88 Anos: Um Legado de Cores Vibrantes e Otimismo

Peter Max, o renomado artista cujas obras vibrantes e psicodélicas capturaram o espírito otimista do movimento “flower power” dos anos 1960, faleceu aos 88 anos. Sua arte, reconhecida instantaneamente por suas cores vivas e formas espiraladas, estampou desde selos postais até navios de cruzeiro, tornando-se um ícone da contracultura americana. O artista, que sofria de demência em estágio avançado, morreu na segunda-feira, conforme comunicado divulgado por seu filho. Max iniciou sua carreira no design gráfico nos anos 60, e seu estilo único o catapultou para o estrelato, mantendo sua popularidade até o século XXI. Sua obra, que expressava um otimismo contagiante, transcendeu o nicho artístico e se espalhou por diversos aspectos da cultura popular. De pôsteres em quartos de estudantes a capas de revistas e objetos de decoração, a arte de Peter Max era onipresente, refletindo a alegria e a liberdade da época. Conforme informação divulgada pelo seu filho, Adam Max, “Sua arte se tornou parte da cultura americana, mas o homem por trás dessa arte — o pai que conhecemos e amamos — é a pessoa de quem mais sentiremos falta.” Um Ícone Psicodélico e Símbolo de uma Geração Peter Max, cujo nome verdadeiro era Peter Max Finkelstein, nasceu em Berlim em 1937. Sua família judia fugiu da Alemanha nazista quando ele ainda era um bebê, vivendo em Xangai, Tibete, Israel e Paris antes de se estabelecerem em Nova York quando ele tinha 16 anos. Ele se tornou um admirador da cultura americana, incluindo quadrinhos, filmes e jazz. Estudou arte em Nova York e, em 1961, abriu seu próprio estúdio de design gráfico. Seu estilo ousado e distinto rapidamente ganhou destaque em agências de publicidade, publicações e no mundo corporativo, resultando em um sucesso comercial estrondoso. Max chegou a ter cerca de 70 linhas de produtos com sua arte. No entanto, o artista sentia que o sucesso comercial o impedia de se dedicar à pintura. No início dos anos 70, ele encerrou temporariamente as atividades de sua empresa para se reconectar com sua arte. Um de seus projetos notáveis após esse retorno foi uma série de retratos da Estátua da Liberdade, pintados na Casa Branca em 1981. Da Contracultura a Eventos Globais A arte de Peter Max era sinônimo de cores vibrantes como turquesa, laranja e verde neon, frequentemente apresentando flores, elementos cósmicos e figuras caricaturais. Seus murais e pôsteres eram onipresentes no final dos anos 60 e início dos 70, adornando quartos, móveis e até mesmo capas das Páginas Amarelas de Manhattan. Max foi o artista oficial de diversos eventos de grande porte, incluindo os Jogos Olímpicos, o Super Bowl, as 500 Milhas de Indianápolis, a Copa do Mundo e a Série Mundial. Suas obras estamparam um Boeing 777 e um navio da Norwegian Cruise Line, além de retratos de personalidades como presidentes dos EUA e Taylor Swift. Legado e Controvérsias Apesar do sucesso e da popularidade, a carreira de Max não esteve isenta de controvérsias. Em 1997, ele se declarou culpado de fraude fiscal por ocultar mais

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Novo “Resident Evil” no Cinema: Terror e Suspense Brilham, Mas Humor Exagerado Tira o Fôlego dos Fãs

Novo “Resident Evil” no Cinema: Terror e Suspense Brilham, Mas Humor Exagerado Tira o Fôlego dos Fãs O novo Resident Evil, que acaba de estrear nos cinemas brasileiros, tem sido apontado como um sopro de ar fresco para a franquia cinematográfica, que muitas vezes falhou em capturar a essência dos amados games da Capcom. O filme, dirigido por Zach Cregger, conhecido por “A Hora do Mal” e “Noites Brutais”, foca em entregar uma experiência de terror e suspense genuína, agradando tanto aos fãs veteranos quanto aos recém-chegados. Diferente de adaptações anteriores que optaram por caminhos mais fáceis, o reboot aposta em uma narrativa original de sobrevivência angustiante. A trama acompanha Bryan, um jovem entregador que se vê em meio a um surto viral apocalíptico em Racoon City. Ele precisa lutar pela vida enquanto cumpre uma misteriosa entrega, enfrentando criaturas mortas-vivas ferozes e imprevisíveis. A crítica tem elogiado a capacidade de Cregger em criar cenas de medo e desconforto, com perigos que surgem de maneiras inesperadas e um clima sufocante que remete aos melhores momentos dos jogos. No entanto, um ponto de atrito tem sido o excesso de humor, que, segundo alguns, compromete a tensão e o impacto das sequências de terror. A informação é do g1. Terror e Suspense Bem Executados Zach Cregger demonstra maestria na construção de cenas de terror e suspense, utilizando sustos eficazes e uma atmosfera opressora. A sensação de isolamento e vulnerabilidade do protagonista, Bryan, é transmitida com sucesso ao público, superando a de muitas versões anteriores do cinema. A preocupação em replicar a linguagem visual e os movimentos de câmera dos games, como as sequências em primeira pessoa, é um ponto forte. O filme se distancia propositalmente do estilo de lutas estilizadas e zumbis menos ameaçadores vistos em produções anteriores, como as de Paul W. S. Anderson. Em vez disso, o foco é em monstros realmente assustadores, criados com efeitos especiais convincentes, algo que muitos fãs dos games sempre desejaram ver nas telonas. Essa abordagem mais fiel à fonte original é um dos grandes trunfos do novo Resident Evil. O Humor que Desvia o Foco Apesar das qualidades evidentes em terror e suspense, o roteiro coescrito por Cregger e Shay Haten, conhecido por “John Wick”, peca pelo excesso de piadas. O humor, que segundo o g1, foi atenuado após testes com o público, ainda assim surge em momentos inoportunos, quebrando a tensão e distraindo o espectador do medo e nervosismo que deveriam predominar. Por outro lado, o humor serve para evidenciar a versatilidade do ator Austin Abrams, que interpreta Bryan. Ele transita com competência entre os momentos cômicos e dramáticos, especialmente em cenas que exigem emoção e empatia, como uma sequência em que o personagem envia uma mensagem para sua namorada. Abrams consegue manter o interesse do público em sua luta pela sobrevivência, transmitindo a vulnerabilidade e a força necessárias para o papel. Potencial e Futuro da Franquia Com um final surpreendente, o novo Resident Evil cumpre o objetivo de se reinventar e reacender o

