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Celebridades

Maroon 5 no Rock in Rio 2026: Onde assistir ao show de hits inesquecíveis e horário exato da apresentação

Maroon 5 no Rock in Rio: saiba tudo sobre o show, horário e onde assistir O aguardado show do Maroon 5 no Rock in Rio 2026 está confirmado para este sábado, dia 12 de setembro, no Palco Mundo. A banda, uma das principais atrações do segundo fim de semana do festival, tem apresentação marcada para a meia-noite e cinco do dia seguinte, ou seja, já na madrugada de domingo, 13 de setembro. Para os fãs que não poderão estar presentes na Cidade do Rock, diversas opções de transmissão garantem que ninguém fique de fora. A cobertura completa do festival, incluindo o show do Maroon 5, estará disponível em diferentes plataformas, permitindo que o público acompanhe cada momento. A expectativa é de uma noite repleta de sucessos que atravessam gerações, com um repertório que mescla desde os primeiros hits até as canções mais recentes. Conforme informação divulgada pelo g1, o show do Maroon 5 no Rock in Rio 2026 promete ser um dos pontos altos do festival, com uma seleção de músicas que prometem emocionar e animar a plateia. Onde assistir ao show do Maroon 5 no Rock in Rio 2026 Os fãs poderão acompanhar a apresentação do Maroon 5 através da transmissão oficial do festival. Para quem busca a experiência completa, o canal **Multishow** exibirá o show ao vivo, com início da transmissão às 15h15. O **Canal Bis** também estará transmitindo o evento, começando às 15h50. Para uma experiência em alta definição, assinantes do plano **Premium do Globoplay** terão acesso à transmissão do Multishow em 4K, por meio de um sinal extra. Para o público em geral, que não é assinante, haverá um revezamento entre os canais Multishow e Bis a partir das 15h30, cobrindo os cinco palcos do Rock in Rio a cada 30 minutos. O g1 também trará flashes do festival durante a programação e exibirá um especial na noite de sábado (12), após o programa “Altas Horas”, para os que desejam acompanhar as principais notícias e momentos do dia. Que horas começa o show do Maroon 5 no Rock in Rio? O Maroon 5 sobe ao Palco Mundo pontualmente às **0h05 de sábado (12) para domingo (13)**. Embora a apresentação ocorra após a virada do dia, ela faz parte da programação oficial de sábado do Rock in Rio 2026 e marca o encerramento das atrações no Palco Mundo naquela noite. Possível setlist do Maroon 5 no Rock in Rio 2026 A banda, conhecida por seus shows energéticos, deve apresentar um repertório que inclui grandes sucessos. Uma possível lista de músicas, com base em apresentações anteriores, pode incluir faixas como ‘Harder to Breathe’, ‘Lucky Strike’, ‘This Love’, ‘Stereo Hearts’, ‘Animals’, ‘One More Night’, ‘Misery’, ‘Sunday Morning’, ‘Heavy’ (com PJ Morton), ‘Lost Stars’, ‘Won’t Go Home Without You’, ‘Memories’, ‘She Will Be Loved’, ‘Maps’, ‘What Lovers Do’, ‘Makes Me Wonder’, ‘Girls Like You’, ‘Moves Like Jagger’, ‘Payphone’ e, para fechar com chave de ouro, ‘Sugar’. A apresentação do Maroon 5 no Rock in Rio 2026 é um dos momentos

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Fran Gil, neto de Gilberto Gil, lança álbum “Onda” com regravação de avô, filha Sol de Maria e parcerias com BK e Péricles

Fran Gil, neto de Gilberto Gil, lança álbum “Onda” com regravação de avô, filha Sol de Maria e parcerias com BK e Péricles O cantor e compositor carioca Francisco Gil, conhecido como Fran, está prestes a lançar seu segundo álbum solo, intitulado “Onda”. O trabalho, programado para chegar às plataformas digitais na próxima quarta-feira, 16 de setembro, às 21h, promete agitar o cenário musical com um repertório majoritariamente autoral e participações especiais. Um dos destaques do álbum “Onda” é a regravação da canção “Deixar Você”, originalmente composta e gravada por seu avô, o icônico Gilberto Gil, há 44 anos. A música integra o álbum “Um Banda Um”, de 1982, e agora ganha a nova roupagem na voz de Fran, mostrando a força da herança musical familiar. Além da homenagem ao avô, Fran abre espaço para a nova geração e para a colaboração com artistas renomados. No álbum “Onda”, ele apresenta parcerias com sua filha Sol de Maria, com quem compôs e cantou a música “O Mundo”. O rapper BK também marca presença na faixa “Meu Jeito”, e o cantor Péricles empresta sua voz à canção “Contradição”. O sanfoneiro Mestrinho completa a lista de convidados em “Na Sua Rede”. Conforme informação divulgada, o álbum “Onda” chega para somar à trajetória musical de Fran. Um repertório diversificado em “Onda” O álbum “Onda” conta com 11 faixas, onde Fran explora diferentes sonoridades e parcerias. Além das colaborações já mencionadas, o disco traz músicas assinadas exclusivamente por Fran, como “Eu Canto”, que abre o trabalho, “Mais Perto” e “Tudo o que Você Quer”. A faixa-título, “Onda”, é uma parceria de Fran com Pablo Bispo, mostrando a versatilidade do artista. Antecipação com singles marcantes O lançamento de “Onda” foi antecedido pelo single “Reconstruir” e “Mancha de Dendê”, apresentados em 18 de agosto. Essas faixas já deram um gostinho do que o público pode esperar do álbum, com a sonoridade característica de Fran e a qualidade que tem marcado sua carreira. A herança musical de Gilberto Gil em “Onda” A regravação de “Deixar Você” em “Onda” não é apenas uma homenagem, mas também uma forma de Fran perpetuar o legado de seu avô Gilberto Gil. A canção, que fala sobre a complexidade dos relacionamentos, ganha uma nova interpretação com a sensibilidade do neto, prometendo emocionar os fãs. Colaborações que enriquecem o álbum As participações de BK, Péricles e Mestrinho em “Onda” enriquecem o álbum com suas distintas identidades musicais. A parceria com a filha Sol de Maria, “O Mundo”, demonstra a continuidade da tradição familiar, unindo diferentes gerações em prol da música.

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Rock in Rio 2025: Maroon 5, Demi Lovato e Mumford & Sons agitam o 6º dia com pop, folk e hits inesquecíveis

Rock in Rio 2025: Maroon 5, Demi Lovato e Mumford & Sons agitam o 6º dia com pop, folk e hits inesquecíveis O sexto dia do Rock in Rio 2025, neste sábado (12), se transforma em uma grande celebração do pop, com o Palco Mundo liderado por grandes nomes internacionais. A programação promete uma noite recheada de energia e sucessos que marcaram gerações. O aguardado show do Maroon 5 encerra a noite no Palco Mundo, trazendo uma lista extensa de hits que incluem “Sugar”, “Payphone” e “This Love”. A banda já tem histórico no festival, com passagens em 2011 e duas vezes em 2017, consolidando sua conexão com o público brasileiro. Antes do Maroon 5, a estrela pop Demi Lovato promete empolgar os fãs. Diferente de sua última apresentação no Brasil, focada em sua fase rock, desta vez, Lovato apresentará “It’s Not That Deep”, disco dançante lançado no fim de 2025. O show será marcado por um clima pop e animado, com sucessos de toda a sua carreira. Pop e Festa Garantidos no Palco Mundo A energia do Palco Mundo será complementada pelas apresentações de J Balvin e Pedro Sampaio, que adicionam ainda mais clima de festa ao festival, garantindo a diversidade e a animação para todos os presentes. A programação deste palco, conforme divulgado, tem início com Pedro Sampaio às 16h40, seguido por J Balvin às 19h00. Folk e Novidades no Palco Sunset No Palco Sunset, a atmosfera será mais tranquila, mas igualmente vibrante. A banda britânica Mumford & Sons, ícone dos festivais dos anos 2010, retorna ao Brasil após 10 anos. Os fãs podem esperar um show repleto de banjo e hinos indie como “The Cave” e “Little Lion Man”. O talento nacional também brilhará no Palco Sunset com João Gomes, que apresentará um show especial para o festival. O fenômeno do forró se apresentará acompanhado por uma orquestra, reunindo músicos de diversas regiões do país. O line-up se completa com Gilsons convidam Daniela Mercury e Olodum, além de Criolo, Amaro & Dino, prometendo uma rica mistura de ritmos. Onde Acompanhar o Rock in Rio 2025 Para quem não poderá comparecer ao evento, o festival será transmitido ao vivo pelo Multishow e Canal Bis. Assinantes do plano Premium do Globoplay terão acesso à transmissão em 4K. A TV Globo exibirá flashes e um especial diário com os melhores momentos de cada dia do Rock in Rio 2025. A programação detalhada para o dia 12 de setembro inclui Mumford & Sons às 22h45 e João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira às 20h10 no Palco Sunset. No Palco Mundo, Demi Lovato se apresenta às 21h20, antecedendo o Maroon 5, que sobe ao palco às 00h05. O dia 13 de setembro já tem confirmados Twenty One Pilots e Halsey no Palco Mundo, entre outras atrações.

