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Lei do Frete Mínimo Garante Pagamento Justo a Caminhoneiros: CIOT e Fiscalização Rigorosa Combatem Irregularidades no Transporte de Cargas

Nova Lei do Frete Mínimo: Entenda as Mudanças e Garantias para Motoristas Uma nova lei, sancionada nesta quarta-feira (5), traz importantes garantias para os motoristas autônomos e empresas no transporte rodoviário de cargas. A medida visa assegurar o pagamento do piso mínimo do frete, combatendo práticas irregulares e fortalecendo a fiscalização no setor. A legislação impõe novas regras que prometem trazer mais transparência e segurança para os profissionais da estrada. Com o objetivo de garantir que o trabalho seja devidamente remunerado, o texto traz mecanismos que facilitam o controle e a aplicação da lei. A partir de agora, o Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) se torna uma ferramenta essencial. Conforme informações divulgadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a obrigatoriedade da apresentação deste código antes do início da viagem é um passo crucial para a efetivação do piso mínimo. CIOT: A Chave para a Garantia do Frete Mínimo A exigência do CIOT é fundamental para que todas as contratações de frete cumpram o valor estabelecido como piso mínimo. Segundo a ANTT, caso o código não seja emitido, o que indica o não cumprimento das exigências, a viagem não poderá ser iniciada, bloqueando assim os fretamentos irregulares desde a fase de contratação. Este código está diretamente vinculado ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. A ANTT reforça que a fiscalização do cumprimento das novas regras será realizada de forma automática e em larga escala, o que também contribui para o combate ao comércio ilegal de mercadorias, especialmente aquelas transportadas sem a devida nota fiscal. Fiscalização Automática e Combate ao Comércio Ilegal A sanção da lei, pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, transforma a medida provisória editada em março em uma regra permanente. Essa consolidação legislativa traz mais segurança jurídica para os envolvidos no transporte rodoviário de cargas. A implementação do CIOT e a fiscalização automatizada representam um avanço significativo no combate à informalidade e à concorrência desleal. Com a nova lei, espera-se um ambiente de negócios mais justo e transparente para todos os participantes da cadeia logística. Impacto no Transporte Rodoviário de Cargas A nova legislação tem o potencial de reestruturar a forma como os fretes são negociados e pagos no Brasil. A garantia do piso mínimo do frete é uma demanda antiga dos caminhoneiros, que buscam valorização e condições dignas de trabalho. O aumento da fiscalização, aliado à tecnologia do CIOT, visa coibir a exploração e garantir que os motoristas recebam um valor justo pelo seu trabalho, contribuindo para a sustentabilidade do setor de transporte rodoviário de cargas.

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Augusto Cury Oficializado: Escritor E Psiquiatra Lança Candidatura Presidencial Pelo Avante e Propõe Semipresidencialismo

Augusto Cury se torna candidato à Presidência pelo partido Avante, propondo o semipresidencialismo como modelo de governo. O escritor e psiquiatra Augusto Cury foi oficializado como candidato à Presidência da República pelo partido Avante. A decisão ocorreu durante a convenção nacional da legenda, realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A escolha de Cury marca um passo importante na estratégia do Avante para as próximas eleições. O partido busca se destacar no cenário político com um nome conhecido nacionalmente por sua obra literária e sua atuação na área da saúde mental. Ainda não há definição sobre o nome que comporá a chapa como vice-presidente. As conversas para uma aliança com o Novo, liderado por Romeu Zema, foram oficialmente descartadas, segundo Cury. Conforme informação divulgada pelo partido, a possibilidade de composição de chapa entre Avante e Novo está praticamente inviabilizada. Semipresidencialismo como Proposta Central Em seu discurso para filiados e dirigentes do partido, Augusto Cury defendeu a necessidade de **mudanças significativas no sistema de governo brasileiro**. Sua principal proposta, caso eleito, é a adoção do **semipresidencialismo**. Neste modelo, Cury explicou que o presidente da República seria responsável pelas **funções estratégicas** do país, enquanto um primeiro-ministro, nomeado pelo presidente, cuidaria da **condução da administração do governo**. A ideia é buscar uma maior eficiência na gestão pública. Convenções e Prazos Eleitorais O partido Avante está entre as legendas que estão oficializando suas candidaturas na reta final do calendário eleitoral. As convenções partidárias, onde as decisões sobre candidaturas são tomadas, se encerram na próxima quarta-feira, dia 5. O prazo final para o registro de todas as candidaturas junto à Justiça Eleitoral está marcado para 15 de agosto. Caminhada Eleitoral e Negociações A **candidatura de Augusto Cury** representa uma nova opção para o eleitorado que busca alternativas aos nomes tradicionais da política. O escritor, conhecido por seus livros sobre inteligência e desenvolvimento humano, traz para a arena política suas reflexões sobre a mente humana e a sociedade. Apesar de ter descartado a aliança com o Novo, o Avante segue focado em construir uma chapa competitiva. A definição do candidato a vice-presidente será um dos próximos passos importantes para a campanha de Augusto Cury. Augusto Cury e o Legado Literário na Política A entrada de Augusto Cury na disputa presidencial pelo Avante gera expectativas sobre como sua visão de mundo, moldada por anos de estudo e escrita sobre a psique humana, se traduzirá em políticas públicas. O **semipresidencialismo** é visto como um dos pilares de sua plataforma. O partido Avante aposta na popularidade e na capacidade de comunicação de Cury para conquistar votos. A **campanha presidencial** promete debates sobre os rumos do Brasil, com propostas que buscam inovar e apresentar soluções para os desafios do país.

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TRE-RJ Desmonta Urna Eletrônica ao Vivo e Desafia Críticos: “Sistema Mais Aberto e Testado do Brasil”

TRE-RJ Abertamente Demonstra Segurança da Urna Eletrônica Contra Fraudes e Desinformação Em uma iniciativa inédita, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) abriu as portas de seus bastidores nesta segunda-feira (3) para demonstrar o funcionamento interno da urna eletrônica. A apresentação, direcionada à imprensa e entidades fiscalizadoras, visou desmistificar o equipamento e fortalecer a confiança da sociedade no processo eleitoral brasileiro, cada vez mais alvo de campanhas de desinformação. A demonstração prática incluiu o desmonte completo da urna, permitindo aos presentes observar de perto os circuitos eletrônicos e os diversos mecanismos de segurança que garantem a integridade do voto. A ação faz parte da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e busca combater as frequentes narrativas falsas que circulam, especialmente nas redes sociais, sobre a confiabilidade do voto eletrônico. O presidente do TRE-RJ, Claudio de Mello Tavares, foi enfático ao defender o sistema. “A legitimidade das urnas eletrônicas é inquestionável”, afirmou. Ele ressaltou que o sistema é submetido a rigorosas inspeções e testes, sendo, segundo ele, “o sistema mais aberto, mais inspecionado e mais testado nesse país”. Conforme divulgado pelo TRE-RJ, o código-fonte da urna é examinado por diversos atores importantes, incluindo partidos políticos, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público, universidades e as Forças Armadas, evidenciando um processo de fiscalização robusto e democrático. Detalhes Técnicos Revelam Múltiplas Camadas de Proteção Michel Kovacs, secretário de Tecnologia da Informação (STI) do TRE, conduziu a apresentação técnica, detalhando as barreiras físicas e digitais que impedem qualquer tipo de fraude. Ele explicou que as urnas utilizam lacres de segurança produzidos pela Casa da Moeda, que evidenciam qualquer tentativa de violação. Além disso, assinaturas digitais, biometria e auditorias constantes compõem um complexo sistema de segurança em camadas. Kovacs detalhou ainda que, no dia da votação, os dados de cada seção e os votos são gravados tanto na memória interna da urna quanto em mídias externas. Em caso de falha técnica, uma mídia de contingência garante a transferência segura dos dados para uma urna reserva, permitindo que a votação continue sem interrupções ou perda de votos, assegurando a continuidade e a integridade do processo eleitoral. Sistema Isolado e Rigor na Fabricação Garantem Voto Seguro Um dos pontos cruciais destacados por Kovacs é que a urna eletrônica opera em um sistema isolado, sem qualquer conexão com a internet. Essa característica, combinada com a atualização simultânea em todo o país, torna extremamente difícil para qualquer criminoso burlar as diversas barreiras de segurança sem ser detectado. A segurança é reforçada desde a concepção do projeto. A Justiça Eleitoral é a responsável por definir todas as especificações técnicas e de segurança, enquanto empresas privadas contratadas apenas produzem o hardware seguindo rigorosamente esses projetos. Durante a fabricação, nem mesmo o fabricante possui controle total, utilizando componentes de segurança que exigem procedimentos específicos para a ativação das urnas após saírem da fábrica, o que garante um controle ainda maior sobre o equipamento. Retorno ao Voto em Papel Seria um Retrocesso, Afirma Especialista Questionado sobre a

