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Principais Matérias

Novo Chefe Militar Ucraniano Promete Intensificar Ataques na Rússia, Enquanto Protestos Exigem Retorno de Ministro Demitido

Ucrânia: Nova Liderança Militar e Tensões Políticas Marcadas por Protestos e Ataques Intensificados O cenário na Ucrânia segue em ebulição, com a ascensão de uma nova liderança militar e a continuidade de protestos populares. O general Mikhailo Dapratii, recém-nomeado comandante das Forças Armadas, sinaliza uma nova fase na guerra, prometendo intensificar as ações contra a Rússia e impulsionar o desenvolvimento tecnológico militar. Sua declaração de que os ataques ocorrerão “em todos os domínios” busca reafirmar a determinação ucraniana em meio a um conflito que já dura mais de dois anos. No entanto, a nomeação de Dapratii não arrefeceu os ânimos dos manifestantes que foram às ruas exigir a queda de seu antecessor, Oleksander Sirskii, e protestar contra a demissão do ministro da Defesa, Mikhailo Fedorov, pelo presidente Volodimir Zelenski. A insatisfação popular se concentra na exigência do retorno de Fedorov, visto por muitos como um defensor de táticas militares inovadoras e eficientes. A situação é complexa, envolvendo disputas internas e a busca por estratégias mais eficazes no campo de batalha. O presidente Zelenski busca demonstrar que a mudança na liderança militar é um passo necessário para seguir em frente, mas a resistência popular e as exigências por uma reconfiguração ministerial indicam que a crise política interna ainda está longe de ser resolvida. As informações foram divulgadas com base em declarações oficiais e relatos de organizações envolvidas nos protestos. Dapratii Promete “Ações Ofensivas em Todos os Domínios” Em sua primeira manifestação pública como comandante das Forças Armadas, o general Mikhailo Dapratii declarou, via Facebook, que as ordens do presidente são claras: “continuar e intensificar as ações ofensivas em todos os domínios, planejar novas operações atrás das linhas inimigas, desenvolver o Exército e suas tecnologias e aumentar as capacidades das Forças Armadas”. Essa fala busca assegurar a continuidade das operações, incluindo ataques ao sistema energético e transporte marítimo russos, e reforça o interesse em novas tecnologias, como drones, para reduzir baixas entre os soldados ucranianos. Protestos Continuam e Exigem Retorno de Fedorov Apesar das novas diretrizes militares, os manifestantes não demonstraram sinais de recuo. Um novo protesto foi convocado para a próxima sexta-feira, com foco na capital, Kiev. A principal reivindicação é o retorno de Mikhailo Fedorov ao Ministério da Defesa, cargo ocupado interinamente por Ievhenni Khmara. Dmitri Koziatinski, veterano de guerra e organizador dos atos, afirmou no X que, caso Fedorov não retorne, as manifestações continuarão. Essa mobilização representa um desafio direto às tentativas do presidente Zelenski de mostrar que uma nova página foi virada. Fedorov Elogia Novo Comandante e Critica Táticas Anteriores Mikhailo Fedorov, ex-ministro da Defesa e figura central nas demandas dos manifestantes, utilizou o X para elogiar a escolha de Dapratii, qualificando a nomeação como uma “lufada de ar fresco”. Em sua mensagem, Fedorov agradeceu ao general rival, Oleksander Sirskii, por seu trabalho, mas enfatizou a necessidade de “mover ainda mais rápido e corrigir os erros do passado”. Sua fala, que não mencionou o ministro interino Khmara, parece manter a porta aberta para as demandas dos manifestantes, que

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PDT Confirma Apoio a Lula em Convenção Nacional: Movimento Estratégico na Polarização Política Brasileira

PDT formaliza apoio a Lula em convenção nacional, reforçando frente de esquerda contra extrema-direita Em um movimento político significativo, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) oficializou, em sua convenção nacional realizada em Brasília nesta segunda-feira (20), o apoio à pré-candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. A decisão marca um passo importante na articulação das forças de esquerda e centro-esquerda diante do cenário eleitoral. A oficialização ocorreu em um evento que contou com a presença do próprio Lula, que discursou para os delegados e filiados do partido. A aliança, segundo o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, é vista como fundamental na **luta contra a extrema direita**, consolidando uma frente ampla em defesa de pautas progressistas. A articulação com o Partido dos Trabalhadores (PT) se dá em um momento crucial, com as convenções partidárias definindo os rumos das eleições. Enquanto o PDT se posiciona, o PT ainda realizará sua convenção nacional em 2 de agosto. A Agência Brasil acompanha de perto os desdobramentos dessas definições, com diversos partidos agendando seus encontros nas próximas semanas, incluindo PL, PSD, MDB, Novo, PCdoB, PSTU, PCO, PV, PT e PSB. Estratégia Política para as Eleições Presidenciais A decisão do PDT de apoiar Lula reflete uma **estratégia política focada na consolidação de um bloco eleitoral**. Carlos Lupi destacou a importância de unir partidos que compartilham visões semelhantes sobre o desenvolvimento do Brasil e a necessidade de conter o avanço de ideologias consideradas extremistas. Essa aliança busca fortalecer a posição de Lula e do PT no pleito. Lula se Posiciona como Pré-Candidato em Meio a Convenções Embora a convenção do PT ainda não tenha ocorrido, a participação de Lula no evento do PDT e o apoio formalizado reforçam sua posição como o **principal nome da esquerda para a disputa presidencial**. A expectativa é que sua pré-candidatura seja confirmada oficialmente na convenção petista, marcada para o início de agosto. Este movimento antecipado do PDT demonstra a urgência em formar alianças sólidas. Calendário de Convenções Partidárias e Definição de Candidaturas O cenário político está em ebulição com a série de convenções nacionais que ocorrem nas próximas semanas. Partidos como o Partido Liberal (PL) em 25 de julho, o Partido Social Democrático (PSD) em 26 de julho, e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e o Partido Novo (Novo) em 27 de julho, também definirão seus rumos. A sequência continua com o PCdoB em 30 de julho, PSTU e PV em 31 de julho, PCO em 1º de agosto, e PT e PSB em 2 de agosto, culminando na **definição oficial de candidaturas presidenciais**. O Papel do PDT na Construção de um Projeto Nacional O apoio do PDT a Lula não é apenas uma questão de alinhamento ideológico, mas também uma demonstração de pragmatismo político. O partido busca, com essa aliança, influenciar a agenda nacional e garantir espaço na construção de um **projeto de país** que, segundo seus representantes, prioriza o desenvolvimento social e econômico. A participação ativa de Lula nas convenções sublinha a importância deste momento para

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Missão Oficializa Renan Santos para Presidência: MBL Ganha Candidato para 2026 e PDT Apoia Lula