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Rock in Rio 2026: K-pop domina com Stray Kids, Jamiroquai encanta e Alok surpreende no 5º dia

5º dia de Rock in Rio: K-pop estreia com força total e consagra Stray Kids e Jamiroquai O Rock in Rio 2026 viveu um dia histórico nesta sexta-feira (11) com a aguardada estreia do K-pop, gênero que tomou conta do público e dos palcos. A energia dos fãs, especialmente dos grupos Stray Kids e Nexz, foi palpável, com acessórios temáticos e muita vibração. Enquanto o Palco Mundo recebia a força do pop coreano com Stray Kids e Hwasa, o Sunset oferecia a groove atemporal de Jamiroquai e a versatilidade de Alok, que surpreendeu com um show que mesclou funk e eletrônica, além de um inédito feat com o grupo Twice. A noite foi marcada pela diversidade de estilos e pela capacidade do festival de unir diferentes gerações e públicos, consolidando o K-pop como um fenômeno global e a música como uma linguagem universal. Conforme divulgado pelo g1, o público compareceu em peso, com ingressos esgotados para mais um dia de celebração musical. Stray Kids: O Fenômeno K-pop que Dominou o Palco Mundo A performance do grupo Stray Kids foi o ápice da noite, com oito integrantes entregando um show enérgico e coreografias impecáveis. A plateia, composta por fãs fervorosos, os chamados “STAYs”, demonstrou sua devoção com gritos, cantoria e dancinhas sincronizadas, tornando a experiência ainda mais imersiva. Para atender à demanda do público de K-pop, a organização do festival liberou o uso de “lightsticks”, bastões de luz essenciais entre os fãs, e permitiu que os integrantes utilizassem uma passarela estendida, adaptando o Palco Mundo para o espetáculo. O grupo mostrou por que se tornou um headliner em sua segunda vinda ao Brasil. Jamiroquai: Groove Atemporal que Conecta Gerações no Sunset No Palco Sunset, a banda britânica Jamiroquai provou que seu groove é eterno. Em sua segunda participação no festival, 15 anos após a última, o grupo liderado por Jay Kay fez pais e filhos dançarem juntos, mesclando funk, soul, disco e elementos eletrônicos. Apesar de competir com a energia do K-pop no Palco Mundo, Jamiroquai cativou o público presente com sua musicalidade envolvente. O curador do festival, Zé Ricardo, destacou que a intenção era oferecer um espaço mais familiar, e o grupo cumpriu a missão de manter a pista animada com sua fórmula mágica. Alok e Hwasa: Diversidade e Força no Palco Mundo Alok, posicionado entre as atrações de K-pop, surpreendeu ao apresentar seu show “Keep Art Human”, que estreou no Coachella. O DJ goiano lançou um feat inédito com o grupo Twice e animou a plateia com um medley de funk carioca, provando sua versatilidade e a capacidade de se integrar à proposta do dia. Hwasa, por sua vez, fez história como a primeira artista solo feminina do K-pop a se apresentar no Rock in Rio. Com um show digno de diva pop, a cantora sul-coreana esbanjou sensualidade, energia e empoderamento, consolidando sua carreira solo com músicas sobre autoestima e força. Nexz, PJ Morton e Atrações Nacionais: A Mistura que Define o Rock in Rio O grupo Nexz abriu

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Stray Kids no Rock in Rio: Fãs Protagonistas em Show Histórico de K-Pop com “Ai se eu te pego”

Stray Kids agita o Rock in Rio com show eletrizante e fãs no centro do espetáculo O Stray Kids fez história ao fechar o primeiro dia dedicado ao K-pop no Rock in Rio 2023, entregando uma performance que celebrou tanto a energia do grupo quanto a devoção de seus fãs, os STAYs. Com uma estrutura adaptada e uma plateia em êxtase, o octeto sul-coreano provou porque se tornou um dos nomes mais fortes da cena musical atual. A banda, conhecida por sua sonoridade potente e coreografias precisas, mostrou um espetáculo à altura das expectativas. A organização do festival atendeu a pedidos especiais, liberando os tradicionais lightsticks e utilizando uma passarela estendida para aproximar os integrantes do público. Essa conexão foi fundamental para o sucesso da noite. Conforme informação divulgada pela fonte original, o show foi marcado por gritos, cantoria e muita interação, com os fãs reproduzindo as coreografias no palco. O grupo retribuiu com energia contagiante e momentos inesperados, como a inclusão de um trecho do hit brasileiro “Ai se eu te pego”, de Michel Teló, que gerou euforia extra. A energia contagiante dos STAYs e a força do K-pop no Palco Mundo Desde o início, o palco foi tomado por uma atmosfera de pura excitação. Os oito integrantes do Stray Kids, que já haviam se apresentado no Brasil em shows de grande porte no ano anterior, demonstraram o porquê de terem conquistado o posto de headliner na estreia do K-pop no Rock in Rio. A plateia, estimada em 100 mil pessoas, esgotou os ingressos, evidenciando a força do fandom. A performance de músicas como “Domino” foi um dos pontos altos, com coreografias impecáveis que cativaram o público. Embora utilizem vocais de apoio gravados, os membros fizeram questão de entregar partes cantadas ao vivo, reforçando a entrega e a paixão em cada canção. A interação em português, com gritos de “Faz barulho” e “Pula”, aproximou ainda mais o grupo de seus admiradores brasileiros. Sonoridade única e o conceito de “Noise Music” Ao vivo, o Stray Kids mescla batidas eletrônicas pesadas com rap e vocais inspirados no R&B. Essa fusão sonora, muitas vezes descrita como “barulhenta” para os padrões do K-pop, é um dos diferenciais do grupo. Eles próprios cunharam o termo “noise music” de forma irônica, transformando críticas iniciais em um conceito artístico. O álbum “NOEASY” é um exemplo dessa apropriação, brincando com a dualidade de “no easy” (nada fácil) e “noise” (ruído). Faixas como “Thunderous” exploram a ideia de som de forma proposital, incorporando elementos agressivos como batidas industriais e sintetizadores. A presença de uma banda ao vivo, com baixo, guitarra e bateria, adiciona peso e uma energia que pode ser comparada a gêneros como new metal e pop punk. Stray Kids: Sucesso global e produção autoral Formado em 2017 pela JYP Entertainment, o Stray Kids se consolidou como um dos grupos mais bem-sucedidos do K-pop, colecionando nove álbuns consecutivos no topo da Billboard 200. Com mais de 30 milhões de álbuns vendidos, o grupo se destaca pela produção

