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Irã Supera Trump: Especialista Revela Como Defesa de Negação Tornou Guerra Insustentável para os EUA

Especialista em Defesa Analisa Acordo EUA-Irã e Tática Iraniana de “Guerra Cara” O recente acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã, com detalhes divulgados nesta quarta-feira (17), levanta questionamentos sobre a posição estratégica americana. Analistas de Defesa sugerem que o presidente Donald Trump pode ter saído da situação militarmente enfraquecido. Em troca da reabertura do Estreito de Hormuz e de novas negociações sobre o programa nuclear iraniano, os EUA se comprometeram com um plano bilionário para a reconstrução do Irã, além do fim de sanções e liberação de ativos congelados. Críticos apontam que as concessões americanas superam as feitas durante o governo Barack Obama em 2015, levantando dúvidas sobre a solidez do novo acordo. A informação é de Vinícius Mariano de Carvalho, professor do King’s College e pesquisador da Marinha do Brasil, em entrevista às margens da 23ª Conferência de Segurança Internacional do Forte, no Rio de Janeiro. Defesa de Negação: A Estratégia Iraniana para Tornar a Guerra Insuportável Segundo Vinícius Mariano de Carvalho, o Irã demonstrou sucesso militar ao empregar uma estratégia de “defesa de negação”. Essa tática visa tornar o custo de qualquer ataque americano significativamente mais alto do que os potenciais benefícios, forçando a outra parte a reconsiderar a agressão. “Compreendendo que não teria meios suficientes para confrontar a Marinha dos EUA, o Irã fez a guerra ficar cara demais para Washington”, explica o especialista. Essa abordagem foi crucial para a sobrevivência do país diante de uma força militar superior. Drones e Novas Tecnologias: A Inovação Iraniana no Campo de Batalha A estratégia iraniana se apoiou fortemente em meios inovadores, como o uso de drones e outros veículos não tripulados. Essas tecnologias, de custo relativamente baixo, foram capazes de neutralizar o avanço de forças americanas consideravelmente mais caras e complexas. “Posso ter três porta-aviões na entrada do Estreito de Hormuz, mas não posso correr o risco de utilizá-los e perdê-los por ataques massivos de drones aéreos que não custam nem um centésimo” do valor do alvo que poderiam destruir, exemplifica Carvalho. Lições do Passado e o Futuro da Diplomacia Brasileira O professor compara a situação atual no Irã com outras incursões americanas no Oriente Médio, como no Afeganistão, onde inimigos aparentemente mais fracos demonstraram resiliência nacional e forçaram desfechos desfavoráveis para os EUA. “O Afeganistão foi um exemplo clássico de como uma coalizão formada pela OTAN desconsiderou aspectos como a capacidade de resiliência nacional”, pontua. A “ilusão missionária” de trazer um “mundo novo” sem compreender a perspectiva local também foi um fator, algo que se tornou ainda mais evidente no caso do Irã. Quanto à posição do Brasil, Carvalho ressalta que, apesar da tradicional política de neutralidade, o país pode ser forçado a se posicionar em futuros conflitos. As guerras atuais geram desequilíbrios globais em cadeias comerciais, de negócios e de informação que, inevitavelmente, demandarão tomadas de posição por parte do Brasil, mesmo que tardias.

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Trump Detona Críticos de Acordo com Irã: “Invejosos, Maus ou Estúpidos” em Meio a Negociações Históricas

Trump reage a críticas sobre acordo com o Irã: “Invejosos, maus ou estúpidos” O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou a plataforma Truth Social para classificar como “invejosos, pessoas más ou estúpidos” aqueles que avaliam o recente acordo com o Irã como excessivamente concessivo à República Islâmica. Em sua publicação, Trump destacou o **recorde histórico do mercado de ações e a queda nos preços do petróleo** como evidências de sua gestão bem-sucedida, insinuando que as críticas ao acordo não levam em conta o contexto econômico favorável. O acordo em questão prevê a suspensão de sanções contra o Irã e um financiamento de US$ 300 bilhões para a reconstrução do país, com recursos que não devem provir de fundos americanos. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (18). Acordo Histórico e Reações Internacionais O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, saudou o pacto como um “documento histórico” e uma mensagem de um Irã em busca de paz sob o respeito mútuo. A assinatura do acordo marca um momento significativo nas relações entre os dois países. O Ministério das Relações Exteriores da Suíça confirmou a realização das “primeiras negociações” entre Estados Unidos e Irã, mediadas pelo Paquistão e Qatar, perto da cidade de Lucerna. O encontro está previsto para ocorrer em um hotel de luxo na região central do país. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) também saudou o acordo, com seu chefe, Rafael Grossi, afirmando que “agora começa o trabalho técnico” para a implementação das medidas acordadas. A AIEA participará de discussões para definir os detalhes e a supervisão do programa nuclear iraniano. Mercado Reage e Tensão Permanece Com o anúncio do acordo, houve uma notável movimentação de navios no Estreito de Hormuz. Embarcações, incluindo navios de gás natural liquefeito (GNL) e superpetroleiros sauditas, voltaram a cruzar a via marítima, após semanas de operações ocultas. A Reuters analisou que as partidas de portos sauditas representaram as maiores movimentações pelo estreito em semanas, sinalizando uma normalização das rotas comerciais após o avanço nas negociações. O primeiro navio transportador de GNL com bandeira francesa deixou o golfo Pérsico nesta quinta. Ameaça de Retaliação em Caso de Não Cumprimento Apesar do otimismo inicial, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, advertiu que o país pode retomar ações militares e reimpor bloqueios caso o Irã não cumpra os compromissos estabelecidos no acordo. A declaração foi feita em Bruxelas, após reunião com ministros da Defesa da OTAN. Hegseth enfatizou que os EUA estão preparados para agir se o Irã falhar em cumprir suas obrigações dentro do cronograma das negociações. Ele afirmou que, se o acordo não for honrado, os Estados Unidos têm “plena capacidade de reimpor um bloqueio intransponível”.

