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Djavan surpreende fãs com ‘lados B’ e sucessos em show comemorativo de 50 anos de carreira

Djavan encanta público em São Paulo com show de 50 anos de carreira, misturando sucessos e joias escondidas da discografia.

O cantor, compositor e violonista alagoano Djavan celebrou seus 50 anos de carreira com a estreia da turnê “Djavanear 50 anos – Só sucessos”, que aconteceu em 8 de maio no Allianz Parque, em São Paulo. A apresentação, que já ganhou uma data extra na cidade devido à alta procura, mostrou que o artista, projetado nacionalmente em 1975, sabe surpreender seu público.

Fiel ao título da turnê, Djavan apresentou um repertório majoritariamente composto por seus grandes sucessos. Dos 27 títulos cantados, pelo menos 20 são canções que marcaram a história da música brasileira e a carreira do artista. No entanto, o que chamou a atenção foram as escolhas de algumas músicas menos óbvias, os chamados “lados B”, que enriqueceram ainda mais a experiência do show.

Essas surpresas musicais, todas de autoria do próprio Djavan, foram um presente para os fãs mais atentos. O show, que faz alusão aos 50 anos desde o lançamento do primeiro álbum do artista, “A voz • O violão • A música de Djavan”, em 1976, provou que a obra de Djavan é vasta e cheia de pérolas ainda a serem redescobertas. Conforme informação divulgada pela fonte do conteúdo, essa seleção cuidadosa de músicas, incluindo os “lados B”, demonstra a riqueza e a profundidade do cancioneiro djavaniano.

“Quase de Manhã” e “Mal de Mim”, raridades no palco

Entre as surpresas mais notáveis do roteiro, destaca-se “Quase de Manhã”. Lançada há 40 anos no álbum “Meu lado” (1986), esta canção contou com a participação do renomado saxofonista norte-americano David Sanborn (1945 – 2024) em sua gravação original. A música, que nunca havia sido regravada por Djavan desde então, permaneceu como uma joia escondida em sua discografia até agora.

Outra escolha que surpreendeu foi “Mal de Mim”, apresentada originalmente no álbum “Djavan” (1989). Na época, a faixa foi ofuscada pelo sucesso estrondoso da balada “Oceano” e pela popularidade posterior de “Cigano”, ambas presentes no setlist da turnê atual. A inclusão de “Mal de Mim” permitiu que essa canção ganhasse um novo destaque.

Outras joias raras e homenagens sutis

A turnê “Djavanear 50 anos – Só sucessos” também trouxe outras composições menos badaladas, mas igualmente significativas, como “Me leve” (1987) e “Miragem” (1984). Ambas foram incluídas no repertório, mostrando a versatilidade e a consistência da obra autoral do artista ao longo das décadas.

Além dessas, “Lambada de serpente”, parceria de Djavan com o poeta Cacaso (1944 – 1987) lançada em “Alumbramento” (1980), também marcou presença. Embora seja uma composição conhecida, não atinge o status de “hit” de outras canções, mas sua inclusão reforça a qualidade poética e musical das obras menos exploradas.

Uma sequência emocionante do show une “Azul” (1982), “Açaí” (1981) e “O vento” (1987). Essas músicas têm uma forte associação na memória popular com a voz inesquecível de Gal Costa (1945 – 2022), uma das maiores intérpretes da obra de Djavan, adicionando uma camada de homenagem e afeto à apresentação.

A banda que acompanha Djavan

No palco, Djavan é acompanhado por uma banda talentosa, composta por Felipe Alves (bateria), Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn), Marcelo Mariano (baixo), Marcelo Martins (sax tenor e flauta), Paulo Calasans (piano e teclados), Rafael Rocha (trombone), Renato Fonseca (teclado) e Torcuato Mariano (guitarra e violão). As vocalistas Clara Carolina e Jenni Rocha completam o time.

A apresentação no Allianz Parque, que contou com 27 músicas no roteiro principal e dois bises, celebrou a rica trajetória de Djavan, reafirmando seu lugar como um dos maiores nomes da música brasileira. A turnê “Djavanear 50 anos – Só sucessos” promete continuar encantando o público por todo o país com essa mistura perfeita de canções consagradas e descobertas musicais.

A lista completa das 27 músicas apresentadas na estreia inclui sucessos como “Sina”, “Eu te devoro”, “Boa noite”, “Cigano”, “Nem um dia”, “Linha do Equador”, “Outono”, “Meu bem querer”, “Oceano”, “Pétala”, “Serrado”, “Fato consumado”, “Flor de lis”, “Samurai” e “Lilás”. A inclusão de “Um brinde” (2025) e “Quase de manhã” (1986), “Mal de mim”, “Me leve” e “Miragem” demonstra a atenção de Djavan em revisitar diferentes fases de sua carreira, agradando tanto os fãs de longa data quanto as novas gerações.

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