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Pais Gringos de Stray Kids: Entre “Chumbinho” e “Lennon”, Fãs Mirins Avaliam Desempenho Materno no Rock in Rio

Pais de fãs de K-pop enfrentam desafio de pronúncia dos nomes de integrantes do Stray Kids no Rock in Rio A apresentação do grupo sul-coreano Stray Kids no Rock in Rio, nesta sexta-feira (11), foi um momento de grande expectativa para os fãs. No entanto, para alguns pais e responsáveis que acompanharam os jovens, o desafio foi além da música: tentar pronunciar corretamente os nomes dos oito integrantes do grupo de K-pop. O g1 propôs um divertido teste aos responsáveis, pedindo que repetissem os nomes ditos pelas crianças e adolescentes. O resultado foi uma mistura de acertos, erros hilários e notas generosas, que evidenciaram a dificuldade com os nomes coreanos e australianos. A experiência, que capturou a essência da interação familiar em um grande evento musical, mostrou que o amor pela música transcende barreiras linguísticas, mesmo que a pronúncia perfeita ainda seja um objetivo a ser alcançado. Conforme informação divulgada pelo g1, o desafio buscou descontrair e registrar a diversão familiar. Erros que viraram “Chumbinho” e “Lennon” Alguns pais demonstraram boa vontade e esforço, mas a pronúncia dos nomes dos integrantes do Stray Kids provou ser um obstáculo. Lidia e Júlio Pastorello, pais da fã Alice Júlia, ouviram a filha tentar reproduzir os nomes. O pai, ao tentar dizer “Changbin”, acabou pronunciando “chumbinho”, arrancando risadas. Já a mãe de Esther Amorim, Daiane Amorim, confundiu Lee Know com o lendário músico dos Beatles. “Lennon não é dos Beatles?”, brincou ela, demonstrando a confusão comum com nomes estrangeiros. Apesar dos tropeços, as crianças foram compreensivas nas avaliações. Notas Generosas de Fãs Mirins Apesar dos erros, as crianças e adolescentes mostraram-se generosos ao avaliar o desempenho de seus pais. Isabela Amado Martins, de 9 anos, deu nota 4 para sua mãe, Vanessa dos Santos, que tentou reproduzir os nomes com a ajuda da blusa da filha. Alice Júlia deu 7,5 para seus pais, Lidia e Júlio. Esther Amorim também foi gentil, concedendo 7,5 aos seus pais, Daiane e Romulo Reis. No entanto, Ana Beatriz foi mais direta, dando nota 3 para sua mãe, que conseguiu falar apenas quatro nomes com a pronúncia incorreta, enquanto a filha sabia seis. Stray Kids: Conheça os Integrantes O Stray Kids é um grupo sul-coreano composto por oito integrantes. A maioria é sul-coreana, com exceção de Bang Chan e Felix, que nasceram na Austrália. Os membros são: Bang Chan (líder), Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N. A banda se apresentou no Palco Mundo do Rock in Rio na noite de sexta-feira, atraindo uma multidão de fãs ansiosos para ver seus ídolos de perto. A energia do público e a performance do grupo marcaram mais uma noite de sucesso do festival.

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Leci Brandão celebra 82 anos com remix de ‘Zé do Caroço’ pelos DJs Guazzelli e Witz, unindo samba e batidas eletrônicas

Leci Brandão faz 82 anos e comemora com a pista de dança em remix inédito de ‘Zé do Caroço’ A icônica cantora e compositora Leci Brandão celebra seu 82º aniversário neste sábado, 12 de setembro, com um presente especial para seus fãs: o lançamento de um remix oficial de seu maior sucesso, “Zé do Caroço”. A nova versão, que une o samba tradicional com batidas eletrônicas modernas, já está disponível nas principais plataformas de áudio. O remix é uma colaboração entre os renomados DJs e produtores musicais Dre Guazzelli e Witz. Eles conseguiram a proeza de modernizar o clássico sem perder a sua essência, mantendo o canto inconfundível de Leci e a cadência do samba, mas adicionando um groove eletrônico que promete agitar as pistas de dança. Essa parceria musical carrega um **significado afetivo profundo**, especialmente para a DJ Witz, que tem uma ligação antiga com a obra de Leci Brandão. A música “Zé do Caroço” marcou sua infância através de sua mãe, Dona Josi, uma grande admiradora da artista e que sempre a incentivou em sua carreira na música eletrônica. Conforme informação divulgada pela fonte original, Leci Brandão, ao ouvir o resultado, ficou emocionada e honrada com a preservação da alma do samba. A história por trás de ‘Zé do Caroço’ Composto por Leci Brandão no final dos anos 1970, “Zé do Caroço” é um samba visionário que retrata a reconfiguração do poder nas favelas. A inspiração veio da história real de José Mendes da Silva, uma figura respeitada no Morro do Pau da Bandeira, em Vila Isabel, Rio de Janeiro. Zé do Caroço utilizava um serviço de alto-falante para disseminar informações cruciais para a comunidade, como campanhas de vacinação e matrículas escolares, demonstrando sua importância social. Um lançamento com história e raridade Curiosamente, a primeira gravação de “Zé do Caroço” por Leci Brandão, realizada em 1980, ficou arquivada pela gravadora Philips. Essa versão original, considerada raríssima, só veio a público em 2011, na coletânea “O canto livre de Leci Brandão”, organizada pelo pesquisador musical Rodrigo Faour. A gravação que efetivamente chegou às lojas foi lançada em 1985, impulsionando a carreira da cantora após um período longe dos estúdios. Leci Brandão: um legado que transcende gerações O remix de “Zé do Caroço” pelos DJs Guazzelli e Witz não é apenas uma celebração do 82º aniversário de Leci Brandão, mas também uma demonstração da **atualidade e relevância de sua obra**. A iniciativa reforça como o samba, em sua essência, pode se conectar com novas sonoridades e alcançar públicos diversos, provando que o legado de Leci Brandão continua vibrante e inspirador. A celebração da cantora com esse lançamento em plataformas digitais marca um momento especial, onde seu clássico “Zé do Caroço” ganha uma nova roupagem eletrônica, mantendo a força de sua mensagem e a originalidade de sua interpretação, um verdadeiro presente para os amantes da música brasileira.

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Rock in Rio Raiz 1985: Lama, Calor e Filas no Orelhão Marcaram o Festival que Virou Lenda

O “Rock in Rio Raiz”: como era o festival que conquistou o Brasil em 1985 O Rock in Rio de 1985, carinhosamente apelidado de “Rock in Rio Raiz”, foi um marco na história da música brasileira. Longe dos luxos e da infraestrutura moderna de hoje, a primeira edição do festival enfrentou desafios como chuva intensa, calor escaldante e infraestrutura limitada, mas tudo isso se transformou em histórias inesquecíveis. As imagens da época, capturadas por telejornais da Globo, mostram um público vibrante que não se deixava abater pelas adversidades. A Cidade do Rock, em Jacarepaguá, transformou-se em um palco de superação e diversão, onde os perrengues eram driblados com bom humor e muita energia. Desde a lama que dominava o cenário até as filas para usar um orelhão, cada detalhe compõe um retrato autêntico de um festival que se tornou lendário. Conforme informação divulgada pela Memória Globo, o evento foi um sucesso de público, recebendo cerca de 1,38 milhão de pessoas ao longo de 10 dias. A Chuva e a Lama que Viraram Palco de Festa O ano de 1985 foi marcado por chuvas intensas no Rio de Janeiro, e o Rock in Rio não ficou imune. Registros indicam precipitação em pelo menos cinco dos dez dias de festival, com 17 de janeiro sendo o dia mais crítico, quando a Cidade do Rock se transformou em um verdadeiro campo de lama. Apesar do temporal, as reportagens da época exibem cenas de roqueiros dançando em meio a poças d’água e se divertindo sem se importar com a sujeira. Quando o sol reaparecia, o desafio era o calor intenso, levando o público a buscar refúgio em chafarizes ou a transformar a Cidade do Rock em uma improvisada praia. Camping e a Aventura de Viver o Festival Intensamente Acampar nos arredores do festival era uma realidade para muitos fãs. A reportagem da época destacou a história de um garimpeiro vindo de Serra Pelada que abandonou o trabalho para curtir o evento por oito dias acampado. As imagens mostram que a infraestrutura de camping era rudimentar, com pouca ou nenhuma água disponível para banho. Essa experiência de acampamento, embora desafiadora, fazia parte da aventura e do espírito de comunidade que o Rock in Rio proporcionava. Era a chance de viver o festival de forma imersiva, longe do conforto habitual. O Orelhão: Uma Fila para Falar com o Mundo Em uma era sem smartphones, as filas para usar os orelhões eram uma cena comum. As imagens mostram pessoas aguardando pacientemente para fazer ligações, muitas vezes para mandar recados apaixonados para quem não pôde comparecer ao festival. A tecnologia da época exigia fichas ou cartões, e a espera podia ser longa. Um entrevistado bem-humorado na fila declarou que não trouxe a namorada por haver “muito brotinho aí”, evidenciando o clima descontraído e a busca por diversão que marcava o evento. A moda também tinha seu espaço, com reportagens mostrando óculos divertidos e brincos de raio em alta. Um Sucesso de Público que Entrou para a História Apesar

