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Principais Matérias

Crédito Imobiliário para Motoristas de App: Caixa Abre Caminho e Pode Impulsionar Mercado em 15% em 2026

Caixa Revoluciona Crédito Imobiliário para Trabalhadores de Aplicativos Uma notícia animadora para milhares de motoristas e entregadores de aplicativos: a Caixa Econômica Federal anunciou uma mudança significativa na análise de renda para crédito imobiliário. A partir de agora, extratos de plataformas digitais serão aceitos como comprovante de ganhos, uma medida que promete impulsionar a busca por imóveis. Essa alteração é vista como um divisor de águas para um segmento profissional que, até então, enfrentava barreiras consideráveis no acesso ao financiamento habitacional. A nova política busca dar amparo a uma parcela expressiva da força de trabalho brasileira que opera na economia digital. A expectativa é que a medida, segundo a Yonder Incorporadora e Construtora, possa levar a um crescimento de 10% a 15% na procura por imóveis já no segundo semestre de 2026, com um aumento de cerca de 8% nos negócios efetivamente concluídos. Conforme informação divulgada pela Times Brasil, o impacto deve se concentrar em imóveis de entrada e nas unidades do programa Minha Casa, Minha Vida. Comprovantes de Renda Inovadores para Financiamento A principal novidade é a permissão para que motoristas e entregadores apresentem os extratos emitidos pelas próprias plataformas de aplicativos como forma de comprovar seus rendimentos. Anteriormente, esses ganhos eram frequentemente classificados pela Caixa como renda informal, dificultando a aprovação de financiamentos. Washington Vasconcelos, CEO da Yonder, destacou a importância da mudança. Ele afirmou à Times Brasil que “essa mudança chega em um momento importante para um contingente muito grande de trabalhadores. Quem atua por aplicativo muitas vezes não possui uma empresa constituída nem os comprovantes normalmente solicitados pelos bancos. É um público que estava mal amparado pelo sistema de crédito”. FGTS Continua Sendo um Aliado Importante Para trabalhadores que possuem vínculo formal anterior, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) continua sendo um recurso valioso, desde que as regras específicas do financiamento habitacional sejam atendidas. A combinação do FGTS com a nova forma de comprovação de renda abre novas possibilidades. A Yonder projeta que o principal beneficiado será o segmento de imóveis de entrada e as unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. Ao reconhecer formalmente a renda dos trabalhadores de aplicativos, a base de potenciais compradores se expande consideravelmente. Taxas de Juros Ainda Podem Influenciar a Compra Apesar do avanço na análise de renda, é importante notar que as taxas de juros continuam sendo um fator que pode influenciar a capacidade de financiamento das famílias. Mesmo com o recente corte na taxa Selic, atualmente em 14% ao ano, o custo do crédito imobiliário ainda é um ponto de atenção. Vale ressaltar que a simples apresentação dos extratos de aplicativos não garante a aprovação automática do financiamento. A concessão do crédito imobiliário permanece sujeita à análise de crédito individual e ao cumprimento de todas as regras estabelecidas para cada modalidade de financiamento pela Caixa Econômica Federal.

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Bancoc: Adolescente mata avós e ataca escola, deixando 7 mortos e 30 feridos em massacre chocante na Tailândia

Chocante massacre em escola tailandesa: Adolescente de 14 anos causa 7 mortes e deixa dezenas feridos após matar avós Um ato de violência brutal abalou a Tailândia nesta sexta-feira, quando um adolescente de apenas 14 anos tirou a vida de seus avós e, em seguida, invadiu uma escola nos arredores de Bancoc, perpetrando um massacre que resultou em pelo menos sete mortes e deixou cerca de 30 pessoas feridas. O incidente, que se configura como o pior ataque do tipo na nação do Sudeste Asiático desde 2022, desencadeou pânico e tristeza, com pais correndo para buscar seus filhos e autoridades expressando profunda consternação. A polícia confirmou que o jovem atirador, um aluno da própria instituição de ensino, utilizou uma arma pertencente ao avô para cometer os crimes. As autoridades revisaram o número de vítimas, estabelecendo em sete o total de mortos: os dois avós, três professores e dois funcionários da escola. Detalhes sombrios do ataque em Nonthaburi O autor do tiroteio, cuja identidade não foi plenamente revelada, agiu com frieza ao assassinar seus avós antes de se dirigir à escola. Segundo informações policiais, ele disparou pelo menos 26 vezes dentro da instituição, e outras 34 munições foram encontradas no local. Nove dos feridos encontram-se em estado grave, recebendo atendimento médico intensivo. Reações e o problema da posse de armas na Tailândia O primeiro-ministro Anutin Charnvirakul manifestou sua tristeza e incredulidade diante da tragédia. “É um incidente terrível. Nunca deveria ter acontecido. Como isso pôde acontecer em nosso país?”, declarou a jornalistas. A estudante Pawarisa Maylissa relatou ter ouvido os disparos altos e os cartuchos caindo, expressando choque com o fato de um jovem ter acesso a uma arma de fogo. A Tailândia possui uma das maiores taxas de posse de armas de fogo na região, com uma estimativa de cerca de 10 milhões de armas em circulação, uma para cada sete habitantes. Apesar de promessas anteriores de endurecer as leis, ataques com armas de fogo continuam a ocorrer com frequência preocupante. Histórico de violência em escolas tailandesas Este é o segundo ataque a tiros em escolas na Tailândia este ano. Em fevereiro, um professor morreu e dois alunos ficaram feridos em um incidente no sul do país. O caso mais trágico ocorreu em 2022, quando um ex-policial matou 24 crianças e 12 adultos em uma creche no norte do país, um dos massacres mais terríveis da história tailandesa. Atendimento às vítimas e o último disparo Socorristas chegaram ao local enquanto o ataque ainda ocorria, atendendo alunos com ferimentos nas costas, peito e braços. Um professor foi encontrado morto em um andar superior, e outra professora ferida em uma sala. O socorrista Kiatikhun Verapongpradith relatou ter sido chamado para atender o atirador após ouvir um último disparo, presumivelmente o de seu suicídio.

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Reforma Casa Brasil: Entenda as Regras, Como Solicitar o Crédito e o Alerta de Orçamento para 2024