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Ed Sheeran: Rapper Macklemore expulso de turnê após discurso pró-Palestina gera onda de apoio e críticas

Ed Sheeran em polêmica: Rapper Macklemore é retirado de turnê após declaração pró-Palestina A turnê de Ed Sheeran nos Estados Unidos se tornou palco de uma intensa controvérsia após o rapper Macklemore, um dos artistas de abertura, fazer uma declaração em apoio à Palestina. A decisão de retirá-lo das apresentações seguintes gerou reações em cadeia, dividindo opiniões entre músicos, fãs e personalidades. O próprio Macklemore se manifestou sobre o ocorrido em uma publicação no Instagram, enfatizando que, apesar das consequências, ele e outros artistas possuem privilégios que as vítimas do conflito não têm. Ele declarou: “Quaisquer que sejam as consequências que enfrentemos pelo que dizemos, podemos voltar para casa e para nossas famílias. As vítimas são os palestinos.”. Ed Sheeran, por sua vez, buscou esclarecer sua posição, afirmando que a decisão de afastar Macklemore partiu da promotora da turnê, a Messina Touring Group. O cantor britânico declarou: “Tenho minhas visões pessoais sobre esse conflito devastador. Só porque eu escolho não falar publicamente, não significa que eu não as tenho, e não significa que eu não me importo”. A polêmica ganhou força com a saída de outros artistas que se solidarizaram com Macklemore e com a causa palestina, conforme informações divulgadas pelo jornal “The Guardian”. Artistas abandonam a turnê em protesto A decisão de afastar Macklemore provocou uma onda de solidariedade. Os cantores Finneas, Aaron Rowe e Lukas Graham, além da banda Beoga, anunciaram que não mais abrirão os shows de Ed Sheeran. Essa ação resultou na perda de todas as atrações de abertura para a sequência da turnê, que tem datas marcadas até 11 de dezembro. Finneas, que se apresentaria em São Paulo, expressou no Instagram: “Artistas não devem ser silenciados por se manifestar contra a opressão”. Lukas Graham acrescentou: “Deveríamos poder falar sobre guerra, sobre civis sendo mortos, sobre crianças que merecem crescer. Onde quer que vivam. Qualquer que seja a sua bandeira”. A banda Beoga, que também se apresentava com Sheeran em trechos de repertório com influências irlandesas, declarou: “Somos irlandeses que entendem colonialismo. Como membros fundadores do movimento Artistas Irlandeses pela Palestina, somos ativistas com compromisso pela justiça e continuaremos a ser”. Críticas e defesas à decisão A controvérsia escalou com manifestações de outras figuras públicas. O ator Javier Bardem usou seu Instagram para convocar um boicote a Ed Sheeran, criticando a justificativa de neutralidade política apresentada pelo artista e pela produtora. Em contraste, a cantora Pink repostou uma mensagem que criticava a manifestação de Macklemore, posteriormente explicando em um longo texto que, como mãe judia, a fala do rapper a assustou. Robert Kraft, dono de um dos estádios que sediaria um show, defendeu a decisão da promotora. Ele ressaltou o caráter apolítico e unificador da música de Ed Sheeran e afirmou que a exclusão de Macklemore se deu por “comentários e um histórico mais amplo de retórica e imagens antissemitas que consideramos profundamente ofensivas e prejudiciais à comunidade judaica”. O início da polêmica e o contexto Tudo começou em 4 de setembro, quando Macklemore gritou “Free

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Martinho da Vila tem razão: Junção de sambas-enredo é desrespeito à arte, não engrenagem do Carnaval

Martinho da Vila defende a arte do samba-enredo contra a prática de junções e a “industrialização” do Carnaval A recente polêmica envolvendo a escolha do samba-enredo para a Unidos de Vila Isabel em 2027, com enredo inspirado no livro “Torto Arado”, reacendeu o debate sobre a essência da criação carnavalesca. A diretoria da escola optou inicialmente por unir dois sambas, uma prática que tem se tornado comum, mas que gerou forte reação de Martinho da Vila, presidente de honra da agremiação e compositor renomado. Martinho da Vila, conhecido por sua vasta obra e por defender a arte do samba, protestou veementemente contra a junção, exigindo a retirada de seu nome da obra resultante. Sua posição em defesa da integridade artística do samba-enredo foi acatada pela diretoria, que reverteu a decisão, elegendo como campeão apenas o samba de sua autoria. A decisão de Martinho da Vila, figura icônica do samba, ressalta a importância de preservar a arte do samba-enredo, protegendo-a de se tornar apenas uma peça em um processo cada vez mais empresarial e industrializado. Conforme informação divulgada em reportagem sobre o caso, a atitude do compositor reforça a ideia de que o samba-enredo é arte, e não um produto a ser moldado por interesses comerciais. A “industrialização” do samba-enredo O cenário atual do Carnaval tem visto o surgimento de “escritórios de samba-enredo”, empresas que reúnem compositores para criar sambas de forma quase que industrial para diversas escolas. Essa prática, segundo a análise, foge da tradição de compositores que se juntavam por amor à sua agremiação. Além disso, a reportagem aponta que nem sempre os nomes creditados como autores são os verdadeiros compositores. Frequentemente, investidores financeiros também entram na autoria como forma de garantir o retorno de seus aportes, que incluem custos com produção, transporte e até a mobilização de torcidas organizadas. Martinho da Vila, um guardião da tradição Martinho da Vila representa uma geração de compositores que valoriza o romantismo e a autenticidade na criação do samba-enredo. O artista, autor de obras-primas como “Quatro séculos de modas e costumes” e “Pra tudo se acabar na quarta-feira”, não endossa a visão empresarial que tem dominado o gênero. Ao se opor à junção de sambas, Martinho da Vila reafirma seu compromisso com a arte, mostrando que o samba-enredo deve ser valorizado por sua qualidade e significado, e não como um mero componente na “máquina” do Carnaval. Sua postura é um lembrete vital da importância de manter viva a essência artística que fez o samba-enredo um dos pilares da cultura brasileira. Repercussão e o futuro do samba-enredo A reversão da decisão na Vila Isabel gerou revolta entre os compositores do samba preterido. Enquanto alguns adotaram um discurso mais diplomático, outros manifestaram grande insatisfação, chegando a cogitar deixar a escola. A situação evidencia a tensão entre a tradição artística e as novas dinâmicas, por vezes controversas, do Carnaval. A defesa de Martinho da Vila pela integridade do samba-enredo serve como um chamado à reflexão sobre o rumo que o Carnaval está tomando. A preservação