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Ucrânia Lança Maior Ataque de Drones Contra Moscou em Dois Anos, Provoca Incêndios e Atrasos em Aeroportos

Ucrânia Lança Maior Ataque de Drones Contra Moscou em Dois Anos, Provoca Incêndios e Atrasos em Aeroportos A Ucrânia realizou nesta quinta-feira o que autoridades russas descreveram como o maior ataque com drones contra Moscou nos últimos dois anos. A ação resultou em incêndios na capital russa e arredores, além de interrupções significativas nas operações dos principais aeroportos, com centenas de voos sendo atrasados. Drones atingiram uma importante refinaria de petróleo na capital russa, em um ataque que o prefeito Sergei Sobyanin classificou como “em larga escala”. A extensão dos danos ainda não foi totalmente revelada, mas grandes colunas de fumaça foram visíveis sobre a periferia sul da cidade. Em resposta, o Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que o país implementará “ataques coordenados em larga escala e com regularidade”. Conforme informação divulgada pela agência AFP, o ataque ucraniano é considerado uma “resposta plenamente justificada aos ataques russos contra nossas cidades”, segundo declarações do presidente ucraniano, Volodimir Zelenski. Refinaria e Edifícios Residenciais no Alvo dos Drones A refinaria MNPZ, localizada no distrito de Kapotnia, foi palco de um grande incêndio provocado pelos drones. Este é o segundo ataque ucraniano contra a mesma refinaria em menos de uma semana, sendo que na terça-feira anterior, outro ataque já havia causado incêndio e danos significativos. A MNPZ é responsável por mais de um terço das necessidades de combustível da capital russa. Além da refinaria, outro drone atingiu um edifício residencial na região de Zhukovsky. Os destroços de um aparelho não identificado também provocaram um incêndio em um centro comercial próximo à capital, conforme relatou o governador da região, Andrey Vorobyov. Impacto nos Aeroportos e Defesas Russas O ataque com drones forçou o fechamento dos aeroportos de Moscou por algumas horas, resultando no **atraso de centenas de voos**. O aeroporto Sheremetyevo, o mais importante da capital, informou que precisou transferir passageiros para “locais seguros” durante o período de alerta. As defesas antiaéreas russas afirmam ter derrubado 180 drones que se aproximavam de Moscou, segundo o prefeito Sobyanin. O Ministério da Defesa russo, por sua vez, declarou ter interceptado mais de 500 drones ucranianos em todo o país durante a madrugada. Contexto e Declarações Oficiais O ataque coincide com a realização de uma reunião entre o presidente russo Vladimir Putin e líderes da Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático) em Kazan, localizada a quase 700 km de Moscou. Zelenski enfatizou que o objetivo desses ataques é fazer com que o povo russo “comece a sentir que é um homem, [Vladimir] Putin, quem trava esta guerra, enquanto as pessoas comuns pagam o preço”. Ele acrescentou: “Nós não queremos esta guerra e jamais a quisemos (…) Mas se a Ucrânia queima, a sua Moscou também vai queimar”. Nos últimos meses, a Ucrânia tem intensificado operações com drones contra refinarias de petróleo, consideradas um ativo crucial para o esforço de guerra russo. Zelenski descreve essas ações como “sanções de longo alcance”, pedindo que a Rússia adote passos diplomáticos para o fim do conflito. Em

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Macron em Versalhes: Jantar com Trump pelos 250 anos dos EUA celebra laços históricos e diplomacia francesa

Macron recebe Trump em Versalhes para celebrar 250 anos da independência americana, reafirmando a estratégia diplomática francesa. O presidente francês, Emmanuel Macron, utilizou o grandioso Palácio de Versalhes como cenário para um jantar de Estado com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O evento, realizado nesta quarta-feira (17), marcou as comemorações dos 250 anos da independência americana, reforçando a importância histórica da relação entre os dois países. O encontro ocorreu após a cúpula do G7, em Évian-les-Bains, e foi cuidadosamente planejado para além da celebração. Macron buscou, com o prestígio de Versalhes, impressionar aliados, fortalecer laços e influenciar negociações internacionais, em uma clara demonstração da chamada ‘diplomacia à francesa’. Conforme informações divulgadas, o jantar em Versalhes não foi apenas uma formalidade, mas uma estratégia política. A escolha do local, carregado de simbolismo histórico, visou destacar o papel da França no apoio à independência americana e projetar a imagem de um país com forte tradição diplomática e cultural. A recepção de Trump em um ambiente tão emblemático também serviu para assegurar a continuidade do diálogo em um contexto internacional de tensões. Versalhes: Um Cenário de Poder e História para a Diplomacia O Palácio de Versalhes, construído no século 17 por Luís XIV, é intrinsecamente ligado à representação do poder absoluto e à grandeza do Estado francês. Ao longo dos séculos, a República francesa ressignificou o espaço, transformando-o em uma vitrine diplomática de prestígio. A escolha de Macron em receber líderes mundiais em Versalhes, como Vladimir Putin e o Rei Charles III anteriormente, evidencia o uso estratégico do local como ferramenta de influência. Para Donald Trump, conhecido por apreciar símbolos e ambientes grandiosos, o cenário de Versalhes ofereceu um palco ideal. A visita incluiu um passeio pelo Salão dos Espelhos e pela Capela Real, além da exposição “Versalhes e os Estados Unidos”, que remonta ao apoio militar francês aos revolucionários americanos, liderados por Benjamin Franklin, e à assinatura do tratado que reconheceu a independência dos EUA em 1783. Diplomacia Gastronômica e Cultural como Ferramenta de ‘Soft Power’ A diplomacia francesa em Versalhes também se estende ao “art de vivre à la française”, integrando gastronomia, decoração e um protocolo meticuloso. Essa abordagem visa promover a imagem da França no exterior, exaltando sua cultura, produtos e atratividade econômica. O palácio já sediou eventos como o “Choose France”, que reúne investidores internacionais, demonstrando a combinação de política, economia e imagem. Apesar da grandiosidade do evento, o jantar foi mais sóbrio do que o esperado, sem fogos de artifícios ou espetáculos de luz e som. A escolha do local e o formato do encontro, no entanto, geraram debate político na França. Enquanto alguns criticaram o luxo diante do perfil controverso de Trump, outros defenderam a iniciativa como um instrumento legítimo de ação política e defesa dos interesses nacionais, especialmente em um momento de tensões diplomáticas globais.

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Irã e EUA Assinam Acordo Histórico de Paz no Oriente Médio: Fim da Guerra, Reabertura de Hormuz e Sanções Suspensas