Reforma Casa Brasil: Guia Completo, Regras e Panorama do Crédito O programa Reforma Casa Brasil, uma iniciativa da Caixa Econômica Federal, tem gerado grande interesse em famílias que buscam aprimorar suas moradias. Com condições facilitadas de crédito, o programa visa impulsionar melhorias em imóveis residenciais. No entanto, recentes discussões orçamentárias e o ritmo das contratações levantam questões sobre a continuidade e o alcance das liberações. Entender as regras, os valores financiáveis e o processo de solicitação é fundamental para quem deseja aproveitar essa oportunidade. Além disso, o cenário atual de financiamento e os desafios orçamentários que o programa enfrenta merecem atenção especial. Reunimos as informações essenciais sobre o Reforma Casa Brasil, desde o seu funcionamento básico até as análises mais recentes sobre o fluxo de crédito. Conforme informações divulgadas pela imprensa e pelo Ministério das Cidades, o programa busca democratizar o acesso a reformas, mas enfrenta desafios que podem impactar seu futuro próximo. O que é o Reforma Casa Brasil e Como Funciona? O Reforma Casa Brasil é uma linha de crédito da Caixa Econômica Federal destinada a pessoas que desejam reformar seus imóveis para aumentar o conforto, a segurança e a acessibilidade. A contratação pode ser realizada de forma 100% digital, diretamente com a Caixa, sem a necessidade de intermediários. Para ser elegível, é preciso ter uma renda familiar bruta de até R$ 13.000,00 e residir em área urbana. A aprovação do crédito depende de uma análise e avaliação por parte da Caixa. O programa permite o financiamento de intervenções em imóveis residenciais ou mistos, que também sirvam como espaço de trabalho. A comprovação de posse do imóvel não exige, em todos os casos, a escritura registrada, abrindo espaço para outras formas de comprovação aceitas pela Caixa. Interessante notar que mesmo pessoas que residem em imóveis alugados ou cedidos podem solicitar o financiamento, desde que obtenham a autorização prévia do proprietário para realizar as reformas. É importante ressaltar que o imóvel não precisa, necessariamente, fazer parte de programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida. Existem restrições para imóveis localizados em áreas de risco, como aquelas sujeitas a enchentes, alagamentos, deslizamentos ou rachaduras. Da mesma forma, imóveis próximos a áreas de preservação ambiental, margens de rios, rodovias, ferrovias e linhas de alta tensão podem ter a concessão do crédito dificultada. Essas análises de risco e localização são parte do processo de vistoria. O que Pode Ser Financiado e Quais os Valores Disponíveis? Os empréstimos do Reforma Casa Brasil variam entre R$ 5.000,00 e R$ 50.000,00, dependendo da modalidade escolhida e do projeto de reforma. O crédito pode cobrir desde pequenas instalações e trocas, como torneiras e luminárias, até a infraestrutura essencial, incluindo reparos em redes elétricas e hidráulicas, além de impermeabilização. Acabamentos como troca de pisos, azulejos, pintura, telhados e forros também estão contemplados. O programa também apoia a instalação de itens de sustentabilidade e acessibilidade, como painéis solares, rampas e barras de apoio. Além disso, é possível financiar a construção de novos cômodos, como quartos, salas, banheiros e

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Guerra na Ucrânia: Ataques Russos em Casa Levam Apoio à Invasão ao Menor Nível Histórico na Rússia

Guerra na Ucrânia: Apoio à invasão russa atinge menor patamar desde o início do conflito Os recentes ataques da Ucrânia contra o sistema energético e logístico da Rússia parecem ter impactado significativamente a opinião pública russa. Pela primeira vez desde o início da invasão em 2022, o apoio à guerra lançada por Vladimir Putin atingiu seu menor nível, conforme dados divulgados pelo Centro Levada, o principal instituto de pesquisa independente da Rússia. A pesquisa, realizada entre os dias 21 e 28 de julho, ouviu 1.612 pessoas em 137 cidades russas e aponta que apenas 66% dos entrevistados apoiam as ações militares na Ucrânia. Este número representa uma queda considerável em relação a meses anteriores, quando o apoio chegou a bater em 80%. Esses resultados, divulgados nesta semana, refletem um crescente descontentamento e preocupação entre a população russa, que começa a sentir os efeitos diretos do conflito em seu próprio território, além de problemas econômicos e logísticos crescentes. Os dados são do Centro Levada, que sofre sanções do Kremlin. Crescente impacto dos ataques ucranianos em solo russo Desde que o presidente ucraniano Volodimir Zelenski anunciou a intenção de levar a guerra para o território russo, com o uso de mísseis de longo alcance e drones, as imagens de ataques em solo russo tornaram-se mais frequentes. Refinarias de petróleo em chamas, navios atacados no Mar Negro e depósitos de grandes empresas, como o da gigante do comércio online Wildberries, têm sido alvos frequentes. Essa nova fase da guerra trouxe o conflito para mais perto dos russos, gerando um impacto humano e psicológico. Em julho, o número de civis mortos na guerra chegou a 21, o maior desde o início do conflito, com dois russos entre as vítimas, segundo informações divulgadas sobre a guerra. Crise de combustível e preocupações econômicas dominam o debate As consequências da guerra também se manifestam na economia russa, com destaque para a crise de combustível. Filas em postos de gasolina e o aumento expressivo nos preços se tornaram comuns em cidades como Moscou. O litro da gasolina AI-95, por exemplo, saltou de 70 rublos para quase 95 rublos em algumas redes privadas em junho. Embora o governo tenha implementado medidas para estabilizar os preços, a escassez ainda é uma realidade. Segundo a pesquisa do Levada, 13% dos russos citaram a crise do combustível como a principal questão dos últimos meses. Esse tema só perde para os próprios ataques, mencionados por 17% dos entrevistados. Aprovação de Putin e percepção sobre o sucesso da guerra em queda A crise atual também arranhou a imagem do presidente Vladimir Putin, embora seu sistema de poder permaneça estável. A aprovação do presidente, que já foi de 80% a 90%, caiu para 74% em julho. Essa marca, embora ainda alta em comparação internacional, representa uma queda significativa. Além disso, a percepção sobre o sucesso da guerra também diminuiu. Apenas 50% dos russos acreditam que a operação militar está sendo bem-sucedida, um índice 19 pontos menor que o registrado há um ano. Em contrapartida, 28%

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Autora pacifista: OTAN deveria ter acabado em 1991, e hoje caminha para o esgotamento

Medea Benjamin, voz do pacifismo, analisa o fim da URSS e o papel da OTAN no cenário global atual. Mais de três décadas após o fim da União Soviética, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) continua ativa, mas, segundo a escritora pacifista americana Medea Benjamin, a aliança militar já perdeu sua razão de existir. Benjamin defende que a OTAN deveria ter sido dissolvida em 1991, com o fim da URSS, mas, ao contrário, seguiu um caminho que, em sua visão, a leva a um processo de esgotamento. Benjamin, renomada ativista e autora de diversos livros sobre política externa e conflitos globais, é cofundadora da organização pacifista e feminista CodePink. Sua trajetória é marcada por críticas contundentes às intervenções militares promovidas pelos Estados Unidos. Ela estará no Brasil para participar da Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei) e lançar seus livros “Otan: O Que Você Precisa Saber” e “Por Dentro do Irã: A Verdadeira História Política da República Islâmica”. Em entrevista recente, Benjamin detalhou sua visão sobre o cenário internacional, com um foco especial na crítica ao militarismo em ascensão, que tem dominado a agenda do governo republicano de Donald Trump. A autora aponta para a complexidade das relações internacionais e a necessidade de repensar o papel das alianças militares em um mundo em constante transformação. O Irã em face da pressão americana Sobre a situação atual do Irã, Benjamin observa que o regime se encontra fortalecido por conta do recente conflito. Ela explica que muitos iranianos, que antes eram opositores do governo, agora sentem a necessidade de se unir diante da ameaça do governo Trump, que chegou a falar em “varrê-los do mapa”. A escritora critica a postura de certos grupos, especialmente na diáspora iraniana, que apoiam o retorno do xá e chegam a sugerir que o povo iraniano deseja bombardeios. “Como é possível dizer que as pessoas querem ser bombardeadas,”, questiona Benjamin, ressaltando que os ataques, ao invés de derrubar o governo, tornam a vida da população mais difícil, apesar de os iranianos estarem preparados para um conflito prolongado. Benjamin acredita que Trump interpretou mal o poder do regime iraniano internamente. Ela sugere que o presidente americano agiu de forma impulsiva, possivelmente influenciado por conselheiros como Benjamin Netanyahu, e ignorou informações de agências de inteligência que alertavam sobre a inviabilidade de tal ação. Essa postura coloca Trump em uma situação difícil, buscando reverter os efeitos de sua decisão. A OTAN em declínio e o futuro da segurança global A autora pacifista expressa dúvidas sobre o futuro da OTAN. Ela aponta que, embora Trump pressione os membros a aumentar os gastos militares, a população europeia enfrenta dificuldades para manter serviços essenciais como a saúde. Há uma resistência crescente a esse aumento de despesas militares, em parte alimentada por uma campanha de propaganda que busca incutir medo de uma possível agressão russa a outros países europeus, o que Benjamin considera “ridículo”. Benjamin reitera sua posição de que a OTAN deveria ter se dissolvido em 1991. Na sua visão,