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PL da Misoginia: Mulheres Marcham em Todo o Brasil por Votação Urgente na Câmara dos Deputados

Mulheres de todo o Brasil saem às ruas para exigir votação do PL da Misoginia O movimento Levante Mulheres Vivas organizou neste domingo (2) manifestações em diversas cidades brasileiras. O objetivo é pressionar a Câmara dos Deputados a votar o Projeto de Lei (PL) 896/2023, conhecido como PL da Misoginia. A proposta já foi aprovada no Senado e aguarda despacho do presidente da Casa, Arthur Lira, para ser levada ao plenário. O PL da Misoginia visa incluir crimes motivados por misoginia entre aqueles punidos por discriminação e preconceito. A proposta altera a Lei 7.716/1989 e prevê penas de dois a cinco anos de reclusão para atos que configurem misoginia. A definição de misoginia no projeto abrange a prática, indução ou incitação à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher, em razão de sua condição feminina. A condição de mulher também foi adicionada a um artigo sobre injúria relacionado a raça, cor, etnia e procedência nacional. Mobilização Nacional em Defesa dos Direitos das Mulheres As manifestações ocorreram em cidades como Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, além de outras capitais e municípios. Segundo Rachel Ripani, cofundadora do Levante Mulheres Vivas, a mobilização partiu da sociedade civil, incluindo mulheres e homens, indignados com o avanço dos feminicídios e do discurso de ódio online contra mulheres. “É uma mobilização que vem da sociedade civil, é uma manifestação que vem das mulheres, do movimento feminista, mas também de homens. Então a gente está em um momento que é consenso da sociedade que o discurso de ódio digital contra mulheres tem se tornado uma coisa perigosa para todos”, afirmou Ripani. Objetivo é Coibir Violência e Proteger Mulheres O Levante Mulheres Vivas trabalha para que haja um consenso entre os parlamentares na construção de um texto claro e objetivo. O objetivo é impedir a violência digital e coibir ainda mais o feminicídio. Ripani esclareceu que o PL não visa impedir a liberdade de expressão, mas sim barrar a prática de crimes e proteger as mulheres. “É urgente a gente falar disso para mulheres, mas também para os adolescentes, porque senão continua tendo mentoria [nas redes] ensinando que estupro coletivo é legal, mostrando como é que você dopa uma menina para depois filmar ela, promovendo concurso de fake nude em escola”, alertou Ripani. Expectativa de Votação e Impacto Político Com faixas e cartazes clamando por um “Brasil sem misoginia” e alertando que “Se a Câmara não ouve as mulheres, as ruas vão falar!”, os manifestantes esperam que o presidente da Câmara pauta o PL da Misoginia logo após a retomada das sessões deliberativas, prevista para a semana de 10 de agosto. Ripani destacou a importância da mobilização como uma “última chance antes das eleições” para sensibilizar os parlamentares. “Que seja ouvida a opinião deles publicamente, para que o Brasil saiba de que lado estão os nossos deputados que estão buscando reeleição este ano”, concluiu. A reportagem entrou em contato com a assessoria do presidente da Câmara,

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Democrata lança Wilson Grassi Júnior como candidato à Presidência em 2026, marcando sua estreia eleitoral para o cargo máximo

Democrata oficializa Wilson Grassi Júnior como seu candidato à Presidência da República em 2026 A convenção do partido Democrata, realizada neste domingo (2) no Rio de Janeiro, marcou um momento histórico para a legenda ao oficializar a candidatura de **Wilson Grassi Júnior** ao cargo de presidente da República. Esta é a primeira vez que o partido, que mudou de nome em dezembro de 2025, deixando de ser Partido da Mulher Brasileira (PMB), lança um candidato à Presidência desde sua fundação em 2008. A definição do candidato a vice-presidente e a possibilidade de formação de coligações permanecem em aberto, sob a responsabilidade da Comissão Executiva Nacional da legenda. A Agência Brasil está acompanhando de perto os desdobramentos das convenções nacionais partidárias que definirão os candidatos para as eleições de 2026. As próximas oficializações incluem União Brasil em 4 de agosto, e PRD e Solidariedade no dia 5 de agosto. Quem é Wilson Grassi Júnior, o candidato do Democrata Nascido em São Paulo, Wilson Grassi Júnior é **veterinário de formação**. Sua trajetória profissional inclui uma atuação relevante como conselheiro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo (Anclivepa-SP). Nesse papel, ele contribuiu significativamente para o projeto de implantação e gestão do **primeiro hospital público para cães e gatos do país**, localizado na zona leste de São Paulo, no bairro do Tatuapé. Essa iniciativa destaca seu compromisso com causas sociais e de bem-estar animal. Cenário eleitoral e próximos passos A decisão do Democrata de lançar um candidato próprio à Presidência sinaliza uma nova estratégia para o partido, que busca maior protagonismo no cenário político nacional. A definição do vice e a eventual formação de alianças serão cruciais para a consolidação da candidatura de Wilson Grassi Júnior. Oito partidos ainda não anunciaram as datas de suas convenções nacionais. São eles Avante, Cidadania, Podemos, PP, PSDB, PSOL, Rede e Republicanos. Acompanhar essas definições é essencial para entender o panorama completo das eleições de 2026. Demais convenções partidárias agendadas A corrida eleitoral para 2026 já tem algumas datas definidas para as convenções. O União Brasil realizará seu evento em 4 de agosto, seguido pelo PRD e pelo Solidariedade, ambos marcados para 5 de agosto. Essas oficializações darão mais clareza sobre os concorrentes na disputa presidencial.