Acordo de Paz entre Irã e Estados Unidos: Um Novo Capítulo para o Oriente Médio Em um desenvolvimento diplomático surpreendente, o Irã e os Estados Unidos anunciaram a assinatura de um acordo histórico que visa pôr fim à guerra no Oriente Médio. O pacto, composto por 14 pontos, foi confirmado nesta quarta-feira (17) e já prevê medidas de implementação imediata, prometendo uma nova era de estabilidade na região. O acordo, negociado intensamente nas últimas semanas, surge como uma resposta direta aos conflitos que se intensificaram desde 28 de fevereiro, após ataques atribuídos aos EUA e Israel contra o Irã. A guerra se espalhou, causando milhares de mortos e impactando severamente o comércio global, especialmente o transporte marítimo. As informações foram divulgadas por representantes de ambos os países e confirmadas por meio de publicações em redes sociais e agências de notícias estatais. O memorando de entendimento, batizado de Memorando de Islamabad, agora aguarda a fase de testes de sua implementação, marcando um momento crucial para a paz regional e global. Conforme informações divulgadas pela agência estatal Irna e por assessores de Donald Trump, o acordo foi assinado eletronicamente pelo lado iraniano e fisicamente pelo lado americano. Detalhes do Acordo: Paz, Comércio e Controle Nuclear O acordo de paz entre Irã e Estados Unidos estabelece a **suspensão das sanções americanas à venda de petróleo iraniano** e o fim do bloqueio aos portos do país persa. Essas medidas entraram em vigor logo após a assinatura do documento. Além disso, Washington se compromete a suspender todas as sanções contra Teerã caso um acordo definitivo seja alcançado, após um período de negociações de 60 dias. Durante este período de dois meses, os países discutirão uma solução para as reservas de urânio enriquecido do Irã, ponto central nas acusações americanas de que Teerã busca desenvolver armas nucleares. A proposta prevê a **diluição do material sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)**, um passo significativo para a não proliferação nuclear. Reabertura do Estreito de Hormuz e Impacto Econômico Global Um dos pontos mais cruciais do acordo é o restabelecimento completo do tráfego marítimo no **Estreito de Hormuz** em até 30 dias. O bloqueio deste estreito vital prejudicou a economia mundial, e sua reabertura é vista como um alívio. No entanto, o principal negociador iraniano, Mohamad Baqer Qalibaf, ressaltou que o trânsito não voltará ao estado anterior à guerra, indicando que o Irã cobrará taxas por serviços, exercendo seu direito soberano sobre a região. O Irã se comprometeu a garantir a passagem segura de navios comerciais pelo estreito, enquanto os EUA, em caso de acordo definitivo, facilitarão um fundo de US$ 300 milhões para a reconstrução e desenvolvimento econômico do Irã, com a participação de parceiros regionais, mas sem envolvimento financeiro direto de Washington. Reações Internacionais e Próximos Passos O acordo foi saudado pelo **G7**, que o considerou uma oportunidade histórica para impedir o Irã de adquirir armas nucleares e lidar com ameaças regionais e balísticas. A China também manifestou apoio, enfatizando a importância da aplicação

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Acordo EUA-Irã: 14 pontos para paz no Oriente Médio, reabertura de Hormuz e pacto nuclear em 60 dias

Acordo histórico entre EUA e Irã visa paz no Oriente Médio e pacto nuclear em 60 dias, com detalhes divulgados Um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã foi confirmado nesta quarta-feira, marcando um passo significativo para o fim do conflito no Oriente Médio. O documento, divulgado por um funcionário americano sob condição de anonimato, estabelece 14 pontos cruciais que preveem o cessar-fogo em todas as frentes, incluindo o Líbano, a reabertura estratégica do Estreito de Hormuz e os próximos passos para um futuro pacto nuclear. As negociações estipulam um prazo máximo de 60 dias para a consolidação de um acordo final. Embora autoridades americanas reconheçam a complexidade e a possibilidade de prorrogação, o texto busca acelerar o processo, que pode ser estendido mediante consentimento mútuo das partes envolvidas. O acordo detalha a liberação completa e sem taxas do Estreito de Hormuz por 60 dias, um ponto sensível que pode indicar futuras discussões sobre a cobrança de trânsito marítimo. O memorando também prevê um robusto orçamento de reconstrução para o Irã, no valor de US$ 300 bilhões, a ser financiado por parceiros regionais, não por fundos americanos. Conforme informação divulgada por um funcionário americano, o documento visa encerrar o conflito iniciado em 28 de fevereiro. Fim das Hostilidades e Soberania Garantida O ponto inicial do acordo estabelece o fim imediato e definitivo das operações militares entre os Estados Unidos e o Irã, bem como seus aliados. Ambos os países se comprometem a não iniciar novas guerras ou operações militares um contra o outro, abster-se de ameaças e garantir a integridade territorial e a soberania do Líbano. O acordo final consolidará o fim da guerra em todas as frentes. Outro ponto fundamental é o compromisso mútuo de respeito à soberania e à integridade territorial, com a abstenção de interferência nos assuntos internos de cada nação. Essa cláusula visa estabelecer uma base de confiança para as futuras relações diplomáticas e negociações. Estreito de Hormuz e Reconstrução Econômica A reabertura do Estreito de Hormuz é um dos destaques do acordo, com a previsão de passagem segura para embarcações comerciais, sem cobrança de taxas, por um período inicial de 60 dias. O Irã se compromete a remover obstáculos técnicos e militares, incluindo a desminagem, em até 30 dias. O diálogo com o Sultanato de Omã e outros Estados costeiros será mantido para definir a futura administração do estreito. Em paralelo, os Estados Unidos se comprometem a colaborar com parceiros regionais no desenvolvimento de um plano de reconstrução e desenvolvimento econômico para o Irã, com um orçamento mínimo de US$ 300 bilhões. A finalização do mecanismo de implementação deste plano está prevista para o acordo final, com a concessão de todas as licenças e autorizações financeiras necessárias pelos EUA. Pacto Nuclear e Levantamento de Sanções O acordo prevê a negociação e assinatura de um pacto nuclear em até 60 dias, com possibilidade de prorrogação por consentimento mútuo. O Irã reafirma seu compromisso de não adquirir ou desenvolver armas nucleares. A questão do

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Mundial 2026: México pode ser o grande vitorioso mesmo sem a taça, veja os motivos

O México pode ganhar com a Copa mesmo se não ganhar a Copa A ideia de sediar a Copa do Mundo de 2026 de forma conjunta entre Estados Unidos, México e Canadá, plantada em 2009 pelo diplomata mexicano Arturo Sarukhán, buscava unir continentes sob o lema da unidade. No entanto, a realização do evento tem revelado contrastes marcantes entre os países anfitriões. Enquanto os Estados Unidos optaram por uma abordagem focada em segurança, chegando a restringir a entrada de torcedores, o México tem se destacado pela sua tradicional hospitalidade. Essa diferença de postura tem gerado um impacto significativo na percepção e nos resultados para o país latino. Apesar de a seleção mexicana não figurar entre as favoritas para a final, é provável que o país saia como um dos grandes vitoriosos desta edição. A estratégia de acolhimento e a promoção da rica cultura mexicana estão atraindo um público expressivo, impulsionando o turismo e fortalecendo a imagem do país internacionalmente, conforme informações divulgadas em matérias jornalísticas. Hospitalidade Mexicana em Destaque O México tem se posicionado como um destino acolhedor, contrastando com a rigidez americana. Essa abordagem tem atraído turistas, especialmente canadenses que se sentiram afastados dos Estados Unidos devido a tensões políticas e comerciais anteriores. A presidente Claudia Sheinbaum exemplificou essa postura ao prestigiar torcedores em vez de comparecer ao jogo de abertura, demonstrando que os altos custos dos ingressos estão fora do alcance da maioria da população. Em um gesto de solidariedade, quando a seleção iraniana teve restrições para pernoitar em solo americano, Sheinbaum ofereceu as boas-vindas em Tijuana. A Cidade do México, por sua vez, está promovendo 16 festivais para apresentar a diversidade cultural do país, incluindo culinária, artesanato e artes, enriquecendo a experiência dos visitantes. Desafios e Oportunidades em Meio à Crise É importante notar que o México, apesar de sua hospitalidade, enfrenta sérios desafios de segurança, com um alto número de desaparecidos devido à atuação de cartéis de narcóticos infiltrados em forças policiais e militares. Enquanto eventos festivos aconteciam, protestos por justiça e pela localização dos desaparecidos também marcavam o cenário, evidenciando a complexidade da realidade mexicana. Apesar dessas dificuldades, a Copa do Mundo representa uma oportunidade para o México ir além do esporte. A iniciativa de sediar o evento, mesmo com as complexidades, pode fortalecer a identidade nacional e atrair investimentos, provando que o sucesso de uma Copa transcende o resultado em campo. A visão original de Arturo Sarukhán, de uma copa unida, encontra no México um palco de resiliência e celebração cultural.