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DJ JP: A Jornada Inspiradora do Primeiro DJ com Síndrome de Down a Dominar o Palco do Rock in Rio

DJ JP faz história no Rock in Rio como o primeiro artista com síndrome de Down a comandar as pick-ups no Artist Village O jovem DJ JP, de 23 anos, escreveu um capítulo inesquecível na história do Rock in Rio nesta sexta-feira (11). Ele se tornou o primeiro DJ com síndrome de Down a se apresentar no prestigiado festival, subindo ao palco do Artist Village, um espaço dedicado a artistas, convidados e profissionais do evento. Sua performance é mais um marco em uma trajetória notável, que começou em casa e, em pouco mais de dois anos, a paixão pela música se consolidou em uma profissão. “Eu nunca poderia imaginar que um dia eu chegaria ao Rock In Rio, convidado para um trabalho como este, que vai mostrar meu trabalho para tanta gente. E também de como ser uma pessoa com Síndrome de Down não me impede de fazer o que eu quiser”, declarou JP, visivelmente emocionado com a oportunidade. A jornada de JP para o estrelato musical é marcada por uma profunda conexão com a música desde a infância. Criado em um ambiente familiar onde a música era presença constante, ele frequentava festas, shows, rodas de samba e blocos de rua. Essa imersão precoce em diversos ritmos e a convivência com diferentes artistas moldaram seu repertório musical, que hoje se destaca pela versatilidade, mesclando samba, MPB, pop e funk em seus sets. A profissionalização de DJ JP ganhou impulso em 2024, quando conheceu o DJ e produtor Rafael Nazareh. Nazareh, responsável pela formação de DJs na AIMEC, tornou-se um mentor fundamental. Com orientação especializada e o inestimável apoio de sua família, JP desenvolveu as técnicas necessárias para atuar profissionalmente e conquistar as pistas de dança. Um caminho de sucesso e reconhecimento “João vem de uma família muito musical, isso criou um interesse em trabalhar nessa área. Ele faz aulas há algum tempo e tem sido uma trajetória impressionante, ao mesmo tempo divertida e lúdica. Nós encontramos a melhor forma para ele aprender e seguir na profissão. Hoje, ele está apto para conduzir a pista para muitas pessoas, com todas as ferramentas e possibilidades”, afirma Rafael Nazareh, destacando o talento e a dedicação de JP. A estreia profissional de DJ JP ocorreu em 2025, no evento CasaBloco, realizado no Jockey Club, no Rio de Janeiro. O início de 2026 foi igualmente promissor, com apresentações em Recife, onde abriu shows de artistas renomados como Elba Ramalho e participou da programação do Galo da Madrugada. Nessas apresentações, JP tocou para um público estimado em mais de 20 mil pessoas, consolidando sua presença no cenário musical. A agenda de shows de JP continuou a se expandir ao longo do ano. Ele marcou presença em dois dias do Festival Harmonia, na Lagoa, e integrou a turnê “Oitentações”, de Geraldo Azevedo, entre abril e julho. Convidado pelo cantor para celebrar seus 80 anos, o DJ abriu oito apresentações da turnê em diversas capitais brasileiras, com públicos superiores a 5 mil pessoas, incluindo shows no Teatro Unimed,

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PJ Morton no Rock in Rio: Gospel, Soul e R&B Encantam Público Pequeno Ofuscado por K-Pop

PJ Morton cativa plateia com mistura de gospel, soul e R&B, mas público modesto e K-pop ofuscam apresentação no Rock in Rio PJ Morton, o talentoso tecladista do Maroon 5, realizou uma apresentação solo memorável no Palco Sunset do Rock in Rio nesta sexta-feira (11). Com um show que celebrou suas raízes no gospel e sua paixão pelo soul e R&B, Morton ofereceu uma performance íntima e envolvente. Apesar da qualidade artística inegável e da conexão genuína com os fãs presentes, a passagem de PJ Morton pelo festival foi marcada por um público relativamente pequeno. O dia foi amplamente dominado pela energia vibrante e pelo apelo massivo dos artistas de K-pop, que atraíram a maior parte do público jovem. Apesar do cenário, os que compareceram puderam testemunhar um artista em sua plenitude, demonstrando a versatilidade e profundidade de sua carreira solo. Conforme informação divulgada pelo g1, a apresentação de PJ Morton no Palco Sunset foi a primeira de suas duas aparições no Rock in Rio 2026, com a segunda marcada para o sábado (12) ao lado do Maroon 5, no Palco Mundo. PJ Morton: Uma Jornada Musical entre o Gospel e o Soul O show, intitulado “Saturday Night Sunday Morning”, foi uma imersão nas diversas facetas musicais de PJ Morton. O artista abriu a apresentação com “Mutual” e seguiu com “My Peace”, que incorpora um sample de “SpottieOttieDopalicious” do OutKast. Faixas como “Good Morning” e “Ready” também embalaram o público. Morton interagiu de forma calorosa com a plateia, expressando sua felicidade em estar ali e agradecendo a presença de todos. Em momentos de maior proximidade, quando não estava ao piano, ele buscou a conexão direta com os fãs. O artista ensinou o público a cantar o refrão de “Sticking to my guns” e pediu ajuda para o coro de “Everything’s Gonna Be Alright”, consolidando uma atmosfera de cumplicidade. O Coração do Repertório e as Inspirações de PJ Morton O repertório de 13 músicas teve como espinha dorsal o aclamado álbum “Gumbo”, de 2017. Faixas como “First Began” e “Claustrophobic” foram apresentadas, sendo esta última uma reflexão sobre a pressão da indústria musical e a importância de se manter fiel à própria identidade, uma história que inspirou o hit. Morton também incluiu em seu setlist “Better Benediction”, do álbum “Watch the Sun” (2022), e “Say So”, de JoJo (2019). Apesar de dar nome à turnê, as canções do álbum “Saturday Night / Sunday Morning” foram apresentadas em menor número. Este disco duplo explora as vertentes R&B e soul em “Saturday Night”, com uma pegada mais dançante, e o gospel em “Sunday Morning”, remetendo às origens musicais do artista e ao horário de cultos nas igrejas. Um Talento Reconhecido, Mas Nem Sempre em Destaque Total O encerramento do show ficou por conta da premiada versão de PJ Morton para “How Deep Is Your Love”, dos Bee Gees, canção que lhe rendeu um de seus seis Grammys. Filho de pastor, PJ Morton construiu sua base musical no gospel antes de se encantar por