Convenção do Missão Define Renan Santos como Candidato à Presidência, PDT Apoia Lula e Outros Partidos Agendam Definições O partido Missão, com origem no Movimento Brasil Livre (MBL), oficializou nesta segunda-feira (20) a candidatura de Renan Santos à Presidência da República. A convenção nacional, inicialmente prevista para 1º de agosto, foi antecipada para a data de hoje, marcando um passo importante para a legenda. O partido Missão, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em novembro de 2025, busca consolidar sua presença no cenário político nacional. Apesar da antecipação da convenção, um evento está agendado para o dia 1º de agosto, com o objetivo de apresentar o programa de governo para a disputa presidencial. Em paralelo, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) também realizou sua convenção nacional em Brasília, nesta mesma segunda-feira (20). Durante o evento, a legenda decidiu formalizar seu apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial deste ano. A Agência Brasil continuará acompanhando os desdobramentos das convenções partidárias que definirão os rumos eleitorais. Calendário de Convenções Partidárias Revela Próximas Definições O cenário político segue em ebulição com a definição de candidaturas e apoios. O partido Missão, através de sua convenção antecipada, colocou Renan Santos como seu representante na corrida presidencial. A origem do Missão no MBL, grupo que ganhou notoriedade durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, confere um histórico de ativismo ao novo candidato. Paralelamente, o PDT demonstrou seu alinhamento com a atual gestão federal ao anunciar apoio a Lula. Essa decisão reforça a polarização e as estratégicas alianças que estão se formando para as próximas eleições. Acompanhar estas convenções é fundamental para entender as dinâmicas políticas em jogo. Próximas Convenções Definirão Candidatos e Alianças O calendário de convenções nacionais partidárias segue intenso nas próximas semanas. O Partido Liberal (PL) tem sua convenção marcada para 25 de julho, seguido pelo Partido Social Democrático (PSD) em 26 de julho. O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e o Partido Novo (Novo) realizarão seus eventos em 27 de julho. A agenda continua com o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) em 30 de julho, e no dia 31 de julho, o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e o Partido Verde (PV) apresentarão suas definições. O Partido da Causa Operária (PCO) definirá sua chapa em 1º de agosto, enquanto o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB) realizarão suas convenções em 2 de agosto, fechando uma série de definições cruciais para o pleito. Renan Santos e o MBL na Disputa Presidencial A oficialização de Renan Santos como candidato pelo partido Missão representa a **entrada de um nome ligado ao MBL** na disputa presidencial. O movimento, conhecido por sua atuação em manifestações e campanhas políticas, busca agora projetar sua representatividade através de uma candidatura própria. A convenção antecipada demonstra a **urgência e o planejamento estratégico** do partido em se posicionar no debate eleitoral. A divulgação do programa de governo em 1º de agosto será um momento chave para apresentar as propostas de Renan Santos

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Forças Armadas em 2026: Decreto autoriza militar em votação, apuração e logística eleitoral sob comando do TSE

Uso das Forças Armadas em eleições de 2026 é autorizado por decreto presidencial A Presidência da República oficializou, nesta terça-feira (21), a permissão para que as Forças Armadas atuem em diversas frentes durante as Eleições de 2026. A medida abrange desde o dia da votação até a fase de apuração dos resultados, além de oferecer suporte logístico essencial para o bom andamento do processo eleitoral em todo o país. Essa autorização, detalhada em decreto, estabelece que a participação militar ocorrerá sempre sob solicitação e coordenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O órgão máximo da Justiça Eleitoral será o responsável por definir as áreas geográficas e os períodos específicos em que a atuação das Forças Armadas será necessária. A base legal para essa decisão se fundamenta em dispositivos importantes da Constituição Federal, na Lei Complementar nº 97/1999, que rege a organização e o emprego das Forças Armadas, e também no Código Eleitoral. Conforme informação divulgada pela Presidência da República, em eleições anteriores, o TSE já solicitou o apoio militar para reforçar a segurança e prover suporte em locais de difícil acesso ou considerados estratégicos. O papel das Forças Armadas no processo eleitoral A atuação das Forças Armadas nas eleições de 2026 visa garantir a segurança e a normalidade do pleito. O decreto prevê que os militares poderão ser empregados para proteger urnas eletrônicas, garantir a integridade dos locais de votação e auxiliar no transporte de materiais eleitorais, especialmente em regiões remotas ou com infraestrutura precária. A coordenação com o TSE é um ponto chave. O tribunal informará as localidades e o período exato da atuação, assegurando que o emprego das Forças Armadas seja direcionado e eficaz. Isso permite que o suporte militar seja aplicado onde for mais necessário, otimizando os recursos e garantindo a tranquilidade dos eleitores. Base legal e precedentes A autorização para o uso das Forças Armadas em eleições não é inédita. Ela se apoia em dispositivos constitucionais e leis que regulamentam o emprego das Forças Armadas em situações de garantia da lei e da ordem e em apoio a outras instituições. A Lei Complementar nº 97/1999 é um dos pilares que sustentam essa possibilidade de atuação. Em pleitos passados, a presença de militares foi fundamental para assegurar o acesso às urnas em áreas isoladas e para reforçar a segurança em momentos de tensão. O decreto de 2026 formaliza e amplia essa possibilidade, garantindo que o TSE tenha à disposição um importante aliado para a realização de eleições mais seguras e eficientes. O que muda com o novo decreto? O decreto publicado nesta terça-feira detalha e reforça a colaboração entre as Forças Armadas e a Justiça Eleitoral. Ele especifica que a atuação militar poderá ocorrer durante a votação, a apuração e no apoio logístico, cobrindo um espectro mais amplo das necessidades do processo eleitoral. O objetivo é oferecer um suporte robusto em todas as etapas. A definição das missões e dos locais de atuação ficará a cargo do TSE, que analisará as necessidades específicas de cada região. Isso garante

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Pentágono Oculta Dezenas de Militares Feridos em Ataques do Irã na Jordânia, Revelam Fontes Anônimas

Pentágono Sob Fogo por Falta de Transparência em Divulgação de Baixas Militares na Guerra Contra o Irã Na semana que antecedeu a mais recente ofensiva iraniana, que resultou na morte de dois soldados americanos e um desaparecido na Jordânia, o Irã executou outros três ataques contra forças dos Estados Unidos no país. Essas operações causaram ferimentos em dezenas de militares americanos e danificaram helicópteros, segundo autoridades que preferiram o anonimato. O Pentágono optou por não divulgar publicamente esses ataques anteriores, nem as baixas e os danos resultantes. Apenas na segunda-feira (20), o porta-voz do Pentágono anunciou nas redes sociais que o número de militares americanos feridos em ataques iranianos desde 7 de julho havia subido para quase cem. Este episódio evidencia a tensão entre a necessidade de segurança operacional, alegada pelo Pentágono, e a obrigação do governo em informar o público sobre a condução da guerra. A falta de detalhes sobre os incidentes levanta preocupações sobre a transparência na divulgação de informações cruciais sobre o conflito. Avanço Iraniano e Omissão do Pentágono Em declarações após os ataques aéreos contra alvos militares iranianos na semana passada, o Comando Central dos EUA mencionou retaliações às ofensivas do Irã contra navios comerciais no estreito de Hormuz. No entanto, as ações contra bases americanas na região, incluindo na Jordânia, foram omitidas. Uma autoridade militar americana explicou que o Comando Central não é obrigado a divulgar informações sobre militares feridos, especialmente quando retornam rapidamente ao serviço. Outra autoridade acrescentou que divulgar tais informações poderia ajudar o Irã a direcionar seus mísseis balísticos e ataques com drones contra bases americanas no Oriente Médio. O Comando Central também deixou de informar o número de alvos atacados pelo Irã diariamente, pela mesma razão, segundo autoridades americanas. A falta de divulgação completa de dados sobre os ataques iranianos e suas consequências gera desconfiança. Defesa do Pentágono e Estatísticas de Baixas Sean Parnell, porta-voz-chefe do Pentágono, negou que as Forças Armadas tenham ocultado ou deturpado baixas americanas. Ele classificou as acusações de ocultação como “invenções destinadas a causar ainda mais angústia ao povo americano após a morte de três militares em combate”. Parnell citou o Sistema de Análise de Baixas de Defesa do Pentágono, que, segundo ele, é atualizado regularmente. O site público oferece números agregados, mas não detalhes sobre ataques específicos com grande número de vítimas, como os ocorridos na Jordânia. Parnell afirmou que “selecionar números brutos sem contexto cria um quadro deliberadamente enganoso e incompleto”. Ele detalhou que a “grande maioria” das quase cem vítimas desde 7 de julho sofreu “concussões leves”, e 96% desses militares já retornaram ao serviço. A divulgação de estatísticas sobre baixas militares, especialmente em conflitos prolongados, sempre gerou debates sobre transparência e o impacto na opinião pública. Falta de Informações e Contexto da Guerra Nos últimos meses, o Pentágono tem fornecido poucas informações sobre a estratégia militar dos EUA após quase cinco meses de guerra. A última grande entrevista coletiva sobre o conflito ocorreu no início de maio. O governo Trump não divulgou