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De Broker a Boutique: A Evolução do Mercado Imobiliário Corporativo Brasileiro para o Assessor Estratégico

O Mercado Imobiliário Corporativo Brasileiro: Da Intermediação Transacional ao Assessoramento Estratégico Há pouco mais de uma década, o mercado imobiliário corporativo brasileiro operava sob um modelo predominantemente transacional. A função do intermediário era, essencialmente, conectar um ativo disponível a um comprador com capital. Embora eficaz na época, esse modelo se tornou limitado diante das novas demandas e da sofisticação crescente do setor. A transformação estrutural do mercado imobiliário corporativo é profunda e vai além da simples intermediação. Os fundos imobiliários (FIIs), que reuniam quase 3 milhões de investidores na B3 ao final de 2025, com um volume negociado de R$ 84,8 bilhões e alta de 21,1% no IFIX, deixaram de ser meros instrumentos de renda passiva para se tornarem protagonistas em grandes transações de ativos. Essa evolução, impulsionada por um mercado de capitais mais maduro, exige um nível de sofisticação que o modelo tradicional de intermediação não consegue mais entregar. Conforme informações da própria B3, o cenário atual demanda uma abordagem consultiva, indo além da simples troca de propriedade de um ativo. A Ascensão dos Fundos Imobiliários e a Nova Demanda por Sofisticação Os fundos imobiliários (FIIs) se consolidaram como um pilar do mercado, com números expressivos que refletem seu amadurecimento. Ao final de 2025, quase 3 milhões de investidores estavam presentes na B3, representando um crescimento de 6,4% em relação ao ano anterior. O volume total negociado atingiu R$ 84,8 bilhões, e o IFIX acumulou uma alta de 21,1% no mesmo período, mesmo em um cenário de juros elevados. Esses dados, divulgados pela B3, indicam um mercado de capitais que evoluiu, passando a demandar estratégias mais complexas. Gestores com mandatos claros e critérios de alocação precisos buscam agora estruturas que criem valor, e não apenas transações que mudem a titularidade de um ativo. O Mercado de Escritórios e Logística em Alta Sinaliza Mudança de Paradigma O segmento de escritórios de alto padrão em São Paulo demonstrou resiliência, encerrando 2025 com sete trimestres consecutivos de redução na taxa de vacância. Segundo a Buildings, o indicador caiu de cerca de 21% no pico da crise pós-pandemia para aproximadamente 16,5% no terceiro trimestre de 2025. A queda continuou, com a vacância prime chegando perto de 7,5% no primeiro trimestre de 2026, mínima histórica, conforme dados da Binswanger e Itaú BBA. No setor logístico, a vacância nacional atingiu 7,7% no segundo trimestre de 2025, com uma absorção líquida próxima a 1 milhão de metros quadrados, um dos melhores resultados recentes. Esses números indicam que o mercado saiu do modo defensivo, e as perguntas estratégicas mudaram. Broker vs. Boutique: A Nova Fronteira do Assessoramento Imobiliário Corporativo A distinção entre um broker e uma boutique de negócios consultiva é clara. Enquanto o broker executa a transação, a boutique atua de forma integrada, desde a análise do ativo e a definição da tese de valor até a gestão pós-execução. O foco muda de “qual ativo posso vender para recompor caixa” para “qual a melhor estrutura para maximizar o valor desse portfólio no longo prazo”. Esse novo

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Trump diz que EUA têm “quantidades maciças” de munições e ameaça com prisão quem discordar

Trump nega escassez de munições nos EUA e ameaça com prisão quem divulgar o contrário O presidente Donald Trump utilizou sua plataforma Truth Social para afirmar categoricamente que os Estados Unidos possuem um **amplo estoque de munições**, especialmente de certos tipos. Ele ameaçou com penas de prisão aqueles que sugerirem o contrário, em resposta a notícias veiculadas pela imprensa. Trump criticou veementemente as reportagens que apontam para uma queda nos estoques de armas. Segundo ele, os EUA contam com **”quantidades maciças de munições”**, e a fabricação e o envio de novos armamentos estão ocorrendo em ritmo acelerado, com empresas de defesa expandindo suas instalações a níveis históricos. As declarações do presidente surgem em meio a reportagens de veículos como The Washington Post e CNN, que indicavam uma possível escassez de armamentos, como mísseis guiados de longo alcance e interceptadores de defesa aérea. Conforme apurado pelo The Washington Post, Trump teria questionado o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, sobre o assunto, acreditando que o problema já estaria solucionado. A Casa Branca, por meio de sua porta-voz Karoline Leavitt, classificou essa cobertura como “fake news”, afirmando que a conversa nunca ocorreu. O Pentágono também negou as informações. Relatos de escassez e impacto em estratégias militares Apesar das negativas oficiais, fontes ouvidas pela agência Reuters, e que preferiram não se identificar, corroboraram em parte as reportagens. Três pessoas com conhecimento dos dados informaram que o Exército dos EUA utilizou uma parcela significativa de seu estoque global de mísseis de longo alcance e alta precisão durante o conflito com o Irã. Estão em foco armas como os Sistemas de Mísseis Táticos do Exército (ATACMS) e Mísseis de Ataque de Precisão (PrSM). Esses armamentos, que custam mais de um milhão de dólares cada, são cruciais para ataques precisos a longa distância, oferecendo segurança às tropas. Os ATACMS, por exemplo, tiveram um papel importante no conflito da Ucrânia, permitindo que forças ucranianas atingissem alvos em território russo. A redução desses estoques, segundo o The Washington Post, teria levado Trump a cancelar ataques contra o Irã. Investigação sobre “vazadores” e reabastecimento de estoques Em sua postagem, Donald Trump também declarou que os **”vazadores” de informações consideradas “traiçoeiras” estão sendo caçados** e que serão solicitadas “penas de prisão de longa duração”. Ele enfatizou que os Estados Unidos possuem mais munições do que qualquer outro país e mais do que o necessário, com a indústria de defesa operando em sua capacidade máxima. Uma quarta fonte, familiarizada com a situação, apontou que, mesmo com o uso intensivo de armamentos de precisão, os EUA têm capacidade de reabastecer seus estoques. Segundo essa pessoa, o Comando Central americano conseguiu realizar a reposição a partir de arsenais localizados em outras partes do mundo, indicando uma gestão logística para manter a prontidão. Contradições e declarações oficiais A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, refutou as informações sobre a conversa entre Trump e Hegseth em Camp David, classificando-as como “fake news”. De forma similar, o principal porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, declarou que as reportagens

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Recibo de Aluguel: Saiba o Que Diz a Lei, Como Preencher e Evite Problemas com o Seu!