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Maroon 5 no Rock in Rio 2026: Onde assistir ao show de hits inesquecíveis e horário exato da apresentação

Maroon 5 no Rock in Rio: saiba tudo sobre o show, horário e onde assistir O aguardado show do Maroon 5 no Rock in Rio 2026 está confirmado para este sábado, dia 12 de setembro, no Palco Mundo. A banda, uma das principais atrações do segundo fim de semana do festival, tem apresentação marcada para a meia-noite e cinco do dia seguinte, ou seja, já na madrugada de domingo, 13 de setembro. Para os fãs que não poderão estar presentes na Cidade do Rock, diversas opções de transmissão garantem que ninguém fique de fora. A cobertura completa do festival, incluindo o show do Maroon 5, estará disponível em diferentes plataformas, permitindo que o público acompanhe cada momento. A expectativa é de uma noite repleta de sucessos que atravessam gerações, com um repertório que mescla desde os primeiros hits até as canções mais recentes. Conforme informação divulgada pelo g1, o show do Maroon 5 no Rock in Rio 2026 promete ser um dos pontos altos do festival, com uma seleção de músicas que prometem emocionar e animar a plateia. Onde assistir ao show do Maroon 5 no Rock in Rio 2026 Os fãs poderão acompanhar a apresentação do Maroon 5 através da transmissão oficial do festival. Para quem busca a experiência completa, o canal **Multishow** exibirá o show ao vivo, com início da transmissão às 15h15. O **Canal Bis** também estará transmitindo o evento, começando às 15h50. Para uma experiência em alta definição, assinantes do plano **Premium do Globoplay** terão acesso à transmissão do Multishow em 4K, por meio de um sinal extra. Para o público em geral, que não é assinante, haverá um revezamento entre os canais Multishow e Bis a partir das 15h30, cobrindo os cinco palcos do Rock in Rio a cada 30 minutos. O g1 também trará flashes do festival durante a programação e exibirá um especial na noite de sábado (12), após o programa “Altas Horas”, para os que desejam acompanhar as principais notícias e momentos do dia. Que horas começa o show do Maroon 5 no Rock in Rio? O Maroon 5 sobe ao Palco Mundo pontualmente às **0h05 de sábado (12) para domingo (13)**. Embora a apresentação ocorra após a virada do dia, ela faz parte da programação oficial de sábado do Rock in Rio 2026 e marca o encerramento das atrações no Palco Mundo naquela noite. Possível setlist do Maroon 5 no Rock in Rio 2026 A banda, conhecida por seus shows energéticos, deve apresentar um repertório que inclui grandes sucessos. Uma possível lista de músicas, com base em apresentações anteriores, pode incluir faixas como ‘Harder to Breathe’, ‘Lucky Strike’, ‘This Love’, ‘Stereo Hearts’, ‘Animals’, ‘One More Night’, ‘Misery’, ‘Sunday Morning’, ‘Heavy’ (com PJ Morton), ‘Lost Stars’, ‘Won’t Go Home Without You’, ‘Memories’, ‘She Will Be Loved’, ‘Maps’, ‘What Lovers Do’, ‘Makes Me Wonder’, ‘Girls Like You’, ‘Moves Like Jagger’, ‘Payphone’ e, para fechar com chave de ouro, ‘Sugar’. A apresentação do Maroon 5 no Rock in Rio 2026 é um dos momentos

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Fran Gil, neto de Gilberto Gil, lança álbum “Onda” com regravação de avô, filha Sol de Maria e parcerias com BK e Péricles

Fran Gil, neto de Gilberto Gil, lança álbum “Onda” com regravação de avô, filha Sol de Maria e parcerias com BK e Péricles O cantor e compositor carioca Francisco Gil, conhecido como Fran, está prestes a lançar seu segundo álbum solo, intitulado “Onda”. O trabalho, programado para chegar às plataformas digitais na próxima quarta-feira, 16 de setembro, às 21h, promete agitar o cenário musical com um repertório majoritariamente autoral e participações especiais. Um dos destaques do álbum “Onda” é a regravação da canção “Deixar Você”, originalmente composta e gravada por seu avô, o icônico Gilberto Gil, há 44 anos. A música integra o álbum “Um Banda Um”, de 1982, e agora ganha a nova roupagem na voz de Fran, mostrando a força da herança musical familiar. Além da homenagem ao avô, Fran abre espaço para a nova geração e para a colaboração com artistas renomados. No álbum “Onda”, ele apresenta parcerias com sua filha Sol de Maria, com quem compôs e cantou a música “O Mundo”. O rapper BK também marca presença na faixa “Meu Jeito”, e o cantor Péricles empresta sua voz à canção “Contradição”. O sanfoneiro Mestrinho completa a lista de convidados em “Na Sua Rede”. Conforme informação divulgada, o álbum “Onda” chega para somar à trajetória musical de Fran. Um repertório diversificado em “Onda” O álbum “Onda” conta com 11 faixas, onde Fran explora diferentes sonoridades e parcerias. Além das colaborações já mencionadas, o disco traz músicas assinadas exclusivamente por Fran, como “Eu Canto”, que abre o trabalho, “Mais Perto” e “Tudo o que Você Quer”. A faixa-título, “Onda”, é uma parceria de Fran com Pablo Bispo, mostrando a versatilidade do artista. Antecipação com singles marcantes O lançamento de “Onda” foi antecedido pelo single “Reconstruir” e “Mancha de Dendê”, apresentados em 18 de agosto. Essas faixas já deram um gostinho do que o público pode esperar do álbum, com a sonoridade característica de Fran e a qualidade que tem marcado sua carreira. A herança musical de Gilberto Gil em “Onda” A regravação de “Deixar Você” em “Onda” não é apenas uma homenagem, mas também uma forma de Fran perpetuar o legado de seu avô Gilberto Gil. A canção, que fala sobre a complexidade dos relacionamentos, ganha uma nova interpretação com a sensibilidade do neto, prometendo emocionar os fãs. Colaborações que enriquecem o álbum As participações de BK, Péricles e Mestrinho em “Onda” enriquecem o álbum com suas distintas identidades musicais. A parceria com a filha Sol de Maria, “O Mundo”, demonstra a continuidade da tradição familiar, unindo diferentes gerações em prol da música.

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Rock in Rio 2025: Maroon 5, Demi Lovato e Mumford & Sons agitam o 6º dia com pop, folk e hits inesquecíveis

Rock in Rio 2025: Maroon 5, Demi Lovato e Mumford & Sons agitam o 6º dia com pop, folk e hits inesquecíveis O sexto dia do Rock in Rio 2025, neste sábado (12), se transforma em uma grande celebração do pop, com o Palco Mundo liderado por grandes nomes internacionais. A programação promete uma noite recheada de energia e sucessos que marcaram gerações. O aguardado show do Maroon 5 encerra a noite no Palco Mundo, trazendo uma lista extensa de hits que incluem “Sugar”, “Payphone” e “This Love”. A banda já tem histórico no festival, com passagens em 2011 e duas vezes em 2017, consolidando sua conexão com o público brasileiro. Antes do Maroon 5, a estrela pop Demi Lovato promete empolgar os fãs. Diferente de sua última apresentação no Brasil, focada em sua fase rock, desta vez, Lovato apresentará “It’s Not That Deep”, disco dançante lançado no fim de 2025. O show será marcado por um clima pop e animado, com sucessos de toda a sua carreira. Pop e Festa Garantidos no Palco Mundo A energia do Palco Mundo será complementada pelas apresentações de J Balvin e Pedro Sampaio, que adicionam ainda mais clima de festa ao festival, garantindo a diversidade e a animação para todos os presentes. A programação deste palco, conforme divulgado, tem início com Pedro Sampaio às 16h40, seguido por J Balvin às 19h00. Folk e Novidades no Palco Sunset No Palco Sunset, a atmosfera será mais tranquila, mas igualmente vibrante. A banda britânica Mumford & Sons, ícone dos festivais dos anos 2010, retorna ao Brasil após 10 anos. Os fãs podem esperar um show repleto de banjo e hinos indie como “The Cave” e “Little Lion Man”. O talento nacional também brilhará no Palco Sunset com João Gomes, que apresentará um show especial para o festival. O fenômeno do forró se apresentará acompanhado por uma orquestra, reunindo músicos de diversas regiões do país. O line-up se completa com Gilsons convidam Daniela Mercury e Olodum, além de Criolo, Amaro & Dino, prometendo uma rica mistura de ritmos. Onde Acompanhar o Rock in Rio 2025 Para quem não poderá comparecer ao evento, o festival será transmitido ao vivo pelo Multishow e Canal Bis. Assinantes do plano Premium do Globoplay terão acesso à transmissão em 4K. A TV Globo exibirá flashes e um especial diário com os melhores momentos de cada dia do Rock in Rio 2025. A programação detalhada para o dia 12 de setembro inclui Mumford & Sons às 22h45 e João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira às 20h10 no Palco Sunset. No Palco Mundo, Demi Lovato se apresenta às 21h20, antecedendo o Maroon 5, que sobe ao palco às 00h05. O dia 13 de setembro já tem confirmados Twenty One Pilots e Halsey no Palco Mundo, entre outras atrações.