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Brasil Rumo às Eleições 2026: Quase 2 Milhões de Eleitores com Deficiência Buscam Voto Acessível e Autônomo

Eleitores com Deficiência: Crescimento e Adaptação para as Eleições 2026 As próximas eleições gerais em 2026 prometem ser um marco histórico em termos de inclusão. Pela primeira vez, o Brasil contará com o maior contingente de eleitores com deficiência aptos a exercer seu direito ao voto, demonstrando um avanço significativo na participação democrática. Dados recentes divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelam um cenário promissor, com quase 2 milhões de brasileiros declarando possuir algum tipo de deficiência e habilitados a votar. Este número representa um aumento expressivo de 42,5% em comparação com o pleito de 2022, evidenciando a crescente conscientização e o engajamento dessa parcela da população. Para garantir que todos os cidadãos possam exercer seu voto com autonomia e segurança, a Justiça Eleitoral tem investido na ampliação de sua estrutura de acessibilidade. O objetivo é assegurar que a deficiência não seja um impeditivo para a participação cívica, promovendo um ambiente eleitoral mais inclusivo e representativo. Conforme informação divulgada pelo TSE, o número de seções eleitorais com acessibilidade passou de 156.296 em 2022 para 223.587 este ano, um crescimento de 43%. Perfil dos Eleitores com Deficiência O universo de quase 2 milhões de eleitores com deficiência é diverso, abrangendo diferentes necessidades e condições. Entre as categorias mais representadas, destacam-se aqueles com dificuldade de locomoção, seguidos por pessoas com deficiência visual e auditiva. A categoria “outros”, que engloba diversas condições que demandam adaptações específicas, representa a maior fatia desse eleitorado. Especificamente, o TSE aponta que aproximadamente 617 mil eleitores declararam ter deficiência de locomoção. Em seguida, 319 mil pessoas informaram possuir deficiência visual, e mais de 182 mil declararam ter deficiência auditiva. É importante notar que mais de 64 mil eleitores com deficiência indicaram ter alguma dificuldade específica no exercício do voto, um dado que reforça a necessidade das adaptações. Ações da Justiça Eleitoral para Garantir Acessibilidade Em resposta a esse crescimento e às necessidades identificadas, a Justiça Eleitoral tem trabalhado ativamente para ampliar a estrutura de acessibilidade em todo o país. O objetivo é oferecer um ambiente de votação seguro, confortável e que respeite a autonomia de cada eleitor com deficiência. O aumento no número de seções eleitorais principais com acessibilidade, que saltou de 156.296 em 2022 para 223.587 em 2026, é um reflexo desse compromisso. Essas seções são equipadas com recursos como rampas, elevadores e rotas livres de obstáculos físicos, facilitando o acesso e a locomoção. Como Solicitar Transferência para Seção Acessível Eleitores que necessitam de um local de votação adaptado têm o direito de solicitar a transferência para uma seção eleitoral acessível. Este procedimento é fundamental para garantir que a experiência de votação seja a mais tranquila e independente possível, sem barreiras físicas ou de comunicação. Para realizar essa solicitação, é necessário que o eleitor atualize seu cadastro junto à Justiça Eleitoral, informando sua condição de deficiência ou mobilidade reduzida. O pedido pode ser feito através dos canais oficiais de atendimento da Justiça Eleitoral ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral, facilitando o acesso à informação e ao serviço.

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Governo Lula encerra Hospital de Campanha na Venezuela e envia novas doações após terremotos

Brasil conclui apoio médico e humanitário na Venezuela após terremotos O governo brasileiro finalizou nesta terça-feira (21) as operações do hospital de campanha montado em La Guaira, na Venezuela. A unidade de saúde foi estabelecida para prestar assistência às vítimas dos fortes terremotos que atingiram o país em junho. As aeronaves que transportaram a estrutura de volta ao Brasil também levaram uma nova remessa de doações. Entre os itens enviados, destacam-se vacinas essenciais, cestas básicas e ração animal, demonstrando o compromisso contínuo do Brasil com a recuperação venezuelana. As equipes de bombeiros brasileiros que atuaram no país vizinho retornaram na semana passada, encerrando uma etapa importante da missão humanitária. As informações foram divulgadas pelo governo Lula. Novas doações reforçam o apoio brasileiro Em nota oficial, o governo Lula detalhou o envio de um expressivo volume de ajuda humanitária. Foram disponibilizadas 540 mil doses da vacina pentavalente, 48 mil doses de BCG e 102 mil doses da vacina tríplice viral, todas doadas pelo Ministério da Saúde. Além das vacinas, 900 cestas básicas, cada uma pesando 21,5 kg, foram enviadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. A lista de doações também inclui insumos médicos, itens de higiene pessoal e soros antivenenos, essenciais para o tratamento de picadas de animais peçonhentos. Balanço positivo dos atendimentos médicos Desde o início da missão, em 29 de junho, as equipes brasileiras realizaram um total de 2.695 atendimentos médicos. A maior parte, 1.764 atendimentos, foi na área de clínica geral, tratando de condições comuns como dores de cabeça, hipertensão, náuseas e desidratação. A atuação do hospital de campanha também abrangeu áreas mais específicas, com a realização de 15 cirurgias. Pacientes receberam atendimento em ortopedia e pediatria, e houve também suporte psicossocial para lidar com o estresse agudo e questões de saúde mental decorrentes da tragédia. Diálogo e compromisso entre Brasil e Venezuela No início de julho, o presidente Lula conversou por telefone com a líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, reafirmando o apoio do Brasil ao país. Na ocasião, Rodríguez informou que o regime venezuelano estava focado na reconstrução das áreas afetadas, com prioridade para a construção de novas moradias para as famílias desabrigadas. Os terremotos, com magnitudes de 7,2 e 7,5, ocorreram com um intervalo inferior a um minuto e foram sentidos em grande parte do território venezuelano. A tragédia se deu em um contexto de severa crise política e econômica na Venezuela. Envio inicial de equipes e equipamentos Após os sismos, o Brasil agiu rapidamente, enviando aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) com equipes de resgate e suprimentos. Um primeiro grupo de socorristas, composto por 11 bombeiros militares, dois médicos, um representante da Defesa Civil, além de cães farejadores e cinco toneladas de equipamentos, embarcou em 26 de junho. Na época, o Ministro da Defesa, José Múcio, visitou o território venezuelano para tratar da situação e reforçar o apoio brasileiro, evidenciando a importância da cooperação humanitária internacional em momentos de crise.

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Eleições 2026: São Paulo Lidera com Mais de 34 Milhões de Votos, Maioria Mulheres e Faixa Etária de 40-44 Anos