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PSTU oficializa Hertz Dias e Vera Lúcia: conheça a chapa que promete alternativa socialista para 2026

PSTU lança Hertz Dias à Presidência e Vera Lúcia para o governo de SP, apostando em candidatura socialista independente O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU) confirmou oficialmente as candidaturas de Hertz Dias para a Presidência da República e de Vera Lúcia para o governo do estado de São Paulo. A decisão foi tomada em convenção realizada nesta sexta-feira (31), reunindo militantes e apoiadores do partido. A chapa presidencial terá Vanessa Portugal como vice-presidente, enquanto Renata França disputará o cargo de vice-governadora em São Paulo. A legenda busca se posicionar como uma voz distinta no cenário político nacional. A confirmação das candidaturas marca o início da corrida eleitoral para o partido, que tem em seu projeto a proposta de apresentar uma alternativa de esquerda para a classe trabalhadora. Conforme informação divulgada pelo PSTU, a convenção ocorreu no Sindicato dos Metroviários, localizado no bairro do Belém, na zona leste da capital paulista. Hertz Dias: do Maranhão para a Presidência com discurso socialista Hertz Dias, professor da rede pública no Maranhão e também conhecido por sua atuação como rapper, aceitou o desafio de concorrer à Presidência da República. Sua plataforma política se concentra em **enfrentar a extrema direita** e oferecer uma opção socialista e independente para os trabalhadores. O candidato busca ressoar com o eleitorado que se sente representado por um discurso de **ruptura com as políticas tradicionais** e que anseia por um projeto que priorize os interesses da classe trabalhadora. Dias aposta em sua trajetória e em sua experiência para defender um Brasil mais justo. Vera Lúcia: operária de calçados na disputa pelo governo de São Paulo No cenário paulista, Vera Lúcia, que é operária na indústria de calçados, foi oficializada como candidata ao governo do estado. Sua candidatura se apresenta como uma **alternativa socialista** aos governos atuais e aos interesses do empresariado. Vera Lúcia pretende levar para o Palácio dos Bandeirantes as demandas e as pautas da classe trabalhadora. A candidata defende um projeto que **transforme a realidade dos trabalhadores** e que rompa com as políticas que considera prejudiciais ao povo. Chapa completa e objetivos do PSTU para as eleições A definição de Hertz Dias e Vera Lúcia como cabeças de chapa reflete a estratégia do PSTU de fortalecer sua presença política em nível nacional e estadual. O partido busca ampliar o debate sobre as questões sociais e econômicas do país. Com candidaturas que emergem diretamente das bases trabalhadoras, o PSTU demonstra seu compromisso em **representar os interesses da classe trabalhadora** e oferecer um projeto político diferenciado, focado em **transformações sociais profundas** e na defesa de um socialismo democrático.

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Eleições 2026: Rio de Janeiro tem quase 13 milhões de eleitores aptos para o 1º turno, com aumento de 0,23% no eleitorado

RJ: Quase 13 milhões de eleitores fluminenses estão aptos a votar no 1º turno das eleições de 2026. No próximo pleito, mais de 12,8 milhões de eleitores no estado do Rio de Janeiro poderão comparecer às urnas. Este número representa um ligeiro aumento de 0,23% em comparação com as eleições gerais de 2022. A disputa em 2026 abrangerá cargos importantes como presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. O eleitorado fluminense, que representa 8,10% do total nacional, consolida o Rio de Janeiro como o terceiro maior colégio eleitoral do país. Conforme informação divulgada pela Justiça Eleitoral, o estado de São Paulo lidera com o maior número de eleitores, seguido por Minas Gerais. Acompanhe os detalhes sobre a distribuição geográfica e o perfil do eleitorado fluminense. Biometria em Alta: Mais de 10 milhões de eleitores fluminenses com dados biométricos registrados. Um dado significativo é o avanço da biometria no estado. Atualmente, 81,06% dos eleitores fluminenses, o que totaliza 10.421.768 pessoas, possuem seus dados biométricos cadastrados na Justiça Eleitoral. Isso permitirá que votem utilizando a tecnologia, proporcionando mais segurança e agilidade ao processo eleitoral. Em 2022, o percentual de eleitores com biometria era de 56,64%, com 7.265.152 votantes cadastrados. O aumento expressivo demonstra a adesão e a importância crescente da biometria para as eleições futuras. Distribuição Geográfica: Capital concentra a maior parte do eleitorado, mas interior também se destaca. A capital do Rio de Janeiro lidera a distribuição geográfica do eleitorado, com 4.950.429 pessoas aptas a votar. Na Região Metropolitana, São Gonçalo aparece em segundo lugar com 653.494 eleitores, seguida por Duque de Caxias (635.079) e Nova Iguaçu (615.377), na Baixada Fluminense. O estado possui 92 municípios, e 25 deles contam com mais de 100 mil eleitores. Em contrapartida, as cidades com o menor número de eleitores são Laje do Muriaé (6.970), Macuco (7.145) e São José de Ubá (7.651), demonstrando a diversidade de tamanhos dos colégios eleitorais dentro do território fluminense. Perfil do Eleitorado Fluminense: Mulheres lideram, e participação de jovens e idosos é relevante. O Cadastro Eleitoral de 2026 revela que o público feminino compõe a maioria do eleitorado no Rio de Janeiro, com 6.946.339 eleitoras, representando 54% do total. Os homens somam 5.902.909 votantes. Há também 7.752 eleitores sem informação de sexo e 3.388 eleitores com nome social. Um aspecto importante é a inclusão e o acesso para pessoas com deficiência. Neste ano, 141.418 eleitores fluminenses declararam ter algum tipo de deficiência, sendo que 57.600 relataram dificuldades de locomoção. A Justiça Eleitoral tem trabalhado para garantir a acessibilidade em todas as seções eleitorais. A participação dos jovens de 16 e 17 anos é de 67.628 eleitores, para os quais o voto é facultativo. Da mesma forma, o voto é facultativo para os 1.839.654 eleitores com 70 anos ou mais. O engajamento cívico de todas as faixas etárias é fundamental para a democracia.

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PCB Define Edmilson Costa como Candidato à Presidência e Cleusa Santos à Vice em Convenção Nacional

PCB lança Edmilson Costa para presidência e Cleusa Santos para vice em evento nacional O Partido Comunista Brasileiro (PCB) confirmou oficialmente nesta manhã a candidatura de Edmilson Costa à presidência da República. A decisão foi tomada durante a convenção nacional do partido, que ocorreu no auditório da Câmara Municipal de São Paulo. A chapa majoritária será composta ainda por Cleusa Santos, que concorrerá ao cargo de vice-presidente. Os nomes foram aprovados em um evento que reuniu militantes e lideranças do partido, marcando o início formal da corrida eleitoral para a sigla. Edmilson Costa possui formação acadêmica sólida, com doutorado em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Sua trajetória na militância socialista é de longa data, remontando à juventude, o que lhe confere experiência significativa no cenário político. Trajetória e Formação do Candidato Presidencial A escolha de Edmilson Costa para liderar a chapa presidencial do PCB reflete o foco do partido em temas econômicos e sociais. Seu doutorado em economia pela Unicamp, uma das mais respeitadas universidades do país, indica uma base teórica robusta para as propostas que o partido pretende apresentar. A militância socialista desde a juventude de Costa é um ponto destacado pela legenda, que busca associar a candidatura a uma longa história de luta por direitos e transformações sociais. O partido aposta na experiência e no conhecimento do seu candidato. Convenção Nacional e Próximos Passos Eleitorais A convenção nacional do PCB serviu como palco para a oficialização da candidatura e para a definição de estratégias para a campanha eleitoral. O evento, realizado em São Paulo, contou com a presença de diversos membros do partido. A Agência Brasil informou que irá acompanhar de perto os desdobramentos das convenções nacionais partidárias. Outras legendas também já definiram ou estão definindo suas chapas, como o Partido da Causa Operária (PCO), com convenção marcada para 1º de agosto, e o Partido dos Trabalhadores (PT), em 2 de agosto. Expectativas e Cenário Político A candidatura de Edmilson Costa e Cleusa Santos representa a aposta do PCB em um projeto político que busca dialogar com as bases trabalhadoras e com setores que anseiam por alternativas às políticas econômicas tradicionais. A expectativa é que o partido intensifique sua participação no debate público nas próximas semanas. O partido busca consolidar sua presença no cenário político, apresentando suas propostas e defendendo seus ideais. A campanha eleitoral promete ser um espaço importante para a divulgação das pautas defendidas pelo PCB e seus candidatos.