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Keiko Fujimori e Roberto Sánchez: Dois Projetos de País em Disputa no Peru, Segurança e Economia em Foco

Eleições no Peru: Keiko Fujimori e Roberto Sánchez Apresentam Planos Opostos para o Futuro do País Com uma margem de menos de 1% das atas apuradas, a disputa presidencial no Peru se mostra acirrada entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez, separados por apenas 90 mil votos. A eleição coloca em confronto dois projetos de país radicalmente diferentes, cujas propostas abordam desde a segurança pública até a estrutura econômica e a inserção internacional do Peru. A realidade política peruana, no entanto, indica que o Congresso, fortalecido com o restabelecimento do Senado, terá papel crucial na condução do governo. A instabilidade política recente, com a queda de nove presidentes em uma década, comprova o poder do Legislativo. As principais divergências entre os candidatos se concentram nas áreas de segurança e reforma do Estado. Keiko Fujimori, com uma abordagem populista de direita, evoca a memória de seu pai, o ex-ditador Alberto Fujimori, enquanto Sánchez propõe uma nova Constituição para fundar um Estado plurinacional, ideia herdada de seu padrinho político, Pedro Castillo. A segurança pública emergiu como tema central devido ao aumento alarmante da criminalidade no Peru, a pior desde o conflito armado do final do século XX. Dados indicam que as denúncias anuais de homicídios mais que dobraram entre 2018 e 2025, e as de extorsão aumentaram mais de oito vezes no mesmo período. Propostas de Segurança: Ordem e Controle Contra Reforma Policial Keiko Fujimori, sob o lema “Peru com ordem”, aponta a insegurança como o principal problema nacional. Sua plataforma inclui a promessa de reduzir os assassinatos em 20% em cinco anos e a criação de um Centro Nacional de Comando e Videovigilância, utilizando inteligência artificial para prever crimes. Ela também propõe a construção de quatro megaprisionais de segurança máxima e o retorno dos “juízes sem rosto”, medida criticada por organizações de direitos humanos por ter levado à prisão de inocentes. Por outro lado, Roberto Sánchez adaptou seu plano de governo para o segundo turno, buscando aproximação com o centro. Suas propostas incluem a revogação de leis consideradas “pró-crimes”, a criação de um Sistema Nacional Integrado de Informação Criminal e a reforma da polícia, com a formação de uma unidade de elite com maior poder de fogo para combater o crime organizado. Economia: Estabilidade Macro e Cortes de Gastos Versus Investimento Público e Reforma Tributária Apesar da estabilidade macroeconômica legada pelas reformas de Alberto Fujimori, o Peru enfrenta alta desigualdade e informalidade. Keiko Fujimori propõe uma política econômica baseada no corte de gastos públicos, desburocratização para atrair capital estrangeiro e a redução do déficit público para 1% do PIB até 2031, com a meta de atrair US$ 5 bilhões em investimentos e gerar 3 milhões de empregos formais. Roberto Sánchez, em sua versão inicial, defendia o controle estatal de recursos estratégicos e intervenção no Banco Central. Contudo, em sua guinada para o centro, moderou o discurso, prometendo respeitar a independência do órgão financeiro. Suas propostas atuais focam em aumentar o investimento público em pesquisa e tecnologia, fortalecer a agricultura familiar e implementar

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Por que o mundo precisa de trilionários como Elon Musk? Entenda os perigos do poder econômico ilimitado

O mundo ganhou por estes dias o seu primeiro trilionário, Elon Musk. A prova em forma de gente de que o dinheiro, mesmo montanhas dele, não compra felicidade, respeito, afeto, saber ou estilo. Nas democracias, estabelecemos limites claros para a concentração de poder político. Um presidente, por exemplo, não pode ser reeleito indefinidamente em muitos países, incluindo o Brasil. Essas regras são amplamente aceitas porque entendemos que o excesso de poder é perigoso e buscamos mitigar seus riscos. Essa limitação de poder se aplica independentemente da pessoa no cargo, mesmo que seja alguém com intenções íntegras. A justiça absoluta de permitir que o povo se livre de um governante pela força da regra compensa a aparente injustiça de restringir o poder de alguém capaz de exercê-lo bem. Curiosamente, essa mesma lógica de limitação de poder tem sido negligenciada quando falamos de fortunas que ultrapassam o conceito de

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China Defende Reforma da ONU e Alerta: “Não Permitiremos que o “Punho Mais Forte” Dite as Regras”