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Rock in Rio 2026: K-pop domina com Stray Kids, Jamiroquai encanta e Alok surpreende no 5º dia

5º dia de Rock in Rio: K-pop estreia com força total e consagra Stray Kids e Jamiroquai O Rock in Rio 2026 viveu um dia histórico nesta sexta-feira (11) com a aguardada estreia do K-pop, gênero que tomou conta do público e dos palcos. A energia dos fãs, especialmente dos grupos Stray Kids e Nexz, foi palpável, com acessórios temáticos e muita vibração. Enquanto o Palco Mundo recebia a força do pop coreano com Stray Kids e Hwasa, o Sunset oferecia a groove atemporal de Jamiroquai e a versatilidade de Alok, que surpreendeu com um show que mesclou funk e eletrônica, além de um inédito feat com o grupo Twice. A noite foi marcada pela diversidade de estilos e pela capacidade do festival de unir diferentes gerações e públicos, consolidando o K-pop como um fenômeno global e a música como uma linguagem universal. Conforme divulgado pelo g1, o público compareceu em peso, com ingressos esgotados para mais um dia de celebração musical. Stray Kids: O Fenômeno K-pop que Dominou o Palco Mundo A performance do grupo Stray Kids foi o ápice da noite, com oito integrantes entregando um show enérgico e coreografias impecáveis. A plateia, composta por fãs fervorosos, os chamados “STAYs”, demonstrou sua devoção com gritos, cantoria e dancinhas sincronizadas, tornando a experiência ainda mais imersiva. Para atender à demanda do público de K-pop, a organização do festival liberou o uso de “lightsticks”, bastões de luz essenciais entre os fãs, e permitiu que os integrantes utilizassem uma passarela estendida, adaptando o Palco Mundo para o espetáculo. O grupo mostrou por que se tornou um headliner em sua segunda vinda ao Brasil. Jamiroquai: Groove Atemporal que Conecta Gerações no Sunset No Palco Sunset, a banda britânica Jamiroquai provou que seu groove é eterno. Em sua segunda participação no festival, 15 anos após a última, o grupo liderado por Jay Kay fez pais e filhos dançarem juntos, mesclando funk, soul, disco e elementos eletrônicos. Apesar de competir com a energia do K-pop no Palco Mundo, Jamiroquai cativou o público presente com sua musicalidade envolvente. O curador do festival, Zé Ricardo, destacou que a intenção era oferecer um espaço mais familiar, e o grupo cumpriu a missão de manter a pista animada com sua fórmula mágica. Alok e Hwasa: Diversidade e Força no Palco Mundo Alok, posicionado entre as atrações de K-pop, surpreendeu ao apresentar seu show “Keep Art Human”, que estreou no Coachella. O DJ goiano lançou um feat inédito com o grupo Twice e animou a plateia com um medley de funk carioca, provando sua versatilidade e a capacidade de se integrar à proposta do dia. Hwasa, por sua vez, fez história como a primeira artista solo feminina do K-pop a se apresentar no Rock in Rio. Com um show digno de diva pop, a cantora sul-coreana esbanjou sensualidade, energia e empoderamento, consolidando sua carreira solo com músicas sobre autoestima e força. Nexz, PJ Morton e Atrações Nacionais: A Mistura que Define o Rock in Rio O grupo Nexz abriu

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Stray Kids no Rock in Rio: Fãs Protagonistas em Show Histórico de K-Pop com “Ai se eu te pego”

Stray Kids agita o Rock in Rio com show eletrizante e fãs no centro do espetáculo O Stray Kids fez história ao fechar o primeiro dia dedicado ao K-pop no Rock in Rio 2023, entregando uma performance que celebrou tanto a energia do grupo quanto a devoção de seus fãs, os STAYs. Com uma estrutura adaptada e uma plateia em êxtase, o octeto sul-coreano provou porque se tornou um dos nomes mais fortes da cena musical atual. A banda, conhecida por sua sonoridade potente e coreografias precisas, mostrou um espetáculo à altura das expectativas. A organização do festival atendeu a pedidos especiais, liberando os tradicionais lightsticks e utilizando uma passarela estendida para aproximar os integrantes do público. Essa conexão foi fundamental para o sucesso da noite. Conforme informação divulgada pela fonte original, o show foi marcado por gritos, cantoria e muita interação, com os fãs reproduzindo as coreografias no palco. O grupo retribuiu com energia contagiante e momentos inesperados, como a inclusão de um trecho do hit brasileiro “Ai se eu te pego”, de Michel Teló, que gerou euforia extra. A energia contagiante dos STAYs e a força do K-pop no Palco Mundo Desde o início, o palco foi tomado por uma atmosfera de pura excitação. Os oito integrantes do Stray Kids, que já haviam se apresentado no Brasil em shows de grande porte no ano anterior, demonstraram o porquê de terem conquistado o posto de headliner na estreia do K-pop no Rock in Rio. A plateia, estimada em 100 mil pessoas, esgotou os ingressos, evidenciando a força do fandom. A performance de músicas como “Domino” foi um dos pontos altos, com coreografias impecáveis que cativaram o público. Embora utilizem vocais de apoio gravados, os membros fizeram questão de entregar partes cantadas ao vivo, reforçando a entrega e a paixão em cada canção. A interação em português, com gritos de “Faz barulho” e “Pula”, aproximou ainda mais o grupo de seus admiradores brasileiros. Sonoridade única e o conceito de “Noise Music” Ao vivo, o Stray Kids mescla batidas eletrônicas pesadas com rap e vocais inspirados no R&B. Essa fusão sonora, muitas vezes descrita como “barulhenta” para os padrões do K-pop, é um dos diferenciais do grupo. Eles próprios cunharam o termo “noise music” de forma irônica, transformando críticas iniciais em um conceito artístico. O álbum “NOEASY” é um exemplo dessa apropriação, brincando com a dualidade de “no easy” (nada fácil) e “noise” (ruído). Faixas como “Thunderous” exploram a ideia de som de forma proposital, incorporando elementos agressivos como batidas industriais e sintetizadores. A presença de uma banda ao vivo, com baixo, guitarra e bateria, adiciona peso e uma energia que pode ser comparada a gêneros como new metal e pop punk. Stray Kids: Sucesso global e produção autoral Formado em 2017 pela JYP Entertainment, o Stray Kids se consolidou como um dos grupos mais bem-sucedidos do K-pop, colecionando nove álbuns consecutivos no topo da Billboard 200. Com mais de 30 milhões de álbuns vendidos, o grupo se destaca pela produção