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Tarcísio de Freitas confirma candidatura à reeleição em SP com apoio de Bolsonaro e forte coligação

Convenção do Republicanos em São Paulo oficializa Tarcísio de Freitas para reeleição e consolida alianças políticas O Partido Republicanos lançou oficialmente a candidatura de Tarcísio de Freitas à reeleição para o governo de São Paulo neste sábado, 1º. A confirmação ocorreu durante a convenção partidária na capital paulista, um evento que também selou importantes alianças para a disputa eleitoral. Na ocasião, foi anunciado que Felício Ramuth, do MDB, será o candidato a vice-governador na chapa de Tarcísio. Essa parceria reforça a estratégia de união de forças políticas visando a vitória nas próximas eleições, reunindo um amplo espectro de legendas. A convenção também aprovou as candidaturas de André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP) ao Senado, além de nomes para as vagas de deputados federais e estaduais. A informação foi divulgada pelo próprio partido, marcando o início formal da corrida eleitoral para o governo paulista, conforme apurado. A presença de Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL, sinalizou o apoio da família Bolsonaro à chapa. Tarcísio destaca legado e compromisso com São Paulo Em seu discurso, Tarcísio de Freitas expressou gratidão à sua esposa, Cristiane Freitas, e relembrou sua jornada pessoal e política. Ele mencionou a luta contra o câncer e ressaltou o início de sua carreira política ao lado de Jair Bolsonaro, destacando a importância dessa parceria para sua trajetória. O governador enfatizou a essência do serviço público em sua atuação. “Aprendi que servir é o único motivo para ocupar o cargo que ocupo. Essa é a essência da política, é isso que faz sentido”, declarou Tarcísio. Ele complementou que foi com essa noção que assumiu o mandato em São Paulo, definindo-o como um marco em sua carreira. Ampla coligação apoia a candidatura de Tarcísio A candidatura de Tarcísio de Freitas à reeleição conta com o apoio de uma robusta coligação de partidos em São Paulo. Integram essa aliança o MDB, PL, PSD, União Brasil, PP, Podemos, PSDB, Cidadania, Solidariedade, PRD, Avante e Novo. Essa união de legendas demonstra a força política da chapa e a estratégia de aglutinar diferentes forças em torno de um projeto comum para o estado. A formação da coligação foi um dos pontos centrais da convenção, consolidando o apoio necessário para a campanha. Perfil de Tarcísio de Freitas: do Ministério à gestão estadual Tarcísio de Freitas, de 51 anos, é engenheiro civil e natural do Rio de Janeiro. Antes de se tornar governador de São Paulo, ele ocupou o cargo de ministro da Infraestrutura no governo de Jair Bolsonaro. Sua experiência profissional também inclui a atuação como secretário de Coordenação de Projetos no Programa de Parceria de Investimentos (PPI). Nessa função, Tarcísio foi responsável por um importante programa de privatizações, concessões e desestatizações. Sua carreira também inclui passagens pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), onde foi diretor executivo, e pela Controladoria-Geral da União, como coordenador-geral de auditoria na área de transportes. Ele também atuou como consultor legislativo da Câmara dos Deputados, acumulando vasta experiência em gestão pública e infraestrutura.

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Surpresa na Eleição: PP decide não ter candidato e surpreende ao declarar neutralidade, Flávio Bolsonaro e Tereza Cristina afetados

PP anuncia neutralidade e frustra planos do PL para vice de Flávio Bolsonaro O Partido Progressistas (PP) pegou todos de surpresa nesta sexta-feira (31) ao divulgar oficialmente que não realizará sua convenção nacional. Tradicionalmente, é neste evento que os partidos definem seus candidatos ou o apoio a outros nomes para a disputa presidencial. A decisão do PP de manter a neutralidade no processo eleitoral foi comunicada através de seu site oficial e já repercute fortemente nos bastidores da política. A medida impacta diretamente as articulações de outros partidos, especialmente o Partido Liberal (PL). A escolha do Progressistas, após consulta aos diretórios estaduais, foi por uma posição de não se envolver diretamente na corrida presidencial. A direção nacional do partido reiterou que a senadora Tereza Cristina, líder do PP no Senado, acatou a decisão. Impacto na candidatura do PL O Partido Liberal (PL) havia oficializado o senador Flávio Bolsonaro como seu candidato à presidência na semana anterior. Uma das apostas do PL era contar com a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como candidata a vice-presidente na chapa. Tereza Cristina chegou a se reunir com Flávio Bolsonaro para discutir a possibilidade de compor a chapa. No entanto, com a decisão de neutralidade do PP, essa articulação foi definitivamente descartada, mudando os planos do Partido Liberal para a formação de sua chapa majoritária. Posição oficial do PP Em nota oficial divulgada em seu site, o Partido Progressistas declarou: “O Progressistas, após consulta aos seus diretórios estaduais, decidiu, por maioria, permanecer neutro no processo eleitoral. Diante disso, reiteramos a posição de não convocar Convenção Nacional.” A legenda ainda informou que a decisão foi comunicada e acatada pela líder no Senado Federal, senadora Tereza Cristina. A posição do PP sinaliza uma estratégia de evitar alinhamentos diretos neste momento, buscando preservar o partido de possíveis desgastes. O que significa a neutralidade partidária A decisão de um partido em permanecer neutro em eleições presidenciais significa que ele não lançará candidato próprio e também não declarará apoio formal a nenhum dos candidatos que disputam o cargo. Isso permite que os filiados e eleitores do partido tenham liberdade para escolher em quem votar. Para o PP, essa estratégia pode ser vista como uma forma de manter a unidade interna e evitar divisões que poderiam surgir com um apoio declarado. A neutralidade também pode ser uma tática para fortalecer o partido em outras esferas, sem se comprometer com uma polarização específica. Cenário eleitoral sem o PP A ausência de um posicionamento do PP na eleição presidencial altera o tabuleiro político. A expectativa era de que o partido pudesse ser um aliado importante para alguma das candidaturas, dada sua representatividade no Congresso Nacional. Com o PP fora da disputa direta ou de apoio explícito, os demais partidos terão que reavaliar suas estratégias de alianças. A senadora Tereza Cristina, figura importante do partido, agora se dedicará a defender a posição de neutralidade dentro e fora do partido.