China propõe um Novo Rumo para a Governança Global, com Foco na ONU e no “Sul Global” Em um documento de grande relevância diplomática, a China apresentou sua Iniciativa de Governança Global, uma resposta direta às crescentes tensões geopolíticas e desigualdades econômicas que marcam o cenário mundial atual. O país asiático reforça o papel central das Nações Unidas e defende uma reforma profunda em toda a organização, com ênfase especial no Conselho de Segurança. A proposta chinesa ecoa discursos recentes, inclusive aqueles defendidos pelo presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. O documento enfatiza a necessidade de dar mais voz aos países em desenvolvimento, o chamado “Sul Global”, e de estabelecer novas normas para áreas emergentes como a inteligência artificial, buscando um sistema internacional mais justo e equitativo. “O multilateralismo é o único caminho viável a seguir”, afirma o texto publicado nesta quarta-feira (17), em um momento de intensas discussões sobre o futuro da ordem mundial. A iniciativa, embora não cite nominalmente os Estados Unidos, surge em um contexto onde a China busca consolidar sua influência diplomática e conter ações unilaterais de potências hegemônicas. China Rejeita a “Lei da Selva” e Defende um Sistema Multilateral Fortalecido A publicação detalha a posição da China, que declara que “nunca permitirá” que o país com o “punho maior” defina os rumos globais. Essa declaração é uma alusão clara à força econômica e militar dos Estados Unidos, a maior potência mundial. Pequim defende que a ONU, como um todo, precisa ser reformada para se alinhar ao contexto geopolítico atual. No que diz respeito ao Conselho de Segurança, onde a China é membro permanente com poder de veto, a proposta é clara: ampliar a representatividade de países em desenvolvimento. Essa demanda não é nova; a chancelaria chinesa já defendia a necessidade de maior representação para as nações em desenvolvimento em 2005, argumentando que mais de dois terços dos membros da ONU estavam sub-representados no Conselho. Histórico de Reformas e Apoio Internacional à Proposta Chinesa A China tem sido uma defensora ativa da reforma do fórum das Nações Unidas há pelo menos duas décadas. Em 2023, em conjunto com outros membros dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e África do Sul), o país reiterou a defesa de uma “reforma abrangente da ONU”, visando torná-la “mais democrática, representativa, eficaz e eficiente”. Essa postura foi vista como um aceno ao desejo de países como Brasil, Índia e África do Sul de terem maior participação em instâncias decisórias globais. O presidente Lula, em abril, chegou a classificar os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (EUA, Reino Unido, China, Rússia e França) como os “senhores da guerra”. Iniciativa de Governança Global Ganha Aderência e Busca um Futuro Mais Justo Até o momento, a iniciativa chinesa de governança global já demonstrou um alcance considerável, com 160 países e organizações internacionais expressando apoio, e outras 60 nações integrando o grupo de amigos do projeto, segundo o Ministério das Relações Exteriores da China. O projeto foi lançado oficialmente em agosto de 2025, durante

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Irã Supera Trump: Especialista Revela Como Defesa de Negação Tornou Guerra Insustentável para os EUA

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Trump Detona Críticos de Acordo com Irã: “Invejosos, Maus ou Estúpidos” em Meio a Negociações Históricas

Trump reage a críticas sobre acordo com o Irã: “Invejosos, maus ou estúpidos” O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou a plataforma Truth Social para classificar como “invejosos, pessoas más ou estúpidos” aqueles que avaliam o recente acordo com o Irã como excessivamente concessivo à República Islâmica. Em sua publicação, Trump destacou o **recorde histórico do mercado de ações e a queda nos preços do petróleo** como evidências de sua gestão bem-sucedida, insinuando que as críticas ao acordo não levam em conta o contexto econômico favorável. O acordo em questão prevê a suspensão de sanções contra o Irã e um financiamento de US$ 300 bilhões para a reconstrução do país, com recursos que não devem provir de fundos americanos. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (18). Acordo Histórico e Reações Internacionais O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, saudou o pacto como um “documento histórico” e uma mensagem de um Irã em busca de paz sob o respeito mútuo. A assinatura do acordo marca um momento significativo nas relações entre os dois países. O Ministério das Relações Exteriores da Suíça confirmou a realização das “primeiras negociações” entre Estados Unidos e Irã, mediadas pelo Paquistão e Qatar, perto da cidade de Lucerna. O encontro está previsto para ocorrer em um hotel de luxo na região central do país. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) também saudou o acordo, com seu chefe, Rafael Grossi, afirmando que “agora começa o trabalho técnico” para a implementação das medidas acordadas. A AIEA participará de discussões para definir os detalhes e a supervisão do programa nuclear iraniano. Mercado Reage e Tensão Permanece Com o anúncio do acordo, houve uma notável movimentação de navios no Estreito de Hormuz. Embarcações, incluindo navios de gás natural liquefeito (GNL) e superpetroleiros sauditas, voltaram a cruzar a via marítima, após semanas de operações ocultas. A Reuters analisou que as partidas de portos sauditas representaram as maiores movimentações pelo estreito em semanas, sinalizando uma normalização das rotas comerciais após o avanço nas negociações. O primeiro navio transportador de GNL com bandeira francesa deixou o golfo Pérsico nesta quinta. Ameaça de Retaliação em Caso de Não Cumprimento Apesar do otimismo inicial, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, advertiu que o país pode retomar ações militares e reimpor bloqueios caso o Irã não cumpra os compromissos estabelecidos no acordo. A declaração foi feita em Bruxelas, após reunião com ministros da Defesa da OTAN. Hegseth enfatizou que os EUA estão preparados para agir se o Irã falhar em cumprir suas obrigações dentro do cronograma das negociações. Ele afirmou que, se o acordo não for honrado, os Estados Unidos têm “plena capacidade de reimpor um bloqueio intransponível”.

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Ucrânia Lança Maior Ataque de Drones Contra Moscou em Dois Anos, Provoca Incêndios e Atrasos em Aeroportos

Ucrânia Lança Maior Ataque de Drones Contra Moscou em Dois Anos, Provoca Incêndios e Atrasos em Aeroportos A Ucrânia realizou nesta quinta-feira o que autoridades russas descreveram como o maior ataque com drones contra Moscou nos últimos dois anos. A ação resultou em incêndios na capital russa e arredores, além de interrupções significativas nas operações dos principais aeroportos, com centenas de voos sendo atrasados. Drones atingiram uma importante refinaria de petróleo na capital russa, em um ataque que o prefeito Sergei Sobyanin classificou como “em larga escala”. A extensão dos danos ainda não foi totalmente revelada, mas grandes colunas de fumaça foram visíveis sobre a periferia sul da cidade. Em resposta, o Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que o país implementará “ataques coordenados em larga escala e com regularidade”. Conforme informação divulgada pela agência AFP, o ataque ucraniano é considerado uma “resposta plenamente justificada aos ataques russos contra nossas cidades”, segundo declarações do presidente ucraniano, Volodimir Zelenski. Refinaria e Edifícios Residenciais no Alvo dos Drones A refinaria MNPZ, localizada no distrito de Kapotnia, foi palco de um grande incêndio provocado pelos drones. Este é o segundo ataque ucraniano contra a mesma refinaria em menos de uma semana, sendo que na terça-feira anterior, outro ataque já havia causado incêndio e danos significativos. A MNPZ é responsável por mais de um terço das necessidades de combustível da capital russa. Além da refinaria, outro drone atingiu um edifício residencial na região de Zhukovsky. Os destroços de um aparelho não identificado também provocaram um incêndio em um centro comercial próximo à capital, conforme relatou o governador da região, Andrey Vorobyov. Impacto nos Aeroportos e Defesas Russas O ataque com drones forçou o fechamento dos aeroportos de Moscou por algumas horas, resultando no **atraso de centenas de voos**. O aeroporto Sheremetyevo, o mais importante da capital, informou que precisou transferir passageiros para “locais seguros” durante o período de alerta. As defesas antiaéreas russas afirmam ter derrubado 180 drones que se aproximavam de Moscou, segundo o prefeito Sobyanin. O Ministério da Defesa russo, por sua vez, declarou ter interceptado mais de 500 drones ucranianos em todo o país durante a madrugada. Contexto e Declarações Oficiais O ataque coincide com a realização de uma reunião entre o presidente russo Vladimir Putin e líderes da Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático) em Kazan, localizada a quase 700 km de Moscou. Zelenski enfatizou que o objetivo desses ataques é fazer com que o povo russo “comece a sentir que é um homem, [Vladimir] Putin, quem trava esta guerra, enquanto as pessoas comuns pagam o preço”. Ele acrescentou: “Nós não queremos esta guerra e jamais a quisemos (…) Mas se a Ucrânia queima, a sua Moscou também vai queimar”. Nos últimos meses, a Ucrânia tem intensificado operações com drones contra refinarias de petróleo, consideradas um ativo crucial para o esforço de guerra russo. Zelenski descreve essas ações como “sanções de longo alcance”, pedindo que a Rússia adote passos diplomáticos para o fim do conflito. Em