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Grammy Latino 2026: Anitta, Marina Sena e Ana Castela Brilham com Indicações; Veja Brasileiros na Disputa!

Grammy Latino 2026: Anitta, Marina Sena e Ana Castela estão entre os indicados brasileiros A Academia Latina da Gravação anunciou nesta quarta-feira (16) os indicados ao Grammy Latino 2026, e a música brasileira celebra diversas indicações. Anitta figura entre os destaques, concorrendo ao prêmio de Álbum do Ano com seu aclamado projeto “EQUILIBRIVM”. A lista de brasileiros que buscam o reconhecimento internacional também inclui Marina Sena e Ana Castela, mostrando a força e a diversidade da nossa produção musical. O anúncio, feito pela Academia Latina da Gravação, confirma o alcance global de nossos artistas. Além das estrelas já consagradas, novos talentos brasileiros despontam em categorias como Artista Revelação e Gravação do Ano. A 27ª edição da premiação promete ser um palco de celebração para a música latina, com forte representatividade brasileira. Conforme informação divulgada pela Academia Latina da Gravação, o evento ocorrerá em 12 de novembro, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Anitta na disputa principal e outros brasileiros em destaque Anitta se destaca na categoria principal de Álbum do Ano com “EQUILIBRIVM”, um projeto que tem gerado grande repercussão. A competição promete ser acirrada, com outros nomes fortes da música latina concorrendo ao mesmo prêmio. A música brasileira também está representada em outras categorias importantes. Loulu Gilberto concorre ao prêmio de Gravação do Ano com a faixa “O Amor Nos Encontrou”, demonstrando a qualidade das produções nacionais. Zanna também foi indicada a Canção do Ano por “Nilo”, mostrando a diversidade de gêneros musicais representados. Novos talentos e categorias específicas para a música em português A categoria Melhor Artista Revelação destaca a nova geração da música brasileira, com Loulu Gilberto e Zeca Veloso entre os indicados. Essa categoria é fundamental para impulsionar carreiras promissoras no cenário musical. O Grammy Latino reconhece também a riqueza da música em língua portuguesa com categorias específicas. Marina Sena concorre em Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa com “MARINADA vol.01”, enquanto Ana Castela disputa Melhor Álbum de Música Sertaneja com “Fire Arena”. Representatividade em diversos gêneros musicais A diversidade musical brasileira é amplamente celebrada nas indicações. Em Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa, Urias figura com “CARRANCA”. Já em Melhor Álbum de Música Urbana em Língua Portuguesa, nomes como Emicida e Don L aparecem com seus trabalhos. O samba e o pagode também têm seus representantes, com Leci Brandão e Teresa Cristina indicadas em Melhor Álbum de Samba/Pagode. A música popular brasileira e afro-brasileira é representada por artistas como Criolo, Amaro Freitas, Dino d’Santiago e Bia Ferreira. Confira alguns dos indicados brasileiros em outras categorias Na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa, nomes como Rosalía & Carminho com “Memória”, e Marisa Monte com “Sua Onda” estão entre os concorrentes. A força da música sertaneja é evidenciada pelas indicações de Ana Castela e Simone Mendes. A lista completa de indicados ao Grammy Latino 2026, que acontecerá em Las Vegas, demonstra a crescente relevância da música brasileira no cenário internacional, com artistas disputando em diversas frentes e gêneros musicais.

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Rock in Rio 2028: Ana Castela e Luan Santana são cotados para dia sertanejo inédito no festival; saiba quem mais!

Rock in Rio planeja dia sertanejo em 2028 e abre debate sobre a entrada do gênero no festival O Rock in Rio, conhecido por sua diversidade musical, está considerando seriamente a inclusão do sertanejo em suas próximas edições. O fundador do festival, Roberto Medina, já expressou interesse em trazer o gênero para o evento, abrindo um leque de possibilidades para artistas populares no Brasil. Embora em 2024 o festival tenha dado um leve aceno ao sertanejo no Dia Brasil, homenageando diversos estilos musicais, a intenção agora é mais profunda. Medina declarou que o sertanejo e o country estão em seu radar para futuras edições, reconhecendo a força e o alcance desses gêneros no país. Essa abertura do Rock in Rio para o sertanejo tem sido vista por especialistas como um passo natural e esperado, dada a popularidade do gênero. A possibilidade de ver grandes nomes sertanejos dividindo o palco com artistas internacionais no festival já anima fãs e profissionais da música. As informações são do g1. Especialistas veem o sertanejo como porta de entrada para o público brasileiro Mauro Ferreira, colunista do g1, destaca que o Rock in Rio sempre se caracterizou pela diversidade e que a inclusão do sertanejo, o gênero mais tocado no Brasil, é uma necessidade. Ele acredita que a música sertaneja, ao dialogar com o pop, tem tudo para se encaixar perfeitamente no festival. Ferreira sugere que artistas como Ana Castela e Luan Santana têm potencial para realizar apresentações grandiosas no Palco Mundo, com qualidade técnica comparável a artistas internacionais. Para o Palco Sunset, ele propõe encontros que exaltem as raízes do gênero, como um tributo a Tião Carreiro & Pardinho com Zezé Di Camargo & Luciano e Victor & Leo. Abertura para novos gêneros é vista como estratégia de mercado Marcos Bernardes, do portal Blognejo, considera a declaração de Medina uma resposta à pressão e uma evolução natural do festival. Ele relembra que o Rock in Rio já abriu espaço para outros gêneros como pagode e forró, e que o sertanejo, por ser a música popular brasileira, merece seu lugar de destaque. Bernardes aponta que o festival precisa ir além de apresentações pontuais e oferecer um espaço consistente para o sertanejo. Ele sugere que uma pesquisa mais aprofundada do mercado musical revelaria o grande potencial de artistas brasileiros para o Palco Mundo, quebrando a visão restrita de que o sertanejo se resume a nomes clássicos. Ana Castela e Luan Santana despontam como favoritos para o Palco Mundo Ana Castela é apontada como unanimidade para o Palco Mundo, devido à sua relevância junto ao público pop e à modernidade de seus shows, que incluem elementos como balé, algo incomum no sertanejo. Seu último álbum, inclusive, foi indicado ao Grammy Latino e possui uma sonoridade rock pop. Luan Santana também é um forte candidato, com sua capacidade de dialogar com diversos gêneros musicais e de oferecer espetáculos de grande produção. Sua carreira consolidada e sua presença marcante o tornam um nome ideal para o palco principal do