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Lei do Frete Mínimo Garante Pagamento Justo a Caminhoneiros: CIOT e Fiscalização Rigorosa Combatem Irregularidades no Transporte de Cargas

Nova Lei do Frete Mínimo: Entenda as Mudanças e Garantias para Motoristas Uma nova lei, sancionada nesta quarta-feira (5), traz importantes garantias para os motoristas autônomos e empresas no transporte rodoviário de cargas. A medida visa assegurar o pagamento do piso mínimo do frete, combatendo práticas irregulares e fortalecendo a fiscalização no setor. A legislação impõe novas regras que prometem trazer mais transparência e segurança para os profissionais da estrada. Com o objetivo de garantir que o trabalho seja devidamente remunerado, o texto traz mecanismos que facilitam o controle e a aplicação da lei. A partir de agora, o Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) se torna uma ferramenta essencial. Conforme informações divulgadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a obrigatoriedade da apresentação deste código antes do início da viagem é um passo crucial para a efetivação do piso mínimo. CIOT: A Chave para a Garantia do Frete Mínimo A exigência do CIOT é fundamental para que todas as contratações de frete cumpram o valor estabelecido como piso mínimo. Segundo a ANTT, caso o código não seja emitido, o que indica o não cumprimento das exigências, a viagem não poderá ser iniciada, bloqueando assim os fretamentos irregulares desde a fase de contratação. Este código está diretamente vinculado ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. A ANTT reforça que a fiscalização do cumprimento das novas regras será realizada de forma automática e em larga escala, o que também contribui para o combate ao comércio ilegal de mercadorias, especialmente aquelas transportadas sem a devida nota fiscal. Fiscalização Automática e Combate ao Comércio Ilegal A sanção da lei, pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, transforma a medida provisória editada em março em uma regra permanente. Essa consolidação legislativa traz mais segurança jurídica para os envolvidos no transporte rodoviário de cargas. A implementação do CIOT e a fiscalização automatizada representam um avanço significativo no combate à informalidade e à concorrência desleal. Com a nova lei, espera-se um ambiente de negócios mais justo e transparente para todos os participantes da cadeia logística. Impacto no Transporte Rodoviário de Cargas A nova legislação tem o potencial de reestruturar a forma como os fretes são negociados e pagos no Brasil. A garantia do piso mínimo do frete é uma demanda antiga dos caminhoneiros, que buscam valorização e condições dignas de trabalho. O aumento da fiscalização, aliado à tecnologia do CIOT, visa coibir a exploração e garantir que os motoristas recebam um valor justo pelo seu trabalho, contribuindo para a sustentabilidade do setor de transporte rodoviário de cargas.

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Augusto Cury Oficializado: Escritor E Psiquiatra Lança Candidatura Presidencial Pelo Avante e Propõe Semipresidencialismo

Augusto Cury se torna candidato à Presidência pelo partido Avante, propondo o semipresidencialismo como modelo de governo. O escritor e psiquiatra Augusto Cury foi oficializado como candidato à Presidência da República pelo partido Avante. A decisão ocorreu durante a convenção nacional da legenda, realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A escolha de Cury marca um passo importante na estratégia do Avante para as próximas eleições. O partido busca se destacar no cenário político com um nome conhecido nacionalmente por sua obra literária e sua atuação na área da saúde mental. Ainda não há definição sobre o nome que comporá a chapa como vice-presidente. As conversas para uma aliança com o Novo, liderado por Romeu Zema, foram oficialmente descartadas, segundo Cury. Conforme informação divulgada pelo partido, a possibilidade de composição de chapa entre Avante e Novo está praticamente inviabilizada. Semipresidencialismo como Proposta Central Em seu discurso para filiados e dirigentes do partido, Augusto Cury defendeu a necessidade de **mudanças significativas no sistema de governo brasileiro**. Sua principal proposta, caso eleito, é a adoção do **semipresidencialismo**. Neste modelo, Cury explicou que o presidente da República seria responsável pelas **funções estratégicas** do país, enquanto um primeiro-ministro, nomeado pelo presidente, cuidaria da **condução da administração do governo**. A ideia é buscar uma maior eficiência na gestão pública. Convenções e Prazos Eleitorais O partido Avante está entre as legendas que estão oficializando suas candidaturas na reta final do calendário eleitoral. As convenções partidárias, onde as decisões sobre candidaturas são tomadas, se encerram na próxima quarta-feira, dia 5. O prazo final para o registro de todas as candidaturas junto à Justiça Eleitoral está marcado para 15 de agosto. Caminhada Eleitoral e Negociações A **candidatura de Augusto Cury** representa uma nova opção para o eleitorado que busca alternativas aos nomes tradicionais da política. O escritor, conhecido por seus livros sobre inteligência e desenvolvimento humano, traz para a arena política suas reflexões sobre a mente humana e a sociedade. Apesar de ter descartado a aliança com o Novo, o Avante segue focado em construir uma chapa competitiva. A definição do candidato a vice-presidente será um dos próximos passos importantes para a campanha de Augusto Cury. Augusto Cury e o Legado Literário na Política A entrada de Augusto Cury na disputa presidencial pelo Avante gera expectativas sobre como sua visão de mundo, moldada por anos de estudo e escrita sobre a psique humana, se traduzirá em políticas públicas. O **semipresidencialismo** é visto como um dos pilares de sua plataforma. O partido Avante aposta na popularidade e na capacidade de comunicação de Cury para conquistar votos. A **campanha presidencial** promete debates sobre os rumos do Brasil, com propostas que buscam inovar e apresentar soluções para os desafios do país.

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TRE-RJ Desmonta Urna Eletrônica ao Vivo e Desafia Críticos: “Sistema Mais Aberto e Testado do Brasil”

TRE-RJ Abertamente Demonstra Segurança da Urna Eletrônica Contra Fraudes e Desinformação Em uma iniciativa inédita, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) abriu as portas de seus bastidores nesta segunda-feira (3) para demonstrar o funcionamento interno da urna eletrônica. A apresentação, direcionada à imprensa e entidades fiscalizadoras, visou desmistificar o equipamento e fortalecer a confiança da sociedade no processo eleitoral brasileiro, cada vez mais alvo de campanhas de desinformação. A demonstração prática incluiu o desmonte completo da urna, permitindo aos presentes observar de perto os circuitos eletrônicos e os diversos mecanismos de segurança que garantem a integridade do voto. A ação faz parte da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e busca combater as frequentes narrativas falsas que circulam, especialmente nas redes sociais, sobre a confiabilidade do voto eletrônico. O presidente do TRE-RJ, Claudio de Mello Tavares, foi enfático ao defender o sistema. “A legitimidade das urnas eletrônicas é inquestionável”, afirmou. Ele ressaltou que o sistema é submetido a rigorosas inspeções e testes, sendo, segundo ele, “o sistema mais aberto, mais inspecionado e mais testado nesse país”. Conforme divulgado pelo TRE-RJ, o código-fonte da urna é examinado por diversos atores importantes, incluindo partidos políticos, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público, universidades e as Forças Armadas, evidenciando um processo de fiscalização robusto e democrático. Detalhes Técnicos Revelam Múltiplas Camadas de Proteção Michel Kovacs, secretário de Tecnologia da Informação (STI) do TRE, conduziu a apresentação técnica, detalhando as barreiras físicas e digitais que impedem qualquer tipo de fraude. Ele explicou que as urnas utilizam lacres de segurança produzidos pela Casa da Moeda, que evidenciam qualquer tentativa de violação. Além disso, assinaturas digitais, biometria e auditorias constantes compõem um complexo sistema de segurança em camadas. Kovacs detalhou ainda que, no dia da votação, os dados de cada seção e os votos são gravados tanto na memória interna da urna quanto em mídias externas. Em caso de falha técnica, uma mídia de contingência garante a transferência segura dos dados para uma urna reserva, permitindo que a votação continue sem interrupções ou perda de votos, assegurando a continuidade e a integridade do processo eleitoral. Sistema Isolado e Rigor na Fabricação Garantem Voto Seguro Um dos pontos cruciais destacados por Kovacs é que a urna eletrônica opera em um sistema isolado, sem qualquer conexão com a internet. Essa característica, combinada com a atualização simultânea em todo o país, torna extremamente difícil para qualquer criminoso burlar as diversas barreiras de segurança sem ser detectado. A segurança é reforçada desde a concepção do projeto. A Justiça Eleitoral é a responsável por definir todas as especificações técnicas e de segurança, enquanto empresas privadas contratadas apenas produzem o hardware seguindo rigorosamente esses projetos. Durante a fabricação, nem mesmo o fabricante possui controle total, utilizando componentes de segurança que exigem procedimentos específicos para a ativação das urnas após saírem da fábrica, o que garante um controle ainda maior sobre o equipamento. Retorno ao Voto em Papel Seria um Retrocesso, Afirma Especialista Questionado sobre a