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Pais Gringos de Stray Kids: Entre “Chumbinho” e “Lennon”, Fãs Mirins Avaliam Desempenho Materno no Rock in Rio

Pais de fãs de K-pop enfrentam desafio de pronúncia dos nomes de integrantes do Stray Kids no Rock in Rio A apresentação do grupo sul-coreano Stray Kids no Rock in Rio, nesta sexta-feira (11), foi um momento de grande expectativa para os fãs. No entanto, para alguns pais e responsáveis que acompanharam os jovens, o desafio foi além da música: tentar pronunciar corretamente os nomes dos oito integrantes do grupo de K-pop. O g1 propôs um divertido teste aos responsáveis, pedindo que repetissem os nomes ditos pelas crianças e adolescentes. O resultado foi uma mistura de acertos, erros hilários e notas generosas, que evidenciaram a dificuldade com os nomes coreanos e australianos. A experiência, que capturou a essência da interação familiar em um grande evento musical, mostrou que o amor pela música transcende barreiras linguísticas, mesmo que a pronúncia perfeita ainda seja um objetivo a ser alcançado. Conforme informação divulgada pelo g1, o desafio buscou descontrair e registrar a diversão familiar. Erros que viraram “Chumbinho” e “Lennon” Alguns pais demonstraram boa vontade e esforço, mas a pronúncia dos nomes dos integrantes do Stray Kids provou ser um obstáculo. Lidia e Júlio Pastorello, pais da fã Alice Júlia, ouviram a filha tentar reproduzir os nomes. O pai, ao tentar dizer “Changbin”, acabou pronunciando “chumbinho”, arrancando risadas. Já a mãe de Esther Amorim, Daiane Amorim, confundiu Lee Know com o lendário músico dos Beatles. “Lennon não é dos Beatles?”, brincou ela, demonstrando a confusão comum com nomes estrangeiros. Apesar dos tropeços, as crianças foram compreensivas nas avaliações. Notas Generosas de Fãs Mirins Apesar dos erros, as crianças e adolescentes mostraram-se generosos ao avaliar o desempenho de seus pais. Isabela Amado Martins, de 9 anos, deu nota 4 para sua mãe, Vanessa dos Santos, que tentou reproduzir os nomes com a ajuda da blusa da filha. Alice Júlia deu 7,5 para seus pais, Lidia e Júlio. Esther Amorim também foi gentil, concedendo 7,5 aos seus pais, Daiane e Romulo Reis. No entanto, Ana Beatriz foi mais direta, dando nota 3 para sua mãe, que conseguiu falar apenas quatro nomes com a pronúncia incorreta, enquanto a filha sabia seis. Stray Kids: Conheça os Integrantes O Stray Kids é um grupo sul-coreano composto por oito integrantes. A maioria é sul-coreana, com exceção de Bang Chan e Felix, que nasceram na Austrália. Os membros são: Bang Chan (líder), Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N. A banda se apresentou no Palco Mundo do Rock in Rio na noite de sexta-feira, atraindo uma multidão de fãs ansiosos para ver seus ídolos de perto. A energia do público e a performance do grupo marcaram mais uma noite de sucesso do festival.

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Leci Brandão celebra 82 anos com remix de ‘Zé do Caroço’ pelos DJs Guazzelli e Witz, unindo samba e batidas eletrônicas

Leci Brandão faz 82 anos e comemora com a pista de dança em remix inédito de ‘Zé do Caroço’ A icônica cantora e compositora Leci Brandão celebra seu 82º aniversário neste sábado, 12 de setembro, com um presente especial para seus fãs: o lançamento de um remix oficial de seu maior sucesso, “Zé do Caroço”. A nova versão, que une o samba tradicional com batidas eletrônicas modernas, já está disponível nas principais plataformas de áudio. O remix é uma colaboração entre os renomados DJs e produtores musicais Dre Guazzelli e Witz. Eles conseguiram a proeza de modernizar o clássico sem perder a sua essência, mantendo o canto inconfundível de Leci e a cadência do samba, mas adicionando um groove eletrônico que promete agitar as pistas de dança. Essa parceria musical carrega um **significado afetivo profundo**, especialmente para a DJ Witz, que tem uma ligação antiga com a obra de Leci Brandão. A música “Zé do Caroço” marcou sua infância através de sua mãe, Dona Josi, uma grande admiradora da artista e que sempre a incentivou em sua carreira na música eletrônica. Conforme informação divulgada pela fonte original, Leci Brandão, ao ouvir o resultado, ficou emocionada e honrada com a preservação da alma do samba. A história por trás de ‘Zé do Caroço’ Composto por Leci Brandão no final dos anos 1970, “Zé do Caroço” é um samba visionário que retrata a reconfiguração do poder nas favelas. A inspiração veio da história real de José Mendes da Silva, uma figura respeitada no Morro do Pau da Bandeira, em Vila Isabel, Rio de Janeiro. Zé do Caroço utilizava um serviço de alto-falante para disseminar informações cruciais para a comunidade, como campanhas de vacinação e matrículas escolares, demonstrando sua importância social. Um lançamento com história e raridade Curiosamente, a primeira gravação de “Zé do Caroço” por Leci Brandão, realizada em 1980, ficou arquivada pela gravadora Philips. Essa versão original, considerada raríssima, só veio a público em 2011, na coletânea “O canto livre de Leci Brandão”, organizada pelo pesquisador musical Rodrigo Faour. A gravação que efetivamente chegou às lojas foi lançada em 1985, impulsionando a carreira da cantora após um período longe dos estúdios. Leci Brandão: um legado que transcende gerações O remix de “Zé do Caroço” pelos DJs Guazzelli e Witz não é apenas uma celebração do 82º aniversário de Leci Brandão, mas também uma demonstração da **atualidade e relevância de sua obra**. A iniciativa reforça como o samba, em sua essência, pode se conectar com novas sonoridades e alcançar públicos diversos, provando que o legado de Leci Brandão continua vibrante e inspirador. A celebração da cantora com esse lançamento em plataformas digitais marca um momento especial, onde seu clássico “Zé do Caroço” ganha uma nova roupagem eletrônica, mantendo a força de sua mensagem e a originalidade de sua interpretação, um verdadeiro presente para os amantes da música brasileira.

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Rock in Rio Raiz 1985: Lama, Calor e Filas no Orelhão Marcaram o Festival que Virou Lenda

O “Rock in Rio Raiz”: como era o festival que conquistou o Brasil em 1985 O Rock in Rio de 1985, carinhosamente apelidado de “Rock in Rio Raiz”, foi um marco na história da música brasileira. Longe dos luxos e da infraestrutura moderna de hoje, a primeira edição do festival enfrentou desafios como chuva intensa, calor escaldante e infraestrutura limitada, mas tudo isso se transformou em histórias inesquecíveis. As imagens da época, capturadas por telejornais da Globo, mostram um público vibrante que não se deixava abater pelas adversidades. A Cidade do Rock, em Jacarepaguá, transformou-se em um palco de superação e diversão, onde os perrengues eram driblados com bom humor e muita energia. Desde a lama que dominava o cenário até as filas para usar um orelhão, cada detalhe compõe um retrato autêntico de um festival que se tornou lendário. Conforme informação divulgada pela Memória Globo, o evento foi um sucesso de público, recebendo cerca de 1,38 milhão de pessoas ao longo de 10 dias. A Chuva e a Lama que Viraram Palco de Festa O ano de 1985 foi marcado por chuvas intensas no Rio de Janeiro, e o Rock in Rio não ficou imune. Registros indicam precipitação em pelo menos cinco dos dez dias de festival, com 17 de janeiro sendo o dia mais crítico, quando a Cidade do Rock se transformou em um verdadeiro campo de lama. Apesar do temporal, as reportagens da época exibem cenas de roqueiros dançando em meio a poças d’água e se divertindo sem se importar com a sujeira. Quando o sol reaparecia, o desafio era o calor intenso, levando o público a buscar refúgio em chafarizes ou a transformar a Cidade do Rock em uma improvisada praia. Camping e a Aventura de Viver o Festival Intensamente Acampar nos arredores do festival era uma realidade para muitos fãs. A reportagem da época destacou a história de um garimpeiro vindo de Serra Pelada que abandonou o trabalho para curtir o evento por oito dias acampado. As imagens mostram que a infraestrutura de camping era rudimentar, com pouca ou nenhuma água disponível para banho. Essa experiência de acampamento, embora desafiadora, fazia parte da aventura e do espírito de comunidade que o Rock in Rio proporcionava. Era a chance de viver o festival de forma imersiva, longe do conforto habitual. O Orelhão: Uma Fila para Falar com o Mundo Em uma era sem smartphones, as filas para usar os orelhões eram uma cena comum. As imagens mostram pessoas aguardando pacientemente para fazer ligações, muitas vezes para mandar recados apaixonados para quem não pôde comparecer ao festival. A tecnologia da época exigia fichas ou cartões, e a espera podia ser longa. Um entrevistado bem-humorado na fila declarou que não trouxe a namorada por haver “muito brotinho aí”, evidenciando o clima descontraído e a busca por diversão que marcava o evento. A moda também tinha seu espaço, com reportagens mostrando óculos divertidos e brincos de raio em alta. Um Sucesso de Público que Entrou para a História Apesar