São Paulo: O Gigante Eleitoral do Brasil Rumo às Eleições de 2026 Dados recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelam que São Paulo se consolida como o estado com o maior número de eleitores aptos a votar nas próximas eleições. São mais de 34 milhões de pessoas registradas, representando uma fatia significativa do eleitorado brasileiro. Essa concentração de eleitores em São Paulo reflete sua importância demográfica e política no cenário nacional. A análise detalhada dos dados oferece um panorama sobre o perfil desses votantes, suas características e tendências. A pesquisa, divulgada nesta semana, também aponta para um aumento expressivo no cadastro de eleitores indígenas e quilombolas no estado, além de um número considerável de cidadãos que optam pelo uso do nome social. Conforme informação divulgada pelo TSE, o estado paulista tem 34.104.226 eleitores aptos a votar, o que corresponde a 21,48% do total nacional de 159.745.463 eleitores. A Força da Capital e Cidades-Polo no Eleitorado Paulista Dentro do estado de São Paulo, a capital paulista se destaca como o maior colégio eleitoral, reunindo 9.135.407 votantes, o que representa 26,7% do eleitorado local. Em seguida, vêm cidades como Guarulhos, com 948.410 eleitores, e Campinas, com 870.672, evidenciando a concentração urbana do poder de voto. Perfil Demográfico: Mulheres Lideram e Faixa Etária de 40 a 44 Anos é a Maior A composição do eleitorado paulista mostra uma predominância feminina, com 18,1 milhões de eleitoras, o que corresponde a 53% do total. Os homens somam 15,9 milhões, representando 47%. No que diz respeito à faixa etária, o grupo de 40 a 44 anos é o mais numeroso, com 3,48 milhões de votantes. Logo atrás, aparecem os eleitores entre 45 e 49 anos (3,38 milhões) e os de 35 a 39 anos (3,23 milhões). É importante notar a expressiva participação de eleitores com mais de 60 anos, totalizando 8,5 milhões, sendo que 45,72% deles têm 70 anos ou mais. Os jovens eleitores, menores de 18 anos, somam 180.229, sendo que apenas aqueles com 16 anos completos antes do primeiro turno poderão votar. Voto Obrigatório e Nível de Escolaridade no Estado A obrigatoriedade do voto atinge 87,08% dos eleitores em São Paulo, o que equivale a 29.698.450 pessoas. Já o voto facultativo abrange 12,92%, com 4.405.776 eleitores. Em termos de escolaridade, o ensino médio completo é a formação mais comum entre os votantes, com 33,45% do contingente. O ensino fundamental incompleto aparece em seguida (17,53%), seguido pelo ensino médio incompleto (16,67%). O número de eleitores com ensino superior completo em São Paulo é de 5.133.353, representando 15,05% da base eleitoral. O levantamento também indica que 2,85% declararam saber apenas ler e escrever, enquanto 1,68% são analfabetos, totalizando 574.211 votantes. Crescimento de Povos Originários e Uso do Nome Social Um dado relevante é o aumento de 102,1% no eleitorado indígena no estado, que saltou de 3.706 para 7.492 entre 2024 e 2026. Os eleitores quilombolas também registraram um avanço expressivo de 80,7%, passando de 2.180 para 3.941. Além disso, 12.331 cidadãos paulistas estão aptos a votar

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Haddad Revela Motivo de Recusa a Daniel Vorcaro: “Analisamos Balanços Negativos do Banco Master”

Haddad explica por que negou encontros com Daniel Vorcaro após análise de balanços do Banco Master O ex-ministro e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT-SP), revelou nesta terça-feira (21) os motivos que o levaram a recusar encontros com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo Haddad, a decisão foi tomada após uma análise detalhada da situação financeira do liquidado Banco Master e a recepção de informações preocupantes sobre a instituição no mercado financeiro. Haddad afirmou que Daniel Vorcaro tentou estabelecer contato através de diversas pessoas, mas nunca por canais oficiais do governo. Essa abordagem indireta, somada às informações negativas sobre o Banco Master, foi determinante para a recusa. “Vorcaro tentou se aproximar de mim por vários caminhos, mas nunca pelo caminho oficial. Eu já havia analisado o balanço do Banco Master e recebido informações preocupantes do mercado financeiro. Por isso, não o recebi: não tinha o que conversar com ele”, declarou Haddad em entrevista ao canal My News. As declarações surgem em meio a investigações sobre uma suposta rede de influência do ex-banqueiro. Conforme informação divulgada pelo My News. Tentativas de Contato e Recados Implícitos O pré-candidato ao governo paulista também mencionou que, posteriormente, os pedidos de reunião com Vorcaro passaram a vir acompanhados de mensagens que sugeriam um agravamento da situação do país caso algo acontecesse com o empresário. Essas insinuações foram vistas por Haddad como uma tentativa de pressão. “Os pedidos de audiência passaram a trazer recados implícitos de que, se algo acontecesse com ele, o caos se instalaria. Mas o Brasil não pode passar pano nem politizar investigações criminais”, pontuou Haddad, reforçando a importância de não interferir em apurações legais. Investigações da PF e Autonomia das Instituições As investigações da Polícia Federal (PF) apontam para uma ampla rede de influência construída por Daniel Vorcaro, que teria envolvido autoridades de diversos poderes, incluindo o Legislativo e o Judiciário. Nomes como os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Ciro Nogueira (PP-PI), e os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, apareceram em apurações ligadas ao empresário. Haddad aproveitou para negar qualquer tipo de interferência do governo federal no trabalho da PF, garantindo a autonomia da corporação. “É preciso investigar e punir quem errou. Até aqui, a Polícia Federal tem atuado com ampla autonomia no governo Lula: investiga, apura, comprova, processa e prende quando necessário”, afirmou. Liquidação do Banco Master e Operação Compliance Zero A situação do Banco Master veio à tona após o Banco Central decretar sua liquidação extrajudicial em novembro de 2025, citando supostas fraudes e descumprimento de normas. No mesmo dia, a PF deflagrou a Operação Compliance Zero para investigar a suspeita de emissão de títulos de crédito falsos, que resultou na primeira prisão de Vorcaro. Entre os pontos centrais da investigação estão operações envolvendo carteiras de crédito consignado, negociadas entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). As transações sob escrutínio somam cerca de R$ 12,2 bilhões e contavam com o conhecimento do então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que também foi preso

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Fome Global Persiste: ONU Alerta que Guerra e Clima Ameaçam Progresso Rumo a um Mundo Sem Insegurança Alimentar

ONU aponta persistência da fome global e riscos de retrocesso devido a conflitos e mudanças climáticas Um cenário preocupante se desenha no combate à fome mundial. Apesar de uma ligeira melhora, a Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que cerca de 645 milhões de pessoas enfrentaram a fome em 2025, o que representa 7,8% da população global. Este avanço, embora positivo, encontra-se sob forte ameaça de retrocesso. As consequências da guerra no Oriente Médio e os impactos cada vez mais severos das mudanças climáticas são os principais vilões que podem comprometer o progresso. A ONU, através da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgou um relatório que acende um alerta para a comunidade internacional. A situação é particularmente crítica no continente africano, onde 20% da população sofre de subnutrição crônica. Este dado, segundo o relatório anual, evidencia a urgência de ações mais contundentes e direcionadas para as regiões mais vulneráveis, conforme divulgado pela ONU nesta terça-feira (21). África no epicentro da fome e desafios para o futuro O relatório da FAO destaca que o epicentro da fome deslocou-se da Ásia para a África. David Laborde, diretor da Divisão de Economia Agroalimentar da FAO, explicou que, embora países como a China e a Índia tenham avançado significativamente no combate à fome, a África enfrenta desafios crescentes. Conflitos em regiões como o Sudão, o Sahel e a República Democrática do Congo agravam a situação, impedindo o acesso à terra e a fontes de renda para milhões de pessoas. As mudanças climáticas intensificam a vulnerabilidade no continente, com eventos extremos afetando a produção de alimentos. A FAO estima que, se as tendências atuais se mantiverem, entre 510 e 520 milhões de pessoas ainda estarão desnutridas em 2030, sendo mais da metade na África. Este número está bem distante da meta estabelecida em 2015 de erradicar a fome até 2030. Insegurança alimentar e o alto custo de uma dieta saudável Em contrapartida, a América Latina e o Caribe, assim como a Ásia, registraram melhorias. Em 2025, a taxa de insegurança alimentar moderada ou grave na região foi de 22,9%, significativamente abaixo da África (56,6%) e da média global (25,8%). No entanto, a insegurança alimentar, que implica acesso irregular a alimentos e dietas limitadas, ainda afeta milhões. Um dos dados mais alarmantes é o custo crescente de uma alimentação saudável. Quase uma em cada três pessoas no mundo não tem condições de arcar com uma dieta saudável, com os custos tendo aumentado 25% nos últimos cinco anos. O atraso no crescimento infantil afeta cerca de 25% das crianças menores de cinco anos, enquanto a obesidade em adultos continua a crescer, mostrando a complexidade do desafio nutricional global. Guerra no Oriente Médio e El Niño exigem ação internacional Eventos recentes, como a guerra no Oriente Médio, representam uma ameaça direta ao progresso alcançado. Laborde aponta que, embora os efeitos imediatos do aumento no custo de fertilizantes e energia tenham sido limitados até agora, a crise ainda não foi superada. A FAO