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PL da Misoginia: Mulheres Marcham em Todo o Brasil por Votação Urgente na Câmara dos Deputados

Mulheres de todo o Brasil saem às ruas para exigir votação do PL da Misoginia O movimento Levante Mulheres Vivas organizou neste domingo (2) manifestações em diversas cidades brasileiras. O objetivo é pressionar a Câmara dos Deputados a votar o Projeto de Lei (PL) 896/2023, conhecido como PL da Misoginia. A proposta já foi aprovada no Senado e aguarda despacho do presidente da Casa, Arthur Lira, para ser levada ao plenário. O PL da Misoginia visa incluir crimes motivados por misoginia entre aqueles punidos por discriminação e preconceito. A proposta altera a Lei 7.716/1989 e prevê penas de dois a cinco anos de reclusão para atos que configurem misoginia. A definição de misoginia no projeto abrange a prática, indução ou incitação à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher, em razão de sua condição feminina. A condição de mulher também foi adicionada a um artigo sobre injúria relacionado a raça, cor, etnia e procedência nacional. Mobilização Nacional em Defesa dos Direitos das Mulheres As manifestações ocorreram em cidades como Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, além de outras capitais e municípios. Segundo Rachel Ripani, cofundadora do Levante Mulheres Vivas, a mobilização partiu da sociedade civil, incluindo mulheres e homens, indignados com o avanço dos feminicídios e do discurso de ódio online contra mulheres. “É uma mobilização que vem da sociedade civil, é uma manifestação que vem das mulheres, do movimento feminista, mas também de homens. Então a gente está em um momento que é consenso da sociedade que o discurso de ódio digital contra mulheres tem se tornado uma coisa perigosa para todos”, afirmou Ripani. Objetivo é Coibir Violência e Proteger Mulheres O Levante Mulheres Vivas trabalha para que haja um consenso entre os parlamentares na construção de um texto claro e objetivo. O objetivo é impedir a violência digital e coibir ainda mais o feminicídio. Ripani esclareceu que o PL não visa impedir a liberdade de expressão, mas sim barrar a prática de crimes e proteger as mulheres. “É urgente a gente falar disso para mulheres, mas também para os adolescentes, porque senão continua tendo mentoria [nas redes] ensinando que estupro coletivo é legal, mostrando como é que você dopa uma menina para depois filmar ela, promovendo concurso de fake nude em escola”, alertou Ripani. Expectativa de Votação e Impacto Político Com faixas e cartazes clamando por um “Brasil sem misoginia” e alertando que “Se a Câmara não ouve as mulheres, as ruas vão falar!”, os manifestantes esperam que o presidente da Câmara pauta o PL da Misoginia logo após a retomada das sessões deliberativas, prevista para a semana de 10 de agosto. Ripani destacou a importância da mobilização como uma “última chance antes das eleições” para sensibilizar os parlamentares. “Que seja ouvida a opinião deles publicamente, para que o Brasil saiba de que lado estão os nossos deputados que estão buscando reeleição este ano”, concluiu. A reportagem entrou em contato com a assessoria do presidente da Câmara,

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Democrata lança Wilson Grassi Júnior como candidato à Presidência em 2026, marcando sua estreia eleitoral para o cargo máximo

Democrata oficializa Wilson Grassi Júnior como seu candidato à Presidência da República em 2026 A convenção do partido Democrata, realizada neste domingo (2) no Rio de Janeiro, marcou um momento histórico para a legenda ao oficializar a candidatura de **Wilson Grassi Júnior** ao cargo de presidente da República. Esta é a primeira vez que o partido, que mudou de nome em dezembro de 2025, deixando de ser Partido da Mulher Brasileira (PMB), lança um candidato à Presidência desde sua fundação em 2008. A definição do candidato a vice-presidente e a possibilidade de formação de coligações permanecem em aberto, sob a responsabilidade da Comissão Executiva Nacional da legenda. A Agência Brasil está acompanhando de perto os desdobramentos das convenções nacionais partidárias que definirão os candidatos para as eleições de 2026. As próximas oficializações incluem União Brasil em 4 de agosto, e PRD e Solidariedade no dia 5 de agosto. Quem é Wilson Grassi Júnior, o candidato do Democrata Nascido em São Paulo, Wilson Grassi Júnior é **veterinário de formação**. Sua trajetória profissional inclui uma atuação relevante como conselheiro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo (Anclivepa-SP). Nesse papel, ele contribuiu significativamente para o projeto de implantação e gestão do **primeiro hospital público para cães e gatos do país**, localizado na zona leste de São Paulo, no bairro do Tatuapé. Essa iniciativa destaca seu compromisso com causas sociais e de bem-estar animal. Cenário eleitoral e próximos passos A decisão do Democrata de lançar um candidato próprio à Presidência sinaliza uma nova estratégia para o partido, que busca maior protagonismo no cenário político nacional. A definição do vice e a eventual formação de alianças serão cruciais para a consolidação da candidatura de Wilson Grassi Júnior. Oito partidos ainda não anunciaram as datas de suas convenções nacionais. São eles Avante, Cidadania, Podemos, PP, PSDB, PSOL, Rede e Republicanos. Acompanhar essas definições é essencial para entender o panorama completo das eleições de 2026. Demais convenções partidárias agendadas A corrida eleitoral para 2026 já tem algumas datas definidas para as convenções. O União Brasil realizará seu evento em 4 de agosto, seguido pelo PRD e pelo Solidariedade, ambos marcados para 5 de agosto. Essas oficializações darão mais clareza sobre os concorrentes na disputa presidencial.