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Carly Rae Jepsen, a “classe média do pop”, encontra o sucesso ideal e celebra nova fase com “Day and Night”

Carly Rae Jepsen encontra “ponto ideal de sucesso” e celebra nova fase com “Day and Night” A cantora canadense Carly Rae Jepsen, conhecida por hits como “Call Me Maybe”, descreve seu status na indústria musical como pertencente à “classe média do pop”. Longe do estrelato absoluto, ela cultiva um nicho fiel de admiradores que celebram seu talento para criar melodias cativantes e composições pop. Em recente entrevista ao g1, Jepsen compartilhou suas reflexões sobre essa definição, o lançamento de seu novo álbum “Day and Night”, e a calorosa recepção que teve em sua última vinda ao Brasil. Ela expressou gratidão pela comunidade que construiu e pelo equilíbrio que encontrou em sua vida. A artista, que lançou “Day and Night” nesta sexta-feira (18), uma obra que transita entre o confessional e o dançante, detalhou suas inspirações e o processo criativo. Conforme informação divulgada pelo g1, Carly Rae Jepsen se sente realizada em poder conciliar sua paixão pela música com sua vida pessoal, incluindo a maternidade. Um sucesso com equilíbrio e longevidade Aos 40 anos e com quase duas décadas de carreira, Carly Rae Jepsen não almeja o topo absoluto do estrelato pop. Ela afirma ter encontrado seu “ponto ideal de sucesso”, onde consegue criar a música que ama, viajar e ainda manter uma vida familiar. “Para mim, esse equilíbrio é crucial para a minha longevidade”, declarou. Jepsen expressou que um nível de fama onde tudo é escrutinado e a celebridade suplanta a arte seria invasivo e insuportável para ela. Ela admira aqueles que conseguem lidar com isso, mas prefere o que considera um nível mais gerenciável de reconhecimento. “Eu sinto que, conforme avançamos pela vida e olhamos para o que nos faz felizes e o que nos faz sentir ancorados também, o sucesso vem da sua definição. Pensei muito sobre isso literalmente desde ‘Call Me Maybe’ em diante”, explicou a cantora. “Day and Night”: um retrato da vida atual O novo álbum, “Day and Night”, com 24 faixas, é uma imersão no pop inspirada por artistas como Minnie Riperton, Abba e Blossom Dearie. Carly Rae Jepsen optou por reunir todas as canções em um único projeto, acreditando que cada uma tinha sua importância. Ela descreveu o álbum como uma forma de criar um “mundo para você existir nele”, permitindo que os ouvintes desfrutem das músicas em seu próprio tempo. A dualidade do título reflete as diferentes facetas de sua vida e onde ela se encontra atualmente. “Ter um projeto coeso no ‘day’, ter um projeto coeso no ‘night’, e deixá-los coexistir, com esses dois sabores meio ousados que representam onde eu estou agora”, detalhou Jepsen. Maternidade e a alegria de um “pequeno núcleo familiar” Atualmente, Carly Rae Jepsen vive uma fase de paz e alegria, especialmente após se casar com o produtor Cole MGN e dar as boas-vindas ao filho Ilya em março de 2026. Embora a maior parte do álbum já estivesse concluída antes do nascimento do bebê, muitas faixas ecoam o “pequeno núcleo familiar que ela sonhava em ter

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Lady Gaga e Michael Polansky pais de menina Rose Bean Polansky, certidão revela detalhes do nascimento e planos de maternidade da cantora

Lady Gaga e Michael Polansky celebram chegada da filha Rose Bean Polansky, revelada por certidão de nascimento A estrela pop Lady Gaga e seu parceiro, o empresário e filantropo Michael Polansky, tornaram-se pais de uma menina. A informação foi divulgada pelo site TMZ, que obteve acesso à certidão de nascimento da criança. A pequena Rose Bean Polansky nasceu em 9 de junho, às 23h19, no renomado Cedars-Sinai Medical Center, localizado em Los Angeles. O nascimento marca um novo capítulo na vida da cantora e de seu companheiro. O casal, que está junto desde 2020, teria ficado noivo em abril de 2024, aumentando a expectativa dos fãs sobre os próximos passos da relação. A chegada de Rose Bean Polansky coroa os planos de maternidade que Gaga já havia compartilhado publicamente. Gaga já falava sobre maternidade e futuro com filhos Em declarações anteriores à revista Elle, Lady Gaga já havia mencionado seus planos de maternidade, indicando que em um futuro próximo, sua vida seria completa com a presença de Michael Polansky e seus filhos. A cantora demonstrou um desejo genuíno de expandir a família. A artista também abordou o tema em outubro de 2025 durante sua participação no programa “The Late Show with Stephen Colbert”. Na ocasião, Gaga afirmou que a maternidade seria seu “próximo papel”, evidenciando a importância que esse momento teria em sua carreira e vida pessoal. Relacionamento de Lady Gaga e Michael Polansky em detalhes O relacionamento entre Lady Gaga e Michael Polansky se tornou público em 2020. Desde então, o casal tem mantido uma relação discreta, mas sólida. Polansky, conhecido por seu trabalho como empresário e filantropo, tem sido um apoio constante para a artista. A chegada de Rose Bean Polansky adiciona uma nova dimensão à união do casal, que parece estar vivendo um momento de grande felicidade. A notícia, confirmada pela certidão de nascimento, gerou repercussão entre os fãs da cantora. Certidão de nascimento confirma detalhes do nascimento de Rose Bean Polansky A certidão de nascimento, obtida pelo TMZ, é a prova concreta do nascimento de Rose Bean Polansky. O documento oficial detalha a data, hora e local do nascimento, confirmando que a menina veio ao mundo em 9 de junho, no Cedars-Sinai Medical Center. A divulgação desses detalhes pela mídia especializada reforça a informação sobre a nova fase na vida de Lady Gaga e Michael Polansky. O casal agora se dedica aos cuidados da pequena Rose Bean Polansky, vivendo a alegria da paternidade.