Recibo de Aluguel: O Guia Completo para Inquilinos e Proprietários Entenderem Seus Direitos e Deveres O recibo de aluguel é um documento fundamental na relação entre locador e locatário. Ele serve como comprovante de que os pagamentos referentes ao aluguel e outras despesas foram devidamente efetuados. Ter esse documento em mãos garante segurança jurídica para ambas as partes, evitando cobranças indevidas e facilitando a comprovação de quitação de débitos. A emissão do recibo é uma obrigação legal do locador, conforme previsto na legislação brasileira, e sua recusa pode acarretar penalidades. Compreender o que é, para que serve e como preencher corretamente um recibo de aluguel é essencial para manter a transparência e a harmonia no contrato de locação. Neste guia, desmistificaremos as principais dúvidas sobre o recibo de aluguel, abordando o que diz a lei, os campos essenciais que não podem faltar, como preenchê-lo de forma correta e até mesmo um modelo prático para você utilizar. As informações são baseadas em orientações sobre a Lei do Inquilinato e o Código Civil, conforme detalhado em fontes especializadas. O Que é e Para Que Serve o Recibo de Aluguel? O recibo de aluguel é, essencialmente, um comprovante de pagamento. Ele atesta que o inquilino (locatário) quitou os valores devidos ao proprietário do imóvel (locador) em um determinado período. Sua principal função é trazer segurança e proteção para ambas as partes envolvidas na locação. Para o inquilino, o recibo impede que ele seja cobrado por pagamentos já realizados. Já para o locador, o documento oferece um controle detalhado sobre as despesas quitadas, auxiliando, por exemplo, na comprovação de pagamento de impostos como o IPTU junto aos órgãos competentes. A Obrigatoriedade do Recibo de Aluguel: O Que Diz a Lei? Sim, o recibo de aluguel é obrigatório. Essa exigência está claramente definida tanto na Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/1991) quanto no Código Civil (Lei nº 10.406/2002). A legislação é enfática ao determinar que o locador deve fornecer este documento. O artigo 22, inciso VI, da Lei do Inquilinato estabelece que o locador é obrigado a “fornecer ao locatário recibo discriminado das importâncias por este pagas, vedada a quitação genérica”. Isso significa que o recibo não pode ser vago, devendo detalhar todos os valores recebidos. Já o Código Civil, em seu artigo 319, assegura o direito do devedor de obter uma quitação regular, podendo, inclusive, reter o pagamento caso esta não seja fornecida. O recibo, portanto, materializa essa quitação por escrito. Informações Essenciais em um Recibo de Aluguel Para que um recibo de aluguel tenha validade e cumpra seu papel, alguns dados são indispensáveis. É preciso que ele contenha a identificação completa das partes (locador e locatário), bem como do imóvel locado. Além disso, o valor pago deve estar claramente especificado, tanto em numeral quanto por extenso. O recibo deve indicar o período de referência a que se refere o pagamento, discriminando detalhadamente as despesas quitadas, como aluguel, condomínio e IPTU. A data e a assinatura do locador são cruciais para a validação do

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Seguro Fiança Locatícia: O Guia Completo para Entender Como Funciona, Quanto Custa e Quem Paga a Garantia

Seguro Fiança Locatícia: Desmistificando a Garantia Essencial para Contratos de Aluguel O seguro fiança locatícia se consolidou como uma das garantias mais utilizadas em contratos de aluguel de imóveis no Brasil. Ele oferece segurança tanto para o proprietário quanto para o inquilino, simplificando o processo de locação. Regulamentado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e previsto na Lei do Inquilinato, este seguro visa cobrir eventuais inadimplências do locatário. A Circular Susep nº 671, de 1º de agosto de 2022, detalha as regras e os envolvidos neste tipo de contrato. Neste guia completo, desvendaremos o funcionamento do seguro fiança, seus custos, quem é o responsável pelo pagamento e o que acontece em cenários de descumprimento contratual. Conforme divulgado pela Susep, o segurado é o locador, enquanto o inquilino é o garantido. O Que é e Como Funciona o Seguro Fiança? O seguro fiança locatícia é uma modalidade de garantia que assegura ao locador o recebimento da indenização caso o inquilino deixe de cumprir com suas obrigações financeiras, como o pagamento do aluguel. Ele funciona de maneira semelhante a outros seguros, protegendo contra prejuízos inesperados. A Susep define o seguro fiança locatícia como “o seguro que se destina a garantir o pagamento de indenização, ao segurado, pelos prejuízos que venha a sofrer em decorrência do inadimplemento das obrigações contratuais do locatário previstas no contrato de locação do imóvel, de acordo com as coberturas contratadas e limites da apólice.” Para o inquilino, o seguro fiança significa a dispensa da necessidade de um fiador, além de oferecer um processo de contratação geralmente mais ágil. Ele é o “garantido” no contrato de seguro e, apesar de normalmente contratar e pagar pelo seguro, a indenização é direcionada ao proprietário em caso de inadimplência. O contrato de seguro fiança é acessório ao contrato de locação e deve espelhar suas cláusulas. Segundo o artigo 41 da Lei do Inquilinato, este seguro **abrangerá a totalidade das obrigações do locatário**, garantindo que todas as responsabilidades estejam cobertas. O Papel do Proprietário e o Funcionamento em Caso de Inadimplência O proprietário do imóvel, ou locador, é o segurado na apólice de seguro fiança. Ele é quem receberá a indenização caso o inquilino se torne inadimplente. A Susep determina que a escolha da seguradora e do corretor de seguros deve ser feita em comum acordo entre inquilino e proprietário. Em caso de inadimplência, o seguro fiança pode ser acionado para indenizar o proprietário. A Susep esclarece que “o garantido/locatário permanece com a responsabilidade de honrar a obrigação pactuada no contrato de locação, ou seja, o seguro fiança locatícia é destinado à garantia dos prejuízos sofrido pelo segurado/locador, não isentando o garantido/locatário de nenhuma obrigação prevista no contrato de locação.” O sinistro, que caracteriza a necessidade de indenização, pode ocorrer em três situações: decretação de despejo do inquilino, abandono do imóvel ou entrega amigável das chaves. A indenização cobre os prejuízos verificados até a data da desocupação do imóvel. Quanto Custa o Seguro Fiança e Quem é o Responsável pelo Pagamento? O custo

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Federação PSOL-Rede oficializa apoio a Lula para reeleição e mira derrotar a extrema-direita

Federação PSOL-Rede declara apoio a Lula para presidência em convenção nacional A Federação PSOL-Rede Sustentabilidade oficializou, nesta quinta-feira (5), o seu apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República. A decisão foi tomada durante a convenção nacional dos partidos. A sinalização do apoio já havia ocorrido no último fim de semana, quando os partidos participaram ativamente da convenção do PT, demonstrando a convergência de pautas. Nas redes sociais, a federação confirmou sua participação na coligação com o objetivo de garantir a reeleição de Lula, reforçando o compromisso com a democracia. União contra a extrema-direita e defesa da democracia Em sua comunicação oficial, a Federação PSOL-Rede destacou a importância da união para o cenário político atual. “Vamos juntos derrotar a extrema-direita, defender a democracia e construir os caminhos para um Brasil mais justo”, afirmou a federação em uma postagem nas redes sociais. A declaração evidencia a estratégia da federação em consolidar uma frente ampla em oposição a pautas consideradas autoritárias e em defesa dos valores democráticos no país. Construindo um futuro mais justo O apoio à candidatura de Lula pela Federação PSOL-Rede vai além da oposição à extrema-direita, abrangendo também a visão de futuro para o Brasil. A federação expressou o desejo de construir um país com mais justiça social e oportunidades para todos. Essa aliança estratégica reforça o campo progressista e demonstra a busca por um projeto de nação que contemple as demandas por desenvolvimento sustentável e inclusão social, temas centrais nas plataformas do PSOL e da Rede Sustentabilidade.