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PSTU oficializa Hertz Dias e Vera Lúcia: conheça a chapa que promete alternativa socialista para 2026

PSTU lança Hertz Dias à Presidência e Vera Lúcia para o governo de SP, apostando em candidatura socialista independente O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU) confirmou oficialmente as candidaturas de Hertz Dias para a Presidência da República e de Vera Lúcia para o governo do estado de São Paulo. A decisão foi tomada em convenção realizada nesta sexta-feira (31), reunindo militantes e apoiadores do partido. A chapa presidencial terá Vanessa Portugal como vice-presidente, enquanto Renata França disputará o cargo de vice-governadora em São Paulo. A legenda busca se posicionar como uma voz distinta no cenário político nacional. A confirmação das candidaturas marca o início da corrida eleitoral para o partido, que tem em seu projeto a proposta de apresentar uma alternativa de esquerda para a classe trabalhadora. Conforme informação divulgada pelo PSTU, a convenção ocorreu no Sindicato dos Metroviários, localizado no bairro do Belém, na zona leste da capital paulista. Hertz Dias: do Maranhão para a Presidência com discurso socialista Hertz Dias, professor da rede pública no Maranhão e também conhecido por sua atuação como rapper, aceitou o desafio de concorrer à Presidência da República. Sua plataforma política se concentra em **enfrentar a extrema direita** e oferecer uma opção socialista e independente para os trabalhadores. O candidato busca ressoar com o eleitorado que se sente representado por um discurso de **ruptura com as políticas tradicionais** e que anseia por um projeto que priorize os interesses da classe trabalhadora. Dias aposta em sua trajetória e em sua experiência para defender um Brasil mais justo. Vera Lúcia: operária de calçados na disputa pelo governo de São Paulo No cenário paulista, Vera Lúcia, que é operária na indústria de calçados, foi oficializada como candidata ao governo do estado. Sua candidatura se apresenta como uma **alternativa socialista** aos governos atuais e aos interesses do empresariado. Vera Lúcia pretende levar para o Palácio dos Bandeirantes as demandas e as pautas da classe trabalhadora. A candidata defende um projeto que **transforme a realidade dos trabalhadores** e que rompa com as políticas que considera prejudiciais ao povo. Chapa completa e objetivos do PSTU para as eleições A definição de Hertz Dias e Vera Lúcia como cabeças de chapa reflete a estratégia do PSTU de fortalecer sua presença política em nível nacional e estadual. O partido busca ampliar o debate sobre as questões sociais e econômicas do país. Com candidaturas que emergem diretamente das bases trabalhadoras, o PSTU demonstra seu compromisso em **representar os interesses da classe trabalhadora** e oferecer um projeto político diferenciado, focado em **transformações sociais profundas** e na defesa de um socialismo democrático.

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Eleições 2026: Rio de Janeiro tem quase 13 milhões de eleitores aptos para o 1º turno, com aumento de 0,23% no eleitorado

RJ: Quase 13 milhões de eleitores fluminenses estão aptos a votar no 1º turno das eleições de 2026. No próximo pleito, mais de 12,8 milhões de eleitores no estado do Rio de Janeiro poderão comparecer às urnas. Este número representa um ligeiro aumento de 0,23% em comparação com as eleições gerais de 2022. A disputa em 2026 abrangerá cargos importantes como presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. O eleitorado fluminense, que representa 8,10% do total nacional, consolida o Rio de Janeiro como o terceiro maior colégio eleitoral do país. Conforme informação divulgada pela Justiça Eleitoral, o estado de São Paulo lidera com o maior número de eleitores, seguido por Minas Gerais. Acompanhe os detalhes sobre a distribuição geográfica e o perfil do eleitorado fluminense. Biometria em Alta: Mais de 10 milhões de eleitores fluminenses com dados biométricos registrados. Um dado significativo é o avanço da biometria no estado. Atualmente, 81,06% dos eleitores fluminenses, o que totaliza 10.421.768 pessoas, possuem seus dados biométricos cadastrados na Justiça Eleitoral. Isso permitirá que votem utilizando a tecnologia, proporcionando mais segurança e agilidade ao processo eleitoral. Em 2022, o percentual de eleitores com biometria era de 56,64%, com 7.265.152 votantes cadastrados. O aumento expressivo demonstra a adesão e a importância crescente da biometria para as eleições futuras. Distribuição Geográfica: Capital concentra a maior parte do eleitorado, mas interior também se destaca. A capital do Rio de Janeiro lidera a distribuição geográfica do eleitorado, com 4.950.429 pessoas aptas a votar. Na Região Metropolitana, São Gonçalo aparece em segundo lugar com 653.494 eleitores, seguida por Duque de Caxias (635.079) e Nova Iguaçu (615.377), na Baixada Fluminense. O estado possui 92 municípios, e 25 deles contam com mais de 100 mil eleitores. Em contrapartida, as cidades com o menor número de eleitores são Laje do Muriaé (6.970), Macuco (7.145) e São José de Ubá (7.651), demonstrando a diversidade de tamanhos dos colégios eleitorais dentro do território fluminense. Perfil do Eleitorado Fluminense: Mulheres lideram, e participação de jovens e idosos é relevante. O Cadastro Eleitoral de 2026 revela que o público feminino compõe a maioria do eleitorado no Rio de Janeiro, com 6.946.339 eleitoras, representando 54% do total. Os homens somam 5.902.909 votantes. Há também 7.752 eleitores sem informação de sexo e 3.388 eleitores com nome social. Um aspecto importante é a inclusão e o acesso para pessoas com deficiência. Neste ano, 141.418 eleitores fluminenses declararam ter algum tipo de deficiência, sendo que 57.600 relataram dificuldades de locomoção. A Justiça Eleitoral tem trabalhado para garantir a acessibilidade em todas as seções eleitorais. A participação dos jovens de 16 e 17 anos é de 67.628 eleitores, para os quais o voto é facultativo. Da mesma forma, o voto é facultativo para os 1.839.654 eleitores com 70 anos ou mais. O engajamento cívico de todas as faixas etárias é fundamental para a democracia.

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PCB Define Edmilson Costa como Candidato à Presidência e Cleusa Santos à Vice em Convenção Nacional

PCB lança Edmilson Costa para presidência e Cleusa Santos para vice em evento nacional O Partido Comunista Brasileiro (PCB) confirmou oficialmente nesta manhã a candidatura de Edmilson Costa à presidência da República. A decisão foi tomada durante a convenção nacional do partido, que ocorreu no auditório da Câmara Municipal de São Paulo. A chapa majoritária será composta ainda por Cleusa Santos, que concorrerá ao cargo de vice-presidente. Os nomes foram aprovados em um evento que reuniu militantes e lideranças do partido, marcando o início formal da corrida eleitoral para a sigla. Edmilson Costa possui formação acadêmica sólida, com doutorado em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Sua trajetória na militância socialista é de longa data, remontando à juventude, o que lhe confere experiência significativa no cenário político. Trajetória e Formação do Candidato Presidencial A escolha de Edmilson Costa para liderar a chapa presidencial do PCB reflete o foco do partido em temas econômicos e sociais. Seu doutorado em economia pela Unicamp, uma das mais respeitadas universidades do país, indica uma base teórica robusta para as propostas que o partido pretende apresentar. A militância socialista desde a juventude de Costa é um ponto destacado pela legenda, que busca associar a candidatura a uma longa história de luta por direitos e transformações sociais. O partido aposta na experiência e no conhecimento do seu candidato. Convenção Nacional e Próximos Passos Eleitorais A convenção nacional do PCB serviu como palco para a oficialização da candidatura e para a definição de estratégias para a campanha eleitoral. O evento, realizado em São Paulo, contou com a presença de diversos membros do partido. A Agência Brasil informou que irá acompanhar de perto os desdobramentos das convenções nacionais partidárias. Outras legendas também já definiram ou estão definindo suas chapas, como o Partido da Causa Operária (PCO), com convenção marcada para 1º de agosto, e o Partido dos Trabalhadores (PT), em 2 de agosto. Expectativas e Cenário Político A candidatura de Edmilson Costa e Cleusa Santos representa a aposta do PCB em um projeto político que busca dialogar com as bases trabalhadoras e com setores que anseiam por alternativas às políticas econômicas tradicionais. A expectativa é que o partido intensifique sua participação no debate público nas próximas semanas. O partido busca consolidar sua presença no cenário político, apresentando suas propostas e defendendo seus ideais. A campanha eleitoral promete ser um espaço importante para a divulgação das pautas defendidas pelo PCB e seus candidatos.

