
Rock in Rio 2028: Ana Castela e Luan Santana são cotados para dia sertanejo inédito no festival; saiba quem mais!
Rock in Rio planeja dia sertanejo em 2028 e abre debate sobre a entrada do gênero no festival O Rock in Rio, conhecido por sua diversidade musical, está considerando seriamente a inclusão do sertanejo em suas próximas edições. O fundador do festival, Roberto Medina, já expressou interesse em trazer o gênero para o evento, abrindo um leque de possibilidades para artistas populares no Brasil. Embora em 2024 o festival tenha dado um leve aceno ao sertanejo no Dia Brasil, homenageando diversos estilos musicais, a intenção agora é mais profunda. Medina declarou que o sertanejo e o country estão em seu radar para futuras edições, reconhecendo a força e o alcance desses gêneros no país. Essa abertura do Rock in Rio para o sertanejo tem sido vista por especialistas como um passo natural e esperado, dada a popularidade do gênero. A possibilidade de ver grandes nomes sertanejos dividindo o palco com artistas internacionais no festival já anima fãs e profissionais da música. As informações são do g1. Especialistas veem o sertanejo como porta de entrada para o público brasileiro Mauro Ferreira, colunista do g1, destaca que o Rock in Rio sempre se caracterizou pela diversidade e que a inclusão do sertanejo, o gênero mais tocado no Brasil, é uma necessidade. Ele acredita que a música sertaneja, ao dialogar com o pop, tem tudo para se encaixar perfeitamente no festival. Ferreira sugere que artistas como Ana Castela e Luan Santana têm potencial para realizar apresentações grandiosas no Palco Mundo, com qualidade técnica comparável a artistas internacionais. Para o Palco Sunset, ele propõe encontros que exaltem as raízes do gênero, como um tributo a Tião Carreiro & Pardinho com Zezé Di Camargo & Luciano e Victor & Leo. Abertura para novos gêneros é vista como estratégia de mercado Marcos Bernardes, do portal Blognejo, considera a declaração de Medina uma resposta à pressão e uma evolução natural do festival. Ele relembra que o Rock in Rio já abriu espaço para outros gêneros como pagode e forró, e que o sertanejo, por ser a música popular brasileira, merece seu lugar de destaque. Bernardes aponta que o festival precisa ir além de apresentações pontuais e oferecer um espaço consistente para o sertanejo. Ele sugere que uma pesquisa mais aprofundada do mercado musical revelaria o grande potencial de artistas brasileiros para o Palco Mundo, quebrando a visão restrita de que o sertanejo se resume a nomes clássicos. Ana Castela e Luan Santana despontam como favoritos para o Palco Mundo Ana Castela é apontada como unanimidade para o Palco Mundo, devido à sua relevância junto ao público pop e à modernidade de seus shows, que incluem elementos como balé, algo incomum no sertanejo. Seu último álbum, inclusive, foi indicado ao Grammy Latino e possui uma sonoridade rock pop. Luan Santana também é um forte candidato, com sua capacidade de dialogar com diversos gêneros musicais e de oferecer espetáculos de grande produção. Sua carreira consolidada e sua presença marcante o tornam um nome ideal para o palco principal do