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Crédito Imobiliário para Motoristas de App: Caixa Abre Caminho e Pode Impulsionar Mercado em 15% em 2026

Caixa Revoluciona Crédito Imobiliário para Trabalhadores de Aplicativos Uma notícia animadora para milhares de motoristas e entregadores de aplicativos: a Caixa Econômica Federal anunciou uma mudança significativa na análise de renda para crédito imobiliário. A partir de agora, extratos de plataformas digitais serão aceitos como comprovante de ganhos, uma medida que promete impulsionar a busca por imóveis. Essa alteração é vista como um divisor de águas para um segmento profissional que, até então, enfrentava barreiras consideráveis no acesso ao financiamento habitacional. A nova política busca dar amparo a uma parcela expressiva da força de trabalho brasileira que opera na economia digital. A expectativa é que a medida, segundo a Yonder Incorporadora e Construtora, possa levar a um crescimento de 10% a 15% na procura por imóveis já no segundo semestre de 2026, com um aumento de cerca de 8% nos negócios efetivamente concluídos. Conforme informação divulgada pela Times Brasil, o impacto deve se concentrar em imóveis de entrada e nas unidades do programa Minha Casa, Minha Vida. Comprovantes de Renda Inovadores para Financiamento A principal novidade é a permissão para que motoristas e entregadores apresentem os extratos emitidos pelas próprias plataformas de aplicativos como forma de comprovar seus rendimentos. Anteriormente, esses ganhos eram frequentemente classificados pela Caixa como renda informal, dificultando a aprovação de financiamentos. Washington Vasconcelos, CEO da Yonder, destacou a importância da mudança. Ele afirmou à Times Brasil que “essa mudança chega em um momento importante para um contingente muito grande de trabalhadores. Quem atua por aplicativo muitas vezes não possui uma empresa constituída nem os comprovantes normalmente solicitados pelos bancos. É um público que estava mal amparado pelo sistema de crédito”. FGTS Continua Sendo um Aliado Importante Para trabalhadores que possuem vínculo formal anterior, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) continua sendo um recurso valioso, desde que as regras específicas do financiamento habitacional sejam atendidas. A combinação do FGTS com a nova forma de comprovação de renda abre novas possibilidades. A Yonder projeta que o principal beneficiado será o segmento de imóveis de entrada e as unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. Ao reconhecer formalmente a renda dos trabalhadores de aplicativos, a base de potenciais compradores se expande consideravelmente. Taxas de Juros Ainda Podem Influenciar a Compra Apesar do avanço na análise de renda, é importante notar que as taxas de juros continuam sendo um fator que pode influenciar a capacidade de financiamento das famílias. Mesmo com o recente corte na taxa Selic, atualmente em 14% ao ano, o custo do crédito imobiliário ainda é um ponto de atenção. Vale ressaltar que a simples apresentação dos extratos de aplicativos não garante a aprovação automática do financiamento. A concessão do crédito imobiliário permanece sujeita à análise de crédito individual e ao cumprimento de todas as regras estabelecidas para cada modalidade de financiamento pela Caixa Econômica Federal.

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Bancoc: Adolescente mata avós e ataca escola, deixando 7 mortos e 30 feridos em massacre chocante na Tailândia

Chocante massacre em escola tailandesa: Adolescente de 14 anos causa 7 mortes e deixa dezenas feridos após matar avós Um ato de violência brutal abalou a Tailândia nesta sexta-feira, quando um adolescente de apenas 14 anos tirou a vida de seus avós e, em seguida, invadiu uma escola nos arredores de Bancoc, perpetrando um massacre que resultou em pelo menos sete mortes e deixou cerca de 30 pessoas feridas. O incidente, que se configura como o pior ataque do tipo na nação do Sudeste Asiático desde 2022, desencadeou pânico e tristeza, com pais correndo para buscar seus filhos e autoridades expressando profunda consternação. A polícia confirmou que o jovem atirador, um aluno da própria instituição de ensino, utilizou uma arma pertencente ao avô para cometer os crimes. As autoridades revisaram o número de vítimas, estabelecendo em sete o total de mortos: os dois avós, três professores e dois funcionários da escola. Detalhes sombrios do ataque em Nonthaburi O autor do tiroteio, cuja identidade não foi plenamente revelada, agiu com frieza ao assassinar seus avós antes de se dirigir à escola. Segundo informações policiais, ele disparou pelo menos 26 vezes dentro da instituição, e outras 34 munições foram encontradas no local. Nove dos feridos encontram-se em estado grave, recebendo atendimento médico intensivo. Reações e o problema da posse de armas na Tailândia O primeiro-ministro Anutin Charnvirakul manifestou sua tristeza e incredulidade diante da tragédia. “É um incidente terrível. Nunca deveria ter acontecido. Como isso pôde acontecer em nosso país?”, declarou a jornalistas. A estudante Pawarisa Maylissa relatou ter ouvido os disparos altos e os cartuchos caindo, expressando choque com o fato de um jovem ter acesso a uma arma de fogo. A Tailândia possui uma das maiores taxas de posse de armas de fogo na região, com uma estimativa de cerca de 10 milhões de armas em circulação, uma para cada sete habitantes. Apesar de promessas anteriores de endurecer as leis, ataques com armas de fogo continuam a ocorrer com frequência preocupante. Histórico de violência em escolas tailandesas Este é o segundo ataque a tiros em escolas na Tailândia este ano. Em fevereiro, um professor morreu e dois alunos ficaram feridos em um incidente no sul do país. O caso mais trágico ocorreu em 2022, quando um ex-policial matou 24 crianças e 12 adultos em uma creche no norte do país, um dos massacres mais terríveis da história tailandesa. Atendimento às vítimas e o último disparo Socorristas chegaram ao local enquanto o ataque ainda ocorria, atendendo alunos com ferimentos nas costas, peito e braços. Um professor foi encontrado morto em um andar superior, e outra professora ferida em uma sala. O socorrista Kiatikhun Verapongpradith relatou ter sido chamado para atender o atirador após ouvir um último disparo, presumivelmente o de seu suicídio.

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Reforma Casa Brasil: Entenda as Regras, Como Solicitar o Crédito e o Alerta de Orçamento para 2024