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Tarcísio de Freitas confirma candidatura à reeleição em SP com apoio de Bolsonaro e forte coligação

Convenção do Republicanos em São Paulo oficializa Tarcísio de Freitas para reeleição e consolida alianças políticas O Partido Republicanos lançou oficialmente a candidatura de Tarcísio de Freitas à reeleição para o governo de São Paulo neste sábado, 1º. A confirmação ocorreu durante a convenção partidária na capital paulista, um evento que também selou importantes alianças para a disputa eleitoral. Na ocasião, foi anunciado que Felício Ramuth, do MDB, será o candidato a vice-governador na chapa de Tarcísio. Essa parceria reforça a estratégia de união de forças políticas visando a vitória nas próximas eleições, reunindo um amplo espectro de legendas. A convenção também aprovou as candidaturas de André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP) ao Senado, além de nomes para as vagas de deputados federais e estaduais. A informação foi divulgada pelo próprio partido, marcando o início formal da corrida eleitoral para o governo paulista, conforme apurado. A presença de Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL, sinalizou o apoio da família Bolsonaro à chapa. Tarcísio destaca legado e compromisso com São Paulo Em seu discurso, Tarcísio de Freitas expressou gratidão à sua esposa, Cristiane Freitas, e relembrou sua jornada pessoal e política. Ele mencionou a luta contra o câncer e ressaltou o início de sua carreira política ao lado de Jair Bolsonaro, destacando a importância dessa parceria para sua trajetória. O governador enfatizou a essência do serviço público em sua atuação. “Aprendi que servir é o único motivo para ocupar o cargo que ocupo. Essa é a essência da política, é isso que faz sentido”, declarou Tarcísio. Ele complementou que foi com essa noção que assumiu o mandato em São Paulo, definindo-o como um marco em sua carreira. Ampla coligação apoia a candidatura de Tarcísio A candidatura de Tarcísio de Freitas à reeleição conta com o apoio de uma robusta coligação de partidos em São Paulo. Integram essa aliança o MDB, PL, PSD, União Brasil, PP, Podemos, PSDB, Cidadania, Solidariedade, PRD, Avante e Novo. Essa união de legendas demonstra a força política da chapa e a estratégia de aglutinar diferentes forças em torno de um projeto comum para o estado. A formação da coligação foi um dos pontos centrais da convenção, consolidando o apoio necessário para a campanha. Perfil de Tarcísio de Freitas: do Ministério à gestão estadual Tarcísio de Freitas, de 51 anos, é engenheiro civil e natural do Rio de Janeiro. Antes de se tornar governador de São Paulo, ele ocupou o cargo de ministro da Infraestrutura no governo de Jair Bolsonaro. Sua experiência profissional também inclui a atuação como secretário de Coordenação de Projetos no Programa de Parceria de Investimentos (PPI). Nessa função, Tarcísio foi responsável por um importante programa de privatizações, concessões e desestatizações. Sua carreira também inclui passagens pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), onde foi diretor executivo, e pela Controladoria-Geral da União, como coordenador-geral de auditoria na área de transportes. Ele também atuou como consultor legislativo da Câmara dos Deputados, acumulando vasta experiência em gestão pública e infraestrutura.

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Surpresa na Eleição: PP decide não ter candidato e surpreende ao declarar neutralidade, Flávio Bolsonaro e Tereza Cristina afetados

PP anuncia neutralidade e frustra planos do PL para vice de Flávio Bolsonaro O Partido Progressistas (PP) pegou todos de surpresa nesta sexta-feira (31) ao divulgar oficialmente que não realizará sua convenção nacional. Tradicionalmente, é neste evento que os partidos definem seus candidatos ou o apoio a outros nomes para a disputa presidencial. A decisão do PP de manter a neutralidade no processo eleitoral foi comunicada através de seu site oficial e já repercute fortemente nos bastidores da política. A medida impacta diretamente as articulações de outros partidos, especialmente o Partido Liberal (PL). A escolha do Progressistas, após consulta aos diretórios estaduais, foi por uma posição de não se envolver diretamente na corrida presidencial. A direção nacional do partido reiterou que a senadora Tereza Cristina, líder do PP no Senado, acatou a decisão. Impacto na candidatura do PL O Partido Liberal (PL) havia oficializado o senador Flávio Bolsonaro como seu candidato à presidência na semana anterior. Uma das apostas do PL era contar com a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como candidata a vice-presidente na chapa. Tereza Cristina chegou a se reunir com Flávio Bolsonaro para discutir a possibilidade de compor a chapa. No entanto, com a decisão de neutralidade do PP, essa articulação foi definitivamente descartada, mudando os planos do Partido Liberal para a formação de sua chapa majoritária. Posição oficial do PP Em nota oficial divulgada em seu site, o Partido Progressistas declarou: “O Progressistas, após consulta aos seus diretórios estaduais, decidiu, por maioria, permanecer neutro no processo eleitoral. Diante disso, reiteramos a posição de não convocar Convenção Nacional.” A legenda ainda informou que a decisão foi comunicada e acatada pela líder no Senado Federal, senadora Tereza Cristina. A posição do PP sinaliza uma estratégia de evitar alinhamentos diretos neste momento, buscando preservar o partido de possíveis desgastes. O que significa a neutralidade partidária A decisão de um partido em permanecer neutro em eleições presidenciais significa que ele não lançará candidato próprio e também não declarará apoio formal a nenhum dos candidatos que disputam o cargo. Isso permite que os filiados e eleitores do partido tenham liberdade para escolher em quem votar. Para o PP, essa estratégia pode ser vista como uma forma de manter a unidade interna e evitar divisões que poderiam surgir com um apoio declarado. A neutralidade também pode ser uma tática para fortalecer o partido em outras esferas, sem se comprometer com uma polarização específica. Cenário eleitoral sem o PP A ausência de um posicionamento do PP na eleição presidencial altera o tabuleiro político. A expectativa era de que o partido pudesse ser um aliado importante para alguma das candidaturas, dada sua representatividade no Congresso Nacional. Com o PP fora da disputa direta ou de apoio explícito, os demais partidos terão que reavaliar suas estratégias de alianças. A senadora Tereza Cristina, figura importante do partido, agora se dedicará a defender a posição de neutralidade dentro e fora do partido.

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