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Lázaro Ramos comemora “Feito Pipa” rumo ao Oscar 2027: “Cinema brasileiro que o Brasil precisa e merece”

Lázaro Ramos celebra “Feito Pipa” na disputa por vaga no Oscar 2027 O ator Lázaro Ramos expressou sua imensa emoção nas redes sociais após o filme “Feito Pipa” ser selecionado pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil na corrida por uma vaga no Oscar 2027, na categoria de Melhor Filme Internacional. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (16), e o artista compartilhou sua alegria em um vídeo. “Eu não tenho como não vir aqui agora e expressar minha imensa emoção pelo ‘Feito Pipa’ ter sido selecionado pela Academia Brasileira de Cinema para tentar uma vaga no Oscar do próximo ano”, declarou Lázaro Ramos, visivelmente emocionado. Vestindo o figurino de seu personagem Jendal, da novela “A Nobreza do Amor” da TV Globo, Lázaro destacou a importância da escolha em meio a outras produções nacionais. Ele ressaltou que a possível chegada ao Oscar representa uma oportunidade valiosa para valorizar o cinema nacional. “A emoção é gigante, porque dentro de tantos filmes bons que a gente teve esse ano, um monte de filme legal, um monte de trabalho rico, valioso, precioso, o ‘Feito Pipa’ foi selecionado para tentar esse caminho aí”, afirmou o ator. “Feito Pipa”: Identidade brasileira e reconhecimento internacional Lázaro Ramos fez um apelo para que o público prestigie o longa-metragem nos cinemas, enfatizando a forte identidade brasileira da produção, dirigida por Allan Deberton. “Eu acho que é um filme que o Brasil precisa e merece pela linguagem, um jeito de fazer cinema que só a gente aqui no Brasil sabe fazer. Pelos temas que trata, pelas atuações, pela direção, pelo roteiro”, declarou. O filme já coleciona importantes reconhecimentos internacionais. “Feito Pipa” foi premiado no 76º Festival Internacional de Cinema de Berlim, na Alemanha, onde conquistou o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri. Estes prêmios demonstram a qualidade e o potencial da obra brasileira no cenário mundial. Próximos passos rumo à premiação Apesar da celebração, Lázaro Ramos ressaltou que a equipe terá um trabalho árduo pela frente para levar o filme à disputa pelo Oscar. No entanto, a seleção já é um grande motivo para comemorar. “É algo que eu celebro muito, que eu tô muito feliz e que a gente agora vai começar a trabalhar”, disse. “Feito Pipa” narra a história de Gugu, um garoto de 12 anos apaixonado por futebol, criado pela avó professora aposentada, Dilma. A relação entre eles é marcada por afeto e cumplicidade. O filme também explora os conflitos de Gugu com o pai, Batista, interpretado por Lázaro Ramos, cuja relação é definida por ausências e dificuldades de comunicação. A trama se intensifica quando Gugu precisa lidar com a possibilidade de mudar de vida para morar com o pai. A história aborda temas universais como família, infância, finitude e o vínculo especial entre avô e neto. O protagonista, Yuri Gomes, um ator mirim de 11 anos, expressou sua alegria em trabalhar com Lázaro Ramos, que interpreta seu pai no filme. Segundo Clélia Bessa, presidente da Comissão de Seleção, “Feito Pipa” possui

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Macklemore doa US$ 1 milhão para Palestina após ser expulso da turnê de Ed Sheeran; outros artistas apoiam