Reforma Casa Brasil: Guia Completo, Regras e Panorama do Crédito O programa Reforma Casa Brasil, uma iniciativa da Caixa Econômica Federal, tem gerado grande interesse em famílias que buscam aprimorar suas moradias. Com condições facilitadas de crédito, o programa visa impulsionar melhorias em imóveis residenciais. No entanto, recentes discussões orçamentárias e o ritmo das contratações levantam questões sobre a continuidade e o alcance das liberações. Entender as regras, os valores financiáveis e o processo de solicitação é fundamental para quem deseja aproveitar essa oportunidade. Além disso, o cenário atual de financiamento e os desafios orçamentários que o programa enfrenta merecem atenção especial. Reunimos as informações essenciais sobre o Reforma Casa Brasil, desde o seu funcionamento básico até as análises mais recentes sobre o fluxo de crédito. Conforme informações divulgadas pela imprensa e pelo Ministério das Cidades, o programa busca democratizar o acesso a reformas, mas enfrenta desafios que podem impactar seu futuro próximo. O que é o Reforma Casa Brasil e Como Funciona? O Reforma Casa Brasil é uma linha de crédito da Caixa Econômica Federal destinada a pessoas que desejam reformar seus imóveis para aumentar o conforto, a segurança e a acessibilidade. A contratação pode ser realizada de forma 100% digital, diretamente com a Caixa, sem a necessidade de intermediários. Para ser elegível, é preciso ter uma renda familiar bruta de até R$ 13.000,00 e residir em área urbana. A aprovação do crédito depende de uma análise e avaliação por parte da Caixa. O programa permite o financiamento de intervenções em imóveis residenciais ou mistos, que também sirvam como espaço de trabalho. A comprovação de posse do imóvel não exige, em todos os casos, a escritura registrada, abrindo espaço para outras formas de comprovação aceitas pela Caixa. Interessante notar que mesmo pessoas que residem em imóveis alugados ou cedidos podem solicitar o financiamento, desde que obtenham a autorização prévia do proprietário para realizar as reformas. É importante ressaltar que o imóvel não precisa, necessariamente, fazer parte de programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida. Existem restrições para imóveis localizados em áreas de risco, como aquelas sujeitas a enchentes, alagamentos, deslizamentos ou rachaduras. Da mesma forma, imóveis próximos a áreas de preservação ambiental, margens de rios, rodovias, ferrovias e linhas de alta tensão podem ter a concessão do crédito dificultada. Essas análises de risco e localização são parte do processo de vistoria. O que Pode Ser Financiado e Quais os Valores Disponíveis? Os empréstimos do Reforma Casa Brasil variam entre R$ 5.000,00 e R$ 50.000,00, dependendo da modalidade escolhida e do projeto de reforma. O crédito pode cobrir desde pequenas instalações e trocas, como torneiras e luminárias, até a infraestrutura essencial, incluindo reparos em redes elétricas e hidráulicas, além de impermeabilização. Acabamentos como troca de pisos, azulejos, pintura, telhados e forros também estão contemplados. O programa também apoia a instalação de itens de sustentabilidade e acessibilidade, como painéis solares, rampas e barras de apoio. Além disso, é possível financiar a construção de novos cômodos, como quartos, salas, banheiros e

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Guerra na Ucrânia: Ataques Russos em Casa Levam Apoio à Invasão ao Menor Nível Histórico na Rússia

Guerra na Ucrânia: Apoio à invasão russa atinge menor patamar desde o início do conflito Os recentes ataques da Ucrânia contra o sistema energético e logístico da Rússia parecem ter impactado significativamente a opinião pública russa. Pela primeira vez desde o início da invasão em 2022, o apoio à guerra lançada por Vladimir Putin atingiu seu menor nível, conforme dados divulgados pelo Centro Levada, o principal instituto de pesquisa independente da Rússia. A pesquisa, realizada entre os dias 21 e 28 de julho, ouviu 1.612 pessoas em 137 cidades russas e aponta que apenas 66% dos entrevistados apoiam as ações militares na Ucrânia. Este número representa uma queda considerável em relação a meses anteriores, quando o apoio chegou a bater em 80%. Esses resultados, divulgados nesta semana, refletem um crescente descontentamento e preocupação entre a população russa, que começa a sentir os efeitos diretos do conflito em seu próprio território, além de problemas econômicos e logísticos crescentes. Os dados são do Centro Levada, que sofre sanções do Kremlin. Crescente impacto dos ataques ucranianos em solo russo Desde que o presidente ucraniano Volodimir Zelenski anunciou a intenção de levar a guerra para o território russo, com o uso de mísseis de longo alcance e drones, as imagens de ataques em solo russo tornaram-se mais frequentes. Refinarias de petróleo em chamas, navios atacados no Mar Negro e depósitos de grandes empresas, como o da gigante do comércio online Wildberries, têm sido alvos frequentes. Essa nova fase da guerra trouxe o conflito para mais perto dos russos, gerando um impacto humano e psicológico. Em julho, o número de civis mortos na guerra chegou a 21, o maior desde o início do conflito, com dois russos entre as vítimas, segundo informações divulgadas sobre a guerra. Crise de combustível e preocupações econômicas dominam o debate As consequências da guerra também se manifestam na economia russa, com destaque para a crise de combustível. Filas em postos de gasolina e o aumento expressivo nos preços se tornaram comuns em cidades como Moscou. O litro da gasolina AI-95, por exemplo, saltou de 70 rublos para quase 95 rublos em algumas redes privadas em junho. Embora o governo tenha implementado medidas para estabilizar os preços, a escassez ainda é uma realidade. Segundo a pesquisa do Levada, 13% dos russos citaram a crise do combustível como a principal questão dos últimos meses. Esse tema só perde para os próprios ataques, mencionados por 17% dos entrevistados. Aprovação de Putin e percepção sobre o sucesso da guerra em queda A crise atual também arranhou a imagem do presidente Vladimir Putin, embora seu sistema de poder permaneça estável. A aprovação do presidente, que já foi de 80% a 90%, caiu para 74% em julho. Essa marca, embora ainda alta em comparação internacional, representa uma queda significativa. Além disso, a percepção sobre o sucesso da guerra também diminuiu. Apenas 50% dos russos acreditam que a operação militar está sendo bem-sucedida, um índice 19 pontos menor que o registrado há um ano. Em contrapartida, 28%

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Autora pacifista: OTAN deveria ter acabado em 1991, e hoje caminha para o esgotamento

Medea Benjamin, voz do pacifismo, analisa o fim da URSS e o papel da OTAN no cenário global atual. Mais de três décadas após o fim da União Soviética, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) continua ativa, mas, segundo a escritora pacifista americana Medea Benjamin, a aliança militar já perdeu sua razão de existir. Benjamin defende que a OTAN deveria ter sido dissolvida em 1991, com o fim da URSS, mas, ao contrário, seguiu um caminho que, em sua visão, a leva a um processo de esgotamento. Benjamin, renomada ativista e autora de diversos livros sobre política externa e conflitos globais, é cofundadora da organização pacifista e feminista CodePink. Sua trajetória é marcada por críticas contundentes às intervenções militares promovidas pelos Estados Unidos. Ela estará no Brasil para participar da Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei) e lançar seus livros “Otan: O Que Você Precisa Saber” e “Por Dentro do Irã: A Verdadeira História Política da República Islâmica”. Em entrevista recente, Benjamin detalhou sua visão sobre o cenário internacional, com um foco especial na crítica ao militarismo em ascensão, que tem dominado a agenda do governo republicano de Donald Trump. A autora aponta para a complexidade das relações internacionais e a necessidade de repensar o papel das alianças militares em um mundo em constante transformação. O Irã em face da pressão americana Sobre a situação atual do Irã, Benjamin observa que o regime se encontra fortalecido por conta do recente conflito. Ela explica que muitos iranianos, que antes eram opositores do governo, agora sentem a necessidade de se unir diante da ameaça do governo Trump, que chegou a falar em “varrê-los do mapa”. A escritora critica a postura de certos grupos, especialmente na diáspora iraniana, que apoiam o retorno do xá e chegam a sugerir que o povo iraniano deseja bombardeios. “Como é possível dizer que as pessoas querem ser bombardeadas,”, questiona Benjamin, ressaltando que os ataques, ao invés de derrubar o governo, tornam a vida da população mais difícil, apesar de os iranianos estarem preparados para um conflito prolongado. Benjamin acredita que Trump interpretou mal o poder do regime iraniano internamente. Ela sugere que o presidente americano agiu de forma impulsiva, possivelmente influenciado por conselheiros como Benjamin Netanyahu, e ignorou informações de agências de inteligência que alertavam sobre a inviabilidade de tal ação. Essa postura coloca Trump em uma situação difícil, buscando reverter os efeitos de sua decisão. A OTAN em declínio e o futuro da segurança global A autora pacifista expressa dúvidas sobre o futuro da OTAN. Ela aponta que, embora Trump pressione os membros a aumentar os gastos militares, a população europeia enfrenta dificuldades para manter serviços essenciais como a saúde. Há uma resistência crescente a esse aumento de despesas militares, em parte alimentada por uma campanha de propaganda que busca incutir medo de uma possível agressão russa a outros países europeus, o que Benjamin considera “ridículo”. Benjamin reitera sua posição de que a OTAN deveria ter se dissolvido em 1991. Na sua visão,