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Macron em Versalhes: Jantar com Trump pelos 250 anos dos EUA celebra laços históricos e diplomacia francesa

Macron recebe Trump em Versalhes para celebrar 250 anos da independência americana, reafirmando a estratégia diplomática francesa. O presidente francês, Emmanuel Macron, utilizou o grandioso Palácio de Versalhes como cenário para um jantar de Estado com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O evento, realizado nesta quarta-feira (17), marcou as comemorações dos 250 anos da independência americana, reforçando a importância histórica da relação entre os dois países. O encontro ocorreu após a cúpula do G7, em Évian-les-Bains, e foi cuidadosamente planejado para além da celebração. Macron buscou, com o prestígio de Versalhes, impressionar aliados, fortalecer laços e influenciar negociações internacionais, em uma clara demonstração da chamada ‘diplomacia à francesa’. Conforme informações divulgadas, o jantar em Versalhes não foi apenas uma formalidade, mas uma estratégia política. A escolha do local, carregado de simbolismo histórico, visou destacar o papel da França no apoio à independência americana e projetar a imagem de um país com forte tradição diplomática e cultural. A recepção de Trump em um ambiente tão emblemático também serviu para assegurar a continuidade do diálogo em um contexto internacional de tensões. Versalhes: Um Cenário de Poder e História para a Diplomacia O Palácio de Versalhes, construído no século 17 por Luís XIV, é intrinsecamente ligado à representação do poder absoluto e à grandeza do Estado francês. Ao longo dos séculos, a República francesa ressignificou o espaço, transformando-o em uma vitrine diplomática de prestígio. A escolha de Macron em receber líderes mundiais em Versalhes, como Vladimir Putin e o Rei Charles III anteriormente, evidencia o uso estratégico do local como ferramenta de influência. Para Donald Trump, conhecido por apreciar símbolos e ambientes grandiosos, o cenário de Versalhes ofereceu um palco ideal. A visita incluiu um passeio pelo Salão dos Espelhos e pela Capela Real, além da exposição “Versalhes e os Estados Unidos”, que remonta ao apoio militar francês aos revolucionários americanos, liderados por Benjamin Franklin, e à assinatura do tratado que reconheceu a independência dos EUA em 1783. Diplomacia Gastronômica e Cultural como Ferramenta de ‘Soft Power’ A diplomacia francesa em Versalhes também se estende ao “art de vivre à la française”, integrando gastronomia, decoração e um protocolo meticuloso. Essa abordagem visa promover a imagem da França no exterior, exaltando sua cultura, produtos e atratividade econômica. O palácio já sediou eventos como o “Choose France”, que reúne investidores internacionais, demonstrando a combinação de política, economia e imagem. Apesar da grandiosidade do evento, o jantar foi mais sóbrio do que o esperado, sem fogos de artifícios ou espetáculos de luz e som. A escolha do local e o formato do encontro, no entanto, geraram debate político na França. Enquanto alguns criticaram o luxo diante do perfil controverso de Trump, outros defenderam a iniciativa como um instrumento legítimo de ação política e defesa dos interesses nacionais, especialmente em um momento de tensões diplomáticas globais.

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Irã e EUA Assinam Acordo Histórico de Paz no Oriente Médio: Fim da Guerra, Reabertura de Hormuz e Sanções Suspensas

Acordo de Paz entre Irã e Estados Unidos: Um Novo Capítulo para o Oriente Médio Em um desenvolvimento diplomático surpreendente, o Irã e os Estados Unidos anunciaram a assinatura de um acordo histórico que visa pôr fim à guerra no Oriente Médio. O pacto, composto por 14 pontos, foi confirmado nesta quarta-feira (17) e já prevê medidas de implementação imediata, prometendo uma nova era de estabilidade na região. O acordo, negociado intensamente nas últimas semanas, surge como uma resposta direta aos conflitos que se intensificaram desde 28 de fevereiro, após ataques atribuídos aos EUA e Israel contra o Irã. A guerra se espalhou, causando milhares de mortos e impactando severamente o comércio global, especialmente o transporte marítimo. As informações foram divulgadas por representantes de ambos os países e confirmadas por meio de publicações em redes sociais e agências de notícias estatais. O memorando de entendimento, batizado de Memorando de Islamabad, agora aguarda a fase de testes de sua implementação, marcando um momento crucial para a paz regional e global. Conforme informações divulgadas pela agência estatal Irna e por assessores de Donald Trump, o acordo foi assinado eletronicamente pelo lado iraniano e fisicamente pelo lado americano. Detalhes do Acordo: Paz, Comércio e Controle Nuclear O acordo de paz entre Irã e Estados Unidos estabelece a **suspensão das sanções americanas à venda de petróleo iraniano** e o fim do bloqueio aos portos do país persa. Essas medidas entraram em vigor logo após a assinatura do documento. Além disso, Washington se compromete a suspender todas as sanções contra Teerã caso um acordo definitivo seja alcançado, após um período de negociações de 60 dias. Durante este período de dois meses, os países discutirão uma solução para as reservas de urânio enriquecido do Irã, ponto central nas acusações americanas de que Teerã busca desenvolver armas nucleares. A proposta prevê a **diluição do material sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)**, um passo significativo para a não proliferação nuclear. Reabertura do Estreito de Hormuz e Impacto Econômico Global Um dos pontos mais cruciais do acordo é o restabelecimento completo do tráfego marítimo no **Estreito de Hormuz** em até 30 dias. O bloqueio deste estreito vital prejudicou a economia mundial, e sua reabertura é vista como um alívio. No entanto, o principal negociador iraniano, Mohamad Baqer Qalibaf, ressaltou que o trânsito não voltará ao estado anterior à guerra, indicando que o Irã cobrará taxas por serviços, exercendo seu direito soberano sobre a região. O Irã se comprometeu a garantir a passagem segura de navios comerciais pelo estreito, enquanto os EUA, em caso de acordo definitivo, facilitarão um fundo de US$ 300 milhões para a reconstrução e desenvolvimento econômico do Irã, com a participação de parceiros regionais, mas sem envolvimento financeiro direto de Washington. Reações Internacionais e Próximos Passos O acordo foi saudado pelo **G7**, que o considerou uma oportunidade histórica para impedir o Irã de adquirir armas nucleares e lidar com ameaças regionais e balísticas. A China também manifestou apoio, enfatizando a importância da aplicação