Macklemore anuncia doação milionária para causas palestinas após polêmica em show de Ed Sheeran O rapper Macklemore chocou o público e a indústria musical ao anunciar uma doação de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,1 milhões) para organizações que auxiliam o povo palestino. A decisão surge após sua expulsão da turnê “Loop” de Ed Sheeran nos Estados Unidos, motivada por sua declaração em apoio à Palestina durante um show. O artista, que era um dos convidados de abertura da turnê, expressou seu posicionamento em favor da liberdade e dignidade dos palestinos. A declaração gerou forte repercussão e levou à sua exclusão das apresentações seguintes, conforme informou a produtora do evento. Em um comunicado divulgado em suas redes sociais, Macklemore reforçou seu compromisso com a causa palestina e criticou a postura de quem, segundo ele, desvaloriza vidas em conflito. A notícia da doação e da saída da turnê repercutiu rapidamente, levando outros artistas a se manifestarem e até a deixarem a turnê em solidariedade. Expulsão da turnê e declaração em Nova Jersey O incidente ocorreu no início de setembro, durante uma apresentação no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Macklemore, em um momento de seu show, gritou “Free Palestine” (Palestina Livre, em tradução literal), pedindo que as pessoas em Gaza e na Cisjordânia soubessem que não haviam sido esquecidas. Essa manifestação, segundo o jornal “The Guardian”, motivou uma petição do Conselho Israelense-Americano solicitando sua exclusão da turnê. A Messina Touring Group, promotora da etapa americana da turnê, confirmou a saída do rapper. Em nota à revista “Rolling Stone”, a empresa explicou que os locais dos shows não permitiriam mais a apresentação de Macklemore, o que poderia levar ao cancelamento de toda a turnê. Diante disso, foi acordado que o rapper não participaria das datas restantes como atração de apoio. Macklemore: “Uma vida palestina não tem menos valor” Em sua declaração no Instagram, Macklemore enfatizou que seu ato não era sobre ele, a turnê ou controvérsias, mas sim sobre o direito fundamental dos palestinos à liberdade, dignidade e segurança em sua terra natal. Ele afirmou que “uma vida palestina não tem menos valor do que qualquer vida desta Terra”. O rapper também direcionou um convite ao empresário Robert Kraft, responsável pelo Gillette Stadium em Boston, local de uma das apresentações. Kraft teria pressionado Ed Sheeran para retirar Macklemore da abertura do show na cidade. Macklemore anunciou que os US$ 1 milhão serão distribuídos entre seis organizações pró-Palestina. Debandada de artistas em apoio à Palestina A saída de Macklemore da turnê desencadeou uma onda de solidariedade entre outros artistas. Os cantores Finneas, Aaron Rowe e Lukas Graham, além da banda Beoga, anunciaram que também não mais abririam os shows de Ed Sheeran. Essa decisão fez com que Sheeran perdesse todos os seus artistas de abertura programados até dezembro. Em suas manifestações, os artistas expressaram apoio à causa palestina. Finneas declarou que “artistas não devem ser silenciados por se manifestar contra a opressão”. Lukas Graham ressaltou que “deveríamos poder falar sobre guerra, sobre civis sendo

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Morre Peter Max, o Artista Psicodélico Ícone do Movimento Hippie, aos 88 Anos: Um Legado de Cores Vibrantes e Otimismo

Peter Max, o renomado artista cujas obras vibrantes e psicodélicas capturaram o espírito otimista do movimento “flower power” dos anos 1960, faleceu aos 88 anos. Sua arte, reconhecida instantaneamente por suas cores vivas e formas espiraladas, estampou desde selos postais até navios de cruzeiro, tornando-se um ícone da contracultura americana. O artista, que sofria de demência em estágio avançado, morreu na segunda-feira, conforme comunicado divulgado por seu filho. Max iniciou sua carreira no design gráfico nos anos 60, e seu estilo único o catapultou para o estrelato, mantendo sua popularidade até o século XXI. Sua obra, que expressava um otimismo contagiante, transcendeu o nicho artístico e se espalhou por diversos aspectos da cultura popular. De pôsteres em quartos de estudantes a capas de revistas e objetos de decoração, a arte de Peter Max era onipresente, refletindo a alegria e a liberdade da época. Conforme informação divulgada pelo seu filho, Adam Max, “Sua arte se tornou parte da cultura americana, mas o homem por trás dessa arte — o pai que conhecemos e amamos — é a pessoa de quem mais sentiremos falta.” Um Ícone Psicodélico e Símbolo de uma Geração Peter Max, cujo nome verdadeiro era Peter Max Finkelstein, nasceu em Berlim em 1937. Sua família judia fugiu da Alemanha nazista quando ele ainda era um bebê, vivendo em Xangai, Tibete, Israel e Paris antes de se estabelecerem em Nova York quando ele tinha 16 anos. Ele se tornou um admirador da cultura americana, incluindo quadrinhos, filmes e jazz. Estudou arte em Nova York e, em 1961, abriu seu próprio estúdio de design gráfico. Seu estilo ousado e distinto rapidamente ganhou destaque em agências de publicidade, publicações e no mundo corporativo, resultando em um sucesso comercial estrondoso. Max chegou a ter cerca de 70 linhas de produtos com sua arte. No entanto, o artista sentia que o sucesso comercial o impedia de se dedicar à pintura. No início dos anos 70, ele encerrou temporariamente as atividades de sua empresa para se reconectar com sua arte. Um de seus projetos notáveis após esse retorno foi uma série de retratos da Estátua da Liberdade, pintados na Casa Branca em 1981. Da Contracultura a Eventos Globais A arte de Peter Max era sinônimo de cores vibrantes como turquesa, laranja e verde neon, frequentemente apresentando flores, elementos cósmicos e figuras caricaturais. Seus murais e pôsteres eram onipresentes no final dos anos 60 e início dos 70, adornando quartos, móveis e até mesmo capas das Páginas Amarelas de Manhattan. Max foi o artista oficial de diversos eventos de grande porte, incluindo os Jogos Olímpicos, o Super Bowl, as 500 Milhas de Indianápolis, a Copa do Mundo e a Série Mundial. Suas obras estamparam um Boeing 777 e um navio da Norwegian Cruise Line, além de retratos de personalidades como presidentes dos EUA e Taylor Swift. Legado e Controvérsias Apesar do sucesso e da popularidade, a carreira de Max não esteve isenta de controvérsias. Em 1997, ele se declarou culpado de fraude fiscal por ocultar mais

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Novo “Resident Evil” no Cinema: Terror e Suspense Brilham, Mas Humor Exagerado Tira o Fôlego dos Fãs