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De Broker a Boutique: A Evolução do Mercado Imobiliário Corporativo Brasileiro para o Assessor Estratégico

O Mercado Imobiliário Corporativo Brasileiro: Da Intermediação Transacional ao Assessoramento Estratégico Há pouco mais de uma década, o mercado imobiliário corporativo brasileiro operava sob um modelo predominantemente transacional. A função do intermediário era, essencialmente, conectar um ativo disponível a um comprador com capital. Embora eficaz na época, esse modelo se tornou limitado diante das novas demandas e da sofisticação crescente do setor. A transformação estrutural do mercado imobiliário corporativo é profunda e vai além da simples intermediação. Os fundos imobiliários (FIIs), que reuniam quase 3 milhões de investidores na B3 ao final de 2025, com um volume negociado de R$ 84,8 bilhões e alta de 21,1% no IFIX, deixaram de ser meros instrumentos de renda passiva para se tornarem protagonistas em grandes transações de ativos. Essa evolução, impulsionada por um mercado de capitais mais maduro, exige um nível de sofisticação que o modelo tradicional de intermediação não consegue mais entregar. Conforme informações da própria B3, o cenário atual demanda uma abordagem consultiva, indo além da simples troca de propriedade de um ativo. A Ascensão dos Fundos Imobiliários e a Nova Demanda por Sofisticação Os fundos imobiliários (FIIs) se consolidaram como um pilar do mercado, com números expressivos que refletem seu amadurecimento. Ao final de 2025, quase 3 milhões de investidores estavam presentes na B3, representando um crescimento de 6,4% em relação ao ano anterior. O volume total negociado atingiu R$ 84,8 bilhões, e o IFIX acumulou uma alta de 21,1% no mesmo período, mesmo em um cenário de juros elevados. Esses dados, divulgados pela B3, indicam um mercado de capitais que evoluiu, passando a demandar estratégias mais complexas. Gestores com mandatos claros e critérios de alocação precisos buscam agora estruturas que criem valor, e não apenas transações que mudem a titularidade de um ativo. O Mercado de Escritórios e Logística em Alta Sinaliza Mudança de Paradigma O segmento de escritórios de alto padrão em São Paulo demonstrou resiliência, encerrando 2025 com sete trimestres consecutivos de redução na taxa de vacância. Segundo a Buildings, o indicador caiu de cerca de 21% no pico da crise pós-pandemia para aproximadamente 16,5% no terceiro trimestre de 2025. A queda continuou, com a vacância prime chegando perto de 7,5% no primeiro trimestre de 2026, mínima histórica, conforme dados da Binswanger e Itaú BBA. No setor logístico, a vacância nacional atingiu 7,7% no segundo trimestre de 2025, com uma absorção líquida próxima a 1 milhão de metros quadrados, um dos melhores resultados recentes. Esses números indicam que o mercado saiu do modo defensivo, e as perguntas estratégicas mudaram. Broker vs. Boutique: A Nova Fronteira do Assessoramento Imobiliário Corporativo A distinção entre um broker e uma boutique de negócios consultiva é clara. Enquanto o broker executa a transação, a boutique atua de forma integrada, desde a análise do ativo e a definição da tese de valor até a gestão pós-execução. O foco muda de “qual ativo posso vender para recompor caixa” para “qual a melhor estrutura para maximizar o valor desse portfólio no longo prazo”. Esse novo

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Trump diz que EUA têm “quantidades maciças” de munições e ameaça com prisão quem discordar

Trump nega escassez de munições nos EUA e ameaça com prisão quem divulgar o contrário O presidente Donald Trump utilizou sua plataforma Truth Social para afirmar categoricamente que os Estados Unidos possuem um **amplo estoque de munições**, especialmente de certos tipos. Ele ameaçou com penas de prisão aqueles que sugerirem o contrário, em resposta a notícias veiculadas pela imprensa. Trump criticou veementemente as reportagens que apontam para uma queda nos estoques de armas. Segundo ele, os EUA contam com **”quantidades maciças de munições”**, e a fabricação e o envio de novos armamentos estão ocorrendo em ritmo acelerado, com empresas de defesa expandindo suas instalações a níveis históricos. As declarações do presidente surgem em meio a reportagens de veículos como The Washington Post e CNN, que indicavam uma possível escassez de armamentos, como mísseis guiados de longo alcance e interceptadores de defesa aérea. Conforme apurado pelo The Washington Post, Trump teria questionado o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, sobre o assunto, acreditando que o problema já estaria solucionado. A Casa Branca, por meio de sua porta-voz Karoline Leavitt, classificou essa cobertura como “fake news”, afirmando que a conversa nunca ocorreu. O Pentágono também negou as informações. Relatos de escassez e impacto em estratégias militares Apesar das negativas oficiais, fontes ouvidas pela agência Reuters, e que preferiram não se identificar, corroboraram em parte as reportagens. Três pessoas com conhecimento dos dados informaram que o Exército dos EUA utilizou uma parcela significativa de seu estoque global de mísseis de longo alcance e alta precisão durante o conflito com o Irã. Estão em foco armas como os Sistemas de Mísseis Táticos do Exército (ATACMS) e Mísseis de Ataque de Precisão (PrSM). Esses armamentos, que custam mais de um milhão de dólares cada, são cruciais para ataques precisos a longa distância, oferecendo segurança às tropas. Os ATACMS, por exemplo, tiveram um papel importante no conflito da Ucrânia, permitindo que forças ucranianas atingissem alvos em território russo. A redução desses estoques, segundo o The Washington Post, teria levado Trump a cancelar ataques contra o Irã. Investigação sobre “vazadores” e reabastecimento de estoques Em sua postagem, Donald Trump também declarou que os **”vazadores” de informações consideradas “traiçoeiras” estão sendo caçados** e que serão solicitadas “penas de prisão de longa duração”. Ele enfatizou que os Estados Unidos possuem mais munições do que qualquer outro país e mais do que o necessário, com a indústria de defesa operando em sua capacidade máxima. Uma quarta fonte, familiarizada com a situação, apontou que, mesmo com o uso intensivo de armamentos de precisão, os EUA têm capacidade de reabastecer seus estoques. Segundo essa pessoa, o Comando Central americano conseguiu realizar a reposição a partir de arsenais localizados em outras partes do mundo, indicando uma gestão logística para manter a prontidão. Contradições e declarações oficiais A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, refutou as informações sobre a conversa entre Trump e Hegseth em Camp David, classificando-as como “fake news”. De forma similar, o principal porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, declarou que as reportagens

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Recibo de Aluguel: Saiba o Que Diz a Lei, Como Preencher e Evite Problemas com o Seu!