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Acordo EUA-Irã: 14 pontos para paz no Oriente Médio, reabertura de Hormuz e pacto nuclear em 60 dias

Acordo histórico entre EUA e Irã visa paz no Oriente Médio e pacto nuclear em 60 dias, com detalhes divulgados Um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã foi confirmado nesta quarta-feira, marcando um passo significativo para o fim do conflito no Oriente Médio. O documento, divulgado por um funcionário americano sob condição de anonimato, estabelece 14 pontos cruciais que preveem o cessar-fogo em todas as frentes, incluindo o Líbano, a reabertura estratégica do Estreito de Hormuz e os próximos passos para um futuro pacto nuclear. As negociações estipulam um prazo máximo de 60 dias para a consolidação de um acordo final. Embora autoridades americanas reconheçam a complexidade e a possibilidade de prorrogação, o texto busca acelerar o processo, que pode ser estendido mediante consentimento mútuo das partes envolvidas. O acordo detalha a liberação completa e sem taxas do Estreito de Hormuz por 60 dias, um ponto sensível que pode indicar futuras discussões sobre a cobrança de trânsito marítimo. O memorando também prevê um robusto orçamento de reconstrução para o Irã, no valor de US$ 300 bilhões, a ser financiado por parceiros regionais, não por fundos americanos. Conforme informação divulgada por um funcionário americano, o documento visa encerrar o conflito iniciado em 28 de fevereiro. Fim das Hostilidades e Soberania Garantida O ponto inicial do acordo estabelece o fim imediato e definitivo das operações militares entre os Estados Unidos e o Irã, bem como seus aliados. Ambos os países se comprometem a não iniciar novas guerras ou operações militares um contra o outro, abster-se de ameaças e garantir a integridade territorial e a soberania do Líbano. O acordo final consolidará o fim da guerra em todas as frentes. Outro ponto fundamental é o compromisso mútuo de respeito à soberania e à integridade territorial, com a abstenção de interferência nos assuntos internos de cada nação. Essa cláusula visa estabelecer uma base de confiança para as futuras relações diplomáticas e negociações. Estreito de Hormuz e Reconstrução Econômica A reabertura do Estreito de Hormuz é um dos destaques do acordo, com a previsão de passagem segura para embarcações comerciais, sem cobrança de taxas, por um período inicial de 60 dias. O Irã se compromete a remover obstáculos técnicos e militares, incluindo a desminagem, em até 30 dias. O diálogo com o Sultanato de Omã e outros Estados costeiros será mantido para definir a futura administração do estreito. Em paralelo, os Estados Unidos se comprometem a colaborar com parceiros regionais no desenvolvimento de um plano de reconstrução e desenvolvimento econômico para o Irã, com um orçamento mínimo de US$ 300 bilhões. A finalização do mecanismo de implementação deste plano está prevista para o acordo final, com a concessão de todas as licenças e autorizações financeiras necessárias pelos EUA. Pacto Nuclear e Levantamento de Sanções O acordo prevê a negociação e assinatura de um pacto nuclear em até 60 dias, com possibilidade de prorrogação por consentimento mútuo. O Irã reafirma seu compromisso de não adquirir ou desenvolver armas nucleares. A questão do

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Mundial 2026: México pode ser o grande vitorioso mesmo sem a taça, veja os motivos

O México pode ganhar com a Copa mesmo se não ganhar a Copa A ideia de sediar a Copa do Mundo de 2026 de forma conjunta entre Estados Unidos, México e Canadá, plantada em 2009 pelo diplomata mexicano Arturo Sarukhán, buscava unir continentes sob o lema da unidade. No entanto, a realização do evento tem revelado contrastes marcantes entre os países anfitriões. Enquanto os Estados Unidos optaram por uma abordagem focada em segurança, chegando a restringir a entrada de torcedores, o México tem se destacado pela sua tradicional hospitalidade. Essa diferença de postura tem gerado um impacto significativo na percepção e nos resultados para o país latino. Apesar de a seleção mexicana não figurar entre as favoritas para a final, é provável que o país saia como um dos grandes vitoriosos desta edição. A estratégia de acolhimento e a promoção da rica cultura mexicana estão atraindo um público expressivo, impulsionando o turismo e fortalecendo a imagem do país internacionalmente, conforme informações divulgadas em matérias jornalísticas. Hospitalidade Mexicana em Destaque O México tem se posicionado como um destino acolhedor, contrastando com a rigidez americana. Essa abordagem tem atraído turistas, especialmente canadenses que se sentiram afastados dos Estados Unidos devido a tensões políticas e comerciais anteriores. A presidente Claudia Sheinbaum exemplificou essa postura ao prestigiar torcedores em vez de comparecer ao jogo de abertura, demonstrando que os altos custos dos ingressos estão fora do alcance da maioria da população. Em um gesto de solidariedade, quando a seleção iraniana teve restrições para pernoitar em solo americano, Sheinbaum ofereceu as boas-vindas em Tijuana. A Cidade do México, por sua vez, está promovendo 16 festivais para apresentar a diversidade cultural do país, incluindo culinária, artesanato e artes, enriquecendo a experiência dos visitantes. Desafios e Oportunidades em Meio à Crise É importante notar que o México, apesar de sua hospitalidade, enfrenta sérios desafios de segurança, com um alto número de desaparecidos devido à atuação de cartéis de narcóticos infiltrados em forças policiais e militares. Enquanto eventos festivos aconteciam, protestos por justiça e pela localização dos desaparecidos também marcavam o cenário, evidenciando a complexidade da realidade mexicana. Apesar dessas dificuldades, a Copa do Mundo representa uma oportunidade para o México ir além do esporte. A iniciativa de sediar o evento, mesmo com as complexidades, pode fortalecer a identidade nacional e atrair investimentos, provando que o sucesso de uma Copa transcende o resultado em campo. A visão original de Arturo Sarukhán, de uma copa unida, encontra no México um palco de resiliência e celebração cultural.