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DJ JP: A Jornada Inspiradora do Primeiro DJ com Síndrome de Down a Dominar o Palco do Rock in Rio

DJ JP faz história no Rock in Rio como o primeiro artista com síndrome de Down a comandar as pick-ups no Artist Village O jovem DJ JP, de 23 anos, escreveu um capítulo inesquecível na história do Rock in Rio nesta sexta-feira (11). Ele se tornou o primeiro DJ com síndrome de Down a se apresentar no prestigiado festival, subindo ao palco do Artist Village, um espaço dedicado a artistas, convidados e profissionais do evento. Sua performance é mais um marco em uma trajetória notável, que começou em casa e, em pouco mais de dois anos, a paixão pela música se consolidou em uma profissão. “Eu nunca poderia imaginar que um dia eu chegaria ao Rock In Rio, convidado para um trabalho como este, que vai mostrar meu trabalho para tanta gente. E também de como ser uma pessoa com Síndrome de Down não me impede de fazer o que eu quiser”, declarou JP, visivelmente emocionado com a oportunidade. A jornada de JP para o estrelato musical é marcada por uma profunda conexão com a música desde a infância. Criado em um ambiente familiar onde a música era presença constante, ele frequentava festas, shows, rodas de samba e blocos de rua. Essa imersão precoce em diversos ritmos e a convivência com diferentes artistas moldaram seu repertório musical, que hoje se destaca pela versatilidade, mesclando samba, MPB, pop e funk em seus sets. A profissionalização de DJ JP ganhou impulso em 2024, quando conheceu o DJ e produtor Rafael Nazareh. Nazareh, responsável pela formação de DJs na AIMEC, tornou-se um mentor fundamental. Com orientação especializada e o inestimável apoio de sua família, JP desenvolveu as técnicas necessárias para atuar profissionalmente e conquistar as pistas de dança. Um caminho de sucesso e reconhecimento “João vem de uma família muito musical, isso criou um interesse em trabalhar nessa área. Ele faz aulas há algum tempo e tem sido uma trajetória impressionante, ao mesmo tempo divertida e lúdica. Nós encontramos a melhor forma para ele aprender e seguir na profissão. Hoje, ele está apto para conduzir a pista para muitas pessoas, com todas as ferramentas e possibilidades”, afirma Rafael Nazareh, destacando o talento e a dedicação de JP. A estreia profissional de DJ JP ocorreu em 2025, no evento CasaBloco, realizado no Jockey Club, no Rio de Janeiro. O início de 2026 foi igualmente promissor, com apresentações em Recife, onde abriu shows de artistas renomados como Elba Ramalho e participou da programação do Galo da Madrugada. Nessas apresentações, JP tocou para um público estimado em mais de 20 mil pessoas, consolidando sua presença no cenário musical. A agenda de shows de JP continuou a se expandir ao longo do ano. Ele marcou presença em dois dias do Festival Harmonia, na Lagoa, e integrou a turnê “Oitentações”, de Geraldo Azevedo, entre abril e julho. Convidado pelo cantor para celebrar seus 80 anos, o DJ abriu oito apresentações da turnê em diversas capitais brasileiras, com públicos superiores a 5 mil pessoas, incluindo shows no Teatro Unimed,

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PJ Morton no Rock in Rio: Gospel, Soul e R&B Encantam Público Pequeno Ofuscado por K-Pop

PJ Morton cativa plateia com mistura de gospel, soul e R&B, mas público modesto e K-pop ofuscam apresentação no Rock in Rio PJ Morton, o talentoso tecladista do Maroon 5, realizou uma apresentação solo memorável no Palco Sunset do Rock in Rio nesta sexta-feira (11). Com um show que celebrou suas raízes no gospel e sua paixão pelo soul e R&B, Morton ofereceu uma performance íntima e envolvente. Apesar da qualidade artística inegável e da conexão genuína com os fãs presentes, a passagem de PJ Morton pelo festival foi marcada por um público relativamente pequeno. O dia foi amplamente dominado pela energia vibrante e pelo apelo massivo dos artistas de K-pop, que atraíram a maior parte do público jovem. Apesar do cenário, os que compareceram puderam testemunhar um artista em sua plenitude, demonstrando a versatilidade e profundidade de sua carreira solo. Conforme informação divulgada pelo g1, a apresentação de PJ Morton no Palco Sunset foi a primeira de suas duas aparições no Rock in Rio 2026, com a segunda marcada para o sábado (12) ao lado do Maroon 5, no Palco Mundo. PJ Morton: Uma Jornada Musical entre o Gospel e o Soul O show, intitulado “Saturday Night Sunday Morning”, foi uma imersão nas diversas facetas musicais de PJ Morton. O artista abriu a apresentação com “Mutual” e seguiu com “My Peace”, que incorpora um sample de “SpottieOttieDopalicious” do OutKast. Faixas como “Good Morning” e “Ready” também embalaram o público. Morton interagiu de forma calorosa com a plateia, expressando sua felicidade em estar ali e agradecendo a presença de todos. Em momentos de maior proximidade, quando não estava ao piano, ele buscou a conexão direta com os fãs. O artista ensinou o público a cantar o refrão de “Sticking to my guns” e pediu ajuda para o coro de “Everything’s Gonna Be Alright”, consolidando uma atmosfera de cumplicidade. O Coração do Repertório e as Inspirações de PJ Morton O repertório de 13 músicas teve como espinha dorsal o aclamado álbum “Gumbo”, de 2017. Faixas como “First Began” e “Claustrophobic” foram apresentadas, sendo esta última uma reflexão sobre a pressão da indústria musical e a importância de se manter fiel à própria identidade, uma história que inspirou o hit. Morton também incluiu em seu setlist “Better Benediction”, do álbum “Watch the Sun” (2022), e “Say So”, de JoJo (2019). Apesar de dar nome à turnê, as canções do álbum “Saturday Night / Sunday Morning” foram apresentadas em menor número. Este disco duplo explora as vertentes R&B e soul em “Saturday Night”, com uma pegada mais dançante, e o gospel em “Sunday Morning”, remetendo às origens musicais do artista e ao horário de cultos nas igrejas. Um Talento Reconhecido, Mas Nem Sempre em Destaque Total O encerramento do show ficou por conta da premiada versão de PJ Morton para “How Deep Is Your Love”, dos Bee Gees, canção que lhe rendeu um de seus seis Grammys. Filho de pastor, PJ Morton construiu sua base musical no gospel antes de se encantar por

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