Novo “Resident Evil” no Cinema: Terror e Suspense Brilham, Mas Humor Exagerado Tira o Fôlego dos Fãs O novo Resident Evil, que acaba de estrear nos cinemas brasileiros, tem sido apontado como um sopro de ar fresco para a franquia cinematográfica, que muitas vezes falhou em capturar a essência dos amados games da Capcom. O filme, dirigido por Zach Cregger, conhecido por “A Hora do Mal” e “Noites Brutais”, foca em entregar uma experiência de terror e suspense genuína, agradando tanto aos fãs veteranos quanto aos recém-chegados. Diferente de adaptações anteriores que optaram por caminhos mais fáceis, o reboot aposta em uma narrativa original de sobrevivência angustiante. A trama acompanha Bryan, um jovem entregador que se vê em meio a um surto viral apocalíptico em Racoon City. Ele precisa lutar pela vida enquanto cumpre uma misteriosa entrega, enfrentando criaturas mortas-vivas ferozes e imprevisíveis. A crítica tem elogiado a capacidade de Cregger em criar cenas de medo e desconforto, com perigos que surgem de maneiras inesperadas e um clima sufocante que remete aos melhores momentos dos jogos. No entanto, um ponto de atrito tem sido o excesso de humor, que, segundo alguns, compromete a tensão e o impacto das sequências de terror. A informação é do g1. Terror e Suspense Bem Executados Zach Cregger demonstra maestria na construção de cenas de terror e suspense, utilizando sustos eficazes e uma atmosfera opressora. A sensação de isolamento e vulnerabilidade do protagonista, Bryan, é transmitida com sucesso ao público, superando a de muitas versões anteriores do cinema. A preocupação em replicar a linguagem visual e os movimentos de câmera dos games, como as sequências em primeira pessoa, é um ponto forte. O filme se distancia propositalmente do estilo de lutas estilizadas e zumbis menos ameaçadores vistos em produções anteriores, como as de Paul W. S. Anderson. Em vez disso, o foco é em monstros realmente assustadores, criados com efeitos especiais convincentes, algo que muitos fãs dos games sempre desejaram ver nas telonas. Essa abordagem mais fiel à fonte original é um dos grandes trunfos do novo Resident Evil. O Humor que Desvia o Foco Apesar das qualidades evidentes em terror e suspense, o roteiro coescrito por Cregger e Shay Haten, conhecido por “John Wick”, peca pelo excesso de piadas. O humor, que segundo o g1, foi atenuado após testes com o público, ainda assim surge em momentos inoportunos, quebrando a tensão e distraindo o espectador do medo e nervosismo que deveriam predominar. Por outro lado, o humor serve para evidenciar a versatilidade do ator Austin Abrams, que interpreta Bryan. Ele transita com competência entre os momentos cômicos e dramáticos, especialmente em cenas que exigem emoção e empatia, como uma sequência em que o personagem envia uma mensagem para sua namorada. Abrams consegue manter o interesse do público em sua luta pela sobrevivência, transmitindo a vulnerabilidade e a força necessárias para o papel. Potencial e Futuro da Franquia Com um final surpreendente, o novo Resident Evil cumpre o objetivo de se reinventar e reacender o

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Ed Sheeran: Rapper Macklemore expulso de turnê após discurso pró-Palestina gera onda de apoio e críticas

Ed Sheeran em polêmica: Rapper Macklemore é retirado de turnê após declaração pró-Palestina A turnê de Ed Sheeran nos Estados Unidos se tornou palco de uma intensa controvérsia após o rapper Macklemore, um dos artistas de abertura, fazer uma declaração em apoio à Palestina. A decisão de retirá-lo das apresentações seguintes gerou reações em cadeia, dividindo opiniões entre músicos, fãs e personalidades. O próprio Macklemore se manifestou sobre o ocorrido em uma publicação no Instagram, enfatizando que, apesar das consequências, ele e outros artistas possuem privilégios que as vítimas do conflito não têm. Ele declarou: “Quaisquer que sejam as consequências que enfrentemos pelo que dizemos, podemos voltar para casa e para nossas famílias. As vítimas são os palestinos.”. Ed Sheeran, por sua vez, buscou esclarecer sua posição, afirmando que a decisão de afastar Macklemore partiu da promotora da turnê, a Messina Touring Group. O cantor britânico declarou: “Tenho minhas visões pessoais sobre esse conflito devastador. Só porque eu escolho não falar publicamente, não significa que eu não as tenho, e não significa que eu não me importo”. A polêmica ganhou força com a saída de outros artistas que se solidarizaram com Macklemore e com a causa palestina, conforme informações divulgadas pelo jornal “The Guardian”. Artistas abandonam a turnê em protesto A decisão de afastar Macklemore provocou uma onda de solidariedade. Os cantores Finneas, Aaron Rowe e Lukas Graham, além da banda Beoga, anunciaram que não mais abrirão os shows de Ed Sheeran. Essa ação resultou na perda de todas as atrações de abertura para a sequência da turnê, que tem datas marcadas até 11 de dezembro. Finneas, que se apresentaria em São Paulo, expressou no Instagram: “Artistas não devem ser silenciados por se manifestar contra a opressão”. Lukas Graham acrescentou: “Deveríamos poder falar sobre guerra, sobre civis sendo mortos, sobre crianças que merecem crescer. Onde quer que vivam. Qualquer que seja a sua bandeira”. A banda Beoga, que também se apresentava com Sheeran em trechos de repertório com influências irlandesas, declarou: “Somos irlandeses que entendem colonialismo. Como membros fundadores do movimento Artistas Irlandeses pela Palestina, somos ativistas com compromisso pela justiça e continuaremos a ser”. Críticas e defesas à decisão A controvérsia escalou com manifestações de outras figuras públicas. O ator Javier Bardem usou seu Instagram para convocar um boicote a Ed Sheeran, criticando a justificativa de neutralidade política apresentada pelo artista e pela produtora. Em contraste, a cantora Pink repostou uma mensagem que criticava a manifestação de Macklemore, posteriormente explicando em um longo texto que, como mãe judia, a fala do rapper a assustou. Robert Kraft, dono de um dos estádios que sediaria um show, defendeu a decisão da promotora. Ele ressaltou o caráter apolítico e unificador da música de Ed Sheeran e afirmou que a exclusão de Macklemore se deu por “comentários e um histórico mais amplo de retórica e imagens antissemitas que consideramos profundamente ofensivas e prejudiciais à comunidade judaica”. O início da polêmica e o contexto Tudo começou em 4 de setembro, quando Macklemore gritou “Free

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Martinho da Vila tem razão: Junção de sambas-enredo é desrespeito à arte, não engrenagem do Carnaval