Recibo de Aluguel: O Guia Completo para Inquilinos e Proprietários Entenderem Seus Direitos e Deveres O recibo de aluguel é um documento fundamental na relação entre locador e locatário. Ele serve como comprovante de que os pagamentos referentes ao aluguel e outras despesas foram devidamente efetuados. Ter esse documento em mãos garante segurança jurídica para ambas as partes, evitando cobranças indevidas e facilitando a comprovação de quitação de débitos. A emissão do recibo é uma obrigação legal do locador, conforme previsto na legislação brasileira, e sua recusa pode acarretar penalidades. Compreender o que é, para que serve e como preencher corretamente um recibo de aluguel é essencial para manter a transparência e a harmonia no contrato de locação. Neste guia, desmistificaremos as principais dúvidas sobre o recibo de aluguel, abordando o que diz a lei, os campos essenciais que não podem faltar, como preenchê-lo de forma correta e até mesmo um modelo prático para você utilizar. As informações são baseadas em orientações sobre a Lei do Inquilinato e o Código Civil, conforme detalhado em fontes especializadas. O Que é e Para Que Serve o Recibo de Aluguel? O recibo de aluguel é, essencialmente, um comprovante de pagamento. Ele atesta que o inquilino (locatário) quitou os valores devidos ao proprietário do imóvel (locador) em um determinado período. Sua principal função é trazer segurança e proteção para ambas as partes envolvidas na locação. Para o inquilino, o recibo impede que ele seja cobrado por pagamentos já realizados. Já para o locador, o documento oferece um controle detalhado sobre as despesas quitadas, auxiliando, por exemplo, na comprovação de pagamento de impostos como o IPTU junto aos órgãos competentes. A Obrigatoriedade do Recibo de Aluguel: O Que Diz a Lei? Sim, o recibo de aluguel é obrigatório. Essa exigência está claramente definida tanto na Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/1991) quanto no Código Civil (Lei nº 10.406/2002). A legislação é enfática ao determinar que o locador deve fornecer este documento. O artigo 22, inciso VI, da Lei do Inquilinato estabelece que o locador é obrigado a “fornecer ao locatário recibo discriminado das importâncias por este pagas, vedada a quitação genérica”. Isso significa que o recibo não pode ser vago, devendo detalhar todos os valores recebidos. Já o Código Civil, em seu artigo 319, assegura o direito do devedor de obter uma quitação regular, podendo, inclusive, reter o pagamento caso esta não seja fornecida. O recibo, portanto, materializa essa quitação por escrito. Informações Essenciais em um Recibo de Aluguel Para que um recibo de aluguel tenha validade e cumpra seu papel, alguns dados são indispensáveis. É preciso que ele contenha a identificação completa das partes (locador e locatário), bem como do imóvel locado. Além disso, o valor pago deve estar claramente especificado, tanto em numeral quanto por extenso. O recibo deve indicar o período de referência a que se refere o pagamento, discriminando detalhadamente as despesas quitadas, como aluguel, condomínio e IPTU. A data e a assinatura do locador são cruciais para a validação do

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Seguro Fiança Locatícia: O Guia Completo para Entender Como Funciona, Quanto Custa e Quem Paga a Garantia

Seguro Fiança Locatícia: Desmistificando a Garantia Essencial para Contratos de Aluguel O seguro fiança locatícia se consolidou como uma das garantias mais utilizadas em contratos de aluguel de imóveis no Brasil. Ele oferece segurança tanto para o proprietário quanto para o inquilino, simplificando o processo de locação. Regulamentado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e previsto na Lei do Inquilinato, este seguro visa cobrir eventuais inadimplências do locatário. A Circular Susep nº 671, de 1º de agosto de 2022, detalha as regras e os envolvidos neste tipo de contrato. Neste guia completo, desvendaremos o funcionamento do seguro fiança, seus custos, quem é o responsável pelo pagamento e o que acontece em cenários de descumprimento contratual. Conforme divulgado pela Susep, o segurado é o locador, enquanto o inquilino é o garantido. O Que é e Como Funciona o Seguro Fiança? O seguro fiança locatícia é uma modalidade de garantia que assegura ao locador o recebimento da indenização caso o inquilino deixe de cumprir com suas obrigações financeiras, como o pagamento do aluguel. Ele funciona de maneira semelhante a outros seguros, protegendo contra prejuízos inesperados. A Susep define o seguro fiança locatícia como “o seguro que se destina a garantir o pagamento de indenização, ao segurado, pelos prejuízos que venha a sofrer em decorrência do inadimplemento das obrigações contratuais do locatário previstas no contrato de locação do imóvel, de acordo com as coberturas contratadas e limites da apólice.” Para o inquilino, o seguro fiança significa a dispensa da necessidade de um fiador, além de oferecer um processo de contratação geralmente mais ágil. Ele é o “garantido” no contrato de seguro e, apesar de normalmente contratar e pagar pelo seguro, a indenização é direcionada ao proprietário em caso de inadimplência. O contrato de seguro fiança é acessório ao contrato de locação e deve espelhar suas cláusulas. Segundo o artigo 41 da Lei do Inquilinato, este seguro **abrangerá a totalidade das obrigações do locatário**, garantindo que todas as responsabilidades estejam cobertas. O Papel do Proprietário e o Funcionamento em Caso de Inadimplência O proprietário do imóvel, ou locador, é o segurado na apólice de seguro fiança. Ele é quem receberá a indenização caso o inquilino se torne inadimplente. A Susep determina que a escolha da seguradora e do corretor de seguros deve ser feita em comum acordo entre inquilino e proprietário. Em caso de inadimplência, o seguro fiança pode ser acionado para indenizar o proprietário. A Susep esclarece que “o garantido/locatário permanece com a responsabilidade de honrar a obrigação pactuada no contrato de locação, ou seja, o seguro fiança locatícia é destinado à garantia dos prejuízos sofrido pelo segurado/locador, não isentando o garantido/locatário de nenhuma obrigação prevista no contrato de locação.” O sinistro, que caracteriza a necessidade de indenização, pode ocorrer em três situações: decretação de despejo do inquilino, abandono do imóvel ou entrega amigável das chaves. A indenização cobre os prejuízos verificados até a data da desocupação do imóvel. Quanto Custa o Seguro Fiança e Quem é o Responsável pelo Pagamento? O custo

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Federação PSOL-Rede oficializa apoio a Lula para reeleição e mira derrotar a extrema-direita

Federação PSOL-Rede declara apoio a Lula para presidência em convenção nacional A Federação PSOL-Rede Sustentabilidade oficializou, nesta quinta-feira (5), o seu apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República. A decisão foi tomada durante a convenção nacional dos partidos. A sinalização do apoio já havia ocorrido no último fim de semana, quando os partidos participaram ativamente da convenção do PT, demonstrando a convergência de pautas. Nas redes sociais, a federação confirmou sua participação na coligação com o objetivo de garantir a reeleição de Lula, reforçando o compromisso com a democracia. União contra a extrema-direita e defesa da democracia Em sua comunicação oficial, a Federação PSOL-Rede destacou a importância da união para o cenário político atual. “Vamos juntos derrotar a extrema-direita, defender a democracia e construir os caminhos para um Brasil mais justo”, afirmou a federação em uma postagem nas redes sociais. A declaração evidencia a estratégia da federação em consolidar uma frente ampla em oposição a pautas consideradas autoritárias e em defesa dos valores democráticos no país. Construindo um futuro mais justo O apoio à candidatura de Lula pela Federação PSOL-Rede vai além da oposição à extrema-direita, abrangendo também a visão de futuro para o Brasil. A federação expressou o desejo de construir um país com mais justiça social e oportunidades para todos. Essa aliança estratégica reforça o campo progressista e demonstra a busca por um projeto de nação que contemple as demandas por desenvolvimento sustentável e inclusão social, temas centrais nas plataformas do PSOL e da Rede Sustentabilidade.

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