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Novo Chefe Militar Ucraniano Promete Intensificar Ataques na Rússia, Enquanto Protestos Exigem Retorno de Ministro Demitido

Ucrânia: Nova Liderança Militar e Tensões Políticas Marcadas por Protestos e Ataques Intensificados O cenário na Ucrânia segue em ebulição, com a ascensão de uma nova liderança militar e a continuidade de protestos populares. O general Mikhailo Dapratii, recém-nomeado comandante das Forças Armadas, sinaliza uma nova fase na guerra, prometendo intensificar as ações contra a Rússia e impulsionar o desenvolvimento tecnológico militar. Sua declaração de que os ataques ocorrerão “em todos os domínios” busca reafirmar a determinação ucraniana em meio a um conflito que já dura mais de dois anos. No entanto, a nomeação de Dapratii não arrefeceu os ânimos dos manifestantes que foram às ruas exigir a queda de seu antecessor, Oleksander Sirskii, e protestar contra a demissão do ministro da Defesa, Mikhailo Fedorov, pelo presidente Volodimir Zelenski. A insatisfação popular se concentra na exigência do retorno de Fedorov, visto por muitos como um defensor de táticas militares inovadoras e eficientes. A situação é complexa, envolvendo disputas internas e a busca por estratégias mais eficazes no campo de batalha. O presidente Zelenski busca demonstrar que a mudança na liderança militar é um passo necessário para seguir em frente, mas a resistência popular e as exigências por uma reconfiguração ministerial indicam que a crise política interna ainda está longe de ser resolvida. As informações foram divulgadas com base em declarações oficiais e relatos de organizações envolvidas nos protestos. Dapratii Promete “Ações Ofensivas em Todos os Domínios” Em sua primeira manifestação pública como comandante das Forças Armadas, o general Mikhailo Dapratii declarou, via Facebook, que as ordens do presidente são claras: “continuar e intensificar as ações ofensivas em todos os domínios, planejar novas operações atrás das linhas inimigas, desenvolver o Exército e suas tecnologias e aumentar as capacidades das Forças Armadas”. Essa fala busca assegurar a continuidade das operações, incluindo ataques ao sistema energético e transporte marítimo russos, e reforça o interesse em novas tecnologias, como drones, para reduzir baixas entre os soldados ucranianos. Protestos Continuam e Exigem Retorno de Fedorov Apesar das novas diretrizes militares, os manifestantes não demonstraram sinais de recuo. Um novo protesto foi convocado para a próxima sexta-feira, com foco na capital, Kiev. A principal reivindicação é o retorno de Mikhailo Fedorov ao Ministério da Defesa, cargo ocupado interinamente por Ievhenni Khmara. Dmitri Koziatinski, veterano de guerra e organizador dos atos, afirmou no X que, caso Fedorov não retorne, as manifestações continuarão. Essa mobilização representa um desafio direto às tentativas do presidente Zelenski de mostrar que uma nova página foi virada. Fedorov Elogia Novo Comandante e Critica Táticas Anteriores Mikhailo Fedorov, ex-ministro da Defesa e figura central nas demandas dos manifestantes, utilizou o X para elogiar a escolha de Dapratii, qualificando a nomeação como uma “lufada de ar fresco”. Em sua mensagem, Fedorov agradeceu ao general rival, Oleksander Sirskii, por seu trabalho, mas enfatizou a necessidade de “mover ainda mais rápido e corrigir os erros do passado”. Sua fala, que não mencionou o ministro interino Khmara, parece manter a porta aberta para as demandas dos manifestantes, que

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PDT Confirma Apoio a Lula em Convenção Nacional: Movimento Estratégico na Polarização Política Brasileira

PDT formaliza apoio a Lula em convenção nacional, reforçando frente de esquerda contra extrema-direita Em um movimento político significativo, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) oficializou, em sua convenção nacional realizada em Brasília nesta segunda-feira (20), o apoio à pré-candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. A decisão marca um passo importante na articulação das forças de esquerda e centro-esquerda diante do cenário eleitoral. A oficialização ocorreu em um evento que contou com a presença do próprio Lula, que discursou para os delegados e filiados do partido. A aliança, segundo o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, é vista como fundamental na **luta contra a extrema direita**, consolidando uma frente ampla em defesa de pautas progressistas. A articulação com o Partido dos Trabalhadores (PT) se dá em um momento crucial, com as convenções partidárias definindo os rumos das eleições. Enquanto o PDT se posiciona, o PT ainda realizará sua convenção nacional em 2 de agosto. A Agência Brasil acompanha de perto os desdobramentos dessas definições, com diversos partidos agendando seus encontros nas próximas semanas, incluindo PL, PSD, MDB, Novo, PCdoB, PSTU, PCO, PV, PT e PSB. Estratégia Política para as Eleições Presidenciais A decisão do PDT de apoiar Lula reflete uma **estratégia política focada na consolidação de um bloco eleitoral**. Carlos Lupi destacou a importância de unir partidos que compartilham visões semelhantes sobre o desenvolvimento do Brasil e a necessidade de conter o avanço de ideologias consideradas extremistas. Essa aliança busca fortalecer a posição de Lula e do PT no pleito. Lula se Posiciona como Pré-Candidato em Meio a Convenções Embora a convenção do PT ainda não tenha ocorrido, a participação de Lula no evento do PDT e o apoio formalizado reforçam sua posição como o **principal nome da esquerda para a disputa presidencial**. A expectativa é que sua pré-candidatura seja confirmada oficialmente na convenção petista, marcada para o início de agosto. Este movimento antecipado do PDT demonstra a urgência em formar alianças sólidas. Calendário de Convenções Partidárias e Definição de Candidaturas O cenário político está em ebulição com a série de convenções nacionais que ocorrem nas próximas semanas. Partidos como o Partido Liberal (PL) em 25 de julho, o Partido Social Democrático (PSD) em 26 de julho, e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e o Partido Novo (Novo) em 27 de julho, também definirão seus rumos. A sequência continua com o PCdoB em 30 de julho, PSTU e PV em 31 de julho, PCO em 1º de agosto, e PT e PSB em 2 de agosto, culminando na **definição oficial de candidaturas presidenciais**. O Papel do PDT na Construção de um Projeto Nacional O apoio do PDT a Lula não é apenas uma questão de alinhamento ideológico, mas também uma demonstração de pragmatismo político. O partido busca, com essa aliança, influenciar a agenda nacional e garantir espaço na construção de um **projeto de país** que, segundo seus representantes, prioriza o desenvolvimento social e econômico. A participação ativa de Lula nas convenções sublinha a importância deste momento para

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Missão Oficializa Renan Santos para Presidência: MBL Ganha Candidato para 2026 e PDT Apoia Lula