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Keiko Fujimori e Roberto Sánchez: Dois Projetos de País em Disputa no Peru, Segurança e Economia em Foco

Eleições no Peru: Keiko Fujimori e Roberto Sánchez Apresentam Planos Opostos para o Futuro do País Com uma margem de menos de 1% das atas apuradas, a disputa presidencial no Peru se mostra acirrada entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez, separados por apenas 90 mil votos. A eleição coloca em confronto dois projetos de país radicalmente diferentes, cujas propostas abordam desde a segurança pública até a estrutura econômica e a inserção internacional do Peru. A realidade política peruana, no entanto, indica que o Congresso, fortalecido com o restabelecimento do Senado, terá papel crucial na condução do governo. A instabilidade política recente, com a queda de nove presidentes em uma década, comprova o poder do Legislativo. As principais divergências entre os candidatos se concentram nas áreas de segurança e reforma do Estado. Keiko Fujimori, com uma abordagem populista de direita, evoca a memória de seu pai, o ex-ditador Alberto Fujimori, enquanto Sánchez propõe uma nova Constituição para fundar um Estado plurinacional, ideia herdada de seu padrinho político, Pedro Castillo. A segurança pública emergiu como tema central devido ao aumento alarmante da criminalidade no Peru, a pior desde o conflito armado do final do século XX. Dados indicam que as denúncias anuais de homicídios mais que dobraram entre 2018 e 2025, e as de extorsão aumentaram mais de oito vezes no mesmo período. Propostas de Segurança: Ordem e Controle Contra Reforma Policial Keiko Fujimori, sob o lema “Peru com ordem”, aponta a insegurança como o principal problema nacional. Sua plataforma inclui a promessa de reduzir os assassinatos em 20% em cinco anos e a criação de um Centro Nacional de Comando e Videovigilância, utilizando inteligência artificial para prever crimes. Ela também propõe a construção de quatro megaprisionais de segurança máxima e o retorno dos “juízes sem rosto”, medida criticada por organizações de direitos humanos por ter levado à prisão de inocentes. Por outro lado, Roberto Sánchez adaptou seu plano de governo para o segundo turno, buscando aproximação com o centro. Suas propostas incluem a revogação de leis consideradas “pró-crimes”, a criação de um Sistema Nacional Integrado de Informação Criminal e a reforma da polícia, com a formação de uma unidade de elite com maior poder de fogo para combater o crime organizado. Economia: Estabilidade Macro e Cortes de Gastos Versus Investimento Público e Reforma Tributária Apesar da estabilidade macroeconômica legada pelas reformas de Alberto Fujimori, o Peru enfrenta alta desigualdade e informalidade. Keiko Fujimori propõe uma política econômica baseada no corte de gastos públicos, desburocratização para atrair capital estrangeiro e a redução do déficit público para 1% do PIB até 2031, com a meta de atrair US$ 5 bilhões em investimentos e gerar 3 milhões de empregos formais. Roberto Sánchez, em sua versão inicial, defendia o controle estatal de recursos estratégicos e intervenção no Banco Central. Contudo, em sua guinada para o centro, moderou o discurso, prometendo respeitar a independência do órgão financeiro. Suas propostas atuais focam em aumentar o investimento público em pesquisa e tecnologia, fortalecer a agricultura familiar e implementar

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Por que o mundo precisa de trilionários como Elon Musk? Entenda os perigos do poder econômico ilimitado

O mundo ganhou por estes dias o seu primeiro trilionário, Elon Musk. A prova em forma de gente de que o dinheiro, mesmo montanhas dele, não compra felicidade, respeito, afeto, saber ou estilo. Nas democracias, estabelecemos limites claros para a concentração de poder político. Um presidente, por exemplo, não pode ser reeleito indefinidamente em muitos países, incluindo o Brasil. Essas regras são amplamente aceitas porque entendemos que o excesso de poder é perigoso e buscamos mitigar seus riscos. Essa limitação de poder se aplica independentemente da pessoa no cargo, mesmo que seja alguém com intenções íntegras. A justiça absoluta de permitir que o povo se livre de um governante pela força da regra compensa a aparente injustiça de restringir o poder de alguém capaz de exercê-lo bem. Curiosamente, essa mesma lógica de limitação de poder tem sido negligenciada quando falamos de fortunas que ultrapassam o conceito de

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China Defende Reforma da ONU e Alerta: “Não Permitiremos que o “Punho Mais Forte” Dite as Regras”

China propõe um Novo Rumo para a Governança Global, com Foco na ONU e no “Sul Global” Em um documento de grande relevância diplomática, a China apresentou sua Iniciativa de Governança Global, uma resposta direta às crescentes tensões geopolíticas e desigualdades econômicas que marcam o cenário mundial atual. O país asiático reforça o papel central das Nações Unidas e defende uma reforma profunda em toda a organização, com ênfase especial no Conselho de Segurança. A proposta chinesa ecoa discursos recentes, inclusive aqueles defendidos pelo presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. O documento enfatiza a necessidade de dar mais voz aos países em desenvolvimento, o chamado “Sul Global”, e de estabelecer novas normas para áreas emergentes como a inteligência artificial, buscando um sistema internacional mais justo e equitativo. “O multilateralismo é o único caminho viável a seguir”, afirma o texto publicado nesta quarta-feira (17), em um momento de intensas discussões sobre o futuro da ordem mundial. A iniciativa, embora não cite nominalmente os Estados Unidos, surge em um contexto onde a China busca consolidar sua influência diplomática e conter ações unilaterais de potências hegemônicas. China Rejeita a “Lei da Selva” e Defende um Sistema Multilateral Fortalecido A publicação detalha a posição da China, que declara que “nunca permitirá” que o país com o “punho maior” defina os rumos globais. Essa declaração é uma alusão clara à força econômica e militar dos Estados Unidos, a maior potência mundial. Pequim defende que a ONU, como um todo, precisa ser reformada para se alinhar ao contexto geopolítico atual. No que diz respeito ao Conselho de Segurança, onde a China é membro permanente com poder de veto, a proposta é clara: ampliar a representatividade de países em desenvolvimento. Essa demanda não é nova; a chancelaria chinesa já defendia a necessidade de maior representação para as nações em desenvolvimento em 2005, argumentando que mais de dois terços dos membros da ONU estavam sub-representados no Conselho. Histórico de Reformas e Apoio Internacional à Proposta Chinesa A China tem sido uma defensora ativa da reforma do fórum das Nações Unidas há pelo menos duas décadas. Em 2023, em conjunto com outros membros dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e África do Sul), o país reiterou a defesa de uma “reforma abrangente da ONU”, visando torná-la “mais democrática, representativa, eficaz e eficiente”. Essa postura foi vista como um aceno ao desejo de países como Brasil, Índia e África do Sul de terem maior participação em instâncias decisórias globais. O presidente Lula, em abril, chegou a classificar os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (EUA, Reino Unido, China, Rússia e França) como os “senhores da guerra”. Iniciativa de Governança Global Ganha Aderência e Busca um Futuro Mais Justo Até o momento, a iniciativa chinesa de governança global já demonstrou um alcance considerável, com 160 países e organizações internacionais expressando apoio, e outras 60 nações integrando o grupo de amigos do projeto, segundo o Ministério das Relações Exteriores da China. O projeto foi lançado oficialmente em agosto de 2025, durante

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