Martinho da Vila defende a arte do samba-enredo contra a prática de junções e a “industrialização” do Carnaval A recente polêmica envolvendo a escolha do samba-enredo para a Unidos de Vila Isabel em 2027, com enredo inspirado no livro “Torto Arado”, reacendeu o debate sobre a essência da criação carnavalesca. A diretoria da escola optou inicialmente por unir dois sambas, uma prática que tem se tornado comum, mas que gerou forte reação de Martinho da Vila, presidente de honra da agremiação e compositor renomado. Martinho da Vila, conhecido por sua vasta obra e por defender a arte do samba, protestou veementemente contra a junção, exigindo a retirada de seu nome da obra resultante. Sua posição em defesa da integridade artística do samba-enredo foi acatada pela diretoria, que reverteu a decisão, elegendo como campeão apenas o samba de sua autoria. A decisão de Martinho da Vila, figura icônica do samba, ressalta a importância de preservar a arte do samba-enredo, protegendo-a de se tornar apenas uma peça em um processo cada vez mais empresarial e industrializado. Conforme informação divulgada em reportagem sobre o caso, a atitude do compositor reforça a ideia de que o samba-enredo é arte, e não um produto a ser moldado por interesses comerciais. A “industrialização” do samba-enredo O cenário atual do Carnaval tem visto o surgimento de “escritórios de samba-enredo”, empresas que reúnem compositores para criar sambas de forma quase que industrial para diversas escolas. Essa prática, segundo a análise, foge da tradição de compositores que se juntavam por amor à sua agremiação. Além disso, a reportagem aponta que nem sempre os nomes creditados como autores são os verdadeiros compositores. Frequentemente, investidores financeiros também entram na autoria como forma de garantir o retorno de seus aportes, que incluem custos com produção, transporte e até a mobilização de torcidas organizadas. Martinho da Vila, um guardião da tradição Martinho da Vila representa uma geração de compositores que valoriza o romantismo e a autenticidade na criação do samba-enredo. O artista, autor de obras-primas como “Quatro séculos de modas e costumes” e “Pra tudo se acabar na quarta-feira”, não endossa a visão empresarial que tem dominado o gênero. Ao se opor à junção de sambas, Martinho da Vila reafirma seu compromisso com a arte, mostrando que o samba-enredo deve ser valorizado por sua qualidade e significado, e não como um mero componente na “máquina” do Carnaval. Sua postura é um lembrete vital da importância de manter viva a essência artística que fez o samba-enredo um dos pilares da cultura brasileira. Repercussão e o futuro do samba-enredo A reversão da decisão na Vila Isabel gerou revolta entre os compositores do samba preterido. Enquanto alguns adotaram um discurso mais diplomático, outros manifestaram grande insatisfação, chegando a cogitar deixar a escola. A situação evidencia a tensão entre a tradição artística e as novas dinâmicas, por vezes controversas, do Carnaval. A defesa de Martinho da Vila pela integridade do samba-enredo serve como um chamado à reflexão sobre o rumo que o Carnaval está tomando. A preservação

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Grammy Latino 2026: Anitta, Marina Sena e Ana Castela Brilham com Indicações; Veja Brasileiros na Disputa!

Grammy Latino 2026: Anitta, Marina Sena e Ana Castela estão entre os indicados brasileiros A Academia Latina da Gravação anunciou nesta quarta-feira (16) os indicados ao Grammy Latino 2026, e a música brasileira celebra diversas indicações. Anitta figura entre os destaques, concorrendo ao prêmio de Álbum do Ano com seu aclamado projeto “EQUILIBRIVM”. A lista de brasileiros que buscam o reconhecimento internacional também inclui Marina Sena e Ana Castela, mostrando a força e a diversidade da nossa produção musical. O anúncio, feito pela Academia Latina da Gravação, confirma o alcance global de nossos artistas. Além das estrelas já consagradas, novos talentos brasileiros despontam em categorias como Artista Revelação e Gravação do Ano. A 27ª edição da premiação promete ser um palco de celebração para a música latina, com forte representatividade brasileira. Conforme informação divulgada pela Academia Latina da Gravação, o evento ocorrerá em 12 de novembro, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Anitta na disputa principal e outros brasileiros em destaque Anitta se destaca na categoria principal de Álbum do Ano com “EQUILIBRIVM”, um projeto que tem gerado grande repercussão. A competição promete ser acirrada, com outros nomes fortes da música latina concorrendo ao mesmo prêmio. A música brasileira também está representada em outras categorias importantes. Loulu Gilberto concorre ao prêmio de Gravação do Ano com a faixa “O Amor Nos Encontrou”, demonstrando a qualidade das produções nacionais. Zanna também foi indicada a Canção do Ano por “Nilo”, mostrando a diversidade de gêneros musicais representados. Novos talentos e categorias específicas para a música em português A categoria Melhor Artista Revelação destaca a nova geração da música brasileira, com Loulu Gilberto e Zeca Veloso entre os indicados. Essa categoria é fundamental para impulsionar carreiras promissoras no cenário musical. O Grammy Latino reconhece também a riqueza da música em língua portuguesa com categorias específicas. Marina Sena concorre em Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa com “MARINADA vol.01”, enquanto Ana Castela disputa Melhor Álbum de Música Sertaneja com “Fire Arena”. Representatividade em diversos gêneros musicais A diversidade musical brasileira é amplamente celebrada nas indicações. Em Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa, Urias figura com “CARRANCA”. Já em Melhor Álbum de Música Urbana em Língua Portuguesa, nomes como Emicida e Don L aparecem com seus trabalhos. O samba e o pagode também têm seus representantes, com Leci Brandão e Teresa Cristina indicadas em Melhor Álbum de Samba/Pagode. A música popular brasileira e afro-brasileira é representada por artistas como Criolo, Amaro Freitas, Dino d’Santiago e Bia Ferreira. Confira alguns dos indicados brasileiros em outras categorias Na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa, nomes como Rosalía & Carminho com “Memória”, e Marisa Monte com “Sua Onda” estão entre os concorrentes. A força da música sertaneja é evidenciada pelas indicações de Ana Castela e Simone Mendes. A lista completa de indicados ao Grammy Latino 2026, que acontecerá em Las Vegas, demonstra a crescente relevância da música brasileira no cenário internacional, com artistas disputando em diversas frentes e gêneros musicais.

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