Convenção do Missão Define Renan Santos como Candidato à Presidência, PDT Apoia Lula e Outros Partidos Agendam Definições O partido Missão, com origem no Movimento Brasil Livre (MBL), oficializou nesta segunda-feira (20) a candidatura de Renan Santos à Presidência da República. A convenção nacional, inicialmente prevista para 1º de agosto, foi antecipada para a data de hoje, marcando um passo importante para a legenda. O partido Missão, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em novembro de 2025, busca consolidar sua presença no cenário político nacional. Apesar da antecipação da convenção, um evento está agendado para o dia 1º de agosto, com o objetivo de apresentar o programa de governo para a disputa presidencial. Em paralelo, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) também realizou sua convenção nacional em Brasília, nesta mesma segunda-feira (20). Durante o evento, a legenda decidiu formalizar seu apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial deste ano. A Agência Brasil continuará acompanhando os desdobramentos das convenções partidárias que definirão os rumos eleitorais. Calendário de Convenções Partidárias Revela Próximas Definições O cenário político segue em ebulição com a definição de candidaturas e apoios. O partido Missão, através de sua convenção antecipada, colocou Renan Santos como seu representante na corrida presidencial. A origem do Missão no MBL, grupo que ganhou notoriedade durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, confere um histórico de ativismo ao novo candidato. Paralelamente, o PDT demonstrou seu alinhamento com a atual gestão federal ao anunciar apoio a Lula. Essa decisão reforça a polarização e as estratégicas alianças que estão se formando para as próximas eleições. Acompanhar estas convenções é fundamental para entender as dinâmicas políticas em jogo. Próximas Convenções Definirão Candidatos e Alianças O calendário de convenções nacionais partidárias segue intenso nas próximas semanas. O Partido Liberal (PL) tem sua convenção marcada para 25 de julho, seguido pelo Partido Social Democrático (PSD) em 26 de julho. O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e o Partido Novo (Novo) realizarão seus eventos em 27 de julho. A agenda continua com o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) em 30 de julho, e no dia 31 de julho, o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e o Partido Verde (PV) apresentarão suas definições. O Partido da Causa Operária (PCO) definirá sua chapa em 1º de agosto, enquanto o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB) realizarão suas convenções em 2 de agosto, fechando uma série de definições cruciais para o pleito. Renan Santos e o MBL na Disputa Presidencial A oficialização de Renan Santos como candidato pelo partido Missão representa a **entrada de um nome ligado ao MBL** na disputa presidencial. O movimento, conhecido por sua atuação em manifestações e campanhas políticas, busca agora projetar sua representatividade através de uma candidatura própria. A convenção antecipada demonstra a **urgência e o planejamento estratégico** do partido em se posicionar no debate eleitoral. A divulgação do programa de governo em 1º de agosto será um momento chave para apresentar as propostas de Renan Santos

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Forças Armadas em 2026: Decreto autoriza militar em votação, apuração e logística eleitoral sob comando do TSE

Uso das Forças Armadas em eleições de 2026 é autorizado por decreto presidencial A Presidência da República oficializou, nesta terça-feira (21), a permissão para que as Forças Armadas atuem em diversas frentes durante as Eleições de 2026. A medida abrange desde o dia da votação até a fase de apuração dos resultados, além de oferecer suporte logístico essencial para o bom andamento do processo eleitoral em todo o país. Essa autorização, detalhada em decreto, estabelece que a participação militar ocorrerá sempre sob solicitação e coordenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O órgão máximo da Justiça Eleitoral será o responsável por definir as áreas geográficas e os períodos específicos em que a atuação das Forças Armadas será necessária. A base legal para essa decisão se fundamenta em dispositivos importantes da Constituição Federal, na Lei Complementar nº 97/1999, que rege a organização e o emprego das Forças Armadas, e também no Código Eleitoral. Conforme informação divulgada pela Presidência da República, em eleições anteriores, o TSE já solicitou o apoio militar para reforçar a segurança e prover suporte em locais de difícil acesso ou considerados estratégicos. O papel das Forças Armadas no processo eleitoral A atuação das Forças Armadas nas eleições de 2026 visa garantir a segurança e a normalidade do pleito. O decreto prevê que os militares poderão ser empregados para proteger urnas eletrônicas, garantir a integridade dos locais de votação e auxiliar no transporte de materiais eleitorais, especialmente em regiões remotas ou com infraestrutura precária. A coordenação com o TSE é um ponto chave. O tribunal informará as localidades e o período exato da atuação, assegurando que o emprego das Forças Armadas seja direcionado e eficaz. Isso permite que o suporte militar seja aplicado onde for mais necessário, otimizando os recursos e garantindo a tranquilidade dos eleitores. Base legal e precedentes A autorização para o uso das Forças Armadas em eleições não é inédita. Ela se apoia em dispositivos constitucionais e leis que regulamentam o emprego das Forças Armadas em situações de garantia da lei e da ordem e em apoio a outras instituições. A Lei Complementar nº 97/1999 é um dos pilares que sustentam essa possibilidade de atuação. Em pleitos passados, a presença de militares foi fundamental para assegurar o acesso às urnas em áreas isoladas e para reforçar a segurança em momentos de tensão. O decreto de 2026 formaliza e amplia essa possibilidade, garantindo que o TSE tenha à disposição um importante aliado para a realização de eleições mais seguras e eficientes. O que muda com o novo decreto? O decreto publicado nesta terça-feira detalha e reforça a colaboração entre as Forças Armadas e a Justiça Eleitoral. Ele especifica que a atuação militar poderá ocorrer durante a votação, a apuração e no apoio logístico, cobrindo um espectro mais amplo das necessidades do processo eleitoral. O objetivo é oferecer um suporte robusto em todas as etapas. A definição das missões e dos locais de atuação ficará a cargo do TSE, que analisará as necessidades específicas de cada região. Isso garante

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Pentágono Oculta Dezenas de Militares Feridos em Ataques do Irã na Jordânia, Revelam Fontes Anônimas

Pentágono Sob Fogo por Falta de Transparência em Divulgação de Baixas Militares na Guerra Contra o Irã Na semana que antecedeu a mais recente ofensiva iraniana, que resultou na morte de dois soldados americanos e um desaparecido na Jordânia, o Irã executou outros três ataques contra forças dos Estados Unidos no país. Essas operações causaram ferimentos em dezenas de militares americanos e danificaram helicópteros, segundo autoridades que preferiram o anonimato. O Pentágono optou por não divulgar publicamente esses ataques anteriores, nem as baixas e os danos resultantes. Apenas na segunda-feira (20), o porta-voz do Pentágono anunciou nas redes sociais que o número de militares americanos feridos em ataques iranianos desde 7 de julho havia subido para quase cem. Este episódio evidencia a tensão entre a necessidade de segurança operacional, alegada pelo Pentágono, e a obrigação do governo em informar o público sobre a condução da guerra. A falta de detalhes sobre os incidentes levanta preocupações sobre a transparência na divulgação de informações cruciais sobre o conflito. Avanço Iraniano e Omissão do Pentágono Em declarações após os ataques aéreos contra alvos militares iranianos na semana passada, o Comando Central dos EUA mencionou retaliações às ofensivas do Irã contra navios comerciais no estreito de Hormuz. No entanto, as ações contra bases americanas na região, incluindo na Jordânia, foram omitidas. Uma autoridade militar americana explicou que o Comando Central não é obrigado a divulgar informações sobre militares feridos, especialmente quando retornam rapidamente ao serviço. Outra autoridade acrescentou que divulgar tais informações poderia ajudar o Irã a direcionar seus mísseis balísticos e ataques com drones contra bases americanas no Oriente Médio. O Comando Central também deixou de informar o número de alvos atacados pelo Irã diariamente, pela mesma razão, segundo autoridades americanas. A falta de divulgação completa de dados sobre os ataques iranianos e suas consequências gera desconfiança. Defesa do Pentágono e Estatísticas de Baixas Sean Parnell, porta-voz-chefe do Pentágono, negou que as Forças Armadas tenham ocultado ou deturpado baixas americanas. Ele classificou as acusações de ocultação como “invenções destinadas a causar ainda mais angústia ao povo americano após a morte de três militares em combate”. Parnell citou o Sistema de Análise de Baixas de Defesa do Pentágono, que, segundo ele, é atualizado regularmente. O site público oferece números agregados, mas não detalhes sobre ataques específicos com grande número de vítimas, como os ocorridos na Jordânia. Parnell afirmou que “selecionar números brutos sem contexto cria um quadro deliberadamente enganoso e incompleto”. Ele detalhou que a “grande maioria” das quase cem vítimas desde 7 de julho sofreu “concussões leves”, e 96% desses militares já retornaram ao serviço. A divulgação de estatísticas sobre baixas militares, especialmente em conflitos prolongados, sempre gerou debates sobre transparência e o impacto na opinião pública. Falta de Informações e Contexto da Guerra Nos últimos meses, o Pentágono tem fornecido poucas informações sobre a estratégia militar dos EUA após quase cinco meses de guerra. A última grande entrevista coletiva sobre o conflito ocorreu no início de maio. O governo Trump não divulgou

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Brasil Rumo às Eleições 2026: Quase 2 Milhões de Eleitores com Deficiência Buscam Voto Acessível e Autônomo

Eleitores com Deficiência: Crescimento e Adaptação para as Eleições 2026 As próximas eleições gerais em 2026 prometem ser um marco histórico em termos de inclusão. Pela primeira vez, o Brasil contará com o maior contingente de eleitores com deficiência aptos a exercer seu direito ao voto, demonstrando um avanço significativo na participação democrática. Dados recentes divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelam um cenário promissor, com quase 2 milhões de brasileiros declarando possuir algum tipo de deficiência e habilitados a votar. Este número representa um aumento expressivo de 42,5% em comparação com o pleito de 2022, evidenciando a crescente conscientização e o engajamento dessa parcela da população. Para garantir que todos os cidadãos possam exercer seu voto com autonomia e segurança, a Justiça Eleitoral tem investido na ampliação de sua estrutura de acessibilidade. O objetivo é assegurar que a deficiência não seja um impeditivo para a participação cívica, promovendo um ambiente eleitoral mais inclusivo e representativo. Conforme informação divulgada pelo TSE, o número de seções eleitorais com acessibilidade passou de 156.296 em 2022 para 223.587 este ano, um crescimento de 43%. Perfil dos Eleitores com Deficiência O universo de quase 2 milhões de eleitores com deficiência é diverso, abrangendo diferentes necessidades e condições. Entre as categorias mais representadas, destacam-se aqueles com dificuldade de locomoção, seguidos por pessoas com deficiência visual e auditiva. A categoria “outros”, que engloba diversas condições que demandam adaptações específicas, representa a maior fatia desse eleitorado. Especificamente, o TSE aponta que aproximadamente 617 mil eleitores declararam ter deficiência de locomoção. Em seguida, 319 mil pessoas informaram possuir deficiência visual, e mais de 182 mil declararam ter deficiência auditiva. É importante notar que mais de 64 mil eleitores com deficiência indicaram ter alguma dificuldade específica no exercício do voto, um dado que reforça a necessidade das adaptações. Ações da Justiça Eleitoral para Garantir Acessibilidade Em resposta a esse crescimento e às necessidades identificadas, a Justiça Eleitoral tem trabalhado ativamente para ampliar a estrutura de acessibilidade em todo o país. O objetivo é oferecer um ambiente de votação seguro, confortável e que respeite a autonomia de cada eleitor com deficiência. O aumento no número de seções eleitorais principais com acessibilidade, que saltou de 156.296 em 2022 para 223.587 em 2026, é um reflexo desse compromisso. Essas seções são equipadas com recursos como rampas, elevadores e rotas livres de obstáculos físicos, facilitando o acesso e a locomoção. Como Solicitar Transferência para Seção Acessível Eleitores que necessitam de um local de votação adaptado têm o direito de solicitar a transferência para uma seção eleitoral acessível. Este procedimento é fundamental para garantir que a experiência de votação seja a mais tranquila e independente possível, sem barreiras físicas ou de comunicação. Para realizar essa solicitação, é necessário que o eleitor atualize seu cadastro junto à Justiça Eleitoral, informando sua condição de deficiência ou mobilidade reduzida. O pedido pode ser feito através dos canais oficiais de atendimento da Justiça Eleitoral ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral, facilitando o acesso à informação e ao serviço.

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Governo Lula encerra Hospital de Campanha na Venezuela e envia novas doações após terremotos

Brasil conclui apoio médico e humanitário na Venezuela após terremotos O governo brasileiro finalizou nesta terça-feira (21) as operações do hospital de campanha montado em La Guaira, na Venezuela. A unidade de saúde foi estabelecida para prestar assistência às vítimas dos fortes terremotos que atingiram o país em junho. As aeronaves que transportaram a estrutura de volta ao Brasil também levaram uma nova remessa de doações. Entre os itens enviados, destacam-se vacinas essenciais, cestas básicas e ração animal, demonstrando o compromisso contínuo do Brasil com a recuperação venezuelana. As equipes de bombeiros brasileiros que atuaram no país vizinho retornaram na semana passada, encerrando uma etapa importante da missão humanitária. As informações foram divulgadas pelo governo Lula. Novas doações reforçam o apoio brasileiro Em nota oficial, o governo Lula detalhou o envio de um expressivo volume de ajuda humanitária. Foram disponibilizadas 540 mil doses da vacina pentavalente, 48 mil doses de BCG e 102 mil doses da vacina tríplice viral, todas doadas pelo Ministério da Saúde. Além das vacinas, 900 cestas básicas, cada uma pesando 21,5 kg, foram enviadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. A lista de doações também inclui insumos médicos, itens de higiene pessoal e soros antivenenos, essenciais para o tratamento de picadas de animais peçonhentos. Balanço positivo dos atendimentos médicos Desde o início da missão, em 29 de junho, as equipes brasileiras realizaram um total de 2.695 atendimentos médicos. A maior parte, 1.764 atendimentos, foi na área de clínica geral, tratando de condições comuns como dores de cabeça, hipertensão, náuseas e desidratação. A atuação do hospital de campanha também abrangeu áreas mais específicas, com a realização de 15 cirurgias. Pacientes receberam atendimento em ortopedia e pediatria, e houve também suporte psicossocial para lidar com o estresse agudo e questões de saúde mental decorrentes da tragédia. Diálogo e compromisso entre Brasil e Venezuela No início de julho, o presidente Lula conversou por telefone com a líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, reafirmando o apoio do Brasil ao país. Na ocasião, Rodríguez informou que o regime venezuelano estava focado na reconstrução das áreas afetadas, com prioridade para a construção de novas moradias para as famílias desabrigadas. Os terremotos, com magnitudes de 7,2 e 7,5, ocorreram com um intervalo inferior a um minuto e foram sentidos em grande parte do território venezuelano. A tragédia se deu em um contexto de severa crise política e econômica na Venezuela. Envio inicial de equipes e equipamentos Após os sismos, o Brasil agiu rapidamente, enviando aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) com equipes de resgate e suprimentos. Um primeiro grupo de socorristas, composto por 11 bombeiros militares, dois médicos, um representante da Defesa Civil, além de cães farejadores e cinco toneladas de equipamentos, embarcou em 26 de junho. Na época, o Ministro da Defesa, José Múcio, visitou o território venezuelano para tratar da situação e reforçar o apoio brasileiro, evidenciando a importância da cooperação humanitária internacional em momentos de crise.

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Eleições 2026: São Paulo Lidera com Mais de 34 Milhões de Votos, Maioria Mulheres e Faixa Etária de 40-44 Anos

São Paulo: O Gigante Eleitoral do Brasil Rumo às Eleições de 2026 Dados recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelam que São Paulo se consolida como o estado com o maior número de eleitores aptos a votar nas próximas eleições. São mais de 34 milhões de pessoas registradas, representando uma fatia significativa do eleitorado brasileiro. Essa concentração de eleitores em São Paulo reflete sua importância demográfica e política no cenário nacional. A análise detalhada dos dados oferece um panorama sobre o perfil desses votantes, suas características e tendências. A pesquisa, divulgada nesta semana, também aponta para um aumento expressivo no cadastro de eleitores indígenas e quilombolas no estado, além de um número considerável de cidadãos que optam pelo uso do nome social. Conforme informação divulgada pelo TSE, o estado paulista tem 34.104.226 eleitores aptos a votar, o que corresponde a 21,48% do total nacional de 159.745.463 eleitores. A Força da Capital e Cidades-Polo no Eleitorado Paulista Dentro do estado de São Paulo, a capital paulista se destaca como o maior colégio eleitoral, reunindo 9.135.407 votantes, o que representa 26,7% do eleitorado local. Em seguida, vêm cidades como Guarulhos, com 948.410 eleitores, e Campinas, com 870.672, evidenciando a concentração urbana do poder de voto. Perfil Demográfico: Mulheres Lideram e Faixa Etária de 40 a 44 Anos é a Maior A composição do eleitorado paulista mostra uma predominância feminina, com 18,1 milhões de eleitoras, o que corresponde a 53% do total. Os homens somam 15,9 milhões, representando 47%. No que diz respeito à faixa etária, o grupo de 40 a 44 anos é o mais numeroso, com 3,48 milhões de votantes. Logo atrás, aparecem os eleitores entre 45 e 49 anos (3,38 milhões) e os de 35 a 39 anos (3,23 milhões). É importante notar a expressiva participação de eleitores com mais de 60 anos, totalizando 8,5 milhões, sendo que 45,72% deles têm 70 anos ou mais. Os jovens eleitores, menores de 18 anos, somam 180.229, sendo que apenas aqueles com 16 anos completos antes do primeiro turno poderão votar. Voto Obrigatório e Nível de Escolaridade no Estado A obrigatoriedade do voto atinge 87,08% dos eleitores em São Paulo, o que equivale a 29.698.450 pessoas. Já o voto facultativo abrange 12,92%, com 4.405.776 eleitores. Em termos de escolaridade, o ensino médio completo é a formação mais comum entre os votantes, com 33,45% do contingente. O ensino fundamental incompleto aparece em seguida (17,53%), seguido pelo ensino médio incompleto (16,67%). O número de eleitores com ensino superior completo em São Paulo é de 5.133.353, representando 15,05% da base eleitoral. O levantamento também indica que 2,85% declararam saber apenas ler e escrever, enquanto 1,68% são analfabetos, totalizando 574.211 votantes. Crescimento de Povos Originários e Uso do Nome Social Um dado relevante é o aumento de 102,1% no eleitorado indígena no estado, que saltou de 3.706 para 7.492 entre 2024 e 2026. Os eleitores quilombolas também registraram um avanço expressivo de 80,7%, passando de 2.180 para 3.941. Além disso, 12.331 cidadãos paulistas estão aptos a votar

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Haddad Revela Motivo de Recusa a Daniel Vorcaro: “Analisamos Balanços Negativos do Banco Master”

Haddad explica por que negou encontros com Daniel Vorcaro após análise de balanços do Banco Master O ex-ministro e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT-SP), revelou nesta terça-feira (21) os motivos que o levaram a recusar encontros com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo Haddad, a decisão foi tomada após uma análise detalhada da situação financeira do liquidado Banco Master e a recepção de informações preocupantes sobre a instituição no mercado financeiro. Haddad afirmou que Daniel Vorcaro tentou estabelecer contato através de diversas pessoas, mas nunca por canais oficiais do governo. Essa abordagem indireta, somada às informações negativas sobre o Banco Master, foi determinante para a recusa. “Vorcaro tentou se aproximar de mim por vários caminhos, mas nunca pelo caminho oficial. Eu já havia analisado o balanço do Banco Master e recebido informações preocupantes do mercado financeiro. Por isso, não o recebi: não tinha o que conversar com ele”, declarou Haddad em entrevista ao canal My News. As declarações surgem em meio a investigações sobre uma suposta rede de influência do ex-banqueiro. Conforme informação divulgada pelo My News. Tentativas de Contato e Recados Implícitos O pré-candidato ao governo paulista também mencionou que, posteriormente, os pedidos de reunião com Vorcaro passaram a vir acompanhados de mensagens que sugeriam um agravamento da situação do país caso algo acontecesse com o empresário. Essas insinuações foram vistas por Haddad como uma tentativa de pressão. “Os pedidos de audiência passaram a trazer recados implícitos de que, se algo acontecesse com ele, o caos se instalaria. Mas o Brasil não pode passar pano nem politizar investigações criminais”, pontuou Haddad, reforçando a importância de não interferir em apurações legais. Investigações da PF e Autonomia das Instituições As investigações da Polícia Federal (PF) apontam para uma ampla rede de influência construída por Daniel Vorcaro, que teria envolvido autoridades de diversos poderes, incluindo o Legislativo e o Judiciário. Nomes como os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Ciro Nogueira (PP-PI), e os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, apareceram em apurações ligadas ao empresário. Haddad aproveitou para negar qualquer tipo de interferência do governo federal no trabalho da PF, garantindo a autonomia da corporação. “É preciso investigar e punir quem errou. Até aqui, a Polícia Federal tem atuado com ampla autonomia no governo Lula: investiga, apura, comprova, processa e prende quando necessário”, afirmou. Liquidação do Banco Master e Operação Compliance Zero A situação do Banco Master veio à tona após o Banco Central decretar sua liquidação extrajudicial em novembro de 2025, citando supostas fraudes e descumprimento de normas. No mesmo dia, a PF deflagrou a Operação Compliance Zero para investigar a suspeita de emissão de títulos de crédito falsos, que resultou na primeira prisão de Vorcaro. Entre os pontos centrais da investigação estão operações envolvendo carteiras de crédito consignado, negociadas entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). As transações sob escrutínio somam cerca de R$ 12,2 bilhões e contavam com o conhecimento do então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que também foi preso

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Fome Global Persiste: ONU Alerta que Guerra e Clima Ameaçam Progresso Rumo a um Mundo Sem Insegurança Alimentar

ONU aponta persistência da fome global e riscos de retrocesso devido a conflitos e mudanças climáticas Um cenário preocupante se desenha no combate à fome mundial. Apesar de uma ligeira melhora, a Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que cerca de 645 milhões de pessoas enfrentaram a fome em 2025, o que representa 7,8% da população global. Este avanço, embora positivo, encontra-se sob forte ameaça de retrocesso. As consequências da guerra no Oriente Médio e os impactos cada vez mais severos das mudanças climáticas são os principais vilões que podem comprometer o progresso. A ONU, através da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgou um relatório que acende um alerta para a comunidade internacional. A situação é particularmente crítica no continente africano, onde 20% da população sofre de subnutrição crônica. Este dado, segundo o relatório anual, evidencia a urgência de ações mais contundentes e direcionadas para as regiões mais vulneráveis, conforme divulgado pela ONU nesta terça-feira (21). África no epicentro da fome e desafios para o futuro O relatório da FAO destaca que o epicentro da fome deslocou-se da Ásia para a África. David Laborde, diretor da Divisão de Economia Agroalimentar da FAO, explicou que, embora países como a China e a Índia tenham avançado significativamente no combate à fome, a África enfrenta desafios crescentes. Conflitos em regiões como o Sudão, o Sahel e a República Democrática do Congo agravam a situação, impedindo o acesso à terra e a fontes de renda para milhões de pessoas. As mudanças climáticas intensificam a vulnerabilidade no continente, com eventos extremos afetando a produção de alimentos. A FAO estima que, se as tendências atuais se mantiverem, entre 510 e 520 milhões de pessoas ainda estarão desnutridas em 2030, sendo mais da metade na África. Este número está bem distante da meta estabelecida em 2015 de erradicar a fome até 2030. Insegurança alimentar e o alto custo de uma dieta saudável Em contrapartida, a América Latina e o Caribe, assim como a Ásia, registraram melhorias. Em 2025, a taxa de insegurança alimentar moderada ou grave na região foi de 22,9%, significativamente abaixo da África (56,6%) e da média global (25,8%). No entanto, a insegurança alimentar, que implica acesso irregular a alimentos e dietas limitadas, ainda afeta milhões. Um dos dados mais alarmantes é o custo crescente de uma alimentação saudável. Quase uma em cada três pessoas no mundo não tem condições de arcar com uma dieta saudável, com os custos tendo aumentado 25% nos últimos cinco anos. O atraso no crescimento infantil afeta cerca de 25% das crianças menores de cinco anos, enquanto a obesidade em adultos continua a crescer, mostrando a complexidade do desafio nutricional global. Guerra no Oriente Médio e El Niño exigem ação internacional Eventos recentes, como a guerra no Oriente Médio, representam uma ameaça direta ao progresso alcançado. Laborde aponta que, embora os efeitos imediatos do aumento no custo de fertilizantes e energia tenham sido limitados até agora, a crise ainda não foi superada. A FAO

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